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  • Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Mesmo no meio universitário, nem todos conhecem ou se lembram de todos os gêneros textuais, mas isso não é um problema. Nesse texto, a seguir, você poderá conferir todos os detalhes para fazer um artigo de opinião impecável.


    O que é um artigo de opinião?

    Você, primeiramente, precisa entender o que é um artigo de opinião para, então, conseguir produzir um. O artigo de opinião é um texto dissertativo-argumentativo, onde o autor precisa expor seu ponto de vista sobre determinado tema.

    Isso não significa que simplesmente vai escrever o que quer e o que pensa. Como o próprio nome indica, dissertativo-argumentativo, existe a necessidade de o texto conter argumentos bem fundamentados e lógicos, simplesmente a opinião do autor não possui valor.

    Confira os exemplos abaixo para entender melhor:

    1.  Sou contra a pena de morte, pois isso não é certo. Não devemos matar ninguém.
    2.  Sou a favor da pena de morte, pois isso é o certo a se fazer. Chega de criminosos!

    Apesar de serem exemplos simples, definem muito bem o que não se deve fazer em artigos de opinião. Simplesmente expor o ponto de vista, sem nenhuma defesa adequada. Você deve dissertar sobre o assunto e deixar claro que tem um ponto válido. Confira abaixo um modelo mais adequado:

    1. Sou contra a pena de morte. O país não possui infraestrutura. Muita gente inocente morrerá e muita gente culpada  viverá.
    2. Sou a favor da pena de morte. Isso iria fazer com que os criminosos refletissem duas vezes antes de cometer algum delito. A taxa de criminalidade iria diminuir.

    Nesse caso, note que as duas ideias tiveram defesas com argumentos. Esse é o padrão correto que se deve usar em um texto dissertativo-argumentativo.

    É comum que ao fazer um artigo de opinião, os temas geralmente são sempre algo polêmico, como sexualidade, drogas, religião, aborto, etc. Dificilmente fará artigos sobre algo que não é notório.

    Você vai deixar a sua opinião clara no decorrer do desenvolvimento do seu artigo, mas tudo deve estar recheado de argumentos. Se a sua opinião sobre o assunto é “X” você deve explicar uma série de motivos lógicos para isso, assim como, se possível, explicar porque não é “Y”.

    Outro fator que você encontra no artigo de opinião é a presença de verbos no imperativo, isso é, ordens e instruções, como “faça”, “experimente”, “tente”, “não se engane”. Tudo isso favorece o processo de argumentação e introduz uma tática de persuasão.

    O uso de exclamações também serve para inserir emoções no texto e torná-lo mais intenso para o leitor. Enquanto o uso de pontos de interrogação servem para levar o leitor a uma reflexão. São táticas de articulação, dinâmica e funcionam muito bem para convencer aqueles que leem.

    Apesar de efetivos, não devem ser o enfoque do artigo, que deve ter como base os argumentos. Premissas rasas e um texto emotivo não caracteriza um artigo de opinião de qualidade e sim a qualidade dos dados e como tudo é organizado de maneira a deixar as ideias clara e convencer o leitor.

    Exemplos de artigo de opinião:

    Os argumentos precisam de embasamento

    No momento de produzir um artigo de opinião, saiba que os argumentos utilizados precisam ser verdadeiros e confiáveis. Caso contrário, poderia ser desvalidado. Abaixo está uma série de dicas para não errar nesse aspecto:

    • Busque livros, sites, produções acadêmicas e outras fontes, mas todas de confiança. Basear seus argumentos em textos sem muita fundamentação pode tornar seu artigo inválido
    • Na medida do possível utilize dados de pesquisas com números, isso dá muito mais credibilidade para seu artigo de opinião. As fontes precisam ser confiáveis e notórias
    • Tudo precisa ser conexo. Não adianta encher seu artigo de dados e citações, mas isso não se conectar de maneira coerente
    • Você precisará ter objetividade. Não existe espaço para subjetividade no artigo de opinião. Até mesmo para temas mais complexos e teóricos, tudo precisa ser adequado
    • Para estruturar o artigo de opinião você precisa entender que ele possui começo, meio e fim de modo bem definido
    • O começo é a introdução. Nela você apresenta o tema e o problema ou questão que tratará no texto
    • O meio é o desenvolvimento, o qual você apresenta seus argumentos, os dados, toda a opinião
    • O final é a conclusão, onde você apresenta as soluções dos problemas de maneira rápida e encerra o tema
    *Víde por Redação com Glamour

    A dissertação de mestrado

    Uma dissertação de mestrado é muito parecida com um artigo de opinião. Com exceção de que a dissertação se trata de um trabalho acadêmico de alto nível, enquanto o artigo de opinião costuma ser produzido já nos primeiros anos escolares.

    O tamanho e complexidade também são diferentes. Não existe nenhuma regra da ABNT especificando sobre artigos de opinião, enquanto existem diversas tratando da dissertação.

    É interessante relacionar os dois, pois são textos dissertativos-argumentativos e possuem a mesma base. Embora sejam diferentes no sentido de complexidade, são praticamente iguais na estrutura e maneira de produção. Tratam-se de tipos de textos onde você deve expor a sua opinião sobre um fato, defendendo seu ponto de vista, com argumentos bem fundamentados.

    E a subjetividade do artigo?

    Ao estruturar o artigo de opinião tenha em mente que ele deve ser o mais objetivo possível. É claro que por se tratar de uma opinião, sempre existirão traços de subjetividade, sejam as experiências e estudos do autor, mas no que diz respeito à estrutura do texto, tudo deve ser claro.

    Se o tema for algo naturalmente mais subjetivo, como uma teoria ou pesquisa ainda não confirmada, isso significa, não que você pode ser mais subjetivo ou simplesmente subjetivo à vontade, mas sim que deve buscar compensar com a objetividade e clareza na organização das suas ideias, aquilo que o assunto, por si só, não oferece.

    Produzindo qualquer tipo de artigo

    Você já compreendeu tudo que precisava sobre a estrutura de um artigo de opinião de qualidade, mas ainda existem diversos tipos de artigo e gêneros textuais que podem se relacionar ou virem a incutir dúvidas em você. Se esse for o caso, não perca tempo. Conheça o Projeto Acadêmico, que possui todas as informações necessárias para que você se dê bem no meio acadêmico e científico, incluindo regras da ABNT, dicas para cada parte e temas do seu TCC, funcionamento de mestrado e muito mais.

  • Redação Narrativa: veja como fazer, nossas sugestões e exemplos prontos

    Redação Narrativa: veja como fazer, nossas sugestões e exemplos prontos

    Você sabe quais são as principais características de uma redação narrativa?

    O universo acadêmico, além de introduzir novos termos e ideias como TCC, monografias, artigos científicos e etc, também traz termos que já conhecemos, mas muitas vezes não demos a devida atenção ou deixamos passar despercebidos. A redação narrativa é um deles. Abaixo você poderá conferir tudo que é necessário para produzir com a qualidade necessária.

    Definindo o que é redação narrativa

    Este tipo de redação é caracterizado por necessariamente conter um enredo com personagens e ações que acontecem em determinado tempo e espaço. É claro que nada precisa ser verdadeiro, mas a redação precisa dessa coerência para ser considerada narrativa.

    Existe muita diferença da narração descritiva que foca em descrever os aspectos de determinado objeto (entenda por objeto qualquer cenário, pessoa, situação e etc, não necessariamente material e objetivo, mas também psicológico e subjetivo). Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    A clássica narração dissertativa foca no aspecto argumentativo, onde você deve criar uma ordem de apresentação de fatos e ideias coerentes para conseguir dissertar e expor seu ponto de vista da maneira mais impessoal possível.

    A partir desse ponto, ao construir uma redação narrativa com qualidade, deve-se se atentar a muitos itens; Você poderá conferir tudo o que é necessário abaixo:

    1. Procure construir tudo com coerência

    Fatos desconexos e sem sentido, erros de roteiro, personagens sem personalidade, etc. Tudo isso colabora para uma redação narrativa ruim. Tudo, mesmo que em um universo que não é real, deve ser construído de maneira objetiva e verídica.

    A diferença entre veridico e verdadeiro pode te auxiliar a melhorar a qualidade de sua redação. O verdadeiro é algo concreto e real, como “homens não podem voar”. O verídico é algo que é verdade dentro de determinado contexto, por exemplo “o Super-Homem pode voar”. Sim ele pode voar, mas ele não é real. A situação só é real dentro do universo do Superman e isso é a definição de verídico. Aquilo que só é real dentro de determinado universo.

    Seja coerente na medida do possível. Se for uma narração fictícia, busque desenvolver tudo para que fique verídico e consistenta com suas próprias ideias apresentadas. Para isso crie fatores dependentes e situações conexas. Não deixe pontas soltas.

    2. Trabalhe a profundidade da narrativa

    Personagens sem personalidade é a pior coisa que pode acontecer. Personagem e personalidade são derivados de persona, que indica justamente a máscara, as características, um personagem, uma personalidade. Construa isso de maneira coerente na sua narração.

    Se o seu personagem possui uma personalidade mais agitada, nem é preciso descrever, desde que deixe isso claro em suas atitudes e em como lida com os fatos. Isso vale para os cenários e todo o desenvolvimento da narrativa.

    3. Deve ter começo, meio e fim

    Isso é obrigatório em qualquer redação narrativa, além de complementar os itens anteriores. Deve ter o seu desenvolvimento de maneira coerente e mesmo que seja diferente, (como mostrar o final logo no começo e ir desembaraçando) deve fazer isso da maneira mais objetiva e bem construída possível.

    4. Elementos obrigatórios em uma redação narrativa

    Ao desenvolver uma redação narrativa, esteja ciente que alguns elementos são obrigatórios. Você pode conferi-los abaixo:

    • Narrador, afinal se chama narrativa justamente por esse motivo. Existem vários tipos de narradores
    • Personagens, que são aqueles que participarão do enredo e da história no determinado tempo e espaço
    • Enredo, que é o fato, aquilo que aconteceu, está acontecendo e vai acontecer, a história
    • Espaço e tempo, já que tudo deve acontecer em algum local e em algum período, mesmo que fictícios
    • A trama que se difere no enredo por ser a parte prática e o desenvolvimento, aqui surgem os conflitos
    • Clímax, que é o período de ápice na história. Podem haver mais de um
    • Resolução, também chamada de desenlace, desfecho ou conclusão que é quando o clímax e conflitos são resolvidos

    Lembrando que você pode fazer o modelo diferente da narrativa e mesmo que a resolução não tenha o melhor dos finais, ainda deve deixar bem claro se tudo acabou ou não. Existe a possibilidade de finais abertos e interpretativos.

    Quando se trata do conflito, não necessariamente precisa ser algo negativo ou fantasioso na narração. É simplesmente uma situação que precisa ser resolvida, ou um certo ponto ao qual os personagens precisam chegar de alguma maneira.

    Você pode processar tudo com temas mais suaves e brandos ou mais tensos, mas isso fica por sua conta e contexto. Você também trabalhar a questão dos finais. É possível experimentar e sair bastante do convencional, mas precisa ter a base e estrutura para ter as principais características de uma redação narrativa.

    5. Quais são os tipos de narrador?

    Os 3 tipos de narrador são:

    • Narrador-personagem, que participa da história e tudo acontece do seu ponto de vista. Aqui a narração é em primeira pessoa.
    • Narrador-observador, que observa os fatos e relata sem interferir. Aqui a narração é em terceira pessoa.
    • Narrador-onisciente, é igual ao narrador observador, mas tem total consciência do que acontece em toda a trama, inclusive nos pensamentos dos personagens, acontecimento simultâneos, etc. Também é em terceira pessoa.

    Os tipos de redação se misturam?

    Embora não seja o objetivo principal do texto comentar sobre os outros tipos de redação, saiba que é muito comum que possuam dois ou mais tipos de redação e outros gêneros incluídos em uma só situação, por exemplo, quando se trata de uma narração, mas existe a descrição de objetos ou pessoas, a redação narrativa e descritiva já se misturaram.

    Embora isso aconteça sempre, é comum que uma sempre prevaleça, mas é importante reconhecer que o texto pode ser narrativo, mas com características de outros tipos. E isso é válido para todos os gêneros e tipos textuais, não apenas para redações.

    Aprendendo no Projeto Acadêmico

    Tenho certeza que você entendeu e já sabe como produzir uma redação narrativa, até mesmo deve ter se lembrado caso esteja no período acadêmico. Se precisa de ajuda para lidar com outros gêneros textuais, as famosas normas da ABNT ou qualquer coisa do universo acadêmico, conheça o Projeto Acadêmico que têm todas as informações que você precisa para produzir com qualidade o seu texto.

  • Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Saiba tudo sobre o que é e como construir a estrutura de uma dissertação expositiva.

    Embora a dissertação expositiva sempre está presente em bancas e diversos processos seletivos, muitas pessoas não sabem o que é ou como elaborar a sua estrutura.

    É comum, por exemplo, existir a confusão entre o texto argumentativo e expositivo, então muitos candidatos escrevem o primeiro quanto o enunciado pede o segundo.

    A boa notícia é que trouxemos para você um guia completo explicando o que é uma dissertação expositiva e a sua estrutura.

    O que é uma dissertação expositiva

    Será fácil entender o que é o texto dissertativo expositivo, pois o próprio nome já explica e define. Vamos também utilizar os conceitos do dicionário online Michaelis da Língua Portuguesa:

    • Dissertar: Fazer apresentação oral ou por escrito sobre algum tema de forma organizada e completa.
    • Exposição: Que descreve algo.

    Viu como ficou fácil responder o que é uma dissertação expositiva? Trata-se de uma apresentação escrita sobre determinado tema de forma organizada e completa com o objetivo de descrever e apresentar informações.

    Agora que já cumprimos com a primeira promessa de explicar o que é, vamos honrar também a segunda: Como fazer um texto dissertativo expositivo.

    exemplo de texto expositivo
    Veja um exemplo de texto expositivo retirado de: https://pt.slideshare.net/anamoura84/texto-dissertativo-expositivo

    Como fazer um texto dissertativo expositivo

    Aqui o objetivo não será convencer o leitor sobre determinado ponto de vista. Não há divergência de ideias! Como já dito, a finalidade é informar, descrever, fazer uma exposição de algo.

    Se você na posição de candidato for escrever este gênero textual, não produza um texto para que o avaliador concorde contigo, mas para que ele o considere coerente e informativo. Entendeu? Se sim, então podemos falar sobre a estrutura agora.

    A estrutura da dissertação expositiva

    A pouco falei sobre o gênero textual, portanto antes de continuar, entenda o que ele é à luz da “Gramática do Português Brasileiro do renomado professor e linguista Ataliba de Castilho (2012):

    Toda e qualquer forma de manifestação do discurso produzida pelos falantes em uma determinada esfera social do uso da linguagem. Dado seu caráter social, o gênero é uma forma codificada historicamente por uma determinada cultura, visando a comunicação entre seus membros.

    O gênero textual é a estrutura e as peculiaridades de abordagem de determinada categoria de texto. As receitas, por exemplo, possuem uma estrutura comum, assim como os ofícios, cartas, e-mails etc. são todos gêneros textuais.

    A pergunta é: Qual a estrutura da dissertação expositiva?

    Com relação à introdução e conclusão, aconselha-se fazer apenas um parágrafo, porém a peculiaridade deste texto está no desenvolvimento que não possui uma delimitação quanto à quantidade de parágrafos.

    “ Contudo, mais importante do que seguir uma estrutura rígida, é que haja a exposição de ideias certas e bem organizadas sobre um determinado tema.” (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Por isso falarei tão sucintamente sobre a estrutura para depois apresentar aspectos mais importantes sobre essa produção. Veja a seguir a construção básica do texto:

    • Introdução (definição)
    • Desenvolvimento (informação/exposição)
    • Conclusão (síntese de reafirmação)

    A introdução da dissertação expositiva

    Que tal iniciar um texto em que serão apresentadas exposições de forma objetiva e sem intenção de persuasão, mas de caráter meramente informativo?

    Como? Eis a questão a ser abordada aqui:

    Veja as quatro dicas sobre como iniciar o meu texto?

    1. Aborde o contexto do assunto, indo de uma abordagem mais ampla para específica;
    2. Vá direto ao ponto, ninguém gosta de enrolação;
    3. Defina o perfil do seu leitor para apresentar uma introdução que desperte a atenção;
    4. Conheça amplamente o assunto a ser abordado.
    Se estiver com dificuldade para começar a escrever, faça as perguntas: Sobre o que eu vou escrever? e qual o objetivo?

    A resposta para estas perguntas, combinadas com as quatro dicas supracitadas constituirão uma introdução perfeita.

    O desenvolvimento da dissertação expositiva

    Como já esclareci neste artigo, o desenvolvimento do texto dissertativo expositivo não possui delimitação  quanto ao tamanho.

    Nesta parte, explique de modo mais específico cada ponto a ser apresentado. Seja claro e objetivo, mantenha o seu texto linear.

    Abaixo você aprenderá seis recursos que poderão ser utilizados para produzir o seu texto dissertativo expositivo. Para tanto, vamos utilizar o parâmetro apresentado por Sabrina Vilarinho no site da Mundo e Educação da UOL.

    • Instrução
    • Informação
    • Descrição
    • Definição
    • Enumeração
    • Comparação

    Veja abaixo os detalhes de cada uma:

    Instrução

     Apresentar instruções é um excelente recurso quando o assunto aborda um procedimento.

    Informação

    Todo o texto expositivo é informativo, portanto trazer  informações de forma sistematicamente organizadas certamente dará ao texto característica do gênero.

    Descrição

    É a exposição das características do assunto abordado. Descrever é reconstituir algo a partir das palavras.

    Definição

    Ao definir algo, esclarecemos metalinguísticamente o assunto abordado.

    Enumeração

    Este é um recurso que viabiliza a leitura dinâmica. Aqui você deve apresentar sequencialmente as informações referentes àquilo que estamos escrevendo.

    Comparação

    A melhor forma de explicar algo para alguém é comparando com o que o já se conhece.

    A conclusão da dissertação expositiva

    Como você já percebeu, a estrutura de uma dissertação expositiva é bastante simples. A conclusão não é diferente. Vamos ver como é fácil:

    “Na conclusão ocorre a reafirmação do tema, sendo feita a síntese dos conteúdos abordados. Pode haver uma tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado. (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Isso quer dizer que a conclusão deve retomar o assunto desenvolvido na introdução, resumindo e qualificando o que foi apresentado no desenvolvimento. Com relação à “tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado”, deve-se apenas tomar o cuidado de não finalizar o texto com nuance argumentativa.

    Aspectos gerais do seu texto expositivo dissertativo

    Como qualquer texto, principalmente quando dissertativo, é importante lembrar-se das características de uma boa produção, que são:

    1. Coesão
    2. Coerência
    3. Linearidade
    4. Clareza
    5. Concisão
    6. Objetividade
    7. Informatividade
    8. Correção gramatical

    Por isso, mais que um texto bem escrito, preocupe-se com que seu texto seja lido. Lembre-se que o importante é apresentar um texto tão bom que sirva para o leitor como razão para prosseguir a leitura.

    Qualquer dúvida que você tenha com relação ao tema, faça uma pergunta na área de comentários logo abaixo.

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  • Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    Ao se escrever um texto narrativo, não se deve simplesmente dar asas à imaginação. A estrutura do texto narrativo segue regras de escrita de acordo com o tipo de narrativa. Contar histórias também precisa de regras e cuidados ao escrever, conforme as regras de literatura.

    Ao se pensar nos elementos da narrativa, primeiramente devemos compreender a estrutura do texto narrativo, já que uma narração consiste em criar uma história com sequência de fatos, história esta na qual os personagens passam por situações num determinado espaço físico e de tempo.

    Estrutura do texto narrativo

    O texto narrativo é sempre baseado em uma ação que envolve determinados personagens, estes situados num tempo, num espaço físico e unidos por um conflito em comum. Sendo assim, um texto narrativo para ter lógica e ser compreensível à quem lê, deve apresentar a seguinte estrutura.

    Independente do tipo de narrativa, um texto narrativo apresenta três partes distintas:

    • Introdução/Apresentação: Na parte inicial o autor apresenta as personagens da narrativa, delineando suas características e personalidades, além de localizá-las no tempo e no espaço da história
    • Desenvolvimento/Complicação: Através das ações de cada personagem envolvido na narrativa, constrói-se a trama da história, com elementos de terror, romance e suspense de acordo com a ideia central do autor
    • Conclusão/Desfecho: É o clímax da narração, o desfecho da história criada.

    Tipos de narrativas

    Além de possuir uma estrutura própria, conforme mencionado acima, o texto narrativo também deve seguir um padrão de acordo com o tipo de narrativa a que se propõe. Os tipos de narrativa subdividem-se em:

    • Romance
    • Novela
    • Conto
    • Crônica
    • Fábula

    Explicaremos brevemente cada uma delas antes de passarmos ao foco da questão: quais são os elementos da narrativa?

    Romance

    Trata-se de uma narrativa sobre um determinado acontecimento ficcional onde o foco é apresentar aspectos da vida social, pessoal, familiar ou amorosa das personagens. O enredo paira sobre vários conflitos, sendo um destes o principal e os demais os conflitos secundários.

    Novela

    A narrativa em forma de novela, assim como o romance, também abarca uma ampla gama de personagens, mas com o desenvolvimento do enredo acontecendo numa sequência temporal bem delimitada. Em geral, retrata aspectos da vida cotidiana  das pessoas.

    Conto

    É um tipo de narrativa mais curto, apresenta poucos personagens, onde o conflito é único e em geral de caráter denso ,com  espaço e tempo narrativo reduzidos.

    Crônica

    Este tipo de narrativa é um texto de cunho mais informal que apresenta histórias da vida cotidiana, geralmente permeada por um denúncia contra problemas de caráter social. A crônica e o cronista usam-se de muita sutileza para tratar destes assuntos mais “delicados”, já que a crônica também pode ter uma linguagem mais humorística.

    Fábula

    A fábula é uma narrativa de caráter pedagogizante, doutrinante, trazendo lições de moral e/ou ética. Invariavelmente apresenta animais com características humanas (falam, usam vestimentas, agem como pessoas). Também pode apresentar objetos que na vida real seriam inanimados, mas na fábula possuem vida e personalidade, neste caso, chama-se apólogo, mas a intenção textual é a mesma da fábula: doutrinar, ensinar.

    Conhecendo quais são os elementos da narrativa e suas funções no texto

    Os elementos da narrativa são elementos absolutamente essenciais numa narração que é um texto que se propõe a realizar a contação de uma história.

    Para que uma narrativa desperte a atenção e a curiosidade do leitor ela deve estar pautada por estes elementos, independente do tipo de narrativa a que se propõe.

    Resumindo: se você não souber quais são os elementos da narrativa e qual a sua necessidade e suas funções no texto, não conseguirá criar uma história passível de leitura.

    *Vídeo por Percurso Educacional

    Veremos agora detalhadamente cada um destes elementos:

    Enredo

    O enredo de uma narrativa é o primeiro e mais importante elemento, já que é o tema ou o assunto da história que será contada, sem enredo não há história. O enredo pode ser tratado de maneira linear ou não linear, isso fica a encargo de quem está escrevendo decidir o que é melhor para o desenvolvimento da narrativa.

    Além do enredo central que move a narrativa, há também o enredo psicológico, que é focado nos pensamentos dos personagens. A narrativa da história pode ocorrer de forma cronológica linear ou por meio de flashbacks, seguindo a ocorrências das ações, mas isto também é escolhido pelo autor.

    Narrador ou Foco Narrativo

    Nomes diferentes, mas com a mesma função: representar a voz da narrativa, afinal, uma história é sempre contada por alguém. O narrador pode fazer o relato dos fatos a partir de diferentes perspectivas, o que consequentemente confere a ele diferentes características, veja só:

    1. Narrador Personagem: Este narrador participa ativamente da história como um personagem da trama. Ele pode ser o personagem principal, ou mesmo um secundário. É fácil de identificar: se um texto tiver esse tipo de narrador, a história sempre será narrada na primeira pessoa do singular (eu) ou na primeira pessoa do plural (nós)
    2. Narrador Observador: Esse tipo de narrador, conforme o nome diz, atua observando e relatando os fatos ocorridos no enredo, mas diferente do narrador personagem, o narrador observador não participa da história. Esse tipo de narração é impreterivelmente realizado na terceira pessoa do singular (ele, ela) ou na terceira pessoa do plural (eles, elas)
    3. Narrador Onisciente: O narrador onisciente é aquele que conhece toda a história, sabe a fundo todos os pormenores da narrativa que está sendo contada.

    Em oposição ao narrador observador, que conta os fatos por sua visão particular do enredo, o narrador onisciente sabe tudo sobre cada um dos personagens da trama, inclusive seus pensamentos e ideias mais particulares, segredos e atitudes veladas. Quando contada por este tipo de autor,  a história pode surgir narrada em primeira pessoa do singular (eu) ou terceira pessoa do singular (ele, ela).

    Personagens

    Os personagens de um texto narrativo são as pessoas que estão presentes na história e participam dela. De acordo com o nível de participação na trama são chamados de:

    • Personagens principais ou protagonistas:  quando atuam de maneira muito ativa e são do núcleo principal da história
    • Personagens secundários ou coadjuvantes: estes personagens surgem na história mas não apresentam grande destaque ou importância vital no enredo.

    Tempo

    Toda narração possui uma contagem de tempo que determina o andamento da história. Ele pode ser de dois tipos:

    • Cronológico, quando segue uma ordem de acontecimentos e apresentam expressões que fazem a marcação de tempo ( naqueles anos, ontem, semana passada, etc…)
    • Psicológico, onde não há uma linearidade dos fatos ocorridos, já que ele segue um tempo particular que ocorre na mente dos personagens, em seus fluxos de pensamentos, desta forma,  misturando passado, presente e futuro.

    Espaço

    Espaço narrativo é  o local onde a história se desenvolve. O espaço pode ser físico ou psicológico.

    Quando o espaço narrativo é físico,  o local onde se passa a história é indicado pelo narrador, (cidade, praia, fazenda, determinado país, etc.) e pode ser um local real ou fictício. Subdividem-se em: espaços fechados – casa, quarto, escola… ou espaços abertos – rua, cidade, bairro…

    No caso do espaço narrativo psicológico é o ambiente interior de um personagem, não há um espaço físico que seja revelado claramente. Aqui a história é narrada num fluxo de pensamentos, de sentimentos, sem delimitação de local.

    Temos certeza de que ficou muito mais fácil redigir seu texto narrativo, não é mesmo? Por isso lembre-se, sempre que precisar de auxílio para suas dúvidas o Projeto Acadêmico está pronto a lhe ajudar!

  • Tipos de Artigos Científicos: suas diferenças, exemplos, ABNT e sugestões

    Tipos de Artigos Científicos: suas diferenças, exemplos, ABNT e sugestões

    Descubra o que é preciso para produzir um artigo corretamente!

    É comum na vida de estudantes e alguns profissionais haver a necessidade de produzir um artigo científico para abordar determinado tema. Nem todo mundo sabe por onde começar e quais são as características de um artigo científico; mas, você poderá conferir tudo nesse texto.

     

    Definindo os tipos de artigos científicos

    A primeira coisa para produzir um artigo científico, é saber defini-lo como gênero textual, conhecendo suas principais características e estrutura. Como existem mais de um tipo de artigo científico, você precisa entender todos, para escolher aquele que é mais adequado para sua proposta.

     

    Artigo científico

    É um artigo que segue uma metodologia restrita, tanto na parte de pesquisa, quanto de desenvolvimento. Do início ao fim, seguem um protocolo para definir os resultados e conclusão.

    São muito utilizados em pesquisas de caráter experimental e laboratorial. Estão relacionados a grande parte dos avanços tecnológicos e científicos, podendo, ou não, serem acadêmicos.

     

    Artigos originais e artigos de revisão

    Os artigos originais, como o nome indica, define artigos de conteúdo inédito. Incluindo novos experimentos e descobertas para o conhecimento humano. São recebidos com muito ceticismo, sendo que os de pesquisa experimental são os mais reconhecidos e aceitos.

    Os artigos de revisão trazem consigo a proposta de rever, questionar e criticar conteúdos já existentes, inclusive se tratando de outros artigos científicos já escritos.

    Esse tipo de artigo científico também pode vir com pesquisas experimentais, mostrando novos pontos de vistas e resultados para pesquisas já feitas.

     

    Tipos de artigos de revisão

    Os artigos de revisão se dividem em algumas categorias, de acordo com os tipos de pesquisas e experiências, além dos tipos de artigos que estão sendo revisados.

    • Os artigos de revisão narrativa são puramente teóricos e podem ter um teor subjetivo. Muitas vezes podem acabar sendo superficiais. Não são muito considerados, visto o baixo nível de teor experimental e prático, além de não terem muita consistências. Geralmente são muito parecidos com críticas. Sendo o tipo mais comum de artigo científico escrito;
    • O artigo de revisão integrativa também é teórico e envolve uma pesquisa bibliográfica sobre o assunto. Geralmente analisa o conteúdo de um artigo por meio de outros autores que possuem notoriedade;
    • O artigo de revisão sistemática é o mais respeitado por envolver pesquisas de alto nível, podendo, inclusive, envolver pesquisas experimentais. Nesse caso, busca-se mostrar novos pontos sobre o artigo revisado.

     

    Artigo acadêmico

    Um artigo acadêmico é qualquer artigo que seja vinculado a uma instituição acadêmica, podendo, ou não, ser científico.

    Artigos científicos são aceitos como artigos acadêmicos, mas não precisam necessariamente ter esse cunho, visto que podem ser profissionais, relacionados a institutos de pesquisas e laboratórios. Independentemente disso, o meio acadêmico e científico estão profundamente relacionados.

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    Estrutura de um artigo científico

    Para produzir um artigo corretamente, independente de ser original ou de revisão, é necessário seguir uma metodologia e protocolo de organização. Além disso, algumas normas são necessárias para que ele seja aceito e considerado válido:

    • O artigo não pode conter nenhum tipo de plágio em hipótese alguma. Mesmo os artigos de revisão devem apresentar pontos de vista, críticas e questionamentos inéditos perante a proposta do artigo revisado e outros artigos de revisão;
    • Deve ser estruturado de acordo com as normas da instituição. Se for estruturado conforme as normas da ABNT, as chances de você errar na estrutura do trabalho estão quase que nulas;
    • Um artigo científico deve seguir uma metodologia, desde o processo de pesquisa até o de escrita. Sem isso, todo seu trabalho não é válido e não será considerado científico. No máximo, especulativo e teórico;
    • Não precisa ter cunho experimental, mas tenha em mente que os artigos desse tipo são os mais respeitados e fáceis de serem aceitos e publicados;
    • Devem ser claros e objetivos, mesmo os de revisão e cunho subjetivo. Os demais precisam entender a sua proposta;
    • Qualquer citação ou trecho de outros autores devem ser referenciadas de maneira adequada, tanto pela ética, quanto para evitar problemas judiciais que possam vir a prejudicar a sua carreira.

     

    Elementos obrigatórios em um artigo

    Segundo as normas da ABNT, alguns elementos são obrigatórios para a produção de um artigo científico. Mesmo que a sua instituição não seja rígida com a estrutura, você não pode deixar seu trabalho incompleto.

    • Nome do autor ou autores;
    • Resumo na língua do texto;
    • Palavras-chave na língua do texto;
    • Introdução;
    • Desenvolvimento;
    • Conclusão;
    • Título e subtítulo em língua estrangeira;
    • Resumo na língua estrangeira;
    • Palavras-chave na língua estrangeira;
    • Notas;
    • Bibliografia ou referências.

    É comum que artigos científicos contenham itens em uma língua estrangeira. Não são obrigatórios perante a ABNT, no entanto muitas instituições exigem isso, não só em artigos, como em teses, dissertações, monografias e outras produções.

    Os artigos científicos possuem regras específicas para espaçamentos, ilustrações, introdução de fórmulas, etc. Cabe a você se informar com a sua instituição sobre as normas de estrutura. Elas podem não ser tão rígidas.

     

    Você pode publicar seu artigo científico

    É comum que a principal intenção das pessoas ao iniciar a produção de um artigo científico é que ele seja publicado em uma revista ou outra plataforma reconhecida. Isso é possível. Basta que se informe sobre as regras e normas da revista para qual deseja escrever.

    Você pode se informar em sua instituição para saber se eles também publicam. É claro que seu artigo será avaliado, mas é uma grande oportunidade de obter reconhecimento por seu trabalho científico ou acadêmico.

    Além de procurar a sua instituição, você também pode optar por tentar publicar seu artigo científico em revistas menos conhecidas. É mais fácil e você pode conseguir oportunidades para a sua carreira.

     

    Melhorando a produção do seu artigo científico

    Agora que você já sabe tudo o que é necessário para a produção de um artigo científico e quais são seus tipos. Não fique em dúvida sobre nenhum dos itens necessários para a estruturação do artigo.

    Acesse o site Projeto Acadêmico e se informe sobre tudo que é preciso para produzir um trabalho científico ou acadêmico. Você também pode encontrar as melhores dicas para o seu TCC e as normas da ABNT.

  • Bolsa de Iniciação Científica: veja como conseguir, o valor e informações

    Bolsa de Iniciação Científica: veja como conseguir, o valor e informações

    As chamadas “BICs” são um incentivo para que alunos da graduação ingressem na carreira acadêmica, mas muitos universitários ainda ficam perdidos na hora de solicitar o benefício. Leia o artigo e aprenda tudo sobre bolsas de iniciação científica!

    O Brasil concede incentivos financeiros para alunos da graduação que queiram começar a carreira acadêmica através dos programas para bolsas de iniciação científica.

    No entanto, nem sempre as informações de como conseguir uma bolsa de Iniciação são acessíveis e os estudantes que poderiam se beneficiar desse auxílio financeiro acabam por perdê-lo.

    Abaixo, entenda tudo sobre essas bolsas de estudo, primeiros passos, como solicitar, documentos necessários, inscrições, prazos e regras e vivencie 100% do seu período de faculdade.

     

    1. Tenha um bom projeto de pesquisa

    A primeira coisa que um aluno interessado em seguir no projeto de pesquisa acadêmico e conseguir uma bolsa de iniciação científica deve fazer é desenvolver um bom tema de pesquisa.

    Algumas dicas para a escolha de um são:

    • Escolha um tema que seja interessante para você, afinal, você terá que trabalhar nele por pelo menos 12 meses, que normalmente é o período em que a bolsa é concedida. Quando você gosta e se envolve com um tema fica muito mais fácil desenvolver o trabalho depois.
    • O tema não pode ser muito abrangente. Tente afunilar cada vez mais o objeto de pesquisa. Foco é essencial na delimitação do assunto que será estudado.

    Um exemplo de tema abrangente demais seria “Estudo sobre a vida de pessoas em situação de refúgio”. Note que não tem o detalhamento de idade, território e nem nacionalidade, tornando quase impossível determinar uma amostra de pesquisa.

    Afunilar significaria pesquisar sobre “A vida de pessoas em situação de refúgio, de 13 a 15 anos, na cidade de São Paulo”. Já ficou bem mais específico, não é?

     

    2. Encontre um professor PHD para te orientar

    professora

    Agora vem uma parte muito importante: encontre, na sua faculdade, um professor PHD para te orientar. É importante que esse profissional tenha experiência na mesma linha de pesquisa que o seu projeto ou, pelo menos, que se interesse no tema.

    Antes de escolher o orientador pesquise o currículo dele. Veja se o professor possui algum projeto de pesquisa similar ao seu. Caso tenha, esse é um sinal verde. Indica que ele tem conhecimento na área e possivelmente será um bom orientador.

    Lembre-se que durante um ano vocês enfrentarão toda a jornada de pesquisa juntos, então a escolha do professor-doutor tem que ser levada à sério. Familiaridade com o tema escolhido pelo estudante é um fator muito importante.

     

    3. Redija o protótipo de pesquisa

    redigindo

    Com a ajuda do seu orientador, escreva um projeto de pesquisa de, aproximadamente 10 a 20 páginas, relatando o objeto de estudo, as formas de pesquisa (documental, de campo e etc), a bibliografia que será utilizada, cronograma e outros detalhes sobre a análise que você pretende fazer.

    Não se trata aqui da pesquisa completa, mas um projeto que deixe claro o que você pretende pesquisar. Parece complicado, mas fique tranquilo, a essa altura você já será orientado pelo professor-doutor.

    Depois de conseguir produzir um bom protótipo de pesquisa, o estudante já pode efetivamente solicitar a bolsa de iniciação científica.

     

    4. Mande seu projeto para as instituições responsáveis

    Depois de ter escolhido um bom tema, um orientador familiarizado com o assunto e ter feito um protótipo de pesquisa claro, é o momento de enviar o seu projeto aos órgãos que oferecem as bolsas de iniciação científica, para que seja avaliado.

    No Brasil o estudante universitário tem 3 opções de instituições que concedem esse tipo de bolsas de estudo:

    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ): Criada sob a Lei nº 1.310 de 15 de Janeiro de 1951, sancionada pelo presidente Dutra após um longo histórico de lutas por parte de cientistas e pesquisadores brasileiros, a entidade governamental é ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

    O valor da bolsa de Iniciação Científica pelo CNPQ à estudantes da graduação é 400 reais. A vigência da bolsa é de 12 meses, com possibilidade de renovação.

    • Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs): São instituições de fomento à pesquisa relacionadas às Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e Inovação de cada estado.

    Se você é um estudante de São Paulo, por exemplo, a instituição indicada é a FAPESP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. No Rio de Janeiro tem a FAPERJ, em Minas os universitários recorrem à FAPEMIG e assim por diante. No total, existem 22 FAPs.

    Pelas FAPs o valor da bolsa de Iniciação Científica é 695,70 reais, conforme a tabela de valores da instituição. O período de vigência da bolsa também é de 12 meses.

    • Projetos de Iniciação Científica da própria faculdade: Muitas instituições de ensino, principalmente particulares, possuem o próprio fundo de fomento à pesquisa. Normalmente, essas faculdades oferecem descontos na mensalidade, em vez de bolsas de iniciação científica. Informe-se na secretaria da sua instituição.

     

    5. Atente-se ao prazo de inscrições e devolutivas

    Para conseguir uma bolsa de iniciação científica é essencial que o estudante, primeiramente, se atente ao prazo de inscrições.

    No caso do CNPQ existe a abertura de editais para cada tipo de bolsa, no primeiro semestre de cada ano, normalmente entre março e abril. Então é necessário ficar atento. Depois de ter conseguido enviar o projeto, o prazo para a análise e devolutiva é cerca de 45 dias.

    Já as Fundações de Amparo à Pesquisa aceitam projetos durante todo o ano por plataformas online. No caso da FAPESP, basta clicar no link. O prazo para análise e devolutiva é 75 dias.

     

    6. Documentos necessários

    banner documentos

    Para solicitar a bolsa de iniciação científica o aluno precisa se atentar a todos os detalhes e documentos.

    Algumas das principais documentações são:

    • Documento de Identificação do pesquisador responsável e aluno;
    • Projeto de Pesquisa;
    • Súmula Curricular.

    A relação dos demais documentos podem ser encontrados nos editais divulgados pelo CNPQ e nos sites das FAPs.

     

    7. Critérios para seleção de projetos

    Depois que o universitário entrou, de fato, no projeto de iniciação científica e enviou a proposta com todos os documentos necessários, a Comissão de Pesquisa de cada instituição avaliará se o estudante poderá ou não receber a bolsa. Alguns dos critérios são:

    • O estudante não pode ter vínculo empregatício: Lembre-se que estágios não configuram esse vínculo, segundo a lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008;
    • Qualidade do projeto de pesquisa: Quanto mais interessante, detalhada e original a proposta for, mais chances o estudante tem de ter a bolsa aprovada pela Comissão de Pesquisa;
    • Desempenho acadêmico: Notas vermelhas e dependências, as chamadas DPs, podem dificultar a aprovação da bolsa;

     

    8. Obrigações do Bolsista

    Você fez todo esse processo e conseguiu a bolsa de iniciação científica. E agora? Já sabe os seus deveres?

    O bolsista deve ter dedicação e comprometimento com o projeto apresentado e não receber outras bolsas de modalidades diferentes. No caso do bolsista da CNPQ, o estudante deve participar do Seminário Anual de Produção Científica, levando o nome da instituição concedente do auxílio.

     

    9. Situação da pesquisa no Brasil

    A produção brasileira de pesquisa científica passa por dificuldades, falta de recursos e cortes no orçamento. Por isso é importante que os universitários valorizem e conscientizem seus pares sobre a contribuição da pesquisa para o desenvolvimento do país. O futuro está na ciência!

    Quer saber mais dicas sobre pesquisas científicas? Entre no Projeto Acadêmico e tenha acesso a um mundo de informações e orientações para a sua graduação!

  • Ferramentas para Revisão Ortográfica e Consulta de Plágio do seu TCC

    Ferramentas para Revisão Ortográfica e Consulta de Plágio do seu TCC

    Fazer a revisão do TCC é uma tarefa simples, mas requer muita cautela. As ferramentas para revisão de texto podem ajudar muito nesse processo.

    Finalmente o seu TCC está pronto. Este é um momento de considerável alívio, pois o principal está feito. Entretanto, isso não significa que o trabalho está terminado. É preciso revisá-lo. Nesse sentido, é imprescindível que você conheça e saiba usar os diferentes tipos de ferramentas de revisão textual.

    Os avanços no campo da tecnologia estão acontecendo o tempo todo. Isso se aplica também à questão da escrita. Redatores e outras pessoas que necessitam escrever textos se beneficiam desses dispositivos para ampliar a qualidade do trabalho.

    Mas afinal, o que são ferramentas de revisão? O que é revisão de texto? Que tipos de ferramentas existem? Como utilizá-las? Essas e outras perguntas serão respondidas ao longo desse artigo. Aproveite a leitura!

     

    O que são ferramentas de revisão?

    Você sabe o que são ferramentas de revisão? Bem, podemos defini-las como uma série de instrumentos tecnológicos e dispositivos que podem ser utilizados para contribuir no processo de revisão textual.

    Escrever um TCC já é uma tarefa complexa por si só. É necessário, além da escrita do trabalho, a revisão do texto elaborado, a fim de se averiguar se ele se encontra dentro das normas requeridas.

    Quando você sabe o que são ferramentas de revisão e como usá-las, torna-se menos trabalhoso a verificação da qualidade e conformidade do trabalho.

    A tecnologia pode dar uma “mãozinha” nessa etapa final de construção do seu trabalho de conclusão de curso. São programas e aplicativos que permitem efetuar uma série de ações para que você adeque seu TCC ao padrão solicitado.

     

    O que é revisão de texto?

    Podemos definir o que é revisão de texto como sendo um exame detalhado e profundo da obra com o devido respeito ao seu perfil, ao estilo do seu orientador/orientadora e as regras impostas pela universidade, sabendo reconhecer a importância do trabalho.

    A relevância da revisão dentro do processo de elaboração do TCC é incalculável.

    A revisão, que pode ser feita por um profissional especializado ou por você mesmo, frequentemente consiste em ações que são muito mais do que corrigir palavras.

    A revisão textual ficou durante muito tempo reduzida à correção da ortografia e da gramática. Ela foi adotada pelo processo editorial. Contudo, o que é revisão de texto vai muito além da correção gramatical.

    Essa modalidade de trabalho abrange uma série de ações mais elaboradas para assegurar o nível de qualidade de algo escrito. A revisão textual não intenciona modificar a estrutura e a ideia original do texto, porque um excelente revisor nutre respeito ao estilo de quem escreveu o que ele revisa, seja  um TCC ou qualquer outro tipo textual.

     

    Razões para fazer revisão

    Existem diversas razões para fazer revisão do TCC. Listamos adiante alguns dos principais motivos para essa tarefa tão importante:

     

    1. Adequação da linguagem

    Envolve a análise da linguagem, notando se ela se enquadra no objetivo e na intenção que o autor pretende com o trabalho. Quem revisa o TCC, além dos elementos gramaticais e estilísticos, busca aprimorar a organização das ideias e a exposição das mesmas.

     

    2. Clareza na construção textual

    Outra das razões para fazer revisão é garantir que um texto escrito esteja dotado de clareza e isso é bastante complicado, pois  nem sempre é evidente.

    Acontece frequentemente das ideias serem boas, porém aparecerem formuladas de maneira ruim. É nesse momento que entra a revisão textual, para assegurar a clareza das ideias presentes ali.

    Muitas pessoas possuem ótimas ideias, porém apresentam dificuldades para pô-las no papel. A revisão textual ajuda nesse aspecto, deixando o trabalho mais facilmente compreensível.

     

    3.  Confere maior credibilidade ao trabalho

    Uma das principais razões para fazer revisão é que isso ajuda a garantir que o texto fique bem escrito, o que passa uma maior credibilidade a quem vai lê-lo.

     

    4. Coesão, coerência e norma culta da língua

    Uma das mais importantes razões para realizar a revisão é fazer com que o texto esteja com informações coesas, coerentes e redigidas de acordo com a norma culta da língua.

     

    Tipos de ferramenta de revisão

    Há uma variedade imensa de tipos de ferramenta de revisão. Os modelos desses instrumentos vão depender do elemento textual que você está querendo revisar.

    Listamos alguns dos principais tipos de ferramenta de revisão, capazes de elevar a qualidade do seu TCC.

     

    Programas para formatação textual e de referências

    • FastFormat: realiza formatação em geral do trabalho e também das referências, inclusive nas normas da ABNT;
    • Mendeley: permite administrar as referências, possibilitando o upload do pdf dos referidos documentos, organização de pastas e arquivos, realiza marcações, efetua compartilhamento de arquivos e muito mais.
    • Latex: efetua a elaboração de textos matemáticos e científicos como um todo.

     

    Ferramentas em geral para detecção de plágio

    Todos esses softwares realizam uma leitura completa e detalhada do texto e, posteriormente, uma varredura profunda na Web, a fim de encontrar indícios de potenciais plágios.

     

    Ferramentas para correção gramatical e ortográfica

    • FastFormat: possui um corretor ortográfico e efetua sugestões para o usuário fazer as correções que forem necessárias;
    • Grammarly: realiza correção da ortografia e semântica dos textos;
    • VOLP: constitui-se em um sistema de buscas, já em consonância com o novo acordo ortográfico;
    • Dicionário Criativo: reúne em um só lugar citações, metáforas, sinônimos ou até mesmo o sentido de uma palavra dentro de um contexto;
    • Corretorortografico.com: site que corrige a ortografia de até 10000 caracteres de uma vez só;
    • Nossa Língua Portuguesa: site pertencente ao portal R7, onde é possível ter acesso a dicionários e conjugador de verbos;
    • Flip 9: é um conjunto de corretores ortográficos, que analisam não somente a ortografia, mas também a sintaxe;
    • Orangoo: trata-se de um portal onde se faz uma confiável averiguação ortográfica, com direito a sinônimos e antônimos.

     

    Como usar ferramentas de revisão?

    Saber como usar ferramentas de revisão dependerá da ferramenta selecionada por você para realizar esse processo. Muitas delas são programas que precisam ser baixados e instalados. Outras tantas são sites e portais que disponibilizam esse recurso em suas páginas.

    De um modo geral, aprender como usar ferramentas de revisão é bastante simples. Tudo o que você precisa é abrir o software desejado, inserir nele o texto ou parte do texto e clicar no comando de correção. O programa te entregará o texto devidamente corrigido.

    Alguns softwares e sites, além de te fornecer a versão já acertada, te mostram as correções que foram feitas, exibindo as duas versões do texto.

     

    Aprendendo como usar ferramentas de revisão

    A partir do momento em que você aprende como usar ferramentas de revisão, seu trabalho fica mais fácil e bem-feito. Vale lembrar que é sempre interessante você fazer uma verificação manual, pois até mesmo esses programas estão sujeitos a falhas.

    Contudo, antes de fazer uma revisão é necessário, obviamente, fazer um bom TCC. Nesse sentido, você pode continuar nesse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra todo o conteúdo que você precisa para realizar um TCC com o máximo de qualidade!

  • Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Descubra como produzir uma dissertação de mestrado da maneira adequada.

    No meio acadêmico, novos termos, como dissertações, teses, artigos científicos, monografias, surgem e é muito comum que não se entenda a diferença entre eles. Nesse texto você aprenderá o que é uma dissertação e como funciona a sua produção ao prestar uma vaga de mestrado.

    estrutura de uma dissertação de mestrado

     

    O que é uma dissertação?

    A palavra dissertar significa explorar um determinado tema proposto, mas de forma abrangente, profunda e sistemática. Basicamente é um texto onde você deve defender seu ponto de vista, mas baseado em argumentos bem estruturados e com uma base concreta.

    Tudo precisa ser muito fundamentado de maneira científica, ou será apenas especulação. Para isso a dissertação deve seguir uma metodologia.

    A argumentação deve ser concisa e seguir um caminho, contendo começo, meio e fim. Ao ser avaliada, não serão levados em conta a opinião do pessoal do autor e outros fatores, mas sim a lógica em seus argumentos e a capacidade clara e concisa que possui de defender seus pontos de vista.

     

    O que é mestrado?

    Mestrado acadêmico é um grau de formação, sendo uma pós-graduação de teor científico. A maioria dessas pessoas se tornam pesquisadores e professores universitários. É totalmente direcionada para quem deseja seguir carreira acadêmica. É focado no âmbito profissional e possui uma dificuldade muito superior à do nível da graduação.

     

    Lato sensu

    São cursos de pós-graduação comum que tem a intenção em te especializar em determinada função. Geralmente são específicas ao direcionamento da sua formação no ensino superior, por exemplo, um administrador pode se especializar em administração de empresas em específico e uma pessoa que se formou em gastronomia pode se especializar em uma culinária específica, como a italiana ou brasileira.

     

    Stricto sensu

    É a especialização mais fechada direcionada ao meio acadêmico, como mestrados, doutorados, pós-doutorados, etc. É obrigatório para quem deseja seguir carreira nessa área.

     

    Como conseguir fazer um mestrado?

    O mestrado acadêmico, assim como a graduação superior, requer aprovação. A diferença é que o corpo docente e banca que irão te aprovar são compostos por pessoas que já estão inseridas no meio acadêmico e vão analisar a sua capacidade de contribuir.

    Para se manter no meio acadêmico, com uma boa carreira, é necessário contribuir com o conhecimento, seja como um pesquisador que propõe novos pontos de vista e aprimora as ideias já existentes, ou como um professor que transmite o conhecimento aos alunos.

    Esse teste é feito por meio de um trabalho que pode ser uma tese, artigo ou uma dissertação, etc. Ele possui regras e orientações específicas e deve ser relevante para o meio acadêmico. Só que a seleção não começa nesse ponto, todo o histórico escolar e trabalhos executados antes serão levados em conta. O ideal é que já tenha feito algo relevante para o meio acadêmico durante sua formação.

    Também é necessário um teste de proficiência em um idioma estrangeiro e uma prova de conhecimentos específicos e conhecimentos gerais. Além disso, é necessária uma entrevista.

    Se o indivíduo possuir indicações, pode ter mais facilidade de conseguir o mestrado, mas isso não o isenta de todas as etapas.

     

    Produzindo uma dissertação

    Você já entendeu o que é uma dissertação e como funciona a sua base. Agora poderá conferir como produzir uma para qualquer situação no meio acadêmico, além de entender as condições especiais para a produção da sua dissertação em um teste de mestrado. Confira abaixo:

    • Deve seguir uma metodologia científica. Geralmente não é experimental, pois se fosse o caso, a dissertação poderia se desenvolver e se tornar uma tese;
    • A dissertação é subjetiva, mas ao apresentar suas ideias precisa ser claro e conciso, de maneira que os avaliadores te entendam e seu trabalho seja adequado para divulgação;
    • Suas fontes precisam ser extremamente confiáveis. De preferência bem estruturadas no meio acadêmico, pois erros de carreira nesse âmbito costumam ser lembrados;
    • Você precisa ter domínio de outro idioma que seja pertinente ao seu projeto. Geralmente inglês ou espanhol, mas estiver fazendo uma dissertação sobre um fenômeno na Alemanha, o idioma complementar pode ser alemão;
    • O seu projeto tem que ter relação com a área que deseja trabalhar. Se um jornalista quer fazer mestrado em arqueologia, precisa produzir uma dissertação que abranja o tema;
    • Cuidado com referências. Se nos TCCs a questão de direitos autorais já é levada muito a sério, quando se trata de se introduzir nesse meio, você vai ter que ter certeza de não infringir nenhuma lei ou poderá ter problemas judiciais;
    • Defina um tema muito claro com um recorte específico. Os avaliadores cobrarão isso.

     

    Exemplos e modelos de dissertação de mestrado

     

    Devo usar as normas da ABNT?

    Obrigatoriamente sim! As normas da ABNT são indispensáveis para  produção da sua dissertação de mestrado. Se você quiser produzir algo coerente e metodológico, com certeza vai querer conferi-las. Nesse quesito elas são muito úteis já que podem te orientar no caminho básico para a produção. Confira abaixo os elementos obrigatórios em uma dissertação para mestrado acadêmico, segundo as normas da ABNT:

    Os outro elemento são opcionais, mas podem complementar seu trabalho se for coerente com a proposta, por exemplo, listas de imagens, caso contenha muita informação visual ou agradecimentos e dedicatória, caso o trabalho tenha tido a ajuda de alguém que realmente colaborou para tudo.

    Detalhe que tanto no desenvolvimento quanto nas considerações finais você tem a liberdade de expor opiniões, mas tudo deve ser muito coerente. É melhor inserir o elemento “Discussão” e desenvolver seu ponto de vista mais livremente (cuidado para não se perder, tudo tem que ter coerência).

     

    Desenvolvendo seu projeto acadêmico

    Agora que você já sabe o que precisa para produzir sua dissertação para mestrado acadêmico, já pode colocar em prática. Caso ainda haja alguma dúvida sobre os elementos das normas da ABNT ou sobre outros termos acadêmicos, é só conferir o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar tudo que precisa para se introduzir no universo acadêmico e científico.

  • Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide

    Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide

    Aprenda a fazer os slides do TCC, veja quais são os principais erros cometidos e arrase na apresentação do seu trabalho!

    Fazer os slides para TCC da forma certa é uma garantia que você ganhará alguns pontos extras com a apresentação do seu trabalho, além disso, deixando o conteúdo claro e bem organizado, será muito mais fácil de apresentar sua produção para a banca examinadora.

    Os slides no TCC são parte fundamental para a aprovação da tese, mas infelizmente alguns estudantes sempre separam os últimos minutos para montá-los. Não adianta fazer um ótimo trabalho ao longo do ano, ter o conteúdo na ponta da língua, mas errar na hora da montagem dos slides.

    Você vai perder credibilidade e mesmo preparando uma ótima apresentação frente a banca examinadora, o assunto mais comentado por aqueles que assistiram seu TCC serão os slides, por isso, se não quiser fazer feio, dá uma olhada nos erros que você deve evitar.

     

    Para que servem os slides do TCC?

    Os slides do TCC são usados por dois motivos. O primeiro é expor para a banca examinadora e também aqueles que estão assistindo, o conteúdo produzido por você nesse trabalho. A segunda razão é para te ajudar a apresentar o trabalho, seguindo uma ordem lógica, servindo como apoio para você se lembrar dos tópicos a serem abordados.

    Você também não pode esquecer que a apresentação do TCC também conta pontos na sua nota final e os slides do TCC são parte fundamental nesse processo. Você não pode correr o risco de perder pontos bobos por deixar os slides para a última hora, atrapalhar o entendimento do conteúdo e se confundir quando for explicar aquilo que o slide está mostrando.

    homem apresentando trabalho

     

    Exemplos de slides prontos de TCC

     

    Quais principais erros nos slides na apresentação do TCC?

    A apresentação do TCC é um momento de ansiedade e nervosismo para a maioria dos estudantes. Por mais que você esteja preparado e tenha na ponta da língua tudo que pretende falar, é comum cometer pequenos erros durante a apresentação.

    Além, é claro, de se manter calmo para conseguir transmitir com clareza todo o conteúdo referente ao seu trabalho, também é preciso seguir algumas dicas com os slides do TCC para não perder pontos com a parte do trabalho que deveria ser mais simples, confira os principais erros cometidos nos slides na apresentação do TCC:

     

    Como acertar nos slides para o meu TCC?

    Todos querem acertar nos slides, para isso, de modo geral, eles precisam ser claros, objetivos, apresentar o conteúdo de forma direta e esclarecida, eles devem ser um auxílio para você na hora de apresentar o trabalho, sendo um roteiro a ser seguido, trazendo informações importantes que devem ser citadas por você durante a apresentação e também ilustrando os pontos mais cruciais da sua produção.

    Diferente do conteúdo escrito, onde você deve seguir as normas impostas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), nos slides para o TCC não existem padrões ou regras impostas, você pode criar da forma que preferir, mas fique atento e siga algumas dicas para tirar nota máxima.

     

    Crie os slides seguindo uma ordem lógica

    Como já foi dito algumas vezes, os slides do TCC servem como roteiro para a sua apresentação, você vai trocando os slides a medida que vai abordando o tema e geralmente aquilo que estiver aparecendo no slide no momento é justamente o que você falará naquela hora.

    Por isso, pense nos slides como uma história a ser contada, com início, meio e fim. O início é onde você  deve falar sobre o objetivo, justificativa do tema e depois a introdução ao trabalho. Os próximos slides devem conter a metodologia, os conteúdos mais importantes, citações de autores, gráficos, tabelas, imagens ilustrativas e por fim os slides com os resultados alcançados e considerações finais.

    A fluidez da sua apresentação também contará pontos, por isso a sequência certa dos slides te ajudará. Com isso é possível ver a importância de produzir os slides com calma, revisá-los, verificar se estão todos na ordem certa e se nenhum conteúdo importante ficou de fora, porque uma vez fora dos slides, dificilmente você lembrará disso na hora de apresentar.

     

    Utilize fontes simples e fáceis de serem lidas

    Não caia na tentação de utilizar fontes que fujam do padrão, as normas da ABNT impõe Arial ou Times New Roman no conteúdo escrito, por isso o ideal é seguir essa ideia também nos slides. Como já falamos, a intenção dos slides é ser claro e objetivo, justamente por isso são duas fontes adotadas como padrão.

    Fontes diferentes podem dificultar a leitura do conteúdo e tudo que você não quer na hora da apresentação é travar por não conseguir ler aquilo que está no slide. O conteúdo do slide deve ser perfeitamente legível para todos que estiverem assistindo ou avaliando entenderem e para você não ter dificuldades ou se enroscar durante a apresentação.

     

    Se for usar imagens, escolha aquelas com boa resolução

    É muito comum usar imagens dentro dos slides, principalmente para ilustrar algum conteúdo, por isso se você também decidir utilizar, lembre-se sempre que os slides serão projetados e a imagem ficará maior, por isso procure sempre por boa resolução e qualidade, principalmente se a imagem conter muitos detalhes que precisam aparecer.

     

    Padronize os slides, todos devem seguir o mesmo padrão

    Os slides também precisam demonstrar a seriedade que a ocasião pede, por isso padronize todos com a mesma fonte, utilize sempre o mesmo tamanho de letras e também é indicado que a quantidade de texto em cada slide seja parecida. Isso aumenta a credibilidade da sua apresentação e também facilita o entendimento de quem está assistindo.

     

    Utilize bullet points, gráficos e tabelas para ilustrar o conteúdo

    Por fim, para facilitar ainda mais o entendimento da banca e de quem está acompanhando sua apresentação, é possível utilizar bullet points, que são listas ou tópicos, é uma forma simples de demonstrar um conteúdo ou ainda citar determinado resultado alcançado em seu trabalho.

    Outra forma muito conhecida de ilustrar o conteúdo são os gráficos e tabelas, que se bem produzidos são muito mais fáceis de serem interpretados do que o texto.

     

    Siga nossas dicas e arrase nos slides do TCC!

    Nós, do Projeto Acadêmico, fazemos o possível para te ajudar na elaboração do TCC, sabemos da importância dos slides na hora da apresentação e por isso separamos todas essas dicas.

    Se você tem dúvida sobre esse ou qualquer outro conteúdo relacionado ao TCC, acesse nosso site, confira nosso conteúdo e claro, garanta uma ótima nota na sua apresentação.

  • Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Entenda como você pode fazer uma tese de doutorado e conquistar seu título.

    Muitas pessoas ambicionam seguir a carreira acadêmica, seja como professor em universidades ou como pesquisador. Para tal, é preciso percorrer um certo caminho e passar por uma avaliação. Parte dela propõe que você produza uma tese. Aqui você vai entender tudo que precisa para fazer uma tese e conseguir o título de doutor.

     

    O que é doutorado?

    Doutorado é uma pós-graduação stricto sensu. Para ser mais claro, é uma especialização direcionada ao ambiente acadêmico e científico.

    Diferentemente do mestrado que é um pouco mais abrangente e abre, ainda que pouquíssimas, brechas para que o foco do trabalho não seja necessariamente no ambiente acadêmico, o doutorado não. Trata de titular justamente a capacidade do indivíduo em determinado campo de estudo.

    Um exemplo é alguém que fez um mestrado em antropologia. Poderia trabalhar em campo, com entrevistas, pesquisas e experimentos sociais. O indivíduo que busca o doutorado terá algo totalmente voltado ao âmbito acadêmico. Será estritamente científico.

     

    Doutorado vem depois de mestrado?

    Não necessariamente. Embora a maioria das pessoas escolham esse caminho, até mesmo porque o mestrado te dá a oportunidade para atuar no campo acadêmico e desenvolver sua tese, no entanto existem pessoas que conseguem criá-la sem precisar de mestrado, “pulando etapas” por assim dizer.

    Pelo fato do doutorado exigir uma tese, que é o tipo de projeto mais respeitado e aceito no meio acadêmico, exige grande familiaridade com o tema. A formação no mestrado e o conviver cotidianamente nesse ambiente podem favorecer as condições que o indivíduo tenha de produzir a tese de doutorado, mas não se fazem necessárias em todos os casos.

     

    O que é uma tese?

    Ao falar de tese, sempre lembre hipótese. O prefixo “hipo” indica inferior, abaixo, aquilo que é menor, menos. A palavra tese significa verdade. Hipótese é o sinônimo de teoria. Algo que ainda pode ser provado ou algo que precisa ser provado.

    Já a tese se trata de algo que já foi cientificamente comprovado, através de uma rígida pesquisa e metodologia. Obrigatoriamente necessita de uma pesquisa experimental e de resultados concretos que não abram margens de dúvidas.

    Por isso a tese de doutorado é mais complicada que a dissertação de mestrado. Até o mestrado, você pode elaborar teorias e tentar colocá-las em prática. Para conseguir o título de doutor, elas já devem ter sido comprovadas e avaliadas.

    escrevendo no caderno

     

    Como começar a elaborar a tese

    Tendo em mente que você precisa de algo concreto, você precisa, no mínimo, ter o ensino superior completo para prestar o doutorado. Isso não significa que você não possa trabalhar na pesquisa de sua tese antes do término (existem pessoas que iniciam até mesmo antes da faculdade).

    Existem alguns passos básicos que são aplicáveis para qualquer pessoa que queira produzir uma tese:

     

    1. Definir o tema e teoria

    Se você precisa de algo concreto, é claro que isso deve partir de uma teoria. Por exemplo, um cientista percebe que as partículas de determinado material se comportam de maneira diferente quando expostas à uma classe específica de gases.

    Em cima disso, o cientista pode criar várias hipóteses prováveis para confirmar seu ponto de vista. A tese é justamente testar esses pontos de vista até chegar a algo concreto e real, descobrindo a razão. Se não descobrir, o projeto não pode ser considerado tese, mas se encaixaria em outras classificações.

     

    2. Tudo precisa ser original

    Nada de criar releituras ou algo que outra pessoa já propôs. Para isso existem dissertações, artigos e outros tipos de trabalhos científicos. A tese exige algo totalmente novo.

     

    3. Direitos autorais

    Você pode ter problemas judiciais se não prestar atenção nessa parte. O meio acadêmico é muito sério quando se trata do conteúdo intelectual produzido. Trate de referenciar adequadamente todo o material que não for seu na sua tese.

     

    4. Seu conteúdo será avaliado também pela relevância

    Propor uma tese que não seja tão relevante e colabore com o conhecimento pode diminuir o valor de sua tese. Existem classificações feitas em cada país que avaliam justamente o quanto o trabalho é relevante para o meio científico e acadêmico.

     

    5. Siga a metodologia correta

    Seu trabalho precisa de uma pesquisa experimental, isso é uma pesquisa que coloca os elementos pesquisados em observação na prática, que é o meio de pesquisa mais respeitado. Isso requer método e procedimentos bem especificados que se não forem seguidos podem desvalidar seu trabalho.

     

    Produzindo a tese de doutorado nas normas da ABNT

    Como a maioria dos trabalhos acadêmicos, ao produzir uma tese de doutorado você deve seguir as normas da ABNT. Os elementos obrigatórios são:

    Basicamente são os mesmos elementos obrigatórios na produção de uma dissertação de mestrado. Você pode adicionar outros elementos para tornar o seu trabalho mais completo.

    Nessa altura do campeonato não é adequado ficar só no básico. É claro que não precisa criar uma lista de imagens se sua tese possui poucas imagens, mas não hesite em acrescentar outros elementos como discussão, epígrafe e outros elementos que não são obrigatórios, mas que podem complementar o seu trabalho com um toque pessoal e tornar clara a sua identidade e espaço no meio acadêmico.

    Tenha em mente que muitas pessoas lerão a sua tese por inteira e avaliarão, escreverão críticas e artigos. O meio acadêmico é exigente com o conhecimento.

    Busque outras teses na instituição em que você pretende prestar para conseguir o título de doutor. Você vai compreender melhor o padrão de qualidade e será mais fácil para conseguir a aprovação. Você também pode buscar teses pertinentes ao seu conteúdo que estejam disponíveis gratuitamente na internet.

     

    Conquiste seu título de doutor

    Você já sabe o que é necessário para iniciar a produção de sua tese. Se você possui as teorias, não precisa esperar um mestrado para colocá-las a prova. Utilize uma metodologia experimental e transforme suas hipóteses em teses.

    Se quiser saber mais sobre o meio acadêmico e outros tipos de trabalho ou ainda se as normas da ABNT não estão tão claras, acesse o site Projeto Acadêmico e confira tudo que você precisa para seguir uma carreira adequada no meio ou somente se dar bem na faculdade e no seu TCC.

  • Projeto Político Pedagógico (PPP): princípios e finalidades, o que é e para que serve

    Projeto Político Pedagógico (PPP): princípios e finalidades, o que é e para que serve

    Entenda a definição e como produzir um projeto político pedagógico!

    Você já ouviu falar no termo? Sua abreviação é PPP e está mais presente em nossas vidas do que parece. É um tema que pode ser usado nos TCCs ou mesmo ser produzido por algumas pessoas que possuam em mente um programa adequado. Você entenderá tudo sobre o tema para produzir um TCC:

     

    Definição de projeto político pedagógico

    Você já deve ter ouvido falar de políticas públicas. Basicamente são projetos e planos que visam melhorar a qualidade das pessoas nas mais diversas áreas, como transporte, educação, saúde, segurança, entre tantos outros. Podendo, inclusive, serem produzidos pelos próprios cidadãos, que muitas vezes são incentivados a participarem.

    Os PPPs são projetos focados no sistema de pedagogia inseridos nas escolas. Quais livros os alunos lerão? Quais apostilas serão distribuídas anualmente? Quais matérias são pertinentes e quais serão dispensáveis? Tudo isso é definido nos projetos.

    O projeto possui várias etapas e é geralmente conduzido pelos diretos da instituição, mas todo o processo é colaborativo com diretrizes para todos. Os professores, pelo contato direto com os alunos e por conhecerem melhor suas necessidades, participam mais do que qualquer um.  Coordenadores e outros funcionários também fazem parte.

    Qualquer instituição de ensino é obrigada a produzir um projeto político pedagógico e devem seguir por direções específicas, de acordo com as leis e regulamentos existentes no Brasil.

    Embora existam essas leis, é criada uma certa liberdade em cada escola para decidir a melhor maneira de desenvolver o conteúdo programático e como lidar com os alunos.

    pessoa participando de uma reunião

     

    A construção de um projeto político pedagógico

    Cada instituição de ensino possui PPPs únicos, considerando suas dificuldades, seus pontos fortes, perfil dos funcionários e dos alunos, participação dos pais, o fato de ter recursos ou não, etc. Eles são considerados pilares da instituição, uma vez que propõe as metas e objetivos a serem conquistados.

    Confira abaixo como funciona a construção básica de um projeto político pedagógico:

    • Antes de mais nada, é preciso ser feito por pessoas adequadas. O próprio nome “pedagógico” já indica que requer a participação de profissionais da área.

    É possível que até mesmo os pais e alunos participem, mas tudo deve ser devidamente separado. Existem pessoas capacitadas para construir esses planos. Os responsáveis da instituição podem convocar especialistas em pedagogia;

    • Grade Curricular: Deve-se ficar bem claro todas as matérias que serão transmitidas para os alunos até que o projeto passe por outra mudança. A maneira da qual tudo é ensinado é discutível e mutável;
    • Capacidade dos professores e gestores: É preciso estar claro quais são as formações dos professores e ter certeza de que podem ensinar determinadas matérias. Os gestores também precisam ter a capacidade de gerir todo o processo e acompanhar de perto;
    • Planos de ação: É preciso tratar estratégias, muitas vezes feitas com gráficos e roteiros, sobre as aulas. Os professores não dão aulas simplesmente por dar. A maioria deles traçam planos de ensino e organizam todo o conteúdo e como irão transmitir em cada aula;
    • Os recursos devem ser colocados em pauta. Escolas particulares podem produzir determinados projetos, enquanto as públicas podem produzir outros;
    • Embora consultores possam ser contratados, usar projetos prontos e não contar com a opinião dos funcionários internos pode ser problemático e levar o PPP em uma direção que não condiz com as condições da instituição;
    • Embora as instituições devam apresentar o documento obrigatoriamente, isso não significa que ele não se atualiza e não seja discutido quando algo novo ocorre.

     

    Inserindo o tema de projeto político acadêmico no TCC

    Pode ser um tema muito pertinente para quem estuda pedagogia ou para quem não optou por bacharelado e sim por licenciatura. Não é difícil encontrar artigos e dissertações sobre o assunto na internet, inclusive TCCs muito bem elaborados.

    Você não precisa seguir na área da educação especificamente para produzir um TCC sobre o tema. Você pode relacioná-lo com diversas outras áreas.

     

    Busque pontos de vista diferentes

    Os PPPs chamam a atenção de muitas pessoas por conta do vasto planejamento e a estruturação. Por isso você encontra muitos trabalhos acadêmicos na internet como “Projetos políticos pedagógicos e a relação com a gestão da sociedade” ou em relação à gestão de empresas.

    Se esse é o tema que escolheu, busque um ponto de vista diferente para não ficar igual ao de outras pessoas. Para isso você precisará ter um grande repertório e realizar pesquisas com metodologia.

     

    Busque conhecer projetos na prática

    Não se limite a fazer pesquisas em trabalhos acadêmicos na internet ou em livros. Conheça as realidades nas escolas. Veja os projetos em seu desenvolvimento e sendo aplicados na prática.

    Escolas públicas são muito abertas e receptivas para o público, principalmente se estiverem perto de você e propõem eventos para que os pais e alunos participem. Dependendo da sua formação, você pode até mesmo ajudar na produção.

    Universidades públicas também são muito abertas para o público e incentivam os alunos a participarem de seus projetos e planos.

    Os projetos costumam estar disponíveis online e algumas instituições criam murais com resumo para que os alunos entendam a proposta. No entanto isso não é a mesma coisa de verificar tudo na prática. Pode ser crucial para definir o tema para seu TCC.

     

    Posso criar um projeto político pedagógico?

    Se você planeja criar um projeto político pedagógico, saiba que isso deve ser feito por profissionais em pedagogia. Ao trabalhar em alguma instituição de ensino, você tem a oportunidade de opinar e participar diretamente.

    Isso não é feito sozinho, visto que é preciso ter noção de todos os profissionais envolvidos e eles, por estarem envolvidos, terão seu espaço para opinar.

    Se não é nenhum pedagogo ou professor, saiba que, como aluno, você pode conhecer os projetos da instituição em que estuda e pode participar propondo seus pontos de vista.

     

    Construindo seu projeto acadêmico

    É comum que universitários confrontem novos termos que nunca viram antes e busquem fontes de informações para entender melhor. Quando chega o momento da conclusão do curso, a definição de temas pode ser o passo mais complicado para algumas pessoas.

    Se você ainda não definiu o tema para seu TCC, acesse o site Projeto Acadêmico e confira muitas dicas para finalmente fazer essa escolha. Você também pode conferir tudo sobre as normas da ABNT e o que mais precisar para se dar bem na vida acadêmica.

  • Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Entenda quais são os tipos de ensaios e como fazê-los!

    O ensaio científico ou ensaio acadêmico é comum nas universidades, se tratando de um gênero textual onde o autor expõe seu ponto de vista sobre o tema baseado em uma pesquisa.

     

    1. Sobre o ensaio científico ou ensaio acadêmico

    A primeira coisa que você precisa entender ao fazer um ensaio científico ou acadêmico é que é uma proposta teórica, onde se investiga e pesquisa determinado tema, a partir de obras de outros autores para então propor a sua própria opinião.

    Diferente de muitos gêneros acadêmicos, o ensaio científico abre bastante espaço para o subjetivo e para que você teorize, mas isso não significa perder o bom senso e criar algo que os outros não possam entender. Confira abaixo alguns itens que te ajudarão a produzir um ensaio científico:

    • É um gênero textual mais curto e breve do que teses, dissertações e outros textos acadêmicos. Vá direto ao ponto, ainda mais por se tratar de algo pessoal e muitas vezes subjetivo;
    • O ensaio científico, obrigatoriamente, deve conter a opinião do autor e uma reflexão subjetiva, mas é preciso ter cuidado para não se perder no processo. Os outros precisam entender do que se trata;
    • A linguagem deve ser o mais simples possíveis, mesmo se tratando do meio acadêmico. Use termos técnicos apenas se forem pertinentes ao desenvolvimento do trabalho;
    • A proposta precisa ser inovadora e apresentar algo diferente, um problema, uma discussão, uma crítica, tudo de maneira concisa;
    • Ao expor sua opinião e reflexão subjetiva, certifique-se de que tudo é fundamentado em fontes confiáveis.

     

    2. Não confundir com ensaio literário

    Ensaios por serem gêneros textuais específicos, podem ter muitas semelhanças, mas o ensaio científico ou acadêmico é diferente do ensaio literário.

    O ensaio literário abre margem para a subjetividade de maneira que o científico não permite. Além disso o ensaio literário não precisa ter fundamentação científica. Não confunda os tipos de ensaios.

    alguns objetos de estudo sobre uma mesa

     

    3. Conheça as normas da sua instituição

    O padrão é que a instituição exija as normas da ABNT, no entanto, um ensaio científico não precisa ser feito apenas em universidades e faculdades. Pode ser algo profissional, como em um centro de pesquisa.

    Descubra quais são as normas da sua instituição para produzir um ensaio científico de maneira adequada. A estruturação do trabalho é tão importante quanto o conteúdo.

    Geralmente os ensaios permitem uma liberdade maior por parte dos autores e não seguem uma estrutura rígida, sendo que toda a questão formal dependerá das exigências da instituição, na ocasião.

     

    4. A estrutura básica do ensaio científico

    Ao fazer um ensaio científico existe uma estrutura básica que precisa ser seguida, de acordo com as normas da ABNT. Mesmo que você não tenha a obrigatoriedade de normatizar seu trabalho dentro das regras, precisa entender o que é necessário para que não fique incompleto:

    Atenção especial na discussão, que é onde você deve expor sua opinião e reflexão, inclusive de maneira subjetiva e a bibliografia, que é onde você listará todo o material e as fontes da sua pesquisa para a produção do trabalho.

    Alguns itens que não são obrigatórios são muito bem-vindos, como anexos, índice e listas. Isso, além de enriquecer seu trabalho, pode melhorá-lo esteticamente e lhe dar mais fundamentação.

     

    5. Organizando seu ensaio científico

    Para organizar seu ensaio científico ou acadêmico, além da estrutura obrigatória e das normas da ABNT, é preciso seguir alguns pontos para que a possibilidade de ser subjetivo não faça com que você fuja muito do tema. Confira os itens abaixo para entender melhor:

    • Defina um tema, e faça toda a discussão subjetiva e objetiva girar em torno dele e mesmo que precise abordar outros pontos, sempre volte ao objetivo central;
    • Problematize, critique, questione o seu tema. Você mostrará um ponto de vista diferente e não reafirmar o que já está afirmado. Não produza algo que já existe;
    • Utilize cada parágrafo para tratar um assunto. Lembre-se de ser o mais objetivo possível, mesmo lidando com a subjetividade. Além disso, ensaios não devem ser muito longos;
    • A consulta das fontes é uma das partes mais importantes do ensaio. Você irá expor toda a origem de sua pesquisa na bibliografia. Escolha sempre fontes confiáveis.

     

    Desenvolvimento geral do ensaio acadêmico ou científico

    • Trace um cronograma para a produção de cada item do seu trabalho, não se demore muito em nenhum item, mas também não deixe de dar atenção, principalmente para pesquisa, desenvolvimento, discussão e acervo bibliográfico;
    • A pesquisa precisa ter uma data de início e de fim. Não realize a pesquisa ao mesmo tempo em que estrutura e escreve seu ensaio. Você não conseguirá se dedicar totalmente a nenhum dos dois;
    • Não realize pesquisas apenas na internet, com certeza em sua instituição existem outros exemplos de trabalho, teses, dissertações, monografias e você achará algo que poderá complementar o seu trabalho;
    • Pesquise e utilize as normas da ABNT mesmo que na sua instituição não seja obrigatório. Isso pode te ajudar muito a organizar seu ensaio científico;
    • A argumentação e discussão deve se associar perfeitamente com o desenvolvimento e tema central. Um texto conciso é obrigatório;
    • Se necessário e ainda houver insegurança, faça rascunhos do ensaio científico;
    • Tome nota sobre tudo que for relevante em sua pesquisa. Tomar nota é bem diferente de iniciar o ensaio em si;
    • Pesquise modelos de ensaios científicos, acadêmicos e até mesmo literários para não iniciar seu projeto sem base nenhum. É possível até mesmo baixar documentos que já vem estruturado;
    • Utilize uma metodologia científica para desenvolver e organizar o seu trabalho. Isso, além de facilitar as coisas, pode torná-lo muito mais coerente. Por exemplo, uma metodologia para realizar a sua pesquisa é importante, pois existem vários tipos de pesquisa.

    *Vídeo perfeito da Mari Ella

     

    Conheça o Projeto Acadêmico

    Se você está com dúvida na produção de um ensaio científico, TCC ou qualquer trabalho acadêmico, você precisa conhecer o site Projeto Acadêmico. Você terá qualquer dúvida respondida a respeito das normas da ABNT, qualquer tipo de trabalho acadêmico, científico temas, tudo isso com exemplos e modelos para você se inspirar e desenvolver algo com qualidade.

  • 8 dicas de organização para o seu TCC

    8 dicas de organização para o seu TCC

    Está difícil organizar o seu TCC? Então acompanhe as dicas deste artigo que seu trabalho ficará impecável!

     

    Organização é a palavra de ordem

    Ao elaborar seu TCC de acordo com as normas ABNT para trabalhos acadêmicos o foco principal para se ter sucesso está centralizado em uma palavra: organização.

    Organização é algo importante e essencial em todos os aspectos da vida humana. Em especial na vida acadêmica.

    Para tudo na vida precisamos de organização: nos afazeres, estudos, rotina de trabalho, compromissos…No TCC então, nem se fale.

    Sem organização seu trabalho não sairá do chão, você terá dúvidas recorrentes que irão atrasar a entrega e até mesmo lhe prejudicar.

    Lembramos que não existe uma receita milagrosa para organizar o tempo e ainda assim tirar nota máxima no TCC.  Mas duas palavras de ordem são necessárias: Organização e empenho.

    Se organização é a primeira palavra importante, empenho é a segunda.

    Ao organizar seu tempo e criar um cronograma de ação para não extrapolar datas e entregar tudo no prazo correto suas chances de sucesso aumentam de forma considerável.

    Imprevistos podem e vão acontecer, você precisa ter isso em mente. Mas com a organização prévia você terá as ferramentas necessárias para lidar com os imprevistos usando de jogo de cintura e sem prejudicar seriamente o andamento do trabalho.

    etapas do tcc

     

    O “bichinho” da procrastinação

    Este é um grande problema que atinge a comunidade universitária: a procrastinação.

    O cansaço bate só de pensar no passo a passo de um TCC, não é mesmo? É aí que mora o perigo.

    Organizar um TCC dá trabalho e dispende tempo. Isso é fato. Por isso procrastinar só amplia seu trabalho, jogando-o para amanhã ou “quando der”.

    Haverão dias que você estudará menos do que o previsto, mas tente compensar no dia seguinte.

    Separe também os dias para “não fazer nada”, já que seu cérebro necessita de lazer e descanso para continuar rendendo. Tire o dia para relaxar e não pensar em TCC.

    Assim no dia seguinte, suas energias estarão renovadas para a etapa seguinte.

    *Dicas do canal no Youtube Aventuras na Leitura

     

    Como organizar um TCC do início ao fim

    Depois destas informações básicas passaremos agora vamos às dicas de organização de um TCC.

     

    1.  Escolha um Tema

    O primeiro que você deve fazer é escolher um tema.

    Ao definir e delimitar seu tema escolha sempre algo relevante e compatível com o curso que você está fazendo.

    Defina também por critério de afinidade, pois de nada adianta o tema ser relevante se você não conseguir falar sobre ele com coerência e propriedade.

    Trabalhos acadêmicos precisam de uma motivação pessoal para darem certo. Se o seu tema é algo que você gosta e tem afinidade para escrever sobre é um avanço significativo na hora de pesquisar.

     

    2. Defina a Abordagem

    Quando você definir o tema será necessária escolher o tipo de abordagem, o que apresentar para a banca, o que falar sobre a temática, refinar os argumentos de pesquisa, etc…

     

    3. Prepare a pesquisa

    Ao pesquisar as bibliografias para elaboração do seu TCC você deve pensar que ela deve ter profundidade para convencer a banca que o seu tema tem base teórica de apoio.

    Seu texto deve ter consistência, com uma pesquisa rica e que gere um resultado final satisfatório. Para isso, busque autores renomados na área da pesquisa que está desenvolvendo.

    Escolha citações relevantes e que se encaixem no seu texto, dando credibilidade a ele. Use sempre fontes confiáveis.

    É fundamental que você tenha domínio do que está pesquisando e escrevendo, para se surgirem questionamentos da banca você responda-os com propriedade de causa e conhecimento do assunto.

     

    4. Monte uma prévia da estrutura

    As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos preveem uma estrutura básica que deve ser seguida passo a passo de um TCC.

    Monte uma prévia desta estrutura, colocando palavras-chave nas páginas e aos poucos ir acrescentando o conteúdo

    Uma das vantagens de seguir esta estrutura como um roteiro para organizar o TCC é que você não perderá as informações pesquisadas com tanto afinco.

    Não desperdice seu tempo elaborando resumos, pois são dados muito superficiais. Vá direto ao ponto.

     

    5. Tenha controle do fluxo de conteúdo

    Uma das dicas de organização do TCC é controlar o fluxo de conteúdo pesquisado, sempre tomando cuidado para não confundir as obras e os autores, já que uma informação errada pode colocar tudo a perder.

    Faça sempre uma lista de autores, livros pesquisados, anote as páginas onde você encontrou informações relevantes…

     

    6.  Crie pastas de arquivos

    Ao salvar seus trabalhos acadêmicos, nomeie separadamente os arquivos, crie quantas pastas e subpastas forem necessárias.

    Evite também sobrescrever os arquivos. Salve-os com nomes diferentes, ou com a data da última atualização. Faça, também, arquivos com passagens que optou por deixar fora, mas que futuramente poderão ser usadas, poupando uma nova pesquisa.

    Nem tudo que você leu será utilizado, portanto, lembre-se de ser seletivo no que irá colocar na versão final do seu texto e no que optará por deixar fora.

    Crie pastas específicas para cada tipo de texto ou parte do TCC, como por exemplo:

    • Artigos de periódicos;
    • Notícias de jornais;
    • Materiais coletados na internet;
    • Trechos de livros;
    • Questionários e pesquisas aplicadas;
    • Lista de bibliografias consultadas;
    • Lista de autores relevantes;
    • Apanhado de alterações pedidas pelo orientador.

    Nunca exclua nada até entregar a versão final, pois pode ser que você precise mais tarde daquele arquivo.

     

    7. Estabeleça prazos e cumpra-os

    Crie um cronograma pessoal de datas estimadas para entrega de cada etapa do TCC, incluindo pré projeto, TCC versão final, apresentação, entrega de correções, entre outros.

    Colocar alertas em seu celular sobre as tarefas do dia também ajuda muito!

     

    8. Foque no que é realmente essencial

    Redes sociais, whatsapp, mensagens de texto… Tudo isto tira sua atenção do que realmente importa, que é a entrega de um trabalho de qualidade.

    Ao iniciar seus estudos, procure desligar o celular, deixando-o para os momentos de descanso.

    Faça uma pausa a cada uma hora de estudo, deixando 10 minutos para olhar as redes sociais, esticar as pernas e relaxar por alguns minutos.

    O descanso é algo importante, pois se você tiver muitas horas a fio pesquisando e estudando sem parar, a sua mente vai perdendo o foco. Esses 10 minutos são eficientes para que seu cérebro descanse e retome a atenção para a próxima hora de estudo.

    Seguindo estas dicas de organização de um TCC, tirar nota máxima ficou muito mais fácil, não é mesmo?

    Por isso, não perca os artigos do Projeto Acadêmico! Eles estão sempre trazendo informações novas sobre TCC e outras questões relevantes que lhe auxiliam nos seus trabalhos.

  • 10 Normas ABNT indispensáveis em um TCC

    10 Normas ABNT indispensáveis em um TCC

    Saiba as 10 principais regras da ABNT a se seguir para obter um bom trabalho de conclusão de curso.

    Em algum momento da vida acadêmica, você, estudante de ensino superior, irá se deparar com o trabalho de conclusão de curso, ou como é mais conhecido, TCC.

    Para redigir este trabalho, uma série de normas e regras são exigidas a fim de padronização e organização do trabalho para que ele seja bem interpretado.

    Essas regras indispensáveis em um TCC são estipuladas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e são imprescindíveis para a conclusão e aceitação de um trabalho acadêmico, de forma que é obrigatório utilizá-las no decorrer do projeto.

    Você que precisa redigir um trabalho de conclusão de curso e não conhece muito sobre as normas e obrigatoriedades do projeto, não se apavore, continue a leitura deste artigo e saiba, as 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir.

    *Vídeo Formatação de TCC nas regras ABNT por GMVT Garcia de Moura – Vídeos e tutoriais

     

    Estrutura de um TCC

    Para que o seu trabalho de conclusão de curso atenda às normas da ABNT, ele deve ser dividido em três partes, sendo elas:

    • Elementos pré-textuais;
    • Elementos textuais;
    • Elementos pós-textuais.

    Fazendo essa divisão do que vem antes do conteúdo do seu trabalho, o que envolve sua pesquisa, e o que vem após, ela de forma a complementá-la, seu trabalho terá mais chances de ser melhor sucedido.

    Esclarecida essa parte, vamos as normas indispensáveis em um TCC, lembrando que todas que serão citadas são obrigatórias em uma monografia.

    estrutura do TCC regras ABNT

     

    1. Capa

    De acordo com a ABNT NBR 15287:2011 – item 3.5 e item 4.1.1 a capa é um elemento obrigatório em um trabalho acadêmico, precisando conter as seguintes informações com a ordem descrita abaixo:

    • Nome da instituição de ensino;
    • Nome do autor ou autores do projeto (responsáveis intelectuais do trabalho);
    • Título do trabalho acadêmico;
    • Subtítulo do trabalho (se houver);
    • Cidade em que a instituição de ensino se localiza;
    • Ano da apresentação do trabalho.

    Essas são as informações que devem estar inseridas na capa de um trabalho acadêmico.

    Para saber como elaborar a capa do seu projeto de forma correta clique aqui.

     

    2. Folha de rosto

    A folha de rosto, também de acordo com a mesma NBR, porém citadas nos itens 3.12 e item 4.2.1.1; este é o elemento que traz informações importantes sobre o trabalho, precisando também seguir uma ordem tanto na sequência quanto nas informações. Veja a seguir:

    • Nome do autor do trabalho;
    • Título do trabalho;
    • Subtítulo (se houver);
    • Identificação do trabalho (tipo de projeto e nome da instituição);
    • Nome do coordenador ou orientador;
    • Cidade onde a instituição de ensino se localiza;
    • Ano da entrega.

    Clique aqui e aprenda a redigir corretamente essa seção.

     

    3. Folha de aprovação

    Este elemento obrigatório de um TCC deve vir logo após a folha de rosto e conter as seguintes informações:

    • Nome do autor;
    • Título do trabalho;
    • Subtítulo do trabalho (se houver);
    • Tipologia do trabalho;
    • Nome da instituição;
    • Data de aprovação (após as assinaturas);
    • Campo para assinaturas da banca examinadora.

    Clique aqui e veja como elaborar essa seção.

     

    4. Resumo em língua vernácula

    Este elemento obrigatório faz parte de uma das 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir, ele deve explicar de forma sucinta o assunto que será tratado no decorrer do projeto.

    É um resumo na língua do país em que a instituição de ensino está inserida, e de acordo com as normas da ABNT não podendo ser redigido em tópicos nem ultrapassar 500 palavras.

    Logo abaixo deste resumo, vem uma sequência de palavras-chave.

    Quer dicas para elaborar o seu resumo? Clique aqui.

     

    5. Resumo na língua estrangeira

    Assim como o resumo em língua vernácula, ou seja, do país em que a sua instituição de ensino se localiza, é imprescindível que o mesmo resumo seja redigido em uma língua estrangeira, geralmente escolhida entre o inglês e o espanhol.

    Em inglês esse resumo é chamado de Abstract e em espanhol de Resumé, por exemplo.

    Saiba mais sobre esse assunto aqui.

     

    6. Sumário

    Este é mais um da lista de elementos obrigatórios em um TCC, que indica onde está cada parte de todo o trabalho seguido de sua página correspondente e serve para facilitar a busca por tópicos de seu projeto acadêmico.

    Assim como diz o item 3.23 da ABNT NBR 15287:2011, o sumário é uma enumeração das divisões e seções de um trabalho de conclusão de curso, de forma a facilitar a leitura e identificação de onde se encontra cada coisa para quem irá ler e avaliar o seu projeto.

    Este item é elaborado conforme a ABNT NBR 6027.

    Com alinhamento à esquerda e sem recuo, o sumário também pode ser gerado automaticamente por meio do editor de textos Word.

    Para entender como fazer um sumário, clique aqui.

     

    7. Introdução

    Aqui devem estar discriminados todos os temas que serão tratados ao decorrer do trabalho, ou seja, uma apresentação breve, porém clara da do objeto de estudo deve ser feita.

    Nesse momento do trabalho é possível que você exponha a problemática do mesmo e os questionamentos que te levarão ao alcance de seus objetivos.

    Aprenda como fazer introdução aqui.

     

    8. Referências Bibliográficas

    Elaborado conforme a ABNT 6023, as referências são uma das normas indispensáveis em um TCC.

    Este é um conjunto padronizado de elementos retirados de uma determinada fonte que permite identificação e consulta do mesmo.

    Diversos documentos podem ser referenciados, como livros, revistas, sites, entre outros.

     

    Formatação

    A formatação do TCC é uma exigência da ABNT e sem essas regras de padronização o mesmo não é considerado finalizado.

     

    9. Margens

    As regras para as margens de todo o trabalho, desde a sua capa até a última página nos elementos pós-textuais, são de:

    • 3,0 cm na margem esquerda;
    • 2,0 cm na margem direita;
    • 3,0 cm na margem superior;
    • 2,0 cm na margem inferior.

    Essas regras são aplicáveis ao anverso da folha (parte frontal).

    margem ABNT

     

    10. Conteúdo

    Em todo o conteúdo do projeto acadêmico, assim como a margem, algumas normas devem ser seguidas, como:

    • Espaçamento entre linhas de 1,5 cm;
    • Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12;
    • Alinhamento do texto justificado;

     

    Saiba mais de como elaborar corretamente o seu TCC

    Acessando os conteúdos do Projeto Acadêmico você encontrará dicas, além da forma correta de elaborar todo o trabalho de conclusão de curso. Não tenha mais dúvidas, acesse e tenha um TCC nota 10!

  • Aprenda Como Iniciar um TCC e organizar o seu trabalho corretamente

    Aprenda Como Iniciar um TCC e organizar o seu trabalho corretamente

    Aprenda a desenvolver e produzir um TCC passo a passo.

    Como começar o TCC? É uma dúvida muito comum entre os estudantes, conforme o final do curso se aproxima. O trabalho de conclusão de curso não é tão difícil de se fazer quando você se organiza. Você descobrirá tudo que precisa saber para fazer desenvolver um trabalho adequado.

     

    1. Definindo o tema do seu TCC

    Esse é o primeiro passo e o mais simples, mas não deixa de ser importante. Você deve definir um tema antes de mais nada. Escolha algo com que você tenha afinidade e facilidade de aprender e desenvolver.

    Tenha mais de um tema definido. Geralmente seus professores te auxiliarão no processo de escolha e te mostrarão novos pontos de vista. Você deve estar muito confortável com a escolha do tema, caso contrário seu TCC pode não ser produzido com qualidade.

     

    2. Definindo o tipo de TCC

    Cada curso oferece possibilidades diferentes, como artigos acadêmicos, dissertações, monografias, entrevistas, documentários, livros de fotografias, etc. Conheça todas as opções disponíveis para o seu curso e escolha a que mais te deixa confortável para montar cada parte do TCC da melhor maneira.

    Se você escreve bem, opte por algo como a monografia. Se você fala bem, opte por algo que envolva vídeo, se estiver disponível em seu curso. Se você desenha bem, opte por algo que envolva design e produção.

    Não escolha opções em que não tem facilidade e conforto para produzir. Cronograma TCC: veja como fazer, modelo e exemplos, sugestões e dicas

     

    3. Você precisará de uma metodologia

    Metodologia significa basicamente o caminho ou modo para se fazer algo. Cada tipo de trabalho precisará de uma metodologia específica. Por exemplo, se seu trabalho precisar de uma pesquisa bibliográfica, existe uma metodologia para isso, se for utilizar uma pesquisa experimental, existe outra metodologia.

    Confira abaixo algumas dicas para organizar seu tempo, independentemente do tipo de trabalho:

    • Trace uma agenda ou cronograma, com a data inicial e final do trabalho, indo cada vez para tempos menores, por exemplo, o que você deve produzir em determinado mês, semana, dias próximos e diariamente;
    • Você precisará pesquisar, isso é um fato. Independentemente de ser uma pesquisa mais teórica, bibliográfica ou experimental e de campo, elas precisam ter começo, desenvolvimento e fim;
    • Trace uma data para o início e para o fim da pesquisa. Não desenvolva a parte escrita ao mesmo tempo em que pesquisa. Isso atrapalhará tanto a pesquisa, quanto o desenvolvimento do TCC;
    • Você não precisa escolher só um tipo de pesquisa. Pode utilizar mais de um, se isso for possível e condizente ao seu TCC;
    • Para você chamar seu trabalho de científico, ele precisa seguir um método científico. Caso contrário ele apenas pode ser considerado de cunho teórico;
    • Anote tudo que for relevante para seu trabalho no período de pesquisas.

     

    4. Dicas gerais para a produção do TCC

    Agora que você já sabe o básico sobre como iniciar um TCC, confira alguns itens que são importantes para a produção geral do seu trabalho:

    • Trace uma lista de gastos com o orçamento aproximado do seu TCC;
    • Não comece do zero, veja outros projetos de TCCs em sua universidade. Com certeza encontrará algo que será útil para seu projeto;
    • Você também pode ver modelos de TCCs online, com temas e tipos parecidos com o seu trabalho;
    • Não tenha medo de mudar o rumo do seu trabalho, se algo melhor aparecer, mas tenha muito cuidado com o tempo;
    • O ideal é começar a produzir seu TCC no ano de conclusão de curso. Você pode começar um pouco antes, mas de forma alguma deixe de produzir a partir do começo do ano. Mesmo que você comece com pesquisas e anotações bibliográficas;
    • Você precisará ser claro e objetivo em seu TCC ou a banca poderá descontar pontos;
    • Peça ajuda para seu orientador sempre que necessário;
    • Apresente as mudanças e andamento do seu TCC para seu orientador de maneira periódica. É você quem tem que ir atrás. Não fique esperando ninguém te chamar ou pedir alguma coisa;
    • Evite o nervosismo se algum professor pedir para mudar algo que você achava que estava bom em seu TCC. Os professores costumam ter muita experiência nisso.

     

    5. Como começar o TCC na parte prática?

    Para começar a produzir um TCC na parte prática, é necessário que você já tenha um certo repertório e dados de suas pesquisas.

    A parte prática precisa começar depois da pesquisa. Nunca simultaneamente. Abaixo estão listados alguns itens para te ajudar no processo:

    • Evite fazer coisas que fujam muito do seu orçamento. O TCC provavelmente terá custos, mas não precisa gerar prejuízos;
    • Cumpra com seus prazos semanais. Nem tudo sairá da maneira desejada todos os dias, mas se conseguir fazer com que cada semana seja produtiva, terá um mês produtivo por consequência;
    • Se necessário, faça alterações ou comece novamente. É melhor ter muito trabalho e produzir algo de qualidade do que desenvolver e produzir um TCC mal qualificado;
    • Trabalhos práticos, como documentários e outros meios que envolvem vídeo, também precisarão de uma parte escrita muito bem produzida.

     

    Seu TCC deve seguir as normas da ABNT

    Alguns trabalhos acadêmicos ou instituições não precisam ou exigem, necessariamente, que sejam seguidas as normas da ABNT. Saiba que no TCC isso é obrigatório. Não corra nenhum risco de produzir um trabalho mal estruturado ou que não esteja completo.

    Saiba todas as normas da ABNT que são obrigatórias para o tipo de trabalho que você escolheu desenvolver antes de começar a produzir um TCC.

     

    Apresentar o seu TCC para a banca

    Chegará o momento em que será preciso apresentar o seu TCC para a banca. Tanto a parte escrita quanto a sua apresentação serão avaliadas. Se você tem dificuldade para falar e apresentar, é melhor cuidar disso o quanto antes. Não deixe para se preparar de última hora.

    A apresentação é quase tão importante quanto o conteúdo do trabalho. Você precisará ter tanta dedicação nessa parte quanto teve em todo o desenvolvimento do restante do TCC.

    Geralmente você terá a oportunidade de apresentar mais de uma vez e corrigir erros e pontos que possam ser melhorados. Não desperdice essa chance.

     

    Conhecendo todos os itens do seu TCC

    Se você ainda não conhece as normas da ABNT que são obrigatórias para seu gênero de TCC, basta acessar o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar dicas para produção de trabalhos de cunho científico, acadêmico e as melhores dicas para produzir um TCC perfeito.

  • Como Fazer uma Discussão de TCC

    Como Fazer uma Discussão de TCC

    Tire suas dúvidas sobre o que colocar na discussão do seu Projeto de Conclusão de Curso.

    Depois que o universitário já passou por quase todas as fases de desenvolvimento do TCC, fez a introdução, os objetivos e a pesquisa, ainda resta uma das últimas e mais importantes etapas, que costuma tirar o sono de muita gente: a discussão dos resultados de pesquisa, também conhecido como “análise dos resultados e discussão”.

    Vários estudantes apresentam muitas dúvidas nessa fase, mesmo que os conhecimentos adquiridos ao longo do projeto, por meio da bibliografia e das atividades práticas, tenham, certamente, os capacitado para realizá-la.

    Se você é um desses universitários que se sentem inseguros para redigir a discussão, continue lendo esse artigo!

    Você aprenderá, em 5 passos, como fazer esse tópico de forma clara, considerando tudo que foi aprendido e vivenciado na produção do seu projeto final da universidade.

     

    O que é discussão de TCC?

    Em primeiro lugar, antes de entender efetivamente como fazer a discussão do TCC, é necessário compreender o conceito dessa seção tão importante para o seu trabalho científico.

    No geral, o tópico da discussão vem como última parte do desenvolvimento do trabalho, próximo à conclusão e trata da apresentação e, posteriormente, a análise dos resultados.

    Mas qual é a diferença entre apresentar e analisar? As duas denominações são complementares, mas tem distinções fundamentais.

    Na apresentação, o universitário deve expor e comentar tudo o que descobriu durante o processo de pesquisa, de forma direta.

    Já na análise, o dever é interpretar os dados coletados, identificando e explicando as relações entre eles.

    A qualidade da análise interferirá diretamente na nota que você receberá no seu projeto e o quanto ele terá de valor científico. Por isso, é necessário capricho e atenção aos detalhes.

    Tudo parece bastante complicado, não é? Mas siga as etapas abaixo e seguramente você vai conseguir entender o que colocar na discussão do TCC.

     

    1. Faça uma retrospectiva do projeto

    Depois de entender o que é discussão do TCC, o estudante deve, literalmente, recapitular todo o percurso do seu projeto: como você ou seu grupo chegaram ao tema proposto, como o desenvolveram e colocaram em prática a pesquisa, quais foram os desafios e provocações durante a produção do projeto, qual é a finalidade da sua pesquisa, os objetivos específicos e quais os resultados esperados.

    Faça uma breve reapresentação de tudo o que você passou nos meses em que ficou elaborando o trabalho e o porquê de cada decisão. Lembre-se da “história” do seu projeto, da sua vivência.

    Esse é o primeiro passo para compreender como fazer a discussão do TCC.

     

    2. Evidencie os resultados do trabalho

    Nesta parte inicial da discussão dos resultados de pesquisa, a forma de expor os dados obtidos pode mudar conforme o tipo de pesquisa escolhida, teórica ou empírica, para chegar aos objetivos do projeto.

    Dependendo do método de investigação, o que colocar na discussão do TCC tem algumas peculiaridades.

    Primeiro, entenda as diferenças entre pesquisa teórica e empírica, e como apresentar os resultados levando em conta essas diferentes formas de exploração científica.

    • Pesquisa teórica: Tipo de pesquisa fundamentada em análise documental e referências bibliográficas, ela tem como objetivo proporcionar discussão entre conceitos e não o levantamento de dados.

    Nessa categoria a apresentação dos resultados consiste na descrição de conceitos dos autores utilizados no projeto, análise do estudante sobre essas concepções e, por fim, a criação de uma linha de argumentação, expondo pensamentos convergentes e dissonantes entre autores.

    • Pesquisa empírica: Compreende todas as formas de pesquisa de campo, onde o cientista ou pesquisador coleta dados por meio de entrevistas, observação ou experimentação.

    Esse tipo de pesquisa se divide em quantitativa ou qualitativa e tem o objetivo de comprovar, de forma prática, as hipóteses.

    A apresentação dos resultados, ou seja, números e dados obtidos, é feita de forma direta e objetiva através de gráficos e tabelas.

    Muitas vezes, em um mesmo projeto de conclusão de curso, pode haver pesquisa teórica e empírica. A seguir, aprenda como relacionar esses diferentes tipos de fundamentação e veja o próximo passo para saber o que escrever na discussão do TCC de forma exata.

     

    3. Exponha as relações entre os dados

    É importante que todos os dados e resultados, depois de apresentados, sejam interpretados e relacionados, a fim de chegar em conclusões científicas sobre o assunto abordado no trabalho de conclusão de curso.

    Para trabalhos fundamentados em bases puramente teóricas, a relação entre os dados já é feita mediante a comparação de conceitos e características dos assuntos abordados por cada autor, assim como as implicações de cada teoria.

    Em relação a trabalhos que tem fundamentação empírica, as relações entre os dados colhidos em pesquisa de campo são feitas pela comparação e interpretação de gráficos, comparando medidas, opiniões e frequência de acontecimentos.

    Quando o trabalho une esses dois métodos de investigação existe, também, a atribuição de causas e efeitos para os dados colhidos em pesquisa de campo. Para isso, a pesquisa bibliográfica é fundamental para saber como fazer a discussão do TCC.

     

    4. Confronte com a hipótese inicial

    Após a descrição de forma clara e objetiva da apresentação e análise dos resultados, a próxima importante etapa é colocar todas essas constatações frente à hipótese inicial do TCC.

    A finalidade é saber se o conteúdo produzido e os dados obtidos no projeto endossam ou refutam a ideia primária que o universitário tinha ao começar as pesquisas.

    Diferente do que muitos estudantes pensam, a hipótese científica não precisa necessariamente se confirmar para que o trabalho de conclusão de curso tenha êxito.

    A refutação da hipótese inicial acarreta na formulação de uma nova hipótese, mais amadurecida. O importante, neste caso, é a produção de conhecimento no processo.

     

    5. Apresente as possíveis respostas para o problema

    O problema de pesquisa é a questão que deve ser objeto de investigação do seu TCC. A partir da problematização que é criada a hipótese e o desenrolar de todo o trabalho.

    No final, é importante que o universitário tenha respondido a essa questão, pois é ela, na verdade, que deu sentido a toda a produção e é a última parte da discussão dos resultados de pesquisa.

    Dessa forma, seu projeto poderá ser considerado, de fato, uma pesquisa científica.

     

    Hora de começar!

    Seguindo essas 5 dicas você não terá dificuldades em saber o que escrever na discussão do TCC e estará a um passo da sua formação acadêmica. Acesse Projeto Acadêmico e saiba mais!

  • Características Textuais do TCC:  Erros mais comuns e sugestões

    Características Textuais do TCC: Erros mais comuns e sugestões

    A escrita para TCC exige certo rigor técnico e muita atenção. Por isso não é raro que estudantes tenham dúvidas sobre como escrever adequadamente o trabalho. Neste artigo, entenda quais são os principais erros e como evitá-los.

    Quem é universitário sabe: mesmo após ter finalmente conseguido delimitar um bom tema de estudo, passar as ideias para o papel continua sendo uma tarefa bastante difícil. Principalmente quando você não sabe ou tem dúvidas sobre os elementos textuais do TCC.

    Muitas vezes o projeto tem tudo para receber uma nota 10, mas erros básicos de escrita e linguagem podem fazer com que pontos sejam descontados.

    E não há nada mais frustrante do que ver o trabalho em que você depositou todo o seu empenho e dedicação durante quase 1 ano, sofrer decréscimo na nota por erros textuais que poderiam ser evitados, não é?

    Então continue lendo esse artigo e saiba identificar as principais falhas de escrita e como escrever TCC adequadamente.

    elementos de um TCC

     

    1. Erros Gramaticais

    Antes de tratar das estruturas textuais do TCC, é necessária atenção ao básico.

    Um dos fatores que mais derrubam o seu Trabalho de Conclusão de Curso são os populares erros de gramática. Escrever palavras de forma errada, colocar crase onde não tem e não colocar onde deveria ter, acentuação no geral, trocar palavras com “s” por “ç” e vice e versa, são alguns exemplos básicos.

    Todos esses equívocos são comuns e podem acarretar em perda de pontos e ainda manchar a imagem do trabalho. Para tentar minimizar falhas gramaticais vale sempre procurar em dicionários a forma certa de escrever.

    Qualquer ponta de dúvida sobre ortografia tem que ser sanada antes de passar o conteúdo do seu TCC para o Word e uma revisão detalhada antes da entrega é sempre muito bem-vinda.

     

    2. Coesão e Coerência

    A escrita do projeto final de graduação precisa ser coerente e coesa para que os conceitos defendidos durante o desenvolvimento do trabalho, assim como a análise dos resultados e conclusão, fiquem claros.

    Esses elementos textuais do TCC podem influenciar diretamente em um dos pontos mais importantes do projeto: o entendimento da linha argumentativa.

    Por isso, leia muitas vezes todos os textos criados para o seu trabalho de conclusão e verifique, de fato, se as ideias em cada parágrafo se conversam e as estruturas textuais do TCC estão corretas.

    Aposte em frases curtas, na ordem direta. Se você pode exprimir um pensamento em 3 palavras, não utilize 6. Seja objetivo.

     

    3. Usar “eu” e “nós”

    Uma das características textuais do TCC é a não-utilização da primeira pessoa do singular e do plural. A linguagem deve ser completamente impessoal.

    Então, em vez de falar “nós concluímos que” ou “eu concluo que”, utilize “o grupo concluiu” ou “conclui-se”.

    Não esqueça que você está relatando fatos científicos, argumentando sobre autores e comentando os resultados de uma pesquisa acadêmica.

     

    4. Achismos

    A escrita para TCC deve ser, além de impessoal, exata. Isso significa que não há espaços para argumentos imprecisos e suposições sem fundamentação teórica ou prática.

    Recursos textuais que demonstram incerteza, como “eu acredito”, “eu acho”, “como todos sabem”, afetam a credibilidade do projeto. Afinal, você está seguindo toda a metodologia científica, colhendo dados e fazendo análises, não é?

    Esses dados, quando bem utilizados e analisados, te dão certa autoridade sobre o assunto pesquisado, a ponto de você poder ser assertivo na escrita.

    Demonstrar insegurança e subjetividade pode transmitir para o leitor que o processo de pesquisa não foi tão minucioso como deveria ser.

     

    5. Informalidade

    Mesmo que você seja uma pessoa super criativa e bem-humorada, a escrita para TCC exige formalidade para que seja considerada uma pesquisa científica.

    Logo, não utilize gírias, excesso de metáforas, ditados populares, “morais” da história e expressões clichês. A linguagem deve ser muito objetiva e livre de floreios e romantismos.

     

    6. Citações avulsas

    Utilizar citações, indiretas ou diretas, para fundamentar suas ideias e embasar os argumentos utilizados no trabalho de conclusão de curso é uma característica textual de TCC, das mais comuns.

    No entanto, vários universitários não sabem como utilizar esse recurso e erram, seja na formatação ABNT, seja na forma de citar em si.

    Quando o erro é na formatação, é menos complicado. Uma revisada no tamanho da letra e espaçamento resolvem a situação. O problema maior é quando o graduando enche o projeto de citações e não faz comentários, ou seja, não há análise de nenhuma delas.

    Fica a impressão que o estudante utilizou os autores para falarem por ele. Portanto, é importante sempre que você, universitário, quando for utilizar citações, comente-as antes ou depois.

    Faça a sua análise sobre o que foi dito e não só copie e cole as frases e argumentos dos principais pensadores da sua área de estudo.

     

    7. Tempos verbais inadequados

    Este é um dos principais tópicos para entender como escrever o TCC. Para cada parte do projeto de conclusão de curso há um tempo verbal específico para a construção do texto.

    O estudante deve atentar-se às diferenças na utilização dos verbos em cada etapa do trabalho, para que haja lógica nas estruturas textuais do TCC.

    Por exemplo, para relatar fatos científicos é indicada a utilização do presente do indicativo. Para explicar o percurso da pesquisa, tudo que você já fez, resultados e métodos, utiliza-se o passado.  Já no caso da Introdução e Revisão Bibliográfica, o presente.

    Outro erro comum em relação ao uso de tempos verbais é a reutilização de pesquisas do Pré-TCC no TCC concluído, sem a devida revisão. No Pré-Projeto o estudante está planejando o que irá fazer, então o tempo verbal dos textos, normalmente, está no futuro.

    Para reutilizar essas produções textuais no projeto de conclusão é preciso atualizar e adequar o tempo verbal.

     

    8. Tópicos desorganizados

    Organizar os elementos textuais do Trabalho de Conclusão de Curso em uma ordem lógica é tão importante quanto escrevê-los bem. Pense que o leitor pode ser leigo no assunto e ter o primeiro contato com o seu tema de pesquisa.

    Tente levá-lo por uma viagem em que a cada texto os objetivos vão ficando mais claros. Contar uma boa “história” é uma das características textuais do TCC.

     

    Encontre mais dicas

    Agora que você já sabe como escrever o TCC, características textuais e principais erros, é hora de começar a produção!

    Para ajudar a descomplicar esse período, continue lendo as dicas do Projeto Acadêmico. Aqui você encontra tudo sobre o temido projeto final de graduação.

  • Por que fazer Iniciação Científica antes do TCC?

    Por que fazer Iniciação Científica antes do TCC?

    Participar de um projeto de pesquisa acadêmico tem inúmeras vantagens, até mesmo relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso. Confira os principais benefícios!

    Você acabou de entrar na Universidade, tudo é novo e os trabalhos parecem assustadores, principalmente o temido TCC, que a cada semestre fica mais próximo. Nesse momento você ouve falar do projeto de iniciação científica e fica em dúvida: participar ou não?

    Muitos graduandos não entendem como funciona uma Iniciação Científica e acabam enxergando essa importante iniciativa como algo que vai “sobrecarregar” ou onerar ainda mais a vida do estudante universitário.

    Mas não é nada disso, além de proporcionar muitos conhecimentos fundamentais não só para a faculdade, mas para toda a carreira profissional, a Iniciação Científica pode facilitar o processo de produção do trabalho de conclusão de curso.

    Pesquisa Quantitativa, Pesquisa Qualitativa, Metodologia, Introdução, Objetivos. Todos esses tópicos podem ser uma surpresa e complicar a vida do aluno durante o projeto final da faculdade, são velhos conhecidos de quem participou, anteriormente, de um projeto de pesquisa.

    Abaixo, entenda quais, exatamente, são as vantagens da iniciação científica para a sua carreira e para a elaboração do seu TCC.

    *Vídeo A importância da Iniciação Científica por Em Diálogo

     

    1. Bagagem

    O estudante que opta por fazer uma iniciação científica acaba tendo contato com conhecimentos, teorias, autores e estudos que, durante o período normal da faculdade provavelmente não teria.

    No início do projeto de pesquisa acadêmico, o universitário deve ter em mente um tema no qual vai estudar e se aprofundar. Em seguida, deve ler e conhecer as teorias, pesquisas e experimentos já existentes sobre esse tema, para só depois iniciar os trabalhos.

    A bagagem teórica do estudante, durante o processo de iniciação científica, é consideravelmente ampliada e o conteúdo adquirido, certamente, será muito bem aproveitado na realização do trabalho de conclusão de curso, principalmente quanto à revisão bibliográfica e a delimitação do tema de estudo do TCC.

    Fazer iniciação científica é acumular bagagem de conhecimento para quando chegar o momento de fazer o projeto final de graduação.

     

    2. Senso Crítico

    O senso crítico é um atributo muito necessário durante a realização do projeto de conclusão de curso e que só pode ser trabalhado na prática, através de discussões, brainstorm e debates.

    Uma das vantagens da iniciação científica é justamente propiciar um ambiente provocador, em que o senso crítico é lapidado e o questionamento é incentivado.

    Nem sempre o estudante em fase de TCC deve aceitar exatamente tudo que o orientador falar. Ter bagagem e senso crítico significa também ter experiência para discordar, quando necessário.

    Em uma banca, por exemplo, o senso crítico, capacidade de argumentação e raciocínio rápido e lógico são fundamentais para conseguir defender seu projeto.

    Todas essas características são sumariamente trabalhadas, já que é na conversa e discussão de ideias, como funciona uma iniciação científica.

     

    3. Senso Metodológico

    Como fazer a metodologia do TCC é uma das perguntas que os graduando mais fazem quando chega o momento tão temido de produção.

    Metodologia é, nada mais, que os procedimentos necessários para alcançar os objetivos definidos logo no início do trabalho. Envolve saber o tipo de pesquisa, a abordagem e como coletar os dados.

    O estudante que fez iniciação científica antes do trabalho de conclusão de curso já está familiarizado com as metodologias e com certeza, não terá dificuldades para definir a mais adequada ao projeto.

    Por outro lado, o aluno que nunca ouviu falar desses termos terá dificuldades e o caminho será mais custoso.

     

    4. Reaproveitamento da pesquisa científica no TCC

    Não é incomum que alguns estudantes reaproveitem grande parte ou até totalmente a pesquisa produzida no trabalho de conclusão de curso.

    Com uma investigação já bem estruturada, basta fazer pequenos ajustes para que o projeto de iniciação científica se torne, de fato, um TCC. Dessa forma, o tempo investido na Iniciação é reaproveitado.

    Imagine ter o TCC pronto antes mesmo do início do último ano? Essa é uma das vantagens da iniciação científica. Pergunte ao coordenador do seu curso sobre essa possibilidade.

     

    5. Prosseguimento da pesquisa científica no TCC

    Além do reaproveitamento total, muitos estudantes optam por dar continuidade à pesquisa feita durante a iniciação científica.

    Já com um tema bem delimitado, senso crítico e metodológico, fica muito mais fácil seguir a linha de investigação.

    Chegar ao final da graduação com 2 pesquisas científicas, de uma mesma área do conhecimento, sendo uma a continuidade da outra é, sem dúvidas, um grande feito que pode alavancar sua carreira e facilitar sua entrada em outros níveis da formação acadêmica.

    Segundo estudos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, MCTIC, o aluno que participa de iniciação científica e tem bolsa, possui 2,2 vezes mais chances de entrar em uma pós-graduação.

     

    6. Networking com profissionais e pesquisadores

    Networking é a rede de contatos importantes com outros profissionais da área que todo graduando deve tentar fazer. O aluno da iniciação científica, em comparação ao aluno que optou por não participar, está à frente nesse quesito.

    Fazer iniciação científica também é fazer contatos e ter a oportunidade de trabalhar junto a ótimos pesquisadores, professores e especialistas, que podem te abrir as portas e te ajudar durante toda a sua carreira.

    Compartilhar ideias, oportunidades e críticas com os melhores do ramo, são só algumas das vantagens da iniciação científica.

     

    7. Bolsa de Estudos

    Como incentivo à entrada de estudantes universitários no mundo acadêmico, instituições, como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), oferecem bolsas de estudos para que o graduando possa se dedicar 100% à vida acadêmica.

    É uma ótima oportunidade não só para quem pretende seguir na área de pesquisa científica, mas para quem realmente quer aproveitar todas as experiências, em relação a conhecimento, que a faculdade pode oferecer.

     

    8. Diferencial no mercado de trabalho

    Se você chegou até aqui já sabe como funciona uma iniciação científica e como ela pode te ajudar a concluir seu TCC.

    Mas, fora do âmbito da faculdade, ter participado de um projeto de pesquisa acadêmico pode dar um grande destaque para o seu currículo.

    Possuir artigos científicos e demais produções publicadas em seu nome demonstra interesse e, principalmente, potencial.

    Tudo isso aliado a um ótimo trabalho de conclusão de curso se torna um elemento que te distinguirá dos demais no mercado profissional, que está cada vez mais competitivo.

     

    Encontre mais dicas

    Ingressar em um projeto de iniciação científica é muito importante, mas não é o único jeito de adquirir conhecimento sobre os processos de produção de um TCC. No nosso site você encontra detalhes para não passar aperto na reta final da faculdade!

  • Aprenda Como Fazer um Fichamento de um Texto

    Aprenda Como Fazer um Fichamento de um Texto

    Uma etapa considerada essencial para elaboração de um texto acadêmico, por orientadores e professores, fichamento de conteúdo; ele pode parecer difícil e confuso, confira aqui algumas dicas e entenda como fazer fichamento de texto.

     

    Entendendo o que é fichamento

    Antes de começar a fazer fichamento de texto para um artigo acadêmico é necessário entender a razão de ele ser importante e para que ele serve. Fichamento nada mais é que uma técnica para resumir e organizar as ideias com o fim de ter boas referências no momento de elaboração do seu texto acadêmico.

    Quando o fichamento de livro, foco deste artigo, está bem feito ele ajuda no processo de escrita do trabalho acadêmico e também ajuda no processo de estudo e pesquisa, pois é uma forma de estruturar suas ideias e resumir o que se entendeu do texto e, assim, consequentemente, o trabalho originado deste fichamento de conteúdo será bem escrito e estruturado.

    O fichamento de conteúdo também ajuda na preparação da pesquisa bibliográfica, por ser, em sua essência, um processo de organização e concatenação de ideias fica mais claro o que deve ser pesquisado a mais e o que precisa de mais atenção durante o processo de elaboração de um trabalho acadêmico.

    Em suma, o fichamento tem como função identificar diferentes obras, conhecer o conteúdo sobre o tema a ser estudado, fazer citações, analisar diferentes materiais, elaborar críticas, resumos e resenhas, bem como auxiliar e embasar a produção de textos.

    É um método de estudo pessoal pelo qual você organizará suas ideias para escrever seu trabalho acadêmico.

    Fundamentalmente são três os tipos de fichamentos necessários para se escrever um bom trabalho acadêmico:

    O fichamento de texto basicamente é um resumo com suas ideias principais sobre o texto, o bibliográfico é um resumo de acordo com as principais ideias absorvidas do texto e o fichamento de citação consiste, basicamente, em transcrever e copiar trechos do texto com as palavras exatas de seu autor.

    Os três tipos de fichamento são fundamentais para preparação do texto de acordo com as normas ABNT, norma na qual os textos de trabalhos acadêmicos devem ser escritos com o fim de deixá-los mais confiáveis e organizados.

    O fichamento pode ser feito em fichas de papel, cadernos, bancos de dados, post-its, arquivos, entre outros modos, enfim, a forma que ficar mais fácil de organizar e estudar sobre o tema escolhido para o trabalho acadêmico. Agora que ficou claro quais são os tipos de fichamento e para que servem, a seguir veremos como fazer fichamento de texto.

    exemplo de um fichamento textual

     

    Leitura do material para fichamento de texto

    Esta é uma parte importante do fichamento e do trabalho acadêmico, por meio da leitura atenta do material que será feita a interpretação do texto e, assim, o roteiro com os caminhos a serem seguidos durante o processo de escrita do trabalho acadêmico. Além disso, é por meio da leitura e conhecimento do material que será possível fazer fichamento de conteúdo.

     

    Clareza sobre o tema

    Um pouco óbvio, mas vale a pena reforçar, é necessário ter clareza sobre o tema estudado, porque assim fica mais fácil dividi-lo em tópicos e fazer um roteiro de pesquisa, é necessário entender e ter clareza sobre o que é o tema.

    Nesse momento, pergunte-se como ele pode ser classificado, como ele pode ser explicado, com quais outros temas pode ser relacionado, com quais outros temas se assemelha, entre outros pontos que deixam bem definido os principais elementos do assunto para ficar mais fácil resumir as principais ideias.

    O importante nesta parte é delinear o que é necessário para elaboração do trabalho acadêmico e, consequentemente, fazer o fichamento do material.

     

    Saber fazer resenha ou resumo

    Não basta somente ler atentamente o texto e interpretar suas ideias, é necessário “botar no papel” o que você entendeu, à sua maneira sobre o texto (afinal, esta é a função do fichamento de livro).

    A resenha/resumo consistirá em uma pequena produção textual com os principais pontos ou os mais interessantes, a seu critério, do material em questão, cada livro ou texto deve ter uma breve síntese do que se trata, assim, fica mais fácil buscar referências quando for escrever seu artigo.

     

    Concatenando ideias

    Com a leitura, sabendo claramente os elementos do tema do seu trabalho e fazendo um resumo sobre isso, separadamente para cada material/fonte de estudo e/ou pesquisa, o ideal também é acrescentar um pouco da sua visão pessoal sobre o que aprendeu, grife o texto, leia e releia os trechos que considerar mais importantes, assim fica mais fácil de organizar suas ideias e dissertar sobre o assunto escolhido.

    Faça isso sem pressa, esta é uma das partes mais importantes do seu trabalho, pois é por meio dela que você desenvolverá seu artigo acadêmico e decidirá como é a melhor estrutura de fichamento para futura referência.

     

    Chegou a hora: veja como fazer fichamento de texto

    Os pontos acima deixam bem claro e resumem o que é essencial para você conseguir fazer o fichamento de conteúdo. É importante esclarecer que há vários modos de se fazer um fichamento, não há um método ideal, depende muito de cada um a forma de estruturá-lo, qual é a melhor maneira de criar referências para sua própria consulta no futuro.

    Adiante seguem alguns pontos importantes e sugestões do que colocar no fichamento de conteúdo,

    • Indicações bibliográficas precisas: é importante saber de onde as informações foram retiradas seja para fazer uma nova consulta ou até mesmo atualizar ou editar alguns conceitos inseridos no fichamento;
    • Informações sobre o autor: assim como no item acima, é importante também saber qual o autor, porque conforme se dá o andamento do trabalho, outras fontes deste mesmo autor podem ser pesquisadas;
    • Resumo do material: é essencial para poder escrever seu trabalho acadêmico, é com base no fichamento dos materiais estudados que você escreverá seu trabalho;
    • Citações entre aspas dos trechos considerados interessantes para citação: as citações reforçarão suas ideias e os elementos base sobre o assunto. As citações têm a função de deixar o conteúdo mais autêntico e confiável, transformando-o em uma boa fonte de pesquisa;
    • Comentários pessoais ao longo do resumo: é importante deixar sua marca no texto, transponha suas ideias, dessa forma, evita-se que o texto seja considerado apenas um resumo ou uma espécie de plágio, e seja autoral;
    • Sinalização da parte do artigo acadêmico na qual este fichamento pode ser usado: é necessário saber como organizar as informações pesquisadas e como estruturar suas ideias ao longo do trabalho acadêmico.

    Gostou do texto? Deseja ler mais textos como este? Continue navegando pelo Projeto Acadêmico, um site dedicado a ajudar estudantes, como você, a escrever bons trabalhos acadêmicos.

    *Vídeo da professora Ligia Guelfi

  • Como fazer um PIM (projeto integrado multidisciplinar)?

    Como fazer um PIM (projeto integrado multidisciplinar)?

    Você sabe como realizar a elaboração do PIM? Sabe o que isso significa? Veja nesse artigo tudo que você precisa saber sobre o assunto!

    Muitas pessoas têm dúvidas sobre o que é o PIM (Projeto Integrado Multidisciplinar) e têm buscado informações sobre ele a fim de serem bem sucedidas em seu trabalho acadêmico, o que é compreensível, já que os estudos acadêmicos constituem uma etapa muito importante na  vida delas e um importante passo a ser dado na sua formação.

    Se esse é o seu caso e você deseja obter mais esclarecimentos sobre como fazer um PIM, então está no lugar certo e na melhor companhia. Aqui você terá acesso às melhores dicas para o PIM e verá que ele não é um bicho de sete cabeças, sendo possível ter uma nota excelente adotando algumas estratégias simples e eficazes para produzi-lo.

    alunos reunidos

     

    O que é o PIM?

    Mas antes de nos aprofundarmos no tema e explicar como fazer um PIM, é de substancial importância que tenhamos clareza sobre o que é esse projeto, pois assim o construiremos com maior segurança e efetividade.

    Você deve ter visto na proposta de trabalho que a sigla PIM significa Projeto Integrado Multidisciplinar e isso já diz muito sobre ele. Trata-se de um trabalho acadêmico que abarca várias disciplinas (por isso é multidisciplinar) do seu curso e pode ser feito semestralmente ou até mesmo mais de uma vez por semestre.

    A intenção é mensurar aquilo que você compreendeu do que foi estudado e a capacidade de explanar os seus conhecimentos de maneira científica. Esse é o primeiro passo para você saber como fazer um PIM e atingir uma excelente nota em seu curso!

    O Professor Mestre Fernando Leonel Rodrigues tem um vídeo explicativo sobre o assunto e mostra como ele deve ser feito.

     

    Fique Atento: O PIM não é um TCC

    Muita gente costuma ter essa dúvida porque não sabe ao certo o que é o PIM, mas deve ficar claro que ele não é a mesma coisa que um TCC.

    O PIM é um projeto que pode ser desenvolvido diversas vezes durante o seu curso, pois este é uma verificação de aprendizagem.

    A UNIP (Universidade Paulista) indica que se trata da integração entre o aprendizado acadêmico e a experiência profissional. Sua elaboração não é de todo complexa, mas há excelentes orientações que podem trazer esclarecimentos sobre o assunto.

    Portanto, não confunda o PIM com o TCC, pois eles não são a mesma coisa e devem ser estruturados de maneira diferente, embora os tópicos sejam bastante parecidos. Para saber como fazê-lo, nada melhor que ter boas orientações, por isso nossa equipe traz para você tudo sobre o PIM!

     

    Elaborando o PIM

    Quem vai proceder a elaboração do PIM pela primeira vez normalmente sente certa insegurança e teme pelos resultados que obterá. Isso é natural porque, de fato, trata-se de um trabalho minucioso que exige bastante planejamento e comprometimento do aluno.

    Mas é algo simples que você não precisa temer. E para isso lhe trazemos algumas dicas preciosas para que nunca tenha dúvidas sobre como fazer um PIM.

     

    Dicas para a Elaboração do PIM

    Para que você não tenha dúvidas sobre como deve ser feita a elaboração do PIM, veja essas dicas que temos para lhe dar sobre os passos mais importantes para fazê-lo.

    1.  O estudo das matérias deve ser aprofundado

    Fique atento a isso; como se trata de um trabalho que engloba várias disciplinas, cada uma delas deve ser estudada com profundidade. Tudo deve ser tratado com seriedade quando for elaborar o PIM. Um trabalho feito com razoabilidade normalmente não atinge os resultados esperados.

    Nesse ponto é de extrema relevância que você esteja afinado com as regras de metodologia científica, pois dessa maneira saberá como proceder a pesquisa de maneira ampla e a forma como esses dados devem ser apresentados em seu projeto.

    Para o processo de elaboração do PIM a metodologia científica traz importantes esclarecimentos, sendo interessante buscar cada vez mais informações a esse respeito.

     

    2.  Utilização das regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

    Trazendo ainda mais elementos para que você saiba tudo sobre o PIM queremos indicar que sua produção deve ser feita dentro das normas da ABNT porque se trata de um trabalho acadêmico. Você precisa seguir esse padrão porque é o modelo de produção exigido.

    Trabalhos feitos fora desse eixo não são aceitos pelos professores. Portanto, cuidado com a formatação ao elaborar o PIM. Para saber como fazê-lo corretamente, dentro das regras da ABNT, leia estes artigos!

     

    3.   Tudo sobre o PIM: o que deve conter em sua estrutura

    A estrutura do PIM é padrão e por isso você deve ter o cuidado de confeccioná-lo da maneira correta. Os itens que devem constar são:

    Os artigos sobre regras da ABNT que citamos acima também são bastante esclarecedores nesse sentido, para que saiba efetivamente como fazer um PIM! Analise e você verá como eles trazem ótimas dicas para o seu trabalho!

     

    4.  Dicas para a pesquisa e elaboração do PIM

    A pesquisa é fundamental para a elaboração do PIM porque é isso o que realmente fará a diferença para a consecução do seu projeto. Para isso, a internet é uma grande aliada, desde que você tenha o cuidado de buscar fontes seguras.

    Também é importante procurar a biblioteca da sua faculdade e pedir livros relacionados aos assuntos que serão abordados. Além disso, conversar com professores e pedir esclarecimentos sobre temas complexos e muitas vezes controversos também é uma fonte riquíssima de recurso para a elaboração do PIM.

    Um excelente local para se fazer pesquisas acadêmicas na internet é o site da Biblioteca Nacional, onde diversas fontes estão disponíveis para a sua pesquisa.

    Esse é o processo de pesquisa documental que você pode conhecer melhor fazendo a leitura desse artigo, que irá lhe ensinar como proceder essa pesquisa com segurança.

     

    5.  Fazer o PIM sozinho é uma opção

    Esse é um conselho de nossa equipe que tem muito a ver com o que você, de fato, está disposto a fazer para ter um trabalho extraordinário! É claro que quando você tem colegas comprometidos, vale a pena contar com eles porque isso ajuda e muito devido à divisão dos trabalhos.

    Mas se não forem colegas comprometidos, você terá mais trabalho, dores de cabeça e provavelmente não atingirá os resultados esperados. Portanto, considere fazer seu projeto sozinho se não tiver colegas que irão somar esforços para lhe ajudar a construir uma excelente nota!

    Aqui você teve a oportunidade de conhecer com profundidade o que é o PIM e como elaborá-lo de maneira correta, para que tenha êxito em sua apresentação.

    Contudo, sabemos que ainda podem ter ficado algumas dúvidas pontuais, motivo pelo qual nos deixamos à sua disposição para esclarecer quaisquer questionamentos. Nosso compromisso com você é ajudá-lo a obter os melhores resultados.

    A equipe do Projeto Acadêmico está pronta para lhe atender de maneira pessoal e responder às suas perguntas sobre o Projeto Integrado Multidisciplinar e assuntos correlatos sempre que for necessário.

    Aqui sempre temos a solução ideal para os seus problemas com trabalhos acadêmicos!

    No mais, lhe desejamos bons estudos e boa sorte!