De origem do latim, o termo ibidem significa “no mesmo lugar“. Esse tipo de expressão é amplamente utilizada em referências bibliográficas onde há a necessidade de indicar que determinado trecho aparece na mesma obra do autor. No entanto, há várias regras importantes para a utilização desse vocábulo, o que inclui normas e variações importantes.
Neste post, falaremos em detalhes o que é ibidem, para que serve, quando utilizar esse termo em seu TCC e quais são as regras para a utilização. Além disso, mostraremos alguns exemplos de como utilizar ibidem em um TCC. Confira tudo isso a seguir e muito mais.
O que é ibidem?
O termo ibidem tem origem latina e significa “no mesmo lugar“. Esse significado se aplica quando uma obra já foi mencionada, e em uma segunda menção, o termo ibidem indica que a informação consta na mesma obra ou no mesmo lugar. Quando esse termo é utilizado, entendemos também que trata-se de uma referência ao mesmo autor e a mesma obra.
A utilização do termo se aplica principalmente quando há a necessidade de se repetir a fonte mais de uma vez, como ocorre no caso de alguns textos onde aparecem várias citações de uma mesma obra. No entanto, esse termo é designado apenas quando a nota subsequente se refere a mesma obra. Ou seja, se a obra foi mencionada primeiramente e a próxima referência trata-se de uma repetição da mesma obra, o uso do ibidem é obrigatório. Já no caso de referências a mesma obra que ocorrem após outras citações de obras diferentes, é utilizado o termo Op. cit seguido pelo nome do autor.
O termo ibidem é uma forma de fazer referência a uma obra já mencionada naquela mesma página do texto. A sua utilização indica que o nome da obra apenas foi abreviado para não tornar a leitura repetitiva e cansativa. Esse termo ainda pode ser utilizado juntamente com outros termos como apud ou idem. Cada um deles apresentam significados diferentes e utilizações que seguem padrões regidos por diversas normas.
Quando utilizar ibidem no TCC?
A utilização do ibidem é necessária quando há mais de uma citação de uma única obra na mesma página do texto. Por exemplo, se determinada página do seu TCC faz mais de uma referência a uma única obra, é necessário utilizar o termo ibidem nas citações posteriores a primeira citação da obra. Isso porque a ABNT determina que o ibidem seja utilizado a partir da segunda menção da obra. Na primeira citação, a informação sobre a obra e o autor deve ser completa.
Caso a obra seja citada em uma determinada página e depois mencionada em outra, é necessário informar o nome completo da obra assim como o autor. O termo ibidem serve apenas para mencionar que tal citação pertence a obra mencionada anteriormente. No caso de menções em outras páginas, é necessário utilizar o termo Op. cit como já informamos.
Como usar ibidem em seu TCC?
A utilização do ibidem ocorre de acordo com as regras estabelecidas em cada norma. Nesse caso, você deve conferir primeiramente a norma que seu TCC é regido e as regras que a banca examinadora estabelece para a entrega de seu trabalho de conclusão de curso. Caso essas regras sejam diferentes, você deverá informar o ibidem da forma como a banca indica. Mas na maioria dos casos esse tipo de menção segue padrão simples, onde a menção deve ocorrer ao final da página como uma referência a citação.
Mas se você não faz ideia de como utilizar o ibidem em seu TCC, confira a seguir alguns exemplos de utilização do termo:
Exemplos de utilização
O termo ibidem pode ser abreviado pela expressão “ibid”. Sendo assim, você pode mencionar ibidem ou ibid em seu TCC quando houver a necessidade de se referir a uma obra já mencionada na página. Veja a seguir como esse termo é empregado:
NOME DA OBRA, ano. p.número da página
Ibidem, p.número da página;
Ibid, p.número da página.
Vamos dar como exemplo a obra “Dom Quixote” do autor Miguel de Cervantes. Nesse caso temos o seguinte exemplo de utilização do ibidem:
Os exemplos anteriores mostram a forma correta de utilizar a expressão ibidem para se referir a uma obra já mencionada na página. No entanto, há muitas pessoas que utilizam esse termo de forma errada, o que leva a um mal uso das regras gerais para a utilização de termos e abreviações.
Por exemplo, utilizar o ibidem em uma página fazendo referência a uma obra citada em outra página do seu TCC não está correto. O certo é utilizar o termo quando a obra é mencionada na mesma página mais de uma vez. Quando a menção ocorre em páginas diferentes, é utilizado o termo Op. cit. Além disso, utilizar o termo ibidem para indicar que a menção trata-se do mesmo autor também é incorreto.
Quando você quiser mencionar uma citação do mesmo autor, mas em obras diferentes, é necessário utilizar o tempo “idem”, que se aplica apenas “ao mesmo autor”. Nesse caso, você pode mencionar duas obras diferentes em sequência que sejam do mesmo autor utilizando o termo idem. Por exemplo:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Nome da Obra. Editora, ano.
Idem, Nome da Obra. Editora, ano.
Id, Nome da Obra. Editora, ano.
Nesse caso, temos que a sigla Id se aplica ao termo idem como uma abreviação do termo. Vamos a um exemplo prático da utilização do idem em uma menção do mesmo autor:
QUEIRÓS, Eça de. O Primo Basílio. Porto Editora, 1878.
Está com dúvidas para escrever a dedicatória do TCC? Temos dicas úteis para lhe ajudar!
As dedicatórias do TCC são o espaço para você homenagear seus familiares mais próximos. Não deve ser confundido com os agradecimentos.
Embora parecidos, cada um tem uma maneira de ser redigido e algumas peculiaridades que os diferenciam.
Diferenciando as dedicatórias do TCC dos agradecimentos
Estes são dois elementos pré-textuais e não obrigatórios nos trabalhos acadêmicos; tendem a ser confundidos pela função comum em homenagear/agradecer.
Nos TCC a dedicatória precisa aparecer na página posterior à folha de aprovação e sempre sozinha sem outros elementos textuais agregados.
A dedicatória do TCC, propõe-se a homenagear apenas uma pessoa ou instituição, por isso escolha bem a quem dedicará seu trabalho.
Os agradecimentos são o espaço onde você prestará seu reconhecimento para quem contribuiu com seu estudo, professores, colegas ou mesmo a universidade.
Diretrizes e normativas (ABNT) para redigir sua dedicatória
Os trabalhos acadêmicos sempre seguem a normatização proposta pela ABNT e apesar de a dedicatória não ter normas bem regulamentadas ela deve seguir o padrão da escrita acadêmica.
Costumeiramente, a dedicatória é disposta no rodapé da página, sem o título “dedicatória”.
O texto deve ser pequeno, de poucas linhas, com recuo de 8 centímetros da margem esquerda, espaçamento entre linhas simples.
Caso opte por fonte Arial o tamanho deve ser 10, se for Times New Roman, o tamanho utilizado deve ser 12.
Evite passar de cinco linhas e lembre-se de destacar com itálico o texto da sua dedicatória.
8 cm de espaçamento da margem esquerda
Para quem escrever a dedicatória do TCC
Diferente do agradecimento, a dedicatória deve ser mais restrita e pode ser nominável.
Cabe a você escolher quem deve homenagear nesta seção, já que devem ser poucas pessoas.
Mesmo sendo opcional em trabalhos acadêmicos, a dedicatória é uma seção aguardada pelos familiares mais próximos que, direta ou indiretamente, contribuíram para o sucesso do seu TCC.
Vamos mostrar alguns modelos de dedicatórias para servir de inspiração. Você pode deixar sua imaginação fluir e sua emoção aflorar.
Dedico este TCC à Deus qυе me deu luz e sabedoria para escrever este trabalho.
A Deus, pela força persistência durante a caminhada do curso.
Dedico este trabalho primeiramente à Deus, pelo dom da vida. Sem ele eu não estaria aqui escrevendo estas palavras.
Modelos de Dedicatórias à familiares e amigos
Аоs meus pais е a toda minha família por todo o apoio recebido, meu muito obrigado. Este trabalho é dedicado a vocês.
Аоs amigos е colegas, pelo incentivo, pelas risadas e por não me deixarem desistir, mesmo nos momentos de maior dificuldade.
Dedico este trabalho à minha família, pоr acreditar еm mіm sempre! O amor que vocês tem por mim é o que me estimula a lutar e vencer todos os dias!
Aos meus pais, exemplos de amor, carinho, honestidade e perseverança, modelos a serem seguidos. Orgulho de ser seu (sua) filho (a)!
Para meu (minha) esposo (a), cоm você cada dia é uma alegria. Obrigada pelo seu incentivo e pela paciência comigo naqueles dias tão atarefados que precederam a entrega deste trabalho.
Dedico este trabalho ao meu (minha) filho (a), luz do meu viver. Um amor assim é impossível de descrever com palavras, apenas podemos sentir.
Para meus filhos, o amor de vocês é o que me move. Obrigado pela compreensão e carinho durante este período no qual não pude dedicar-lhes a devida atenção.
Dedico esta conquista аоs meus pais e irmãos e a todos meus familiares pelo apoio contínuo, amor incondicional. Muito obrigado!
Este trabalho é dedicado a você, familiar ou amigo que contribuiu muito na minha caminhada. Sem vocês eu nada seria.
Modelos de dedicatórias aos professores e ao corpo docente
À minha orientadora/orientador pela paciência e engajamento a este trabalho. Esta vitória também é sua!
Dedico este trabalho a todo o corpo docente do curso (nome do curso), por todos os ensinamentos, vocês foram parte fundamental desta caminhada.
Aos professores do curso (nome do curso) por tornarem viva em mim a chama do conhecimento, por estarem sempre me incentivando. Com certeza posso chamá-los de amigos após estes anos de convivência. Dedico este trabalho a vocês.
Ao meu orientador por todo o engajamento com esta monografia, por estar sempre disposto a esclarecer dúvidas e ajudar-me a finalizar mais esta etapa com sucesso.
Sem dúvida, dedico este trabalho aos professores que mais do que repassar conteúdos, ajudaram na minha formação de maneira enriquecedora, sempre permeando suas atitudes com ética e profissionalismo. Vocês são exemplos que eu quero levar para minha vida pessoal e profissional.
Modelos de Dedicatórias bem-humoradas
Alguns acadêmicos, ao escolherem para quem dirigir suas dedicatórias, muitas vezes acabam optando por uma veia mas humorística, contrariando a escrita acadêmica que prevalece no restante do trabalho.
Esta é uma opção muito pessoal, portanto, se o seu perfil é de uma pessoa mais piadista ou que gosta de brincadeiras e você desejar incluir uma dedicatória assim, não há problema algum.
Só lembre de fazer isto na dedicatória, não nos agradecimentos. Você pode ficar tranquilo que isso não influenciará na sua nota final.
Abaixo seguem algumas ideias de dedicatórias num tom cômico se você quiser agregar alguma deste tipo em seu TCC.
Dedico este trabalho ao meu notebook/computador por funcionar direitinho durante o período de escrita do TCC e não me deixar na mão neste período tão conturbado.
Este trabalho é dedicado especialmente ao café, companheiro inseparável nas longas madrugadas em claro escrevendo esta monografia.
Para meu PET (cachorro, gato, etc) que sempre estava por perto me incentivando com seu olhar e me fazendo rir mesmo nas horas mais desesperadoras, mesmo que tivesse feito “pipi” no tapete.
À minha gata, que sempre deitava em cima do teclado, lembrando o carinho que tinha por mim e que eu estava precisando de um descanso.
Dedico este TCC ao cartão da biblioteca, que foi amigo íntimo e companheiro inseparável nos meses de escrita deste trabalho.
Aposto que agora você não tem mais desculpas para não escrever a dedicatória não é mesmo?
Com todas as sugestões e ideias repassadas neste artigo ficou mamão com açúcar criar sua própria dedicatória e emocionar as pessoas que você gosta que, com certeza, ficarão felizes com a sua homenagem.
Se você está com dúvidas em outras seções do seu TCC, acesse nosso endereço virtual, Projeto Acadêmico, aqui temos soluções para lhe auxiliar passo a passo na redação de seu trabalho.
Responsável pelo conteúdo: Professor Rogério Nascimento da Silva de Jesus
O resumo expandido é
um tipo de trabalho comumente solicitado quando há eventos onde a publicação
final necessita da apresentação deste texto. Por isso, quem for fazer uma
apresentação onde é necessário apresentar o resumo expandido, deve entender
detalhes desse tipo de texto.
Quer saber o que é resumo expandido e como fazer? Então
confira este post até o final e veja o passo a passo completo desse tipo
textual.
O que é resumo expandido?
Resumir algo é o mesmo que dar informações objetivas e
claras sobre um conteúdo que possui bastante detalhes. Desde sempre os
estudantes precisam criar resumos nas escolas, essa prática estimula a escrita
objetiva, tornando as explicações mais claras e simples.
Seguindo este conceito, o resumo expandido é uma modalidade
de resumo que tem como objetivo descrever um trabalho acadêmico com
objetividade. Diferente do resumo simples, a modalidade expandida pode ser
escrita antes mesmo de terminar o trabalho ou a pesquisa.
E não se confunda com o resumo que existe em alguns
trabalhos acadêmicos como o TCC.
O texto que aparece logo após o “epígrafe” não
tem nada a ver com o resumo expandido. Lembre-se: esse tipo de texto só é
utilizado em casos excepcionais onde há a necessidade de apresentá-lo.
Considerando que o resumo expandido pode ser elaborado antes
mesmo de terminar o trabalho ou a pesquisa, ele é usado principalmente em
eventos onde é possível compartilhar informações.
Caso você participe de algum evento deste tipo, o resumo
expandido mostrará aos participantes do que se trata sua pesquisa, qual é o
tema, o porquê desse levantamento, entre outras informações. Isso proporcionará
a troca de informações e posteriormente, poderá contribuir para um trabalho com
mais qualidade.
Formato para escrever um resumo expandido
Cada evento possui um padrão específico para o formato do
resumo expandido. Por isso, não é possível definir um tipo único para a
elaboração desse texto. Nesse caso, é recomendado que os estudantes verifiquem
no edital todas as diretrizes do evento, incluindo as informações sobre o
resumo expandido.
Há alguns lugares que exigem até mesmo formatações exclusivas, folha timbrada com cores específicas, colunas, entre outras exigências.
IMPORTANTE: Cada instituição possui suas próprias regras e normas para elaboração de trabalhos e resumos, é de suma importância que você consiga com o seu orientador todas as normas exigidas.
Principais diferenças entre resumo simples e
expandido
A primeira grande diferença do resumo simples e expandido, é
que a modalidade simples é elaborada geralmente com o intuito de antecipar o
conteúdo de um trabalho, fornecendo uma informação objetiva sobre o assunto que
será abordado, enquanto que o resumo expandido tem como finalidade informar
outros pesquisadores sobre um estudo para auxiliar no compartilhamento de
informações.
Outra grande diferença é que o resumo simples precisa ser
feito após o término da pesquisa. Já o resumo expandido pode e deve ser feito
antes da conclusão do trabalho, pois, a finalidade principal deste texto é
gerar mais dados e informações que possam complementar a pesquisa em questão.
Há ainda uma outra diferença que deve ser considerada, que é
onde o resumo é utilizado. No caso do resumo simples, ele aparece antes do
conteúdo do trabalho, logo após o “epígrafe”. Por outro lado, o
resumo expandido é utilizado em eventos específicos, onde a finalidade é
compartilhar informações sobre determinado assunto.
Como fazer um resumo expandido
Antes de iniciar o resumo expandido, é fundamental que você confira todos os parâmetros informados pelo evento sobre a elaboração desse texto. São esses parâmetros que determinaram a forma como o resumo será elaborado, assim como a formatação. A seguir, falaremos sobre o passo a passo da formatação e como fazer o conteúdo do resumo expandido.
Formate a página no padrão exigido pela ABNT: Papel A4 (210 x 297 mm), modo retrato, margens de 3 cm no canto superior e na esquerda e de 2 cm no canto inferior e na direita. Insira abertura de 1,5 cm do alinhamento no parágrafo;
Use a fonte Arial ou Times New Roman para o corpo do texto em tamanho 12 e aplique formatação justificado e espaçamento simples entre as linhas;
Digite os títulos e subtítulos em caixa alta, negrito, espaçamento simples e fonte Arial ou Times New Roman em tamanho 12.
Caso você tenha que elaborar um minicurrículo, informe titulação, e-mail e área de estudos como nota de rodapé na primeira página;
Caso faça citações ao longo do resumo, incluir no corpo do texto e entre aspas as citações curtas, com no máximo 3 linhas. Em seguida é necessário informar o nome do autor e data de publicação. Se a citação for longa, é necessário aplicar recuo de 4,0 cm da margem esquerda, tamanho 10, espaçamento simples e usar a fonte Times New Roman;
Por fim, as referências devem aparecer no final do resumo expandido seguindo ordem alfabética considerando o sobrenome da autoria com formatação de espaço simples, alinhadas à esquerda e com 1,0 de espaço entre as linhas.
Conteúdo do resumo expandido
Agora que você já sabe como formatar seu resumo expandido,
veja algumas dicas que te ajudarão a elaborar o conteúdo deste texto:
No desenvolvimento do texto, é preciso informar quais foram os resultados obtidos até o momento da elaboração do resumo. Essas informações devem apresentar referências conceituais e análise estatística.
Para concluir o resumo, você deverá responder às principais questões em torno dos objetivos da pesquisa.
Para elaborar um texto bem estruturado, objetivo e
informativo, considere as seguintes dicas:
Faça um
rascunho: organize todas as suas informações em um papel para finalmente
colocá-las no resumo expandido. Assim, você terá uma visão mais ampla das
informações fornecidas.
Leia o texto
várias vezes: nada melhor do que entregar um texto bem escrito e livre de
qualquer erro ortográfico ou gramatical. Para chegar a esse resultado, é
importante ler várias vezes e modificar tudo que não estiver do seu agrado.
Seguindo todas as dicas mencionadas, você poderá
entregar seu resumo expandido no evento pretendido seguindo as recomendações do
próprio evento.
Ao escrever o abstract do TCC, saiba que ele possui normas importantes para sua escrita, definidas pela ABNT.
O que é o abstract do TCC?
O Abstract é um elemento pré-textual dos trabalhos acadêmicos e é de caráter obrigatório.
O abstract do TCC é assim chamado quando escrito em língua Inglesa, mas nada mais é do que um resumo do seu trabalho, uma pincelada rápida sobre o tema e a pesquisa abordada.
Escrever o abstract do TCC é um dos últimos elementos do trabalho, por isso você só precisa se preocupar com ele quase na finalização do texto.
Qual a função do Abstract no TCC?
Basicamente, funciona como um chamariz para o leitor, pois você adicionará ali as questões abordadas no texto, incitando a leitura.
Unido ao título, tem a responsabilidade de captar a atenção do leitor, despertando nele a curiosidade de ler sua pesquisa.
Ao escrevê-lo tente sempre se pôr no lugar de quem irá lê-lo, assim você desenvolve o texto com a ideia de chamar o leitor para seu TCC.
Escrevendo o Abstract do TCC nas normas ABNT
Como qualquer outra seção de uma pesquisa, o abstract também deve ser elaborado seguindo as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos.
O texto do abstract deve ser enxuto e objetivo, já que reflexões, dados e demais informações serão apresentadas ao longo do trabalho.
Use uma linguagem que atraia o leitor, apresentando aspectos relevantes da sua pesquisa.
Para redigir seu abstract nas normas da ABNT use os passos a seguir para não ter dúvidas:
Explique ao leitor no que consiste, ou seja, qual é o tema que foi escolhido para sua pesquisa, além de apresentar a relevância do seu trabalho para o meio acadêmico;
Descreva qual foi seu objetivo (ou objetivos) ao escrever seu TCC. Use seus objetivos do projeto como auxílio para escrever esta parte, já que eles nortearam aspectos da pesquisa. conte o motivo maior do seu trabalho ter sido feito;
Nesta parte do texto explique como você fez o trabalho, os métodos utilizados e outros detalhes pertinentes. Aqui é o espaço para informar o leitor qual foi a tipologia do seu trabalho: estudo de caso, pesquisa qualitativa, pesquisa quantitativa ou experimento
Indique ao leitor quais foram os resultados mais significativos que os seus estudos apontaram, tanto positivos, quanto negativos (se houverem), com texto objetivo e sucinto, sempre com o intuito de atrair o leitor para ler seu trabalho;
Ao fim do texto apresente uma breve conclusão sobre as aprendizagens do seu trabalho e o que a pesquisa agregou à sua vida profissional e por que não, pessoal. Mencione a contribuição do seu trabalho como ferramenta de entendimento do objeto estudado em seu TCC.
Exemplo de um abstract em inglês
Abstract em outras línguas
As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos orientam que o abstract deve sempre ser feito em língua portuguesa e pode se chamar também de resumo.
De acordo com a variação do trabalho (Monografia, Dissertação ou Tese), o abstract pode ser escrito em língua estrangeira além da Língua portuguesa, que é a padrão.
Nestes casos, o texto é o mesmo que o escrito na língua vernácula, porém, traduzido para a referida língua estrangeira. Os tipos de resumo ou abstract variam de acordo com a língua utilizada:
Inglês (ABSTRACT);
Francês (RÈSUMÉ);
Espanhol (RESÙMEN).
Se você apresenta domínio de alguma destas línguas pode fazer a tradução sozinho.
Caso não fale nenhuma delas, contrate alguém com domínio para que realize a tradução do seu resumo, não confie exclusivamente em tradutores mecânicos, pois o texto deve ter a mesma qualidade de escrita que o resumo em português.
Traduções exclusivamente mecânicas tendem a apresentam severos erros de regência, concordância verbal e nominal e isso pode comprometer a qualidade do seu trabalho, portanto, invista em um tradutor qualificado.
Redigindo o Abstract do TCC nas normas ABNT
O resumo deve ter um número máximo de palavras, variando num mínimo de 100 palavras e 500 no máximo, dependendo do tipo de trabalho e de exigências específicas de cada instituição;
Elabore o texto em um único parágrafo, independente do número de palavras;
Redija o texto utilizando a terceira pessoa do singular, com verbo na voz ativa;
Tanto o resumo em português quanto em língua estrangeiro é obrigatório ao final elencar palavras-chave, sempre separadas por ponto e vírgula. Terão que ser no mínimo três palavras-chave e no máximo cinco;
O resumo deve ser escrito ao término do trabalho, já que faz um apanhado de todos os capítulos e considerações relevantes da sua pesquisa;
As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos também orienta que o resumo não ultrapasse o tamanho de uma lauda;
Faça sempre em páginas separadas: uma página será a do resumo (língua portuguesa) e na página seguinte o abstract (quando for em língua inglesa) ou o resúmen ou rèsumé (se a língua escolhida for espanhol ou francês).
Erros comuns ao escrever o Abstract do TCC
Já falamos anteriormente sobre o que é o abstract do TCC, um resumo do seu trabalho para atrair o leitor a conhecer sua pesquisa.
Então ao escrever o Abstract do TCC não confunda-o com outras seções do trabalho.
Muitos acadêmicos utilizam a função do abstract de maneira errônea, criando um texto que oferece uma prévia do trabalho, tornando obsoleta a função da Introdução.
No abstract também não devem ser incluídos pensadores e citações, ou embasamentos teóricos de quaisquer espécies, pois isto é utilizado no desenvolvimento do TCC.
Ao fazer o fechamento do resumo, lembre-se também de não colocar todos os dados e conclusões, deixe a “cereja do bolo” para as considerações finais.
Não reproduza de forma integral no resumo frases do corpo do texto, sempre faça paráfrase.
Evite expor de maneira muito detalhada os métodos e tabulações de dados, isto também será abordado no corpo do texto.
LEMBRE-SE!
Uma dica importante que vale para todo o texto do abstract: você deve SIM chamar o leitor para seu texto, empregando uma linguagem atrativa, mas NÃO expor todos os dados do seu trabalho, senão todas as pessoas leriam somente o resumo não é mesmo?
Foque em expor as características mais importantes do trabalho de maneira genérica.
Essas dicas lhe auxiliaram?
Então veja em nosso site, muitas outras informações para o seu TCC, desde sugestões de temas até normas da ABNT. Corre lá!
Sumário representa a enumeração do trabalho. Desta forma, corresponde a capítulos, seções, bem como todas as outras divisões. Essa parte do trabalho também deve seguir as normas da ABNT.
Regras e normas
A fundamentação para esse tipo de Norma da ABNT NBR 6027: 2003, correspondente as normas da ABNT para trabalhos. É importante fazer antes a diferença entre modelo de sumário para índice. O último é um elemento opcional.
Diferentemente do modelo de sumário, portanto, pode ser colocado ou não. No caso de ser colocado, deve ser feito de uma forma detalhada, em ordem alfabética. Outro aspecto que diferencia o modelo de sumário do índice é que o índice deve ser colocado no final do trabalho, enquanto sumário deve ser colocado na parte inicial.
Sumário refere-se ao conteúdo, com algumas regras específicas que estão relacionadas. Desta forma, conforme as normas da ABNT, a palavra sumário deve estar sempre centralizada, em letras maiúsculas, em negrito. Deve-se estar atento também com relação ao espaçamento, que deve ser de 1,5.
O corpo do sumário se refere ao indicativo do número da seção, bem como o nome da sessão, além da página relacionada ao texto, que também deve estar indicada.
É importante estar atento a ambas as partes. Desta forma, se o título de introdução estiver em letra maiúscula e em negrito, também deve estar assim no sumário.
Em todas as entrelinhas deve ser exatamente igual ao espaçamento utilizado no texto, qual seja 1,5.
No centro dos aspectos vinculados à introdução, a metodologia utilizada no trabalho e a referência teórica também conhecido como referencial teórico.
Além disso, o cronograma do TCC também deve ser colocado nesse espaço. Espaço para gráficos de anexo também podem ser colocados nesse local, assim como – claro – todos os outros elementos relacionados aos capítulos referentes a desenvolvimento e as considerações finais.
Apesar dê as vezes ser menosprezado pelos alunos, o sumário é bastante importantemente. Muitas vezes, a porta de entrada da análise de um trabalho monográfico.
Todo artigo ou TCC que se preze deve ter um sumário de qualidade, conforme as normas da ABNT para trabalhos. O objetivo é que ele seja um evento que apresente adequadamente tudo que se refere ao texto. Além de sumário, veja outras dicas, como normas de ABNT – aprenda a fazer dedicatória.
Momento ideal para realização do sumário
Importante estar atento para o momento ideal para a utilização desse tipo de item. Isso porque no caso do sumário, é muito importante deixar que ele seja feito no final.
Desta forma, o aluno não comete erros e contempla todos os elementos do texto, de acordo com as normas da ABNT para trabalhos. É importante ter um sumário de qualidade após ter feito toda a parte escrita.
Afinal, fazendo um trabalho de sumário no fim, em qualquer momento pode-se adicionar qualquer tema, afetando a numeração e a organização do seu sumário.
É importante também levar em consideração que o trabalho só pode ser feito com o sumário realizado após as normas da ABNT para trabalhos também terem sido aplicadas. Isso porque as mesmas afetam dramaticamente todos os elementos do trabalho, bem como a numeração e outros aspectos.
Ainda no que se refere ao sumário, é importante estar atento ao sumário automaticamente realizado pelo editor de texto Word. Muitos apontam por ele não ser o ideal.
O ideal é que ele seja realizado de maneira manual, mesmo. É importante também levar em consideração que, ao ser realizado de maneira manual você pode ficar mais atento a fazer uma revisão do seu próprio trabalho.
Realizado automaticamente pelo Word sem conferir os capítulos, sem a numeração de acordo com a sequência descrita no sumário, se torna muito mais fácil de cometer erros que podem ser bastante graves dentro de uma análise e de uma avaliação de um trabalho nas normas da ABNT.
Atenção ao trabalho nas normas da ABNT (e de sua universidade).
Às vezes é um pouco difícil compreender, mas, de fato, se faz necessário observar a referência a ABNT e todas as regras monográficas.
Sempre importante realizar um trabalho nas normas da ABNT, monográfico, com o planejamento adequado. Realizar uma monografia é mais fácil do que parece ter ter é importante apenas estar atento e observar.
Uma regra muito importante no que se refere ao sumário de monografia é observar quais são os modelos utilizados dentro das Universidades. Cada situação de ensino possui alguns tipos de detalhes específicos.
É importante observar atividades monográficas realizadas por esses alunos que já estiveram na mesma situação e fizeram o trabalho, com o objetivo de poder compreender adequadamente a respeito de todos os detalhes relacionados ao trabalho.
Dessa forma, a banca não vai poder notar qualquer diferença, ao fazer igual a ABNT, seguindo as regras dos outros que foram feitos.
Apesar de que o trabalho de monografia do sumário deve ser feito após a monografia já ter sido realizada, as anotações podem ser feitas ao longo do trabalho, para poder facilitar e organizar. Um sumário manual e manuscrito é sempre útil.
Algumas pessoas estão utilizando o sumário automático do word com objetivo de fazer com que tudo funcione. Caso você prefira fazer assim, veja:
Deve acessar o ícone referências, na parte superior da página. A seguir, você deve clicar no ícone sumário, que fica visualmente na parte superior. Depois, deve escolher por inserir sumário.
Para que essa ferramenta não cometa erros, muito importante que você presta atenção em todos os detalhes referentes ao estilo do texto e outros aspectos.
A norma oficial da ABNT com relação ao sumário é a seguinte: A enumeração das divisões, seções e outras partes a publicação, na mesma ordem e grafia em que a matéria nele se sucede, deve ser feita.
Objetivo do sumário
O objetivo do sumário é oferecer um breve resumo para a pessoa que está lendo a atividade monográfica, no sentido de saber se o tema que ela está buscando está contemplado na atividade.
Muitas pessoas, principalmente os pesquisadores, utilizam sumário com esse objetivo, de saber se aquele tipo de tema que pode ser utilizado no futuro em uma própria publicação está ali.
Por isso, é muito importante que você apresente no sumário aquilo que está presente na sua atividade monográfica. Por isso, é muito importante prestar atenção nos títulos que você escolhe, para todos os elementos do seu trabalho conforme as normas da ABNT.
Quanto a localização, o sumário se localiza após a capa, folha de rosto, folha de aprovação e antes do primeiro capítulo. A sua localização não pode ser alterada. Todos os elementos do sumário devem ser alinhados de uma maneira totalmente igual aos outros elementos do texto.
O Projeto acadêmico faz tudo por você, veja mais normas da ABNT e confira também como fazer para estabelecer os agradecimentos.
Responsável pelo conteúdo: Professor Rogério Nascimento
Para terminar o curso de Administração, é preciso entregar o
trabalho de conclusão de curso. Temido por muitos estudantes, o TCC é um dos
trabalhos acadêmicos mais importantes para o currículo do universitário. Por
isso, você deve dar grande ênfase para a elaboração deste projeto, o que inclui
a escolha do tema ideal para o seu trabalho.
Ainda não escolheu o tema do seu TCC? Então não se preocupe, pois nós te ajudaremos a escolher o tema ideal para o seu trabalho. A seguir você encontra uma lista completa com temas para TCC sobre plano de negócio, e muitas dicas para te ajudar a terminar seu trabalho de conclusão de curso.
Por que a escolha do tema é importante?
Muitos estudantes escolhem um tema para elaborar o TCC
simplesmente porque é um assunto comum em sua área de atuação ou ainda por ter
familiaridade com o assunto. No entanto, poucos deles se questionam da
importância de escolher um bom tema para o projeto.
A questão é que o tema de um TCC tem grande impacto sobre
vários aspectos da vida do estudante, dentre eles podemos destacar a maneira
como a banca examinadora avaliará o TCC, a credibilidade que o estudante terá
diante do mercado de trabalho, além de muitos outros fatores que podem
relacionar a escolha do tema ao estudante.
O ideal é que o tema seja de interesse do estudante, mas
essa não é a única questão neste caso. O estudante também precisa pensar em que
área ele pretende atuar após terminar seu curso de graduação. A partir desta
definição, é mais fácil escolher um tema. Afinal, quanto mais alinhado o
estudante estiver da área que pretende atuar, mais fácil será de conseguir
estágio ou mesmo trabalho nesta área após conclusão do curso.
Por isso, comece colocando isso em prática através do seu
TCC. Aliás, nunca sabemos onde uma nova oportunidade pode surgir. Imagine só se
alguém que viu o seu TCC precisa de um administrador ou precisa fazer uma
indicação de um bom profissional para determinada área de atuação. Isso pode te
ajudar a se destacar tanto na faculdade quanto no mercado de trabalho.
Sendo assim, escolher um bom tema para o seu TCC é de grande
importância. Principalmente com um mercado de trabalho bastante competitivo e
ativo, como é o de administração atualmente.
Dicas de temas para TCC sobre Plano de Negócio
O assunto “plano de negócio” é muito abordado ao
longo do curso de administração. E não é para menos, ele é que dá sustentação
para qualquer negócio. Para quem escolheu essa área de atuação, saiba que há
várias opções de temas que você pode considerar para o seu TCC. Pensando nisso,
criamos uma lista com alguns temas para você se inspirar. Confira!
Principais pilares do plano de negócio;
Plano de negócio no Brasil e seus desafios;
Plano de negócio para mercado de pets;
Como o plano de negócio pode ajudar o setor de beleza;
Plano de negócio para empresas de terraplanagem e escavações residenciais;
Gestão de pequenas empresas através do plano de negócio;
Métodos para a elaboração do plano de negócio;
A importância de criar um plano de negócio aliado ao nicho de mercado;
Estudo de mercado dentro de um plano de negócio;
A escolha do nicho de mercado em um plano de negócio;
Como evitar o fracasso de uma empresa com o plano de negócio.
Essas são apenas algumas ideias de tema para você abordar em
seu TCC. A seguir, também listamos os principais nichos de mercado que você
poderá considerar para a elaboração do seu TCC juntamente com o tema escolhido.
Confira quais são eles:
Alimentação;
Esporte;
Entretenimento;
Energia;
Moda;
Serviços;
Reciclagem e sustentabilidade;
Beleza;
Saúde e bem-estar;
Animais de estimação;
Automobilismo;
Indústria;
Turismo.
Dentre os setores que mencionamos, você poderá elaborar um plano de negócio perfeito para um determinado nicho de mercado. Vamos supor que você queira se especializar em administração de empresas envolvidas com o mercado de energia solar. Nesse caso, você poderá elaborar em seu TCC um plano de negócio para empresa que faz instalação de painéis solares ou outra deste tipo.
Algumas instituições de ensino exigem que os estudantes de
administração criem um plano de negócio completo no trabalho de conclusão de
curso. Se esse for o seu caso, procure por ideias relacionadas a área que você
pretende atuar. Como administrador, você pode administrar empresas de
transporte, de cosméticos, de alimentação, entre outros nichos, sem nenhum
problema.
No entanto, todo mundo tem preferências por determinada área
de atuação. Por isso, foque no que você mais gosta, pois isso te ajudará a se
tornar especialista em determinado nicho. Quanto mais especialista você for
sobre determinado assunto, mais chances você terá de ser contratado naquela
área.
Nesse caso, o ideal é que o plano de negócio desenvolvido
por você tenha como foco a área que você pretende atuar. Ou ainda, um modelo de
negócio que seja totalmente novo e que você pretende desenvolver. É possível
que você tenha ideias novas sobre determinado nicho e queira colocá-las em
prática através do seu TCC.
Considerando essas questões, a seguir mostraremos alguns
modelos de negócio que podem ser considerados para a elaboração do seu TCC.
Confira a seguir!
A importância do plano de negócio para pequenos negócios;
Plano de negócio para autônomos;
Plano de negócio para restaurante de comida japonesa;
Plano de negócio para confeitaria;
Plano de negócio para complexo esportivo;
Plano de negócio para boliche;
Plano de negócio para e-commerce;
Plano de negócio para academia de musculação;
Plano de negócio para brechó;
Plano de negócio para loja de roupas;
Plano de negócio para açougue;
Plano de negócio para pista de kart elétrico;
Plano de negócio para restaurante vegano, vegetariano ou orgânico;
Plano de negócio para empresa que aluga máquinas e andaimes para construção;
Plano de negócio para empresa de compostagem de alimentos;
Plano de negócio para hotel para cachorro;
Plano de negócio para salão de beleza;
Plano de negócio para fábrica de tijolos ecológicos;
Plano de negócio para empresa de reciclagem de lixo eletrônico;
As Normas ABNT são constituídas por diversas regras que especificam as formatações necessárias para a elaboração de trabalhos acadêmicos. Uma dessas normas é determinada pela NBR 6024, que é um conjunto de várias informações para a inclusão da numeração progressiva em vários trechos do trabalho.
Está perdido com essa história de numeração progressiva? Não
se preocupe, pois preparamos várias dicas importantes para você acrescentar
esse item em seu projeto acadêmico. Além disso, falaremos mais detalhes das regras
NBR 6024 para a elaboração da numeração progressiva. Confira tudo isso a
seguir.
O que é NBR 6024?
Como já mencionamos, a NBR 6024 é uma das Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que especifica como a
numeração progressiva deve ser feita nos trabalhos acadêmicos. Não importa se é
um TCC, monografia, tese, dissertação ou artigo científico, se o trabalho tiver
como base as Normas ABNT, isso significa que você deverá incluir a numeração
progressiva conforme a norma NBR 6024 determina.
Sendo assim, podemos resumir que essa norma é um conjunto de regras que especificam todas as características necessárias para a inclusão da numeração progressiva. Já esse item muito importante para um trabalho acadêmico é composto por vários números que tendem a ser divididos em seções e subdivisões de seções, conforme necessário para explicação de um determinado argumento. Sumário TCC: entenda como fazer, as normas ABNT e nossas sugestões
Esse tipo de elemento textual permite que o leitor encontre mais facilmente os tópicos de cada assunto em discussão no trabalho acadêmico. Isso porque a numeração progressiva estabelece todas as subdivisões necessárias para maior compreensão da seção. Sendo assim, podemos resumir dizendo que esse tipo de elemento textual serve para facilitar o entendimento e a localização de cada informação que compõe o texto.
Sabendo o que é numeração progressiva podemos começar a falar das regras para a elaboração desse elemento textual. a norma NBR 6024 especifica que a numeração progressiva apresente no máximo cinco sequências de divisões. Nesse caso, há a seção primária, secundária, terciária, quaternária e quinária. Se houver mais subdivisões para explicar o assunto, é necessário recorrer a outros elementos textuais. Como Colocar Anexos no TCC: veja as normas ABNT, sugestões e nossas dicas
Sendo assim, temos o seguinte esqueleto de seções: 1 (primária); 1.1 (secundária); 1.1.1 (terciária);
1.1.1.1 (quaternária); 1.1.1.1.1 (quinária). Independente do número que
aparece na seção primária, ele sempre aparecerá no início de cada seção. Veja a
seguir uma tabela com mais exemplos de seções e subdivisões:
Primária
Secundária
Terciária
Quaternária
Quinária
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
1.2
1.1.2
1.1.1.2
1.1.1.1.2
1.3
1.1.3
1.1.1.3
1.1.1.1.3
2
2.1
2.1.1
2.1.1.1
2.1.1.1.1
2.2
2.1.2
2.1.1.2
2.1.1.1.2
2.3
2.1.3
2.1.1.3
2.1.1.1.3
Essa é a regra mais simples da NBR 6024, que é composta
ainda por várias outras informações importantes. Veja a seguir cada regra e
algumas dicas para colocá-las em prática em seu trabalho acadêmico:
1. Título das seções
Todo título de uma seção ou subseção deve ser inserido no
texto junto a numeração progressiva com separação de apenas um espaço, sem
nenhum tipo de elemento gráfico, tais como: hífen, ponto, travessão ou sinal.
Exemplo
1 Título da seção primária
1.1 Título da seção secundária
2. Mudança de seções
Todas as seções e subseções devem estar relacionadas entre
si. Caso o assunto abordado seja diferente, é necessário mudar para uma nova
seção primária.
Exemplo
1 Aspectos de uma boa escovação dental
1.1 Como é feito a limpeza dos dentes
1.2 Quais são as melhores escovas
1.3 Como escolher o creme dental ideal para uma boa limpeza
2 Alimentos que podem manchar os dentes
2.1 Como evitar manchas nos dentes causadas por alimentos
2.2 Quais alimentos ajudam a evitar manchas nos dentes
No caso de listas onde é necessário enumerar os itens para
melhor compreensão das informações, deve-se utilizar alíneas como elemento
gráfico. Nesse caso, cada alínea deve aparecer com uma letra do alfabeto
escrita em letra minúscula junto a um fecha parênteses. Antes de cada alínea, é
necessário ainda que haja um texto seguido de dois pontos.
Exemplo
1 Título da seção primária
Conteúdo
1.1 Título da seção secundária
Conteúdo terminado em dois pontos (:)
a) alínea;
b) alínea;
c) alínea.
4. Subalíneas quando necessário
Se dentro de uma alínea ainda for necessário listar outros
itens, você deverá utilizar o recurso de subalínea para listá-los. Nesse caso,
a subalínea deve ser iniciada com um travessão. Em cada alínea e subalínea é
necessário ainda terminar a frase em ponto e vírgula (;), a não ser que a
alínea ou subalínea seja a última da lista, pois nesse caso é terminado em
ponto final (.).
Seguindo todas as regras que mencionamos você terá grandes
chances de fazer a numeração progressiva corretamente. Mas ainda assim,
separamos algumas dicas para te ajudar nessa numeração que muitas vezes é
trabalhosa e confusa. Veja a seguir quais são as dicas:
Antes de começar seu trabalho acadêmico, anote os tópicos e subtópicos em um rascunho para não se perder nas explicações;
Só recorra as subseções se os demais tópicos tiverem relação direta com a seção primária;
Alíneas devem ser usadas apenas nos casos de listas, assim como as subalíneas;
Revise todas as seções e subseções para identificar qualquer erro que você possa ter cometido;
Faça uma diagramação que você não precise utilizar muitas subdivisões para que fique mais fácil de entender o seu trabalho;
Mantenha um certo padrão em sua diagramação, pois dessa forma tudo ficará mais uniforme.
Quase todo mundo já ouviu falar alguma vez na vida sobre
coesão e coerência textual. Esses dois elementos textuais são utilizados ao
longo do texto para proporcionar uma ligação entre as orações, de modo que não
haja grande repetição de palavras e que o contexto não seja perdido.
Quer saber mais detalhes do que é coesão e coerência textual? Acompanhe esse post até o final para descobrir as principais características desses dois elementos e suas diferenças. Veja tudo isso a seguir!
Coesão e coerência: O que são?
A coesão e a coerência são dois elementos textuais
fundamentais para a elaboração de um texto. Enquanto a coesão é responsável por
ligar as frases e palavras através de elementos, a coerência é responsável por
manter a lógica entre as ideias relacionadas. Juntos, os dois elementos
textuais garantem a lógica e o sentido do texto.
Isso significa que tanto a coesão quanto a coerência possuem
grande importância para a produção de texto. Além disso, uma depende da outra
para que o texto seja legível, lógico e interessante.
A seguir falaremos mais detalhes de cada um desses elementos
textuais, considerando suas características e aplicações!
Coesão textual
Como mencionado, a coesão textual é o elemento linguístico
que conecta ideias ao longo do texto. Com a coesão, é possível relacionar todas
as partes do texto de uma forma que os fatos sejam narrados em uma sequência de
acontecimentos.
Um texto com coesão apresenta ligações harmoniosas em
diferentes partes do conteúdo. Isso torna a leitura mais leve, fácil de
compreender e harmônica.
A coesão textual se divide entre diferentes elementos que
apresentam suas próprias características. Veja a seguir um resumo sobre esses
elementos e quais são suas funções em um texto:
Conectores
São responsáveis por relacionar as frases do texto. Os
conectores criam relações entre os termos utilizados no texto, por isso, quase
sempre são representados por advérbios, conjunções e preposições.
Exemplo:
Com coesão – “Elas
gostam de dançar e jogar bola”;
Sem coesão –
“Elas gostam de dançar. Elas gostam de jogar bola”.
Substituições
São os elementos que garantem que o texto tenha coesão
lexical. Eles são utilizados com a finalidade de evitar repetições excessivas
de um determinado termo.
Exemplo:
Com coesão –
“Legumes são importantes para a saúde. As frutas também”;
Sem coesão –
“Legumes são importantes para a saúde. As frutas também são importantes
para a saúde”.
Reiterações e referências
São responsáveis por interligar termos em situações onde é
feita a substituição da palavra por significados.
Exemplo:
Com coesão –
“O gato é um animal inteligente. Ele é considerado um dos felinos com
maior capacidade de raciocínio”.
Sem coesão – “O
gato é um animal inteligente. O gato é considerado um dos felinos com maior
capacidade de raciocínio”.
Correlação verbal
É a aplicação lógica do tempo verbal ao longo do texto. Com
a utilização da correlação verbal, o texto apresenta uma sequência de
acontecimentos com começo, meio e fim.
Os significados e as interpretações de cada ligação textual
são os principais objetivos da carência textual. Esse elemento determina o
significado e a interpretação de cada conectivo utilizado para interligar
frases, elementos ou palavras em um texto.
Um texto só é considerado coerente se ele apresentar
sentido. Um texto coerente deve apresentar linguagem harmoniosa, lógica,
comunicativa, conexão entre as ideias e complementação de informações. A
coerência de um texto ocorre pela utilização das seguintes abordagens:
Princípio da relevância
Um texto coerente precisa ter ideias relacionadas onde cada
uma delas apresente sua própria relevância. Mesmo que elas tenham sentido
quando analisadas de forma isolada, as ideias devem ser apresentadas com
sentido lógico e correta interpretação para que o texto seja facilmente
compreendido.
Exemplo:
Com coerência –
“O homem tinha fome, mas não tinha dinheiro em sua carteira, por isso foi
ao banco e sacou uma quantia. Em seguida, foi almoçar em um restaurante”;
Sem coerência –
“O homem tinha fome, mas não tinha dinheiro em sua carteira. Foi almoçar
em um restaurante e em seguida foi ao banco e sacou uma quantia”.
Princípio da não tautologia
Mesmo que as expressões apresentem diferentes palavras, um
texto coerente não deve conter ideias repetidas. Repetir a mesma ideia em uma
frase, parágrafo ou até mesmo texto, torna a compreensão da mensagem
redundante.
Exemplo:
Com coerência – “Visitei
Campos do Jordão há cinco anos”;
Sem coerência –
“Visitei Campos do Jordão há cinco anos atrás”.
Princípio da não contradição
Para ter coerência, é preciso que as ideias não sejam
contrárias de nenhuma forma.
Exemplo:
Com coerência – “Ele
só toma leite de soja pois possui intolerância à lactose”;
Sem coerência –
“Ele só toma leite de vaca pois é intolerante à lactose”.
Progressão semântica
Esse elemento garante que seja inserido novas informações ao
longo do texto para que exista uma lógica sequencial. Sem a progressão
semântica há uma sensação de que o texto não termina nunca.
Exemplo:
Com coerência – “As
mulheres caminhavam pela avenida tranquilamente até que se depararam com o
suspeito. Apertaram o passo e em seguida começaram a correr quando notaram que
estavam sendo perseguidas”;
Sem coerência – “As
mulheres caminham pela avenida tranquilamente e continuaram caminhando mesmo
após se depararem com o suspeito. Passaram por diversas avenidas, ruas,
seguindo sempre em frente. Até que perceberam que estavam sendo seguidas”.
Continuidade temática
São os termos utilizados para dar continuidade ao tema. Sem
essa abordagem, o leitor tem a sensação de que o tema do texto foi mudado
repentinamente.
Exemplo:
Com coerência – “Você sabia que as tartarugas vivem mais de 100 anos? Elas possuem um metabolismo muito lento, que garante mais tempo de vida”;
Sem coerência – “Você sabia que as tartarugas vivem mais de 100 anos? Existem várias espécies de tartarugas”.
Ambos os elementos são utilizados em um texto para conectar
ideias e dar contexto a produção textual. Porém, a coesão e a coerência
apresentam diferenças significativas. Veja um resumo dessas diferenças a
seguir:
Coesão –
responsável por conectar palavras e frases em diferentes trechos do texto.
Coerência –
responsável por proporcionar ligação lógica aos termos que conectam os trechos
do texto.
A redação é uma das etapas mais importantes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). É nesta etapa que toda a criatividade e conhecimento técnico de escrita são colocados à prova dentro do tema proposto pela avaliação. Entre as dúvidas mais frequentes sobre a redação do Enem, a quantidade de linhas é algo que chama bastante atenção. Afinal, quantas linhas uma redação do Enem deve ter?
É sobre isso que falaremos neste post. Se você também tem essa dúvida, confira a seguir quantas linhas são exigidas na redação do Enem e a diagramação ideal para não ultrapassar o limite máximo. Redação Dissertativa Argumentativa: exemplos, como fazer, pronta
Regras do Enem para o número de linhas
A quantidades de linhas que uma redação do ENEM deve ter, varia muito de acordo com o tema, com os argumentos desenvolvidos, entre outros aspectos. O mais importante é que a sua redação fique dentro das regras exigidas no exame, pois caso contrário, você poderá ter sua avaliação desclassificada. Conectivos para Redação: introdução, desenvolvimento e conclusão, dicas
Nas edições anteriores do Enem, a regra era a seguinte:
mínimo de 8 e máximo de 30 linhas. Dentro desses limites, você
pode escrever quantas linhas forem necessárias para introduzir, desenvolver e
concluir sua redação.
Isso significa que não há um padrão ou uma regra exata de quantas palavras você deve escrever, porém, o texto precisa apresentar estrutura de começo, meio e fim. Aprenda Como Fazer uma Redação Descritiva Perfeita
Aviso: como as regras do Enem mudam constantemente, você deve conferir no edital do exame e na página de redação o limite de linhas para a redação. Caso as regras tenham mudado, você saberá exatamente o limite mínimo e máximo para escrever seu texto.
Como mencionado, não há uma regra exata em relação a quantidade de linhas que uma redação deve ter. Mas é importante que você saiba que prolongar o assunto apenas para criar uma redação grande, pode comprometer sua nota, assim como explicar rapidamente seus argumentos sem se aprofundar no assunto. Como começar uma Redação: passo a passo, estrutura e dicas
É preciso criar um consenso entre ser objetivo e ao mesmo
tempo proporcionar uma compreensão completa sobre os argumentos. Lembrando, é
claro, de seguir a cronologia da estrutura de uma redação.
A redação para o Enem e para outros concursos públicos segue
um conceito básico de estrutura onde é observado a introdução, desenvolvimento
e conclusão. Falaremos a seguir sobre essas estruturas e a indicação de linhas
para cada tópico. Confira!
Introdução
Esse é o momento que você irá apresentar o tema para seus
leitores. Além disso, você também deverá apresentar logo no início dois
argumentos que serão trabalhados ao longo do texto. Esses argumentos devem
apresentar seu ponto de vista sobre o tema.
A introdução é composta por um parágrafo curto. Por isso, é
indicado que você utilize de 2 a 5 linhas para iniciar a redação. Não há
uma regra exata sobre quantos argumentos devem ser inseridos na introdução.
Porém você deve se lembrar que quanto mais argumentos são inseridos nesta
etapa, mais parágrafos você terá que desenvolver para abordar cada um deles.
Então, o ideal é que você introduza entre dois ou três
argumentos, no máximo, desde que respeite corretamente a diagramação e o limite
de linhas para o texto.
Também é importante destacar que a introdução deve conter essencialmente apenas os argumentos que serão abordados no desenvolvimento. Citar outros argumentos que não serão desenvolvidos poderá deixar prejudicar seu texto.
Desenvolvimento
Neste momento, você deverá desenvolver os argumentos que
foram introduzidos anteriormente. O mais aconselhado é que sejam dois, pois
assim fica fácil diagramar. Além disso, dois argumentos é um ótimo número para
convencer o leitor sobre determinado ponto de vista.
Se forem dois, você pode usar um padrão de 2 a 10 linhas para desenvolver os argumentos. Se forem três argumentos,
você pode usar de 2 a 3 linhas. O ideal é que os parágrafos
não sigam um número exato, mas que apresentem informações objetivas e
completas.
Aliás, esse é um aspecto muito importante sobre o desenvolvimento. Os parágrafos devem ser coesos e coerentes. Todo o texto deve apresentar uma sequência cronológica onde as frases e os parágrafos devem ser interligados seguindo uma lógica. Isso significa que é importante avaliar cada informação citada no texto e avaliar se há uma ligação com as demais informações.
Conclusão
A etapa final de qualquer texto é a conclusão. Muitos
estudantes se perdem nesta etapa por não saber o que fazer. Ao contrário do que
muitos pensam, usar frases de efeito, recordar o que já foi dito ou repetir um
argumento, não são sinônimos de uma conclusão. Na verdade, a conclusão deve ser
como as demais etapas da redação: um momento para trazer informações ao leitor.
Nesse caso, é importante tomar cuidado para não introduzir
um novo argumento ou informações que não foram previamente mencionadas como
dados. Porém, você pode sim terminar o texto falando algo diferente que agregue
valor de alguma forma.
Muitas pessoas costumam terminar a introdução com uma
mensagem de advertência, de otimismo, com uma citação ou referência ao título.
O mais importante é que a conclusão esteja alinhada com a visão do autor sobre
o assunto, assim como as demais etapas da redação.
Isso significa que se você começou falando que tal coisa não
deveria existir, não faz sentido terminar o texto dizendo que essa coisa é algo
bom para a sociedade. Lembre-se sempre: coesão e coerência devem estar
presentes do começo ao fim da sua redação.
Já em relação a quantidade de linhas, a conclusão segue a média da introdução, de 2 a 5 linhas. Lembrando que o número de linhas pode variar dependendo da necessidade de explicar determinado assunto no texto. Os números mencionamos neste artigo são apenas recomendações de diagramação para que o texto fique estruturado e com um aspecto visual atrativo para o leitor.
Redação feita por: Isabela Carvalho Leme Vieira da Cruz, Rio de Janeiro – RJ
Redação nota 1000 no ano de 2011
Dicas em relação a quantidade de linhas
No rascunho, liste todas as suas ideias sobre o tema;
Escolha 2 ou 3 ideias que possam virar argumentos no
desenvolvimento;
Desenvolva os argumentos interligando o assunto;
Use uma divisão do número de linhas para os parágrafos;
Se estiver passando o limite máximo, tente ser mais
objetivo na explicação.
A introdução é a primeira etapa de uma boa redação. Por isso, é importante utilizar boas palavras e frases para chamar a atenção do leitor, pois é nesse momento que deve ser despertado o interesse em continuar a leitura. Redação Dissertativa Argumentativa: exemplos, como fazer, pronta
Pensando nisso, preparamos um guia completo com palavras e frases que podem ser utilizadas na introdução de uma redação. Confira a seguir o passo a passo completo de como iniciar uma redação.
Estrutura básica de uma redação
Antes de falarmos sobre frases e palavras ideais para
iniciar uma redação, é importante saber a estrutura básica desse tipo de texto.
Independentemente do tipo de redação, é fundamental que ela tenha começo, meio
e fim. Essa cronologia é a base da estrutura de qualquer texto, incluindo a
redação. Por isso, você deve prestar atenção nas seguintes etapas:
Introdução:
fase inicial composta por 1 parágrafo onde é informado o tema central do texto
incluindo a posição do autor sobre o tema.
Desenvolvimento:
fase em que o autor esclarece todos os tópicos sobre o tema, informando sua
posição sobre o assunto e aspectos argumentativos em relação a sua própria
posição.
Conclusão: fase final onde o autor conclui o assunto avaliando o que foi desenvolvido ao longo da redação oferecendo soluções, possibilidades e reflexões sobre o tema.
A pior parte de qualquer texto é começar! As primeiras palavras são sempre as mais difíceis. Mas depois que você começa, tudo fica mais fácil. Então se você também tem essa dificuldade, preparamos uma lista com várias frases e palavras que podem ser utilizadas para iniciar uma redação. Conectivos para Redação: introdução, desenvolvimento e conclusão, dicas
Lembrando sempre que você deve fugir de clichês, palavras e
frases muito usadas com pouca credibilidade. Dê preferência para iniciar sua
redação utilizando os seguintes termos:
“Hoje em dia
é comum que quase todo mundo tenha um smartphone ou um celular simples para
ligações. Esse cenário era algo impensável há pelo menos 20 anos.”
“Observando
o modo como as descobertas científicas promovem o desenvolvimento da
humanidade, é possível afirmar que todas as interações da sociedade moderna
estão atreladas aos avanços científicos.”
“Todos sabem
que a prática de exercícios físicos auxilia na saúde de um modo geral. A grande
questão sobre o assunto é por que tantas pessoas estão se tornando obesa mesmo
sabendo disso.”
“É difícil
falar sobre como a vida na Terra surgiu. Porém, é indiscutível afirmar que
estamos cada vez mais perto de descobrir a verdade.”
Agora que você já sabe como iniciar a redação, falaremos o
passo a passo completo para você fazer a redação do começo ao fim. Confira a
seguir todas as etapas e dicas para te ajudar com essa produção textual:
1. Comece com um rascunho
A melhor forma de começar um texto é através de um rascunho.
Nele, você deverá incluir todas as suas ideias sobre o tema, considerando o que
você acredita, o que já existe sobre o assunto e tudo que você deseja abordar
no texto. Faça em forma de lista ou da forma como você preferir, o ideal é que
fique fácil de compreender todas as suas ideias sobre o tema.
Por exemplo, no tema “violência contra o idoso”,
podemos ter as seguintes ideias para abordar na redação:
“Formas de violência contra o idoso que não são
faladas pela sociedade”;
“O abandono do idoso como uma forma de
violência”;
“É importante conscientizar as pessoas sobre a
violência contra o idoso”;
“Idosos não conseguem denunciar a violência
sofrida”;
“Familiares também podem ser agressores de
idosos”.
2. Transforme todas as ideias em argumentos
Uma redação precisa de uma boa estrutura argumentativa. Por
isso, você precisará reunir todas as suas ideias e transformá-las em tópicos. O
primeiro tópico é sempre a introdução. Em seguida, vem o desenvolvimento, que
deve abordar os principais argumentos sobre o tema em cada parágrafo.
Considerando as ideias do nosso exemplo, podemos criar os
seguintes argumentos:
Introdução
“Atualmente,
muito se fala sobre vários tipos de violência, mas poucos se lembram que os
idosos estão entre as pessoas que mais sofrem com esse tipo de problema.”
Desenvolvimento
Argumento 1: “O abandono é a primeira forma de
violência, que é capaz de ferir tanto a mente como o físico de quem já está na
terceira idade.”
Argumento 2:“Familiares estão entre os
principais agressores de idosos, pois são eles que mais têm contato com pessoas
nessa faixa etária.”
Argumento 3:“Para piorar essa situação, há
poucas campanhas que estimulam as denúncias de casos de violência contra o
idoso. A falta de conscientização sobre o assunto leva a mais dor e sofrimento
por parte de pessoas que dependem muitas vezes de auxílio para se cuidar.”
3. Faça uma conclusão coerente
Terminar uma redação também pode ser difícil, pois há várias
características que devem ser consideradas na conclusão, tais como:
Não mencionar nenhuma ideia nova sobre o tema;
Oferecer soluções sobre o assunto;
Proporcionar algum tipo de reflexão;
Retomar o que já foi discutido.
Lembre-se que um texto deve ter começo, meio e fim. Para
concluir sua redação, você precisa mostrar que o assunto terminou. Veja só um
exemplo:
“Com todos
esses problemas, é difícil para os idosos denunciarem casos de violência.
Porém, não podemos baixar a cabeça sobre esse assunto e nem mesmo nos deixarmos
calar. Aqueles que não conseguem se manifestar contam com o meu e o seu apoio
para dar um basta nesse mal.”
Entender bem sobre os diferentes tipos de discurso é uma
tarefa de suma importância no mundo acadêmico e fora dele, e saber lidar com
esse assunto é extremamente fundamental para quem deseja trabalhar narrativas
em diversos casos. Os diferentes tipos de discurso podem ser compreendidos de
maneira simples, mas, eles devem ser trabalhados constantemente por aqueles que
desejam dominá-los com exatidão. Uma dica neste caso é: leia bastante e escreva
bastante conhecendo os tipos de discurso e suas características.
Neste post vamos falar mais sobre o Discurso Direito e Indireto e suas características. Veja também diferença entre Discurso Direto e Discurso Indireto com exemplos para uma melhor compreensão.
Discurso Indireto
O discurso indireto pode ser visto como uma forma de
discurso promovida pela intervenção de um narrador durante a ocorrência de um
diálogo. Quando um narrador utiliza suas próprias palavras para reproduzir a
fala dos personagens e narrar a história conforme o seu andamento, temos a
ocorrência de um discurso indireto. Geralmente, esse tipo de discurso é
realizado na 3ª pessoa. Sempre que uma narrativa é contada por um narrador que
não está presente nas cenas, está caracterizado o discurso indireto.
Esse é um dos recursos mais utilizados em diversos livros, filmes,
peças de teatros, em propagandas de marketing, em textos comuns. O uso do
discurso indireto é uma ferramenta que se explorada da forma correta, lança uma
gama de oportunidades em uma narrativa. Caso ainda não tenha ficado claro esse
tipo de discurso, não se preocupe que logo a seguir vamos mostrar dois exemplos
simples para ilustrar a explicação. Você notará nos exemplos a seguir que
provavelmente, já utilizou e utiliza este estilo de escrita no dia a dia sem
perceber:
Exemplos
“O professor não
confirmou que precisava lecionar o ano todo para um melhor entendimento do
assunto”.
“O juiz confirmou
dizendo que o réu era culpado”.
Como foi possível de observar, um discurso indireto é algo simples e sem complicações. Provavelmente você já deve ter utilizado diversas vezes em seu dia a dia e com certeza deve ter notado que se tratava de um discurso indireto. Mas, se eu tenho utilizado esse tipo de discurso sem ter notado, será possível ter utilizado também o discurso direto e não ter notado? O que é discurso direto? Qual a diferença entre esses dois tipos de discurso? Fique atento que nos próximos tópicos você terá as respostas para essas perguntas!
O discurso direto é algo bem comum e muito utilizado em
narrativas de todo o tipo. Seja no roteiro de um livro, filme, série para TV,
propaganda de marketing, peça teatral, enfim, o discurso direto é bastante
frequente. Esse é o discurso da transcrição, que mostra a fala dos personagens,
diálogos ou monólogos em geral em um texto. Isso tudo acontece sem a
participação do narrador da história. Ou seja, algo completamente contrário dos
exemplos vistos antes sobre discurso indireto.
No discurso direto, os personagens de uma história ganham
vida, pois eles falam, se expressam, conversam uns com os outros, sem a
participação do narrador da história. Saber utilizar o discurso direto em um
livro tem o poder de cativar o leitor e fazer com que ele se interesse mais
pela história. Algumas peculiaridades podem ser notadas no discurso direto que não
são vistas no discurso indireto, como o uso de aspas, dois pontos e travessão.
Como no discurso direto o diálogo entre os personagens é o dono da vez, então
saber utilizar esses sinais gráficos é algo muito importante para indicar uma
conversa.
Veja nos dois exemplos que vamos mostrar logo a seguir como
é feito o uso do discurso direto em um texto que pode ser um fragmento de um
roteiro de cinema, de TV, de livro, de uma peça teatral, ou algo que você tenha
escrito ou lido sem saber que se tratava de um discurso direto:
Neste caso, o aluno
fujão afirmou: “Não tenho vontade de ficar na escola”.
Quando o telefone
tocou, os policiais ouviram a seguinte conversa:
Entregador– Alô
Comprador– To ouvindo, pode falar!
Entregador– O pacote foi entregue, quando vou receber minha parte?
Comprador– Vamos tratar disso pessoalmente, é possível que tenha “boi na linha”…
Como você pode notar, os diálogos e a fala dos personagens
são feitas diretamente por eles, sem a participação do narrador que interrompe
sua presença ao indicar que vai acontecer o diálogo. Nos dois exemplos foi
possível notar que o narrador anuncia o diálogo e interrompe sua presença.
Isso é comum e pode acontecer de um diálogo ou toda uma
história acontecer sem a presença de um narrador. É muito comum em filmes a
história acontecer sem a utilização do discurso indireto e todos os personagens
se expressarem sem a necessidade de serem conduzidos por um narrador de fora
para anunciar cada fala.
Diferença entre discurso direto e indireto
O discurso direto é
fortemente caracterizado por uma transcrição exata da fala dos personagens em
uma história sem a participação do narrador. Em alguns casos, o narrador faz
uma chamada anunciando que irá ocorrer um diálogo ou que alguém irá falar algo
e interrompe sua participação.
Já o discurso
indireto é caracterizado pela presença do narrador conduzindo a história
com suas próprias palavras. Desta forma, as falas dos personagens são
realizadas diretamente pelo narrador.
Exemplos de Discurso Direto
– Bom dia!
– Bom dia pra você
também
Ele: Você é bem louca de fazer isso!
Ela: Eu sei o que eu estou fazendo, ninguém vai se machucar.
O dono da loja falou
para o garoto: “Não abra nenhuma embalagem se não for comprar”.
Exemplos de Discurso Indireto
Por diversas vezes os
pais dos alunos reclamaram sobre o que estava acontecendo com a greve dos
professores.
O aluno reclamou muito
de ter que ir para a escola nas férias.
Márcia passou a tarde
toda afirmando que estava com dor de cabeça.
Como você pode notar nos exemplos acima, não existem
mistérios quando o assunto é a diferença entre o discurso direto e indireto. O
ideal é ler bastante textos, livros e diversos gêneros de histórias para
compreender sem dificuldade o tipo de discurso utilizado em cada momento.
Aprenda a fazer epígrafes para trabalhos acadêmicos e entenda sua importância para um trabalho monográfico.
A epígrafe é um elemento integrante de alguns tipos de trabalhos monográficos. No entanto, não é necessário utilizar o termo “epígrafe”, na parte superior do texto. Caso escolha, é necessário respeitar a formatação.
A epígrafe serve como inspiração, como o caminho pelo qual o texto de alguma forma percorreu. No entanto, não necessariamente se faz preciso que esse tipo de relação exista – entre o texto e a epígrafe. Falaremos mais disso, abaixo.
Significado: Epígrafe significa inscrição, frase gravada. Na prática, em uma atividade monográfica, refere-se a citação de alguém, um autor relevante para que a produção acadêmica pudesse ser feita adequadamente.
Para que serve
Apesar de a epígrafe não servir para fazer, nunca, as a atividade monográfica seja avaliada, ela pode indicar algum tipo de caminho percorrido pelo autor.
Desta forma, a principal serventia da epígrafe é ilustrar, por meio de alguma frase simbólica, a maneira pela qual o autor pôde se inspirar e reunir forças para realizar o texto.
Importante utilizar uma epígrafe que tenha conexão com o tema a ser abordado no trabalho de conclusão de curso. Desta forma, o pesquisador mostra um conhecimento um pouco maior, abrindo o seu horizonte bibliográfico mas mantendo conexão com o tema.
Apesar de a epígrafe ser importante, é claro que uma epígrafe não muito bem escolhida não vai significar nada grave na avaliação do seu trabalho bibliográfico.
Mesmo assim, esse tipo de atividade não pode ser também desprezada. Claro que não pode ser utilizado de maneira jocosa ou com o intuito de brincar com o trabalho. Seria arriscar desnecessariamente a sua avaliação.
Em todo caso, é justo dizer que um trabalho de conclusão de curso exige material sério e que deve ser explorado de uma maneira correta e com profissionalismo.
Levar em consideração o fato de que a epígrafe pode ser uma porta de entrada para uma avaliação ruim do seu trabalho é um exagero. Isso quer dizer que o avaliador vai julgar o seu trabalho por uma epígrafe. Mas excessos podem ser evitados.
Localização da epígrafe e formatação
Com relação a localização da epígrafe, ela pode ser colocada no início da obra ou no início de cada capítulo. No caso de ser no início de cada capítulo, você deve escolher um modelo de epígrafe diferente para cada um dos capítulo, com o objetivo de evitar com que essa epígrafe se torne uma frase repetitiva para o leitor.
O ideal é utilizar esse espaço do modelo de epígrafe para alguma frase inspiradora e que gere uma sensação de bom humor, sendo um estímulo para quem vai realizar a leitura do texto.
Em todo caso, é sempre importante contar com o bom senso para fazer uma epígrafe adequada. É importante ainda haver um casamento entre o tema e a epígrafe.
Uma sugestão interessante é não utilizar nenhum autor que foi utilizado ao longo da pesquisa, para a utilização da epígrafe. Desta forma, vai se mostrar um maior interesse em fazer uma pesquisa e também uma diversificação das fontes bibliográficas, ao fazer uma citação de um autor que não faz parte da pesquisa para o conteúdo do texto.
É um sinal interessante de que o autor está determinado a enriquecer a cultura de seus leitores.
Evidentemente, é importante considerar o fato de que uma epígrafe por si só, a não ser que seja feita com o interesse de gerar algum tipo de ânimo de ridicularizar ou de tornar alguém inferior, não vai fazer com que o seu trabalho acadêmico passe a sofrer qualquer tipo de análise negativa.
A epígrafe é uma espécie de efeméride do trabalho de conclusão de curso. Não será objeto obrigatório. Oferece um estilo a mais e busca fazer com que a sua obra se torne inspiradora para que outras pessoas também façam trabalhos de conclusão de curso no futuro e tenham bons resultados.
Exemplos de epígrafe
Confira alguns textos que podem ser utilizados como modelo de epígrafe para o seu trabalho de conclusão de curso.
Conquistando a felicidade Paulo Coelho “A felicidade às vezes é uma benção, mas geralmente é uma conquista”.
Autorretrato Charlie Chaplin “conhecer o homem: esta é a base de todo sucesso”.
Medindo admirações Salvador Dalí “O Termômetro do sucesso é apenas a inveja dos descontentes”.
O valor Albert Einstein “Procure ser um homem de valor em vez de ser um homem de sucesso”.
Dicas e ABNT
É importante estar atento para o fato de existir uma certa dificuldade nos trabalho de conclusão de curso com relação à obrigatoriedade ou não da epígrafe. Cabe a você conversar com seu orientador se o seu caso pode ou não usar a epígrafe.
Nem todas as pessoas sabem, mas a epígrafe é um elemento opcional, ela pode ser colocada ou não. Cada estudante escolhe o que acontece, de acordo com o que se identifica. Você deve escolher a frase e, a seguir, fazer a sua referência.
Epígrafe para TCC tem o seguinte significado: serve como uma inspiração, porque o seu objetivo é apresentar a monografia, de alguma forma, sob um ponto de vista cultural. Ou seja, o autor escolhe a frase de acordo com a sua preferência para poder colocar na monografia.
No que se refere a localização da epígrafe no trabalho monográfico, esse tipo de escolha, por assim dizer, pode ser colocada tanto no começo como no final da monografia.
No que se refere a ABNT, a folha de epígrafe pode ser colocada com o seu nome, epígrafe. Caso ela seja escrita, o ideal é que seja utilizado como fonte Arial, 14, negrito.
Com relação a frase escolhida, ela deve ser colocada do lado direito com fonte Arial, tamanho 12, justificado e com espaçamento simples.
Existem vários exemplos de frases que podem ser utilizadas para esse tipo de epígrafe. A frase pode ter relação com o tema da atividade monográfica ou não. Como ressaltamos, o ideal é que esteja.
O Projeto Acadêmico te auxilia a conquistar seu espaço no universo da academia.
Responsável pelo conteúdo: Professor Rogério Nascimento da Silva de Jesus
O modelo de texto dissertativo argumentativo é um dos modelos mais cobrados dos estudantes durante toda a grade do ensino médio, curso técnico e ensino superior. A linha de raciocínio utilizada em um texto argumentativo tem como característica a realidade dos fatos. Em trabalhos acadêmicos e científicos, como as monografias, é fundamental saber argumentar. Como começar uma Dissertação: veja como iniciar a sua
Neste post vamos falar mais sobre a redação dissertativa argumentativa explicando as características deste tipo de texto. Aprenda como fazer uma redação dissertativa argumentativa sem dificuldade e esteja preparado(a) para concursos, vestibular, trabalhos acadêmicos e científicos, ou para qualquer outra oportunidade quando ela surgir. Veja tudo isso a seguir!
O que é Dissertação?
A dissertação é um assunto que o aluno deve dominar, e para
começarmos falar sobre ela, é importante apontarmos os dois tipos de
dissertação existentes:
Dissertação Objetiva
Em uma dissertação objetiva, o autor do texto procura
manter-se distante do seu público-alvo, pois os argumentos são colocados no
texto de uma forma impessoal. Isso tem como objetivo gerar imparcialidade,
ainda que a visão do autor esteja sendo apresentada de forma indireta. Esse
modelo de dissertação além de ser indireto, permite que os leitores aceitem com
mais facilidade as ideias discutidas pelo autor da dissertação.
Dissertação Subjetiva
Em um texto dissertativo subjetivo, o autor se faz presente
no texto e utiliza o “eu”, primeira pessoa do singular. Desta forma,
é possível evidenciar os argumentos que são lançados em um texto e enxergar a
visão do autor claramente. A opinião do autor é visível para todos os leitores,
assim como na dissertação objetiva, mas neste caso, a diferença é que o autor
não esconde que é dono de tal opinião e conclui o texto seguindo esta linha.
Para ficar mais fácil de entender, vamos mostrar exemplos do
que é um texto dissertativo objetivo e subjetivo. Veja nos exemplos logo a
seguir que as ideias são direcionadas ao leitor, porém, no modelo objetivo o
dono das ideias se mantém distante do texto, já no modelo subjetivo, ele se faz
presente:
Exemplo de dissertação objetiva
“Há milhares de
forma de se operar no mercado financeiro. As operações no mercado financeiro
acontecem a todo instante e movimentam milhões em dólares, euro, libra e reais.
Os símbolos apontam cada uma das moedas: USD, EUR, GBP e BRL.”
Exemplo de uma dissertação subjetiva
“É triste quando
olho para as propagandas que viralizaram no Youtube e em outros ambientes da
internet focadas em vender curso para operar no mercado financeiro com a
promessa de ganhos exorbitantes como algo fácil, sem a necessidade de estudar e
se dedicar para isso.”
É possível observar sem dificuldades que no primeiro modelo
o uso da terceira pessoa é destacado de forma objetiva. Já no segundo modelo,
notamos que o autor se posicionou com sua opinião e a manteve durante todo o
trecho destacado. As duas formas de escrita que apresentamos são aceitas e
muito utilizadas, mas o mais importante é que você opte por um dos dois modelos
até o final do texto.
Redação argumentativa dissertativa
Um texto argumentativo é o que já falamos nos parágrafos acima: a expressão de uma ideia, opinião e todo ponto de vista de um autor, com foco em fazer o leitor acreditar naquilo que está lendo. Além dos modelos dissertativos que vimos nos tópicos acima, temos também o poder argumentativo direcionado com técnicas para convencer o leitor sobre algo. Texto Argumentativo: exemplo, como fazer e sugestões para criação
A palavra “argumento” tem origem no latim “argumentum”, que em português é o mesmo que fazer iluminar algo, fazer brilhar algo, no sentido de fazer uma pessoa ter uma ideia sobre algo. Os argumentos são facilmente observados em uma redação dissertativa argumentativa, pois para isso, basta que identifiquemos a ideia principal (tese) para sermos conduzidos para uma indagação. Essa indagação é suprida no desenvolvimento da redação argumentativa. Crônica Argumentativa: exemplos, como fazer, estrutura e dicas
Por exemplo, vamos imaginar que um autor começa a introdução
de sua redação argumentativa afirmando em terceira pessoa (dissertação
objetiva) que é contra a pena de morte no Brasil. Assim que lançou sua tese no
primeiro parágrafo de sua redação (na introdução), ele fez o leitor se
perguntar: por que ser contra a pena de
morte no Brasil?
Após essa introdução sobre posicionamento do autor quanto ao assunto, o autor tem no desenvolvimento da redação um espaço para mostrar porque ele é contra a pena de morte no Brasil e tentar convencer o leitor com seus argumentos. É nesta parte que saber argumentar faz a diferença para os leitores e examinadores de concursos e vestibulares. Veja a seguir quais são os tipos de argumentação utilizados em uma redação dissertativa argumentativa para você trabalhar a sua redação de forma técnica e focada.
*Fonte: Mundo Vestibular
Tipos de argumentação utilizados em redação
dissertativa
Argumentação de
autoridade – É o tipo de argumentação que lança a opinião comprovada de um
ou mais especialistas no assunto. Esse é um dos modelos mais recomendados que
traz para o uma redação dissertativa argumentativa credibilidade diante das
autoridades citadas. Por exemplo:
“Conforme aponta o OMS (Organização Mundial da Saúde), a amamentação de
recém-nascidas deve ser mantida por seis meses no mínimo ou mais se possível”.
Argumentação de
consenso – Em um ou mais enunciados durante o desenvolvimento de sua
redação dissertativa argumentativa, é possível utilizar argumentos consagrados
pelo consenso. Exemplo: “O estudo e
a dedicação levam ao aprimoramento profissional das pessoas”. Observe
que nessa argumentação não é preciso lançar o nome de nenhum especialista ou
autoridade, pois faz parte de um consenso geral que estudar e se de dedicar a
algo leva ao aprimoramento de alguém.
Argumentação por
observação – Esse modelo de argumentação é fundamentado na confirmação de
um documento utilizado para provar ao leitor tal argumento. Exemplo: “É por meio do acaso que as grandes
descobertas científicas se originam. Veja no caso de Alexander Fleming, que
durante seus experimentos com bactérias, notou que os fungos que iam surgindo
no frasco destruíam as bactérias nele contido. Deste estudo e observação nasceu
a penicilina”. O argumento chave que o autor quis destacar é:
“por meio do acaso que as grandes descobertas científicas se originam”,
e utilizou o exemplo de um documento lançado por Fleming.
Argumentação com fundamentação lógica – A argumentação utilizada neste modelo é baseada em raciocínio lógico, focado em causa e efeito, ação e reação, etc. Exemplo: “é importante ponderarmos nossas palavras e atitudes com todos ao nosso redor”. Neste caso, o autor quis alertar o leitor para que suas ações sejam sempre pensadas e que elas irão gerar consequências.
Exemplos de redação nota 1000 no ENEM
Equilíbrio
Aristotélico
Ao longo do processo de
formação do Estado brasileiro, do século XVI ao XXI, o pensamento machista
consolidou-se e permaneceu forte. A mulher era vista, de maneira mais intensa
na transição entre a Idade Moderna e a Contemporânea, como inferior ao homem,
tendo seu direito ao voto conquistado apenas na década de 1930, com a chegada
da Era Vargas. Com isso, surge a problemática da violência de gênero dessa
lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja
pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social.
É indubitável que a
questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. De
acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da
justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível
perceber que, no Brasil, a agressão contra a mulher rompe essa harmonia, haja
vista que, embora a Lei Maria da Penha tenha sido um grande progresso em relação
à proteção feminina, há brechas que permitem a ocorrência dos crimes, como as
muitas vítimas que deixam de efetivar a denúncia por serem intimidadas. Desse
modo, evidencia-se a importância do reforço da prática da regulamentação como
forma de combate à problemática.
Outrossim, destaca-se o
machismo como impulsionador da violência contra a mulher. Segundo Durkheim, o
fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de
exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de
pensamento, observa-se que o preconceito de gênero pode ser encaixado na teoria
do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com esse
comportamento, tende a adotá-lo também por conta da vivência em grupo. Assim, o
fortalecimento do pensamento da exclusão feminina, transmitido de geração a
geração, funciona como forte base dessa forma de agressão, agravando o problema
no Brasil.
Entende-se, portanto, que a continuidade da violência contra a mulher na contemporaneidade é fruto da ainda fraca eficácia das leis e da permanência do machismo como intenso fato social. A fim de atenuar o problema, o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas nessa forma de agressão, aliado à esfera estadual e municipal do poder, principalmente nas áreas que mais necessitem, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo à denúncia desses crimes. Dessa forma, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, esse fato social será gradativamente minimizado no país.
Raphael de Souza – Rio de Janeiro – ENEM 2015
Carolina Mendes Pereira – 18 anos | Natal – RN
Em sua canção “Pela Internet”, o cantor brasileiro Gilberto Gil louva a quantidade de informações disponibilizadas pelas plataformas digitais para seus usuários. No entanto, com o avanço de algoritmos e mecanismos de controle de dados desenvolvidos por empresas de 7 aplicativos e redes sociais, essa abundância vem sendo restringida e as notícias, e produtos culturais vêm sendo cada vez mais direcionados – uma conjuntura atual apta a moldar os hábitos e a informatividade dos usuários. Desse modo, tal manipulação do comportamento de usuários pela seleção prévia de dados é inconcebível e merece um olhar mais crítico de enfrentamento.
Em primeiro lugar, é válido reconhecer como esse panorama supracitado é capaz de limitar a própria cidadania do indivíduo. Acerca disso, é pertinente trazer o discurso do filósofo Jürgen Habermas, no qual ele conceitua a ação comunicativa: esta consiste na capacidade de uma pessoa em defender seus interesses e demonstrar o que acha melhor para a comunidade, demandando ampla informatividade prévia. Assim, sabendo que a cidadania consiste na luta pelo bem-estar social, caso os sujeitos não possuam um pleno conhecimento da realidade na qual estão inseridos, e de como seu próximo pode desfrutar do bem comum – já que suas fontes de informações estão direcionadas -, eles serão incapazes de assumir plena defesa pelo coletivo. Logo, a manipulação do comportamento não pode ser aceita em nome do combate, também, ao individualismo e do zelo pelo bem grupal.
Em segundo lugar, vale salientar como o controle de dados pela internet vai de encontro à concepção do indivíduo pós-moderno. Isso porque, de acordo com o filósofo pós-estruturalista Stuart-Hall, o sujeito inserido na pós-modernidade é dotado de múltiplas identidades. Sendo assim, as preferências e ideias das pessoas estão em constante interação, o que não pode ser limitado pela prévia seleção de informações, comerciais, produtos, entre outros. Por fim, seria negligente não notar como a tentativa de tais algoritmos de criar universos culturais adequados a um gosto de seu usuário criam uma falsa sensação de livre-arbítrio e tolhe os múltiplos interesses e identidades que um sujeito poderia assumir.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, as instituições escolares são responsáveis pela educação digital e emancipação de seus alunos, com o intuito de deixá-los cientes dos mecanismos utilizados pelas novas tecnologias de comunicação e informação e torná-los mais críticos. Isso pode ser feito pela abordagem da temática, desde o ensino fundamental – uma vez que as gerações estão, cada vez mais cedo, imersas na realidade das novas tecnologias -, de maneira lúdica e adaptada à faixa etária, contando com a capacitação prévia dos professores acerca dos novos meios comunicativos. Por meio, também, de palestras profissionais das áreas da informática que 8 expliquem como os alunos poderão ampliar seu meio de informações e demonstrem como lidar com tais seletividades, haverá um caminho traçado para uma sociedade emancipada.
O termo op. cit. é um tipo de expressão que deriva de outros dois termos em latim, sendo eles: opus citatum e opere citato. O seu significado é “a obra citada” ou ainda “da obra citada“. Por ser um termo com aplicação textual, o op. cit. se aplica a referências bibliográfias que citam obras já mencionadas em um trabalho.
Neste post, falaremos o que é op. cit. em detalhes, considerando para que serve, como ele é utilizado em TCC, quando ele deve ser utilizado, entre outros pontos importantes. Além disso, ensinaremos a seguir como utilizar o op. cit. para referenciar uma obra já mencionada no texto. Confira tudo isso a seguir e muito mais. Veja nossas dicas de temas para seu TCC em:https://projetoacademico.com.br/c/temas-para-tcc/
Significado de op. cit.
Como já mencionamos, o termo op. cit. tem origem do latim, onde é utilizado as seguintes expressões: opere citato e opus citatum. Cada uma dessas expressões significam respectivamente: “da obra citada” e “a obra citada“. Nesse caso, podemos observar que o termo op. cit é uma referência a uma obra que já foi mencionada previamente.
Por mencionar uma obra já citada no trabalho, essa mesma menção também determina que o autor da nova citação também é o mesmo da citação anterior. Esse tipo de menção ocorre comumente ao final da página nas notas de rodapé, onde é possível conferir várias obras, publicações, autores, entre outras informações. Para que essas notas não fiquem muito extensas, é utilizado termos como o op. cit. para relacionar informações sobre uma obra já citada.
A maior finalidade do termo op. cit. é evitar que a mesma obra seja mencionada várias vezes ao longo de uma referência bibliográfica. Por exemplo, vamos supor que o seu TCC tenha três diferentes citações do livro “O Primo Basílio” de Eça de Queirós. Nesse caso, nas notas de rodapé o nome do livro é mencionado apenas uma vez, seguido do termo op. cit. que faz menção ao mesmo livro, mas em páginas diferentes.
O uso do op. cit. facilita a leitura das referências bibliográficas, tornando essas informações mais organizadas e resumidas. Isso contribui tanto para a estética das informações fornecidas ao final de cada página, assim como facilita a leitura. No caso do op. cit. o termo é informado seguido do nome do autor, pois nesse caso, o termo pode substituir o nome de uma obra que foi mencionada em qualquer outra página do trabalho.
Por exemplo, o termo ibidem também possui uma finalidade parecida, mas ele só pode ser aplicado quando essa menção ocorre logo após a primeira menção, ou seja, as duas informações devem constar na mesma página. Já o op. cit. permite uma dinâmica maior entre as menções, desde que o autor seja informado novamente a cada nova menção com o termo op. cit.
O trabalho de conclusão de curso segue diversas regras diferentes estabelecidas pela banca examinadora. Isso significa que nem todos os TCCs que existem são criados a partir dos mesmos parâmetros. Nesse caso, é importante que você consulte essas regras antes de utilizar termos como o op. cit. para abreviar menções de livros já citados no trabalho.
No entanto, a utilização dessa expressão é bastante simples e ocorre na maioria dos TCCs que utilizam mais de uma citação do mesmo livro. Nesse caso, é importante apenas considerar que o termo op. cit. deve ser mencionado juntamente com o nome do autor da obra. A norma ABNT determina que esse tipo de utilização seja feita em nota de rodapé ou ainda entre parênteses. Sendo assim, você pode avaliar qual é a melhor forma de se utilizar o op. cit. em seu TCC de acordo com as regras estabelecidas pela banca que examinará seu trabalho.
Já o melhor momento para se utilizar esse termo é aquele em que há a necessidade de mencionar a mesma obra como uma referência para algo que já foi dito. Se essa obra já foi mencionada no trabalho e essa menção está próxima a nova menção, é importante utilizar o termo op. cit. para se referir a obra já mencionada. Se a segunda menção ocorrer na mesma página que a primeira, você deverá utilizar o termo ibidem.
Como usar o op. cit. no TCC?
Como já mencionamos, a forma de se utilizar a expressão op. cit. pode variar conforme as regras estabelecidas para a criação do seu TCC. No entanto, a regra geral determina que esse termo seja utilizado sempre que há a necessidade de mencionar uma obra já mencionada em outra página ou capítulo do trabalho. Nesse caso, a utilização do op. cit. ocorre sempre em conjunto ao nome do autor. Confira a seguir alguns exemplos de utilização:
Exemplos de utilização do op. cit.
Vamos supor que em seu TCC você mencione mais de uma vez a obra “A Divina Comédia” de Dante Alighieri em várias páginas do seu trabalho. Nesse caso, você deverá realizar as seguintes menções a obra de acordo com as páginas em que as citações aparecem:
(SOBRENOME, Nome do autor. Nome da Obra. Editora, ano, p.número da página)
(ALIGHIERI, Dante. A Divina Comédia. Editora 34, 1321, p.189)
(ALIGHIERI, Dante. op. cit., p.196)
Esse exemplo acima é uma forma de se utilizar o termo op. cit. durante o texto. No entanto, essa mesma informação pode aparecer na nota de rodapé sem parênteses. Nesse caso, cada nota deve ser numerada conforme determina as normas vigentes para a elaboração do TCC.
Formas erradas de utilização
A forma mais errada de se utilizar o termo op. cit. é colocando essa menção logo após uma menção detalhada na mesma página. Nesse caso, a utilização do op. cit. está incorreta, pois o termo ibidem é a expressão certa para menções próximas.
Além disso, fazer uma menção com o op. cit. sem informar o autor novamente também é uma forma errada de utilizar a expressão. Isso porque só com o op. cit. não dá para saber de qual obra o texto está se referindo. Mas ao informar o nome do autor, o leitor pode entender claramente que se trata de uma obra mencionada anteriormente.
Aprenda a realizar o APUD por meio de uma citação direta ou indireta.
Escrever artigos científicos pode ser muito mais interessante e fácil do que parece. Por meio deste guia, ensinaremos como elaborar artigos de qualidade, de maneira prática e dinâmica, seguindo as normas da citação ABNT, utilizando citação direta e indireta, para a produção de APUD.
Afinal, o que seria o APUD? Este nome estranho representa a chamada “citação da citação”. Ocorre quando um autor faz referência a outro autor, dentro de sua obra.
Em um primeiro momento, pode parecer um quanto complicado produzir artigos científicos. Ainda mais saber como usar corretamente as regras da citação ABNT. Citação então… APUD, por exemplo… Mas é bem mais fácil do que parece.
Toda produção de um artigo está relacionada a forma como uma ideia é apresentada em um texto. É verdade, existe um verdadeiro pânico no que se refere a utilização das normas ABNT, especialmente para a realização de citação. No caso de outro autor, aumenta a ansiedade.
Entretanto, estamos aqui para ajudar nesse caminho. Tendo afinidade com o tema a ser explorado no artigo fica mais fácil produzir. E aí as regras de citação da ABNT se tornam mais tranquilas.
É necessário ter uma ideia consistente para explorar ao longo do texto, com argumentos bons o suficiente para que sejam defendidos pelo autor. De igual modo, é importante ter uma pesquisa bibliográfica que seja robusta o suficiente para a citação adequada.
Além disso, o autor deve produzir os textos de maneira a apresentar um conteúdo que seja novo no universo acadêmico, servindo como um diferencial. E compreendendo as regras da ABNT, para que o texto seja apresentado adequadamente na academia.
Sobre o APUD (citação indireta e direta)
O APUD corresponde a um termo latino, que significa “junto a”. Ao ser explorado em artigos acadêmicos, “APUD” significa citado por. Então, você já sabe: caso algum professor tocar no tema APUD, você já sabe que se trata de uma citação a ser feita.
Esse tipo de citação corresponde a uma modalidade especial, que está relacionada a textos que não foram lidos pelo autor do artigo, mas sim reproduzidos em outras obras e que podem ser aproveitados. Na prática, corresponde a uma “citação da citação”. Difícil? Nada!
Por exemplo, vamos supor que a obra foi realizada por Jorge Amado e ela está citada no texto de um professor de literatura qualquer. Então, o APUD serve para esse tipo de situação. Na prática, você não leu o livro do autor, o do Jorge Amado, mas leu a citação feita pelo professor e gostaria de reproduzir.
Vamos compreender melhor?
Como fazer citação APUD. Exemplos
O APUD pode ser utilizado no início da frase ou no final.
Caso você queira fazer alguma alteração na formatação da citação, você deverá utilizar sempre a expressão “grifo nosso”, para explicitar e justificar a mudança.
Primeiro exemplo de uso de APUD
Segundo Canotilho (1998, p.534, APUD DIDIER, 2014, p.43), “O direito constitucional deve ser estudado de maneira sistemática”.
Segundo exemplo de uso
Segundo Canotilho (1998, p. 534), “O direito constitucional deve ser estudado de maneira sistemática” (APUD DIDIER, 2014, p.43).
Isso significa que o APUD pode ser utilizado anteriormente ou após a citação. Interessante, não?
Você pode citar somente a ideia do autor (citação direta) ou pode também citar a frase do autor (citação indireta). Veja:
“O direito penal está inserido no dia a dia da sociedade brasileira, de modo a estratificar comportamentos considerados inadequados.” (BALBOA, 2010, p.111 APUD CAPEZ, 1999, p.33).
Importante observar que o exemplo inicial não apresenta páginas em um dos autores, enquanto que no segundo exemplo há as páginas de ambos.
Usar ou não usar o APUD
Alguns autores de metodologia científica não recomendam a utilização do APUD. Estes consideram que a citação da citação acaba revelando defeitos do autor. Por exemplo, há pessoas que consideram que o uso do APUD pode ser visto como um sinal de preguiça, por parte do autor.
Esta corrente entende que alguns avaliadores interpretam o uso do APUD de maneira pejorativa. Assim, acham que a sua utilização representa um perigo para a nota final do artigo.
A citação da citação, dentro de um cenário ideal, não deveria ser realizada, portanto. É o que entende uma boa parcela de autores.
Já outros entendem que não há problema em seu uso. Argumentam no sentido de que em alguns casos existe uma impossibilidade de se obter os dados referente a outra obra.
Por via das dúvidas, alguns estudantes olham para o APUD com maus olhos.
Todo artigo de qualidade deve ter referências respeitadas dentro do universo acadêmico. Essas referências servirão para embasar o conteúdo explorado. São as citações acima comentadas. Não há perda de valor de uma citação feita por meio de APUD, embora parte da doutrina de metodologia científica não a recomende. A pesquisa por meio de autores qualificados credencia o autor.
Qual o objetivo de produzir artigos científicos?
Diante de um mercado cada vez mais competitivo, se faz necessário encontrar formas para poder se destacar. Assim, um dos melhores meios de se sobressair no universo acadêmico é com a produção de artigos científicos.
Estes artigos podem ser importantes para revelar à academia novos conhecimentos, que podem contribuir significativamente para a expansão do conhecimento e para a inovação. Já pensou ser citado por alguém em uma futura obra, por meio de um APUD? Seria bacana, não?
As publicações acadêmicas estão aguardando pelas suas contribuições.
Por meio de nosso site, oferecemos vários mecanismos para que a produção de conhecimento se expanda. É só conferir. Por exemplo, você está sem criatividade suficiente para poder criar o seu tema de TCC?
Que tal conferir os nossos temas? Nós ajudamos nisso também. Preparamos uma lista atualizadíssima de temasespeciais de TCC.
Responsável pelo conteúdo: Professor Rogério Nascimento da Silva de Jesus
As recentes tecnologias com foco na comunicação entre as pessoas e as empresas nos deram a possibilidade de conversarmos em tempo real com alguém do outro lado do mundo. Os dados em uma conversa por meio da internet são transmitidos em pacotes de informações que trafegam com velocidade quase que instantânea. Esse patamar de avanço tornou a vida das pessoas mais prática e rápida. Quando alguém deseja se informar de algo ou questionar um profissional sobre algo, basta acessar a internet. Mas, será que essa quantidade gigantesca de informação vindo e indo seguir um tráfego seguro entre o remetente e o destinatário?
Essas informações passam por um processo em TI (Tecnologia da Informação) que dedica um segmento conhecido como Segurança da Informação. O profissional formado em Segurança da Informação é o especialista responsável por proteger dados bancários, números de documentos, senhas e garantir a segurança do tráfego na internet, intranet ou redes de comunicação interna em empresas. Para atingir esse grau de competência é necessário fazer um curso superior e entregar um TCC de Segurança da Informação excelente. Continue lendo este artigo e veja como entregar uma monografia impecável!
Neste post vamos falar sobre Segurança da Informação e como essa profissão é importante no mundo informatizado de hoje. Entenda como é importante manter o foco no TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Conheça um pouco mais sobre o curso e mercado de trabalho. Saiba mais sobre a monografia em Segurança da Informação com dicas importantes de como se portar no trabalho e sugestões de temas que poderão te ajudar muito. Veja tudo isso a seguir!
Curso de Segurança da Informação e mercado de
trabalho
O curso de Segurança da Informação faz parte da modalidade
tecnólogo com tempo de duração de dois anos, podendo ser feito de forma
presencial ou a distância. O curso forma o profissional no nível superior,
graduado, e pode receber nomes diferentes conforme cada instituição de ensino:
Segurança da
Tecnologia da Informação;
Segurança de
Redes de Computadores;
Segurança de
Computadores;
Gestão de
Segurança de Computadores.
Da mesma forma que ocorre em outros cursos tecnólogo no
Brasil, o curso de Segurança da Informação é um tipo de graduação focada nas
principais necessidades do mercado. Devido a isso, todo o conteúdo que será
apresentado ao aluno durante dois anos é bastante concentrado para formar
profissionais qualificados. As disciplinas encontradas no curso são bastante
consideráveis, incluindo bastante teoria e prática. No curso de Segurança da
Informação o tecnólogo irá ser cobrado das seguintes disciplinas:
Análise e Gestão
de Riscos;
Certificação
Digital;
Auditoria de
Sistemas;
Computação
Forense;
Criptografia;
Comunicação
Aplicada;
Desastre e
Recuperação,
Estatística;
Matemática;
Ética e
Legislação Profissional;
Lógica;
Redes de
Computadores (básico e avançado sobre Arquitetura e Fundamentos);
Segurança de
Sistemas Operacionais;
Segurança em
Ambiente Web;
Segurança em
Redes de Computadores.
Tudo isso e outras cobranças na grade que podem variar de
instituição de ensino para instituição de ensino são para formar profissionais
capacitados para serem confiáveis, garantir a segurança de terceiros, mitigar
riscos e solucionar problemas. O mercado de trabalho é amplo para o tecnólogo
em Segurança da Informação, que pode trabalhar em:
Análise de
Riscos;
Desenvolvimento e
gerenciamento de projetos de segurança em redes de computador;
Realização de
auditorias;
Administração
para sistemas de informação;
Planejamento de
atividades de contingência e sinistro;
Controle de
acesso em sistemas operacionais em banco de dados e redes.
Essas são as principais áreas onde os formados podem
trabalhar, mas não para por aí. Como esse mercado é bastante dinâmico as
oportunidades criam leques de mais oportunidades de trabalho. Para saber lidar
com isso tudo, o estudante também deve ser dinâmico e estar sempre atualizado
com o avanço rápido e tecnológico. O curso dá essa base bastante refinada ao
aluno, e uma das etapas de refinamento é o TCC
de Segurança da Informação. Com o trabalho acadêmico de conclusão de curso
o estudante pode passar por uma experiência única, uma prévia do que enfrentará
no mercado de trabalho.
Uma importante dica sobre o TCC de Segurança da Informação
é: escolha um tema que seja condizente com o que você pretende seguir após o
curso. Utilize a oportunidade de apresentar um trabalho acadêmico de grande
peso para sua formação e inclua ele em seu portfólio profissional após se
formar. Nada melhor do que dar mais objetivo e importância a esse trabalho que
tende a assustar muitos alunos. Saiba que o compromisso e a responsabilidade de
apresentar o TCC é uma prévia do que você encontrará em seu dia a dia de
trabalho. Imagine que você terá que apresentar aos seus superiores um projeto
de implantação de Segurança de Rede de
Computadores Interna em uma grande empresa no setor financeiro.
No decorrer dos compromissos assumidos após ser contratado por uma empresa, o aluno perceberá que o TCC era “fichinha” diante das responsabilidades assumidas. Então, não perca tempo em se organizar desde já para elaborar e apresentar um TCC de sucesso em Segurança da Informação. Escolha um tema que esteja em conformidade com suas pretensões profissionais no futuro. Nada melhor do que fazer o que gosta e saber o que quer dentro de sua profissão. Unir o útil ao agradável funciona muito bem e pode fazer de você um especialista em tal assunto. O mercado de trabalho valoriza ainda mais os especialistas em um determinado assunto, algo de se pensar!
Modelos e exemplos prontos de TCC sobre Segurança da Informação
Sugestão de temas para TCC de Segurança da
Informação
A escolha do tema é o ponto de partida para a elaboração de
uma monografia, que pode ser de escolha do aluno ou temas sorteados pela
instituição. Considerando que você tem a liberdade de escolher o tema que irá
abordar, veja alguns exemplos que podem servir de ponto de partida para a
lapidação de outro tema.
Desenvolvimento
de banco de dados seguro;
Proteção de dados
na Internet;
Novas regras de
cookies;
Proteção de
sistemas bancários;
Blockchain para
sistemas financeiros;
Criptografias e
segurança;
Criptomoedas;
Segurança de
sistemas de cartões de crédito;
Proteção de lojas
virtuais;
Proteção de
websites;
Proteção de
Hospedagens de websites;
Segurança de
dados em aplicativos de comunicação;
Proteção de dados
nas redes sociais;
Sistemas
operacionais seguros;
Como identificar
falhas de segurança em sistemas operacionais;
Métodos de
proteger uma rede de computadores da ação dos hackers;
Gestão de
segurança no setor financeiro;
Softwares de
segurança para redes de computadores;
Tecnologia da
Informação: A importância do profissional em Segurança da Informação em uma
empresa.
O estilo de formatação Vancouver foi determinado pelo ICMJE (Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas) e segue com base no padrão de normas técnicas ANSI para se adaptar aos padrões da U.S National Library of Medicine. As normas técnicas Vancouver são extremamente importantes de serem compreendidas e trabalhadas de forma correta onde elas forem cobradas, como em universidades, revistas, jornais, etc.
Neste post, vamos falar mais sobre as normas Vancouver e
como fazer referências bibliográficas normas Vancouver de um modo geral!
De onde surgiu a norma Vancouver?
Durante um evento de editores de revistas internacionais
realizado em 1978 em Vancouver, Canadá, deu-se início ao importante conjunto de
normas técnicas utilizados até os dias de hoje conhecido como Normas Vancouver.
Os editores reunidos representavam importantes revistas médicas e se
encontraram em Vancouver com o objetivo de estabelecer uma padronização nas
diretrizes quanto a formatação das citações e referências bibliográficas lançadas
pelas revistas. Os editores reunidos chegaram a um consenso que o padrão
determinado deveria oferecer distribuição de relatos ligados aos assuntos da
área médica com mais precisão, clareza e uniformidade.
Esse padrão ficou bastante conhecido entre os editores do
mundo todo enquanto ainda estava sendo elaborado, principalmente por editores
de revistas médicas em todo o mundo, e passou a ser conhecido como Grupo de
Vancouver. No ano seguinte, 1979, o novo padrão de normas técnicas voltado para
publicações da área médica foi apresentado ao mundo, padrão que durante um ano
após a primeira reunião foi finalmente elaborado.
O novo padrão de normas técnicas quanto a publicações da
área médica, formatos, referências bibliográficas, lançou definitivamente o conjunto
de normas aprovado pela: NLM (National
Library of Medicine) e pela ICMJE (International
Committee of Medical Journal Editors).
Citações Vancouver
Antes de falarmos mais sobre a forma como as referências bibliográficas deverão ser utilizadas no conjunto de Normas Vancouver, é importante darmos uma pincelada sobre os principais pontos quanto as regras de citação. Nesse caso, é necessário falar sobre alguns pontos essenciais que não podem passar despercebidos na hora de citar no estilo Vancouver. Só assim as regras quanto as referências poderão fluir de forma correta. Veja como fazer Citação nas normas Vancouver: TCC, tese e trabalhos
Como sabemos, nas citações Vancouver, as citações devem ser
numeradas em uma ordem crescente conforme vão surgindo no artigo.
As referências deverão ser identificadas, assim como
tabelas e legendas sempre com algarismos arábicos em ordem crescente conforme
vão surgindo no desenvolvimento do texto. Todas as referências citadas deverão
seguir o padrão de ordenação da primeira referência.
Não é aconselhado fazer a utilização de resumos como
referências. Caso você faça a referência de um artigo citado que ainda não foi
publicado, essas referências deverão ser no formato “preste a ser
publicado” ou “no prelo”.
Todos os autores devem ter permissão assinada por
escrito de um autor do artigo citado que ainda não foi publicado.
Também é importante em citações Vancouver que um
manuscrito que ainda não foi aceito e citado em um texto apareça na forma
“comunicação pessoal”, sempre com a autorização por escrito da fonte
do manuscrito.
Tenha cuidado para citar uma comunicação pessoal e
somente faça isso, se ela tiver informações relevantes que não foram
disponibilizadas em fontes públicas ou não existam em nenhum documento não
publicado.
Caso você utilize “citação pessoal” com
Vancouver, o nome da pessoa que está citando e a data em que a citação foi
incluída no corpo do texto deverão aparecer entre parênteses. Já em artigos
científicos, é necessário que os autores tenham a permissão por escrito e a
confirmação da fonte de “comunicação pessoal” feita em uma publicação
com Vancouver.
Todas as referências deverão ser verificadas junto aos
autores em comparação com os documentos originais citados, não sendo tolerado
erros quanto a isso.
A fonte original de uma citação deve prevalecer, e se
for utilizado a citação de uma fonte original feita de forma pessoal por outro
autor, então, a fonte original torna-se a citação pessoal.
O idioma que o autor utilizar em seu texto deve ser
mantido nas citações em tradução direta quando a fonte original está em outra
língua.
Regras para Referências bibliográficas
Vancouver
Uma referência deve indicar um autor, entidade ou um
grupo de autores ou entidades. Quando não for possível indicá-los, utiliza-se o
título.
As referências bibliográficas deverão aparecer no final
do trabalho em formato de lista ordenada conforme as citações foram surgindo no
corpo do texto e numeradas em ordem crescente, conforme visto no tópico acima.
todas as referências deverão ser alinhadas à margem
esquerda, com espaço simples e em seguida, separados entre si por meio de um
espaço duplo.
É necessário dar um espaço após ponto, após dois pontos
e logo após a vírgula.
O nome da editora e a data deverão ser separados por
ponto e vírgula nas referências Vancouver (;).
Caso uma referência passe a ocupar mais de uma linha, é necessário que ela seja reiniciada novamente em outra linha.
Normas para citar
entre um e seis autores – Quando um determinado documento apresentar até
seis autores simultaneamente, é possível fazer a citação de todos esses autores
sem problema algum.
Normas para citar mais de seis autores simultaneamente – Já em um documento que possui mais de seis autores simultaneamente, você deve fazer a citação dos seis primeiros autores seguindo ordem alfabética e após o sexto nome utilizar “et al“.
Referenciar um
documento sem autoria – Se um documento utilizado para embasar um trabalho
científico ou acadêmico for utilizado e não tiver autor conhecido, você deverá
fazer a referência bibliográfica pelo título do documento.
Referenciar editores
compiladores com o autor do documento – Em um documento que foi utilizado
como referência possuir somente os nomes dos editores ou compiladores, a
referência bibliográfica deve iniciar a partir do nome.
Organizações e Entidades – Quando um autor é uma organização ou entidade, essa organização ou entidade será autora do documento e deverá aparecer nas referências bibliográficas.
Devem ser feitas referências de um autor partindo primeiramente pelo sobrenome com a primeira letra em maiúsculo – Em seguida, o nome deve aparecer abreviado com ou sem o uso de ponto, dois pontos, vírgula, ponto e vírgula ou qualquer sinal gráfico. Exemplo: Holly J.
Após o estudante arduamente terminar a parte escrita e toda a formatação do seu TCC(Trabalho de Conclusão de Curso), uma outra importantíssima etapa está prestes a se iniciar. A apresentação do TCC é algo de extrema importância que merece uma atenção redobrada em diversos pontos. Saber planejar a apresentação, mensurar o que será apresentado com base no tempo disponível para uma boa apresentação, é um assunto delicado e que merece sua atenção.
Devido a isso, neste post vamos falar sobre roteiro para apresentação de TCC e como isso ajuda muito na hora de apresentar qualquer trabalho acadêmico. Veja um passo a passo completo para elaborar um roteiro simples com a sua apresentação do TCC. Veja tudo isso a seguir!
Roteiro de TCC
O roteiro de apresentação de um trabalho acadêmico como o TCC é uma estratégia magnífica e uma das mais recomendadas para quem é tímido, mal organizado, muito falastrão, extrovertido de mais, e pretende apresentar o trabalho de forma completa dentro do tempo previsto. O roteiro é essencial em diversas criações no mundo da literatura, na sétima arte, no marketing, no teatro, e em diversas outras áreas. Muitos executivos de grandes empresas precisam fazer apresentação de novos produtos e estratégias que necessitam de uma apresentação complexa diante dos sócios e outros profissionais. 10 dicas de como se sair bem na apresentação do TCC
Para fazer isso, os executivos elaboram o trabalho com
documentos argumentativos e slides para ilustrar. Mas, esses executivos sabem
da importância de criar um roteiro para a apresentação ser objetiva dentro do
tempo disponível para apresentar um projeto. Isso acontece com executivos, com
engenheiros, com médicos, nutricionistas, advogados, enfim, com diversos
profissionais que irão apresentar um projeto a seus superiores e necessitam ser
objetivos e profissionais. Portanto, aprenda desde já a seguir um roteiro
começando pelo seu TCC!
Dicas importantes que devem ser seguidas antes
da roteirização para TCC
Antes de sair elaborando um roteiro de apresentação do seu TCC, é necessário se atentar a algumas dicas que farão a diferença entre um bom roteiro e um roteiro que não atende à suas expectativas. Criar um roteiro não é nenhum bicho de sete cabeças, mas é preciso saber o que está fazendo para não fugir da proposta.
1 – Entenda a lógica de um roteiro
Leia diversas vezes o seu TCC após ele estar pronto e
redigido. Análise tudo novamente diversas vezes para ficar com esse trabalho
bem vívido em sua mente. Não confunda esse processo com “decoreba”,
pois decorar algo para ser apresentado não é indicado em nenhuma situação. Só
pelo fato de você ter feito a pesquisa, o corpo do texto, ter pensado nas
imagens, e formatado o trabalho, você já está preparado para apresentá-lo, mas
vale a pena fazer sempre uma releitura quando possível. Elaborar um roteiro irá
potencializar os principais pontos, o tempo de apresentação, a passagem de um
slide para o outro, a fala de um aluno seguida pela fala de outro membro do
grupo. Tudo isso será mais fácil de lidar com um roteiro bem ensaiado.
O fato de você ler e reler o seu roteiro irá ajudar a enxergar ainda mais detalhes intrínsecos do seu trabalho. Estar com esses detalhes bem frescos em sua mente irá ajudar você a tirar as dúvidas dos examinadores sem gaguejar ou ficar perdido na apresentação. Neste caso, estabelecer uma sequência lógica para a sua apresentação irá enfatizar uma linha cronológica com começo, meio e fim para a sua apresentação dentro do tempo estimado para isso. A sequência que for escolhida deverá ser ensaiada e respeitada. Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide
2 – Tempo
O tempo para apresentar um trabalho de TCC varia entre as
instituições de ensino. Esteja ciente do tempo previsto para a sua apresentação
e trabalhe a criação do seu roteiro dentre disso. Se o trabalho for em grupo, o
ideal é deixar que um membro do grupo seja o roteirista da apresentação e os
outros respeitem o que for elaborado.
3 – Decorar é um perigo
Compreender algo de verdade é muito mais poderoso para
explicá-lo do que simplesmente decorar e falar sobre o assunto. Se você focar
em decorar seu trabalho de TCC para apresentá-lo, pode ser que o nervosismo e
imprevistos que podem ocorrer faça com que você não consiga apresentar o seu
trabalho. Busque entender tudo sobre o seu trabalho, principalmente se você fez
ele em grupo e não participou de algumas etapas. Com o trabalho em mãos, leia e
releia quantas vezes for necessário para entender de verdade o seu trabalho, e
não simplesmente decorar somente o que você terá que apresentar.
4 – Sequência cronológica
Ao elaborar seu roteiro do TCC é necessário que você tenha
os tópicos em uma ordem cronológica que ofereça uma apresentação compreensível.
A sequência cronológica do roteiro deve ser bem preparada para que o trabalho
tenha começo, meio e fim com tudo que é mais relevante para isso acontecer.
5 – Evite ficar olhando para o papel
Para apresentar uma monografia, o estudante deve estar bem sintonizado com o conteúdo de seu trabalho, com os slides e com todos os detalhes do que será apresentado. Se o estudante é dependente de ficar olhando em anotações feitas em um papel, isso demonstra insegurança e desconhecimento do seu trabalho junto a banca examinadora. Mais uma vez lembrando, o TCC é um trabalho de conclusão de curso e o aluno deve se preparar para apresentá-lo como se fosse para o seu superior hierárquico dentro de uma empresa. Não menospreze essa excelente oportunidade de crescer profissionalmente! Roupa para Apresentar TCC: dicas de look para homens e mulheres
Saber cumprimentar a banca examinadora é uma etapa muito importante de ser incluída em um roteiro de TCC, pois muitos alunos não sabem que isso é uma regra importante a ser seguida. Inclua no roteiro como serão os cumprimentos em grupo e individual. Como cumprimentar a banca na apresentação do TCC: dicas e sugestões
2 – O porquê deste tema
Fale para os examinadores e toda a plateia presente os
motivos que levaram a escolha de abordar tal tema. Faça uma justificativa
cativante com palavras bem trabalhadas para que as pessoas presentes saibam
sobre o que será apresentado.
Ao buscar justificar sobre a escolha do tema, o aluno já
deixou bem claro seus motivos de abordá-lo, mas ainda é importante enfatizar um
problema que mereça ser solucionado com o seu trabalho. Com base no problema, o
seu estudo foi elaborado para tentar solucioná-lo ou compreendê-lo melhor.
Mencione hipóteses sobre o problema de pesquisa e fala em
detalhes sobre essas hipóteses. Explique o seu ponto de vista para a banca
examinadora. Será o corpo docente da instituição que irá validar essas
hipóteses ou não.
As considerações finais em uma apresentação de TCC são muito
importantes para que a conclusão do seu trabalho seja compreendida pelos
espectadores presentes. Fale novamente sobre os objetivos que o levaram a fazer
esse trabalho. As considerações finais estão atreladas aos objetivos que
conduziram a elaboração de um trabalho.
Inclua a participação de cada membro do grupo
caso o TCC seja apresentado em grupo com a descrição de fala de cada um em cada
etapa mencionada acima. Prepare os slides referentes a cada etapa com base no
roteiro criado e organize todos os pormenores baseados neste roteiro. Ensaie o
roteiro se possível alguma vezes para uma apresentação tranquila e bem
preparada.
A Função Fática é uma forma específica de comunicação que
ocorre entre um emissor e um receptor em um diálogo. Descrever esse diálogo em
um texto é enfatizar a Função Fática, que deixa claro o diálogo expressado
entre um locutor e interlocutor. Os elementos deste tipo de comunicação
observada em formato de texto são importantes de serem compreendidos e
aplicados de forma correta.
Neste post você irá conhecer quais são esses elementos e aprender mais sobre Função Fática. Vamos mostrar exemplos práticos do que é e como utilizar a Função Fática em um texto. Veja também outros tipos de funções da linguagem que irão somar mais conhecimento.
Definição de Função Fática
A Função Fática pode ser definida como uma forma de
interação entre alguém que está falando e alguém que está escutando. Ou melhor
ainda: é todo o tipo de expressão que reflete a comunicação entre um emissor e
um receptor. Essa é uma das cinco funções da linguagem e aborda a comunicação
estabelecida desde o início até o fim de um diálogo.
A Função Fática é bastante observada em grandes diálogos ou
em simples cumprimentos que ocorrem no dia a dia. O mais importante é que essa
conversa ou cumprimento seja expressada em um texto para ser melhor
compreendida.
Características
A Função Fática tem uma características peculiar que é a interação entre duas ou mais pessoas em um discurso;
Ela marca o início, o meio e o fim de um diálogo, cumprimento ou qualquer outra forma de comunicação entre um emissor e um receptor;
O foco ou objetivo da Função Fática é o contato entre as partes do diálogo;
Na Função Fática o canal de comunicação está sendo testado e validado com essa função linguística.
Seus pais estão correndo no trânsito? Xinga eles.
(Campanha realizada em Porto Alegre para mais conscientização e segurança no
trânsito).
Frases
Bom dia!
Pra você também!
Boa tarde!
Boa tarde!
Você está bem?
Sim, tudo bem!
Como você se chama?
Meu nome é Clemencio
Tem algo a dizer?
Hoje não!
Quantos anos você tem?
30 anos!
Até amanhã!
Até amanhã!
Amanhã nos falamos. Até lá!
Até lá!
Alô.
Quem está falando?
Música
“Até quando você vai levando? (Porrada! Porrada!)
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Até quando você vai levando? (Porrada! Porrada!)
Até quando vai ser saco de pancada?”
(Até Quando?, do compositor e músico Gabriel O Pensador)
Literatura
Um telefone é dado às
23h57 em uma fria noite chuvosa…
Ele: Alô?
Ela: Pronto!
Ele: Você pode falar
agora?
Ela: Está bem tarde e
eu estou um pouco cansada.
Ele: É que eu preciso
muito conversar com você, ouvir sua voz.
Ela: Então vamos
conversar, enquanto isso vou passando um café.
Ele: Eu não quero
incomodar e prometo que não vou tomar muito do seu tempo, mas só de ter te
ligado já me sinto bem melhor.
Ela: Você sabe que
sempre pode me ligar.
Ele: Então, gostaria
de saber se você quer almoçar comigo amanhã?
Ela: Não sei se vai
dar, esses dias para mim estão sendo muito complicados. Estou tendo que fazer
algumas horas extra lá na loja e bastante trabalho na faculdade. Tá bem corrido
pra mim.
Ele: Bom, mas você tem
que almoçar, certo? Da uma fugidinha disso tudo!…
(Exemplo fictício)
Função da Linguagem
A linguagem tem funções importantes que devem ser utilizadas
conforme a necessidade do de ser expressado algo. Os elementos relacionados com
as funções da linguagem são: emissor,
receptor, mensagem, contexto, canal e
código. Esses elementos também estão presentes na Função Fática e em outras
funções da linguagem, como iremos mostrar agora:
Função Poética
A Função Poética coloca em evidência a forma com que a
mensagem será transmitida. Ou seja, como será dito é mais importante do que o
que será dito. Um escritor busca propositalmente fugir dos meios convencionais
de expressão de um diálogo e tem o foco em deixar o estilo da escrita final
interessante. Neste caso, é mais importante para o escritor a estética das
palavras e a forma como elas serão expressadas do que a mensagem em si.
Mas, a Função Poética não é algo exclusivo da literatura e
pode ser utilizado de um modo geral. É possível observar esse estilo de escrita
com frequência no uso cotidiano:
“… a lua era um
desparrame de prata”. (Jorge Amado)
“Em tempos de
turbulência, voe com fundos de renda fixa”. (Publicidade)
“Se eu não vejo
a mulher
que eu mais desejo
nada que eu veja
vale o que
eu não vejo”.
(Daniel Borges)
Função Metalinguística
Este tipo de função está diretamente ligado à metalinguagem,
que acontece assim que um emissor explica um código utilizando o mesmo tipo de
código comentado. Ou seja, um poeta explica sobre uma poesia falando de forma
poética. Um escritor comenta um texto falando com o mesmo tipo de linguagem
utilizada no texto comentado. Um exemplo disso, é a definição de frase no
dicionário:
“Frase é todo
tipo de enunciado linguístico com sentido”.
Neste caso, utilizamos uma frase para explicar o que é uma
frase.
É importante o leitor ficar atento, pois em um texto irão
surgir diferentes funções da linguagem. O ideal é ficar atento e saber qual é a
função predominante no texto. Uma outra dica é: procure pela obra “Linguística e Poética” de Roman Jakobson, um célebre escritor
russo que explica em detalhes e com grande propriedade as funções da linguagem.
O livro foi lançado em 1960 e sua versão em português é uma ferramenta indicada
para quem deseja dominar as funções da linguagem.
Outra grande dica é, para identificar a Função
Fática e outras funções de forma natural, o importante é ler bastante sobre
tudo buscando diversificar bastante. Aos poucos você começa a identificar as
funções da linguagem sem dificuldades. Busque conhecer bastante cada uma das
funções da linguagem a fundo e tente identificá-las em diferentes tipos de
textos e diálogos já produzidos.
Em todo o território brasileiro, a norma técnica referente a trabalhos acadêmicos mais utilizada são as Normas Técnicas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Mas, no Brasil e no mundo, existem outras normas técnicas que também são utilizadas e podem pegar um estudante de surpresa na hora de formatar um trabalho acadêmico. Imagine que você é um grande conhecedor das normas ABNT, mas sua instituição resolve cobrar as citações em um trabalho seguindo o padrão Vancouver.
Neste post vamos falar mais sobre como fazer citação seguindo as normas Vancouver e mais detalhes sobre esta norma. Saiba o que é a norma técnica Vancouver e conheça em detalhes como diversos tipos de citações deverão ser feitas em monografias, revistas, jornais, dentre outros. Veja tudo isso a seguir!
Normas Vancouver
O conjunto de normas técnicas Vancouver, assim como a ABNT,
é um conjunto específico de regras para a publicação de trabalhos científicos e
acadêmicos. O nome Vancouver nasceu devido à uma reunião realizada em Vancouver,
localizada no Canadá, em 1978. A reunião entre membros importantes do Comitê Internacional de Editores de Revistas
Médicas e também membros da Biblioteca
Nacional de Medicina dos Estado Unidos, determinaram naquela reunião o
padrão de normas técnicas Vancouver.
É importante deixarmos claro que as normas Vancouver não são tão abrangentes como é o caso da ABNT em se tratando de trabalho acadêmico. Um exemplo, as normas Vancouvers não disponibilizam parâmetros específicos para a formatação da capa, do rodapé, da folha de rosto, dos anexos, da apêndice, e outros itens que são padronizados pelas normas ABNT. O maior foco da norma Vancouver são as citações e referências na apresentação de um trabalho no âmbito científico.
As citações em um trabalho acadêmico e científico, como é
uma monografia, são importantes para embasar uma argumentação bem fundada. As
citações já foram objeto de estudo e um dos maiores motivos do nascimento das
normas Vancouver. Da mesma forma que
acontece na ABNT, as citações realizadas junto a norma Vancouver também
diferenciam citações diretas de citações indiretas curtas e longas. Os
critérios adotados pela Vancouver quanto a isso são semelhantes ao método
brasileiro.
O que devemos nos atentar para falar de citações dentro das normas Vancouver é que esse conjunto de regras segue um conjunto numérico para ordenar as referências bibliográficas diferente do sistema autor-data utilizado na ABNT. Ou seja, a apresentação das referências bibliográficas devem ser listadas conforme a ordem em que as citações vão surgindo no corpo do texto. A numeração utilizada deve aparecer da seguinte forma:
Entre parênteses, (2), (3), (4)…;
Colchetes [2],
[3], [4]…;
Super índice 2, 3, 4…; ou
Uma mescla de Colchetes com Super Índice [2], [3],
[4]…
O sobrenome de um autor sempre deverá ser citado logo com a
primeira letra do seu nome em maiúsculo, seguido pelas iniciais com o nome, sem
a utilização de vírgula e ponto para dividir as iniciais e o sobrenome. As
normas Vancouver não determinam o uso de negrito, sublinhado ou itálico na
formatação das referências.
Se ainda não ficou claro a explicação até aqui, não se
preocupe, pois no tópico a seguir você verá alguns exemplos práticos da
aplicação da norma Vancouver em citações de diversas fontes.
Exemplos de citações utilizando as normas
Vancouver
Citações realizadas em revista
Autor/es. Título do artigo. Abreviatura internacional da
revista. ano; volume (número): página inicial-final do artigo. Se os autores
fossem mais de seis, menciona-se o nome do primeiro autor seguido da
abreviatura “et al.”
Exemplo:
Laurêncio E et al. Sistema de apoio ao idoso: casos
associados, parâmetros para um melhor acesso do cuidador. Rev de Saúde Pública.
2019;45(6):1101-2222.
Revista online
Autor/es do artigo. Título do artigo. Nome da revista, ano [data de consulta]; volume (número): [Extensão/páginas]. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Brasil I, Laurêncio M, Matos T, Moreno L. Estimulação física contra a obesidade. An Sist Navar [revista na Internet] 2009 janeiro-abril. [acesso 19 de fevereiro de 2009]. Disponível em: http://www.sisnavar.es/salud/anales/textos/vol26/n3/revis2a.html.
Citação em Jornal
Autor do artigo. Título do artigo. Nome do jornal. Dia mês
ano; Seção: página (coluna).
Exemplo:
Laurêncio L. Saúde e consciência. Folha de São Paulo. 10 ago
2009; Caderno mais: 5-6.
Citação em Livros
Autor/es.Título do livro. Edição. Lugar de publicação:
Editora; ano. Neste caso, não é necessário especificar a primeira edição,
apenas da segunda em diante. A edição sempre se põe em números arábicos e
abreviatura: 2ª ed. Se a obra for composta por mais de um volume, devemos
citá-lo a seguir do título do livro: Vol. 3.
Exemplo:
Laurêncio L. Português instrumental. 11. ed. Belo Horizonte:
Atlas; 2009.
Livro e-reader
Autor/es.Título do livro. Edição. Lugar de publicação:
Editora; ano. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Brasil. Ministério da Saúde. Sociedade dos Cardiologistas do
Brasil. [livro online]. Belo Horizonte: MCT; 2009. [acesso em 03 ago 2015].
Disponível em http://www.cardiologistasdobrasil.org.br/
livro_verde/download.htm.
Publicações online
Autor/es da publicação. Título da publicação. Ano [data de
consulta]. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Laurêncio IVCP. (2019). Saúde, controle de doenças e
prevenção: saiba sobre o perigo do parasita desconhecido encontrado em Aracaju,
Sergipe. [publicação online]; 2019 [acesso em 14 abr 2015]. Disponível em
http://www.saúde-contaminação-parasita-sociedade-médica-brasileira.html.
Citações em site
Autor/es. Título [site]. Lugar de publicação: Editor; Data
de publicação [data de atualização; data de acesso]. Endereço eletrônico.
Exemplo:
Ministério da Educação [homepage na internet]. Análise dos benefícios da educação de primeiro mundo no Brasil [acesso em 29 abril 2009]. Disponível em: http://www.mec.gov.br.
Citação Vancouver em monografia
Autor. Título. (subtítulo se houver) Tipo de documento.
Cidade: Instituição onde foi defendida; ano.TCC
Exemplo:
Laurêncio AMT.B abordagem da alegação dos direitos
estabelecidos entre as empresas de praticarem livre comércio no exterior. São
Paulo: Universidade de São Paulo, 2009. Trabalho de Conclusão de Curso em
Direito Empresarial.
Citações em Workshop, Seminário, Congresso
Tipo de publicação, número e nome do evento; data de
realização (dia mês ano); Cidade e país de realização do evento. Cidade da publicação:
Editora ou Instituição responsável pela publicação; ano de edição (nem sempre é
o mesmo do evento).
Exemplo:
Anais do 6. Congresso Internacional sobre a
Educação no Brasil; 17-19 ago 2009; São Paulo (SP): USP Universidade de São
Paulo; 2019.