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  • Aplicativos para Estudar – Conheça os Melhores de 2024!

    Aplicativos para Estudar – Conheça os Melhores de 2024!

    Ei, pessoal!

    Quem nunca sentiu que precisava de uma ajudinha extra na hora dos estudos?

    Pois é, a tecnologia está aí para dar aquele empurrãozinho que faltava! Com a infinidade de aplicativos disponíveis, estudar nunca foi tão fácil e acessível.

    Neste artigo, vamos falar sobre os melhores aplicativos para estudar em 2024, que vão transformar a sua rotina de estudos em algo mais produtivo e até divertido. Vamos lá?

    Os melhores Aplicativos para estudar de 2024

    Sim, sabemos que existem dezenas deles nas lojas de apps, mas tentamos trazer os mais famosos e com mais downloads e avaliações positivas.

    app para estudos

    1. Duolingo: Aprenda Idiomas de Forma Divertida

    Se aprender um novo idioma está na sua lista de metas, o Duolingo é a escolha perfeita. Com uma abordagem gamificada, o aplicativo torna o aprendizado de línguas estrangeiras algo leve e divertido.

    Ele oferece lições diárias, desafios e recompensas, mantendo você motivado a cada passo. E o melhor, é totalmente gratuito!

    2. Khan Academy: Educação de Qualidade ao Alcance de Todos

    A Khan Academy é uma plataforma educacional que oferece cursos gratuitos sobre uma vasta gama de assuntos, desde matemática até ciências e história.

    Com vídeos explicativos, exercícios práticos e um sistema de progresso, você pode aprender no seu próprio ritmo e reforçar seus conhecimentos de maneira eficiente.

    Além disso, a Khan Academy também é uma ótima ferramenta para professores que querem complementar suas aulas.

    3. Evernote: Organize seus Estudos de Forma Eficiente

    Manter-se organizado é crucial para o sucesso nos estudos, e o Evernote é o aplicativo perfeito para isso. Com ele, você pode criar notas, listas de tarefas, armazenar artigos e até digitalizar documentos importantes.

    Tudo fica salvo na nuvem, acessível de qualquer dispositivo, o que significa que você nunca mais vai perder suas anotações.

    4. Forest: Foco e Produtividade

    Às vezes, a maior dificuldade nos estudos é manter o foco, e é aí que o Forest entra em ação. Este aplicativo usa uma abordagem única: você planta uma árvore virtual que cresce enquanto você estuda e permanece longe do celular.

    Se você sair do app, a árvore morre. É uma maneira divertida e visual de incentivar a concentração e reduzir o uso do smartphone durante os estudos.

    5. Quizlet: Memorização Eficiente

    O Quizlet é um aplicativo excelente para quem precisa memorizar informações rapidamente. Com ele, você pode criar cartões de estudo personalizados e acessar milhões de conjuntos de cartões já criados por outros usuários.

    É uma ferramenta poderosa para revisar matérias, aprender novos conceitos e até se preparar para provas importantes.

    6. Trello: Gerenciamento de Projetos Estudantis

    Se você trabalha em grupo ou tem vários projetos ao mesmo tempo, o Trello é indispensável. Com ele, você pode organizar tarefas, definir prazos e colaborar com seus colegas de forma simples e visual.

    Cada projeto pode ser dividido em cartões e quadros, facilitando o acompanhamento do progresso e a gestão do tempo.

    7. Google Keep: Notas Rápidas e Eficazes

    O Google Keep é perfeito para anotar ideias rápidas, lembretes e listas de tarefas. Integrado ao Google Drive, ele permite que você sincronize todas as suas notas em diversos dispositivos.

    Sua interface simples e funcionalidade de gravação de voz tornam o Google Keep uma ferramenta prática para estudantes que estão sempre em movimento.

    8. Wolfram Alpha: Assistente de Conhecimento Computacional

    Para quem está estudando matérias exatas, o Wolfram Alpha é um verdadeiro salvador. Esse aplicativo é um motor de conhecimento computacional que pode resolver problemas complexos de matemática, física, química e muito mais.

    Basta digitar a equação ou pergunta, e ele fornece a resposta detalhada com explicações passo a passo.

    9. Coursera: Cursos Online de Universidades Renomadas

    A Coursera oferece cursos online de diversas áreas, ministrados por professores de universidades renomadas ao redor do mundo.

    Se você quer expandir seus conhecimentos ou até mesmo obter certificações, a Coursera é uma excelente opção. Com opções gratuitas e pagas, você pode aprender no seu ritmo e conforme seu interesse.

    10. Lumosity: Treine seu Cérebro

    Por fim, manter a mente afiada é essencial para qualquer estudante, e o Lumosity oferece exercícios e jogos que estimulam diferentes áreas do cérebro. Com desafios diários, você pode melhorar sua memória, atenção e habilidades de resolução de problemas, tudo enquanto se diverte.

    Considerações finais

    Com essas dicas de aplicativos, estudar vai se tornar uma atividade muito mais eficiente e até prazerosa. Experimente esses apps e veja qual deles se encaixa melhor nas suas necessidades e estilo de aprendizado. 

    E aí, qual é o seu favorito? Conta pra gente nos comentários!

  • 55 Ideias de Temas para TCC sobre Terapias Holísticas

    Se você está no processo de escolher um tema para o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Terapias Holísticas, você veio ao lugar certo!

    A escolha de um tema relevante e interessante é essencial para garantir que seu trabalho não só atenda aos requisitos acadêmicos, mas também mantenha sua motivação e curiosidade ao longo do processo de pesquisa.

    Nesta página, você encontrará uma lista cuidadosamente elaborada com 55 temas de TCC que abrangem diversas áreas das terapias holísticas.

    Nossa intenção é inspirá-lo e ajudá-lo a identificar um tópico que seja não apenas interessante, mas também relevante e inovador.

    Estes temas foram selecionados para despertar a curiosidade da banca examinadora e abrir portas para futuras pesquisas e aplicações práticas.

    Aqui está nossa lista com 55 ideias de temas para TCC sobre Terapias Holísticas

    1. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento da Dor Crônica
    2. Aromaterapia: Benefícios e Aplicações Terapêuticas
    3. Terapias Holísticas no Tratamento de Ansiedade e Depressão
    4. Comparação entre Massoterapia e Acupuntura no Alívio da Dor Muscular
    5. O Impacto da Reflexologia Podal no Sistema Nervoso Central
    6. Uso da Quiropraxia no Tratamento de Lesões Desportivas
    7. Reiki: Uma Análise de Seus Benefícios Psicológicos e Físicos
    8. Terapia de Cristais: Eficácia e Aplicações Clínicas
    9. A Utilização de Técnicas de Meditação na Melhora da Qualidade de Vida
    10. Efeitos da Massoterapia em Pacientes com Fibromialgia
    11. A Importância da Nutrição Holística no Bem-Estar Geral
    12. O Papel da Homeopatia no Tratamento de Doenças Crônicas
    13. Benefícios da Acupuntura no Tratamento de Distúrbios do Sono
    14. A Prática do Tai Chi Chuan como Terapia Complementar
    15. A Aplicação da Fitoterapia no Controle da Ansiedade
    16. Efeitos da Massoterapia em Pacientes com Câncer
    17. Os Benefícios da Yoga Terapêutica na Redução do Estresse
    18. O Uso de Terapias Holísticas em Cuidados Paliativos
    19. Eficácia da Musicoterapia no Tratamento de Transtornos Mentais
    20. O Papel da Massoterapia na Recuperação Pós-Cirúrgica
    21. Comparação entre Terapias Holísticas e Medicina Tradicional
    22. Terapias Holísticas na Saúde da Mulher: Um Estudo de Caso
    23. A Influência da Terapia Floral de Bach na Saúde Emocional
    24. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Lesões Ocupacionais
    25. O Uso de Técnicas de Respiração na Gestão do Estresse
    26. Efeitos da Massoterapia em Atletas de Alto Rendimento
    27. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Artrite
    28. O Impacto das Terapias Holísticas na Qualidade do Sono
    29. A Eficácia da Massoterapia em Pacientes com Enxaqueca
    30. O Papel da Terapia Holística na Reabilitação Física
    31. Benefícios da Massoterapia para Gestantes
    32. Uso da Terapia Holística em Crianças com Transtornos do Espectro Autista
    33. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Distúrbios Gastrointestinais
    34. O Uso de Terapias Holísticas na Redução dos Efeitos Colaterais de Medicamentos
    35. A Importância do Toque Terapêutico na Recuperação de Pacientes Hospitalizados
    36. Comparação entre Técnicas de Massoterapia Sueca e Tailandesa
    37. O Impacto das Terapias Holísticas na Saúde Mental de Idosos
    38. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Doença de Parkinson
    39. A Aplicação da Massoterapia no Tratamento de Estresse Pós-Traumático
    40. O Papel da Terapia Holística na Prevenção de Doenças Cardiovasculares
    41. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Celulite e Gordura Localizada
    42. O Uso de Terapias Holísticas na Melhora do Sistema Imunológico
    43. A Importância da Massoterapia no Bem-Estar de Pacientes com HIV/AIDS
    44. O Impacto da Terapia Holística na Recuperação de Pacientes com AVC
    45. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Síndrome do Túnel do Carpo
    46. A Influência das Terapias Holísticas na Redução da Pressão Arterial
    47. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Doença de Alzheimer
    48. A Importância da Educação em Terapias Holísticas para Profissionais de Saúde
    49. O Uso de Técnicas Holísticas no Tratamento de Dependência Química
    50. A Eficácia da Massoterapia no Alívio de Sintomas de Menopausa
    51. Comparação entre Técnicas de Massoterapia e Osteopatia
    52. O Impacto das Terapias Holísticas na Recuperação de Lesões de Esportes Radicais
    53. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Síndrome de Ehlers-Danlos
    54. O Papel das Terapias Holísticas na Promoção da Saúde Infantil
    55. A Eficácia da Massoterapia na Redução de Sintomas de Tensão Pré-Menstrual (TPM)
  • 73 ideias de Temas para TCC sobre Educação Especial

    1. Inclusão Escolar de Alunos com Autismo: Estratégias eficazes para promover a inclusão de alunos com autismo nas escolas regulares.
    2. Adaptações Curriculares para Alunos com Deficiência Intelectual: Como desenvolver e implementar adaptações curriculares para atender às necessidades de alunos com deficiência intelectual.
    3. Tecnologias Assistivas na Educação Especial: O papel das tecnologias assistivas no apoio ao aprendizado e desenvolvimento de alunos com necessidades especiais.
    4. Ensino de Língua de Sinais nas Escolas: Importância e desafios do ensino de língua de sinais para alunos surdos nas escolas inclusivas.
    5. Educação Bilíngue para Surdos: Benefícios e estratégias de implementação da educação bilíngue para alunos surdos, combinando língua de sinais e língua escrita.
    6. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual na Educação Física: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com deficiência visual em aulas de educação física.
    7. Desenvolvimento de Habilidades Sociais em Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Intervenções e programas eficazes para desenvolver habilidades sociais em alunos com TEA.
    8. Apoio Psicopedagógico para Alunos com TDAH: Estratégias de intervenção psicopedagógica para alunos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
    9. Formação de Professores para a Educação Especial: Importância da formação continuada de professores para atender às necessidades de alunos com deficiência na sala de aula inclusiva.
    10. Avaliação Educacional para Alunos com Deficiência: Desafios e boas práticas na avaliação educacional de alunos com deficiência, incluindo adaptações de testes e instrumentos.
    11. Ensino de Matemática para Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias diferenciadas para o ensino de conceitos matemáticos a alunos com deficiência cognitiva.
    12. Literatura Infantil Inclusiva: Análise e seleção de livros infantis que promovem a inclusão de personagens com deficiência e diversidade.
    13. Inclusão de Alunos com Paralisia Cerebral na Educação Física Escolar: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com paralisia cerebral em atividades físicas na escola.
    14. Apoio às Famílias de Alunos com Deficiência: Programas e serviços de apoio às famílias de crianças com necessidades especiais, promovendo parceria entre escola e família.
    15. Tecnologias de Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA): Avaliação e uso de tecnologias de CAA para promover a comunicação de alunos com dificuldades de fala.
    16. Educação Sexual para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação sexual adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual.
    17. Acessibilidade Digital na Educação: Importância da acessibilidade digital na criação de materiais e recursos educacionais para alunos com deficiência.
    18. Educação Inclusiva e Multiculturalismo: Promoção da diversidade cultural na educação inclusiva, considerando as especificidades culturais dos alunos com deficiência.
    19. Atendimento Educacional Especializado (AEE): Papel e desafios do Atendimento Educacional Especializado no contexto da educação inclusiva.
    20. Desenvolvimento da Linguagem em Crianças com Síndrome de Down: Estratégias de estimulação da linguagem oral e escrita em crianças com síndrome de Down.
    21. Ensino de Ciências para Alunos com Deficiência Visual: Adaptações e recursos didáticos para promover o ensino de ciências a alunos com deficiência visual.
    22. Autodeterminação em Alunos com Deficiência: Promoção da autodeterminação e autonomia em alunos com deficiência, incentivando a participação ativa em seu próprio processo educacional.
    23. Ensino de Habilidades de Vida Diária para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de ensino de habilidades práticas e de vida independente para alunos com deficiência.
    24. Aprendizagem Cooperativa em Sala de Aula Inclusiva: Estratégias de aprendizagem cooperativa que promovem a participação e o envolvimento de todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência.
    25. Desenvolvimento da Leitura e Escrita em Alunos com Dislexia: Estratégias de intervenção para promover o desenvolvimento da leitura e escrita em alunos com dislexia.
    26. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades Musicais: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades musicais na escola.
    27. Educação Inclusiva e Gênero: Desafios e boas práticas na promoção da equidade de gênero na educação inclusiva, especialmente para alunos com deficiência.
    28. Apoio Psicossocial para Alunos com Deficiência: Importância do apoio psicossocial para o bem-estar emocional e social de alunos com deficiência na escola.
    29. Ensino de História para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Estratégias de ensino de história adaptadas às necessidades de alunos com TEA.
    30. Promoção da Autonomia em Alunos com Deficiência Física: Estratégias de promoção da independência e autonomia em alunos com deficiência física, incluindo o uso de tecnologias assistivas.
    31. Educação Ambiental Inclusiva: Desenvolvimento de programas de educação ambiental adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo a inclusão e o respeito ao meio ambiente.
    32. Atividades de Recreação Adaptada para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de atividades de recreação e lazer adaptadas às necessidades de alunos com deficiência, promovendo a inclusão e a socialização.
    33. Educação Sexual para Adolescentes com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação sexual adaptados às necessidades e características de adolescentes com deficiência.
    34. Atendimento Psicopedagógico a Alunos com Altas Habilidades/Superdotação: Estratégias de identificação e atendimento psicopedagógico a alunos com altas habilidades/superdotação na educação especial.
    35. Inclusão de Alunos com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH): Estratégias de apoio e adaptações para promover a inclusão de alunos com TDAH na sala de aula.
    36. Desenvolvimento da Criatividade em Alunos com Deficiência: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da criatividade em alunos com deficiência, promovendo sua expressão e autoestima.
    37. Educação Alimentar e Nutricional para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação alimentar e nutricional adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo hábitos saudáveis.
    38. Comunicação Alternativa para Alunos com Paralisia Cerebral: Estratégias e recursos de comunicação alternativa para promover a participação e a expressão de alunos com paralisia cerebral.
    39. Formação de Professores em Educação Especial: Desenvolvimento de programas de formação de professores em educação especial, capacitando-os para atender às necessidades de alunos com deficiência.
    40. Atendimento Educacional Especializado em Contexto Hospitalar: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a crianças e adolescentes hospitalizados.
    41. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Arte: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades artísticas na escola.
    42. Educação Financeira para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação financeira adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual, promovendo sua autonomia.
    43. Ensino de Geografia para Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias de ensino de geografia adaptadas às necessidades de alunos com deficiência cognitiva, promovendo sua compreensão do espaço geográfico.
    44. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Ciências: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades práticas de ciências na escola.
    45. Prevenção do Bullying contra Alunos com Deficiência: Estratégias de prevenção e combate ao bullying e discriminação contra alunos com deficiência na escola inclusiva.
    46. Educação Ambiental para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação ambiental adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual, promovendo sua conscientização e participação.
    47. Promoção da Saúde Mental em Alunos com Deficiência: Estratégias de promoção da saúde mental e bem-estar emocional de alunos com deficiência na escola inclusiva.
    48. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades de Teatro: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades teatrais na escola.
    49. Educação Inclusiva e Diversidade Sexual e de Gênero: Desenvolvimento de práticas inclusivas que promovam o respeito à diversidade sexual e de gênero na escola inclusiva.
    50. Desenvolvimento da Psicomotricidade em Alunos com Deficiência: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da psicomotricidade em alunos com deficiência, promovendo sua integração sensorial e motora.
    51. Atendimento Educacional Especializado em Contexto Prisional: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a pessoas com deficiência em contextos prisionais.
    52. Inclusão de Alunos com Deficiência Física em Atividades de Dança: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência física em atividades de dança na escola.
    53. Educação Alimentar e Nutricional para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Desenvolvimento de programas de educação alimentar e nutricional adaptados às necessidades de alunos com TEA.
    54. Desenvolvimento da Criatividade em Alunos com Deficiência Visual: Estratégias de estímulo à criatividade e expressão artística em alunos com deficiência visual, promovendo sua autonomia e autoexpressão.
    55. Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Altas Habilidades/Superdotação em Contexto Rural: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com altas habilidades/superdotação em contextos rurais.
    56. Inclusão de Alunos com Deficiência Intelectual em Atividades de Matemática: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com deficiência intelectual em atividades de matemática na escola.
    57. Educação para a Saúde Bucal em Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde bucal adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo sua saúde oral.
    58. Desenvolvimento da Compreensão de Leitura em Alunos com Dislexia: Estratégias de intervenção para promover o desenvolvimento da compreensão de leitura em alunos com dislexia.
    59. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Refugiados: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com deficiência em contextos de refugiados e migrantes.
    60. Inclusão de Alunos com Deficiência Física em Atividades de Educação Física Adaptada: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência física em atividades de educação física adaptada.
    61. Educação Financeira para Adolescentes com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação financeira adaptados às necessidades de adolescentes com deficiência intelectual, promovendo sua autonomia e independência.
    62. Desenvolvimento da Expressão Oral em Alunos com Deficiência Auditiva: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da expressão oral em alunos com deficiência auditiva, promovendo sua comunicação efetiva.
    63. Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Contexto Rural: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com TEA em contextos rurais.
    64. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Ciências: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades práticas de ciências na escola inclusiva.
    65. Educação para a Saúde Mental em Adolescentes com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde mental adaptados às necessidades de adolescentes com deficiência, promovendo seu bem-estar emocional.
    66. Desenvolvimento da Escrita em Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da escrita em alunos com deficiência cognitiva, promovendo sua expressão escrita.
    67. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Calamidades Naturais: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a pessoas com deficiência em contextos de calamidades naturais e desastres.
    68. Inclusão de Alunos com Deficiência Intelectual em Atividades de Arte: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência intelectual em atividades artísticas na escola inclusiva.
    69. Educação para a Saúde Sexual e Reprodutiva em Jovens com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde sexual e reprodutiva adaptados às necessidades de jovens com deficiência, promovendo sua autonomia e bem-estar.
    70. Desenvolvimento da Compreensão Matemática em Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Estratégias de ensino para promover a compreensão matemática em alunos com TEA, considerando suas características e necessidades específicas.
    71. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Violência Doméstica: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado a crianças e adolescentes com deficiência em contexto de violência doméstica.
    72. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades de Linguagem e Comunicação: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades de linguagem e comunicação na escola.
    73. Educação para a Saúde Alimentar em Crianças com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde alimentar adaptados às necessidades de crianças com deficiência intelectual, promovendo hábitos alimentares saudáveis.
  • Top 80 ideias de Temas para TCC sobre Análises Clínicas

    1. Avanços na Tecnologia de Diagnóstico por Imagem: Explorar as últimas inovações em tecnologias como ressonância magnética, tomografia computadorizada e ultrassonografia para diagnóstico clínico.
    2. Aplicações da Genômica em Análises Clínicas: Investigar como a genômica está sendo utilizada para personalizar diagnósticos e tratamentos em medicina clínica.
    3. Biossensores para Detecção de Biomarcadores: Analisar o uso de biossensores na detecção sensível e específica de biomarcadores para diagnóstico precoce de doenças.
    4. Metabolômica e Análises Clínicas: Explorar o papel da metabolômica na identificação de biomarcadores metabólicos para diagnóstico e monitoramento de doenças.
    5. Aplicações da Proteômica em Análises Clínicas: Investigar como a proteômica está sendo aplicada no estudo de biomarcadores de doenças e na descoberta de novos alvos terapêuticos.
    6. Bioinformática em Análises Clínicas: Explorar o uso de ferramentas e técnicas bioinformáticas para análise de dados em estudos clínicos e pesquisa translacional.
    7. Técnicas Avançadas de Microscopia em Análises Clínicas: Analisar técnicas avançadas de microscopia, como microscopia de super-resolução e microscopia de fluorescência, em diagnóstico clínico.
    8. Testes Genéticos Preditivos: Investigar os benefícios e desafios dos testes genéticos preditivos para prevenção e tratamento de doenças hereditárias.
    9. Aplicações da Inteligência Artificial em Análises Clínicas: Explorar como algoritmos de inteligência artificial estão sendo usados para análise de dados clínicos e tomada de decisão médica.
    10. Farmacogenômica e Personalização de Tratamentos: Analisar como a farmacogenômica está sendo utilizada para personalizar tratamentos farmacológicos com base no perfil genético do paciente.
    11. Biobancos e Pesquisa Clínica: Investigar o papel dos biobancos na coleta e armazenamento de amostras biológicas para pesquisa clínica e desenvolvimento de biomarcadores.
    12. Diagnóstico Molecular de Doenças Infecciosas: Explorar técnicas moleculares avançadas para diagnóstico rápido e preciso de doenças infecciosas.
    13. Monitoramento de Terapias Biológicas: Analisar métodos de monitoramento de terapias biológicas, como imunoterapia e terapia gênica, em pacientes com doenças crônicas.
    14. Microbioma Humano e Saúde: Investigar a influência do microbioma humano na saúde e nas doenças, e suas aplicações potenciais em diagnóstico e tratamento.
    15. Análise de Biomarcadores em Câncer: Explorar os biomarcadores utilizados no diagnóstico, prognóstico e monitoramento de tratamento em pacientes com câncer.
    16. Farmacovigilância e Segurança de Medicamentos: Analisar métodos de farmacovigilância para monitoramento da segurança de medicamentos em populações de pacientes.
    17. Detecção de Resistência Antimicrobiana: Investigar métodos de detecção rápida e precisa de resistência antimicrobiana em microrganismos patogênicos.
    18. Telemedicina em Análises Clínicas: Explorar o uso da telemedicina para consultas médicas remotas, diagnóstico de imagem e monitoramento de pacientes.
    19. Terapia Celular e Medicina Regenerativa: Analisar o papel da terapia celular e da medicina regenerativa no tratamento de doenças crônicas e lesões teciduais.
    20. Testes de Toxicologia Clínica: Investigar métodos de análise toxicológica para detecção de drogas e toxinas em amostras biológicas.
    21. Diagnóstico Prenatal Não Invasivo: Explorar as técnicas de diagnóstico pré-natal não invasivo para detecção de anomalias cromossômicas e genéticas.
    22. Aplicações da Nanotecnologia em Análises Clínicas: Analisar como a nanotecnologia está sendo aplicada no desenvolvimento de dispositivos e biossensores para diagnóstico clínico.
    23. Marcadores Cardíacos em Doenças Cardiovasculares: Investigar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças cardiovasculares.
    24. Diagnóstico de Doenças Autoimunes: Explorar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes, incluindo testes de autoanticorpos e marcadores imunológicos.
    25. Análise de Ácidos Nucleicos Circulantes: Analisar o potencial diagnóstico dos ácidos nucleicos circulantes, como DNA e RNA, em doenças malignas e não malignas.
    26. Validação de Métodos Analíticos em Análises Clínicas: Investigar os processos de validação de métodos analíticos utilizados em laboratórios clínicos para garantir a precisão e a confiabilidade dos resultados.
    27. Aplicações da Espectrometria de Massa em Análises Clínicas: Explorar as aplicações da espectrometria de massa em diagnóstico clínico, proteômica e metabolômica.
    28. Monitoramento de Biomarcadores Cardíacos em Atletas: Analisar o uso de biomarcadores cardíacos para monitorar a saúde cardiovascular de atletas de alto desempenho.
    29. Análise de Fluidos Biológicos em Doenças Renais: Investigar métodos de análise de fluidos biológicos, como urina e sangue, para diagnóstico e monitoramento de doenças renais.
    30. Marcadores Inflamatórios em Doenças Crônicas: Explorar o papel dos marcadores inflamatórios na patogênese e no prognóstico de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares.
    31. Diagnóstico Molecular de Doenças Neurodegenerativas: Analisar métodos moleculares de diagnóstico e biomarcadores em doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
    32. Análise de Hemostasia e Coagulação Sanguínea: Investigar métodos de análise da hemostasia e da coagulação sanguínea em distúrbios hemorrágicos e trombóticos.
    33. Aplicações da Citometria de Fluxo em Análises Clínicas: Explorar as aplicações da citometria de fluxo em imunologia, hematologia e oncologia para análise de células e biomarcadores.
    34. Diagnóstico de Doenças Respiratórias por Imagem: Analisar métodos de diagnóstico por imagem em doenças respiratórias, como radiografia, tomografia e ressonância magnética.
    35. Marcadores Bioquímicos em Doenças Hepáticas: Investigar biomarcadores bioquímicos utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças hepáticas, como cirrose e hepatite.
    36. Análise de Biomarcadores em Doenças Reumáticas: Explorar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças reumáticas, como artrite reumatoide e lúpus.
    37. Diagnóstico de Doenças Parasitárias: Analisar métodos de diagnóstico de doenças parasitárias, incluindo microscopia, testes imunológicos e técnicas moleculares.
    38. Aplicações da Biologia Molecular em Análises Clínicas: Investigar técnicas de biologia molecular, como PCR e sequenciamento de DNA, em diagnóstico clínico e pesquisa biomédica.
    39. Marcadores Tumorais em Câncer de Mama: Explorar os marcadores tumorais utilizados no diagnóstico e monitoramento do câncer de mama, como CA 15-3 e CA 27.29.
    40. Análise de Hemoglobinopatias e Talassemias: Analisar métodos de análise de hemoglobinas anormais e talassemias em doenças hematológicas hereditárias.
    41. Diagnóstico de Infecções Virais Emergentes: Investigar métodos de diagnóstico de infecções virais emergentes, como Zika, Ebola e COVID-19.
    42. Marcadores Hormonais em Distúrbios Endócrinos: Explorar os marcadores hormonais utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios endócrinos, como diabetes e hipotireoidismo.
    43. Análise de Polimorfismos Genéticos em Farmacogenética: Analisar polimorfismos genéticos associados à resposta individual a medicamentos e sua aplicação em farmacogenética.
    44. Diagnóstico de Doenças Neurológicas por Neuroimagem: Investigar métodos de neuroimagem utilizados no diagnóstico de doenças neurológicas, como ressonância magnética e PET.
    45. Marcadores de Estresse Oxidativo em Doenças Crônicas: Explorar os marcadores de estresse oxidativo utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer.
    46. Análise de Biomarcadores em Transtornos Psiquiátricos: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e tratamento de transtornos psiquiátricos, como depressão e esquizofrenia.
    47. Diagnóstico de Doenças Autoinflamatórias por Genética: Investigar métodos de diagnóstico molecular em doenças autoinflamatórias, como febre familiar do Mediterrâneo e síndrome de Behçet.
    48. Marcadores de Lesão Cardíaca em Medicina Esportiva: Explorar os marcadores de lesão cardíaca utilizados na avaliação de atletas de alto desempenho e na prevenção de eventos cardíacos.
    49. Análise de Biomarcadores em Envelhecimento Saudável: Analisar os biomarcadores utilizados na avaliação do envelhecimento saudável e na prevenção de doenças relacionadas à idade.
    50. Diagnóstico de Doenças Autoimunes por Autoanticorpos: Investigar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes por detecção de autoanticorpos específicos, como ANA e anti-CCP.
    51. Marcadores de Inflamação em Doenças Metabólicas: Explorar os marcadores de inflamação utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças metabólicas, como obesidade e síndrome metabólica.
    52. Análise de Biomarcadores em Doenças Oftalmológicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e tratamento de doenças oftalmológicas, como degeneração macular e glaucoma.
    53. Diagnóstico de Doenças Genéticas por Sequenciamento: Investigar métodos de diagnóstico de doenças genéticas por sequenciamento de nova geração (NGS) e suas aplicações clínicas.
    54. Marcadores de Lesão Renal em Doenças Sistêmicas: Explorar os marcadores de lesão renal utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças sistêmicas, como lúpus e esclerose sistêmica.
    55. Análise de Biomarcadores em Doenças Inflamatórias Intestinais: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn e colite ulcerativa.
    56. Diagnóstico de Doenças Hematológicas por Citometria de Fluxo: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hematológicas por citometria de fluxo e sua importância clínica.
    57. Marcadores de Resposta ao Tratamento em Câncer: Explorar os marcadores utilizados para prever a resposta ao tratamento em pacientes com câncer, incluindo marcadores genéticos e moleculares.
    58. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes Sistêmicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes sistêmicas, como lupus eritematoso sistêmico e esclerose múltipla.
    59. Diagnóstico de Doenças Hereditárias por Sequenciamento de Exoma: Investigar o uso do sequenciamento de exoma para diagnóstico de doenças hereditárias e sua aplicação clínica.
    60. Marcadores de Lesão Hepática em Hepatites Virais: Explorar os marcadores de lesão hepática utilizados no diagnóstico e monitoramento de hepatites virais, como ALT e AST.
    61. Análise de Biomarcadores em Doenças Cardiovasculares: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças cardiovasculares, como troponina e BNP.
    62. Diagnóstico de Doenças Neuromusculares por Eletromiografia: Investigar métodos de diagnóstico de doenças neuromusculares por eletromiografia e sua importância clínica.
    63. Marcadores de Lesão Muscular em Atletas de Resistência: Explorar os marcadores de lesão muscular utilizados na avaliação do dano muscular em atletas de resistência.
    64. Análise de Biomarcadores em Doenças Pulmonares: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças pulmonares, como D-dímero e surfactante.
    65. Diagnóstico de Doenças Hematológicas por Imunofenotipagem: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hematológicas por imunofenotipagem e sua aplicação clínica.
    66. Marcadores de Progressão de Doença em Esclerose Múltipla: Explorar os marcadores utilizados para prever a progressão da doença em pacientes com esclerose múltipla.
    67. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes da Tireoide: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes da tireoide, como TPO e Tg.
    68. Diagnóstico de Doenças Cardíacas Congênitas por Ecocardiografia: Investigar métodos de diagnóstico de doenças cardíacas congênitas por ecocardiografia fetal e sua importância clínica.
    69. Marcadores de Estresse Oxidativo em Doenças Neurodegenerativas: Explorar os marcadores de estresse oxidativo utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
    70. Análise de Biomarcadores em Doenças Renais Crônicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças renais crônicas, como creatinina e albumina.
    71. Diagnóstico de Doenças Neurometabólicas por Espectrometria de Massa: Investigar métodos de diagnóstico de doenças neurometabólicas por espectrometria de massa e sua aplicação clínica.
    72. Marcadores de Inflamação em Doenças Respiratórias Crônicas: Explorar os marcadores de inflamação utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC.
    73. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes do Sistema Nervoso: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes do sistema nervoso, como esclerose múltipla e miastenia gravis.
    74. Diagnóstico de Doenças Hemorrágicas por Coagulograma: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hemorrágicas por coagulograma e sua importância clínica.
    75. Marcadores de Progressão de Doença em Artrite Reumatoide: Explorar os marcadores utilizados para prever a progressão da doença em pacientes com artrite reumatoide.
    76. Análise de Biomarcadores em Distúrbios do Sono: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios do sono, como apneia obstrutiva do sono e insônia.
    77. Diagnóstico de Doenças Autoimunes Sistêmicas por Autoanticorpos: Investigar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes sistêmicas por detecção de autoanticorpos específicos, como ANA e anti-dsDNA.
    78. Marcadores de Lesão Cardíaca em Doença Renal Crônica: Explorar os marcadores de lesão cardíaca utilizados no diagnóstico e monitoramento de doença renal crônica.
    79. Análise de Biomarcadores em Distúrbios do Neurodesenvolvimento: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios do neurodesenvolvimento, como autismo e TDAH.
    80. Diagnóstico de Doenças Pulmonares por Espirometria: Investigar métodos de diagnóstico de doenças pulmonares por espirometria e sua importância clínica.
  • Espaçamento entre linhas ABNT: 1,25 | 1,5 | não erre mais

    Espaçamento entre linhas ABNT: 1,25 | 1,5 | não erre mais

    As Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) especificam todas as regras aplicadas ao conteúdo obrigatório e a formatação exigida para a apresentação de um trabalho acadêmico. Isso também incluir as regras sobre espaçamento entre linhas ao formatar os parágrafos do texto.

    Neste post, falaremos em detalhes o que é espaçamento entre linhas, para que serve, como ele é aplicado de acordo com as Normas ABNT e muito mais. Confira tudo isso a seguir!

    O que diz a ABNT sobre espaçamento entre linhas:

    • Abstract: 1,5 linhas
    • Elementos pré-textuais não obrigatórios: 1,5 linhas
    • Corpo de Texto: 1,5 linhas
    • Marcadores: 1,5 linhas
    • Referências Bibliográficas: espaçamento simples

    De acordo com a NBR 14724 de formatação, todo texto deve ser digitado ou datilografado com espaçamento de 1,5 entre as linhas, com exceção das citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e tabelas, bem como da seção de natureza do trabalho (incluindo tipo, objetivo, nome da instituição e área de concentração), que devem ser realizadas com um espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco.

    Ao longo do artigo vamos ensinar a criar esses espaçamentos utilizando o Word.

    O que é espaçamento entre linhas ABNT?

    É o tipo de formatação que especifica o espaço entre as linhas de um parágrafo. O espaçamento entre linhas pode ser aplicado em qualquer documento online considerando o padrão adotado por cada editor de texto.

    Os espaçamentos mais comuns são: simples, 1,25 cm, 1,5 e duplo. Além desses espaçamentos, é possível adicionar espaço antes ou depois de cada parágrafo. Essas formatações são tidas como padrões em muitos editores de texto, sendo alguns deles: Word, Documentos Google, Pages Apple, Libreoffice, entre outros.

    Quando o assunto é espaçamento entre linhas ABNT, estamos nos referindo ao espaçamento entre linhas exigido pelas Normas ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos.

    É importante que você saiba que dependendo do tipo de trabalho e das regras instituídas pela instituição de ensino, a formatação poderá variar um pouco. Porém, é importante que você saiba o básico dessas normas para formatar trabalhos acadêmicos corretamente.

    espaçamento entre linhas ABNT no word
    Veja como fazer espaçamento entre linhas no Word

    Para que serve o espaçamento entre linhas?

    Esse tipo de formatação tem como objetivo garantir que o texto fique facilmente legível. Sem espaçamento, os parágrafos se misturam e fica difícil compreender onde começa ou termina um parágrafo. Já os espaçamentos maiores também deixam a leitura mais complicada.

    Por isso existe a regra de espaçamento entre linhas para cada tipo de formatação do trabalho acadêmico. Afinal, é de extrema importância que a banca examinadora consiga ler facilmente o trabalho entregue pelo aluno. Sem contar que é importante que todos os trabalhos entregues sigam um padrão.

    Publicado por infonormas | por Jéssica Cavalcanti

    Como aplicar o espaçamento entre linhas?

    A forma como você irá formatar o espaçamento entre linhas no seu texto varia de acordo com o editor de texto utilizado. Mas no geral, você deverá selecionar o trecho do texto que pretende aplicar a formatação e clicar no botão “espaçamento entre linhas”. Feito isso, basta selecionar a opção de espaçamento desejada ou personalizar o espaçamento como quiser.

    Para formatação de trabalhos acadêmicos, é necessário seguir as recomendações dadas pelas Normas Técnicas ao aplicar o espaçamento entre linhas. Caso você queira aplicar o espaçamento em todo o conteúdo do trabalho, aperte CTRL + T e depois vá até o botão de “espaçamento entre linhas”, como mencionado anteriormente.

    local para definir espaçamento entre linhas no word
    Local para definir altura do parágrafo e espaço entre linhas no word
    Configurações de margens, parágrafos e espaços no word

    Espaçamento entre linhas ABNT

    De acordo com as Normas Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, há algumas exigências em relação ao espaçamento entre linhas para formatação de trabalhos acadêmicos. A formatação exigida segue as regras que apresentaremos a seguir:

    • Parágrafos: 1,5
    • Citação direta longa: simples
    • Referências: duplo

    Isso significa que você deve aplicar esses espaçamentos de acordo com cada elemento do texto. Para formatação do corpo do texto, que é a grande parte do seu trabalho, é preciso aplicar o espaçamento de 1,5. Não é necessário aplicar nenhum espaçamento extra antes ou depois dos parágrafos.

    Já no caso da citação direta longa, que é quando você menciona um trecho maior que 4 linhas idêntico à obra original, é fundamental aplicar espaçamento simples para identificar esse parágrafo ao longo do trabalho acadêmico.

    Por fim, o último elemento que exige um padrão específico de espaçamento é a página de referências bibliográficas. Nesta página, você deverá aplicar espaçamento duplo em todos os itens mencionados nas referências bibliográficas.

    Passo a passo para formatar um trabalho acadêmico

    A formatação do trabalho acadêmico é uma das etapas que mais exigem pesquisa e dedicação do estudante, já que as normas consistem em diversas regras específicas para a formatação. Para te ajudar nesta importante tarefa, criamos um passo a passo que você poderá usar até concluir a formatação do seu trabalho de acordo com a norma exigida.

    1. Conheça a norma

    Nem sempre a ABNT será exigida para a formatação do trabalho acadêmico. Há outras normas que também são comuns no Brasil, como a APA, Vancouver, entre outras. É importante que você saiba qual norma a sua instituição de ensino exige e aprenda detalhes sobre ela.

    Também é importante que você saiba que algumas instituições exigem ABNT, porém, especificam determinadas formatações para alguns trechos do trabalho, como o tipo de fonte, tamanho, entre outras formatações.

    2. Faça por etapas

    É comum que os estudantes deixem a formatação para o final do trabalho. Porém, se você está em um daqueles dias que não está conseguindo produzir algo interessante para o trabalho, vá para a formatação. Você não precisa concluir a formatação em um único dia, mas é importante que você já comece a elaborar a formatação do trabalho ao longo da criação do conteúdo.

    Páginas como sumário só devem ser formatadas ao término do trabalho. Mas a capa, contra capa, e até a formatação de alguns capítulos do trabalho acadêmico podem ser feitas conforme você vai elaborando o conteúdo. O mais importante é não deixar a formatação para a última hora, pois, assim você evita que algo fique fora dos padrões exigidos pela ABNT ou pela norma vigente.

    3. Use a tecnologia

    Tratando-se de editores de texto, há diversos programas e aplicações tecnológicas que auxiliam na formatação de todo tipo de conteúdo. Então, se você está com dúvidas em relação a formatação do seu trabalho ou mesmo deseja automatizar essa etapa, basta utilizar a tecnologia a seu favor.

    O Monografis é um exemplo de tecnologia que auxilia na edição de trabalhos acadêmicos. Além disso, editores de texto como o Word costumam ter ferramentas bem completas para a formatação de trabalhos acadêmicos. Basta conhecer um pouco o editor utilizado para elaborar o trabalho e colocar em prática todas as suas funcionalidades na edição do seu projeto acadêmico. E por fim, peça ajuda caso tenha dúvida em relação a formatação do seu trabalho. Tanto o seu professor orientador quanto pessoas que já escreveram um trabalho acadêmico poderão te ajudar com a formatação.

    Fontes consultadas:

    • NBR 6023/2018: Informação e documentação — Referências — Elaboração
    • NBR 6027/2012: Informação e documentação — Sumário — Apresentação
    • NBR 6028/2003: Informação e documentação – Resumo – Apresentação
    • NBR 10520/2002: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação
    • NBR 14724/2014: Informação e documentação -Trabalhos acadêmicos – Apresentação
  • Como fazer um pré-projeto para o meu mestrado?

    O pré-projeto para ingressar em um programa de mestrado é um passo crucial na jornada acadêmica de qualquer estudante. Essa etapa permite ao candidato demonstrar suas habilidades de pesquisa, capacidade de formular uma questão relevante e alinhar-se aos interesses do programa. Neste artigo, discutiremos passo a passo como elaborar um pré-projeto de mestrado de forma estruturada e eficiente.

    uma pessoa ao fundo desfocada e alguns livros sobre a mesa

    1. Você precisa escolher a temática e o problema a ser solucionado com a sua pesquisa

    Escolher uma temática específica é o primeiro passo para o desenvolvimento do seu pré-projeto de mestrado. Identifique uma área de interesse (maior afinidade) que se alinhe às suas habilidades e motivações acadêmicas. Em seguida, elabore uma problematização com clareza e objetiva, que ressalte a relevância do tema escolhido e os possíveis impactos da pesquisa.

    2. Fique atento ao que é pedido no seu edital ou pelo orientador

    O edital do programa de mestrado geralmente apresenta informações cruciais sobre os requisitos e etapas do pré-projeto. Certifique-se de seguir todas as orientações fornecidas, como o formato de entrega, prazos e elementos específicos exigidos pela instituição.

    Obs.: sempre esteja em contato com o seu orientador(a) para esclarecer suas dúvidas.

    3. Tenha em mente que o seu pré-projeto precisa estar de acordo com o seu programa de mestrado

    Demonstrar alinhamento entre o pré-projeto e o programa de mestrado é fundamental para mostrar seu interesse e adequação ao curso. Pesquise detalhadamente o programa e busque conectar seus objetivos acadêmicos com as linhas de pesquisa e professores da instituição.

    Fonte: Revista Científica Núcleo do Conhecimento

    4. Escolha fontes de pesquisas confiáveis e de alta relevância

    Realizar uma revisão bibliográfica sólida é essencial para embasar o pré-projeto de mestrado. Busque por fontes confiáveis, artigos científicos, livros e pesquisas acadêmicas que sejam relevantes para a temática proposta.

    5. Sempre questione o problema levantado

    Formular perguntas chave sobre o problema levantado auxilia no direcionamento da pesquisa. Questione as lacunas existentes no conhecimento atual e como sua pesquisa pode contribuir para o avanço do campo.

    6. Crie um cronograma e esteja sempre atento(a) aos prazos estabelecidos

    Elaborar um cronograma é crucial para planejar e organizar as etapas da pesquisa. Divida o projeto em fases, estabelecendo prazos realistas para a conclusão de cada etapa. Isso demonstrará seu comprometimento e capacidade de gerenciar o tempo de forma eficiente.

    7. Levantar hipóteses e identificar lacunas no projeto é fundamental

    Formular hipóteses é uma maneira de propor soluções para as questões levantadas. Além disso, identifique possíveis lacunas no pré-projeto e como pretende abordá-las durante a pesquisa.

    8. Seja sempre original, claro e evite plágios e cópias no seu trabalho

    A clareza na escrita é fundamental para transmitir suas ideias de forma efetiva. Além disso, busque ser original e apresentar uma abordagem inovadora em relação ao tema escolhido.

    9. Se atente para a documentação exigida no seu edital

    Certifique-se de reunir toda a documentação necessária para a candidatura, como currículo, histórico acadêmico, carta de intenções, entre outros. O pré-projeto de mestrado deve estar em conformidade com as orientações do edital e ser entregue dentro do prazo estabelecido.

    10. Escolha os seus objetivos gerais e específicos

    Os objetivos gerais representam o propósito da pesquisa, enquanto os objetivos específicos delimitam as metas a serem alcançadas. Definir claramente esses objetivos é essencial para demonstrar a relevância e o foco da pesquisa.

    11. Mantenha o seu pré-projeto sempre dentro das normas da ABNT (ou a exigida no edital)

    Garantir a aplicação correta das normas da ABNT é importante para a apresentação formal do pré-projeto. Isso inclui a formatação do texto, citações, referências e elementos textuais.

    12. Fique atento aos elementos obrigatórios de um pré-projeto de mestrado (leia no seu edital)

    Os elementos pré-textuais incluem a capa, folha de rosto, resumo, sumário e lista de ilustrações (se houver). Os elementos pós-textuais compreendem as referências bibliográficas, anexos e apêndices.

    Abaixo estão listados os elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais obrigatórios em um pré-projeto de mestrado, com as respectivas normas da ABNT:

    Elementos Pré-Textuais:

    1. Capa: Não possui numeração. Deve conter o nome da instituição, título do pré-projeto, nome do autor, local e ano de apresentação.
    2. Folha de Rosto: Não possui numeração. Contém os mesmos elementos da capa, acrescido do nome do orientador e a natureza do trabalho (Pré-projeto de Mestrado).
    3. Resumo: Deve apresentar um resumo conciso do pré-projeto, com no máximo 500 palavras. Deve incluir objetivo, metodologia e principais resultados esperados.
    4. Sumário: Lista os títulos e subtítulos das seções do pré-projeto, com indicação das páginas correspondentes.

    Elementos Textuais:

    1. Introdução: Apresenta o tema, a problematização, os objetivos e a justificativa do pré-projeto.
    2. Revisão Bibliográfica: Apresenta a fundamentação teórica e revisão de estudos relevantes sobre o tema.
    3. Metodologia: Descreve a abordagem de pesquisa, procedimentos, instrumentos e análise de dados.
    4. Cronograma: Detalha o plano de atividades e a distribuição do tempo para a execução do pré-projeto.
    5. Referências: Lista as fontes consultadas durante a elaboração do pré-projeto, seguindo as normas da ABNT (NBR 6023).

    Elementos Pós-Textuais:

    1. Anexos: Documentos adicionais que complementam o pré-projeto, como questionários, tabelas, gráficos, entre outros.
    2. Apêndices: Informações complementares que enriquecem o pré-projeto, mas não são essenciais para sua compreensão.

    Lembrando que as normas da ABNT podem variar ao longo do tempo, é importante sempre verificar a versão mais atualizada das normas para garantir a formatação correta dos elementos do pré-projeto de mestrado. Além disso, algumas instituições podem ter requisitos específicos, por isso, é sempre recomendável consultar as diretrizes da instituição onde o pré-projeto será apresentado.

    Exemplos e modelos de pré-projeto de mestrado

    Fontes de pesquisa:

  • Veja como Referenciar Imagens no TCC seguindo a ABNT

    Veja como Referenciar Imagens no TCC seguindo a ABNT

    Descubra como referenciar imagens e gráficos no seu trabalho acadêmico!

    É muito comum a inclusão de imagens, tabelas e gráficos em um trabalho acadêmico, principalmente no TCC. Para isso é necessário seguir o conjunto de regras e normas da ABNT. Entenda abaixo como inserir e referenciar corretamente qualquer imagem no seu trabalho acadêmico.

    Inserindo imagens no seu trabalho acadêmico

    Assim como as fontes possuem regras e toda uma estrutura que precisa ser seguida, as imagens também seguem essa linha. Não insira as imagens em qualquer tamanho e de qualquer forma. Confira as dicas abaixo para entender como trabalhar com as imagens de acordo com as regras e normas da ABNT:

    • Todas as ilustrações precisam ser referenciadas;
    • Toda e qualquer imagem no texto precisa de uma legenda, inclusive se forem de autoria própria;
    • A legenda deve ser em fonte tamanho 10;
    • Centralize as imagens, títulos, fontes e legendas.
    • Tabelas, Gráficos e Imagens no TCC
    lista de imagens TCC

    Entenda melhor a diferença entre as figuras

    As regras da ABNT diferem um pouco quando se tratam de tipos diferentes de figura. Primeiramente, entenda que de acordo com as normas da ABNT são consideradas figuras, os desenhos, mapas, fotografias, diagramas, esquemas, fórmulas, etc.

    A ABNT também divide as figuras entre quadro e tabela: O quadro geralmente expressa dados qualitativos, é fechado e formados por linhas horizontais. Enquanto tabelas são formadas por linhas verticais, são abertas e expressam dados quantitativos.

    Os quadros são considerados como ilustrações, podendo ser apresentados nessa categoria em seu TCC. Tabelas devem ser organizadas em sua própria seção. Como usar Imagens e Figuras no seu TCC seguindo as normas ABNT

    Como referenciar quadros em seu trabalho acadêmico?

    Seguindo as normas da ABNT, para referenciar imagens no trabalho acadêmico, você deve:

    • Inserir legenda acima da imagem;
    • Inserir o tipo de figura em seguida (fotografia, desenho, ilustração, fluxograma, etc);
    • O número da imagem, conforme a organização do trabalho;
    • Identificar a fonte da imagem, logo abaixo da figura, independente da autoria;
    • Tudo deve ser feito na parte inferior com fonte 10, estilo regular e o mesmo espaçamento textual do restante do trabalho (o padrão da ABNT);
    • A parte superior deve ter a fonte tamanho 12.
    exemplo imagem TCC

    Como referenciar tabelas em seu trabalho acadêmico?

    O padrão de referenciação das tabelas é o mesmo seguido para o de identificação de quadros. Escreva a legenda e o tipo de imagem em cima e a fonte em baixo. Sempre seguindo o padrão de fonte e espaçamento da ABNT, mas com tamanho 10.

    Elementos não obrigatórios

    Existem elementos que não são obrigatórios em seu trabalho acadêmico, mas que podem torná-lo muito mais organizado e estético, como a criação de listas. Entenda abaixo como inseri-las no seu trabalho acadêmico:

    • A lista de figuras deve ser feita considerando a ordem das imagens no trabalho acadêmico;
    • Escreva “Figura 1”, um travessão e em seguida o título da imagem (da mesma maneira que aparece no desenvolvimento do trabalho acadêmico);
    • Coloque o número da página em que a imagem aparece;
    • Se o título for muito curto, complete o restante do espaço com reticências até chegar ao fim, da mesma forma que no sumário;
    • A lista de tabelas segue exatamente o mesmo modelo, mas deve ser feita separadamente da lista de quadros;
    • As listas são elementos pré-textuais, vindo depois do sumário e antes da introdução (se o seu TCC possuir prefácio, a lista de figuras deve vir antes);
    • Você pode organizar uma lista individual para cada tipo de figura (uma lista para gráficas, uma para fotografias, uma para ilustrações, etc).

    Referências bibliográficas e as imagens

    As imagens também precisam ser citadas nas referências bibliográficas. O processo não é muito complicado, basta introduzir o título da imagem e inserir todas as informações pertinentes ao desenvolvimento do trabalho.

    Se o horário em que a imagem foi visualizada ou inserida no trabalho for pertinente ao desenvolvimento do projeto acadêmico, isso precisa estar nas referências bibliográficas, caso contrário, não preencha a bibliografia com dados desnecessários.

    Lembrando que é obrigatório a legenda (descrição da imagem como no desenvolvimento e lista, caso tenha inserido) a fonte e o autor.

    *Vídeo do Professor Ivan Guedes

    Dicas gerais para gerenciar imagens no trabalho acadêmico

    Agora que você já entendeu como referenciar imagens no TCC, de acordo com as regras e normas da ABNT, ainda existem algumas dicas importantes para que seu trabalho não fique desorganizado e mal estruturado esteticamente. Confira abaixo:

    • Insira imagens com qualidade, sempre que possível, mesmo que se tratem de fotografias antigas ou algo do tipo. O quesito visual fala muito alto em qualquer trabalho acadêmico, sendo que alguns cursos podem exigir isso mais do que outros;
    • Coloque imagens coloridas. Nem pense em colocar imagens em preto e branco, principalmente em gráficos e tabelas. Pode acabar transformando tudo em uma bagunça, pois se torna difícil de entender. Não cometa a gafe de colocar um gráfico de pizza, que utiliza cores, em preto e branco, por exemplo;
    • O excesso de imagens pode desestruturar o desenvolvimento do trabalho e acabar com o foco;
    • A ausência de imagens pode deixar o trabalho extremamente carregado e sem pausas, o que tornaria uma leitura difícil. Mesmo em ocasiões mais teóricas e com muita escrita, utilize imagens sempre que possível;
    • Os gráficos, fluxogramas, tabelas, devem ser de fontes confiáveis e terem embasamento, estando dentro do contexto do trabalho. Não insira imagens simplesmente por inserir;
    • Apontar para as fontes e autores, além de ser uma norma da ABNT, pode evitar contendas judiciais, principalmente quando se trata de algo artístico. Certifique-se de tornar isso a sua prioridade ao referenciar imagens e gráficos;
    • Sempre confira toda a questão do espaçamento e organização antes de imprimir. Muitas vezes por pequenos erros a imagem pode sair na página errada, é preciso gerenciar imagens no trabalho acadêmico;
    • Não comprometa a estética do trabalho com grandes espaços em branco. Organize o tamanho das imagens e os textos de acordo com a ABNT, mas se preciso, reorganize parágrafos para que as imagens fiquem de acordo.

    Não fique com dúvidas sobre seu trabalho acadêmico

    Se informe sobre as normas da ABNT, não apenas para entender como referenciar imagens no trabalho acadêmico, mas sobre qualquer aspecto do seu projeto em que você não tenha segurança, principalmente se tratando de um TCC.

    Confira todas as dicas que você precisa no site Projeto Acadêmico para não ter dúvidas sobre seu trabalho e fazer o TCC perfeito.

    Referências bibliográficas:

  • NBR 6023 da ABNT, formatação de referências bibliográficas

    NBR 6023 da ABNT, formatação de referências bibliográficas

    Você sabia que as regras e normas da ABNT estão sempre em mudança? Entenda o que mudou com a NBR 6023.

    É comum que, ao entrar no universo acadêmico, os novos universitários tenham dificuldades com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) em seus trabalhos, além de outros termos como a NBR. Nesse artigo você entenderá todos esses termos e como aplicá-los em seus trabalhos acadêmicos com eficácia.

    Entendendo o que é a ABNT

    A maioria dos estudantes universitários já a conhecem. A Associação Brasileira de Normas técnicas, ABNT, é uma instituição encarregada de normatizar os modelos de trabalhos escolares, desde os níveis mais básicos até os acadêmicos e científicos. NBR 6023 completa em PDF

    A normatização não é para atrapalhar os estudos ou o processo de produção intelectual, mas sim para gerar uma estrutura base com itens que, no fim das contas, são essenciais. Elas, de forma alguma, atrapalham o processo de pesquisa ou metodologia de um trabalho, muito pelo contrário, permitem uma maneira mais objetiva para que os pontos de vistas sejam expostos.

    Até mesmo entre as normas da ABNT existem variações e possibilidades de pequenas alterações. Nada que comprometa a estrutura e a base do trabalho e o torne muito diferente dos outros.

    Em suma, o conjunto de regras e normas da ABNT servem para estabelecer um padrão de qualidade, principalmente dos trabalhos acadêmicos, com o intuito de manter o conteúdo sempre atualizado e o melhor possível.

    E o que é a NBR?

    Outro termo muito relacionado à Associação Brasileira de Normas Técnicas, mas que é muito menos conhecido, é a NBR que é a sigla para Norma Brasileira Aprovada. As NBR’s são as normas técnicas que foram aprovadas e são colocadas em vigor pela ABNT. Para entender melhor, a ABNT é o órgão que aprova, ou não, as normas. As NBR são as normas aprovadas.

    As NBR’s possuem números que definem e caracterizam. Por exemplo, as normas para a introdução de imagens no trabalho acadêmico são definidas como NBR 14724:2011. O primeiro número é fixo, 14724. O segundo número se trata do ano de atualização da norma, no caso 2011. Se houvesse uma nova atualização esse ano, ficaria NBR 14724:2019 e assim por diante.

    E o que significa a NBR 6023

    A NBR 6023:2018 se trata da norma técnica para a referenciação de qualquer tipo de conteúdo que possua algum autor, ou seja, de alguma maneira privado, como obras de artes, fotografias, citações, trechos de textos, ilustrações. Isso incluiria imagens de descobertas históricas e arqueológicas, por exemplo.

    O último ano de atualização da NBR 6023 foi 2002 e no dia 14 de novembro. Você conferirá, abaixo, como inserir qualquer referenciação de acordo com as normas.

    Referências segundo o conjunto de regras e normas da ABNT

    As referências são obrigatórias em qualquer trabalho acadêmico, por razões éticas. Ao introduzir um conteúdo intelectual e artístico de outra pessoa, você tem a responsabilidade de deixar explícito quem é o autor. Dependendo da ocasião, você pode até mesmo ter problemas judiciais.

    Outro fator interessante é que, mesmo que o conteúdo seja seu, como uma fotografia ou ilustração que você mesmo tenha feito, ainda assim deve ser devidamente referenciado.

    A estruturação continua a mesma do modelo de 2011. Com os seguintes pontos:

    • No caso de referências no desenvolvimento, usar fonte tamanho 10 para as fontes, mas os títulos e legendas são com a fonte padrão (12)
    • Imagens precisam ser referenciadas no desenvolvimento e na bibliografia
    • Você inserirá o título, a legenda e a numeração acima da imagem
    • Você deve referenciar os autores logo abaixo da imagem
    • No caso de citações, trechos e conteúdos de ordem textual, a referência pode ser no próprio texto. Basta que você escreva o texto em questão entre aspas e logo em seguida explique do que se trata. Tudo com a fonte em tamanho padrão do trabalho (no caso é 12)
    • As referências na bibliografia devem ser feitas de maneira mais bem elaborada em todos os casos, incluindo imagens e conteúdos de ordem textual

    Na bibliografia, você deve escrever, no formato padrão, o título dos itens (sejam imagens, trechos, citações, etc). Junto à numeração. O título também deve ter informações pertinentes, se por exemplo, a data de quando você recolheu o item é relevante para o seu trabalho, insira na bibliografia, caso contrário, não perca tempo com isso.

    Fonte: CEFET-MG

    E o que mudou com a nova atualização da NBR 6023 de 2018?

    Você já sabe qual é o padrão da NBR 6023, mas e o que mudou com a nova atualização de 2018? Confira abaixo pra não ficar mais com dúvidas:

    • Agora é obrigatório referenciar correspondências (como cartas, e-mails, etc)
    • Qualquer tipo de evento ou parte de eventos também deve ser referenciado na bibliografia
    • Qualquer tipo de documento deve ser referenciado
    • Qualquer tipo de edital, jornal ou projetos jornalístico também deve ser referenciado
    • Houve uma atualização nos meios digitais, como redes sociais, blogs, etc. Agora são obrigatórios, incluindo perfis, fotos e outros de páginas
    • Uma atualização para obras psicografadas e conteúdos de ordem espiritual. Agora devem ser referenciados com o humano que psicografou e o nome da entidade em questão. Independentemente da crença de quem está fazendo o trabalho
    • Ao referenciar pessoas jurídicas, deve inserir o órgão da qual estão associadas
    • No caso de referências no desenvolvimento, você pode abreviar e suprimir palavras, desde que não afete a compreensão e especifique na bibliografia
    • Trabalhos que possuam quatro ou mais autores, permitem que você indique apenas um e utilize a expressão “et al
    • Ao tratar de calendários de outras culturas, como o judaico, bahá’í, indiano, etc. Deve-se fazer uma relação com o calendário gregoriano, indicando a mesma data em ambos
    • Para estados e cidades com mesmo nome (SP e São Paulo ou RJ e Rio de Janeiro) ou empresas e pessoas jurídicas de mesmo nome (caso a empresa tenha o mesmo nome de seu fundador), deve-se usar a abreviatura ou sigla no estado e no nome da empresa e o nome completo do fundador e da cidade
    *Vídeo de Ivan Guedes

    Não fique com dúvidas sobre as normas da ABNT

    Você já conferiu a base da NBR 6023 e as principais mudanças do modelo em 2018. Não fique por fora de nenhuma outra regra da ABNT. Se estiver com qualquer dúvida, acesse outros dos nossos conteúdos nesse site e confira todas as dicas que precisa para produzir bons trabalhos na universidade, além de conferir ideias dos melhores temas para o TCC e muito mais conteúdo.

  • Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Aprender como colocar anexos no TCC é uma tarefa bem simples, mas que requer cautela e atenção.

    Se tem uma dúvida bastante frequente entre os estudantes, ela é sobre como colocar anexos no TCC. Pode parecer bobagem, mas é um detalhe que deixa muita gente insegura.

    Um TCC é dotado de diferentes estruturas, sendo algumas obrigatórias e outras opcionais. O anexo se encaixa nessa categoria de opcionais. Entretanto, a partir do momento em que se utiliza essa ferramenta é preciso seguir uma forma padrão, pensando nisso, separamos todas as informações passadas na ABNT NBR 14724:2011.

    Ao longo desse artigo iremos explicar não somente como colocar anexos no TCC, mas no que consiste esse elemento, quando usá-lo e exemplos de anexo. Tudo isso com o objetivo de te explicar detalhadamente como usar esse instrumento em seu TCC.

    O que é um anexo?

    De forma genérica podemos definir o que é um anexo como sendo um elemento constituído de textos e/ou então documentos que foram usados durante o processo pesquisa. Entretanto, eles não foram elaborados pelo pesquisador, ou seja, ele não é o autor de tais materiais.

    Esse material deve obrigatoriamente estar formatado de acordo com as temidas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

    Em outras palavras, há um conjunto de regras específicas que precisam ser cumpridas para a elaboração de trabalhos acadêmicos, como o TCC, por exemplo, e obviamente isso inclui os elementos do mesmo.

    Existem inúmeras situações capazes de levar um aluno a precisar saber o que é um anexo no seu trabalho acadêmico. Essa porção da pesquisa, mesmo não sendo obrigatória, poderá ser devidamente analisada pela banca para atestar a autenticidade das informações fornecidas.

    Determinados documentos coletados durante o processo de pesquisa do trabalho são essenciais para a compreensão de certos conteúdos.

    Independente de serem imagens, outras pesquisas, tabelas, enfim, qualquer outra modalidade de documento que por alguma razão não foi posta no corpo do texto, necessita então ser adicionada em um espaço para poder ser consultada no próprio trabalho.

    Apesar dos anexos não serem obrigatórios, eles são a solução perfeita para quando o trabalho contém diversos documentos extras, dados que não são legais acrescentá-los no corpo do texto, pois isso prejudicaria muito a leitura.

    Outra coisa que serve para esclarecer o que é um anexo é que ele é uma parte dos elementos pós-textuais na qual você anexa ao TCC alguma coisa.

    É indicado que se anexem todos os documentos que foram utilizados no trabalho ou ao menos os mais relevantes. Possuindo essa documentação disponível, é bastante provável que ela seja consultada pelos eventuais leitores.

    Os anexos facilitam imensamente o entendimento do trabalho, fazendo toda a diferença. Ele é útil como uma forma de comprovar, fundamentar e ilustrar algo.

    Os anexos podem ser identificados por meio de letras maiúsculas consecutivas, travessão e também pelos seus títulos.

    Quando usar anexo?

    Outra coisa essencial é saber quando usar anexo no seu trabalho. Nem sempre ele é assim tão necessário, o que justifica o fato dele ser classificado como uma estrutura opcional.

    Caso ele seja colocado sem a devida necessidade, isso pode tornar a leitura muito maçante, além de aumentar desnecessariamente o volume do seu TCC (o que eleva os custos na revisão e na impressão do trabalho).

    Preparamos uma pequena lista para você saber quando usar anexo:

    • Quando ele for crucial para a compreensão do trabalho;
    • Complementar determinadas informações difundidas;
    • Listagem de termos pertinentes a um assunto específico dentro da pesquisa;
    • Comprovação de certos aspectos que envolvem a pesquisa.

    Como colocar anexos no TCC?

    Uma das coisas mais importantes no processo de descobrir como colocar anexos no TCC é saber que a ABNT não impõem nenhuma regra muito rígida para a formatação dessa estrutura.

    Na realidade, as instruções são bem tranquilas e você tem uma ampla liberdade para organizar esse material da forma como julgar melhor.

    Os anexos podem ser acrescentados logo depois da página onde constam as referências bibliográficas. É fundamental também apontar essa porção do trabalho usando um título em caixa alta e em negrito.

    A numeração dos anexos é outra coisa imprescindível. Isso ajuda na identificação e localização de cada documento citado e usado ao longo da pesquisa.

    A sequência é formada por letras. Por exemplo:

    • ANEXO A: epigrama I de Marcial;
    • ANEXO B: poema III de Catulo;
    • ANEXO C: Carta VI de Plínio, o Jovem.
    exemplo de sumário de anexos TCC

    Recorde-se sempre de informar qual a fonte de cada um dos documentos anexados ao TCC. Isso fornecerá uma credibilidade muito maior para a pesquisa científica que foi realizada.

    Outra questão importante é que os títulos dos anexos precisam, obrigatoriamente, estar presentes no sumário do TCC, com o intuito de auxiliar na localização de todos os itens.

    Caso seu TCC demande muitos anexos e acabarem as letras do alfabeto para efetuar a classificação, recomenda-se utilizar a letra dobrada. Por exemplo: ANEXO BA, ANEXO BB, ANEXO BC, etc.

    Aconselhamos não exagerar na quantia de anexos no TCC. Aqueles documentos que possam ser facilmente acessados através da internet não necessitam estar presentes nessa estrutura. Ao elaborar o texto do trabalho de conclusão de curso, basta apenas citar os links nas notas de rodapé.

    É super indicado permanecer com uma certa uniformidade. Caso você tenha usado a fonte Arial para confeccionar sua monografia, continue usando esse tipo de letra para as legendas e para os títulos dos referidos anexos. As margens também devem ser iguais ao do resto do texto.

    Diferença entre anexo e apêndice

    Muita gente confunde os anexos com o apêndice. Mas na realidade existem muitas diferenças entre anexo e apêndice.

    Explicaremos abaixo quais são elas:

    Anexos

    Eles nada mais são do que documentos consultados para efetuar a pesquisa, porém, que não foram elaborados por você.

    O intuito desse elemento é servir de comprovação ou fundamentação para a pesquisa acadêmica.

    Normalmente estão relacionados ao material de base do trabalho, sendo destacados do corpo do texto para impedir a interrupção da linha de raciocínio do trabalho.

    Apêndices

    Uma das mais marcantes diferenças entre anexo e apêndice é que este último é um documento confeccionado pela pessoa responsável pelo trabalho, no caso você.

    Os apêndices servem para complementar e elucidar a sua argumentação. Ele não atrapalha, em absolutamente nada, o todo do trabalho e por esse motivo é considerado como opcional.

    Exemplo de anexo

    Há uma variedade imensa de tipos e modalidades de anexo. Tudo depende da sua pesquisa e da argumentação que será utilizada.

    Podemos citar, como exemplo de anexo, a transcrição de entrevistas. Você pode estar elaborando um trabalho sobre história oral e memória de sobreviventes do cangaço brasileiro. Nesse caso, provavelmente você terá que fazer entrevistas. A transcrição delas deve constar no trabalho.

    Imagine agora que o tema do seu trabalho é o preconceito e a opressão gordofóbica por empresas que produzem e comercializam roupas. Você entrou em contato com uma companhia para informar os problemas com as roupas confeccionadas por eles. O e-mail deles, contendo a resposta, é um exemplo de anexo.

    Outro exemplo de anexo é uma propaganda da época da ditadura militar no Brasil, com o intuito de mostrar o discurso manipulador da opinião pública na época.

    exemplo de anexo tcc

    Aprendendo como colocar anexos no TCC

    Ao longo deste artigo você aprendeu o que é um anexo, quando usar um anexo e como esse elemento pode ser adicionado ao seu TCC. Ele é opcional, mas a partir do momento em que você decide usá-lo, é necessário saber como acrescentá-lo e ordená-lo.

    O anexo pode não ser obrigatório, mas existem partes do TCC que são. Para aprender melhor como elaborar essas partes, leia os outros artigos desse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra diversas informações úteis para escrever um TCC impecável!

  • Usar Figuras e Imagens no seu TCC seguindo a ABNT

    Usar Figuras e Imagens no seu TCC seguindo a ABNT

    Você sabe como inserir imagens, figuras ou ilustrações no TCC de forma correta? Tire todas as suas dúvidas sobre esse tema neste artigo.

    Após anos de estudo, muito deles suados e considerados sofridos, o aluno precisa colocar em prática todo o seu aprendizado, por meio da produção de um trabalho chamado TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), para que assim consiga chegar a sua tão almejada formação e ser considerado pronto e apto para o mercado de trabalho.

    Esse trabalho apresenta uma maior dificuldade, pois precisa ser redigido de acordo com uma formatação específica, seguindo as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), só sendo aceito e considerado concluído ao seguir essa mesma padronização.

    O momento de iniciar o TCC é temido por todos os alunos e a maioria deles se sentem extremamente perdidos, visto que não é somente escolher um tema e falar sobre ele, existem normas a serem seguidas, de forma que as vezes não sabem nem mesmo a maneira correta de redigi-lo.

    Existem elementos que são obrigatórios inserir no trabalho de conclusão de curso, como, por exemplo capa, folha de rosto, folha de aprovação, referências bibliográficas, entre outros. Há também os opcionais, ou seja, o aluno somente insere tal elemento em seu trabalho, se achar necessário ou se considerar que o enriquecerá de alguma forma; esse é o caso das figuras e imagens.

    As figuras, ilustrações e imagens, como falado a pouco, não são obrigatórias, porém trazem uma organização ao texto e transmitem de forma visual a mensagem que se quer passar.

    Como em todos os outros elementos, para inseri-las em uma monografia, e claro, da maneira correta, é preciso que algumas regras sejam respeitadas.

    Você já chegou a essa parte de sua monografia? Sabe como seguir adiante? Se a sua resposta a esta pergunta foi negativa, continue a leitura desse artigo e descubra tudo sobre como inserir imagens no TCC de maneira correta.

    exemplo de imagem no TCC seguindo a ABNT

    O que diz a ABNT sobre o uso de imagens no TCC?

    A ABNT determina que sempre que uma imagem aparecer no TCC, a mesma deve ser devidamente identificada, contendo as seguintes informações:

    • Nome específico;
    • Travessão;
    • Título.

    Exemplo: Figura 1 – Logotipo da ABNT

    A medida que outras figuras são inseridas na monografia, essa sequência deve ser seguida: Figura 2, Figura 3, Figura 4 e assim por diante, com suas respectivas descrições.

    O autor do trabalho deve ainda inserir a fonte do lugar de origem da figura, na parte inferior da mesma e deve citá-la o mais próximo possível de onde ela foi representada, de preferência no parágrafo imediatamente abaixo da figura, imagem, ilustração, gráfico, entre outros. Veja exemplo:

    Figura 1 – Logotipo da ABNT

    logo ABNT

    Fonte: http://www.abnt.org.br

    A formatação para essa citação de imagens deve ser feita da seguinte forma:

    • Fonte Arial 12 para o título da figura;
    • Fonte Arial 10 para a citação da fonte logo abaixo da figura.
    • Ambos devem ser centralizados.

    Essas imagens não precisam constar no sumário inicial, mas aconselha-se que apareçam em uma listagem separada e específica para essas figuras, de forma que esse material seja localizado com mais facilidade e rapidez. Como Referenciar Imagens no TCC: regras ABNT, nossas sugestões e dicas

    Essa lista deve ficar antes do sumário dos títulos, logo após o Resumo do trabalho e caso sejam inseridas mais do que as imagens como, por exemplo, tabelas, gráficos, entre outros elementos, eles ficam na mesma listagem e devem seguir a seguinte ordem:

    Os gráficos, desenhos, fluxogramas, organogramas, entre outros, entram na categoria de ilustrações, que podem ser agrupados em tipos ainda mais específicos, mantendo a sequência presente no texto, assim como um sumário comum, com as respectivas indicações de página logo à frente. Veja exemplo:

    exemplos de lista de figuras e quadras seguindo a ABNT

    As regras utilizadas nesta lista, assim como mandam as normas da ABNT, devem ser nos títulos e descrições das figuras a fonte Arial com tamanho 12, espaçamento de 1,5 entre as linhas, e o título “LISTA DE FIGURAS” se utiliza da mesma fonte, porém com o tamanho da letra 14, deve estar em negrito, letras em caixa alta e com o alinhamento centralizado.

    Uma dica que pode fazer toda a diferença, é a automatização do sumário da lista de figuras, pois é normal que os números das páginas sofram alterações à medida que modificações são realizadas no trabalho de conclusão de curso.

    Essa será uma preocupação a menos para você, visto que toda a alteração de páginas que ocorrer será automaticamente reconhecida pelo sumário da lista de figuras e você não precisará revisar o conteúdo diversas vezes.

    No Word, você consegue fazer isso inserindo legendas em suas figuras, é só ir na aba “Referências” e procurar a ferramenta “Inserir legenda”, fazendo isso é possível compilar as legendas e criar um índice que funcionará de forma automática, de maneira que quando houver qualquer alteração a paginação será simultaneamente alterada.

    Livre dessa preocupação, é possível otimizar o seu tempo para se concentrar em detalhes mais importantes da formatação do seu TCC.

    *Vídeo retirado do canal: Fran Carniel

    Importância do uso de imagens no TCC

    Nem só de textos é feito um TCC, não é mesmo? O uso de imagens no TCC é importante sim e eu te explico o porquê!

    Ao escrever trabalhos acadêmicos, a inclusão de fotos, imagens, figuras, tabelas, gráficos, entre outras formas de representação, se fazem necessárias para demonstrar de forma mais dinâmica, interativa e clara determinados dados e informações.

    A inserção de tais itens auxiliam o posterior leitor do seu trabalho de conclusão de curso, a compreender melhor as informações apresentadas no texto, bem como auxiliam na análise dos dados apresentados de forma mais completa e ampla.

    10 dicas para não errar na hora de usar imagens e figuras no seu TCC

    1. Relevância: Escolha imagens e figuras que sejam relevantes para o conteúdo do seu trabalho e que contribuam para a compreensão dos seus argumentos.
    2. Qualidade: Utilize imagens e figuras de alta qualidade, com boa resolução e clareza. Evite imagens borradas, distorcidas ou de baixa resolução.
    3. Legibilidade: Garanta que as informações nas imagens e figuras sejam legíveis. Utilize fontes adequadas e tamanho de texto suficientemente grande para facilitar a leitura.
    4. Fonte e créditos: Sempre forneça a fonte das imagens e figuras utilizadas, incluindo a referência completa e a permissão, se necessário. Isso evita problemas de plágio e respeita os direitos autorais.
    5. Tamanho e posicionamento: Ajuste o tamanho e o posicionamento das imagens e figuras para que sejam visualmente agradáveis e não atrapalhem a leitura do texto principal.
    6. Legendas explicativas: Inclua legendas claras e concisas para cada imagem ou figura, descrevendo seu conteúdo e explicando sua relevância para o texto.
    7. Numeração e referência: Numere as imagens e figuras de acordo com a ordem em que são mencionadas no texto. Faça referência a elas no texto e explique seu conteúdo e importância.
    8. Consistência estilística: Mantenha um estilo consistente em relação ao tamanho, fonte e formatação das legendas e numeração das imagens e figuras ao longo do seu TCC.
    9. Gráficos e tabelas: Ao utilizar gráficos e tabelas, certifique-se de que estejam bem organizados e apresentem dados de forma clara e compreensível. Utilize cores de forma apropriada e evite informações excessivas.
    10. Aprovação prévia: Se você utilizar imagens ou figuras de terceiros que não sejam de domínio público, solicite permissão prévia e documente essa aprovação para evitar problemas legais.
  • Revisão Narrativa de Literatura: um guia completo e detalhado

    Revisão Narrativa de Literatura: um guia completo e detalhado

    Você conhece os tipos de revisão de literatura de um projeto acadêmico? Saiba tudo sobre a revisão narrativa e a ABNT.

    Se você está com dificuldades para fazer a sua monografia não se desespere, iremos apresentar nesse artigo tudo sobre a revisão de estudos de forma narrativa para o TCC. Assim você estará salvo e irá apresentar um trabalho de qualidade para conseguir a sua aprovação!

    Neste artigo você verá:

    • Os tipos de revisão de literatura;
    • Revisão narrativa e a ABNT;
    • O que é revisão narrativa e como fazer.
    imagem de uma pessoa escrevendo em uma folha

    Problemas comuns

    Você já imaginou após escrever o seu TCC passar por problemas graves como:

    • Não compreender o que escreveu
    • Não conseguir montar uma estratégia de apresentação
    • Ter construído um TCC sem coesão
    • As fontes não condizem com o que você escreveu
    • Os métodos que você utilizou não se encaixam com o tipo de resumo que escolheu

    Essas são algumas frustrações que você pode encontrar ao tentar escrever uma revisão no estilo integrativo ou sistemático. Porém a revisão de TCC na forma narrativa pode ser a melhor opção para você, veremos o porquê a seguir!

    Os tipos de revisão de literatura

    A diferença entre as revisões integrativa, sistemática e narrativa.

    O grande terror do graduando sempre foi e será o momento do TCC. Mesmo que ele aborde um assunto que agradável, a ideia de que alguém precisa avaliá-lo e dizer se realmente está bom assusta qualquer acadêmico.

    E a tensão já inicia desde o início da produção do TCC. Logo a revisão de tese no TCC é uma das escolhas primordiais para que se possa obter sucesso no dia da apresentação, conseguindo obter a nota necessária para aprovação.

    Mas então você se pergunta, o que é revisão de literatura?

    Nada mais é que a sua pesquisa em diversas fontes para poder montar o seu trabalho em formato de revisão literária, seja um fundamento teórico, uma dissertação ou uma tese.

    E você pode escolher três maneiras de fazer essa revisão, veja a seguir.

    As três revisões de um TCC

    As diferenças entre os resumos de forma integrativa, sistemática e narrativa ficam na forma de abordar o assunto.

    1. Revisão integrativa

    A integrativa é uma amostragem da teoria unida da prática, ou seja, uma síntese de diversos assuntos que estão ligados por contexto, mais a opinião e a vivência prática dos profissionais relacionados a esses assuntos determinados.

    2. Revisão sistemática

    Já a revisão sistemática é focada em responder um questionamento específico científico, ele engloba diversos artigos em busca de responder essa pergunta. É considerada uma pesquisa quantitativa.

    As ideias sobre o tema escolhido são sistematizadas em alguns questionamentos como por exemplo, o que é? O que será? As novidades que existem no mundo sobre o tema? E o que se espera sobre ele?

    3. Revisão Narrativa

    A revisão narrativa é a forma mais simples de expor uma ideia e por isso ela é ideal para descomplicar o seu TCC.

    Por isso, a salvação para aqueles que desejem fazer um TCC organizado é realizando a revisão da monografia de forma narrativa.

    Ela é a forma mais fácil de você produzir seu TCC, pois a pesquisa é feita em poucas fontes, são realizados resumos sobre cada artigo a ser utilizado na pesquisa.

    Além disso não há critérios ou métodos específicos para a produção, o texto da monografia é quase que uma opinião de quem a escreve, ela é uma pesquisa qualitativa. Possui pouca rigidez por praticamente seguir apenas as normas da ABNT.

    Como fazer a revisão narrativa

    Para fazer uma revisão narrativa, primeiramente você precisará ter um tema bem delimitado. É importante entender que este tipo de produção não se aplica a pesquisa de campo, portanto é elaborado a partir de pesquisa e leitura.

    Etapas para fazer uma revisão narrativa

    1. Defina o objetivo: Determine o objetivo da revisão narrativa, como fornecer uma visão geral do estado atual da literatura em um determinado campo ou identificar lacunas no conhecimento.
    2. Seleção de fontes: Realize uma busca abrangente na literatura para identificar estudos relevantes. Inclua artigos científicos, revisões sistemáticas, livros e outras fontes confiáveis.
    3. Seleção dos estudos: Avalie os estudos encontrados e selecione aqueles que são mais relevantes para o objetivo da revisão. Considere a qualidade metodológica, a relevância dos resultados e a representatividade da amostra.
    4. Organização dos estudos: Agrupe os estudos selecionados com base em temas, tópicos ou tendências emergentes. Isso ajudará a criar uma estrutura clara para a revisão.
    5. Análise crítica: Analise e interprete os resultados dos estudos incluídos. Identifique semelhanças, diferenças e lacunas na literatura. Faça anotações e resumos dos principais achados de cada estudo.
    6. Estruturação do texto: Organize sua revisão de forma lógica, incluindo uma introdução clara, descrição dos métodos utilizados, apresentação dos resultados dos estudos e uma conclusão que sintetize as principais descobertas.
    7. Escreva de forma clara e concisa: Use uma linguagem objetiva e evite jargões excessivos. Certifique-se de que o texto flua bem e seja compreensível para os leitores.
    8. Revisão e edição: Revise cuidadosamente seu trabalho em busca de erros gramaticais, coesão textual e consistência na formatação. Peça a opinião de colegas ou orientadores para obter feedback e melhorar a qualidade do texto.
    9. Referências bibliográficas: Inclua uma lista completa de todas as fontes citadas no texto, seguindo as diretrizes de estilo de referência adequadas, como a ABNT.
    10. Atualização constante: Lembre-se de que a literatura científica está em constante evolução. Mantenha-se atualizado com os novos estudos publicados e considere atualizar sua revisão periodicamente para refletir os avanços mais recentes na área.
    Fonte: Camila Mendes

    Como utilizar a revisão narrativa?

    A revisão narrativa principalmente para a fundamentação teórica de projetos acadêmicos dos gêneros científicos, tais como artigos, dissertações, teses e TCC.

    Simples, não é? Agora você aprenderá a fazer essa revisão com base nas normas da ABNT.

    Revisão narrativa e as normas da ABNT

    Mas o que é mesmo ABNT?

    A ABNT (associação brasileira de normas técnicas) é a responsável por padronizar documentos e processos. É extremamente conhecida por regulamentar a elaboração de projetos acadêmicos.

    Por isso, para produzir a sua revisão narrativa, mesmo que ela seja mais leve e com menos rigidez nas exigências, é essencial seguir as normas da ABNT.

    Por que fazer uma revisão narrativa no TCC

    Um TCC é muito importante na vida de um acadêmico pois a aprovação para formação depende dele. Além disso, uma produção acadêmica faz parte do currículo de qualquer profissional podendo render trabalhos profissionais no futuro.

    Logo a dedicação a esse trabalho pode render bons frutos, basta você fazer boas pesquisas de apoio para produzir o seu material.

    Ganhe tempo sem perder a qualidade

    A escolha por fazer uma revisão narrativa agiliza o processo de elaboração do TCC, além de garantir bons e válidos fundamentos para os elementos textuais do TCC.

    É claro que as revisões sistemáticas e integrativas são importantes, principalmente quando existe a finalidade de publicação em revista científica, por exemplo.

    Mas se você deseja um tipo de revisão consistente e de elaboração menos complexa, certamente a sua escolha será a revisão narrativa.

    Gostou deste artigo? Saiba mais sobre TCC acessando o site Projeto Acadêmico.

  • Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Um bom tema pode atrair mais leitores para o seu projeto acadêmico, você sabia?

    Você sente dificuldades em expressar suas ideias e quando consegue se sente incapaz de conferir um tema? Está preocupado em escrever um TCC, mas não sabe por onde começar? Quer entender como delimitar o tema? Acredite que você não é o único que se sente assim.

    A criação de conteúdo já se tornou um grande desafio nesse momento online em que vivemos. Parece que tudo que pensamos já existe ou não está da forma correta.  Mas não se preocupe, veja aqui as melhores dicas para que você consiga delimitar um tema para seu conteúdo.

    O que é Delimitação de Tema?

    A delimitação de tema é um processo fundamental na elaboração de um trabalho acadêmico, como um TCC. Consiste em estabelecer os limites e a área de abrangência do assunto a ser estudado, com o objetivo de direcionar e focar a pesquisa de forma mais precisa.

    A delimitação define o escopo do trabalho, determinando o que será incluído e o que será excluído da análise. Isso permite ao pesquisador evitar generalizações e aprofundar-se em aspectos específicos do tema, tornando a pesquisa mais objetiva e viável.

    A delimitação de tema também ajuda a evitar que o trabalho se torne muito amplo ou superficial, garantindo que o pesquisador possa explorar detalhadamente a questão em estudo e contribuir de forma mais significativa para o conhecimento científico da área.

    Escolha um assunto que você tenha mais afinidade

    Primeiramente, é imprescindível para que sua pesquisa tenha sucesso a escolha de um assunto que você já conheça e goste. Pois durante a execução grande parte do seu tempo será dedicado a estudos sobre esse tema.

    Na hora de delimitar o tema lembre-se que ele será seu melhor amigo por um longo tempo e que sua carreira estará sendo enriquecida graças a esse período.

    Entenda o conceito de delimitação do tema no seu TCC

    Para você conseguir delimitar um tema é primeiramente necessário colocar limites ao que será abordado em seu trabalho para que assim o tema siga esse acompanhamento.

    Escolher o assunto, como será abordado em que período aquele estudo está relacionado são questões que são levadas em conta na hora de delimitar o seu tema.

    organograma delimitação do tema

    Estabelecendo critérios para a delimitação do tema

    Temporal

    Um critério importante a ser considerado é o temporal, ou seja, o período em que está situado o objeto do seu estudo. Você poderá se situar no presente ou no passado dependendo de sua pesquisa.

    Tomaremos por exemplo a saúde da mulher. Você poderá coletar dados de prontuários de mulheres que fizeram seus exames preventivos num período de cinco ou dez anos atrás. Ou fazer uma coleta de dados atuais. A escolha dependerá do objetivo de seu trabalho.

    Espacial

    Outro critério importante é o critério espacial (GIL, 2004, p. 162), limitar a sua pesquisa a um local onde o seu objeto de estudo está inserido é necessário assim para você delimitar o seu tema de maneira mais fácil.

    Tomaremos o exemplo anterior, após escolher o período de sua pesquisa você poderá limitar a uma região, cidade ou estado em que irá avaliar os prontuários de exames preventivos das mulheres daquele espaço geográfico.

    Com isso você poderá delimitar seu tema em poucos minutos pois terá um parâmetro de referência bastante específico. Se seu projeto é um TCC relacionado é sobre a hipótese de aumento de algumas doenças que afetam a saúde do sistema reprodutor feminino você com certeza irá delimitar o tema do TCC rapidamente.


    Caso não saiba elaborar uma hipótese, esse conteúdo poderá ajuda-lo: https://projetoacademico.com.br/hipotese-tcc/.


    Tenha uma bibliografia de qualidade no seu projeto acadêmico

    Você pode estar ainda se perguntando: Como escolher um tema fácil para o meu TCC? A facilidade de escolha acontece também, baseado na sua bibliografia de referência.

    Há muitas linhas de pesquisas que descendem de outras. Nunca cometa plágio, pois é crime! Mas busque pesquisas que já tiveram alguns resultados e use-as como base para escolher seu tema de TCC.

    Procure algo relevante

    Quando estudamos algo que realmente gostamos, nossa mente tem a tendência de ir mais além e querer ultrapassar o limite inovador.

    Claro que inovar é algo positivo, mas é sempre importante pesquisar temas sobre algo relevante sobre a linha de estudos que você se interesse, ou que seja relevante para a sua área de atuação profissional.

    Se você deseja realizar uma pesquisa sobre a saúde dos idosos, por exemplo, pode pesquisar referências de temas que abordem o Alzheimer, tumores recorrentes em idosos, porcentagens de idosos internados em uma região, etc. A partir desses estudos criar um tema para sua pesquisa será muito mais fácil.

    Veja alguns exemplos práticos de delimitação de tema

    “A influência da tecnologia na aprendizagem de matemática entre estudantes do ensino fundamental”: Neste caso, o tema foi delimitado para focar especificamente na influência da tecnologia (por exemplo, uso de aplicativos, jogos digitais) na aprendizagem de matemática, limitando-se aos estudantes do ensino fundamental.

    “Impacto das mídias sociais no comportamento de compra dos consumidores jovens”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar o impacto das mídias sociais (como Facebook, Instagram) especificamente no comportamento de compra dos consumidores jovens, concentrando-se em um grupo demográfico específico.

    “Análise das políticas públicas de combate à desigualdade de gênero no mercado de trabalho no Brasil”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para analisar as políticas públicas voltadas para a redução da desigualdade de gênero no mercado de trabalho, com foco exclusivo no contexto brasileiro.

    “A eficácia da terapia cognitivo-comportamental no tratamento da ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar especificamente a eficácia da terapia cognitivo-comportamental como abordagem de tratamento para a ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada.

    “Avaliação da viabilidade econômica da produção de energia solar em pequenas propriedades rurais na região X”: Neste caso, o tema foi delimitado para avaliar a viabilidade econômica da produção de energia solar especificamente em pequenas propriedades rurais, concentrando-se em uma região geográfica específica (Região X).

    “Análise da relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente em empresas do setor hoteleiro”: Aqui, o tema foi delimitado para analisar a relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente, mas com foco exclusivo em empresas do setor hoteleiro.

    “O impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para investigar especificamente o impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral, concentrando-se em um aspecto específico da terapia.

    “A percepção dos pacientes sobre a qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública”: Aqui, o tema foi delimitado para explorar a percepção dos pacientes especificamente em relação à qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública, focando nas opiniões e experiências dos pacientes.

    “O papel da inteligência artificial na automação de processos industriais na indústria automotiva”: Neste caso, o tema foi delimitado para examinar o papel específico da inteligência artificial na automação de processos industriais, mas limitado ao setor da indústria automotiva.

    Para finalizar: veja 10 dicas para fazer a delimitação do tema no seu TCC

    1. Escolha um tema de interesse: Opte por um tema que desperte sua curiosidade e interesse pessoal, pois você passará um tempo significativo pesquisando e escrevendo sobre ele.
    2. Faça uma revisão bibliográfica inicial: Pesquise sobre o assunto escolhido para compreender seu contexto, a existência de estudos prévios e identificar lacunas ou questões em aberto.
    3. Seja específico: Evite temas muito amplos e genéricos. Procure delimitar seu tema para torná-lo mais claro e focado, facilitando a abordagem e a pesquisa.
    4. Defina os objetivos do estudo: Estabeleça claramente o que você pretende alcançar com o seu trabalho. Isso ajudará a delimitar o escopo do seu TCC.
    5. Considere a viabilidade: Avalie a disponibilidade de recursos, tempo e acesso às fontes de informação necessárias para o desenvolvimento do seu tema.
    6. Converse com seu orientador: Busque a orientação do seu professor orientador. Ele poderá fornecer insights valiosos e ajudar a refinar seu tema.
    7. Considere a relevância e atualidade: Escolha um tema que seja relevante e atual dentro da sua área de estudo, garantindo que ele contribua para o conhecimento científico existente.
    8. Estabeleça uma pergunta de pesquisa: Formule uma pergunta clara e objetiva que guiará sua investigação e análise.
    9. Limite o escopo geograficamente: Caso seu tema permita, limite a abordagem geográfica para um local específico, facilitando o enfoque e análise dos resultados.
    10. Reflita sobre sua futura carreira: Considere como o tema escolhido pode contribuir para sua formação acadêmica e profissional, levando em conta seus interesses e objetivos futuros.
  • Metodologia Científica: guia para elaboração da sua pesquisa

    Metodologia Científica: guia para elaboração da sua pesquisa

    Saiba como deve ser a elaboração de uma metodologia para um trabalho científico.

    Durante o desenvolvimento de monografias, artigos científicos e TCC é comum que surjam algumas dúvidas na cabeça dos universitários, afinal são vários novos termos para assimilar como: epígrafe, citação indireta e tantos outros como por exemplo, um dos mais temidos a ABNT.

    A Associação Brasileira de Normas Técnicas, ou como é mais conhecida, a ABNT é um órgão responsável por ditar as regras e normas que determinam como um trabalho acadêmico deve ser escrito, com a finalidade de padronização.

    A escrita e padronização de uma monografia é uma preocupação que só quem é estudante universitário entende e sabe o quão complicado é o processo de produção do mesmo.

    Uma das partes essenciais desse trabalho científico que todo universitário deve produzir para que conclua a faculdade com sucesso, é a sua metodologia, pois é por meio dela que o autor do projeto desenvolverá meios de alcançar o seu objeto de pesquisa.

    Assim como todo o restante do projeto, a seção da metodologia científica deve ser devidamente formatada como determinam as normas. Método Científico: etapas, exemplos e nossas sugestões

    Uma dica é que você pode deixar essa formatação ou parte dela automática no processador de texto da Microsoft, o Word.

    imagem de uma lupa com alguns livros ao fundo

    O que é a metodologia de um TCC?

    A metodologia científica de um TCC é a definição de como será a coleta de dados da pesquisa escolhida, bem como a análise desses dados como forma de solucionar a problemática proposta no tema.

    São as técnicas utilizadas que farão com que o autor alcance seus objetivos quanto a proposta do tema, e quanto mais específica e bem elaborada ela for, mais garantia de sucesso no fim do projeto o estudante terá.

    De forma mais clara, ela é responsável pelo direcionamento da sua pesquisa, e a partir da escolha dos métodos que serão utilizados, esses deverão ser mantidos até o fim do projeto acadêmico.

    Para expressar a ideia ao leitor de qual é a metodologia do seu TCC, e redigi-la corretamente, você precisa saber:

    • Qual será o tipo de pesquisa utilizado para produção do projeto;
    • Quais serão as fontes utilizadas (é importante que você tenha uma ideia de onde e como irá buscar as informações e referenciais de seu trabalho);
    • Como os resultados serão apresentados (de forma quantitativa ou qualitativa).
    Fonte: Revista Científica Núcleo do Conhecimento

    Exemplos de metodologia científica

    Primeiramente existem 3 tipos principais de metodologias de pesquisa:

    Método de pesquisa exploratória

    Esse tipo permite uma maior interação entre o autor e o tema de seu trabalho, pois você fará uma exploração de todos os fatos que envolvem o tema.

    Por exemplo, uma pesquisa sobre o aumento do valor de um determinado produto: Para entender o motivo disso, você deverá se aprofundar em tudo que está por trás daquele fenômeno, nas hipóteses do porquê acontece aquilo para só assim chegar no motivo específico.

    Nesse caso, a metodologia a ser utilizada para descobrir o que acontece para causar a alta no valor desse produto poderia ser um estudo de caso por exemplo.

    Método de pesquisa explicativa

    Nesse tipo de metodologia de pesquisa, é explicado o porquê dos fenômenos, ou seja, qual é a razão para eles acontecerem. Usando o mesmo exemplo da alta no preço de um produto, essa pesquisa estaria com um enfoque maior na razão e não especificamente em hipóteses.

    Nesse caso, a pesquisa não é tão aprofundada quanto o método exploratório.

    Método de pesquisa descritiva

    O objetivo desse tipo de metodologia de pesquisa é descrever um determinado fenômeno, população, entre outros.

    Nesse caso, a temática apresentada já é conhecida por todos, porém o seu papel é proporcionar uma nova visão para o objeto de pesquisa.

    Já quando falamos de resultados da metodologia de pesquisa, temos dois tipos de abordagem metodológica, a quantitativa e a qualitativa.

    Pesquisa e resultados na sua metodologia

    Resultados quantitativos

    Essa abordagem metodológica possui a finalidade de transmitir através de números o resultado de uma pesquisa, como por exemplo de um determinado fenômeno ou comportamento frequente. Pesquisa Quantitativa

    A fim de demonstrar ao leitor esses resultados, você deve aplicar ferramentas voltadas para a estatística, como, por exemplo, gráficos, tabelas, entre outros, de maneira que passe credibilidade dos dados colhidos.

    Resultados qualitativos

    Já nesse tipo de abordagem metodológica, seu objetivo não é obter números assim como a quantitativa, mas entender qual o caminho a ser percorrido para a tomada de decisão referente a problemática do tema. Pesquisa Qualitativa

    Busca por meio de entrevistas por exemplo, a compreensão e interpretação de determinados comportamentos, fenômenos, sentimentos, entre outros fatores imateriais.

    Você pode optar por utilizar os dois tipos de abordagem em seu trabalho científico, se assim achar necessário.

    Essa seção pode tanto ser inserida na introdução do trabalho acadêmico, como também possuir um capítulo específico intitulado de metodologia científica, se assim você graduando achar necessário.

    Para que serve a metodologia de um TCC?

    Ela serve para indicar todo o procedimento para a coleta de dados, os “bastidores” por trás daquela pesquisa e quais foram as técnicas utilizadas para obtê-la. Esse procedimento vai depender muito de qual será o tipo de pesquisa que o graduando escolherá.

    No caso de pesquisa descritiva por exemplo, como já citado no tópico acima, os métodos e procedimentos utilizados podem ser um questionário ou uma entrevista.

    Para entender e escolher da melhor maneira como deve redigi-la, pense bastante em seu tema e quais são as necessidades dele.

    No tópico acima é possível ver as explicações dos respectivos tipos de método de pesquisa, para que você analise qual mais se encaixa ao seu trabalho e escolha o melhor caminho a se seguir.

    Separamos 10 dicas para você elaborar uma metodologia científica de maneira organizada

    1. Defina claramente o objetivo da pesquisa: Estabeleça o propósito da sua pesquisa e o que você deseja alcançar.
    2. Faça uma revisão bibliográfica: Pesquise e familiarize-se com os estudos e pesquisas anteriores relacionados ao seu tema.
    3. Escolha a abordagem de pesquisa: Determine se sua pesquisa será qualitativa, quantitativa ou uma combinação de ambas, com base nos seus objetivos e nas informações que deseja coletar.
    4. Determine a amostra e os critérios de seleção: Defina quem serão os participantes ou quais serão os elementos da sua pesquisa e estabeleça os critérios de seleção.
    5. Defina as variáveis e os instrumentos de coleta de dados: Identifique as variáveis ​​relevantes para sua pesquisa e escolha os instrumentos adequados para coletar os dados necessários.
    6. Planeje o procedimento de coleta de dados: Descreva detalhadamente como você irá coletar os dados, incluindo os métodos, o local e o cronograma.
    7. Analise os dados: Determine como você irá analisar os dados coletados e quais técnicas ou métodos estatísticos serão utilizados, se aplicável.
    8. Considere a ética e a segurança: Certifique-se de que sua pesquisa esteja em conformidade com os princípios éticos e considere a segurança dos participantes e dos pesquisadores.
    9. Descreva as limitações da pesquisa: Identifique e discuta quaisquer limitações que possam afetar os resultados da sua pesquisa.
    10. Revise e refine sua metodologia: Após concluir a elaboração da metodologia, revise-a cuidadosamente e faça os ajustes necessários para garantir sua clareza e eficácia.
  • Como Fazer uma Pesquisa Documental? exemplos e conceito

    Como Fazer uma Pesquisa Documental? exemplos e conceito

    Saber o que é pesquisa documental é essencial para a compreensão do objeto de pesquisa do TCC.

    Você sabe o que é pesquisa documental? O conceito de pesquisa documental é essencial para o processo de análise do seu objeto de estudo e, posteriormente, a exposição disso no seu TCC.

    Que tal entender melhor o que é pesquisa documental e assim poder fazer um TCC como um verdadeiro gênio? Continue lendo esse artigo para aprender mais!

    Conceito de Pesquisa Documental, entenda para que serve e quando utilizar

    O conceito de pesquisa documental é utilizado para caracterizar estudos feitos partindo-se de documentos, sejam eles contemporâneos ou históricos, considerados como sendo verdadeiramente científicos.

    Em outras palavras, o conceito de pesquisa documental define a análise de uma variedade imensa de materiais, como documentos oficiais de um governo, cartas, relatórios, vídeos, fotos e assim por diante. As informações contidas nessas fontes de pesquisa documental possibilitam a você fazer uma pesquisa qualitativa do seu objeto a ser estudado.

    A pesquisa documental configura-se uma técnica fundamental nesse tipo de pesquisa, a qualitativa, como uma forma de complementar informações obtidas por meio de outras técnicas ou então revelando novos aspectos sobre um determinado assunto.

    Esse conceito é importante, sobretudo, para as ciências sociais e humanas. Um dos seus maiores atributos é se valer de fontes que ainda não passaram por um processo de análise.

    Ela não se mantém em um apoio bibliográfico, mas sim em dados secundários oriundos de livros, periódicos, entre outros. É um recurso bastante usado como uma ferramenta complementar, que proporciona uma base de apoio com fontes variadas com intuito de consulta.

    pilha de documentos

    As principais fontes de uma pesquisa documental

    Constituem-se em fontes de pesquisa documental uma diversidade gigantesca de elementos. A relação de fontes possíveis é vasta. Ela vai desde tabelas e documentos formais a cartas, pareceres técnicos, fotos, atas de reuniões, relatórios variados e obras originais de qualquer tipo (pintura, escultura, etc).

    O documento como fonte de pesquisa documental pode tanto ser na forma escrita, como não escrita, tais como:

    • Filmes;
    • Vídeos;
    • Fotografias;
    • Notas;
    • Diários;
    • Projetos de lei;
    • Ofícios;
    • Discursos;
    • Mapas;
    • Testamentos;
    • Inventários;
    • Informativos;
    • Depoimentos orais;
    • Depoimentos escritos;
    • Certidões;
    • Correspondência pessoal;
    • Correspondência comercial;
    • Documentos informativos arquivados em repartições públicas;
    • Documentos e materiais de associações;
    • Materiais e documentos de igrejas;
    • Documentos oriundos de hospitais;
    • Documentação e materiais diversos de sindicatos também são considerados como fontes desse tipo de pesquisa.

    Esses documentos todos são usados como fontes de informações, como forma de elucidar certas questões, além de servir como comprovação para outras e para a exposição de resultados, em consonância com o interesse de quem pesquisa.

    Guia completo: como fazer uma pesquisa documental com excelência

    Uma das maiores dúvidas de quem fará a apresentação de TCC, monografia ou qualquer outra modalidade de pesquisa científica é como fazer uma pesquisa documental.

    Aprender como fazer pesquisa documental pode ser determinante para o sucesso do seu projeto de pesquisa e, consequentemente, a tecitura do seu TCC.

    Ela pode ser classificada como um meio de complementar a revisão bibliográfica. O motivo é muito simples: nem sempre os livros e periódicos científicos são capazes de dar conta de auxiliar na compreensão do assunto.

    Uma multiplicidade de dados que auxiliam na explicação de um determinado objeto são devidamente registrados. Esses registros podem ser encontrados em diferentes formatos: impressos, áudios, vídeos e assim por diante.

    Com o advento da Internet e a tremenda popularidade das redes sociais,  uma parcela desse acervo pode vir na forma de tweets, postagens de redes sociais ou publicações em um blog corporativo, por exemplo.

    É necessário ressaltar que sempre deve-se verificar a idoneidade, ou seja, a credibilidade dessa fonte. Jamais se deve usar qualquer fonte de maneira indiscriminada, mas sim averiguar a confiabilidade dessa autoria e também da própria informação em si.

    Em termos práticos, mais do que saber como fazer pesquisa documental é ter a ciência de como efetuar a análise criteriosa dessa compilação de material. De nada adianta reunir um material robusto e rico de dados, porém não ter os conhecimentos sobre como analisar as informações contidas.

    Uma fonte pode ser, por exemplo, os trabalhos solicitados a alunos da rede pública de ensino. Alguém que realizou a licenciatura em alguma área do conhecimento ou uma pessoa formada em pedagogia é capaz de fazer a identificação dos pontos fortes e dos pontos fracos de um estudante.

    A pesquisa documental é dividida basicamente em três etapas:

    1.   Pré-análise

    A primeira etapa é a pré-análise dos materiais reunidos, ela se inicia com a seleção dos documentos que serão analisados. Estes devem ser classificados de acordo com critérios bem definidos.

    2.   Formulação de hipótese

    Logo depois, deverá ser elaborada uma hipótese que será confirmada ou refutada após a análise dos documentos.

    3.   Análise documental

    Depois dessa etapa, os documentos precisam ser devidamente preparados para a análise. É aqui que se fará as interpretações necessárias para tirar-se as conclusões.

    Fonte: Prof. Thaís Moura TCC

    5 elementos que não podem faltar em uma pesquisa documental

    1. Objetivo claro: É fundamental definir o propósito da pesquisa documental, estabelecendo os objetivos específicos que nortearão a coleta e análise dos documentos.
    2. Fontes confiáveis: Selecionar fontes de informação relevantes e confiáveis é essencial para garantir a qualidade da pesquisa. Isso inclui documentos oficiais, livros, artigos científicos, relatórios técnicos, entre outros.
    3. Coleta e organização dos documentos: Realizar a coleta dos documentos pertinentes à pesquisa e organizá-los de forma sistemática, utilizando critérios como data, autor, tema ou categoria.
    4. Análise crítica: Realizar uma análise criteriosa dos documentos coletados, identificando informações relevantes, estabelecendo relações entre os dados, comparando diferentes pontos de vista e avaliando a consistência das fontes.
    5. Relatório claro e objetivo: Ao final da pesquisa documental, é necessário elaborar um relatório que apresente os resultados de forma clara, objetiva e estruturada, ressaltando os principais achados, conclusões e recomendações, além de citar corretamente as referências utilizadas.

    Exemplos de pesquisa documental

    Os exemplos de pesquisa documental são os mais diferentes possíveis. Um deles é a procura por críticas e resenhas de filmes em sites e revistas especializadas para saber qual foi a receptividade de uma determinada obra cinematográfica.

    Outro desses exemplos de pesquisa documental são os diários de uma certa personalidade do passado a fim de se descobrir como ela construiu sua identidade dentro daquele contexto histórico específico.

    Alguns dos exemplos de pesquisa documental mais utilizados são os dados divulgados por órgãos e instituições ligados ao governo, como o IBGE, ou então jornais de grande renome na mídia, como a Folha de São Paulo, Estadão e outros.

    Dados e estatísticas oficiais sempre ajudam a dar maior densidade ao trabalho, conferir a credibilidade a sua pesquisa evidenciando que ela está bem sustentada.

    Veja algumas pesquisas em PDF:

  • Citação Indireta: guia completo, normas ABNT e exemplos práticos

    Citação Indireta: guia completo, normas ABNT e exemplos práticos

    Para que o TCC tenha um embasamento científico, a utilização de obras referentes ao tema do trabalho é fundamental. As citações indiretas são eficazes neste caso e ainda agradam os avaliadores, pois mostra que o autor do TCC é conhecedor, de fato, do tema.

    Qual é o alicerce de um trabalho de conclusão de curso ― TCC? O tema? A pesquisa? O referencial teórico? Bem, cada um pode ter seu ponto de vista, mas se você visualizar o TCC como um todo, o que o sustenta são as citações dos autores. Tanto diretas, como indiretas. É a matéria-prima do trabalho.

    Neste artigo vamos falar especificamente da citação indireta. Revelar o porquê ela é mais valorizada pelos examinadores. Mostrar os modelos de citação indireta e como fazê-los.

    O que é citação indireta?

    Citação indireta é aquela em que você constrói com as suas palavras. Ou seja, você lê a parte que lhe interessou de determinada obra e explica do seu jeito o que aquele trecho do texto significa.

    Vamos exemplificar, sem antes informar que existem mais dois tipos de citação: além da indireta, tem a direta e a citação da citação.

    A citação direta é quando você coloca algum trecho de uma obra em seu TCC, de forma literal e sem alterar nada.

    Já a citação da citação é quando uma citação já feita em outra obra lhe chamou a atenção, mas você não consegue achar o original dela. A solução é citar a citação, informando, claro, os dados autorais da obra que a citou primeiro. Ela é chamada de citação de APUD.

    Mas, voltemos ao assunto principal do artigo que é citação indireta. Fichamento de Citação TCC (ABNT): como fazer, exemplo, modelo e sugestões

    Tipos de citação indireta

    Como já mencionado, a citação indireta caracteriza-se pela interpretação do estudante de um trecho de uma obra da qual ele leu e  explicitará com suas palavras dentro da monografia.

    Há dois tipos de citação indireta: no começo da frase ou no final da frase. Vamos exemplificar:

    Exemplo 1 – Trecho original da obra


    É de massas de jovens pseudoletrados que se compõe, precisamente, o “intelectual coletivo” do gramscismo: o aparelho partidário de agitação e propaganda, onde a distribuição de frases feitas, de preconceitos e de cacoetes mentais faz as vezes de vida intelectual. Daí o título deste livro.


    O fragmento acima foi retirado do livro “O imbecil coletivo” do filósofo Olavo de Carvalho. Vamos fazer os exemplos das citações indiretas.

    Exemplo 2 – Citação indireta no começo da frase


    De acordo com Carvalho (1997) o discurso raso e a fácil influência ideológica de jovens que imaginam serem intelectuais é fruto do projeto de revolução cultural proposto por Antônio Gramsci.


    Repare que, com a citação indireta no início da frase elaborada por quem está fazendo o TCC, somente a primeira letra do sobrenome do autor é maiúscula. Há também a necessidade de palavras de introdução como: “Segundo” “De acordo” “Conforme”, etc.

    Em seguida, é colocado o ano de publicação da obra entre parênteses.

    Exemplo 3 – Citação indireta no final da frase


    O discurso raso e a fácil influência ideológica de jovens que imaginam serem intelectuais é fruto do projeto de revolução cultural proposto por Antônio Gramsci (CARVALHO, 1997).


    Com a citação colocada no final da frase, há modificação na escrita. O nome do autor tem de ser escrito totalmente em letras maiúsculas, juntamente com o ano de publicação, colocado entre parênteses.

    Observação: na citação indireta, diferentemente da direta, não há a obrigatoriedade de colocação do número da página da obra em referência no TCC.

    Isso porque o estudante que está fazendo sua monografia pode ler uma obra inteira e fazer a interpretação da ideia de um capítulo, de várias páginas, ou de um trecho, como o que usamos de exemplo. Mas como serão palavras próprias do autor do TCC, a função de colocação da página perde o sentido.

    Citação Indireta e as normas da ABNT

    As normas ABNT para citação indireta em TCC seguem o padrão (AUTOR, ano) no texto e devem ser acompanhadas de uma lista de referências completa no final do trabalho. Seguem cinco exemplos:

    1. Segundo Silva (2010), a sustentabilidade é um tema de grande relevância na atualidade.
    2. De acordo com Santos e Souza (2015), a globalização tem impactos significativos na economia mundial.
    3. Conforme estudos recentes (Pereira, 2018), a prática regular de exercícios físicos melhora a saúde cardiovascular.
    4. Estudos demonstram que a exposição excessiva às redes sociais pode afetar a saúde mental (Martins, 2019).
    5. A pesquisa de Silva et al. (2021) mostrou que o uso de tecnologias educacionais pode melhorar o desempenho dos alunos.
    um exemplo de citação indireta
    segundo exemplo de citação indireta em um TCC
    Vídeo publicado por: Trilhas na Pós-Graduação

    Citação indireta é melhor

    homem lendo um livro

    Toda citação, seja direta, indireta e até citação da citação tem o seu valor. No entanto, há um senso comum entre o corpo docente de que citações indiretas agradam mais os avaliadores do trabalho. Por quê?

    Pense comigo: se o estudante fizer uma citação direta, OK, mas ele simplesmente reproduziu algo que já estava escrito. Mesmo que dentro do contexto, pode se supor que não houve um entendimento todo daquela obra.

    Já a citação indireta demonstra claramente que, primeiro, o autor do TCC leu de fato a obra, não só isso, a entendeu ao ponto de fazer uma interpretação pessoal do trecho, mostrando domínio no assunto que está exposto no trabalho.

    Portanto, a mensagem é clara: utilize mais citações indiretas no seu TCC. Evidentemente que não só citações indiretas, mas em sua maioria.

    Muito cuidado com o plágio

    Pode-se pensar que, por conta da citação ter sido feita com as próprias palavras do autor do TCC, não há perigo de plágio. Errado! Vamos exemplificar novamente:


    O discurso raso e a fácil influência ideológica de jovens que imaginam serem intelectuais é fruto do projeto de revolução cultural proposto por Antônio Gramsci.


    Observe só: em um primeiro instante, não é detectado qualquer tipo de plágio. No entanto, analisando o trecho com mais afinco, pode-se fazer a pergunta: “Em que obra o autor do TCC se baseou para fazer essa afirmação?”

    Este trecho, do jeito que está colocado, sem a menção do autor, mesmo que com as próprias palavras do estudante, é considerado plágio indireto. E plágio, além de invalidar completamente o trabalho, ou seja, reprovação, é crime.

    E quando não há autor?

    Pode acontecer de o autor do TCC se deparar com uma obra que não contém autor específico. O que fazer? Neste caso a orientação é a colocação do nome da instituição responsável. Exemplo:


    Um dos mais consagrados escritores brasileiros, Monteiro Lobato, é, sem dúvida, motivo de orgulho para população de Taubaté. Percebe-se que a admiração pelo criador da boneca Emília atravessa gerações (Museu Monteiro Lobato, 2016).


    Dica importante: Antes de fazer as citações em seu TCC, sejam elas de todo qualquer tipo, é extremamente importante você ler a NBR 10520 que trata sobre “Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação”.

    Dúvidas? Há solução

    É conceito geral que o processo de elaboração de um TCC não é nada fácil. São várias etapas, grande período de dedicação, regras a serem seguidas.

    Com todo este cenário não é de se estranhar que surjam dúvidas, não só sobre citações, mas de todo tipo. Nesta hora, contar com quem é especialista no assunto é a solução.

    Uma indicação para você é este site, Projeto Acadêmico. É o site especializado em trabalho de conclusão de curso em que você tem toda estrutura de gente que entende do assunto.

    Acesse já e tire suas dúvidas. Aproveite para navegar e, com certeza, você encontrará alguma coisa a mais para acrescentar em seu TCC.

    Referências:

    Citação Indireta – Normas ABNT, publica por ESPM, retirado de https://normas-abnt.espm.br/index.php?title=Cita%C3%A7%C3%A3o_indireta

    Citação indireta: o que é, dicas e como fazer [ABNT], publicado por PUC Goiás, retirado de https://ead.pucgoias.edu.br/blog/citacao-indireta

  • Revisão Sistemática de Literatura: guia para elaboração

    Revisão Sistemática de Literatura: guia para elaboração

    A revisão sistemática é um estudo que pode ser aplicado no TCC para deixá-lo mais completo. Veja a seguir como fazer isso.

    Em todo bom projeto acadêmico são utilizados vários métodos, estudos e pesquisas para que apresente resultados satisfatórios e alcance a compreensão de todos que irão ler o mesmo.

    Um desses estudos, que se mostra extremamente relevante na produção de um trabalho acadêmico e enriquece os conhecimentos e informações empregados nele, é a revisão sistemática.

    Você já ouviu falar sobre revisão sistemática? Sabe como aplicar esse estudo em seu TCC? Se possui dúvidas sobre esse assunto, tire todas elas por meio da leitura deste artigo.

    Se suas dúvidas são outras, mas também relacionadas ao seu trabalho de conclusão de curso ou até precisa de uma luz para qual tema você deve escolher, acesse os outros conteúdos do Projeto Acadêmico e fique por dentro de tudo que envolve o mundo do TCC.

    Bom, sem mais delongas, vamos ao que interessa, o conceito de revisão sistemática para que a partir dessa leitura você saiba como aplicá-la em seu trabalho acadêmico.

    organograma revisão sistemática

    Conceito de revisão sistemática

    Primeiramente você deve saber que existem dois tipos principais de revisões, as narrativas e as sistemáticas.

    Revisões narrativas

    Esse tipo de revisão não utiliza uma metodologia específica e definida, fica a cargo do aluno a seleção dos estudos que serão realizados, bem como a análise e interpretação dos mesmos.

    Nesse método, a revisão pode apresentar traços do ponto de vista do aluno e seus argumentos podem ser defendidos.

    Revisão Sistemática

    Agora que você já sabe o que significa uma revisão narrativa, vamos ao conceito de revisão sistemática.

    Esse tipo de revisão é um estudo que pode ser realizada por meio de fontes tanto secundárias quanto primárias, onde seu principal objetivo é reunir estudos e informações semelhantes ao do tema principal, estando estes estudos publicados ou não.

    Após esse estudo os resultados são reunidos em uma análise estatística chamada metanálise, mas somente quando isso é possível.

    Por reunir estudos de origens primárias e secundárias, essa revisão é considerada um dos melhores métodos para resultados seguros e assertivos, bem como para a tomada de decisão sobre o tema.

    Antes de passarmos para o próximo tópico, vamos a breves explicações de alguns termos citados acima para que você não se sinta perdido.

    1. Fontes primárias: São meios de busca ou pesquisa que não passaram por nenhuma alteração ou análise, podendo ser chamadas também de fontes originais. Como exemplo disso temos:
    • Diários;
    • Registros públicos;
    • Registros privados;
    • Correspondências;
    • Entre outros.
    1. Fontes secundárias: Diferente da primária, as fontes secundárias são meios de busca que já passaram por algum tipo de análise ou publicação, com informações que já foram apresentadas e divulgadas publicamente. Como exemplo disso temos:
    • Livros;
    • Artigos publicados em sites, revistas ou jornais;
    • Sites confiáveis;
    • Entre outros.
    1. Metanálise: É uma técnica estatística utilizada para combinar resultados originados de diversos estudos individuais, tendo como principal objetivo de reuni-los e resumir seus resultados. Lembrando que a metanálise só tem significado quando aplicada nos estudos obtidos de uma revisão sistemática.

    Agora que você já conhece alguns dos principais termos que envolvem a revisão sistemática, vamos a mais esclarecimentos.

    exemplo de revisão sistemática

    Para que serve uma revisão sistemática?

    Assim como brevemente explicado durante o artigo, essa revisão permite que dados de diferentes pesquisas sejam reunidos e analisados a fim de obter resultados satisfatórios.

    Ela é importante para que o aluno desenvolva a escrita, aprenda a revisar e principalmente interpretar dados estatísticos, de forma a expandir seus conhecimentos.

    Esse tipo de revisão também permite a orientação e auxílio de pesquisas e investigações futuras, ela se mostra mais eficaz quando pesquisas mostram resultados conflitantes e negativos.

    Passo a passo de uma revisão sistemática

    Vamos ao passo a passo de uma revisão sistemática completa e eficaz:

    Defina uma pergunta específica para a pesquisa

    Esse é o primeiro passo, pois elaborar uma pergunta principal ou uma problematização determinará o seu projeto e será responsável por nortear todo o seu trabalho, por isso é necessário que você pense bem a respeito do tema para que esse questionamento seja elaborado com bastante cuidado.

    Pesquise bastante e seja estratégico! Pense com originalidade e já imagine a viabilidade daquilo que está propondo antes mesmo de seguir esse primeiro passo!

    Lembre-se que se este primeiro passo for bem pensado, você terá menos trabalhos nas próximas etapas.

    Selecione os melhores materiais que encontrar referente ao seu tema

    Depois de estabelecer o questionamento que norteará o seu trabalho acadêmico e se possível rascunhar suas metas e objetivos para o estudo, busque por fontes, sejam elas livros, sites ou outros meios e autores que falem e trabalhem com o tema que você previamente imaginou.

    É muito importante que essa fase você guarde corretamente todas as informações relevantes que você conseguir, a fim de consultas futuras.

    Faça a extração e síntese dos dados

    Junte todas as suas ideias com a dos autores que você pesquisou, lembre-se que o objetivo principal é que aquela pergunta lá do início seja respondida com clareza.

    Analise se ao fazer essa junção de informações as ideias não se contradizem ou causam confusão, só então inicie a metanálise.

    A análise estatística de resultados deve ser realizada, a fim de unir todas as informações do estudo e partir para a conclusão da pesquisa.

    Como esse tipo de análise estatística requer que os dados sejam agrupados, padronizados e integrados, ela transmite mais segurança e garantia da eficácia dos resultados finais.

    Lembre-se que antes de publicar e apresentar os resultados, você deve fazer uma nova avaliação para contestar se o que está apresentando está realmente compreensível e coerente, se possível peça para que uma pessoa que não está envolvida com o seu trabalho leia o mesmo, assim você terá uma opinião imparcial e saberá se está sendo claro nas informações.

    Produza e publique o resultado

    Essa é a parte de junção com o restante do trabalho, você deve ser o mais claro possível para que todas as informações sejam entendidas.

    A pesquisa científica exige que você publique os resultados, então seja coerente ao redigir os textos e não esqueça das normas da ABNT.

    Resumindo: 10 passos para elaborar o uma Revisão Sistemática de Literatura

    1. Defina o objetivo da revisão: Determine claramente a pergunta de pesquisa e os objetivos que você pretende alcançar com sua revisão sistemática.
    2. Desenvolva um protocolo: Crie um protocolo detalhado que inclua critérios de inclusão e exclusão, estratégia de busca, métodos de seleção de estudos e análise dos dados.
    3. Realize uma busca abrangente: Realize uma busca em várias bases de dados para identificar estudos relevantes. Utilize palavras-chave, sinônimos e termos controlados para otimizar sua busca.
    4. Selecione os estudos: Aplique os critérios de inclusão e exclusão estabelecidos no protocolo para selecionar os estudos relevantes. Faça isso de forma independente e registre suas decisões.
    5. Extraia os dados: Extraia os dados relevantes dos estudos selecionados, como características dos participantes, intervenções, desfechos e resultados.
    6. Avalie a qualidade dos estudos: Avalie a qualidade e o risco de viés dos estudos incluídos usando uma ferramenta adequada, como a escala de Jadad ou a escala de Newcastle-Ottawa.
    7. Analise os dados: Realize uma análise sistemática dos dados, que pode incluir meta-análise, análise qualitativa ou uma combinação de ambas, dependendo dos estudos incluídos e dos objetivos da revisão.
    8. Interprete os resultados: Interprete os resultados de forma crítica e relacione-os aos objetivos da revisão. Identifique lacunas na literatura e faça recomendações, se aplicável.
    9. Escreva o relatório: Escreva o relatório da revisão sistemática, seguindo as diretrizes da revista ou instituição onde você pretende submeter o trabalho. Inclua uma introdução, métodos, resultados e discussão.
    10. Faça uma revisão por pares: Peça a colegas ou especialistas na área para revisarem seu trabalho e fornecerem feedback construtivo antes de finalizar sua revisão sistemática.

    Respostas rápidas

    O que é uma Revisão Sistemática de Literatura?

    Uma revisão sistemática de literatura é um método de pesquisa que identifica, seleciona e sintetiza estudos relevantes para responder uma pergunta específica, seguindo critérios pré-definidos e rigorosos.

    Como fazer uma Revisão Sistemática de Literatura?

    Para fazer uma revisão sistemática de literatura, siga estes passos: defina a pergunta de pesquisa, realize busca sistemática de estudos, selecione estudos relevantes, avalie a qualidade dos estudos, extraia os dados, analise e sintetize os resultados, e escreva a revisão seguindo as diretrizes metodológicas.

  • Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Para os estudantes que desenvolvem trabalhos acadêmicos na área jurídica ou precisam fazer a citação de uma referência legislativa, por diversas vezes isso é uma tarefa um tanto confusa, devido a variedade de áreas de atuação do Direito. Porém, fazer uma citação de uma legislação não é algo difícil se você souber como fazer isso. Em vista disso, vamos falar mais como citar leis com foco em citação da Constituição Federal. Veja como citar uma Lei no seu trabalho

    Neste post, vamos falar mais sobre o corpo do texto de uma monografia com a citação de lei, como citar uma lei federal, estadual e municipal, além de deixar bem claro como citar a Constituição Federal de 1988 em seu TCC. Veja tudo isso a seguir! Citação Direta de Site: veja como fazer, normas ABNT e exemplos

    capa da constituição federal

    O que é a Constituição Federal?

    A Constituição Federal são todas as leis em conjunto que regem o bom funcionamento deste país. São leis fundamentais para a sociedade em que vivemos, considerado o conjunto de leis máximas para todos os cidadão brasileiros, garantido todos os direitos e deveres da população brasileira. A Constituição Federal foi promulgada oficialmente em 5 de outubro de 1988, e continua sendo nos dias de hoje na atual Assembleia Constituinte.

    Sabendo que a Constituição é um conjunto de leis, o estudante que pretende citar um ponto da Constituição Federal em seu trabalho de TCC deve prezar pelas regras de citação de fontes com suas devidas referências. Essas regras são estabelecidas por normas como a ABNT (Associação Nacional de Normas Técnicas), Vancouver e APA. Mas não se preocupe que nos próximos tópicos vamos mostrar como citar qualquer ponto da Constituição Federal em seu TCC. Mas antes é importante entender como as leis de um modo geral são citadas em trabalhos acadêmicos.

    Veja como citar a constituição no seu TCC

    Quando estamos trabalhando o corpo do texto em um Trabalho de Conclusão de Curso, qualquer tipo de lei pode ser citada de forma direta ou indireta. Assim que for feita a citação da lei, você deverá abrir um parênteses com o nome do autor da lei e o ano de criação. Onde se utiliza normalmente o sobrenome do autor em uma citação utiliza-se jurisdição neste tipo de caso. Ou seja, como estamos falando de lei federal, então utiliza-se (Brasil). Como citar Artigo de Lei no corpo do texto: normas ABNT e sugestões

    Vídeo de: Metodologia Descomplicada

    Exemplo de citação da constituição federal em um trabalho de TCC

    Veja um exemplo de citação indireta da Constituição Federal no corpo do texto do seu TCC: A prática de alguns crimes pode levar a punição de perda do pátrio poder, segundo o Art. 1° da Lei nº 13.715, de 24 de setembro de 2018 (Brasil, 2018).

    Como vocês podem ver, não existe nada de muito especial na hora de citar uma lei federal no seu trabalho de TCC. O importante é conhecer as normas de formatação cobradas pela sua instituição de ensino e seguir essas regras a risca. Neste post falamos que existem três tipos de normas técnicas, porém, vamos nos aprofundar somente na ABNT para mostrarmos mais sobre como citar a Constituição Federal e todo os outros tipos de leis em seu trabalho de TCC.

    citar constituição federal no tcc

    Referenciando a Constituição Federal no trabalho

    Todas as leis e quaisquer outros instrumentos jurídicos devem ser citados em um trabalho acadêmico dentro de normas técnicas. Com base na ABNT, todas as leis e instrumentos jurídicos ficam atrelados a NBR 6063:2002, que deixa bem claro no tópico 7.9, como devem ser feitas as referências bibliográficas de leis em um artigo, dissertação, monografia, tese, entre outros trabalhos acadêmicos. Isso tudo também vale para a citação de jurisprudência e doutrina, que são decisões judiciais e interpretação dos textos legais existentes, respectivamente.

    Além de tudo que está presente na NBR 6063 para a citação de lei em um trabalho acadêmico, é necessário incluir um endereço eletrônico com data e origem de acesso caso a informação sobre a lei seja citada direta ou indiretamente de uma página na internet. Uma importantíssima dica é que o aluno estude bastante o conjunto de regras da NBR 6063 em sua totalidade. É preciso estar ciente do que é cobrado como regra de formatação em um trabalho de TCC em detalhes nesta NBR.

    Como citar a Constituição Federal de acordo com a ABNT?

    De acordo como o conjunto de regras ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos, citar a Constituição Federal e emendas constitucionais, além dos textos legais infraconstitucionais, que são nada mais nada menos que lei complementar, decreto, lei ordinária, medida provisória, dentre outros, é preciso utilizar uma formatação específica.

    As regras de formatação também se estendem para as normativas, resoluções, portarias, instrução normativa, ordem de serviço, comunicado, decisão administrativa, circular, dentre outros.

    Elementos fundamentais para referência da Constituição Federal

    • Jurisdição (cabeçalho com a indicação da entidade, caso o aluno esteja se referindo a uma norma);
    • Título;
    • Data;
    • Numeração;
    • Dados da Publicação.

    Quando estamos falando da Constituição Federal e de muitas de suas emendas em um trabalho de TCC, deve-se obrigatoriamente acrescentar a palavra Constituição com o ano de promulgação entre parênteses, e logo após deve se indicar a jurisdição e o título. Bom, não se preocupe se você não entendeu, vamos dar um exemplo fictício e bem específico de como você deve fazer com a Constituição verdadeira. Devemos antes deixar claro que a base deste exemplo é real, porém, escrito de forma a ficar um exemplo fictício:

    Exemplos de Citação da Constituição Federal

    Averiguado os direitos de todos os cidadão, a lei deixa claro que: “A sociedade baiana é uma sociedade cultural com uma longa história junto a toda comunidade afro-brasileira, sendo a prática do racismo crime inafiançável sujeito a reclusão, de acordo com a Constituição Federal” (Bahia, 1989).

    1. Citação direta curta: Segundo a Constituição Federal, “todos são iguais perante a lei” (BRASIL, 1988, art. 5º).
    2. Citação direta longa: Conforme estabelecido no artigo 37 da Constituição Federal, “a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes do Estado obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência” (BRASIL, 1988).
    3. Citação indireta: A Constituição Federal de 1988 estabelece os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros, garantindo a igualdade perante a lei e a inviolabilidade dos direitos à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (BRASIL, 1988).
    4. Citação de mais de uma obra: Segundo a Constituição Federal (BRASIL, 1988) e o Código Civil (BRASIL, 2002), a liberdade de expressão é um direito fundamental, resguardado pela legislação brasileira.
    5. Citação de artigo específico: De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal (BRASIL, 1988), todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida.

    Exemplos de Referência da Constituição Federal

    BAHIA, Constituição (1989), Capítulo XXI  – DO AFRO-BRASILEIRO, Art. 286. Disponível em: http://www.lei.com.br/legis_CONSTITUIÇÃO_DO_ESTADO_DA_BAHIA.org. Acesso em 2 de jul. 2019.

    1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 20 de maio de 2018.
    2. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2022.
    3. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 5 de junho de 2019.
    4. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2019.
    5. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. 200 p. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 18 de agosto de 2019.

    Como vocês podem observar no exemplo de citação e referência da Constituição Federal em trabalhos acadêmicos, não é difícil executar essa tarefa em seu trabalho. Não hesite em pesquisar mais sobre o assunto e como já dissemos, estude bem a NBR 6063 e todos os detalhes que apontam como citar e referenciar leis em um trabalho acadêmico.

  • Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    O resumo é um dos itens obrigatórios da monografia, sem o qual ela não pode ser considerada completa e, portanto, é um dos requisitos para a aprovação do trabalho de conclusão de curso.

    No entanto, muitos estudantes da graduação e formandos têm dúvidas sobre o que é o resumo do TCC e chegam a essa etapa de sua formação sem saber o necessário para conseguir fazê-lo.

    Informações e dicas sobre como fazer um resumo de TCC de maneira fácil podem ajudar esses alunos e contribuir para aliviar um pouco da pressão e da tensão que cercam o trabalho de conclusão de curso.

    Se você está passando por essa etapa de sua formação e está precisando desse tipo de conhecimento, leia o artigo até o final.

    Dica rápida: o seu Resumo deve conter:

    • Partes da Introdução
    • Partes da Metodologia
    • Partes dos Resultados
    • Partes da Discussão
    • Partes da Conclusão

    O que é o resumo de TCC?

    O resumo é um dos primeiros elementos textuais do TCC e a introdução do trabalho para quem o lerá. Isso, por si só, já faz dele uma parte importante da monografia — e mostra a importância de saber como fazer o resumo do TCC.

    O resumo deve ser uma síntese de tudo que será abordado no trabalho, uma “apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho”  como definem as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    Isso quer dizer que ele deve ser completo, mas não se estender demais: de 150 a 500 palavras é o recomendado. Uma quantidade ideal seria entre 250 e 300 palavras. Para alguns, esta também deve ser a quantidade máxima de palavras do resumo. Abstract TCC: veja como fazer, o que é e nossas dicas e sugestões

    Para aqueles que têm dúvidas sobre como fazer o resumo do TCC, ele pode conter apenas uma introdução ao tema do trabalho, a hipótese defendida, explicar brevemente a metodologia utilizada, os resultados e as contribuições. Na maioria dos casos, isso é suficiente.

    O resumo deve incluir parte da introdução e das considerações finais, mas não deve copiar exatamente o texto de nenhuma delas. Também não deve conter referências bibliográficas.

    Da introdução, devem constar os objetivos, a justificativa e metodologia e as considerações finais, os resultados obtidos na pesquisa. Por isso, recomenda-se que ele seja uma das últimas coisas a serem feitas.

    O resumo também deve contar, logo abaixo do texto corrido, as palavras-chave que definem o trabalho. O recomendado é utilizar de três a cinco termos.

    exemplo de um resumo de TCC

    Como fazer o resumo do TCC de maneira mais fácil?

    Existem algumas dicas que o estudante pode utilizar para elaborar o resumo do TCC de maneira mais fácil e certa. Porém, antes, é importante (além de ajudar muito) saber o que dizem os itens da NBR 6028, que tratam-se das normas ABNT para o resumo de TCC.

    Como tal, elas definem o que é o resumo de TCC e suas regras gerais e de apresentação:

    • O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. A ordem e a extensão destes itens dependem do tipo de resumo (informativo ou indicativo) e do tratamento que cada item recebe no documento original.
    • Ele deve ser precedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento.
    • Também deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único.
      • A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação, etc).
      • Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
      • As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave: separadas entre si por ponto e finalizadas também por pontos.
      • Devem-se evitar: a) símbolos e contrações que não sejam de uso corrente; b) fórmulas, equações, diagramas, etc; que não sejam absolutamente necessários; quando seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem”.
    exemplo de resumo tcc
    exemplo de resumo de tcc
    resumo de TCC modelo pronto

    Para definir o que incluir e entender como fazer um resumo de TCC de maneira fácil, um método recomendado por especialistas é o estudante se fazer quatro perguntas:

    1. O quê?

    Primeiro é necessário explicar o título da monografia, a ideia do trabalho de forma mais simples e direta;

    2. Por quê?

    Dizer o motivo de ele ter sido escolhido;

    3. Como o TCC foi elaborado?

    Explicar o tipo de pesquisa, quais técnicas foram utilizadas e como se chegou à bibliografia que dá fundamentação teórica ao trabalho. Explicar a metodologia;

    4. Qual a conclusão?

    Constatar o que foi analisado e desenvolvido durante o texto principal do trabalho.

    Outra dica muito útil para quem está em dúvida sobre como fazer e o que colocar no resumo do TCC é consultar exemplos de trabalhos aprovados. Há muitos na internet, fáceis de encontrar com uma busca no Google acadêmico. Ou, se preferir, você pode consultar o acervo de TCC’s na biblioteca de sua faculdade.

    Importante: não se esqueça das normas ABNT para o resumo de TCC.

    *Vídeo do professor: Evandro Queiroz | Pesquisa sem Mistério

    Onde colocar o resumo

    Agora que já sabe o que deve constar e como fazê-lo, você pode estar se perguntando “onde colocar o resumo do TCC?”

    Como falado, o resumo é um dos primeiros elementos do trabalho. Ele faz parte dos elementos pré-textuais — que antecedem introdução, desenvolvimento e conclusão, os elementos textuais —, vindo depois de capa, folha de rosto, dedicatória, agradecimentos e epígrafe e antes do sumário.

    Como alguns desses elementos são opcionais, o resumo acaba sendo a introdução ao trabalho e o primeiro contato mais aprofundado com o conteúdo de que ele trata.

    Por conta disso é importante ter bastante cuidado ao fazer seu resumo. Afinal, ele será a primeira impressão causada pelo seu trabalho e por onde outras pessoas interessadas descobrirão se vale a pena, para elas, lê-lo ou não.

    Você já sabia o que é o resumo do TCC? E como fazê-lo? Se este artigo foi útil de alguma forma para o seu trabalho, compartilhe com colegas e amigos que também estão precisando dessas informações.

    Se você tem outras dúvidas quanto ao TCC como, por exemplo, usar sites como referência ou fazer citação de citação (APUD) no seu TCC, visite os outros conteúdos do Projeto Acadêmico ou deixe sua pergunta nos comentários abaixo.

  • Et al. ABNT: significado, como usar, exemplos de uso

    Et al. ABNT: significado, como usar, exemplos de uso

    A expressão et al. é um tipo de abreviação que se refere a três diferentes expressões em latim, sendo elas: et alii, et aliae e et alia. Em todos os casos, a expressão se aplica ao significado de “e outros ou outras”. Sendo assim, é comum ver esse tipo de abreviação ao final de uma obra que possui muitos autores.

    Neste post, falaremos em detalhes o que significa a expressão et al., para que serve, quando você deve utilizar em seu TCC, entre outras informações. Além disso, falaremos a seguir como utilizar a expressão et al. da maneira certa. Confira tudo isso a seguir e muito mais.

    O que é Et al.?

    Como já mencionamos anteriormente, a expressão et al. trata-se de uma abreviação de três diferentes termos em latim, que na verdade possuem o mesmo significado. Et alia é a forma neutra para dizer que uma obra possui muitos autores, no caso do termo et alii a referência de autores ocorre na forma masculina e o termo et aliae se aplica a muitas autoras.

    Em todos os casos, a expressão é utilizada apenas quando há vários autores e há a necessidade de se abreviar essa informação. Quando isso acontece, é comum indicar apenas o primeiro autor e colocar a expressão et al. logo em seguida. Geralmente, a expressão et al. é mais utilizada após alguma citação bibliográfica que possua vários autores diferentes. No entanto, ela pode ser utilizada em qualquer trecho que possua essas características e tenha como necessidade a abreviação dos autores.

    exemplos de uso Et al

    Para que serve?

    A maior finalidade da expressão em latim et al. é abreviar a informação de que há mais autores para determinado texto. Independente do tipo de texto, a expressão é utilizada com a mesma finalidade, informar que há mais autores envolvidos na criação de determinado trecho. Sendo assim, a expressão et al. serve para informar ao leitor de que o texto foi desenvolvido por muitos autores, e por isso, foi utilizado uma abreviação para não prolongar a lista de autores.

    Embora a utilização da expressão seja de fácil compreensão, é importante avaliar a que tipo de norma segue o texto em questão. Isso porque dependendo da norma utilizada a expressão em latim deverá ser informada de forma diferente. Todas essas características diferentes podem ser observadas na norma, formato ou padrão adotado para a aplicação da expressão et al. ao final de um texto escrito por vários autores.

    Por exemplo, a norma ABNT NBR 6023:2002 determina que a expressão seja empregada da seguinte forma: SOBRENOME, Nome et al. Enquanto que a norma NP 405-1 determina que a expressão seja utilizada da seguinte forma: SOBRENOME, Nome [et al].

    Aqui no Brasil, a utilização da expressão é indicada através da ABNT, que é a Associação Brasileira de Normas Técnicas. Já em Portugal, por exemplo, essa mesma indicação aparece em “Regras Portuguesas de Catalogação“. Nesses dois casos, o uso da expressão é indicado quando há mais de três autores em um único texto.

    Quando usar Et al. em TCC?

    O trabalho de conclusão de curso é regido por diversas normas e padrões que são estabelecidos pela banca examinadora. Nesse caso, a utilização do et al. segue os padrões estabelecidos pela norma em questão. Na maioria dos casos a utilização da expressão em latim é obrigatória quando há mais de três autores envolvidos na criação de um único texto.

    Para saber como utilizar a expressão et al. em seu TCC corretamente você deve primeiramente se informar sobre a norma aplicada. A norma ABNT possui variações que determinam padrões diferentes para a utilização do et al. como abreviação de autores. Sendo assim, é indispensável que você pesquise a utilização indicada para a norma que você terá que seguir em seu TCC.

    Tirando essas características que se diferem, a utilização do et al. deve ocorrer sempre que você realizar uma citação ou menção de um texto que foi escrito por mais de três pessoas. Nesse caso, temos os seguintes exemplos de utilização do et al. seguindo a norma ABNT NBR 6023:2002:

    • 1 autor – (SOBRENOME, Nome, ano);
    • 2 autores – (SOBRENOME, Nome; SOBRENOME, Nome, ano);
    • 3 autores – (SOBRENOME, Nome; SOBRENOME, Nome; SOBRENOME, Nome, ano);
    • 4 ou mais autores – (SOBRENOME, Nome, et al., ano).

    No exemplo acima vemos que a utilização do et al. se aplica a uma referência bibliográfica. No entanto, a expressão et al. pode ser utilizada em citações ao longo do texto e em outros momentos quando necessário. O mais importante é que a utilização do et al. seja feita em TCC apenas quando necessário. Quando há a possibilidade de informar o nome dos autores, como ocorre no caso de três autores na norma ABNT, a expressão et al. não deve ser usada. Mas quando há mais de três autores, é importante abreviar essa informação.

    Como usar Et al. no TCC?

    A utilização correta do termo et al. ocorre quando a norma vigente é respeitada. Sendo assim, não há uma única forma de se utilizar a expressão. É importante antes de tudo conferir as regras padrões para a utilização do et al. de acordo com a norma em questão. Mas de uma forma bem simples, você deve utilizar o termo sempre que a norma obrigar a abreviação para um determinado número de autores.

    Além da indicação de autores nas referências bibliográficas, o et al. pode ser utilizado ao longo do texto. Por exemplo, se o texto apresenta uma citação que possui muitos autores e precisa de abreviação, é utilizado o termo et al. para designar que há muitos autores. No meio do texto, o termo é aplicado da seguinte forma:

    • Citação de um artigo científico: Sobrenome, Nome do Primeiro Autor, et al. “Título do Artigo”. Nome da Revista, vol. X, no. Y, Ano, páginas.
    • Citação de um livro com vários autores: Sobrenome, Nome do Primeiro Autor, et al. Título do Livro. Editora, Ano.
    • Citação de uma dissertação ou tese: Sobrenome, Nome do Primeiro Autor, et al. “Título da Dissertação/Tese”. Nível Acadêmico (Mestrado, Doutorado) – Nome da Instituição, Ano.
    • Citação de um relatório técnico: Sobrenome, Nome do Primeiro Autor, et al. “Título do Relatório”. Nome da Instituição, Ano.
    • Citação de um documento online: Sobrenome, Nome do Primeiro Autor, et al. “Título do Documento”. Disponível em: URL. Acesso em: Data de Acesso.

    No entanto, é importante avaliar como a norma vigente exige que essa informação apareça em seu texto. Essa é a forma como a ABNT exige que o termo apareça no meio do texto, mas você deve conhecer a norma do seu TCC antes de iniciar a utilização do et al.

    *Vídeo retirado de: Biblioteca Central Sebastião Fernandes

    Respostas rápidas

    O que significa Et al.?

    “Et al.” é uma abreviação do termo latino “et alii”, que significa “e outros”. É comumente usado em referências bibliográficas quando há mais de três autores de um trabalho.

    Quando usar Et al.?

    “Et al.” é usado ao citar um trabalho com vários autores, indicando que há mais de três autores envolvidos. É uma forma de abreviar a lista completa de nomes de autores para evitar repetições excessivas.

    Normas ABNT para Et al.?

    De acordo com as normas da ABNT, o uso de “Et al.” é permitido para citar obras com mais de três autores em referências bibliográficas. No entanto, é recomendado verificar as orientações específicas da instituição ou periódico em questão, pois pode haver variações nas diretrizes de formatação.

    Como usar Et al. no TCC?

    Ao usar “Et al.” em um TCC, é importante seguir as normas da ABNT para referências bibliográficas. Geralmente, você pode utilizar “Et al.” ao citar uma obra com mais de três autores. Certifique-se de verificar as orientações específicas da sua instituição ou programa, pois podem haver requisitos adicionais para a formatação de citações e referências em seu TCC.

  • O que é Revisão de Literatura? Tipos, exemplos e como fazer

    O que é Revisão de Literatura? Tipos, exemplos e como fazer

    Revisão de literatura do TCC é uma das partes mais importantes do trabalho, pois fundamentará a sua pesquisa. Veja como fazê-la da forma correta!

    Neste artigos você vai ter todas as informações relacionadas, dicas de como fazer uma revisão de literatura, exemplos para você se basear e a estrutura correta (seguindo as normas).

    imagem com uma pessoa digitando em um notebook e uma folha de papel escrita com um lápis sobre ela

    Afinal, para que serve a revisão de literatura do TCC?

    A revisão de literatura do TCC é a parte do trabalho onde você apresentará as referências teóricas e pesquisas que embasaram seu estudo.

    É uma parte essencial do trabalho, portanto, você deve catalogar boas referências, para que elas interajam com o tema do texto de maneira coerente e satisfatória.

    Passos para escrever a revisão de literatura do TCC

    Sendo algo essencial e de suma importância em um trabalho científico, ela deve sempre ser elaborada conforme as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos.

    O primeiro passo é sempre selecionar citações e referências que estejam alinhadas com o tema escolhido e o conteúdo do seu trabalho.

    Alguns acadêmicos pecam na elaboração desta parte pois se utilizam de referências pouco ou sem nenhuma coerência com o restante do trabalho, deixando a desejar em conteúdo.

    Os elementos básicos para escrever a revisão de literatura são:

    • Revisão crítica de teóricos, estudiosos e textos relacionados ao tema escolhido para embasar seu trabalho;
    • Revisão e leitura crítica de pesquisas semelhantes à sua, para fazer tabulação e comparação de dados;
    • Explicar como seu trabalho é coerente com os estudos e trabalhos revisados;
    • Crie um texto coeso, citando vários estudos e teóricos que estejam de acordo com seu estudo, sempre relacionando-os, comentando, realizando críticas e/ou elogios, se for o caso.

    Exemplo de revisão de literatura retirado de: http://ftp.medicina.ufmg.br/fono/monografias/2008/amandafreitas_analiseacustica_2008-2.pdf

    Buscando referências para a revisão de literatura

    Ao elaborar a revisão de literatura do TCC, procure uma gama ampla de autores e obras referentes ao tema do seu trabalho.

    Esta parte do TCC necessita de referências bibliográficas muito concretas, de forma que você possa tabular dados, selecionar ideias e comparar informações.

    Estas referências devem estar de acordo com a problematização e as hipóteses que você elencou.

    Um mesmo tema pode e deve ser abordado por ângulos distintos, por isso você precisa definir o foco que sua pesquisa terá, para que ao desenvolver o restante do TCC não haja dúvidas, ou confusões na amplitude do tema.

    Uma dica muito válida é que você elabore uma lista de palavras-chave sobre o tema escolhido e a delimitação do tema que foi optado.

    Com estas palavras-chave em mãos, será mais fácil selecionar as bibliografias para escrever sua revisão de literatura.

    Organizando as ideias e montando o texto

    A revisão de literatura do TCC corre um grande risco de plágio, já que são tabuladas e comparadas ideias e dados de textos de terceiros.

    Portanto, ao elaborar seu texto tenha cuidado extra desde a seleção de material.

    Encontre materiais relacionados, leia e realize a análise destes para criar um texto bem embasado e sólido.

    Inicie escrevendo parágrafos que tragam ideias mais amplas para em seguida passar para ideias de cunho mais específico, que se aproximem efetivamente do seu trabalho.

    Evite organizar a revisão de conteúdo pelas listas de trabalhos consultados, mas sim pelas ideias, isso facilitará a escrita e dará a lógica necessária para o texto.

    Foque em textos realmente relevantes para o tema do trabalho.

    Já que a revisão da literatura é a busca, seleção e análise a fim de encontrar a resposta para uma determinada pergunta, isto abrange todo o material que é escrito sobre determinado tema: livros, jornais,  relatórios, teses, periódicos, dissertações, monografias, etc, você precisará ser seletivo ao escolher o que colocará em seu texto.

    Sem dúvida nem tudo que já foi escrito sobre o tema é necessário que você use na revisão de literatura, portanto avalie as referências que embasaram seu tema da melhor maneira possível.

    A Revisão de literatura do TCC nas normas ABNT

    Ao elaborar esta seção do trabalho, use como base as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos, já que elas auxiliam a referenciar corretamente a sua pesquisa.

    Como dito anteriormente, o plágio é passível de ser ocorrido na revisão de literatura, muitas vezes até involuntariamente, já que se utilizam trechos de obras já publicadas com modificações pequenas e não referenciadas.

    A ABNT prevê normas para citação de referências, que ao serem feitas da maneira correta dão qualidade e profundidade de conteúdo ao seu trabalho, sem o risco de cometer plágio.

    A ABNT sugere sempre que as referências da revisão de literatura sejam feitas corretamente, confira aqui dicas para referenciar corretamente seus trabalhos acadêmicos.

    Tipos de revisão de literatura

    A revisão de literatura do TCC conforme as normas da ABNT podem ser de três tipologias distintas.

    De acordo com o tipo de trabalho acadêmico que se está elaborando, deve-se escrever a revisão de literatura entre uma destas tipologias.

    Abordaremos abaixo cada uma delas, já que estas são definidas conforme o método de elaboração:

    • Narrativa: Não utiliza critérios sistemáticos nem estratégias sofisticadas de busca. A busca de estudos e interpretação de informações é sujeita à subjetividade de quem escreve. É utilizada em TCC’s, dissertações, teses e artigos.
    • Sistemática: Funciona como uma investigação científica. Este tipo de revisão de literatura são consideradas estudos observacionais experimentais de recuperação e análise crítica da literatura. Neste caso se testam hipóteses reunindo e sintetizando os resultados de outros estudos. Precisa fornecer resposta a uma pergunta previamente formulada. Utiliza métodos sistemáticos, reunindo e dados dos estudos primários. É utilizada em tomadas de decisão na prática clínica ou na gestão pública.
    • Integrativa: Este tipo é necessário em casos que se precisa uma revisão rigorosa, combinando isto com estudos de variadas metodologias, buscando integrar os resultados. Este tipo permite uma combinação de dados identificando as lacunas nas áreas de estudos, revisão e análise metodológica dos estudos sobre um determinado assunto.

    A revisão de literatura auxilia muito no avanço da ciência, pois ao elaborar o texto, o acadêmico vai retrabalhando conceitos que muitas vezes estão já defasados e fornecendo novas informações que agregam valor ao estudo.

    Revisão de Literatura em 6 passos

    1. Descreva cada estudo que considerar relevante sobre o tema;
    2. Faça um resumo do que será estudado;
    3. Compare os estudos selecionados, confrontando opiniões dos autores;
    4. Organize e catalogue as informações da sua leitura;
    5. Verifique os argumentos relevantes sobre o tema escolhido;
    6. Defina entre os argumentos que estão adequados à pesquisa;
    7. Organize todos os dados para uma visão atualizada do assunto;
    8. Redija o texto utilizando as informações coletadas e tabuladas.

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