As normas técnicas em geral são instrumentos que oferecem a possibilidade dos acadêmicos, pesquisadores, docentes, ou de qualquer pessoa, fazer um relatório técnico ou científico, um artigo científico ou publicar um material seguindo um padrão na elaboração e de formatação. Esse padrão é o objeto de estudo da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que lança o conjunto de regras de elaboração e formatação, além de outras regras voltadas para a área industrial, tudo isso há décadas.
Dentre as regras de elaboração e formatação de trabalhos científicos no âmbito acadêmico, o conjunto é formado por outros subconjuntos de regras, conhecidos como NBR. Neste post, vamos falar sobre a NBR 6029 e mostrar seu objetivo, as referências normativas e como proceder no uso desta regra. Se você é um estudante e deseja saber como utilizar a NBR 6029, acompanhe este post até o final e saiba mais!
Essa normativa NBR tem como objetivo estabelecer os
princípios elementares que constituem um livro ou folheto, e não é aplicada a
apresentação ou divulgação seriadas. Assim como toda NBR, a NBR 6029 está
diretamente relacionada a outras normativas, sendo estas normativas que irão
fazer a complementação desta norma. Dentre as normativas atreladas a NBR 6029,
temos:
NBR
6023, responsável pela elaboração do livro ou folheto;
NBR
6024, responsável pela numeração progressiva das seções em um documento
escrito;
As seguintes definições quanto a NBR 6029 são as
seguintes:
Agradecimento: tipo de texto onde o autor faz um agradecimento voltado àqueles que contribuíram de forma direta ou indireta para a criação da obra;
Anexo: documento ou um texto que não foi elaborado pelo autor, utilizado como fundamentação, ilustração ou comprovação;
Apêndice: um texto ou documento elaborado por um autor, com a finalidade de completar uma argumentação sem quaisquer prejuízos pela unidade nuclear da obra;
Caderno: uma folha impressa, anverso e verso, que pode ser transformada em 4, 8,16, 32, ou 64 páginas conforme sua dobradura;
Capa: a capa de um livro ou folheto é um objeto externo, assim como em trabalhos acadêmicos diversos, e deve ser de um material flexível (brochura) ou constituída em um material rígido (cartonado ou encadernado). A capa é constituída de quatro lados, sendo dois externos e dois internos, desta forma, a capa 1 e 4 são os lados externos, e o 2 e 3 são os lados internos.
Colofão: essa indicação ocorre no final do livro ou de um folheto, com o nome do impressor, a data de publicação, o local e características tipográficas da obra.
Crédito: são as indicações dos nomes dos responsáveis institucionais, intelectuais, artísticos, técnicos ou administrativos, que participaram da criação do livro ou folheto;
Dados Internacionais de Catalogação-na-publicação: esse é um registro contendo as informações que apontam uma publicação atualmente, incluindo o ISBN, sigla em inglês para Número Internacional Normalizado para Livro;
Dedicatória: a dedicatória é um texto onde um ou mais autores fazem homenagens pelo seu trabalho;
Direito autoral: o direito autoral é uma proteção legal vigente na legislação para os autores pessoas física e/ou jurídica, onde a produção intelectual, cultural, técnica, artística ou científica, são assegurados.
Anverso de NBR 6029
Os elementos do anverso da folha de rosto deverão ser incluídos da seguinte forma em uma impressão:
Autores: nomes, entidades, editor, responsável, compilador, coordenador, organizador, ilustrador, prefaciador, tradutor, etc. O título, as qualificações, os autores, deverão ser incluídos logo após seu nome, pois, serviram para sua autoridade no assunto;
Título e subtítulo: o título e o subtítulo em um livro ou folheto, deverão ser diferenciados tipograficamente. Os vários volumes de uma obra deverão ser constituídos de um título geral. Além deste título, cada um dos volumes poderá ter um título específico;
Indicações de uma edição ou reimpressão: toda edição deverá ser apresentada, seguida, quando for o caso, de uma indicação de reimpressão e acréscimos;
Numeração do volume: toda a numeração do volume deverá ser apresentada em algarismos arábico;
Local: é o local ou locais onde a publicação foi realizada e deverá ser apresentado na folha de rosto;
Editora: são os nomes das editoras inseridos, após os locais, precedendo o ano de uma publicação;
Data de publicação: o ano de publicação, segundo o calendário universal gregoriano, deve ser apresentado em algarismos arábicos.
Verso da NBR 6029
Os elementos contidos no verso da folha de rosto de um livro
ou folheto, deverão ser apresentados após impressão da seguinte forma:
Direito de
reprodução do livro: o direito de reprodução de uma obra ou folheto deverão
ser registrados com a autorização de uma reprodução do conteúdo referente a
publicação. Ou seja, os direitos de publicação deverão ser apresentados na obra
e toda reprodução da obra só deverá ocorrer se for autorizado pelo autor ou
editora.
Exemplo:
“Qualquer parte desta publicação pode ser reproduzida, desde que
citada a fonte.”
“Todos os direitos desta edição reservados à Editora Esmeralda
Ltda.”
“Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida por qualquer
meio, sem a prévia autorização deste órgão/entidade.”
Título original: o título de um livro ou folheto deverão ser apresentados na língua original em que foram escritos, e caso a obra ou folheto se trata de uma tradução, ainda assim o título original deverá ser mencionado;
Outros suportes disponíveis: outros suportes disponíveis deverão ser informados e registrados caso houver tais informações;
Exemplo de outros suportes disponíveis:
Obra também disponível em: CD-ROM
Dados internacionais de catalogação-na-publicação CIP: esses dados devem ser elaborados de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano;
Créditos: todos os elementos que irão compor os créditos descritos logo a seguir devem estar à disposição na obra conforme a organização da impressão feita pela editora. Nomes, endereços, editoriais, endereço eletrônico, créditos institucionais, comissão técnica, científica ou editorial, créditos técnicos (normalização, gráfica, revisão, copidesque, formatação, diagramação, ilustrações, capa, dentre outros), órgãos de fomento e quaisquer outras informações.
As normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) são um conjunto de normas específicas que buscam os princípios gerais para a elaboração e apresentação de um trabalho acadêmico, como dissertação, monografia, TCC, artigo científico, um relatório técnico, científico, dentre outros. A aplicação das normas ocorre de forma oportuna, onde os documentos estão sujeitos as determinações encontradas neste conjunto de regras. Entre as diferentes normas, hoje vamos falar sobre a NBR 10719.
Neste post, vamos falar sobre a ABNT NBR 10719 e o que você precisa saber para formatar de forma correta com base nesta regra da ABNT. Veja para que ela é utilizada e como prezar por essa norma quando sua utilização é cobrada. Veja tudo isso a seguir!
Esta norma técnica é referente a elaboração e formatação de
relatórios técnicos e/ou científicos. De acordo com essa NBR, um relatório
técnico ou científico é um documento muito importante com a capacidade de
descrever formalmente o progresso ou resultado de uma pesquisa no âmbito
científico ou técnico. Mas, a NBR 10719 não funciona sozinha, e depende de
outras normas para a elaboração de um relatório técnico
ou científico. Dentre as normas, você encontra as seguintes NBRs atreladas:
NBR 6023, responsável pelas especificações das referências no processo de elaboração do documento;
NBR 6024, que cuida da numeração progressiva das seções em determinado documento escrito;
NBR 6027, responsável por especificações do sumário em um documento;
A estrutura de um relatório seguindo as especificações da NBR
10719 atrelada as demais NBRs já citadas, é dividida em duas partes:
externa e interna.
Na parte externa do relatório temos: a capa (opcional) e lombada (opcional).
Em seguida, temos a parte interna do relatório, com elementos pré-textuais, como:folha de rosto (obrigatório), errata (opcional), agradecimento (opcional), resumo na língua vernácula (obrigatório), lista de ilustrações (opcional), lista de tabelas (opcional), lista de abreviaturas e siglas (opcional), lista de símbolos (opcional) e sumário (obrigatório).
No desenvolvimento do relatório, temos os elementos textuais, como: introdução (obrigatório), desenvolvimento (obrigatório) e considerações finais (obrigatório), que também fazem parte da estrutura interna do relatório.
Por fim, temos os elementos pós-textuais, também inclusos na parte interna desta estrutura, sendo eles: referência (obrigatório), glossário (opcional), apêndice (opcional), anexo (opcional), índice (opcional), formulário de identificação (opcional).
Anverso de um relatório NBR 10719
Os elementos desta sequência devem ser apresentados na seguinte ordem de ocorrência:
Nome do órgão ou entidade especificados de forma correta. Será o nome do órgão ou entidade solicitante do relatório;
Título do programa, projeto ou plano que este relatório faz menção;
Título do relatório, sendo um título principal e um título específico para cada volume;
Subtítulo do relatório, caso exista, deverá ser precedido por dois pontos (:), de forma a apontar sempre sua subordinação ao título do relatório, seja ao título principal ou aos títulos específicos em cada volume.
Número do volume, caso exista mais de um volume, deverá aparecer em cada folha de rosto com as especificações de cada volume apresentadas em algarismos arábico;
Código de identificação, caso ele exista, deverá ser formado pela sigla da instituição, pela indicação de categoria, pela indicação de assunto, e pelo número sequencial do relatório na série;
Classificação de segurança, é determinada por órgãos públicos e privados responsável por desenvolver uma pesquisa considerada sigilosa ou não. São esses órgãos que deverão informar a classificação mais adequada de segurança de acordo com a legislação vigente sobre o assunto;
Nome do autor, podendo ser o nome da própria instituição que solicitou o relatório. Se esse for o caso, então suprime-se o nome da instituição solicitante do relatório do campo de autoria;
Local onde a instituição responsável pelo relatório se encontra. Em caso onde há cidades homônima, é recomendado acrescentar a sigla de unidade federativa;
Data de publicação de acordo com o calendário gregoriano e apresentados em algarismos arábicos.
Verso de um relatório NBR 10719
Os elementos do verso deverão seguir da seguinte forma:
Equipe técnica, sendo esse um elemento opcional, irá
indicar a comissão responsável pelo estudo, os colaboradores, e toda a
coordenação geral entre outros. O título com a qualificação e função do autor
deverão ser incluídos, pois, irão indicar sua autoridade no assunto.
Dados internacionais de catalogação, realizados na
publicação, sendo um elemento opcional, também deverá conter os dados
específicos da catalogação-na-publicação, de acordo como o sistema de Código de
Catalogação Anglo-Americano em vigor. As informações contendo dados
internacionais de catalogação-na-publicação deverão ser apresentados de forma
obrigatória, caso não seja utilizado o formulário de identificação.
A errata é um elemento opcional, mas quando utilizada, deve
ser incluída junto a folha de rosto, constituída pela referência da publicação,
além do texto da errata. Uma errata de relatório NBR 10719 deverá ser
apresentada em papel avulso, podendo ser papel encartado. Essa folha deverá ser
acrescida ao relatório assim que impresso.
Exemplo de Errata:
Uller,
Reinaldo; Gouveia, Oswaldo. Coordenação de estudos sobre os elementos
corrosivos gerados pela produção e utilização do ácido sulfúrico: relatório
parcial elaborado em 16 de agosto de 2009. São Paulo: FTI, 1982
Folha
Linha
Onde se lê
Leia-se
32
3
Publicação
Publicação
Agradecimentos
Um elemento opcional, os agradecimentos deverão ser
apresentado após a errata caso ele seja utilizado.
Resumo em língua vernácula
Esse é um elemento obrigatório, e deverá ser utilizado no
relatório conforme os parâmetros da NBR 6028.
Lista de ilustrações
Sendo este também um elemento opcional, os elementos
ilustrativos deverão ser listados conforme a ordem lançada na obra. Cada item
deverá ser designado por seu nome específico, com o respectivo número da página
ou folha. Se necessário, recomenda-se listar todos os tipos de ilustrações,
sejam elas desenhos, fotografias, esquema, fluxograma, planta, organograma,
mapa, dentre outros.
Lista de abreviaturas e siglas
A lista com as abreviaturas é um elemento opcional em um relatório NBR 10719, mas se utilizada, deverá fazer uma indicação das siglas e abreviaturas em ordem alfabética que foram utilizadas no relatório, e que deverão ser seguidas de outras palavras grafadas por extenso apontando o significado de tal sigla ou abreviatura.
As Normas ABNT são as regras determinadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas para elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos. Cada uma dessas regras é chamada de NBR, e cada uma delas possui um número em específico, como é o caso da NBR 15287. Pré Projeto TCC: modelo pronto, sugestões e dicas de elaboração
Quer saber o que é e para que serve a NBR 15287? Então confira neste post tudo sobre essa norma, como usá-la e o que ela orienta em relação a elaboração de trabalhos acadêmicos. Veja tudo isso a seguir!
A NBR 15287 é uma das normas que compõem as Normas ABNT. Ela é responsável por determinar todas as regras de elaboração e formatação do projeto de pesquisa. Nela, são incluídas informações sobre elementos obrigatórios, estrutura, elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, instruções para impressão, formatação geral, entre outras informações.
Para que serve a NBR 15287?
Se a NBR 15287 determina todas as regras para elaboração de
projeto de pesquisa, isso significa que ela serve para instruir e padronizar
todos os projetos de pesquisa de acordo com as normas determinadas pela ABNT.
A finalidade de uma norma é sempre instruir o autor do
trabalho em relação aos elementos obrigatórios, estrutura e formatação do
trabalho, que nesse caso trata-se de um projeto de pesquisa. Sendo assim,
podemos resumir dizendo que a NBR 15287 serve para especificar como o projeto
de pesquisa deve ser elaborado segundo a ABNT.
O que é projeto de pesquisa?
Um projeto de pesquisa é a definição de um método em relação
a uma pesquisa em específico. Trata-se de um trabalho acadêmico cobrado por
diversas instituições de ensino que tem como objetivo pesquisar um determinado
tema. Há vários tipos de pesquisa, falar sobre os diferentes tipos não é o foco
deste artigo.
O que você precisa saber é que um projeto de pesquisa é um
importante trabalho acadêmico que tem como principal objetivo “descobrir,
pesquisar e inovar” de forma científica. Com isso, o projeto de pesquisa
pode proporcionar descobertas, pesquisas, inovações e soluções de problemas comuns
para a sociedade.
Ou seja, o projeto de pesquisa tem grande importância quando
com o objetivo de ajudar a sociedade. Para elaborar um projeto de pesquisa é
necessário definir os seguintes itens:
Tema: embora pareça simples, a escolha do tema nem sempre é algo fácil. É preciso escolher um tema de impacto, que tenha relevância para a sociedade e que apresente problemas que precisam ser solucionados.
Problematização: é a questão principal por de trás do projeto de pesquisa. Sem problematização, não há por que elaborar uma pesquisa. É através da definição de um problema que toda a pesquisa é baseada.
Justificativa: a razão pela qual uma pesquisa é iniciada determina a justificativa do projeto de pesquisa. Neste item é preciso justificar a elaboração do projeto de pesquisa.
Objetivos: sabendo da razão, você poderá definir neste item o objetivo da elaboração do projeto de pesquisa. O que você pretende obter com essa pesquisa? Isso deve ser informado em objetivos.
Hipóteses: toda pesquisa é baseada em hipóteses iniciais. É através dessas hipóteses que o pesquisador inicia o estudo. Nem sempre as hipóteses são confirmadas no final do projeto e confirmá-las nem sempre é o objetivo.
Fundamentação teórica ou revisão literária: neste item, é preciso definir a metodologia utilizada para a pesquisa, se é uma fundamentação teórica ou se é uma revisão literária, além de outros pontos essenciais do projeto de pesquisa.
Estrutura de um projeto de pesquisa
Um projeto de pesquisa deve ter, como todos os trabalhos
acadêmicos, elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Além desses
elementos, a NBR 15287 determina que os projetos de pesquisa tenham outros
elementos tidos como obrigatórios. Veja a seguir a estrutura completa de um
projeto de pesquisa e os elementos envolvidos nessa estrutura:
Regras gerais para formatação de projeto de
pesquisa
A NBR 15287 determina várias regras para elaboração e formatação de projetos de pesquisa. Entre as regras gerais estão instruções para espaçamento, formato para impressão, paginação, notas de rodapé, títulos, citações, siglas, e muito mais. Veja a seguir como é feito a formatação segundo a NBR 15287.
Formato para impressão
Textos devem ser digitados em cor preta;
Ilustrações podem ser coloridas;
Papel para impressão deve ser branco ou reciclado;
Tamanho da impressão deve ser A4 (21 cm x 29,7 cm);
Cada elemento pré-textual deve ser iniciado no anverso;
Elementos pós-textuais podem ser digitados no anverso e verso;
A elaboração do trabalho de conclusão de curso conta com diversas regras e parâmetros que devem ser seguidos para padronizar as informações fornecidas ao longo do documento. Como exemplo de regra, a citação direta longa apresenta várias características que são definidas pela ABNT através de normas. Essas normas vão desde a estrutura da citação onde é incluído informações sobre o autor, até mesmo a formatação utilizada para o trecho.
Neste post, falaremos todos os detalhes de como é feito a citação direta longa em um TCC, considerando as normas ABNT e todas as regras utilizadas para esse tipo de elemento. Além disso, ensinaremos a fazer a citação direta longa através de dicas e vários exemplos. Confira tudo isso a seguir e muito mais. Citação Direta TCC: veja as normas ABNT, como fazer, exemplo e sugestões
Normas ABNT para citação direta longa
As normas ABNT são um conjunto de regras instituídas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas para a elaboração de trabalhos acadêmicos. Essas regras determinam por meio de padrões a formatação e a estrutura de todo o trabalho acadêmico, definindo desde a capa até as referências bibliográficas. Nesse contexto, as citações que aparecem dentro do TCC também precisam ser inseridas de acordo com as normas em questão.
No caso das normas ABNT, a citação direta longa deve conter mais de 3 linhas considerando uma formatação com tamanho de fonte 12 e alinhamento justificado. Se a citação se enquadrar nessas características, ela deve receber a formatação específica para citação direta longa como determinam as normas ABNT.
Lembrando que essas regras são aplicadas apenas se a instituição exigir que o estudante aplique as normas ABNT em seu TCC. Sendo assim, é fundamental que você leia antes de qualquer coisa o manual de instruções do seu trabalho de conclusão de curso. Se a instituição solicita as normas ABNT para formatação do trabalho, então você deve prosseguir com as instruções que passaremos a seguir. Pré Projeto TCC: modelo pronto, sugestões e dicas de elaboração
Como inserir citação direta longa em TCC
Para que uma citação seja caracterizada como “direta longa”, ela deve corresponder aos parâmetros que mencionamos anteriormente. Nesse caso, a citação deverá ser mencionada no TCC juntamente com o sobrenome do autor, o ano de publicação e a página de onde foi retirada a citação. Além disso, a citação direta longa segue um padrão de formatação específico que deve ser feito no trabalho de conclusão de curso. Como fazer Referencial Teórico: veja nossas dicas e exemplos práticos
A citação direta longa é inserida no trabalho através de um “bloco” separado do restante do texto, como se fosse um parágrafo de destaque. Nesse bloco, as normas ABNT determinam que o espaçamento seja simples e que o tamanho da fonte utilizada seja 10. Além disso, o texto deve apresentar recuo de margem de 4 cm. Outro detalhe muito importante é que a citação direta longa não deve apresentar aspas. Veja a seguir um exemplo de como a citação direta longa deve ser inserida no TCC:
Exemplo prático
Neste contexto, ASSIS (1899) disse em Dom Casmurro:
José Dias amava os superlativos. Era um modo de dar feição monumental às idéias; não as havendo, servia a prolongar as frases. Levantou-se para ir buscar o gamão, que estava no interior da casa. Cosi-me muito à parede, e vi-o passar com as suas calças brancas engomadas, presilhas, rodaque e gravata de mola. Foi dos últimos que usaram presilhas no Rio de Janeiro, e talvez neste mundo. Trazia as calças curtas para que lhe ficassem bem esticadas. (p. 5).
No exemplo acima podemos observar que o sobrenome “ASSIS” é uma referência ao autor “Machado de Assis” que é o responsável pela obra “Dom Casmurro”. Ao mencionar o nome do autor dessa forma, as normas ABNT determinam que o ano de publicação da citação direta longa apareça em seguida.
A citação em si que mostramos no exemplo está na formatação exigida pela ABNT, onde o espaçamento das linhas deve ser simples, alinhamento justificado e tamanho da fonte menor que os demais textos do trabalho. No final, podemos ainda observar o número da página que corresponde a citação obtida no livro mencionado.
Essa é uma forma de realizar a citação direta longa em um TCC. Há ainda uma outra variação, que se aplica apenas a forma como o nome do autor aparece na citação. Nesse caso, vamos a mais um exemplo de como realizar essa formatação:
Esse é um exemplo clássico de obra do Realismo:
José Dias amava os superlativos. Era um modo de dar feição monumental às ideias; não as havendo, servia a prolongar as frases. Levantou-se para ir buscar o gamão, que estava no interior da casa. Cosi-me muito à parede, e vi-o passar com as suas calças brancas engomadas, presilhas, rodaque e gravata de mola. Foi dos últimos que usaram presilhas no Rio de Janeiro, e talvez neste mundo. Trazia as calças curtas para que lhe ficassem bem esticadas. (ASSIS, 1899, p. 5).
Neste outro exemplo, podemos observar que o sobrenome do autor, ano de publicação do livro e número da página aparecem ao final da citação direta longa. Esta é a segunda forma de inserir uma citação direta longa em um TCC de acordo com as normas ABNT. Fundamentação Teórica: como fazer, o que é, dicas e sugestões para o seu TCC
Segundo Perelman e Olbrechts-Tyteca, para argumentar:
[…] é preciso ter apreço pela adesão do interlocutor, pelo seu consentimento, pela sua participação mental […]. Quem não se incomoda com um contato assim com os outros será julgado arrogante, pouco simpático, ao contrário daqueles que, seja qual for a importância de suas funções, não hesitam em assinalar por seus discursos ao público o valor que dão à sua apreciação. (2000, p. 18).
Para argumentar:
[…] é preciso ter apreço pela adesão do interlocutor, pelo seu consentimento, pela sua participação mental […]. Quem não se incomoda com um contato assim com os outros será julgado arrogante, pouco simpático, ao contrário daqueles que, seja qual for a importância de suas funções, não hesitam em assinalar por seus discursos ao público o valor que dão à sua apreciação. (PERELMAN; OLBRECHST-TYTECA, 2000, p. 18).
Ninguém melhor que Alves (2003, p. 71) para mostrar a relevância da fruição:
As palavras também podem ser objetos de fruição, se nos ligamos a elas pela mesma razão que nos ligamos a um pôr-do-sol, a uma sonata, a um fruto: pelo puro prazer que nelas mora. Brinquedos, fins em si mesmas, palavras que não são para ser entendidas, são comida para ser comida: o caminho da poesia.
Placco (2002) destaca que a dicotomia no trabalho do coordenador pedagógico e do orientador educacional dentro da escola foi forjada historicamente e precisa ser superada por uma unicidade de ações voltadas à formação do aluno. A esse respeito ela destaca:
Experiências pedagógicas ocorreram, em vários momentos da história recente da educação brasileira, no enfrentamento dessa esdrúxula divisão dentro da escola. Essas experiências pedagógicas e as práticas delas decorrentes foram forjando propostas e saídas que deveriam culminar na proposição de um trabalho diferenciado dos profissionais de educação – docentes e não-docentes. No cotidiano da escola, de forma coletiva e integrada, deveriam procurar enfrentar as dicotomias impostas a um processo que é uno: a orientação e construção da prática escolar, docente e não-docente, voltada á formação do aluno (PLACCO, 2002, p. 96).
Elementos obrigatórios na citação direta longa
Em todas as citações desse tipo é importante mencionar o sobrenome do autor, o ano de publicação do item que está sendo mencionado e a página de onde o trecho citado foi retirado. Esses são itens obrigatórios que devem ser mencionados de acordo com as normas ABNT. Como já vimos anteriormente, há duas opções ao fazer essa menção, você poderá mencionar antes da citação ou ao final da citação direta longa.
Dicas para inserir citação direta longa no TCC
A principal dica para não errar na hora de inserir uma citação direta longa em seu trabalho de conclusão de curso é prestar bastante atenção a formatação exigida. No entanto, essa não é a única dica que você deve se atentar. É muito importante que você também verifique se as informações mencionadas nas citações estão corretas. Não adianta nada mencionar um trecho em seu TCC para fortalecer o raciocínio sobre um determinado ponto se esse trecho apresenta erros. Além disso, você deve se atentar para fornecer apenas informações verdadeiras.
Descubra o que não pode faltar em um TCC a partir das Normas ABNT 2018.
O que é e como fazer um TCC
Após alguns anos de estudo a grande satisfação por concluir um curso e alcançar a tão sonhada formação, tudo pode ser ofuscado pelo assombroso Trabalho de Conclusão de Curso.
O desafio é ainda maior pelo fato de que as instituições de ensino superior exigem a mesma formatação de TCC que a Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibiliza em diversas normas.
Mas se você precisa saber como fazer um TCC, não precisa se desesperar, neste artigo irei apresentar as melhores dicas para um TCC nota 10 e explicar tudo o que você precisa saber para produzir um excelente Trabalho de Conclusão de Curso.
As normas ABNT 2018
As normas ABNT voltadas para a elaboração de trabalhos científicos estão divididas em algumas NBR’s. O fato de não existir um arquivo de fácil acesso compilando todas elas faz com que a interpretação e aplicação se tornem um pouco difícil.
As NBR’s mais comuns para o trabalho científico são:
NBR 6027 (2012) – Sumário
NRB 6024 (2012) – Numeração e estrutura sequencial
NBR 14724 (2011) – Estrutura de trabalhos acadêmicos
NBR 12225 (2004) – Informação (título) e documentação
NBR 6034 (2004) – índice
NBR 6028 (2003) – Resumo
NBR 10520 (2002) – Citação
NBR 6023 (2002) – Referências
Como pode-se notar, são regras que combinadas determinam a elaboração de um trabalho científico, podendo ser encontradas as diretrizes fundamentais para a elaboração intelectual e formatação de TCC.
A partir destas normas, resumimos as partes do TCC conforme se vê a seguir.
A estrutura de um TCC
Depois de produzir alguns trabalhos científicos, algo que fica claro é que a formatação de TCC não é difícil, apenas trabalhosa. Não é necessário ter um grande conhecimento, mas simplesmente ser atencioso e saber interpretar e executar as normas.
Antes de formatar é importante ter todo o conteúdo intelectual produzido, assim evitar-se-á novas formatações por alterações decorrentes de solicitações do orientador ou revisões dos próprios autores.
A formatação de TCC pode ser dividida em três partes:
Parte 1
Pré-textual
Parte 2
Textual
Parte 3
Pós-textual
Em cada uma destas partes existem os elementos que compõem toda estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso, alguns opcionais e outros compõem o que não pode faltar em um TCC.
PARTE 1 – Elementos Pré-textuais
Os elementos pré-textuais são: Capa, Folha de Rosto, Errata, Folha de Aprovação, Dedicatória, Agradecimentos, Epígrafe e Resumo.
É importante destacar que esta parte não integra a produção intelectual, cumprindo meramente um protocolo de formatação de TCC.
Não deve ser vista como uma parte menos importante, mas como uma que cumpre finalidades de formalidades, como é o caso do agradecimento que não carrega em seu teor um conteúdo acadêmico, mas faz valer a honra em homenagem prestada aos que ajudaram no processo de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
Você já ouviu a expressão “não julgue um livro pela capa”? Pois bem, é exatamente para isso que ela serve em um trabalho acadêmico.
A capa tem a finalidade de apresentar aos leitores uma primeira ideia sobre o assunto. É o primeiro filtro de interesse para quem está consultando sobre o mesmo assunto e se depara com o referido trabalho.
A orientação sobre a elaboração da capa está no item 4.1.1 da NBR 14724/2011, na ordem que simplificamos a seguir:
Elemento
Explicação
a) nome da instituição
Este elemento é opcional
b) nome do autor
Elemento obrigatório para identificação
c) título:
Elemento obrigatório que deve ser claro e preciso, com o objetivo de facilitação para consultas.
d) subtítulo
Elemento opcional, porém se houver, deve vir depois de dois pontos.
e) número do volume:
Elemento obrigatório apenas se houver mais de um trabalho ou denotar continuidade.
f) local (cidade) da instituição
Elemento obrigatório, bem como também é obrigatória a sigla da unidade da federação no caso de existirem mais de uma cidade com o mesmo nome.
g) Ano da entrega
Elemento obrigatório
Folha de rosto
A orientação sobre a elaboração da folha de rosto está no item 4.2.1.1 da NBR 14724/2011 e pouca coisa se difere da capa.
A parte mais importante é a natureza da produção acadêmica que deve conter o “tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição a que é submetido; área de concentração”. (Extraído da alínea e do item 4.2.1.1.1).
A folha de rosto também possui o verso, onde deve constar a ficha catalográfica conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.
Não é necessariamente um elemento que configura o que não pode faltar em um TCC, sendo apenas necessário nos casos de correções exigidas pela banca, pelo professor orientador ou ainda que forem consideradas necessárias pelo autor do Trabalho de Conclusão de Curso.
Deve ser elaborada em folha separada e informar a qual trecho do trabalho se refere, como o exemplo a seguir:
Folha
Linha
Onde se lê
Leia-se
15
12
senão
se não
Como você pôde perceber, a errata serve para fazer as alterações com a finalidade de corrigir erros simples, principalmente de grafia, mas pode ser de terminologia técnica também.
Serve para uso da banca examinadora após a aprovação do trabalho. Basicamente é composta pelo nome do autor, título com subtítulo, natureza do trabalho, data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos componentes e instituição da banca.
Dedicatória e agradecimentos
Embora sejam elementos opcionais na formatação de TCC segundo os itens 4.2.1.5 e 4.2.1.6 da NBR 14724/2011, sempre é a parte que dificilmente se esquece de fazer.
Na dedicatória, como o próprio nome já diz, dedica-se toda a realização do trabalho às pessoas escolhidas pelo autor. Nos agradecimentos o mesmo ocorre, porém obviamente em tom de gratidão.
Ambas são de escrita livre e servem para eternizar as pessoas com quem o autor deseja dividir o crédito pela conquista ou reconhecer a participação e colaboração.
epígrafe
É um elemento opcional regulamentado pela NBR 10520 da ABNT.
Na página separada para a elaboração da epígrafe, logo após os agradecimentos, deve constar uma frase na parte inferior da lauda, sendo uma citação de prestígio.
O fato de não ser opcional não tira o brilho deste elemento e o enriquecimento do trabalho. Para fazer uma boa epígrafe, deve-se escolher a frase que melhor representa o conteúdo, o sentimento e a realização que o trabalho representa.
Resumo
O resumo é a porta de entrada para o TCC, se a capa é o primeiro filtro, o resumo é o segundo, pois apresenta uma síntese do assunto e a sua importância.
A padronização quanto a sua elaboração, bem como os parâmetros e as diretrizes estão na NBR 6028 de 2003 e nos itens 4.2.1.7 e 4.2.1.8 da NBR 14724 de 2011.
PARTE 2 – Elementos textuais
Vamos considerar que o TCC é uma casa disponível para venda. A primeira parte onde estão os elementos pré-textuais é o jardim e a fachada.
É extremamente importante que sejam apresentáveis, caso contrário as pessoas não terão vontade de avançar para o interior do imóvel.
O problema é que após o primeiro encanto, já dentro da nossa hipotética residência, os compradores começam a encontrar pequenos defeitos, tais como uma distribuição de cômodos ruim, goteiras e rachaduras.
Não é difícil, nesta comparação, identificar esses vendedores como os leitores de um TCC. Após o primeiro encanto com os elementos pré-textuais, chamativos e emocionantes porque a sua essência é essa, a leitura se mostra decepcionante em grande parte dos casos.
Deve-se considerar princípios como linearidade, coesão, coerência, ortografia, regência etc. para uma escrita clara e eficiente.
A estrutura padrão de um texto
Todos sabemos que qualquer texto é dividido em três partes, a saber: introdução, desenvolvimento e conclusão. O TCC segue a mesma regra, porém existe um rigoroso protocolo para elaborar cada uma dessas partes.
“O texto é composto de uma parte introdutória, que apresenta os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração; o desenvolvimento, que detalha a pesquisa ou estudo realizado; e uma parte conclusiva”. (ABNT NBR 14724 de 2011, item 4.2.2)
Fique por dentro e entenda o que não pode faltar em um TCC.
A introdução deve primeiramente apresentar o tema do trabalho de forma mais ampla. É importante lembrar que é uma parte importante para ganhar a credibilidade do leitor.
É comum a contextualização do assunto e do campo de estudo, bem como afunilar para uma abordagem do tema de forma bem restrita.
Após apresentar o tema e o seu contexto, é importante delimitar o assunto do tema, de modo que o mesmo seja apresentado como importante.
É importante lembrar que quanto maior o campo de estudo, maior será a probabilidade de um trabalho extremamente extenso e cheio de rodeios inconclusivos.
Delimitar o assunto não é torná-lo mais fácil, e sim mais profundo. É importante deixar claro que o trabalho vale a pena ser lido, o que nos leva para outro ponto.
Por que vender o carro?
Um dia quando cheguei em casa, propus à minha esposa que trocássemos o carro. Ela reagiu com forte resistência e disse que não era a hora certa.
Eu tive duas opções, insistir na ideia até se tornar uma briga muito séria ou me retirar para refletir sobre qual estratégia seria adequada para conseguir trocar de carro.
No dia seguinte cheguei em casa forçando uma expressão de desconforto e quando ela percebeu e perguntou o que havia ocorrido, eu disse que o carro estava trazendo gastos exorbitantes.
Após mostrar os investimentos necessários para que o nosso veículo pudesse continuar em circulação, concluímos juntos que seria melhor trocar de carro.
O que aprendi com isso? Às vezes, para converter alguém para o meu ponto de vista, basta mostrar os problemas.
Por um TCC tem como objetivo responder a uma ou mais perguntas ou ainda discutir um problema. Aqui não se apresenta a resposta ainda, pois será o resultado da pesquisa.
Após apresentar perguntas e/ou problema, deve-se elencar os objetivos, que são o geral e os específicos.
Objetivo geral deve ter uma abordagem panorâmica, estar resumido em um curto parágrafo mostrando qual a finalidade da escrita. Os objetivos específicos são aspectos do objetivo geral desenvolvidos em tópicos com uma frase curta em cada, sempre iniciando com verbos no infinitivo.
A Metodologia e a fundamentação teórica
Antes de começar a falar sobre a Metodologia e a fundamentação teórica, é importante lembrar que cada TCC segue um rumo de acordo com os aspectos do assunto a ser desenvolvido, as exigências da instituição de ensino e o caminho de escrita definido pelo orientador e pelo autor.
Dizer que é a apresentação do método de pesquisa já seria o suficiente para uma compreensão genérica. Basicamente, por ser uma pesquisa, é importante que sejam apresentados os instrumentos utilizados para a captação das informações, bem como também as fontes.
Para pesquisas acadêmicas, é importante informar quais os autores e obras foram utilizados para a definição da linha de pesquisa. Isso significa que em um TCC, não se apresenta opinião própria, tudo precisa estar fundamentado.
Desenvolvimento
Após ter avançado pelos elementos pré-textuais e compreendido os textuais, você deve estar se perguntando se isso não tem fim. Calma, estamos acabando.
O desenvolvimento é a parte crucial do trabalho onde o assunto será abordado com detalhamentos, sendo portanto a parte de maior importância do TCC, o objetivo dele ser escrito. É, por isso, também a parte que inter-relaciona todas as demais.
É a parte em que se escreve com certa liberdade, mas não confunda as coisas. É fundamental, por exemplo, que tenha sentido com o tema escolhido e desenvolva bem o que foi apresentado no resumo.
O referencial teórico deve ser utilizado, comprovando e corroborando os autores e obras citadas. Também é fundamental que a metodologia esteja explícita em cada etapa e constatação.
Falando em constatação, lembre-se que nesta etapa você deve apresentar base para responder às perguntas da introdução. Os objetivos também devem estar presentes, inclusive os específicos podem representar tópicos aqui.
Enfim, fica clara a importância do desenvolvimento para desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curso.
Conclusão
Como o próprio nome nos esclarece, é a finalização do trabalho, pelo menos com relação aos elementos textuais. É importante apresentar os resultados da pesquisa obtidos pelos meios explicados na metodologia.
A preocupação da conclusão é apresentar as respostas às perguntas feitas na introdução e responder com constatações se os objetivos foram alcançados.
Ainda é importante que a conclusão apresente uma proposta para a solução do problema apresentado na introdução e as considerações finais do autor.
Lembre-se, um TCC sem conclusão é um trabalho que não leva a lugar algum!
PARTE 3 – Elementos Pós-textuais
Os Elementos pós-textuais de um Trabalho de Conclusão de Curso são aqueles que ficam no final da ordem da formatação de tcc, porém possuem grande importância.
De onde você tirou isso?
Após a explicação deste post sobre fundamentação teórica, fica claro que para desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curso, todas as informações devem ser comprovadamente fundamentadas.
Os elementos pós-textuais explicam de onde as informações foram retiradas, dando credibilidade à produção em questão.
Referências
É uma lista das obras utilizadas no trabalho. Todas devem estar citadas no TCC. É talvez o item com maior número de especificações para tanto existe uma norma somente para os padrões das citações (NBR 6023/2002).
As referências são obrigatórias em qualquer trabalho acadêmico e servem para apresentar as informações de catalogação das obras, sites, artigos etc. utilizados no trabalho.
Possui basicamente as informações de nome do autor ou autores, nome da obra, número da edição, editora e ano da publicação. Isso pode variar conforme o tipo de citação. As entradas devem ser feitas em ordem alfabética.
Quando em um trabalho há a necessidade de apresentar documentos, fotos, gráficos ou quaisquer itens que não forem inseridos no corpo do texto, serão colocados como anexos com a finalidade de comprovar, fundamentar, ilustrar ou demonstrar algo.
Não é obrigatório, mas é extremamente útil para inserir arquivos que fogem da formatação comum dos parágrafos, por exemplo.
Glossário
O glossário, item opcional assim como o anexo, é a seleção da terminologia específica do assunto produzido. Como os termos podem assumir conceitos diferentes em cada linha de pesquisa, a sua utilidade é comprovada por colaborar com a interpretação do leitor.
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Independente da norma utilizada para formatação, é preciso
entender os detalhes de como ela funciona para poder ter um trabalho completo e
formatado conforme as exigências da instituição. A formatação APA é um estilo
bastante utilizado no mundo e no Brasil, então, se você precisa formatar
seguindo esse estilo, veja a seguir tudo que você precisa saber sobre a APA.
O que é APA?
A formatação APA é um conjunto de regras de estilo e
formatação de trabalhos acadêmicos. Ela é usada principalmente por autores de
artigos de periódicos, porém, pode ser aplicada a TCC, dissertação, tese,
artigo científico, entre outros tipos de trabalhos.
As normas APA surgiram através da publicação do Manual APA,
que é um guia de estilo da American Psychological Association. Atualmente, as
normas são utilizadas no mundo inteiro por diversas instituições de ensino,
entidades e revistas científicas, podendo em alguns casos ser utilizados
trechos ou toda a formatação no estilo APA.
O manual APA foi publicado pela primeira vez no ano de 1929.
Porém, após essa primeira edição, várias outras normas, regras e diretrizes
foram atualizadas para adequar às necessidades observadas nas formatações para
trabalhos acadêmicos, principalmente no meio científico. Dentre todas essas
atualizações, a última foi lançada em 2009, que é o padrão mais utilizado
atualmente.
Embora as normas APA determinem vários aspectos de
formatação, elas não estão totalmente relacionadas a estrutura do trabalho ou a
apresentação gráfica. A formatação APA se aplica principalmente as citações e
referências descrita em um projeto. Sendo assim, o mais utilizado é a estrutura
e formatação ABNT junto a APA. O mesmo ocorre com as Normas Vancouver.
Mesmo assim, a seguir falaremos sobre os itens obrigatórios na estrutura de diversos trabalhos acadêmicos entre outras informações sobre formatação que não estão diretamente relacionadas a formatação APA.
Considerando que a formatação APA não especifica os
elementos de um trabalho acadêmico e nem mesmo a estrutura, falaremos a seguir
quais são os elementos considerados obrigatórios de acordo com os diversos
tipos de trabalhos. Confira!
TCC, monografias, dissertações e teses
A elaboração desses tipos de trabalhos acadêmicos, é visto
como obrigatório e opcional a apresentação dos seguintes elementos na estrutura
do projeto:
Elementos pré-textuais:
Capa
Lombada (caso o trabalho seja encadernado)
Folha de rosto
Ficha catalográfica e composição institucional
Errata (opcional)
Folha de aprovação
Dedicatória (opcional)
Agradecimento (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumos
Palavras-chave
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de tabelas (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário.
Elementos textuais:
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão.
Elementos pós-textuais:
Referências bibliográficas
Glossário (opcional)
Apêndice (opcional)
Anexo (opcional)
Artigos científicos
Já no caso dos artigos científicos, todos os elementos que
iremos mencionar a seguir são obrigatórios e devem aparecer na respectiva
ordem:
Título do artigo
Nome do autor
Resumos
Introdução e método
Introdução
Método
Resultados
Discussão
Referências
Notas de rodapé
Apêndices
Regras para formatação
Considerando que as Normas APA se aplicam a formatação de
citação e de referências bibliográficas, detalharemos a seguir todas as regras
atribuídas a formatação desses dois elementos ao longo do trabalho acadêmico.
Citações em APA
O sistema utilizado para formatação através das Normas APA
para citações é o de autor-data. Ou seja, é informado o sobrenome do autor e o
ano de publicação do conteúdo mencionado. Veja a seguir vários exemplos e os
diferentes tipos de citações que existem:
Citação direta
Esse é o tipo de citação onde é copiado um trecho do
conteúdo original e acrescentado ao trabalho acadêmico. Nesses casos há duas
opções de formatação da citação direta, que varia conforme a quantidade de
palavras do conteúdo citado.
Se for menos de 40 palavras, as Normas APA determinam que a
citação seja feita entre aspas incorporada no corpo do texto. Agora, se a
citação apresentar mais de 40 palavras, é preciso criar um bloco separado do
corpo do texto. A citação deve ser incluída sem aspas com recuo de 1,25 cm da
margem esquerda em caso de apenas um parágrafo, caso exista mais de um
parágrafo, é aplicado mais um recuo de 1,25 cm no início de cada parágrafo.
A formatação da citação direta com mais de 40 palavras é
feita com espaçamento simples. No final da citação direta longa é preciso
informar a fonte citada e o número da página ou parágrafo entre parênteses após
o ponto final. Na citação com menos de 40 palavras, o nome da fonte pode ser
informado em qualquer parte do corpo do texto e número da página ou parágrafo
junto ao ano de publicação, e podem aparecer antes ou após a citação entre
parênteses. Veja alguns exemplos:
Citação direta curta
(menos de 40 palavras)
De acordo com Jean Jacques Rousseau (1743, p. 48),
“embora a memória e o raciocínio sejam duas faculdades essencialmente
diferentes, uma só se desenvolve completamente com a outra”.
Obs.: formatação
segue padrão do corpo do texto, mesma fonte e tamanho de fonte.
Citação direta longa
(mais de 40 palavras)
O indivíduo só poderá agir na
medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber
quais são suas origens e as condições de que depende. E não poderá sabê-la sem
ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada.
(Durkheim, 1850, p. 28).
Obs.: formatação
deve ser feita com fonte Times New Roman e tamanho 12.
Citação indireta
Diferente da citação anterior, esta menção no trabalho
acadêmico é feita com as próprias palavras do autor. Isso significa que o autor
apenas menciona outro conteúdo descrevendo-o com suas próprias palavras. Nesse
caso, é necessário citar o sobrenome do autor e ano de publicação. Veja um
exemplo:
Conforme Foucault (1934), há um equívoco sobre o que é novo.
Os acontecimentos em volta de um evento destacam a essência do que vem a ser
uma novidade.
Obs.: não é necessário incluir nenhum tipo de
formatação especial.
Citação da citação
Esse é o tipo de citação onde o autor não tem contato com a
obra original, por isso, a citação é extraída de fontes secundárias. Nesse caso
é necessário informar o autor da obra original, ano de publicação, acrescentar
a informação “como citado em” ou “as cited in” (em caso de
artigo em inglês), nome do autor que também fez a menção, ano e página de onde
foi extraída a citação. Veja um exemplo de como é feita essa citação:
Citação em português
O empreendedor cria valor ao organizar incertezas, criativamente reorganizando fatores de produção e oportunidades de Mercado. (Knight, 1921 como citado em Jones, 1992, p. 734).
Citação em inglês (original)
Although the proposed
categorizations contribute to an understanding of this
phenomenon, “a way of seeing is a way of not seeing” (Poggie, 1965 as cited in Van de Ven & Poole, 1995, p. 510).
As formatações nos dois casos irão variar dependendo se a citação é direta ou indireta. Além disso, é preciso considerar se a citação possui mais de 40 palavras ou menos que isso, no caso de citação direta.
*Fonte: PUCRS
Formatação da citação e referências
bibliográficas
A formatação de citações em APA varia de acordo com os tipos
de citações (direta, indireta citação da citação) e em relação às fontes
utilizadas para a citação. Isso significa que você precisa ficar atento a fonte
para poder informar corretamente a informação. Confira a seguir como é feita
cada uma das menções considerando o tipo de fonte:
Citação de trabalho com um autor
Deve ser informado o sobrenome do autor e o ano de
publicação. Exemplo: Foucault (1945)
ou (Foucault, 1945).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome. (Ano de publicação). Título da
obra. Local de publicação.
Citação de trabalho com dois autores
Deve ser informado o sobrenome dos dois autores e o ano de
publicação. Exemplo: White e Moody
(2005) ou (White e Moody, 2005).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome de cada um dos autores. (Ano de
publicação). Título da obra. Local de publicação.
Citação de trabalho de três a cinco autores
Deve ser informado o sobrenome de todos os autores e o ano
de publicação. Em citações subsequentes, é necessário informar apenas o
sobrenome do primeiro autor junto ao termo et al. e ano de publicação. Exemplo: White, Moody, Foucault, Jaques
e Buffett (1940) ou (White, Moody, Foucault, Jaques e Buffett, 1940).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome de cada um dos autores. (Ano de
publicação). Título da obra. Local de publicação.
Citação de trabalho com seis ou mais autores
Deve ser informado apenas o sobrenome do primeiro autor
seguido do termo et al. e ano de publicação. Exemplo: Moody (2016).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome de cada um dos autores. (Ano de
publicação). Título da obra. Local de publicação.
Citação de autor entidade
Deve ser informado o nome da instituição, associação,
corporação, órgão governamental, entre outros, na primeira citação, junto ao
nome abreviado e ano de publicação. Nas citações subsequentes é informado
apenas o nome abreviado e ano de publicação. Exemplo: Banco Central do Brasil [BACEN] (1998).
Referências
bibliográficas: Nome da entidade. (Ano de publicação). Título da obra. Data
e local de acesso à informação.
Citação sem autor
Deve ser informado o título do texto no local do autor junto
ao ano de publicação. Exemplo: Lei
n. 10.243 (2018) ou Constituição (1988).
Referências
bibliográficas: Título da Obra. (Ano de publicação). Data e local de acesso
à informação.
Citação de livros
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação). Título
da obra. Local de publicação: Editora.
Citação de periódicos, boletins e revistas
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título da obra. Nome da revista, página, volume ou capítulo.
Citação de periódico eletrônico
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título da obra. Nome do endereço eletrônico. Data e local do acesso à
informação.
Citação de artigo de revista
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título da obra. Nome da revista, página consultada, total de páginas.
Citação de tese e dissertação
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográfica: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título do trabalho. Tipo de documento, Nome da Instituição, Cidade de
publicação, Estado, País.
Formatação da página de referências
bibliográficas
Além de todos os nomes que devem ser mencionados e do padrão
específico para cada uma das citações, é importante que você considere algumas
informações sobre a formatação da página de referência bibliográficas
Espaçamento –
as referências bibliográficas devem ser listadas através de espaçamento
simples entre linhas com 12pt após cada parágrafo. É necessário acrescentar
deslocamento de 0,75 cm na segunda linha e aplicar alinhamento justificado em
toda a página de referências.
Abreviaturas –
usar as seguintes abreviaturas para compor as referências bibliográficas:
Capítulo – Cap.
Edição – ed.
Editor(es) – Ed. ou Eds.
Coordenador(es) – Coord. ou Coords.
Organizador(es) – Org. ou Orgs.
Sem data – n.d.
Página(s) – p. ou pp.
Volume(s) – Vol. ou Vols.
Número – Nº
Ordem das
referências: as referências devem ser feitas seguindo ordem alfabética
ascendente. A ordenação alfabética ascendente considera apenas o sobrenome do
primeiro autor, seguindo as demais letras iniciais dos primeiros nomes que
aparecem em cada uma das referências listadas. Além disso, se há mais de uma
citação do mesmo autor com obras diferentes, é considerado a ordem alfabética
ascendente de cada obra mencionada.
Lembrando que mesmo com as exigências das Normas APA, é
importante consultar as regras atribuídas pela instituição de ensino ou revista
acadêmica. Afinal, cada instituição ou entidade possui suas próprias regras,
mesmo que muitas delas sigam normas pré-definidas.
Então consulte o guia de formatação da sua
instituição e aplique os conceitos ensinados neste artigo de acordo com as
recomendações feitas por cada instituição.
A formatação ABNT é a mais solicitada no Brasil pelas instituições de ensino. Saber utilizá-la corretamente é fundamental para elaborar trabalhos acadêmicos do começo ao fim. Entre as diversas normas que compõem a ABNT, estão as regras para a utilização do recuo, que pode ser visto em vários momentos do trabalho acadêmico.
Quer saber quais são as regras para o recuo e as formatações relacionadas aos parágrafos, citações, referências, título, subtítulos e muito mais? Então acompanhe este post até o final e aprenda tudo sobre recuo utilizando as Normas ABNT.
Regras para utilização do Recuo
As Normas ABNT especificam o tamanho do recuo para diversos
elementos acrescentados no trabalho acadêmico. Cada um desses elementos possui
formatação e recuo diferente, é por isso que listamos todos estes elementos e
falaremos sobre cada um deles a seguir:
Contra capa
A contra capa, também chamada de folha de rosto, é um dos primeiros elementos do trabalho acadêmico que exige certa preocupação com a formatação. Neste elemento, há vários itens que são formatados de forma específica.
Em termos de recuo, a formatação varia entre centralizado e alinhado à direita com recuo de 7 cm. Veja a seguir os itens que aparecem na contra capa e como eles são alinhados na folha de rosto:
Nome do autor – centralizado;
Título principal – centralizado;
Subtítulo – centralizado;
Nota de apresentação – recuo de 7 cm à direita;
Nome do orientador – recuo de 7 cm à direita;
Local – centralizado;
Ano – centralizado.
Corpo do texto
O corpo do texto possui formatação para alinhamento em dois
importantes elementos: parágrafos do texto e citações diretas com mais de 3
linhas. Veja como é feito o recuo nesses dois casos:
Parágrafo – alinhamento à esquerda com recuo de 2 cm na primeira linha do parágrafo;
A página de referências bibliográficas não possui nenhum tipo de recuo específico para formatação. Porém, algumas pessoas costumam pesquisar por referências bibliográficas considerando o termo “citação”. Então, se você quer saber a formatação para fazer citação direta longa, nós já informamos no tópico anterior.
As citações diretas com mais de 3 linhas, ou 40 palavras, devem ser formatadas com recuo de 4 cm da margem do texto em um ou mais parágrafos separados do corpo do texto. A formatação nesse caso segue ainda com a fonte Times New Roman em tamanho 10.
Formatações utilizadas em trabalhos acadêmicos
Até o momento falamos apenas sobre recuo segundo as Normas
ABNT. Mas para formatar seu trabalho do começo ao fim, você terá que utilizar
vários tipos de formatações e é sobre isso que falaremos a seguir.
Papel para impressão
As Normas ABNT exigem um padrão específico para a impressão
do trabalho acadêmico. A formatação do trabalho acadêmico começa com as margens
da página de impressão. De acordo com as regras estabelecidas pela Associação
Brasileira de Normas Técnicas, é preciso manter uma distância de 3 cm da margem
superior, 2 cm da margem inferior, 3 cm da margem esquerda e 2 cm da margem
direita.
Essa formatação pode ser observada da seguinte forma:
exemplo recuo de página (margem)
Além da margem, a ABNT determina que o papel de impressão seja tamanho A4, que possui 21,0 cm x 29,7 cm.
Fonte e tamanho
O trabalho acadêmico pode ser elaborado utilizando dois tipos de fontes diferentes: Arial e Times New Roman. Porém, é importante considerar algumas variações na utilização da fonte. Se você utilizar Times New Roman em todo o trabalho, não tem com o que se preocupar. Agora, se você preferir utilizar Arial, em alguns momentos terá que usar Times New Roman.
Você pode usar Arial na capa, contra capa, em vários
elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Apenas nas citações direta
longas você deve mudar para a fonte Times New Roman. Caso já esteja utilizando
essa fonte em todo o trabalho, é só mantê-la ao fazer a citação.
Já o tamanho indicado irá variar dependendo dos elementos do trabalho. O corpo do texto exige tamanho 12, enquanto a citação direta longa é formatada em fonte 10. Além das variações determinadas pela própria ABNT, você deve conferir no guia de formatação fornecido pela instituição se há alguma regra específica para utilização de fonte e tamanho da fonte.
Quase todo o trabalho acadêmico deve ser formatado com espaçamento de 1,5. Essa regra vale para o corpo do texto e elementos que possam aparecer no trabalho do tipo pré, pós e textual. Só há algumas exceções que se aplicam as citações diretas longas, notas de rodapé, legendas e referências bibliográficas. Nesses casos, o espaçamento utilizado é o simples.
Formatar um trabalho inteiro é de fato cansativo. Porém, não
é nada assim tão difícil que você não possa fazer sozinho. Mas saiba, é preciso
dedicação e bastante paciência para chegar ao resultado pretendido. Por isso,
reunimos algumas dicas para te ajudar nesta etapa:
1. Conheça as normas
Não adianta nada começar a formatar se você não conhece as
Normas ABNT. Você não precisa estudá-las a fundo, mas ter um conhecimento
mínimo sobre elas é fundamental para iniciar a formatação.
Uma forma de conhecer as normas é através de PDFs da própria
Associação Brasileira de Normas Técnicas ou ainda por meio do guia de
formatação da sua instituição.
2. Não deixe para a última hora
A formatação é quase sempre uma das últimas etapas do
trabalho acadêmico. Porém, deixar para a última hora é um grande erro que deve
ser evitado. Se você sobrecarregar as tarefas ao final do trabalho, você poderá
não se dedicar completamente à formatação, o que poderá gerar problemas e
erros.
3. Peça ajuda
Se você tentou, mas não conseguiu fazer sozinho a formatação
do seu trabalho, peça ajuda. Você pode contar com a ajuda de seu orientador, de
pessoas que já fizeram trabalhos acadêmicos, de artigos na internet e até mesmo
de profissionais que realizam a formatação nas Normas ABNT.
Não há problema algum em pedir ajuda! Então se esse for o
caso, não tenha medo ou vergonha de pedir ajudar.
A depressão é um distúrbio responsável por muita tristeza,
falta de interesse nas coisas, falta de apetite, grandes momentos de ausência,
falta de prazer, falta de ânimo, oscilações do humor e outros problemas que
podem levar uma pessoa a cometer um suicídio. Ainda que uma pessoa com
depressão não cometa suicídio, a sua qualidade de vida cai tanto que ela pode
desenvolver diversas doenças relacionadas direta ou indiretamente com a
depressão e morrer por isso.
Existem diversos casos de depressão, mas em todos os casos constatados, a pessoa necessita de um acompanhamento médico. Desde o diagnóstico até o tratamento da doença, o médico deve ser consultado. O acompanhamento de um psicólogo também é necessário, assim como a participação dos familiares no tratamento da pessoa depressiva. 10 revistas para publicar Artigo Científico: nacionais e internacionais, QUALIS
Diante disso, podemos ver sem sombra de dúvidas que esse é
um tema de grande importância. O aluno que decide se aprofundar nesse tema
durante seus anos de estudo tem uma tarefa importantíssima em suas mãos, ainda
mais quando resolve abordar o tema “Depressão” em seu trabalho de
conclusão de curso. Mas o que abordar sobre a depressão? Quais as vertentes
deste assunto que posso abordar?
Neste post vamos falar dos temas de TCC sobre depressão com dicas de como abordar esse assunto no seu Trabalho de Conclusão de Curso. Veja quais são os aspectos desta doença e como ela afeta o comportamento das pessoas. Conheça algumas sugestões de temas de TCC sobre depressão que podem ser usados também por você. Veja tudo isso a seguir!
O que é Depressão?
A depressão é considerada uma doença psiquiátrica que afeta as pessoas emocionalmente e faz com que elas percam o interesse por coisas que antes gostavam. Conforme esse estado emocional fica mais agressivo, a falta de motivação pode levar a pessoa a cometer um suicídio. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a depressão é o “Mal do Século”. Os efeitos deste mal sobre as pessoas podem ser notados na falta de apetite, de autoestima, na tristeza constante, na falta de interesse por coisas que antes a pessoa adorava fazer.
Na literatura médica e científica sobre o assunto, a depressão incita alterações na fisiologia humana, sendo essa uma porta de entrada para uma grande variedade de doenças. O estado emocional de um depressivo é um fator negativo para a proliferação de doenças e para o tratamento de patologias que já existiam antes. O depressivo apresenta queda do sistema imunológico ficando mais suscetível a infecções e inflamações. Dependendo do grau da depressão em um indivíduo, o surgimento de doenças cardiovasculares é iminente, como a hipertensão, o AVC e o infarto. Como fazer um Artigo Científico: Nossas dicas e elementos importantes
Existem diversas evidências sobre o que causa a depressão,
sendo muitas dessas evidências as alterações químicas no cérebro de um
indivíduo diagnosticado assim. Os neurotransmissores de serotonina,
noradrenalina e dopamina são a chave para entender a parte fisiológica da
doença. Essas substâncias são as maiores responsáveis pela sensação de
mal-estar ou bem-estar de uma pessoa, além de outros processos celulares de grande
importância. As pessoas as vezes se confundem e acham que os fatores
psicológicos e sociais são responsáveis pela depressão, mas eles são
consequências deste mal.
A questão é que quanto mais o psicológico de um depressivo é afetado de forma negativa, ele tende a ficar neste estado por mais tempo. O próprio estado psicológico negativo do indivíduo tende a afetá-lo em um ciclo depressivo cada vez mais profundo. O estudante pode focar seu estudo de conclusão em pontos onde a ciência comprova. Dependendo do curso, o aluno deverá se basear em dados científicos, estudo e teses para elaborar o seu TCC sobre depressão. Quantas páginas deve ter um Artigo Científico?
Temas de TCC sobre depressão
A depressão é tema para diversos subtemas em diversas áreas
de estudo. Os temas são abrangentes e se conectam com a doença. Os leques e a
forma de abordagem do TCC sobre depressão irão variar da ótica de cada curso e
aluno. Por exemplo, o Médico Psiquiatra pode fazer um TCC com suas informações
técnicas sobre depressão, assim como o psicólogo pode fazer um TCC sobre o
mesmo assunto.
A depressão pode ser alvo de estudo de um economista, por
exemplo, que apresenta um trabalho bem elaborado sobre “Os efeitos da
depressão na economia de um país”. Um químico pode se interessar por esse
assunto e falar sobre “Os efeitos das substâncias químicas no cérebro do
depressivo”. Como podemos ver, a depressão é alvo de estudo de muitos
profissionais da área da saúde ou não, sendo alguns deles: nutricionistas,
enfermeiros, médicos, psicólogos, assistentes sociais, advogados, entre outros.
O mais importante na escolha do tema do seu TCC sobre depressão é fazer uma escolha condizente com algo que você realmente acredita. Elabore um trabalho que pode ser tomado como base de um projeto maior após sua formação. Imagine que seu trabalho possa mudar a vida de uma pessoa com depressão para melhor.
Os diversos temas que poderão ser abordados dentro do tema
maior “Depressão” devem condizer com as expectativas do aluno em
tratar sobre este assunto. Profissionais formados que já atuam em sua profissão
e estão cursando uma especialização podem se aprofundar no tema e ver em seu
dia a dia qual é o aspecto que deverá seguir em sua tese, doutorado, TCC,
artigo científico… Os temas sugeridos logo abaixo devem dar um Norte para o
aluno e não necessariamente serem levados ao pé da letra:
Terapia Cognitivo-Comportamental em Pessoas com Depressão;
Os efeitos do mundo digital na vida das pessoas;
Depressão relacionada a aprovação social;
Depressão em adolescentes;
Incapacidade para o trabalho na depressão;
Depressão e o suicídio;
Depressão Unipolar e depressão bipolar: um espectro da doença depressiva;
Depressão, ansiedade, estresse e motivação em fumantes durante o tratamento para a cessação do tabagismo;
Prevalência de depressão em mães de autistas;
Bulling e a depressão de jovens;
Os Efeitos da Depressão na Sociedade Moderna;
Depressão e Diabetes Mellitus;
Depressão Pós-parto;
Diagnóstico de Depressão em Crianças;
Diagnóstico de Depressão em Idosos;
Substâncias Químicas no Cérebro do Depressivo;
Medicamentos que Combate a Depressão;
Como o Mal do Século Afeta a Economia de uma Região;
A Relação da Depressão com o Tabagismo, Alcoolismo e Maus Hábitos;
Depressão e Religião;
A Psicoterapia na Vida do Depressivo;
Tratamentos de Depressão;
A Relação da Depressão com a Esclerose Múltipla;
Casos Clínicos de Depressão;
O Suicídio e a Neuropsicologia;
A Importância da Psicoterapia como Forma de Reabilitação de Pacientes;
A Relação da Ansiedade com a Depressão;
O Tratamento da Depressão com Atividades Físicas;
Os Alimentos que Combatem a Depressão: Quais São Eles.
De uma forma bastante direta, um relatório na área acadêmica tem como objetivo apontar como está sendo a experiência em um trabalho feito pelo estudante. Geralmente, o relatório é de praxe na entrega do estágio, onde um estudante relata em detalhes como foi sua experiência em sua área junto aos profissionais formados. Essa experiência pode ocorrer em uma empresa, em um colégio, em um hospital, em qualquer área da indústria. Esse, portanto, é um dos principais requisitos de um estágio, algo equivalente a um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).
A questão é que, assim como o TCC, muitos alunos ainda se perguntam o que fazer e como fazer quando o assunto é um relatório de estágio. Sabendo que esse relatório faz parte do âmbito acadêmico, o aluno deve estar ciente de quais regras e normas técnicas deverão constituir este relatório. Não é só sair escrevendo e entregar para a instituição. O aluno deve prezar pela capa, pelo sumário, folha de rosto, conteúdo, tudo formatado com ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), além de outros itens importantes e padronizados.
Neste post, vamos falar mais sobre tudo isso e explicar como
um relatório de estágio deve ser entregue. Veja como fazer, o que não pode
faltar, o estilo da escrita, normas ABNT mais importantes, além de muitas dicas
que irão fazer a diferença na hora de você fazer o seu relatório.
O que é um relatório de estágio?
Um relatório de estágio é um modelo de documento que tem
como principal objetivo fazer com que um aluno de um curso técnico ou superior,
relate todos os resultados obtidos em um processo investigativo de pesquisa
acadêmica. O aluno fica na responsabilidade de apresentar os resultados de sua
experiência prática e toda a observação relevante levantada, apresentando isso
a instituição de ensino de forma técnica e científica por meio do relatório de
estágio.
Esse é um dos principais requisitos na formação de
estudantes de grau técnico e superior. Existem instituições de ensino que
cobram o estágio com relatório, outras cobram o TCC e algumas cobram os dois
dos alunos. Essa regra varia de instituição para instituição. Quando o estágio
é cobrado do aluno, um conjunto de parâmetros e normas técnicas com padrões
pré-definidos entram em jogo, e neste ponto a maioria das instituições de ensino
no Brasil trabalham de forma semelhante.
Desta forma, o que você irá ver nos próximos tópicos irá condizer com as exigências cobradas por sua instituição. É aconselhado que você questione sua instituição de ensino quanto as diferenças diante do estilo e norma técnica utilizada. Pode ser que a norma exigida não seja ABNT.
Sabendo que o relatório de estágio conta com várias
estruturas fundamentais para a sua elaboração, antes de mostrarmos como fazer
um relatório de estágio, vamos mostrar quais são essas estruturas logo a
seguir:
Sabendo que são essas estruturas básicas de um relatório de
estágio, é importante que você compreenda na íntegra cada uma delas. Você deve
saber o que é um folha de rosto, como fazer uma capa, desenvolver o conteúdo
onde estará relatado toda sua experiência obtida nas horas de estágio, como
fazer um sumário, além dos outros pontos citados para elaborar um relatório de
estágio.
Controle de estágio
Além de dominar toda a estrutura citada logo acima, o aluno
também deve saber se organizar quanto ao que vai sendo observado nos dias de
estágio. Muitas instituições exigem do aluno um “controle de estágio”
que anda de forma paralela ao relatório oficial que só será entregue no final
do estágio. Ou seja, o controle de estágio deve ser escrito a mão, assinado
pelo responsável pela parte prática e apresentado ao responsável pelo estágio
dentro da instituição de ensino onde são ministradas as aulas.
O controle de estágio serve para que o aluno mantenha
anotado e formalizado tudo que está acontecendo no seu estágio, servindo como
uma prévia do que será o relatório final. Bom, agora que você já sabe da
estrutura que irá focar (ABNT) e sobre o controle de estágio, chegou a hora de
pôr a “mão na massa” e começar a escrever o seu relatório de estágio.
Introdução
A introdução é a chamada para todo o restante do conteúdo,
incluindo a conclusão no final do relatório. O relatório deve conter começo,
meio e fim, com uma conclusão sobre a experiência adquirida pelo estudante.
Essa estrutura é dissertativa, com introdução, desenvolvimento e conclusão.
Já na introdução, os aspectos do que será demonstrado ao
decorrer da experiência adquirida deve ser contextualizado com o restante do
material que será redigido.
Descrição das atividades
Ao descrever durante todo o desenvolvimento do trabalho suas
experiências diante das atividades experimentadas ao decorrer de todo o
estágio, sustente todo a estrutura com começo, meio e fim e se apoie no
controle de estágio e em todas suas anotações ao longo desta experiência. Uma
importante dica, é o estudante fazer várias anotações ao decorrer do estágio,
anotações escritas, em áudio, com backup em pasta online e hardware, tudo para
não correr o risco de ficar sem suas anotações devido alguma circunstância
infeliz.
Conclusão
Na conclusão do relatório, o aluno deve fazer um resumo do que foi apresentado até aquele momento, falar sobre o que ele considerou sobre o estágio e apresentar tudo isso de forma conclusiva, mostrando que o trabalho está em fase de encerramento.
É fundamental em um relatório de estágio, que a organização
dissertativa no relato apresentado pelo aluno seja respeitada. O aluno se
apresentou para o estágio, conheceu o responsável pela parte prática, conheceu
outros estudantes estagiários, teve contato com outros profissionais, aprendeu
na prática técnicas vista em sala de aula, tirou dúvidas, esclareceu fatos, e
experimentou tudo que foi lhe proporcionado no estágio.
Organizar tudo isso em um esboço durante as anotações e
demonstrar o seu relato, suas experiências, de forma original seguindo a
estrutura dissertativa, é o que não pode faltar em um relatório de estágio.
Estilo de escrita
O relatório de estágio segue normas técnicas padronizadas
para apresentação de trabalhos no âmbito acadêmico e científico. Sabendo disso,
não lhe restam alternativas a não seguir um estilo de escrita formal,
respeitando as normas da língua portuguesa, seguindo a formatação ABNT, mas
faça tudo isso sem deixar de ser original. Não utilize gírias e nem palavras
chulas ou de baixo calão, porém, seja simples e não tente complicar com
palavras extremamente cultas se o seu estilo de escrita não é assim.
Ao contrário do que é exigido em uma monografia,
em um relatório de estágio, o estudante pode se colocar em primeira pessoa do
singular ao apresentar o trabalho. Isso torna as coisas mais originais
possíveis. Portanto, traga o máximo de detalhes de sua experiência sem deixar o
seu estilo de escrita de lado.
Sumário representa a enumeração do trabalho. Desta forma, corresponde a capítulos, seções, bem como todas as outras divisões. Essa parte do trabalho também deve seguir as normas da ABNT.
Regras e normas
A fundamentação para esse tipo de Norma da ABNT NBR 6027: 2003, correspondente as normas da ABNT para trabalhos. É importante fazer antes a diferença entre modelo de sumário para índice. O último é um elemento opcional.
Diferentemente do modelo de sumário, portanto, pode ser colocado ou não. No caso de ser colocado, deve ser feito de uma forma detalhada, em ordem alfabética. Outro aspecto que diferencia o modelo de sumário do índice é que o índice deve ser colocado no final do trabalho, enquanto sumário deve ser colocado na parte inicial.
Sumário refere-se ao conteúdo, com algumas regras específicas que estão relacionadas. Desta forma, conforme as normas da ABNT, a palavra sumário deve estar sempre centralizada, em letras maiúsculas, em negrito. Deve-se estar atento também com relação ao espaçamento, que deve ser de 1,5.
O corpo do sumário se refere ao indicativo do número da seção, bem como o nome da sessão, além da página relacionada ao texto, que também deve estar indicada.
É importante estar atento a ambas as partes. Desta forma, se o título de introdução estiver em letra maiúscula e em negrito, também deve estar assim no sumário.
Em todas as entrelinhas deve ser exatamente igual ao espaçamento utilizado no texto, qual seja 1,5.
No centro dos aspectos vinculados à introdução, a metodologia utilizada no trabalho e a referência teórica também conhecido como referencial teórico.
Além disso, o cronograma do TCC também deve ser colocado nesse espaço. Espaço para gráficos de anexo também podem ser colocados nesse local, assim como – claro – todos os outros elementos relacionados aos capítulos referentes a desenvolvimento e as considerações finais.
Apesar dê as vezes ser menosprezado pelos alunos, o sumário é bastante importantemente. Muitas vezes, a porta de entrada da análise de um trabalho monográfico.
Todo artigo ou TCC que se preze deve ter um sumário de qualidade, conforme as normas da ABNT para trabalhos. O objetivo é que ele seja um evento que apresente adequadamente tudo que se refere ao texto. Além de sumário, veja outras dicas, como normas de ABNT – aprenda a fazer dedicatória.
Momento ideal para realização do sumário
Importante estar atento para o momento ideal para a utilização desse tipo de item. Isso porque no caso do sumário, é muito importante deixar que ele seja feito no final.
Desta forma, o aluno não comete erros e contempla todos os elementos do texto, de acordo com as normas da ABNT para trabalhos. É importante ter um sumário de qualidade após ter feito toda a parte escrita.
Afinal, fazendo um trabalho de sumário no fim, em qualquer momento pode-se adicionar qualquer tema, afetando a numeração e a organização do seu sumário.
É importante também levar em consideração que o trabalho só pode ser feito com o sumário realizado após as normas da ABNT para trabalhos também terem sido aplicadas. Isso porque as mesmas afetam dramaticamente todos os elementos do trabalho, bem como a numeração e outros aspectos.
Ainda no que se refere ao sumário, é importante estar atento ao sumário automaticamente realizado pelo editor de texto Word. Muitos apontam por ele não ser o ideal.
O ideal é que ele seja realizado de maneira manual, mesmo. É importante também levar em consideração que, ao ser realizado de maneira manual você pode ficar mais atento a fazer uma revisão do seu próprio trabalho.
Realizado automaticamente pelo Word sem conferir os capítulos, sem a numeração de acordo com a sequência descrita no sumário, se torna muito mais fácil de cometer erros que podem ser bastante graves dentro de uma análise e de uma avaliação de um trabalho nas normas da ABNT.
Atenção ao trabalho nas normas da ABNT (e de sua universidade).
Às vezes é um pouco difícil compreender, mas, de fato, se faz necessário observar a referência a ABNT e todas as regras monográficas.
Sempre importante realizar um trabalho nas normas da ABNT, monográfico, com o planejamento adequado. Realizar uma monografia é mais fácil do que parece ter ter é importante apenas estar atento e observar.
Uma regra muito importante no que se refere ao sumário de monografia é observar quais são os modelos utilizados dentro das Universidades. Cada situação de ensino possui alguns tipos de detalhes específicos.
É importante observar atividades monográficas realizadas por esses alunos que já estiveram na mesma situação e fizeram o trabalho, com o objetivo de poder compreender adequadamente a respeito de todos os detalhes relacionados ao trabalho.
Dessa forma, a banca não vai poder notar qualquer diferença, ao fazer igual a ABNT, seguindo as regras dos outros que foram feitos.
Apesar de que o trabalho de monografia do sumário deve ser feito após a monografia já ter sido realizada, as anotações podem ser feitas ao longo do trabalho, para poder facilitar e organizar. Um sumário manual e manuscrito é sempre útil.
Algumas pessoas estão utilizando o sumário automático do word com objetivo de fazer com que tudo funcione. Caso você prefira fazer assim, veja:
Deve acessar o ícone referências, na parte superior da página. A seguir, você deve clicar no ícone sumário, que fica visualmente na parte superior. Depois, deve escolher por inserir sumário.
Para que essa ferramenta não cometa erros, muito importante que você presta atenção em todos os detalhes referentes ao estilo do texto e outros aspectos.
A norma oficial da ABNT com relação ao sumário é a seguinte: A enumeração das divisões, seções e outras partes a publicação, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede, deve ser feita.
Objetivo do sumário
O objetivo do sumário é oferecer um breve resumo para a pessoa que está lendo a atividade monográfica, no sentido de saber se o tema que ela está buscando está contemplado na atividade.
Muitas pessoas, principalmente os pesquisadores, utilizam sumário com esse objetivo, de saber se aquele tipo de tema que pode ser utilizado no futuro em uma própria publicação está ali.
Por isso, é muito importante que você apresente no sumário aquilo que está presente na sua atividade monográfica. Por isso, é muito importante prestar atenção nos títulos que você escolhe, para todos os elementos do seu trabalho conforme as normas da ABNT.
Quanto a localização, o sumário se localiza após a capa, folha de rosto, folha de aprovação e antes do primeiro capítulo. A sua localização não pode ser alterada. Todos os elementos do sumário devem ser alinhados de uma maneira totalmente igual aos outros elementos do texto.
O Projeto acadêmico faz tudo por você, veja mais normas da ABNT e confira também como fazer para estabelecer os agradecimentos.
Responsável pelo conteúdo: Professor Rogério Nascimento
Quase todo mundo já ouviu falar alguma vez na vida sobre
coesão e coerência textual. Esses dois elementos textuais são utilizados ao
longo do texto para proporcionar uma ligação entre as orações, de modo que não
haja grande repetição de palavras e que o contexto não seja perdido.
Quer saber mais detalhes do que é coesão e coerência textual? Acompanhe esse post até o final para descobrir as principais características desses dois elementos e suas diferenças. Veja tudo isso a seguir!
Coesão e coerência: O que são?
A coesão e a coerência são dois elementos textuais
fundamentais para a elaboração de um texto. Enquanto a coesão é responsável por
ligar as frases e palavras através de elementos, a coerência é responsável por
manter a lógica entre as ideias relacionadas. Juntos, os dois elementos
textuais garantem a lógica e o sentido do texto.
Isso significa que tanto a coesão quanto a coerência possuem
grande importância para a produção de texto. Além disso, uma depende da outra
para que o texto seja legível, lógico e interessante.
A seguir falaremos mais detalhes de cada um desses elementos
textuais, considerando suas características e aplicações!
Coesão textual
Como mencionado, a coesão textual é o elemento linguístico
que conecta ideias ao longo do texto. Com a coesão, é possível relacionar todas
as partes do texto de uma forma que os fatos sejam narrados em uma sequência de
acontecimentos.
Um texto com coesão apresenta ligações harmoniosas em
diferentes partes do conteúdo. Isso torna a leitura mais leve, fácil de
compreender e harmônica.
A coesão textual se divide entre diferentes elementos que
apresentam suas próprias características. Veja a seguir um resumo sobre esses
elementos e quais são suas funções em um texto:
Conectores
São responsáveis por relacionar as frases do texto. Os
conectores criam relações entre os termos utilizados no texto, por isso, quase
sempre são representados por advérbios, conjunções e preposições.
Exemplo:
Com coesão – “Elas
gostam de dançar e jogar bola”;
Sem coesão –
“Elas gostam de dançar. Elas gostam de jogar bola”.
Substituições
São os elementos que garantem que o texto tenha coesão
lexical. Eles são utilizados com a finalidade de evitar repetições excessivas
de um determinado termo.
Exemplo:
Com coesão –
“Legumes são importantes para a saúde. As frutas também”;
Sem coesão –
“Legumes são importantes para a saúde. As frutas também são importantes
para a saúde”.
Reiterações e referências
São responsáveis por interligar termos em situações onde é
feita a substituição da palavra por significados.
Exemplo:
Com coesão –
“O gato é um animal inteligente. Ele é considerado um dos felinos com
maior capacidade de raciocínio”.
Sem coesão – “O
gato é um animal inteligente. O gato é considerado um dos felinos com maior
capacidade de raciocínio”.
Correlação verbal
É a aplicação lógica do tempo verbal ao longo do texto. Com
a utilização da correlação verbal, o texto apresenta uma sequência de
acontecimentos com começo, meio e fim.
Os significados e as interpretações de cada ligação textual
são os principais objetivos da carência textual. Esse elemento determina o
significado e a interpretação de cada conectivo utilizado para interligar
frases, elementos ou palavras em um texto.
Um texto só é considerado coerente se ele apresentar
sentido. Um texto coerente deve apresentar linguagem harmoniosa, lógica,
comunicativa, conexão entre as ideias e complementação de informações. A
coerência de um texto ocorre pela utilização das seguintes abordagens:
Princípio da relevância
Um texto coerente precisa ter ideias relacionadas onde cada
uma delas apresente sua própria relevância. Mesmo que elas tenham sentido
quando analisadas de forma isolada, as ideias devem ser apresentadas com
sentido lógico e correta interpretação para que o texto seja facilmente
compreendido.
Exemplo:
Com coerência –
“O homem tinha fome, mas não tinha dinheiro em sua carteira, por isso foi
ao banco e sacou uma quantia. Em seguida, foi almoçar em um restaurante”;
Sem coerência –
“O homem tinha fome, mas não tinha dinheiro em sua carteira. Foi almoçar
em um restaurante e em seguida foi ao banco e sacou uma quantia”.
Princípio da não tautologia
Mesmo que as expressões apresentem diferentes palavras, um
texto coerente não deve conter ideias repetidas. Repetir a mesma ideia em uma
frase, parágrafo ou até mesmo texto, torna a compreensão da mensagem
redundante.
Exemplo:
Com coerência – “Visitei
Campos do Jordão há cinco anos”;
Sem coerência –
“Visitei Campos do Jordão há cinco anos atrás”.
Princípio da não contradição
Para ter coerência, é preciso que as ideias não sejam
contrárias de nenhuma forma.
Exemplo:
Com coerência – “Ele
só toma leite de soja pois possui intolerância à lactose”;
Sem coerência –
“Ele só toma leite de vaca pois é intolerante à lactose”.
Progressão semântica
Esse elemento garante que seja inserido novas informações ao
longo do texto para que exista uma lógica sequencial. Sem a progressão
semântica há uma sensação de que o texto não termina nunca.
Exemplo:
Com coerência – “As
mulheres caminhavam pela avenida tranquilamente até que se depararam com o
suspeito. Apertaram o passo e em seguida começaram a correr quando notaram que
estavam sendo perseguidas”;
Sem coerência – “As
mulheres caminham pela avenida tranquilamente e continuaram caminhando mesmo
após se depararem com o suspeito. Passaram por diversas avenidas, ruas,
seguindo sempre em frente. Até que perceberam que estavam sendo seguidas”.
Continuidade temática
São os termos utilizados para dar continuidade ao tema. Sem
essa abordagem, o leitor tem a sensação de que o tema do texto foi mudado
repentinamente.
Exemplo:
Com coerência – “Você sabia que as tartarugas vivem mais de 100 anos? Elas possuem um metabolismo muito lento, que garante mais tempo de vida”;
Sem coerência – “Você sabia que as tartarugas vivem mais de 100 anos? Existem várias espécies de tartarugas”.
Ambos os elementos são utilizados em um texto para conectar
ideias e dar contexto a produção textual. Porém, a coesão e a coerência
apresentam diferenças significativas. Veja um resumo dessas diferenças a
seguir:
Coesão –
responsável por conectar palavras e frases em diferentes trechos do texto.
Coerência –
responsável por proporcionar ligação lógica aos termos que conectam os trechos
do texto.
A introdução é a primeira etapa de uma boa redação. Por isso, é importante utilizar boas palavras e frases para chamar a atenção do leitor, pois é nesse momento que deve ser despertado o interesse em continuar a leitura. Redação Dissertativa Argumentativa: exemplos, como fazer, pronta
Pensando nisso, preparamos um guia completo com palavras e frases que podem ser utilizadas na introdução de uma redação. Confira a seguir o passo a passo completo de como iniciar uma redação.
Estrutura básica de uma redação
Antes de falarmos sobre frases e palavras ideais para
iniciar uma redação, é importante saber a estrutura básica desse tipo de texto.
Independentemente do tipo de redação, é fundamental que ela tenha começo, meio
e fim. Essa cronologia é a base da estrutura de qualquer texto, incluindo a
redação. Por isso, você deve prestar atenção nas seguintes etapas:
Introdução:
fase inicial composta por 1 parágrafo onde é informado o tema central do texto
incluindo a posição do autor sobre o tema.
Desenvolvimento:
fase em que o autor esclarece todos os tópicos sobre o tema, informando sua
posição sobre o assunto e aspectos argumentativos em relação a sua própria
posição.
Conclusão: fase final onde o autor conclui o assunto avaliando o que foi desenvolvido ao longo da redação oferecendo soluções, possibilidades e reflexões sobre o tema.
A pior parte de qualquer texto é começar! As primeiras palavras são sempre as mais difíceis. Mas depois que você começa, tudo fica mais fácil. Então se você também tem essa dificuldade, preparamos uma lista com várias frases e palavras que podem ser utilizadas para iniciar uma redação. Conectivos para Redação: introdução, desenvolvimento e conclusão, dicas
Lembrando sempre que você deve fugir de clichês, palavras e
frases muito usadas com pouca credibilidade. Dê preferência para iniciar sua
redação utilizando os seguintes termos:
“Hoje em dia
é comum que quase todo mundo tenha um smartphone ou um celular simples para
ligações. Esse cenário era algo impensável há pelo menos 20 anos.”
“Observando
o modo como as descobertas científicas promovem o desenvolvimento da
humanidade, é possível afirmar que todas as interações da sociedade moderna
estão atreladas aos avanços científicos.”
“Todos sabem
que a prática de exercícios físicos auxilia na saúde de um modo geral. A grande
questão sobre o assunto é por que tantas pessoas estão se tornando obesa mesmo
sabendo disso.”
“É difícil
falar sobre como a vida na Terra surgiu. Porém, é indiscutível afirmar que
estamos cada vez mais perto de descobrir a verdade.”
Agora que você já sabe como iniciar a redação, falaremos o
passo a passo completo para você fazer a redação do começo ao fim. Confira a
seguir todas as etapas e dicas para te ajudar com essa produção textual:
1. Comece com um rascunho
A melhor forma de começar um texto é através de um rascunho.
Nele, você deverá incluir todas as suas ideias sobre o tema, considerando o que
você acredita, o que já existe sobre o assunto e tudo que você deseja abordar
no texto. Faça em forma de lista ou da forma como você preferir, o ideal é que
fique fácil de compreender todas as suas ideias sobre o tema.
Por exemplo, no tema “violência contra o idoso”,
podemos ter as seguintes ideias para abordar na redação:
“Formas de violência contra o idoso que não são
faladas pela sociedade”;
“O abandono do idoso como uma forma de
violência”;
“É importante conscientizar as pessoas sobre a
violência contra o idoso”;
“Idosos não conseguem denunciar a violência
sofrida”;
“Familiares também podem ser agressores de
idosos”.
2. Transforme todas as ideias em argumentos
Uma redação precisa de uma boa estrutura argumentativa. Por
isso, você precisará reunir todas as suas ideias e transformá-las em tópicos. O
primeiro tópico é sempre a introdução. Em seguida, vem o desenvolvimento, que
deve abordar os principais argumentos sobre o tema em cada parágrafo.
Considerando as ideias do nosso exemplo, podemos criar os
seguintes argumentos:
Introdução
“Atualmente,
muito se fala sobre vários tipos de violência, mas poucos se lembram que os
idosos estão entre as pessoas que mais sofrem com esse tipo de problema.”
Desenvolvimento
Argumento 1: “O abandono é a primeira forma de
violência, que é capaz de ferir tanto a mente como o físico de quem já está na
terceira idade.”
Argumento 2:“Familiares estão entre os
principais agressores de idosos, pois são eles que mais têm contato com pessoas
nessa faixa etária.”
Argumento 3:“Para piorar essa situação, há
poucas campanhas que estimulam as denúncias de casos de violência contra o
idoso. A falta de conscientização sobre o assunto leva a mais dor e sofrimento
por parte de pessoas que dependem muitas vezes de auxílio para se cuidar.”
3. Faça uma conclusão coerente
Terminar uma redação também pode ser difícil, pois há várias
características que devem ser consideradas na conclusão, tais como:
Não mencionar nenhuma ideia nova sobre o tema;
Oferecer soluções sobre o assunto;
Proporcionar algum tipo de reflexão;
Retomar o que já foi discutido.
Lembre-se que um texto deve ter começo, meio e fim. Para
concluir sua redação, você precisa mostrar que o assunto terminou. Veja só um
exemplo:
“Com todos
esses problemas, é difícil para os idosos denunciarem casos de violência.
Porém, não podemos baixar a cabeça sobre esse assunto e nem mesmo nos deixarmos
calar. Aqueles que não conseguem se manifestar contam com o meu e o seu apoio
para dar um basta nesse mal.”
O modelo de texto dissertativo argumentativo é um dos modelos mais cobrados dos estudantes durante toda a grade do ensino médio, curso técnico e ensino superior. A linha de raciocínio utilizada em um texto argumentativo tem como característica a realidade dos fatos. Em trabalhos acadêmicos e científicos, como as monografias, é fundamental saber argumentar. Como começar uma Dissertação: veja como iniciar a sua
Neste post vamos falar mais sobre a redação dissertativa argumentativa explicando as características deste tipo de texto. Aprenda como fazer uma redação dissertativa argumentativa sem dificuldade e esteja preparado(a) para concursos, vestibular, trabalhos acadêmicos e científicos, ou para qualquer outra oportunidade quando ela surgir. Veja tudo isso a seguir!
O que é Dissertação?
A dissertação é um assunto que o aluno deve dominar, e para
começarmos falar sobre ela, é importante apontarmos os dois tipos de
dissertação existentes:
Dissertação Objetiva
Em uma dissertação objetiva, o autor do texto procura
manter-se distante do seu público-alvo, pois os argumentos são colocados no
texto de uma forma impessoal. Isso tem como objetivo gerar imparcialidade,
ainda que a visão do autor esteja sendo apresentada de forma indireta. Esse
modelo de dissertação além de ser indireto, permite que os leitores aceitem com
mais facilidade as ideias discutidas pelo autor da dissertação.
Dissertação Subjetiva
Em um texto dissertativo subjetivo, o autor se faz presente
no texto e utiliza o “eu”, primeira pessoa do singular. Desta forma,
é possível evidenciar os argumentos que são lançados em um texto e enxergar a
visão do autor claramente. A opinião do autor é visível para todos os leitores,
assim como na dissertação objetiva, mas neste caso, a diferença é que o autor
não esconde que é dono de tal opinião e conclui o texto seguindo esta linha.
Para ficar mais fácil de entender, vamos mostrar exemplos do
que é um texto dissertativo objetivo e subjetivo. Veja nos exemplos logo a
seguir que as ideias são direcionadas ao leitor, porém, no modelo objetivo o
dono das ideias se mantém distante do texto, já no modelo subjetivo, ele se faz
presente:
Exemplo de dissertação objetiva
“Há milhares de
forma de se operar no mercado financeiro. As operações no mercado financeiro
acontecem a todo instante e movimentam milhões em dólares, euro, libra e reais.
Os símbolos apontam cada uma das moedas: USD, EUR, GBP e BRL.”
Exemplo de uma dissertação subjetiva
“É triste quando
olho para as propagandas que viralizaram no Youtube e em outros ambientes da
internet focadas em vender curso para operar no mercado financeiro com a
promessa de ganhos exorbitantes como algo fácil, sem a necessidade de estudar e
se dedicar para isso.”
É possível observar sem dificuldades que no primeiro modelo
o uso da terceira pessoa é destacado de forma objetiva. Já no segundo modelo,
notamos que o autor se posicionou com sua opinião e a manteve durante todo o
trecho destacado. As duas formas de escrita que apresentamos são aceitas e
muito utilizadas, mas o mais importante é que você opte por um dos dois modelos
até o final do texto.
Redação argumentativa dissertativa
Um texto argumentativo é o que já falamos nos parágrafos acima: a expressão de uma ideia, opinião e todo ponto de vista de um autor, com foco em fazer o leitor acreditar naquilo que está lendo. Além dos modelos dissertativos que vimos nos tópicos acima, temos também o poder argumentativo direcionado com técnicas para convencer o leitor sobre algo. Texto Argumentativo: exemplo, como fazer e sugestões para criação
A palavra “argumento” tem origem no latim “argumentum”, que em português é o mesmo que fazer iluminar algo, fazer brilhar algo, no sentido de fazer uma pessoa ter uma ideia sobre algo. Os argumentos são facilmente observados em uma redação dissertativa argumentativa, pois para isso, basta que identifiquemos a ideia principal (tese) para sermos conduzidos para uma indagação. Essa indagação é suprida no desenvolvimento da redação argumentativa. Crônica Argumentativa: exemplos, como fazer, estrutura e dicas
Por exemplo, vamos imaginar que um autor começa a introdução
de sua redação argumentativa afirmando em terceira pessoa (dissertação
objetiva) que é contra a pena de morte no Brasil. Assim que lançou sua tese no
primeiro parágrafo de sua redação (na introdução), ele fez o leitor se
perguntar: por que ser contra a pena de
morte no Brasil?
Após essa introdução sobre posicionamento do autor quanto ao assunto, o autor tem no desenvolvimento da redação um espaço para mostrar porque ele é contra a pena de morte no Brasil e tentar convencer o leitor com seus argumentos. É nesta parte que saber argumentar faz a diferença para os leitores e examinadores de concursos e vestibulares. Veja a seguir quais são os tipos de argumentação utilizados em uma redação dissertativa argumentativa para você trabalhar a sua redação de forma técnica e focada.
*Fonte: Mundo Vestibular
Tipos de argumentação utilizados em redação
dissertativa
Argumentação de
autoridade – É o tipo de argumentação que lança a opinião comprovada de um
ou mais especialistas no assunto. Esse é um dos modelos mais recomendados que
traz para o uma redação dissertativa argumentativa credibilidade diante das
autoridades citadas. Por exemplo:
“Conforme aponta o OMS (Organização Mundial da Saúde), a amamentação de
recém-nascidas deve ser mantida por seis meses no mínimo ou mais se possível”.
Argumentação de
consenso – Em um ou mais enunciados durante o desenvolvimento de sua
redação dissertativa argumentativa, é possível utilizar argumentos consagrados
pelo consenso. Exemplo: “O estudo e
a dedicação levam ao aprimoramento profissional das pessoas”. Observe
que nessa argumentação não é preciso lançar o nome de nenhum especialista ou
autoridade, pois faz parte de um consenso geral que estudar e se de dedicar a
algo leva ao aprimoramento de alguém.
Argumentação por
observação – Esse modelo de argumentação é fundamentado na confirmação de
um documento utilizado para provar ao leitor tal argumento. Exemplo: “É por meio do acaso que as grandes
descobertas científicas se originam. Veja no caso de Alexander Fleming, que
durante seus experimentos com bactérias, notou que os fungos que iam surgindo
no frasco destruíam as bactérias nele contido. Deste estudo e observação nasceu
a penicilina”. O argumento chave que o autor quis destacar é:
“por meio do acaso que as grandes descobertas científicas se originam”,
e utilizou o exemplo de um documento lançado por Fleming.
Argumentação com fundamentação lógica – A argumentação utilizada neste modelo é baseada em raciocínio lógico, focado em causa e efeito, ação e reação, etc. Exemplo: “é importante ponderarmos nossas palavras e atitudes com todos ao nosso redor”. Neste caso, o autor quis alertar o leitor para que suas ações sejam sempre pensadas e que elas irão gerar consequências.
Exemplos de redação nota 1000 no ENEM
Equilíbrio
Aristotélico
Ao longo do processo de
formação do Estado brasileiro, do século XVI ao XXI, o pensamento machista
consolidou-se e permaneceu forte. A mulher era vista, de maneira mais intensa
na transição entre a Idade Moderna e a Contemporânea, como inferior ao homem,
tendo seu direito ao voto conquistado apenas na década de 1930, com a chegada
da Era Vargas. Com isso, surge a problemática da violência de gênero dessa
lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja
pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social.
É indubitável que a
questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. De
acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da
justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível
perceber que, no Brasil, a agressão contra a mulher rompe essa harmonia, haja
vista que, embora a Lei Maria da Penha tenha sido um grande progresso em relação
à proteção feminina, há brechas que permitem a ocorrência dos crimes, como as
muitas vítimas que deixam de efetivar a denúncia por serem intimidadas. Desse
modo, evidencia-se a importância do reforço da prática da regulamentação como
forma de combate à problemática.
Outrossim, destaca-se o
machismo como impulsionador da violência contra a mulher. Segundo Durkheim, o
fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de
exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de
pensamento, observa-se que o preconceito de gênero pode ser encaixado na teoria
do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com esse
comportamento, tende a adotá-lo também por conta da vivência em grupo. Assim, o
fortalecimento do pensamento da exclusão feminina, transmitido de geração a
geração, funciona como forte base dessa forma de agressão, agravando o problema
no Brasil.
Entende-se, portanto, que a continuidade da violência contra a mulher na contemporaneidade é fruto da ainda fraca eficácia das leis e da permanência do machismo como intenso fato social. A fim de atenuar o problema, o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas nessa forma de agressão, aliado à esfera estadual e municipal do poder, principalmente nas áreas que mais necessitem, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo à denúncia desses crimes. Dessa forma, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, esse fato social será gradativamente minimizado no país.
Raphael de Souza – Rio de Janeiro – ENEM 2015
Carolina Mendes Pereira – 18 anos | Natal – RN
Em sua canção “Pela Internet”, o cantor brasileiro Gilberto Gil louva a quantidade de informações disponibilizadas pelas plataformas digitais para seus usuários. No entanto, com o avanço de algoritmos e mecanismos de controle de dados desenvolvidos por empresas de 7 aplicativos e redes sociais, essa abundância vem sendo restringida e as notícias, e produtos culturais vêm sendo cada vez mais direcionados – uma conjuntura atual apta a moldar os hábitos e a informatividade dos usuários. Desse modo, tal manipulação do comportamento de usuários pela seleção prévia de dados é inconcebível e merece um olhar mais crítico de enfrentamento.
Em primeiro lugar, é válido reconhecer como esse panorama supracitado é capaz de limitar a própria cidadania do indivíduo. Acerca disso, é pertinente trazer o discurso do filósofo Jürgen Habermas, no qual ele conceitua a ação comunicativa: esta consiste na capacidade de uma pessoa em defender seus interesses e demonstrar o que acha melhor para a comunidade, demandando ampla informatividade prévia. Assim, sabendo que a cidadania consiste na luta pelo bem-estar social, caso os sujeitos não possuam um pleno conhecimento da realidade na qual estão inseridos, e de como seu próximo pode desfrutar do bem comum – já que suas fontes de informações estão direcionadas -, eles serão incapazes de assumir plena defesa pelo coletivo. Logo, a manipulação do comportamento não pode ser aceita em nome do combate, também, ao individualismo e do zelo pelo bem grupal.
Em segundo lugar, vale salientar como o controle de dados pela internet vai de encontro à concepção do indivíduo pós-moderno. Isso porque, de acordo com o filósofo pós-estruturalista Stuart-Hall, o sujeito inserido na pós-modernidade é dotado de múltiplas identidades. Sendo assim, as preferências e ideias das pessoas estão em constante interação, o que não pode ser limitado pela prévia seleção de informações, comerciais, produtos, entre outros. Por fim, seria negligente não notar como a tentativa de tais algoritmos de criar universos culturais adequados a um gosto de seu usuário criam uma falsa sensação de livre-arbítrio e tolhe os múltiplos interesses e identidades que um sujeito poderia assumir.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, as instituições escolares são responsáveis pela educação digital e emancipação de seus alunos, com o intuito de deixá-los cientes dos mecanismos utilizados pelas novas tecnologias de comunicação e informação e torná-los mais críticos. Isso pode ser feito pela abordagem da temática, desde o ensino fundamental – uma vez que as gerações estão, cada vez mais cedo, imersas na realidade das novas tecnologias -, de maneira lúdica e adaptada à faixa etária, contando com a capacitação prévia dos professores acerca dos novos meios comunicativos. Por meio, também, de palestras profissionais das áreas da informática que 8 expliquem como os alunos poderão ampliar seu meio de informações e demonstrem como lidar com tais seletividades, haverá um caminho traçado para uma sociedade emancipada.
As recentes tecnologias com foco na comunicação entre as pessoas e as empresas nos deram a possibilidade de conversarmos em tempo real com alguém do outro lado do mundo. Os dados em uma conversa por meio da internet são transmitidos em pacotes de informações que trafegam com velocidade quase que instantânea. Esse patamar de avanço tornou a vida das pessoas mais prática e rápida. Quando alguém deseja se informar de algo ou questionar um profissional sobre algo, basta acessar a internet. Mas, será que essa quantidade gigantesca de informação vindo e indo seguir um tráfego seguro entre o remetente e o destinatário?
Essas informações passam por um processo em TI (Tecnologia da Informação) que dedica um segmento conhecido como Segurança da Informação. O profissional formado em Segurança da Informação é o especialista responsável por proteger dados bancários, números de documentos, senhas e garantir a segurança do tráfego na internet, intranet ou redes de comunicação interna em empresas. Para atingir esse grau de competência é necessário fazer um curso superior e entregar um TCC de Segurança da Informação excelente. Continue lendo este artigo e veja como entregar uma monografia impecável!
Neste post vamos falar sobre Segurança da Informação e como essa profissão é importante no mundo informatizado de hoje. Entenda como é importante manter o foco no TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Conheça um pouco mais sobre o curso e mercado de trabalho. Saiba mais sobre a monografia em Segurança da Informação com dicas importantes de como se portar no trabalho e sugestões de temas que poderão te ajudar muito. Veja tudo isso a seguir!
Curso de Segurança da Informação e mercado de
trabalho
O curso de Segurança da Informação faz parte da modalidade
tecnólogo com tempo de duração de dois anos, podendo ser feito de forma
presencial ou a distância. O curso forma o profissional no nível superior,
graduado, e pode receber nomes diferentes conforme cada instituição de ensino:
Segurança da
Tecnologia da Informação;
Segurança de
Redes de Computadores;
Segurança de
Computadores;
Gestão de
Segurança de Computadores.
Da mesma forma que ocorre em outros cursos tecnólogo no
Brasil, o curso de Segurança da Informação é um tipo de graduação focada nas
principais necessidades do mercado. Devido a isso, todo o conteúdo que será
apresentado ao aluno durante dois anos é bastante concentrado para formar
profissionais qualificados. As disciplinas encontradas no curso são bastante
consideráveis, incluindo bastante teoria e prática. No curso de Segurança da
Informação o tecnólogo irá ser cobrado das seguintes disciplinas:
Análise e Gestão
de Riscos;
Certificação
Digital;
Auditoria de
Sistemas;
Computação
Forense;
Criptografia;
Comunicação
Aplicada;
Desastre e
Recuperação,
Estatística;
Matemática;
Ética e
Legislação Profissional;
Lógica;
Redes de
Computadores (básico e avançado sobre Arquitetura e Fundamentos);
Segurança de
Sistemas Operacionais;
Segurança em
Ambiente Web;
Segurança em
Redes de Computadores.
Tudo isso e outras cobranças na grade que podem variar de
instituição de ensino para instituição de ensino são para formar profissionais
capacitados para serem confiáveis, garantir a segurança de terceiros, mitigar
riscos e solucionar problemas. O mercado de trabalho é amplo para o tecnólogo
em Segurança da Informação, que pode trabalhar em:
Análise de
Riscos;
Desenvolvimento e
gerenciamento de projetos de segurança em redes de computador;
Realização de
auditorias;
Administração
para sistemas de informação;
Planejamento de
atividades de contingência e sinistro;
Controle de
acesso em sistemas operacionais em banco de dados e redes.
Essas são as principais áreas onde os formados podem
trabalhar, mas não para por aí. Como esse mercado é bastante dinâmico as
oportunidades criam leques de mais oportunidades de trabalho. Para saber lidar
com isso tudo, o estudante também deve ser dinâmico e estar sempre atualizado
com o avanço rápido e tecnológico. O curso dá essa base bastante refinada ao
aluno, e uma das etapas de refinamento é o TCC
de Segurança da Informação. Com o trabalho acadêmico de conclusão de curso
o estudante pode passar por uma experiência única, uma prévia do que enfrentará
no mercado de trabalho.
Uma importante dica sobre o TCC de Segurança da Informação
é: escolha um tema que seja condizente com o que você pretende seguir após o
curso. Utilize a oportunidade de apresentar um trabalho acadêmico de grande
peso para sua formação e inclua ele em seu portfólio profissional após se
formar. Nada melhor do que dar mais objetivo e importância a esse trabalho que
tende a assustar muitos alunos. Saiba que o compromisso e a responsabilidade de
apresentar o TCC é uma prévia do que você encontrará em seu dia a dia de
trabalho. Imagine que você terá que apresentar aos seus superiores um projeto
de implantação de Segurança de Rede de
Computadores Interna em uma grande empresa no setor financeiro.
No decorrer dos compromissos assumidos após ser contratado por uma empresa, o aluno perceberá que o TCC era “fichinha” diante das responsabilidades assumidas. Então, não perca tempo em se organizar desde já para elaborar e apresentar um TCC de sucesso em Segurança da Informação. Escolha um tema que esteja em conformidade com suas pretensões profissionais no futuro. Nada melhor do que fazer o que gosta e saber o que quer dentro de sua profissão. Unir o útil ao agradável funciona muito bem e pode fazer de você um especialista em tal assunto. O mercado de trabalho valoriza ainda mais os especialistas em um determinado assunto, algo de se pensar!
Modelos e exemplos prontos de TCC sobre Segurança da Informação
Sugestão de temas para TCC de Segurança da
Informação
A escolha do tema é o ponto de partida para a elaboração de
uma monografia, que pode ser de escolha do aluno ou temas sorteados pela
instituição. Considerando que você tem a liberdade de escolher o tema que irá
abordar, veja alguns exemplos que podem servir de ponto de partida para a
lapidação de outro tema.
Desenvolvimento
de banco de dados seguro;
Proteção de dados
na Internet;
Novas regras de
cookies;
Proteção de
sistemas bancários;
Blockchain para
sistemas financeiros;
Criptografias e
segurança;
Criptomoedas;
Segurança de
sistemas de cartões de crédito;
Proteção de lojas
virtuais;
Proteção de
websites;
Proteção de
Hospedagens de websites;
Segurança de
dados em aplicativos de comunicação;
Proteção de dados
nas redes sociais;
Sistemas
operacionais seguros;
Como identificar
falhas de segurança em sistemas operacionais;
Métodos de
proteger uma rede de computadores da ação dos hackers;
Gestão de
segurança no setor financeiro;
Softwares de
segurança para redes de computadores;
Tecnologia da
Informação: A importância do profissional em Segurança da Informação em uma
empresa.
Em todo o território brasileiro, a norma técnica referente a trabalhos acadêmicos mais utilizada são as Normas Técnicas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Mas, no Brasil e no mundo, existem outras normas técnicas que também são utilizadas e podem pegar um estudante de surpresa na hora de formatar um trabalho acadêmico. Imagine que você é um grande conhecedor das normas ABNT, mas sua instituição resolve cobrar as citações em um trabalho seguindo o padrão Vancouver.
Neste post vamos falar mais sobre como fazer citação seguindo as normas Vancouver e mais detalhes sobre esta norma. Saiba o que é a norma técnica Vancouver e conheça em detalhes como diversos tipos de citações deverão ser feitas em monografias, revistas, jornais, dentre outros. Veja tudo isso a seguir!
Normas Vancouver
O conjunto de normas técnicas Vancouver, assim como a ABNT,
é um conjunto específico de regras para a publicação de trabalhos científicos e
acadêmicos. O nome Vancouver nasceu devido à uma reunião realizada em Vancouver,
localizada no Canadá, em 1978. A reunião entre membros importantes do Comitê Internacional de Editores de Revistas
Médicas e também membros da Biblioteca
Nacional de Medicina dos Estado Unidos, determinaram naquela reunião o
padrão de normas técnicas Vancouver.
É importante deixarmos claro que as normas Vancouver não são tão abrangentes como é o caso da ABNT em se tratando de trabalho acadêmico. Um exemplo, as normas Vancouvers não disponibilizam parâmetros específicos para a formatação da capa, do rodapé, da folha de rosto, dos anexos, da apêndice, e outros itens que são padronizados pelas normas ABNT. O maior foco da norma Vancouver são as citações e referências na apresentação de um trabalho no âmbito científico.
As citações em um trabalho acadêmico e científico, como é
uma monografia, são importantes para embasar uma argumentação bem fundada. As
citações já foram objeto de estudo e um dos maiores motivos do nascimento das
normas Vancouver. Da mesma forma que
acontece na ABNT, as citações realizadas junto a norma Vancouver também
diferenciam citações diretas de citações indiretas curtas e longas. Os
critérios adotados pela Vancouver quanto a isso são semelhantes ao método
brasileiro.
O que devemos nos atentar para falar de citações dentro das normas Vancouver é que esse conjunto de regras segue um conjunto numérico para ordenar as referências bibliográficas diferente do sistema autor-data utilizado na ABNT. Ou seja, a apresentação das referências bibliográficas devem ser listadas conforme a ordem em que as citações vão surgindo no corpo do texto. A numeração utilizada deve aparecer da seguinte forma:
Entre parênteses, (2), (3), (4)…;
Colchetes [2],
[3], [4]…;
Super índice 2, 3, 4…; ou
Uma mescla de Colchetes com Super Índice [2], [3],
[4]…
O sobrenome de um autor sempre deverá ser citado logo com a
primeira letra do seu nome em maiúsculo, seguido pelas iniciais com o nome, sem
a utilização de vírgula e ponto para dividir as iniciais e o sobrenome. As
normas Vancouver não determinam o uso de negrito, sublinhado ou itálico na
formatação das referências.
Se ainda não ficou claro a explicação até aqui, não se
preocupe, pois no tópico a seguir você verá alguns exemplos práticos da
aplicação da norma Vancouver em citações de diversas fontes.
Exemplos de citações utilizando as normas
Vancouver
Citações realizadas em revista
Autor/es. Título do artigo. Abreviatura internacional da
revista. ano; volume (número): página inicial-final do artigo. Se os autores
fossem mais de seis, menciona-se o nome do primeiro autor seguido da
abreviatura “et al.”
Exemplo:
Laurêncio E et al. Sistema de apoio ao idoso: casos
associados, parâmetros para um melhor acesso do cuidador. Rev de Saúde Pública.
2019;45(6):1101-2222.
Revista online
Autor/es do artigo. Título do artigo. Nome da revista, ano [data de consulta]; volume (número): [Extensão/páginas]. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Brasil I, Laurêncio M, Matos T, Moreno L. Estimulação física contra a obesidade. An Sist Navar [revista na Internet] 2009 janeiro-abril. [acesso 19 de fevereiro de 2009]. Disponível em: http://www.sisnavar.es/salud/anales/textos/vol26/n3/revis2a.html.
Citação em Jornal
Autor do artigo. Título do artigo. Nome do jornal. Dia mês
ano; Seção: página (coluna).
Exemplo:
Laurêncio L. Saúde e consciência. Folha de São Paulo. 10 ago
2009; Caderno mais: 5-6.
Citação em Livros
Autor/es.Título do livro. Edição. Lugar de publicação:
Editora; ano. Neste caso, não é necessário especificar a primeira edição,
apenas da segunda em diante. A edição sempre se põe em números arábicos e
abreviatura: 2ª ed. Se a obra for composta por mais de um volume, devemos
citá-lo a seguir do título do livro: Vol. 3.
Exemplo:
Laurêncio L. Português instrumental. 11. ed. Belo Horizonte:
Atlas; 2009.
Livro e-reader
Autor/es.Título do livro. Edição. Lugar de publicação:
Editora; ano. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Brasil. Ministério da Saúde. Sociedade dos Cardiologistas do
Brasil. [livro online]. Belo Horizonte: MCT; 2009. [acesso em 03 ago 2015].
Disponível em http://www.cardiologistasdobrasil.org.br/
livro_verde/download.htm.
Publicações online
Autor/es da publicação. Título da publicação. Ano [data de
consulta]. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Laurêncio IVCP. (2019). Saúde, controle de doenças e
prevenção: saiba sobre o perigo do parasita desconhecido encontrado em Aracaju,
Sergipe. [publicação online]; 2019 [acesso em 14 abr 2015]. Disponível em
http://www.saúde-contaminação-parasita-sociedade-médica-brasileira.html.
Citações em site
Autor/es. Título [site]. Lugar de publicação: Editor; Data
de publicação [data de atualização; data de acesso]. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Ministério da Educação [homepage na internet]. Análise dos benefícios da educação de primeiro mundo no Brasil [acesso em 29 abril 2009]. Disponível em: http://www.mec.gov.br.
Citação Vancouver em monografia
Autor. Título. (subtítulo se houver) Tipo de documento.
Cidade: Instituição onde foi defendida; ano.TCC
Exemplo:
Laurêncio AMT.B abordagem da alegação dos direitos
estabelecidos entre as empresas de praticarem livre comércio no exterior. São
Paulo: Universidade de São Paulo, 2009. Trabalho de Conclusão de Curso em
Direito Empresarial.
Citações em Workshop, Seminário, Congresso
Tipo de publicação, número e nome do evento; data de
realização (dia mês ano); Cidade e país de realização do evento. Cidade da publicação:
Editora ou Instituição responsável pela publicação; ano de edição (nem sempre é
o mesmo do evento).
Exemplo:
Anais do 6. Congresso Internacional sobre a
Educação no Brasil; 17-19 ago 2009; São Paulo (SP): USP Universidade de São
Paulo; 2019.
As leis de tributação são previstas através do Direito Tributário no Brasil. Essa área tão importante da constituição é o foco de atuação de muitos estudantes que cursam Direito, por isso, essa é uma área muito explorada para a elaboração de trabalho de conclusão de curso. Temas para TCC de Direito
Neste post, falaremos tudo sobre o TCC de Direito Tributário, considerando várias sugestões de temas, dicas para fazer o TCC, principais características deste trabalho acadêmico, entre outros aspectos. Confira tudo isso a seguir!
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O que é TCC e como fazer?
O trabalho de conclusão de curso é uma importante etapa na vida de qualquer estudante, seja ele de curso técnico ou superior. O TCC é solicitado aos estudantes como uma avaliação final sobre o curso aplicado, é nesse trabalho que o estudante mostra tudo que aprendeu em sala de aula.
A elaboração do TCC não é considerada obrigatória pelo MEC
(Ministério da Educação), porém, fica a critério de cada instituição de ensino
solicitar o trabalho acadêmico. Caso a sua instituição exija o TCC no final do
curso, isso significa que você não poderá fugir desse trabalho.
Nesse caso, é fundamental que você aprenda os detalhes de como é feito um TCC. É preciso seguir diversas etapas para elaborar um TCC com todos os principais elementos cobrados pelas normas técnicas. Quer saber quais são essas etapas? Então veja a seguir várias dicas e um passo a passo completo de como fazer um TCC:
1. Planeje o TCC
A primeira etapa é caracterizada pelo planejamento do trabalho. Para elaborar um TCC dentro das normas técnicas e com todo o conteúdo necessário para ser aprovado, você precisará planejar o conteúdo do trabalho. Cronograma TCC: veja como fazer, modelo e exemplos, sugestões e dicas
Tudo isso é possível a partir de um bom planejamento. Neste planejamento, você deverá incluir o tema escolhido, a importância de elaborar um estudo sobre o tema, quem será o público-alvo do estudo, quais serão os métodos de pesquisa, entre outros elementos.
2. Escolha o tema
Se você tiver a oportunidade de escolher o tema, essa é uma grande vantagem para elaborar um TCC que tenha tudo a ver com você. Algumas instituições de ensino oferecem temas prontos aos estudantes, enquanto outras abrem espaço para que cada indivíduo escolha o tema que preferir.
Com o poder de escolha em mãos, você deverá selecionar o
tema que mais se encaixar nos critérios da sua avaliação. O ideal é que você
considere um tema de grande afinidade, que sirva como portfólio para sua área
de atuação no futuro e que tenha importância para a sociedade.
Escolher o tema não é tão simples quanto parece, quem sofre de indecisão sentirá dificuldade nessa etapa. Porém, você pode listar os temas que você acha mais interessante e classificá-los de acordo com os critérios que preferir. Assim, será muito mais fácil eliminar as opções menos favoráveis e selecionar os temas mais indicados para seu TCC.
3. Escolha a abordagem do tema
Alguns temas apresentam apenas um tipo de abordagem, enquanto outros abrem espaço para que o estudante possa definir o rumo da pesquisa. Considere o tema escolhido e identifique qual será a melhor abordagem sobre o tema. Delimitação do Tema (TCC): o que é, como fazer, exemplo e sugestões
Por exemplo, você pode falar sobre Direito Tributário de
várias formas, considerando as vantagens, desvantagens, burocracia, o que
deveria ser alterado, o que foi alterado, o que é preciso para melhorar, como
era há 30 anos atrás, entre outras abordagens.
O ideal é que ao escolher a abordagem, você defina o método de pesquisa. Por exemplo, se a sua intenção é partir para o lado investigativo, o ideal é que a pesquisa tenha esse mesmo conceito. Vamos supor que o tema seja: “Como a sociedade vê o Direito Tributário no Brasil”. Nesse caso, seria interessante realizar uma pesquisa do tipo qualitativa para identificar a opinião das pessoas sobre essa questão.
4. Estude muito
O trabalho de conclusão de curso é elaborado ao longo de
muita dedicação e estudo. Sem esses dois elementos não têm como elaborar um bom
trabalho. Por isso, crie um cronograma de estudo exclusivo para o TCC.
Não caia naquela de “estudar de vez em quando” ou “quando der”. É preciso disciplina para terminar o TCC dentro do prazo e realizar uma ótima apresentação. Então crie seu próprio cronograma com pelo menos uma hora de estudo todos os dias. Quando você menos esperar o trabalho já estará completo.
5. Formate de acordo com as normas
Por último, quando todo o trabalho já estiver quase pronto
você poderá começar a formatação do trabalho. A formatação pode variar,
dependendo do curso que você estiver fazendo ou das regras adotadas por cada
instituição de ensino.
É comum que os trabalhos de conclusão de curso sejam entregues com a formatação exigida pelas Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Porém, você deve consultar antes de realizar a formatação quais são as regras utilizadas na sua instituição de ensino. Após verificar essa informação, faça a formatação de acordo com a norma aplicada.
Escrever uma redação de destaque não é tarefa fácil, mas pode ser alcançada com um pouco de esforço. Uma ótima forma de enriquecer essa produção textual é utilizando citações de pessoas importantes que promovam uma discussão sobre o assunto abordado no texto. Mas para utilizar citações é necessário ter alguns cuidados, como a adequação da frase para o tema em discussão. ABNT NBR 10520 Atualizada: arquivo em PDF e como usar no TCC
Quer saber mais como utilizar citações para transformar sua redação? Então leia este post até o final e aprenda a empregar esses elementos textuais em sua redação. Além disso, falaremos sobre alguns exemplos de citações para redação e quais temas mais se encaixam nelas.
Por que usar citações em redação?
Como já mencionamos, o uso de citações enriquece qualquer
produção textual, inclusive uma redação. Nesse caso, estamos falando de
citações de pessoas importantes que tenham relação com o tema em discussão.
O uso de citações é bastante comum em diversos textos, tais
como livros, dissertações, narrativas, entre outros. Além de enriquecer toda a
produção textual, as citações são como referências importantes que o autor
utiliza para fundamentar seus argumentos. Ao citar uma pessoa considerada
autoridade no assunto, o autor passa uma certa confiança para o leitor.
Usar citações em sua redação poderá proporcionar confiança,
autoridade sobre o tema e uma boa dimensão cultural. Isso porque o leitor
também pensará que você gosta de pesquisar sobre o tema e entende do que está
falando. Sendo assim, só há vantagens em se utilizar citações em uma redação.
Agora que você já sabe porque você deve utilizar citações em sua redação, vamos aos exemplos de citações famosas que podem ser utilizadas em vários temas diferentes:
1. “A
concordância faz com que permaneçamos estacionados. A discordância faz com que
cresçamos.” – Mário Sergio
Cortella
2. “Amizade: dois
corpos numa única alma.” – Aristóteles
3. “A realidade
apenas se forma na memória; as flores que hoje me mostram pela primeira vez não
me parecem verdadeiras flores.” – Proust
4. “O homem nasce
livre e por toda parte encontra-se acorrentado.” – Jean-Jacques Rousseau
5. “O primeiro
passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação.” – Oscar Wilde
6. “Helen Keller
– primeira mulher surdo-cega a se formar e tornar-se escritora – definia a
tolerância como maior presente de uma boa educação.” – Beatriz Albino Servilha
7. “A informação
é a gasolina do século XXI e a análise desses dados é o motor de combustão.”
– Peter Sondergaard
8. “Se os homens
são tão maus com religião, como seriam sem ela?” – Benjamin Franklin
9. “A escravidão
moderna só vai acabar quando a educação for mais importante que a economia.”
– Wellisson Rodrigues
10. “Devemos
promover a coragem onde há medo, promover o acordo onde existe conflito, e
inspirar esperança onde há desespero.” – Nelson Mandela
Citações famosas de acordo com o tema
Além das citações que já mencionamos, que engloba de certa
forma uma grande variedade de temas de redação, há ainda outras citações que se
encaixam perfeitamente em alguns temas. Sendo assim, separamos por tema outras
citações para você utilizar em sua redação:
Citações para redação com tema educação
1. “Educação
nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido.” – Sir Arthur Lewis
2. “Se a educação
sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.”
– Paulo Freire
3. “Ninguém educa
ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados
pelo mundo.” – Paulo Freire
4. “O principal
objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não
simplesmente repetir o que outras gerações fizeram.” – Jean Piaget
Citações para redação com tema filosofia
1. “O homem está
condenado a ser livre, pois, uma vez lançado ao mundo, ele é responsável por
tudo o que faz.” – Jean Paul
Sartre
2. “Temos de nos
tornar a mudança que queremos ver.” – Mahatma Gandhi
3. “Frágeis usam
a violência, e os fortes, as ideias.” – Augusto Cury
4. “Você é livre
para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” – Pablo Neruda
Citações para redações com tema cultural e meio
ambiente
1. “Inteligência
é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente.”
– Paul Atson
2. “Um povo que
lê nunca será um povo escravo.” – António
Lobo Antunes
3. “A cultura
está acima da diferença da condição social.” – Confúcio
Como fazer uma citação na redação
Além de se lembrar da citação, ao escrever a sua redação
você precisará seguir algumas regras para realizar a menção de uma outra pessoa
em seu texto. Aliás, esse é um ponto muito importante sobre qualquer citação:
sempre dê os devidos créditos à frase citada em seu texto. Deixar de mencionar
o autor ou simplesmente se apossar de uma frase pronta é o mesmo que plagiar
outro conteúdo.
Mas esse não é o único ponto que você estudante precisa se
preocupar ao fazer uma citação em sua redação. A seguir reunimos algumas dicas
para você incluir a citação corretamente em sua redação, confira:
Você pode fazer uma citação em sua redação de duas formas:
direta ou indireta. Cada uma dessas modalidades possui características
específicas para que elas sejam mencionadas no texto. Nesse primeiro caso,
temos que a citação direta é composta pela transcrição da frase dita pela
personalidade que está sendo mencionada no texto. Nesse caso, veja um exemplo a
seguir de como utilizar a citação direta:
Como dizia o filósofo Sócrates, “só sei que nada sei“.
Já no caso da citação indireta, o estudante parafraseia a
fala da personalidade que será citada na redação de forma que ele utiliza suas
próprias palavras para explicar a frase dita pela pessoa em algum momento. Por
ser uma citação feita com frases do próprio autor da redação, não é utilizado
aspas para indicar a frase, apenas o autor é informado na citação. Veja um
exemplo:
Segundo a famosa frase do filósofo Sócrates, o conhecimento
sobre qualquer coisa pode mudar, por isso, não é possível dizer que há um
conhecimento absoluto. Afinal, questionar e mudar também fazem parte do saber.
O trabalho de conclusão de curso, também conhecido como TCC, é regido por diversas regras e normas estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Através dessas normas, os estudantes devem elaborar a monografia respeitando as formatações exigidas para citações, bibliografia, capa, entre outras normas importantes. Embora essas normas sejam fáceis de entender, muitos estudantes têm dúvidas se podem ou não fazer referência ao trabalho de conclusão de curso de outras pessoas.
Neste post, falaremos sobre essa dúvida e explicaremos todos os detalhes importantes para fazer referência a outra monografia em um TCC. Além disso, falaremos sobre as normas ABNT considerando o padrão mais atualizado. Confira a seguir tudo isso e muito mais.
O que são Normas ABNT?
As normas ABNT são parâmetros instituídos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas para a elaboração de monografias, dissertações e teses de doutorado. Por meio dessas normas é possível padronizar as informações empregadas ao trabalho do estudante. Isso facilita a compreensão do trabalho tanto por parte da banca examinadora quanto por quem tiver interesse no trabalho e quiser pesquisar sobre o assunto. NBR 6023: atualizada 2018/2019, referências bibliográficas, dicas
Através dessas normas, o estudante deve seguir os parâmetros
indicados pela associação para formatar o trabalho de conclusão de curso,
considerando as variações que existem para citações, referências
bibliográficas, recursos gráficos, capa do trabalho, entre outros itens
incluídos nas normas ABNT.
As normas ABNT costumam variar de acordo com os anos, pois a associação quase sempre realiza alterações nas normas com a finalidade de melhorar os trabalhos acadêmicos realizados pelos estudantes do ensino superior. Por isso, é sempre importante procurar pelas atualizações das normas de acordo com o ano em que você fará o seu TCC. Além disso, a banca examinadora da sua instituição também pode solicitar uma determinada edição das normas ABNT para a elaboração do seu trabalho de conclusão de curso.
Referências de um TCC em outro TCC
Os trabalhos de conclusão de curso utilizados para a elaboração do seu TCC podem ser mencionados ao final do documento através das referências bibliográficas. Essa é uma dúvida bastante comum entre os estudantes. Afinal, um TCC não se caracteriza como um livro, artigo ou qualquer outro tipo de referência bibliográfica utilizada comumente na elaboração de trabalho de conclusão de curso. Como fazer Referência Bibliográfica de Site: normas ABNT, TCC e exemplos
No entanto, isso não significa que esse tipo de obra não possa ser utilizada como referência. Caso o seu trabalho seja elaborado a partir de pesquisas e informações fornecidas por outro TCC é importante que você mencione esse trabalho nas referências bibliográficas do seu TCC. Nesse caso, as normas ABNT determinam que essa referência seja feita como ocorre na maioria das referências bibliográficas empregadas ao TCC. Confira a seguir a forma como você deve referenciar um TCC em outro TCC:
Trabalho de conclusão de curso
Para se referir a um trabalho de conclusão de curso em seu
próprio TCC você deverá utilizar as regras gerais estabelecidas pela ABNT em
relação as referências bibliográficas. Nesse caso, é importante mencionar o
nome do autor, o nome do TCC, o ano de publicação do documento, a página do
trabalho e o tipo de trabalho. Você ainda deverá informar a faculdade empregada
ao trabalho, assim como a universidade responsável pelo estudo em questão. Por
fim, a ABNT determina que o estudante informa a cidade e o ano novamente da
elaboração do trabalho.
Veja a seguir um exemplo de como é feito essa referência de forma simples e prática:
SOBRENOME, Nome do Autor. Nome do trabalho de conclusão de curso em negrito. Ano de
publicação. Página da referência. Trabalho de Conclusão de Curso – Nome da
instituição de ensino relacionada ao TCC, Nome da Cidade, ano de publicação.
Agora vamos a um exemplo prático de como isso é feito. Nesse
caso, vamos ter como base um trabalho de conclusão de curso fictício para
exemplificar como é feito as referências bibliográficas de TCC em um TCC. Veja
a aplicação prática dessa formatação:
SILVA, José Augusto da. Principais
dificuldades da gestão pública no âmbito escolar. 2017. 36 f. Trabalho de
Conclusão de Curso – Faculdade de Pedagogia da Universidade de São Paulo, São
Paulo, 2017.
Aplicando essas regras não tem como errar na hora de colocar
as referências bibliográficas relacionadas a outro trabalho de conclusão de
curso. Aliás, essas regras se aplicam a outros tipos de trabalhos como
dissertação e tese. Veja a seguir um exemplo prático de cada um desses
trabalhos de acordo com as mesmas regras:
Dissertação
MOREIRA, Luíza Castro. A
importância da grade curricular no ensino infantil. 2016-2017. 89 f.
Dissertação – Faculdade de Pedagogia da Universidade de São Paulo, São Paulo,
2016-2017.
Essa é a forma recomendada pela ABNT para fazer se referir a
uma dissertação em um trabalho de conclusão de curso. Caso o seu trabalho conte
com referências de dissertações, é importante aplicar essa diagramação e
formatação em seu TCC nas referências bibliográficas.
Tese de doutorado
CAMPOS, Fabiana da Silva. Valores nutricionais empregados a alimentação infantil de escolas do
ensino público. 2017. 203 f. Tese – Faculdade de Nutrição da Universidade
de São Paulo, São Paulo, 2017.
No caso das teses de doutorado, as referências
bibliográficas devem contar com as formatações mencionadas. De forma simples,
todos os trabalhos acadêmicos que podem ser mencionados como referências
bibliográficas contam com o mesmo sistema de formatação empregado pelas normas
ABNT.
Principais normas ABNT para TCC
Além de todas essas regras mencionadas para referências de
TCC em um TCC, as normas ABNT se aplicam a diferentes partes do trabalho de
conclusão de curso. Nesse caso, para melhor compreensão sobre as normas a
associação divide todas as normas em três sessões diferentes, sendo elas:
elementos pré-textuais, elementos textuais e elementos pós-textuais. Confira a
seguir um resumo sobre cada uma dessas sessões e as principais normas
empregadas a cada uma delas:
O profissional da área de ciências contábeis, mais conhecido
como contador, é um dos profissionais mais importantes da sociedade, pois por
meio de técnicas comprovadas, os contadores atuam na parte financeira de
empresas de todos os portes. Seja uma micro, pequena, média ou grande empresa,
o contador deve fazer parte desta empresa desde o planejamento.
O contador é responsável por registrar a companhia nos órgãos responsáveis pelo alvará de funcionamento dependendo do segmento de um negócio. Também é o contador o responsável por elaborar o controle financeiro e demonstrar todas as movimentações (investimentos, pagamentos, empréstimo, contas pagas) aos órgãos responsáveis. Além disso, o profissional em ciências contábeis pode elaborar auditoria atuando na área de perícia contábil, pois ele terá a responsabilidade de verificar os registros contábeis e dar sua opinião técnica em casos onde a justiça está ou não envolvida. Dicas de Temas para TCC de Contabilidade
Olhando para tudo isso, o estudante de contabilidade deve se ater a um tema de TCC que seja do seu total interesse em prosseguir com esse trabalho até o final. A escolha de um tema que irá tratar no TCC de ciências contábeis é uma tarefa de extrema importância para o aluno. Neste post, vamos dar algumas dicas de temas para TCC de ciências contábeis. Veja um pouco mais sobre a profissão e algumas sugestões de temas para TCC de ciências contábeis.
Um pouco mais sobre as Ciências Contábeis
O estudante de ciências contábeis que deseja seguir nesta
área como profissional formado tem que ser alguém dinâmico e totalmente capaz
de trabalhar em constante pressão. Também é cobrado do profissional que ele
saiba utilizar tecnologia aplicada no seu dia a dia. A organização, saber lidar
com a rotina, ser discreto e sigiloso, são alguns dos pré-requisitos de
trabalhar com ciências contábeis. O curso de ciências contábeis é o quarto
maior curso em termos de procura em todo o país. Esse curso só fica atrás do
curso de Direito, Administração e de Pedagogia.
TCC de Ciências Contábeis
Quando o aluno resolve escolher o tema do trabalho de TCC é
imprescindível considerar quais serão os assuntos mais frequentes e
corriqueiros abordados atualmente em outros TCC’s. Dê preferência para os
assuntos que mais tenham impacto na sociedade, mas faça uma escolha consciente para
não haver arrependimentos. O tema do TCC de ciências contábeis deve ser algo
dentro daquilo que você pretende trabalhar após estar formado.
Existem diversas áreas de estudo dentro das ciências
contábeis. Dentre essas áreas vale destacar a Perícia, Atuária, Contabilidade
Financeira, Contabilidade Gerencial, Auditoria, Contabilidade Socioambiental e
Sustentabilidade, Tributos, Contabilidade Governamental e Terceiro Setor, e
Educação. É importante que o aluno escolha um tema dentro de uma dessas áreas
para abordar com dedicação e muito interesse.
O aluno também deve se ater aos métodos de pesquisa que
utilizará durante o TCC de ciências contábeis. É importante saber colocar em
prática os métodos de pesquisa quantitativos e qualitativos, sendo esses pontos
da análise de conteúdo. Verifique e observe todos os pontos de suma importância
e faça um levantamento documental com estatísticas, questionários, entrevistas,
anotando tudo que tiver que anotar.
Para fazer isso de forma aproveitável, o aluno também deve buscar
em outras fontes as referências necessárias para ter um ponto de partida de seu
TCC. Busque nos livros, nos periódicos, dissertações, teses, na legislação
vigente, nas normas vigentes, em Working Paper e em outros TCC’s, informações
necessárias para que seu estudo seja elaborado.
Sugestões de temas para TCC de Ciências
Contábeis
Os temas que serão sugeridos logo a seguir devem servir como
ponto de partida para suas ideias sobre a área e o tema que serão abordados por
você. É importante frisarmos que o aluno deve pesquisar vários temas e ver qual
deles condiz com seu perfil de aluno e futuramente com seu perfil profissional.
O TCC de ciências contábeis é uma ótima oportunidade do aluno focar naquilo que
deseja seguir após sua formação e ter neste TCC um portfólio para futuras
especulações de serviços em sua área.
Escrituração e suas Obrigatoriedades;
A importância das Auditorias Internas para as Organizações;
Ciências contábeis para organização dos pequenos empreendedores;
Contabilidade para MEI;
Gestão de Fluxo;
Registro de Imóveis;
Como São Formulados os Preços de Vendas;
A Forma Correta de Preencher a NF-e;
Os Lucros Auferidos fora do Brasil;
O Contador e a Ética;
Simples Nacional;
e-Social;
O Problema da Sonegação de Impostos pelos Empresários;
O Problema da Sonegação de ICMS;
Um Bom Planejamento Tributário;
Como Demonstrar o Fluxo de Caixa;
Profissional na Área de Perícia Contábil;
Prestação de Serviços Contábeis e seus Contratos;
ONG e a Análise Financeira;
Indicadores de Demonstrativos Contábeis;
Contabilidade em Micro, Pequenas, Médias e Grandes Empresas;
Contabilidade de Startups;
A Transição do MEI para o ME;
O Fisco e o Profissional Liberal;
Reforma Trabalhista e a Contabilidade;
Estudo de Caso;
Lei Rouanet;
Contabilidade em Negócios Rurais;
Criptomoedas;
Produção da Contabilidade Científica no Brasil;
O Contador e a Tecnologia Necessária em Seu Dia a Dia;
Tributarismo e a Substituição Tributária;
Negociações Coletivas;
Responsabilidade Social e Sustentabilidade;
Cálculo do Simples Nacional;
Cálculo sobre Exportação e Importação de Produtos;
E-commerce e seus Aspectos Contábeis;
Negócios Digitais e Contabilidade;
A Recessão Econômica e seus Reflexos na Contabilidade das Empresas no Brasil;
Contabilidade na Indústria;
Viabilidade de Negócios com Análise Contábil;
Informações Contábeis Voltadas para as Microempresas;
Receitas de um Determinado Estado;
Contabilidade Municipal;
Administração dentro dos Condomínios;
DECORE e Sua Importância;
Lei de Responsabilidade Fiscal;
Governança Corporativa;
Os Mercados de Capitais e sua Volatilidade;
Processos Orçamentários da Gestão Pública;
Implantação de Sistemas Contábeis no Setor Público.
Além da importância de escolher um tema de TCC de ciências
contábeis, o aluno deve prezar por escolher um orientador que esteja alinhado
com o tema. As regras de escolha do orientador tende a variar entre as
instituições de ensino. Portanto, veja quais são as regras na instituição de
ensino onde você está cursando ciências contábeis, decida um tema que realmente
lhe agrade e tenha por perto um orientador que te ajude com seu TCC.
Fazer um trabalho acadêmico vai muito além de pesquisar e
escrever um conteúdo totalmente novo com argumentos convincentes. Para fazer um
trabalho padronizado e dentro dos requisitos solicitados pela instituição de
ensino é preciso conhecer as normas técnicas vigentes para a elaboração do
mesmo.
A NBR 10520 é um exemplo de norma exigida para a inclusão de citações em um trabalho acadêmico. Se você ainda não conhece essa norma, acompanhe este post até o final para descobrir como incluir citações em seu trabalho com base nessa norma ABNT.
O que é NBR 10520?
A NBR 10520 é um tipo de código que identifica as normas que devem ser utilizadas para incluir citações em um trabalho. Independente se é uma monografia, TCC, artigo científico, tese ou dissertação, se o trabalho for feito com base nas Normas ABNT, então é necessário utilizar as regras da NBR 10520 para incluir citações.
As Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) são um conjunto de regras que devem ser seguidas pelos estudantes para a formatação e estruturação de um trabalho acadêmico. A associação determina essas regras para que haja um padrão na forma como esses trabalhos são elaborados. Se não houvesse nenhuma regra, os trabalhos seriam sem padronização e difíceis de serem compreendidos. Veja como fazer seu TCC de forma correta e tirar a nota máxima
Quando as normas são seguidas, o trabalho passa a ter
começo, meio e fim, tanto na estrutura quanto na formatação. Quem já conhece as
normas consegue identificar todos os itens de um trabalho acadêmico facilmente
apenas reconhecendo os padrões da formatação. Por isso, é fundamental que os
trabalhos sejam baseados em alguma norma.
Aqui no Brasil, o mais comum são os trabalhos baseados nas
Normas ABNT. Mas existem uma série de outras normas utilizadas no mundo
inteiro. Dependendo da instituição de ensino brasileira, é possível encontrar
outras normas como a Vancouver para a elaboração de um trabalho acadêmico.
No caso da norma NBR 10520, ela trata exclusivamente da
formatação empregada pela ABNT. Por isso, se o seu trabalho acadêmico envolve a
formatação dessas normas técnicas é imprescindível que você conheça mais
detalhes de como utilizar a NBR 10520.
Como usar a NBR 10520?
Lembra que mencionamos que essa norma é utilizada apenas nos
casos de citações? Sendo assim, para você utilizar a NBR 10520 você precisará
ter primeiramente uma situação como essa. A maioria dos trabalhos acadêmicos
possui citações, pois elas dão embasamento e tornam os argumentos do estudante
mais legítimos.
Por isso, você não deve abrir mão desse recurso, uma vez que
ele proporciona diversos aspectos positivos para o seu projeto. Nesse caso,
quando for incluir qualquer citação você deverá utilizar a NBR 10520 como
referência para a formatação e estruturação do conteúdo mencionado.
Para fazer isso, você precisa saber que há três formas
diferentes de citar algo, sendo elas: citação direta, citação indireta e
citação da citação. Essas três formas possuem características diferentes que
definem a forma como elas devem ser incluídas no trabalho. Sendo assim, veja um
resumo sobre cada uma delas:
Citação direta – é quando você “copia” um trecho da obra original e introduz entre aspas em seu trabalho. Logo em seguida é mencionado informações sobre o conteúdo, como nome do autor, ano de publicação, entre outros itens que podem variar dependendo da citação.
Citação indireta – é quando você parafraseia algo que foi dito ou escrito por outra pessoa em seu conteúdo, dando os devidos créditos como na citação anterior.
Citação de citação – é quando você menciona uma obra, dado estatístico, pesquisa ou qualquer outro material que foi mencionado por outra pessoa, sendo que a obra original não foi acessada por você. Nesse caso, a citação é chamada de apud que quer dizer “citado por“.
Agora que já sabemos quais são os tipos de citações que existem, vamos a alguns exemplos de como mencionar uma obra considerando essas três variedades de citações e as Normas ABNT segundo NBR 10520:
Como fazer citação direta
Essa é a modalidade mais simples de citar alguém, pois você
só precisará copiar a frase que deseja mencionar em seu trabalho acadêmico.
Nesse caso, vamos a um exemplo prático da citação direta curta:
“Não se mova, faça de conta que está morta.”
(CLARA; BONNIN, 1985, p. 72).
No exemplo de citação direta podemos observar que trata-se
de uma frase curta, por isso, não há grandes formatações para essa citação.
Apenas o nome da autora, ano de publicação e página da obra são mencionados ao
final da frase citada. Veja agora um exemplo de citação direta longa:
Tipos comuns de teleconferência incluem o uso de televisão,
telefone e computador. Através de áudio-conferência, utilizando a companhia
local de telefone, um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer
dimensão (NICHOLS, 1993, p. 181).
Como você pode observar, nesse segundo exemplo há um recuo
de 4 cm no alinhamento do texto, assim como uma fonte menor para dar destaque à
frase. Além disso, não é utilizado aspas e nem mesmo o primeiro nome do autor.
Como fazer citação indireta
Já no caso da citação indireta, você precisará parafrasear o
conteúdo que será citado em seu trabalho. O nome do autor e o ano de publicação
também aparecem nessa modalidade de citação, apenas as aspas e a formatação
característica da citação direta ficam de fora desse exemplo. Veja a seguir
como fazer citação indireta:
De acordo com Morais (1955) há presença de concreções de
bauxita no Rio Cricon.
Há presença de concreções de bauxita no Rio Cricon (MORAIS,
1955).
Esse tipo de citação pode ser feita no início e ao final da
frase. Independente de onde ela é incluída, é necessário incluir o sobrenome do
autor e o ano de publicação como nos exemplos que mencionamos anteriormente.
Como fazer citação da citação
Outra forma de mencionar uma obra, pesquisa ou autor é
através da citação da citação. Essa modalidade só é utilizada quando você não
tem acesso a obra original e, por isso, precisa mencionar o autor que fez a
citação dessa obra. Nesse caso, a citação é feita da seguinte forma:
Há necessidade de desenvolver habilidades em relação aos
diferentes tipos de conteúdos propostos por Coll (1986 apud ZABALA, 1998).
Este é um exemplo de citação feita no corpo do
texto. Podemos observar que os itens adicionados a citação são: nome do autor,
ano de publicação, apud, nome do autor que citou o trecho e o ano em que o
conteúdo foi citado.