Resultados de pesquisa para: “capa”

  • Projeto Político Pedagógico (PPP): princípios e finalidades, o que é e para que serve

    Projeto Político Pedagógico (PPP): princípios e finalidades, o que é e para que serve

    Entenda a definição e como produzir um projeto político pedagógico!

    Você já ouviu falar no termo? Sua abreviação é PPP e está mais presente em nossas vidas do que parece. É um tema que pode ser usado nos TCCs ou mesmo ser produzido por algumas pessoas que possuam em mente um programa adequado. Você entenderá tudo sobre o tema para produzir um TCC:

     

    Definição de projeto político pedagógico

    Você já deve ter ouvido falar de políticas públicas. Basicamente são projetos e planos que visam melhorar a qualidade das pessoas nas mais diversas áreas, como transporte, educação, saúde, segurança, entre tantos outros. Podendo, inclusive, serem produzidos pelos próprios cidadãos, que muitas vezes são incentivados a participarem.

    Os PPPs são projetos focados no sistema de pedagogia inseridos nas escolas. Quais livros os alunos lerão? Quais apostilas serão distribuídas anualmente? Quais matérias são pertinentes e quais serão dispensáveis? Tudo isso é definido nos projetos.

    O projeto possui várias etapas e é geralmente conduzido pelos diretos da instituição, mas todo o processo é colaborativo com diretrizes para todos. Os professores, pelo contato direto com os alunos e por conhecerem melhor suas necessidades, participam mais do que qualquer um.  Coordenadores e outros funcionários também fazem parte.

    Qualquer instituição de ensino é obrigada a produzir um projeto político pedagógico e devem seguir por direções específicas, de acordo com as leis e regulamentos existentes no Brasil.

    Embora existam essas leis, é criada uma certa liberdade em cada escola para decidir a melhor maneira de desenvolver o conteúdo programático e como lidar com os alunos.

    pessoa participando de uma reunião

     

    A construção de um projeto político pedagógico

    Cada instituição de ensino possui PPPs únicos, considerando suas dificuldades, seus pontos fortes, perfil dos funcionários e dos alunos, participação dos pais, o fato de ter recursos ou não, etc. Eles são considerados pilares da instituição, uma vez que propõe as metas e objetivos a serem conquistados.

    Confira abaixo como funciona a construção básica de um projeto político pedagógico:

    • Antes de mais nada, é preciso ser feito por pessoas adequadas. O próprio nome “pedagógico” já indica que requer a participação de profissionais da área.

    É possível que até mesmo os pais e alunos participem, mas tudo deve ser devidamente separado. Existem pessoas capacitadas para construir esses planos. Os responsáveis da instituição podem convocar especialistas em pedagogia;

    • Grade Curricular: Deve-se ficar bem claro todas as matérias que serão transmitidas para os alunos até que o projeto passe por outra mudança. A maneira da qual tudo é ensinado é discutível e mutável;
    • Capacidade dos professores e gestores: É preciso estar claro quais são as formações dos professores e ter certeza de que podem ensinar determinadas matérias. Os gestores também precisam ter a capacidade de gerir todo o processo e acompanhar de perto;
    • Planos de ação: É preciso tratar estratégias, muitas vezes feitas com gráficos e roteiros, sobre as aulas. Os professores não dão aulas simplesmente por dar. A maioria deles traçam planos de ensino e organizam todo o conteúdo e como irão transmitir em cada aula;
    • Os recursos devem ser colocados em pauta. Escolas particulares podem produzir determinados projetos, enquanto as públicas podem produzir outros;
    • Embora consultores possam ser contratados, usar projetos prontos e não contar com a opinião dos funcionários internos pode ser problemático e levar o PPP em uma direção que não condiz com as condições da instituição;
    • Embora as instituições devam apresentar o documento obrigatoriamente, isso não significa que ele não se atualiza e não seja discutido quando algo novo ocorre.

     

    Inserindo o tema de projeto político acadêmico no TCC

    Pode ser um tema muito pertinente para quem estuda pedagogia ou para quem não optou por bacharelado e sim por licenciatura. Não é difícil encontrar artigos e dissertações sobre o assunto na internet, inclusive TCCs muito bem elaborados.

    Você não precisa seguir na área da educação especificamente para produzir um TCC sobre o tema. Você pode relacioná-lo com diversas outras áreas.

     

    Busque pontos de vista diferentes

    Os PPPs chamam a atenção de muitas pessoas por conta do vasto planejamento e a estruturação. Por isso você encontra muitos trabalhos acadêmicos na internet como “Projetos políticos pedagógicos e a relação com a gestão da sociedade” ou em relação à gestão de empresas.

    Se esse é o tema que escolheu, busque um ponto de vista diferente para não ficar igual ao de outras pessoas. Para isso você precisará ter um grande repertório e realizar pesquisas com metodologia.

     

    Busque conhecer projetos na prática

    Não se limite a fazer pesquisas em trabalhos acadêmicos na internet ou em livros. Conheça as realidades nas escolas. Veja os projetos em seu desenvolvimento e sendo aplicados na prática.

    Escolas públicas são muito abertas e receptivas para o público, principalmente se estiverem perto de você e propõem eventos para que os pais e alunos participem. Dependendo da sua formação, você pode até mesmo ajudar na produção.

    Universidades públicas também são muito abertas para o público e incentivam os alunos a participarem de seus projetos e planos.

    Os projetos costumam estar disponíveis online e algumas instituições criam murais com resumo para que os alunos entendam a proposta. No entanto isso não é a mesma coisa de verificar tudo na prática. Pode ser crucial para definir o tema para seu TCC.

     

    Posso criar um projeto político pedagógico?

    Se você planeja criar um projeto político pedagógico, saiba que isso deve ser feito por profissionais em pedagogia. Ao trabalhar em alguma instituição de ensino, você tem a oportunidade de opinar e participar diretamente.

    Isso não é feito sozinho, visto que é preciso ter noção de todos os profissionais envolvidos e eles, por estarem envolvidos, terão seu espaço para opinar.

    Se não é nenhum pedagogo ou professor, saiba que, como aluno, você pode conhecer os projetos da instituição em que estuda e pode participar propondo seus pontos de vista.

     

    Construindo seu projeto acadêmico

    É comum que universitários confrontem novos termos que nunca viram antes e busquem fontes de informações para entender melhor. Quando chega o momento da conclusão do curso, a definição de temas pode ser o passo mais complicado para algumas pessoas.

    Se você ainda não definiu o tema para seu TCC, acesse o site Projeto Acadêmico e confira muitas dicas para finalmente fazer essa escolha. Você também pode conferir tudo sobre as normas da ABNT e o que mais precisar para se dar bem na vida acadêmica.

  • Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Entenda quais são os tipos de ensaios e como fazê-los!

    O ensaio científico ou ensaio acadêmico é comum nas universidades, se tratando de um gênero textual onde o autor expõe seu ponto de vista sobre o tema baseado em uma pesquisa.

     

    1. Sobre o ensaio científico ou ensaio acadêmico

    A primeira coisa que você precisa entender ao fazer um ensaio científico ou acadêmico é que é uma proposta teórica, onde se investiga e pesquisa determinado tema, a partir de obras de outros autores para então propor a sua própria opinião.

    Diferente de muitos gêneros acadêmicos, o ensaio científico abre bastante espaço para o subjetivo e para que você teorize, mas isso não significa perder o bom senso e criar algo que os outros não possam entender. Confira abaixo alguns itens que te ajudarão a produzir um ensaio científico:

    • É um gênero textual mais curto e breve do que teses, dissertações e outros textos acadêmicos. Vá direto ao ponto, ainda mais por se tratar de algo pessoal e muitas vezes subjetivo;
    • O ensaio científico, obrigatoriamente, deve conter a opinião do autor e uma reflexão subjetiva, mas é preciso ter cuidado para não se perder no processo. Os outros precisam entender do que se trata;
    • A linguagem deve ser o mais simples possíveis, mesmo se tratando do meio acadêmico. Use termos técnicos apenas se forem pertinentes ao desenvolvimento do trabalho;
    • A proposta precisa ser inovadora e apresentar algo diferente, um problema, uma discussão, uma crítica, tudo de maneira concisa;
    • Ao expor sua opinião e reflexão subjetiva, certifique-se de que tudo é fundamentado em fontes confiáveis.

     

    2. Não confundir com ensaio literário

    Ensaios por serem gêneros textuais específicos, podem ter muitas semelhanças, mas o ensaio científico ou acadêmico é diferente do ensaio literário.

    O ensaio literário abre margem para a subjetividade de maneira que o científico não permite. Além disso o ensaio literário não precisa ter fundamentação científica. Não confunda os tipos de ensaios.

    alguns objetos de estudo sobre uma mesa

     

    3. Conheça as normas da sua instituição

    O padrão é que a instituição exija as normas da ABNT, no entanto, um ensaio científico não precisa ser feito apenas em universidades e faculdades. Pode ser algo profissional, como em um centro de pesquisa.

    Descubra quais são as normas da sua instituição para produzir um ensaio científico de maneira adequada. A estruturação do trabalho é tão importante quanto o conteúdo.

    Geralmente os ensaios permitem uma liberdade maior por parte dos autores e não seguem uma estrutura rígida, sendo que toda a questão formal dependerá das exigências da instituição, na ocasião.

     

    4. A estrutura básica do ensaio científico

    Ao fazer um ensaio científico existe uma estrutura básica que precisa ser seguida, de acordo com as normas da ABNT. Mesmo que você não tenha a obrigatoriedade de normatizar seu trabalho dentro das regras, precisa entender o que é necessário para que não fique incompleto:

    Atenção especial na discussão, que é onde você deve expor sua opinião e reflexão, inclusive de maneira subjetiva e a bibliografia, que é onde você listará todo o material e as fontes da sua pesquisa para a produção do trabalho.

    Alguns itens que não são obrigatórios são muito bem-vindos, como anexos, índice e listas. Isso, além de enriquecer seu trabalho, pode melhorá-lo esteticamente e lhe dar mais fundamentação.

     

    5. Organizando seu ensaio científico

    Para organizar seu ensaio científico ou acadêmico, além da estrutura obrigatória e das normas da ABNT, é preciso seguir alguns pontos para que a possibilidade de ser subjetivo não faça com que você fuja muito do tema. Confira os itens abaixo para entender melhor:

    • Defina um tema, e faça toda a discussão subjetiva e objetiva girar em torno dele e mesmo que precise abordar outros pontos, sempre volte ao objetivo central;
    • Problematize, critique, questione o seu tema. Você mostrará um ponto de vista diferente e não reafirmar o que já está afirmado. Não produza algo que já existe;
    • Utilize cada parágrafo para tratar um assunto. Lembre-se de ser o mais objetivo possível, mesmo lidando com a subjetividade. Além disso, ensaios não devem ser muito longos;
    • A consulta das fontes é uma das partes mais importantes do ensaio. Você irá expor toda a origem de sua pesquisa na bibliografia. Escolha sempre fontes confiáveis.

     

    Desenvolvimento geral do ensaio acadêmico ou científico

    • Trace um cronograma para a produção de cada item do seu trabalho, não se demore muito em nenhum item, mas também não deixe de dar atenção, principalmente para pesquisa, desenvolvimento, discussão e acervo bibliográfico;
    • A pesquisa precisa ter uma data de início e de fim. Não realize a pesquisa ao mesmo tempo em que estrutura e escreve seu ensaio. Você não conseguirá se dedicar totalmente a nenhum dos dois;
    • Não realize pesquisas apenas na internet, com certeza em sua instituição existem outros exemplos de trabalho, teses, dissertações, monografias e você achará algo que poderá complementar o seu trabalho;
    • Pesquise e utilize as normas da ABNT mesmo que na sua instituição não seja obrigatório. Isso pode te ajudar muito a organizar seu ensaio científico;
    • A argumentação e discussão deve se associar perfeitamente com o desenvolvimento e tema central. Um texto conciso é obrigatório;
    • Se necessário e ainda houver insegurança, faça rascunhos do ensaio científico;
    • Tome nota sobre tudo que for relevante em sua pesquisa. Tomar nota é bem diferente de iniciar o ensaio em si;
    • Pesquise modelos de ensaios científicos, acadêmicos e até mesmo literários para não iniciar seu projeto sem base nenhum. É possível até mesmo baixar documentos que já vem estruturado;
    • Utilize uma metodologia científica para desenvolver e organizar o seu trabalho. Isso, além de facilitar as coisas, pode torná-lo muito mais coerente. Por exemplo, uma metodologia para realizar a sua pesquisa é importante, pois existem vários tipos de pesquisa.

    *Vídeo perfeito da Mari Ella

     

    Conheça o Projeto Acadêmico

    Se você está com dúvida na produção de um ensaio científico, TCC ou qualquer trabalho acadêmico, você precisa conhecer o site Projeto Acadêmico. Você terá qualquer dúvida respondida a respeito das normas da ABNT, qualquer tipo de trabalho acadêmico, científico temas, tudo isso com exemplos e modelos para você se inspirar e desenvolver algo com qualidade.

  • 10 Normas ABNT indispensáveis em um TCC

    10 Normas ABNT indispensáveis em um TCC

    Saiba as 10 principais regras da ABNT a se seguir para obter um bom trabalho de conclusão de curso.

    Em algum momento da vida acadêmica, você, estudante de ensino superior, irá se deparar com o trabalho de conclusão de curso, ou como é mais conhecido, TCC.

    Para redigir este trabalho, uma série de normas e regras são exigidas a fim de padronização e organização do trabalho para que ele seja bem interpretado.

    Essas regras indispensáveis em um TCC são estipuladas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e são imprescindíveis para a conclusão e aceitação de um trabalho acadêmico, de forma que é obrigatório utilizá-las no decorrer do projeto.

    Você que precisa redigir um trabalho de conclusão de curso e não conhece muito sobre as normas e obrigatoriedades do projeto, não se apavore, continue a leitura deste artigo e saiba, as 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir.

    *Vídeo Formatação de TCC nas regras ABNT por GMVT Garcia de Moura – Vídeos e tutoriais

     

    Estrutura de um TCC

    Para que o seu trabalho de conclusão de curso atenda às normas da ABNT, ele deve ser dividido em três partes, sendo elas:

    • Elementos pré-textuais;
    • Elementos textuais;
    • Elementos pós-textuais.

    Fazendo essa divisão do que vem antes do conteúdo do seu trabalho, o que envolve sua pesquisa, e o que vem após, ela de forma a complementá-la, seu trabalho terá mais chances de ser melhor sucedido.

    Esclarecida essa parte, vamos as normas indispensáveis em um TCC, lembrando que todas que serão citadas são obrigatórias em uma monografia.

    estrutura do TCC regras ABNT

     

    1. Capa

    De acordo com a ABNT NBR 15287:2011 – item 3.5 e item 4.1.1 a capa é um elemento obrigatório em um trabalho acadêmico, precisando conter as seguintes informações com a ordem descrita abaixo:

    • Nome da instituição de ensino;
    • Nome do autor ou autores do projeto (responsáveis intelectuais do trabalho);
    • Título do trabalho acadêmico;
    • Subtítulo do trabalho (se houver);
    • Cidade em que a instituição de ensino se localiza;
    • Ano da apresentação do trabalho.

    Essas são as informações que devem estar inseridas na capa de um trabalho acadêmico.

    Para saber como elaborar a capa do seu projeto de forma correta clique aqui.

     

    2. Folha de rosto

    A folha de rosto, também de acordo com a mesma NBR, porém citadas nos itens 3.12 e item 4.2.1.1; este é o elemento que traz informações importantes sobre o trabalho, precisando também seguir uma ordem tanto na sequência quanto nas informações. Veja a seguir:

    • Nome do autor do trabalho;
    • Título do trabalho;
    • Subtítulo (se houver);
    • Identificação do trabalho (tipo de projeto e nome da instituição);
    • Nome do coordenador ou orientador;
    • Cidade onde a instituição de ensino se localiza;
    • Ano da entrega.

    Clique aqui e aprenda a redigir corretamente essa seção.

     

    3. Folha de aprovação

    Este elemento obrigatório de um TCC deve vir logo após a folha de rosto e conter as seguintes informações:

    • Nome do autor;
    • Título do trabalho;
    • Subtítulo do trabalho (se houver);
    • Tipologia do trabalho;
    • Nome da instituição;
    • Data de aprovação (após as assinaturas);
    • Campo para assinaturas da banca examinadora.

    Clique aqui e veja como elaborar essa seção.

     

    4. Resumo em língua vernácula

    Este elemento obrigatório faz parte de uma das 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir, ele deve explicar de forma sucinta o assunto que será tratado no decorrer do projeto.

    É um resumo na língua do país em que a instituição de ensino está inserida, e de acordo com as normas da ABNT não podendo ser redigido em tópicos nem ultrapassar 500 palavras.

    Logo abaixo deste resumo, vem uma sequência de palavras-chave.

    Quer dicas para elaborar o seu resumo? Clique aqui.

     

    5. Resumo na língua estrangeira

    Assim como o resumo em língua vernácula, ou seja, do país em que a sua instituição de ensino se localiza, é imprescindível que o mesmo resumo seja redigido em uma língua estrangeira, geralmente escolhida entre o inglês e o espanhol.

    Em inglês esse resumo é chamado de Abstract e em espanhol de Resumé, por exemplo.

    Saiba mais sobre esse assunto aqui.

     

    6. Sumário

    Este é mais um da lista de elementos obrigatórios em um TCC, que indica onde está cada parte de todo o trabalho seguido de sua página correspondente e serve para facilitar a busca por tópicos de seu projeto acadêmico.

    Assim como diz o item 3.23 da ABNT NBR 15287:2011, o sumário é uma enumeração das divisões e seções de um trabalho de conclusão de curso, de forma a facilitar a leitura e identificação de onde se encontra cada coisa para quem irá ler e avaliar o seu projeto.

    Este item é elaborado conforme a ABNT NBR 6027.

    Com alinhamento à esquerda e sem recuo, o sumário também pode ser gerado automaticamente por meio do editor de textos Word.

    Para entender como fazer um sumário, clique aqui.

     

    7. Introdução

    Aqui devem estar discriminados todos os temas que serão tratados ao decorrer do trabalho, ou seja, uma apresentação breve, porém clara da do objeto de estudo deve ser feita.

    Nesse momento do trabalho é possível que você exponha a problemática do mesmo e os questionamentos que te levarão ao alcance de seus objetivos.

    Aprenda como fazer introdução aqui.

     

    8. Referências Bibliográficas

    Elaborado conforme a ABNT 6023, as referências são uma das normas indispensáveis em um TCC.

    Este é um conjunto padronizado de elementos retirados de uma determinada fonte que permite identificação e consulta do mesmo.

    Diversos documentos podem ser referenciados, como livros, revistas, sites, entre outros.

     

    Formatação

    A formatação do TCC é uma exigência da ABNT e sem essas regras de padronização o mesmo não é considerado finalizado.

     

    9. Margens

    As regras para as margens de todo o trabalho, desde a sua capa até a última página nos elementos pós-textuais, são de:

    • 3,0 cm na margem esquerda;
    • 2,0 cm na margem direita;
    • 3,0 cm na margem superior;
    • 2,0 cm na margem inferior.

    Essas regras são aplicáveis ao anverso da folha (parte frontal).

    margem ABNT

     

    10. Conteúdo

    Em todo o conteúdo do projeto acadêmico, assim como a margem, algumas normas devem ser seguidas, como:

    • Espaçamento entre linhas de 1,5 cm;
    • Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12;
    • Alinhamento do texto justificado;

     

    Saiba mais de como elaborar corretamente o seu TCC

    Acessando os conteúdos do Projeto Acadêmico você encontrará dicas, além da forma correta de elaborar todo o trabalho de conclusão de curso. Não tenha mais dúvidas, acesse e tenha um TCC nota 10!

  • Como Fazer uma Discussão de TCC

    Como Fazer uma Discussão de TCC

    Tire suas dúvidas sobre o que colocar na discussão do seu Projeto de Conclusão de Curso.

    Depois que o universitário já passou por quase todas as fases de desenvolvimento do TCC, fez a introdução, os objetivos e a pesquisa, ainda resta uma das últimas e mais importantes etapas, que costuma tirar o sono de muita gente: a discussão dos resultados de pesquisa, também conhecido como “análise dos resultados e discussão”.

    Vários estudantes apresentam muitas dúvidas nessa fase, mesmo que os conhecimentos adquiridos ao longo do projeto, por meio da bibliografia e das atividades práticas, tenham, certamente, os capacitado para realizá-la.

    Se você é um desses universitários que se sentem inseguros para redigir a discussão, continue lendo esse artigo!

    Você aprenderá, em 5 passos, como fazer esse tópico de forma clara, considerando tudo que foi aprendido e vivenciado na produção do seu projeto final da universidade.

     

    O que é discussão de TCC?

    Em primeiro lugar, antes de entender efetivamente como fazer a discussão do TCC, é necessário compreender o conceito dessa seção tão importante para o seu trabalho científico.

    No geral, o tópico da discussão vem como última parte do desenvolvimento do trabalho, próximo à conclusão e trata da apresentação e, posteriormente, a análise dos resultados.

    Mas qual é a diferença entre apresentar e analisar? As duas denominações são complementares, mas tem distinções fundamentais.

    Na apresentação, o universitário deve expor e comentar tudo o que descobriu durante o processo de pesquisa, de forma direta.

    Já na análise, o dever é interpretar os dados coletados, identificando e explicando as relações entre eles.

    A qualidade da análise interferirá diretamente na nota que você receberá no seu projeto e o quanto ele terá de valor científico. Por isso, é necessário capricho e atenção aos detalhes.

    Tudo parece bastante complicado, não é? Mas siga as etapas abaixo e seguramente você vai conseguir entender o que colocar na discussão do TCC.

     

    1. Faça uma retrospectiva do projeto

    Depois de entender o que é discussão do TCC, o estudante deve, literalmente, recapitular todo o percurso do seu projeto: como você ou seu grupo chegaram ao tema proposto, como o desenvolveram e colocaram em prática a pesquisa, quais foram os desafios e provocações durante a produção do projeto, qual é a finalidade da sua pesquisa, os objetivos específicos e quais os resultados esperados.

    Faça uma breve reapresentação de tudo o que você passou nos meses em que ficou elaborando o trabalho e o porquê de cada decisão. Lembre-se da “história” do seu projeto, da sua vivência.

    Esse é o primeiro passo para compreender como fazer a discussão do TCC.

     

    2. Evidencie os resultados do trabalho

    Nesta parte inicial da discussão dos resultados de pesquisa, a forma de expor os dados obtidos pode mudar conforme o tipo de pesquisa escolhida, teórica ou empírica, para chegar aos objetivos do projeto.

    Dependendo do método de investigação, o que colocar na discussão do TCC tem algumas peculiaridades.

    Primeiro, entenda as diferenças entre pesquisa teórica e empírica, e como apresentar os resultados levando em conta essas diferentes formas de exploração científica.

    • Pesquisa teórica: Tipo de pesquisa fundamentada em análise documental e referências bibliográficas, ela tem como objetivo proporcionar discussão entre conceitos e não o levantamento de dados.

    Nessa categoria a apresentação dos resultados consiste na descrição de conceitos dos autores utilizados no projeto, análise do estudante sobre essas concepções e, por fim, a criação de uma linha de argumentação, expondo pensamentos convergentes e dissonantes entre autores.

    • Pesquisa empírica: Compreende todas as formas de pesquisa de campo, onde o cientista ou pesquisador coleta dados por meio de entrevistas, observação ou experimentação.

    Esse tipo de pesquisa se divide em quantitativa ou qualitativa e tem o objetivo de comprovar, de forma prática, as hipóteses.

    A apresentação dos resultados, ou seja, números e dados obtidos, é feita de forma direta e objetiva através de gráficos e tabelas.

    Muitas vezes, em um mesmo projeto de conclusão de curso, pode haver pesquisa teórica e empírica. A seguir, aprenda como relacionar esses diferentes tipos de fundamentação e veja o próximo passo para saber o que escrever na discussão do TCC de forma exata.

     

    3. Exponha as relações entre os dados

    É importante que todos os dados e resultados, depois de apresentados, sejam interpretados e relacionados, a fim de chegar em conclusões científicas sobre o assunto abordado no trabalho de conclusão de curso.

    Para trabalhos fundamentados em bases puramente teóricas, a relação entre os dados já é feita mediante a comparação de conceitos e características dos assuntos abordados por cada autor, assim como as implicações de cada teoria.

    Em relação a trabalhos que tem fundamentação empírica, as relações entre os dados colhidos em pesquisa de campo são feitas pela comparação e interpretação de gráficos, comparando medidas, opiniões e frequência de acontecimentos.

    Quando o trabalho une esses dois métodos de investigação existe, também, a atribuição de causas e efeitos para os dados colhidos em pesquisa de campo. Para isso, a pesquisa bibliográfica é fundamental para saber como fazer a discussão do TCC.

     

    4. Confronte com a hipótese inicial

    Após a descrição de forma clara e objetiva da apresentação e análise dos resultados, a próxima importante etapa é colocar todas essas constatações frente à hipótese inicial do TCC.

    A finalidade é saber se o conteúdo produzido e os dados obtidos no projeto endossam ou refutam a ideia primária que o universitário tinha ao começar as pesquisas.

    Diferente do que muitos estudantes pensam, a hipótese científica não precisa necessariamente se confirmar para que o trabalho de conclusão de curso tenha êxito.

    A refutação da hipótese inicial acarreta na formulação de uma nova hipótese, mais amadurecida. O importante, neste caso, é a produção de conhecimento no processo.

     

    5. Apresente as possíveis respostas para o problema

    O problema de pesquisa é a questão que deve ser objeto de investigação do seu TCC. A partir da problematização que é criada a hipótese e o desenrolar de todo o trabalho.

    No final, é importante que o universitário tenha respondido a essa questão, pois é ela, na verdade, que deu sentido a toda a produção e é a última parte da discussão dos resultados de pesquisa.

    Dessa forma, seu projeto poderá ser considerado, de fato, uma pesquisa científica.

     

    Hora de começar!

    Seguindo essas 5 dicas você não terá dificuldades em saber o que escrever na discussão do TCC e estará a um passo da sua formação acadêmica. Acesse Projeto Acadêmico e saiba mais!

  • Por que fazer Iniciação Científica antes do TCC?

    Por que fazer Iniciação Científica antes do TCC?

    Participar de um projeto de pesquisa acadêmico tem inúmeras vantagens, até mesmo relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso. Confira os principais benefícios!

    Você acabou de entrar na Universidade, tudo é novo e os trabalhos parecem assustadores, principalmente o temido TCC, que a cada semestre fica mais próximo. Nesse momento você ouve falar do projeto de iniciação científica e fica em dúvida: participar ou não?

    Muitos graduandos não entendem como funciona uma Iniciação Científica e acabam enxergando essa importante iniciativa como algo que vai “sobrecarregar” ou onerar ainda mais a vida do estudante universitário.

    Mas não é nada disso, além de proporcionar muitos conhecimentos fundamentais não só para a faculdade, mas para toda a carreira profissional, a Iniciação Científica pode facilitar o processo de produção do trabalho de conclusão de curso.

    Pesquisa Quantitativa, Pesquisa Qualitativa, Metodologia, Introdução, Objetivos. Todos esses tópicos podem ser uma surpresa e complicar a vida do aluno durante o projeto final da faculdade, são velhos conhecidos de quem participou, anteriormente, de um projeto de pesquisa.

    Abaixo, entenda quais, exatamente, são as vantagens da iniciação científica para a sua carreira e para a elaboração do seu TCC.

    *Vídeo A importância da Iniciação Científica por Em Diálogo

     

    1. Bagagem

    O estudante que opta por fazer uma iniciação científica acaba tendo contato com conhecimentos, teorias, autores e estudos que, durante o período normal da faculdade provavelmente não teria.

    No início do projeto de pesquisa acadêmico, o universitário deve ter em mente um tema no qual vai estudar e se aprofundar. Em seguida, deve ler e conhecer as teorias, pesquisas e experimentos já existentes sobre esse tema, para só depois iniciar os trabalhos.

    A bagagem teórica do estudante, durante o processo de iniciação científica, é consideravelmente ampliada e o conteúdo adquirido, certamente, será muito bem aproveitado na realização do trabalho de conclusão de curso, principalmente quanto à revisão bibliográfica e a delimitação do tema de estudo do TCC.

    Fazer iniciação científica é acumular bagagem de conhecimento para quando chegar o momento de fazer o projeto final de graduação.

     

    2. Senso Crítico

    O senso crítico é um atributo muito necessário durante a realização do projeto de conclusão de curso e que só pode ser trabalhado na prática, através de discussões, brainstorm e debates.

    Uma das vantagens da iniciação científica é justamente propiciar um ambiente provocador, em que o senso crítico é lapidado e o questionamento é incentivado.

    Nem sempre o estudante em fase de TCC deve aceitar exatamente tudo que o orientador falar. Ter bagagem e senso crítico significa também ter experiência para discordar, quando necessário.

    Em uma banca, por exemplo, o senso crítico, capacidade de argumentação e raciocínio rápido e lógico são fundamentais para conseguir defender seu projeto.

    Todas essas características são sumariamente trabalhadas, já que é na conversa e discussão de ideias, como funciona uma iniciação científica.

     

    3. Senso Metodológico

    Como fazer a metodologia do TCC é uma das perguntas que os graduando mais fazem quando chega o momento tão temido de produção.

    Metodologia é, nada mais, que os procedimentos necessários para alcançar os objetivos definidos logo no início do trabalho. Envolve saber o tipo de pesquisa, a abordagem e como coletar os dados.

    O estudante que fez iniciação científica antes do trabalho de conclusão de curso já está familiarizado com as metodologias e com certeza, não terá dificuldades para definir a mais adequada ao projeto.

    Por outro lado, o aluno que nunca ouviu falar desses termos terá dificuldades e o caminho será mais custoso.

     

    4. Reaproveitamento da pesquisa científica no TCC

    Não é incomum que alguns estudantes reaproveitem grande parte ou até totalmente a pesquisa produzida no trabalho de conclusão de curso.

    Com uma investigação já bem estruturada, basta fazer pequenos ajustes para que o projeto de iniciação científica se torne, de fato, um TCC. Dessa forma, o tempo investido na Iniciação é reaproveitado.

    Imagine ter o TCC pronto antes mesmo do início do último ano? Essa é uma das vantagens da iniciação científica. Pergunte ao coordenador do seu curso sobre essa possibilidade.

     

    5. Prosseguimento da pesquisa científica no TCC

    Além do reaproveitamento total, muitos estudantes optam por dar continuidade à pesquisa feita durante a iniciação científica.

    Já com um tema bem delimitado, senso crítico e metodológico, fica muito mais fácil seguir a linha de investigação.

    Chegar ao final da graduação com 2 pesquisas científicas, de uma mesma área do conhecimento, sendo uma a continuidade da outra é, sem dúvidas, um grande feito que pode alavancar sua carreira e facilitar sua entrada em outros níveis da formação acadêmica.

    Segundo estudos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, MCTIC, o aluno que participa de iniciação científica e tem bolsa, possui 2,2 vezes mais chances de entrar em uma pós-graduação.

     

    6. Networking com profissionais e pesquisadores

    Networking é a rede de contatos importantes com outros profissionais da área que todo graduando deve tentar fazer. O aluno da iniciação científica, em comparação ao aluno que optou por não participar, está à frente nesse quesito.

    Fazer iniciação científica também é fazer contatos e ter a oportunidade de trabalhar junto a ótimos pesquisadores, professores e especialistas, que podem te abrir as portas e te ajudar durante toda a sua carreira.

    Compartilhar ideias, oportunidades e críticas com os melhores do ramo, são só algumas das vantagens da iniciação científica.

     

    7. Bolsa de Estudos

    Como incentivo à entrada de estudantes universitários no mundo acadêmico, instituições, como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), oferecem bolsas de estudos para que o graduando possa se dedicar 100% à vida acadêmica.

    É uma ótima oportunidade não só para quem pretende seguir na área de pesquisa científica, mas para quem realmente quer aproveitar todas as experiências, em relação a conhecimento, que a faculdade pode oferecer.

     

    8. Diferencial no mercado de trabalho

    Se você chegou até aqui já sabe como funciona uma iniciação científica e como ela pode te ajudar a concluir seu TCC.

    Mas, fora do âmbito da faculdade, ter participado de um projeto de pesquisa acadêmico pode dar um grande destaque para o seu currículo.

    Possuir artigos científicos e demais produções publicadas em seu nome demonstra interesse e, principalmente, potencial.

    Tudo isso aliado a um ótimo trabalho de conclusão de curso se torna um elemento que te distinguirá dos demais no mercado profissional, que está cada vez mais competitivo.

     

    Encontre mais dicas

    Ingressar em um projeto de iniciação científica é muito importante, mas não é o único jeito de adquirir conhecimento sobre os processos de produção de um TCC. No nosso site você encontra detalhes para não passar aperto na reta final da faculdade!

  • Como fazer um PIM (projeto integrado multidisciplinar)?

    Como fazer um PIM (projeto integrado multidisciplinar)?

    Você sabe como realizar a elaboração do PIM? Sabe o que isso significa? Veja nesse artigo tudo que você precisa saber sobre o assunto!

    Muitas pessoas têm dúvidas sobre o que é o PIM (Projeto Integrado Multidisciplinar) e têm buscado informações sobre ele a fim de serem bem sucedidas em seu trabalho acadêmico, o que é compreensível, já que os estudos acadêmicos constituem uma etapa muito importante na  vida delas e um importante passo a ser dado na sua formação.

    Se esse é o seu caso e você deseja obter mais esclarecimentos sobre como fazer um PIM, então está no lugar certo e na melhor companhia. Aqui você terá acesso às melhores dicas para o PIM e verá que ele não é um bicho de sete cabeças, sendo possível ter uma nota excelente adotando algumas estratégias simples e eficazes para produzi-lo.

    alunos reunidos

     

    O que é o PIM?

    Mas antes de nos aprofundarmos no tema e explicar como fazer um PIM, é de substancial importância que tenhamos clareza sobre o que é esse projeto, pois assim o construiremos com maior segurança e efetividade.

    Você deve ter visto na proposta de trabalho que a sigla PIM significa Projeto Integrado Multidisciplinar e isso já diz muito sobre ele. Trata-se de um trabalho acadêmico que abarca várias disciplinas (por isso é multidisciplinar) do seu curso e pode ser feito semestralmente ou até mesmo mais de uma vez por semestre.

    A intenção é mensurar aquilo que você compreendeu do que foi estudado e a capacidade de explanar os seus conhecimentos de maneira científica. Esse é o primeiro passo para você saber como fazer um PIM e atingir uma excelente nota em seu curso!

    O Professor Mestre Fernando Leonel Rodrigues tem um vídeo explicativo sobre o assunto e mostra como ele deve ser feito.

     

    Fique Atento: O PIM não é um TCC

    Muita gente costuma ter essa dúvida porque não sabe ao certo o que é o PIM, mas deve ficar claro que ele não é a mesma coisa que um TCC.

    O PIM é um projeto que pode ser desenvolvido diversas vezes durante o seu curso, pois este é uma verificação de aprendizagem.

    A UNIP (Universidade Paulista) indica que se trata da integração entre o aprendizado acadêmico e a experiência profissional. Sua elaboração não é de todo complexa, mas há excelentes orientações que podem trazer esclarecimentos sobre o assunto.

    Portanto, não confunda o PIM com o TCC, pois eles não são a mesma coisa e devem ser estruturados de maneira diferente, embora os tópicos sejam bastante parecidos. Para saber como fazê-lo, nada melhor que ter boas orientações, por isso nossa equipe traz para você tudo sobre o PIM!

     

    Elaborando o PIM

    Quem vai proceder a elaboração do PIM pela primeira vez normalmente sente certa insegurança e teme pelos resultados que obterá. Isso é natural porque, de fato, trata-se de um trabalho minucioso que exige bastante planejamento e comprometimento do aluno.

    Mas é algo simples que você não precisa temer. E para isso lhe trazemos algumas dicas preciosas para que nunca tenha dúvidas sobre como fazer um PIM.

     

    Dicas para a Elaboração do PIM

    Para que você não tenha dúvidas sobre como deve ser feita a elaboração do PIM, veja essas dicas que temos para lhe dar sobre os passos mais importantes para fazê-lo.

    1.  O estudo das matérias deve ser aprofundado

    Fique atento a isso; como se trata de um trabalho que engloba várias disciplinas, cada uma delas deve ser estudada com profundidade. Tudo deve ser tratado com seriedade quando for elaborar o PIM. Um trabalho feito com razoabilidade normalmente não atinge os resultados esperados.

    Nesse ponto é de extrema relevância que você esteja afinado com as regras de metodologia científica, pois dessa maneira saberá como proceder a pesquisa de maneira ampla e a forma como esses dados devem ser apresentados em seu projeto.

    Para o processo de elaboração do PIM a metodologia científica traz importantes esclarecimentos, sendo interessante buscar cada vez mais informações a esse respeito.

     

    2.  Utilização das regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

    Trazendo ainda mais elementos para que você saiba tudo sobre o PIM queremos indicar que sua produção deve ser feita dentro das normas da ABNT porque se trata de um trabalho acadêmico. Você precisa seguir esse padrão porque é o modelo de produção exigido.

    Trabalhos feitos fora desse eixo não são aceitos pelos professores. Portanto, cuidado com a formatação ao elaborar o PIM. Para saber como fazê-lo corretamente, dentro das regras da ABNT, leia estes artigos!

     

    3.   Tudo sobre o PIM: o que deve conter em sua estrutura

    A estrutura do PIM é padrão e por isso você deve ter o cuidado de confeccioná-lo da maneira correta. Os itens que devem constar são:

    Os artigos sobre regras da ABNT que citamos acima também são bastante esclarecedores nesse sentido, para que saiba efetivamente como fazer um PIM! Analise e você verá como eles trazem ótimas dicas para o seu trabalho!

     

    4.  Dicas para a pesquisa e elaboração do PIM

    A pesquisa é fundamental para a elaboração do PIM porque é isso o que realmente fará a diferença para a consecução do seu projeto. Para isso, a internet é uma grande aliada, desde que você tenha o cuidado de buscar fontes seguras.

    Também é importante procurar a biblioteca da sua faculdade e pedir livros relacionados aos assuntos que serão abordados. Além disso, conversar com professores e pedir esclarecimentos sobre temas complexos e muitas vezes controversos também é uma fonte riquíssima de recurso para a elaboração do PIM.

    Um excelente local para se fazer pesquisas acadêmicas na internet é o site da Biblioteca Nacional, onde diversas fontes estão disponíveis para a sua pesquisa.

    Esse é o processo de pesquisa documental que você pode conhecer melhor fazendo a leitura desse artigo, que irá lhe ensinar como proceder essa pesquisa com segurança.

     

    5.  Fazer o PIM sozinho é uma opção

    Esse é um conselho de nossa equipe que tem muito a ver com o que você, de fato, está disposto a fazer para ter um trabalho extraordinário! É claro que quando você tem colegas comprometidos, vale a pena contar com eles porque isso ajuda e muito devido à divisão dos trabalhos.

    Mas se não forem colegas comprometidos, você terá mais trabalho, dores de cabeça e provavelmente não atingirá os resultados esperados. Portanto, considere fazer seu projeto sozinho se não tiver colegas que irão somar esforços para lhe ajudar a construir uma excelente nota!

    Aqui você teve a oportunidade de conhecer com profundidade o que é o PIM e como elaborá-lo de maneira correta, para que tenha êxito em sua apresentação.

    Contudo, sabemos que ainda podem ter ficado algumas dúvidas pontuais, motivo pelo qual nos deixamos à sua disposição para esclarecer quaisquer questionamentos. Nosso compromisso com você é ajudá-lo a obter os melhores resultados.

    A equipe do Projeto Acadêmico está pronta para lhe atender de maneira pessoal e responder às suas perguntas sobre o Projeto Integrado Multidisciplinar e assuntos correlatos sempre que for necessário.

    Aqui sempre temos a solução ideal para os seus problemas com trabalhos acadêmicos!

    No mais, lhe desejamos bons estudos e boa sorte!

  • Aprenda Como Fazer uma Síntese de um Texto Acadêmico

    Aprenda Como Fazer uma Síntese de um Texto Acadêmico

    O TCC é a porta de saída da universidade e um momento chave na vida acadêmica dos estudantes. Muitos deles, por cansaço, falta de orientação adequada, falta de tempo por não enxergarem a importância da elaboração de um bom TCC e a não atenção necessária a esta etapa tão importante, acabam prejudicando sua formação acadêmica.

    Neste artigo, vamos tratar de um assunto importantíssimo para a elaboração de um TCC de qualidade inatacável: a síntese de qualidade. Abaixo, segue um passo a passo para uma síntese bem-feita, a fim de garantir um excelente trabalho científico.

     

    Transformando problemas em solução na elaboração de um bom TCC

    Ao nos depararmos com a tarefa de elaboração de um bom TCC, percebemos que a grande maioria das universidades não nos prepara, de fato, para a vida acadêmica e muito menos para a elaboração de um trabalho científico de qualidade.

    Durante todo o período universitário, muitas instituições negligenciam a cadeira de metodologia científica e, por conseguinte, as regras e normas da ABNT exigidas para a produção acadêmica.

    No entanto, não raro nos é exigido um trabalho primoroso e temos que aprender tudo acerca não só do tema eleito, mas da própria estrutura formal do trabalho.

    Para realizar um bom artigo científico ou uma monografia (trabalhos de conclusão de curso mais pedidos nas universidades brasileiras), é necessário que saibamos fazer uma síntese de qualidade. Vamos detalhar como estruturar uma síntese bem-feita para obter um TCC irrepreensível.

     

    Porque fazer uma síntese bem-feita é essencial para a elaboração de um bom TCC?

    A síntese nada mais é que um resumo de uma outra obra, escrita por um autor renomado no assunto tratado no TCC, com notabilidade na sua área de pensamento.

    Essa obra será uma parte importante do seu próprio texto, por se referir diretamente ao tema escolhido. Ela entrará no desenvolvimento do seu texto, nunca na conclusão ou na introdução, que deverão ser elementos inteiramente autorais, reflexões acerca do seu próprio trabalho.

    Não estamos tratando apenas de livros, mas também de outros textos mais curtos, como artigos científicos, jornalísticos e outras publicações.

    Acontece que não se pode reproduzir o trabalho alheio em seu próprio trabalho – isto é plágio. Além do mais, fazer muitas citações ou mesmo citações muito extensas prejudica e muito a qualidade do seu trabalho.

    O TCC, sendo ele um artigo científico ou uma monografia, não se trata, como muitos pensam, de uma inovação no pensamento. Você não deverá criar teses ou inovar as teorias existentes.

    Aqui, o objetivo é comprovar, com seu trabalho, que você adquiriu uma sólida base de conhecimento durante a sua graduação, em especial sobre a cadeira que engloba o tema eleito para o trabalho.

    Portanto, o fazer uma síntese bem-feita e incensurável elevará em muito a qualidade do seu trabalho e a sua nota.

     

    Que tipos de síntese podem ser feitas para enriquecer seu TCC?

    Os tipos de síntese a serem eleitas dependem do seu objetivo, de como você irá inseri-la em sua própria obra.

    Esses são os tipos de síntese que podem ser elaboradas para compor um bom trabalho:

     

    Síntese Argumentativa

    Na síntese argumentativa a ideia do autor é transparecida de modo a apoiar a sua própria ideia, reforçar a resposta ao seu problema de pesquisa.

     

    Síntese Crítica

    Nesta, o argumento que você deseja levantar é que o autor do texto não exauriu as possibilidades de estudo e debate sobre o tema. Você fala sobre a obra ao mesmo tempo que traz uma crítica – fundamentada, claro – acerca do que foi dito.

     

    Síntese Explicativa

    Aqui, faz-se um resumo das ideias expressas originalmente pelo autor. Serve para ratificar a sua argumentação, o objetivo geral do seu trabalho.

    Neste tipo, o autor tem uma opinião convergente com a sua e você se utiliza de sua fala para corroborar a tese trazida em seu TCC.

     

    Dicas para uma síntese bem-feita

    Tratando-se de um resumo de uma obra, é essencial que você conheça bem o que você pretende sintetizar.

    Não se trata de escrever apenas um texto muito menor que a obra original, mas sim de traduzir em suas próprias palavras o que foi apreendido. É nesse ponto que as dicas são muito importantes.

     

    Conhecendo o texto que se pretende sintetizar

    É muito importante que seja feita uma leitura atenta do texto ou obra que se pretende resumir. Ainda, que durante esta leitura você tenha sempre em mente o objetivo geral do seu próprio texto e como o que você está lendo se relaciona com ele.

     

    Fixando e grifando os elementos mais importantes

    Vá marcando, nesse texto de origem, os elementos essenciais que você deseja reproduzir em sua síntese. Aqui, pense que somente entrarão os elementos centrais. O que escapar do tema central de qualquer forma, deixe de lado desde já.

    É super importante que nesse momento você leve em consideração o que de fato se relaciona com o seu problema de pesquisa. Muitas coisas podem ser ditas.

     

    Identificando as palavras-chave

    Após essas primeiras fases, você já terá identificado os elementos centrais e poderá nomear as palavras-chave essenciais para a compreensão do tema.

    Essas palavras-chave terão referência direta com o seu problema de pesquisa e devem ser em menor número possível, para que você mesmo não se perca no que de fato é essencial para o seu TCC e o que poderá ser descartado.

     

    Elaborando a síntese: seu próprio texto começa a tomar forma

    Após esse passo a passo para uma síntese de qualidade, o texto que se pretende resumir encontra-se recortado de forma a te fornecer as partes úteis para seu próprio trabalho.

    De posse destas informações, passe à tarefa de elaborar seu próprio texto, utilizando-se das palavras chaves encontradas, fazendo o encadeamento direto das ideias centrais do texto, que são exatamente aquelas que você deseja transmitir em seu TCC.

    Verifique, ao final dessas etapas, se esta síntese se enquadra logicamente com todo o resto de seu trabalho. Uma boa síntese perde seu valor quando não se conecta de forma coerente com os elementos anteriores e posteriores a ela.

     

    Saber planejar é fundamental

    Terminar o seu TCC no tempo certo, conseguindo a elaboração de um bom TCC e garantindo uma nota alta não é complicado. Basta seguir o passo a passo para uma síntese de qualidade e demais dicas trazidas por especialistas no Projeto Acadêmico. Certamente você verá que este processo será mais fácil e leve.

  • Pesquisa Quali-Quantitativa: veja como fazer, conceito, o que é e definição

    Pesquisa Quali-Quantitativa: veja como fazer, conceito, o que é e definição

    Aprender o que é e como fazer pesquisa quali-quantitativa pode expandir os seus horizontes acadêmicos.

    As pesquisas, sejam elas de qual nível acadêmico for, são fundamentais para a construção do conhecimento científico. É por meio delas que se abre a possibilidade de compreensão das múltiplas realidades sociais. Saber o que é pesquisa quali-quantitativa, por exemplo, pode ser de enorme utilidade nesse sentido.

    O universo acadêmico é carregado de abordagens metodologias, técnicas e teorias diferentes, cada qual com suas características e limitações, mas todas capazes de nos proporcionar uma visão diferenciada sobre o objeto de estudo.

    Mas para entender o que é pesquisa quali-quantitativa e como ela funciona é necessário aprender, antes, o que é pesquisa qualitativa e o que é pesquisa quantitativa.

     

    O que é pesquisa qualitativa?

    O ponto mais importante sobre o que é pesquisa qualitativa é o seu distanciamento com  questões  estatísticas. Nesse tipo de pesquisa há uma maior e mais profunda compreensão sobre um determinado grupo social, uma instituição, etc. Seu foco é explicar a razão por trás das coisas.

    Os dados que passam por um processo de análise não são métricos e utilizam das mais distintas abordagens. A intenção da amostragem é gerar informações densas e esclarecedoras. Não importa a quantidade: o que vale é o seu potencial de produzir um conjunto novo de informações.

    Não existe uma preocupação em coletar um contingente enorme de amostras, como ocorre na pesquisa quantitativa.

    Quando se aplica os conhecimentos sobre o que é pesquisa qualitativa preocupa-se com aspectos da realidade social que não possuem condições de serem metrificados e quantificados, focando-se na compreensão e na explicação das relações sociais.

    Quem sabe o que é pesquisa qualitativa opera com um mundo gigantesco de significados, de motivações, desejos, crenças, princípios e atitudes, o que equivale a um ambiente mais profundo das relações, dos diversos processos e dos fenômenos que não são viáveis de serem compartimentados dentro variáveis operacionais.

     

    O que é pesquisa quantitativa?

    Provavelmente você já tem uma noção sobre o que é pesquisa quantitativa. Essa modalidade de pesquisa tem o intuito de averiguar em termos estatístico uma hipótese, por intermédio da coleta de dados sólidos, metrificáveis e quantificáveis, isto é, em termos numéricos.

    Ela é calcada na formulação e preenchimento de questionários e outros tipos de entrevistas organizadas para a coleta de opiniões e de informações que serão, em um segundo momento, reunidas e analisadas com instrumentos estatísticos.

    Como a pesquisa quantitativa procura levantar dados a respeito de um certo grupo que se constitui no grupo estudado, é essencial que ela seja implementada numa amostragem representativa a fim de que seus resultados tenham validade.

    Deste modo, ao saber o que é pesquisa quantitativa e como usá-la, torna-se viável a mensuração e quantificação das respostas que se conseguiu durante as entrevistas e a obtenção de dados que servirão para confirmar ou refutar a hipótese elaborada inicialmente no TCC.

    Com isso é possível permitir que o trabalho consiga alcançar a resolução do problema de pesquisa formulado por você.

     

    O que é pesquisa quali-quantitativa?

    Se você não sabe o que é pesquisa quali-quantitativa, entenda que essa é aquele tipo de abordagem que usa tanto os métodos quantitativos quanto qualitativos, para a realização de uma análise muito mais aprofundada sobre o tema pesquisado.

    Apesar das pesquisas quantitativas e qualitativas serem normalmente estudadas de forma separada, estamos cientes de que elas podem sim ter seus pontos de convergência e complementarem uma a outra.

    Essa categoria de pesquisa possibilita um cruzamento muito maior dos dados e o peso da pesquisa aumenta em conjunto com a validação de todas as informações.

    Dessa maneira, é perfeitamente possível que uma pesquisa possua uma parte quantitativa contendo o levantamento de dados e também a conjecturação das eventuais causas dos resultados que foram obtidos. Isso é o que é pesquisa quali-quantitativa.

    Se uma pesquisa enquadrar-se como qualitativa e haver a necessidade de obtenção de resultados estatísticos para complementar o trabalho, ela será fundamentalmente quali-quantitativa, por conta de seu caráter misto.

     

    Como fazer pesquisa quali-quantitativa?

    Tendo em consideração suas particularidades, o funcionamento da pesquisa quali-quantitativa é, de certa forma, um verdadeiro mix. Em outras palavras, para aprender como fazer pesquisa quali-quantitativa é necessária a compreensão dos métodos quantitativos e também dos qualitativos, pois nesse caso eles se complementam.

    Para saber como fazer pesquisa quali-quantitativa, você deve levar em consideração a execução das seguintes etapas:

    • Revisão bibliográfica

    Nada mais é do que fazer uma vasta pesquisa procurando os mais variados autores que já falaram sobre o tema abordado e afins. Não só se deve buscar o que há de mais atual nesse sentido, mas igualmente os autores clássicos sobre o assunto.

    • Levantamento de dados

    Consiste em levantar dados em termos de quantidade, números, estatísticas, cálculos e coisas do gênero. Isso pode ser feito por meio de questionários, entrevistas, entre outros.

    • Análise de dados

    É o processo de análise dos dados que foram coletados por meio  da aplicação dos elementos teórico-metodológicos selecionados e das categorias analíticas, efetuando-se uma sistematização geral e articulando novos aspectos.

    Como pode ser observado, para se ter como fazer pesquisa quali-quantitativa é necessário se valer de dados numéricos (de um ou mais tipos) e, em seguida, efetuar a interpretação e análise desses dados.

     

    Exemplos de pesquisa quali-quantitativa

    Há uma variedade imensa de exemplos de pesquisa quali-quantitativa. Um deles é a elaboração de políticas públicas para o combate à violência contra a mulher em uma cidade do interior paulista.

    A primeira coisa que deve ser feita é coletar os dados que indique quantas mulheres sofreram esse tipo de violência, qual a agressão sofrida, faixa etária dessas mulheres, perfil socioeconômico, entre outros.

    Após essa etapa, tomar-se-á esses dados e, sob a luz de uma perspectiva das teorias de gênero, compreender o perfil geral das vítimas, o contexto dos atos e, a partir disso, elaborar hipóteses sobre políticas públicas que possam ser efetivas.

    Outro dos exemplos de pesquisa quali-quantitativa é a respeito do trabalho informal como forma de sustento e sobrevivência em um contexto de crise econômica. Novamente é necessário saber quantas pessoas se encontram nessa situação, as taxas de desemprego e emprego e então efetuar a análise dos dados levantados.

     

    Conhecendo o que é pesquisa quali-quantitativa

    A pesquisa quali-quantitativa é muito utilizada em pesquisas que tenham um aspecto mais prático envolvido. Ela demanda uma mistura das duas abordagens, que podem e devem se complementar.

    Se você tem dúvidas de como fazer uma pesquisa qualitativa e/ou uma pesquisa quantitativa, você pode consultar o site Projeto Acadêmico. Aqui você encontrará informações sobre esse elemento do TCC e muito mais!

  • 5 trabalhos que podem ser complementares ao TCC (Ensaios, Artigos, Iniciação científica…)

    5 trabalhos que podem ser complementares ao TCC (Ensaios, Artigos, Iniciação científica…)

    Veja alguns trabalhos que complementam o TCC e que também podem te ajudar no momento da elaboração do mesmo.

    Durante todo o processo acadêmico é normal que alguns trabalhos sejam solicitados, ou que você produza algum conteúdo sobre um determinado tema.

    Mas você sabia que todos estes trabalhos podem ser complementos ao TCC e te ajudarem na elaboração do mesmo?

    Isso porque ao produzi-los você pode relacionar o tema abordado e as pesquisas realizadas para que sejam complementos ao TCC e até mesmo enriqueçam o seu trabalho de conclusão de curso, se não o tema, algumas técnicas que usou na elaboração e formatação do mesmo podem ser aplicadas ao seu projeto final.

    Abaixo, confira alguns desses tipos de trabalhos, como são produzidos e como podem se relacionar e complementar o seu trabalho de conclusão de curso.

     

    Conheça alguns tipos de trabalho complementares ao TCC que podem te ajudar!

    1.  Ensaios acadêmicos

    Um ensaio acadêmico é um tipo de texto caracterizado por permitir que a opinião do autor se encontre bastante presente durante a discussão do tema, que é sua principal característica.

    Em seu conteúdo as ideias, pontos de vista e opiniões do autor são expostas, tendo como referência uma pesquisa sobre um determinado tema, apresentando ao final uma conclusão.

    Para este tipo de trabalho busca-se originalidade na escrita e clareza quanto a temática escolhida e a tese que será defendida, porém as pesquisas e opiniões não costumam explorar ou se aprofundar no tema de forma exaustiva.

    Por ser um trabalho não muito longo e exaustivo, o mesmo deve prender a atenção do leitor e, principalmente, os primeiros parágrafos precisam ser bem trabalhados.

    Este é um dos tipos de trabalhos que complementam o TCC, podendo ser aperfeiçoado, utilizado como base ou referência, ou até mesmo que as técnicas para a realização da pesquisa ou sua estrutura sejam copiadas e reproduzidas.

    Sua estrutura possui elementos textuais iguais aos do TCC, tais como:

    *Vídeo criado por Mari Ella

     

    2.  Paper

    O paper se caracteriza por ser um pequeno artigo científico, cujo propósito é o de encontrar ou criar uma problemática, para estudá-la, encontrar hipóteses, coletar dados para utilizar como referência, escolher o método original que utilizará para as pesquisas, só assim finalizando com a conclusão do mesmo apresentando uma possível solução.

    Neste trabalho, diferente dos ensaios acadêmicos, a opinião do autor é velada, com uma abordagem mais imparcial e distante possível, sem que as opiniões do escritor se mostrem claras no decorrer do conteúdo, o que se assemelha mais a um TCC que sempre deve ser redigido em 3ª pessoa, não podendo conter opiniões do autor.

    Sua estrutura também é semelhante, contendo elementos desde a capa até as referências, seguindo as formatações exigidas pela ABNT.

    Este tipo de trabalho é bastante utilizado em cursos de especialização, e até mesmo em mestrados e doutorados, podendo também ser publicado em algum periódico.

     

    3.  Resenhas

    As resenhas são textos com um resumo crítico que permite que as opiniões e julgamentos do autor também sejam incluídas em seu conteúdo, geralmente durante os últimos parágrafos. Resenha Descritiva: veja como fazer, exemplo e sugestões

    Geralmente em seu conteúdo um determinado tema é abordado de maneira crítica e sofre comparações com temas semelhantes ou do mesmo gênero, destaca pontos positivos e negativos e estuda o objeto de pesquisa em questão para fazer um relato técnico minucioso sobre o mesmo.

    As resenhas, mesmo que usualmente sejam mais curtas que outros tipos de trabalho, também devem ser devidamente formatadas seguindo os padrões da ABNT e, dependendo da instituição de ensino, possuem elementos como capa e as especificações técnicas do objeto de estudo.

     

    4.  Iniciação Científica

    A iniciação científica é um programa voltado para projetos de pesquisa, onde o estudante opta por realizar uma pesquisa básica a qual precisa ter uma abordagem de modo a compreender novos tipos de fenômenos, ou pode optar pela pesquisa aplicada que objetiva um determinado resultado ou fim prático, tudo isso utilizando os métodos científicos.

    Durante a produção deste trabalho, o estudante deverá entregar um relatório parcial após seis meses de duração de sua iniciação científica, para após um outro período entregar o relatório final, com suas conclusões.

    Este pode entrar para a categoria de trabalhos que complementam o TCC, pois por meio dele é possível que você tenha um maior contato com métodos científicos de forma que ele venha a servir como uma boa referência em uma outra ocasião.

    Outro fator que assemelha a iniciação científica a um trabalho de conclusão de curso é a duração das pesquisas, que tende a ter um tempo mais longo.

    Este tipo de pesquisa ainda pode ser acompanhado por uma bolsa de fomento para auxílio do estudante, como aquelas que são oferecidas por instituições e fundações como CAPES ou a FAPESP.

     

    5.  Artigos

    Um dos complementos ao TCC, mas que vem só depois de sua produção, são os artigos, pois você pode transformar o seu trabalho acadêmico em um artigo científico fazendo algumas modificações nele.

    Para isso é preciso enxugar bastante o conteúdo do seu trabalho acadêmico, pois geralmente os artigos publicados variam entre 03 e 30 páginas, mas basicamente você pode copiar alguns trechos só se preocupando em reescrever algumas partes para que fiquem mais resumidas, contudo sem que percam seu sentido e ideia principal.

    Lembre-se de avaliar atentamente a importância de cada um dos elementos do texto para que não tire partes que sejam cruciais para a compreensão do mesmo.

    Para que haja a publicação, você deve também escolher um periódico, pois uma das coisas que diferencia um TCC de um artigo científico é sua publicação, por isso é importante que antes de tudo você encontre a plataforma que gostaria de publicar, para que assim adeque o seu TCC às especificações de formatação e quantidade de páginas que o periódico exige.

    Transformando o seu TCC em artigo, isso pode também afetar muito positivamente em sua vida profissional e ajudar em seu currículo!

     

    Conquiste nota máxima em seu TCC

    Para saber muito além dos trabalhos complementares ao TCC e descobrir sobre tudo que envolve a produção deste trabalho acadêmico, acesse o site do Projeto Acadêmico, aqui você encontra conteúdos que te ajudarão a alcançar a excelência em seu TCC! Acesse já!

  • Veja dicas de como definir o tipo de pesquisa para o seu TCC

    Veja dicas de como definir o tipo de pesquisa para o seu TCC

    A produção do TCC é uma etapa importante na sua vida acadêmica e tem, como uma das exigências, a escolha da metodologia de pesquisa. Não tem ideia de como fazer essa escolha? Tudo bem, nós podemos te ajudar!

    A fase de produção do TCC é crucial na vida de todo estudante de nível superior. Esteja você cursando a sua primeira graduação ou não, esse é um momento que gera bastante tensão e expectativas entre os graduandos.

    Dentre as diferentes etapas envolvidas na produção do TCC, está a escolha da metodologia de pesquisa que será utilizada para que o trabalho seja desenvolvido com excelência.

    A princípio, surgem dúvidas quanto à sua escolha e muitas vezes você, estudante, pode não saber como fazê-la. É pensando nisso que nós trouxemos esse artigo, que veio para esclarecer essa dúvida de uma vez por todas. Acompanhe.

     

    Definindo o que é metodologia de pesquisa

    A metodologia de pesquisa nada mais é do que um conjunto de procedimentos e técnicas utilizados para identificar, selecionar, processar e analisar as informações reunidas sobre um determinado tema.

    Em um projeto como o TCC, por exemplo, a metodologia de pesquisa é o que permite que o leitor avalie, de modo crítico, a validade e confiabilidade de um estudo em sua totalidade.

    Na fase da escolha da metodologia de pesquisa a ser trabalhada, surgem duas principais perguntas: Como os dados e informações que embasarão o meu estudo serão coletados e gerados? Como eu poderei analisá-los?

     

    O papel da metodologia de pesquisa

    O seu papel na elaboração de trabalhos acadêmicos é, basicamente, descrever em detalhes como foram realizados os procedimentos de coletas de dados, as diferentes abordagens desenvolvidas no trabalho e, não menos importante, como a pesquisa se aplica em contextos práticos.

    Todo o desenvolvimento da metodologia de pesquisa no TCC se dá com base em alguns pontos. Os principais são:

    1. Cenário problema;
    2. Alvo da investigação;
    3. Abordagem.

    Tendo definidos os constituintes destes três pontos, todo o desenvolvimento do seu TCC se torna mais fluido e conciso. Com o restante das dicas que daremos aqui, você será capaz de identificar cada um deles. Vamos lá?

    livros para estudo

     

    Cenário e alvo da investigação

    Quando você define o cenário da sua investigação, o alvo da mesma acaba ficando em evidência. Para definir o cenário, você precisará analisar o contexto cercado pela sua pesquisa, que pode ser um lugar ou uma situação.

    Quanto aos alvos da sua investigação, eles podem ser tanto coisas (objetos ou fenômenos) quanto seres vivos (plantas, animais e microorganismos).

    Uma vez que você tem plena ciência de qual o cenário que serve de base à sua pesquisa e de quem serão os alvos da sua investigação, terá que definir qual o tipo de abordagem da sua pesquisa. Como se faz isso? Confira no próximo tópico.

     

    Definindo a abordagem

    A abordagem utilizada no seu TCC diz respeito à forma como você coletará e apresentará os dados ao leitor. Há dois tipos de abordagens possíveis e você deve escolher qual utilizará de acordo com suas necessidades. Essas abordagens são: a quantitativa e a qualitativa.

    • Abordagem quantitativa: uma forma estruturada para realizar a coleta e análise de dados obtidos por diferentes fontes. Tal abordagem faz uso de ferramentas computacionais, estatísticas e matemáticas para lidar com seus resultados;
    • Abordagem qualitativa: ela é utilizada para compreender as razões, opiniões e motivações que cercam o objeto de estudo. Proporciona uma visão sob a perspectiva do problema e é útil na criação de ideias e hipóteses.

    Com as definições em mente, basta escolher aquela que melhor atende suas necessidades.

    Você lidará com cálculos de probabilidade? Então aposte numa abordagem quantitativa. Precisa formular uma hipótese com base em princípios lógicos? A abordagem qualitativa pode ser a solução.

     

    Qual metodologia escolher?

    Em artigos anteriores publicados em nosso site, nós falamos sobre os tipos de pesquisa que podem ser usadas na produção do TCC. Os três principais deles são: pesquisa documental, pesquisa experimental e pesquisa explicativa.

    Nessa fase, é importante que você conheça cada uma dessas metodologias de pesquisa. Confira a relação entre cada uma das metodologias e o tipo de abordagem na tabela abaixo:

    Relação entre as metodologias

    Tipos Abordagem Exemplo
    Pesquisa Documental Qualitativa/

    quantitativa

    Análise de conjuntos de dados previamente coletados
    Pesquisa Experimental Qualitativa/

    quantitativa

    Entrevistas qualitativas/

    aferição de resultados por meio de experimentos

    Pesquisa Explicativa Qualitativa/

    quantitativa

    Investigar as causas de um dado fenômeno/

    utilizar de cálculos para chegar a uma conclusão

    Como você pôde ver por meio da relação mostrada anteriormente, uma vez que você identifica qual a abordagem utilizada, fica mais fácil escolher um tipo de metodologia de pesquisa para ser empregada em seu TCC.

    Vale frisar que você pode trabalhar com abordagens  e metodologias de pesquisa diferentes dentro de um mesmo caso, porque uma não exclui a outra. Trabalhá-las como sendo complementos uma da outra pode ser uma ótima opção para compreender o seu cenário e se relacionar com seu alvo de investigação.

    A grande questão é que você deve se perguntar quais são as suas necessidades para o momento, identificar qual a abordagem que condiz com a resolução do seu problema e então usufruir da metodologia de pesquisa que melhor te atende.

    Quer entender melhor como adequar cada uma ao seu trabalho? Acompanhe:

    Na maioria dos seus estudos você utilizará da pesquisa experimental para compreender o contexto inicial e enxergar a relação entre os fenômenos envolvidos com seu objeto estudado. Nessa etapa, a pesquisa experimental é importante porque te ajuda a aprofundar seus conhecimentos acerca do objeto em questão.

    Uma vez que você entende com certa propriedade o que cerca seu alvo de investigação, usará da pesquisa documental para analisar dados fornecidos por outros autores (fase relacionada ao seu referencial teórico) e compará-los com os seus próprios.

    Ao final de tudo, com o conceito inicial e os dados em mãos, você utilizará da pesquisa explicativa para entender não os fenômenos que cercam seu objeto de estudo, mas sim seus fatores causais.

    Nada muito complicado, não?

     

    Aprender cada vez mais

    Agora que você já tem uma ideia de como trabalhar as metodologias de pesquisa durante a produção do seu TCC, que tal se manter atualizado quanto aos seus outros aspectos, como formatação e dicas sobre as fases de introdução, desenvolvimento e conclusão?

    Nesse site, o Projeto Acadêmico, você encontrará essas dicas e muitas outras!

  • Elementos que não podem faltar em um TCC

    Elementos que não podem faltar em um TCC

    Descubra quais são os componentes da estrutura básica do trabalho de conclusão de curso.

    Um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) é fundamental não somente para a finalização de sua graduação, mas também como forma de ensinar como se faz e se escreve pesquisas científicas.

    Como um tipo de trabalho acadêmico que é, o TCC é estruturado em diferentes partes, todas com suas respectivas funções. Mas existem elementos que não podem faltar em um TCC.

    Em outras palavras, existem itens obrigatórios que devem estar contidos em seu trabalho. Tendo tais elementos, você terá feito o mínimo necessário para elaborar um trabalho bom, organizado e completo.

    Quer descobrir quais elementos que não podem faltar em um TCC? Então continue lendo esse artigo que explicaremos tudo a você!

    estrutura do TCC

     

    Como fazer um bom TCC?

    Uma das maiores dúvidas dos estudantes é sobre como fazer um bom TCC. Dos alunos mais aplicados aos mais “desencanados”. Elaborar um TCC é uma tarefa complexa, trabalhosa e que demanda dedicação e capricho. Entretanto, não é preciso se preocupar, pois está bem longe de ser um bicho de 7 cabeças.

    Antes da confecção dessa modalidade de texto, é crucial é escrever um projeto de pesquisa. Nele você irá mostrar, obviamente, toda a pesquisa que você deseja desenvolver ao longo do tempo. É o seu ponto de partida. Após a pesquisa devidamente finalizada, aí sim entra a elaboração do TCC.

    Aprender como fazer um bom TCC é importante pelo fato de que, por mais interessante que seja o conteúdo e o objeto analisado tenha relevância, se você não souber como por isso no papel de nada vai adiantar.

    Vamos dar umas dicas rápidas, porém eficientes para saber como fazer um bom TCC:

    Fique por dentro das regras da sua faculdade

    Procure saber quais as modalidades de TCC que sua faculdade permite e que regras específicas ele deve seguir para estar nos conformes exigidos por ela.

    Escolha o orientador certo

    Esse orientador deve estar alinhado com a linha de pesquisa que você pretende seguir. Além disso, ele deve ter um certo grau de exigência, porém saber dosar isso te dando a autonomia necessária.

    Selecione um assunto do seu interesse

    Pode parecer uma dica óbvia, mas muita gente acaba escrevendo sobre algo que não curte. E isso influência muito, pois, querendo admitir ou não, você sempre vai se empenhar mais se gostar do tema.

    Leia exaustivamente

    Leia, mas leia muito, muito mesmo. Com isso, você não só terá uma ideia mais clara do que quer, mas também será capaz de fazer uma problematização melhor.

     

    Os elementos pré-textuais de um TCC: resumo, índices, abstracts e listas

    Um trabalho de conclusão de curso é composto de diferentes itens. Eles podem ser basicamente classificados em três partes distintas:

    • Elementos pré-textuais;
    • Elementos textuais;
    • Elementos pós-textuais.

    O item que nos interessa nesse tópico são os elementos pré-textuais de um TCC. Como o próprio nome diz, eles são chamados de pré-textuais por virem antes do texto do trabalho. Todavia, você pode estar se perguntando: por que eles são chamados assim se também são textos, são coisas escritas?

    Os elementos pré-textuais de um TCC são nomeados dessa forma porque o que são considerados textos em si são as partes que contém componentes da pesquisa. Da introdução até a conclusão, tudo o que estiver sido construído é chamado propriamente de texto. Sendo assim, o que vem antes disso é taxado como pré-textual.

    Os elementos pré-textuais de um TCC são:

    • Capa (elemento obrigatório);
    • Lombada (elemento opcional);
    • Errata (elemento opcional);
    • Folha de aprovação (elemento obrigatório);
    • Dedicatória (elemento opcional);
    • Agradecimentos (elemento opcional);
    • Epígrafe (elemento opcional);
    • Resumo (elemento obrigatório);
    • Listas (elemento opcional);
    • Sumário (elemento obrigatório).

     

    A utilidade da introdução em um TCC

    É gigantesca a utilidade da introdução em um TCC. O intuito principal dessa parte é fazer com que a pessoa que o está lendo tenha uma noção panorâmica a respeito da sua pesquisa e do respectivo contexto da mesma.

    Como pode ser apreendido do próprio nome, a introdução vai apresentar o tema abordado pela pesquisa, mostrar alguns elementos iniciais. Ela deve ser escrita de tal forma que possa ser percebido com clareza o que foi analisado, como e por que, além, é claro, dos resultados oriundos disso.

    Fica evidente a utilidade da introdução de um TCC a partir do momento em que se compreende a natureza didática que ela possui.

    Uma introdução é composta basicamente dos seguintes itens:

    • Problematização: coloca-se uma dúvida, um questionamento inserido dentro do contexto principal;
    • Objetivos gerais e específicos: impõe os limites da pesquisa e aquilo que se intenciona analisar;
    • Justificativa: serve para explicar o grau de relevância do tema estudado;
    • Aspectos teórico-metodológicos: aqui esclarece-se os conceitos, definições, técnicas e procedimentos utilizados;
    • Revisão bibliográfica/revisão de literatura: um apanhado genérico daquilo que se conhece sobre o tema pesquisado, por meio do que outros autores escreveram;
    • Hipótese: potenciais explicações ou soluções para a problematização feita.

    Viu só a utilidade da introdução de um TCC? Ela prepara o seu leitor para a “cereja do bolo”: o desenvolvimento e conclusão.

     

    A importância do desenvolvimento e da conclusão

    Não há palavras suficientes para descrever o tamanho da importância do desenvolvimento e da conclusão. Isso não quer dizer que a introdução não possui relevância. O que estamos querendo te fazer entender é que é essas duas partes conterão os resultados dessa pesquisa, o que foi gerado a partir dela, enfim, o que foi descoberto e analisado.

    Antes de explicar melhor a importância do desenvolvimento e da conclusão, faz-se necessário esclarecer que ambos são diferentes. Muita gente acha que a conclusão é apenas uma mera extensão do desenvolvimento ou um resumo do mesmo.

    Durante o desenvolvimento do TCC, você deverá mostrar toda a lógica da sua pesquisa. Ele deve ser robusto e sólido o suficiente para que, mesmo que você arrancasse a introdução e a conclusão, ele fosse capaz de elucidar todas as questões.

    O desenvolvimento irá fornecer todas as explicações sobre o tema pesquisado, discutir sobre as teorias formuladas, os dados coletados e os resultados obtidos.

    A conclusão, por sua vez, ficará encarregada de exibir os resultados finais da pesquisa, promovendo uma avaliação dos pontos fortes e fracos e, por fim, faz uma amarração das conclusões parciais que foram enunciadas durante o desenvolvimento. Fica assim elucidado a importância do desenvolvimento e da conclusão.

     

    Aprendendo quais são os elementos que não podem faltar em um TCC

    Com esse texto você pode aprender com mais profundidade e clareza, quais são os elementos que não podem faltar em um TCC. Conforme foi explicado, existem alguns elementos opcionais, mas os obrigatórios são: capa, resumo, introdução, desenvolvimento e conclusão, essencialmente.

    Para saber, com maior riqueza de detalhes, como elaborar cada uma dessas partes, uma dica interessantíssima é acessar outros conteúdos desse site, o Projeto Acadêmico. Você encontrará diversos artigos, sobre os mais variados itens que compõem a estrutura de um TCC!

  • Pesquisa Explicativa: entenda o que é, como fazer uma, exemplos e nossas dicas

    Pesquisa Explicativa: entenda o que é, como fazer uma, exemplos e nossas dicas

    Entender sobre a metodologia de pesquisa que você utilizará para produzir o seu trabalho acadêmico ou científico é fundamental. Ao final da leitura deste artigo, você entenderá o que é a pesquisa explicativa e como ela pode ser útil até mesmo para a produção do TCC.

    Quando você lida com um projeto que exige o uso de técnicas abrangidas pela metodologia científica, pode acabar se deparando com o seguinte questionamento: Qual é a metodologia de pesquisa que melhor atende às minhas necessidades?

    Para responder a essa questão, é importante que você tome conhecimento sobre quais são as metodologias de pesquisa já existentes e em quais situações cada uma delas se aplica.

    Em outros artigos nós já falamos sobre a pesquisa documental e a pesquisa experimental; no entanto, um terceiro tipo ainda merece ser abordado: a pesquisa explicativa.

     

    Uma visão ampla sobre a Pesquisa Explicativa

    A pesquisa explicativa recebe esse nome devido ao seu caráter investigativo. Quando você embasa seu projeto nessa metodologia, deve estar focado em responder uma questão: Por quê?

    Esse é o tipo ideal de pesquisa para encontrar as causas e razões envolvidas no acontecimento de um determinado evento ou fenômeno.

     

    As principais diferenças entre a Pesquisa Documental, Experimental e Explicativa

    Entender as diferenças entre os três principais tipos de metodologias de pesquisa pode esclarecer quaisquer dúvidas que possam atrapalhar o desenvolvimento de um trabalho. Então, vamos ver quais são essas diferenças?

     

    Pesquisa Documental

    Conforme um artigo publicado pela Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, a Pesquisa Documental pode ser definida como sendo aquela na qual busca-se, através da elaboração de documentos, analisar cuidadosamente os dados coletados por meio de fontes primárias relacionadas a um assunto.

    Um exemplo de pesquisa documental comumente utilizado é a consulta a inventários de diferentes organizações: são consideradas desde uma consulta ao acervo de uma biblioteca até a análise do estoque de produtos de uma empresa.

     

    Pesquisa Experimental

    Segundo José Fernando Rodrigues Junior, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, uma pesquisa experimental é aquela que visa observar o comportamento de diferentes variáveis dentro de um objeto de  estudo.

    Isso significa que esse tipo de pesquisa auxilia na compreensão de como um fenômeno acontece. Ela é bastante útil para destacar quais são os fatores, dentro de um objeto de estudo, capazes de influenciar e gerar diferentes comportamentos e, consequentemente, resultados para a pesquisa.

     

    Pesquisa Explicativa: ferramentas para a solução de problemas

    A esta altura, você já tem em mente o conceito de cada um dos três principais tipos de metodologia de pesquisa. Agora, como o foco deste artigo é a pesquisa explicativa, precisamos nos aprofundar um pouco no assunto; para isso, nada melhor do que nós apresentarmos ferramentas que te auxiliam durante o uso dessa metodologia de pesquisa.

    Trabalhar com diferentes técnicas e ferramentas para a solução de problemas se mostra como um caminho prático para se alcançar resultados satisfatórios dentro de projetos nos meios acadêmico e científico.

    Se tratando da pesquisa explicativa, as diferentes ferramentas que a constituem, auxiliam os pesquisadores durante processos investigativos, que são aqueles nos quais busca-se encontrar quais os fatores que geram um determinado cenário problema.

    Dentre as ferramentas disponíveis para se chegar a uma resposta conclusiva sobre os porquês de uma situação, encontram-se:

    • A comparação de dados coletados previamente (por meio da Pesquisa Documental): a comparação entre diferentes amostras de dados pode acender algumas luzes no que tange determinado cenário. Tanto dados quantitativos quanto qualitativos podem ser úteis para os pesquisadores;
    • Investigação bibliográfica: a pesquisa em fontes confiáveis de informação pode ser extremamente útil durante as fases de uma Pesquisa Explicativa. É interessante se questionar se eventos similares àquele que é alvo de uma investigação já foram registrados anteriormente por outros pesquisadores;
    • Uso de lógica dedutiva: a lógica dedutiva baseia-se no conceito de procurar por motivações lógicas e causais que resultam em um determinado evento ou fenômeno. Isto é, qual a sequência de acontecimentos que têm maiores chances de tê-lo provocado.

    Quando estas ferramentas são utilizadas da maneira correta, responder aos porquês levantados inicialmente se torna uma tarefa menos complexa, uma vez que toda a estrutura analítica envolvida durante a resolução do problema encontra-se à disposição dos pesquisadores, sejam eles estudantes ou profissionais já estabelecidos no mercado.

     

    A importância de se trabalhar com diferentes metodologias de pesquisa

    Durante a produção do TCC e de outros trabalhos acadêmicos, é provável que você tenha que trabalhar embasando-se em mais de uma metodologia de pesquisa.

    Seja diretamente ou indiretamente, elas mantêm uma relação entre si, como se fossem as engrenagens de um sistema trabalhando em conjunto para atingir o mesmo objetivo.

    A tabela abaixo ilustra como cada uma das metodologias auxiliam os processos de produção de um trabalho acadêmico e quais as principais ações e questionamentos envolvidos em cada uma delas.

    Metodologia de pesquisa Ação principal Questionamento
    Pesquisa Documental Analisar dados previamente documentados, oriundos de diferentes categorias de fontes O que eu preciso constatar?
    Pesquisa Experimental Observar eventos: analisar eventos para entender os mecanismos envolvidos durante as fases de execução Como determinado evento acontece? Quais os mecanismos envolvidos?
    Pesquisa Explicativa Investigar o que provoca determinados eventos e fenômenos Por que isso acontece? Quais fatores resultaram nessa situação?

     

    Informação: a chave para um bom TCC

    Apesar de constituírem uma parte importante envolvida na produção do TCC, apenas conhecer as principais metodologias de pesquisa existentes não é o suficiente para uma vida acadêmica bem-sucedida.

    É importante que você se mantenha bem informado quanto aos diferentes aspectos envolvidos na produção de um trabalho acadêmico, tal como normas de formatação, como encontrar fontes com referências confiáveis e todos os outros pormenores que influenciam na qualidade final do trabalho.

    Uma das melhores formas de garantir que todas essas informações cheguem até você é: escolher um site da sua confiança para ser acompanhado.

    Nós recomendamos o Projeto Acadêmico. Além de ser capaz de te auxiliar com o que envolve a formatação e elaboração dos seus trabalhos, esse site ainda oferece orientação para dúvidas menos recorrentes que, ainda assim, impactam em sua qualidade final

    Acesse-o e confira você mesmo o que ele tem a oferecer. Com certeza há muito o que absorver.

  • Pesquisa Exploratória: exemplos, dicas, entenda o que é e como fazer

    Pesquisa Exploratória: exemplos, dicas, entenda o que é e como fazer

    Aprender o que é pesquisa exploratória é de grande ajuda para o desenvolvimento da pesquisa e compreensão do objeto estudado.

    Quando se trata de desenvolver uma pesquisa científica, há uma infinidade de métodos, abordagens, técnicas, estratégias. Ela pode receber diferentes classificações. Saber o que é pesquisa exploratória, por exemplo, faz toda a diferença para o entendimento da pesquisa como um todo.

    A partir do momento em que você define o seu objeto de pesquisa, o tema que você deseja compreender, é preciso selecionar o tipo de abordagem que irá utilizar para aprofundar os conhecimentos sobre ele. É aí que entram os tipos de pesquisa.

    Quer entender o que é pesquisa exploratória? Então continue lendo esse artigo para saber mais!

     

    O que é pesquisa exploratória?

    A pesquisa exploratória assume, em geral, as formas de pesquisas bibliográficas e estudos de caso. É um levantamento bibliográfico sobre o assunto. Prodanov e Freitas (2013, p. 53).

    Nada mais é do que uma das muitas modalidades de pesquisa científica. Ela corresponde a concretização de um estudo para fazer com que a pessoa que o está investigando, ou seja, o pesquisador, ganhe maior familiaridade com o objeto que está sendo analisado.

    Ela é feita de modo que o pesquisador se torne mais próximo do mundo do seu objeto de pesquisa e forneça oferece informações, além de orientar a elaboração das hipóteses do estudo em questão.

    A pesquisa exploratória igualmente permite ao pesquisador selecionar as técnicas mais apropriadas para o seu trabalho, a fim de que ele seja capaz de decidir a respeito das questões que precisam de uma maior atenção nesse processo investigativo.

    Por intermédio da pesquisa exploratória, é plenamente possível conseguir explicações sobre os fenômenos que, de início, não eram aceitos pelos outro estudiosos, ainda que se apresentasse diversas evidências.

    Além disso, com ela se descobre fenômenos completamente novos e formulam-se novas ideias e novas hipóteses.

    A metodologia utilizada na pesquisa exploratória abrange muito mais que o levantamento bibliográfico. Ela envolve também entrevistas com pessoas peritas em determinado assunto, pesquisas de campo e investigação de outros exemplos que ajudem no entendimento do assunto.

    Em termos mais estritos, pesquisa exploratória tem como papel o preenchimento das lacunas que normalmente surgem em um estudo.

    Ela irá proporcionar dados e informações que aumentarão a familiaridade do pesquisador com o tema da pesquisa.

    Na maior parte das vezes, as pesquisas exploratórias são dotadas de métodos mais flexíveis, sem a utilização de questionários minuciosos ou amostragens excessivamente complexas. Conforme já foi citado, o intuito é obter informações e não levantar conclusões estatísticas.

    A pesquisa exploratória é elaborada sobre um problema de pesquisa cujo tema geralmente  possui pouco ou nenhum estudo prévio. A intenção dessa modalidade de estudo é sair em busca de padrões, procurar ideias ou descobrir hipóteses. O objetivo não é testar ou comprovar uma certa hipótese, e sim fazer descobertas.

    As técnicas tradicionalmente utilizadas para a pesquisa exploratória consiste nos famosos estudos de caso, as análises históricas. Os resultados oriundos dela normalmente produzem dados qualitativos ou quantitativos. Ela fará a avaliação de quais teorias ou concepções existentes podem ser implementadas em uma determinada questão ou se é necessária a construção de novas teorias e métodos.

    dicas para pesquisa exploratória

     

    Quais as diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa descritiva?

    No que concerne às diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa descritiva, destacamos as seguintes:

    Pesquisa exploratória

    A pesquisa exploratória procura, por meio de suas metodologias e critérios, aproximar-se do objeto pesquisado. Ainda se tem poucas informações a respeito do assunto.

    É algo introdutório, feito no começo do desenvolvimento da pesquisa. Essa é a primeira das diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa descritiva.

     

    Pesquisa descritiva

    Uma das maiores diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa descritiva é que na pesquisa descritiva o estudo é bem mais minucioso, recheado de detalhes, contando também com o levantamento dos dados, a análise dos mesmos e a interpretação desses dados.

    Aqui são gerados dados mais qualitativos e sobretudo quantitativos.

     

    Quais são as diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa explicativa?

    Existem algumas diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa explicativa. A compreensão disso fará com que a aplicação de ambas sejam mais bem sucedidas e frutíferas.

    As principais diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa explicativa são:

    Pesquisa exploratória

    Pesquisa mais “superficial”, sem maior profundidade, com a função de uma tomada de conhecimento inicial sobre um determinado assunto. Trata-se de uma busca por dados e informações, de uma sondagem primária.

     

    Pesquisa explicativa

    Agora, por outro lado, entre as grandes diferenças entre pesquisa exploratória e pesquisa explicativa é que a pesquisa explicativa, além de promover um estudo bem mais profundo, igualmente mistura aspectos teóricos e práticos no desenrolar da pesquisa.

    Como pode ser apreendido a partir do próprio nome, esta modalidade de pesquisa tem como principal objetivo de explicar a causa das coisas.

    A pesquisa explicativa constitui-se em uma forma mais minuciosa de estudo, por essa razão é habitualmente classificada como uma fase avançada das pesquisas descritivas e exploratórias.

     

    Como fazer pesquisa exploratória?

    Ter ciência de como fazer pesquisa exploratória é importante para saber selecionar a metodologia mais apropriada a cada tipo de objeto estudo e de contexto. Há diversas técnicas e metodologias para essa finalidade, cada qual com suas particularidades e seus estilos de resultados.

    Alguns dos modos de como fazer pesquisa exploratória são:

    1. Observação

    Um dos meios mais comuns usados por quem aprende como fazer pesquisa exploratória é a observação. O intuito é simplesmente observar o objeto estudado. Isso pode ser realizado  dentro de um laboratório ou então em campo. Pode-se ainda promover uma manipulação ou não do cenário.

     

    2. Etnografia

    O pesquisador efetua um longo acompanhamento da vida cotidiana do grupo que está sendo estudado, além de se misturar com entrevistas e observações.

     

    3. Entrevistas

    A pessoa responsável pela entrevista conversa com uma pessoa de cada vez, levando em consideração todo um roteiro pré-estabelecido. Contudo, a sequência de perguntas e apontamentos vão sendo feitos de acordo com as respostas do observado.

     

    4. Levantamento bibliográfico

    Procura-se, por meio da Internet, em sites como Google, Google Acadêmico, agregadores de periódicos científicos, jornais, revistas ou nos próprios terminais das instituições um material de cunho bibliográfico, ou seja, livros, revistas e assim por diante, que versem sobre o tema estudado.

    dicas para fazer a pesquisa

     

    Exemplos de pesquisa exploratória

    Os exemplos de pesquisa exploratória podem ser os mais variados possíveis. Tudo irá depender diretamente do tipo de método usado para se abordar o objeto de estudo.

    Um dos muitos exemplos de pesquisa exploratória é esse: imagine que se pretende fazer um estudo histórico que vise compreender a mentalidade e memória das pessoas a respeito de um determinado acontecimento histórico, como as torturas cometidas dentro do DOI-CODI e do DOPS, por exemplo.

    Para isso, uma das coisas que devem ser realizadas são entrevistas com gente que foi torturada nesses dois locais supracitados. Prepara-se previamente as perguntas, sonda-se as pessoas e colhe-se esses depoimentos, para uma posterior análise e contextualização.

    Outro dos exemplos de pesquisa exploratória é a compreensão da representação feminina na literatura da Idade Média. Para essa finalidade, o primeiro passo é fazer um levantamento bibliográfico do máximo de pessoas possíveis que estudaram sobre isso e também de fontes da época para uma análise de fonte primária.

     

    Entendendo o que é pesquisa exploratória

    É bem simples de entender o que é pesquisa exploratória, ainda mais quando se compreende as diferenças entre ela e os demais tipos de pesquisa. Ela é essencial para que sejamos capazes de nos munir de informações suficientes para dar prosseguimento na pesquisa.

    Isso ajudará, sem sombra de dúvida, na elaboração de todas as partes do TCC e da escrita como um todo. Aliás, para descobrir como fazer um TCC, visite o site Projeto Acadêmico. Lá você encontra dicas imperdíveis para fazer um TCC genial!

  • 10 dicas de como elaborar um TCC de forma correta

    10 dicas de como elaborar um TCC de forma correta

    Saiba como elaborar o seu trabalho de conclusão de curso com perfeição!

    Antes da tão sonhada conquista do diploma e após passar vários e bons anos na faculdade, os estudantes precisam elaborar e redigir um trabalho mais conhecido como TCC (trabalho de conclusão de curso).

    A elaboração deste trabalho assusta a maioria dos estudantes; vê-lo pronto é motivo de grande prazer e satisfação para os mesmos, porém o caminho para a conclusão muitas vezes não é tão fácil.

    Você que começou ou vai começar o seu trabalho de conclusão de curso e precisa de algumas dicas e sugestões para que ele seja perfeito, não se desespere. Continue a leitura deste artigo e confira as 10 dicas para elaborar um ótimo TCC.

     

    1. Procure saber quais são as exigências de sua instituição de ensino

    banner exigências

    Antes de começar o seu trabalho acadêmico, procure saber quais são as exigências da sua instituição de ensino em relação à elaboração de um trabalho de conclusão de curso.

    Os formatos e tipos de TCC variam de acordo com a instituição de ensino e o curso, podendo ser uma monografia, um artigo, um estudo de caso, entre outras opções, e cada um destes formatos necessitam de um tipo de abordagem diferente.

    Procure saber com os professores e orientadores quais possibilidades seu curso oferece e qual é a melhor abordagem para o seu trabalho.

     

    2. Escolha cuidadosamente seus companheiros de trabalho

    banner amigos

    Esse é uma etapa muito importante e que pode determinar o sucesso da entrega do seu trabalho acadêmico.

    Se a sua instituição de ensino permite que este trabalho seja realizado em dupla ou grupo, este é um momento crucial.

    Como já diz o ditado “amigos, amigos, negócios à parte”, esse não é o momento de se deixar levar somente por amizades, é claro que a afinidade é necessária para que haja sintonia entre o grupo, mas este não precisa ser o elemento principal.

    No momento da escolha de quem serão os seus companheiros, leve em consideração que este será um trabalho árduo que precisará ser distribuído para que funcione perfeitamente.

    Converse com seus colegas para convidar aquela pessoa que você identificou que será responsável e dividirá todas as tarefas com você.

     

    3. Defina um tema que você goste de trabalhar

    banner tema

    A escolha do tema é um passo muito importante na elaboração de um TCC, pois é onde tudo começa.

    Lembre-se que você irá trabalhar por, pelo menos, alguns meses em cima daquele mesmo tema, então opte por um que você goste e que te empolgue para que você produza um conteúdo de excelência.

    Uma escolha errada pode tornar o seu trabalho acadêmico enfadonho e fazer até mesmo com que você reprove.

     

    4. Monte um cronograma de trabalho

    banner cronograma

    Como este é um trabalho de longo prazo, com produções de até um ano, uma importante dica para a elaboração de um TCC é montar um cronograma para que você se organize no que precisa fazer.

    Distribua tarefas e coloque neste cronograma informações como: Qual a tarefa, quem a realizará (em caso de trabalhos em grupo) e qual o prazo máximo para conclusão da mesma.

    É muito importante que esse cronograma seja cumprido. Mesmo que quem controle seja você e ninguém esteja te cobrando ou pressionando, o cumprimento das tarefas no prazo manterá seu trabalho organizado e evitará futuros problemas.

    Adiar etapas só irá acumular trabalho, fazendo com que o tempo para produção do projeto seja mais curto e consequentemente sua qualidade reduzida.

     

    5. Lembre-se durante todo o trabalho das normas da ABNT

    A Associação Brasileira de Normas Técnicas, mais conhecida como ABNT, é a instituição que rege como os trabalhos acadêmicos devem ser redigidos, a fim de padronizá-los.

    Uma dica para a elaboração de um TCC excelente, é que você já aplique as regras da ABNT desde o início do seu trabalho, começando pela capa e continue a redigi-lo nas mesmas formatações.

    Assim será mais fácil e menos trabalhoso ao final do trabalho a formatação do mesmo, pois você já terá feito isso aos poucos desde o início.

     

    6. Leia, leia e se possível leia mais

    Uma boa fundamentação teórica é essencial para a elaboração de um TCC de excelência, por isso ler sobre o assunto, buscar referências e pesquisar tudo que envolve o tema é imprescindível.

    Quanto mais você dominar sobre o seu objeto de estudo, melhor será o seu projeto escrito e sua apresentação.

     

    7. Converse bastante com seu orientador

    Não economize ao pedir opiniões e direcionamentos ao seu orientador.

    Pergunte sempre se o seu trabalho está na direção certa, se está claro, objetivo e se sua ideia está sendo precisa.

    Pergunte também sobre qual é a melhor abordagem e quais os métodos você deve usar em seu trabalho.

     

    8. Seja original

    Nunca cometa o erro de se deixar seduzir pelo plágio. Isso é crime!

    A pesquisa pode ser árdua e demorada, porém será muito mais gratificante se tudo o que estiver ali forem elaborados por você, sem contar que você não correrá o risco de ter seu trabalho recusado por causa de plágio.

     

    9. Encare o seu trabalho de forma profissional

    Imagine seu trabalho além da faculdade, pense que ele pode tanto enriquecer o seu currículo como até mesmo ser colocado em prática futuramente.

    Se você o encarar com mais seriedade, com certeza ele será melhor elaborado.

     

    10. Revise os conteúdos

    Por fim, outra dica para a elaboração de um TCC excelente é que após tudo estar devidamente redigido e formatado, é importante que você revise tudo aquilo que escreveu.

    Como são vários novos termos a se assimilar e o TCC é um trabalho extenso, é normal que alguns erros gramaticais ou de outra origem acabem passando despercebidos.

    É na hora da revisão que esses erros serão corrigidos ou que até mesmo você avaliará se está sendo claro e a problemática apresentada foi solucionada; só então o seu trabalho estará perfeito e pronto para entrega.

     

    Tenha um TCC nota 10

    Se você quer ir mais além das 10 dicas para elaborar um ótimo TCC e saber muito mais sobre o mundo que envolve o trabalho acadêmico, acesse o site do Projeto Acadêmico e encontre dicas e conteúdos exclusivos!

    *Excelentes dicas da Bel Rodrigues

  • Pesquisa Experimental: entenda o que é, o conceito, exemplo e dicas

    Pesquisa Experimental: entenda o que é, o conceito, exemplo e dicas

    Você sabe qual tipo de pesquisa utilizar para colher resultados para o seu TCC? Já conhece o método de pesquisa experimental? Saiba aqui tudo sobre como é realizada essa pesquisa e os meios utilizados para isso!

    O trabalho de conclusão de curso é um dos projetos desenvolvidos mais importantes na vida acadêmica de um aluno do ensino superior; uma das partes essenciais deste projeto é a pesquisa realizada para descobrir mais sobre o tema escolhido.

    Neste artigo será abordado um tipo de pesquisa específico, mais utilizado em trabalhos científicos, o experimental, que possui uma abordagem e aspectos mais dedutivo por meio da observação do objeto de pesquisa.

     

    O que é uma pesquisa experimental?

    Existem tipos de pesquisa que auxiliam o estudante na hora de executar essa parte do trabalho acadêmico, sendo alguns deles:

    • Pesquisa com abordagem e apresentação de resultados quantitativos;
    • Pesquisa com abordagem e apresentação de resultados qualitativos;
    • Técnicas de observação;
    • Técnicas experimentais ou de experimentação.

    Esse tipo de pesquisa, que utiliza técnicas experimentais, se baseia praticamente por meio da tentativa e erro, pois com o andamento do trabalho acadêmico são feitas novas pesquisas e experimentos de forma a testar alterações nos dados e variáveis testados.

    É conhecida também como pesquisa laboratorial, onde são realizados medições e testes de forma incansável a fim de obter todas as informações possíveis sobre o tema em questão que está sendo estudado.

    Seu objetivo principal é compreender os motivos e causas que foram responsáveis por um determinado fenômeno ligado ao seu objeto de estudo.

    No método de pesquisa experimental, o aluno que assume o papel de pesquisador, se torna totalmente ativo e se envolve com o tema que está estudando.

    Para a realização e desenvolvimento de uma pesquisa experimental é preciso que a mesma apresente algumas propriedades:

     

    Manipulação

    O aluno, no papel do pesquisador, precisa encontrar um meio de manipular diretamente pelo menos uma das propriedades e variáveis de seu elemento de estudo.

     

    Controle

    Assim como na manipulação, o estudante, ao realizar a sua pesquisa, deverá, de alguma forma, aplicar um controle em seu objeto de estudo, de forma a criar grupos de controles.

     

    Distribuição aleatória

    Após exercer a manipulação e o controle em alguns elementos de estudo, estes devem ser colocados e organizados aleatoriamente em grupos experimentais.

     

    Como uma pesquisa científica é desenvolvida?

    Essa é considerada uma das melhores e mais completas metodologias de pesquisa, pois possui por meio de suas técnicas de experimentação o poder de isolar as estruturas externas para que não haja nenhuma interferência no decorrer dos testes e medições.

    Para que obtenha bons resultados geralmente ela é dividida em três grupos de experimentos, sendo eles:

    • Experimentos apenas depois da pesquisa sobre o fenômeno ou objeto de estudo, que expõe as diferenças e variações por meio de dois grupos comparativos;
    • Experimentos antes e depois, com apenas um grupo para análise, e que geralmente recebe algum tipo de estímulo por parte do pesquisador;
    • Experimentos antes e depois, porém antes de receber qualquer estímulo.

    Os resultados da pesquisa científica podem se encaixar em determinados grupos e tipos de abordagem metodológica de pesquisa, tais como:

    1. Pesquisa exploratória: Este tipo de abordagem metodológica permite uma maior interação entre o autor e o tema que está sendo estudando, já que é realizada uma exploração de todos os fatos em que o objeto de estudo está envolvido. Requer uma pesquisa científica muito mais ampla para assim obter todos os resultados e informações desejadas.
    2. Pesquisa descritiva: É realizada uma profunda análise e descrição de um determinado fenômeno, a fim de proporcionar uma nova visão para o objeto de pesquisa.
    3. Pesquisa explicativa: Esta abordagem metodológica explica o porquê e as razões de determinado fenômeno ou problemática que envolve o tema estudado.

    Para a perfeita realização de uma pesquisa, alguns passos também devem ser seguidos:

    1. Definir o contexto, ou seja, qual é o problema do tema e determinar quais são os objetivos e metas que precisam ser atingidos e alcançados para que haja uma perfeita e completa explicação do mesmo;
    2. Fazer um planejamento de quais serão os processos e análises a serem realizados;
    3. Executar a pesquisa de acordo com o planejamento realizado no passo anterior;
    4. Analisar os resultados obtidos após a execução da pesquisa, por meio de estatísticas;
    5. Apresentar os resultados obtidos sobre o objeto de estudo.

    Os resultados de uma pesquisa experimental podem sofrer com algumas variáveis, confira abaixo:

     

    Tipos de variáveis presentes na pesquisa experimental

    Como brevemente citado acima, na pesquisa experimental existem 2 tipos de variáveis, podendo ser classificadas entre variáveis dependentes e variáveis independentes.

    • Variáveis dependentes: Neste tipo é determinada somente uma variável, a fim de medir os efeitos das mudanças do segundo grupo, as independentes.
    • Variáveis independentes: Aqui estão todas as variáveis que podem ser controladas ou manipuladas, essas possuem um efeito sobre o outro grupo.

     

    Como elaborar essa seção corretamente e de acordo com as normas?

    Assim como o restante do trabalho acadêmico, a parte das pesquisas que serão apresentadas no corpo do projeto principal, deverão estar de acordo com as normas exigidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a fim de que haja uma padronização e organização do mesmo.

    As exigências propostas por essa instituição são detalhes importantes principais para a finalização de um trabalho de conclusão de curso; sem a aplicação dessas normas o mesmo não é aprovado.

    Na apresentação de resultados em forma de gráficos ou tabelas, lembre-se de intitular todos os itens para que haja uma melhor identificação e compreensão do que está sendo apresentado e, nesse caso, esse título deverá ter como fonte a letra “Arial” no tamanho 14 e deverá estar negritado.

    Para textos explicativos que acompanharão os elementos gráficos, ou qualquer outra forma de apresentação dos resultados escolhida, a fonte permanece a mesma, porém com o tamanho 12, com o alinhamento justificado e o espaço entre as palavras de 1,5 cm.

    As margens devem ser personalizadas e configuradas para 3 cm nas partes superior e esquerda e 2 cm nas partes inferior e direita.

    Essas são somente algumas das configurações básicas exigidas pela ABNT.

     

    Onde encontrar um guia para te ajudar em seu TCC?

    Na Projeto Acadêmico! Aqui você encontra os melhores e mais variados conteúdos capazes de te auxiliar a tirar nota 10 no seu TCC. Acesse e seja um aluno de destaque!

  • Como Publicar um Artigo Científico

    Como Publicar um Artigo Científico

    Se você é universitário ou mesmo egresso, já elaborou trabalhos científicos, não é mesmo? Seja uma resenha, monografia ou tese. Mas você já pensou em publicar um artigo científico seu? Não?

    Então agora é a hora, já que com as dicas abaixo você fará isso de maneira correta.

     

    Porque escrever e publicar um artigo científico?

    Fazer publicações de artigos acadêmicos é uma importante ferramenta para entrar em contato com outras pessoas da sua área de conhecimento, pois amplia o alcance daquilo que você arduamente estudou.

    Além disso, escrever e publicar um artigo científico auxilia a aumentar sua pontuação no currículo lattes, ampliando a possibilidade de conseguir uma bolsa para o Mestrado, se este é seu objetivo.

    Publicar seu artigo em revistas científicas também ajuda a divulgar os dados da pesquisa, mostrar sua relevância para o meio acadêmico, além de possibilitar que o trabalho seja avaliado por especialistas extremamente capacitados na área. Pesquisa Científica: metodologia, tipos, exemplos, sugestões de como fazer

    desenho computador e homem

     

    O que você precisa saber sobre publicações de artigos acadêmicos?

    Quando se tem planos de realizar esta atividade, o primeiro passo é saber como publicar um artigo científico da maneira correta.

    Por ser um texto de caráter especializado ele possui algumas condições e regras normatizadas pela ABNT.

    As pessoas costumam pensar que escrever e publicar um artigo científico é uma tarefa dificílima e praticamente inatingível, mas isto é um equívoco.

    Se você é universitário, ou mesmo, já conviveu com esse meio anteriormente já tem uma boa base das regras e normas para publicações de artigos acadêmicos.

    Apesar de existirem vários graus de conhecimento na hierarquia acadêmica, tanto de qualificação (graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado), quanto de titulação (graduado, especialista, mestre, doutor), não há requisitos preestabelecidos sobre quem pode e quem não pode escrever e publicar artigo científico.

    Os requisitos, porém, são em geral impostos pelo veículo de publicação do artigo, no caso as revistas científicas.

    Outra questão importante é que, um artigo científico não pode ser um artigo com expressão de opiniões próprias, ou como artigos comuns veiculados em blogs, jornais ou revistas de assuntos gerais.

    Portanto, ao escrever e publicar um artigo científico, ele deve ser produzido e revisado, bem como orientado por profissionais especializados na área.

    O autor do trabalho deve ter formação acadêmica na área que está desenvolvendo a pesquisa que pretende realizar a publicação.

    *Vídeo de Revista Científica Núcleo do Conhecimento

     

    Escolhendo um veículo de publicação

    Os veículos de publicações científicas são subdivididos por nível de “Qualis” do Capes. Mas o que é isso?

    O Qualis é um critério avaliativo utilizado pelo MEC e pelo CAPES que cataloga as revistas científicas de acordo com o nível de excelência de cada uma:

    REVISTA CIENTÍFICA NÍVEL DE EXCELÊNCIA
    TIPO A 1 INTERNACIONAL
    TIPO A 2 INTERNACIONAL
    TIPO B 1 NACIONAL
    TIPO B 2 NACIONAL
    TIPO B 3 BAIXA RELEVÂNCIA
    TIPO B 4 BAIXA RELEVÂNCIA
    TIPO B 5 BAIXA RELEVÂNCIA

    Saiba mais sobre o método Qualis de avaliação aqui e também consulte a lista de revistas avaliadas neste link.

    Em geral, estes veículos de publicações científicas, principalmente aqueles com o Qualis mais elevado, fazem exigências mais rigorosas aos profissionais que desejam publicar um artigo científico, como formação mínima em mestrado, por exemplo.

    Isso não é via de regra, entretanto.

    Muitas revistas científicas bem-conceituadas e com qualidade comprovada e reconhecida não impõe exigências quanto à formação, possibilitando que recém-graduados possam escrever e publicar artigos científicos sem grandes empecilhos.

    Outra alternativa, no caso de você ser graduando, é escrever e publicar um artigo científico em autoria compartilhada com um professor, ou mesmo publicar em eventos acadêmicos.

    *Vídeo de Pós-graduação / Carreira Universitária

     

    Guia para escrever e publicar um artigo científico passo a passo!

    • Primeiro passo: Quaisquer publicações de artigos acadêmicos precisam, por via de regra, serem relevantes para a ciência como um todo. Portanto, o seu trabalho deve trazer informações novas, bem embasadas e pesquisadas com afinco;
    • Segundo passo: Para trazer informações novas é necessário escolher um tema do seu interesse e estudar tudo que já foi publicado na área, de forma a encontrar lacunas possíveis de serem investigadas. Para facilitar a busca use o Banco de Teses e Dissertações do Capes e o Google Acadêmico;
    • Terceiro passo: colete dados concretos, escreva um texto coerente, conciso, em linguagem formal e formatado em paper, de acordo com as normas ABNT. Lembre-se que deve ter no mínimo 12 e no máximo 15 páginas;
    • Quarto passo: quando finalizar a escrita do artigo você terá que enviar o mesmo para publicação em uma revista científica ou mesmo, num congresso de pesquisas;
    • Quinto passo: seja paciente, pois muitas vezes as revistas científicas podem ser bem lentas até lhe fornecerem uma resposta, já que os textos são analisados criteriosamente se estão ou não passíveis de publicação, já que eles passam sob dupla revisão;
    • Sexto passo: Não fique desanimado caso seu intuito de publicar um artigo acadêmico não se concretize na primeira tentativa, já que reprovações e aprovações com ressalvas ou adequações a serem feitas são bastante comuns.;
    • Sétimo passo: para ter uma garantia de qualidade a mais, submeta seu trabalho a um professor ou alguém mais experiente no meio acadêmico, lê-lo antes de enviar para as revistas científicas assim você terá uma opinião mais profissional sobre correções e ao enviá-lo, menores as chances de reprovação;
    • Oitavo passo: seja persistente. Se seu trabalho não for aprovado, reveja onde você errou e volte a estudar, assim adquirirá maior experiência para uma futura tentativa;
    • Nono passo: prossiga estudando. Após conseguir a tão sonhada meta de publicar um artigo científico observe a repercussão do seu texto no meio acadêmico e as contribuições geradas por sua pesquisa. Verifique se seu artigo é citado em publicações de artigos acadêmicos de outras pessoas e as reflexões que esta pessoa fez com base em seu texto.

     

    O importante é não desistir, se você não conseguiu publicar um artigo científico na primeira tentativa, continue se esforçando e tente novamente.

    Invista tempo e estudo e você adquirirá experiência para tentar na próxima vez.

    Nunca se esqueça que conhecimento nunca é suficiente!

    Estamos sempre aprendendo e para esta missão em busca do saber o Projeto Acadêmico será seu escudeiro fiel e incansável!

  • Relato de Caso: dicas de como fazer, metodologia, ABNT e exemplos

    Relato de Caso: dicas de como fazer, metodologia, ABNT e exemplos

    Descubra como utilizar o relato de caso em um TCC.

    Grande parte dos estudantes universitários deixam para saber mais sobre o trabalho de conclusão de curso (TCC) na última hora, geralmente sem ter ideia alguma de como reagir ao processo.

    Nesta hora descobrem que, para desenvolver o TCC é necessário seguir um passo a passo que, geralmente, exige: introdução, objetivos gerais e específicos, justificativa, hipótese, metodologia, fundamentação teórica, considerações finais e referências (bibliográficas e outras).

    Além disso, há os elementos pré-textuais do trabalho, como capa, folha de rosto, resumo, lista de imagens e sumário, por exemplo, e o relato de caso, que é utilizado em monografias de cursos da área de biomedicina.

    Essa esquematização, aliada às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de obrigatória, auxiliará o pesquisador no andamento de seu texto. Por causa disso, além de o universitário ter total conhecimento das normas ABNT, ele deve assimilar e ter plena noção de cada passo da estrutura completa do TCC.

    Neste informativo, você aprenderá todas as nuances possíveis ao estruturar o relato de caso em um TCC. Se você precisa escrever uma monografia na área médica, descubra como utilizar o relato de caso em sua pesquisa.

    relato de caso

     

    O que é um relato de caso?

    Devido a sua praticidade e eficácia, o relato de caso é bastante utilizado em pesquisas de literatura científica, principalmente na área médica. De acordo com o pesquisador Parente, o relato de caso nada mais é do que uma descrição detalhada de casos clínicos que contenham características sobre sinais, sintomas e outras características do indivíduo estudado, relatando todos os procedimentos utilizados.

    O relato de caso tem vasto valor no descobrimento de novas doenças, novos tratamentos, efeitos colaterais e inesperados, assim como para o ensino. Segundo Kienle, os relatos e séries de caso são importantes para a medicina, pois podem representar a “evidência científica decisiva” quando se entra na esfera dos medicamentos não comerciais, que são sustentados pela pessoalidade do profissional de saúde.

    Ao aprender como escrever um relato de caso, o universitário não só preencherá uma lacuna necessária em uma monografia da área médica, mas, também, tornará a sua produção acadêmica melhor organizada e mais informativa.

    Geralmente utilizado na área médica, o relato de caso pode, ainda, ser um diferencial em pesquisas de outras áreas, desde que adaptada da forma correta.

     

    Como escrever um relato de caso

    Para descobrir como escrever um relato de caso, o primeiro passo para o estudante que deseja produzi-lo é definir a lacuna científica que se planeja diagnosticar.

    O objetivo do relato de caso é preencher as lacunas da literatura científica abordada, portanto relatam-se casos inéditos, como doenças não exploradas, novos tratamentos e procedimentos inovadores dentro do caso de pesquisa abordado.

     

    Introdução do caso

    Trata-se de uma introdução resumida do caso a ser abordado. Nesta seção o pesquisador deve corroborar a pesquisa, dando ênfase à relevância do assunto para a comunidade médica, indicando o objetivo do relato de caso.

     

    Descrição do caso

    Este é o momento de detalhar o cenário, informando as análises de maneira cronológica, conforme os experimentos foram se sucedendo. Ao final da descrição o analisador deverá conseguir compreender os sintomas e o quadro clínico do indivíduo; o histórico de patologias e a condição de saúde; os exames e diagnósticos efetuados; os procedimentos ambulatoriais ou cirúrgicos utilizados, além das medicações prescritas ao paciente durante todo o processo e, no final, a situação conclusiva do sujeito.

     

    Discussão do caso

    Nesta seção as referências bibliográficas devem ser comparadas aos resultados obtidos por intermédio da experiência realizada. Desse modo, pode-se, então, discutir hipóteses sobre o caso do paciente estudado. Além disso, é possível perceber pontos na pesquisa que merecem maior aprofundamento no futuro.

     

    Como e onde encontrar as fontes bibliográficas

    Com os nomes dos autores e materiais em mãos, é a hora de começar as pesquisas. O ideal é sempre buscar as informações diretamente de fontes, como livros e artigos, nunca de blogs ou sites comuns da internet. Lembre-se que o trabalho de conclusão de curso exige a utilização de obras com credibilidade na área acadêmica em questão.

    Diversos trabalhos acadêmicos estão disponíveis na internet para consulta. A melhor forma de encontrá-los é por meio do Google Acadêmico, que nada mais é do que uma versão do famoso buscador focada na procura de artigos científicos, pesquisas acadêmicas e afins.

    Há, também, plataformas onlines de universidades ou bancos de dados bibliográficos, como o Scielo, que atuam como bibliotecas digitais, onde é possível encontrar muitos conteúdos produzidos por pesquisadores de áreas distintas.

    Por meio da pesquisa nessas plataformas é possível encontrar livros e artigos de forma gratuita, sendo possível, ainda, fazer o download desses materiais no computador ou outros dispositivos.

     

    Conclusão do caso

    Nesta parte, resume-se o relato de caso, reiterando a sua importância e relevância para a área de pesquisa.

    Antes do fechamento do texto exige-se, ainda, um resumo de aproximadamente 150 a 200 palavras que explique de uma maneira generalizada os tópicos propostos durante o estudo.

    Como utilizar o relato de caso em um TCC

    Como dito anteriormente, o relato de caso é uma seção imprescindível em uma monografia na área médica, porém, pode ser utilizada, também, em outras áreas, fazendo uso de uma estrutura semelhante.

    De acordo com as informações passadas por intermédio de nosso artigo, você já deve ter percebido que o relato de caso, dizendo de uma maneira mais simples, nada mais é do que a identificação de determinado problema e uma proposta para resolvê-lo.

    O princípio do relato de caso é semelhante a algo que já vem sido desenvolvido em muitas universidades, chamado Design Thinkingdiagnóstico realizado a partir de experimentações que levam à inovação.

    Portanto, além da utilização dos relatos de caso em áreas médicas é possível utilizá-los, nesses moldes, para auxiliar pesquisadores de engenharia, publicidade, design, além de outras áreas, como uma forma de relatar situações da problemática de uma pesquisa de monografia.

    A divergência, na hora de sua construção, é que a possibilidade de um universitário desenvolver uma pesquisa em um TCC atribuindo aspectos práticos é menor.

    Após a leitura deste artigo você estará pronto para desenvolver o relato de caso de seu TCC ou sua pesquisa, de maneira geral. Porém, caso tenha alguma dúvida, deixe o seu comentário e veja os outros artigos desse site.

  • Resenha Descritiva: veja como fazer, exemplo e sugestões

    Resenha Descritiva: veja como fazer, exemplo e sugestões

    A resenha descritiva acadêmica é parte importante de muitos trabalhos de conclusão, porque oferece embasamento técnico e objetivo para o seu desenvolvimento.

    livros a frente de uma mulher sobre a mesa

    Se você está se preparando para a elaboração do seu trabalho de conclusão de curso ou está no meio do processo de produção, é bem capaz de já ter encontrado o termo “resenha descritiva” em suas pesquisas. Mas do que isso se trata? E, mais importante, como fazer uma resenha descritiva que atenda aos critérios acadêmicos?

     

    O que é e como fazer uma resenha descritiva?

    A resenha descritiva, como o nome já diz, é um gênero textual que tem por finalidade relacionar e enumerar as propriedades relevantes de um objeto (ou seja, descrevê-lo), além das circunstâncias que o envolvem. Em geral, ela deve analisar uma obra ou evento para, então, servir de embasamento técnico e objetivo para outros trabalhos.

    A característica mais importante da resenha descritiva é que ela não pode apresentar opiniões e julgamentos, positivos ou negativos, de quem a escreveu (que ficam reservados à resenha crítica).

    Significa dizer que ela deve ser objetiva e impessoal, o que pode se provar uma tarefa difícil para quem não está acostumado com esse tipo de texto.

    Algumas instruções sobre como fazer uma resenha descritiva podem facilitar a vida de quem precisa elaborar o embasamento técnico e objetivo de seu trabalho acadêmico.

     

    Resenha descritiva acadêmica

    A resenha descritiva acadêmica deve fazer um levantamento dos principais pontos, características, ideias e temas da obra ou evento. A descrição pode ser feita sob ótica social, pedagógica, artística ou de outra natureza.

    Por se tratar de um texto acadêmico, deve buscar se aprofundar ao máximo e tentar esgotar as possibilidades de interpretação do objeto, ou seja, descrever todos os pormenores do objeto delimitado — ou todos os relevantes para o trabalho.

    Esse tipo de abordagem dará o melhor embasamento técnico e objetivo para o trabalho.

    escrevendo em um notebook e escrevendo no papel

     

    O que abordar na resenha descritiva

    A decisão do que abordar na resenha descritiva depende do quanto o seu autor ou autora pretende se aprofundar na análise do objeto.

    Mas há alguns pontos que podem ser considerados mínimos, recomendados para qualquer resenha descritiva acadêmica:

    • Nome do autor (ou autores) da obra;
    • Título completo da obra, exatamente como apresentado na versão estudada (ou artigo);
    • Nome da editora ou coleção de que faz parte a obra (se for o caso);
    • Lugar e data de publicação;
    • Número de páginas e do volume, se houver mais de um;
    • Em caso de obra estrangeira, é recomendado informar o idioma original e o nome do tradutor.

    Se o que está sendo descrito é um evento, deve-se oferecer o máximo de informações possíveis — data, local, envolvidos, etc — além da descrição dos fatos ocorridos.

    A resenha descritiva acadêmica de uma obra deverá conter um resumo objetivo de seu conteúdo, os dados básicos já citados ainda pode incluir uma descrição sucinta da estrutura, como capítulos, índices, etc.

    O resumo pode conter o assunto global da obra, o ponto de vista e a perspectiva, adotados pelo autor, o gênero, métodos e o tom utilizados, entre outras coisas que forem consideradas relevantes para o trabalho.

    Não há tamanho definido para a resenha, mas entre 50 e 80 linhas é suficiente. Segue abaixo um exemplo de resenha descritiva:

    exemplo de resenha descritiva
    Exemplo de uma resenha descritiva

     

    Oito passos para escrever uma resenha descritiva

    Conhecer os principais passos a serem observados pode ajudar na tarefa de como fazer uma resenha descritiva adequada e que atenda aos critérios acadêmicos. Veja os pontos a serem seguidos:

    1. Citar os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo ou as características do evento que será analisado;
    2. Explicar do que se trata a obra ao leitor, descrevendo todo o conteúdo da obra a ser analisada de forma sucinta, em poucas linhas;
    3. Descrever a estrutura da obra, falar sobre a divisão em capítulos, índices, seções, o foco narrativa e outras informações relevantes;
    4. Usar de três a cinco parágrafos para descrever o conteúdo e resumir de forma clara o texto abordado;
    5. Argumentar e analisar a obra baseando-se em textos e conceitos de outros autores, fazendo comparações e explicações. Costuma-se usar três parágrafos para a análise, mas não há limite definido;
    6. Descrever para quem a obra analisada pode ser útil, valendo-se de elementos sociais e pedagógicos e baseando-se em dados como idade, escolaridade, renda e outros;
    7. Falar sobre o autor da obra — o escritor ou pesquisador —, sobre sua vida e obra, de forma breve;
    8. Identificar-se: ao final, no último parágrafo, escrever seu nome e, se quiser, algum título, como “Acadêmico do curso de Letras da Universidade X”.

    Em caso de resenha de evento, esses passos podem ser facilmente adaptados para descrever as características que o cercam, como data, local, principais atores envolvidos, etc.

    Também é importante verificar se sua instituição possui regras específicas para o desenvolvimento e apresentação de resenha descritiva acadêmica.

    pessoas em formatura

     

    Busque exemplos de como fazer uma resenha descritiva

    Como em qualquer outro trabalho acadêmico, buscar exemplos e modelos de trabalhos já aprovados pode ajudá-lo ao escrever uma resenha descritiva acadêmica.

    O exemplo acima é uma resenha descritiva da área biomédica apresentada ao Departamento de Epidemiologia da Universidade de São Paulo (USP).

    Embora seja uma reprodução de revista científica e não esteja formatada de acordo com as normas da ABNT para monografia, a resenha exemplo apresenta todos os itens já descritos, como apresentação da obra, resumo do assunto global, breve biografia do autor, etc.

    Há muitos outros exemplos e modelos que podem ser encontrados na internet ou, se preferir, na biblioteca de sua universidade, em formato digital ou físico.

    Você já sabia o que é como escrever uma resenha descritiva? Se este artigo foi útil de alguma forma, compartilhe-o com seus colegas que também possam ter dúvidas a respeito.

    Nós também temos sugestões de temas de TCC de diversas áreas, como Educação Física, Farmácia, Direito, Engenharia Civil (e muitas outras), para quem está nos estágios preliminares dessa etapa de sua formação.

    Se precisar de mais ajuda ou material para a elaboração de seu trabalho de conclusão, consulte os outros artigos do nosso site. Neles, você encontrará explicações de cada passo para fazer o melhor TCC possível.