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  • Contra Capa ABNT: veja como fazer, modelo e exemplo no Word

    Contra Capa ABNT: veja como fazer, modelo e exemplo no Word

    Além de elaborar todo o conteúdo do trabalho acadêmico, os estudantes precisam se preocupar com formatações, elementos pré-textuais, textuais e pós textuais, entre outras regras que são cobradas para os diferentes projetos. Se você chegou até aqui e não sabe nada sobre contra capa nas normas ABNT, não se preocupe! Ensinaremos tudo para você. Capa TCC seguindo a ABNT: dicas e sugestões para o seu trabalho

    A seguir, ensinaremos tudo que você precisa saber sobre contra capa ABNT, considerando os elementos, a formatação e todas as informações que você precisará incluir. Confira!

    exemplo contra capa ABNT

    O que é contra capa ABNT?

    A contra capa ABNT também pode ser chamada de folha de rosto, pois, é o elemento pré-textual que aparece logo após à capa. Este importante elemento deve apresentar diversas informações importantes sobre o trabalho acadêmico. Por isso, a contra capa quase sempre é um elemento obrigatório entre os diferentes projetos.

    Se o seu trabalho acadêmico precisa de uma contra capa, pois, trata-se de um elemento obrigatório, é importante saber os detalhes de como elaborá-la corretamente. Para começar, você precisa saber que as Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) especificam que a formatação para a folha de rosto seja feita em fonte Arial ou Times em tamanho 12.

    Elementos da contra capa

    As normas ABNT exigem que determinados elementos sejam apresentados na contra capa de diversos trabalhos acadêmicos, como monografias, TCC, artigo científico, entre outros. Confira a seguir quais são os elementos e como eles devem aparecer na contra capa:

    1. Autor(es) – o nome do autor ou dos autores é o primeiro elemento da folha de rosto (formatação: caixa baixa, centralizado);

    2. Título principal – aparece logo após o nome do autor(es) (formatação: caixa alta, centralizado, negrito);

    3. Subtítulo – deve aparecer apenas se houver, logo após o título precedido de dois pontos (formatação: caixa baixa, centralizado);

    4. Nota de apresentação – esse elemento especifica o tipo de trabalho, nome da instituição, a área de estudo, disciplina e a que é submetido (formatação: caixa baixa e alinhamento com recuo de 7 cm à direita);

    5. Orientador – deve mencionar o nome completo do orientador ou dos orientadores (formatação: caixa baixa e alinhamento com recuo de 7 cm à direita);

    6. Local – é necessário informar a cidade onde o trabalho foi realizado (formatação: caixa alta, centralizado);

    7. Ano – deve ser informado o ano em que o trabalho foi concluído (formatação: centralizado).

    *Fonte: Compartilhando Ideias & Conhecimentos

    Como fazer a nota descritiva da contra capa?

    Uma dúvida muito comum entre os estudantes é sobre como fazer a nota descritiva que aparece na contra capa do trabalho acadêmico. De acordo com as regras instituídas pela ABNT para a formatação da contra capa, é preciso seguir as seguintes recomendações em cada um dos casos:

    Exemplo para TCC

    Relatório final, apresentado a Universidade (nome da instituição), como parte das exigências para a obtenção do título de (área de concentração ou disciplina).

    Exemplo para monografia de bacharelado

    Monografia, apresentada ao Curso de (nome do curso) da Universidade (nome da instituição) como requisito para obtenção do título de bacharel em (área de concentração ou disciplina.

    Exemplo para monografia de licenciatura

    Monografia, apresentada ao Curso de (nome do curso) da Universidade (nome da instituição) como requisito para obtenção do título de licenciatura em (área de concentração ou disciplina).

    Exemplo para monografia de pós-graduação (lato sensu)

    Monografia apresentada à Universidade (nome da instituição), como parte das exigências do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu (nome do curso) para a obtenção do título de Especialista (área de concentração ou disciplina).

    Exemplo para dissertação de pós-graduação (stricto sensu)

    Dissertação apresentada à Universidade (nome da instituição), como parte das exigências dо Programa dе Pós-Graduação em (nome do curso), para obtenção dо título de Mestre em (área de concentração ou disciplina).

    Exemplo de tese para pós-graduação (doutorado)

    Tese apresentada à Universidade (nome da instituição), como parte das exigências do Programa dе Pós-Graduação em (nome do curso), para obtenção dо título dе doutor em (área de concentração ou disciplina).

    Modelos e exemplos de Contra Capa ABNT para download

    Modelo 1https://projetoacademico.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Capa-e-contra-capa-MODELO.docx

    Modelo 2https://projetoacademico.com.br/wp-content/uploads/2019/10/exemplo-contra-capa-1.doc

    Modelo 3https://projetoacademico.com.br/wp-content/uploads/2019/10/MODELO-DE-CAPA-E-CONTRA-CAPA-ANHANGUERA.doc

    Modelo 4https://projetoacademico.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Modelo-Capa-e-contra-capa-UNIT.docx

    Modelo 5https://projetoacademico.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Modelo-capa-e-contracapa.doc

    Normas gerais para formatação

    Além das normas exigidas para cada um dos elementos da contra capa, há ainda um padrão de formatação que se aplica a quase todos os itens do trabalho acadêmico. A ABNT prevê essa formatação em várias normas específicas, que podem ainda ser resumidas da seguinte forma:

    • Tamanho do papel de impressão: A4 (padrão: 21,0 cm x 29,7 cm).
    • Margens da folha: 3 cm para margem superior e esquerda e 2 cm para margem inferior e direita.

    Tanto a margem superior quanto à esquerda deve ter 1 centímetro a mais que a inferior e à direita, pois, elas apresentaram a numeração das páginas e encadernação, respectivamente.

    As demais formatações para o restante do trabalho acadêmico seguem os seguintes parâmetros:

    • Fonte do texto: Arial ou Times (algumas instituições podem ainda exigir uma fonte específica para a elaboração do conteúdo).
    • Cor da fonte: todas as palavras devem ser escritas na cor preta.
    • Tamanho da fonte: 12 pts para o corpo do texto.
    • Tamanho da fonte: 10 pts: em alguns casos é necessário usar tamanho 10 pts, como para citações longas, legendas, paginação e notas de rodapé.
    • Espaçamento: é necessário utilizar espaçamento de 1,5 para o corpo do texto;
    • Espaçamento simples: em alguns casos é necessário usar espaçamento simples, de 1,0, como para citações diretas, legendas de elementos especiais, notas de rodapé e referências bibliográficas.
    • Recuo: de 2 cm na primeira linha dos parágrafos no corpo do texto.
    • Recuo especiais: alguns elementos exigem recuo especial para a formatação, como a contra capa do trabalho acadêmico.

    Viu só? A contra capa não é assim tão difícil quanto você imaginou! Seguindo a ordem correta de cada um dos elementos você não terá problemas ao elaborar esse elemento pré-textual. Repare que todos os elementos possuem sua própria formatação, por isso, fique atento aos detalhes na hora de formatar a folha de rosto. Caso ainda tenha dúvidas, você poderá consultar o manual de formatação oferecido pela sua instituição de ensino. Lá você encontrará todas as regras e recomendações para cada tipo de formatação, dentre os mais variados elementos do seu trabalho acadêmico.

  • Capa ABNT: veja as normas para fazer a capa do seu TCC

    Capa ABNT: veja as normas para fazer a capa do seu TCC

    Existem normas para fazer uma capa de TCC, elas precisam ser seguidas para a padronização e para a aceitação do seu trabalho de conclusão de curso.

    A primeira parte de um trabalho, a apresentação, a que ficará exposta e mostrará do que se trata o conteúdo. De acordo com a definição de alguns dicionários, como o Dicionário Online de Português, capa é aquilo que cobre algo e o protege, nesse caso é muito mais que isso, é o que revela o que está por vir, feita de forma padronizada para ser julgada. Isso é uma capa de TCC.

    O costume de fazer diversas capas para trabalhos ao longo dos anos escolares não te deixa especialista no assunto, para um trabalho de cunho científico, como o de conclusão de curso, é preciso que ela esteja dentro dos padrões e normas estabelecidos pelo conselho regulamentador. A associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    O seu trabalho pode estar com um conteúdo incrível, muito bem feito, com uma metodologia científica bem definida e explicada, com um ótimo referencial teórico, mas a capa é a que deixará a primeira impressão, por esse motivo e pela norma estabelecida, a deixe dentro dos padrões.

    Agora que você já sabe a importância de fazer uma capa dentro das normas da ABNT, continue lendo esse artigo e veja como fazer uma capa para TCC.

    Normas ABNT para fazer uma capa

    A NBR que normatiza a produção da capa de TCC é a NBR 14724/2011, disponível desde de 2011.

    Ela diz tudo que uma capa precisa ter. Você precisa saber quais as especificações de fonte, tamanho, espaçamento e também como deve ser o layout.

    Agora veja quais são os itens obrigatórios e não obrigatórios em uma capa.

    Capa dentro das normas da ABNT

    • Nome do autor. Elemento da capa que é opcional dentro das normas, confira na sua instituição se ela o adota como obrigatório;
    • Nome do autor. Deve ser colocado o nome de todos que fizeram o trabalho;
    • Título. É preciso que ele seja coerente com o trabalho, seja claro e não prolixo;
    • Subtítulo. Se o seu trabalho tiver subtítulo, o coloque após dois pontos;
    • Número de volume. Caso o TCC seja parte de um conjunto de produções, seja a primeira ou não, é preciso que seja identificado na capa;
    • Local (cidade) da instituição. O nome da cidade que o trabalho será apresentado;
    • Ano de depósito. Quando ele está sendo entregue.

    Isso é tudo que pode e deve estar em uma capa, não permitido que ela seja enfeitada ou que as fontes para os títulos, como é de costume escolar, sejam alteradas para fontes mais redondas.

    Modelos prontos de CAPA de TCC para Download

    Veja como fazer uma Capa para TCC no Word, seguindo as normas ABNT

    Mas você deve estar se perguntando, como posso aplicar as normas para fazer uma capa? Como é a disposição dos elementos obrigatórios e dos opcionais?

    Agora eu te mostrarei como fazer a capa dentro das normas da ABNT, veja o quão simples é. Como Colocar Margem no WORD: ABNT, passo a passo e dicas

    Fazer a capa no Word

    Esse processador de texto da Microsoft Office é o mais usado para redigir trabalhos, ele tem diversas funções que facilitam a aplicação das normas para fazer uma capa, facilitam para fazer o trabalho todo.

    Primeiro passo, formatar a página

    Abra o Word e certifique-se que a régua está visível, ela ajuda na visualização do trabalho.

    primeiro passo capa ABNT

    Caso ela não esteja, basta clicar em “Exibir” e depois selecionar a “Régua”.

    passo 2 capa ABNT

    Agora ajuste o layout, muitas pessoas fazem essa etapa após a inserção do texto, mas recomendo que sempre faça a formatação antecipadamente, pois isso gera menos problemas futuros.

    Clique em Layout, depois em margens e margens personalizadas.

    passo 3 capa ABNT

    Você ajustará as margens de acordo com as especificações da ABNT, margens superior e esquerdas, três centímetros e as margens direita e inferior, dois centímetros.

    No ícone “Papel”, confira se o formato da folha está em A4, em “Cabeçalho” o em “Espaçamento” precisa ser modificado para o número dois e no “Rodapé” também. Agora basta clicar em “OK”.

    passo 4 capa ABNT

    Volte para a página inicial do Word, clique na seta que abre as configurações de parágrafo, coloque “0” em “Recuo”, direita e esquerda, e “Espaçamento”, antes e depois de parágrafo. Em “Especial” selecione “Nenhum” e no “Espaçamento entre linhas”, selecione a opção “1,5 linhas”.

    passo 5 capa ABNT

    Agora a sua página está formatada!

    Segundo passo, formatar o texto

    Ainda na página inicial do Word, selecione a fonte de texto Arial ou Times New Roman, são os padrões da ABNT. Também mude o tamanho da fonte para “12”, centralize o texto e deixe a fonte em negrito.

    capa ABNT fonte 12

    Por último, selecione esta opção no Word, ela serve para que você possa visualizar a quantidade parágrafos do texto. Ela não aparece na impressão e para retirá-la basta clicar nela mais uma vez.

    paragrafo capa ABNT

    Agora que seu Word está formatado para atender aos requisitos das normas para fazer uma capa de TCC, veja como é o processo de fazê-la.

    Terceiro passo, escreva as informações obrigatórias e as não obrigatórias, que você usará, na capa

    INSTITUIÇÃO DE ENSINO (ELEMENTO OPCIONAL)  

     

    Como dito, não é um elemento obrigatório nas normas da ABNT, então lembre-se de conferir se para seu caso é necessário e se há algum padrão próprio da faculdade.

    Conte seis espaços entre os termos. (Pode variar se houver mais de uma linha no nome da instituição).

     

    NOME DO ALUNO

     

    Conte sete espaços entre os termos. (Pode variar se houver mais de uma linha no nome da instituição e/ou do aluno).

     

    TÍTULO DO TCC

    Subtítulo (elemento não obrigatório)

    Número do volume

     

    Os dois últimos itens precisam estar no final da página.

     

    LOCAL (CIDADE) DA INSTITUIÇÃO

    ANO DE DEPÓSITO

    Este é padrão da ABNT para fazer uma capa, se houver dúvidas quanto aos espaços, lembre-se de sempre deixar tudo simétrico, bem dividido e centralizado.

    Ainda resta alguma dúvida? Nós disponibilizamos um arquivo para você, formatado, pronto para inserir os dados referentes ao seu TCC. Clique aqui e o baixe de graça.

    Continue nesta página, Projeto Acadêmico, e veja que fazer o seu TCC será muito fácil com este auxílio.

  • 73 ideias de Temas para TCC sobre Educação Especial

    1. Inclusão Escolar de Alunos com Autismo: Estratégias eficazes para promover a inclusão de alunos com autismo nas escolas regulares.
    2. Adaptações Curriculares para Alunos com Deficiência Intelectual: Como desenvolver e implementar adaptações curriculares para atender às necessidades de alunos com deficiência intelectual.
    3. Tecnologias Assistivas na Educação Especial: O papel das tecnologias assistivas no apoio ao aprendizado e desenvolvimento de alunos com necessidades especiais.
    4. Ensino de Língua de Sinais nas Escolas: Importância e desafios do ensino de língua de sinais para alunos surdos nas escolas inclusivas.
    5. Educação Bilíngue para Surdos: Benefícios e estratégias de implementação da educação bilíngue para alunos surdos, combinando língua de sinais e língua escrita.
    6. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual na Educação Física: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com deficiência visual em aulas de educação física.
    7. Desenvolvimento de Habilidades Sociais em Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Intervenções e programas eficazes para desenvolver habilidades sociais em alunos com TEA.
    8. Apoio Psicopedagógico para Alunos com TDAH: Estratégias de intervenção psicopedagógica para alunos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
    9. Formação de Professores para a Educação Especial: Importância da formação continuada de professores para atender às necessidades de alunos com deficiência na sala de aula inclusiva.
    10. Avaliação Educacional para Alunos com Deficiência: Desafios e boas práticas na avaliação educacional de alunos com deficiência, incluindo adaptações de testes e instrumentos.
    11. Ensino de Matemática para Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias diferenciadas para o ensino de conceitos matemáticos a alunos com deficiência cognitiva.
    12. Literatura Infantil Inclusiva: Análise e seleção de livros infantis que promovem a inclusão de personagens com deficiência e diversidade.
    13. Inclusão de Alunos com Paralisia Cerebral na Educação Física Escolar: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com paralisia cerebral em atividades físicas na escola.
    14. Apoio às Famílias de Alunos com Deficiência: Programas e serviços de apoio às famílias de crianças com necessidades especiais, promovendo parceria entre escola e família.
    15. Tecnologias de Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA): Avaliação e uso de tecnologias de CAA para promover a comunicação de alunos com dificuldades de fala.
    16. Educação Sexual para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação sexual adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual.
    17. Acessibilidade Digital na Educação: Importância da acessibilidade digital na criação de materiais e recursos educacionais para alunos com deficiência.
    18. Educação Inclusiva e Multiculturalismo: Promoção da diversidade cultural na educação inclusiva, considerando as especificidades culturais dos alunos com deficiência.
    19. Atendimento Educacional Especializado (AEE): Papel e desafios do Atendimento Educacional Especializado no contexto da educação inclusiva.
    20. Desenvolvimento da Linguagem em Crianças com Síndrome de Down: Estratégias de estimulação da linguagem oral e escrita em crianças com síndrome de Down.
    21. Ensino de Ciências para Alunos com Deficiência Visual: Adaptações e recursos didáticos para promover o ensino de ciências a alunos com deficiência visual.
    22. Autodeterminação em Alunos com Deficiência: Promoção da autodeterminação e autonomia em alunos com deficiência, incentivando a participação ativa em seu próprio processo educacional.
    23. Ensino de Habilidades de Vida Diária para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de ensino de habilidades práticas e de vida independente para alunos com deficiência.
    24. Aprendizagem Cooperativa em Sala de Aula Inclusiva: Estratégias de aprendizagem cooperativa que promovem a participação e o envolvimento de todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência.
    25. Desenvolvimento da Leitura e Escrita em Alunos com Dislexia: Estratégias de intervenção para promover o desenvolvimento da leitura e escrita em alunos com dislexia.
    26. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades Musicais: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades musicais na escola.
    27. Educação Inclusiva e Gênero: Desafios e boas práticas na promoção da equidade de gênero na educação inclusiva, especialmente para alunos com deficiência.
    28. Apoio Psicossocial para Alunos com Deficiência: Importância do apoio psicossocial para o bem-estar emocional e social de alunos com deficiência na escola.
    29. Ensino de História para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Estratégias de ensino de história adaptadas às necessidades de alunos com TEA.
    30. Promoção da Autonomia em Alunos com Deficiência Física: Estratégias de promoção da independência e autonomia em alunos com deficiência física, incluindo o uso de tecnologias assistivas.
    31. Educação Ambiental Inclusiva: Desenvolvimento de programas de educação ambiental adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo a inclusão e o respeito ao meio ambiente.
    32. Atividades de Recreação Adaptada para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de atividades de recreação e lazer adaptadas às necessidades de alunos com deficiência, promovendo a inclusão e a socialização.
    33. Educação Sexual para Adolescentes com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação sexual adaptados às necessidades e características de adolescentes com deficiência.
    34. Atendimento Psicopedagógico a Alunos com Altas Habilidades/Superdotação: Estratégias de identificação e atendimento psicopedagógico a alunos com altas habilidades/superdotação na educação especial.
    35. Inclusão de Alunos com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH): Estratégias de apoio e adaptações para promover a inclusão de alunos com TDAH na sala de aula.
    36. Desenvolvimento da Criatividade em Alunos com Deficiência: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da criatividade em alunos com deficiência, promovendo sua expressão e autoestima.
    37. Educação Alimentar e Nutricional para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação alimentar e nutricional adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo hábitos saudáveis.
    38. Comunicação Alternativa para Alunos com Paralisia Cerebral: Estratégias e recursos de comunicação alternativa para promover a participação e a expressão de alunos com paralisia cerebral.
    39. Formação de Professores em Educação Especial: Desenvolvimento de programas de formação de professores em educação especial, capacitando-os para atender às necessidades de alunos com deficiência.
    40. Atendimento Educacional Especializado em Contexto Hospitalar: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a crianças e adolescentes hospitalizados.
    41. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Arte: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades artísticas na escola.
    42. Educação Financeira para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação financeira adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual, promovendo sua autonomia.
    43. Ensino de Geografia para Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias de ensino de geografia adaptadas às necessidades de alunos com deficiência cognitiva, promovendo sua compreensão do espaço geográfico.
    44. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Ciências: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades práticas de ciências na escola.
    45. Prevenção do Bullying contra Alunos com Deficiência: Estratégias de prevenção e combate ao bullying e discriminação contra alunos com deficiência na escola inclusiva.
    46. Educação Ambiental para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação ambiental adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual, promovendo sua conscientização e participação.
    47. Promoção da Saúde Mental em Alunos com Deficiência: Estratégias de promoção da saúde mental e bem-estar emocional de alunos com deficiência na escola inclusiva.
    48. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades de Teatro: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades teatrais na escola.
    49. Educação Inclusiva e Diversidade Sexual e de Gênero: Desenvolvimento de práticas inclusivas que promovam o respeito à diversidade sexual e de gênero na escola inclusiva.
    50. Desenvolvimento da Psicomotricidade em Alunos com Deficiência: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da psicomotricidade em alunos com deficiência, promovendo sua integração sensorial e motora.
    51. Atendimento Educacional Especializado em Contexto Prisional: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a pessoas com deficiência em contextos prisionais.
    52. Inclusão de Alunos com Deficiência Física em Atividades de Dança: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência física em atividades de dança na escola.
    53. Educação Alimentar e Nutricional para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Desenvolvimento de programas de educação alimentar e nutricional adaptados às necessidades de alunos com TEA.
    54. Desenvolvimento da Criatividade em Alunos com Deficiência Visual: Estratégias de estímulo à criatividade e expressão artística em alunos com deficiência visual, promovendo sua autonomia e autoexpressão.
    55. Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Altas Habilidades/Superdotação em Contexto Rural: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com altas habilidades/superdotação em contextos rurais.
    56. Inclusão de Alunos com Deficiência Intelectual em Atividades de Matemática: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com deficiência intelectual em atividades de matemática na escola.
    57. Educação para a Saúde Bucal em Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde bucal adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo sua saúde oral.
    58. Desenvolvimento da Compreensão de Leitura em Alunos com Dislexia: Estratégias de intervenção para promover o desenvolvimento da compreensão de leitura em alunos com dislexia.
    59. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Refugiados: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com deficiência em contextos de refugiados e migrantes.
    60. Inclusão de Alunos com Deficiência Física em Atividades de Educação Física Adaptada: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência física em atividades de educação física adaptada.
    61. Educação Financeira para Adolescentes com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação financeira adaptados às necessidades de adolescentes com deficiência intelectual, promovendo sua autonomia e independência.
    62. Desenvolvimento da Expressão Oral em Alunos com Deficiência Auditiva: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da expressão oral em alunos com deficiência auditiva, promovendo sua comunicação efetiva.
    63. Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Contexto Rural: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com TEA em contextos rurais.
    64. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Ciências: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades práticas de ciências na escola inclusiva.
    65. Educação para a Saúde Mental em Adolescentes com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde mental adaptados às necessidades de adolescentes com deficiência, promovendo seu bem-estar emocional.
    66. Desenvolvimento da Escrita em Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da escrita em alunos com deficiência cognitiva, promovendo sua expressão escrita.
    67. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Calamidades Naturais: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a pessoas com deficiência em contextos de calamidades naturais e desastres.
    68. Inclusão de Alunos com Deficiência Intelectual em Atividades de Arte: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência intelectual em atividades artísticas na escola inclusiva.
    69. Educação para a Saúde Sexual e Reprodutiva em Jovens com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde sexual e reprodutiva adaptados às necessidades de jovens com deficiência, promovendo sua autonomia e bem-estar.
    70. Desenvolvimento da Compreensão Matemática em Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Estratégias de ensino para promover a compreensão matemática em alunos com TEA, considerando suas características e necessidades específicas.
    71. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Violência Doméstica: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado a crianças e adolescentes com deficiência em contexto de violência doméstica.
    72. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades de Linguagem e Comunicação: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades de linguagem e comunicação na escola.
    73. Educação para a Saúde Alimentar em Crianças com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde alimentar adaptados às necessidades de crianças com deficiência intelectual, promovendo hábitos alimentares saudáveis.
  • Espaçamento entre linhas ABNT: 1,25 | 1,5 | não erre mais

    Espaçamento entre linhas ABNT: 1,25 | 1,5 | não erre mais

    As Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) especificam todas as regras aplicadas ao conteúdo obrigatório e a formatação exigida para a apresentação de um trabalho acadêmico. Isso também incluir as regras sobre espaçamento entre linhas ao formatar os parágrafos do texto.

    Neste post, falaremos em detalhes o que é espaçamento entre linhas, para que serve, como ele é aplicado de acordo com as Normas ABNT e muito mais. Confira tudo isso a seguir!

    O que diz a ABNT sobre espaçamento entre linhas:

    • Abstract: 1,5 linhas
    • Elementos pré-textuais não obrigatórios: 1,5 linhas
    • Corpo de Texto: 1,5 linhas
    • Marcadores: 1,5 linhas
    • Referências Bibliográficas: espaçamento simples

    De acordo com a NBR 14724 de formatação, todo texto deve ser digitado ou datilografado com espaçamento de 1,5 entre as linhas, com exceção das citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e tabelas, bem como da seção de natureza do trabalho (incluindo tipo, objetivo, nome da instituição e área de concentração), que devem ser realizadas com um espaço simples. As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço simples em branco.

    Ao longo do artigo vamos ensinar a criar esses espaçamentos utilizando o Word.

    O que é espaçamento entre linhas ABNT?

    É o tipo de formatação que especifica o espaço entre as linhas de um parágrafo. O espaçamento entre linhas pode ser aplicado em qualquer documento online considerando o padrão adotado por cada editor de texto.

    Os espaçamentos mais comuns são: simples, 1,25 cm, 1,5 e duplo. Além desses espaçamentos, é possível adicionar espaço antes ou depois de cada parágrafo. Essas formatações são tidas como padrões em muitos editores de texto, sendo alguns deles: Word, Documentos Google, Pages Apple, Libreoffice, entre outros.

    Quando o assunto é espaçamento entre linhas ABNT, estamos nos referindo ao espaçamento entre linhas exigido pelas Normas ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos.

    É importante que você saiba que dependendo do tipo de trabalho e das regras instituídas pela instituição de ensino, a formatação poderá variar um pouco. Porém, é importante que você saiba o básico dessas normas para formatar trabalhos acadêmicos corretamente.

    espaçamento entre linhas ABNT no word
    Veja como fazer espaçamento entre linhas no Word

    Para que serve o espaçamento entre linhas?

    Esse tipo de formatação tem como objetivo garantir que o texto fique facilmente legível. Sem espaçamento, os parágrafos se misturam e fica difícil compreender onde começa ou termina um parágrafo. Já os espaçamentos maiores também deixam a leitura mais complicada.

    Por isso existe a regra de espaçamento entre linhas para cada tipo de formatação do trabalho acadêmico. Afinal, é de extrema importância que a banca examinadora consiga ler facilmente o trabalho entregue pelo aluno. Sem contar que é importante que todos os trabalhos entregues sigam um padrão.

    Publicado por infonormas | por Jéssica Cavalcanti

    Como aplicar o espaçamento entre linhas?

    A forma como você irá formatar o espaçamento entre linhas no seu texto varia de acordo com o editor de texto utilizado. Mas no geral, você deverá selecionar o trecho do texto que pretende aplicar a formatação e clicar no botão “espaçamento entre linhas”. Feito isso, basta selecionar a opção de espaçamento desejada ou personalizar o espaçamento como quiser.

    Para formatação de trabalhos acadêmicos, é necessário seguir as recomendações dadas pelas Normas Técnicas ao aplicar o espaçamento entre linhas. Caso você queira aplicar o espaçamento em todo o conteúdo do trabalho, aperte CTRL + T e depois vá até o botão de “espaçamento entre linhas”, como mencionado anteriormente.

    local para definir espaçamento entre linhas no word
    Local para definir altura do parágrafo e espaço entre linhas no word
    Configurações de margens, parágrafos e espaços no word

    Espaçamento entre linhas ABNT

    De acordo com as Normas Técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas, há algumas exigências em relação ao espaçamento entre linhas para formatação de trabalhos acadêmicos. A formatação exigida segue as regras que apresentaremos a seguir:

    • Parágrafos: 1,5
    • Citação direta longa: simples
    • Referências: duplo

    Isso significa que você deve aplicar esses espaçamentos de acordo com cada elemento do texto. Para formatação do corpo do texto, que é a grande parte do seu trabalho, é preciso aplicar o espaçamento de 1,5. Não é necessário aplicar nenhum espaçamento extra antes ou depois dos parágrafos.

    Já no caso da citação direta longa, que é quando você menciona um trecho maior que 4 linhas idêntico à obra original, é fundamental aplicar espaçamento simples para identificar esse parágrafo ao longo do trabalho acadêmico.

    Por fim, o último elemento que exige um padrão específico de espaçamento é a página de referências bibliográficas. Nesta página, você deverá aplicar espaçamento duplo em todos os itens mencionados nas referências bibliográficas.

    Passo a passo para formatar um trabalho acadêmico

    A formatação do trabalho acadêmico é uma das etapas que mais exigem pesquisa e dedicação do estudante, já que as normas consistem em diversas regras específicas para a formatação. Para te ajudar nesta importante tarefa, criamos um passo a passo que você poderá usar até concluir a formatação do seu trabalho de acordo com a norma exigida.

    1. Conheça a norma

    Nem sempre a ABNT será exigida para a formatação do trabalho acadêmico. Há outras normas que também são comuns no Brasil, como a APA, Vancouver, entre outras. É importante que você saiba qual norma a sua instituição de ensino exige e aprenda detalhes sobre ela.

    Também é importante que você saiba que algumas instituições exigem ABNT, porém, especificam determinadas formatações para alguns trechos do trabalho, como o tipo de fonte, tamanho, entre outras formatações.

    2. Faça por etapas

    É comum que os estudantes deixem a formatação para o final do trabalho. Porém, se você está em um daqueles dias que não está conseguindo produzir algo interessante para o trabalho, vá para a formatação. Você não precisa concluir a formatação em um único dia, mas é importante que você já comece a elaborar a formatação do trabalho ao longo da criação do conteúdo.

    Páginas como sumário só devem ser formatadas ao término do trabalho. Mas a capa, contra capa, e até a formatação de alguns capítulos do trabalho acadêmico podem ser feitas conforme você vai elaborando o conteúdo. O mais importante é não deixar a formatação para a última hora, pois, assim você evita que algo fique fora dos padrões exigidos pela ABNT ou pela norma vigente.

    3. Use a tecnologia

    Tratando-se de editores de texto, há diversos programas e aplicações tecnológicas que auxiliam na formatação de todo tipo de conteúdo. Então, se você está com dúvidas em relação a formatação do seu trabalho ou mesmo deseja automatizar essa etapa, basta utilizar a tecnologia a seu favor.

    O Monografis é um exemplo de tecnologia que auxilia na edição de trabalhos acadêmicos. Além disso, editores de texto como o Word costumam ter ferramentas bem completas para a formatação de trabalhos acadêmicos. Basta conhecer um pouco o editor utilizado para elaborar o trabalho e colocar em prática todas as suas funcionalidades na edição do seu projeto acadêmico. E por fim, peça ajuda caso tenha dúvida em relação a formatação do seu trabalho. Tanto o seu professor orientador quanto pessoas que já escreveram um trabalho acadêmico poderão te ajudar com a formatação.

    Fontes consultadas:

    • NBR 6023/2018: Informação e documentação — Referências — Elaboração
    • NBR 6027/2012: Informação e documentação — Sumário — Apresentação
    • NBR 6028/2003: Informação e documentação – Resumo – Apresentação
    • NBR 10520/2002: Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação
    • NBR 14724/2014: Informação e documentação -Trabalhos acadêmicos – Apresentação
  • Como fazer um pré-projeto para o meu mestrado?

    O pré-projeto para ingressar em um programa de mestrado é um passo crucial na jornada acadêmica de qualquer estudante. Essa etapa permite ao candidato demonstrar suas habilidades de pesquisa, capacidade de formular uma questão relevante e alinhar-se aos interesses do programa. Neste artigo, discutiremos passo a passo como elaborar um pré-projeto de mestrado de forma estruturada e eficiente.

    uma pessoa ao fundo desfocada e alguns livros sobre a mesa

    1. Você precisa escolher a temática e o problema a ser solucionado com a sua pesquisa

    Escolher uma temática específica é o primeiro passo para o desenvolvimento do seu pré-projeto de mestrado. Identifique uma área de interesse (maior afinidade) que se alinhe às suas habilidades e motivações acadêmicas. Em seguida, elabore uma problematização com clareza e objetiva, que ressalte a relevância do tema escolhido e os possíveis impactos da pesquisa.

    2. Fique atento ao que é pedido no seu edital ou pelo orientador

    O edital do programa de mestrado geralmente apresenta informações cruciais sobre os requisitos e etapas do pré-projeto. Certifique-se de seguir todas as orientações fornecidas, como o formato de entrega, prazos e elementos específicos exigidos pela instituição.

    Obs.: sempre esteja em contato com o seu orientador(a) para esclarecer suas dúvidas.

    3. Tenha em mente que o seu pré-projeto precisa estar de acordo com o seu programa de mestrado

    Demonstrar alinhamento entre o pré-projeto e o programa de mestrado é fundamental para mostrar seu interesse e adequação ao curso. Pesquise detalhadamente o programa e busque conectar seus objetivos acadêmicos com as linhas de pesquisa e professores da instituição.

    Fonte: Revista Científica Núcleo do Conhecimento

    4. Escolha fontes de pesquisas confiáveis e de alta relevância

    Realizar uma revisão bibliográfica sólida é essencial para embasar o pré-projeto de mestrado. Busque por fontes confiáveis, artigos científicos, livros e pesquisas acadêmicas que sejam relevantes para a temática proposta.

    5. Sempre questione o problema levantado

    Formular perguntas chave sobre o problema levantado auxilia no direcionamento da pesquisa. Questione as lacunas existentes no conhecimento atual e como sua pesquisa pode contribuir para o avanço do campo.

    6. Crie um cronograma e esteja sempre atento(a) aos prazos estabelecidos

    Elaborar um cronograma é crucial para planejar e organizar as etapas da pesquisa. Divida o projeto em fases, estabelecendo prazos realistas para a conclusão de cada etapa. Isso demonstrará seu comprometimento e capacidade de gerenciar o tempo de forma eficiente.

    7. Levantar hipóteses e identificar lacunas no projeto é fundamental

    Formular hipóteses é uma maneira de propor soluções para as questões levantadas. Além disso, identifique possíveis lacunas no pré-projeto e como pretende abordá-las durante a pesquisa.

    8. Seja sempre original, claro e evite plágios e cópias no seu trabalho

    A clareza na escrita é fundamental para transmitir suas ideias de forma efetiva. Além disso, busque ser original e apresentar uma abordagem inovadora em relação ao tema escolhido.

    9. Se atente para a documentação exigida no seu edital

    Certifique-se de reunir toda a documentação necessária para a candidatura, como currículo, histórico acadêmico, carta de intenções, entre outros. O pré-projeto de mestrado deve estar em conformidade com as orientações do edital e ser entregue dentro do prazo estabelecido.

    10. Escolha os seus objetivos gerais e específicos

    Os objetivos gerais representam o propósito da pesquisa, enquanto os objetivos específicos delimitam as metas a serem alcançadas. Definir claramente esses objetivos é essencial para demonstrar a relevância e o foco da pesquisa.

    11. Mantenha o seu pré-projeto sempre dentro das normas da ABNT (ou a exigida no edital)

    Garantir a aplicação correta das normas da ABNT é importante para a apresentação formal do pré-projeto. Isso inclui a formatação do texto, citações, referências e elementos textuais.

    12. Fique atento aos elementos obrigatórios de um pré-projeto de mestrado (leia no seu edital)

    Os elementos pré-textuais incluem a capa, folha de rosto, resumo, sumário e lista de ilustrações (se houver). Os elementos pós-textuais compreendem as referências bibliográficas, anexos e apêndices.

    Abaixo estão listados os elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais obrigatórios em um pré-projeto de mestrado, com as respectivas normas da ABNT:

    Elementos Pré-Textuais:

    1. Capa: Não possui numeração. Deve conter o nome da instituição, título do pré-projeto, nome do autor, local e ano de apresentação.
    2. Folha de Rosto: Não possui numeração. Contém os mesmos elementos da capa, acrescido do nome do orientador e a natureza do trabalho (Pré-projeto de Mestrado).
    3. Resumo: Deve apresentar um resumo conciso do pré-projeto, com no máximo 500 palavras. Deve incluir objetivo, metodologia e principais resultados esperados.
    4. Sumário: Lista os títulos e subtítulos das seções do pré-projeto, com indicação das páginas correspondentes.

    Elementos Textuais:

    1. Introdução: Apresenta o tema, a problematização, os objetivos e a justificativa do pré-projeto.
    2. Revisão Bibliográfica: Apresenta a fundamentação teórica e revisão de estudos relevantes sobre o tema.
    3. Metodologia: Descreve a abordagem de pesquisa, procedimentos, instrumentos e análise de dados.
    4. Cronograma: Detalha o plano de atividades e a distribuição do tempo para a execução do pré-projeto.
    5. Referências: Lista as fontes consultadas durante a elaboração do pré-projeto, seguindo as normas da ABNT (NBR 6023).

    Elementos Pós-Textuais:

    1. Anexos: Documentos adicionais que complementam o pré-projeto, como questionários, tabelas, gráficos, entre outros.
    2. Apêndices: Informações complementares que enriquecem o pré-projeto, mas não são essenciais para sua compreensão.

    Lembrando que as normas da ABNT podem variar ao longo do tempo, é importante sempre verificar a versão mais atualizada das normas para garantir a formatação correta dos elementos do pré-projeto de mestrado. Além disso, algumas instituições podem ter requisitos específicos, por isso, é sempre recomendável consultar as diretrizes da instituição onde o pré-projeto será apresentado.

    Exemplos e modelos de pré-projeto de mestrado

    Fontes de pesquisa:

  • Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Aprender como colocar anexos no TCC é uma tarefa bem simples, mas que requer cautela e atenção.

    Se tem uma dúvida bastante frequente entre os estudantes, ela é sobre como colocar anexos no TCC. Pode parecer bobagem, mas é um detalhe que deixa muita gente insegura.

    Um TCC é dotado de diferentes estruturas, sendo algumas obrigatórias e outras opcionais. O anexo se encaixa nessa categoria de opcionais. Entretanto, a partir do momento em que se utiliza essa ferramenta é preciso seguir uma forma padrão, pensando nisso, separamos todas as informações passadas na ABNT NBR 14724:2011.

    Ao longo desse artigo iremos explicar não somente como colocar anexos no TCC, mas no que consiste esse elemento, quando usá-lo e exemplos de anexo. Tudo isso com o objetivo de te explicar detalhadamente como usar esse instrumento em seu TCC.

    O que é um anexo?

    De forma genérica podemos definir o que é um anexo como sendo um elemento constituído de textos e/ou então documentos que foram usados durante o processo pesquisa. Entretanto, eles não foram elaborados pelo pesquisador, ou seja, ele não é o autor de tais materiais.

    Esse material deve obrigatoriamente estar formatado de acordo com as temidas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

    Em outras palavras, há um conjunto de regras específicas que precisam ser cumpridas para a elaboração de trabalhos acadêmicos, como o TCC, por exemplo, e obviamente isso inclui os elementos do mesmo.

    Existem inúmeras situações capazes de levar um aluno a precisar saber o que é um anexo no seu trabalho acadêmico. Essa porção da pesquisa, mesmo não sendo obrigatória, poderá ser devidamente analisada pela banca para atestar a autenticidade das informações fornecidas.

    Determinados documentos coletados durante o processo de pesquisa do trabalho são essenciais para a compreensão de certos conteúdos.

    Independente de serem imagens, outras pesquisas, tabelas, enfim, qualquer outra modalidade de documento que por alguma razão não foi posta no corpo do texto, necessita então ser adicionada em um espaço para poder ser consultada no próprio trabalho.

    Apesar dos anexos não serem obrigatórios, eles são a solução perfeita para quando o trabalho contém diversos documentos extras, dados que não são legais acrescentá-los no corpo do texto, pois isso prejudicaria muito a leitura.

    Outra coisa que serve para esclarecer o que é um anexo é que ele é uma parte dos elementos pós-textuais na qual você anexa ao TCC alguma coisa.

    É indicado que se anexem todos os documentos que foram utilizados no trabalho ou ao menos os mais relevantes. Possuindo essa documentação disponível, é bastante provável que ela seja consultada pelos eventuais leitores.

    Os anexos facilitam imensamente o entendimento do trabalho, fazendo toda a diferença. Ele é útil como uma forma de comprovar, fundamentar e ilustrar algo.

    Os anexos podem ser identificados por meio de letras maiúsculas consecutivas, travessão e também pelos seus títulos.

    Quando usar anexo?

    Outra coisa essencial é saber quando usar anexo no seu trabalho. Nem sempre ele é assim tão necessário, o que justifica o fato dele ser classificado como uma estrutura opcional.

    Caso ele seja colocado sem a devida necessidade, isso pode tornar a leitura muito maçante, além de aumentar desnecessariamente o volume do seu TCC (o que eleva os custos na revisão e na impressão do trabalho).

    Preparamos uma pequena lista para você saber quando usar anexo:

    • Quando ele for crucial para a compreensão do trabalho;
    • Complementar determinadas informações difundidas;
    • Listagem de termos pertinentes a um assunto específico dentro da pesquisa;
    • Comprovação de certos aspectos que envolvem a pesquisa.

    Como colocar anexos no TCC?

    Uma das coisas mais importantes no processo de descobrir como colocar anexos no TCC é saber que a ABNT não impõem nenhuma regra muito rígida para a formatação dessa estrutura.

    Na realidade, as instruções são bem tranquilas e você tem uma ampla liberdade para organizar esse material da forma como julgar melhor.

    Os anexos podem ser acrescentados logo depois da página onde constam as referências bibliográficas. É fundamental também apontar essa porção do trabalho usando um título em caixa alta e em negrito.

    A numeração dos anexos é outra coisa imprescindível. Isso ajuda na identificação e localização de cada documento citado e usado ao longo da pesquisa.

    A sequência é formada por letras. Por exemplo:

    • ANEXO A: epigrama I de Marcial;
    • ANEXO B: poema III de Catulo;
    • ANEXO C: Carta VI de Plínio, o Jovem.
    exemplo de sumário de anexos TCC

    Recorde-se sempre de informar qual a fonte de cada um dos documentos anexados ao TCC. Isso fornecerá uma credibilidade muito maior para a pesquisa científica que foi realizada.

    Outra questão importante é que os títulos dos anexos precisam, obrigatoriamente, estar presentes no sumário do TCC, com o intuito de auxiliar na localização de todos os itens.

    Caso seu TCC demande muitos anexos e acabarem as letras do alfabeto para efetuar a classificação, recomenda-se utilizar a letra dobrada. Por exemplo: ANEXO BA, ANEXO BB, ANEXO BC, etc.

    Aconselhamos não exagerar na quantia de anexos no TCC. Aqueles documentos que possam ser facilmente acessados através da internet não necessitam estar presentes nessa estrutura. Ao elaborar o texto do trabalho de conclusão de curso, basta apenas citar os links nas notas de rodapé.

    É super indicado permanecer com uma certa uniformidade. Caso você tenha usado a fonte Arial para confeccionar sua monografia, continue usando esse tipo de letra para as legendas e para os títulos dos referidos anexos. As margens também devem ser iguais ao do resto do texto.

    Diferença entre anexo e apêndice

    Muita gente confunde os anexos com o apêndice. Mas na realidade existem muitas diferenças entre anexo e apêndice.

    Explicaremos abaixo quais são elas:

    Anexos

    Eles nada mais são do que documentos consultados para efetuar a pesquisa, porém, que não foram elaborados por você.

    O intuito desse elemento é servir de comprovação ou fundamentação para a pesquisa acadêmica.

    Normalmente estão relacionados ao material de base do trabalho, sendo destacados do corpo do texto para impedir a interrupção da linha de raciocínio do trabalho.

    Apêndices

    Uma das mais marcantes diferenças entre anexo e apêndice é que este último é um documento confeccionado pela pessoa responsável pelo trabalho, no caso você.

    Os apêndices servem para complementar e elucidar a sua argumentação. Ele não atrapalha, em absolutamente nada, o todo do trabalho e por esse motivo é considerado como opcional.

    Exemplo de anexo

    Há uma variedade imensa de tipos e modalidades de anexo. Tudo depende da sua pesquisa e da argumentação que será utilizada.

    Podemos citar, como exemplo de anexo, a transcrição de entrevistas. Você pode estar elaborando um trabalho sobre história oral e memória de sobreviventes do cangaço brasileiro. Nesse caso, provavelmente você terá que fazer entrevistas. A transcrição delas deve constar no trabalho.

    Imagine agora que o tema do seu trabalho é o preconceito e a opressão gordofóbica por empresas que produzem e comercializam roupas. Você entrou em contato com uma companhia para informar os problemas com as roupas confeccionadas por eles. O e-mail deles, contendo a resposta, é um exemplo de anexo.

    Outro exemplo de anexo é uma propaganda da época da ditadura militar no Brasil, com o intuito de mostrar o discurso manipulador da opinião pública na época.

    exemplo de anexo tcc

    Aprendendo como colocar anexos no TCC

    Ao longo deste artigo você aprendeu o que é um anexo, quando usar um anexo e como esse elemento pode ser adicionado ao seu TCC. Ele é opcional, mas a partir do momento em que você decide usá-lo, é necessário saber como acrescentá-lo e ordená-lo.

    O anexo pode não ser obrigatório, mas existem partes do TCC que são. Para aprender melhor como elaborar essas partes, leia os outros artigos desse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra diversas informações úteis para escrever um TCC impecável!

  • Usar Figuras e Imagens no seu TCC seguindo a ABNT

    Usar Figuras e Imagens no seu TCC seguindo a ABNT

    Você sabe como inserir imagens, figuras ou ilustrações no TCC de forma correta? Tire todas as suas dúvidas sobre esse tema neste artigo.

    Após anos de estudo, muito deles suados e considerados sofridos, o aluno precisa colocar em prática todo o seu aprendizado, por meio da produção de um trabalho chamado TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), para que assim consiga chegar a sua tão almejada formação e ser considerado pronto e apto para o mercado de trabalho.

    Esse trabalho apresenta uma maior dificuldade, pois precisa ser redigido de acordo com uma formatação específica, seguindo as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), só sendo aceito e considerado concluído ao seguir essa mesma padronização.

    O momento de iniciar o TCC é temido por todos os alunos e a maioria deles se sentem extremamente perdidos, visto que não é somente escolher um tema e falar sobre ele, existem normas a serem seguidas, de forma que as vezes não sabem nem mesmo a maneira correta de redigi-lo.

    Existem elementos que são obrigatórios inserir no trabalho de conclusão de curso, como, por exemplo capa, folha de rosto, folha de aprovação, referências bibliográficas, entre outros. Há também os opcionais, ou seja, o aluno somente insere tal elemento em seu trabalho, se achar necessário ou se considerar que o enriquecerá de alguma forma; esse é o caso das figuras e imagens.

    As figuras, ilustrações e imagens, como falado a pouco, não são obrigatórias, porém trazem uma organização ao texto e transmitem de forma visual a mensagem que se quer passar.

    Como em todos os outros elementos, para inseri-las em uma monografia, e claro, da maneira correta, é preciso que algumas regras sejam respeitadas.

    Você já chegou a essa parte de sua monografia? Sabe como seguir adiante? Se a sua resposta a esta pergunta foi negativa, continue a leitura desse artigo e descubra tudo sobre como inserir imagens no TCC de maneira correta.

    exemplo de imagem no TCC seguindo a ABNT

    O que diz a ABNT sobre o uso de imagens no TCC?

    A ABNT determina que sempre que uma imagem aparecer no TCC, a mesma deve ser devidamente identificada, contendo as seguintes informações:

    • Nome específico;
    • Travessão;
    • Título.

    Exemplo: Figura 1 – Logotipo da ABNT

    A medida que outras figuras são inseridas na monografia, essa sequência deve ser seguida: Figura 2, Figura 3, Figura 4 e assim por diante, com suas respectivas descrições.

    O autor do trabalho deve ainda inserir a fonte do lugar de origem da figura, na parte inferior da mesma e deve citá-la o mais próximo possível de onde ela foi representada, de preferência no parágrafo imediatamente abaixo da figura, imagem, ilustração, gráfico, entre outros. Veja exemplo:

    Figura 1 – Logotipo da ABNT

    logo ABNT

    Fonte: http://www.abnt.org.br

    A formatação para essa citação de imagens deve ser feita da seguinte forma:

    • Fonte Arial 12 para o título da figura;
    • Fonte Arial 10 para a citação da fonte logo abaixo da figura.
    • Ambos devem ser centralizados.

    Essas imagens não precisam constar no sumário inicial, mas aconselha-se que apareçam em uma listagem separada e específica para essas figuras, de forma que esse material seja localizado com mais facilidade e rapidez. Como Referenciar Imagens no TCC: regras ABNT, nossas sugestões e dicas

    Essa lista deve ficar antes do sumário dos títulos, logo após o Resumo do trabalho e caso sejam inseridas mais do que as imagens como, por exemplo, tabelas, gráficos, entre outros elementos, eles ficam na mesma listagem e devem seguir a seguinte ordem:

    Os gráficos, desenhos, fluxogramas, organogramas, entre outros, entram na categoria de ilustrações, que podem ser agrupados em tipos ainda mais específicos, mantendo a sequência presente no texto, assim como um sumário comum, com as respectivas indicações de página logo à frente. Veja exemplo:

    exemplos de lista de figuras e quadras seguindo a ABNT

    As regras utilizadas nesta lista, assim como mandam as normas da ABNT, devem ser nos títulos e descrições das figuras a fonte Arial com tamanho 12, espaçamento de 1,5 entre as linhas, e o título “LISTA DE FIGURAS” se utiliza da mesma fonte, porém com o tamanho da letra 14, deve estar em negrito, letras em caixa alta e com o alinhamento centralizado.

    Uma dica que pode fazer toda a diferença, é a automatização do sumário da lista de figuras, pois é normal que os números das páginas sofram alterações à medida que modificações são realizadas no trabalho de conclusão de curso.

    Essa será uma preocupação a menos para você, visto que toda a alteração de páginas que ocorrer será automaticamente reconhecida pelo sumário da lista de figuras e você não precisará revisar o conteúdo diversas vezes.

    No Word, você consegue fazer isso inserindo legendas em suas figuras, é só ir na aba “Referências” e procurar a ferramenta “Inserir legenda”, fazendo isso é possível compilar as legendas e criar um índice que funcionará de forma automática, de maneira que quando houver qualquer alteração a paginação será simultaneamente alterada.

    Livre dessa preocupação, é possível otimizar o seu tempo para se concentrar em detalhes mais importantes da formatação do seu TCC.

    *Vídeo retirado do canal: Fran Carniel

    Importância do uso de imagens no TCC

    Nem só de textos é feito um TCC, não é mesmo? O uso de imagens no TCC é importante sim e eu te explico o porquê!

    Ao escrever trabalhos acadêmicos, a inclusão de fotos, imagens, figuras, tabelas, gráficos, entre outras formas de representação, se fazem necessárias para demonstrar de forma mais dinâmica, interativa e clara determinados dados e informações.

    A inserção de tais itens auxiliam o posterior leitor do seu trabalho de conclusão de curso, a compreender melhor as informações apresentadas no texto, bem como auxiliam na análise dos dados apresentados de forma mais completa e ampla.

    10 dicas para não errar na hora de usar imagens e figuras no seu TCC

    1. Relevância: Escolha imagens e figuras que sejam relevantes para o conteúdo do seu trabalho e que contribuam para a compreensão dos seus argumentos.
    2. Qualidade: Utilize imagens e figuras de alta qualidade, com boa resolução e clareza. Evite imagens borradas, distorcidas ou de baixa resolução.
    3. Legibilidade: Garanta que as informações nas imagens e figuras sejam legíveis. Utilize fontes adequadas e tamanho de texto suficientemente grande para facilitar a leitura.
    4. Fonte e créditos: Sempre forneça a fonte das imagens e figuras utilizadas, incluindo a referência completa e a permissão, se necessário. Isso evita problemas de plágio e respeita os direitos autorais.
    5. Tamanho e posicionamento: Ajuste o tamanho e o posicionamento das imagens e figuras para que sejam visualmente agradáveis e não atrapalhem a leitura do texto principal.
    6. Legendas explicativas: Inclua legendas claras e concisas para cada imagem ou figura, descrevendo seu conteúdo e explicando sua relevância para o texto.
    7. Numeração e referência: Numere as imagens e figuras de acordo com a ordem em que são mencionadas no texto. Faça referência a elas no texto e explique seu conteúdo e importância.
    8. Consistência estilística: Mantenha um estilo consistente em relação ao tamanho, fonte e formatação das legendas e numeração das imagens e figuras ao longo do seu TCC.
    9. Gráficos e tabelas: Ao utilizar gráficos e tabelas, certifique-se de que estejam bem organizados e apresentem dados de forma clara e compreensível. Utilize cores de forma apropriada e evite informações excessivas.
    10. Aprovação prévia: Se você utilizar imagens ou figuras de terceiros que não sejam de domínio público, solicite permissão prévia e documente essa aprovação para evitar problemas legais.
  • Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Um bom tema pode atrair mais leitores para o seu projeto acadêmico, você sabia?

    Você sente dificuldades em expressar suas ideias e quando consegue se sente incapaz de conferir um tema? Está preocupado em escrever um TCC, mas não sabe por onde começar? Quer entender como delimitar o tema? Acredite que você não é o único que se sente assim.

    A criação de conteúdo já se tornou um grande desafio nesse momento online em que vivemos. Parece que tudo que pensamos já existe ou não está da forma correta.  Mas não se preocupe, veja aqui as melhores dicas para que você consiga delimitar um tema para seu conteúdo.

    O que é Delimitação de Tema?

    A delimitação de tema é um processo fundamental na elaboração de um trabalho acadêmico, como um TCC. Consiste em estabelecer os limites e a área de abrangência do assunto a ser estudado, com o objetivo de direcionar e focar a pesquisa de forma mais precisa.

    A delimitação define o escopo do trabalho, determinando o que será incluído e o que será excluído da análise. Isso permite ao pesquisador evitar generalizações e aprofundar-se em aspectos específicos do tema, tornando a pesquisa mais objetiva e viável.

    A delimitação de tema também ajuda a evitar que o trabalho se torne muito amplo ou superficial, garantindo que o pesquisador possa explorar detalhadamente a questão em estudo e contribuir de forma mais significativa para o conhecimento científico da área.

    Escolha um assunto que você tenha mais afinidade

    Primeiramente, é imprescindível para que sua pesquisa tenha sucesso a escolha de um assunto que você já conheça e goste. Pois durante a execução grande parte do seu tempo será dedicado a estudos sobre esse tema.

    Na hora de delimitar o tema lembre-se que ele será seu melhor amigo por um longo tempo e que sua carreira estará sendo enriquecida graças a esse período.

    Entenda o conceito de delimitação do tema no seu TCC

    Para você conseguir delimitar um tema é primeiramente necessário colocar limites ao que será abordado em seu trabalho para que assim o tema siga esse acompanhamento.

    Escolher o assunto, como será abordado em que período aquele estudo está relacionado são questões que são levadas em conta na hora de delimitar o seu tema.

    organograma delimitação do tema

    Estabelecendo critérios para a delimitação do tema

    Temporal

    Um critério importante a ser considerado é o temporal, ou seja, o período em que está situado o objeto do seu estudo. Você poderá se situar no presente ou no passado dependendo de sua pesquisa.

    Tomaremos por exemplo a saúde da mulher. Você poderá coletar dados de prontuários de mulheres que fizeram seus exames preventivos num período de cinco ou dez anos atrás. Ou fazer uma coleta de dados atuais. A escolha dependerá do objetivo de seu trabalho.

    Espacial

    Outro critério importante é o critério espacial (GIL, 2004, p. 162), limitar a sua pesquisa a um local onde o seu objeto de estudo está inserido é necessário assim para você delimitar o seu tema de maneira mais fácil.

    Tomaremos o exemplo anterior, após escolher o período de sua pesquisa você poderá limitar a uma região, cidade ou estado em que irá avaliar os prontuários de exames preventivos das mulheres daquele espaço geográfico.

    Com isso você poderá delimitar seu tema em poucos minutos pois terá um parâmetro de referência bastante específico. Se seu projeto é um TCC relacionado é sobre a hipótese de aumento de algumas doenças que afetam a saúde do sistema reprodutor feminino você com certeza irá delimitar o tema do TCC rapidamente.


    Caso não saiba elaborar uma hipótese, esse conteúdo poderá ajuda-lo: https://projetoacademico.com.br/hipotese-tcc/.


    Tenha uma bibliografia de qualidade no seu projeto acadêmico

    Você pode estar ainda se perguntando: Como escolher um tema fácil para o meu TCC? A facilidade de escolha acontece também, baseado na sua bibliografia de referência.

    Há muitas linhas de pesquisas que descendem de outras. Nunca cometa plágio, pois é crime! Mas busque pesquisas que já tiveram alguns resultados e use-as como base para escolher seu tema de TCC.

    Procure algo relevante

    Quando estudamos algo que realmente gostamos, nossa mente tem a tendência de ir mais além e querer ultrapassar o limite inovador.

    Claro que inovar é algo positivo, mas é sempre importante pesquisar temas sobre algo relevante sobre a linha de estudos que você se interesse, ou que seja relevante para a sua área de atuação profissional.

    Se você deseja realizar uma pesquisa sobre a saúde dos idosos, por exemplo, pode pesquisar referências de temas que abordem o Alzheimer, tumores recorrentes em idosos, porcentagens de idosos internados em uma região, etc. A partir desses estudos criar um tema para sua pesquisa será muito mais fácil.

    Veja alguns exemplos práticos de delimitação de tema

    “A influência da tecnologia na aprendizagem de matemática entre estudantes do ensino fundamental”: Neste caso, o tema foi delimitado para focar especificamente na influência da tecnologia (por exemplo, uso de aplicativos, jogos digitais) na aprendizagem de matemática, limitando-se aos estudantes do ensino fundamental.

    “Impacto das mídias sociais no comportamento de compra dos consumidores jovens”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar o impacto das mídias sociais (como Facebook, Instagram) especificamente no comportamento de compra dos consumidores jovens, concentrando-se em um grupo demográfico específico.

    “Análise das políticas públicas de combate à desigualdade de gênero no mercado de trabalho no Brasil”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para analisar as políticas públicas voltadas para a redução da desigualdade de gênero no mercado de trabalho, com foco exclusivo no contexto brasileiro.

    “A eficácia da terapia cognitivo-comportamental no tratamento da ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar especificamente a eficácia da terapia cognitivo-comportamental como abordagem de tratamento para a ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada.

    “Avaliação da viabilidade econômica da produção de energia solar em pequenas propriedades rurais na região X”: Neste caso, o tema foi delimitado para avaliar a viabilidade econômica da produção de energia solar especificamente em pequenas propriedades rurais, concentrando-se em uma região geográfica específica (Região X).

    “Análise da relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente em empresas do setor hoteleiro”: Aqui, o tema foi delimitado para analisar a relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente, mas com foco exclusivo em empresas do setor hoteleiro.

    “O impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para investigar especificamente o impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral, concentrando-se em um aspecto específico da terapia.

    “A percepção dos pacientes sobre a qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública”: Aqui, o tema foi delimitado para explorar a percepção dos pacientes especificamente em relação à qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública, focando nas opiniões e experiências dos pacientes.

    “O papel da inteligência artificial na automação de processos industriais na indústria automotiva”: Neste caso, o tema foi delimitado para examinar o papel específico da inteligência artificial na automação de processos industriais, mas limitado ao setor da indústria automotiva.

    Para finalizar: veja 10 dicas para fazer a delimitação do tema no seu TCC

    1. Escolha um tema de interesse: Opte por um tema que desperte sua curiosidade e interesse pessoal, pois você passará um tempo significativo pesquisando e escrevendo sobre ele.
    2. Faça uma revisão bibliográfica inicial: Pesquise sobre o assunto escolhido para compreender seu contexto, a existência de estudos prévios e identificar lacunas ou questões em aberto.
    3. Seja específico: Evite temas muito amplos e genéricos. Procure delimitar seu tema para torná-lo mais claro e focado, facilitando a abordagem e a pesquisa.
    4. Defina os objetivos do estudo: Estabeleça claramente o que você pretende alcançar com o seu trabalho. Isso ajudará a delimitar o escopo do seu TCC.
    5. Considere a viabilidade: Avalie a disponibilidade de recursos, tempo e acesso às fontes de informação necessárias para o desenvolvimento do seu tema.
    6. Converse com seu orientador: Busque a orientação do seu professor orientador. Ele poderá fornecer insights valiosos e ajudar a refinar seu tema.
    7. Considere a relevância e atualidade: Escolha um tema que seja relevante e atual dentro da sua área de estudo, garantindo que ele contribua para o conhecimento científico existente.
    8. Estabeleça uma pergunta de pesquisa: Formule uma pergunta clara e objetiva que guiará sua investigação e análise.
    9. Limite o escopo geograficamente: Caso seu tema permita, limite a abordagem geográfica para um local específico, facilitando o enfoque e análise dos resultados.
    10. Reflita sobre sua futura carreira: Considere como o tema escolhido pode contribuir para sua formação acadêmica e profissional, levando em conta seus interesses e objetivos futuros.
  • Como Fazer uma Pesquisa Documental? exemplos e conceito

    Como Fazer uma Pesquisa Documental? exemplos e conceito

    Saber o que é pesquisa documental é essencial para a compreensão do objeto de pesquisa do TCC.

    Você sabe o que é pesquisa documental? O conceito de pesquisa documental é essencial para o processo de análise do seu objeto de estudo e, posteriormente, a exposição disso no seu TCC.

    Que tal entender melhor o que é pesquisa documental e assim poder fazer um TCC como um verdadeiro gênio? Continue lendo esse artigo para aprender mais!

    Conceito de Pesquisa Documental, entenda para que serve e quando utilizar

    O conceito de pesquisa documental é utilizado para caracterizar estudos feitos partindo-se de documentos, sejam eles contemporâneos ou históricos, considerados como sendo verdadeiramente científicos.

    Em outras palavras, o conceito de pesquisa documental define a análise de uma variedade imensa de materiais, como documentos oficiais de um governo, cartas, relatórios, vídeos, fotos e assim por diante. As informações contidas nessas fontes de pesquisa documental possibilitam a você fazer uma pesquisa qualitativa do seu objeto a ser estudado.

    A pesquisa documental configura-se uma técnica fundamental nesse tipo de pesquisa, a qualitativa, como uma forma de complementar informações obtidas por meio de outras técnicas ou então revelando novos aspectos sobre um determinado assunto.

    Esse conceito é importante, sobretudo, para as ciências sociais e humanas. Um dos seus maiores atributos é se valer de fontes que ainda não passaram por um processo de análise.

    Ela não se mantém em um apoio bibliográfico, mas sim em dados secundários oriundos de livros, periódicos, entre outros. É um recurso bastante usado como uma ferramenta complementar, que proporciona uma base de apoio com fontes variadas com intuito de consulta.

    pilha de documentos

    As principais fontes de uma pesquisa documental

    Constituem-se em fontes de pesquisa documental uma diversidade gigantesca de elementos. A relação de fontes possíveis é vasta. Ela vai desde tabelas e documentos formais a cartas, pareceres técnicos, fotos, atas de reuniões, relatórios variados e obras originais de qualquer tipo (pintura, escultura, etc).

    O documento como fonte de pesquisa documental pode tanto ser na forma escrita, como não escrita, tais como:

    • Filmes;
    • Vídeos;
    • Fotografias;
    • Notas;
    • Diários;
    • Projetos de lei;
    • Ofícios;
    • Discursos;
    • Mapas;
    • Testamentos;
    • Inventários;
    • Informativos;
    • Depoimentos orais;
    • Depoimentos escritos;
    • Certidões;
    • Correspondência pessoal;
    • Correspondência comercial;
    • Documentos informativos arquivados em repartições públicas;
    • Documentos e materiais de associações;
    • Materiais e documentos de igrejas;
    • Documentos oriundos de hospitais;
    • Documentação e materiais diversos de sindicatos também são considerados como fontes desse tipo de pesquisa.

    Esses documentos todos são usados como fontes de informações, como forma de elucidar certas questões, além de servir como comprovação para outras e para a exposição de resultados, em consonância com o interesse de quem pesquisa.

    Guia completo: como fazer uma pesquisa documental com excelência

    Uma das maiores dúvidas de quem fará a apresentação de TCC, monografia ou qualquer outra modalidade de pesquisa científica é como fazer uma pesquisa documental.

    Aprender como fazer pesquisa documental pode ser determinante para o sucesso do seu projeto de pesquisa e, consequentemente, a tecitura do seu TCC.

    Ela pode ser classificada como um meio de complementar a revisão bibliográfica. O motivo é muito simples: nem sempre os livros e periódicos científicos são capazes de dar conta de auxiliar na compreensão do assunto.

    Uma multiplicidade de dados que auxiliam na explicação de um determinado objeto são devidamente registrados. Esses registros podem ser encontrados em diferentes formatos: impressos, áudios, vídeos e assim por diante.

    Com o advento da Internet e a tremenda popularidade das redes sociais,  uma parcela desse acervo pode vir na forma de tweets, postagens de redes sociais ou publicações em um blog corporativo, por exemplo.

    É necessário ressaltar que sempre deve-se verificar a idoneidade, ou seja, a credibilidade dessa fonte. Jamais se deve usar qualquer fonte de maneira indiscriminada, mas sim averiguar a confiabilidade dessa autoria e também da própria informação em si.

    Em termos práticos, mais do que saber como fazer pesquisa documental é ter a ciência de como efetuar a análise criteriosa dessa compilação de material. De nada adianta reunir um material robusto e rico de dados, porém não ter os conhecimentos sobre como analisar as informações contidas.

    Uma fonte pode ser, por exemplo, os trabalhos solicitados a alunos da rede pública de ensino. Alguém que realizou a licenciatura em alguma área do conhecimento ou uma pessoa formada em pedagogia é capaz de fazer a identificação dos pontos fortes e dos pontos fracos de um estudante.

    A pesquisa documental é dividida basicamente em três etapas:

    1.   Pré-análise

    A primeira etapa é a pré-análise dos materiais reunidos, ela se inicia com a seleção dos documentos que serão analisados. Estes devem ser classificados de acordo com critérios bem definidos.

    2.   Formulação de hipótese

    Logo depois, deverá ser elaborada uma hipótese que será confirmada ou refutada após a análise dos documentos.

    3.   Análise documental

    Depois dessa etapa, os documentos precisam ser devidamente preparados para a análise. É aqui que se fará as interpretações necessárias para tirar-se as conclusões.

    Fonte: Prof. Thaís Moura TCC

    5 elementos que não podem faltar em uma pesquisa documental

    1. Objetivo claro: É fundamental definir o propósito da pesquisa documental, estabelecendo os objetivos específicos que nortearão a coleta e análise dos documentos.
    2. Fontes confiáveis: Selecionar fontes de informação relevantes e confiáveis é essencial para garantir a qualidade da pesquisa. Isso inclui documentos oficiais, livros, artigos científicos, relatórios técnicos, entre outros.
    3. Coleta e organização dos documentos: Realizar a coleta dos documentos pertinentes à pesquisa e organizá-los de forma sistemática, utilizando critérios como data, autor, tema ou categoria.
    4. Análise crítica: Realizar uma análise criteriosa dos documentos coletados, identificando informações relevantes, estabelecendo relações entre os dados, comparando diferentes pontos de vista e avaliando a consistência das fontes.
    5. Relatório claro e objetivo: Ao final da pesquisa documental, é necessário elaborar um relatório que apresente os resultados de forma clara, objetiva e estruturada, ressaltando os principais achados, conclusões e recomendações, além de citar corretamente as referências utilizadas.

    Exemplos de pesquisa documental

    Os exemplos de pesquisa documental são os mais diferentes possíveis. Um deles é a procura por críticas e resenhas de filmes em sites e revistas especializadas para saber qual foi a receptividade de uma determinada obra cinematográfica.

    Outro desses exemplos de pesquisa documental são os diários de uma certa personalidade do passado a fim de se descobrir como ela construiu sua identidade dentro daquele contexto histórico específico.

    Alguns dos exemplos de pesquisa documental mais utilizados são os dados divulgados por órgãos e instituições ligados ao governo, como o IBGE, ou então jornais de grande renome na mídia, como a Folha de São Paulo, Estadão e outros.

    Dados e estatísticas oficiais sempre ajudam a dar maior densidade ao trabalho, conferir a credibilidade a sua pesquisa evidenciando que ela está bem sustentada.

    Veja algumas pesquisas em PDF:

  • Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Para os estudantes que desenvolvem trabalhos acadêmicos na área jurídica ou precisam fazer a citação de uma referência legislativa, por diversas vezes isso é uma tarefa um tanto confusa, devido a variedade de áreas de atuação do Direito. Porém, fazer uma citação de uma legislação não é algo difícil se você souber como fazer isso. Em vista disso, vamos falar mais como citar leis com foco em citação da Constituição Federal. Veja como citar uma Lei no seu trabalho

    Neste post, vamos falar mais sobre o corpo do texto de uma monografia com a citação de lei, como citar uma lei federal, estadual e municipal, além de deixar bem claro como citar a Constituição Federal de 1988 em seu TCC. Veja tudo isso a seguir! Citação Direta de Site: veja como fazer, normas ABNT e exemplos

    capa da constituição federal

    O que é a Constituição Federal?

    A Constituição Federal são todas as leis em conjunto que regem o bom funcionamento deste país. São leis fundamentais para a sociedade em que vivemos, considerado o conjunto de leis máximas para todos os cidadão brasileiros, garantido todos os direitos e deveres da população brasileira. A Constituição Federal foi promulgada oficialmente em 5 de outubro de 1988, e continua sendo nos dias de hoje na atual Assembleia Constituinte.

    Sabendo que a Constituição é um conjunto de leis, o estudante que pretende citar um ponto da Constituição Federal em seu trabalho de TCC deve prezar pelas regras de citação de fontes com suas devidas referências. Essas regras são estabelecidas por normas como a ABNT (Associação Nacional de Normas Técnicas), Vancouver e APA. Mas não se preocupe que nos próximos tópicos vamos mostrar como citar qualquer ponto da Constituição Federal em seu TCC. Mas antes é importante entender como as leis de um modo geral são citadas em trabalhos acadêmicos.

    Veja como citar a constituição no seu TCC

    Quando estamos trabalhando o corpo do texto em um Trabalho de Conclusão de Curso, qualquer tipo de lei pode ser citada de forma direta ou indireta. Assim que for feita a citação da lei, você deverá abrir um parênteses com o nome do autor da lei e o ano de criação. Onde se utiliza normalmente o sobrenome do autor em uma citação utiliza-se jurisdição neste tipo de caso. Ou seja, como estamos falando de lei federal, então utiliza-se (Brasil). Como citar Artigo de Lei no corpo do texto: normas ABNT e sugestões

    Vídeo de: Metodologia Descomplicada

    Exemplo de citação da constituição federal em um trabalho de TCC

    Veja um exemplo de citação indireta da Constituição Federal no corpo do texto do seu TCC: A prática de alguns crimes pode levar a punição de perda do pátrio poder, segundo o Art. 1° da Lei nº 13.715, de 24 de setembro de 2018 (Brasil, 2018).

    Como vocês podem ver, não existe nada de muito especial na hora de citar uma lei federal no seu trabalho de TCC. O importante é conhecer as normas de formatação cobradas pela sua instituição de ensino e seguir essas regras a risca. Neste post falamos que existem três tipos de normas técnicas, porém, vamos nos aprofundar somente na ABNT para mostrarmos mais sobre como citar a Constituição Federal e todo os outros tipos de leis em seu trabalho de TCC.

    citar constituição federal no tcc

    Referenciando a Constituição Federal no trabalho

    Todas as leis e quaisquer outros instrumentos jurídicos devem ser citados em um trabalho acadêmico dentro de normas técnicas. Com base na ABNT, todas as leis e instrumentos jurídicos ficam atrelados a NBR 6063:2002, que deixa bem claro no tópico 7.9, como devem ser feitas as referências bibliográficas de leis em um artigo, dissertação, monografia, tese, entre outros trabalhos acadêmicos. Isso tudo também vale para a citação de jurisprudência e doutrina, que são decisões judiciais e interpretação dos textos legais existentes, respectivamente.

    Além de tudo que está presente na NBR 6063 para a citação de lei em um trabalho acadêmico, é necessário incluir um endereço eletrônico com data e origem de acesso caso a informação sobre a lei seja citada direta ou indiretamente de uma página na internet. Uma importantíssima dica é que o aluno estude bastante o conjunto de regras da NBR 6063 em sua totalidade. É preciso estar ciente do que é cobrado como regra de formatação em um trabalho de TCC em detalhes nesta NBR.

    Como citar a Constituição Federal de acordo com a ABNT?

    De acordo como o conjunto de regras ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos, citar a Constituição Federal e emendas constitucionais, além dos textos legais infraconstitucionais, que são nada mais nada menos que lei complementar, decreto, lei ordinária, medida provisória, dentre outros, é preciso utilizar uma formatação específica.

    As regras de formatação também se estendem para as normativas, resoluções, portarias, instrução normativa, ordem de serviço, comunicado, decisão administrativa, circular, dentre outros.

    Elementos fundamentais para referência da Constituição Federal

    • Jurisdição (cabeçalho com a indicação da entidade, caso o aluno esteja se referindo a uma norma);
    • Título;
    • Data;
    • Numeração;
    • Dados da Publicação.

    Quando estamos falando da Constituição Federal e de muitas de suas emendas em um trabalho de TCC, deve-se obrigatoriamente acrescentar a palavra Constituição com o ano de promulgação entre parênteses, e logo após deve se indicar a jurisdição e o título. Bom, não se preocupe se você não entendeu, vamos dar um exemplo fictício e bem específico de como você deve fazer com a Constituição verdadeira. Devemos antes deixar claro que a base deste exemplo é real, porém, escrito de forma a ficar um exemplo fictício:

    Exemplos de Citação da Constituição Federal

    Averiguado os direitos de todos os cidadão, a lei deixa claro que: “A sociedade baiana é uma sociedade cultural com uma longa história junto a toda comunidade afro-brasileira, sendo a prática do racismo crime inafiançável sujeito a reclusão, de acordo com a Constituição Federal” (Bahia, 1989).

    1. Citação direta curta: Segundo a Constituição Federal, “todos são iguais perante a lei” (BRASIL, 1988, art. 5º).
    2. Citação direta longa: Conforme estabelecido no artigo 37 da Constituição Federal, “a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes do Estado obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência” (BRASIL, 1988).
    3. Citação indireta: A Constituição Federal de 1988 estabelece os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros, garantindo a igualdade perante a lei e a inviolabilidade dos direitos à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (BRASIL, 1988).
    4. Citação de mais de uma obra: Segundo a Constituição Federal (BRASIL, 1988) e o Código Civil (BRASIL, 2002), a liberdade de expressão é um direito fundamental, resguardado pela legislação brasileira.
    5. Citação de artigo específico: De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal (BRASIL, 1988), todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida.

    Exemplos de Referência da Constituição Federal

    BAHIA, Constituição (1989), Capítulo XXI  – DO AFRO-BRASILEIRO, Art. 286. Disponível em: http://www.lei.com.br/legis_CONSTITUIÇÃO_DO_ESTADO_DA_BAHIA.org. Acesso em 2 de jul. 2019.

    1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 20 de maio de 2018.
    2. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2022.
    3. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 5 de junho de 2019.
    4. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2019.
    5. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. 200 p. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 18 de agosto de 2019.

    Como vocês podem observar no exemplo de citação e referência da Constituição Federal em trabalhos acadêmicos, não é difícil executar essa tarefa em seu trabalho. Não hesite em pesquisar mais sobre o assunto e como já dissemos, estude bem a NBR 6063 e todos os detalhes que apontam como citar e referenciar leis em um trabalho acadêmico.

  • Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    O resumo é um dos itens obrigatórios da monografia, sem o qual ela não pode ser considerada completa e, portanto, é um dos requisitos para a aprovação do trabalho de conclusão de curso.

    No entanto, muitos estudantes da graduação e formandos têm dúvidas sobre o que é o resumo do TCC e chegam a essa etapa de sua formação sem saber o necessário para conseguir fazê-lo.

    Informações e dicas sobre como fazer um resumo de TCC de maneira fácil podem ajudar esses alunos e contribuir para aliviar um pouco da pressão e da tensão que cercam o trabalho de conclusão de curso.

    Se você está passando por essa etapa de sua formação e está precisando desse tipo de conhecimento, leia o artigo até o final.

    Dica rápida: o seu Resumo deve conter:

    • Partes da Introdução
    • Partes da Metodologia
    • Partes dos Resultados
    • Partes da Discussão
    • Partes da Conclusão

    O que é o resumo de TCC?

    O resumo é um dos primeiros elementos textuais do TCC e a introdução do trabalho para quem o lerá. Isso, por si só, já faz dele uma parte importante da monografia — e mostra a importância de saber como fazer o resumo do TCC.

    O resumo deve ser uma síntese de tudo que será abordado no trabalho, uma “apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho”  como definem as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    Isso quer dizer que ele deve ser completo, mas não se estender demais: de 150 a 500 palavras é o recomendado. Uma quantidade ideal seria entre 250 e 300 palavras. Para alguns, esta também deve ser a quantidade máxima de palavras do resumo. Abstract TCC: veja como fazer, o que é e nossas dicas e sugestões

    Para aqueles que têm dúvidas sobre como fazer o resumo do TCC, ele pode conter apenas uma introdução ao tema do trabalho, a hipótese defendida, explicar brevemente a metodologia utilizada, os resultados e as contribuições. Na maioria dos casos, isso é suficiente.

    O resumo deve incluir parte da introdução e das considerações finais, mas não deve copiar exatamente o texto de nenhuma delas. Também não deve conter referências bibliográficas.

    Da introdução, devem constar os objetivos, a justificativa e metodologia e as considerações finais, os resultados obtidos na pesquisa. Por isso, recomenda-se que ele seja uma das últimas coisas a serem feitas.

    O resumo também deve contar, logo abaixo do texto corrido, as palavras-chave que definem o trabalho. O recomendado é utilizar de três a cinco termos.

    exemplo de um resumo de TCC

    Como fazer o resumo do TCC de maneira mais fácil?

    Existem algumas dicas que o estudante pode utilizar para elaborar o resumo do TCC de maneira mais fácil e certa. Porém, antes, é importante (além de ajudar muito) saber o que dizem os itens da NBR 6028, que tratam-se das normas ABNT para o resumo de TCC.

    Como tal, elas definem o que é o resumo de TCC e suas regras gerais e de apresentação:

    • O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. A ordem e a extensão destes itens dependem do tipo de resumo (informativo ou indicativo) e do tratamento que cada item recebe no documento original.
    • Ele deve ser precedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento.
    • Também deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único.
      • A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação, etc).
      • Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
      • As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave: separadas entre si por ponto e finalizadas também por pontos.
      • Devem-se evitar: a) símbolos e contrações que não sejam de uso corrente; b) fórmulas, equações, diagramas, etc; que não sejam absolutamente necessários; quando seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem”.
    exemplo de resumo tcc
    exemplo de resumo de tcc
    resumo de TCC modelo pronto

    Para definir o que incluir e entender como fazer um resumo de TCC de maneira fácil, um método recomendado por especialistas é o estudante se fazer quatro perguntas:

    1. O quê?

    Primeiro é necessário explicar o título da monografia, a ideia do trabalho de forma mais simples e direta;

    2. Por quê?

    Dizer o motivo de ele ter sido escolhido;

    3. Como o TCC foi elaborado?

    Explicar o tipo de pesquisa, quais técnicas foram utilizadas e como se chegou à bibliografia que dá fundamentação teórica ao trabalho. Explicar a metodologia;

    4. Qual a conclusão?

    Constatar o que foi analisado e desenvolvido durante o texto principal do trabalho.

    Outra dica muito útil para quem está em dúvida sobre como fazer e o que colocar no resumo do TCC é consultar exemplos de trabalhos aprovados. Há muitos na internet, fáceis de encontrar com uma busca no Google acadêmico. Ou, se preferir, você pode consultar o acervo de TCC’s na biblioteca de sua faculdade.

    Importante: não se esqueça das normas ABNT para o resumo de TCC.

    *Vídeo do professor: Evandro Queiroz | Pesquisa sem Mistério

    Onde colocar o resumo

    Agora que já sabe o que deve constar e como fazê-lo, você pode estar se perguntando “onde colocar o resumo do TCC?”

    Como falado, o resumo é um dos primeiros elementos do trabalho. Ele faz parte dos elementos pré-textuais — que antecedem introdução, desenvolvimento e conclusão, os elementos textuais —, vindo depois de capa, folha de rosto, dedicatória, agradecimentos e epígrafe e antes do sumário.

    Como alguns desses elementos são opcionais, o resumo acaba sendo a introdução ao trabalho e o primeiro contato mais aprofundado com o conteúdo de que ele trata.

    Por conta disso é importante ter bastante cuidado ao fazer seu resumo. Afinal, ele será a primeira impressão causada pelo seu trabalho e por onde outras pessoas interessadas descobrirão se vale a pena, para elas, lê-lo ou não.

    Você já sabia o que é o resumo do TCC? E como fazê-lo? Se este artigo foi útil de alguma forma para o seu trabalho, compartilhe com colegas e amigos que também estão precisando dessas informações.

    Se você tem outras dúvidas quanto ao TCC como, por exemplo, usar sites como referência ou fazer citação de citação (APUD) no seu TCC, visite os outros conteúdos do Projeto Acadêmico ou deixe sua pergunta nos comentários abaixo.

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  • Como Fazer um Projeto de Pesquisa: exemplo, etapas e dicas

    Como Fazer um Projeto de Pesquisa: exemplo, etapas e dicas

    Aprenda a realizar um projeto de pesquisa de acordo com a ABNT

    É comum que estudantes universitários tenham muitas dúvidas ao elaborar um projeto de pesquisa, principalmente relacionadas à organização e estruturação de acordo com as normas da ABNT. Abaixo você pode conferir tudo que é necessário para realizar um projeto de pesquisa.

    banner com imagens de elementos acadêmicos e fundo azul

    Organize tudo em etapas

    Pode parecer óbvio, mas é onde a maioria das pessoas erram, na organização dos afazeres do trabalho e principalmente do tempo. Você precisa traçar um cronograma e cumprir as etapas do trabalho nos períodos de tempo estabelecidos.

    Metodologia é a definição. Você precisa de método para produzir um trabalho acadêmico, independente do tema, curso ou intenção. Confira as dicas abaixo para organizar as etapas do seu projeto:

    • Defina o tema de maneira objetiva. Mesmo que você possa dissertar e acrescentar muita informação no desenvolvimento do trabalho, tudo deve girar em torno de um ponto central, um objetivo. Tenha isso em mente;
    • Trace cronogramas maiores e menores, por exemplo, se você tem 10 meses para realizar o trabalho, defina uma data de começo e de fim, depois defina o que fará em cada mês, cada semana e nos dias mais próximos de você, assim terá uma lista bem definida para prazos e desenvolvimento;
    • Os projetos podem ter custo, muitas vezes é necessário o uso de transporte, alimentação, etc. Trace uma tabela de custos aproximados, de acordo com a natureza do seu projeto de pesquisa;
    • A pesquisa precisa ter uma data de início e de fim. Você não pode investigar para sempre, em dado momento, você precisa desenvolver o projeto;
    • Se concentre primeiro na pesquisa, depois em escrever e estruturar o projeto, mas não confunda isso com não fazer o máximo de anotações possíveis.
    modelo de cronograma para projeto de pesquisa

    Organize de acordo com as normas da ABNT

    Se você quer produzir um projeto acadêmico, ele obrigatoriamente precisa estar dentro das normas da ABNT. Acrescente na lista de afazeres uma breve pesquisa para conhecer melhor as normas, para que assim seu trabalho fique estruturado corretamente. Veja os itens obrigatórios do seu projeto abaixo:

    • Capa; ela precisa ter informações da instituição, nomes de quem está produzindo o projeto, etc;
    • Folha de rosto; também devem estar com as informações contidas na capa;
    • Sumário; se trata da organização e orientação sobre os capítulos e páginas do trabalho;
    • Introdução; onde você dá início e apresenta o projeto;
    • Referencial teórico (ou fundamentação teórica); espaço destinado a citar, brevemente, as informações e dados que já existem sobre o assunto, mas de maneira embasada. É importante que não exista opinião pessoal aqui, apenas citações;
    • Desenvolvimento; é onde você realmente vai apresentar o projeto de pesquisa;
    • Cronograma; se trata das datas de recolhimento do material para a pesquisa e desenvolvimento do trabalho;
    • Referências; contendo todas as fontes e autores do material contido em seu projeto de pesquisa.

    Existem elementos que não são obrigatórios e que podem estar em seu trabalho, como o apêndice, listas de imagens e símbolos, anexos, orçamento, etc. Se for pertinente e útil para enriquecer o seu projeto, acrescente, caso contrário, foque no que realmente importa.

    elementos projeto de pesquisa

    Modelos prontos de projeto de pesquisa

    Não comece totalmente do zero

    Você não precisa começar do zero para realizar um projeto de pesquisa. Além de pesquisar todas as informações possíveis, você pode ver modelos de projetos de pesquisa já realizados.

    Existem vários modelos disponíveis online e você também pode buscar os trabalhos na sua universidade, inclusive, é possível encontrar projetos que tenham as condições muito parecidas com o seu. Não precisa começar às cegas.

    Defendendo o seu projeto de pesquisa

    Ao fazer um projeto de pesquisa, quando definir o tema, você precisa se certificar de que não se trata de algo que já foi feito antes. Do que adianta defender algo que já é concreto e aceito? No mínimo você precisa trazer um ponto de vista totalmente diferente sobre o assunto.

    O ideal é que apresente não apenas um problema, mas a solução ou as soluções para o caso, de maneira clara e lógica.

    Ao realizar um projeto de pesquisa você não deve “dizer algo novo”, se esse fosse o caso, é melhor escrever um livro ou apresentar uma tese, quando se trata de um projeto de pesquisa são necessárias as dúvidas, as hipóteses, algo que necessita de uma resposta.

    *Vídeo: como fazer um projeto de pesquisa do professor Ivan Guedes

    Não se deixe levar por emoções

    Lembre-se que ao elaborar um projeto de pesquisa você precisa recolher material e ser lógico, coerente e ter embasamento em informações de fontes confiáveis. Nem tudo é exatamente como queremos ou achamos que seja. Algumas informações pode ir de encontro com o que acreditamos.

    Nesse caso, seja racional no desenvolvimento do projeto de pesquisa. Você pode até mesmo criar a área “discussões” no seu TCC, onde existe o espaço para colocar suas próprias opiniões, teorias e ideias sobre o assunto. Mas isso não significa que você poderá fugir do tema. Tudo precisa ser coerente com o desenvolvimento e ter embasamento em fontes confiáveis.

    A pesquisa é sempre teórica

    Ao apresentar o projeto de pesquisa tenha em mente que uma pesquisa sempre se trata de algo teórico. O que não significa que você não possa sair em campo para realizar suas anotações e desenvolver algo de sua autoria.

    Tome cuidado para não cruzar a linha entre um projeto de pesquisa e a uma tese.

    O seu estudo deve colocar em pauta algo que alguém já disse, contrariando a pessoa ou abordando o assunto sobre uma nova ótica e o mais importante é que o resultado final seja útil para os demais.

    Preste atenção em cada item do seu projeto de pesquisa

    Ao produzir um projeto acadêmico, você deve estruturar e elaborar de maneira adequada cada um dos itens, desde a capa até a bibliografia e a conclusão. Não vale a pena ter insegurança com nenhuma seção do seu trabalho.

    Se você possui dúvida sobre qualquer item do seu projeto de pesquisa, TCC ou qualquer tipo de trabalho acadêmico, consulte outros artigos do nosso site, Projeto Acadêmico, e tenha todas as suas perguntas respondidas. Faça o seu trabalho com efetividade e qualidade.

  • Temas sobre Educação Infantil para TCC: lista atualizada

    Temas sobre Educação Infantil para TCC: lista atualizada

    Sabemos que o período de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) costuma ser uma fase um tanto quanto conturbada e muito difícil para a maioria dos estudantes. Infelizmente, a pressão e a cobrança neste momento costumam aumentar e, consequentemente, produzir o trabalho final se torna cada vez mais complicado. 

    Entretanto, estamos aqui hoje para desmistificar tudo o que você aprendeu até agora. Não, elaborar o seu TCC não precisa ser um martírio. Este processo não precisa ser doloroso, tampouco desesperador. Este é o momento de demonstrar domínio acerca dos conceitos que foram absorvidos e estudados ao longo da sua pesquisa e da sua graduação. 

    Pensando nisso, trouxemos hoje 10 ideias de temas para TCC sobre educação infantil que podem dar um norte para você que ainda não conseguiu escolher. E aí, se interessou? Então não perca tempo! Venha conosco e confira agora mesmo. Dicas e Temas para TCC sobre Educação Inclusiva

    A literatura como ferramenta de desenvolvimento cognitivo para crianças em fase de transição para o ensino fundamental

    A literatura infantil é uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento cognitivo de crianças em fase de transição para o ensino fundamental. O processo de alfabetização, diferente do que muito se diz, inicia ainda na educação infantil.

    Por meio das histórias, as crianças são expostas a uma variedade de ideias, personagens e situações que as ajudam a desenvolver habilidades importantes, como as habilidades cognitivas, a compreensão da linguagem, a capacidade de pensar criticamente e a empatia. Temas para TCC Pedagogia

    1. A importância da literatura infantil na construção de valores e desenvolvimento cognitivo.
    2. A influência da leitura na formação de identidade e no desenvolvimento emocional de crianças em idade escolar.
    3. A leitura compartilhada como prática para a promoção da interação social e da aprendizagem na educação infantil.
    4. A utilização de histórias infantis como recurso para a aprendizagem de habilidades socioemocionais em crianças em fase de transição para o ensino fundamental.
    5. As possibilidades da literatura infantil na formação de leitores críticos e reflexivos.
    6. O papel da escola na promoção da leitura e no desenvolvimento cognitivo de crianças em fase de transição para o ensino fundamental.
    7. O uso de recursos visuais e sonoros na leitura compartilhada como ferramenta de desenvolvimento cognitivo em crianças.
    8. A importância da escolha de livros adequados para a faixa etária das crianças no desenvolvimento cognitivo.
    9. A literatura infantil como meio para a promoção da diversidade cultural e da inclusão social em crianças.
    10. A influência da leitura de contos de fadas no desenvolvimento cognitivo e na formação de valores em crianças em idade escolar.
    11. Sugestões de Temas para TCC sobre Ludopedagogia

    Musicalidade na educação infantil: benefícios e métodos de aplicação

    A musicalidade é uma ferramenta pedagógica valiosa, capaz de desenvolver habilidades cognitivas, emocionais, motoras e sociais nas crianças. Através da música, as crianças podem aprender a ouvir, cantar, dançar e tocar instrumentos musicais, além de desenvolver a percepção musical e o senso rítmico. Sendo assim, por que não inovar no seu trabalho de conclusão e falar um pouco sobre este mecanismo tão valioso?

    1. A importância da música na formação cognitiva de crianças na educação infantil.
    2. O impacto da musicalidade no desenvolvimento socioemocional de crianças em fase escolar.
    3. Análise da eficácia de diferentes metodologias de musicalização na educação infantil.
    4. O papel da música como ferramenta para o desenvolvimento da criatividade em crianças na educação infantil.
    5. A influência da musicalidade no processo de aprendizagem e memorização de conteúdos escolares.
    6. O uso da música como instrumento de inclusão e promoção da diversidade cultural na educação infantil.
    7. Análise da percepção de pais e educadores sobre a importância da musicalidade na educação infantil.
    8. A contribuição da música para o desenvolvimento da coordenação motora fina em crianças na educação infantil.
    9. A música como meio de comunicação e expressão para crianças em fase escolar.
    10. A formação de professores de educação infantil em relação à musicalidade: desafios e perspectivas.
    11. Temas para TCC sobre Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil

    As falhas na aplicação prática da Base Nacional Comum Curricular nas escolas públicas e privadas da zona rural 

    E se você busca um tema com viés social, este pode ser o seu guia! Infelizmente a implementação da BNCC nas escolas rurais enfrenta diversas dificuldades, como a falta de recursos financeiros, a carência de formação continuada para os professores, a falta de infraestrutura adequada e a distância geográfica entre as escolas.

    Além disso, muitos pesquisadores da área afirmam que  a BNCC foi criada para atender às necessidades das escolas urbanas, sem considerar as especificidades das escolas rurais, o que dificulta sua aplicação prática nessas instituições.

    1. Análise das dificuldades na implementação da BNCC em escolas rurais
    2. A formação docente para a aplicação da BNCC em escolas rurais
    3. Desafios da aplicação da BNCC no ensino fundamental I em escolas rurais
    4. A relação entre a BNCC e a educação do campo: um estudo de caso
    5. A adaptação da BNCC para a realidade das escolas rurais
    6. A relação entre a BNCC e o contexto sociocultural das escolas rurais
    7. As barreiras para a aplicação da BNCC na educação infantil em escolas rurais
    8. O papel da gestão escolar na implementação da BNCC em escolas rurais
    9. As potencialidades e limitações da BNCC na educação do campo
    10. A BNCC e a valorização da cultura local nas escolas rurais.

    Os efeitos da falta de participação familiar no processo de aprendizagem durante a educação infantil

    O déficit da presença familiar durante a educação infantil, infelizmente, é uma realidade no Brasil. Contudo, não é preciso pensar muito para chegar à conclusão de que a família é essencial para o sucesso da aprendizagem das crianças, principalmente durante a fase inicial da educação. 

    A falta de envolvimento dos pais pode resultar em dificuldades de aprendizagem, desmotivação e até mesmo problemas de comportamento e são justamente estes efeitos que podem (e devem) ser estudados a fundo por pesquisadores e profissionais da área.

    1. A importância do envolvimento familiar no processo educacional infantil.
    2. A relação entre a participação da família e o desempenho acadêmico das crianças.
    3. A influência da ausência da figura paterna no desenvolvimento cognitivo da criança na educação infantil.
    4. A falta de participação familiar no desenvolvimento socioemocional da criança na educação infantil.
    5. A atuação da escola em relação à falta de participação familiar na educação infantil.
    6. A relação entre o ambiente familiar e o desenvolvimento da linguagem oral na educação infantil.
    7. A importância da parceria entre escola e família na educação infantil.
    8. A influência da família no processo de formação da identidade da criança na educação infantil.
    9. As dificuldades enfrentadas pelas famílias de baixa renda para participar da educação infantil dos filhos.
    10. O papel do educador na promoção da participação familiar na educação infantil.

    Aprendizagem e construção de relações interpessoais: a importância da creche no desenvolvimento infantil

    Apesar de muito se debater sobre a importância e a real função social e pedagógica da creche, muitos educadores e pesquisadores acreditam que as crianças têm a oportunidade de interagir com outras crianças e adultos, desenvolvendo habilidades sociais como a empatia, a comunicação, a cooperação e a resolução de conflitos neste ambiente. Além disso, a creche oferece atividades pedagógicas que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, motor e emocional das crianças.

    1. A importância do desenvolvimento socioemocional na educação infantil para a construção de relações interpessoais saudáveis.
    2. A relação entre brincadeiras cooperativas e o desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche.
    3. A influência do relacionamento professor-aluno na construção de relações interpessoais na educação infantil.
    4. O papel das atividades em grupo no desenvolvimento de habilidades sociais em crianças de creche.
    5. A relação entre a falta de socialização na creche e problemas de relacionamento interpessoal na vida adulta.
    6. As diferenças no desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche que convivem em diferentes contextos familiares.
    7. A importância do diálogo e da comunicação na construção de relações interpessoais positivas na educação infantil.
    8. A influência da diversidade cultural na construção de relações interpessoais em crianças de creche.
    9. O impacto da violência doméstica no desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche.
    10. A relação entre a participação dos pais na educação infantil e o desenvolvimento de habilidades sociais em crianças.
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  • Objetivos Específicos TCC: exemplos, verbos e dicas

    Objetivos Específicos TCC: exemplos, verbos e dicas

    Chegou o momento de desenvolver o trabalho de conclusão de curso. Mas qual é a estrutura de um TCC e como ele é produzido?

    A maioria dos universitários espera para saber mais sobre o trabalho de conclusão de curso (TCC) no último momento possível e entram em pânico, sem ter ideia de como reagir ao processo.

    Neste momento, descobrem que, para produzir o TCC é necessário seguir todo um protocolo que exige: introdução, objetivos geral e específico, justificativa, hipótese, metodologia, fundamentação teórica, considerações finais e referências (bibliográficas e outras).

    Além disso, há, também, os elementos de pré-produção do trabalho, que são divididos em: capa, folha de rosto, resumo, lista de imagens e sumário.

    Para desenvolver uma monografia, esse passo a passo, em conjunto com as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é necessário para se concretizar o TCC, além de imprescindível na compreensão geral do tema e dos objetos estudados.

    Em razão disso, o estudante deve pesquisar a fundo como se realiza uma monografia completa, desde as normas ABNT, até todo o passo a passo citado anteriormente, que estruturam o TCC.

    No artigo desenvolvido, explicaremos tudo sobre objetivo específico. Se você está desenvolvendo a sua monografia, já escolheu o seu tema, definiu seu objetivo geral e, agora, está em dúvida sobre como desenvolver o objetivo específico da pesquisa, confira tudo que você necessita saber sobre essa parte do TCC, abaixo:

    O que é e qual a importância do objetivo específico do TCC?

    Se a função do objetivo geral é apresentar a ideia do trabalho de maneira mais generalizada, o objetivo específico deve especificar, como o nome sugere, qual caminho pretende se seguir durante o trabalho a partir do tema e realizar os questionamentos que irão responder as problemáticas.

    Porém, antes de definir o seu objetivo específico, você precisa pensar em qual será a problemática de sua pesquisa e, em seguida, o objetivo geral.

    Os objetivos, tanto geral quanto o específico, devem ser determinados de maneira coerente, pois devem prender a atenção da banca examinadora e do leitor para que se interessem pelo tema da sua pesquisa científica e, por conseguinte, sua monografia seja bem compreendida e avaliada.

    O que é a problemática de pesquisa?

    A problemática de pesquisa é o que auxiliará o pesquisador a definir um objetivo geral e específico dentro do tema proposto.

    A problemática é desenvolvida a partir de um objeto de pesquisa, ou seja, o que o pesquisador deseja analisar dentro do tema estipulado. Essa parte a ser investigada na monografia é chamada de objeto de investigação, o estopim de todo TCC.

    Resumindo, a problemática de pesquisa analisa o objeto de investigação criticamente. A análise deve ser feita de maneira clara por parte do investigador para que o leitor compreenda qual é a “questão x” a ser solucionada dentro da monografia, qual o objetivo é obter a resposta desse questionamento ao fim da pesquisa.

    Como fazer o objetivo específico do TCC?

    Se o tema do TCC for, por exemplo, “Quais as influências do e-commerce no comportamento do consumidor”, a sua problemática a ser investigada seria o e-commerce. Já o seu objetivo geral deveria ser algo como “analisar a influência do e-commerce no comportamento do consumidor” ― lembrando sempre da utilização de verbos no infinitivo com significado abrangente, no início da frase.

    Após definido o tema do TCC, o objeto de investigação e o objetivo geral, podemos, finalmente, definir o objetivo específico da monografia. É uma proposta que será desenvolvida a partir do objetivo geral, de forma mais detalhada, para, no fim, se chegar a “questão x” da pesquisa, por exemplo:

    Objetivo geral

    “Analisar a influência do e-commerce no comportamento do consumidor”.

    Objetivos específicos

    • Identificar quais são as plataformas de e-commerce mais utilizadas;
    • Analisar como as ações digitais influenciam na compra do produto;
    • Verificar como as marcas de referência adaptaram suas estratégias de comunicação;
    • Comparar o comportamento do consumidor antes e depois do e-commerce.

    A estrutura do objetivo específico é similar a do objetivo geral, porém traz uma ideia de reflexão mais detalhada sobre o objeto de investigação. Se o objetivo geral tem a intenção de dar uma ideia mais ampla e abrangente sobre determinado assunto, o objetivo específico deseja chegar à raiz da problemática.

    Ao desenvolvermos o objetivo geral de uma pesquisa fazemos uso de verbos no infinitivo para nos auxiliar, de uma forma mais global, a atingir o problema. No entanto, quando pensamos em objetivo específico, apesar de a estrutura ser similar, os verbos utilizados devem ser mais específicos e direcionados.

    Exemplo de TCC pronto de objetivos específicos:

    exemplo de objetivos específicos
    Exemplo de Objetivos Específicos

    Verbos no infinitivo que podem auxiliar no desenvolvimento do objetivo específico

    Quase que exclusivamente, os verbos no infinitivo, como dito anteriormente, utilizados de uma maneira mais direcionada, iniciam as análises do objetivo específico. Veja nossa lista com verbos para objetivos específicos em: https://projetoacademico.com.br/verbos-para-objetivos-especificos/

    verbos para objetivos específicos

    Em razão disso, é importante que o pesquisador tenha conhecimento de alguns desses verbos para facilitar o início do desenvolvimento do objetivo específico de uma pesquisa de monografia. Alguns exemplos são:

    • Pesquisar;
    • Selecionar;
    • Precisar;
    • Decidir;
    • Estimar;
    • Medir;
    • Validar;
    • Registrar;
    • Definir;
    • Identificar;
    • Nomear;
    • Especificar;
    • Exemplificar;
    • Enumerar;
    • Citar;
    • Analisar;
    • Investigar;
    • Comprovar;
    • Classificar;
    • Comparar;
    • Contrastar;
    • Diferenciar;
    • Distinguir;
    • Avaliar;
    • Averiguar.

    Os verbos no infinitivo, além de auxiliarem o pesquisador no início da descrição do objetivo geral, o auxiliarão no andamento de toda a pesquisa.

    Estudar a utilização dos verbos e seus significados pode ser um diferencial na hora de produzir o TCC, já que serão indispensáveis no desenvolvimento, tanto do objetivo específico como do objetivo geral, e se propõem a direcionar o caminho a ser seguido pelo pesquisador.

    Ao iniciar o desenvolvimento do seu TCC, é necessário ao pesquisador a ciência da imprescindibilidade de se formular claramente a problemática de pesquisa e, por conseguinte, os objetivos gerais e específico, para que, ao final do projeto, a monografia seja coesa.

    Caso contrário, a probabilidade de haver erros estratégicos na construção da dinâmica que levará à resposta da “questão x”, será grande.

    Após este artigo, provavelmente ficou mais claro para você como desenvolver e estruturar o objetivo específico de um TCC, mas, caso você ainda tenha dúvidas sobre a produção do tema abordado ou de uma monografia, como um todo, não deixe de nos mandar suas perguntas nos comentários ou entre em contato conosco.

  • Texto Argumentativo: exemplo, o que é, estrutura e modelos

    Texto Argumentativo: exemplo, o que é, estrutura e modelos

    Você sabe que existem diferentes tipos de textos argumentativos e que eles são usados para diferentes objetivos? Mas para um TCC, como elaborar uma argumentação científica?

    Pense nas Ágoras ― lugares na Grécia para reuniões públicas, as praças ―, esse é o cenário, o tempo é o mundo antigo, antes de Cristo e o conhecimento é tido a partir do convencimento, da persuasão. Esse contexto é o que precede a existência dos textos argumentativos.

    Os Sofistas, assim chamados aqueles gregos do mundo antigo que foram grandes mestres da retórica e da oratória, da arte do convencimento, praticavam nos espaços públicos a argumentação, ensinavam e instruíam a manipulação dos fatos por meio do bom discurso e de um recorte da realidade.

    Hoje o significado de argumentação sofreu algumas alterações, não basta apenas ter uma boa retórica, é preciso ter fundamentos concretos para vencer um bom debate ou escrever de forma persuasiva e convincente.

    A arte de argumentar não é, mais, somente usada na fala, é usada também em produções acadêmicas, produções científicas.

    Se você estiver fazendo um TCC ou qualquer outro trabalho acadêmico que precise elaborar boas argumentações, continue a ler e veja o que é um texto argumentativo, como fazê-lo e qual a importância da verdade científica atualmente.

    A argumentação científica

    Agora você deve estar se perguntando, “se antes argumentar era ter um bom discurso sobre algo, hoje não é mais isso?” A resposta é sim, mas com um porém!

    A argumentação científica ― método usado e considerado válido atualmente para a comprovação de teses no meio científico, acadêmico e até pessoal  ― é o formato essencial para produzir um trabalho de conclusão de curso ou outros trabalhos científicos, como artigos, ensaios ou redações.

    Argumentar cientificamente significa criar teses fundamentadas em ideias comprovadas anteriormente ou não, ou seja, é o conjunto do bom discurso com a comprovação científica do que é dito.

    Modo diferente do que os Sofistas faziam, já que o recurso primordial era o convencimento e a persuasão por falar bem, mesmo que não fosse uma verdade universal.

    Os diferentes tipos de textos argumentativos

    Escrever e argumentar, ações que podem estar presentes em diversos gêneros textuais, como ensaios, editoriais, resenhas e cartas de opinião, monografias.

    Mas é importante não confundir, texto argumentativo é um gênero de texto, agora o dissertativo argumentativo é uma tipo textual.

    Diferenças entre dissertativo argumentativo e argumentativo

    Existem cinco tipos de textos, que são:

    1. Texto narrativo;
    2. Texto descritivo;
    3. Texto dissertativo expositivo;
    4. Texto dissertativo argumentativo;
    5. Texto injuntivo/instrucional.

    Os gêneros textuais estão abaixo dos tipos textuais, por exemplo, um  e-mail é um gênero textual, ele pode estar dentro de qualquer um dos tipos existentes. É possível que ele descreva alguma situação ou alguém; tente mostrar uma tese com a finalidade de argumentar e convencer uma pessoa; assim por diante.

    As características de um texto, seja o seu formato, tamanho, veículo de divulgação, linguagem, finalidade, definem o seu gênero, mas o tipo é definido por características maiores, lexicais, sintáticas, relações lógicas.

    triângulo textual

    Agora você se pergunta, “qual a importância de eu saber as diferenças entre tipo e gênero textual para a argumentação no TCC?” A resposta é simples, um texto pode apresentar mais de um tipo textual; em sua dissertação você fará um texto dissertativo argumentativo, mas narrar e descrever algo pode te auxiliar no processo de produção.

    Agora entende o quão importante é conhecer a existências dos tipos de textos? Eles podem ser mesclados.

    Muitas pessoas têm dúvidas no momento da elaboração do trabalho científico, conhecer os formatos textuais garante uma boa produção.

    exemplo de texto argumentativo

    Argumentação no TCC

    No trabalho de conclusão de curso, assim como em outros textos, a argumentação é construída a partir de teses, refutações e conclusões.

    Ela precisa ter embasamento científico, ou seja, precisa ser comprovada. Para dar validade ao que for dito o ideal é que sejam feitas citações diretas, indiretas ou APUD, o importante é comprovar a tese.

    A estrutura básica de uma argumentação é tese, argumentos fundamentados e a conclusão, que é a comprovação e validação do que for dito.

    Existem alguns formatos de argumentação possíveis para serem usados em um TCC, basta escolher o que melhor se adequá ao seu tema. Citarei quatro.

    Argumentação enumerativa

    A tese é argumentada por uma sequência de ideias e conclusões dependentes uma das outras. Por primeiro você aponta a tese e depois dita os motivos/razões, por expressões que mostrem a ideia de quantidade numérica e sequencial (primeiro, segundo, depois, logo, após) para a comprovação dos fatos.

    Argumentação por dados estatísticos

    Como um dos principais meios aceito na academia, os dados servem para mostrar situações reais. Os use para comprovar a tese, mas é preciso que sejam de fontes confiáveis, como  o IBGE, OMS, DataFolha sites do governo, entre outros.

    Argumentação por causa e consequência

    Usada para fazer comparações e conexões entre ideias. Essa forma de argumentar pode ser útil em textos mais descritivos, os quais o objetivo da tese é refutar outra ideia.

    Argumentação por exemplificação

    Exemplificar é feito em todo o TCC, mas quando bem fundamentado pode se tornar um argumento poderoso. Trazer exemplos em seus argumentos para explicar e fundamentar a tese a deixa mais forte e a torna mais fácil de ser aceita, pois não há como refutar a realidade.

    *Vídeo de Aulas de Português – Prof.ª Eliane Vieira

    Precauções para fazer um bom texto argumentativo

    O maior problema que alguém pode ter ao argumentar é fazer isso de forma sofista, ou seja, apenas com  uma boa construção das palavras, mas sem fundamentação.

    Tome cuidado com as falácias ― discursos tendenciosos, com uma ótima construção do argumento que parece verdadeiro, mas é errôneo e sem fundamento ― elas podem fazer a sua tese não ser aceita.

    Como dito, argumentar é estar preparado para falar/escrever com propriedade e com a capacidade de comprovar o que for dito.

    Construa os argumentos de forma lógica e sempre do mais fraco para o mais forte. Deixe seu texto bem amarrado, com coesão e coerência. Mostre que sua tese está fundamentada no pensamento científico.

    Isso é fazer um bom texto argumentativo.

    Gostou do artigo? Aqui no Projeto Acadêmico existem outros vários conteúdos para você elaborar o seu TCC e fazê-lo com primazia!

  • Temas TCC Sobre Autismo: exemplos, sugestões, ideias

    Temas TCC Sobre Autismo: exemplos, sugestões, ideias

    Confira 6 dicas para fazer um ótimo TCC com o tema autismo de maneira original!

    Conforme as pessoas vão ficando mais conectadas e informadas as barreiras e preconceitos antigos são derrubados. As pessoas buscam entender melhor as diversas condições de outras e, em particular, o autismo está sendo bastante estudado e explorado.

    Nesse texto você pode conferir algumas dicas para utilizar o autismo como tema para seu TCC.

    O que é autismo?

    É preciso entender do que se trata antes de produzir um TCC sobre autismo. É um transtorno de desenvolvimento que afeta a comunicação social e a capacidade de interagir com as pessoas e o ambiente.

    Isso pode ocorrer em muitos níveis. Uma pessoa com autismo pode se comunicar normalmente com as outras em alguns casos, mas ela processa os estímulos de maneira muito diferente.

    Existem muitos estudiosos que explicam que nosso cérebro interpreta os estímulos provindos de pessoas de uma maneira e o do ambiente, por exemplo, grandes barulhos de objetos caindo, de outra. Os autistas não separam essas partes, por isso é comum que não reajam a grandes barulhos e estímulos.

    Confira abaixo alguns tipos de autismo:

    • Síndrome de Asperger: Não era considerada autismo, mas atualmente essa condição mudou. É uma condição um pouco mais suave do transtorno, não afetando a comunicação e interação completamente;
    • Autismo clássico ou transtorno autista: É o caso mais comum. Esses indivíduos possuem dificuldades linguísticas e sociais, além de ser possível terem a parte cognitiva afetada;
    • Transtornos invasivos ou sintomas: Nesse caso a pessoa não apresenta o quadro completo, mas sim sintomas do autismo clássico e Asperger, geralmente um pouco mais leves, o que não significa que não possuam muitos obstáculos sociais.

    Os graus de autismo são divididos em:

    • Tipo 1: Possui muita dificuldade em iniciar e manter conversas e interações sociais. Também pode ter dificuldade de organização, inflexibilidade e repetições de comportamentos;
    • Tipo 2: É mais intenso e necessita de apoio constante. A partir daqui os prejuízos na parte linguística e comunicativa são facilmente notados. A falta de foco e concentração é muito comum;
    • Tipo 3: É o tipo de autismo mais intenso e problemático com graves dificuldades na questão social e interativa. É comum que esses indivíduos nem falem. A maneira de reagir aos estímulos do ambiente também são muito diferentes.
    criança brincando

    Agora que você já entendeu o básico sobre o autismo, já pode conferir as dicas para dar início à produção do seu TCC. Confira abaixo:

    1. Defina o tema com clareza para não ficar repetitivo

    Se fizer uma busca básica sobre TCCs sobre autismo na internet, verá que a maioria deles trata da educação e o autismo na vida escolar. Todos os temas são bem claros e os recortes são bem definidos.

    Se você simplesmente decidir produzir o TCC com o tema autismo, as possibilidades são tão abrangentes e o tema é muito geral. Seria difícil você produzir algo de qualidade. É muito provável que seu professor orientador já fizesse a proposta de definição de um tema mais específico no momento em que apresentasse sua ideia.

    2. Faça algo que ninguém fez

    Ainda pensando que a maioria dos TCCs com o autismo como tema tratam de autistas na infância e como é a educação, busque seguir por outro caminho como autismo na adolescência ou na velhice. Você também pode seguir uma rota diferente, como os relacionamentos afetivos de pessoas autistas.

    É preciso ter criatividade para lidar com o tema e não repetir o que os outros já fizeram. Em vez de focar nos autistas, pode focar nas pessoas que cuidam deles, como a família ou focar nos professores que são preparados, ou justamente na falta de preparo geral que existe nas escolas.

    3. Busque o contato direto

    Para fazer um TCC de qualidade sobre o tema e apresentar pontos de vista únicos, é melhor realizar uma pesquisa experimental, isso é, de campo. Onde entrevista pessoas próximas aos autistas e convive com eles durante um tempo.

    Se não conseguir, crie uma metodologia científica para outro método de pesquisa, como a bibliográfica, mas seu trabalho pode não ter a profundidade de um trabalho prático.

    4. Procure o lado positivo

    Não é uma regra, mas se verificar os TCCs sobre autismo notará que a maioria possui uma posição crítica quanto a falta de estrutura para receber os autistas na sociedade como um todo. Isso é verdade. Mas não significa que você não possa buscar autistas que conseguiram superar suas dificuldades através de tratamentos e terapias.

    Você também pode buscar pessoas que realmente decidiram ajudar e criaram ONGs, ou pessoas extremamente preparadas que ajudam um grande número de pessoas. Isso é trabalhar em conjunto com a criatividade. Um exemplo é focar em autistas que tiveram sucesso na vida profissional.

    5. Muito cuidado ao tratar do tema

    Muitas pessoas escolhem o tema autismo justamente por possuírem certa proximidade, como algum membro da família com o transtorno. Se esse não for o caso, você precisa ter muito cuidado com qualquer termo ou afirmação que faça.

    Existem ideias preconceituosas, como em qualquer área do ensino, que podem comprometer o seu TCC e te colocar em situações complicadas. Não afirme nada sem muito estudo, somente depois de se informar adequadamente sobre o assunto.

    6. Escolha uma apresentação adequada

    A maneira de apresentar o TCC, seja como monografia, um trabalho audiovisual, dissertação, artigo, etc. É tão importante quanto o desenvolvimento do conteúdo. É claro que isso vai depender muito do seu curso. Para pessoas que estudam jornalismo, fazer o trabalho de conclusão em forma de documentário é muito simples e comum, o mesmo não pode ser dito para todos os cursos.

    Quando se trata do autismo, busque apresentar o tema com a delicadeza que possui, mesmo que seja somente de maneira escrita. Não precisa ser triste ou melancólico, nem dramático, mas deve ser apresentado de maneira que deixa os efeitos do transtornos muito claros.

    Lista de temas sobre Autismo

    • AUTISMO: transtorno invasivos do desenvolvimento e no processo de inclusão no ensino
    • TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
    • A inclusão escolar de crianças com autismo
    • Tratamentos terapêuticos em crianças com o Transtorno do Espectro Autista (TEA)
    • A INCLUSÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
    • Autismo e inclusão social
    • Educação Especial: inclusão de Alunos Autistas no ensino regular
    • Crianças com o TEA (Transtorno do Espectro Autista) e o papel de inclusão da Arquitetura

    Já decidiu o tema do seu TCC?

    Já decidiu qual vai ser o tema para seu TCC? E a metodologia para a pesquisa? Ou será que você nem decidiu o formato? Não tem problema. Se estiver com dúvidas sobre qualquer termo acadêmico ou sobre como usar as normas da ABNT, é só acessar o site Projeto Acadêmico. Você encontrará tudo o que precisa sobre o meio universitário.

  • Veja Como Citar Dois Autores no TCC: normas ABNT, exemplos e dicas

    Veja Como Citar Dois Autores no TCC: normas ABNT, exemplos e dicas

    Saiba o que é e com citar dois ou mais autores em seu TCC seguindo as normas da ABNT.

    Não é tarefa fácil fazer uma faculdade, muito menos produzir o trabalho de conclusão de curso para que possa concluir a mesma e alcançar o tão sonhado diploma, até porque este trabalho vem acompanhado de um outro desafio, que é a formatação conforme pedem as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

    Há quem acredite que elas tornem a produção do trabalho acadêmico em uma tarefa mais fácil, mas há aqueles que creem que elas sejam uma verdadeira dor de cabeça; todavia uma coisa é fato: é obrigatório que o TCC seja redigido com base nestas normas.

    Uma delas, mais especificamente a NBR 10520, fala sobre como fazer citação no TCC, o que é uma das principais dúvidas dos estudantes acadêmicos que precisam produzi-lo.

    E falando sobre citações, é muito comum que muitos autores falem sobre o seu tema, então é normal que você encontre alguma citação feita por dois ou mais autores e, nesses casos, é preciso que você referencie todos eles corretamente.

    Para saber como citar dois ou mais autores no TCC da forma correta de acordo com as especificações da ABNT, além de mais algumas informações, acompanhe este artigo.

    Importância de ter uma citação no TCC

    É fato que não dá para produzir um bom trabalho acadêmico sem que haja pelo menos algumas citações de autores presente no texto, seja como forma de comprovar teorias, levantar questionamentos, concordar ou discordar do que determinado autor falou, ou mesmo somente para enriquecer o trabalho e servir de embasamento teórico para o conteúdo.

    Essa parte do trabalho consiste basicamente em compartilhar a ideia de outro autor em seu trabalho e é preciso que se tenha bastante cuidado neste momento.

    É muito importante que você insira citações e dê os devidos e merecidos créditos aos autores dos pensamentos que você pretende compartilhar em seu trabalho acadêmico, para que você não caia nas garras do plágio, que inclusive é crime, com responsabilização penal para o aluno e professor-orientador do TCC, portanto, lembre-se sempre da seguinte regra: Leu, escreveu, citou!

    Mas para inserir uma citação de maneira correta, é preciso que algumas especificações sejam colocadas em prática, entretanto, antes disso, vamos a algumas breves explicações básicas.

    Quais são os tipos de citação

    Antes de você inserir uma citação, seja ela com um ou mais autores, é preciso que você as separe corretamente em suas respectivas categorias.

    Existem as citações diretas que consistem na transcrição idêntica do texto publicado, e elas podem ser curtas ou longas, que diferem em sua formatação.

    Existem ainda as citações indiretas, que são aquelas em que o estudante lê um determinado material, faz a sua própria interpretação e o transcreve com suas palavras na monografia, podendo fazer isso no início da frase ou ao final da mesma.

    Outras formas de inserir uma citação são por meio das notas de rodapé, com a citação de uma citação,  APUD, ou ainda retirá-las da internet.

    Essas citações podem vir de um autor em específico ou há alguns casos em que mais de um autor chega a uma determinada conclusão e fazem uma publicação juntos, e se você escolher uma dessas situações você precisa referenciá-los da forma correta.

    Portanto, voltando ao assunto principal deste artigo, descubra abaixo como citar dois ou mais autores no TCC.

    Fonte: Prof. Alex Nina

    Como citar dois ou mais autores no TCC

    Quando essa citação vier de mais de um autor, por exemplo, dois autores, a formatação deve seguir algumas regras.

    A norma NBR 10520, que rege as regras a serem aplicadas nas citações em trabalhos acadêmicos, manda que em caso de citação direta de vários autores a formatação siga as seguintes regras:

    • Os autores devem ser separados por ponto e vírgula
    • Os nomes dos autores devem aparecer em ordem alfabética
    • O ano da publicação do documento deve vir imediatamente após o nome do autor, separado por vírgula

    Neste caso, a citação ficaria da seguinte maneira:

    (Autor 1, ano da publicação; autor 2, ano da publicação…)

    Veja exemplos retirados da própria NBR:

    Ela polariza e encaminha, sob a forma de “demanda coletiva”, as necessidades de todos (FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997).

    Diversos autores salientam a importância do “acontecimento desencadeador” no início de um processo de aprendizagem (CROSS, 1984; KNOX, 1986; MEZIROW, 1991).

    Um modelo bastante usado para quando são apenas dois autores de uma mesma citação é o seguinte:

     (Autor 1 e autor 2, ano da publicação)

    Ou ainda:

    Autor 1 e autor 2 (ano da publicação)

    Desta maneira os autores são obrigatoriamente interligados pela conjunção “e”.

    Veja exemplos:

    Uma das maneiras de formatação fica assim: (SANTOS e SILVA, 2011)

    E a outra fica assim: SANTOS e SILVA (2011)

    Ambas as formas de referenciar estão corretas e podem ser inseridas em seu trabalho acadêmico sem medo de errar.

    No caso de mais de três autores numa mesma citação, alguns outros termos aparecem.

    Nestes casos, cita-se o primeiro autor junto com a expressão “e col.” (abreviação de “e colaboradores”) ou ainda “et al.” (abreviação da expressão no latim “et alii”, cujo significado é “e outros”).

    Confira um exemplo:

    As mudanças climáticas podem comprometer o desenvolvimento da vida nas próximas décadas. (FERGUSON e col., 2015)

    ou

    As mudanças climáticas podem comprometer o desenvolvimento da vida nas próximas décadas. (FERGUSON et al., 2015)

    como fazer citação com 2 ou mais autores

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  • Conclusão de TCC: normas ABNT, exemplos, dicas e modelos prontos

    Conclusão de TCC: normas ABNT, exemplos, dicas e modelos prontos

    Fazer um bom trabalho acadêmico com começo, meio e fim, é uma grande conquista para qualquer estudante. Mas para chegar a esse resultado, é preciso seguir várias etapas, fazer muita pesquisa e ainda manter um certo padrão estrutural para que tudo fique coerente. Uma das etapas que mais deixam os estudantes com dúvidas é a conclusão do trabalho, que se não for bem feita pode arruinar todo o restante do material.

    Está terminando seu trabalho acadêmico, mas não sabe como escrever a conclusão do trabalho? Então confira a seguir todas as dicas que preparamos para você terminar seu trabalho com uma boa conclusão. A seguir falaremos sobre os itens que não podem faltar e várias dicas de como fazer conclusão de trabalho. Confira tudo isso a seguir!

    Como fazer conclusão de trabalho (TCC)

    A etapa final do seu trabalho, seja ele qual for, é sempre composto pela conclusão de trabalho. Se você está nesta etapa, saiba que há várias coisas que é preciso considerar para fazer uma boa conclusão. Esta etapa encerra o conteúdo do seu trabalho, após a conclusão você poderá ter ainda que fazer outros elementos que variam de acordo com cada tipo de trabalho. Mas de uma forma simples, a conclusão é a última etapa do conteúdo do seu trabalho, por isso, dedique um tempo para fechar sua pesquisa com chave de ouro.

    A conclusão de qualquer trabalho tem como objetivo resumir os principais pontos que foram abordados nas páginas do seu trabalho ou nos parágrafos, caso seja uma redação. Isso significa que você precisará reunir os argumentos e apresentar uma defesa final para seu posicionamento. Na conclusão, você também precisa mostrar ao leitor que o que foi feito está completo, pois é essa característica que mostra um trabalho feito do começo ao fim.

    Para que essa sensação chegue ao leitor, você precisa ser inovador, criativo e ao mesmo tempo mostrar sua capacidade intelectual como uma forma de impressionar quem estiver lendo seu trabalho. Isso é concluir um trabalho! Mas para chegar a esse resultado, listamos primeiramente o que não pode faltar em sua conclusão de trabalho e os itens que não devem aparecer nesta etapa. Confira quais são eles a seguir.

    Fonte: Joana Barbosa – TCC Academy

    O que não pode faltar em uma conclusão de trabalho

    Há alguns elementos que não devem faltar em nenhuma conclusão de trabalho, veja um resumo desses elementos:

    1. Tópicos do trabalho: é preciso lembrar na conclusão de trabalho todos os tópicos que foram abordados no trabalho, assim como os argumentos utilizados. Mas é preciso lembrar esses pontos de forma objetiva e sucinta.

    2. Resumo: a conclusão é um resumo que finaliza seu trabalho. No entanto, você deve ir além de um simples resumo e ser inovador e criativo nesta última etapa. Caso você faça um resumo muito simples, a conclusão será apenas um texto repetindo o que já foi abordado no trabalho.

    3. Leituras complementares: bons argumentos são construídos com provas, dados e informações que podem ser acessadas pelo leitor para comprovar um determinado ponto. Por isso, é interessante que você finalize seu trabalho sugerindo aos leitores algumas leituras complementares sobre o tema do seu trabalho. O ideal é que você indique apenas leituras confiáveis e que realmente irão agregar conhecimento aos leitores.

    O que não deve aparecer em uma conclusão de trabalho

    Você também precisa tomar cuidado para não colocar determinados itens em sua conclusão de trabalho, pois alguns deles podem arruinar completamente seu trabalho acadêmico. Tome cuidado com os seguintes elementos:

    1. Novas ideias: você não deve, em hipótese alguma, propor novas ideias na conclusão do seu trabalho. Se você já ouviu alguém dizer que é preciso oferecer soluções na conclusão para os problemas abordados no conteúdo, saiba que isso não é verdade. Você só deve mencionar na conclusão itens que já foram abordados ao longo do trabalho.

    2. Novas informações: como já mencionamos, ideias, informações e argumentos que não apareceram no conteúdo do trabalho devem ficar de fora da conclusão. Por isso, seja inovador e criativo com os elementos que já foram utilizados em seu trabalho.

    3. Introdução: alguns estudantes acabam fazendo a conclusão muito parecida com a introdução. Embora ambos as etapas textuais sejam parecidas, há diferenças importantes entre ambas. A introdução apresenta aos leitores o tema e o posicionamento do autor diante do assunto, já a conclusão utiliza os argumentos defendidos no trabalho para finalizar todas as informações mencionadas no trabalho.

    4. Dramatização: ser dramático no final do seu trabalho é um grande erro. Não deixe isso acontecer com sua conclusão, pois isso soa péssimo para quem estiver lendo seu trabalho. Utilizar argumentos sensacionalistas, dramáticos ou sentimentais não farão com que os leitores gostem do seu trabalho. Você deve apenas apresentar fatos, dados e argumentos para sustentar suas ideias.

    Dicas para fazer uma conclusão de trabalho

    Agora que você já sabe o que deve ou não aparecer em sua conclusão de trabalho, vamos as dicas de como fazer essa etapa do seu trabalho acadêmico da maneira correta. Confira a seguir todas as dicas!

    1. Escolha entre “conclusão” ou “considerações finais”

    Algumas instituições de ensino oferecem as duas opções aos estudantes para concluir o trabalho acadêmico. Isso porque alguns temas simplesmente não possuem conclusões únicas e finais. Por conclusão, podemos entender que um assunto está completamente acabado e que não há nada a ser acrescentado à discussão do tema. Já nas considerações finais, há uma certa ideia de que as informações não são totalmente conclusivas, pois há outras possibilidades que não foram descritas ao longo do trabalho.

    Agora, se você estiver fazendo uma redação ou outro tipo de texto, é preciso utilizar a conclusão. A escolha entre os dois termos só é válida para trabalhos acadêmicos onde a instituição de ensino oferece essas opções.

    2. Faça um resumo breve do trabalho

    Para concluir algo, você precisa lembrar ao leitor sobre o que já foi abordado em seu trabalho. Mas lembre-se, o resumo deve ser feito de forma criativa e inovadora, mencionando apenas fatos que já foram abordados no trabalho. Use a sequência dos tópicos do seu trabalho para descrever os argumentos abordados até a conclusão do trabalho.

    3. Mostre a importância do tema

    Na conclusão, o estudante também deve enfatizar a importância do tema abordado oferecendo quem estiver lendo, para o crescimento pessoal, profissional e acadêmico do estudante, para a sociedade e para sua instituição de ensino. Mostre que seu trabalho faz a diferença para a vida das pessoas.

    Exemplos de conclusão de um TCC

    exemplo de considerações finais TCC
    Fonte: https://www.mackenzie.br/fileadmin/OLD/47/Graduacao/CCBS/Cursos/Ciencias_Biologicas/1o_2012/Biblioteca_TCC_Lic/2009/2o_Semestre/Karen_e_Priscila.pdf
    exemplo de conclusão de um TCC
    Fonte: https://www.ufjf.br/ep/files/2014/07/2012_1_Carolina.pdf