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  • 55 Ideias de Temas para TCC sobre Terapias Holísticas

    Se você está no processo de escolher um tema para o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Terapias Holísticas, você veio ao lugar certo!

    A escolha de um tema relevante e interessante é essencial para garantir que seu trabalho não só atenda aos requisitos acadêmicos, mas também mantenha sua motivação e curiosidade ao longo do processo de pesquisa.

    Nesta página, você encontrará uma lista cuidadosamente elaborada com 55 temas de TCC que abrangem diversas áreas das terapias holísticas.

    Nossa intenção é inspirá-lo e ajudá-lo a identificar um tópico que seja não apenas interessante, mas também relevante e inovador.

    Estes temas foram selecionados para despertar a curiosidade da banca examinadora e abrir portas para futuras pesquisas e aplicações práticas.

    Aqui está nossa lista com 55 ideias de temas para TCC sobre Terapias Holísticas

    1. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento da Dor Crônica
    2. Aromaterapia: Benefícios e Aplicações Terapêuticas
    3. Terapias Holísticas no Tratamento de Ansiedade e Depressão
    4. Comparação entre Massoterapia e Acupuntura no Alívio da Dor Muscular
    5. O Impacto da Reflexologia Podal no Sistema Nervoso Central
    6. Uso da Quiropraxia no Tratamento de Lesões Desportivas
    7. Reiki: Uma Análise de Seus Benefícios Psicológicos e Físicos
    8. Terapia de Cristais: Eficácia e Aplicações Clínicas
    9. A Utilização de Técnicas de Meditação na Melhora da Qualidade de Vida
    10. Efeitos da Massoterapia em Pacientes com Fibromialgia
    11. A Importância da Nutrição Holística no Bem-Estar Geral
    12. O Papel da Homeopatia no Tratamento de Doenças Crônicas
    13. Benefícios da Acupuntura no Tratamento de Distúrbios do Sono
    14. A Prática do Tai Chi Chuan como Terapia Complementar
    15. A Aplicação da Fitoterapia no Controle da Ansiedade
    16. Efeitos da Massoterapia em Pacientes com Câncer
    17. Os Benefícios da Yoga Terapêutica na Redução do Estresse
    18. O Uso de Terapias Holísticas em Cuidados Paliativos
    19. Eficácia da Musicoterapia no Tratamento de Transtornos Mentais
    20. O Papel da Massoterapia na Recuperação Pós-Cirúrgica
    21. Comparação entre Terapias Holísticas e Medicina Tradicional
    22. Terapias Holísticas na Saúde da Mulher: Um Estudo de Caso
    23. A Influência da Terapia Floral de Bach na Saúde Emocional
    24. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Lesões Ocupacionais
    25. O Uso de Técnicas de Respiração na Gestão do Estresse
    26. Efeitos da Massoterapia em Atletas de Alto Rendimento
    27. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Artrite
    28. O Impacto das Terapias Holísticas na Qualidade do Sono
    29. A Eficácia da Massoterapia em Pacientes com Enxaqueca
    30. O Papel da Terapia Holística na Reabilitação Física
    31. Benefícios da Massoterapia para Gestantes
    32. Uso da Terapia Holística em Crianças com Transtornos do Espectro Autista
    33. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Distúrbios Gastrointestinais
    34. O Uso de Terapias Holísticas na Redução dos Efeitos Colaterais de Medicamentos
    35. A Importância do Toque Terapêutico na Recuperação de Pacientes Hospitalizados
    36. Comparação entre Técnicas de Massoterapia Sueca e Tailandesa
    37. O Impacto das Terapias Holísticas na Saúde Mental de Idosos
    38. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Doença de Parkinson
    39. A Aplicação da Massoterapia no Tratamento de Estresse Pós-Traumático
    40. O Papel da Terapia Holística na Prevenção de Doenças Cardiovasculares
    41. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Celulite e Gordura Localizada
    42. O Uso de Terapias Holísticas na Melhora do Sistema Imunológico
    43. A Importância da Massoterapia no Bem-Estar de Pacientes com HIV/AIDS
    44. O Impacto da Terapia Holística na Recuperação de Pacientes com AVC
    45. A Eficácia da Massoterapia no Tratamento de Síndrome do Túnel do Carpo
    46. A Influência das Terapias Holísticas na Redução da Pressão Arterial
    47. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Doença de Alzheimer
    48. A Importância da Educação em Terapias Holísticas para Profissionais de Saúde
    49. O Uso de Técnicas Holísticas no Tratamento de Dependência Química
    50. A Eficácia da Massoterapia no Alívio de Sintomas de Menopausa
    51. Comparação entre Técnicas de Massoterapia e Osteopatia
    52. O Impacto das Terapias Holísticas na Recuperação de Lesões de Esportes Radicais
    53. Benefícios da Massoterapia em Pacientes com Síndrome de Ehlers-Danlos
    54. O Papel das Terapias Holísticas na Promoção da Saúde Infantil
    55. A Eficácia da Massoterapia na Redução de Sintomas de Tensão Pré-Menstrual (TPM)
  • 73 ideias de Temas para TCC sobre Educação Especial

    1. Inclusão Escolar de Alunos com Autismo: Estratégias eficazes para promover a inclusão de alunos com autismo nas escolas regulares.
    2. Adaptações Curriculares para Alunos com Deficiência Intelectual: Como desenvolver e implementar adaptações curriculares para atender às necessidades de alunos com deficiência intelectual.
    3. Tecnologias Assistivas na Educação Especial: O papel das tecnologias assistivas no apoio ao aprendizado e desenvolvimento de alunos com necessidades especiais.
    4. Ensino de Língua de Sinais nas Escolas: Importância e desafios do ensino de língua de sinais para alunos surdos nas escolas inclusivas.
    5. Educação Bilíngue para Surdos: Benefícios e estratégias de implementação da educação bilíngue para alunos surdos, combinando língua de sinais e língua escrita.
    6. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual na Educação Física: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com deficiência visual em aulas de educação física.
    7. Desenvolvimento de Habilidades Sociais em Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Intervenções e programas eficazes para desenvolver habilidades sociais em alunos com TEA.
    8. Apoio Psicopedagógico para Alunos com TDAH: Estratégias de intervenção psicopedagógica para alunos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
    9. Formação de Professores para a Educação Especial: Importância da formação continuada de professores para atender às necessidades de alunos com deficiência na sala de aula inclusiva.
    10. Avaliação Educacional para Alunos com Deficiência: Desafios e boas práticas na avaliação educacional de alunos com deficiência, incluindo adaptações de testes e instrumentos.
    11. Ensino de Matemática para Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias diferenciadas para o ensino de conceitos matemáticos a alunos com deficiência cognitiva.
    12. Literatura Infantil Inclusiva: Análise e seleção de livros infantis que promovem a inclusão de personagens com deficiência e diversidade.
    13. Inclusão de Alunos com Paralisia Cerebral na Educação Física Escolar: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com paralisia cerebral em atividades físicas na escola.
    14. Apoio às Famílias de Alunos com Deficiência: Programas e serviços de apoio às famílias de crianças com necessidades especiais, promovendo parceria entre escola e família.
    15. Tecnologias de Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA): Avaliação e uso de tecnologias de CAA para promover a comunicação de alunos com dificuldades de fala.
    16. Educação Sexual para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação sexual adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual.
    17. Acessibilidade Digital na Educação: Importância da acessibilidade digital na criação de materiais e recursos educacionais para alunos com deficiência.
    18. Educação Inclusiva e Multiculturalismo: Promoção da diversidade cultural na educação inclusiva, considerando as especificidades culturais dos alunos com deficiência.
    19. Atendimento Educacional Especializado (AEE): Papel e desafios do Atendimento Educacional Especializado no contexto da educação inclusiva.
    20. Desenvolvimento da Linguagem em Crianças com Síndrome de Down: Estratégias de estimulação da linguagem oral e escrita em crianças com síndrome de Down.
    21. Ensino de Ciências para Alunos com Deficiência Visual: Adaptações e recursos didáticos para promover o ensino de ciências a alunos com deficiência visual.
    22. Autodeterminação em Alunos com Deficiência: Promoção da autodeterminação e autonomia em alunos com deficiência, incentivando a participação ativa em seu próprio processo educacional.
    23. Ensino de Habilidades de Vida Diária para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de ensino de habilidades práticas e de vida independente para alunos com deficiência.
    24. Aprendizagem Cooperativa em Sala de Aula Inclusiva: Estratégias de aprendizagem cooperativa que promovem a participação e o envolvimento de todos os alunos, incluindo aqueles com deficiência.
    25. Desenvolvimento da Leitura e Escrita em Alunos com Dislexia: Estratégias de intervenção para promover o desenvolvimento da leitura e escrita em alunos com dislexia.
    26. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades Musicais: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades musicais na escola.
    27. Educação Inclusiva e Gênero: Desafios e boas práticas na promoção da equidade de gênero na educação inclusiva, especialmente para alunos com deficiência.
    28. Apoio Psicossocial para Alunos com Deficiência: Importância do apoio psicossocial para o bem-estar emocional e social de alunos com deficiência na escola.
    29. Ensino de História para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Estratégias de ensino de história adaptadas às necessidades de alunos com TEA.
    30. Promoção da Autonomia em Alunos com Deficiência Física: Estratégias de promoção da independência e autonomia em alunos com deficiência física, incluindo o uso de tecnologias assistivas.
    31. Educação Ambiental Inclusiva: Desenvolvimento de programas de educação ambiental adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo a inclusão e o respeito ao meio ambiente.
    32. Atividades de Recreação Adaptada para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de atividades de recreação e lazer adaptadas às necessidades de alunos com deficiência, promovendo a inclusão e a socialização.
    33. Educação Sexual para Adolescentes com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação sexual adaptados às necessidades e características de adolescentes com deficiência.
    34. Atendimento Psicopedagógico a Alunos com Altas Habilidades/Superdotação: Estratégias de identificação e atendimento psicopedagógico a alunos com altas habilidades/superdotação na educação especial.
    35. Inclusão de Alunos com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH): Estratégias de apoio e adaptações para promover a inclusão de alunos com TDAH na sala de aula.
    36. Desenvolvimento da Criatividade em Alunos com Deficiência: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da criatividade em alunos com deficiência, promovendo sua expressão e autoestima.
    37. Educação Alimentar e Nutricional para Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação alimentar e nutricional adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo hábitos saudáveis.
    38. Comunicação Alternativa para Alunos com Paralisia Cerebral: Estratégias e recursos de comunicação alternativa para promover a participação e a expressão de alunos com paralisia cerebral.
    39. Formação de Professores em Educação Especial: Desenvolvimento de programas de formação de professores em educação especial, capacitando-os para atender às necessidades de alunos com deficiência.
    40. Atendimento Educacional Especializado em Contexto Hospitalar: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a crianças e adolescentes hospitalizados.
    41. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Arte: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades artísticas na escola.
    42. Educação Financeira para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação financeira adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual, promovendo sua autonomia.
    43. Ensino de Geografia para Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias de ensino de geografia adaptadas às necessidades de alunos com deficiência cognitiva, promovendo sua compreensão do espaço geográfico.
    44. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Ciências: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades práticas de ciências na escola.
    45. Prevenção do Bullying contra Alunos com Deficiência: Estratégias de prevenção e combate ao bullying e discriminação contra alunos com deficiência na escola inclusiva.
    46. Educação Ambiental para Alunos com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação ambiental adaptados às necessidades de alunos com deficiência intelectual, promovendo sua conscientização e participação.
    47. Promoção da Saúde Mental em Alunos com Deficiência: Estratégias de promoção da saúde mental e bem-estar emocional de alunos com deficiência na escola inclusiva.
    48. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades de Teatro: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades teatrais na escola.
    49. Educação Inclusiva e Diversidade Sexual e de Gênero: Desenvolvimento de práticas inclusivas que promovam o respeito à diversidade sexual e de gênero na escola inclusiva.
    50. Desenvolvimento da Psicomotricidade em Alunos com Deficiência: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da psicomotricidade em alunos com deficiência, promovendo sua integração sensorial e motora.
    51. Atendimento Educacional Especializado em Contexto Prisional: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a pessoas com deficiência em contextos prisionais.
    52. Inclusão de Alunos com Deficiência Física em Atividades de Dança: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência física em atividades de dança na escola.
    53. Educação Alimentar e Nutricional para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Desenvolvimento de programas de educação alimentar e nutricional adaptados às necessidades de alunos com TEA.
    54. Desenvolvimento da Criatividade em Alunos com Deficiência Visual: Estratégias de estímulo à criatividade e expressão artística em alunos com deficiência visual, promovendo sua autonomia e autoexpressão.
    55. Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Altas Habilidades/Superdotação em Contexto Rural: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com altas habilidades/superdotação em contextos rurais.
    56. Inclusão de Alunos com Deficiência Intelectual em Atividades de Matemática: Adaptações e estratégias para promover a participação de alunos com deficiência intelectual em atividades de matemática na escola.
    57. Educação para a Saúde Bucal em Alunos com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde bucal adaptados às necessidades de alunos com deficiência, promovendo sua saúde oral.
    58. Desenvolvimento da Compreensão de Leitura em Alunos com Dislexia: Estratégias de intervenção para promover o desenvolvimento da compreensão de leitura em alunos com dislexia.
    59. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Refugiados: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com deficiência em contextos de refugiados e migrantes.
    60. Inclusão de Alunos com Deficiência Física em Atividades de Educação Física Adaptada: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência física em atividades de educação física adaptada.
    61. Educação Financeira para Adolescentes com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação financeira adaptados às necessidades de adolescentes com deficiência intelectual, promovendo sua autonomia e independência.
    62. Desenvolvimento da Expressão Oral em Alunos com Deficiência Auditiva: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da expressão oral em alunos com deficiência auditiva, promovendo sua comunicação efetiva.
    63. Atendimento Educacional Especializado para Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Contexto Rural: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado para alunos com TEA em contextos rurais.
    64. Inclusão de Alunos com Deficiência Visual em Atividades de Ciências: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência visual em atividades práticas de ciências na escola inclusiva.
    65. Educação para a Saúde Mental em Adolescentes com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde mental adaptados às necessidades de adolescentes com deficiência, promovendo seu bem-estar emocional.
    66. Desenvolvimento da Escrita em Alunos com Deficiência Cognitiva: Estratégias de estimulação e desenvolvimento da escrita em alunos com deficiência cognitiva, promovendo sua expressão escrita.
    67. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Calamidades Naturais: Importância e desafios do atendimento educacional especializado a pessoas com deficiência em contextos de calamidades naturais e desastres.
    68. Inclusão de Alunos com Deficiência Intelectual em Atividades de Arte: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência intelectual em atividades artísticas na escola inclusiva.
    69. Educação para a Saúde Sexual e Reprodutiva em Jovens com Deficiência: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde sexual e reprodutiva adaptados às necessidades de jovens com deficiência, promovendo sua autonomia e bem-estar.
    70. Desenvolvimento da Compreensão Matemática em Alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA): Estratégias de ensino para promover a compreensão matemática em alunos com TEA, considerando suas características e necessidades específicas.
    71. Atendimento Educacional Especializado em Contexto de Violência Doméstica: Desafios e estratégias de atendimento educacional especializado a crianças e adolescentes com deficiência em contexto de violência doméstica.
    72. Inclusão de Alunos com Deficiência Auditiva em Atividades de Linguagem e Comunicação: Adaptações e recursos para promover a participação de alunos com deficiência auditiva em atividades de linguagem e comunicação na escola.
    73. Educação para a Saúde Alimentar em Crianças com Deficiência Intelectual: Desenvolvimento de programas de educação para a saúde alimentar adaptados às necessidades de crianças com deficiência intelectual, promovendo hábitos alimentares saudáveis.
  • Top 80 ideias de Temas para TCC sobre Análises Clínicas

    1. Avanços na Tecnologia de Diagnóstico por Imagem: Explorar as últimas inovações em tecnologias como ressonância magnética, tomografia computadorizada e ultrassonografia para diagnóstico clínico.
    2. Aplicações da Genômica em Análises Clínicas: Investigar como a genômica está sendo utilizada para personalizar diagnósticos e tratamentos em medicina clínica.
    3. Biossensores para Detecção de Biomarcadores: Analisar o uso de biossensores na detecção sensível e específica de biomarcadores para diagnóstico precoce de doenças.
    4. Metabolômica e Análises Clínicas: Explorar o papel da metabolômica na identificação de biomarcadores metabólicos para diagnóstico e monitoramento de doenças.
    5. Aplicações da Proteômica em Análises Clínicas: Investigar como a proteômica está sendo aplicada no estudo de biomarcadores de doenças e na descoberta de novos alvos terapêuticos.
    6. Bioinformática em Análises Clínicas: Explorar o uso de ferramentas e técnicas bioinformáticas para análise de dados em estudos clínicos e pesquisa translacional.
    7. Técnicas Avançadas de Microscopia em Análises Clínicas: Analisar técnicas avançadas de microscopia, como microscopia de super-resolução e microscopia de fluorescência, em diagnóstico clínico.
    8. Testes Genéticos Preditivos: Investigar os benefícios e desafios dos testes genéticos preditivos para prevenção e tratamento de doenças hereditárias.
    9. Aplicações da Inteligência Artificial em Análises Clínicas: Explorar como algoritmos de inteligência artificial estão sendo usados para análise de dados clínicos e tomada de decisão médica.
    10. Farmacogenômica e Personalização de Tratamentos: Analisar como a farmacogenômica está sendo utilizada para personalizar tratamentos farmacológicos com base no perfil genético do paciente.
    11. Biobancos e Pesquisa Clínica: Investigar o papel dos biobancos na coleta e armazenamento de amostras biológicas para pesquisa clínica e desenvolvimento de biomarcadores.
    12. Diagnóstico Molecular de Doenças Infecciosas: Explorar técnicas moleculares avançadas para diagnóstico rápido e preciso de doenças infecciosas.
    13. Monitoramento de Terapias Biológicas: Analisar métodos de monitoramento de terapias biológicas, como imunoterapia e terapia gênica, em pacientes com doenças crônicas.
    14. Microbioma Humano e Saúde: Investigar a influência do microbioma humano na saúde e nas doenças, e suas aplicações potenciais em diagnóstico e tratamento.
    15. Análise de Biomarcadores em Câncer: Explorar os biomarcadores utilizados no diagnóstico, prognóstico e monitoramento de tratamento em pacientes com câncer.
    16. Farmacovigilância e Segurança de Medicamentos: Analisar métodos de farmacovigilância para monitoramento da segurança de medicamentos em populações de pacientes.
    17. Detecção de Resistência Antimicrobiana: Investigar métodos de detecção rápida e precisa de resistência antimicrobiana em microrganismos patogênicos.
    18. Telemedicina em Análises Clínicas: Explorar o uso da telemedicina para consultas médicas remotas, diagnóstico de imagem e monitoramento de pacientes.
    19. Terapia Celular e Medicina Regenerativa: Analisar o papel da terapia celular e da medicina regenerativa no tratamento de doenças crônicas e lesões teciduais.
    20. Testes de Toxicologia Clínica: Investigar métodos de análise toxicológica para detecção de drogas e toxinas em amostras biológicas.
    21. Diagnóstico Prenatal Não Invasivo: Explorar as técnicas de diagnóstico pré-natal não invasivo para detecção de anomalias cromossômicas e genéticas.
    22. Aplicações da Nanotecnologia em Análises Clínicas: Analisar como a nanotecnologia está sendo aplicada no desenvolvimento de dispositivos e biossensores para diagnóstico clínico.
    23. Marcadores Cardíacos em Doenças Cardiovasculares: Investigar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças cardiovasculares.
    24. Diagnóstico de Doenças Autoimunes: Explorar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes, incluindo testes de autoanticorpos e marcadores imunológicos.
    25. Análise de Ácidos Nucleicos Circulantes: Analisar o potencial diagnóstico dos ácidos nucleicos circulantes, como DNA e RNA, em doenças malignas e não malignas.
    26. Validação de Métodos Analíticos em Análises Clínicas: Investigar os processos de validação de métodos analíticos utilizados em laboratórios clínicos para garantir a precisão e a confiabilidade dos resultados.
    27. Aplicações da Espectrometria de Massa em Análises Clínicas: Explorar as aplicações da espectrometria de massa em diagnóstico clínico, proteômica e metabolômica.
    28. Monitoramento de Biomarcadores Cardíacos em Atletas: Analisar o uso de biomarcadores cardíacos para monitorar a saúde cardiovascular de atletas de alto desempenho.
    29. Análise de Fluidos Biológicos em Doenças Renais: Investigar métodos de análise de fluidos biológicos, como urina e sangue, para diagnóstico e monitoramento de doenças renais.
    30. Marcadores Inflamatórios em Doenças Crônicas: Explorar o papel dos marcadores inflamatórios na patogênese e no prognóstico de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares.
    31. Diagnóstico Molecular de Doenças Neurodegenerativas: Analisar métodos moleculares de diagnóstico e biomarcadores em doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
    32. Análise de Hemostasia e Coagulação Sanguínea: Investigar métodos de análise da hemostasia e da coagulação sanguínea em distúrbios hemorrágicos e trombóticos.
    33. Aplicações da Citometria de Fluxo em Análises Clínicas: Explorar as aplicações da citometria de fluxo em imunologia, hematologia e oncologia para análise de células e biomarcadores.
    34. Diagnóstico de Doenças Respiratórias por Imagem: Analisar métodos de diagnóstico por imagem em doenças respiratórias, como radiografia, tomografia e ressonância magnética.
    35. Marcadores Bioquímicos em Doenças Hepáticas: Investigar biomarcadores bioquímicos utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças hepáticas, como cirrose e hepatite.
    36. Análise de Biomarcadores em Doenças Reumáticas: Explorar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças reumáticas, como artrite reumatoide e lúpus.
    37. Diagnóstico de Doenças Parasitárias: Analisar métodos de diagnóstico de doenças parasitárias, incluindo microscopia, testes imunológicos e técnicas moleculares.
    38. Aplicações da Biologia Molecular em Análises Clínicas: Investigar técnicas de biologia molecular, como PCR e sequenciamento de DNA, em diagnóstico clínico e pesquisa biomédica.
    39. Marcadores Tumorais em Câncer de Mama: Explorar os marcadores tumorais utilizados no diagnóstico e monitoramento do câncer de mama, como CA 15-3 e CA 27.29.
    40. Análise de Hemoglobinopatias e Talassemias: Analisar métodos de análise de hemoglobinas anormais e talassemias em doenças hematológicas hereditárias.
    41. Diagnóstico de Infecções Virais Emergentes: Investigar métodos de diagnóstico de infecções virais emergentes, como Zika, Ebola e COVID-19.
    42. Marcadores Hormonais em Distúrbios Endócrinos: Explorar os marcadores hormonais utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios endócrinos, como diabetes e hipotireoidismo.
    43. Análise de Polimorfismos Genéticos em Farmacogenética: Analisar polimorfismos genéticos associados à resposta individual a medicamentos e sua aplicação em farmacogenética.
    44. Diagnóstico de Doenças Neurológicas por Neuroimagem: Investigar métodos de neuroimagem utilizados no diagnóstico de doenças neurológicas, como ressonância magnética e PET.
    45. Marcadores de Estresse Oxidativo em Doenças Crônicas: Explorar os marcadores de estresse oxidativo utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças crônicas, como doenças cardiovasculares e câncer.
    46. Análise de Biomarcadores em Transtornos Psiquiátricos: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e tratamento de transtornos psiquiátricos, como depressão e esquizofrenia.
    47. Diagnóstico de Doenças Autoinflamatórias por Genética: Investigar métodos de diagnóstico molecular em doenças autoinflamatórias, como febre familiar do Mediterrâneo e síndrome de Behçet.
    48. Marcadores de Lesão Cardíaca em Medicina Esportiva: Explorar os marcadores de lesão cardíaca utilizados na avaliação de atletas de alto desempenho e na prevenção de eventos cardíacos.
    49. Análise de Biomarcadores em Envelhecimento Saudável: Analisar os biomarcadores utilizados na avaliação do envelhecimento saudável e na prevenção de doenças relacionadas à idade.
    50. Diagnóstico de Doenças Autoimunes por Autoanticorpos: Investigar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes por detecção de autoanticorpos específicos, como ANA e anti-CCP.
    51. Marcadores de Inflamação em Doenças Metabólicas: Explorar os marcadores de inflamação utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças metabólicas, como obesidade e síndrome metabólica.
    52. Análise de Biomarcadores em Doenças Oftalmológicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e tratamento de doenças oftalmológicas, como degeneração macular e glaucoma.
    53. Diagnóstico de Doenças Genéticas por Sequenciamento: Investigar métodos de diagnóstico de doenças genéticas por sequenciamento de nova geração (NGS) e suas aplicações clínicas.
    54. Marcadores de Lesão Renal em Doenças Sistêmicas: Explorar os marcadores de lesão renal utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças sistêmicas, como lúpus e esclerose sistêmica.
    55. Análise de Biomarcadores em Doenças Inflamatórias Intestinais: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn e colite ulcerativa.
    56. Diagnóstico de Doenças Hematológicas por Citometria de Fluxo: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hematológicas por citometria de fluxo e sua importância clínica.
    57. Marcadores de Resposta ao Tratamento em Câncer: Explorar os marcadores utilizados para prever a resposta ao tratamento em pacientes com câncer, incluindo marcadores genéticos e moleculares.
    58. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes Sistêmicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes sistêmicas, como lupus eritematoso sistêmico e esclerose múltipla.
    59. Diagnóstico de Doenças Hereditárias por Sequenciamento de Exoma: Investigar o uso do sequenciamento de exoma para diagnóstico de doenças hereditárias e sua aplicação clínica.
    60. Marcadores de Lesão Hepática em Hepatites Virais: Explorar os marcadores de lesão hepática utilizados no diagnóstico e monitoramento de hepatites virais, como ALT e AST.
    61. Análise de Biomarcadores em Doenças Cardiovasculares: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e prognóstico de doenças cardiovasculares, como troponina e BNP.
    62. Diagnóstico de Doenças Neuromusculares por Eletromiografia: Investigar métodos de diagnóstico de doenças neuromusculares por eletromiografia e sua importância clínica.
    63. Marcadores de Lesão Muscular em Atletas de Resistência: Explorar os marcadores de lesão muscular utilizados na avaliação do dano muscular em atletas de resistência.
    64. Análise de Biomarcadores em Doenças Pulmonares: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças pulmonares, como D-dímero e surfactante.
    65. Diagnóstico de Doenças Hematológicas por Imunofenotipagem: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hematológicas por imunofenotipagem e sua aplicação clínica.
    66. Marcadores de Progressão de Doença em Esclerose Múltipla: Explorar os marcadores utilizados para prever a progressão da doença em pacientes com esclerose múltipla.
    67. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes da Tireoide: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes da tireoide, como TPO e Tg.
    68. Diagnóstico de Doenças Cardíacas Congênitas por Ecocardiografia: Investigar métodos de diagnóstico de doenças cardíacas congênitas por ecocardiografia fetal e sua importância clínica.
    69. Marcadores de Estresse Oxidativo em Doenças Neurodegenerativas: Explorar os marcadores de estresse oxidativo utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.
    70. Análise de Biomarcadores em Doenças Renais Crônicas: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças renais crônicas, como creatinina e albumina.
    71. Diagnóstico de Doenças Neurometabólicas por Espectrometria de Massa: Investigar métodos de diagnóstico de doenças neurometabólicas por espectrometria de massa e sua aplicação clínica.
    72. Marcadores de Inflamação em Doenças Respiratórias Crônicas: Explorar os marcadores de inflamação utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC.
    73. Análise de Biomarcadores em Doenças Autoimunes do Sistema Nervoso: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de doenças autoimunes do sistema nervoso, como esclerose múltipla e miastenia gravis.
    74. Diagnóstico de Doenças Hemorrágicas por Coagulograma: Investigar métodos de diagnóstico de doenças hemorrágicas por coagulograma e sua importância clínica.
    75. Marcadores de Progressão de Doença em Artrite Reumatoide: Explorar os marcadores utilizados para prever a progressão da doença em pacientes com artrite reumatoide.
    76. Análise de Biomarcadores em Distúrbios do Sono: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios do sono, como apneia obstrutiva do sono e insônia.
    77. Diagnóstico de Doenças Autoimunes Sistêmicas por Autoanticorpos: Investigar métodos de diagnóstico de doenças autoimunes sistêmicas por detecção de autoanticorpos específicos, como ANA e anti-dsDNA.
    78. Marcadores de Lesão Cardíaca em Doença Renal Crônica: Explorar os marcadores de lesão cardíaca utilizados no diagnóstico e monitoramento de doença renal crônica.
    79. Análise de Biomarcadores em Distúrbios do Neurodesenvolvimento: Analisar os biomarcadores utilizados no diagnóstico e monitoramento de distúrbios do neurodesenvolvimento, como autismo e TDAH.
    80. Diagnóstico de Doenças Pulmonares por Espirometria: Investigar métodos de diagnóstico de doenças pulmonares por espirometria e sua importância clínica.
  • Veja como Referenciar Imagens no TCC seguindo a ABNT

    Veja como Referenciar Imagens no TCC seguindo a ABNT

    Descubra como referenciar imagens e gráficos no seu trabalho acadêmico!

    É muito comum a inclusão de imagens, tabelas e gráficos em um trabalho acadêmico, principalmente no TCC. Para isso é necessário seguir o conjunto de regras e normas da ABNT. Entenda abaixo como inserir e referenciar corretamente qualquer imagem no seu trabalho acadêmico.

    Inserindo imagens no seu trabalho acadêmico

    Assim como as fontes possuem regras e toda uma estrutura que precisa ser seguida, as imagens também seguem essa linha. Não insira as imagens em qualquer tamanho e de qualquer forma. Confira as dicas abaixo para entender como trabalhar com as imagens de acordo com as regras e normas da ABNT:

    • Todas as ilustrações precisam ser referenciadas;
    • Toda e qualquer imagem no texto precisa de uma legenda, inclusive se forem de autoria própria;
    • A legenda deve ser em fonte tamanho 10;
    • Centralize as imagens, títulos, fontes e legendas.
    • Tabelas, Gráficos e Imagens no TCC
    lista de imagens TCC

    Entenda melhor a diferença entre as figuras

    As regras da ABNT diferem um pouco quando se tratam de tipos diferentes de figura. Primeiramente, entenda que de acordo com as normas da ABNT são consideradas figuras, os desenhos, mapas, fotografias, diagramas, esquemas, fórmulas, etc.

    A ABNT também divide as figuras entre quadro e tabela: O quadro geralmente expressa dados qualitativos, é fechado e formados por linhas horizontais. Enquanto tabelas são formadas por linhas verticais, são abertas e expressam dados quantitativos.

    Os quadros são considerados como ilustrações, podendo ser apresentados nessa categoria em seu TCC. Tabelas devem ser organizadas em sua própria seção. Como usar Imagens e Figuras no seu TCC seguindo as normas ABNT

    Como referenciar quadros em seu trabalho acadêmico?

    Seguindo as normas da ABNT, para referenciar imagens no trabalho acadêmico, você deve:

    • Inserir legenda acima da imagem;
    • Inserir o tipo de figura em seguida (fotografia, desenho, ilustração, fluxograma, etc);
    • O número da imagem, conforme a organização do trabalho;
    • Identificar a fonte da imagem, logo abaixo da figura, independente da autoria;
    • Tudo deve ser feito na parte inferior com fonte 10, estilo regular e o mesmo espaçamento textual do restante do trabalho (o padrão da ABNT);
    • A parte superior deve ter a fonte tamanho 12.
    exemplo imagem TCC

    Como referenciar tabelas em seu trabalho acadêmico?

    O padrão de referenciação das tabelas é o mesmo seguido para o de identificação de quadros. Escreva a legenda e o tipo de imagem em cima e a fonte em baixo. Sempre seguindo o padrão de fonte e espaçamento da ABNT, mas com tamanho 10.

    Elementos não obrigatórios

    Existem elementos que não são obrigatórios em seu trabalho acadêmico, mas que podem torná-lo muito mais organizado e estético, como a criação de listas. Entenda abaixo como inseri-las no seu trabalho acadêmico:

    • A lista de figuras deve ser feita considerando a ordem das imagens no trabalho acadêmico;
    • Escreva “Figura 1”, um travessão e em seguida o título da imagem (da mesma maneira que aparece no desenvolvimento do trabalho acadêmico);
    • Coloque o número da página em que a imagem aparece;
    • Se o título for muito curto, complete o restante do espaço com reticências até chegar ao fim, da mesma forma que no sumário;
    • A lista de tabelas segue exatamente o mesmo modelo, mas deve ser feita separadamente da lista de quadros;
    • As listas são elementos pré-textuais, vindo depois do sumário e antes da introdução (se o seu TCC possuir prefácio, a lista de figuras deve vir antes);
    • Você pode organizar uma lista individual para cada tipo de figura (uma lista para gráficas, uma para fotografias, uma para ilustrações, etc).

    Referências bibliográficas e as imagens

    As imagens também precisam ser citadas nas referências bibliográficas. O processo não é muito complicado, basta introduzir o título da imagem e inserir todas as informações pertinentes ao desenvolvimento do trabalho.

    Se o horário em que a imagem foi visualizada ou inserida no trabalho for pertinente ao desenvolvimento do projeto acadêmico, isso precisa estar nas referências bibliográficas, caso contrário, não preencha a bibliografia com dados desnecessários.

    Lembrando que é obrigatório a legenda (descrição da imagem como no desenvolvimento e lista, caso tenha inserido) a fonte e o autor.

    *Vídeo do Professor Ivan Guedes

    Dicas gerais para gerenciar imagens no trabalho acadêmico

    Agora que você já entendeu como referenciar imagens no TCC, de acordo com as regras e normas da ABNT, ainda existem algumas dicas importantes para que seu trabalho não fique desorganizado e mal estruturado esteticamente. Confira abaixo:

    • Insira imagens com qualidade, sempre que possível, mesmo que se tratem de fotografias antigas ou algo do tipo. O quesito visual fala muito alto em qualquer trabalho acadêmico, sendo que alguns cursos podem exigir isso mais do que outros;
    • Coloque imagens coloridas. Nem pense em colocar imagens em preto e branco, principalmente em gráficos e tabelas. Pode acabar transformando tudo em uma bagunça, pois se torna difícil de entender. Não cometa a gafe de colocar um gráfico de pizza, que utiliza cores, em preto e branco, por exemplo;
    • O excesso de imagens pode desestruturar o desenvolvimento do trabalho e acabar com o foco;
    • A ausência de imagens pode deixar o trabalho extremamente carregado e sem pausas, o que tornaria uma leitura difícil. Mesmo em ocasiões mais teóricas e com muita escrita, utilize imagens sempre que possível;
    • Os gráficos, fluxogramas, tabelas, devem ser de fontes confiáveis e terem embasamento, estando dentro do contexto do trabalho. Não insira imagens simplesmente por inserir;
    • Apontar para as fontes e autores, além de ser uma norma da ABNT, pode evitar contendas judiciais, principalmente quando se trata de algo artístico. Certifique-se de tornar isso a sua prioridade ao referenciar imagens e gráficos;
    • Sempre confira toda a questão do espaçamento e organização antes de imprimir. Muitas vezes por pequenos erros a imagem pode sair na página errada, é preciso gerenciar imagens no trabalho acadêmico;
    • Não comprometa a estética do trabalho com grandes espaços em branco. Organize o tamanho das imagens e os textos de acordo com a ABNT, mas se preciso, reorganize parágrafos para que as imagens fiquem de acordo.

    Não fique com dúvidas sobre seu trabalho acadêmico

    Se informe sobre as normas da ABNT, não apenas para entender como referenciar imagens no trabalho acadêmico, mas sobre qualquer aspecto do seu projeto em que você não tenha segurança, principalmente se tratando de um TCC.

    Confira todas as dicas que você precisa no site Projeto Acadêmico para não ter dúvidas sobre seu trabalho e fazer o TCC perfeito.

    Referências bibliográficas:

  • Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Anexo no TCC seguindo a ABNT, veja como fazer corretamente

    Aprender como colocar anexos no TCC é uma tarefa bem simples, mas que requer cautela e atenção.

    Se tem uma dúvida bastante frequente entre os estudantes, ela é sobre como colocar anexos no TCC. Pode parecer bobagem, mas é um detalhe que deixa muita gente insegura.

    Um TCC é dotado de diferentes estruturas, sendo algumas obrigatórias e outras opcionais. O anexo se encaixa nessa categoria de opcionais. Entretanto, a partir do momento em que se utiliza essa ferramenta é preciso seguir uma forma padrão, pensando nisso, separamos todas as informações passadas na ABNT NBR 14724:2011.

    Ao longo desse artigo iremos explicar não somente como colocar anexos no TCC, mas no que consiste esse elemento, quando usá-lo e exemplos de anexo. Tudo isso com o objetivo de te explicar detalhadamente como usar esse instrumento em seu TCC.

    O que é um anexo?

    De forma genérica podemos definir o que é um anexo como sendo um elemento constituído de textos e/ou então documentos que foram usados durante o processo pesquisa. Entretanto, eles não foram elaborados pelo pesquisador, ou seja, ele não é o autor de tais materiais.

    Esse material deve obrigatoriamente estar formatado de acordo com as temidas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

    Em outras palavras, há um conjunto de regras específicas que precisam ser cumpridas para a elaboração de trabalhos acadêmicos, como o TCC, por exemplo, e obviamente isso inclui os elementos do mesmo.

    Existem inúmeras situações capazes de levar um aluno a precisar saber o que é um anexo no seu trabalho acadêmico. Essa porção da pesquisa, mesmo não sendo obrigatória, poderá ser devidamente analisada pela banca para atestar a autenticidade das informações fornecidas.

    Determinados documentos coletados durante o processo de pesquisa do trabalho são essenciais para a compreensão de certos conteúdos.

    Independente de serem imagens, outras pesquisas, tabelas, enfim, qualquer outra modalidade de documento que por alguma razão não foi posta no corpo do texto, necessita então ser adicionada em um espaço para poder ser consultada no próprio trabalho.

    Apesar dos anexos não serem obrigatórios, eles são a solução perfeita para quando o trabalho contém diversos documentos extras, dados que não são legais acrescentá-los no corpo do texto, pois isso prejudicaria muito a leitura.

    Outra coisa que serve para esclarecer o que é um anexo é que ele é uma parte dos elementos pós-textuais na qual você anexa ao TCC alguma coisa.

    É indicado que se anexem todos os documentos que foram utilizados no trabalho ou ao menos os mais relevantes. Possuindo essa documentação disponível, é bastante provável que ela seja consultada pelos eventuais leitores.

    Os anexos facilitam imensamente o entendimento do trabalho, fazendo toda a diferença. Ele é útil como uma forma de comprovar, fundamentar e ilustrar algo.

    Os anexos podem ser identificados por meio de letras maiúsculas consecutivas, travessão e também pelos seus títulos.

    Quando usar anexo?

    Outra coisa essencial é saber quando usar anexo no seu trabalho. Nem sempre ele é assim tão necessário, o que justifica o fato dele ser classificado como uma estrutura opcional.

    Caso ele seja colocado sem a devida necessidade, isso pode tornar a leitura muito maçante, além de aumentar desnecessariamente o volume do seu TCC (o que eleva os custos na revisão e na impressão do trabalho).

    Preparamos uma pequena lista para você saber quando usar anexo:

    • Quando ele for crucial para a compreensão do trabalho;
    • Complementar determinadas informações difundidas;
    • Listagem de termos pertinentes a um assunto específico dentro da pesquisa;
    • Comprovação de certos aspectos que envolvem a pesquisa.

    Como colocar anexos no TCC?

    Uma das coisas mais importantes no processo de descobrir como colocar anexos no TCC é saber que a ABNT não impõem nenhuma regra muito rígida para a formatação dessa estrutura.

    Na realidade, as instruções são bem tranquilas e você tem uma ampla liberdade para organizar esse material da forma como julgar melhor.

    Os anexos podem ser acrescentados logo depois da página onde constam as referências bibliográficas. É fundamental também apontar essa porção do trabalho usando um título em caixa alta e em negrito.

    A numeração dos anexos é outra coisa imprescindível. Isso ajuda na identificação e localização de cada documento citado e usado ao longo da pesquisa.

    A sequência é formada por letras. Por exemplo:

    • ANEXO A: epigrama I de Marcial;
    • ANEXO B: poema III de Catulo;
    • ANEXO C: Carta VI de Plínio, o Jovem.
    exemplo de sumário de anexos TCC

    Recorde-se sempre de informar qual a fonte de cada um dos documentos anexados ao TCC. Isso fornecerá uma credibilidade muito maior para a pesquisa científica que foi realizada.

    Outra questão importante é que os títulos dos anexos precisam, obrigatoriamente, estar presentes no sumário do TCC, com o intuito de auxiliar na localização de todos os itens.

    Caso seu TCC demande muitos anexos e acabarem as letras do alfabeto para efetuar a classificação, recomenda-se utilizar a letra dobrada. Por exemplo: ANEXO BA, ANEXO BB, ANEXO BC, etc.

    Aconselhamos não exagerar na quantia de anexos no TCC. Aqueles documentos que possam ser facilmente acessados através da internet não necessitam estar presentes nessa estrutura. Ao elaborar o texto do trabalho de conclusão de curso, basta apenas citar os links nas notas de rodapé.

    É super indicado permanecer com uma certa uniformidade. Caso você tenha usado a fonte Arial para confeccionar sua monografia, continue usando esse tipo de letra para as legendas e para os títulos dos referidos anexos. As margens também devem ser iguais ao do resto do texto.

    Diferença entre anexo e apêndice

    Muita gente confunde os anexos com o apêndice. Mas na realidade existem muitas diferenças entre anexo e apêndice.

    Explicaremos abaixo quais são elas:

    Anexos

    Eles nada mais são do que documentos consultados para efetuar a pesquisa, porém, que não foram elaborados por você.

    O intuito desse elemento é servir de comprovação ou fundamentação para a pesquisa acadêmica.

    Normalmente estão relacionados ao material de base do trabalho, sendo destacados do corpo do texto para impedir a interrupção da linha de raciocínio do trabalho.

    Apêndices

    Uma das mais marcantes diferenças entre anexo e apêndice é que este último é um documento confeccionado pela pessoa responsável pelo trabalho, no caso você.

    Os apêndices servem para complementar e elucidar a sua argumentação. Ele não atrapalha, em absolutamente nada, o todo do trabalho e por esse motivo é considerado como opcional.

    Exemplo de anexo

    Há uma variedade imensa de tipos e modalidades de anexo. Tudo depende da sua pesquisa e da argumentação que será utilizada.

    Podemos citar, como exemplo de anexo, a transcrição de entrevistas. Você pode estar elaborando um trabalho sobre história oral e memória de sobreviventes do cangaço brasileiro. Nesse caso, provavelmente você terá que fazer entrevistas. A transcrição delas deve constar no trabalho.

    Imagine agora que o tema do seu trabalho é o preconceito e a opressão gordofóbica por empresas que produzem e comercializam roupas. Você entrou em contato com uma companhia para informar os problemas com as roupas confeccionadas por eles. O e-mail deles, contendo a resposta, é um exemplo de anexo.

    Outro exemplo de anexo é uma propaganda da época da ditadura militar no Brasil, com o intuito de mostrar o discurso manipulador da opinião pública na época.

    exemplo de anexo tcc

    Aprendendo como colocar anexos no TCC

    Ao longo deste artigo você aprendeu o que é um anexo, quando usar um anexo e como esse elemento pode ser adicionado ao seu TCC. Ele é opcional, mas a partir do momento em que você decide usá-lo, é necessário saber como acrescentá-lo e ordená-lo.

    O anexo pode não ser obrigatório, mas existem partes do TCC que são. Para aprender melhor como elaborar essas partes, leia os outros artigos desse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra diversas informações úteis para escrever um TCC impecável!

  • Usar Figuras e Imagens no seu TCC seguindo a ABNT

    Usar Figuras e Imagens no seu TCC seguindo a ABNT

    Você sabe como inserir imagens, figuras ou ilustrações no TCC de forma correta? Tire todas as suas dúvidas sobre esse tema neste artigo.

    Após anos de estudo, muito deles suados e considerados sofridos, o aluno precisa colocar em prática todo o seu aprendizado, por meio da produção de um trabalho chamado TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), para que assim consiga chegar a sua tão almejada formação e ser considerado pronto e apto para o mercado de trabalho.

    Esse trabalho apresenta uma maior dificuldade, pois precisa ser redigido de acordo com uma formatação específica, seguindo as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), só sendo aceito e considerado concluído ao seguir essa mesma padronização.

    O momento de iniciar o TCC é temido por todos os alunos e a maioria deles se sentem extremamente perdidos, visto que não é somente escolher um tema e falar sobre ele, existem normas a serem seguidas, de forma que as vezes não sabem nem mesmo a maneira correta de redigi-lo.

    Existem elementos que são obrigatórios inserir no trabalho de conclusão de curso, como, por exemplo capa, folha de rosto, folha de aprovação, referências bibliográficas, entre outros. Há também os opcionais, ou seja, o aluno somente insere tal elemento em seu trabalho, se achar necessário ou se considerar que o enriquecerá de alguma forma; esse é o caso das figuras e imagens.

    As figuras, ilustrações e imagens, como falado a pouco, não são obrigatórias, porém trazem uma organização ao texto e transmitem de forma visual a mensagem que se quer passar.

    Como em todos os outros elementos, para inseri-las em uma monografia, e claro, da maneira correta, é preciso que algumas regras sejam respeitadas.

    Você já chegou a essa parte de sua monografia? Sabe como seguir adiante? Se a sua resposta a esta pergunta foi negativa, continue a leitura desse artigo e descubra tudo sobre como inserir imagens no TCC de maneira correta.

    exemplo de imagem no TCC seguindo a ABNT

    O que diz a ABNT sobre o uso de imagens no TCC?

    A ABNT determina que sempre que uma imagem aparecer no TCC, a mesma deve ser devidamente identificada, contendo as seguintes informações:

    • Nome específico;
    • Travessão;
    • Título.

    Exemplo: Figura 1 – Logotipo da ABNT

    A medida que outras figuras são inseridas na monografia, essa sequência deve ser seguida: Figura 2, Figura 3, Figura 4 e assim por diante, com suas respectivas descrições.

    O autor do trabalho deve ainda inserir a fonte do lugar de origem da figura, na parte inferior da mesma e deve citá-la o mais próximo possível de onde ela foi representada, de preferência no parágrafo imediatamente abaixo da figura, imagem, ilustração, gráfico, entre outros. Veja exemplo:

    Figura 1 – Logotipo da ABNT

    logo ABNT

    Fonte: http://www.abnt.org.br

    A formatação para essa citação de imagens deve ser feita da seguinte forma:

    • Fonte Arial 12 para o título da figura;
    • Fonte Arial 10 para a citação da fonte logo abaixo da figura.
    • Ambos devem ser centralizados.

    Essas imagens não precisam constar no sumário inicial, mas aconselha-se que apareçam em uma listagem separada e específica para essas figuras, de forma que esse material seja localizado com mais facilidade e rapidez. Como Referenciar Imagens no TCC: regras ABNT, nossas sugestões e dicas

    Essa lista deve ficar antes do sumário dos títulos, logo após o Resumo do trabalho e caso sejam inseridas mais do que as imagens como, por exemplo, tabelas, gráficos, entre outros elementos, eles ficam na mesma listagem e devem seguir a seguinte ordem:

    Os gráficos, desenhos, fluxogramas, organogramas, entre outros, entram na categoria de ilustrações, que podem ser agrupados em tipos ainda mais específicos, mantendo a sequência presente no texto, assim como um sumário comum, com as respectivas indicações de página logo à frente. Veja exemplo:

    exemplos de lista de figuras e quadras seguindo a ABNT

    As regras utilizadas nesta lista, assim como mandam as normas da ABNT, devem ser nos títulos e descrições das figuras a fonte Arial com tamanho 12, espaçamento de 1,5 entre as linhas, e o título “LISTA DE FIGURAS” se utiliza da mesma fonte, porém com o tamanho da letra 14, deve estar em negrito, letras em caixa alta e com o alinhamento centralizado.

    Uma dica que pode fazer toda a diferença, é a automatização do sumário da lista de figuras, pois é normal que os números das páginas sofram alterações à medida que modificações são realizadas no trabalho de conclusão de curso.

    Essa será uma preocupação a menos para você, visto que toda a alteração de páginas que ocorrer será automaticamente reconhecida pelo sumário da lista de figuras e você não precisará revisar o conteúdo diversas vezes.

    No Word, você consegue fazer isso inserindo legendas em suas figuras, é só ir na aba “Referências” e procurar a ferramenta “Inserir legenda”, fazendo isso é possível compilar as legendas e criar um índice que funcionará de forma automática, de maneira que quando houver qualquer alteração a paginação será simultaneamente alterada.

    Livre dessa preocupação, é possível otimizar o seu tempo para se concentrar em detalhes mais importantes da formatação do seu TCC.

    *Vídeo retirado do canal: Fran Carniel

    Importância do uso de imagens no TCC

    Nem só de textos é feito um TCC, não é mesmo? O uso de imagens no TCC é importante sim e eu te explico o porquê!

    Ao escrever trabalhos acadêmicos, a inclusão de fotos, imagens, figuras, tabelas, gráficos, entre outras formas de representação, se fazem necessárias para demonstrar de forma mais dinâmica, interativa e clara determinados dados e informações.

    A inserção de tais itens auxiliam o posterior leitor do seu trabalho de conclusão de curso, a compreender melhor as informações apresentadas no texto, bem como auxiliam na análise dos dados apresentados de forma mais completa e ampla.

    10 dicas para não errar na hora de usar imagens e figuras no seu TCC

    1. Relevância: Escolha imagens e figuras que sejam relevantes para o conteúdo do seu trabalho e que contribuam para a compreensão dos seus argumentos.
    2. Qualidade: Utilize imagens e figuras de alta qualidade, com boa resolução e clareza. Evite imagens borradas, distorcidas ou de baixa resolução.
    3. Legibilidade: Garanta que as informações nas imagens e figuras sejam legíveis. Utilize fontes adequadas e tamanho de texto suficientemente grande para facilitar a leitura.
    4. Fonte e créditos: Sempre forneça a fonte das imagens e figuras utilizadas, incluindo a referência completa e a permissão, se necessário. Isso evita problemas de plágio e respeita os direitos autorais.
    5. Tamanho e posicionamento: Ajuste o tamanho e o posicionamento das imagens e figuras para que sejam visualmente agradáveis e não atrapalhem a leitura do texto principal.
    6. Legendas explicativas: Inclua legendas claras e concisas para cada imagem ou figura, descrevendo seu conteúdo e explicando sua relevância para o texto.
    7. Numeração e referência: Numere as imagens e figuras de acordo com a ordem em que são mencionadas no texto. Faça referência a elas no texto e explique seu conteúdo e importância.
    8. Consistência estilística: Mantenha um estilo consistente em relação ao tamanho, fonte e formatação das legendas e numeração das imagens e figuras ao longo do seu TCC.
    9. Gráficos e tabelas: Ao utilizar gráficos e tabelas, certifique-se de que estejam bem organizados e apresentem dados de forma clara e compreensível. Utilize cores de forma apropriada e evite informações excessivas.
    10. Aprovação prévia: Se você utilizar imagens ou figuras de terceiros que não sejam de domínio público, solicite permissão prévia e documente essa aprovação para evitar problemas legais.
  • Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Delimitação do Tema: veja como delimitar o tema no seu TCC

    Um bom tema pode atrair mais leitores para o seu projeto acadêmico, você sabia?

    Você sente dificuldades em expressar suas ideias e quando consegue se sente incapaz de conferir um tema? Está preocupado em escrever um TCC, mas não sabe por onde começar? Quer entender como delimitar o tema? Acredite que você não é o único que se sente assim.

    A criação de conteúdo já se tornou um grande desafio nesse momento online em que vivemos. Parece que tudo que pensamos já existe ou não está da forma correta.  Mas não se preocupe, veja aqui as melhores dicas para que você consiga delimitar um tema para seu conteúdo.

    O que é Delimitação de Tema?

    A delimitação de tema é um processo fundamental na elaboração de um trabalho acadêmico, como um TCC. Consiste em estabelecer os limites e a área de abrangência do assunto a ser estudado, com o objetivo de direcionar e focar a pesquisa de forma mais precisa.

    A delimitação define o escopo do trabalho, determinando o que será incluído e o que será excluído da análise. Isso permite ao pesquisador evitar generalizações e aprofundar-se em aspectos específicos do tema, tornando a pesquisa mais objetiva e viável.

    A delimitação de tema também ajuda a evitar que o trabalho se torne muito amplo ou superficial, garantindo que o pesquisador possa explorar detalhadamente a questão em estudo e contribuir de forma mais significativa para o conhecimento científico da área.

    Escolha um assunto que você tenha mais afinidade

    Primeiramente, é imprescindível para que sua pesquisa tenha sucesso a escolha de um assunto que você já conheça e goste. Pois durante a execução grande parte do seu tempo será dedicado a estudos sobre esse tema.

    Na hora de delimitar o tema lembre-se que ele será seu melhor amigo por um longo tempo e que sua carreira estará sendo enriquecida graças a esse período.

    Entenda o conceito de delimitação do tema no seu TCC

    Para você conseguir delimitar um tema é primeiramente necessário colocar limites ao que será abordado em seu trabalho para que assim o tema siga esse acompanhamento.

    Escolher o assunto, como será abordado em que período aquele estudo está relacionado são questões que são levadas em conta na hora de delimitar o seu tema.

    organograma delimitação do tema

    Estabelecendo critérios para a delimitação do tema

    Temporal

    Um critério importante a ser considerado é o temporal, ou seja, o período em que está situado o objeto do seu estudo. Você poderá se situar no presente ou no passado dependendo de sua pesquisa.

    Tomaremos por exemplo a saúde da mulher. Você poderá coletar dados de prontuários de mulheres que fizeram seus exames preventivos num período de cinco ou dez anos atrás. Ou fazer uma coleta de dados atuais. A escolha dependerá do objetivo de seu trabalho.

    Espacial

    Outro critério importante é o critério espacial (GIL, 2004, p. 162), limitar a sua pesquisa a um local onde o seu objeto de estudo está inserido é necessário assim para você delimitar o seu tema de maneira mais fácil.

    Tomaremos o exemplo anterior, após escolher o período de sua pesquisa você poderá limitar a uma região, cidade ou estado em que irá avaliar os prontuários de exames preventivos das mulheres daquele espaço geográfico.

    Com isso você poderá delimitar seu tema em poucos minutos pois terá um parâmetro de referência bastante específico. Se seu projeto é um TCC relacionado é sobre a hipótese de aumento de algumas doenças que afetam a saúde do sistema reprodutor feminino você com certeza irá delimitar o tema do TCC rapidamente.


    Caso não saiba elaborar uma hipótese, esse conteúdo poderá ajuda-lo: https://projetoacademico.com.br/hipotese-tcc/.


    Tenha uma bibliografia de qualidade no seu projeto acadêmico

    Você pode estar ainda se perguntando: Como escolher um tema fácil para o meu TCC? A facilidade de escolha acontece também, baseado na sua bibliografia de referência.

    Há muitas linhas de pesquisas que descendem de outras. Nunca cometa plágio, pois é crime! Mas busque pesquisas que já tiveram alguns resultados e use-as como base para escolher seu tema de TCC.

    Procure algo relevante

    Quando estudamos algo que realmente gostamos, nossa mente tem a tendência de ir mais além e querer ultrapassar o limite inovador.

    Claro que inovar é algo positivo, mas é sempre importante pesquisar temas sobre algo relevante sobre a linha de estudos que você se interesse, ou que seja relevante para a sua área de atuação profissional.

    Se você deseja realizar uma pesquisa sobre a saúde dos idosos, por exemplo, pode pesquisar referências de temas que abordem o Alzheimer, tumores recorrentes em idosos, porcentagens de idosos internados em uma região, etc. A partir desses estudos criar um tema para sua pesquisa será muito mais fácil.

    Veja alguns exemplos práticos de delimitação de tema

    “A influência da tecnologia na aprendizagem de matemática entre estudantes do ensino fundamental”: Neste caso, o tema foi delimitado para focar especificamente na influência da tecnologia (por exemplo, uso de aplicativos, jogos digitais) na aprendizagem de matemática, limitando-se aos estudantes do ensino fundamental.

    “Impacto das mídias sociais no comportamento de compra dos consumidores jovens”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar o impacto das mídias sociais (como Facebook, Instagram) especificamente no comportamento de compra dos consumidores jovens, concentrando-se em um grupo demográfico específico.

    “Análise das políticas públicas de combate à desigualdade de gênero no mercado de trabalho no Brasil”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para analisar as políticas públicas voltadas para a redução da desigualdade de gênero no mercado de trabalho, com foco exclusivo no contexto brasileiro.

    “A eficácia da terapia cognitivo-comportamental no tratamento da ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada”: Aqui, o tema foi delimitado para investigar especificamente a eficácia da terapia cognitivo-comportamental como abordagem de tratamento para a ansiedade em adolescentes com transtorno de ansiedade generalizada.

    “Avaliação da viabilidade econômica da produção de energia solar em pequenas propriedades rurais na região X”: Neste caso, o tema foi delimitado para avaliar a viabilidade econômica da produção de energia solar especificamente em pequenas propriedades rurais, concentrando-se em uma região geográfica específica (Região X).

    “Análise da relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente em empresas do setor hoteleiro”: Aqui, o tema foi delimitado para analisar a relação entre práticas de sustentabilidade e a satisfação do cliente, mas com foco exclusivo em empresas do setor hoteleiro.

    “O impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral”: Neste exemplo, o tema foi delimitado para investigar especificamente o impacto da terapia ocupacional no desenvolvimento motor de crianças com paralisia cerebral, concentrando-se em um aspecto específico da terapia.

    “A percepção dos pacientes sobre a qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública”: Aqui, o tema foi delimitado para explorar a percepção dos pacientes especificamente em relação à qualidade do atendimento em uma clínica odontológica pública, focando nas opiniões e experiências dos pacientes.

    “O papel da inteligência artificial na automação de processos industriais na indústria automotiva”: Neste caso, o tema foi delimitado para examinar o papel específico da inteligência artificial na automação de processos industriais, mas limitado ao setor da indústria automotiva.

    Para finalizar: veja 10 dicas para fazer a delimitação do tema no seu TCC

    1. Escolha um tema de interesse: Opte por um tema que desperte sua curiosidade e interesse pessoal, pois você passará um tempo significativo pesquisando e escrevendo sobre ele.
    2. Faça uma revisão bibliográfica inicial: Pesquise sobre o assunto escolhido para compreender seu contexto, a existência de estudos prévios e identificar lacunas ou questões em aberto.
    3. Seja específico: Evite temas muito amplos e genéricos. Procure delimitar seu tema para torná-lo mais claro e focado, facilitando a abordagem e a pesquisa.
    4. Defina os objetivos do estudo: Estabeleça claramente o que você pretende alcançar com o seu trabalho. Isso ajudará a delimitar o escopo do seu TCC.
    5. Considere a viabilidade: Avalie a disponibilidade de recursos, tempo e acesso às fontes de informação necessárias para o desenvolvimento do seu tema.
    6. Converse com seu orientador: Busque a orientação do seu professor orientador. Ele poderá fornecer insights valiosos e ajudar a refinar seu tema.
    7. Considere a relevância e atualidade: Escolha um tema que seja relevante e atual dentro da sua área de estudo, garantindo que ele contribua para o conhecimento científico existente.
    8. Estabeleça uma pergunta de pesquisa: Formule uma pergunta clara e objetiva que guiará sua investigação e análise.
    9. Limite o escopo geograficamente: Caso seu tema permita, limite a abordagem geográfica para um local específico, facilitando o enfoque e análise dos resultados.
    10. Reflita sobre sua futura carreira: Considere como o tema escolhido pode contribuir para sua formação acadêmica e profissional, levando em conta seus interesses e objetivos futuros.
  • Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Como Citar a Constituição Federal no TCC? Dicas e normas ABNT

    Para os estudantes que desenvolvem trabalhos acadêmicos na área jurídica ou precisam fazer a citação de uma referência legislativa, por diversas vezes isso é uma tarefa um tanto confusa, devido a variedade de áreas de atuação do Direito. Porém, fazer uma citação de uma legislação não é algo difícil se você souber como fazer isso. Em vista disso, vamos falar mais como citar leis com foco em citação da Constituição Federal. Veja como citar uma Lei no seu trabalho

    Neste post, vamos falar mais sobre o corpo do texto de uma monografia com a citação de lei, como citar uma lei federal, estadual e municipal, além de deixar bem claro como citar a Constituição Federal de 1988 em seu TCC. Veja tudo isso a seguir! Citação Direta de Site: veja como fazer, normas ABNT e exemplos

    capa da constituição federal

    O que é a Constituição Federal?

    A Constituição Federal são todas as leis em conjunto que regem o bom funcionamento deste país. São leis fundamentais para a sociedade em que vivemos, considerado o conjunto de leis máximas para todos os cidadão brasileiros, garantido todos os direitos e deveres da população brasileira. A Constituição Federal foi promulgada oficialmente em 5 de outubro de 1988, e continua sendo nos dias de hoje na atual Assembleia Constituinte.

    Sabendo que a Constituição é um conjunto de leis, o estudante que pretende citar um ponto da Constituição Federal em seu trabalho de TCC deve prezar pelas regras de citação de fontes com suas devidas referências. Essas regras são estabelecidas por normas como a ABNT (Associação Nacional de Normas Técnicas), Vancouver e APA. Mas não se preocupe que nos próximos tópicos vamos mostrar como citar qualquer ponto da Constituição Federal em seu TCC. Mas antes é importante entender como as leis de um modo geral são citadas em trabalhos acadêmicos.

    Veja como citar a constituição no seu TCC

    Quando estamos trabalhando o corpo do texto em um Trabalho de Conclusão de Curso, qualquer tipo de lei pode ser citada de forma direta ou indireta. Assim que for feita a citação da lei, você deverá abrir um parênteses com o nome do autor da lei e o ano de criação. Onde se utiliza normalmente o sobrenome do autor em uma citação utiliza-se jurisdição neste tipo de caso. Ou seja, como estamos falando de lei federal, então utiliza-se (Brasil). Como citar Artigo de Lei no corpo do texto: normas ABNT e sugestões

    Vídeo de: Metodologia Descomplicada

    Exemplo de citação da constituição federal em um trabalho de TCC

    Veja um exemplo de citação indireta da Constituição Federal no corpo do texto do seu TCC: A prática de alguns crimes pode levar a punição de perda do pátrio poder, segundo o Art. 1° da Lei nº 13.715, de 24 de setembro de 2018 (Brasil, 2018).

    Como vocês podem ver, não existe nada de muito especial na hora de citar uma lei federal no seu trabalho de TCC. O importante é conhecer as normas de formatação cobradas pela sua instituição de ensino e seguir essas regras a risca. Neste post falamos que existem três tipos de normas técnicas, porém, vamos nos aprofundar somente na ABNT para mostrarmos mais sobre como citar a Constituição Federal e todo os outros tipos de leis em seu trabalho de TCC.

    citar constituição federal no tcc

    Referenciando a Constituição Federal no trabalho

    Todas as leis e quaisquer outros instrumentos jurídicos devem ser citados em um trabalho acadêmico dentro de normas técnicas. Com base na ABNT, todas as leis e instrumentos jurídicos ficam atrelados a NBR 6063:2002, que deixa bem claro no tópico 7.9, como devem ser feitas as referências bibliográficas de leis em um artigo, dissertação, monografia, tese, entre outros trabalhos acadêmicos. Isso tudo também vale para a citação de jurisprudência e doutrina, que são decisões judiciais e interpretação dos textos legais existentes, respectivamente.

    Além de tudo que está presente na NBR 6063 para a citação de lei em um trabalho acadêmico, é necessário incluir um endereço eletrônico com data e origem de acesso caso a informação sobre a lei seja citada direta ou indiretamente de uma página na internet. Uma importantíssima dica é que o aluno estude bastante o conjunto de regras da NBR 6063 em sua totalidade. É preciso estar ciente do que é cobrado como regra de formatação em um trabalho de TCC em detalhes nesta NBR.

    Como citar a Constituição Federal de acordo com a ABNT?

    De acordo como o conjunto de regras ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos, citar a Constituição Federal e emendas constitucionais, além dos textos legais infraconstitucionais, que são nada mais nada menos que lei complementar, decreto, lei ordinária, medida provisória, dentre outros, é preciso utilizar uma formatação específica.

    As regras de formatação também se estendem para as normativas, resoluções, portarias, instrução normativa, ordem de serviço, comunicado, decisão administrativa, circular, dentre outros.

    Elementos fundamentais para referência da Constituição Federal

    • Jurisdição (cabeçalho com a indicação da entidade, caso o aluno esteja se referindo a uma norma);
    • Título;
    • Data;
    • Numeração;
    • Dados da Publicação.

    Quando estamos falando da Constituição Federal e de muitas de suas emendas em um trabalho de TCC, deve-se obrigatoriamente acrescentar a palavra Constituição com o ano de promulgação entre parênteses, e logo após deve se indicar a jurisdição e o título. Bom, não se preocupe se você não entendeu, vamos dar um exemplo fictício e bem específico de como você deve fazer com a Constituição verdadeira. Devemos antes deixar claro que a base deste exemplo é real, porém, escrito de forma a ficar um exemplo fictício:

    Exemplos de Citação da Constituição Federal

    Averiguado os direitos de todos os cidadão, a lei deixa claro que: “A sociedade baiana é uma sociedade cultural com uma longa história junto a toda comunidade afro-brasileira, sendo a prática do racismo crime inafiançável sujeito a reclusão, de acordo com a Constituição Federal” (Bahia, 1989).

    1. Citação direta curta: Segundo a Constituição Federal, “todos são iguais perante a lei” (BRASIL, 1988, art. 5º).
    2. Citação direta longa: Conforme estabelecido no artigo 37 da Constituição Federal, “a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes do Estado obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência” (BRASIL, 1988).
    3. Citação indireta: A Constituição Federal de 1988 estabelece os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros, garantindo a igualdade perante a lei e a inviolabilidade dos direitos à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (BRASIL, 1988).
    4. Citação de mais de uma obra: Segundo a Constituição Federal (BRASIL, 1988) e o Código Civil (BRASIL, 2002), a liberdade de expressão é um direito fundamental, resguardado pela legislação brasileira.
    5. Citação de artigo específico: De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal (BRASIL, 1988), todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida.

    Exemplos de Referência da Constituição Federal

    BAHIA, Constituição (1989), Capítulo XXI  – DO AFRO-BRASILEIRO, Art. 286. Disponível em: http://www.lei.com.br/legis_CONSTITUIÇÃO_DO_ESTADO_DA_BAHIA.org. Acesso em 2 de jul. 2019.

    1. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 20 de maio de 2018.
    2. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2022.
    3. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 5 de junho de 2019.
    4. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 2 de julho de 2019.
    5. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. 200 p. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 18 de agosto de 2019.

    Como vocês podem observar no exemplo de citação e referência da Constituição Federal em trabalhos acadêmicos, não é difícil executar essa tarefa em seu trabalho. Não hesite em pesquisar mais sobre o assunto e como já dissemos, estude bem a NBR 6063 e todos os detalhes que apontam como citar e referenciar leis em um trabalho acadêmico.

  • Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    Resumo no TCC: veja como fazer, as regras da ABNT e exemplos

    O resumo é um dos itens obrigatórios da monografia, sem o qual ela não pode ser considerada completa e, portanto, é um dos requisitos para a aprovação do trabalho de conclusão de curso.

    No entanto, muitos estudantes da graduação e formandos têm dúvidas sobre o que é o resumo do TCC e chegam a essa etapa de sua formação sem saber o necessário para conseguir fazê-lo.

    Informações e dicas sobre como fazer um resumo de TCC de maneira fácil podem ajudar esses alunos e contribuir para aliviar um pouco da pressão e da tensão que cercam o trabalho de conclusão de curso.

    Se você está passando por essa etapa de sua formação e está precisando desse tipo de conhecimento, leia o artigo até o final.

    Dica rápida: o seu Resumo deve conter:

    • Partes da Introdução
    • Partes da Metodologia
    • Partes dos Resultados
    • Partes da Discussão
    • Partes da Conclusão

    O que é o resumo de TCC?

    O resumo é um dos primeiros elementos textuais do TCC e a introdução do trabalho para quem o lerá. Isso, por si só, já faz dele uma parte importante da monografia — e mostra a importância de saber como fazer o resumo do TCC.

    O resumo deve ser uma síntese de tudo que será abordado no trabalho, uma “apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho”  como definem as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    Isso quer dizer que ele deve ser completo, mas não se estender demais: de 150 a 500 palavras é o recomendado. Uma quantidade ideal seria entre 250 e 300 palavras. Para alguns, esta também deve ser a quantidade máxima de palavras do resumo. Abstract TCC: veja como fazer, o que é e nossas dicas e sugestões

    Para aqueles que têm dúvidas sobre como fazer o resumo do TCC, ele pode conter apenas uma introdução ao tema do trabalho, a hipótese defendida, explicar brevemente a metodologia utilizada, os resultados e as contribuições. Na maioria dos casos, isso é suficiente.

    O resumo deve incluir parte da introdução e das considerações finais, mas não deve copiar exatamente o texto de nenhuma delas. Também não deve conter referências bibliográficas.

    Da introdução, devem constar os objetivos, a justificativa e metodologia e as considerações finais, os resultados obtidos na pesquisa. Por isso, recomenda-se que ele seja uma das últimas coisas a serem feitas.

    O resumo também deve contar, logo abaixo do texto corrido, as palavras-chave que definem o trabalho. O recomendado é utilizar de três a cinco termos.

    exemplo de um resumo de TCC

    Como fazer o resumo do TCC de maneira mais fácil?

    Existem algumas dicas que o estudante pode utilizar para elaborar o resumo do TCC de maneira mais fácil e certa. Porém, antes, é importante (além de ajudar muito) saber o que dizem os itens da NBR 6028, que tratam-se das normas ABNT para o resumo de TCC.

    Como tal, elas definem o que é o resumo de TCC e suas regras gerais e de apresentação:

    • O resumo deve ressaltar o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do documento. A ordem e a extensão destes itens dependem do tipo de resumo (informativo ou indicativo) e do tratamento que cada item recebe no documento original.
    • Ele deve ser precedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento.
    • Também deve ser composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas e não de enumeração de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único.
      • A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação, etc).
      • Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
      • As palavras-chave devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da expressão Palavras-chave: separadas entre si por ponto e finalizadas também por pontos.
      • Devem-se evitar: a) símbolos e contrações que não sejam de uso corrente; b) fórmulas, equações, diagramas, etc; que não sejam absolutamente necessários; quando seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que aparecerem”.
    exemplo de resumo tcc
    exemplo de resumo de tcc
    resumo de TCC modelo pronto

    Para definir o que incluir e entender como fazer um resumo de TCC de maneira fácil, um método recomendado por especialistas é o estudante se fazer quatro perguntas:

    1. O quê?

    Primeiro é necessário explicar o título da monografia, a ideia do trabalho de forma mais simples e direta;

    2. Por quê?

    Dizer o motivo de ele ter sido escolhido;

    3. Como o TCC foi elaborado?

    Explicar o tipo de pesquisa, quais técnicas foram utilizadas e como se chegou à bibliografia que dá fundamentação teórica ao trabalho. Explicar a metodologia;

    4. Qual a conclusão?

    Constatar o que foi analisado e desenvolvido durante o texto principal do trabalho.

    Outra dica muito útil para quem está em dúvida sobre como fazer e o que colocar no resumo do TCC é consultar exemplos de trabalhos aprovados. Há muitos na internet, fáceis de encontrar com uma busca no Google acadêmico. Ou, se preferir, você pode consultar o acervo de TCC’s na biblioteca de sua faculdade.

    Importante: não se esqueça das normas ABNT para o resumo de TCC.

    *Vídeo do professor: Evandro Queiroz | Pesquisa sem Mistério

    Onde colocar o resumo

    Agora que já sabe o que deve constar e como fazê-lo, você pode estar se perguntando “onde colocar o resumo do TCC?”

    Como falado, o resumo é um dos primeiros elementos do trabalho. Ele faz parte dos elementos pré-textuais — que antecedem introdução, desenvolvimento e conclusão, os elementos textuais —, vindo depois de capa, folha de rosto, dedicatória, agradecimentos e epígrafe e antes do sumário.

    Como alguns desses elementos são opcionais, o resumo acaba sendo a introdução ao trabalho e o primeiro contato mais aprofundado com o conteúdo de que ele trata.

    Por conta disso é importante ter bastante cuidado ao fazer seu resumo. Afinal, ele será a primeira impressão causada pelo seu trabalho e por onde outras pessoas interessadas descobrirão se vale a pena, para elas, lê-lo ou não.

    Você já sabia o que é o resumo do TCC? E como fazê-lo? Se este artigo foi útil de alguma forma para o seu trabalho, compartilhe com colegas e amigos que também estão precisando dessas informações.

    Se você tem outras dúvidas quanto ao TCC como, por exemplo, usar sites como referência ou fazer citação de citação (APUD) no seu TCC, visite os outros conteúdos do Projeto Acadêmico ou deixe sua pergunta nos comentários abaixo.

  • Temas sobre Educação Infantil para TCC: lista atualizada

    Temas sobre Educação Infantil para TCC: lista atualizada

    Sabemos que o período de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) costuma ser uma fase um tanto quanto conturbada e muito difícil para a maioria dos estudantes. Infelizmente, a pressão e a cobrança neste momento costumam aumentar e, consequentemente, produzir o trabalho final se torna cada vez mais complicado. 

    Entretanto, estamos aqui hoje para desmistificar tudo o que você aprendeu até agora. Não, elaborar o seu TCC não precisa ser um martírio. Este processo não precisa ser doloroso, tampouco desesperador. Este é o momento de demonstrar domínio acerca dos conceitos que foram absorvidos e estudados ao longo da sua pesquisa e da sua graduação. 

    Pensando nisso, trouxemos hoje 10 ideias de temas para TCC sobre educação infantil que podem dar um norte para você que ainda não conseguiu escolher. E aí, se interessou? Então não perca tempo! Venha conosco e confira agora mesmo. Dicas e Temas para TCC sobre Educação Inclusiva

    A literatura como ferramenta de desenvolvimento cognitivo para crianças em fase de transição para o ensino fundamental

    A literatura infantil é uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento cognitivo de crianças em fase de transição para o ensino fundamental. O processo de alfabetização, diferente do que muito se diz, inicia ainda na educação infantil.

    Por meio das histórias, as crianças são expostas a uma variedade de ideias, personagens e situações que as ajudam a desenvolver habilidades importantes, como as habilidades cognitivas, a compreensão da linguagem, a capacidade de pensar criticamente e a empatia. Temas para TCC Pedagogia

    1. A importância da literatura infantil na construção de valores e desenvolvimento cognitivo.
    2. A influência da leitura na formação de identidade e no desenvolvimento emocional de crianças em idade escolar.
    3. A leitura compartilhada como prática para a promoção da interação social e da aprendizagem na educação infantil.
    4. A utilização de histórias infantis como recurso para a aprendizagem de habilidades socioemocionais em crianças em fase de transição para o ensino fundamental.
    5. As possibilidades da literatura infantil na formação de leitores críticos e reflexivos.
    6. O papel da escola na promoção da leitura e no desenvolvimento cognitivo de crianças em fase de transição para o ensino fundamental.
    7. O uso de recursos visuais e sonoros na leitura compartilhada como ferramenta de desenvolvimento cognitivo em crianças.
    8. A importância da escolha de livros adequados para a faixa etária das crianças no desenvolvimento cognitivo.
    9. A literatura infantil como meio para a promoção da diversidade cultural e da inclusão social em crianças.
    10. A influência da leitura de contos de fadas no desenvolvimento cognitivo e na formação de valores em crianças em idade escolar.
    11. Sugestões de Temas para TCC sobre Ludopedagogia

    Musicalidade na educação infantil: benefícios e métodos de aplicação

    A musicalidade é uma ferramenta pedagógica valiosa, capaz de desenvolver habilidades cognitivas, emocionais, motoras e sociais nas crianças. Através da música, as crianças podem aprender a ouvir, cantar, dançar e tocar instrumentos musicais, além de desenvolver a percepção musical e o senso rítmico. Sendo assim, por que não inovar no seu trabalho de conclusão e falar um pouco sobre este mecanismo tão valioso?

    1. A importância da música na formação cognitiva de crianças na educação infantil.
    2. O impacto da musicalidade no desenvolvimento socioemocional de crianças em fase escolar.
    3. Análise da eficácia de diferentes metodologias de musicalização na educação infantil.
    4. O papel da música como ferramenta para o desenvolvimento da criatividade em crianças na educação infantil.
    5. A influência da musicalidade no processo de aprendizagem e memorização de conteúdos escolares.
    6. O uso da música como instrumento de inclusão e promoção da diversidade cultural na educação infantil.
    7. Análise da percepção de pais e educadores sobre a importância da musicalidade na educação infantil.
    8. A contribuição da música para o desenvolvimento da coordenação motora fina em crianças na educação infantil.
    9. A música como meio de comunicação e expressão para crianças em fase escolar.
    10. A formação de professores de educação infantil em relação à musicalidade: desafios e perspectivas.
    11. Temas para TCC sobre Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil

    As falhas na aplicação prática da Base Nacional Comum Curricular nas escolas públicas e privadas da zona rural 

    E se você busca um tema com viés social, este pode ser o seu guia! Infelizmente a implementação da BNCC nas escolas rurais enfrenta diversas dificuldades, como a falta de recursos financeiros, a carência de formação continuada para os professores, a falta de infraestrutura adequada e a distância geográfica entre as escolas.

    Além disso, muitos pesquisadores da área afirmam que  a BNCC foi criada para atender às necessidades das escolas urbanas, sem considerar as especificidades das escolas rurais, o que dificulta sua aplicação prática nessas instituições.

    1. Análise das dificuldades na implementação da BNCC em escolas rurais
    2. A formação docente para a aplicação da BNCC em escolas rurais
    3. Desafios da aplicação da BNCC no ensino fundamental I em escolas rurais
    4. A relação entre a BNCC e a educação do campo: um estudo de caso
    5. A adaptação da BNCC para a realidade das escolas rurais
    6. A relação entre a BNCC e o contexto sociocultural das escolas rurais
    7. As barreiras para a aplicação da BNCC na educação infantil em escolas rurais
    8. O papel da gestão escolar na implementação da BNCC em escolas rurais
    9. As potencialidades e limitações da BNCC na educação do campo
    10. A BNCC e a valorização da cultura local nas escolas rurais.

    Os efeitos da falta de participação familiar no processo de aprendizagem durante a educação infantil

    O déficit da presença familiar durante a educação infantil, infelizmente, é uma realidade no Brasil. Contudo, não é preciso pensar muito para chegar à conclusão de que a família é essencial para o sucesso da aprendizagem das crianças, principalmente durante a fase inicial da educação. 

    A falta de envolvimento dos pais pode resultar em dificuldades de aprendizagem, desmotivação e até mesmo problemas de comportamento e são justamente estes efeitos que podem (e devem) ser estudados a fundo por pesquisadores e profissionais da área.

    1. A importância do envolvimento familiar no processo educacional infantil.
    2. A relação entre a participação da família e o desempenho acadêmico das crianças.
    3. A influência da ausência da figura paterna no desenvolvimento cognitivo da criança na educação infantil.
    4. A falta de participação familiar no desenvolvimento socioemocional da criança na educação infantil.
    5. A atuação da escola em relação à falta de participação familiar na educação infantil.
    6. A relação entre o ambiente familiar e o desenvolvimento da linguagem oral na educação infantil.
    7. A importância da parceria entre escola e família na educação infantil.
    8. A influência da família no processo de formação da identidade da criança na educação infantil.
    9. As dificuldades enfrentadas pelas famílias de baixa renda para participar da educação infantil dos filhos.
    10. O papel do educador na promoção da participação familiar na educação infantil.

    Aprendizagem e construção de relações interpessoais: a importância da creche no desenvolvimento infantil

    Apesar de muito se debater sobre a importância e a real função social e pedagógica da creche, muitos educadores e pesquisadores acreditam que as crianças têm a oportunidade de interagir com outras crianças e adultos, desenvolvendo habilidades sociais como a empatia, a comunicação, a cooperação e a resolução de conflitos neste ambiente. Além disso, a creche oferece atividades pedagógicas que contribuem para o desenvolvimento cognitivo, motor e emocional das crianças.

    1. A importância do desenvolvimento socioemocional na educação infantil para a construção de relações interpessoais saudáveis.
    2. A relação entre brincadeiras cooperativas e o desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche.
    3. A influência do relacionamento professor-aluno na construção de relações interpessoais na educação infantil.
    4. O papel das atividades em grupo no desenvolvimento de habilidades sociais em crianças de creche.
    5. A relação entre a falta de socialização na creche e problemas de relacionamento interpessoal na vida adulta.
    6. As diferenças no desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche que convivem em diferentes contextos familiares.
    7. A importância do diálogo e da comunicação na construção de relações interpessoais positivas na educação infantil.
    8. A influência da diversidade cultural na construção de relações interpessoais em crianças de creche.
    9. O impacto da violência doméstica no desenvolvimento das habilidades sociais em crianças de creche.
    10. A relação entre a participação dos pais na educação infantil e o desenvolvimento de habilidades sociais em crianças.
  • Temas para TCC sobre Diabetes Gestacional

    Temas para TCC sobre Diabetes Gestacional

    A diabetes gestacional é uma condição caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue durante a gravidez. Ela pode trazer diversos riscos tanto para a mãe quanto para o bebê, por isso é importante estudar e compreender melhor essa doença.

    O TCC é uma excelente oportunidade para explorar temas atuais e relevantes na área de diabetes gestacional, além de apresentar soluções e alternativas para prevenção e tratamento. Nesta lista de temas, foram selecionadas opções que podem surpreender a banca examinadora e que trazem uma abordagem interdisciplinar, englobando desde a nutrição e o exercício físico até o uso de novas tecnologias.

    Com este trabalho, os estudantes podem contribuir para o avanço do conhecimento sobre a diabetes gestacional e, assim, ajudar a melhorar a saúde das mulheres e dos bebês.

    Veja nossas ideias de temas sobre diabetes gestacional

    1. Efeitos do uso de metformina na prevenção de diabetes gestacional em mulheres com pré-diabetes.
    2. Estudo de caso sobre o controle da diabetes gestacional por meio de mudanças no estilo de vida.
    3. Fatores de risco para diabetes gestacional: revisão sistemática da literatura.
    4. Diabetes gestacional e saúde fetal: revisão da literatura.
    5. Avaliação da eficácia de diferentes protocolos de tratamento de diabetes gestacional.
    6. Análise dos níveis de glicose em mulheres com diabetes gestacional e a ocorrência de hipertensão arterial na gestação.
    7. Prevalência e fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes gestacional em mulheres obesas.
    8. Diabetes gestacional e a incidência de parto prematuro.
    9. Estudo sobre o impacto da educação em saúde na prevenção de diabetes gestacional.
    10. Análise das estratégias de prevenção de diabetes gestacional em mulheres com histórico de diabetes tipo 1.
    11. A importância da monitorização contínua de glicose no tratamento de diabetes gestacional.
    12. Avaliação do impacto da atividade física na prevenção de diabetes gestacional.
    13. Diabetes gestacional e complicações neonatais: uma revisão da literatura.
    14. Uso de insulina na gestação de mulheres com diabetes gestacional: revisão sistemática.
    15. Análise dos desafios na gestão de diabetes gestacional em mulheres com histórico de pré-eclâmpsia.
    16. Estudo de caso sobre a gestão de diabetes gestacional em mulheres com síndrome dos ovários policísticos.
    17. A relação entre o diabetes gestacional e o desenvolvimento de diabetes tipo 2 pós-parto.
    18. Análise do papel da dieta na prevenção e tratamento de diabetes gestacional.
    19. O uso de inibidores da dipeptidil peptidase-4 no tratamento de diabetes gestacional: uma revisão sistemática.
    20. Avaliação do impacto da terapia nutricional na redução da necessidade de insulina em mulheres com diabetes gestacional.
    21. Diabetes gestacional e o risco de depressão pós-parto: uma revisão da literatura.
    22. Análise do impacto da suplementação de vitamina D na prevenção de diabetes gestacional.
    23. A relação entre o diabetes gestacional e o risco de pré-eclâmpsia.
    24. Estudo sobre o uso de hipoglicemiantes orais no tratamento de diabetes gestacional.
    25. Análise da associação entre o ganho de peso materno e o desenvolvimento de diabetes gestacional.
    26. A influência do diabetes gestacional na saúde bucal materna e fetal.
    27. Estudo de caso sobre a gestão de diabetes gestacional em gestações gemelares.
    28. Diabetes gestacional e a influência na saúde do sistema cardiovascular materno.
    29. Análise do uso de probióticos na prevenção de diabetes gestacional.
    30. Diabetes gestacional e a ocorrência de distúrbios do sono na gestação.
    31. Avaliação do impacto da terapia com estatinas na prevenção de diabetes gestacional em mulheres com pré-eclâmpsia.
    32. Análise do papel da terapia de reposição hormonal.
    33. Uso de metformina no tratamento de diabetes gestacional;
    34. Efeitos da dieta mediterrânea no controle da glicemia em gestantes com diabetes gestacional;
    35. Importância da monitorização contínua da glicose na gravidez;
    36. Prevalência de diabetes gestacional em diferentes regiões do Brasil;
    37. Tratamento com insulina em diabetes gestacional: quando indicar e como administrar;
    38. Efeitos do diabetes gestacional no desenvolvimento fetal;
    39. Avaliação da influência do índice de massa corporal materno no desenvolvimento do diabetes gestacional;
    40. Papel da equipe multidisciplinar no tratamento do diabetes gestacional;
    41. Complicações obstétricas associadas ao diabetes gestacional;
    42. Diagnóstico e tratamento do diabetes gestacional em gestações múltiplas;
    43. Aconselhamento nutricional no diabetes gestacional: quais alimentos devem ser evitados?;
    44. Associação entre diabetes gestacional e depressão pós-parto;
    45. Efeitos do diabetes gestacional na lactação;
    46. A influência da atividade física no controle do diabetes gestacional;
    47. Terapia nutricional no diabetes gestacional: revisão sistemática;
    48. Diagnóstico precoce de diabetes gestacional: qual o momento ideal?;
    49. O uso de tecnologias no tratamento do diabetes gestacional: revisão sistemática;
    50. Papel da família no cuidado com gestantes com diabetes gestacional;
    51. Avaliação da efetividade da telemedicina no controle do diabetes gestacional;
    52. Uso de medicamentos antidiabéticos em gestantes com diabetes gestacional;
    53. Influência do sono na glicemia em gestantes com diabetes gestacional;
    54. Prevenção do diabetes gestacional em mulheres com histórico familiar;
    55. Efeitos da suplementação de vitamina D no controle do diabetes gestacional;
    56. Análise dos critérios diagnósticos do diabetes gestacional;
    57. Complicações neonatais associadas ao diabetes gestacional.
  • Objetivos Específicos TCC: exemplos, verbos e dicas

    Objetivos Específicos TCC: exemplos, verbos e dicas

    Chegou o momento de desenvolver o trabalho de conclusão de curso. Mas qual é a estrutura de um TCC e como ele é produzido?

    A maioria dos universitários espera para saber mais sobre o trabalho de conclusão de curso (TCC) no último momento possível e entram em pânico, sem ter ideia de como reagir ao processo.

    Neste momento, descobrem que, para produzir o TCC é necessário seguir todo um protocolo que exige: introdução, objetivos geral e específico, justificativa, hipótese, metodologia, fundamentação teórica, considerações finais e referências (bibliográficas e outras).

    Além disso, há, também, os elementos de pré-produção do trabalho, que são divididos em: capa, folha de rosto, resumo, lista de imagens e sumário.

    Para desenvolver uma monografia, esse passo a passo, em conjunto com as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é necessário para se concretizar o TCC, além de imprescindível na compreensão geral do tema e dos objetos estudados.

    Em razão disso, o estudante deve pesquisar a fundo como se realiza uma monografia completa, desde as normas ABNT, até todo o passo a passo citado anteriormente, que estruturam o TCC.

    No artigo desenvolvido, explicaremos tudo sobre objetivo específico. Se você está desenvolvendo a sua monografia, já escolheu o seu tema, definiu seu objetivo geral e, agora, está em dúvida sobre como desenvolver o objetivo específico da pesquisa, confira tudo que você necessita saber sobre essa parte do TCC, abaixo:

    O que é e qual a importância do objetivo específico do TCC?

    Se a função do objetivo geral é apresentar a ideia do trabalho de maneira mais generalizada, o objetivo específico deve especificar, como o nome sugere, qual caminho pretende se seguir durante o trabalho a partir do tema e realizar os questionamentos que irão responder as problemáticas.

    Porém, antes de definir o seu objetivo específico, você precisa pensar em qual será a problemática de sua pesquisa e, em seguida, o objetivo geral.

    Os objetivos, tanto geral quanto o específico, devem ser determinados de maneira coerente, pois devem prender a atenção da banca examinadora e do leitor para que se interessem pelo tema da sua pesquisa científica e, por conseguinte, sua monografia seja bem compreendida e avaliada.

    O que é a problemática de pesquisa?

    A problemática de pesquisa é o que auxiliará o pesquisador a definir um objetivo geral e específico dentro do tema proposto.

    A problemática é desenvolvida a partir de um objeto de pesquisa, ou seja, o que o pesquisador deseja analisar dentro do tema estipulado. Essa parte a ser investigada na monografia é chamada de objeto de investigação, o estopim de todo TCC.

    Resumindo, a problemática de pesquisa analisa o objeto de investigação criticamente. A análise deve ser feita de maneira clara por parte do investigador para que o leitor compreenda qual é a “questão x” a ser solucionada dentro da monografia, qual o objetivo é obter a resposta desse questionamento ao fim da pesquisa.

    Como fazer o objetivo específico do TCC?

    Se o tema do TCC for, por exemplo, “Quais as influências do e-commerce no comportamento do consumidor”, a sua problemática a ser investigada seria o e-commerce. Já o seu objetivo geral deveria ser algo como “analisar a influência do e-commerce no comportamento do consumidor” ― lembrando sempre da utilização de verbos no infinitivo com significado abrangente, no início da frase.

    Após definido o tema do TCC, o objeto de investigação e o objetivo geral, podemos, finalmente, definir o objetivo específico da monografia. É uma proposta que será desenvolvida a partir do objetivo geral, de forma mais detalhada, para, no fim, se chegar a “questão x” da pesquisa, por exemplo:

    Objetivo geral

    “Analisar a influência do e-commerce no comportamento do consumidor”.

    Objetivos específicos

    • Identificar quais são as plataformas de e-commerce mais utilizadas;
    • Analisar como as ações digitais influenciam na compra do produto;
    • Verificar como as marcas de referência adaptaram suas estratégias de comunicação;
    • Comparar o comportamento do consumidor antes e depois do e-commerce.

    A estrutura do objetivo específico é similar a do objetivo geral, porém traz uma ideia de reflexão mais detalhada sobre o objeto de investigação. Se o objetivo geral tem a intenção de dar uma ideia mais ampla e abrangente sobre determinado assunto, o objetivo específico deseja chegar à raiz da problemática.

    Ao desenvolvermos o objetivo geral de uma pesquisa fazemos uso de verbos no infinitivo para nos auxiliar, de uma forma mais global, a atingir o problema. No entanto, quando pensamos em objetivo específico, apesar de a estrutura ser similar, os verbos utilizados devem ser mais específicos e direcionados.

    Exemplo de TCC pronto de objetivos específicos:

    exemplo de objetivos específicos
    Exemplo de Objetivos Específicos

    Verbos no infinitivo que podem auxiliar no desenvolvimento do objetivo específico

    Quase que exclusivamente, os verbos no infinitivo, como dito anteriormente, utilizados de uma maneira mais direcionada, iniciam as análises do objetivo específico. Veja nossa lista com verbos para objetivos específicos em: https://projetoacademico.com.br/verbos-para-objetivos-especificos/

    verbos para objetivos específicos

    Em razão disso, é importante que o pesquisador tenha conhecimento de alguns desses verbos para facilitar o início do desenvolvimento do objetivo específico de uma pesquisa de monografia. Alguns exemplos são:

    • Pesquisar;
    • Selecionar;
    • Precisar;
    • Decidir;
    • Estimar;
    • Medir;
    • Validar;
    • Registrar;
    • Definir;
    • Identificar;
    • Nomear;
    • Especificar;
    • Exemplificar;
    • Enumerar;
    • Citar;
    • Analisar;
    • Investigar;
    • Comprovar;
    • Classificar;
    • Comparar;
    • Contrastar;
    • Diferenciar;
    • Distinguir;
    • Avaliar;
    • Averiguar.

    Os verbos no infinitivo, além de auxiliarem o pesquisador no início da descrição do objetivo geral, o auxiliarão no andamento de toda a pesquisa.

    Estudar a utilização dos verbos e seus significados pode ser um diferencial na hora de produzir o TCC, já que serão indispensáveis no desenvolvimento, tanto do objetivo específico como do objetivo geral, e se propõem a direcionar o caminho a ser seguido pelo pesquisador.

    Ao iniciar o desenvolvimento do seu TCC, é necessário ao pesquisador a ciência da imprescindibilidade de se formular claramente a problemática de pesquisa e, por conseguinte, os objetivos gerais e específico, para que, ao final do projeto, a monografia seja coesa.

    Caso contrário, a probabilidade de haver erros estratégicos na construção da dinâmica que levará à resposta da “questão x”, será grande.

    Após este artigo, provavelmente ficou mais claro para você como desenvolver e estruturar o objetivo específico de um TCC, mas, caso você ainda tenha dúvidas sobre a produção do tema abordado ou de uma monografia, como um todo, não deixe de nos mandar suas perguntas nos comentários ou entre em contato conosco.

  • Fundamentação Teórica TCC: exemplos, o que é e como fazer

    Fundamentação Teórica TCC: exemplos, o que é e como fazer

    Veja como elaborar desde uma fundamentação teórica em um pré-projeto até o trabalho de conclusão de curso.

    A fundamentação teórica é uma parte importante de qualquer trabalho monográfico. É por meio da fundamentação que o estudante apresenta quais as teorias e autores escolhidos para a elaboração da atividade. Desta forma, mostra os livros e as abordagens que serão adotados, para que o trabalho apresente os resultados adequados.

    A importância da fundamentação teórica em um TCC

    A produção científica exige uma conexão com a academia. Qualquer monografia precisa ter uma fundamentação teórica repleta de autores e conceitos sólidos. O referencial teórico mostra em quem o aluno se espelha e se baseia para o seu texto.

    Independentemente da metodologia científica, é fundamental caprichar na fundamentação teórica. Por meio dela, a banca examinadora irá compreender melhor seu trabalho. Autores renomados dão credibilidade à produção.

    dicas para fundamentação teórica

    Como pesquisar o referencial teórico?

    Após decidir o tema e a sua metodologia de pesquisa, o referencial teórico surge como prioridade. Procurar autores para qualificar a sua atividade representa uma exigência de qualquer TCC.

    O Projeto Acadêmico oferece três grandes dicas para encontrar um referencial teórico que seja, ao mesmo tempo, inovador e preciso. Vamos a elas:

    • Utilizar o termo “PDF”, somado ao seu tema de trabalho, nos sites de busca;
    • Fazer a busca nos sites de busca pelo tema em outros idiomas;
    • Buscar autores consagrados e suas obras mais recentes.

    O uso do termo “PDF”, somado ao tema do trabalho é uma grande dica. Por meio desse tipo de busca o Google retornará para o aluno uma série de artigos científicos sobre o tema. Exemplo: Ciclo PDCA PDF

    Utilizar outros artigos científicos para o seu referencial teórico é uma grande ideia. É preferível fazer a busca por outros artigos em vez de se limitar a busca por autores consagrados.

    Desta forma, o aluno apresentará pesquisas extremamente atualizadas e com uma linguagem mais moderna. Fazer referências desta forma é um grande passo para trabalhos de maior qualidade e mais contemporâneos.

    Outra dica interessante é a utilização de termos em outros idiomas. O ideal é apoiar-se em uma língua com a qual o aluno tenha intimidade. O espanhol e o inglês são duas das opções mais tradicionais.

    Fazendo essa pesquisa e trazendo citações de textos de outros idiomas, o trabalho se torna muito mais rico e qualificado. Pode-se aproveitar o termo “PDF” para fazer pesquisas em outros idiomas, da mesma forma.

    Utilizar artigos e publicações tem se tornado cada vez mais eficiente, para a produção de uma fundamentação teórica de qualidade. Vale a pena continuar citando autores consagrados, mas apenas para ilustrar qual o norte da pesquisa.

    Ainda sobre autores consagrados, o ideal é fazer com que os escolhidos sejam aqueles com maior afinidade com o tema. Parece uma dica óbvia, mas alguns autores não tão conhecidos podem oferecer um conjunto melhor de conteúdo para aquela temática.

    Exemplo de fundamentação teórica

    exemplo de fundamentação teórica para TCC
    Exemplo 1 de fundamentação teórica de um TCC

    fundamentação teórica de um TCC sobre marketing
    Exemplo 2 de uma fundamentação teórica

    O que devo usar para embasar minha fundamentação teórica?

    A teoria será utilizada para todo trabalho de monografia. Mesmo trabalhos que não exijam um conteúdo teórico tão vasto devem apresentar a fundamentação teórica.  Podem ser objeto de fundamentação teórica os seguintes arquivos:

    É muito importante oferecer esse tipo de suporte para qualquer atividade monográfica. Neste momento é fundamental que o autor demonstre conhecimento a respeito da academia. Os principais autores que serão utilizados nesse tipo de trabalho devem ser devidamente apresentados e justificados.

    O referencial teórico serve para mostrar que o autor não está baseando as suas ideias no nada. Este é o momento para apresentar autores que apresentam pontos de vista afirmativos naquele tema.

    *Vídeo retirado do professor Ivan Guedes

    Valor do referencial teórico em artigos científicos

    O seu trabalho passa a ser valorizado por causa do referencial. O embasamento do seu trabalho será apresentado por um termo que se chama marco teórico. Cronograma TCC: veja como fazer, modelo e exemplos, sugestões e dicas

    Esse marco delimita a abrangência do trabalho de pesquisa. As teorias, os conceitos, métodos e outros temas ficam delimitados, em tempo e áreas de conhecimento.

    Todo tipo de atividade acadêmica exige um referencial teórico bastante sólido e robusto. Fazer fundamentação teórica não é útil apenas para a monografia.

    O referencial também é usado em um trabalho de mestrado ou doutorado. É muito importante que o referencial teórico do seu trabalho monográfico já esteja sendo pensado desde o pré-projeto de pesquisa.

    Esse tipo de planejamento visa facilitar a produção do TCC.

    Importância da elaboração de um roteiro

    A essência da fundamentação teórica é mostrar qual o impacto dos conteúdos apresentados e confrontá-los. Esta é uma boa forma para obter bons resultados.

    O universo acadêmico precisa acrescentar temas, fatos novos. Isso se faz por meio de um trabalho de fundamentação teórica de qualidade, para que não seja um trabalho sem solidez.

    Assim, um roteiro facilita o planejamento e a busca por trabalhos compatíveis. Trazer um histórico de temas, analisar e apresentar resultados é o caminho a ser percorrido.

    Caso você deseje uma boa nota no seu trabalho monográfico, esse, sem dúvida, é um trecho que exige muita atenção. Muito mais do que uma dedicatória, por exemplo.

    Uma boa forma de pesquisar adequadamente o referencial teórico é pela divisão das três tarefas: trazer o histórico, analisar e oferecer os resultados. Cada parte do trabalho exigirá autores específicos, que vão ser apresentados em seu referencial teórico.

    Denominações distintas, mesmo objetivo

    Referencial teórico e fundamentação teórica são sinônimos.  Cada universidade escolhe o termo que prefere. O referencial teórico pode ser chamado também de:

    • Marco teórico;
    • Fundamentação teórica;
    • Embasamento teórico;
    • Revisão bibliográfica;
    • Revisão de literatura;
    • Abordagem teórica.

    Cada capítulo da atividade monográfica deve ter uma revisão de literatura pertinente. É muito importante tentar mesclar referencial teórico e metodologia, com o objetivo de justificar e orientar os métodos e procedimentos de análise de dados.

    Formalismos e como fazer fundamentação teórica em um pré-projeto

    O referencial teórico é uma parte do trabalho que exige linguajar bastante formal e que deve ser respeitado.  É importante evitar termos muito coloquiais.  A seriedade é extremamente importante e deve ser respeitada nesse setor do trabalho.

    Ocasionalmente é possível até apresentar alguns tipos de pensamentos distintos.

    É muito importante que o autor saiba ter esse pensamento crítico para poder fazer a citação de outros autores.

    Os principais livros de metodologia da pesquisa entendem que o referencial teórico é uma parte extremamente importante para o trabalho. Esse pensamento se justifica em função de que os examinadores do seu trabalho procurarão entender o nicho seguido pela sua pesquisa para o artigo científico.

    O Projeto acadêmico oferece um verdadeiro guia para o estudante. Muitas vezes, em universidades, os profissionais não oferecem as informações necessárias para a sua atividade acadêmica.

    Compreendendo essa necessidade o Projeto Acadêmico oferece uma série de artigos e materiais de excelente nível. O objetivo é transmitir, analiticamente, como você deve fazer trabalhos acadêmicos de qualidade.

  • Como fazer Referência Bibliográfica de Site: normas ABNT, TCC e exemplos

    Como fazer Referência Bibliográfica de Site: normas ABNT, TCC e exemplos

    Todo trabalho acadêmico é feito a partir de regras, conceitos e normas que definem como cada parte do trabalho precisa ser feito. Um exemplo de regra deste tipo está relacionado a referência bibliográfica de site, que pode ser um desafio para quem ainda não entende muito de Normas ABNT ou outras normas aplicadas a elaboração do trabalho. Citação Direta de Site: veja como fazer, normas ABNT e exemplos

    Se você não faz ideia de como fazer a referência bibliográfica de site, não se preocupe. Criamos um guia completo com todos os detalhes que você precisa saber para fazer a referência bibliográfica de site, incluindo dicas e muito mais. Confira tudo isso a seguir!

    exemplo de referência bibliográfica de site

    Normas ABNT para referência de site

    A padronização de referência de site em trabalhos acadêmicos ocorre através da Norma ABNT NBR 6023 que foi lançada em agosto do ano de 2002. Essa norma estabelece todos os elementos que devem ser incluídos ao fazer referência a um site da internet no trabalho acadêmico. Para a formatação de cada um dos elementos, a norma também possui uma divisão entre três opções de páginas da web. Veja a seguir essa divisão e alguns exemplos de cada uma delas:

    • Matéria ou artigo de jornal na internet – este tipo de página da web aparece bastante nas referências bibliográficas de site, pois ela é composta de materiais informativos com grande credibilidade. Como exemplo podemos mencionar nomes de jornais que possuem matérias e artigos publicados em sites, como a Gazeta do Povo, Folha de S. Paulo, Estadão, The New York Times, The Washington Post, entre outros. Citação Direta de Site: veja como fazer, normas ABNT e exemplos
    • Matéria ou artigo de site – parecido com o tipo de página anterior, esta classificação se aplica a artigos e matérias publicadas por sites de todos os tipos. Neste caso, podemos citar qualquer matéria ou artigo que exista apenas na internet, como Tecnoblog, IG, Uol, G1, entre outros.
    • Homepage – por fim, a terceira divisão de página da web classificada pela ABNT se refere às páginas que não se encaixam em nenhuma das opções citadas anteriormente. Neste caso, não precisa ser necessariamente a página inicial do site, mas se a referência não for sobre matéria ou artigo de jornal na internet e nem mesmo sobre matéria se site ou outro artigo, ela deve ser mencionada no trabalho acadêmico como homepage. Aprenda como fazer Referência de Site no seu TCC nas normas ABNT

    Elementos obrigatórios para referência de site

    A norma NBR 6023 também estabelece quais são os elementos obrigatórios para fazer a referência bibliográfica com fonte de sites da internet. Neste quesito, podemos citar os seguintes elementos exigidos pela norma:

    • Nome da organização ou do autor;
    • Título da matéria ou página da web;
    • Local de publicação (caso exista essa informação);
    • Dia, mês e ano que a matéria foi publicada (caso exista essa informação);
    • Endereço eletrônico (informar endereço após “Disponível em:” entre os sinais <>);
    • Data em que o site foi acessado (colocar a data após “Acesso em:”).

    Datas adicionadas em qualquer referência de trabalho acadêmico deve ser colocada da seguinte forma: dia (dois algarismos), mês (abreviado com três letras) e ano (quatro algarismos). Por exemplo: 02 de Ago. de 2019. A norma estabelece que apenas o mês de maio seja escrito por extenso em sua totalidade.

    Caso você não encontre a data de publicação, é preciso incluir o ano de copyright do site da seguinte forma: c2019. Caso não exista nenhuma data disponível, use o termo [s.d.].

    *Vídeo de Fran Carniel

    Como fazer referência bibliográfica de site

    Agora que você já sabe todos os elementos obrigatórios para esse tipo de referenciação, além das divisões especificadas pelas Normas ABNT para os tipos de páginas da web, ensinaremos você a fazer referência bibliográfica de site a partir de vários exemplos. Assim como as referências de livros, pesquisas e tantos outros materiais, não é difícil especificar sites como fonte de informação em seu trabalho acadêmico. Mas para te ajudar a fazer isso corretamente, separamos várias dicas entre as divisões de páginas estabelecidas pelas Normas ABNT. Confira:

    Matéria ou artigo de jornal na internet

    Você pode fazer as referências neste tipo de página da web de duas formas: com ou sem autor. Veja como é feito esse modelo de referência:

    Com autor

    SOBRENOME, Nome. Título do artigo ou matéria. Nome do jornal, cidade em que foi publicado, data de publicação. Seção (caso exista). Disponível em: <URL da página da web>. Acesso em: data em que o conteúdo foi acessado.

    Sem autor

    TÍTULO do artigo ou matéria. Nome do jornal, cidade em que foi publicado, data de publicação. Seção (caso exista). Disponível em: <URL da página da web>. Acesso em: data em que o conteúdo foi acessado.

    Matéria ou artigo de site

    Comparado ao tipo de página da web anterior, as matérias e artigos de site que existem apenas na internet possuem apenas algumas alterações nas formatações. Assim como nos exemplos anteriores você pode fazer essa referência bibliográfica de site com ou sem autor. Veja os exemplos:

    Com autor

    SOBRENOME, Nome. Título do artigo ou matéria. Nome do site, ano de publicação. Disponível em: <URL da página da web>. Acesso em: data em que o conteúdo foi acessado.

    Sem autor

    TÍTULO do artigo ou matéria. Nome do site, ano de publicação. Disponível em: <URL da página da web>. Acesso em: data em que o conteúdo foi acessado.

    Homepage

    Por fim, temos as regras para referenciação de site do tipo “homepage”, que como já mencionamos se aplica a todas as opções de páginas da web não classificadas nas categorias anteriores. Isso significa que até mesmo as páginas que não são a “página inicial” do site podem aparecer nesta categoria quando não classificadas por outra categoria.

    Neste modelo de página da web as Normas ABNT especificam a formatação com uma única opção de referenciação. Neste caso, o nome do autor ou da organização devem ser incluídos obrigatoriamente. Confira um exemplo de como é feito a formatação:

    NOME DO AUTOR OU DA ORGANIZAÇÃO. Nome do site, ano de publicação. Ementa (descrição do site). Disponível em: <URL da página da web). Acesso em: data em que o conteúdo foi acessado. Viu só como é simples e fácil fazer referência bibliográfica de site? O mais importante é que você anote sempre suas consultas, sejam elas em livros, revistas, jornais e sites. Assim você terá tudo detalhado para fazer suas referências bibliográficas.

  • Como Citar Jurisprudência em TCC: normas ABNT, sugestões e exemplo

    Como Citar Jurisprudência em TCC: normas ABNT, sugestões e exemplo

    Veja como é simples citar jurisprudência em TCC de forma fácil!

    Se você está produzindo ou ainda irá iniciar o seu TCC, precisa compreender sobre os assuntos que precisará escrever. É comum que no processo da elaboração do texto seja necessário citar a jurisprudência.

    Neste artigo você saberá:

    • O que é Jurisprudência
    • Tipos de citações
    • Como citar jurisprudência em TCC
    • Exemplos de citação de jurisprudência

    Continue lendo este artigo e saiba como é simples citar jurisprudência em TCC.

    É mais simples do que parece

    Não se preocupe, as vezes são tantos estudos e matérias que se acaba por embaralhar as informações! Por isso, vamos primeiramente relembrar o que é a jurisprudência.

    A jurisprudência é a interpretação final do juiz em relação a uma lei. Muito se diz que o juiz não pode criar uma lei, mas somente a interpretar.

    Os resultados do julgamento servirão de fundamento para outros, ou seja, quando se há um veredito sobre determinado acontecimento, ele poderá ser utilizado como exemplo para mostrar ao juiz alguma base jurídica para o pedido no processo. Como Citar Lei no TCC seguindo a ABNT

    Com leves explicações de forma simples e direta você descobrirá como citar a jurisprudência em TCC de forma fácil.

    Vale ressaltar que antes de citar uma jurisprudência, é necessário verificar se é coerente com o diploma legal, já que ela não é necessariamente uma lei, mas sim, o resultado da interpretação do júri.


    Quer saber mais sobre citação? Acesse agora mesmo o site do Projeto Acadêmico e saiba tudo sobre cada partes do TCC.


    exemplo jurisprudência tcc

    Objetivo da jurisprudência

    Está chegando o momento de fazer a citação da jurisprudência em seu TCC, mas não precisa se desesperar, mesmo que você não saiba o que é citação podemos ajudar!

    Logo depois da definição e objetivo e motivos de aplicação, veremos mais sobre as normas de ABNT que são essenciais em uma citação de jurisprudência no TCC.

    A jurisprudência tem por definição todo o entendimento de julgamento sobre a lei. Ou seja, a lei é específica e clara, mas precisa ser interpretada, vejamos um exemplo:

    Um senhor, que precisa entrar em uma agência bancária é barrado na porta de detector de metais, por que ela trancou, acusando que ele possuía algo metálico.

    Depois de muitas explicações e tentativas, o senhor que já tinha tirado tudo, relógio, carteira, cinto, lembrou que seu sapato era com biqueira metálica.

    Logo o guarda informou que só poderia deixar o senhor entrar se retirasse o sapato.

    Então o senhor tirou seus sapatos e entrou na agência de pés descalço, com uma fila enorme atrás dele assistindo, ficou extremamente envergonhado, além de ser tímido e de família humilde, suas meias rasgadas ainda lhe causaram mais constrangimento.

    Ele nada faria, mas sua sobrinha que é advogada e ficou sabendo do fato não poderia deixar o tio sem uma defesa contra tal agressão.

    Entrou com um pedido de indenização por toda a humilhação e abalos psicológicos de 120 salários mínimos.

    Para julgar um caso assim, o art. 159, do Código Civil diz:

    Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar o dano.

    Embora a lei esteja definida, não há a especificação do dano, então, cabe ao juiz interpretar a lei se realmente esse acontecimento pode ser julgado.

    Para dar fundamento ao processo, a advogada do senhor utilizará de jurisprudência para exemplificar e mostrar que outros casos parecidos foram julgados favoravelmente a quem sofreu o dano.

    Motivos da aplicação da Jurisprudência

    A aplicação da jurisprudência em um processo e até mesmo no TCC é de suma importância pois ela é a prova real de que há sim igualdade com outros pensamentos relacionados ao acontecimento.

    Ela é um mecanismo de informação para que haja base jurídica para o pedido de indenização como foi usado o exemplo do senhor.

    Nos próprios autos do processo serão aplicadas citações de jurisprudência, veja o exemplo em linguagem facilitada e com uma citação aleatória de jurisprudência:

    Visto que as porta giratórias no Brasil em agências bancárias, é um assunto em constante discussão, há processos que já foram confirmados em favor de quem sofreu o dano da humilhação. Logo pode-se conferir esse exemplo, (RO Voluntário em Ação Civil Pública n°. 2.289/99, TRT 12ª. R., rel. Juiz João Cardoso, j. 3.2.2000), nos termos da Lei n°. 7.102/83 (art. 2°., I, II e III).

    Esse é um exemplo de citação de jurisprudência que foi dada como ganha para o humilhado, também em uma porta giratória.

    Agora lembre-se: Para saber tudo sobre citar jurisprudência no TCC sem se preocupar ou travar na hora da sua produção você precisa seguir as normas ABNT, veja a seguir quais são elas:

    O que a ABNT orienta?

    Vamos relembrar primeiro os tipos de citação de um TCC.

    Para poder realizar uma citação em seu TCC é importante compreender as normas de citação da ABNT.

    Para iniciar a descomplicar o seu TCC você precisa saber que existem três normas de citação, a direta, a indireta e a citação de citação, veja mais a seguir e se torne um profissional em ABNT em TCC. Como citar Artigo de Lei no corpo do texto

    Citação Direta

    A citação direta é aquele que apresenta o trecho exatamente como você encontra na fonte, seja de um site, revista, livro etc. Os créditos são inseridos para o autor e a citação deve aparecer entre aspas.

    Como exemplo, podemos citar diretamente neste parágrafo que “as pessoas são felizes porque são livres de sentimentos egoístas (ALMEIDA,1987, p.244)”.

    Citação Indireta

    A citação indireta é a forma de expressar a ideia de alguém com suas próprias palavras, porém se deve citar o autor de forma que se mantenha a legitimidade e direitos autorais da ideia, veja o exemplo:

    Almeida (1987, p.244) diz em seu texto que quando se há o sentimento do egoísmo, as pessoas não serão felizes e por isso precisam se libertar desses pensamentos.

    Citação de Citação

    A citação de citação é quando você se utiliza da citação de alguém sobre uma obra original, como se fosse o famoso telefone sem fio, porém que dá certo.

    Esse modelo nem sempre é o ideal, pois o melhor é citar diretamente da obra original já que pode haver interferência da interpretação do autor.

    Porém, há casos em que a “citação de citação” é a melhor alternativa, como vemos no exemplo a seguir:

    Segundo Canotilho (1998, p.534, APUD DIDIER, 2014, p.43), “O direito constitucional deve ser estudado de maneira sistemática”.

    Note que para este tipo de citação, utiliza-se a expressão APUD (citado por) que pode ser utilizado no início ou no final da frase. Para saber mais, leia o artigo “Veja como fazer a Citação de Citação (APUD) no seu TCC seguindo as normas ABNT”.

    Mas enfim, como citar jurisprudência em TCC

    Agora que você já viu o que são as jurisprudências e relembrou como se faz uma citação, já percebeu que para citar algo, é necessário ter o nome do autor, o ano e preferencialmente a página também.

    Veja como citar uma jurisprudência

    A norma que regulamenta a citação de jurisprudências é a ABNT NBR 6023. Reproduzimos abaixo o exemplo constante no texto:

    BRASIL. Tribunal Regional Federal (5. Região). Apelação cível nº 42.441-PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Técnica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 558-562, mar. 1998.

    Perceba que os elementos obrigatórios para citar jurisprudência em TCC são:

    1. Jurisdição e o órgão judiciário competente;
    2. Título e o número da jurisprudência;
    3. Partes envolvidas (opcional);
    4. Relator;
    5. Local;
    6. Data;
    7. Dados da publicação.

    Não se esqueça da referência

    É importante lembrar que, além de saber como citar jurisprudência em TCC, sempre que houver uma citação no corpo do texto, é necessário mencioná-la nas referências. Para tanto, a mesma norma apresenta o seguinte exemplo:

    BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n° 14. In: _____. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.

    Gostou do artigo? Então também gostará do artigo “Aprenda como fazer Referência de Site no seu TCC nas normas ABNT”.

  • Lista de Temas para TCC sobre Psicologia: dicas, sugestões e orientações

    Lista de Temas para TCC sobre Psicologia: dicas, sugestões e orientações

    Fazer a escolha correta entre os diversos tipos de tema de TCC para psicologia não é uma simples tarefa. Em uma determinada área do conhecimento, devemos observar o seu perfil em cada leque de oportunidades. Em uma área tão rica em opções de TCC como é a psicologia, um estudante que nunca veio a fazer um trabalho deste porte com certeza deve ficar com dúvidas.

    Fazer a escolha entre os temas que mais se destacam é sempre uma ótima forma de começar a planejar um TCC de psicologia. Já para os alunos que desejam ir mais afundo, existem diversas opções de temas que detalham os aspectos desta importante profissão.

    Neste post vamos mostrar diversas opções de temas para TCC de psicologia que podem ajudar você em sua escolha. São temas selecionados de forma abrangente e que atendem as necessidades dos alunos mais conservadores e dos alunos mais diversificados. Confira tudo isso a seguir!

    banner psicologia

    Como definir um tema para TCC de psicologia?

    Há muito tempo os temas de TCC pensados para psicologia são sempre muito interessantes. Um dos pontos muito importantes para quem deseja tornar-se um profissional em psicologia é apresentar um bom TCC e convencer a banca examinadora de que você entende sobre o tem abordado. Desta forma, veja logo abaixo alguma excelentes opções de temas que também podem ser abordados por você:

    Uma das coisa mais importantes na definição do tema para o TCC de Psicologia é abordar uma temática que realmente seja do seu total interesse. Você nunca deve se esquecer que a pesquisa deste importantíssimo degrau em sua carreira como psicólogo irá demandar meses de pesquisa. Desta forma, não aborde um assunto qualquer apenas para cumprir as exigências do curso, mas aborde um assunto onde a dedicação e o interesse falarão mais alto.

    Diante disso, você deve fazer um levantamento prévio de qual é o tema para o seu entusiasmo e dedicação. Veja de forma abrangente e com a mente aberta quais são as vertentes da psicologia que mais lhe atraíram para o curso. Veja quais são os temas existentes que você descobriu e se interessou mais que os outros.

    Sabendo qual é o tema que mais lhe agrada, faça um levantamento das fontes sobre tal assunto. Veja a bibliografia sobre o tema escolhido e comece a ler artigos, livros, reportagens, outros TCC’s sobre o assunto, dentre outras informações relevantes. Você terá um prazo considerável para a definição oficial do tema até a entrega do TCC. Desta forma, estude o máximo possível sobre tudo que já existe em torno do tema definido. Uma dica importante é: veja quais são os autores canônicos e escolha um modelo de investigação que segue uma linha tradicional sobre o conteúdo encontrado.

    Escolha o orientador certo

    Após ter definido o tema do TCC de psicologia com base nos pontos importantes citados até aqui, você deve agora fazer a escolha de um orientador que ajudará a elaborar o seu trabalho de conclusão de curso. Esse orientador deve saber conduzir o aluno de forma organizada e instruí-lo sobre os recursos a sua disposição. Você deve escolher um professor que já esteja familiarizado com os fenômenos em que estará se aprofundando durante o seu TCC de psicologia.

    Explore outros TCC’s

    Uma das melhores formas de planejar o seu TCC de psicologia é aprendendo com os exemplos. Diversas unidades institucionais oferecem uma grande gama de teses, trabalhos e dissertações de conclusão de curso. Faça a leitura completa deste tipo de material e cruze as informações e familiarize-se com a estrutura organizacional de um TCC de psicologia.

    Sugestões de temas para TCC de psicologia

    Após as dicas de como definir o tema para seu TCC de Psicologia, escolher um orientador que te ajude em todos os detalhes e explorar o máximo de informação sobre estrutura organizacional de um trabalho desta magnitude, você pode ver logo abaixo algumas sugestões de temas para TCC de Psicologia.

    Lembre-se que as dicas observadas logo a seguir são abrangentes e diversificadas. Estudantes conservadores ou não, encontrarão sugestões que podem apontar o caminho para os próximos passos de seu TCC de Psicologia:

    1. A importância da identidade de gênero entre os adolescentes;
    2. Pacientes com depressão, como identificá-los;
    3. Gravidez e os transtornos de personalidade;
    4. Gravidez psicológica;
    5. Psicologia voltada aos Recursos Humanos;
    6. Psicologia e sua história (evolução de conceitos);
    7. Psicologia infantil e sua importância;
    8. Jovens abandonados vulneráveis psicologicamente;
    9. Identificando traumas com jogos lúdicos;
    10. Dificuldades de estudantes na rede pública de ensino;
    11. O bullying nas escolas;
    12. Os recentes casos de massacres escolares e os traumas que ficaram;
    13. O poder da hipnose como tratamento funcional;
    14. Psicologia voltada ao tratamento de usuários de drogas;
    15. Detentos: o que é necessário do ponto de vista da psicologia para uma mudança de valores?;
    16. Estresse pós-traumático em comunidades com extrema violência;
    17. Transtorno psicológicos sofridos por crianças abusadas sexualmente;
    18. Adultos com traumas sexuais sofridos na infância;
    19. Os benefícios da PNL (Programação Neuro Linguística);
    20. Como tratar o alcoolismo com psicológica;
    21. Como enfrentar problemas no consultório;
    22. Como não se envolver emocionalmente com seus pacientes;
    23. Psicologia no sistema de saúde pública;
    24. Os maiores desafios da psicologia nos dias de hoje;
    25. Os principais benefícios da psicologia para a sociedade;
    26. Benefícios da psicologia para as comunidades ribeirinhas;
    27. Os grandes nomes de ontem e de hoje na psicologia;
    28. Psicologia hospitalar e suas aplicações;
    29. Psicologia do lar: como todos somos um pouco psicólogos;
    30. As maiores dificuldades de um psicólogo após concluir sua formação;
    31. Pais que educam de acordo com a Psicologia Moderna;
    32. Superando os traumas psicológicos junto a um profissional psicólogo;
    33. Religião e psicologia;
    34. Neuropsicologia;
    35. A importância do psicólogo para autistas;
    36. Papel do psicólogo em uma relação abusiva;
    37. Inclusão nas escolas;
    38. Psicologia para pessoas com depressão;
    39. Distorção de valores e a sociedade em que vivemos.

    Essas são apenas algumas sugestões sobre temas para o seu TCC de psicologia. Não hesite em buscar por mais ideias inspiradoras em outros conteúdos sobre o assunto. Concentre-se no que mais lhe atrai nesta honrosa profissão e busque tratar do tema que mais lhe cativa.

    Não importa quais sejam as limitações em termos de conteúdo sobre o tema ou preconceitos de outros profissionais em não abordar tais assuntos, pois saiba que se você sentiu que deve se aprofundar em um determinado tema, não permita que ocorram desvios nesta importante decisão.

  • Ideias de Temas para TCC Sobre Feminicídio: lista atualizada e assuntos novos

    Ideias de Temas para TCC Sobre Feminicídio: lista atualizada e assuntos novos

    O feminicídio no Brasil e no mundo é uma realidade triste e frequente, saiba como trazer visibilidade de maneira inovadora sobre este assunto por meio de seu TCC.

    Os casos de violência contra mulheres e consequente feminicídio é uma realidade triste que está muito presente nos dias atuais, o assunto vale ser citado para que todos tenham consciência deste problema, principalmente aqui no Brasil, que entra no terrível ranking de feminicídio ocupando a 5º posição com mais casos de mortes de mulheres no mundo.

    Por ser uma temática tão atual e que precisa chegar ao conhecimento de todos para que haja uma esperança de mudança, o feminicídio é um assunto que pode sim ser abordado em trabalhos de conclusão de curso, e aos poucos alcançar mais pessoas e conscientizá-las quanto ao assunto.

    Neste artigo serão abordados diversos aspectos relacionados a este tema, para auxiliar você que pretende utilizar o seu trabalho como porta voz desta triste realidade.

    O que significa o termo feminicídio?

    O feminicídio é a forma mais aguda da violência contra a mulher que culmina em morte.

    Essa violência pode ser motivada por discriminação, desprezo, opressão, desigualdade, bem como pela construção da cultura social que coloca a mulher como o sexo frágil.

    Percebe-se que na maioria dos casos registrados, o marido, namorado ou ex parceiro comete o crime, pois geralmente possui um sentimento de posse muito grande, que gera ciúmes e acaba por se transformar em uma fatalidade.

    Este tipo de homicídio não costuma ser repentino e sem precedentes, muito pelo contrário! Vem acompanhado muitas vezes de um longo histórico de abusos, sejam eles verbais, físicos ou sexuais que acabam por se transformar em uma violência extrema.

    Desde o ano de 2015, com algumas alterações, o termo feminicídio passa a aparecer na Lei nº 13.104/2015, e ser até mesmo considerado como crime hediondo.

    Esta lei prevê quais são as condições que caracterizam este tipo de homicídio, bem como a pena a ser aplicada nesses determinados casos.

    Desta forma, este termo não só pode como deve ser utilizado como temática principal de um trabalho acadêmico, possuindo até mesmo um maior embasamento teórico por conta de existir legislação específica para o mesmo.

    Exemplos prontos de TCCs sobre feminicídio

    Dicas para o desenvolvimento de um TCC sobre feminicídio

    Reúna informações sobre o tema

    Como com qualquer outro tema, é preciso que você reúna bastante informações sobre o mesmo para que só assim comece a se aprofundar em pesquisas sobre determinado assunto e entregue um resultado de qualidade para os leitores.

    Informações sobre a legislação e principalmente dados atualizados sobre o feminicídio no Brasil e no mundo, com a ajuda de gráficos para que haja uma melhor compreensão do problema são imprescindíveis!

    Uma das informações referentes a legislação, por exemplo, pode vir em forma de informação, mostrando ao leitor que a Lei Maria da Penha, considerada pela ONU (Organização das Nações Unidas) como uma das três melhores leis do mundo referentes ao tema é brasileira.e

    Ao mesmo tempo que compartilha essa informação, você pode lançar um questionamento para reflexão de todos para que imaginem que mesmo possuindo essa excelente lei, o país é um dos que mais registra casos de feminicídio no mundo. Onde está a falha?

    Entenda que, quanto mais embasamento teórico seu trabalho acadêmico tiver, principalmente quando é um tema tão importante quanto este, mais pessoas irão pensar na problemática e questionamentos apresentados, o que é um passo para que todos se empenhem em obter uma solução.

    Realize pesquisas com vítimas reais

    Este provavelmente será um momento bem difícil da realização do seu trabalho de conclusão de curso, pois é nesta parte que você irá se deparar com histórias chocantes e relatos tristes sobre algum caso e até mesmo com a rotina de reclusão que algumas mulheres vivem simplesmente para que consigam sobreviver.

    Esse momento é muito importante para que o seu trabalho seja mais impactante e obtenha mais credibilidade, é importante que você tente conseguir entrevistas e depoimentos com relatos reais de vítimas de violência ou pessoas que presenciaram ou acompanharam de perto algum caso de feminicídio.

    Assim o problema parecerá menos teórico e se aproximará mais da realidade, trazendo consigo a visibilidade que precisa e a empatia das pessoas para que procurem por alguma mudança ao enxergar que o problema é real.

    Apresente a problemática e uma solução

    Assim como a estrutura que todo trabalho de conclusão de curso precisa ter, em que se apresenta um problema e ao fim propõem-se possíveis soluções, no caso deste tema esta estrutura se faz ainda mais necessária.

    É importante que você não somente fale sobre o assunto, mas apresente maneiras de melhorar o quadro atual desses casos de feminicídio, ou mesmo apresente orientações para as mulheres de como fazer uma denúncia em casos de violência de qualquer tipo para que este mesmo caso não se agrave e acabe por ceifar sua vida.

    Escolha cuidadosamente a metodologia a ser utilizada

    Para que seu trabalho tenha credibilidade e coerência, é muito importante que você siga uma metodologia adequada, com pesquisas e fundamentações para o seu estudo.

    Procure conhecer o histórico do feminicídio no país ou região de sua pesquisa, bem como todos os tipos de questões culturais que estão ligadas a ele.

    Dicas de temas para TCC sobre feminicídio

    • O que é feminicídio?
    • Feminicídio no Brasil e no mundo
    • Processo do feminicídio
    • Lei do feminicídio
    • Diferenças entre homicídio e feminicídio
    • Principais vítimas do feminicídio no Brasil
    • Como mudar a cultura do feminicídio?
    • O que leva ao feminicídio?
    • Como denunciar casos de violência?
    • Quem mais sofre com o feminicídio?

    Obtenha ajuda para a produção do seu TCC

    Está com dificuldades para elaborar o seu TCC? Seja ele sobre feminicídio ou outro tema que você escolher, o Projeto Acadêmico pode te ajudar! No site você encontra dicas e tutoriais sobre toda a estrutura de um TCC, desde o início até o término do mesmo e o melhor, todas elas já com a aplicação das normas ABNT! Não deixe de conferir e ter um TCC nota 10!

  • Ideias de Temas para TCC sobre Fisioterapia: exemplos e sugestões

    Ideias de Temas para TCC sobre Fisioterapia: exemplos e sugestões

    Olá a todos do curso de fisioterapia, hoje vamos trazer mais de 50 temas para lhe ajudar na escolha do seu TCC.

    É muito importante que você escolha um tema que senha confortável para ser desenvolvido e que seja útil no seu futuro profissional. Se você tem dúvidas sobre normas e regras de um trabalho acadêmico, indico alguns artigos nas categorias: Partes do TCCdicas e ABNT.

    1. Pontos de tensão muscular observados em usuários de smartphone

    O uso contínuo e cada vez mais assíduo de aparelhos smartphones oferece vários problemas para a saúde dos usuários. Esses problemas são ainda mais observados através de estudos e conceitos aplicados na fisioterapia. Considerando esse problema muito presente na vida dos jovens e adultos, você poderá incluir ainda em seu TCC de Fisioterapia os seguintes tópicos:

    • Problemas causados pelo uso de smartphone;
    • Principais pontos de tensão muscular relacionados ao uso de smartphone;
    • Posições ideais para a utilização de aparelhos móveis;
    • Procedimentos que aliviam a tensão muscular em torno do uso de smartphone.

    2. Incontinência urinária em gestantes

    A incontinência urinária é um problema vivido pela maioria das gestantes. Em se tratando de fisioterapia, há diversas práticas que auxiliam na melhora desse problema, que podem ser exploradas entre as gestantes e os profissionais de fisioterapia. Esse tipo de procedimento é até mesmo oferecido pelo SUS como uma forma de solucionar esse grande desconforto enfrentado pelas mulheres grávidas. Seguindo este conceito, você poderá abordar os seguintes tópicos em seu TCC:

    • Definição de incontinência urinária na gravidez;
    • Técnicas que auxiliam na redução do problema;
    • Aplicações da fisioterapia na incontinência urinária.

    3. Qualidade do sono entre estudantes

    Diversos estudos comprovam que um sono de qualidade oferece diversos benefícios para a saúde dos indivíduos. Em se tratando de estudantes, diversos indivíduos que se encontram nessa situação tem que conviver com o fato de estudar e muitas vezes trabalhar ao mesmo tempo. Quando isso ocorre, o sono noturno muitas vezes é prejudicado para suprir as necessidades de atuar tanto no estudo quanto no trabalho. Considerando esse ponto importante de discussão, você poderá ainda utilizar os seguintes tópicos em seu TCC de Fisioterapia:

    • Importância do sono para os seres humanos;
    • Níveis de sonolência entre estudantes;
    • Consequências da falta de sono para estudantes;
    • Qualidade do sono como fator de doenças.

    4. Disfunções dos músculos do assoalho pélvico

    As disfunções dos músculos do assoalho pélvico são problemas enfrentados principalmente por mulheres idosas sedentárias. Juntamente a esse problema, o público feminino que se enquadra nessas características pode sofrer com vários problemas gerados a partir dessas disfunções. Quando isso acontece, é necessário adotar práticas relacionadas a fisioterapia para promover melhora nos problemas enfrentados por essas disfunções musculares. Neste tema, você poderá ainda utilizar os seguintes tópicos em seu trabalho de conclusão de curso:

    • Perfil de pessoas que apresentam disfunção muscular do assoalho pélvico;
    • Problemas causados pela disfunção muscular do assoalho pélvico;
    • Complicações que levam a essas disfunções musculares;
    • Práticas de fisioterapia para minimizar disfunções musculares do assoalho pélvico.

    5. Prevenção de lesões em esportes de impacto por meio do treinamento muscular

    As lesões causadas por impactos são um problema constante na vida de atletas que praticam esportes de impacto. No entanto, com técnicas e práticas de fisioterapia, esse tipo de lesão pode ser evitada. Para isso, é importante ter um bom treinamento muscular para que a prática do esporte não cause nenhuma complicação no indivíduo. Confira algumas opções de tópicos para incluir em seu trabalho:

    • Principais lesões causadas por esportes de impacto;
    • Fisioterapia Esportiva;
    • Importância de manter músculos fortes e saudáveis;
    • Prática de musculação proporciona maior proteção contra lesões.

    6. Práticas que previnem quedas entre idosos

    Os idosos estão entre a população que mais sofre com as quedas repentinas. Isso porque nesta faixa etária é comum que o indivíduo tenha perda de massa muscular, perda óssea e até mesmo outros problemas que geram a fraqueza e a falta de estabilidade do corpo. Nesse caso, é importante adotar práticas preventivas para que as quedas sejam evitadas ou mesmo minimizadas quando ocorrerem. Veja a seguir algumas opções de tópicos para este tema:

    • Riscos gerados com a queda de idosos;
    • Problemas que levam a queda de pessoas idosas;
    • Tratamentos indicados para doenças que geram fraqueza e falta de estabilidade;
    • Práticas de fisioterapia indicadas para a prevenção de quedas.

    7. Desempenho físico de idosos em testes de equilíbrio corporal

    O equilíbrio corporal pode sofrer com a interferência de uma série de fatores, sendo que um desses principais fatores é a idade avançada. Com o passar do tempo, a musculatura do corpo tende a ficar mais fraca e reduzida, assim como a densidade óssea. Todas essas questões contribuem para o desequilíbrio corporal, o que resulta em uma série de problemas, principalmente para a população idosa. Veja a seguir algumas opções de tópicos para o seu trabalho:

    • Testes de equilíbrio corporal feitos em idosos;
    • Problemas enfrentados por idosos em relação a quedas;
    • Desempenho físico de idosos no dia a dia;
    • Práticas que auxiliam no equilíbrio corporal;
    • Musculação para fortalecer músculos na idade avançada.

    8. Fisioterapia na recuperação após lesão grave

    As lesões podem ser observadas em atletas que praticam esportes de alto impacto ou ainda em atividades corriqueiras, que podem proporcionar esse tipo de problema. Pessoas com sobrepeso ou obesidade podem ainda sofrer lesões apenas ao caminhar, que é uma atividade física considerada leve. Independente de como a lesão é causada, é importante que ações de fisioterapia sejam aplicadas após o acontecimento da lesão. Veja a seguir opções de tópicos importantes:

    • Tipos de lesões de níveis de gravidade;
    • Tratamentos de fisioterapia indicados para recuperação pós-lesão;
    • Práticas que previnem lesões de impacto ou lesões causadas em acidentes comuns.

    9. Recuperação de pacientes após cirurgia

    Muitas cirurgias exigem que os pacientes fiquem em repouso por vários meses. Dependendo da cirurgia, é ainda necessário práticas de fisioterapia para que o indivíduo volte a realizar procedimentos básicos como andar ou se equilibrar sozinho. Considerando essa abordagem, confira a seguir algumas opções de tópicos para incluir em seu TCC de Fisioterapia:

    10. Desenvolvimento motor na infância

    Quando a criança possui problemas de desenvolvimento motor, é importante praticar algumas atividades e exercícios para estimular esse desenvolvimento. Nesse caso, a fisioterapia entra como uma aliada no treino e nos estímulos para que a criança consiga desenvolver essas habilidades. Neste caso você poderá abordar os seguintes tópicos:

    • Desenvolvimento motor na infância;
    • Importância de estimular o desenvolvimento motor;
    • Práticas que estimulam o desenvolvimento motor em crianças.

    Mais temas

    • Uma visão feminina sobre a qualidade de vida e o exercício físico
    • Ginástica laboral em grandes empresas
    • Fisioterapia respiratória para pacientes com autismo
    • A necessidade das intervenções fisioterapêuticas no programa de saúde família
    • A importância da fisioterapia na prevenção de quedas em idosos
    • Fisioterapia na prevenção do pé diabético
    • Proposta de intervenção preventiva baseada na incidência de lesões na prática do futebol por atletas amadores
    • Fisioterapia neonatal
    • Considerações sobre o desenvolvimento neuropsicomotor do recém-nascido prematuro e/ou baixo peso
    • Doença de Huntington juvenil
    • Zona reflexa em portadores de sintomas dispépticos
  • Temas TCC Sobre Autismo: exemplos, sugestões, ideias

    Temas TCC Sobre Autismo: exemplos, sugestões, ideias

    Confira 6 dicas para fazer um ótimo TCC com o tema autismo de maneira original!

    Conforme as pessoas vão ficando mais conectadas e informadas as barreiras e preconceitos antigos são derrubados. As pessoas buscam entender melhor as diversas condições de outras e, em particular, o autismo está sendo bastante estudado e explorado.

    Nesse texto você pode conferir algumas dicas para utilizar o autismo como tema para seu TCC.

    O que é autismo?

    É preciso entender do que se trata antes de produzir um TCC sobre autismo. É um transtorno de desenvolvimento que afeta a comunicação social e a capacidade de interagir com as pessoas e o ambiente.

    Isso pode ocorrer em muitos níveis. Uma pessoa com autismo pode se comunicar normalmente com as outras em alguns casos, mas ela processa os estímulos de maneira muito diferente.

    Existem muitos estudiosos que explicam que nosso cérebro interpreta os estímulos provindos de pessoas de uma maneira e o do ambiente, por exemplo, grandes barulhos de objetos caindo, de outra. Os autistas não separam essas partes, por isso é comum que não reajam a grandes barulhos e estímulos.

    Confira abaixo alguns tipos de autismo:

    • Síndrome de Asperger: Não era considerada autismo, mas atualmente essa condição mudou. É uma condição um pouco mais suave do transtorno, não afetando a comunicação e interação completamente;
    • Autismo clássico ou transtorno autista: É o caso mais comum. Esses indivíduos possuem dificuldades linguísticas e sociais, além de ser possível terem a parte cognitiva afetada;
    • Transtornos invasivos ou sintomas: Nesse caso a pessoa não apresenta o quadro completo, mas sim sintomas do autismo clássico e Asperger, geralmente um pouco mais leves, o que não significa que não possuam muitos obstáculos sociais.

    Os graus de autismo são divididos em:

    • Tipo 1: Possui muita dificuldade em iniciar e manter conversas e interações sociais. Também pode ter dificuldade de organização, inflexibilidade e repetições de comportamentos;
    • Tipo 2: É mais intenso e necessita de apoio constante. A partir daqui os prejuízos na parte linguística e comunicativa são facilmente notados. A falta de foco e concentração é muito comum;
    • Tipo 3: É o tipo de autismo mais intenso e problemático com graves dificuldades na questão social e interativa. É comum que esses indivíduos nem falem. A maneira de reagir aos estímulos do ambiente também são muito diferentes.
    criança brincando

    Agora que você já entendeu o básico sobre o autismo, já pode conferir as dicas para dar início à produção do seu TCC. Confira abaixo:

    1. Defina o tema com clareza para não ficar repetitivo

    Se fizer uma busca básica sobre TCCs sobre autismo na internet, verá que a maioria deles trata da educação e o autismo na vida escolar. Todos os temas são bem claros e os recortes são bem definidos.

    Se você simplesmente decidir produzir o TCC com o tema autismo, as possibilidades são tão abrangentes e o tema é muito geral. Seria difícil você produzir algo de qualidade. É muito provável que seu professor orientador já fizesse a proposta de definição de um tema mais específico no momento em que apresentasse sua ideia.

    2. Faça algo que ninguém fez

    Ainda pensando que a maioria dos TCCs com o autismo como tema tratam de autistas na infância e como é a educação, busque seguir por outro caminho como autismo na adolescência ou na velhice. Você também pode seguir uma rota diferente, como os relacionamentos afetivos de pessoas autistas.

    É preciso ter criatividade para lidar com o tema e não repetir o que os outros já fizeram. Em vez de focar nos autistas, pode focar nas pessoas que cuidam deles, como a família ou focar nos professores que são preparados, ou justamente na falta de preparo geral que existe nas escolas.

    3. Busque o contato direto

    Para fazer um TCC de qualidade sobre o tema e apresentar pontos de vista únicos, é melhor realizar uma pesquisa experimental, isso é, de campo. Onde entrevista pessoas próximas aos autistas e convive com eles durante um tempo.

    Se não conseguir, crie uma metodologia científica para outro método de pesquisa, como a bibliográfica, mas seu trabalho pode não ter a profundidade de um trabalho prático.

    4. Procure o lado positivo

    Não é uma regra, mas se verificar os TCCs sobre autismo notará que a maioria possui uma posição crítica quanto a falta de estrutura para receber os autistas na sociedade como um todo. Isso é verdade. Mas não significa que você não possa buscar autistas que conseguiram superar suas dificuldades através de tratamentos e terapias.

    Você também pode buscar pessoas que realmente decidiram ajudar e criaram ONGs, ou pessoas extremamente preparadas que ajudam um grande número de pessoas. Isso é trabalhar em conjunto com a criatividade. Um exemplo é focar em autistas que tiveram sucesso na vida profissional.

    5. Muito cuidado ao tratar do tema

    Muitas pessoas escolhem o tema autismo justamente por possuírem certa proximidade, como algum membro da família com o transtorno. Se esse não for o caso, você precisa ter muito cuidado com qualquer termo ou afirmação que faça.

    Existem ideias preconceituosas, como em qualquer área do ensino, que podem comprometer o seu TCC e te colocar em situações complicadas. Não afirme nada sem muito estudo, somente depois de se informar adequadamente sobre o assunto.

    6. Escolha uma apresentação adequada

    A maneira de apresentar o TCC, seja como monografia, um trabalho audiovisual, dissertação, artigo, etc. É tão importante quanto o desenvolvimento do conteúdo. É claro que isso vai depender muito do seu curso. Para pessoas que estudam jornalismo, fazer o trabalho de conclusão em forma de documentário é muito simples e comum, o mesmo não pode ser dito para todos os cursos.

    Quando se trata do autismo, busque apresentar o tema com a delicadeza que possui, mesmo que seja somente de maneira escrita. Não precisa ser triste ou melancólico, nem dramático, mas deve ser apresentado de maneira que deixa os efeitos do transtornos muito claros.

    Lista de temas sobre Autismo

    • AUTISMO: transtorno invasivos do desenvolvimento e no processo de inclusão no ensino
    • TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
    • A inclusão escolar de crianças com autismo
    • Tratamentos terapêuticos em crianças com o Transtorno do Espectro Autista (TEA)
    • A INCLUSÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
    • Autismo e inclusão social
    • Educação Especial: inclusão de Alunos Autistas no ensino regular
    • Crianças com o TEA (Transtorno do Espectro Autista) e o papel de inclusão da Arquitetura

    Já decidiu o tema do seu TCC?

    Já decidiu qual vai ser o tema para seu TCC? E a metodologia para a pesquisa? Ou será que você nem decidiu o formato? Não tem problema. Se estiver com dúvidas sobre qualquer termo acadêmico ou sobre como usar as normas da ABNT, é só acessar o site Projeto Acadêmico. Você encontrará tudo o que precisa sobre o meio universitário.

  • Veja Como Citar Dois Autores no TCC: normas ABNT, exemplos e dicas

    Veja Como Citar Dois Autores no TCC: normas ABNT, exemplos e dicas

    Saiba o que é e com citar dois ou mais autores em seu TCC seguindo as normas da ABNT.

    Não é tarefa fácil fazer uma faculdade, muito menos produzir o trabalho de conclusão de curso para que possa concluir a mesma e alcançar o tão sonhado diploma, até porque este trabalho vem acompanhado de um outro desafio, que é a formatação conforme pedem as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

    Há quem acredite que elas tornem a produção do trabalho acadêmico em uma tarefa mais fácil, mas há aqueles que creem que elas sejam uma verdadeira dor de cabeça; todavia uma coisa é fato: é obrigatório que o TCC seja redigido com base nestas normas.

    Uma delas, mais especificamente a NBR 10520, fala sobre como fazer citação no TCC, o que é uma das principais dúvidas dos estudantes acadêmicos que precisam produzi-lo.

    E falando sobre citações, é muito comum que muitos autores falem sobre o seu tema, então é normal que você encontre alguma citação feita por dois ou mais autores e, nesses casos, é preciso que você referencie todos eles corretamente.

    Para saber como citar dois ou mais autores no TCC da forma correta de acordo com as especificações da ABNT, além de mais algumas informações, acompanhe este artigo.

    Importância de ter uma citação no TCC

    É fato que não dá para produzir um bom trabalho acadêmico sem que haja pelo menos algumas citações de autores presente no texto, seja como forma de comprovar teorias, levantar questionamentos, concordar ou discordar do que determinado autor falou, ou mesmo somente para enriquecer o trabalho e servir de embasamento teórico para o conteúdo.

    Essa parte do trabalho consiste basicamente em compartilhar a ideia de outro autor em seu trabalho e é preciso que se tenha bastante cuidado neste momento.

    É muito importante que você insira citações e dê os devidos e merecidos créditos aos autores dos pensamentos que você pretende compartilhar em seu trabalho acadêmico, para que você não caia nas garras do plágio, que inclusive é crime, com responsabilização penal para o aluno e professor-orientador do TCC, portanto, lembre-se sempre da seguinte regra: Leu, escreveu, citou!

    Mas para inserir uma citação de maneira correta, é preciso que algumas especificações sejam colocadas em prática, entretanto, antes disso, vamos a algumas breves explicações básicas.

    Quais são os tipos de citação

    Antes de você inserir uma citação, seja ela com um ou mais autores, é preciso que você as separe corretamente em suas respectivas categorias.

    Existem as citações diretas que consistem na transcrição idêntica do texto publicado, e elas podem ser curtas ou longas, que diferem em sua formatação.

    Existem ainda as citações indiretas, que são aquelas em que o estudante lê um determinado material, faz a sua própria interpretação e o transcreve com suas palavras na monografia, podendo fazer isso no início da frase ou ao final da mesma.

    Outras formas de inserir uma citação são por meio das notas de rodapé, com a citação de uma citação,  APUD, ou ainda retirá-las da internet.

    Essas citações podem vir de um autor em específico ou há alguns casos em que mais de um autor chega a uma determinada conclusão e fazem uma publicação juntos, e se você escolher uma dessas situações você precisa referenciá-los da forma correta.

    Portanto, voltando ao assunto principal deste artigo, descubra abaixo como citar dois ou mais autores no TCC.

    Fonte: Prof. Alex Nina

    Como citar dois ou mais autores no TCC

    Quando essa citação vier de mais de um autor, por exemplo, dois autores, a formatação deve seguir algumas regras.

    A norma NBR 10520, que rege as regras a serem aplicadas nas citações em trabalhos acadêmicos, manda que em caso de citação direta de vários autores a formatação siga as seguintes regras:

    • Os autores devem ser separados por ponto e vírgula
    • Os nomes dos autores devem aparecer em ordem alfabética
    • O ano da publicação do documento deve vir imediatamente após o nome do autor, separado por vírgula

    Neste caso, a citação ficaria da seguinte maneira:

    (Autor 1, ano da publicação; autor 2, ano da publicação…)

    Veja exemplos retirados da própria NBR:

    Ela polariza e encaminha, sob a forma de “demanda coletiva”, as necessidades de todos (FONSECA, 1997; PAIVA, 1997; SILVA, 1997).

    Diversos autores salientam a importância do “acontecimento desencadeador” no início de um processo de aprendizagem (CROSS, 1984; KNOX, 1986; MEZIROW, 1991).

    Um modelo bastante usado para quando são apenas dois autores de uma mesma citação é o seguinte:

     (Autor 1 e autor 2, ano da publicação)

    Ou ainda:

    Autor 1 e autor 2 (ano da publicação)

    Desta maneira os autores são obrigatoriamente interligados pela conjunção “e”.

    Veja exemplos:

    Uma das maneiras de formatação fica assim: (SANTOS e SILVA, 2011)

    E a outra fica assim: SANTOS e SILVA (2011)

    Ambas as formas de referenciar estão corretas e podem ser inseridas em seu trabalho acadêmico sem medo de errar.

    No caso de mais de três autores numa mesma citação, alguns outros termos aparecem.

    Nestes casos, cita-se o primeiro autor junto com a expressão “e col.” (abreviação de “e colaboradores”) ou ainda “et al.” (abreviação da expressão no latim “et alii”, cujo significado é “e outros”).

    Confira um exemplo:

    As mudanças climáticas podem comprometer o desenvolvimento da vida nas próximas décadas. (FERGUSON e col., 2015)

    ou

    As mudanças climáticas podem comprometer o desenvolvimento da vida nas próximas décadas. (FERGUSON et al., 2015)

    como fazer citação com 2 ou mais autores

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