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  • Aprenda como fazer referência de artigo científico

    Aprenda como fazer referência de artigo científico

    Entenda como referenciar corretamente seus trabalhos acadêmicos.

    Uma das maiores dúvidas de quem é novo no universo acadêmico, ou mesmo de quem está iniciando a produção do TCC, é a questão das referências de artigos científicos e outras produções textuais e imagens. Neste artigo você conferirá tudo o que precisa saber para referenciar qualquer conteúdo corretamente.


    O que é referenciar?

    Quando você introduz qualquer tipo de conteúdo em seu trabalho acadêmico, seja no TCC ou não, tudo deve ser referenciado corretamente. Em outras palavras, você deve explanar sobre o que se trata o conteúdo e quem são os autores.

    Você não pode fazer isso simplesmente de qualquer maneira, mas precisa seguir o modelo estabelecido pelo conjunto de normas e regras da ABNT. As referências precisam estar no desenvolvimento e na bibliografia e em alguns momentos, em listas.

    Essas normas são atualizadas periodicamente para garantir o padrão de qualidade. A NBR 6023: 2018 é a que trata de referências nos trabalhos acadêmicos. A versão anterior era de 2011. Nada foi mudado na estrutura, apenas novas possibilidades foram acrescentadas.

    Abaixo você poderá conferir alguns itens que devem ser obrigatoriamente referenciados, segundo as diretrizes da NBR 6023: 2018. As NBR’s são as normas que foram aprovadas e estão em vigor, enquanto a ABNT é o órgão que institui e aprova essas normas:

    • Qualquer tipo de imagem, incluindo fotos, obras de artes, ilustrações, desenhos, etc
    • Qualquer tipo de tabela, gráfico ou similar
    • Qualquer tipo de documentação civil, como RG, certidão de nascimento, até mesmo as documentações históricas, como descobertas e documentos que comprovam essas descobertas, cartas, etc
    • Cartas, telegramas, fax, qualquer tipo de correspondência, incluindo as digitais
    • O meio digital não fica de fora e é incluído na NBR 6023. Qualquer tipo de conteúdo online também deve ser referenciado, como sites, blogs e até mesmo as redes sociais foram anexadas na atualização de 2018
    • Trechos e citações e qualquer produção textual também estão inclusos
    • Você deve referenciar, inclusive se forem de sua própria autoria

    Sempre acompanhe a atualização das normas e regras da ABNT e as novas NBR’s. Elas costumam simplificar e abrir mais possibilidades de edição e liberdade do que dificultar. Você deve tomar cuidado para não encontrar instruções sobre as normas desatualizadas em suas pesquisas.

    Como fazer a referência de imagens

    Para isso, você precisa saber que as referências precisam estar no desenvolvimento e na bibliografia. No desenvolvimento, é mais simples e breve possível, todos os detalhes pertinentes devem estar na bibliografia. Confira abaixo:

    • No desenvolvimento, você deve escrever com a fonte padrão acima da imagem, a numeração, (se for a primeira imagem do texto é 1, se for a segunda é 2 e assim por diante) o título e o autor
    • A legenda deve ser inserida abaixo da imagem com fonte tamanho 10
    • Na bibliografia você seguirá de forma parecida. Escreverá a numeração da imagem, com o título e autores, com fonte padrão. A diferença é que aqui vão informações extras que são pertinentes, como data, local, pessoas que estão na foto, por exemplo. Se for necessário, deve escrever quando você coletou o material
    • Se optar por fazer listas de imagens, tenha em mente que só são recomendadas se houverem 10 ou mais imagens. Para referenciar será igual ao sumário, mas apenas contendo a lista de imagens, numeração e a devida página

    Como fazer referências de artigos científicos e outros conteúdos textuais?

    Se quer fazer referências de artigos, dissertações e outros conteúdos textuais, também existem normas explícitas, segundo a ABNT. Você pode conferir abaixo:

    • No desenvolvimento, escreva os trechos ou conteúdo entre aspas para diferenciá-los. Em seguida, explique do que se trata, por exemplo: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”, trecho de Carlos Drummond de Andrade

    No caso, isso pode ter variações, você pode referenciar antes do trecho com uma frase do tipo: “De acordo com as pesquisas de…” Mas o trecho precisa estar entre aspas e você deve deixar claro no texto a quem pertence. Isso é válido para todo e qualquer tipo de conteúdo textual

    • Na bibliografia é um pouco mais complexo. Você deve referenciar o trecho, autores, datas, qual o tipo de documento (livro, revista, publicação, edital) e qual a instituição do autor (se for um antropólogo, por exemplo, deve especificar onde trabalha e onde trabalhava quando aquilo foi publicado
    • No caso de referenciar artigos científicos e outros conteúdos acadêmicos, é imprescindível que deixe a formação, data e instituição das quais os autores do conteúdo fazem parte.
    fazer referência de artigo
    Exemplos de referência de artigo

    Para referenciar gráficos e tabelas

    Qualquer tipo de conteúdo similar a gráficos e tabelas, ou seja, que contenham dados, devem ser referenciados como imagens. Na bibliografia você deve deixar explícito do que se trata a pesquisa, o ano, o local em que foi feita e os envolvidos.

    A única diferença é que se houver muitas tabelas e gráficos, você tem a opção de criar uma lista à parte. Não precisa estar incluída na lista de imagens, mas uma exclusiva para tabelas e uma exclusiva para gráficos e assim por diante. Se preferir, pode incluir os gráficos e tabelas na lista de imagens.

    Sobre as referências e as leis de propriedade intelectual e autoria

    É preciso deixar claro que existem leis específicas para qualquer produção que tenha autoria e conteúdos intelectuais. Não referenciar conteúdos e simplesmente inseri-los em seu trabalho acadêmico, principalmente em TCC’s, que são trabalhos mais sérios, ou dissertações de mestrado, teses de doutorados, artigos científicos e etc, podem te prejudicar judicialmente.

    Como se não bastasse a questão judicial, também se trata de algo antiético e pode prejudicar sua carreira profissional. Se pretende seguir carreira acadêmica não pode deixar de referenciar nenhum conteúdo que não seja sua propriedade, de maneira alguma.

    Aprimore sua produção acadêmica

    Não fique com nenhuma dúvida sobre nenhuma regra ou norma da ABNT, agora que você aprendeu a referenciar corretamente seus trabalhos! Aqui no Projeto Acadêmico você  descobre tudo o que precisa saber para produzir seus trabalhos universitários com excelências. Além de tudo, sobre as normas, você também confere as melhores dicas para produção do seu TCC e conteúdos científicos.

  • Dissertação Argumentativa: estrutura, exemplo e dicas de como fazer

    Dissertação Argumentativa: estrutura, exemplo e dicas de como fazer

    Conheça os requisitos básicos da estrutura de uma dissertação argumentativa.

    Você realmente sabe escrever um texto argumentativo? A resposta para esta pergunta pode fazer a diferença entre alcançar uma meta ou ficar fora do planejamento de vida. Isso porque o texto dissertativo argumentativo é cobrado em diversas situações como processo classificatório ou até eliminatório.

    A boa notícia é que trouxemos para você um guia completo explicando o que é uma dissertação argumentativa e como escrever um texto ideal.


    O que é uma dissertação argumentativa

    O texto dissertativo argumentativo é o mais conhecido, principalmente quando se trata da famosa redação escolar exigida na maioria dos vestibulares. Antes, porém, de falar sobre a estrutura, vamos ver como o dicionário Aurélio conceitua a dissertação argumentativa:

    • Dissertação: discurso, exposição ou exame minucioso sobre um assunto.
    • Argumentação: meio usado para persuadir, para tentar convencer alguém, fazendo com que esta pessoa mude de ponto de vista ou de maneira de agir.

    A partir dos conceitos supracitados, podemos concluir que se trata de um texto que aborda minuciosamente um assunto com a intenção de converter o ponto de vista do leitor.

    menina escrevendo no caderno

    Como fazer um texto dissertativo argumentativo

    Já parou para pensar que argumentamos todos os dias? Seja para escolher qual carro comprar ou para decidir entre almoçar ou lanchar. Estando duas pessoas com opiniões divergentes, inicia-se a argumentação.

    O problema aparece na hora de formalizar na escrita o que tão naturalmente fazemos na comunicação oral. Como a escrita tem a característica de organizar um discurso em determinada estrutura, vamos entender como se constrói este gênero textual.

    *Vídeo de Aula Livre

    A estrutura da dissertação argumentativa

    Mas o que é gênero textual? Vamos recorrer à “Gramática do Português Brasileiro do renomado professor e linguista Ataliba de Castilho (2012):

    Toda e qualquer forma de manifestação do discurso produzida pelos falantes em uma determinada esfera social do uso da linguagem. Dado seu caráter social, o gênero é uma forma codificada historicamente por uma determinada cultura, visando a comunicação entre seus membros.

    O gênero textual é a estrutura e as peculiaridades de abordagem de determinada categoria de texto. As receitas, por exemplo, possuem uma estrutura comum, assim como os ofícios, cartas, e-mails etc. são todos gêneros textuais.

    A pergunta é: Qual a estrutura da dissertação argumentativa?

    Muito simples, como qualquer texto, este possui um início, um meio e um fim, veja a seguir:

    Introdução (tese)
     Desenvolvimento (Problematização e argumentação)
    Conclusão (intervenção/proposta de solução)

    A introdução da dissertação argumentativa

    Iniciar um texto é sempre um desafio! Mas existem caminhos que facilitam essa missão. Um deles é fazer uma pergunta

    Por que esse é o meu posicionamento?

    A resposta para esta pergunta servirá perfeitamente como o início ideal de um texto argumentativo, onde uma tese será apresentada de forma clara e objetiva.

    O desenvolvimento da dissertação argumentativa

    Após apresentar o assunto e esclarecer o posicionamento, será necessário escrever o desenvolvimento. Uma forma segura será dividindo em duas partes: problematização e argumentação.

    Problematização

    Imagine-se chegando ao seu marido, esposa, pai, mãe ou alguém próximo, que ajuda nas despesas da sua casa, com a missão de convencer a trocar de carro.

    Qualquer pessoa, mediante esse desafio, começa mostrando o porquê o veículo atual deve ser substituído. Sendo assim, você certamente mostraria todos os problemas do veículo, como a autonomia, a depreciação do motor e das peças, a falta de conforto e espaço…

    Essa situação exemplifica o próximo passo, que é mostrar o(s) problema(s) do assunto em questão. Para isso, responda à seguinte pergunta:

    Por que esse assunto representa um problema para a sociedade atualmente?

    Perceba que foram utilizadas as palavras sociedade e atualmente. Isso porque qualquer texto dissertativo argumentativo não é de interesse individual, uma vez que para argumentar é necessário existir dois pontos de vista discordantes.

    Atualmente porque não tem sentido debater um assunto finalizado, concorda?

    A problematização é muito importante, pois serve para provar para o leitor que o texto é relevante ou seja, que vale a pena ser lido.

    Argumentação

    Chegamos na parte mais importante do texto, afinal é um texto argumentativo!

    Como mencionado anteriormente, é um texto que se utiliza de recursos para para persuadir o leitor, com a intenção de convencer, mudar a perspectiva de alguém sobre um ponto crítico de pensamento.

    Sendo assim, é também, geralmente, a maior parte do texto. Veja a seguir as três perguntas  serem respondidas.

    Quais os argumentos que fundamentam a minha tese?

    Note a relação entre esta parte com a tese. Considerando ser a tese a primeira parte do texto, nela está o posicionamento. Aqui são apresentados argumentos que darão sentido ao ponto de vista apresentado.

    Os argumentos podem ser:

     Dados
    Citações
     Leitura de gráficos
    Teorias
    Argumentos de lógica

    O site Ciberduvidas da Língua Portuguesa esclarece que os argumentos podem ser quase lógicos, baseados na estrutura do real, fundadores da estrutura do real e por dissociação.

    A conclusão da dissertação argumentativa

    Concluir qualquer assunto exige muito cuidado. Principalmente quando se trata de um texto argumentativo em que, por se tomar um partido, deve-se também apresentar uma sugestão para solucionar o problema que foi levantado no texto.

    Por isso, a pergunta cuja resposta é ideal para se concluir um texto é:

    Qual a minha proposta para solucionar o problema?

    Perceba a relação que a conclusão mantém com a problematização, assim como a argumentação se relaciona diretamente com a tese (introdução) do texto.

    Resumindo…

    Estrutura texto argumentativo
    Estrutura

    Este é apenas um método dentre tantos que existem para qualquer produção textual de uma dissertação argumentativa.

    A dissertação argumentativa serve apenas para escrever redação?

    Aprender a argumentar em uma dissertação é útil para além da tradicional redação escolar, uma vez que servirá também para quaisquer outros contextos em que a argumentação é fundamental, seja oral (debates, negociações, discursos) ou escrito.

    Para fazer um projeto acadêmico, por exemplo, é fundamental, em certo ponto, apresentar argumentos, problematizar e concluir.

    Aspectos gerais do seu texto argumentativo dissertativo

    Não se esqueça que para produzir um texto fluido, é necessário conhecer e aplicar os aspectos de textualidade. Veja abaixo oito deles:

    1. Coesão
    2. Coerência
    3. Linearidade
    4. Clareza
    5. Concisão
    6. Objetividade
    7. Informatividade
    8. Correção gramatical

    Este é o texto perfeito…

    … e certamente a partir de todas as informações contidas neste artigo, você poderá começar a escrever a sua dissertação argumentativa com maior propriedade. Lembre-se que o importante é apresentar um texto tão bom que sirva para o leitor como razão para prosseguir a leitura.

  • Aprenda como colocar Fórmulas e Equações corretamente no seu TCC (ABNT)

    Aprenda como colocar Fórmulas e Equações corretamente no seu TCC (ABNT)

    Aprenda a usar qualquer tipo de equações e fórmulas no TCC.

    Se você está prestes a fazer seu TCC, já percebeu que terá que conviver com as normas da ABNT. Nessa altura do campeonato não podem haver falhas desse tipo. Ao inserir fórmulas e equações no seu trabalho, você precisa garantir que tudo estará dentro dos conformes. Confira abaixo tudo o que precisa saber sobre o tema para que seu TCC seja produzido corretamente.


    Produzindo seu TCC

    Agora que você já chegou aqui, deve ter noção sobre as regras básicas da ABNT, como espaçamento, listas, bibliografias, etc. Caso contrário, não se preocupe. As dicas aqui servem para qualquer trabalho acadêmico que precisem estar nas normas da ABNT.

    Assim como todos os tipos de inserções em um trabalho acadêmico como citações, ilustrações, fotografias, trechos e etc; possuem regras específicas para serem introduzidos, isso não é diferente com fórmulas, cálculos e equações.

    Inserindo as equações e fórmulas no TCC

    Vamos ao que interessa. Se está pensando que será algo muito difícil e complicado, você se enganou. Não se preocupe, pois não terá trabalho com isso. A introdução em si não possui regras específicas e nem nenhum trecho na ABNT falando sobre o assunto, mas existem condições especiais. Você vai entender melhor abaixo:

    1. Introduzindo os números normalmente durante o texto

    Você pode introduzir as equações e fórmulas no seu TCC normalmente durante o desenvolvimento. Basta ficar atento à legibilidade e ao espaçamento. Não use isso em hipótese alguma se houver uma sequência de fórmulas ou equações.

    Por exemplo: “A fórmula de Bhaskara é Ax² + Bx² + c = 0 e a aplicação é…”. Nesse caso, deixe tudo perfeitamente espaçado e em negrito para destacar.

    • Se houver uma sequência, esse método não é recomendado, por questões estéticas e de legibilidade. Logo é recomendado para fórmulas, mas não para equações e cálculos
    • O negrito não é obrigatório, mas muito recomendado. Caso contrário os números podem se perder no processo, a legibilidade fica difícil e, geralmente, quando um TCC desse tema vai ser analisado, os números são o principal

    2. Introduzindo os números separadamente

    Esse método é mais recomendado para equações do que para fórmulas, a não ser que sejam grandes. Se trata de escrever cada fórmula ou parte da equação em uma linha específica. Você pode centralizar ou deixar à esquerda, depende do seu gosto e de como fica a estética do seu TCC. Confira o exemplo abaixo:

    – 2x = – 27

    4      

    – 2x = – 27·4

    – 2x = – 108

    x = – 108

    – 2

    x = 54

    Você também pode centralizar a equação se preferir.

    – 2x = – 27

    4      

    – 2x = – 27·4

    – 2x = – 108

    x = – 108

    – 2

    x = 54

    Por não haver uma regra específica, você terá que ter o tato para saber qual se encaixa melhor no seu trabalho e em que momento. Algumas considerações sobre esse método:

    • Use para contas, como no exemplo acima. Simples fórmulas ou números que aparecem não são recomendados. Caso contrário haveria um grande espaço para uma pequena fórmula. Isso atrapalha a estética do trabalho

    x + 7³ – 25 = x3                     

    Como você pode conferir no exemplo acima, isso atrapalha e quebra o andamento do texto, por algo pequeno que poderia ser explicado em uma linha. Acrescentar uma outra equação pequena, abaixo, para um outro ponto e prosseguir escrevendo atrapalha a legibilidade mais ainda

    • A questão de usar os números centralizados ou à esquerda também cabe à você, mas é preciso ter bom senso de optar por apenas um, ou, no mínimo, saber quando vai usar cada um deles. Alternar simplesmente poderia custar a estética e organização do seu TCC
    exemplo do uso de fórmulas no TCC
    Exemplo de fórmulas no TCC

    Alguma equação ou fórmula deve ter referência?

    Sim! Principalmente trabalhos de outros acadêmicos, devem ser devidamente referenciados. Ao inserir fórmulas, cálculos e equações, ou se optar, uma imagem da equação ou fórmula de alguém, você deve deixar muito claro no texto à quem pertence.

    Novamente não existe uma regra explícita sobre isso, dizendo exatamente como se referenciar equações, mas siga um padrão parecido com os da imagens. Insira a fórmula e a seguir, no texto, explique quem a criou. Os créditos também devem estar nos elementos pós-textuais.

    Simplesmente inserir equações e fórmulas de outras pessoas pode te causar problemas por questões éticas, envolvendo a produção de conteúdo intelectual. Isso pode, além dos problemas judiciários, prejudicar a vida acadêmica. Você não quer fazer isso justamente no seu TCC, certo?

    Se colocar imagens de uma equação, deve referenciar assim como faz com qualquer tipo ilustração ou fotografia. Nesse caso, você daria os créditos da ilustração (mesmo que fossem suas) e também os créditos de quem criou a equação.

    Para todas as matérias?

    As dicas acima são válidas para todas as matérias que utilizem números e vão além. É comum que não apenas matérias como física ou matemática utilizem essas fórmulas, mas também química e biologia, entre outras, as utilizam. Em todos os casos, as regras seriam as mesmas.

    No caso de matérias como administração e economia que utilizam números e valores, funcionaria do mesmo jeito. Mesmo para valores pequenos, exemplos com dinheiro, porcentagem, frações, cálculos simples, enfim.

    A filosofia e outros ramos do ensino possuem uma matéria chamada lógica. Basicamente existem equações como essas, mas são utilizadas letras. Tem um funcionamento diferente dos números, mas as regras para inseri-los no TCC são basicamente as mesmas. A diferença é que em vez de usar exemplos como “1 + 2 = 3” ou “2x -4x = 0”, vai utilizar o padrão da matéria.

    Nesse caso é recomendado que usem o segundo exemplo. Centralizando ou deixando à esquerda, mas cada cálculo de lógica, na sua linha. Para facilitar o entendimento. Mesmo que seja curto, é algo que se desenvolve.

    Para formular seu TCC com eficácia

    Agora que já sabe como inserir quaisquer fórmulas e equações no seu trabalho, não fique em dúvida sobre nenhuma outra norma da ABNT. Basta acessar esse site, o Projeto Acadêmico, e conferir tudo sobre o universo acadêmico e científico. Tudo o que você precisa para se dar bem no TCC está aqui.

  • Estrutura de um Artigo: veja nossas dicas e sugestões para montar um artigo perfeito

    Estrutura de um Artigo: veja nossas dicas e sugestões para montar um artigo perfeito

    Saiba qual a estrutura correta de um artigo científico e como redigi-lo seguindo as normas da ABNT.


    Provavelmente você já deva saber que produzir um trabalho acadêmico, esteja ele em qualquer formato, como TCC, monografia, artigo científico, PIM, entre outros, não é uma tarefa das mais fáceis.

    Dúvidas referentes à formatação de acordo com as normas da ABNT, padrão de escrita e estruturação são algumas das mais comuns que pairam sobre a cabeça dos estudantes acadêmicos.

    Falando da estruturação de um artigo científico, há algumas partes que são essenciais em um trabalho acadêmico deste tipo, e este artigo reúne e explica cada uma delas.

    O que é um artigo científico?

    De acordo com definição da NBR 6022 da ABNT, que teve sua última revisão e modificação no ano de 2003, um artigo científico é uma “publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.”

    Um artigo científico nada mais é que um relato de resultados, estes provenientes da pesquisa de um determinado fenômeno ou qualquer que seja o objeto de estudo, com a principal finalidade de apresentar publicamente os dados pesquisados.

    Por meio dele se discute ideias, métodos, processos e resultados em geral sobre a pesquisa realizada, tendo a possibilidade de posteriormente ser publicado em algum periódico.

    Qual a estrutura correta de um artigo científico?

    Muitos estudantes possuem dúvidas em relação a estruturação de um artigo científico, se você é um deles já pode ficar mais tranquilo pois não é nenhum bicho de sete cabeças.

    Agora que você já sabe o que é um artigo científico, tenha em mente que a sua estrutura é a mesma que os demais trabalhos apresentam, contendo elementos pré-textuais, textuais e por fim os elementos pós-textuais e com algumas categorias em cada um deles. Veja a seguir:

    1. Elementos pré-textuais de um artigo científico

    Nos elementos pré-textuais de um artigo científico devem estar presentes informações referentes a autoria e temática do texto, bem como o nome da instituição de ensino.

    Nestes casos também é recomendável que nas notas de rodapé insira-se informações de contato do aluno.

    Ainda nesta mesma categoria, aparece o resumo, que apresenta de maneira breve e sucinta o objetivo do trabalho acadêmico, bem como todos os principais pontos que serão abordados no decorrer do artigo.

    Logo após este resumo estão as palavras-chave, que são de extrema importância para o trabalho acadêmico pois são elas que servem como referência de pesquisa, além de promover um reconhecimento prévio do tema, por esses motivos elas devem ser bem pensadas e escolhidas de forma que representem com louvor o sentido e contexto do texto e alcance a compreensão de todos os leitores.

    2. Elementos textuais de um artigo científico

    Dentro da categoria de elementos textuais de um artigo científico, estão:

    A introdução também deve apresentar, de maneira breve, a temática e os objetivos a serem alcançados por meio daquela pesquisa, bem como discorrer um pouco sobre a metodologia utilizada, de maneira a dar uma visão geral para o leitor dos assuntos que serão abordados.

    A partir da introdução é preciso começar a trabalhar no desenvolvimento do artigo, que envolve de forma mais profunda e explicativa a metodologia utilizada, a fundamentação teórica do trabalho, os resultados e dados colhidos e por fim a conclusão.

    Essa parte do artigo científico possui um caráter muito mais descritivo e é necessário dar detalhes sobre o material que foi utilizado, bem como o que foi feito para que se chegasse a uma conclusão para a problemática apresentada sobre determinado fenômeno ou objeto de estudo.

    Na conclusão é essencial que haja informações sobre a interpretação do resultado, deduções sobre as descobertas e sempre deve responder aos questionamentos levantados no decorrer do artigo.

    É importante também que você apresente ao final do trabalho acadêmico, recomendações e projeções para o futuro referente ao tema estudado.

    3. Elementos pós-textuais de um artigo científico

    Nos elementos pós-textuais de um artigo científico estão inseridos as referências e possíveis informações adicionais, como notas explicativas, resumo em língua estrangeira, entre outros, ondes estes podem aparecer como elementos opcionais, como apêndice, anexos, glossário, entre outros.

    Nesta categoria também estão inclusos os agradecimentos a instituição de ensino e contribuintes do estudo e pesquisa em geral, sejam eles de forma ativa como entrevistados, ou de forma passiva como familiares e amigos.

    As referências seguem especificações conforme NBR 6023 e tem certas especificações para que sejam apresentadas de forma correta e padronizada em um trabalho acadêmico.

    A regra geral para que o referencial seja padronizado e facilite a busca pelos títulos na pesquisa é:

    SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra (negritado). Edição (salvo quando esta for a primeira publicação). Cidade da publicação: Editora, data da publicação.

    Um exemplo disso:

    CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004.

    Caso haja consulta de referencial pela web, também é preciso identificar o endereço eletrônico de onde foi retirado algum conteúdo ou serviu de consulta, bem como a data de acesso.

    Confira um exemplo fictício:

    CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004. Disponível em: <www.profeltonorris.files.wordpress.com.br/chiavenato-2004.pdf>. Acesso em: 24 jan. de 2019.

    Você também pode conferir o que a norma pede na íntegra na imagem abaixo:

    exemplo de estrutura

    Lembre-se de sempre seguir as regras e especificações da ABNT, não só no material referencial como em todo o artigo, para que assim você possa fazer a entrega de seu trabalho acadêmico sem ser barrado ou sofrer maiores problemas por causa da padronização do mesmo.

    Uma grande dica é que você já aplique as regras de formatação no trabalho à medida que for redigindo o mesmo, pois isso economizará tempo e fará com eu você encare essa tarefa de uma forma mais leve.

    Como redigir trabalhos nota 10

    Se você está com alguma dificuldade em seu TCC, seja em qualquer parte dele, ou até mesmo sobre o que é artigo científico, você encontra conteúdos exclusivos e de qualidade que poderão te ajudar no site do Projeto Acadêmico e tudo isso gratuitamente.

    Quer tirar uma nota 10? Acesse os conteúdos e produza um trabalho com excelência digno desta nota!

  • Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Mesmo no meio universitário, nem todos conhecem ou se lembram de todos os gêneros textuais, mas isso não é um problema. Nesse texto, a seguir, você poderá conferir todos os detalhes para fazer um artigo de opinião impecável.


    O que é um artigo de opinião?

    Você, primeiramente, precisa entender o que é um artigo de opinião para, então, conseguir produzir um. O artigo de opinião é um texto dissertativo-argumentativo, onde o autor precisa expor seu ponto de vista sobre determinado tema.

    Isso não significa que simplesmente vai escrever o que quer e o que pensa. Como o próprio nome indica, dissertativo-argumentativo, existe a necessidade de o texto conter argumentos bem fundamentados e lógicos, simplesmente a opinião do autor não possui valor.

    Confira os exemplos abaixo para entender melhor:

    1.  Sou contra a pena de morte, pois isso não é certo. Não devemos matar ninguém.
    2.  Sou a favor da pena de morte, pois isso é o certo a se fazer. Chega de criminosos!

    Apesar de serem exemplos simples, definem muito bem o que não se deve fazer em artigos de opinião. Simplesmente expor o ponto de vista, sem nenhuma defesa adequada. Você deve dissertar sobre o assunto e deixar claro que tem um ponto válido. Confira abaixo um modelo mais adequado:

    1. Sou contra a pena de morte. O país não possui infraestrutura. Muita gente inocente morrerá e muita gente culpada  viverá.
    2. Sou a favor da pena de morte. Isso iria fazer com que os criminosos refletissem duas vezes antes de cometer algum delito. A taxa de criminalidade iria diminuir.

    Nesse caso, note que as duas ideias tiveram defesas com argumentos. Esse é o padrão correto que se deve usar em um texto dissertativo-argumentativo.

    É comum que ao fazer um artigo de opinião, os temas geralmente são sempre algo polêmico, como sexualidade, drogas, religião, aborto, etc. Dificilmente fará artigos sobre algo que não é notório.

    Você vai deixar a sua opinião clara no decorrer do desenvolvimento do seu artigo, mas tudo deve estar recheado de argumentos. Se a sua opinião sobre o assunto é “X” você deve explicar uma série de motivos lógicos para isso, assim como, se possível, explicar porque não é “Y”.

    Outro fator que você encontra no artigo de opinião é a presença de verbos no imperativo, isso é, ordens e instruções, como “faça”, “experimente”, “tente”, “não se engane”. Tudo isso favorece o processo de argumentação e introduz uma tática de persuasão.

    O uso de exclamações também serve para inserir emoções no texto e torná-lo mais intenso para o leitor. Enquanto o uso de pontos de interrogação servem para levar o leitor a uma reflexão. São táticas de articulação, dinâmica e funcionam muito bem para convencer aqueles que leem.

    Apesar de efetivos, não devem ser o enfoque do artigo, que deve ter como base os argumentos. Premissas rasas e um texto emotivo não caracteriza um artigo de opinião de qualidade e sim a qualidade dos dados e como tudo é organizado de maneira a deixar as ideias clara e convencer o leitor.

    Exemplos de artigo de opinião:

    Os argumentos precisam de embasamento

    No momento de produzir um artigo de opinião, saiba que os argumentos utilizados precisam ser verdadeiros e confiáveis. Caso contrário, poderia ser desvalidado. Abaixo está uma série de dicas para não errar nesse aspecto:

    • Busque livros, sites, produções acadêmicas e outras fontes, mas todas de confiança. Basear seus argumentos em textos sem muita fundamentação pode tornar seu artigo inválido
    • Na medida do possível utilize dados de pesquisas com números, isso dá muito mais credibilidade para seu artigo de opinião. As fontes precisam ser confiáveis e notórias
    • Tudo precisa ser conexo. Não adianta encher seu artigo de dados e citações, mas isso não se conectar de maneira coerente
    • Você precisará ter objetividade. Não existe espaço para subjetividade no artigo de opinião. Até mesmo para temas mais complexos e teóricos, tudo precisa ser adequado
    • Para estruturar o artigo de opinião você precisa entender que ele possui começo, meio e fim de modo bem definido
    • O começo é a introdução. Nela você apresenta o tema e o problema ou questão que tratará no texto
    • O meio é o desenvolvimento, o qual você apresenta seus argumentos, os dados, toda a opinião
    • O final é a conclusão, onde você apresenta as soluções dos problemas de maneira rápida e encerra o tema
    *Víde por Redação com Glamour

    A dissertação de mestrado

    Uma dissertação de mestrado é muito parecida com um artigo de opinião. Com exceção de que a dissertação se trata de um trabalho acadêmico de alto nível, enquanto o artigo de opinião costuma ser produzido já nos primeiros anos escolares.

    O tamanho e complexidade também são diferentes. Não existe nenhuma regra da ABNT especificando sobre artigos de opinião, enquanto existem diversas tratando da dissertação.

    É interessante relacionar os dois, pois são textos dissertativos-argumentativos e possuem a mesma base. Embora sejam diferentes no sentido de complexidade, são praticamente iguais na estrutura e maneira de produção. Tratam-se de tipos de textos onde você deve expor a sua opinião sobre um fato, defendendo seu ponto de vista, com argumentos bem fundamentados.

    E a subjetividade do artigo?

    Ao estruturar o artigo de opinião tenha em mente que ele deve ser o mais objetivo possível. É claro que por se tratar de uma opinião, sempre existirão traços de subjetividade, sejam as experiências e estudos do autor, mas no que diz respeito à estrutura do texto, tudo deve ser claro.

    Se o tema for algo naturalmente mais subjetivo, como uma teoria ou pesquisa ainda não confirmada, isso significa, não que você pode ser mais subjetivo ou simplesmente subjetivo à vontade, mas sim que deve buscar compensar com a objetividade e clareza na organização das suas ideias, aquilo que o assunto, por si só, não oferece.

    Produzindo qualquer tipo de artigo

    Você já compreendeu tudo que precisava sobre a estrutura de um artigo de opinião de qualidade, mas ainda existem diversos tipos de artigo e gêneros textuais que podem se relacionar ou virem a incutir dúvidas em você. Se esse for o caso, não perca tempo. Conheça o Projeto Acadêmico, que possui todas as informações necessárias para que você se dê bem no meio acadêmico e científico, incluindo regras da ABNT, dicas para cada parte e temas do seu TCC, funcionamento de mestrado e muito mais.

  • Redação Narrativa: veja como fazer, nossas sugestões e exemplos prontos

    Redação Narrativa: veja como fazer, nossas sugestões e exemplos prontos

    Você sabe quais são as principais características de uma redação narrativa?

    O universo acadêmico, além de introduzir novos termos e ideias como TCC, monografias, artigos científicos e etc, também traz termos que já conhecemos, mas muitas vezes não demos a devida atenção ou deixamos passar despercebidos. A redação narrativa é um deles. Abaixo você poderá conferir tudo que é necessário para produzir com a qualidade necessária.

    Definindo o que é redação narrativa

    Este tipo de redação é caracterizado por necessariamente conter um enredo com personagens e ações que acontecem em determinado tempo e espaço. É claro que nada precisa ser verdadeiro, mas a redação precisa dessa coerência para ser considerada narrativa.

    Existe muita diferença da narração descritiva que foca em descrever os aspectos de determinado objeto (entenda por objeto qualquer cenário, pessoa, situação e etc, não necessariamente material e objetivo, mas também psicológico e subjetivo). Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    A clássica narração dissertativa foca no aspecto argumentativo, onde você deve criar uma ordem de apresentação de fatos e ideias coerentes para conseguir dissertar e expor seu ponto de vista da maneira mais impessoal possível.

    A partir desse ponto, ao construir uma redação narrativa com qualidade, deve-se se atentar a muitos itens; Você poderá conferir tudo o que é necessário abaixo:

    1. Procure construir tudo com coerência

    Fatos desconexos e sem sentido, erros de roteiro, personagens sem personalidade, etc. Tudo isso colabora para uma redação narrativa ruim. Tudo, mesmo que em um universo que não é real, deve ser construído de maneira objetiva e verídica.

    A diferença entre veridico e verdadeiro pode te auxiliar a melhorar a qualidade de sua redação. O verdadeiro é algo concreto e real, como “homens não podem voar”. O verídico é algo que é verdade dentro de determinado contexto, por exemplo “o Super-Homem pode voar”. Sim ele pode voar, mas ele não é real. A situação só é real dentro do universo do Superman e isso é a definição de verídico. Aquilo que só é real dentro de determinado universo.

    Seja coerente na medida do possível. Se for uma narração fictícia, busque desenvolver tudo para que fique verídico e consistenta com suas próprias ideias apresentadas. Para isso crie fatores dependentes e situações conexas. Não deixe pontas soltas.

    2. Trabalhe a profundidade da narrativa

    Personagens sem personalidade é a pior coisa que pode acontecer. Personagem e personalidade são derivados de persona, que indica justamente a máscara, as características, um personagem, uma personalidade. Construa isso de maneira coerente na sua narração.

    Se o seu personagem possui uma personalidade mais agitada, nem é preciso descrever, desde que deixe isso claro em suas atitudes e em como lida com os fatos. Isso vale para os cenários e todo o desenvolvimento da narrativa.

    3. Deve ter começo, meio e fim

    Isso é obrigatório em qualquer redação narrativa, além de complementar os itens anteriores. Deve ter o seu desenvolvimento de maneira coerente e mesmo que seja diferente, (como mostrar o final logo no começo e ir desembaraçando) deve fazer isso da maneira mais objetiva e bem construída possível.

    4. Elementos obrigatórios em uma redação narrativa

    Ao desenvolver uma redação narrativa, esteja ciente que alguns elementos são obrigatórios. Você pode conferi-los abaixo:

    • Narrador, afinal se chama narrativa justamente por esse motivo. Existem vários tipos de narradores
    • Personagens, que são aqueles que participarão do enredo e da história no determinado tempo e espaço
    • Enredo, que é o fato, aquilo que aconteceu, está acontecendo e vai acontecer, a história
    • Espaço e tempo, já que tudo deve acontecer em algum local e em algum período, mesmo que fictícios
    • A trama que se difere no enredo por ser a parte prática e o desenvolvimento, aqui surgem os conflitos
    • Clímax, que é o período de ápice na história. Podem haver mais de um
    • Resolução, também chamada de desenlace, desfecho ou conclusão que é quando o clímax e conflitos são resolvidos

    Lembrando que você pode fazer o modelo diferente da narrativa e mesmo que a resolução não tenha o melhor dos finais, ainda deve deixar bem claro se tudo acabou ou não. Existe a possibilidade de finais abertos e interpretativos.

    Quando se trata do conflito, não necessariamente precisa ser algo negativo ou fantasioso na narração. É simplesmente uma situação que precisa ser resolvida, ou um certo ponto ao qual os personagens precisam chegar de alguma maneira.

    Você pode processar tudo com temas mais suaves e brandos ou mais tensos, mas isso fica por sua conta e contexto. Você também trabalhar a questão dos finais. É possível experimentar e sair bastante do convencional, mas precisa ter a base e estrutura para ter as principais características de uma redação narrativa.

    5. Quais são os tipos de narrador?

    Os 3 tipos de narrador são:

    • Narrador-personagem, que participa da história e tudo acontece do seu ponto de vista. Aqui a narração é em primeira pessoa.
    • Narrador-observador, que observa os fatos e relata sem interferir. Aqui a narração é em terceira pessoa.
    • Narrador-onisciente, é igual ao narrador observador, mas tem total consciência do que acontece em toda a trama, inclusive nos pensamentos dos personagens, acontecimento simultâneos, etc. Também é em terceira pessoa.

    Os tipos de redação se misturam?

    Embora não seja o objetivo principal do texto comentar sobre os outros tipos de redação, saiba que é muito comum que possuam dois ou mais tipos de redação e outros gêneros incluídos em uma só situação, por exemplo, quando se trata de uma narração, mas existe a descrição de objetos ou pessoas, a redação narrativa e descritiva já se misturaram.

    Embora isso aconteça sempre, é comum que uma sempre prevaleça, mas é importante reconhecer que o texto pode ser narrativo, mas com características de outros tipos. E isso é válido para todos os gêneros e tipos textuais, não apenas para redações.

    Aprendendo no Projeto Acadêmico

    Tenho certeza que você entendeu e já sabe como produzir uma redação narrativa, até mesmo deve ter se lembrado caso esteja no período acadêmico. Se precisa de ajuda para lidar com outros gêneros textuais, as famosas normas da ABNT ou qualquer coisa do universo acadêmico, conheça o Projeto Acadêmico que têm todas as informações que você precisa para produzir com qualidade o seu texto.

  • Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Saiba tudo sobre o que é e como construir a estrutura de uma dissertação expositiva.

    Embora a dissertação expositiva sempre está presente em bancas e diversos processos seletivos, muitas pessoas não sabem o que é ou como elaborar a sua estrutura.

    É comum, por exemplo, existir a confusão entre o texto argumentativo e expositivo, então muitos candidatos escrevem o primeiro quanto o enunciado pede o segundo.

    A boa notícia é que trouxemos para você um guia completo explicando o que é uma dissertação expositiva e a sua estrutura.

    O que é uma dissertação expositiva

    Será fácil entender o que é o texto dissertativo expositivo, pois o próprio nome já explica e define. Vamos também utilizar os conceitos do dicionário online Michaelis da Língua Portuguesa:

    • Dissertar: Fazer apresentação oral ou por escrito sobre algum tema de forma organizada e completa.
    • Exposição: Que descreve algo.

    Viu como ficou fácil responder o que é uma dissertação expositiva? Trata-se de uma apresentação escrita sobre determinado tema de forma organizada e completa com o objetivo de descrever e apresentar informações.

    Agora que já cumprimos com a primeira promessa de explicar o que é, vamos honrar também a segunda: Como fazer um texto dissertativo expositivo.

    exemplo de texto expositivo
    Veja um exemplo de texto expositivo retirado de: https://pt.slideshare.net/anamoura84/texto-dissertativo-expositivo

    Como fazer um texto dissertativo expositivo

    Aqui o objetivo não será convencer o leitor sobre determinado ponto de vista. Não há divergência de ideias! Como já dito, a finalidade é informar, descrever, fazer uma exposição de algo.

    Se você na posição de candidato for escrever este gênero textual, não produza um texto para que o avaliador concorde contigo, mas para que ele o considere coerente e informativo. Entendeu? Se sim, então podemos falar sobre a estrutura agora.

    A estrutura da dissertação expositiva

    A pouco falei sobre o gênero textual, portanto antes de continuar, entenda o que ele é à luz da “Gramática do Português Brasileiro do renomado professor e linguista Ataliba de Castilho (2012):

    Toda e qualquer forma de manifestação do discurso produzida pelos falantes em uma determinada esfera social do uso da linguagem. Dado seu caráter social, o gênero é uma forma codificada historicamente por uma determinada cultura, visando a comunicação entre seus membros.

    O gênero textual é a estrutura e as peculiaridades de abordagem de determinada categoria de texto. As receitas, por exemplo, possuem uma estrutura comum, assim como os ofícios, cartas, e-mails etc. são todos gêneros textuais.

    A pergunta é: Qual a estrutura da dissertação expositiva?

    Com relação à introdução e conclusão, aconselha-se fazer apenas um parágrafo, porém a peculiaridade deste texto está no desenvolvimento que não possui uma delimitação quanto à quantidade de parágrafos.

    “ Contudo, mais importante do que seguir uma estrutura rígida, é que haja a exposição de ideias certas e bem organizadas sobre um determinado tema.” (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Por isso falarei tão sucintamente sobre a estrutura para depois apresentar aspectos mais importantes sobre essa produção. Veja a seguir a construção básica do texto:

    • Introdução (definição)
    • Desenvolvimento (informação/exposição)
    • Conclusão (síntese de reafirmação)

    A introdução da dissertação expositiva

    Que tal iniciar um texto em que serão apresentadas exposições de forma objetiva e sem intenção de persuasão, mas de caráter meramente informativo?

    Como? Eis a questão a ser abordada aqui:

    Veja as quatro dicas sobre como iniciar o meu texto?

    1. Aborde o contexto do assunto, indo de uma abordagem mais ampla para específica;
    2. Vá direto ao ponto, ninguém gosta de enrolação;
    3. Defina o perfil do seu leitor para apresentar uma introdução que desperte a atenção;
    4. Conheça amplamente o assunto a ser abordado.
    Se estiver com dificuldade para começar a escrever, faça as perguntas: Sobre o que eu vou escrever? e qual o objetivo?

    A resposta para estas perguntas, combinadas com as quatro dicas supracitadas constituirão uma introdução perfeita.

    O desenvolvimento da dissertação expositiva

    Como já esclareci neste artigo, o desenvolvimento do texto dissertativo expositivo não possui delimitação  quanto ao tamanho.

    Nesta parte, explique de modo mais específico cada ponto a ser apresentado. Seja claro e objetivo, mantenha o seu texto linear.

    Abaixo você aprenderá seis recursos que poderão ser utilizados para produzir o seu texto dissertativo expositivo. Para tanto, vamos utilizar o parâmetro apresentado por Sabrina Vilarinho no site da Mundo e Educação da UOL.

    • Instrução
    • Informação
    • Descrição
    • Definição
    • Enumeração
    • Comparação

    Veja abaixo os detalhes de cada uma:

    Instrução

     Apresentar instruções é um excelente recurso quando o assunto aborda um procedimento.

    Informação

    Todo o texto expositivo é informativo, portanto trazer  informações de forma sistematicamente organizadas certamente dará ao texto característica do gênero.

    Descrição

    É a exposição das características do assunto abordado. Descrever é reconstituir algo a partir das palavras.

    Definição

    Ao definir algo, esclarecemos metalinguísticamente o assunto abordado.

    Enumeração

    Este é um recurso que viabiliza a leitura dinâmica. Aqui você deve apresentar sequencialmente as informações referentes àquilo que estamos escrevendo.

    Comparação

    A melhor forma de explicar algo para alguém é comparando com o que o já se conhece.

    A conclusão da dissertação expositiva

    Como você já percebeu, a estrutura de uma dissertação expositiva é bastante simples. A conclusão não é diferente. Vamos ver como é fácil:

    “Na conclusão ocorre a reafirmação do tema, sendo feita a síntese dos conteúdos abordados. Pode haver uma tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado. (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Isso quer dizer que a conclusão deve retomar o assunto desenvolvido na introdução, resumindo e qualificando o que foi apresentado no desenvolvimento. Com relação à “tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado”, deve-se apenas tomar o cuidado de não finalizar o texto com nuance argumentativa.

    Aspectos gerais do seu texto expositivo dissertativo

    Como qualquer texto, principalmente quando dissertativo, é importante lembrar-se das características de uma boa produção, que são:

    1. Coesão
    2. Coerência
    3. Linearidade
    4. Clareza
    5. Concisão
    6. Objetividade
    7. Informatividade
    8. Correção gramatical

    Por isso, mais que um texto bem escrito, preocupe-se com que seu texto seja lido. Lembre-se que o importante é apresentar um texto tão bom que sirva para o leitor como razão para prosseguir a leitura.

    Qualquer dúvida que você tenha com relação ao tema, faça uma pergunta na área de comentários logo abaixo.

    Não se esqueça de compartilhar e curtir nosso conteúdo, a sua participação é muito importante para a continuação do nosso site.

  • Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    Ao se escrever um texto narrativo, não se deve simplesmente dar asas à imaginação. A estrutura do texto narrativo segue regras de escrita de acordo com o tipo de narrativa. Contar histórias também precisa de regras e cuidados ao escrever, conforme as regras de literatura.

    Ao se pensar nos elementos da narrativa, primeiramente devemos compreender a estrutura do texto narrativo, já que uma narração consiste em criar uma história com sequência de fatos, história esta na qual os personagens passam por situações num determinado espaço físico e de tempo.

    Estrutura do texto narrativo

    O texto narrativo é sempre baseado em uma ação que envolve determinados personagens, estes situados num tempo, num espaço físico e unidos por um conflito em comum. Sendo assim, um texto narrativo para ter lógica e ser compreensível à quem lê, deve apresentar a seguinte estrutura.

    Independente do tipo de narrativa, um texto narrativo apresenta três partes distintas:

    • Introdução/Apresentação: Na parte inicial o autor apresenta as personagens da narrativa, delineando suas características e personalidades, além de localizá-las no tempo e no espaço da história
    • Desenvolvimento/Complicação: Através das ações de cada personagem envolvido na narrativa, constrói-se a trama da história, com elementos de terror, romance e suspense de acordo com a ideia central do autor
    • Conclusão/Desfecho: É o clímax da narração, o desfecho da história criada.

    Tipos de narrativas

    Além de possuir uma estrutura própria, conforme mencionado acima, o texto narrativo também deve seguir um padrão de acordo com o tipo de narrativa a que se propõe. Os tipos de narrativa subdividem-se em:

    • Romance
    • Novela
    • Conto
    • Crônica
    • Fábula

    Explicaremos brevemente cada uma delas antes de passarmos ao foco da questão: quais são os elementos da narrativa?

    Romance

    Trata-se de uma narrativa sobre um determinado acontecimento ficcional onde o foco é apresentar aspectos da vida social, pessoal, familiar ou amorosa das personagens. O enredo paira sobre vários conflitos, sendo um destes o principal e os demais os conflitos secundários.

    Novela

    A narrativa em forma de novela, assim como o romance, também abarca uma ampla gama de personagens, mas com o desenvolvimento do enredo acontecendo numa sequência temporal bem delimitada. Em geral, retrata aspectos da vida cotidiana  das pessoas.

    Conto

    É um tipo de narrativa mais curto, apresenta poucos personagens, onde o conflito é único e em geral de caráter denso ,com  espaço e tempo narrativo reduzidos.

    Crônica

    Este tipo de narrativa é um texto de cunho mais informal que apresenta histórias da vida cotidiana, geralmente permeada por um denúncia contra problemas de caráter social. A crônica e o cronista usam-se de muita sutileza para tratar destes assuntos mais “delicados”, já que a crônica também pode ter uma linguagem mais humorística.

    Fábula

    A fábula é uma narrativa de caráter pedagogizante, doutrinante, trazendo lições de moral e/ou ética. Invariavelmente apresenta animais com características humanas (falam, usam vestimentas, agem como pessoas). Também pode apresentar objetos que na vida real seriam inanimados, mas na fábula possuem vida e personalidade, neste caso, chama-se apólogo, mas a intenção textual é a mesma da fábula: doutrinar, ensinar.

    Conhecendo quais são os elementos da narrativa e suas funções no texto

    Os elementos da narrativa são elementos absolutamente essenciais numa narração que é um texto que se propõe a realizar a contação de uma história.

    Para que uma narrativa desperte a atenção e a curiosidade do leitor ela deve estar pautada por estes elementos, independente do tipo de narrativa a que se propõe.

    Resumindo: se você não souber quais são os elementos da narrativa e qual a sua necessidade e suas funções no texto, não conseguirá criar uma história passível de leitura.

    *Vídeo por Percurso Educacional

    Veremos agora detalhadamente cada um destes elementos:

    Enredo

    O enredo de uma narrativa é o primeiro e mais importante elemento, já que é o tema ou o assunto da história que será contada, sem enredo não há história. O enredo pode ser tratado de maneira linear ou não linear, isso fica a encargo de quem está escrevendo decidir o que é melhor para o desenvolvimento da narrativa.

    Além do enredo central que move a narrativa, há também o enredo psicológico, que é focado nos pensamentos dos personagens. A narrativa da história pode ocorrer de forma cronológica linear ou por meio de flashbacks, seguindo a ocorrências das ações, mas isto também é escolhido pelo autor.

    Narrador ou Foco Narrativo

    Nomes diferentes, mas com a mesma função: representar a voz da narrativa, afinal, uma história é sempre contada por alguém. O narrador pode fazer o relato dos fatos a partir de diferentes perspectivas, o que consequentemente confere a ele diferentes características, veja só:

    1. Narrador Personagem: Este narrador participa ativamente da história como um personagem da trama. Ele pode ser o personagem principal, ou mesmo um secundário. É fácil de identificar: se um texto tiver esse tipo de narrador, a história sempre será narrada na primeira pessoa do singular (eu) ou na primeira pessoa do plural (nós)
    2. Narrador Observador: Esse tipo de narrador, conforme o nome diz, atua observando e relatando os fatos ocorridos no enredo, mas diferente do narrador personagem, o narrador observador não participa da história. Esse tipo de narração é impreterivelmente realizado na terceira pessoa do singular (ele, ela) ou na terceira pessoa do plural (eles, elas)
    3. Narrador Onisciente: O narrador onisciente é aquele que conhece toda a história, sabe a fundo todos os pormenores da narrativa que está sendo contada.

    Em oposição ao narrador observador, que conta os fatos por sua visão particular do enredo, o narrador onisciente sabe tudo sobre cada um dos personagens da trama, inclusive seus pensamentos e ideias mais particulares, segredos e atitudes veladas. Quando contada por este tipo de autor,  a história pode surgir narrada em primeira pessoa do singular (eu) ou terceira pessoa do singular (ele, ela).

    Personagens

    Os personagens de um texto narrativo são as pessoas que estão presentes na história e participam dela. De acordo com o nível de participação na trama são chamados de:

    • Personagens principais ou protagonistas:  quando atuam de maneira muito ativa e são do núcleo principal da história
    • Personagens secundários ou coadjuvantes: estes personagens surgem na história mas não apresentam grande destaque ou importância vital no enredo.

    Tempo

    Toda narração possui uma contagem de tempo que determina o andamento da história. Ele pode ser de dois tipos:

    • Cronológico, quando segue uma ordem de acontecimentos e apresentam expressões que fazem a marcação de tempo ( naqueles anos, ontem, semana passada, etc…)
    • Psicológico, onde não há uma linearidade dos fatos ocorridos, já que ele segue um tempo particular que ocorre na mente dos personagens, em seus fluxos de pensamentos, desta forma,  misturando passado, presente e futuro.

    Espaço

    Espaço narrativo é  o local onde a história se desenvolve. O espaço pode ser físico ou psicológico.

    Quando o espaço narrativo é físico,  o local onde se passa a história é indicado pelo narrador, (cidade, praia, fazenda, determinado país, etc.) e pode ser um local real ou fictício. Subdividem-se em: espaços fechados – casa, quarto, escola… ou espaços abertos – rua, cidade, bairro…

    No caso do espaço narrativo psicológico é o ambiente interior de um personagem, não há um espaço físico que seja revelado claramente. Aqui a história é narrada num fluxo de pensamentos, de sentimentos, sem delimitação de local.

    Temos certeza de que ficou muito mais fácil redigir seu texto narrativo, não é mesmo? Por isso lembre-se, sempre que precisar de auxílio para suas dúvidas o Projeto Acadêmico está pronto a lhe ajudar!

  • TCC Sobre Empreendedorismo: veja nossas dicas de temas, sugestões e informações

    TCC Sobre Empreendedorismo: veja nossas dicas de temas, sugestões e informações

    O empreendedorismo está aumentando no Brasil e no mundo. É um ótimo momento para aproveitar o tema para seu TCC!

    Cada vez mais surgem novo empreendedores no Brasil e em toda parte do mundo. Não apenas pessoas já estabelecidas financeiramente e que podem investir em um negócio, mas pessoas que começaram apenas com uma ideia e fazem funcionar.

    Abaixo você vai poder conferir as melhores ideias para fazer um TCC sobre empreendedorismo e fazê-las darem certo. Veja também: temas para TCC de administração.

    Entendo o empreendedorismo e a aplicação no TCC

    É o processo de criar seu próprio processo empresarial ou melhorar projetos que já existam. Cada vez as pessoas desenvolvem mais autonomia e pequenos negócios vão sendo valorizados ao ponto de se tornarem grandes. Ideias simples se tornam grandes projetos quando colocados em prática.

    Se você escolheu o empreendedorismo como tema para definir em seu TCC, você não poderá simplesmente falar sobre o tema, pois é muito abrangente e complexo. Muito provavelmente seu orientador vai dar instruções para fazer um recorte, isso é, falar sobre um lado específico do empreendedorismo. Você vai entender melhor a seguir.

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    1. Fale sobre os jovens empreendedores

    O número de jovens empreendedores não para de subir. Ainda mais considerando que os jovens são mais antenados à tecnologia, nas novas tendências e o antigo modelo de mercado de trabalho não está dando certo. Os novos empreendedores ganham um espaço com suas novas ideias de um modo nunca visto antes.

    Surgem empresas unicamente digitais, com membros e donos de diferentes partes do globo, com novos modelos de trabalho e serviço se mostrando funcionais.

    Ideias como aplicativos, programas de computador, um simples serviço, mas que nunca foram pensadas e colocadas em prática de maneira eficiente antes. Com isso os jovens empreendedores se estabelecem e chamam a atenção, sendo um ótimo tema para seu TCC.

    2. Fale sobre os empreendedores mais velhos

    Ao contrário do que se pensa, o maior número de novos empreendedores é composto por mulheres acima de 50 anos. Pessoas que já trabalharam em outras empresas ou nunca tiveram a oportunidade de trabalhar em uma, colocando em prática suas ideias.

    A ideia de que nunca é tarde se faz presente na vida dessas pessoas que já alcançaram uma certa idade e são um ótimo tema para produzir um TCC sobre empreendedorismo, já que sai do básico.

    3. Fale sobre pessoas que não tinham nada com o que começar

    É verdade que a maioria dos empreendedores já trabalharam em outras empresas e puderam absorver e aprender a noção básica de gestão de negócio, ou no mínimo já tinham a renda e ideias formadas, mas isso não é uma regra.

    Existem empreendedores que simplesmente tiveram uma ideia, mas não possuíam orçamento e foram colocando em prática e tudo foi dando certo ao ponto de se tornarem negócios de sucesso grandiosos e internacionais. Esse assunto consegue chamar a atenção de muitas pessoas, o que caracteriza um TCC diferenciado.

    4. Entreviste empreendedores para melhorar seu TCC

    Não faça apenas pesquisas online e em livros. Embora esse método de pesquisa bibliográfica seja eficaz e necessário para seu TCC, o ato de realizar pesquisas de campo, isso é, experimentais, também é algo que pode enriquecer e fundamentar em muito o seu trabalho.

    Se conseguir fazer uma produção audiovisual e for pertinente ao seu curso, não hesite em optar, se já souber a quem vai entrevistar, pois isso pode gerar muito mais impacto do que uma produção escrita e totalmente teórica.

    5. Absorva o conteúdo dos empreendedores

    Muitos empreendedores, depois que ascendem ao sucesso, produzem livros e outros modelos de conteúdo para contarem como conseguiram alavancar sua carreira. Esse conteúdo é crucial, principalmente se você pretende falar da pessoa em específico no seu trabalho.

    Também é uma ótima maneira para citar e referenciar pessoas em seu trabalho se ele for totalmente escrito. Afinal, você precisa conhecer o trabalho de empreendedores se quiser falar sobre eles.

    6. Fale sobre o futuro

    O empreendedorismo ecológico está aumentando. Empresas preocupadas com sustentabilidade e o meio ambiente não param de surgir. As que já estão estabelecidas no mercado não param de mudar.

    O método de produção e descarte que gera consumo excessivo já provou que é desgastante para o planeta. Então é só uma questão de tempo até que a maioria das empresas busquem alternativas ecológicas. Os empreendedores que já estão seguindo por esse caminho são um ótimo tema para definir em seu TCC.

    Exemplos de TCCs prontos de empreendedorismo

    Deixe tudo em ordem para iniciar seu TCC

    Agora que você já conferiu ótimas ideias para fazer um TCC com o tema empreendedorismo, precisa saber o básico para colocar tudo isso em prática.

    Primeiramente, certifique-se de que está confortável com o tema e que consegue desenvolvê-lo com facilidade, ou o processo vai ser bem desgastante e não terá resultados tão bons quanto poderia ter se escolhesse um tema mais adequado para se trabalhar.

    Trabalhe bem o tema e o desenvolvimento, desde o processo de metodologia, pesquisa até a finalização e as famosas normas da ABNT. Tudo isso facilitará o processo e garantirá que seu TCC não será reprovado por coisas simples, mas severamente avaliadas.

    Talvez você escolha falar do empreendedorismo em si e talvez falar sobre grandes empreendedores, mas em ambos os casos é difícil não citar pessoas e seus trabalhos. Tenha certeza de fazer tudo o mais adequadamente possível, com referências seguindo as normas da ABNT corretamente. É importante para evitar problemas judiciais.

    Ainda falando sobre problemas judiciais, tome muito cuidado nas escolhas de palavras quando for falar dos trabalhos e empresas de empreendedores. Tudo pode ser mal interpretado. Por isso seu trabalho deve ser claro, conciso e objetivo, com um propósito muito bem especificado. Cuidado pra não sair desse objetivo e se perder.

    Para a produção do seu trabalho acadêmico

    Está procurando entender melhor sobre as regras da ABNT? Ou está procurando os melhores temas para TCC? Você precisa conhecer os outros posts desse site, o Projeto Acadêmico, que possui todas as dicas necessárias para você ter um ótimo desempenho no processo acadêmico e científico. Tudo muito claro e especificado para que não fique nenhuma dúvida.

  • Aprenda Como Fazer uma Redação Descritiva Perfeita

    Aprenda Como Fazer uma Redação Descritiva Perfeita

    Entenda o que é e como funciona a produção de uma redação descritiva

    É comum esquecermos muitas coisas depois de entrarmos para o ensino superior. Com o foco em áreas específicas, acaba não sobrando muito tempo para lembrar das coisas mais básicas. Você lembra o que é uma redação descritiva? Confira abaixo tudo o que você precisa saber para construir uma com todas as características necessárias.

    Definindo o que é redação descritiva

    Redação descritiva é aquela que define e deixa bem especificada as características de determinada pessoa, objeto, cenário, situação, etc. Além disso também pode trazer a descrição de sensações, emoções, sentimentos e coisas mais abstratas.

    Basicamente o fator mais importante é escolher bem os adjetivos  e locuções adjetivas que trabalharão com os substantivos para chegar ao objetivo desejado.

    mulher fazendo anotações em um caderno

    Tipos de redação descritiva

    São apenas dois tipos de redação descritiva e que podem, inclusive, se entrelaçar, mas é preciso reconhecê-los para não se perder no processo textual. Confira-os abaixo:

    Redação descritiva denotativa

    Também chamada de redação descritiva objetiva, que é quando a descrição é objetiva e clara, sem brechas para nenhum tipo de interpretação, como por exemplo:

    1. “Ele media 2 metros de altura”
    2.  “Ela tinha olhos azuis”
    3.  “Já era de noite e as estrelas estavam visíveis no céu”
    4. “O cachorro do vizinho, Spike, é marrom”

    Como você pode notar, tudo é objetivo e não existe nenhum tipo de interpretação do autor ou por parte do leitor. Na frase 1, o descrito mede 2 metros de altura e não existe contextualização. O mesmo ocorre em todas as frases. Em resumo, são descrições precisas, claras e diretas.

    Redação descritiva conotativa

    A redação descritiva conotativa é também chamada de redação descritiva subjetiva e é o oposto da redação denotativa. As descrições são abertas, não tão precisas e com margem para interpretações por parte dos leitores. Para entender melhor confira as sentenças abaixo, que serão versões conotativas das sentenças que você já leu:

    1.  “Ele era muito alto”
    2.  “Ela tinha um lindo par de olhos”
    3.  “O céu estava escuro e a lua e as estrelas estavam claras”
    4.  “O cachorro do vizinho, Spike, é muito fofo”

    A diferença é nítida. Quando se trata da primeira frase “Ele era muito alto” não existe nenhuma definição do que é alto e do que é baixo. Isso pode variar de pessoa pra pessoa e cultura para cultura. O leitor tem de interpretar.

    A segunda frase tem o mesmo princípio, quando introduz o termo “lindo par de olhos”, afinal, quem define o que é lindo? O autor? Logo fica na interpretação, assim como se fosse “um par de olhos claros”.

    O mesmo ocorre com “céu escuro” e “lua e as estrelas claras”. O escuro para uma pessoa pode não ser para outra e tudo isso é interpretativo e subjetivo. Assim como a fofura do cachorro também é relativa, diferentemente da cor marrom que ficou diretamente e objetivamente descrita.

    A descrição conotativa também é recheada de metáforas, ou seja a comparação de uma coisa com outra, por exemplo, “Ela é uma besta”. É claro que isso é figurado e abre margem para muita interpretação.

    Qualquer descrição com contexto emocional por parte do narrador também é subjetiva, como “ele era muito meigo e doce”. Não existe um foco na realidade, mas sim na imaginação e questões internas do narrador.

    Quando os dois conceitos se misturam?

    É muito comum que em redações descritivas, o objetivo e o subjetivo se misturem e oscilem. O narrador pode ser preciso em alguns momentos e emocional em outros, veja nas frases abaixo:

    1. “Ele era um rapaz alto, com 2 metros de altura”
    2. “Ela tinha um par de olhos azuis muito belos”
    3. “Já era noite, o céu estava escuro e as estrelas brilhavam muito”
    4. “O cachorro marrom do vizinho, Spike, era muito fofo”

    Note que as descrições conotativas e denotativas foram misturadas. A objetividade da altura exata do rapaz, mas questão subjetiva de considerar isso alto, assim como a cor dos olhos da garota, mas a subjetividade de considerá-los belos. Isso acontece o tempo todo em redações descritivas.

    Outros gêneros de narrações

    A redação dissertativa tem um caráter argumentativo, onde você deve expor pontos de vista de maneira objetiva e direta, organizando muito bem suas ideias e fatos possíveis para criar um desenvolvimento coerente. Sempre fugindo da subjetividade na medida do possível.

    A redação narrativa é um processo diferente e ocorre quando existe um enredo, personagens, fatos acontecendo e obrigatoriamente em um espaço em algum tempo. A narração pode ser em primeira ou terceira pessoa.

    Os tipos e redação se misturam?

    Não só os tipos de redação narrativa, dissertativa e descritiva, mas também qualquer tipo ou gênero textual. É comum encontrar textos narrativos que descrevem certos objetos do cenário e dissertativos que descrevem situações, pesquisas, etc.

    Assim como é importante saber diferenciá-los e em que ponto estão ocorrendo, também é importante saber que sempre um tende a se destacar, como um texto narrativo, com traços de redação descritiva, entre outros. O processo textual não é limitado.

    O fenômeno da descrição na redação descritiva

    Para entender melhor o fenômeno da descrição e produzir uma redação de qualidade, entenda que você pode descrever coisas mais concretas, como objetos, pessoas, partes de alguma coisa, etc, mas também pode descrever as coisas mais complexas, como as emoções, misturas de sentimentos, contradições e conflitos internos, entre outros.

    Para dar profundidade ao seu texto, busque fazer descrições precisas quando forem denotativas, com todos os detalhes relevantes, para facilitar e praticamente guiar a visualização do leitor. Quando for fazer uma descrição conotativa, seja o mais profundo possível, para que a sua subjetividade seja entendida pelo leitor da melhor maneira.

    A descrição também independe do tipo de narrador, seja em primeira ou terceira pessoa. O tipo de narrador, seja personagem, observador ou narrador, também não afeta o fenômeno em si, mas pode falar bastante sobre a questão subjetiva de um personagem.

    O projeto acadêmico

    Agora que você já lembrou o que é uma redação descritiva, saiba que se precisar de mais informações sobre produção textual, dicas para o TCC, normas da ABNT e qualquer coisa do universo universitário e científico, basta acessar o site Projeto Acadêmico e conferir os melhores conteúdos feitos especialmente para você.

  • Tipos de Artigos Científicos: suas diferenças, exemplos, ABNT e sugestões

    Tipos de Artigos Científicos: suas diferenças, exemplos, ABNT e sugestões

    Descubra o que é preciso para produzir um artigo corretamente!

    É comum na vida de estudantes e alguns profissionais haver a necessidade de produzir um artigo científico para abordar determinado tema. Nem todo mundo sabe por onde começar e quais são as características de um artigo científico; mas, você poderá conferir tudo nesse texto.

     

    Definindo os tipos de artigos científicos

    A primeira coisa para produzir um artigo científico, é saber defini-lo como gênero textual, conhecendo suas principais características e estrutura. Como existem mais de um tipo de artigo científico, você precisa entender todos, para escolher aquele que é mais adequado para sua proposta.

     

    Artigo científico

    É um artigo que segue uma metodologia restrita, tanto na parte de pesquisa, quanto de desenvolvimento. Do início ao fim, seguem um protocolo para definir os resultados e conclusão.

    São muito utilizados em pesquisas de caráter experimental e laboratorial. Estão relacionados a grande parte dos avanços tecnológicos e científicos, podendo, ou não, serem acadêmicos.

     

    Artigos originais e artigos de revisão

    Os artigos originais, como o nome indica, define artigos de conteúdo inédito. Incluindo novos experimentos e descobertas para o conhecimento humano. São recebidos com muito ceticismo, sendo que os de pesquisa experimental são os mais reconhecidos e aceitos.

    Os artigos de revisão trazem consigo a proposta de rever, questionar e criticar conteúdos já existentes, inclusive se tratando de outros artigos científicos já escritos.

    Esse tipo de artigo científico também pode vir com pesquisas experimentais, mostrando novos pontos de vistas e resultados para pesquisas já feitas.

     

    Tipos de artigos de revisão

    Os artigos de revisão se dividem em algumas categorias, de acordo com os tipos de pesquisas e experiências, além dos tipos de artigos que estão sendo revisados.

    • Os artigos de revisão narrativa são puramente teóricos e podem ter um teor subjetivo. Muitas vezes podem acabar sendo superficiais. Não são muito considerados, visto o baixo nível de teor experimental e prático, além de não terem muita consistências. Geralmente são muito parecidos com críticas. Sendo o tipo mais comum de artigo científico escrito;
    • O artigo de revisão integrativa também é teórico e envolve uma pesquisa bibliográfica sobre o assunto. Geralmente analisa o conteúdo de um artigo por meio de outros autores que possuem notoriedade;
    • O artigo de revisão sistemática é o mais respeitado por envolver pesquisas de alto nível, podendo, inclusive, envolver pesquisas experimentais. Nesse caso, busca-se mostrar novos pontos sobre o artigo revisado.

     

    Artigo acadêmico

    Um artigo acadêmico é qualquer artigo que seja vinculado a uma instituição acadêmica, podendo, ou não, ser científico.

    Artigos científicos são aceitos como artigos acadêmicos, mas não precisam necessariamente ter esse cunho, visto que podem ser profissionais, relacionados a institutos de pesquisas e laboratórios. Independentemente disso, o meio acadêmico e científico estão profundamente relacionados.

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    Estrutura de um artigo científico

    Para produzir um artigo corretamente, independente de ser original ou de revisão, é necessário seguir uma metodologia e protocolo de organização. Além disso, algumas normas são necessárias para que ele seja aceito e considerado válido:

    • O artigo não pode conter nenhum tipo de plágio em hipótese alguma. Mesmo os artigos de revisão devem apresentar pontos de vista, críticas e questionamentos inéditos perante a proposta do artigo revisado e outros artigos de revisão;
    • Deve ser estruturado de acordo com as normas da instituição. Se for estruturado conforme as normas da ABNT, as chances de você errar na estrutura do trabalho estão quase que nulas;
    • Um artigo científico deve seguir uma metodologia, desde o processo de pesquisa até o de escrita. Sem isso, todo seu trabalho não é válido e não será considerado científico. No máximo, especulativo e teórico;
    • Não precisa ter cunho experimental, mas tenha em mente que os artigos desse tipo são os mais respeitados e fáceis de serem aceitos e publicados;
    • Devem ser claros e objetivos, mesmo os de revisão e cunho subjetivo. Os demais precisam entender a sua proposta;
    • Qualquer citação ou trecho de outros autores devem ser referenciadas de maneira adequada, tanto pela ética, quanto para evitar problemas judiciais que possam vir a prejudicar a sua carreira.

     

    Elementos obrigatórios em um artigo

    Segundo as normas da ABNT, alguns elementos são obrigatórios para a produção de um artigo científico. Mesmo que a sua instituição não seja rígida com a estrutura, você não pode deixar seu trabalho incompleto.

    • Nome do autor ou autores;
    • Resumo na língua do texto;
    • Palavras-chave na língua do texto;
    • Introdução;
    • Desenvolvimento;
    • Conclusão;
    • Título e subtítulo em língua estrangeira;
    • Resumo na língua estrangeira;
    • Palavras-chave na língua estrangeira;
    • Notas;
    • Bibliografia ou referências.

    É comum que artigos científicos contenham itens em uma língua estrangeira. Não são obrigatórios perante a ABNT, no entanto muitas instituições exigem isso, não só em artigos, como em teses, dissertações, monografias e outras produções.

    Os artigos científicos possuem regras específicas para espaçamentos, ilustrações, introdução de fórmulas, etc. Cabe a você se informar com a sua instituição sobre as normas de estrutura. Elas podem não ser tão rígidas.

     

    Você pode publicar seu artigo científico

    É comum que a principal intenção das pessoas ao iniciar a produção de um artigo científico é que ele seja publicado em uma revista ou outra plataforma reconhecida. Isso é possível. Basta que se informe sobre as regras e normas da revista para qual deseja escrever.

    Você pode se informar em sua instituição para saber se eles também publicam. É claro que seu artigo será avaliado, mas é uma grande oportunidade de obter reconhecimento por seu trabalho científico ou acadêmico.

    Além de procurar a sua instituição, você também pode optar por tentar publicar seu artigo científico em revistas menos conhecidas. É mais fácil e você pode conseguir oportunidades para a sua carreira.

     

    Melhorando a produção do seu artigo científico

    Agora que você já sabe tudo o que é necessário para a produção de um artigo científico e quais são seus tipos. Não fique em dúvida sobre nenhum dos itens necessários para a estruturação do artigo.

    Acesse o site Projeto Acadêmico e se informe sobre tudo que é preciso para produzir um trabalho científico ou acadêmico. Você também pode encontrar as melhores dicas para o seu TCC e as normas da ABNT.

  • Bolsa de Iniciação Científica: veja como conseguir, o valor e informações

    Bolsa de Iniciação Científica: veja como conseguir, o valor e informações

    As chamadas “BICs” são um incentivo para que alunos da graduação ingressem na carreira acadêmica, mas muitos universitários ainda ficam perdidos na hora de solicitar o benefício. Leia o artigo e aprenda tudo sobre bolsas de iniciação científica!

    O Brasil concede incentivos financeiros para alunos da graduação que queiram começar a carreira acadêmica através dos programas para bolsas de iniciação científica.

    No entanto, nem sempre as informações de como conseguir uma bolsa de Iniciação são acessíveis e os estudantes que poderiam se beneficiar desse auxílio financeiro acabam por perdê-lo.

    Abaixo, entenda tudo sobre essas bolsas de estudo, primeiros passos, como solicitar, documentos necessários, inscrições, prazos e regras e vivencie 100% do seu período de faculdade.

     

    1. Tenha um bom projeto de pesquisa

    A primeira coisa que um aluno interessado em seguir no projeto de pesquisa acadêmico e conseguir uma bolsa de iniciação científica deve fazer é desenvolver um bom tema de pesquisa.

    Algumas dicas para a escolha de um são:

    • Escolha um tema que seja interessante para você, afinal, você terá que trabalhar nele por pelo menos 12 meses, que normalmente é o período em que a bolsa é concedida. Quando você gosta e se envolve com um tema fica muito mais fácil desenvolver o trabalho depois.
    • O tema não pode ser muito abrangente. Tente afunilar cada vez mais o objeto de pesquisa. Foco é essencial na delimitação do assunto que será estudado.

    Um exemplo de tema abrangente demais seria “Estudo sobre a vida de pessoas em situação de refúgio”. Note que não tem o detalhamento de idade, território e nem nacionalidade, tornando quase impossível determinar uma amostra de pesquisa.

    Afunilar significaria pesquisar sobre “A vida de pessoas em situação de refúgio, de 13 a 15 anos, na cidade de São Paulo”. Já ficou bem mais específico, não é?

     

    2. Encontre um professor PHD para te orientar

    professora

    Agora vem uma parte muito importante: encontre, na sua faculdade, um professor PHD para te orientar. É importante que esse profissional tenha experiência na mesma linha de pesquisa que o seu projeto ou, pelo menos, que se interesse no tema.

    Antes de escolher o orientador pesquise o currículo dele. Veja se o professor possui algum projeto de pesquisa similar ao seu. Caso tenha, esse é um sinal verde. Indica que ele tem conhecimento na área e possivelmente será um bom orientador.

    Lembre-se que durante um ano vocês enfrentarão toda a jornada de pesquisa juntos, então a escolha do professor-doutor tem que ser levada à sério. Familiaridade com o tema escolhido pelo estudante é um fator muito importante.

     

    3. Redija o protótipo de pesquisa

    redigindo

    Com a ajuda do seu orientador, escreva um projeto de pesquisa de, aproximadamente 10 a 20 páginas, relatando o objeto de estudo, as formas de pesquisa (documental, de campo e etc), a bibliografia que será utilizada, cronograma e outros detalhes sobre a análise que você pretende fazer.

    Não se trata aqui da pesquisa completa, mas um projeto que deixe claro o que você pretende pesquisar. Parece complicado, mas fique tranquilo, a essa altura você já será orientado pelo professor-doutor.

    Depois de conseguir produzir um bom protótipo de pesquisa, o estudante já pode efetivamente solicitar a bolsa de iniciação científica.

     

    4. Mande seu projeto para as instituições responsáveis

    Depois de ter escolhido um bom tema, um orientador familiarizado com o assunto e ter feito um protótipo de pesquisa claro, é o momento de enviar o seu projeto aos órgãos que oferecem as bolsas de iniciação científica, para que seja avaliado.

    No Brasil o estudante universitário tem 3 opções de instituições que concedem esse tipo de bolsas de estudo:

    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ): Criada sob a Lei nº 1.310 de 15 de Janeiro de 1951, sancionada pelo presidente Dutra após um longo histórico de lutas por parte de cientistas e pesquisadores brasileiros, a entidade governamental é ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

    O valor da bolsa de Iniciação Científica pelo CNPQ à estudantes da graduação é 400 reais. A vigência da bolsa é de 12 meses, com possibilidade de renovação.

    • Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs): São instituições de fomento à pesquisa relacionadas às Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e Inovação de cada estado.

    Se você é um estudante de São Paulo, por exemplo, a instituição indicada é a FAPESP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. No Rio de Janeiro tem a FAPERJ, em Minas os universitários recorrem à FAPEMIG e assim por diante. No total, existem 22 FAPs.

    Pelas FAPs o valor da bolsa de Iniciação Científica é 695,70 reais, conforme a tabela de valores da instituição. O período de vigência da bolsa também é de 12 meses.

    • Projetos de Iniciação Científica da própria faculdade: Muitas instituições de ensino, principalmente particulares, possuem o próprio fundo de fomento à pesquisa. Normalmente, essas faculdades oferecem descontos na mensalidade, em vez de bolsas de iniciação científica. Informe-se na secretaria da sua instituição.

     

    5. Atente-se ao prazo de inscrições e devolutivas

    Para conseguir uma bolsa de iniciação científica é essencial que o estudante, primeiramente, se atente ao prazo de inscrições.

    No caso do CNPQ existe a abertura de editais para cada tipo de bolsa, no primeiro semestre de cada ano, normalmente entre março e abril. Então é necessário ficar atento. Depois de ter conseguido enviar o projeto, o prazo para a análise e devolutiva é cerca de 45 dias.

    Já as Fundações de Amparo à Pesquisa aceitam projetos durante todo o ano por plataformas online. No caso da FAPESP, basta clicar no link. O prazo para análise e devolutiva é 75 dias.

     

    6. Documentos necessários

    banner documentos

    Para solicitar a bolsa de iniciação científica o aluno precisa se atentar a todos os detalhes e documentos.

    Algumas das principais documentações são:

    • Documento de Identificação do pesquisador responsável e aluno;
    • Projeto de Pesquisa;
    • Súmula Curricular.

    A relação dos demais documentos podem ser encontrados nos editais divulgados pelo CNPQ e nos sites das FAPs.

     

    7. Critérios para seleção de projetos

    Depois que o universitário entrou, de fato, no projeto de iniciação científica e enviou a proposta com todos os documentos necessários, a Comissão de Pesquisa de cada instituição avaliará se o estudante poderá ou não receber a bolsa. Alguns dos critérios são:

    • O estudante não pode ter vínculo empregatício: Lembre-se que estágios não configuram esse vínculo, segundo a lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008;
    • Qualidade do projeto de pesquisa: Quanto mais interessante, detalhada e original a proposta for, mais chances o estudante tem de ter a bolsa aprovada pela Comissão de Pesquisa;
    • Desempenho acadêmico: Notas vermelhas e dependências, as chamadas DPs, podem dificultar a aprovação da bolsa;

     

    8. Obrigações do Bolsista

    Você fez todo esse processo e conseguiu a bolsa de iniciação científica. E agora? Já sabe os seus deveres?

    O bolsista deve ter dedicação e comprometimento com o projeto apresentado e não receber outras bolsas de modalidades diferentes. No caso do bolsista da CNPQ, o estudante deve participar do Seminário Anual de Produção Científica, levando o nome da instituição concedente do auxílio.

     

    9. Situação da pesquisa no Brasil

    A produção brasileira de pesquisa científica passa por dificuldades, falta de recursos e cortes no orçamento. Por isso é importante que os universitários valorizem e conscientizem seus pares sobre a contribuição da pesquisa para o desenvolvimento do país. O futuro está na ciência!

    Quer saber mais dicas sobre pesquisas científicas? Entre no Projeto Acadêmico e tenha acesso a um mundo de informações e orientações para a sua graduação!

  • Ferramentas para Revisão Ortográfica e Consulta de Plágio do seu TCC

    Ferramentas para Revisão Ortográfica e Consulta de Plágio do seu TCC

    Fazer a revisão do TCC é uma tarefa simples, mas requer muita cautela. As ferramentas para revisão de texto podem ajudar muito nesse processo.

    Finalmente o seu TCC está pronto. Este é um momento de considerável alívio, pois o principal está feito. Entretanto, isso não significa que o trabalho está terminado. É preciso revisá-lo. Nesse sentido, é imprescindível que você conheça e saiba usar os diferentes tipos de ferramentas de revisão textual.

    Os avanços no campo da tecnologia estão acontecendo o tempo todo. Isso se aplica também à questão da escrita. Redatores e outras pessoas que necessitam escrever textos se beneficiam desses dispositivos para ampliar a qualidade do trabalho.

    Mas afinal, o que são ferramentas de revisão? O que é revisão de texto? Que tipos de ferramentas existem? Como utilizá-las? Essas e outras perguntas serão respondidas ao longo desse artigo. Aproveite a leitura!

     

    O que são ferramentas de revisão?

    Você sabe o que são ferramentas de revisão? Bem, podemos defini-las como uma série de instrumentos tecnológicos e dispositivos que podem ser utilizados para contribuir no processo de revisão textual.

    Escrever um TCC já é uma tarefa complexa por si só. É necessário, além da escrita do trabalho, a revisão do texto elaborado, a fim de se averiguar se ele se encontra dentro das normas requeridas.

    Quando você sabe o que são ferramentas de revisão e como usá-las, torna-se menos trabalhoso a verificação da qualidade e conformidade do trabalho.

    A tecnologia pode dar uma “mãozinha” nessa etapa final de construção do seu trabalho de conclusão de curso. São programas e aplicativos que permitem efetuar uma série de ações para que você adeque seu TCC ao padrão solicitado.

     

    O que é revisão de texto?

    Podemos definir o que é revisão de texto como sendo um exame detalhado e profundo da obra com o devido respeito ao seu perfil, ao estilo do seu orientador/orientadora e as regras impostas pela universidade, sabendo reconhecer a importância do trabalho.

    A relevância da revisão dentro do processo de elaboração do TCC é incalculável.

    A revisão, que pode ser feita por um profissional especializado ou por você mesmo, frequentemente consiste em ações que são muito mais do que corrigir palavras.

    A revisão textual ficou durante muito tempo reduzida à correção da ortografia e da gramática. Ela foi adotada pelo processo editorial. Contudo, o que é revisão de texto vai muito além da correção gramatical.

    Essa modalidade de trabalho abrange uma série de ações mais elaboradas para assegurar o nível de qualidade de algo escrito. A revisão textual não intenciona modificar a estrutura e a ideia original do texto, porque um excelente revisor nutre respeito ao estilo de quem escreveu o que ele revisa, seja  um TCC ou qualquer outro tipo textual.

     

    Razões para fazer revisão

    Existem diversas razões para fazer revisão do TCC. Listamos adiante alguns dos principais motivos para essa tarefa tão importante:

     

    1. Adequação da linguagem

    Envolve a análise da linguagem, notando se ela se enquadra no objetivo e na intenção que o autor pretende com o trabalho. Quem revisa o TCC, além dos elementos gramaticais e estilísticos, busca aprimorar a organização das ideias e a exposição das mesmas.

     

    2. Clareza na construção textual

    Outra das razões para fazer revisão é garantir que um texto escrito esteja dotado de clareza e isso é bastante complicado, pois  nem sempre é evidente.

    Acontece frequentemente das ideias serem boas, porém aparecerem formuladas de maneira ruim. É nesse momento que entra a revisão textual, para assegurar a clareza das ideias presentes ali.

    Muitas pessoas possuem ótimas ideias, porém apresentam dificuldades para pô-las no papel. A revisão textual ajuda nesse aspecto, deixando o trabalho mais facilmente compreensível.

     

    3.  Confere maior credibilidade ao trabalho

    Uma das principais razões para fazer revisão é que isso ajuda a garantir que o texto fique bem escrito, o que passa uma maior credibilidade a quem vai lê-lo.

     

    4. Coesão, coerência e norma culta da língua

    Uma das mais importantes razões para realizar a revisão é fazer com que o texto esteja com informações coesas, coerentes e redigidas de acordo com a norma culta da língua.

     

    Tipos de ferramenta de revisão

    Há uma variedade imensa de tipos de ferramenta de revisão. Os modelos desses instrumentos vão depender do elemento textual que você está querendo revisar.

    Listamos alguns dos principais tipos de ferramenta de revisão, capazes de elevar a qualidade do seu TCC.

     

    Programas para formatação textual e de referências

    • FastFormat: realiza formatação em geral do trabalho e também das referências, inclusive nas normas da ABNT;
    • Mendeley: permite administrar as referências, possibilitando o upload do pdf dos referidos documentos, organização de pastas e arquivos, realiza marcações, efetua compartilhamento de arquivos e muito mais.
    • Latex: efetua a elaboração de textos matemáticos e científicos como um todo.

     

    Ferramentas em geral para detecção de plágio

    Todos esses softwares realizam uma leitura completa e detalhada do texto e, posteriormente, uma varredura profunda na Web, a fim de encontrar indícios de potenciais plágios.

     

    Ferramentas para correção gramatical e ortográfica

    • FastFormat: possui um corretor ortográfico e efetua sugestões para o usuário fazer as correções que forem necessárias;
    • Grammarly: realiza correção da ortografia e semântica dos textos;
    • VOLP: constitui-se em um sistema de buscas, já em consonância com o novo acordo ortográfico;
    • Dicionário Criativo: reúne em um só lugar citações, metáforas, sinônimos ou até mesmo o sentido de uma palavra dentro de um contexto;
    • Corretorortografico.com: site que corrige a ortografia de até 10000 caracteres de uma vez só;
    • Nossa Língua Portuguesa: site pertencente ao portal R7, onde é possível ter acesso a dicionários e conjugador de verbos;
    • Flip 9: é um conjunto de corretores ortográficos, que analisam não somente a ortografia, mas também a sintaxe;
    • Orangoo: trata-se de um portal onde se faz uma confiável averiguação ortográfica, com direito a sinônimos e antônimos.

     

    Como usar ferramentas de revisão?

    Saber como usar ferramentas de revisão dependerá da ferramenta selecionada por você para realizar esse processo. Muitas delas são programas que precisam ser baixados e instalados. Outras tantas são sites e portais que disponibilizam esse recurso em suas páginas.

    De um modo geral, aprender como usar ferramentas de revisão é bastante simples. Tudo o que você precisa é abrir o software desejado, inserir nele o texto ou parte do texto e clicar no comando de correção. O programa te entregará o texto devidamente corrigido.

    Alguns softwares e sites, além de te fornecer a versão já acertada, te mostram as correções que foram feitas, exibindo as duas versões do texto.

     

    Aprendendo como usar ferramentas de revisão

    A partir do momento em que você aprende como usar ferramentas de revisão, seu trabalho fica mais fácil e bem-feito. Vale lembrar que é sempre interessante você fazer uma verificação manual, pois até mesmo esses programas estão sujeitos a falhas.

    Contudo, antes de fazer uma revisão é necessário, obviamente, fazer um bom TCC. Nesse sentido, você pode continuar nesse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra todo o conteúdo que você precisa para realizar um TCC com o máximo de qualidade!

  • Elementos Pré-Textuais de um projeto de pesquisa (TCC)

    Elementos Pré-Textuais de um projeto de pesquisa (TCC)

    Descubra quais são os elementos pré-textuais obrigatórios de acordo com as normas da ABNT.

    Quando chega o momento de produzir trabalhos acadêmicos, eles, em sua maioria, precisam seguir as normas da ABNT. Existem elementos pré-textuais que são obrigatórios na produção de qualquer trabalho. Confira nesse texto quais são esses itens e como aplicá-los corretamente.

     

    Os elementos pré-textuais que são obrigatórios

    Os elementos pré-textuais são os itens inseridos antes do desenvolvimento do trabalho em si. Abaixo está uma lista com todos esses itens:

    Outros itens como agradecimentos, dedicatórias, epígrafe e listas de figuras, símbolos, tabelas e etc, não são obrigatórios. Embora as listas de imagens são altamente recomendadas em trabalhos que contenham 10 ou mais imagens.

    Alguns itens são obrigatórios em trabalhos específicos, por exemplo, a folha de aprovação é um item obrigatório em qualquer TCC, mas não em trabalhos acadêmicos comuns.

    O resumo nas línguas vernácula e estrangeira seriam obrigatórios em qualquer tese ou dissertação, principalmente se tratando de uma tese para mestrado ou doutorado.

    elementos pré-textuais ABNT

     

    Capa

    A capa é a apresentação inicial do trabalho. Deve-se tomar um cuidado especial com o espaçamento e as fontes para não causar uma má impressão logo de cara. Abaixo você pode conferir as orientações para a produção da capa, segundo as normas da ABNT:

    • Nome da instituição, sendo que é extremamente recomendado que se coloque a logo, embora não seja obrigatório, deixa o trabalho muito mais completo;
    • Nome do autor ou autores;
    • Título e subtítulo;
    • Local;
    • Ano de entrega;

    Tudo deve ser feito na ordem estabelecida com as fontes padrões da ABNT, além de seguir o tamanho e espaçamento proposto pelas normas.

     

    Folha de rosto ou contra capa

    A folha de rosto contém muitos elementos que a capa também possui, mas elas diferem em alguns pontos:

    • Insira o nome da instituição no topo (de preferência a logo);
    • Título e subtítulo do trabalho no centro;
    • Logo abaixo em caixa baixa e texto recuado (que fica na parte direita da página) você deve escrever o tipo de trabalho (TCC, projeto acadêmico, etc), o curso, a universidade e o propósito (se é a aprovação semestral, aprovação do curso, etc);
    • Encerrando com local e data no final;

     

    Folha de aprovação

    A folha de aprovação só é um elemento pré-textual obrigatório em TCCs. É dispensável e desnecessária em trabalhos acadêmicos comuns. Mas por via das dúvidas, se informe com a instituição e professores.

    • É parecida com a capa e folha de rosto, devendo conter nome da instituição, autores, título e subtítulo no mesmo padrão;
    • Nesse caso a folha deve conter a data de aprovação, dados dos membros da banca e examinadores;
    • Deve conter a data e a assinatura dos membros da banca, confirmando a aprovação (depois de o trabalho ser aprovado);
    • Você vai deixar o nome dos membros da banca, um embaixo do outro, com uma linha para que assinem.

     

    Resumo na língua vernácula/nativa e língua estrangeira

    É um elemento pré-textual obrigatório em trabalhos como teses e dissertações. Com certeza precisa estar no seu TCC. Basicamente você produzirá um resumo do trabalho:

    • Deve ter no máximo 500 palavras;
    • Não pode ser em tópicos e sim em frases objetivas e explicativas, sendo muito claro e conciso;
    • Você deve se utilizar de palavras-chave que definem todo o seu trabalho;

    O resumo na língua estrangeira é exatamente a mesma coisa, mas deve ser feito em outro idioma, geralmente o inglês e o espanhol. São obrigatórios em teses, defesas e argumentações para conseguir mestrados e doutorados, mas não necessariamente são obrigatórios no TCC. Você precisa se informar com os professores e a instituição.

     

    Sumário

    O sumário é o último elemento pré-textual obrigatório. Você deve listar os conteúdos do trabalho, dividindo em tópicos e capítulos, além de apresentar o número da página em que cada um se encontra.

     

    Elementos pré-textuais não obrigatórios

    Não é só porque um elemento do seu TCC não é obrigatório que não seja importante introduzi-lo. Entre os elementos pré-textuais não obrigatórios estão a errata, dedicatória, agradecimentos, lombada, epígrafe e listas.

    Se o elemento pré-textual não obrigatório for pertinente ao seu TCC, você deve inseri-lo; por exemplo, se alguma pessoa te ajudou muito com o trabalho, você pode citá-la nos agradecimentos.

    Em relação às listas de símbolos, imagens, tabelas e abreviaturas, você precisará inserir no seu trabalho acadêmico se forem muito presentes no desenvolvimento.

     

    Orientações gerais para inserção de elementos pré-textuais obrigatórios

    • Embora sejam elementos pré-textuais, deixe com que sejam a última parte do seu trabalho;
    • Desenvolver o sumário antes de o trabalho terminar é impossível e desenvolver em conjunto com o trabalho é muito trabalhoso. Muitas coisas mudarão de lugar, de páginas, além de tópicos novos entrarem, saírem, trocarem de lugar, enfim. Deixe o sumário para o final;
    • A capa é a apresentação do seu trabalho, então trate de causar uma boa impressão, principalmente no TCC;
    • Procure modelos de trabalhos já feitos antes para não começar do zero, por exemplo, se estiver produzindo uma monografia, procure modelos de monografia na internet ou em sua instituição;
    • Não fique em dúvida sobre as normas da ABNT. Se necessário, utilize programas para formatação automática e poupar tempo de trabalho.
    • Se você estiver produzindo um TCC, com certeza vai querer inserir alguns elementos não necessariamente obrigatórios para enriquecer o seu trabalho. Não fique apenas no básico, mas tenha o bom senso para não se transformar em um trabalho lotado e confuso.

     

    Produzindo seu TCC da maneira certa

    O TCC é importante demais para não ser produzido do jeito certo. Na reta final não é hora pra ficar em dúvidas sobre normas da ABNT ou sobre como prosseguir. Agora que você já sabe quais são os elementos pré-textuais obrigatórios, não fique sem saber sobre todos os outros para estruturar seu projeto corretamente.

    Acesse o site Projeto Acadêmico e confira tudo que é necessário para fazer seu TCC ou qualquer trabalho acadêmico e científico ficarem perfeitos. Você também pode conferir dicas de produção geral e sobre o uso das normas da ABNT.

  • Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Descubra como produzir uma dissertação de mestrado da maneira adequada.

    No meio acadêmico, novos termos, como dissertações, teses, artigos científicos, monografias, surgem e é muito comum que não se entenda a diferença entre eles. Nesse texto você aprenderá o que é uma dissertação e como funciona a sua produção ao prestar uma vaga de mestrado.

    estrutura de uma dissertação de mestrado

     

    O que é uma dissertação?

    A palavra dissertar significa explorar um determinado tema proposto, mas de forma abrangente, profunda e sistemática. Basicamente é um texto onde você deve defender seu ponto de vista, mas baseado em argumentos bem estruturados e com uma base concreta.

    Tudo precisa ser muito fundamentado de maneira científica, ou será apenas especulação. Para isso a dissertação deve seguir uma metodologia.

    A argumentação deve ser concisa e seguir um caminho, contendo começo, meio e fim. Ao ser avaliada, não serão levados em conta a opinião do pessoal do autor e outros fatores, mas sim a lógica em seus argumentos e a capacidade clara e concisa que possui de defender seus pontos de vista.

     

    O que é mestrado?

    Mestrado acadêmico é um grau de formação, sendo uma pós-graduação de teor científico. A maioria dessas pessoas se tornam pesquisadores e professores universitários. É totalmente direcionada para quem deseja seguir carreira acadêmica. É focado no âmbito profissional e possui uma dificuldade muito superior à do nível da graduação.

     

    Lato sensu

    São cursos de pós-graduação comum que tem a intenção em te especializar em determinada função. Geralmente são específicas ao direcionamento da sua formação no ensino superior, por exemplo, um administrador pode se especializar em administração de empresas em específico e uma pessoa que se formou em gastronomia pode se especializar em uma culinária específica, como a italiana ou brasileira.

     

    Stricto sensu

    É a especialização mais fechada direcionada ao meio acadêmico, como mestrados, doutorados, pós-doutorados, etc. É obrigatório para quem deseja seguir carreira nessa área.

     

    Como conseguir fazer um mestrado?

    O mestrado acadêmico, assim como a graduação superior, requer aprovação. A diferença é que o corpo docente e banca que irão te aprovar são compostos por pessoas que já estão inseridas no meio acadêmico e vão analisar a sua capacidade de contribuir.

    Para se manter no meio acadêmico, com uma boa carreira, é necessário contribuir com o conhecimento, seja como um pesquisador que propõe novos pontos de vista e aprimora as ideias já existentes, ou como um professor que transmite o conhecimento aos alunos.

    Esse teste é feito por meio de um trabalho que pode ser uma tese, artigo ou uma dissertação, etc. Ele possui regras e orientações específicas e deve ser relevante para o meio acadêmico. Só que a seleção não começa nesse ponto, todo o histórico escolar e trabalhos executados antes serão levados em conta. O ideal é que já tenha feito algo relevante para o meio acadêmico durante sua formação.

    Também é necessário um teste de proficiência em um idioma estrangeiro e uma prova de conhecimentos específicos e conhecimentos gerais. Além disso, é necessária uma entrevista.

    Se o indivíduo possuir indicações, pode ter mais facilidade de conseguir o mestrado, mas isso não o isenta de todas as etapas.

     

    Produzindo uma dissertação

    Você já entendeu o que é uma dissertação e como funciona a sua base. Agora poderá conferir como produzir uma para qualquer situação no meio acadêmico, além de entender as condições especiais para a produção da sua dissertação em um teste de mestrado. Confira abaixo:

    • Deve seguir uma metodologia científica. Geralmente não é experimental, pois se fosse o caso, a dissertação poderia se desenvolver e se tornar uma tese;
    • A dissertação é subjetiva, mas ao apresentar suas ideias precisa ser claro e conciso, de maneira que os avaliadores te entendam e seu trabalho seja adequado para divulgação;
    • Suas fontes precisam ser extremamente confiáveis. De preferência bem estruturadas no meio acadêmico, pois erros de carreira nesse âmbito costumam ser lembrados;
    • Você precisa ter domínio de outro idioma que seja pertinente ao seu projeto. Geralmente inglês ou espanhol, mas estiver fazendo uma dissertação sobre um fenômeno na Alemanha, o idioma complementar pode ser alemão;
    • O seu projeto tem que ter relação com a área que deseja trabalhar. Se um jornalista quer fazer mestrado em arqueologia, precisa produzir uma dissertação que abranja o tema;
    • Cuidado com referências. Se nos TCCs a questão de direitos autorais já é levada muito a sério, quando se trata de se introduzir nesse meio, você vai ter que ter certeza de não infringir nenhuma lei ou poderá ter problemas judiciais;
    • Defina um tema muito claro com um recorte específico. Os avaliadores cobrarão isso.

     

    Exemplos e modelos de dissertação de mestrado

     

    Devo usar as normas da ABNT?

    Obrigatoriamente sim! As normas da ABNT são indispensáveis para  produção da sua dissertação de mestrado. Se você quiser produzir algo coerente e metodológico, com certeza vai querer conferi-las. Nesse quesito elas são muito úteis já que podem te orientar no caminho básico para a produção. Confira abaixo os elementos obrigatórios em uma dissertação para mestrado acadêmico, segundo as normas da ABNT:

    Os outro elemento são opcionais, mas podem complementar seu trabalho se for coerente com a proposta, por exemplo, listas de imagens, caso contenha muita informação visual ou agradecimentos e dedicatória, caso o trabalho tenha tido a ajuda de alguém que realmente colaborou para tudo.

    Detalhe que tanto no desenvolvimento quanto nas considerações finais você tem a liberdade de expor opiniões, mas tudo deve ser muito coerente. É melhor inserir o elemento “Discussão” e desenvolver seu ponto de vista mais livremente (cuidado para não se perder, tudo tem que ter coerência).

     

    Desenvolvendo seu projeto acadêmico

    Agora que você já sabe o que precisa para produzir sua dissertação para mestrado acadêmico, já pode colocar em prática. Caso ainda haja alguma dúvida sobre os elementos das normas da ABNT ou sobre outros termos acadêmicos, é só conferir o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar tudo que precisa para se introduzir no universo acadêmico e científico.

  • TCC Sobre Alfabetização: nossas sugestões de temas, dicas e informações

    TCC Sobre Alfabetização: nossas sugestões de temas, dicas e informações

    Confira as melhores ideias para produzir um TCC com o tema alfabetização de maneira inovadora.

    Você está buscando o tema para produzir um TCC? A alfabetização é uma pauta interessante que pode ser abordada de diversas maneiras. Abaixo você poderá conferir 7 dicas para produzir um trabalho acadêmico sobre o assunto.

     

    Escolha o tema de acordo com suas condições

    Antes de produzir um TCC sobre alfabetização é preciso ter certeza de que o tema é algo que você consiga desenvolver e mais importante do que isso, um tema que seja confortável de desenvolver. O TCC é um trabalho sério e pode pesar muito na vida de quem deseja seguir carreira acadêmica.

    Não é o melhor momento para arriscar e escolher algo que não tenha familiaridade ou que não tenha perspectiva de desenvolvimento. Por outro lado, com a metodologia correta e um esquema de pesquisa adequado, você pode criar trabalhos de muita qualidade.

    quadro escrito alfabetização

     

    Modelos e exemplos de TCC sobre alfabetização prontos

     

    1. Escolha o formato do seu TCC

    Se você optou por alfabetização, provavelmente apresentará seu trabalho como uma monografia. Talvez até arrisque produzir dissertações e artigos científicos se seu orientador apoiar a ideia. Dificilmente produzirá algo audiovisual, se o seu curso permitir. O assunto é complexo e muito amplo e será preciso muito conteúdo para poder explicá-lo.

    Seu TCC precisa ser claro e objetivo. Não adianta definir que o tema é alfabetização e fugir disso no desenvolvimento ou criar algo incompleto e que não chega a lugar nenhum. Para isso precisará de um recorte específico. Seu orientador pode te ajudar com isso, mas você conferirá ótimas ideias abaixo.

     

    2. Evite os temas mais usados

    Com uma simples pesquisa de TCCs sobre o tema alfabetização você perceberá que a maioria dos trabalhos acadêmicos focam a alfabetização no período escolar e na infância. Propondo teorias, novas técnicas, possibilidades, etc.

    Isso é válido, mas você pode buscar recortes diferentes como a alfabetização de adultos ou até mesmo a alfabetização de idosos. A idade é apenas um fator, pois você também poderia citar a alfabetização de pessoas que possuam algum tipo de deficiência, como os cegos ou os surdos.

    Nesse caso seria preciso tomar cuidado pra não levar o tema para libras ou braile e sim focar no processo de alfabetização em si.

    Existem ainda os processos de alfabetização de pessoas com problemas como autismo ou síndrome de down. São temas interessantes já que os processos e cuidados necessários para essas pessoas são especiais e você notará que não encontrará muito material sobre o tema.

     

    3. Você pode estudar os analfabetos

    Para que o fenômeno da alfabetização ocorra é claro que o indivíduo precisa ser analfabeto ou semianalfabeto. A partir disso, você pode construir seu desenvolvimento sobre como os processos de alfabetização precisam de adaptação e melhora, já que o número de analfabetos é alto e o de semianalfabetos é um absurdo.

    Ao olhar para o lado oposto, você pode ter uma melhor noção da alfabetização, percebendo como cada pessoa possui necessidades especiais. Tudo isso pode proporcionar mais profundidade e fundamentar seu trabalho. Nesse caso, tenha o tato para que seu trabalho que possui o tema alfabetização, não fale mais sobre o analfabetismo do que o processo de alfabetização em si.

     

    4. Seja atual e original

    Pense fora da caixa. Por exemplo, o número de imigrantes que vêm para o Brasil está aumentando. Pessoas fugindo de guerras no oriente médio, além de muitos casos dos países vizinhos, como os venezuelanos estarem entrando no país.

    Já pensou em como é a alfabetização dessas pessoas ao aprender o português? No mínimo a alfabetização de crianças que precisam ir à escola ou que estão nascendo agora. Quase não existe material sobre o assunto e você pode criar um TCC único!

     

    5. Você não precisa ser atual, mas pode focar no passado

    Se você está fazendo um curso de história, por exemplo, seu TCC pode tratar da alfabetização dos indígenas. Sobre como eram os processos, que idiomas aprendiam, se isso afetou sua cultura e o fizeram perder ou não a identidade.

    Isso não é algo tão distante assim. Até o final século passado os indígenas ainda eram influenciados e aprendiam idiomas como latim, além do português e tiveram influências religiosas diretas ao ponto de tribos ficarem divididas.

     

    6. Você não precisa ser abrangente, pode focar em uma região

    Existem muitas ONGs de alfabetização. Algumas são especializadas em adultos e outra são gerais, mas a maioria delas focam em atender uma determinada comunidade. A intenção é incentivar os estudos e muitas vezes retirar pessoas do crime.

    Você pode acessar essas ONGs, já que muitas estão abertas ao público, conhecer as pessoas que são ajudadas, como desenvolvem seus métodos de ensino. Algumas possuem relações internacionais e até mesmo programas para alunos com problemas de vista, que, aliás, é a causa de muitos alunos terem problemas com os estudos, inclusive se afastando da escola.

     

    7. Siga uma metodologia adequada

    Para que seu trabalho seja considerado coerente, você deve seguir uma metodologia de pesquisa estrita que irá fundamentar seu conteúdo. E isso vai muito além de escolher um tema para produzir seu TCC.

    Você pode optar por apenas realizar pesquisas bibliográficas que são teóricas e podem ser feitas em livros, materiais didáticos, outros TCCs sobre o tema e online, mas para um trabalho completo o ideal é que tudo seja feito na prática com pesquisas experimentais.

    Busque conhecer as pessoas que estão em processo de alfabetização e quem são os alfabetizadores. Seu TCC será muito mais impactante. Se o seu foco são crianças no processo de alfabetização, busque escolas, se forem adultos, busque as organizações que fazem isso.

     

    Conheça o Projeto Acadêmico

    Você já conferiu as melhores dicas para produzir um TCC com o tema alfabetização e viu como criar recortes únicos que ainda não foram colocados em prática. Não precisa esperar chegar o ano do seu TCC para dar início. Você pode adiantar as coisas.

    Se você está procurando mais temas para seu TCC ou está buscando entender quais são os formatos possíveis, você precisa conhecer o site Projeto Acadêmico. Não se preocupe com as normas da ABNT, pois lá você pode conferir tudo sobre como utilizá-las e qualquer informação para que se dê bem na sua vida acadêmica.

  • TCC Sobre MEI: dicas sobre temas, sugestões e informações

    TCC Sobre MEI: dicas sobre temas, sugestões e informações

    Confira 8 dicas para produzir um TCC sobre MEI!

    Com as mudanças no mercado de trabalho, cada vez mais pessoas se tornam donas do próprio negócio. Surgem então os microempresários individuais (MEI). Entenda o que é e como funciona o MEI no mercado profissional e as melhores dicas para produzir seu TCC com esse tema.

     

    O que é o MEI

    Para ser considerado um MEI, você precisa ter CNPJ, que é o cadastro nacional de pessoa jurídica. A partir disso você pode entrar em outras classificações.

    O microempresário individual é classificado dessa maneira por ter no máximo só um funcionário. Acima disso, já pode ser considerado, microempresa, trata-se de uma identificação diferente.

    Os MEIs são, geralmente, freelancers e não podem estar vinculados como sócios ou gestores e titulares de outras empresas. Eles costumam ser seu próprio produto, oferecendo seus serviços.

    Ao retirar o CNPJ você pode ser classificado como microempresário individual, portador de pequena empresa, média ou grande. É necessário entender sobre as condições necessária para cada classificação, visto que cada uma delas possuem custos diferentes.

     

    Exemplos e modelos prontos de TCC sobre MEI

     

    Confira abaixo 8 dicas para construir seu TCC sobre microempresários individuais:

     

    1. Veja a situação por diversos prismas

    Você pode abordar a questão da burocracia para os microempresários, pois embora sejam títulos fáceis de conseguir, é preciso muito cuidado para mantê-los, já que a partir do momento que o negócio se expande até certo ponto, você não pode usar mais certo título.

    Outro ponto de vista seriam as mudanças no mercado de trabalho e o surgimento de tantos empreendedores. Muitos deles são microempresários individuais que possuem negócios de sucesso sem depender do vínculo com nenhuma empresa. Quais seriam as mudanças com a alta introdução de MEIs no mercado? Isso tende a diminuir ou aumentar?

    Você ainda pode definir a experiência dos freelancers e como conseguem se manter no mercado de trabalho, estudando os MEIs de muito sucesso e os que estão com dificuldades, explicando o andamento do mercado.

     

    2. Busque conhecer universo MEI na pele

    Solicitar um CNPJ para se tornar um microempresário é uma tarefa fácil e com poucos custos. Você pode experimentar pessoalmente e intensificar a pesquisa para seu TCC buscando viver esse universo.

    Investigue os sites e os locais que abrem espaço para o trabalho dos MEI e, se possível, trabalhe como um por um tempo. Assim você terá um repertório muito mais profundo para tratar do tema, do que teria se apenas fizesse pesquisas em livros e na internet.

    O que não significa que pesquisas online, como por exemplo, os sites que disponibilizam vagas possuem padrões, empresas que preferem contratar profissionais ali ou em livros que retratam como esse mercado surgiu, para ter uma noção do que já mudou até agora, não sejam importantes e até mesmo essenciais para seu TCC.

     

    3. Conheça microempresários

    Tente conversar com microempresários, nem que seja online, para entender como se introduziram no mercado e como se mantém. Você pode até buscar pessoas que fizeram negócio crescer para ter uma noção de como saíram de MEI para uma grande empresa, por exemplo.

    Pesquisas meramente bibliográficas não vão deixar seu TCC completo. Ele precisa ser enriquecido com experiências humanas e mais profundas.

     

    4. Escolha como apresentará seu TCC

    Se você vai focar no empreendedorismo em si e em como o mercado de microempresários funciona, talvez seja interessante optar por monografias, dissertações e outros trabalhos escritos, mas se quer focar em pessoas de sucesso, com um olhar mais humano, apresentações em audiovisual são mais adequadas para passar a mensagem, ainda mais se a pessoa em questão oferecer algumas dicas.

    A maneira de apresentar é muito importante ao produzir um TCC sobre MEI.

     

    5. Fuja dos temas mais usados

    Se você pesquisar na internet, perceberá que a maioria dos TCCs sobre MEI focam em empreendedores e no mercado de trabalho em si. Esse é o um complemento do primeiro item. Busque ver a situação por novos prismas, sempre com o cuidado de não repetir nada que já foi feito. Fuja do comum para não criar algo enfadonho.

     

    6. Conheça as áreas em que isso ocorre com frequência

    Boa parte dos MEI estão na área da comunicação e trabalhando online, mas isso não significa que sejam as únicas áreas e que não existam outras promissoras.

    O mercado de programadores freelancers não para de crescer, assim como microempresários individuais (MEI) com negócios de artesanatos e culinária. Existem muitas previsões para esses nichos no mercado de trabalho e a tendência é que cresçam.

     

    7. O intercâmbio entre MEIs

    O mercado de trabalho cada vez mais está abrindo espaço para que relações internacionais ocorram. Com os trabalhos online é possível que pessoas trabalhem para empresas brasileiras estando em outra parte do mundo. Surgem cada vez mais empresas digitais.

    Tenha uma noção global de como esse mercado se modifica e se movimenta, afetando pessoas de diversos países. Claro que você terá que fazer um recorte específico, como “MEIs no Brasil na atualidade” ou “O futuro dos MEIs em SP”, mas ter uma noção do todo é importante para o desenvolvimento do seu TCC.

     

    8. O mercado muda o tempo todo

    Você pode ter a noção de que o mercado de freelancers é inseguro e impreciso, onde nada é certo e não se sabe o dia de amanhã, mas a verdade é que a estabilidade de empresas também é uma ilusão. Não é apenas o mercado de MEIs que muda constantemente, mas todo o mercado de trabalho em si.

    Mantenha suas informações sempre atuais, pois certos detalhes que foram inseridos no seu TCC podem não ser mais válidos enquanto você ainda está desenvolvendo. Esteja pronto para fazer ajustes e correções quando necessários.

     

    Definindo seu projeto acadêmico

    Você está em dúvida sobre qual será o tipo de TCC apresentado? Não pense que não deve planejar isso só porque não está perto do fim do seu curso. É melhor planejar tudo com antecedência para que seu trabalho tenha muita qualidade. Busque no site contábeis para saber por onde começar e não ter que criar tudo do zero.

    Se você precisa de dicas para se dar bem no mundo acadêmico ou se ainda sofre com as normas da ABNT, continue nesse site para não ter mais nenhum problema com o ambiente universitário.

  • Dicas de Como Fazer um Relatório Acadêmico

    Dicas de Como Fazer um Relatório Acadêmico

    Aprenda a produzir um relatório acadêmico, profissional ou científico!

    É muito comum que estudantes que estejam elaborando seu TCC ou participando de um estágio, precisem produzir relatórios acadêmicos. Aprenda a como desenvolver seu relatório acadêmico ou científico de maneira eficiente e produtiva, seguindo as instruções abaixo:

     

    O relatório precisa de metodologia

    Metodologia significa o estudo dos métodos, ou seja, seu relatório precisa ter começo, meio e fim programados e elaborados, além de seguir as normas da universidade ou instituição para a qual você está produzindo.

    O primeiro passo é ter o repertório para a produção do conteúdo. Você precisa saber do que está falando, independentemente da área, pois só assim será conciso. Para isso realize sua pesquisa da maneira mais completa possível. Confira as dicas abaixo para produzir seu relatório:

    • Anote os pontos mais relevantes da sua pesquisa e trabalhe inserindo cada um deles de maneira clara no seu relatório;
    • Planeje cada ponto que apresentará em cada parte do relatório, para não se tornar uma bagunça;
    • Na parte introdutória (começo), trate de deixar bem claro sobre do que se trata o relatório e o que será desenvolvido;
    • Na parte de desenvolvimento (meio), os pontos mais importantes precisam estar destacados, de maneira que nada relevante fique de fora;
    • Na parte de conclusão (fim), evite repetições desnecessárias e traga um novo olhar sobre o conteúdo;
    • Evite o excesso de conclusões no decorrer do relatório;
    • Evite o excesso de metáforas e exemplos;
    • Trace uma agenda. Você deve ter uma data para parar de pesquisar e começar a produzir o relatório.

    Quando se trata de um relatório científico, tudo precisa ser fundamentado por conteúdos e fontes confiáveis. Já em um relatório profissional (por exemplo, em um estágio), tudo precisa ser baseado nos dados do qual você tem acesso.

    É possível que algumas áreas abram o espaço para teorias, por exemplo, um relatório de caráter experimental ou teórico. Ainda assim, seu relatório precisa conter embasamento e fundamentação. Utilize sempre uma linguagem objetiva, evitando a subjetiva.

    Os relatórios possuem uma parte chamada discussão, que também pode ser chamada de comentários finais. Nesse ponto, o autor pode expor seus pontos de vistas e pensamentos, independentemente da área.

    relatório com banner verde

     

    Clareza e coesão são essenciais para seu relatório

    Não pense que só porque é um relatório que é para você usar as palavras mais complicadas possíveis e ser prolixo. Um bom relatório é claro e conciso. A gramática precisa ser bem trabalhada para que o texto não fique enfadonho.

    Dependendo da área, muitos termos técnicos são necessários para o desenvolvimento da ideia. Mesmo nesse caso, busque deixar o texto o mais claro possível. Se sua ideia estiver confusa para você, com certeza estará para os outros.

     

    Formato do relatório acadêmico ou científico

    Quando se trata de como produzir um relatório acadêmico ou científico, uma das principais dúvidas está no formato de divisão. A verdade é que isso vai variar dependendo da instituição e dos propósitos dos relatórios.

    Geralmente nos meios acadêmicos e científicos, os relatórios devem seguir o conjunto de normas da ABNT. Diferentemente de relatórios profissionais que não possuem uma estrutura tão rígida.

    Você deve se informar com a instituição para qual está produzindo o relatório para saber qual o padrão exigido.

    Existem elementos que sempre estarão nos relatórios acadêmicos e científicos. Eles são divididos em pré-textuais, textuais e pós-textuais. Confira abaixo quais são esses elementos e como utilizá-los:

     

    Elementos pré-textuais de um relatório

    • Folha de rosto que sempre conterá o nome e dados da instituição, data e o nome dos responsáveis pelo relatório;
    • Resumo da língua vernácula que consiste em uma resenha de no máximo 500 palavras sobre tudo que será desenvolvido no decorrer no relatório;
    • Sumário, que é a divisão de capítulos e marcação de páginas. Vale ressaltar que o sumário deve ser feito por último, ou deve ser desenvolvido acompanhando o relatório.

     

    Elementos textuais

    • Introdução que consiste na apresentação do relatório e a primeira apresentação de ideias. Não é igual o resumo da língua vernácula;
    • Desenvolvimento que é onde você apresenta todas as ideias e resultados obtidos a partir de suas pesquisas. A parte central do seu relatório;
    • Discussão ou considerações finais, sendo a parte onde você tem mais liberdade em todo o relatório, podendo expressar suas próprias ideias e opiniões. Lembrando que precisa ser algo coerente.

     

    Elementos pós-textuais

    • Referências, onde você lista todas as fontes de informação para a sua pesquisa. Independentemente de serem pessoas, livros, sites. Tudo precisa estar listado.

    Embora esses elementos sejam obrigatórios para relatórios científicos e acadêmicos, isso não ocorre com relatórios profissionais, já que podem ser predominantemente visuais e gráficos. Ainda assim, eles, com certeza, possuirão alguns dos elementos citados acima.

     

    Outros elementos de relatórios

    Existem alguns elementos que não são obrigatórios, mas geralmente são encontrados em relatórios, como a capa, agradecimentos, listas, glossário, apêndice e índice. Cabe a você decidir se esses pontos são ou não compatíveis com seu trabalho.

     

    Dicas para a elaboração

    • Fique atento com a parte visual e gráfica do relatório. Mesmo que não siga as normas da ABNT, o uso de fontes e espaçamento deve ser visualmente limpo e agradável;
    • O relatório passará por muitas transformações e replanejamentos. Sempre esteja pronto para acrescentar algo novo ou remover algo que não está bem encaixado;
    • Faça os elementos pré-textuais e pós-textuais depois dos textuais. Todo o trabalho gira em torno do desenvolvimento;
    • Busque os padrões visuais das normas da ABNT, mesmo que não sejam obrigatórios em seu relatório. Existem muitas dicas de espaçamentos e de questões visuais que podem deixar o seu trabalho muito mais apresentável;
    • Pesquise exemplos de relatórios acadêmicos ou científicos para ter uma base. Existem vários modelos disponíveis online, gratuitamente;
    • Cuidado com plágios e direitos autorais. Sempre cite os autores e fontes, principalmente se apresentar algum trecho específico.

    Se você busca entender mais sobre como produzir relatórios acadêmicos ou científicos, continue a ler os conteúdos desse  site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra um grande complemento das informações desse texto, além de inúmeras dicas para TCCs, artigos científicos, relatórios e utilização das normas da ABNT em trabalhos acadêmicos.

  • Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide

    Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide

    Aprenda a fazer os slides do TCC, veja quais são os principais erros cometidos e arrase na apresentação do seu trabalho!

    Fazer os slides para TCC da forma certa é uma garantia que você ganhará alguns pontos extras com a apresentação do seu trabalho, além disso, deixando o conteúdo claro e bem organizado, será muito mais fácil de apresentar sua produção para a banca examinadora.

    Os slides no TCC são parte fundamental para a aprovação da tese, mas infelizmente alguns estudantes sempre separam os últimos minutos para montá-los. Não adianta fazer um ótimo trabalho ao longo do ano, ter o conteúdo na ponta da língua, mas errar na hora da montagem dos slides.

    Você vai perder credibilidade e mesmo preparando uma ótima apresentação frente a banca examinadora, o assunto mais comentado por aqueles que assistiram seu TCC serão os slides, por isso, se não quiser fazer feio, dá uma olhada nos erros que você deve evitar.

     

    Para que servem os slides do TCC?

    Os slides do TCC são usados por dois motivos. O primeiro é expor para a banca examinadora e também aqueles que estão assistindo, o conteúdo produzido por você nesse trabalho. A segunda razão é para te ajudar a apresentar o trabalho, seguindo uma ordem lógica, servindo como apoio para você se lembrar dos tópicos a serem abordados.

    Você também não pode esquecer que a apresentação do TCC também conta pontos na sua nota final e os slides do TCC são parte fundamental nesse processo. Você não pode correr o risco de perder pontos bobos por deixar os slides para a última hora, atrapalhar o entendimento do conteúdo e se confundir quando for explicar aquilo que o slide está mostrando.

    homem apresentando trabalho

     

    Exemplos de slides prontos de TCC

     

    Quais principais erros nos slides na apresentação do TCC?

    A apresentação do TCC é um momento de ansiedade e nervosismo para a maioria dos estudantes. Por mais que você esteja preparado e tenha na ponta da língua tudo que pretende falar, é comum cometer pequenos erros durante a apresentação.

    Além, é claro, de se manter calmo para conseguir transmitir com clareza todo o conteúdo referente ao seu trabalho, também é preciso seguir algumas dicas com os slides do TCC para não perder pontos com a parte do trabalho que deveria ser mais simples, confira os principais erros cometidos nos slides na apresentação do TCC:

     

    Como acertar nos slides para o meu TCC?

    Todos querem acertar nos slides, para isso, de modo geral, eles precisam ser claros, objetivos, apresentar o conteúdo de forma direta e esclarecida, eles devem ser um auxílio para você na hora de apresentar o trabalho, sendo um roteiro a ser seguido, trazendo informações importantes que devem ser citadas por você durante a apresentação e também ilustrando os pontos mais cruciais da sua produção.

    Diferente do conteúdo escrito, onde você deve seguir as normas impostas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), nos slides para o TCC não existem padrões ou regras impostas, você pode criar da forma que preferir, mas fique atento e siga algumas dicas para tirar nota máxima.

     

    Crie os slides seguindo uma ordem lógica

    Como já foi dito algumas vezes, os slides do TCC servem como roteiro para a sua apresentação, você vai trocando os slides a medida que vai abordando o tema e geralmente aquilo que estiver aparecendo no slide no momento é justamente o que você falará naquela hora.

    Por isso, pense nos slides como uma história a ser contada, com início, meio e fim. O início é onde você  deve falar sobre o objetivo, justificativa do tema e depois a introdução ao trabalho. Os próximos slides devem conter a metodologia, os conteúdos mais importantes, citações de autores, gráficos, tabelas, imagens ilustrativas e por fim os slides com os resultados alcançados e considerações finais.

    A fluidez da sua apresentação também contará pontos, por isso a sequência certa dos slides te ajudará. Com isso é possível ver a importância de produzir os slides com calma, revisá-los, verificar se estão todos na ordem certa e se nenhum conteúdo importante ficou de fora, porque uma vez fora dos slides, dificilmente você lembrará disso na hora de apresentar.

     

    Utilize fontes simples e fáceis de serem lidas

    Não caia na tentação de utilizar fontes que fujam do padrão, as normas da ABNT impõe Arial ou Times New Roman no conteúdo escrito, por isso o ideal é seguir essa ideia também nos slides. Como já falamos, a intenção dos slides é ser claro e objetivo, justamente por isso são duas fontes adotadas como padrão.

    Fontes diferentes podem dificultar a leitura do conteúdo e tudo que você não quer na hora da apresentação é travar por não conseguir ler aquilo que está no slide. O conteúdo do slide deve ser perfeitamente legível para todos que estiverem assistindo ou avaliando entenderem e para você não ter dificuldades ou se enroscar durante a apresentação.

     

    Se for usar imagens, escolha aquelas com boa resolução

    É muito comum usar imagens dentro dos slides, principalmente para ilustrar algum conteúdo, por isso se você também decidir utilizar, lembre-se sempre que os slides serão projetados e a imagem ficará maior, por isso procure sempre por boa resolução e qualidade, principalmente se a imagem conter muitos detalhes que precisam aparecer.

     

    Padronize os slides, todos devem seguir o mesmo padrão

    Os slides também precisam demonstrar a seriedade que a ocasião pede, por isso padronize todos com a mesma fonte, utilize sempre o mesmo tamanho de letras e também é indicado que a quantidade de texto em cada slide seja parecida. Isso aumenta a credibilidade da sua apresentação e também facilita o entendimento de quem está assistindo.

     

    Utilize bullet points, gráficos e tabelas para ilustrar o conteúdo

    Por fim, para facilitar ainda mais o entendimento da banca e de quem está acompanhando sua apresentação, é possível utilizar bullet points, que são listas ou tópicos, é uma forma simples de demonstrar um conteúdo ou ainda citar determinado resultado alcançado em seu trabalho.

    Outra forma muito conhecida de ilustrar o conteúdo são os gráficos e tabelas, que se bem produzidos são muito mais fáceis de serem interpretados do que o texto.

     

    Siga nossas dicas e arrase nos slides do TCC!

    Nós, do Projeto Acadêmico, fazemos o possível para te ajudar na elaboração do TCC, sabemos da importância dos slides na hora da apresentação e por isso separamos todas essas dicas.

    Se você tem dúvida sobre esse ou qualquer outro conteúdo relacionado ao TCC, acesse nosso site, confira nosso conteúdo e claro, garanta uma ótima nota na sua apresentação.

  • Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Entenda como você pode fazer uma tese de doutorado e conquistar seu título.

    Muitas pessoas ambicionam seguir a carreira acadêmica, seja como professor em universidades ou como pesquisador. Para tal, é preciso percorrer um certo caminho e passar por uma avaliação. Parte dela propõe que você produza uma tese. Aqui você vai entender tudo que precisa para fazer uma tese e conseguir o título de doutor.

     

    O que é doutorado?

    Doutorado é uma pós-graduação stricto sensu. Para ser mais claro, é uma especialização direcionada ao ambiente acadêmico e científico.

    Diferentemente do mestrado que é um pouco mais abrangente e abre, ainda que pouquíssimas, brechas para que o foco do trabalho não seja necessariamente no ambiente acadêmico, o doutorado não. Trata de titular justamente a capacidade do indivíduo em determinado campo de estudo.

    Um exemplo é alguém que fez um mestrado em antropologia. Poderia trabalhar em campo, com entrevistas, pesquisas e experimentos sociais. O indivíduo que busca o doutorado terá algo totalmente voltado ao âmbito acadêmico. Será estritamente científico.

     

    Doutorado vem depois de mestrado?

    Não necessariamente. Embora a maioria das pessoas escolham esse caminho, até mesmo porque o mestrado te dá a oportunidade para atuar no campo acadêmico e desenvolver sua tese, no entanto existem pessoas que conseguem criá-la sem precisar de mestrado, “pulando etapas” por assim dizer.

    Pelo fato do doutorado exigir uma tese, que é o tipo de projeto mais respeitado e aceito no meio acadêmico, exige grande familiaridade com o tema. A formação no mestrado e o conviver cotidianamente nesse ambiente podem favorecer as condições que o indivíduo tenha de produzir a tese de doutorado, mas não se fazem necessárias em todos os casos.

     

    O que é uma tese?

    Ao falar de tese, sempre lembre hipótese. O prefixo “hipo” indica inferior, abaixo, aquilo que é menor, menos. A palavra tese significa verdade. Hipótese é o sinônimo de teoria. Algo que ainda pode ser provado ou algo que precisa ser provado.

    Já a tese se trata de algo que já foi cientificamente comprovado, através de uma rígida pesquisa e metodologia. Obrigatoriamente necessita de uma pesquisa experimental e de resultados concretos que não abram margens de dúvidas.

    Por isso a tese de doutorado é mais complicada que a dissertação de mestrado. Até o mestrado, você pode elaborar teorias e tentar colocá-las em prática. Para conseguir o título de doutor, elas já devem ter sido comprovadas e avaliadas.

    escrevendo no caderno

     

    Como começar a elaborar a tese

    Tendo em mente que você precisa de algo concreto, você precisa, no mínimo, ter o ensino superior completo para prestar o doutorado. Isso não significa que você não possa trabalhar na pesquisa de sua tese antes do término (existem pessoas que iniciam até mesmo antes da faculdade).

    Existem alguns passos básicos que são aplicáveis para qualquer pessoa que queira produzir uma tese:

     

    1. Definir o tema e teoria

    Se você precisa de algo concreto, é claro que isso deve partir de uma teoria. Por exemplo, um cientista percebe que as partículas de determinado material se comportam de maneira diferente quando expostas à uma classe específica de gases.

    Em cima disso, o cientista pode criar várias hipóteses prováveis para confirmar seu ponto de vista. A tese é justamente testar esses pontos de vista até chegar a algo concreto e real, descobrindo a razão. Se não descobrir, o projeto não pode ser considerado tese, mas se encaixaria em outras classificações.

     

    2. Tudo precisa ser original

    Nada de criar releituras ou algo que outra pessoa já propôs. Para isso existem dissertações, artigos e outros tipos de trabalhos científicos. A tese exige algo totalmente novo.

     

    3. Direitos autorais

    Você pode ter problemas judiciais se não prestar atenção nessa parte. O meio acadêmico é muito sério quando se trata do conteúdo intelectual produzido. Trate de referenciar adequadamente todo o material que não for seu na sua tese.

     

    4. Seu conteúdo será avaliado também pela relevância

    Propor uma tese que não seja tão relevante e colabore com o conhecimento pode diminuir o valor de sua tese. Existem classificações feitas em cada país que avaliam justamente o quanto o trabalho é relevante para o meio científico e acadêmico.

     

    5. Siga a metodologia correta

    Seu trabalho precisa de uma pesquisa experimental, isso é uma pesquisa que coloca os elementos pesquisados em observação na prática, que é o meio de pesquisa mais respeitado. Isso requer método e procedimentos bem especificados que se não forem seguidos podem desvalidar seu trabalho.

     

    Produzindo a tese de doutorado nas normas da ABNT

    Como a maioria dos trabalhos acadêmicos, ao produzir uma tese de doutorado você deve seguir as normas da ABNT. Os elementos obrigatórios são:

    Basicamente são os mesmos elementos obrigatórios na produção de uma dissertação de mestrado. Você pode adicionar outros elementos para tornar o seu trabalho mais completo.

    Nessa altura do campeonato não é adequado ficar só no básico. É claro que não precisa criar uma lista de imagens se sua tese possui poucas imagens, mas não hesite em acrescentar outros elementos como discussão, epígrafe e outros elementos que não são obrigatórios, mas que podem complementar o seu trabalho com um toque pessoal e tornar clara a sua identidade e espaço no meio acadêmico.

    Tenha em mente que muitas pessoas lerão a sua tese por inteira e avaliarão, escreverão críticas e artigos. O meio acadêmico é exigente com o conhecimento.

    Busque outras teses na instituição em que você pretende prestar para conseguir o título de doutor. Você vai compreender melhor o padrão de qualidade e será mais fácil para conseguir a aprovação. Você também pode buscar teses pertinentes ao seu conteúdo que estejam disponíveis gratuitamente na internet.

     

    Conquiste seu título de doutor

    Você já sabe o que é necessário para iniciar a produção de sua tese. Se você possui as teorias, não precisa esperar um mestrado para colocá-las a prova. Utilize uma metodologia experimental e transforme suas hipóteses em teses.

    Se quiser saber mais sobre o meio acadêmico e outros tipos de trabalho ou ainda se as normas da ABNT não estão tão claras, acesse o site Projeto Acadêmico e confira tudo que você precisa para seguir uma carreira adequada no meio ou somente se dar bem na faculdade e no seu TCC.