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  • Pesquisa Quantitativa: o que é, como aplicar no TCC e exemplos

    Pesquisa Quantitativa: o que é, como aplicar no TCC e exemplos

    A pesquisa quantitativa, por definição, visa quantificar algo. Saiba como fazê-la de acordo com as normas ABNT.

    Quando o acadêmico se depara com a dúvida sobre como fazer uma pesquisa quantitativa, muitas ideias surgem, a mente literalmente fervilha.

    Porém, se você não é fã da área dos cálculos, também surge aquela insegurança.

    Vamos te auxiliar a fazer sua pesquisa quantitativa sem dores de cabeça. Vamos lá?

     

    O que é pesquisa quantitativa?

    A pesquisa quantitativa é o método científico que se utiliza de estatísticas e cálculos com o intuito de quantificar informações para realização de estudo.

    Este método de pesquisa é utilizado com intuito de compreender e mensurar numericamente um apanhado de informações relevantes à determinado tema previamente escolhido.

    Esta modalidade é excelente para quem deseja aprofundar conhecimentos quantificados anteriormente, compará-los com dados mais atuais ou também para criar uma base de conhecimentos que serão quantificados mais adiante.

    Quando se planeja como fazer uma pesquisa quantitativa, o primeiro passo é escolher um tema que possa ser quantificado através de numerais ou estatísticas, já que não se podem quantificar temas de cunho subjetivo.

    gráficos

     

    Como fazer uma pesquisa quantitativa?

    Ao se fazer uma pesquisa quantitativa, deve-se sempre consultar as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos.

    Esta entidade propõe que a pesquisa quantitativa aja por meio da coleta de dados obtidas pelas seguintes ferramentas:

    • Questionários de múltipla escolha;
    • Formulários;
    • Entrevistas individuais;
    • Outros recursos escolhidos pelo acadêmico.
    • Exemplo de coleta de dados para pesquisa: DOWNLOAD

    O primeiro passo é escolher um tema que possa ser quantificável. Também temos dicas para os temas do seu TCC em nosso site, confira.

    Escolha algo que facilite a coleta e tabulação de dados, pois estas informações precisam ser feitas com precisão, transmitindo confiabilidade nos resultados obtidos.

    Este tipo de pesquisa é amplamente utilizada no mercado, já que utiliza os dados obtidos como forma de avaliação de opiniões e/ou comportamentos de indivíduos como potenciais consumidores.

    Ao realizar este método de pesquisa, o acadêmico atua na posição de observador, a fim de não influenciar de qualquer maneira as informações obtidas.

    Por isso é costume a utilização de questões com múltipla escolha, pois permitem uma objetividade maior nas respostas, já que o pesquisador faz a delimitação entre as alternativas apresentadas aos entrevistados.

     

    Características principais da pesquisa quantitativa

    • O objetivo maior é mensurar ou contabilizar algo através de dados numéricos (exemplo: pesquisa de intenção de voto);
    • Não deve dar espaço para ambiguidades ou duplo sentido, as perguntas devem ser redigidas de maneira clara e concisa;
    • Utiliza-se de instrumentos obtentores de dados que possuam precisão: formulários, entrevistas, questionários, entre outros;
    • Os métodos são inflexíveis (não podem ser modificados) e estruturados de maneira prévia e baseados na igualdade;
    • O pesquisador age como observador, atuando na impessoalidade, sem interferir nas respostas;
    • Apresentação de resultados através de índices, gráficos, tabelas, sempre de maneira objetiva e nunca

     

    Etapas de uma pesquisa Quantitativa

    Para se fazer uma pesquisa quantitativa de maneira correta e fácil, sem “desvios” na tabulação dos dados, você deve seguir alguns passos básicos:

    1. Definir o objetivo da sua pesquisa. Lembre-se de escolher algo “quantificável”;
    2. Definir o grupo ou tipo de população a ser estudado e o número de amostras que serão necessárias;
    3. Elaborar os questionários de acordo com a temática escolhida;
    4. Coletar os dados através da ferramenta escolhida (entrevistas, questionários);
    5. Contagem dos dados obtidos (tabulação);
    6. Analisar os resultados através de estatísticas;
    7. Divulgar os resultados (relatório).

    Observação: Ao fim da sua pesquisa, além destes passos, você deve sempre incluir gráficos, tabelas de porcentagens, estimativas e estatísticas. O importante em como fazer uma pesquisa quantitativa são os resultados numéricos, mensuráveis.

    *Vídeo do Prof. Leandro CD Silva

     

    Os instrumentos de obtenção de dados na pesquisa quantitativa

    O que é pesquisa quantitativa senão um cálculo de dados com intuito de obter informações?

    Sendo assim, deve ser definido o tipo de instrumento utilizado para colher as amostragens de acordo com o objetivo final da pesquisa.

    É extremamente normal e comum o pesquisador ter certa dificuldade em elencar este ou aquele método para fazer uma pesquisa quantitativa.

    Vamos explicar as diferenças entre estas ferramentas e suas funções específicas nesta modalidade de pesquisa:

    • Amostra: Precisa ter um número elevado de entrevistados a fim de garantir precisão mais eficiente dos resultados, representando de maneira mais fiel a população ou grupo objeto da pesquisa;
    • Questionário: Obtém-se as informações por intermédio de questionário(s) formulados com perguntas objetivas e claras, sem linguagem que permita duplas interpretações, garantindo uma compreensão plena pela parte entrevistada;
    • Entrevista: O pesquisador faz a identificação das pessoas que irá entrevistar através de critérios fixos e definidos previamente, tais como: idade; gênero; atividade laboral; formação acadêmica; localização geográfica; constituição familiar; etc… Este método de coleta de dados não necessita de local específico ou preparado de maneira prévia, podendo realizar-se na residência da pessoa entrevistada ou em lugares com fluxo de pessoas. Porém, devem sempre ser aplicadas de forma individual para não haver influência de terceiros na resposta;
    • Relatório: O relatório obtido na pesquisa quantitativa deve, de preferência, incluir tabelas com percentuais e gráficos representativos das interpretações e conclusões.

    Para fazer uma pesquisa quantitativa bem embasada e com dados bem tabulados e alto grau de confiabilidade, é importante a utilização de meios variados, aplicados de formas distintas.

    Por exemplo, as entrevistas e questionários podem ser feitos de diferentes formas: presencial, e-mail, ou mesmo por telefone.

    Se você tiver dúvidas quanto ao tipo de instrumento que é mais adequado para o levantamento de dados da sua pesquisa, consulte sempre seu orientador.

    A pesquisa também deve estar sempre de acordo com o objetivo geral e os objetivos específicos do seu trabalho.

    Ao término desta leitura, você pode perceber que utilizando-se desta modalidade de pesquisa, seu projeto ou seu trabalho acadêmico apresentará uma uniformidade de resultados facilitando um entendimento pormenorizado e de fácil compreensão acerca dos dados obtidos.

    Se você precisar de auxílio ou tiver dúvidas quanto às outras partes do seu TCC, faça uma visita ao Projeto acadêmico!

    Aqui disponibilizamos artigos de grande valia para elaboração do seu trabalho, desde partes do TCC detalhadas e com exemplos, temas, dicas de normas ABNT entre outros.

  • O que é uma Pesquisa Descritiva: veja como fazer, tipos e sugestões

    O que é uma Pesquisa Descritiva: veja como fazer, tipos e sugestões

    Entre os tipos de pesquisas científicas está a pesquisa descritiva. Ela tem pormenores específicos para sua realização. Confira-os aqui.

    A pesquisa descritiva de acordo com as Normas da ABNT para trabalhos acadêmicos é uma das variações da pesquisa científica. O objetivo deste método de pesquisa é a descrição de características de um grupo populacional, uma experiência, ou mesmo um fenômeno.

    banner pesquisa descritiva: uma lupa e revista

     

    Características da pesquisa descritiva

    Entre as características da pesquisa descritiva podemos destacar que ela visa descobrir a frequência que ocorre um fenômeno, avaliar a estruturação de um sistema,  observação de métodos ou processos operacionais.

    Quando se planeja como fazer uma pesquisa descritiva, deve-se ter em mente que ela utiliza técnicas estritamente padronizadas para coletar os dados e realizar a apresentação das variáveis.

    Estas variáveis podem estar ligadas a aspectos econômicos e sociais  de determinada parte da população, ou mesmo outras variáveis elencadas pelo pesquisador ao longo da pesquisa.

    Como o nome já diz, são variáveis e podem ser alteradas, modificadas, reavaliadas ou mesmo substituídas durante o processo de pesquisa.

    Outra característica da pesquisa descritiva conforme as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos é que ela pode aparecer em diversas outras tipologias de pesquisas: documental, levantamentos, pesquisas de campo, etc…

    Além da exposta acima, outra importante característica é que esta modalidade de pesquisa é realizada levando-se em consideração aspectos sobre a formulação das perguntas norteadoras da pesquisa, em concomitância com o estabelecimento de relação entre as variáveis do objeto de estudo.

     

    Entendendo a pesquisa descritiva: como funciona e exemplos

    Como fazer uma pesquisa descritiva de acordo com as normas ABNT para trabalhos acadêmicos, possui seus pormenores que devem ser seguidos para garantir o sucesso do projeto.

    Neste método de pesquisa o pesquisador que realiza o estudo, análise e registro dos fatos e a interpretação dos fatos obtidos, porém, sem nunca interferir direta ou indiretamente.

    O objetivo primordial de uma pesquisa descritiva é reunir dados e analisá-los com o intuito de encontrar novas explicações ou descobrir fenômenos, até mesmo catalogando as  relações de causa e efeito.

    A metodologia usada na pesquisa científica é:

    • Levantamento de dados;
    • Pesquisa teórica;
    • Experiências práticas;
    • Métodos experimentais.

    Exemplos de pesquisas descritivas:

    • Estudos de caso;
    • Pesquisas de opinião;
    • Descobertas científicas;
    • Aprofundamento de outras pesquisas;
    • Pesquisas mercadológicas.

    Percebe-se, portanto, que a pesquisa descritiva é uma das mais comumente utilizadas por pesquisadores, também sendo amplamente solicitada por partidos políticos e organizações comerciais e educacionais. Veja abaixo um exemplo de pesquisa descritiva:

    exemplo de pesquisa descritiva

     

    Como fazer uma pesquisa descritiva

    As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos recomendam que ao optar por este método de pesquisa, tenha cuidado para não confundi-la com a pesquisa exploratória, já que ambas possuem características em comum e uma metodologia de trabalho bastante parecida.

    A principal diferença entre elas é que numa pesquisa descritiva o pesquisador possui um conhecimento mais acentuado a respeito do tema, proporcionando novas visões e perspectivas acerca de um assunto previamente abordado ou uma realidade observada anteriormente.

    Umas das principais características da pesquisa descritiva, conforme dito acima, é o fato de que ela deve ser conduzida e analisada com naturalidade, sem interferências ou julgamentos de cunho pessoal.

    Por isso, quando optar por este método de pesquisa é necessário que você estabeleça técnicas de coleta de dados bem padronizadas, tais como:

    • Uso de questionários;
    • Entrevistas;
    • Observação sistemática;
    • Levantamento de dados;
    • Análise de Documentos;
    • Abordagens de campo;
    • Formulários;
    • Testes diversos.

    Ao fazer a pesquisa descritiva, ela lhe auxiliará grandemente no aprofundamento e conhecimento do objeto tema do seu estudo, embasando seu TCC e dando propriedade de conhecimento para o seu trabalho acadêmico.

    *Vídeo retirado de Eduardo Dudu

     

    Passos a serem seguidos numa pesquisa descritiva

    Para realizar uma pesquisa deste tipo de acordo com as normas ABNT para trabalhos acadêmicos, é necessário que você siga alguns passos sistemáticos:

    1. Observar o fenômeno ou objeto de estudo;
    2. Interrogar desejos, opiniões e necessidades;
    3. Coletar as informações obtidas;
    4. Analisar estas informações;
    5. Registrar suas inferências sobre os dados coletados;
    6. Interpretar os dados sem interferir neles.

    Como este tipo de pesquisa é determinante em sistemas sob constante mudança, a realidade exposta durante uma pesquisa pode não ser a mesma depois de determinado espaço de tempo ou pode mudar drasticamente de resultado ao ser refeita em outro espaço geográfico ou grupo social.

    Portanto, este tipo de pesquisa deve ser feito e refeito continuamente, de modo a estar sempre atualizado com as mudanças no fenômeno que é o objeto central do estudo.

     

    Tipos de pesquisa descritiva

    A pesquisa descritiva subdivide-se em tipos que também são importantes de serem lembrados, vamos a eles:

    • Levantamento: pretende angariar informações sobre práticas ou opiniões atuais de um determinado núcleo populacional;
    • Levantamento Normativo: esta modalidade de pesquisa dentro das características da pesquisa descritiva tem estritas normas de coleta de dados com relação às amostras.
    • Correlacional: explora as relações entre as variáveis, com exceção da relação causa x efeito. Este tipo de pesquisa precede uma pesquisa experimental.
    • Desenvolvimentista: investiga mudanças de comportamento ao longo de um intervalo de tempo, buscando informações sobre as variáveis do estudo.
    • Formação de Consenso: é mediada pelo investigador, que faz uso de vários questionários sobre projeções de acontecimentos (estudos de caráter exploratório) ou sobre objetivos a serem fixados (estudos de caráter normativo).
    • Estudo de caso: aborda um fenômeno individual com profundidade para compreender a situação e também situações similares. Podem ser de cunho interpretativo, quando usam a descrição, ou avaliativos, quando usam descrição e interpretação.
    • Análise de trabalho: busca determinar o foco de um trabalho particular ou o treinamento necessário para que esta demanda tenha sucesso.

     

    Os objetivos específicos como apoio para a pesquisa descritiva

    Para que você compreenda efetivamente como fazer uma pesquisa descritiva a resposta está nos objetivos específicos do seu TCC.

    Como assim?

    Os objetivos específicos do seu trabalho são o alvo a atingir na pesquisa.

    Ao elaborar seus objetivos você se utiliza de verbos que descrevem fatos, tais como:

    • Constatar;
    • Relatar;
    • Demonstrar;
    • Descrever;
    • Etc…

    Desta forma, é correto afirmar que a escolha dos objetivos para a descrição da pesquisa já se nota que o método de pesquisa será o descritivo.

    Sanamos suas dúvidas sobre a pesquisa descritiva?

    Se este texto lhe auxiliou, visite o Projeto Acadêmico, teremos prazer em te auxiliar.

  • Pesquisa Científica: metodologia, tipos, exemplos, sugestões de como fazer

    Pesquisa Científica: metodologia, tipos, exemplos, sugestões de como fazer

    Pesquisa científica é a aplicação prática por parte de um pesquisador, de processos de investigação padrão, para o desenvolvimento de determinado estudo.

    livros sobre a mesa

     

    Características da pesquisa científica

    Ao pensar em como realizar uma pesquisa científica, tenha em mente que ela tem por característica principal ser uma investigação muito disciplinada.

    Esta investigação é baseada em regras específicas acerca dos procedimentos para adquirir as informações necessárias.

    A pesquisa científica é baseada sempre em um conjunto padrão de procedimentos, objetivando encontrar respostas para determinadas  questões previamente selecionadas ou propostas para o desenvolvimento de um  estudo.

    As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos sempre orientam que ao realizar uma pesquisa científica, o condutor desta investigação (acadêmico, professor, cientista, pesquisador…) deve escolher uma temática que possibilite avanços científicos, produzindo novos conhecimentos, numa abordagem inovadora.

    Existem vários tipos de pesquisas científicas, mas em geral os acadêmicos não sabem disso.

    O que é a pesquisa científica, senão uma ferramenta de estudos da para a descoberta de novos conhecimentos.

    Além da descoberta de conhecimentos inovadores, ou mesmo de reavaliação de conhecimentos antigos,  ao realizar uma pesquisa científica a pessoa também deve refletir se o estudo é relevante para a comunidade científica ou a sociedade como um todo.

    Lembre-se sempre que ao optar pela realização de uma pesquisa científica você deve assumir um compromisso sério com cada etapa do trabalho, para que ao final ele possa ser divulgado e publicado, contribuindo assim para produção de conhecimento científico.

     

    Como realizar uma pesquisa científica?

    Para realizar uma pesquisa científica, em primeiro lugar, é necessário compreender como a pesquisa é articulada.

    Uma pesquisa científica é composta por três eixos: Ruptura; Construção; Constatação.

    Estes eixos são intimamente ligados e podem, até devem, ocorrer mais de uma vez durante o processo de pesquisa. Vamos explicar cada uma delas:

    1. Ruptura: Cada pessoa leva em si prévios conhecimentos teóricos que podem sim ser considerados ardis durante a pesquisa, já que nossas ideias tendem a se inspirar em tendências, ou mesmo em gostos pessoais. Portanto, é necessário a ruptura com preconceitos para construir uma pesquisa sólida e confiável.
    2. Construção: A parte teórica é fundamental para a construção das propostas e dos planos de pesquisa. Dependem da teoria também a previsão de resultados e definição dos passos a serem seguidos. Da construção provém propostas válidas e confiáveis.
    3. Constatação: A proposta só pode ser considerada científica quando é avaliada por informações reais e concretas. A constatação também não deixa de ser um experimento, um teste.

    Após o entendimento destas partes, vamos passar para as etapas da pesquisa científica.

    *Vídeo publicado por Eu Quero Biologia

     

    As etapas da pesquisa científica

    1. Questão norteadora: nesta etapa o pesquisador faz a formulação da questão que o auxiliará a estudar o fenômeno. Esta questão deve ser de cunho realista, formulada objetivamente e sem ambiguidades, para fundamentar as descobertas provenientes do estudo.
    2. Exploração do tema: pode ser feita por meio de duas maneiras: coleta de dados ou leitura. Se for escolhida a leitura, escolha sempre fontes confiáveis, que apresentem dados concretos e que tenham seguido métodos científicos na elaboração. Faça fichamentos durante a leitura, compare informações e analise os mais diversos pontos de vista sobre o assunto. Se você optar por coleta de informações, faça-a por meio de entrevistas, análise de documentos e observações dirigidas.
    3. Problematização: é a interrogação que dará norte à pesquisa, já que ela visa responder uma pergunta. Aqui temos dicas de problematização do TCC para lhe auxiliar. A problemática pode ser desenvolvida evidenciando e comparando características, ou escolhendo e explicando a problemática com conhecimento de causa, evitando o “achismo”. Lembre-se de avaliar se a problematização já foi explorada por outras pesquisas, bem como ideias-chave e conceitos, além de metodologias que serão utilizadas.
    4. Construindo o modelo de análise: esta etapa envolve hipóteses ou questões referentes ao estudo, que surgiram a partir da definição do problema. As respostas possíveis também surgem nesta etapa, porém, devem ser avaliadas constantemente ao longo do trabalho. Temos sugestões para lhe auxiliar na hipótese também, caso tenha dúvidas na elaboração.
    5. Coleta de Dados: aqui você fará a coleta de informações que serão confrontadas com o modelo e a análise. Selecione os dados úteis para testar a hipótese, escolher o campo de análise e o tipo, qualitativa ou quantitativa. Por fim, elege-se o instrumento de coleta (questionários, entrevistas ou observações).Importante que você saiba que esta etapa não serve apenas para uma simples coleta de informações, já que estas informações auxiliarão pesquisados em todas as etapas da pesquisa.
    6. Análise de informações: Nesse ponto ocorre a observação das informações coletadas e se estas correspondem aos resultados previamente definidos na problematização e nas hipóteses. Caso hajam disparidades, é necessária uma reformulação ou adequação das hipóteses. Ou mesmo do problema.
    7. Conclusões: como o nome diz, nesta parte serão apresentadas as conclusões da pesquisa, os comentários sobre os resultados obtidos, mostrando as descobertas, o teste das hipóteses, etc… Apresente as vantagens que seu trabalho agregou para o meio acadêmico e se ele teve relação satisfatória entre teoria e prática.

     

    Metodologias por grandes instituições

     

    Tipos de pesquisa científica

    São vários os tipos de pesquisa científica, cada um possui uma função definida. Vamos conhecer cada um deles:

    • Trabalho Científico: Seu foco principal é a descoberta de novos conhecimentos para a sociedade. É necessário que ele apresente resultados ou informações inovadoras que contribuam para o progresso do meio científico e/ou acadêmico.
    • Resumo: o objetivo desse tipo de pesquisa é a aprendizagem, sem inserção de conhecimentos novos. São utilizados dados de trabalhos publicados anteriormente. Tais dados são analisados e avaliados cuidadosamente, finalizando com tabulação de dados.
    • Pesquisa Documental: utiliza como fonte de pesquisa materiais como: testamentos, compêndio de leis, gravações, registros de nascimento e óbito, fotografias, entre outros.
    • Pesquisa Bibliográfica: utiliza fontes secundárias de informação: livros, artigos, revistas e artigos científicos.
    • Pesquisa de Campo: este tipo de pesquisa faz a utilização de dados coletados em local pré-determinado que apresentem conteúdo de alta relevância para o objeto de pesquisa.
    • Pesquisa Exploratória: pretende colher informações sobre determinado fenômeno ou assunto. É considerada como um estudo inicial para a realização de um outro estudo de maior aprofundamento.
    • Pesquisa Laboratorial: Inicia-se esta pesquisa analisando coletados em laboratório, pois o pesquisador tenta produzir ou reproduzir determinado fenômeno em condições controladas, utilizando instrumentos específicos para este fim.
    • Pesquisa Quantitativa: pretende realizar uma análise de resultados. Para isto, utiliza estatísticas, porcentagens, médias, coeficientes, etc…
    • Pesquisa Qualitativa: esta pesquisa é elencada quando o objeto do estudo é algo impossível de mensurar através de algarismos ou porcentagens. Geralmente usadas para questões de caráter subjetivo como por exemplo: comportamentos, opiniões, atitude de indivíduos.
    • Pesquisa Descritiva: objetiva descrever fenômenos ou estabelecer relações entre variáveis. O pesquisador observa, registra, analisa e interpreta o fenômeno estudado.
    • Pesquisa Explicativa: o foco aqui é entender o que faz com que determinado fenômeno aconteça e procura explicar as razões e causas dessa ocorrência.

    Como você pode perceber, a pesquisa científica é a base. As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos corrobora isto.

    Em nosso site, Projeto Acadêmico, você encontra mais informações sobre TCC e outras questões também.

  • 55 Ideias de Temas para TCC sobre Terapias Holísticas

    Se você está no processo de escolher um tema para o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Terapias Holísticas, você veio ao lugar certo!

    A escolha de um tema relevante e interessante é essencial para garantir que seu trabalho não só atenda aos requisitos acadêmicos, mas também mantenha sua motivação e curiosidade ao longo do processo de pesquisa.

    Nesta página, você encontrará uma lista cuidadosamente elaborada com 55 temas de TCC que abrangem diversas áreas das terapias holísticas.

    Nossa intenção é inspirá-lo e ajudá-lo a identificar um tópico que seja não apenas interessante, mas também relevante e inovador.

    Estes temas foram selecionados para despertar a curiosidade da banca examinadora e abrir portas para futuras pesquisas e aplicações práticas.

    Aqui está nossa lista com 55 ideias de temas para TCC sobre Terapias Holísticas

    1. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento da Dor Crônica
    2. Aromaterapia: Benefícios e Aplicações Terapêuticas
    3. Terapias Holísticas no Tratamento de Ansiedade e Depressão
    4. Comparação entre Massoterapia e Acupuntura no Alívio da Dor Muscular
    5. O Impacto da Reflexologia Podal no Sistema Nervoso Central
    6. Uso da Quiropraxia no Tratamento de Lesões Desportivas
    7. Reiki: Uma Análise de Seus Benefícios Psicológicos e Físicos
    8. Terapia de Cristais: Eficácia e Aplicações Clínicas
    9. A Utilização de Técnicas de Meditação na Melhora da Qualidade de Vida
    10. Efeitos da Massoterapia em Pacientes com Fibromialgia
    11. A Importância da Nutrição Holística no Bem-Estar Geral
    12. O Papel da Homeopatia no Tratamento de Doenças Crônicas
    13. Benefícios da Acupuntura no Tratamento de Distúrbios do Sono
    14. A Prática do Tai Chi Chuan como Terapia Complementar
    15. A Aplicação da Fitoterapia no Controle da Ansiedade
    16. Efeitos da Massoterapia em Pacientes com Câncer
    17. Os Benefícios da Yoga Terapêutica na Redução do Estresse
    18. O Uso de Terapias Holísticas em Cuidados Paliativos
    19. Eficácia da Musicoterapia no Tratamento de Transtornos Mentais
    20. O Papel da Massoterapia na Recuperação Pós-Cirúrgica
    21. Comparação entre Terapias Holísticas e Medicina Tradicional
    22. Terapias Holísticas na Saúde da Mulher: Um Estudo de Caso
    23. A Influência da Terapia Floral de Bach na Saúde Emocional
    24. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Lesões Ocupacionais
    25. O Uso de Técnicas de Respiração na Gestão do Estresse
    26. Efeitos da Massoterapia em Atletas de Alto Rendimento
    27. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Artrite
    28. O Impacto das Terapias Holísticas na Qualidade do Sono
    29. A Eficácia da Massoterapia em Pacientes com Enxaqueca
    30. O Papel da Terapia Holística na Reabilitação Física
    31. Benefícios da Massoterapia para Gestantes
    32. Uso da Terapia Holística em Crianças com Transtornos do Espectro Autista
    33. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Distúrbios Gastrointestinais
    34. O Uso de Terapias Holísticas na Redução dos Efeitos Colaterais de Medicamentos
    35. A Importância do Toque Terapêutico na Recuperação de Pacientes Hospitalizados
    36. Comparação entre Técnicas de Massoterapia Sueca e Tailandesa
    37. O Impacto das Terapias Holísticas na Saúde Mental de Idosos
    38. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Doença de Parkinson
    39. A Aplicação da Massoterapia no Tratamento de Estresse Pós-Traumático
    40. O Papel da Terapia Holística na Prevenção de Doenças Cardiovasculares
    41. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Celulite e Gordura Localizada
    42. O Uso de Terapias Holísticas na Melhora do Sistema Imunológico
    43. A Importância da Massoterapia no Bem-Estar de Pacientes com HIV/AIDS
    44. O Impacto da Terapia Holística na Recuperação de Pacientes com AVC
    45. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Síndrome do Túnel do Carpo
    46. A Influência das Terapias Holísticas na Redução da Pressão Arterial
    47. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Doença de Alzheimer
    48. A Importância da Educação em Terapias Holísticas para Profissionais de Saúde
    49. O Uso de Técnicas Holísticas no Tratamento de Dependência Química
    50. A Eficácia da Massoterapia no Alívio de Sintomas de Menopausa
    51. Comparação entre Técnicas de Massoterapia e Osteopatia
    52. O Impacto das Terapias Holísticas na Recuperação de Lesões de Esportes Radicais
    53. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Síndrome de Ehlers-Danlos
    54. O Papel das Terapias Holísticas na Promoção da Saúde Infantil
    55. A Eficácia da Massoterapia na Redução de Sintomas de Tensão Pré-Menstrual (TPM)
  • Top 80 ideias de Temas para TCC sobre Análises Clínicas

    1. Avanços na Tecnologia de Diagnóstico por Imagem: Explorar as últimas inovações em tecnologias como ressonância magnética, tomografia computadorizada e ultrassonografia para diagnóstico clínico.
    2. Aplicações da Genômica em Análises Clínicas: Investigar como a genômica está sendo utilizada para personalizar diagnósticos e tratamentos em medicina clínica.
    3. Biossensores para Detecção de Biomarcadores: Analisar o uso de biossensores na detecção sensível e específica de biomarcadores para diagnóstico precoce de doenças.
    4. Metabolômica e Análises Clínicas: Explorar o papel da metabolômica na identificação de biomarcadores metabólicos para diagnóstico e monitoramento de doenças.
    5. Aplicações da Proteômica em Análises Clínicas: Investigar como a proteômica está sendo aplicada no estudo de biomarcadores de doenças e na descoberta de novos alvos terapêuticos.
    6. Bioinformática em Análises Clínicas: Explorar o uso de ferramentas e técnicas bioinformáticas para análise de dados em estudos clínicos e pesquisa translacional.
    7. Técnicas Avançadas de Microscopia em Análises Clínicas: Analisar técnicas avançadas de microscopia, como microscopia de super-resolução e microscopia de fluorescência, em diagnóstico clínico.
    8. Testes Genéticos Preditivos: Investigar os benefícios e desafios dos testes genéticos preditivos para prevenção e tratamento de doenças hereditárias.
    9. Aplicações da Inteligência Artificial em Análises Clínicas: Explorar como algoritmos de inteligência artificial estão sendo usados para análise de dados clínicos e tomada de decisão médica.
    10. Farmacogenômica e Personalização de Tratamentos: Analisar como a farmacogenômica está sendo utilizada para personalizar tratamentos farmacológicos com base no perfil genético do paciente.
    11. Biobancos e Pesquisa Clínica: Investigar o papel dos biobancos na coleta e armazenamento de amostras biológicas para pesquisa clínica e desenvolvimento de biomarcadores.
    12. Diagnóstico Molecular de Doenças Infecciosas: Explorar técnicas moleculares avançadas para diagnóstico rápido e preciso de doenças infecciosas.
    13. Monitoramento de Terapias Biológicas: Analisar métodos de monitoramento de terapias biológicas, como imunoterapia e terapia gênica, em pacientes com doenças crônicas.
    14. Microbioma Humano e Saúde: Investigar a influência do microbioma humano na saúde e nas doenças, e suas aplicações potenciais em diagnóstico e tratamento.
    15. Análise de Biomarcadores em Câncer: Explorar os biomarcadores utilizados no diagnóstico, prognóstico e monitoramento de tratamento em pacientes com câncer.
    16. Farmacovigilância e Segurança de Medicamentos: Analisar métodos de farmacovigilância para monitoramento da segurança de medicamentos em populações de pacientes.
    17. Detecção de Resistência Antimicrobiana: Investigar métodos de detecção rápida e precisa de resistência antimicrobiana em microrganismos patogênicos.
    18. Telemedicina em Análises Clínicas: Explorar o uso da telemedicina para consultas médicas remotas, diagnóstico de imagem e monitoramento de pacientes.
    19. Terapia Celular e Medicina Regenerativa: Analisar o papel da terapia celular e da medicina regenerativa no tratamento de doenças crônicas e lesões teciduais.
    20. Testes de Toxicologia Clínica: Investigar métodos de análise toxicológica para detecção de drogas e toxinas em amostras biológicas.
    21. Diagnóstico Prenatal Não Invasivo: Explorar as técnicas de diagnóstico pré-natal não invasivo para detecção de anomalias cromossômicas e genéticas.
    22. Aplicações da Nanotecnologia em Análises Clínicas: Analisar como a nanotecnologia está sendo aplicada no desenvolvimento de dispositivos e biossensores para diagnóstico clínico.
    23. Marcadores Cardíacos em Doenças Cardiovasculares: Investigar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças cardiovasculares.
    24. Diagnóstico de Doenças Autoimunes: Explorar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes, incluindo testes de autoanticorpos e marcadores imunológicos.
    25. Análise de Ácidos Nucleicos Circulantes: Analisar o potencial diagnóstico dos ácidos nucleicos circulantes, como DNA e RNA, em doenças malignas e não malignas.
    26. Validação de Métodos Analíticos em Análises Clínicas: Investigar os processos de validação de métodos analíticos utilizados em laboratórios clínicos para garantir a precisão e a confiabilidade dos resultados.
    27. Aplicações da Espectrometria de Massa em Análises Clínicas: Explorar as aplicações da espectrometria de massa em diagnóstico clínico, proteômica e metabolômica.
    28. Monitoramento de Biomarcadores Cardíacos em Atletas: Analisar o uso de biomarcadores cardíacos para monitorar a saúde cardiovascular de atletas de alto desempenho.
    29. Análise de Fluidos Biológicos em Doenças Renais: Investigar métodos de análise de fluidos biológicos, como urina e sangue, para diagnóstico e monitoramento de doenças renais.
    30. Marcadores Inflamatórios em Doenças Crônicas: Explorar o papel dos marcadores inflamatórios na patogênese e no prognóstico de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares.
    31. Diagnóstico Molecular de Doenças Neurodegenerativas: Analisar métodos moleculares de diagnóstico e biomarcadores em doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
    32. Análise de Hemostasia e Coagulação Sanguínea: Investigar métodos de análise da hemostasia e da coagulação sanguínea em distúrbios hemorrágicos e trombóticos.
    33. Aplicações da Citometria de Fluxo em Análises Clínicas: Explorar as aplicações da citometria de fluxo em imunologia, hematologia e oncologia para análise de células e biomarcadores.
    34. Diagnóstico de Doenças Respiratórias por Imagem: Analisar métodos de diagnóstico por imagem em doenças respiratórias, como radiografia, tomografia e ressonância magnética.
    35. Marcadores Bioquímicos em Doenças Hepáticas: Investigar biomarcadores bioquímicos utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças hepáticas, como cirrose e hepatite.
    36. Análise de Biomarcadores em Doenças Reumáticas: Explorar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças reumáticas, como artrite reumatoide e lúpus.
    37. Diagnóstico de Doenças Parasitárias: Analisar métodos de diagnóstico de doenças parasitárias, incluindo microscopia, testes imunológicos e técnicas moleculares.
    38. Aplicações da Biologia Molecular em Análises Clínicas: Investigar técnicas de biologia molecular, como PCR e sequenciamento de DNA, em diagnóstico clínico e pesquisa biomédica.
    39. Marcadores Tumorais em Câncer de Mama: Explorar os marcadores tumorais utilizados no diagnóstico e monitoramento do câncer de mama, como CA 15-3 e CA 27.29.
    40. Análise de Hemoglobinopatias e Talassemias: Analisar métodos de análise de hemoglobinas anormais e talassemias em doenças hematológicas hereditárias.
    41. Diagnóstico de Infecções Virais Emergentes: Investigar métodos de diagnóstico de infecções virais emergentes, como Zika, Ebola e COVID-19.
    42. Marcadores Hormonais em Distúrbios Endócrinos: Explorar os marcadores hormonais utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios endócrinos, como diabetes e hipotireoidismo.
    43. Análise de Polimorfismos Genéticos em Farmacogenética: Analisar polimorfismos genéticos associados à resposta individual a medicamentos e sua aplicação em farmacogenética.
    44. Diagnóstico de Doenças Neurológicas por Neuroimagem: Investigar métodos de neuroimagem utilizados no diagnóstico de doenças neurológicas, como ressonância magnética e PET.
    45. Marcadores de Estresse Oxidativo em Doenças Crônicas: Explorar os marcadores de estresse oxidativo utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer.
    46. Análise de Biomarcadores em Transtornos Psiquiátricos: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e tratamento de transtornos psiquiátricos, como depressão e esquizofrenia.
    47. Diagnóstico de Doenças Autoinflamatórias por Genética: Investigar métodos de diagnóstico molecular em doenças autoinflamatórias, como febre familiar do Mediterrâneo e síndrome de Behçet.
    48. Marcadores de Lesão Cardíaca em Medicina Esportiva: Explorar os marcadores de lesão cardíaca utilizados na avaliação de atletas de alto desempenho e na prevenção de eventos cardíacos.
    49. Análise de Biomarcadores em Envelhecimento Saudável: Analisar os biomarcadores utilizados na avaliação do envelhecimento saudável e na prevenção de doenças relacionadas à idade.
    50. Diagnóstico de Doenças Autoimunes por Autoanticorpos: Investigar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes por detecção de autoanticorpos específicos, como ANA e anti-CCP.
    51. Marcadores de Inflamação em Doenças Metabólicas: Explorar os marcadores de inflamação utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças metabólicas, como obesidade e síndrome metabólica.
    52. Análise de Biomarcadores em Doenças Oftalmológicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e tratamento de doenças oftalmológicas, como degeneração macular e glaucoma.
    53. Diagnóstico de Doenças Genéticas por Sequenciamento: Investigar métodos de diagnóstico de doenças genéticas por sequenciamento de nova geração (NGS) e suas aplicações clínicas.
    54. Marcadores de Lesão Renal em Doenças Sistêmicas: Explorar os marcadores de lesão renal utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças sistêmicas, como lúpus e esclerose sistêmica.
    55. Análise de Biomarcadores em Doenças Inflamatórias Intestinais: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn e colite ulcerativa.
    56. Diagnóstico de Doenças Hematológicas por Citometria de Fluxo: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hematológicas por citometria de fluxo e sua importância clínica.
    57. Marcadores de Resposta ao Tratamento em Câncer: Explorar os marcadores utilizados para prever a resposta ao tratamento em pacientes com câncer, incluindo marcadores genéticos e moleculares.
    58. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes Sistêmicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes sistêmicas, como lupus eritematoso sistêmico e esclerose múltipla.
    59. Diagnóstico de Doenças Hereditárias por Sequenciamento de Exoma: Investigar o uso do sequenciamento de exoma para diagnóstico de doenças hereditárias e sua aplicação clínica.
    60. Marcadores de Lesão Hepática em Hepatites Virais: Explorar os marcadores de lesão hepática utilizados no diagnóstico e monitoramento de hepatites virais, como ALT e AST.
    61. Análise de Biomarcadores em Doenças Cardiovasculares: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças cardiovasculares, como troponina e BNP.
    62. Diagnóstico de Doenças Neuromusculares por Eletromiografia: Investigar métodos de diagnóstico de doenças neuromusculares por eletromiografia e sua importância clínica.
    63. Marcadores de Lesão Muscular em Atletas de Resistência: Explorar os marcadores de lesão muscular utilizados na avaliação do dano muscular em atletas de resistência.
    64. Análise de Biomarcadores em Doenças Pulmonares: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças pulmonares, como D-dímero e surfactante.
    65. Diagnóstico de Doenças Hematológicas por Imunofenotipagem: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hematológicas por imunofenotipagem e sua aplicação clínica.
    66. Marcadores de Progressão de Doença em Esclerose Múltipla: Explorar os marcadores utilizados para prever a progressão da doença em pacientes com esclerose múltipla.
    67. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes da Tireoide: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes da tireoide, como TPO e Tg.
    68. Diagnóstico de Doenças Cardíacas Congênitas por Ecocardiografia: Investigar métodos de diagnóstico de doenças cardíacas congênitas por ecocardiografia fetal e sua importância clínica.
    69. Marcadores de Estresse Oxidativo em Doenças Neurodegenerativas: Explorar os marcadores de estresse oxidativo utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
    70. Análise de Biomarcadores em Doenças Renais Crônicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças renais crônicas, como creatinina e albumina.
    71. Diagnóstico de Doenças Neurometabólicas por Espectrometria de Massa: Investigar métodos de diagnóstico de doenças neurometabólicas por espectrometria de massa e sua aplicação clínica.
    72. Marcadores de Inflamação em Doenças Respiratórias Crônicas: Explorar os marcadores de inflamação utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC.
    73. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes do Sistema Nervoso: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes do sistema nervoso, como esclerose múltipla e miastenia gravis.
    74. Diagnóstico de Doenças Hemorrágicas por Coagulograma: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hemorrágicas por coagulograma e sua importância clínica.
    75. Marcadores de Progressão de Doença em Artrite Reumatoide: Explorar os marcadores utilizados para prever a progressão da doença em pacientes com artrite reumatoide.
    76. Análise de Biomarcadores em Distúrbios do Sono: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios do sono, como apneia obstrutiva do sono e insônia.
    77. Diagnóstico de Doenças Autoimunes Sistêmicas por Autoanticorpos: Investigar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes sistêmicas por detecção de autoanticorpos específicos, como ANA e anti-dsDNA.
    78. Marcadores de Lesão Cardíaca em Doença Renal Crônica: Explorar os marcadores de lesão cardíaca utilizados no diagnóstico e monitoramento de doença renal crônica.
    79. Análise de Biomarcadores em Distúrbios do Neurodesenvolvimento: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios do neurodesenvolvimento, como autismo e TDAH.
    80. Diagnóstico de Doenças Pulmonares por Espirometria: Investigar métodos de diagnóstico de doenças pulmonares por espirometria e sua importância clínica.
  • Espaçamento entre linhas ABNT: 1,25 | 1,5 | não erre mais

    Espaçamento entre linhas ABNT: 1,25 | 1,5 | não erre mais

    As Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) especificam todas as regras aplicadas ao conteúdo obrigatório e a formatação exigida para a apresentação de um trabalho acadêmico. Isso também incluir as regras sobre espaçamento entre linhas ao formatar os parágrafos do texto.

    Neste post, falaremos em detalhes o que é espaçamento entre linhas, para que serve, como ele é aplicado de acordo com as Normas ABNT e muito mais. Confira tudo isso a seguir!

    O que diz a ABNT sobre espaçamento entre linhas:

    • Abstract: 1,5 linhas
    • Elementos pré-textuais não obrigatórios: 1,5 linhas
    • Corpo de Texto: 1,5 linhas
    • Marcadores: 1,5 linhas
    • Referências Bibliográficas: espaçamento simples

    De acordo com a NBR 14724 de formatação, todo texto deve ser digitado ou datilografado com espaçamento de 1,5 entre as linhas, com exceção das citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e tabelas, bem como da seção de natureza do trabalho (incluindo tipo, objetivo, nome da instituição e área de concentração), que devem ser realizadas com um espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco.

    Ao longo do artigo vamos ensinar a criar esses espaçamentos utilizando o Word.

    O que é espaçamento entre linhas ABNT?

    É o tipo de formatação que especifica o espaço entre as linhas de um parágrafo. O espaçamento entre linhas pode ser aplicado em qualquer documento online considerando o padrão adotado por cada editor de texto.

    Os espaçamentos mais comuns são: simples, 1,25 cm, 1,5 e duplo. Além desses espaçamentos, é possível adicionar espaço antes ou depois de cada parágrafo. Essas formatações são tidas como padrões em muitos editores de texto, sendo alguns deles: Word, Documentos Google, Pages Apple, Libreoffice, entre outros.

    Quando o assunto é espaçamento entre linhas ABNT, estamos nos referindo ao espaçamento entre linhas exigido pelas Normas ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos.

    É importante que você saiba que dependendo do tipo de trabalho e das regras instituídas pela instituição de ensino, a formatação poderá variar um pouco. Porém, é importante que você saiba o básico dessas normas para formatar trabalhos acadêmicos corretamente.

    espaçamento entre linhas ABNT no word
    Veja como fazer espaçamento entre linhas no Word

    Para que serve o espaçamento entre linhas?

    Esse tipo de formatação tem como objetivo garantir que o texto fique facilmente legível. Sem espaçamento, os parágrafos se misturam e fica difícil compreender onde começa ou termina um parágrafo. Já os espaçamentos maiores também deixam a leitura mais complicada.

    Por isso existe a regra de espaçamento entre linhas para cada tipo de formatação do trabalho acadêmico. Afinal, é de extrema importância que a banca examinadora consiga ler facilmente o trabalho entregue pelo aluno. Sem contar que é importante que todos os trabalhos entregues sigam um padrão.

    Publicado por infonormas | por Jéssica Cavalcanti

    Como aplicar o espaçamento entre linhas?

    A forma como você irá formatar o espaçamento entre linhas no seu texto varia de acordo com o editor de texto utilizado. Mas no geral, você deverá selecionar o trecho do texto que pretende aplicar a formatação e clicar no botão “espaçamento entre linhas”. Feito isso, basta selecionar a opção de espaçamento desejada ou personalizar o espaçamento como quiser.

    Para formatação de trabalhos acadêmicos, é necessário seguir as recomendações dadas pelas Normas Técnicas ao aplicar o espaçamento entre linhas. Caso você queira aplicar o espaçamento em todo o conteúdo do trabalho, aperte CTRL + T e depois vá até o botão de “espaçamento entre linhas”, como mencionado anteriormente.

    local para definir espaçamento entre linhas no word
    Local para definir altura do parágrafo e espaço entre linhas no word
    Configurações de margens, parágrafos e espaços no word

    Espaçamento entre linhas ABNT

    De acordo com as Normas Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, há algumas exigências em relação ao espaçamento entre linhas para formatação de trabalhos acadêmicos. A formatação exigida segue as regras que apresentaremos a seguir:

    • Parágrafos: 1,5
    • Citação direta longa: simples
    • Referências: duplo

    Isso significa que você deve aplicar esses espaçamentos de acordo com cada elemento do texto. Para formatação do corpo do texto, que é a grande parte do seu trabalho, é preciso aplicar o espaçamento de 1,5. Não é necessário aplicar nenhum espaçamento extra antes ou depois dos parágrafos.

    Já no caso da citação direta longa, que é quando você menciona um trecho maior que 4 linhas idêntico à obra original, é fundamental aplicar espaçamento simples para identificar esse parágrafo ao longo do trabalho acadêmico.

    Por fim, o último elemento que exige um padrão específico de espaçamento é a página de referências bibliográficas. Nesta página, você deverá aplicar espaçamento duplo em todos os itens mencionados nas referências bibliográficas.

    Passo a passo para formatar um trabalho acadêmico

    A formatação do trabalho acadêmico é uma das etapas que mais exigem pesquisa e dedicação do estudante, já que as normas consistem em diversas regras específicas para a formatação. Para te ajudar nesta importante tarefa, criamos um passo a passo que você poderá usar até concluir a formatação do seu trabalho de acordo com a norma exigida.

    1. Conheça a norma

    Nem sempre a ABNT será exigida para a formatação do trabalho acadêmico. Há outras normas que também são comuns no Brasil, como a APA, Vancouver, entre outras. É importante que você saiba qual norma a sua instituição de ensino exige e aprenda detalhes sobre ela.

    Também é importante que você saiba que algumas instituições exigem ABNT, porém, especificam determinadas formatações para alguns trechos do trabalho, como o tipo de fonte, tamanho, entre outras formatações.

    2. Faça por etapas

    É comum que os estudantes deixem a formatação para o final do trabalho. Porém, se você está em um daqueles dias que não está conseguindo produzir algo interessante para o trabalho, vá para a formatação. Você não precisa concluir a formatação em um único dia, mas é importante que você já comece a elaborar a formatação do trabalho ao longo da criação do conteúdo.

    Páginas como sumário só devem ser formatadas ao término do trabalho. Mas a capa, contra capa, e até a formatação de alguns capítulos do trabalho acadêmico podem ser feitas conforme você vai elaborando o conteúdo. O mais importante é não deixar a formatação para a última hora, pois, assim você evita que algo fique fora dos padrões exigidos pela ABNT ou pela norma vigente.

    3. Use a tecnologia

    Tratando-se de editores de texto, há diversos programas e aplicações tecnológicas que auxiliam na formatação de todo tipo de conteúdo. Então, se você está com dúvidas em relação a formatação do seu trabalho ou mesmo deseja automatizar essa etapa, basta utilizar a tecnologia a seu favor.

    O Monografis é um exemplo de tecnologia que auxilia na edição de trabalhos acadêmicos. Além disso, editores de texto como o Word costumam ter ferramentas bem completas para a formatação de trabalhos acadêmicos. Basta conhecer um pouco o editor utilizado para elaborar o trabalho e colocar em prática todas as suas funcionalidades na edição do seu projeto acadêmico. E por fim, peça ajuda caso tenha dúvida em relação a formatação do seu trabalho. Tanto o seu professor orientador quanto pessoas que já escreveram um trabalho acadêmico poderão te ajudar com a formatação.

    Fontes consultadas:

    • NBR 6023/2018: Informação e documentação — Referências — Elaboração
    • NBR 6027/2012: Informação e documentação — Sumário — Apresentação
    • NBR 6028/2003: Informação e documentação – Resumo – Apresentação
    • NBR 10520/2002: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação
    • NBR 14724/2014: Informação e documentação -Trabalhos acadêmicos – Apresentação
  • Como fazer um pré-projeto para o meu mestrado?

    O pré-projeto para ingressar em um programa de mestrado é um passo crucial na jornada acadêmica de qualquer estudante. Essa etapa permite ao candidato demonstrar suas habilidades de pesquisa, capacidade de formular uma questão relevante e alinhar-se aos interesses do programa. Neste artigo, discutiremos passo a passo como elaborar um pré-projeto de mestrado de forma estruturada e eficiente.

    uma pessoa ao fundo desfocada e alguns livros sobre a mesa

    1. Você precisa escolher a temática e o problema a ser solucionado com a sua pesquisa

    Escolher uma temática específica é o primeiro passo para o desenvolvimento do seu pré-projeto de mestrado. Identifique uma área de interesse (maior afinidade) que se alinhe às suas habilidades e motivações acadêmicas. Em seguida, elabore uma problematização com clareza e objetiva, que ressalte a relevância do tema escolhido e os possíveis impactos da pesquisa.

    2. Fique atento ao que é pedido no seu edital ou pelo orientador

    O edital do programa de mestrado geralmente apresenta informações cruciais sobre os requisitos e etapas do pré-projeto. Certifique-se de seguir todas as orientações fornecidas, como o formato de entrega, prazos e elementos específicos exigidos pela instituição.

    Obs.: sempre esteja em contato com o seu orientador(a) para esclarecer suas dúvidas.

    3. Tenha em mente que o seu pré-projeto precisa estar de acordo com o seu programa de mestrado

    Demonstrar alinhamento entre o pré-projeto e o programa de mestrado é fundamental para mostrar seu interesse e adequação ao curso. Pesquise detalhadamente o programa e busque conectar seus objetivos acadêmicos com as linhas de pesquisa e professores da instituição.

    Fonte: Revista Científica Núcleo do Conhecimento

    4. Escolha fontes de pesquisas confiáveis e de alta relevância

    Realizar uma revisão bibliográfica sólida é essencial para embasar o pré-projeto de mestrado. Busque por fontes confiáveis, artigos científicos, livros e pesquisas acadêmicas que sejam relevantes para a temática proposta.

    5. Sempre questione o problema levantado

    Formular perguntas chave sobre o problema levantado auxilia no direcionamento da pesquisa. Questione as lacunas existentes no conhecimento atual e como sua pesquisa pode contribuir para o avanço do campo.

    6. Crie um cronograma e esteja sempre atento(a) aos prazos estabelecidos

    Elaborar um cronograma é crucial para planejar e organizar as etapas da pesquisa. Divida o projeto em fases, estabelecendo prazos realistas para a conclusão de cada etapa. Isso demonstrará seu comprometimento e capacidade de gerenciar o tempo de forma eficiente.

    7. Levantar hipóteses e identificar lacunas no projeto é fundamental

    Formular hipóteses é uma maneira de propor soluções para as questões levantadas. Além disso, identifique possíveis lacunas no pré-projeto e como pretende abordá-las durante a pesquisa.

    8. Seja sempre original, claro e evite plágios e cópias no seu trabalho

    A clareza na escrita é fundamental para transmitir suas ideias de forma efetiva. Além disso, busque ser original e apresentar uma abordagem inovadora em relação ao tema escolhido.

    9. Se atente para a documentação exigida no seu edital

    Certifique-se de reunir toda a documentação necessária para a candidatura, como currículo, histórico acadêmico, carta de intenções, entre outros. O pré-projeto de mestrado deve estar em conformidade com as orientações do edital e ser entregue dentro do prazo estabelecido.

    10. Escolha os seus objetivos gerais e específicos

    Os objetivos gerais representam o propósito da pesquisa, enquanto os objetivos específicos delimitam as metas a serem alcançadas. Definir claramente esses objetivos é essencial para demonstrar a relevância e o foco da pesquisa.

    11. Mantenha o seu pré-projeto sempre dentro das normas da ABNT (ou a exigida no edital)

    Garantir a aplicação correta das normas da ABNT é importante para a apresentação formal do pré-projeto. Isso inclui a formatação do texto, citações, referências e elementos textuais.

    12. Fique atento aos elementos obrigatórios de um pré-projeto de mestrado (leia no seu edital)

    Os elementos pré-textuais incluem a capa, folha de rosto, resumo, sumário e lista de ilustrações (se houver). Os elementos pós-textuais compreendem as referências bibliográficas, anexos e apêndices.

    Abaixo estão listados os elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais obrigatórios em um pré-projeto de mestrado, com as respectivas normas da ABNT:

    Elementos Pré-Textuais:

    1. Capa: Não possui numeração. Deve conter o nome da instituição, título do pré-projeto, nome do autor, local e ano de apresentação.
    2. Folha de Rosto: Não possui numeração. Contém os mesmos elementos da capa, acrescido do nome do orientador e a natureza do trabalho (Pré-projeto de Mestrado).
    3. Resumo: Deve apresentar um resumo conciso do pré-projeto, com no máximo 500 palavras. Deve incluir objetivo, metodologia e principais resultados esperados.
    4. Sumário: Lista os títulos e subtítulos das seções do pré-projeto, com indicação das páginas correspondentes.

    Elementos Textuais:

    1. Introdução: Apresenta o tema, a problematização, os objetivos e a justificativa do pré-projeto.
    2. Revisão Bibliográfica: Apresenta a fundamentação teórica e revisão de estudos relevantes sobre o tema.
    3. Metodologia: Descreve a abordagem de pesquisa, procedimentos, instrumentos e análise de dados.
    4. Cronograma: Detalha o plano de atividades e a distribuição do tempo para a execução do pré-projeto.
    5. Referências: Lista as fontes consultadas durante a elaboração do pré-projeto, seguindo as normas da ABNT (NBR 6023).

    Elementos Pós-Textuais:

    1. Anexos: Documentos adicionais que complementam o pré-projeto, como questionários, tabelas, gráficos, entre outros.
    2. Apêndices: Informações complementares que enriquecem o pré-projeto, mas não são essenciais para sua compreensão.

    Lembrando que as normas da ABNT podem variar ao longo do tempo, é importante sempre verificar a versão mais atualizada das normas para garantir a formatação correta dos elementos do pré-projeto de mestrado. Além disso, algumas instituições podem ter requisitos específicos, por isso, é sempre recomendável consultar as diretrizes da instituição onde o pré-projeto será apresentado.

    Exemplos e modelos de pré-projeto de mestrado

    Fontes de pesquisa:

  • NBR 6023 da ABNT, formatação de referências bibliográficas

    NBR 6023 da ABNT, formatação de referências bibliográficas

    Você sabia que as regras e normas da ABNT estão sempre em mudança? Entenda o que mudou com a NBR 6023.

    É comum que, ao entrar no universo acadêmico, os novos universitários tenham dificuldades com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) em seus trabalhos, além de outros termos como a NBR. Nesse artigo você entenderá todos esses termos e como aplicá-los em seus trabalhos acadêmicos com eficácia.

    Entendendo o que é a ABNT

    A maioria dos estudantes universitários já a conhecem. A Associação Brasileira de Normas técnicas, ABNT, é uma instituição encarregada de normatizar os modelos de trabalhos escolares, desde os níveis mais básicos até os acadêmicos e científicos. NBR 6023 completa em PDF

    A normatização não é para atrapalhar os estudos ou o processo de produção intelectual, mas sim para gerar uma estrutura base com itens que, no fim das contas, são essenciais. Elas, de forma alguma, atrapalham o processo de pesquisa ou metodologia de um trabalho, muito pelo contrário, permitem uma maneira mais objetiva para que os pontos de vistas sejam expostos.

    Até mesmo entre as normas da ABNT existem variações e possibilidades de pequenas alterações. Nada que comprometa a estrutura e a base do trabalho e o torne muito diferente dos outros.

    Em suma, o conjunto de regras e normas da ABNT servem para estabelecer um padrão de qualidade, principalmente dos trabalhos acadêmicos, com o intuito de manter o conteúdo sempre atualizado e o melhor possível.

    E o que é a NBR?

    Outro termo muito relacionado à Associação Brasileira de Normas Técnicas, mas que é muito menos conhecido, é a NBR que é a sigla para Norma Brasileira Aprovada. As NBR’s são as normas técnicas que foram aprovadas e são colocadas em vigor pela ABNT. Para entender melhor, a ABNT é o órgão que aprova, ou não, as normas. As NBR são as normas aprovadas.

    As NBR’s possuem números que definem e caracterizam. Por exemplo, as normas para a introdução de imagens no trabalho acadêmico são definidas como NBR 14724:2011. O primeiro número é fixo, 14724. O segundo número se trata do ano de atualização da norma, no caso 2011. Se houvesse uma nova atualização esse ano, ficaria NBR 14724:2019 e assim por diante.

    E o que significa a NBR 6023

    A NBR 6023:2018 se trata da norma técnica para a referenciação de qualquer tipo de conteúdo que possua algum autor, ou seja, de alguma maneira privado, como obras de artes, fotografias, citações, trechos de textos, ilustrações. Isso incluiria imagens de descobertas históricas e arqueológicas, por exemplo.

    O último ano de atualização da NBR 6023 foi 2002 e no dia 14 de novembro. Você conferirá, abaixo, como inserir qualquer referenciação de acordo com as normas.

    Referências segundo o conjunto de regras e normas da ABNT

    As referências são obrigatórias em qualquer trabalho acadêmico, por razões éticas. Ao introduzir um conteúdo intelectual e artístico de outra pessoa, você tem a responsabilidade de deixar explícito quem é o autor. Dependendo da ocasião, você pode até mesmo ter problemas judiciais.

    Outro fator interessante é que, mesmo que o conteúdo seja seu, como uma fotografia ou ilustração que você mesmo tenha feito, ainda assim deve ser devidamente referenciado.

    A estruturação continua a mesma do modelo de 2011. Com os seguintes pontos:

    • No caso de referências no desenvolvimento, usar fonte tamanho 10 para as fontes, mas os títulos e legendas são com a fonte padrão (12)
    • Imagens precisam ser referenciadas no desenvolvimento e na bibliografia
    • Você inserirá o título, a legenda e a numeração acima da imagem
    • Você deve referenciar os autores logo abaixo da imagem
    • No caso de citações, trechos e conteúdos de ordem textual, a referência pode ser no próprio texto. Basta que você escreva o texto em questão entre aspas e logo em seguida explique do que se trata. Tudo com a fonte em tamanho padrão do trabalho (no caso é 12)
    • As referências na bibliografia devem ser feitas de maneira mais bem elaborada em todos os casos, incluindo imagens e conteúdos de ordem textual

    Na bibliografia, você deve escrever, no formato padrão, o título dos itens (sejam imagens, trechos, citações, etc). Junto à numeração. O título também deve ter informações pertinentes, se por exemplo, a data de quando você recolheu o item é relevante para o seu trabalho, insira na bibliografia, caso contrário, não perca tempo com isso.

    Fonte: CEFET-MG

    E o que mudou com a nova atualização da NBR 6023 de 2018?

    Você já sabe qual é o padrão da NBR 6023, mas e o que mudou com a nova atualização de 2018? Confira abaixo pra não ficar mais com dúvidas:

    • Agora é obrigatório referenciar correspondências (como cartas, e-mails, etc)
    • Qualquer tipo de evento ou parte de eventos também deve ser referenciado na bibliografia
    • Qualquer tipo de documento deve ser referenciado
    • Qualquer tipo de edital, jornal ou projetos jornalístico também deve ser referenciado
    • Houve uma atualização nos meios digitais, como redes sociais, blogs, etc. Agora são obrigatórios, incluindo perfis, fotos e outros de páginas
    • Uma atualização para obras psicografadas e conteúdos de ordem espiritual. Agora devem ser referenciados com o humano que psicografou e o nome da entidade em questão. Independentemente da crença de quem está fazendo o trabalho
    • Ao referenciar pessoas jurídicas, deve inserir o órgão da qual estão associadas
    • No caso de referências no desenvolvimento, você pode abreviar e suprimir palavras, desde que não afete a compreensão e especifique na bibliografia
    • Trabalhos que possuam quatro ou mais autores, permitem que você indique apenas um e utilize a expressão “et al
    • Ao tratar de calendários de outras culturas, como o judaico, bahá’í, indiano, etc. Deve-se fazer uma relação com o calendário gregoriano, indicando a mesma data em ambos
    • Para estados e cidades com mesmo nome (SP e São Paulo ou RJ e Rio de Janeiro) ou empresas e pessoas jurídicas de mesmo nome (caso a empresa tenha o mesmo nome de seu fundador), deve-se usar a abreviatura ou sigla no estado e no nome da empresa e o nome completo do fundador e da cidade
    *Vídeo de Ivan Guedes

    Não fique com dúvidas sobre as normas da ABNT

    Você já conferiu a base da NBR 6023 e as principais mudanças do modelo em 2018. Não fique por fora de nenhuma outra regra da ABNT. Se estiver com qualquer dúvida, acesse outros dos nossos conteúdos nesse site e confira todas as dicas que precisa para produzir bons trabalhos na universidade, além de conferir ideias dos melhores temas para o TCC e muito mais conteúdo.

  • Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Aprender como colocar anexos no TCC é uma tarefa bem simples, mas que requer cautela e atenção.

    Se tem uma dúvida bastante frequente entre os estudantes, ela é sobre como colocar anexos no TCC. Pode parecer bobagem, mas é um detalhe que deixa muita gente insegura.

    Um TCC é dotado de diferentes estruturas, sendo algumas obrigatórias e outras opcionais. O anexo se encaixa nessa categoria de opcionais. Entretanto, a partir do momento em que se utiliza essa ferramenta é preciso seguir uma forma padrão, pensando nisso, separamos todas as informações passadas na ABNT NBR 14724:2011.

    Ao longo desse artigo iremos explicar não somente como colocar anexos no TCC, mas no que consiste esse elemento, quando usá-lo e exemplos de anexo. Tudo isso com o objetivo de te explicar detalhadamente como usar esse instrumento em seu TCC.

    O que é um anexo?

    De forma genérica podemos definir o que é um anexo como sendo um elemento constituído de textos e/ou então documentos que foram usados durante o processo pesquisa. Entretanto, eles não foram elaborados pelo pesquisador, ou seja, ele não é o autor de tais materiais.

    Esse material deve obrigatoriamente estar formatado de acordo com as temidas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

    Em outras palavras, há um conjunto de regras específicas que precisam ser cumpridas para a elaboração de trabalhos acadêmicos, como o TCC, por exemplo, e obviamente isso inclui os elementos do mesmo.

    Existem inúmeras situações capazes de levar um aluno a precisar saber o que é um anexo no seu trabalho acadêmico. Essa porção da pesquisa, mesmo não sendo obrigatória, poderá ser devidamente analisada pela banca para atestar a autenticidade das informações fornecidas.

    Determinados documentos coletados durante o processo de pesquisa do trabalho são essenciais para a compreensão de certos conteúdos.

    Independente de serem imagens, outras pesquisas, tabelas, enfim, qualquer outra modalidade de documento que por alguma razão não foi posta no corpo do texto, necessita então ser adicionada em um espaço para poder ser consultada no próprio trabalho.

    Apesar dos anexos não serem obrigatórios, eles são a solução perfeita para quando o trabalho contém diversos documentos extras, dados que não são legais acrescentá-los no corpo do texto, pois isso prejudicaria muito a leitura.

    Outra coisa que serve para esclarecer o que é um anexo é que ele é uma parte dos elementos pós-textuais na qual você anexa ao TCC alguma coisa.

    É indicado que se anexem todos os documentos que foram utilizados no trabalho ou ao menos os mais relevantes. Possuindo essa documentação disponível, é bastante provável que ela seja consultada pelos eventuais leitores.

    Os anexos facilitam imensamente o entendimento do trabalho, fazendo toda a diferença. Ele é útil como uma forma de comprovar, fundamentar e ilustrar algo.

    Os anexos podem ser identificados por meio de letras maiúsculas consecutivas, travessão e também pelos seus títulos.

    Quando usar anexo?

    Outra coisa essencial é saber quando usar anexo no seu trabalho. Nem sempre ele é assim tão necessário, o que justifica o fato dele ser classificado como uma estrutura opcional.

    Caso ele seja colocado sem a devida necessidade, isso pode tornar a leitura muito maçante, além de aumentar desnecessariamente o volume do seu TCC (o que eleva os custos na revisão e na impressão do trabalho).

    Preparamos uma pequena lista para você saber quando usar anexo:

    • Quando ele for crucial para a compreensão do trabalho;
    • Complementar determinadas informações difundidas;
    • Listagem de termos pertinentes a um assunto específico dentro da pesquisa;
    • Comprovação de certos aspectos que envolvem a pesquisa.

    Como colocar anexos no TCC?

    Uma das coisas mais importantes no processo de descobrir como colocar anexos no TCC é saber que a ABNT não impõem nenhuma regra muito rígida para a formatação dessa estrutura.

    Na realidade, as instruções são bem tranquilas e você tem uma ampla liberdade para organizar esse material da forma como julgar melhor.

    Os anexos podem ser acrescentados logo depois da página onde constam as referências bibliográficas. É fundamental também apontar essa porção do trabalho usando um título em caixa alta e em negrito.

    A numeração dos anexos é outra coisa imprescindível. Isso ajuda na identificação e localização de cada documento citado e usado ao longo da pesquisa.

    A sequência é formada por letras. Por exemplo:

    • ANEXO A: epigrama I de Marcial;
    • ANEXO B: poema III de Catulo;
    • ANEXO C: Carta VI de Plínio, o Jovem.
    exemplo de sumário de anexos TCC

    Recorde-se sempre de informar qual a fonte de cada um dos documentos anexados ao TCC. Isso fornecerá uma credibilidade muito maior para a pesquisa científica que foi realizada.

    Outra questão importante é que os títulos dos anexos precisam, obrigatoriamente, estar presentes no sumário do TCC, com o intuito de auxiliar na localização de todos os itens.

    Caso seu TCC demande muitos anexos e acabarem as letras do alfabeto para efetuar a classificação, recomenda-se utilizar a letra dobrada. Por exemplo: ANEXO BA, ANEXO BB, ANEXO BC, etc.

    Aconselhamos não exagerar na quantia de anexos no TCC. Aqueles documentos que possam ser facilmente acessados através da internet não necessitam estar presentes nessa estrutura. Ao elaborar o texto do trabalho de conclusão de curso, basta apenas citar os links nas notas de rodapé.

    É super indicado permanecer com uma certa uniformidade. Caso você tenha usado a fonte Arial para confeccionar sua monografia, continue usando esse tipo de letra para as legendas e para os títulos dos referidos anexos. As margens também devem ser iguais ao do resto do texto.

    Diferença entre anexo e apêndice

    Muita gente confunde os anexos com o apêndice. Mas na realidade existem muitas diferenças entre anexo e apêndice.

    Explicaremos abaixo quais são elas:

    Anexos

    Eles nada mais são do que documentos consultados para efetuar a pesquisa, porém, que não foram elaborados por você.

    O intuito desse elemento é servir de comprovação ou fundamentação para a pesquisa acadêmica.

    Normalmente estão relacionados ao material de base do trabalho, sendo destacados do corpo do texto para impedir a interrupção da linha de raciocínio do trabalho.

    Apêndices

    Uma das mais marcantes diferenças entre anexo e apêndice é que este último é um documento confeccionado pela pessoa responsável pelo trabalho, no caso você.

    Os apêndices servem para complementar e elucidar a sua argumentação. Ele não atrapalha, em absolutamente nada, o todo do trabalho e por esse motivo é considerado como opcional.

    Exemplo de anexo

    Há uma variedade imensa de tipos e modalidades de anexo. Tudo depende da sua pesquisa e da argumentação que será utilizada.

    Podemos citar, como exemplo de anexo, a transcrição de entrevistas. Você pode estar elaborando um trabalho sobre história oral e memória de sobreviventes do cangaço brasileiro. Nesse caso, provavelmente você terá que fazer entrevistas. A transcrição delas deve constar no trabalho.

    Imagine agora que o tema do seu trabalho é o preconceito e a opressão gordofóbica por empresas que produzem e comercializam roupas. Você entrou em contato com uma companhia para informar os problemas com as roupas confeccionadas por eles. O e-mail deles, contendo a resposta, é um exemplo de anexo.

    Outro exemplo de anexo é uma propaganda da época da ditadura militar no Brasil, com o intuito de mostrar o discurso manipulador da opinião pública na época.

    exemplo de anexo tcc

    Aprendendo como colocar anexos no TCC

    Ao longo deste artigo você aprendeu o que é um anexo, quando usar um anexo e como esse elemento pode ser adicionado ao seu TCC. Ele é opcional, mas a partir do momento em que você decide usá-lo, é necessário saber como acrescentá-lo e ordená-lo.

    O anexo pode não ser obrigatório, mas existem partes do TCC que são. Para aprender melhor como elaborar essas partes, leia os outros artigos desse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra diversas informações úteis para escrever um TCC impecável!

  • Revisão Narrativa de Literatura: um guia completo e detalhado

    Revisão Narrativa de Literatura: um guia completo e detalhado

    Você conhece os tipos de revisão de literatura de um projeto acadêmico? Saiba tudo sobre a revisão narrativa e a ABNT.

    Se você está com dificuldades para fazer a sua monografia não se desespere, iremos apresentar nesse artigo tudo sobre a revisão de estudos de forma narrativa para o TCC. Assim você estará salvo e irá apresentar um trabalho de qualidade para conseguir a sua aprovação!

    Neste artigo você verá:

    • Os tipos de revisão de literatura;
    • Revisão narrativa e a ABNT;
    • O que é revisão narrativa e como fazer.
    imagem de uma pessoa escrevendo em uma folha

    Problemas comuns

    Você já imaginou após escrever o seu TCC passar por problemas graves como:

    • Não compreender o que escreveu
    • Não conseguir montar uma estratégia de apresentação
    • Ter construído um TCC sem coesão
    • As fontes não condizem com o que você escreveu
    • Os métodos que você utilizou não se encaixam com o tipo de resumo que escolheu

    Essas são algumas frustrações que você pode encontrar ao tentar escrever uma revisão no estilo integrativo ou sistemático. Porém a revisão de TCC na forma narrativa pode ser a melhor opção para você, veremos o porquê a seguir!

    Os tipos de revisão de literatura

    A diferença entre as revisões integrativa, sistemática e narrativa.

    O grande terror do graduando sempre foi e será o momento do TCC. Mesmo que ele aborde um assunto que agradável, a ideia de que alguém precisa avaliá-lo e dizer se realmente está bom assusta qualquer acadêmico.

    E a tensão já inicia desde o início da produção do TCC. Logo a revisão de tese no TCC é uma das escolhas primordiais para que se possa obter sucesso no dia da apresentação, conseguindo obter a nota necessária para aprovação.

    Mas então você se pergunta, o que é revisão de literatura?

    Nada mais é que a sua pesquisa em diversas fontes para poder montar o seu trabalho em formato de revisão literária, seja um fundamento teórico, uma dissertação ou uma tese.

    E você pode escolher três maneiras de fazer essa revisão, veja a seguir.

    As três revisões de um TCC

    As diferenças entre os resumos de forma integrativa, sistemática e narrativa ficam na forma de abordar o assunto.

    1. Revisão integrativa

    A integrativa é uma amostragem da teoria unida da prática, ou seja, uma síntese de diversos assuntos que estão ligados por contexto, mais a opinião e a vivência prática dos profissionais relacionados a esses assuntos determinados.

    2. Revisão sistemática

    Já a revisão sistemática é focada em responder um questionamento específico científico, ele engloba diversos artigos em busca de responder essa pergunta. É considerada uma pesquisa quantitativa.

    As ideias sobre o tema escolhido são sistematizadas em alguns questionamentos como por exemplo, o que é? O que será? As novidades que existem no mundo sobre o tema? E o que se espera sobre ele?

    3. Revisão Narrativa

    A revisão narrativa é a forma mais simples de expor uma ideia e por isso ela é ideal para descomplicar o seu TCC.

    Por isso, a salvação para aqueles que desejem fazer um TCC organizado é realizando a revisão da monografia de forma narrativa.

    Ela é a forma mais fácil de você produzir seu TCC, pois a pesquisa é feita em poucas fontes, são realizados resumos sobre cada artigo a ser utilizado na pesquisa.

    Além disso não há critérios ou métodos específicos para a produção, o texto da monografia é quase que uma opinião de quem a escreve, ela é uma pesquisa qualitativa. Possui pouca rigidez por praticamente seguir apenas as normas da ABNT.

    Como fazer a revisão narrativa

    Para fazer uma revisão narrativa, primeiramente você precisará ter um tema bem delimitado. É importante entender que este tipo de produção não se aplica a pesquisa de campo, portanto é elaborado a partir de pesquisa e leitura.

    Etapas para fazer uma revisão narrativa

    1. Defina o objetivo: Determine o objetivo da revisão narrativa, como fornecer uma visão geral do estado atual da literatura em um determinado campo ou identificar lacunas no conhecimento.
    2. Seleção de fontes: Realize uma busca abrangente na literatura para identificar estudos relevantes. Inclua artigos científicos, revisões sistemáticas, livros e outras fontes confiáveis.
    3. Seleção dos estudos: Avalie os estudos encontrados e selecione aqueles que são mais relevantes para o objetivo da revisão. Considere a qualidade metodológica, a relevância dos resultados e a representatividade da amostra.
    4. Organização dos estudos: Agrupe os estudos selecionados com base em temas, tópicos ou tendências emergentes. Isso ajudará a criar uma estrutura clara para a revisão.
    5. Análise crítica: Analise e interprete os resultados dos estudos incluídos. Identifique semelhanças, diferenças e lacunas na literatura. Faça anotações e resumos dos principais achados de cada estudo.
    6. Estruturação do texto: Organize sua revisão de forma lógica, incluindo uma introdução clara, descrição dos métodos utilizados, apresentação dos resultados dos estudos e uma conclusão que sintetize as principais descobertas.
    7. Escreva de forma clara e concisa: Use uma linguagem objetiva e evite jargões excessivos. Certifique-se de que o texto flua bem e seja compreensível para os leitores.
    8. Revisão e edição: Revise cuidadosamente seu trabalho em busca de erros gramaticais, coesão textual e consistência na formatação. Peça a opinião de colegas ou orientadores para obter feedback e melhorar a qualidade do texto.
    9. Referências bibliográficas: Inclua uma lista completa de todas as fontes citadas no texto, seguindo as diretrizes de estilo de referência adequadas, como a ABNT.
    10. Atualização constante: Lembre-se de que a literatura científica está em constante evolução. Mantenha-se atualizado com os novos estudos publicados e considere atualizar sua revisão periodicamente para refletir os avanços mais recentes na área.
    Fonte: Camila Mendes

    Como utilizar a revisão narrativa?

    A revisão narrativa principalmente para a fundamentação teórica de projetos acadêmicos dos gêneros científicos, tais como artigos, dissertações, teses e TCC.

    Simples, não é? Agora você aprenderá a fazer essa revisão com base nas normas da ABNT.

    Revisão narrativa e as normas da ABNT

    Mas o que é mesmo ABNT?

    A ABNT (associação brasileira de normas técnicas) é a responsável por padronizar documentos e processos. É extremamente conhecida por regulamentar a elaboração de projetos acadêmicos.

    Por isso, para produzir a sua revisão narrativa, mesmo que ela seja mais leve e com menos rigidez nas exigências, é essencial seguir as normas da ABNT.

    Por que fazer uma revisão narrativa no TCC

    Um TCC é muito importante na vida de um acadêmico pois a aprovação para formação depende dele. Além disso, uma produção acadêmica faz parte do currículo de qualquer profissional podendo render trabalhos profissionais no futuro.

    Logo a dedicação a esse trabalho pode render bons frutos, basta você fazer boas pesquisas de apoio para produzir o seu material.

    Ganhe tempo sem perder a qualidade

    A escolha por fazer uma revisão narrativa agiliza o processo de elaboração do TCC, além de garantir bons e válidos fundamentos para os elementos textuais do TCC.

    É claro que as revisões sistemáticas e integrativas são importantes, principalmente quando existe a finalidade de publicação em revista científica, por exemplo.

    Mas se você deseja um tipo de revisão consistente e de elaboração menos complexa, certamente a sua escolha será a revisão narrativa.

    Gostou deste artigo? Saiba mais sobre TCC acessando o site Projeto Acadêmico.

  • Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Um bom tema pode atrair mais leitores para o seu projeto acadêmico, você sabia?

    Você sente dificuldades em expressar suas ideias e quando consegue se sente incapaz de conferir um tema? Está preocupado em escrever um TCC, mas não sabe por onde começar? Quer entender como delimitar o tema? Acredite que você não é o único que se sente assim.

    A criação de conteúdo já se tornou um grande desafio nesse momento online em que vivemos. Parece que tudo que pensamos já existe ou não está da forma correta.  Mas não se preocupe, veja aqui as melhores dicas para que você consiga delimitar um tema para seu conteúdo.

    O que é Delimitação de Tema?

    A delimitação de tema é um processo fundamental na elaboração de um trabalho acadêmico, como um TCC. Consiste em estabelecer os limites e a área de abrangência do assunto a ser estudado, com o objetivo de direcionar e focar a pesquisa de forma mais precisa.

    A delimitação define o escopo do trabalho, determinando o que será incluído e o que será excluído da análise. Isso permite ao pesquisador evitar generalizações e aprofundar-se em aspectos específicos do tema, tornando a pesquisa mais objetiva e viável.

    A delimitação de tema também ajuda a evitar que o trabalho se torne muito amplo ou superficial, garantindo que o pesquisador possa explorar detalhadamente a questão em estudo e contribuir de forma mais significativa para o conhecimento científico da área.

    Escolha um assunto que você tenha mais afinidade

    Primeiramente, é imprescindível para que sua pesquisa tenha sucesso a escolha de um assunto que você já conheça e goste. Pois durante a execução grande parte do seu tempo será dedicado a estudos sobre esse tema.

    Na hora de delimitar o tema lembre-se que ele será seu melhor amigo por um longo tempo e que sua carreira estará sendo enriquecida graças a esse período.

    Entenda o conceito de delimitação do tema no seu TCC

    Para você conseguir delimitar um tema é primeiramente necessário colocar limites ao que será abordado em seu trabalho para que assim o tema siga esse acompanhamento.

    Escolher o assunto, como será abordado em que período aquele estudo está relacionado são questões que são levadas em conta na hora de delimitar o seu tema.

    organograma delimitação do tema

    Estabelecendo critérios para a delimitação do tema

    Temporal

    Um critério importante a ser considerado é o temporal, ou seja, o período em que está situado o objeto do seu estudo. Você poderá se situar no presente ou no passado dependendo de sua pesquisa.

    Tomaremos por exemplo a saúde da mulher. Você poderá coletar dados de prontuários de mulheres que fizeram seus exames preventivos num período de cinco ou dez anos atrás. Ou fazer uma coleta de dados atuais. A escolha dependerá do objetivo de seu trabalho.

    Espacial

    Outro critério importante é o critério espacial (GIL, 2004, p. 162), limitar a sua pesquisa a um local onde o seu objeto de estudo está inserido é necessário assim para você delimitar o seu tema de maneira mais fácil.

    Tomaremos o exemplo anterior, após escolher o período de sua pesquisa você poderá limitar a uma região, cidade ou estado em que irá avaliar os prontuários de exames preventivos das mulheres daquele espaço geográfico.

    Com isso você poderá delimitar seu tema em poucos minutos pois terá um parâmetro de referência bastante específico. Se seu projeto é um TCC relacionado é sobre a hipótese de aumento de algumas doenças que afetam a saúde do sistema reprodutor feminino você com certeza irá delimitar o tema do TCC rapidamente.


    Caso não saiba elaborar uma hipótese, esse conteúdo poderá ajuda-lo: https://projetoacademico.com.br/hipotese-tcc/.


    Tenha uma bibliografia de qualidade no seu projeto acadêmico

    Você pode estar ainda se perguntando: Como escolher um tema fácil para o meu TCC? A facilidade de escolha acontece também, baseado na sua bibliografia de referência.

    Há muitas linhas de pesquisas que descendem de outras. Nunca cometa plágio, pois é crime! Mas busque pesquisas que já tiveram alguns resultados e use-as como base para escolher seu tema de TCC.

    Procure algo relevante

    Quando estudamos algo que realmente gostamos, nossa mente tem a tendência de ir mais além e querer ultrapassar o limite inovador.

    Claro que inovar é algo positivo, mas é sempre importante pesquisar temas sobre algo relevante sobre a linha de estudos que você se interesse, ou que seja relevante para a sua área de atuação profissional.

    Se você deseja realizar uma pesquisa sobre a saúde dos idosos, por exemplo, pode pesquisar referências de temas que abordem o Alzheimer, tumores recorrentes em idosos, porcentagens de idosos internados em uma região, etc. A partir desses estudos criar um tema para sua pesquisa será muito mais fácil.

    Veja alguns exemplos práticos de delimitação de tema

    “A influência da tecnologia na aprendizagem de matemática entre estudantes do ensino fundamental”: Neste caso, o tema foi delimitado para focar especificamente na influência da tecnologia (por exemplo, uso de aplicativos, jogos digitais) na aprendizagem de matemática, limitando-se aos estudantes do ensino fundamental.

    “Impacto das mídias sociais no comportamento de compra dos consumidores jovens”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar o impacto das mídias sociais (como Facebook, Instagram) especificamente no comportamento de compra dos consumidores jovens, concentrando-se em um grupo demográfico específico.

    “Análise das políticas públicas de combate à desigualdade de gênero no mercado de trabalho no Brasil”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para analisar as políticas públicas voltadas para a redução da desigualdade de gênero no mercado de trabalho, com foco exclusivo no contexto brasileiro.

    “A eficácia da terapia cognitivo-comportamental no tratamento da ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar especificamente a eficácia da terapia cognitivo-comportamental como abordagem de tratamento para a ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada.

    “Avaliação da viabilidade econômica da produção de energia solar em pequenas propriedades rurais na região X”: Neste caso, o tema foi delimitado para avaliar a viabilidade econômica da produção de energia solar especificamente em pequenas propriedades rurais, concentrando-se em uma região geográfica específica (Região X).

    “Análise da relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente em empresas do setor hoteleiro”: Aqui, o tema foi delimitado para analisar a relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente, mas com foco exclusivo em empresas do setor hoteleiro.

    “O impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para investigar especificamente o impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral, concentrando-se em um aspecto específico da terapia.

    “A percepção dos pacientes sobre a qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública”: Aqui, o tema foi delimitado para explorar a percepção dos pacientes especificamente em relação à qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública, focando nas opiniões e experiências dos pacientes.

    “O papel da inteligência artificial na automação de processos industriais na indústria automotiva”: Neste caso, o tema foi delimitado para examinar o papel específico da inteligência artificial na automação de processos industriais, mas limitado ao setor da indústria automotiva.

    Para finalizar: veja 10 dicas para fazer a delimitação do tema no seu TCC

    1. Escolha um tema de interesse: Opte por um tema que desperte sua curiosidade e interesse pessoal, pois você passará um tempo significativo pesquisando e escrevendo sobre ele.
    2. Faça uma revisão bibliográfica inicial: Pesquise sobre o assunto escolhido para compreender seu contexto, a existência de estudos prévios e identificar lacunas ou questões em aberto.
    3. Seja específico: Evite temas muito amplos e genéricos. Procure delimitar seu tema para torná-lo mais claro e focado, facilitando a abordagem e a pesquisa.
    4. Defina os objetivos do estudo: Estabeleça claramente o que você pretende alcançar com o seu trabalho. Isso ajudará a delimitar o escopo do seu TCC.
    5. Considere a viabilidade: Avalie a disponibilidade de recursos, tempo e acesso às fontes de informação necessárias para o desenvolvimento do seu tema.
    6. Converse com seu orientador: Busque a orientação do seu professor orientador. Ele poderá fornecer insights valiosos e ajudar a refinar seu tema.
    7. Considere a relevância e atualidade: Escolha um tema que seja relevante e atual dentro da sua área de estudo, garantindo que ele contribua para o conhecimento científico existente.
    8. Estabeleça uma pergunta de pesquisa: Formule uma pergunta clara e objetiva que guiará sua investigação e análise.
    9. Limite o escopo geograficamente: Caso seu tema permita, limite a abordagem geográfica para um local específico, facilitando o enfoque e análise dos resultados.
    10. Reflita sobre sua futura carreira: Considere como o tema escolhido pode contribuir para sua formação acadêmica e profissional, levando em conta seus interesses e objetivos futuros.
  • Citação Indireta: guia completo, normas ABNT e exemplos práticos

    Citação Indireta: guia completo, normas ABNT e exemplos práticos

    Para que o TCC tenha um embasamento científico, a utilização de obras referentes ao tema do trabalho é fundamental. As citações indiretas são eficazes neste caso e ainda agradam os avaliadores, pois mostra que o autor do TCC é conhecedor, de fato, do tema.

    Qual é o alicerce de um trabalho de conclusão de curso ― TCC? O tema? A pesquisa? O referencial teórico? Bem, cada um pode ter seu ponto de vista, mas se você visualizar o TCC como um todo, o que o sustenta são as citações dos autores. Tanto diretas, como indiretas. É a matéria-prima do trabalho.

    Neste artigo vamos falar especificamente da citação indireta. Revelar o porquê ela é mais valorizada pelos examinadores. Mostrar os modelos de citação indireta e como fazê-los.

    O que é citação indireta?

    Citação indireta é aquela em que você constrói com as suas palavras. Ou seja, você lê a parte que lhe interessou de determinada obra e explica do seu jeito o que aquele trecho do texto significa.

    Vamos exemplificar, sem antes informar que existem mais dois tipos de citação: além da indireta, tem a direta e a citação da citação.

    A citação direta é quando você coloca algum trecho de uma obra em seu TCC, de forma literal e sem alterar nada.

    Já a citação da citação é quando uma citação já feita em outra obra lhe chamou a atenção, mas você não consegue achar o original dela. A solução é citar a citação, informando, claro, os dados autorais da obra que a citou primeiro. Ela é chamada de citação de APUD.

    Mas, voltemos ao assunto principal do artigo que é citação indireta. Fichamento de Citação TCC (ABNT): como fazer, exemplo, modelo e sugestões

    Tipos de citação indireta

    Como já mencionado, a citação indireta caracteriza-se pela interpretação do estudante de um trecho de uma obra da qual ele leu e  explicitará com suas palavras dentro da monografia.

    Há dois tipos de citação indireta: no começo da frase ou no final da frase. Vamos exemplificar:

    Exemplo 1 – Trecho original da obra


    É de massas de jovens pseudoletrados que se compõe, precisamente, o “intelectual coletivo” do gramscismo: o aparelho partidário de agitação e propaganda, onde a distribuição de frases feitas, de preconceitos e de cacoetes mentais faz as vezes de vida intelectual. Daí o título deste livro.


    O fragmento acima foi retirado do livro “O imbecil coletivo” do filósofo Olavo de Carvalho. Vamos fazer os exemplos das citações indiretas.

    Exemplo 2 – Citação indireta no começo da frase


    De acordo com Carvalho (1997) o discurso raso e a fácil influência ideológica de jovens que imaginam serem intelectuais é fruto do projeto de revolução cultural proposto por Antônio Gramsci.


    Repare que, com a citação indireta no início da frase elaborada por quem está fazendo o TCC, somente a primeira letra do sobrenome do autor é maiúscula. Há também a necessidade de palavras de introdução como: “Segundo” “De acordo” “Conforme”, etc.

    Em seguida, é colocado o ano de publicação da obra entre parênteses.

    Exemplo 3 – Citação indireta no final da frase


    O discurso raso e a fácil influência ideológica de jovens que imaginam serem intelectuais é fruto do projeto de revolução cultural proposto por Antônio Gramsci (CARVALHO, 1997).


    Com a citação colocada no final da frase, há modificação na escrita. O nome do autor tem de ser escrito totalmente em letras maiúsculas, juntamente com o ano de publicação, colocado entre parênteses.

    Observação: na citação indireta, diferentemente da direta, não há a obrigatoriedade de colocação do número da página da obra em referência no TCC.

    Isso porque o estudante que está fazendo sua monografia pode ler uma obra inteira e fazer a interpretação da ideia de um capítulo, de várias páginas, ou de um trecho, como o que usamos de exemplo. Mas como serão palavras próprias do autor do TCC, a função de colocação da página perde o sentido.

    Citação Indireta e as normas da ABNT

    As normas ABNT para citação indireta em TCC seguem o padrão (AUTOR, ano) no texto e devem ser acompanhadas de uma lista de referências completa no final do trabalho. Seguem cinco exemplos:

    1. Segundo Silva (2010), a sustentabilidade é um tema de grande relevância na atualidade.
    2. De acordo com Santos e Souza (2015), a globalização tem impactos significativos na economia mundial.
    3. Conforme estudos recentes (Pereira, 2018), a prática regular de exercícios físicos melhora a saúde cardiovascular.
    4. Estudos demonstram que a exposição excessiva às redes sociais pode afetar a saúde mental (Martins, 2019).
    5. A pesquisa de Silva et al. (2021) mostrou que o uso de tecnologias educacionais pode melhorar o desempenho dos alunos.
    um exemplo de citação indireta
    segundo exemplo de citação indireta em um TCC
    Vídeo publicado por: Trilhas na Pós-Graduação

    Citação indireta é melhor

    homem lendo um livro

    Toda citação, seja direta, indireta e até citação da citação tem o seu valor. No entanto, há um senso comum entre o corpo docente de que citações indiretas agradam mais os avaliadores do trabalho. Por quê?

    Pense comigo: se o estudante fizer uma citação direta, OK, mas ele simplesmente reproduziu algo que já estava escrito. Mesmo que dentro do contexto, pode se supor que não houve um entendimento todo daquela obra.

    Já a citação indireta demonstra claramente que, primeiro, o autor do TCC leu de fato a obra, não só isso, a entendeu ao ponto de fazer uma interpretação pessoal do trecho, mostrando domínio no assunto que está exposto no trabalho.

    Portanto, a mensagem é clara: utilize mais citações indiretas no seu TCC. Evidentemente que não só citações indiretas, mas em sua maioria.

    Muito cuidado com o plágio

    Pode-se pensar que, por conta da citação ter sido feita com as próprias palavras do autor do TCC, não há perigo de plágio. Errado! Vamos exemplificar novamente:


    O discurso raso e a fácil influência ideológica de jovens que imaginam serem intelectuais é fruto do projeto de revolução cultural proposto por Antônio Gramsci.


    Observe só: em um primeiro instante, não é detectado qualquer tipo de plágio. No entanto, analisando o trecho com mais afinco, pode-se fazer a pergunta: “Em que obra o autor do TCC se baseou para fazer essa afirmação?”

    Este trecho, do jeito que está colocado, sem a menção do autor, mesmo que com as próprias palavras do estudante, é considerado plágio indireto. E plágio, além de invalidar completamente o trabalho, ou seja, reprovação, é crime.

    E quando não há autor?

    Pode acontecer de o autor do TCC se deparar com uma obra que não contém autor específico. O que fazer? Neste caso a orientação é a colocação do nome da instituição responsável. Exemplo:


    Um dos mais consagrados escritores brasileiros, Monteiro Lobato, é, sem dúvida, motivo de orgulho para população de Taubaté. Percebe-se que a admiração pelo criador da boneca Emília atravessa gerações (Museu Monteiro Lobato, 2016).


    Dica importante: Antes de fazer as citações em seu TCC, sejam elas de todo qualquer tipo, é extremamente importante você ler a NBR 10520 que trata sobre “Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação”.

    Dúvidas? Há solução

    É conceito geral que o processo de elaboração de um TCC não é nada fácil. São várias etapas, grande período de dedicação, regras a serem seguidas.

    Com todo este cenário não é de se estranhar que surjam dúvidas, não só sobre citações, mas de todo tipo. Nesta hora, contar com quem é especialista no assunto é a solução.

    Uma indicação para você é este site, Projeto Acadêmico. É o site especializado em trabalho de conclusão de curso em que você tem toda estrutura de gente que entende do assunto.

    Acesse já e tire suas dúvidas. Aproveite para navegar e, com certeza, você encontrará alguma coisa a mais para acrescentar em seu TCC.

    Referências:

    Citação Indireta – Normas ABNT, publica por ESPM, retirado de https://normas-abnt.espm.br/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%A3o_indireta

    Citação indireta: o que é, dicas e como fazer [ABNT], publicado por PUC Goiás, retirado de https://ead.pucgoias.edu.br/blog/citacao-indireta

  • Revisão Sistemática de Literatura: guia para elaboração

    Revisão Sistemática de Literatura: guia para elaboração

    A revisão sistemática é um estudo que pode ser aplicado no TCC para deixá-lo mais completo. Veja a seguir como fazer isso.

    Em todo bom projeto acadêmico são utilizados vários métodos, estudos e pesquisas para que apresente resultados satisfatórios e alcance a compreensão de todos que irão ler o mesmo.

    Um desses estudos, que se mostra extremamente relevante na produção de um trabalho acadêmico e enriquece os conhecimentos e informações empregados nele, é a revisão sistemática.

    Você já ouviu falar sobre revisão sistemática? Sabe como aplicar esse estudo em seu TCC? Se possui dúvidas sobre esse assunto, tire todas elas por meio da leitura deste artigo.

    Se suas dúvidas são outras, mas também relacionadas ao seu trabalho de conclusão de curso ou até precisa de uma luz para qual tema você deve escolher, acesse os outros conteúdos do Projeto Acadêmico e fique por dentro de tudo que envolve o mundo do TCC.

    Bom, sem mais delongas, vamos ao que interessa, o conceito de revisão sistemática para que a partir dessa leitura você saiba como aplicá-la em seu trabalho acadêmico.

    organograma revisão sistemática

    Conceito de revisão sistemática

    Primeiramente você deve saber que existem dois tipos principais de revisões, as narrativas e as sistemáticas.

    Revisões narrativas

    Esse tipo de revisão não utiliza uma metodologia específica e definida, fica a cargo do aluno a seleção dos estudos que serão realizados, bem como a análise e interpretação dos mesmos.

    Nesse método, a revisão pode apresentar traços do ponto de vista do aluno e seus argumentos podem ser defendidos.

    Revisão Sistemática

    Agora que você já sabe o que significa uma revisão narrativa, vamos ao conceito de revisão sistemática.

    Esse tipo de revisão é um estudo que pode ser realizada por meio de fontes tanto secundárias quanto primárias, onde seu principal objetivo é reunir estudos e informações semelhantes ao do tema principal, estando estes estudos publicados ou não.

    Após esse estudo os resultados são reunidos em uma análise estatística chamada metanálise, mas somente quando isso é possível.

    Por reunir estudos de origens primárias e secundárias, essa revisão é considerada um dos melhores métodos para resultados seguros e assertivos, bem como para a tomada de decisão sobre o tema.

    Antes de passarmos para o próximo tópico, vamos a breves explicações de alguns termos citados acima para que você não se sinta perdido.

    1. Fontes primárias: São meios de busca ou pesquisa que não passaram por nenhuma alteração ou análise, podendo ser chamadas também de fontes originais. Como exemplo disso temos:
    • Diários;
    • Registros públicos;
    • Registros privados;
    • Correspondências;
    • Entre outros.
    1. Fontes secundárias: Diferente da primária, as fontes secundárias são meios de busca que já passaram por algum tipo de análise ou publicação, com informações que já foram apresentadas e divulgadas publicamente. Como exemplo disso temos:
    • Livros;
    • Artigos publicados em sites, revistas ou jornais;
    • Sites confiáveis;
    • Entre outros.
    1. Metanálise: É uma técnica estatística utilizada para combinar resultados originados de diversos estudos individuais, tendo como principal objetivo de reuni-los e resumir seus resultados. Lembrando que a metanálise só tem significado quando aplicada nos estudos obtidos de uma revisão sistemática.

    Agora que você já conhece alguns dos principais termos que envolvem a revisão sistemática, vamos a mais esclarecimentos.

    exemplo de revisão sistemática

    Para que serve uma revisão sistemática?

    Assim como brevemente explicado durante o artigo, essa revisão permite que dados de diferentes pesquisas sejam reunidos e analisados a fim de obter resultados satisfatórios.

    Ela é importante para que o aluno desenvolva a escrita, aprenda a revisar e principalmente interpretar dados estatísticos, de forma a expandir seus conhecimentos.

    Esse tipo de revisão também permite a orientação e auxílio de pesquisas e investigações futuras, ela se mostra mais eficaz quando pesquisas mostram resultados conflitantes e negativos.

    Passo a passo de uma revisão sistemática

    Vamos ao passo a passo de uma revisão sistemática completa e eficaz:

    Defina uma pergunta específica para a pesquisa

    Esse é o primeiro passo, pois elaborar uma pergunta principal ou uma problematização determinará o seu projeto e será responsável por nortear todo o seu trabalho, por isso é necessário que você pense bem a respeito do tema para que esse questionamento seja elaborado com bastante cuidado.

    Pesquise bastante e seja estratégico! Pense com originalidade e já imagine a viabilidade daquilo que está propondo antes mesmo de seguir esse primeiro passo!

    Lembre-se que se este primeiro passo for bem pensado, você terá menos trabalhos nas próximas etapas.

    Selecione os melhores materiais que encontrar referente ao seu tema

    Depois de estabelecer o questionamento que norteará o seu trabalho acadêmico e se possível rascunhar suas metas e objetivos para o estudo, busque por fontes, sejam elas livros, sites ou outros meios e autores que falem e trabalhem com o tema que você previamente imaginou.

    É muito importante que essa fase você guarde corretamente todas as informações relevantes que você conseguir, a fim de consultas futuras.

    Faça a extração e síntese dos dados

    Junte todas as suas ideias com a dos autores que você pesquisou, lembre-se que o objetivo principal é que aquela pergunta lá do início seja respondida com clareza.

    Analise se ao fazer essa junção de informações as ideias não se contradizem ou causam confusão, só então inicie a metanálise.

    A análise estatística de resultados deve ser realizada, a fim de unir todas as informações do estudo e partir para a conclusão da pesquisa.

    Como esse tipo de análise estatística requer que os dados sejam agrupados, padronizados e integrados, ela transmite mais segurança e garantia da eficácia dos resultados finais.

    Lembre-se que antes de publicar e apresentar os resultados, você deve fazer uma nova avaliação para contestar se o que está apresentando está realmente compreensível e coerente, se possível peça para que uma pessoa que não está envolvida com o seu trabalho leia o mesmo, assim você terá uma opinião imparcial e saberá se está sendo claro nas informações.

    Produza e publique o resultado

    Essa é a parte de junção com o restante do trabalho, você deve ser o mais claro possível para que todas as informações sejam entendidas.

    A pesquisa científica exige que você publique os resultados, então seja coerente ao redigir os textos e não esqueça das normas da ABNT.

    Resumindo: 10 passos para elaborar o uma Revisão Sistemática de Literatura

    1. Defina o objetivo da revisão: Determine claramente a pergunta de pesquisa e os objetivos que você pretende alcançar com sua revisão sistemática.
    2. Desenvolva um protocolo: Crie um protocolo detalhado que inclua critérios de inclusão e exclusão, estratégia de busca, métodos de seleção de estudos e análise dos dados.
    3. Realize uma busca abrangente: Realize uma busca em várias bases de dados para identificar estudos relevantes. Utilize palavras-chave, sinônimos e termos controlados para otimizar sua busca.
    4. Selecione os estudos: Aplique os critérios de inclusão e exclusão estabelecidos no protocolo para selecionar os estudos relevantes. Faça isso de forma independente e registre suas decisões.
    5. Extraia os dados: Extraia os dados relevantes dos estudos selecionados, como características dos participantes, intervenções, desfechos e resultados.
    6. Avalie a qualidade dos estudos: Avalie a qualidade e o risco de viés dos estudos incluídos usando uma ferramenta adequada, como a escala de Jadad ou a escala de Newcastle-Ottawa.
    7. Analise os dados: Realize uma análise sistemática dos dados, que pode incluir meta-análise, análise qualitativa ou uma combinação de ambas, dependendo dos estudos incluídos e dos objetivos da revisão.
    8. Interprete os resultados: Interprete os resultados de forma crítica e relacione-os aos objetivos da revisão. Identifique lacunas na literatura e faça recomendações, se aplicável.
    9. Escreva o relatório: Escreva o relatório da revisão sistemática, seguindo as diretrizes da revista ou instituição onde você pretende submeter o trabalho. Inclua uma introdução, métodos, resultados e discussão.
    10. Faça uma revisão por pares: Peça a colegas ou especialistas na área para revisarem seu trabalho e fornecerem feedback construtivo antes de finalizar sua revisão sistemática.

    Respostas rápidas

    O que é uma Revisão Sistemática de Literatura?

    Uma revisão sistemática de literatura é um método de pesquisa que identifica, seleciona e sintetiza estudos relevantes para responder uma pergunta específica, seguindo critérios pré-definidos e rigorosos.

    Como fazer uma Revisão Sistemática de Literatura?

    Para fazer uma revisão sistemática de literatura, siga estes passos: defina a pergunta de pesquisa, realize busca sistemática de estudos, selecione estudos relevantes, avalie a qualidade dos estudos, extraia os dados, analise e sintetize os resultados, e escreva a revisão seguindo as diretrizes metodológicas.

  • Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Para os estudantes que desenvolvem trabalhos acadêmicos na área jurídica ou precisam fazer a citação de uma referência legislativa, por diversas vezes isso é uma tarefa um tanto confusa, devido a variedade de áreas de atuação do Direito. Porém, fazer uma citação de uma legislação não é algo difícil se você souber como fazer isso. Em vista disso, vamos falar mais como citar leis com foco em citação da Constituição Federal. Veja como citar uma Lei no seu trabalho

    Neste post, vamos falar mais sobre o corpo do texto de uma monografia com a citação de lei, como citar uma lei federal, estadual e municipal, além de deixar bem claro como citar a Constituição Federal de 1988 em seu TCC. Veja tudo isso a seguir! Citação Direta de Site: veja como fazer, normas ABNT e exemplos

    capa da constituição federal

    O que é a Constituição Federal?

    A Constituição Federal são todas as leis em conjunto que regem o bom funcionamento deste país. São leis fundamentais para a sociedade em que vivemos, considerado o conjunto de leis máximas para todos os cidadão brasileiros, garantido todos os direitos e deveres da população brasileira. A Constituição Federal foi promulgada oficialmente em 5 de outubro de 1988, e continua sendo nos dias de hoje na atual Assembleia Constituinte.

    Sabendo que a Constituição é um conjunto de leis, o estudante que pretende citar um ponto da Constituição Federal em seu trabalho de TCC deve prezar pelas regras de citação de fontes com suas devidas referências. Essas regras são estabelecidas por normas como a ABNT (Associação Nacional de Normas Técnicas), Vancouver e APA. Mas não se preocupe que nos próximos tópicos vamos mostrar como citar qualquer ponto da Constituição Federal em seu TCC. Mas antes é importante entender como as leis de um modo geral são citadas em trabalhos acadêmicos.

    Veja como citar a constituição no seu TCC

    Quando estamos trabalhando o corpo do texto em um Trabalho de Conclusão de Curso, qualquer tipo de lei pode ser citada de forma direta ou indireta. Assim que for feita a citação da lei, você deverá abrir um parênteses com o nome do autor da lei e o ano de criação. Onde se utiliza normalmente o sobrenome do autor em uma citação utiliza-se jurisdição neste tipo de caso. Ou seja, como estamos falando de lei federal, então utiliza-se (Brasil). Como citar Artigo de Lei no corpo do texto: normas ABNT e sugestões

    Vídeo de: Metodologia Descomplicada

    Exemplo de citação da constituição federal em um trabalho de TCC

    Veja um exemplo de citação indireta da Constituição Federal no corpo do texto do seu TCC: A prática de alguns crimes pode levar a punição de perda do pátrio poder, segundo o Art. 1° da Lei nº 13.715, de 24 de setembro de 2018 (Brasil, 2018).

    Como vocês podem ver, não existe nada de muito especial na hora de citar uma lei federal no seu trabalho de TCC. O importante é conhecer as normas de formatação cobradas pela sua instituição de ensino e seguir essas regras a risca. Neste post falamos que existem três tipos de normas técnicas, porém, vamos nos aprofundar somente na ABNT para mostrarmos mais sobre como citar a Constituição Federal e todo os outros tipos de leis em seu trabalho de TCC.

    citar constituição federal no tcc

    Referenciando a Constituição Federal no trabalho

    Todas as leis e quaisquer outros instrumentos jurídicos devem ser citados em um trabalho acadêmico dentro de normas técnicas. Com base na ABNT, todas as leis e instrumentos jurídicos ficam atrelados a NBR 6063:2002, que deixa bem claro no tópico 7.9, como devem ser feitas as referências bibliográficas de leis em um artigo, dissertação, monografia, tese, entre outros trabalhos acadêmicos. Isso tudo também vale para a citação de jurisprudência e doutrina, que são decisões judiciais e interpretação dos textos legais existentes, respectivamente.

    Além de tudo que está presente na NBR 6063 para a citação de lei em um trabalho acadêmico, é necessário incluir um endereço eletrônico com data e origem de acesso caso a informação sobre a lei seja citada direta ou indiretamente de uma página na internet. Uma importantíssima dica é que o aluno estude bastante o conjunto de regras da NBR 6063 em sua totalidade. É preciso estar ciente do que é cobrado como regra de formatação em um trabalho de TCC em detalhes nesta NBR.

    Como citar a Constituição Federal de acordo com a ABNT?

    De acordo como o conjunto de regras ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos, citar a Constituição Federal e emendas constitucionais, além dos textos legais infraconstitucionais, que são nada mais nada menos que lei complementar, decreto, lei ordinária, medida provisória, dentre outros, é preciso utilizar uma formatação específica.

    As regras de formatação também se estendem para as normativas, resoluções, portarias, instrução normativa, ordem de serviço, comunicado, decisão administrativa, circular, dentre outros.

    Elementos fundamentais para referência da Constituição Federal

    • Jurisdição (cabeçalho com a indicação da entidade, caso o aluno esteja se referindo a uma norma);
    • Título;
    • Data;
    • Numeração;
    • Dados da Publicação.

    Quando estamos falando da Constituição Federal e de muitas de suas emendas em um trabalho de TCC, deve-se obrigatoriamente acrescentar a palavra Constituição com o ano de promulgação entre parênteses, e logo após deve se indicar a jurisdição e o título. Bom, não se preocupe se você não entendeu, vamos dar um exemplo fictício e bem específico de como você deve fazer com a Constituição verdadeira. Devemos antes deixar claro que a base deste exemplo é real, porém, escrito de forma a ficar um exemplo fictício:

    Exemplos de Citação da Constituição Federal

    Averiguado os direitos de todos os cidadão, a lei deixa claro que: “A sociedade baiana é uma sociedade cultural com uma longa história junto a toda comunidade afro-brasileira, sendo a prática do racismo crime inafiançável sujeito a reclusão, de acordo com a Constituição Federal” (Bahia, 1989).

    1. Citação direta curta: Segundo a Constituição Federal, “todos são iguais perante a lei” (BRASIL, 1988, art. 5º).
    2. Citação direta longa: Conforme estabelecido no artigo 37 da Constituição Federal, “a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes do Estado obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência” (BRASIL, 1988).
    3. Citação indireta: A Constituição Federal de 1988 estabelece os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros, garantindo a igualdade perante a lei e a inviolabilidade dos direitos à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (BRASIL, 1988).
    4. Citação de mais de uma obra: Segundo a Constituição Federal (BRASIL, 1988) e o Código Civil (BRASIL, 2002), a liberdade de expressão é um direito fundamental, resguardado pela legislação brasileira.
    5. Citação de artigo específico: De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal (BRASIL, 1988), todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida.

    Exemplos de Referência da Constituição Federal

    BAHIA, Constituição (1989), Capítulo XXI  – DO AFRO-BRASILEIRO, Art. 286. Disponível em: http://www.lei.com.br/legis_CONSTITUIÇÃO_DO_ESTADO_DA_BAHIA.org. Acesso em 2 de jul. 2019.

    1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 20 de maio de 2018.
    2. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2022.
    3. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 5 de junho de 2019.
    4. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2019.
    5. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. 200 p. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 18 de agosto de 2019.

    Como vocês podem observar no exemplo de citação e referência da Constituição Federal em trabalhos acadêmicos, não é difícil executar essa tarefa em seu trabalho. Não hesite em pesquisar mais sobre o assunto e como já dissemos, estude bem a NBR 6063 e todos os detalhes que apontam como citar e referenciar leis em um trabalho acadêmico.

  • Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    O resumo é um dos itens obrigatórios da monografia, sem o qual ela não pode ser considerada completa e, portanto, é um dos requisitos para a aprovação do trabalho de conclusão de curso.

    No entanto, muitos estudantes da graduação e formandos têm dúvidas sobre o que é o resumo do TCC e chegam a essa etapa de sua formação sem saber o necessário para conseguir fazê-lo.

    Informações e dicas sobre como fazer um resumo de TCC de maneira fácil podem ajudar esses alunos e contribuir para aliviar um pouco da pressão e da tensão que cercam o trabalho de conclusão de curso.

    Se você está passando por essa etapa de sua formação e está precisando desse tipo de conhecimento, leia o artigo até o final.

    Dica rápida: o seu Resumo deve conter:

    • Partes da Introdução
    • Partes da Metodologia
    • Partes dos Resultados
    • Partes da Discussão
    • Partes da Conclusão

    O que é o resumo de TCC?

    O resumo é um dos primeiros elementos textuais do TCC e a introdução do trabalho para quem o lerá. Isso, por si só, já faz dele uma parte importante da monografia — e mostra a importância de saber como fazer o resumo do TCC.

    O resumo deve ser uma síntese de tudo que será abordado no trabalho, uma “apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho”  como definem as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    Isso quer dizer que ele deve ser completo, mas não se estender demais: de 150 a 500 palavras é o recomendado. Uma quantidade ideal seria entre 250 e 300 palavras. Para alguns, esta também deve ser a quantidade máxima de palavras do resumo. Abstract TCC: veja como fazer, o que é e nossas dicas e sugestões

    Para aqueles que têm dúvidas sobre como fazer o resumo do TCC, ele pode conter apenas uma introdução ao tema do trabalho, a hipótese defendida, explicar brevemente a metodologia utilizada, os resultados e as contribuições. Na maioria dos casos, isso é suficiente.

    O resumo deve incluir parte da introdução e das considerações finais, mas não deve copiar exatamente o texto de nenhuma delas. Também não deve conter referências bibliográficas.

    Da introdução, devem constar os objetivos, a justificativa e metodologia e as considerações finais, os resultados obtidos na pesquisa. Por isso, recomenda-se que ele seja uma das últimas coisas a serem feitas.

    O resumo também deve contar, logo abaixo do texto corrido, as palavras-chave que definem o trabalho. O recomendado é utilizar de três a cinco termos.

    exemplo de um resumo de TCC

    Como fazer o resumo do TCC de maneira mais fácil?

    Existem algumas dicas que o estudante pode utilizar para elaborar o resumo do TCC de maneira mais fácil e certa. Porém, antes, é importante (além de ajudar muito) saber o que dizem os itens da NBR 6028, que tratam-se das normas ABNT para o resumo de TCC.

    Como tal, elas definem o que é o resumo de TCC e suas regras gerais e de apresentação:

    • O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. A ordem e a extensão destes itens dependem do tipo de resumo (informativo ou indicativo) e do tratamento que cada item recebe no documento original.
    • Ele deve ser precedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento.
    • Também deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único.
      • A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação, etc).
      • Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
      • As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave: separadas entre si por ponto e finalizadas também por pontos.
      • Devem-se evitar: a) símbolos e contrações que não sejam de uso corrente; b) fórmulas, equações, diagramas, etc; que não sejam absolutamente necessários; quando seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem”.
    exemplo de resumo tcc
    exemplo de resumo de tcc
    resumo de TCC modelo pronto

    Para definir o que incluir e entender como fazer um resumo de TCC de maneira fácil, um método recomendado por especialistas é o estudante se fazer quatro perguntas:

    1. O quê?

    Primeiro é necessário explicar o título da monografia, a ideia do trabalho de forma mais simples e direta;

    2. Por quê?

    Dizer o motivo de ele ter sido escolhido;

    3. Como o TCC foi elaborado?

    Explicar o tipo de pesquisa, quais técnicas foram utilizadas e como se chegou à bibliografia que dá fundamentação teórica ao trabalho. Explicar a metodologia;

    4. Qual a conclusão?

    Constatar o que foi analisado e desenvolvido durante o texto principal do trabalho.

    Outra dica muito útil para quem está em dúvida sobre como fazer e o que colocar no resumo do TCC é consultar exemplos de trabalhos aprovados. Há muitos na internet, fáceis de encontrar com uma busca no Google acadêmico. Ou, se preferir, você pode consultar o acervo de TCC’s na biblioteca de sua faculdade.

    Importante: não se esqueça das normas ABNT para o resumo de TCC.

    *Vídeo do professor: Evandro Queiroz | Pesquisa sem Mistério

    Onde colocar o resumo

    Agora que já sabe o que deve constar e como fazê-lo, você pode estar se perguntando “onde colocar o resumo do TCC?”

    Como falado, o resumo é um dos primeiros elementos do trabalho. Ele faz parte dos elementos pré-textuais — que antecedem introdução, desenvolvimento e conclusão, os elementos textuais —, vindo depois de capa, folha de rosto, dedicatória, agradecimentos e epígrafe e antes do sumário.

    Como alguns desses elementos são opcionais, o resumo acaba sendo a introdução ao trabalho e o primeiro contato mais aprofundado com o conteúdo de que ele trata.

    Por conta disso é importante ter bastante cuidado ao fazer seu resumo. Afinal, ele será a primeira impressão causada pelo seu trabalho e por onde outras pessoas interessadas descobrirão se vale a pena, para elas, lê-lo ou não.

    Você já sabia o que é o resumo do TCC? E como fazê-lo? Se este artigo foi útil de alguma forma para o seu trabalho, compartilhe com colegas e amigos que também estão precisando dessas informações.

    Se você tem outras dúvidas quanto ao TCC como, por exemplo, usar sites como referência ou fazer citação de citação (APUD) no seu TCC, visite os outros conteúdos do Projeto Acadêmico ou deixe sua pergunta nos comentários abaixo.

  • O que é Revisão de Literatura? Tipos, exemplos e como fazer

    O que é Revisão de Literatura? Tipos, exemplos e como fazer

    Revisão de literatura do TCC é uma das partes mais importantes do trabalho, pois fundamentará a sua pesquisa. Veja como fazê-la da forma correta!

    Neste artigos você vai ter todas as informações relacionadas, dicas de como fazer uma revisão de literatura, exemplos para você se basear e a estrutura correta (seguindo as normas).

    imagem com uma pessoa digitando em um notebook e uma folha de papel escrita com um lápis sobre ela

    Afinal, para que serve a revisão de literatura do TCC?

    A revisão de literatura do TCC é a parte do trabalho onde você apresentará as referências teóricas e pesquisas que embasaram seu estudo.

    É uma parte essencial do trabalho, portanto, você deve catalogar boas referências, para que elas interajam com o tema do texto de maneira coerente e satisfatória.

    Passos para escrever a revisão de literatura do TCC

    Sendo algo essencial e de suma importância em um trabalho científico, ela deve sempre ser elaborada conforme as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos.

    O primeiro passo é sempre selecionar citações e referências que estejam alinhadas com o tema escolhido e o conteúdo do seu trabalho.

    Alguns acadêmicos pecam na elaboração desta parte pois se utilizam de referências pouco ou sem nenhuma coerência com o restante do trabalho, deixando a desejar em conteúdo.

    Os elementos básicos para escrever a revisão de literatura são:

    • Revisão crítica de teóricos, estudiosos e textos relacionados ao tema escolhido para embasar seu trabalho;
    • Revisão e leitura crítica de pesquisas semelhantes à sua, para fazer tabulação e comparação de dados;
    • Explicar como seu trabalho é coerente com os estudos e trabalhos revisados;
    • Crie um texto coeso, citando vários estudos e teóricos que estejam de acordo com seu estudo, sempre relacionando-os, comentando, realizando críticas e/ou elogios, se for o caso.

    Exemplo de revisão de literatura retirado de: http://ftp.medicina.ufmg.br/fono/monografias/2008/amandafreitas_analiseacustica_2008-2.pdf

    Buscando referências para a revisão de literatura

    Ao elaborar a revisão de literatura do TCC, procure uma gama ampla de autores e obras referentes ao tema do seu trabalho.

    Esta parte do TCC necessita de referências bibliográficas muito concretas, de forma que você possa tabular dados, selecionar ideias e comparar informações.

    Estas referências devem estar de acordo com a problematização e as hipóteses que você elencou.

    Um mesmo tema pode e deve ser abordado por ângulos distintos, por isso você precisa definir o foco que sua pesquisa terá, para que ao desenvolver o restante do TCC não haja dúvidas, ou confusões na amplitude do tema.

    Uma dica muito válida é que você elabore uma lista de palavras-chave sobre o tema escolhido e a delimitação do tema que foi optado.

    Com estas palavras-chave em mãos, será mais fácil selecionar as bibliografias para escrever sua revisão de literatura.

    Organizando as ideias e montando o texto

    A revisão de literatura do TCC corre um grande risco de plágio, já que são tabuladas e comparadas ideias e dados de textos de terceiros.

    Portanto, ao elaborar seu texto tenha cuidado extra desde a seleção de material.

    Encontre materiais relacionados, leia e realize a análise destes para criar um texto bem embasado e sólido.

    Inicie escrevendo parágrafos que tragam ideias mais amplas para em seguida passar para ideias de cunho mais específico, que se aproximem efetivamente do seu trabalho.

    Evite organizar a revisão de conteúdo pelas listas de trabalhos consultados, mas sim pelas ideias, isso facilitará a escrita e dará a lógica necessária para o texto.

    Foque em textos realmente relevantes para o tema do trabalho.

    Já que a revisão da literatura é a busca, seleção e análise a fim de encontrar a resposta para uma determinada pergunta, isto abrange todo o material que é escrito sobre determinado tema: livros, jornais,  relatórios, teses, periódicos, dissertações, monografias, etc, você precisará ser seletivo ao escolher o que colocará em seu texto.

    Sem dúvida nem tudo que já foi escrito sobre o tema é necessário que você use na revisão de literatura, portanto avalie as referências que embasaram seu tema da melhor maneira possível.

    A Revisão de literatura do TCC nas normas ABNT

    Ao elaborar esta seção do trabalho, use como base as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos, já que elas auxiliam a referenciar corretamente a sua pesquisa.

    Como dito anteriormente, o plágio é passível de ser ocorrido na revisão de literatura, muitas vezes até involuntariamente, já que se utilizam trechos de obras já publicadas com modificações pequenas e não referenciadas.

    A ABNT prevê normas para citação de referências, que ao serem feitas da maneira correta dão qualidade e profundidade de conteúdo ao seu trabalho, sem o risco de cometer plágio.

    A ABNT sugere sempre que as referências da revisão de literatura sejam feitas corretamente, confira aqui dicas para referenciar corretamente seus trabalhos acadêmicos.

    Tipos de revisão de literatura

    A revisão de literatura do TCC conforme as normas da ABNT podem ser de três tipologias distintas.

    De acordo com o tipo de trabalho acadêmico que se está elaborando, deve-se escrever a revisão de literatura entre uma destas tipologias.

    Abordaremos abaixo cada uma delas, já que estas são definidas conforme o método de elaboração:

    • Narrativa: Não utiliza critérios sistemáticos nem estratégias sofisticadas de busca. A busca de estudos e interpretação de informações é sujeita à subjetividade de quem escreve. É utilizada em TCC’s, dissertações, teses e artigos.
    • Sistemática: Funciona como uma investigação científica. Este tipo de revisão de literatura são consideradas estudos observacionais experimentais de recuperação e análise crítica da literatura. Neste caso se testam hipóteses reunindo e sintetizando os resultados de outros estudos. Precisa fornecer resposta a uma pergunta previamente formulada. Utiliza métodos sistemáticos, reunindo e dados dos estudos primários. É utilizada em tomadas de decisão na prática clínica ou na gestão pública.
    • Integrativa: Este tipo é necessário em casos que se precisa uma revisão rigorosa, combinando isto com estudos de variadas metodologias, buscando integrar os resultados. Este tipo permite uma combinação de dados identificando as lacunas nas áreas de estudos, revisão e análise metodológica dos estudos sobre um determinado assunto.

    A revisão de literatura auxilia muito no avanço da ciência, pois ao elaborar o texto, o acadêmico vai retrabalhando conceitos que muitas vezes estão já defasados e fornecendo novas informações que agregam valor ao estudo.

    Revisão de Literatura em 6 passos

    1. Descreva cada estudo que considerar relevante sobre o tema;
    2. Faça um resumo do que será estudado;
    3. Compare os estudos selecionados, confrontando opiniões dos autores;
    4. Organize e catalogue as informações da sua leitura;
    5. Verifique os argumentos relevantes sobre o tema escolhido;
    6. Defina entre os argumentos que estão adequados à pesquisa;
    7. Organize todos os dados para uma visão atualizada do assunto;
    8. Redija o texto utilizando as informações coletadas e tabuladas.

    Este artigo lhe auxiliou a elaborar a revisão de literatura do TCC?

    Deixe sua opinião nos comentários!

    Em nosso site, o Projeto Acadêmico, você encontra dicas de trabalhos acadêmicos, onde pode tirar suas dúvidas sobre várias partes do TCC.

    Será um prazer lhe ajudar!

  • Temas sobre Educação Infantil para TCC: lista atualizada

    Temas sobre Educação Infantil para TCC: lista atualizada

    Sabemos que o período de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) costuma ser uma fase um tanto quanto conturbada e muito difícil para a maioria dos estudantes. Infelizmente, a pressão e a cobrança neste momento costumam aumentar e, consequentemente, produzir o trabalho final se torna cada vez mais complicado. 

    Entretanto, estamos aqui hoje para desmistificar tudo o que você aprendeu até agora. Não, elaborar o seu TCC não precisa ser um martírio. Este processo não precisa ser doloroso, tampouco desesperador. Este é o momento de demonstrar domínio acerca dos conceitos que foram absorvidos e estudados ao longo da sua pesquisa e da sua graduação. 

    Pensando nisso, trouxemos hoje 10 ideias de temas para TCC sobre educação infantil que podem dar um norte para você que ainda não conseguiu escolher. E aí, se interessou? Então não perca tempo! Venha conosco e confira agora mesmo. Dicas e Temas para TCC sobre Educação Inclusiva

    A literatura como ferramenta de desenvolvimento cognitivo para crianças em fase de transição para o ensino fundamental

    A literatura infantil é uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento cognitivo de crianças em fase de transição para o ensino fundamental. O processo de alfabetização, diferente do que muito se diz, inicia ainda na educação infantil.

    Por meio das histórias, as crianças são expostas a uma variedade de ideias, personagens e situações que as ajudam a desenvolver habilidades importantes, como as habilidades cognitivas, a compreensão da linguagem, a capacidade de pensar criticamente e a empatia. Temas para TCC Pedagogia

    1. A importância da literatura infantil na construção de valores e desenvolvimento cognitivo.
    2. A influência da leitura na formação de identidade e no desenvolvimento emocional de crianças em idade escolar.
    3. A leitura compartilhada como prática para a promoção da interação social e da aprendizagem na educação infantil.
    4. A utilização de histórias infantis como recurso para a aprendizagem de habilidades socioemocionais em crianças em fase de transição para o ensino fundamental.
    5. As possibilidades da literatura infantil na formação de leitores críticos e reflexivos.
    6. O papel da escola na promoção da leitura e no desenvolvimento cognitivo de crianças em fase de transição para o ensino fundamental.
    7. O uso de recursos visuais e sonoros na leitura compartilhada como ferramenta de desenvolvimento cognitivo em crianças.
    8. A importância da escolha de livros adequados para a faixa etária das crianças no desenvolvimento cognitivo.
    9. A literatura infantil como meio para a promoção da diversidade cultural e da inclusão social em crianças.
    10. A influência da leitura de contos de fadas no desenvolvimento cognitivo e na formação de valores em crianças em idade escolar.
    11. Sugestões de Temas para TCC sobre Ludopedagogia

    Musicalidade na educação infantil: benefícios e métodos de aplicação

    A musicalidade é uma ferramenta pedagógica valiosa, capaz de desenvolver habilidades cognitivas, emocionais, motoras e sociais nas crianças. Através da música, as crianças podem aprender a ouvir, cantar, dançar e tocar instrumentos musicais, além de desenvolver a percepção musical e o senso rítmico. Sendo assim, por que não inovar no seu trabalho de conclusão e falar um pouco sobre este mecanismo tão valioso?

    1. A importância da música na formação cognitiva de crianças na educação infantil.
    2. O impacto da musicalidade no desenvolvimento socioemocional de crianças em fase escolar.
    3. Análise da eficácia de diferentes metodologias de musicalização na educação infantil.
    4. O papel da música como ferramenta para o desenvolvimento da criatividade em crianças na educação infantil.
    5. A influência da musicalidade no processo de aprendizagem e memorização de conteúdos escolares.
    6. O uso da música como instrumento de inclusão e promoção da diversidade cultural na educação infantil.
    7. Análise da percepção de pais e educadores sobre a importância da musicalidade na educação infantil.
    8. A contribuição da música para o desenvolvimento da coordenação motora fina em crianças na educação infantil.
    9. A música como meio de comunicação e expressão para crianças em fase escolar.
    10. A formação de professores de educação infantil em relação à musicalidade: desafios e perspectivas.
    11. Temas para TCC sobre Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil

    As falhas na aplicação prática da Base Nacional Comum Curricular nas escolas públicas e privadas da zona rural 

    E se você busca um tema com viés social, este pode ser o seu guia! Infelizmente a implementação da BNCC nas escolas rurais enfrenta diversas dificuldades, como a falta de recursos financeiros, a carência de formação continuada para os professores, a falta de infraestrutura adequada e a distância geográfica entre as escolas.

    Além disso, muitos pesquisadores da área afirmam que  a BNCC foi criada para atender às necessidades das escolas urbanas, sem considerar as especificidades das escolas rurais, o que dificulta sua aplicação prática nessas instituições.

    1. Análise das dificuldades na implementação da BNCC em escolas rurais
    2. A formação docente para a aplicação da BNCC em escolas rurais
    3. Desafios da aplicação da BNCC no ensino fundamental I em escolas rurais
    4. A relação entre a BNCC e a educação do campo: um estudo de caso
    5. A adaptação da BNCC para a realidade das escolas rurais
    6. A relação entre a BNCC e o contexto sociocultural das escolas rurais
    7. As barreiras para a aplicação da BNCC na educação infantil em escolas rurais
    8. O papel da gestão escolar na implementação da BNCC em escolas rurais
    9. As potencialidades e limitações da BNCC na educação do campo
    10. A BNCC e a valorização da cultura local nas escolas rurais.

    Os efeitos da falta de participação familiar no processo de aprendizagem durante a educação infantil

    O déficit da presença familiar durante a educação infantil, infelizmente, é uma realidade no Brasil. Contudo, não é preciso pensar muito para chegar à conclusão de que a família é essencial para o sucesso da aprendizagem das crianças, principalmente durante a fase inicial da educação. 

    A falta de envolvimento dos pais pode resultar em dificuldades de aprendizagem, desmotivação e até mesmo problemas de comportamento e são justamente estes efeitos que podem (e devem) ser estudados a fundo por pesquisadores e profissionais da área.

    1. A importância do envolvimento familiar no processo educacional infantil.
    2. A relação entre a participação da família e o desempenho acadêmico das crianças.
    3. A influência da ausência da figura paterna no desenvolvimento cognitivo da criança na educação infantil.
    4. A falta de participação familiar no desenvolvimento socioemocional da criança na educação infantil.
    5. A atuação da escola em relação à falta de participação familiar na educação infantil.
    6. A relação entre o ambiente familiar e o desenvolvimento da linguagem oral na educação infantil.
    7. A importância da parceria entre escola e família na educação infantil.
    8. A influência da família no processo de formação da identidade da criança na educação infantil.
    9. As dificuldades enfrentadas pelas famílias de baixa renda para participar da educação infantil dos filhos.
    10. O papel do educador na promoção da participação familiar na educação infantil.

    Aprendizagem e construção de relações interpessoais: a importância da creche no desenvolvimento infantil

    Apesar de muito se debater sobre a importância e a real função social e pedagógica da creche, muitos educadores e pesquisadores acreditam que as crianças têm a oportunidade de interagir com outras crianças e adultos, desenvolvendo habilidades sociais como a empatia, a comunicação, a cooperação e a resolução de conflitos neste ambiente. Além disso, a creche oferece atividades pedagógicas que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, motor e emocional das crianças.

    1. A importância do desenvolvimento socioemocional na educação infantil para a construção de relações interpessoais saudáveis.
    2. A relação entre brincadeiras cooperativas e o desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche.
    3. A influência do relacionamento professor-aluno na construção de relações interpessoais na educação infantil.
    4. O papel das atividades em grupo no desenvolvimento de habilidades sociais em crianças de creche.
    5. A relação entre a falta de socialização na creche e problemas de relacionamento interpessoal na vida adulta.
    6. As diferenças no desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche que convivem em diferentes contextos familiares.
    7. A importância do diálogo e da comunicação na construção de relações interpessoais positivas na educação infantil.
    8. A influência da diversidade cultural na construção de relações interpessoais em crianças de creche.
    9. O impacto da violência doméstica no desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche.
    10. A relação entre a participação dos pais na educação infantil e o desenvolvimento de habilidades sociais em crianças.
  • Qual a Diferença entre Revisão Narrativa e Integrativa?

    Qual a Diferença entre Revisão Narrativa e Integrativa?

    Revisão de literatura é um componente essencial de muitos trabalhos acadêmicos e científicos, e pode ser realizada de diferentes maneiras. Duas abordagens comuns são a revisão narrativa e a revisão integrativa. Ambas são importantes para a pesquisa, mas diferem em termos de seu objetivo, metodologia e abordagem.

    Neste artigo, vamos explorar em detalhes as diferenças entre revisão narrativa e revisão integrativa.

    O que é revisão narrativa?

    A revisão narrativa é uma abordagem comum para a revisão de literatura, especialmente nas áreas de humanidades e ciências sociais. Como o nome sugere, a revisão narrativa envolve a criação de uma história ou narrativa que descreve o desenvolvimento da pesquisa em uma área específica.

    As revisões narrativas geralmente são mais descritivas do que analíticas, fornecendo uma visão geral da pesquisa existente em um campo de estudo. Elas podem incluir uma ampla gama de estudos e pesquisas, incluindo estudos de caso, experimentos controlados, ensaios clínicos e estudos qualitativos.

    Os resultados da revisão narrativa são apresentados em uma ordem lógica e cronológica, e os pesquisadores geralmente oferecem sua própria interpretação da pesquisa existente. No entanto, a revisão narrativa geralmente não envolve uma síntese sistemática dos estudos revisados.

    O que é revisão integrativa?

    A revisão integrativa, por outro lado, é uma abordagem mais sistemática e analítica para a revisão de literatura. O objetivo da revisão integrativa é sintetizar, avaliar e interpretar as descobertas de estudos existentes em uma área específica.

    Ao contrário da revisão narrativa, a revisão integrativa segue um processo estruturado e transparente para identificar, avaliar e sintetizar estudos relevantes. O processo de revisão integrativa inclui a formulação de uma pergunta de pesquisa clara e específica, a seleção de estudos relevantes, a avaliação crítica da qualidade dos estudos e a síntese dos resultados em uma visão geral coerente.

    As revisões integrativas são frequentemente utilizadas em áreas de saúde e ciências biomédicas, onde a análise sistemática dos resultados de diferentes estudos é importante para a tomada de decisões clínicas e de saúde pública.

    Fonte: Camila Mendes

    Diferenças entre revisão narrativa e revisão integrativa

    Existem várias diferenças importantes entre revisão narrativa e revisão integrativa. Algumas das principais diferenças são:

    Objetivo

    O objetivo da revisão narrativa é fornecer uma descrição ampla da pesquisa existente em uma área específica, geralmente com uma interpretação pessoal do autor. O objetivo da revisão integrativa, por outro lado, é sintetizar e avaliar criticamente a pesquisa existente em uma área específica para responder a uma pergunta de pesquisa clara.

    Metodologia

    A revisão narrativa geralmente não segue um processo sistemático para identificar e avaliar estudos relevantes. Os estudos revisados podem ser selecionados com base em sua relevância para o tema em questão, mas geralmente não há um processo formal para a seleção e avaliação crítica dos estudos incluídos na revisão.

    A revisão integrativa, por outro lado, segue um processo estruturado e transparente para identificar, avaliar e sintetizar estudos relevantes. O processo inclui a formulação de uma pergunta de pesquisa clara e específica, a seleção de estudos relevantes, a avaliação crítica da qualidade dos estudos e a síntese dos resultados em uma visão geral coerente.

    Abordagem

    A revisão narrativa geralmente apresenta a pesquisa existente em uma ordem lógica e cronológica, oferecendo uma visão geral da pesquisa existente em uma área específica. A revisão integrativa, por outro lado, sintetiza e avalia criticamente os resultados dos estudos incluídos para responder a uma pergunta de pesquisa específica. Isso significa que a revisão integrativa oferece uma abordagem mais analítica e crítica do que a revisão narrativa.

    Síntese

    A revisão narrativa geralmente não envolve uma síntese sistemática dos estudos revisados. Os pesquisadores podem oferecer sua própria interpretação da pesquisa existente, mas não há um processo formal de síntese dos resultados dos estudos revisados.

    A revisão integrativa, por outro lado, envolve uma síntese sistemática dos resultados dos estudos incluídos. Os resultados são combinados e sintetizados para oferecer uma visão geral coerente da pesquisa existente e responder à pergunta de pesquisa formulada.

    Quando escolher cada abordagem?

    A escolha entre revisão narrativa e revisão integrativa depende do objetivo e da pergunta de pesquisa do pesquisador. A revisão narrativa pode ser adequada para uma revisão ampla da pesquisa existente em uma área específica, especialmente nas áreas de humanidades e ciências sociais, onde a descrição da pesquisa existente é mais importante do que a síntese dos resultados.

    A revisão integrativa, por outro lado, é mais adequada para uma revisão sistemática e crítica da pesquisa existente em uma área específica. Isso é particularmente importante em áreas de saúde e ciências biomédicas, onde a análise sistemática dos resultados de diferentes estudos é importante para a tomada de decisões clínicas e de saúde pública.

    Conclusão

    A revisão narrativa e a revisão integrativa são abordagens diferentes para a revisão de literatura, cada uma com seus próprios objetivos, metodologias e abordagens. Enquanto a revisão narrativa é adequada para uma descrição ampla da pesquisa existente em uma área específica, a revisão integrativa é mais adequada para uma revisão sistemática e crítica da pesquisa existente em uma área específica.

    Ao escolher entre as duas abordagens, é importante considerar a pergunta de pesquisa e o objetivo do pesquisador. A escolha adequada da abordagem garantirá uma revisão de literatura de qualidade e relevante para a pesquisa em questão.

  • Exemplos e Modelos de Resultados Esperados ABNT

    Exemplos e Modelos de Resultados Esperados ABNT

    A seção de resultados esperados é essencial para seu TCC, pois mostra ao leitor o que você espera alcançar com sua pesquisa e quais são as contribuições e impactos esperados de seu estudo. É importante que os resultados esperados sejam coerentes com os objetivos e as hipóteses do seu trabalho, além de serem viáveis e realistas.

    Nesta página, você encontrará modelos de resultados esperados para diferentes tipos de estudos, bem como exemplos de como redigir essa seção de forma clara e objetiva. Esperamos que esses recursos o ajudem a escrever uma seção de resultados esperados forte e convincente para o seu TCC.

    Modelos e exemplos de Resultados Esperados no TCC

    Modelo de resultados esperados ABNT
    exemplo 2 de resultados esperados
    exemplo 3 de resultados no TCC
    resultados esperados exemplo em ABNT para TCC

    Como fazer os Resultados Esperados?

    1. Inicie a seção de resultados esperados com um título que descreva claramente o conteúdo que será apresentado. Por exemplo, “Resultados Esperados” ou “Contribuições Esperadas do Estudo”.
    2. Descreva sucintamente os objetivos e hipóteses do seu trabalho, destacando como eles são relevantes para a área de estudo.
    3. Liste os resultados esperados que você espera alcançar com sua pesquisa, em ordem de importância. Esses resultados devem ser coerentes com seus objetivos e hipóteses, e devem ser apresentados de forma clara e objetiva.
    4. Certifique-se de que seus resultados esperados sejam viáveis e realistas, levando em consideração os recursos disponíveis e o tempo necessário para executar o estudo.
    5. Se necessário, descreva como os resultados esperados contribuirão para a área de estudo e quais serão os impactos e benefícios esperados.
    6. Utilize referências bibliográficas para apoiar seus resultados esperados, indicando como eles se relacionam com pesquisas anteriores na área.
    7. Lembre-se de seguir as normas ABNT para elaborar a seção de resultados esperados, incluindo a formatação correta dos títulos, a numeração das seções e a referência bibliográfica adequada.
    8. Revise e edite sua seção de resultados esperados para garantir que ela esteja clara, concisa e coerente com o restante do seu TCC.
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