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  • O que é Projeto Integrador? exemplos pronto, como fazer e ideias

    O que é Projeto Integrador? exemplos pronto, como fazer e ideias

    A formação profissional de um estudante requer diversos processos que são cobrados de acordo com o nível de formação. No caso dos cursos de nível superior, há alguns processos que são bem conhecidos como o TCC, e outros que quase não são mencionados, como é o caso do projeto integrador.

    Se você, assim como muitos estudantes não entende nada sobre projeto integrador, fique tranquilo que nós falaremos tudo que você precisa saber sobre esse assunto. Acompanhe este post até o final e descubra todos os detalhes desse importante projeto.

    O que é projeto integrador?

    O projeto integrador se constitui no âmbito estratégico de ensino e aprendizagem, com o objetivo de proporcionar a interdisciplinaridade dos temas abordados nos módulos estudados ao longo do curso. Por isso, esse projeto é considerado o método de pesquisa e extensão de cada módulo integrando toda a disciplina estudada de um modo geral.

    É o projeto integrador que oferece as condições para que haja uma avaliação das competências estudadas pelos estudantes. Neste projeto, as principais características do perfil profissional de cada estudante são ressaltadas e servem para que cada estudante seja avaliado ao término do curso.

    O objetivo principal do projeto integrador é articular de forma teórica e prática, promovendo a valorização das pesquisas individuais e coletivas. Além disso, esse tipo de iniciativa ainda apresenta alguns objetivos específicos, sendo eles:

    1. Contribuir para o aprendizado do estudante através da solução de problemas ambientais e sociais;

    2. Capacitar os estudantes para que eles aprendam a elaborar e expor seus trabalhos através de metodologias adequadas;

    3. Promover esclarecimento, análise e avaliação do que está sendo estudado com o objetivo de descobrir possíveis soluções e novas propostas para um determinado assunto, considerando que essas soluções beneficiem primeiramente a sociedade que o aluno pertencerá quando se tornar um profissional;

    4. Promover uma ligação entre os conteúdos estudados ao longo do curso, abordando temas que se complementam com o propósito de oferecer formação integral para o estudante;

    5. Promover o desenvolvimento da capacidade de planejar e resolver dentro de cada disciplina os problemas enfrentados pelas diversas áreas de formação;

    6. Fazer com que os estudantes tenham como método de resolução de problemas as pesquisas científicas;

    7. Desenvolver a interdisciplinaridade entre os alunos por meio da construção do conhecimento coletivo;

    8. Criar um sistema de informação que integra os diferentes níveis conceituais, lógicos e físicos.

    Exemplos de projeto integrador pronto

    Como é feito um projeto integrador

    Para atender a todos os objetivos que já mencionamos sobre o projeto integrador, este método educacional deverá ser conduzido pela forma de organizar o projeto, a escolha do tema e a avaliação. Esse tipo projeto pode ser elaborado com regras específicas de cada instituição de ensino, mas de um modo geral, a maioria dessas instituições aplicam a seguinte organização:

    Organização do projeto

    • Formação de grupos de 3 a 5 participantes no total;
    • Professores da disciplina em questão devem orientar os grupos para andamento do módulo;
    • Ao término do módulo, o projeto será entregue para avaliação juntamente com a apresentação final feita pelo grupo conforme o cronograma de cada instituição;
    • Durante a apresentação final, os estudantes deverão apresentar todos os itens obrigatórios do projeto.

    Escolha do tema

    O tema será escolhido de acordo com as situações ou problemas apresentados no módulo de estudo. Esse tema poderá ser utilizado no projeto integrador e no TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Algumas instituições de ensino oferecem o tema para os estudantes, enquanto que outras permitem que cada grupo defina um tema para o projeto.

    Avaliação

    Após a entrega do projeto integrador, o grupo deverá apresentar o trabalho feito para os tutores orientadores e os demais coordenadores do curso e de todo o projeto integrador realizado na instituição. A avaliação em si será feita tendo como base o cumprimento de todas as etapas e dos critérios que são definidos por cada instituição de ensino para a avaliação desse projeto educacional.

    Estrutura do projeto integrador

    De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o projeto integrador é composto dos seguintes elementos: pré-textuais, textuais e pós-textuais. Se você já está acostumado com o TCC e outros trabalhos acadêmicos como esse saiba que o projeto integrador não varia muito nesse quesito, pois ele também segue normas e regras pré-definidas.

    Considerando os elementos que mencionamos, temos os seguintes itens para cada um dos elementos textuais:

    • Textuais – introdução, delimitação do tema, justificativa, objetivos, desenvolvimento, metodologia, resultados esperados, cronograma, entre outros; Para ver todos os elementos: https://projetoacademico.com.br/
    • Pós-textuais – referências bibliográficas, apêndice e o anexo.

    Como fazer um projeto integrador

    Como já mencionamos, o projeto integrador é realizado em grupo com o objetivo de promover a integração dos módulos estudados a partir de um tema proposto ou escolhido pelo grupo de estudantes. O intuito neste projeto é promover o conhecimento, criar soluções, estimular o trabalho científico, entre muitos outros.

    Sendo assim, o projeto integrador iniciará em todos os casos pela organização realizada pela instituição. Com base nessa organização, definição do tema e designação do grupo, cada estudante poderá seguir com a elaboração do projeto integrador.

    Tendo o tema definido, o método de pesquisa, o objetivo do estudo e outros aspectos já acordados pelo grupo, você poderá seguir com as seguintes dicas para fazer o projeto integrador:

    • Pesquise: um dos objetivos do projeto integrador é estimular as pesquisas científicas. Mas isso não significa que você deve ficar limitado a estudar o trabalho de outros pesquisadores. Você pode fazer sua própria pesquisa e desenvolver soluções que antes não foram pensadas;
    • Planeje: para que seu projeto saia do papel é preciso planejar tudo que você precisará fazer para executá-lo. Isso significa determinar um horário para o estudo, criar um cronograma, especificar como você e seu grupo farão o projeto integrador, entre outros itens desse tipo. O ideal é que você planeje todos os detalhes para que suas ações sejam mais efetivas.
    • Execute: não fique preso apenas na organização do seu trabalho. Você deverá executá-lo seguindo cada uma das etapas que você determinou através do planejamento. Coloque em prática tudo que você planejou e seja disciplinado para não deixar o projeto de lado.
  • Como começar uma Dissertação: veja como iniciar a sua

    Como começar uma Dissertação: veja como iniciar a sua

    Há vários momentos na vida de um estudante em que é preciso escrever uma redação. Esse item tido muitas vezes como classificatório, é cobrado em vestibulares, exames de admissão, concurso público e até mesmo em entrevistas de emprego. Por isso, é fundamental que todos os indivíduos saibam escrever uma boa redação, seja ela narrativa ou dissertativa.

    Para quem vai começar uma dissertação, dar o primeiro passo neste texto é quase sempre o maior desafio. É pensando nisso que preparamos várias dicas e formas de começar uma dissertação. Se você está nesta situação, confira esse post até o final e aprenda todas as dicas de como começar uma dissertação.

    Dicas de como iniciar uma dissertação

    Antes de qualquer coisa, você precisa entender o que é uma dissertação. Isso porque muitos estudantes começam a escrever esse modelo textual sem nem mesmo saber o que ele representa e quais são suas características. Uma redação dissertativa é um texto que além de influenciar na opinião do leitor através de argumentos, mostra um posicionamento em relação a determinado tema. Por isso, é importante que você conheça alguns aspectos desse tipo de texto.

    A estrutura de uma dissertação, por exemplo, é composta por: introdução, desenvolvimento e conclusão. Sabendo dessa estrutura você já sabe o passo a passo de como o seu texto deverá iniciar, desenvolver e terminar. Veja a seguir algumas informações importantes sobre cada uma dessas etapas de uma dissertação:

    Introdução

    A introdução é composta por um parágrafo curto, indo de 3 a 4 linhas. Nesta primeira etapa a ideia central do texto é apresentada de forma introdutória. Isso significa que o autor deve informar a ideia que será discutida, mas sem dar muitos detalhes de todo o conteúdo. Por isso, a introdução deve ser curta e objetiva para que o leitor apenas entenda o seu posicionamento sobre o tema e a ideia que você deseja abordar ao longo da dissertação. Introdução TCC seguindo a ABNT

    Desenvolvimento

    O desenvolvimento é composto por dois ou três parágrafos que variam entre 4 e 5 linhas. Nestes parágrafos é preciso apresentar argumentos para o seu posicionamento sobre o tema abordado. Por isso, é importante que você apresente bons argumentos para convencer o leitor do seu ponto de vista. Lembre-se sempre de apresentar mais de um argumento diferente para que o leitor veja que a sua opinião tem fundamento.

    Conclusão

    Por fim, a conclusão é a etapa que encerra o seu texto, e assim como a introdução, ela é composta quase sempre por um parágrafo curto com tamanho de 3 a 4 linhas. Nesta etapa você deverá encerrar todos os seus argumentos apresentando soluções ou uma visão sobre as possibilidades do tema discutido.

    *Vídeo do Professor Noslen

    Principais formas de começar uma dissertação

    Considerando os mais variados temas e posicionamentos, há um certo padrão de como os textos são iniciados. No caso de uma dissertação, esse padrão pode auxiliar na forma como você iniciará a sua dissertação. Por isso, separamos as principais formas de começar uma dissertação para que você se inspire. Confira a seguir quais são elas:

    1. Conceito

    A forma mais comum de começar um texto dissertativo é conceituando uma ideia. Isso significa trazer o conceito de determinada ideia para o foco da introdução. Esse tipo de abordagem torna seu argumento mais sólido e coerente. Veja um exemplo a seguir:

    “A violência é caracterizada por toda ação marginal que atinge qualquer pessoa de forma irreversível…”.

    Dica: utilize um dicionário para conceituar ideias, palavras e outras informações.

    2. Dados estatísticos

    Começar um argumento com dados estatísticos é o mesmo que embasar toda a sua ideia de forma científica. Por isso, você terá mais chances de que o leitor fique preso ao seu texto e confie na sua palavra. Veja um exemplo:

    “Cerca de 48% das pessoas que vivem nas grandes cidades brasileiras já foram molestadas, esse número reforça a ideia de insegurança que essas regiões do país proporcionam para os habitantes…”.

    Dica: utilize fontes confiáveis para embasar seus argumentos, lembrando sempre de mencionar tais fontes ao longo do conteúdo.

    3. Figura de linguagem e metáforas

    Usar uma linguagem metafórica ou figurativa é uma ótima forma de iniciar uma dissertação. Mas é preciso tomar alguns cuidados nesse tipo de abordagem, pois dependendo das palavras e do contexto que você utilizar a dissertação ficará comprometida. Veja como utilizar esses métodos linguísticos em sua dissertação:

    “Números de prontuário e doenças se tornaram os nomes de muitos pacientes no mundo…”.

    Dica: cuidado com as figuras de linguagem e metáforas que serão utilizadas para não causar mal-entendidos em seu texto.

    4. Narração

    Outra ótima forma de começar uma dissertação é utilizando uma linguagem narrativa. Sim, você pode fazer isso em um texto dissertativo. Mesmo parecendo um conflito de tipo textual, iniciar uma dissertação de forma narrativa também é válido. Veja um exemplo:

    “Durante 30 semanas, agentes de saúde pública promoveram a conscientização sobre as consequências do tabagismo nas principais cidades do país…”.

    Dica: para narrar um acontecimento é preciso informar dar referências de temporalidade e local. Redação Narrativa: veja como fazer, nossas sugestões e exemplos prontos

    5. Contestação

    Começar um argumento contestando opiniões, dados e outras informações tidas como comuns é chamado de argumento de contestação. Este tipo de abordagem permite que você desmistifique uma ideia, quebre padrões e estabeleça dúvidas para o leitor sobre algo que muitas vezes ele acreditou que era verdade. Veja um exemplo de como fazer isso:

    “Embora as mídias mostrem a mulher como uma figura que conquistou todos o seus direitos, há muitas lacunas que ainda precisam ser preenchidas…”.

    Dica: procure conceitos que realmente sejam observados e que possam ser contornados com um bom argumento.

    Como escolher a melhor abordagem

    Sabendo dessas diversas formas de começar uma dissertação, você deve estar se perguntando qual delas é a melhor. Na verdade, não há uma opção única para essa resposta, pois a melhor abordagem dependerá do tema da sua dissertação, dos argumentos que você utilizará, entre outras características.

    Sendo assim, anote essas informações de forma organizada em um papel e defina quais seriam as melhores abordagens para aquele assunto. Após anotar todas essas informações, como os argumentos do seu texto e a ideia central, faça uma comparação entre as diferentes abordagens para ver qual é a melhor para o seu texto.

  • TCC sobre TDAH: dicas, sugestões, temas e orientações

    TCC sobre TDAH: dicas, sugestões, temas e orientações

    O tema de um TCC é um dos assuntos mais importantes quando é necessário realizar esse tipo de trabalho, pois é ele quem definirá o assunto que será discutido, assim como a sua relevância para a sociedade. Por isso, ao escolher o tema o estudante deve conferir várias informações sobre esse assunto antes de realmente começar a fazer o TCC.

    Se você escolher TDAH como tema do seu TCC, saiba que esse tema tem grande importância para a sociedade, pois trata-se de um assunto da atualidade que precisa de estudos. Sendo assim, você ainda poderá contribuir de forma científica sobre esse transtorno, podendo ajudar muitas pessoas. Veja a seguir todas as dicas que preparamos para você abordar este tema.

    Imagem de TDAH

    TCC sobre TDAH

    Considerado um dos problemas mais comuns em crianças atualmente, o TDAH é o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, o famoso distúrbio da hiperatividade que tantas pessoas confundem com temperamento “agitado”. Determinado apenas por diagnóstico médico, o TDAH trata-se de um distúrbio neurobiológico que afeta principalmente as crianças, pois ele aparece nesta faixa etária. No entanto, o distúrbio quase sempre acompanha esses indivíduos ao longo da vida.

    Esse transtorno é caracterizado por uma combinação de vários sintomas, tais como a hiperatividade (que é uma inquietude motora), desatenção e impulsividade. Além disso, esses indivíduos apresentam predominantemente o DDA, que é o Distúrbio do Déficit de Atenção. diferente do que muitos pensam, o TDAH não é uma doença, mesmo ele sendo um problema neurobiológico. Se não há doença, também não há uma cura comprovada para esse problema. Existem apenas tratamentos que auxiliam no convívio do indivíduo.

    Quase sempre os sintomas do TDAH aparecem ainda na infância, mas o diagnóstico fica mais evidente quando a criança começa a frequentar a escola. Isso porque quem tem esse transtorno apresenta grande dificuldade em manter a atenção na aula, não consegue ficar parado e quase sempre não termina o que começou.

    A Associação Brasileira do Déficit de Atenção, que é a instituição responsável por fornecer dados e realizar ações sobre o TDAH, informou por meio de uma pesquisa que 3 a 5% de toda a população infantil do mundo possui TDAH. Já no caso dos adultos, esse transtorno é estimado em 4% da população mundial.

    Tema e abordagem no TCC

    Considerando todos esses dados podemos dizer que esse assunto é muito importante para a sociedade por alguns motivos: as pessoas precisam aprender a diferenciar o TDAH de um comportamento “agitado”, é preciso conscientizar as pessoas de que TDAH é um assunto sério, e o TDAH ainda precisa de mais estudos para que uma cura seja encontrada ou para que tratamentos mais eficazes sejam desenvolvidos.

    Sendo assim, se você abordar este assunto em seu TCC isso significará muito para as pessoas que convivem com esse transtorno, pois você estará contribuindo de alguma forma para que a vida desses indivíduos melhorem. Considerando este tema, separamos as principais abordagens e tópicos que você poderá utilizar. Veja a seguir quais são eles:

    Principais problemas enfrentados por indivíduos com TDAH

    • Definição de TDAH com características da doença;
    • Quais são os problemas enfrentados por quem possui TDAH;
    • Como o TDAH afeta a vida dos indivíduos que possuem esse transtorno;
    • Aspectos emocionais de quem sofre com o TDAH.

    Conscientização sobre o TDAH e a importância de falar sobre esse assunto

    • Por que é importante discutir sobre TDAH;
    • Como a sociedade vê os indivíduos com TDAH;
    • Discriminação e outros problemas de socialização enfrentados por quem tem TDAH;
    • Diferença entre TDAH e “achismos” de pessoas desinformadas;
    • Como a conscientização pode mudar a vida de quem tem TDAH.

    Diferentes tratamentos para TDAH

    • O que é TDAH;
    • Quem são os principais afetados pelo problema;
    • O que causa o TDAH e quais são suas principais consequências;
    • Quais são os tratamentos disponíveis para o transtorno;
    • Métodos alternativos que prometem melhorar os sintomas do TDAH.

    Os fatores que diferenciam um indivíduo com TDAH

    • Definição de TDAH com características do transtorno;
    • Indivíduos mais afetados pelo transtorno;
    • Sintomas do TDAH que se diferenciam de outras doenças;
    • Principais problemas sociais e intelectuais de quem convive com o TDAH.

    Estudos e pesquisas sobre TDAH

    Para quem já decidiu que irá abordar esse tema no TCC, é importante que você tenha em mente que você pode fazer a diferença dentre deste assunto trazendo o TDAH para dados científicos. Se você estiver fazendo uma faculdade na área de psicologia, psiquiatria ou qualquer outra área que aborde este tema, você terá um bom aparato para poder desenvolver estudos e pesquisas sobre o TDAH.

    Já pensou se você acaba descobrindo algo que ninguém viu ainda sobre esse transtorno? Isso é possível, aliás, a maioria dos estudos e descobertas sobre doenças, transtornos, comportamentos, entre tantas outras coisas, são desenvolvidos a partir de estudos cotidianos realizados em universidades. É a partir de projetos simples, como um TCC, que os pesquisadores obtêm mais dados e informações para realizar novos estudos e desenvolver teorias, métodos, tratamentos e até mesmo cura.

    Conscientização sobre TDAH

    Por ser um transtorno difícil de ser diagnosticado é comum que as pessoas se surpreendam ao saber que determinada pessoa possui TDAH. Quando isso acontece, também é comum ouvir pessoas dizerem que 7″fulano não tem TDAH, só é muito agitado“. Ou mesmo os pais quando recebem esse diagnóstico em relação ao filho e desacredita que isso seja verdade, pois acham que o filho só é mais agitado que as demais crianças.

    Independente de como é visto esse tema, o TDAH é sempre alvo de desconfiança e muita falta de informação. Por isso, discutir esse tema em seu TCC trará o assunto a tona, o que promoverá conhecimento e conscientização para a sociedade. Informar as pessoas de que esse transtorno existe e que ele afeta a vida de muitas pessoas é muito importante, e isso fará muita diferença para quem passa por esse problema.

    Dicas para escrever o TCC

    • Planeje seu trabalho;
    • Anote tudo que achar relevante;
    • Organize as informações do seu TCC, como citações;
    • Aprenda as normas para formatação;
    • Estude bastante e seja disciplinado;
    • Crie uma rotina para fazer o TCC;
    • Estabeleça horários em um cronograma de estudos.
  • Dissertação Argumentativa: estrutura, exemplo e dicas de como fazer

    Dissertação Argumentativa: estrutura, exemplo e dicas de como fazer

    Conheça os requisitos básicos da estrutura de uma dissertação argumentativa.

    Você realmente sabe escrever um texto argumentativo? A resposta para esta pergunta pode fazer a diferença entre alcançar uma meta ou ficar fora do planejamento de vida. Isso porque o texto dissertativo argumentativo é cobrado em diversas situações como processo classificatório ou até eliminatório.

    A boa notícia é que trouxemos para você um guia completo explicando o que é uma dissertação argumentativa e como escrever um texto ideal.


    O que é uma dissertação argumentativa

    O texto dissertativo argumentativo é o mais conhecido, principalmente quando se trata da famosa redação escolar exigida na maioria dos vestibulares. Antes, porém, de falar sobre a estrutura, vamos ver como o dicionário Aurélio conceitua a dissertação argumentativa:

    • Dissertação: discurso, exposição ou exame minucioso sobre um assunto.
    • Argumentação: meio usado para persuadir, para tentar convencer alguém, fazendo com que esta pessoa mude de ponto de vista ou de maneira de agir.

    A partir dos conceitos supracitados, podemos concluir que se trata de um texto que aborda minuciosamente um assunto com a intenção de converter o ponto de vista do leitor.

    menina escrevendo no caderno

    Como fazer um texto dissertativo argumentativo

    Já parou para pensar que argumentamos todos os dias? Seja para escolher qual carro comprar ou para decidir entre almoçar ou lanchar. Estando duas pessoas com opiniões divergentes, inicia-se a argumentação.

    O problema aparece na hora de formalizar na escrita o que tão naturalmente fazemos na comunicação oral. Como a escrita tem a característica de organizar um discurso em determinada estrutura, vamos entender como se constrói este gênero textual.

    *Vídeo de Aula Livre

    A estrutura da dissertação argumentativa

    Mas o que é gênero textual? Vamos recorrer à “Gramática do Português Brasileiro do renomado professor e linguista Ataliba de Castilho (2012):

    Toda e qualquer forma de manifestação do discurso produzida pelos falantes em uma determinada esfera social do uso da linguagem. Dado seu caráter social, o gênero é uma forma codificada historicamente por uma determinada cultura, visando a comunicação entre seus membros.

    O gênero textual é a estrutura e as peculiaridades de abordagem de determinada categoria de texto. As receitas, por exemplo, possuem uma estrutura comum, assim como os ofícios, cartas, e-mails etc. são todos gêneros textuais.

    A pergunta é: Qual a estrutura da dissertação argumentativa?

    Muito simples, como qualquer texto, este possui um início, um meio e um fim, veja a seguir:

    Introdução (tese)
     Desenvolvimento (Problematização e argumentação)
    Conclusão (intervenção/proposta de solução)

    A introdução da dissertação argumentativa

    Iniciar um texto é sempre um desafio! Mas existem caminhos que facilitam essa missão. Um deles é fazer uma pergunta

    Por que esse é o meu posicionamento?

    A resposta para esta pergunta servirá perfeitamente como o início ideal de um texto argumentativo, onde uma tese será apresentada de forma clara e objetiva.

    O desenvolvimento da dissertação argumentativa

    Após apresentar o assunto e esclarecer o posicionamento, será necessário escrever o desenvolvimento. Uma forma segura será dividindo em duas partes: problematização e argumentação.

    Problematização

    Imagine-se chegando ao seu marido, esposa, pai, mãe ou alguém próximo, que ajuda nas despesas da sua casa, com a missão de convencer a trocar de carro.

    Qualquer pessoa, mediante esse desafio, começa mostrando o porquê o veículo atual deve ser substituído. Sendo assim, você certamente mostraria todos os problemas do veículo, como a autonomia, a depreciação do motor e das peças, a falta de conforto e espaço…

    Essa situação exemplifica o próximo passo, que é mostrar o(s) problema(s) do assunto em questão. Para isso, responda à seguinte pergunta:

    Por que esse assunto representa um problema para a sociedade atualmente?

    Perceba que foram utilizadas as palavras sociedade e atualmente. Isso porque qualquer texto dissertativo argumentativo não é de interesse individual, uma vez que para argumentar é necessário existir dois pontos de vista discordantes.

    Atualmente porque não tem sentido debater um assunto finalizado, concorda?

    A problematização é muito importante, pois serve para provar para o leitor que o texto é relevante ou seja, que vale a pena ser lido.

    Argumentação

    Chegamos na parte mais importante do texto, afinal é um texto argumentativo!

    Como mencionado anteriormente, é um texto que se utiliza de recursos para para persuadir o leitor, com a intenção de convencer, mudar a perspectiva de alguém sobre um ponto crítico de pensamento.

    Sendo assim, é também, geralmente, a maior parte do texto. Veja a seguir as três perguntas  serem respondidas.

    Quais os argumentos que fundamentam a minha tese?

    Note a relação entre esta parte com a tese. Considerando ser a tese a primeira parte do texto, nela está o posicionamento. Aqui são apresentados argumentos que darão sentido ao ponto de vista apresentado.

    Os argumentos podem ser:

     Dados
    Citações
     Leitura de gráficos
    Teorias
    Argumentos de lógica

    O site Ciberduvidas da Língua Portuguesa esclarece que os argumentos podem ser quase lógicos, baseados na estrutura do real, fundadores da estrutura do real e por dissociação.

    A conclusão da dissertação argumentativa

    Concluir qualquer assunto exige muito cuidado. Principalmente quando se trata de um texto argumentativo em que, por se tomar um partido, deve-se também apresentar uma sugestão para solucionar o problema que foi levantado no texto.

    Por isso, a pergunta cuja resposta é ideal para se concluir um texto é:

    Qual a minha proposta para solucionar o problema?

    Perceba a relação que a conclusão mantém com a problematização, assim como a argumentação se relaciona diretamente com a tese (introdução) do texto.

    Resumindo…

    Estrutura texto argumentativo
    Estrutura

    Este é apenas um método dentre tantos que existem para qualquer produção textual de uma dissertação argumentativa.

    A dissertação argumentativa serve apenas para escrever redação?

    Aprender a argumentar em uma dissertação é útil para além da tradicional redação escolar, uma vez que servirá também para quaisquer outros contextos em que a argumentação é fundamental, seja oral (debates, negociações, discursos) ou escrito.

    Para fazer um projeto acadêmico, por exemplo, é fundamental, em certo ponto, apresentar argumentos, problematizar e concluir.

    Aspectos gerais do seu texto argumentativo dissertativo

    Não se esqueça que para produzir um texto fluido, é necessário conhecer e aplicar os aspectos de textualidade. Veja abaixo oito deles:

    1. Coesão
    2. Coerência
    3. Linearidade
    4. Clareza
    5. Concisão
    6. Objetividade
    7. Informatividade
    8. Correção gramatical

    Este é o texto perfeito…

    … e certamente a partir de todas as informações contidas neste artigo, você poderá começar a escrever a sua dissertação argumentativa com maior propriedade. Lembre-se que o importante é apresentar um texto tão bom que sirva para o leitor como razão para prosseguir a leitura.

  • Aprenda como colocar Fórmulas e Equações corretamente no seu TCC (ABNT)

    Aprenda como colocar Fórmulas e Equações corretamente no seu TCC (ABNT)

    Aprenda a usar qualquer tipo de equações e fórmulas no TCC.

    Se você está prestes a fazer seu TCC, já percebeu que terá que conviver com as normas da ABNT. Nessa altura do campeonato não podem haver falhas desse tipo. Ao inserir fórmulas e equações no seu trabalho, você precisa garantir que tudo estará dentro dos conformes. Confira abaixo tudo o que precisa saber sobre o tema para que seu TCC seja produzido corretamente.


    Produzindo seu TCC

    Agora que você já chegou aqui, deve ter noção sobre as regras básicas da ABNT, como espaçamento, listas, bibliografias, etc. Caso contrário, não se preocupe. As dicas aqui servem para qualquer trabalho acadêmico que precisem estar nas normas da ABNT.

    Assim como todos os tipos de inserções em um trabalho acadêmico como citações, ilustrações, fotografias, trechos e etc; possuem regras específicas para serem introduzidos, isso não é diferente com fórmulas, cálculos e equações.

    Inserindo as equações e fórmulas no TCC

    Vamos ao que interessa. Se está pensando que será algo muito difícil e complicado, você se enganou. Não se preocupe, pois não terá trabalho com isso. A introdução em si não possui regras específicas e nem nenhum trecho na ABNT falando sobre o assunto, mas existem condições especiais. Você vai entender melhor abaixo:

    1. Introduzindo os números normalmente durante o texto

    Você pode introduzir as equações e fórmulas no seu TCC normalmente durante o desenvolvimento. Basta ficar atento à legibilidade e ao espaçamento. Não use isso em hipótese alguma se houver uma sequência de fórmulas ou equações.

    Por exemplo: “A fórmula de Bhaskara é Ax² + Bx² + c = 0 e a aplicação é…”. Nesse caso, deixe tudo perfeitamente espaçado e em negrito para destacar.

    • Se houver uma sequência, esse método não é recomendado, por questões estéticas e de legibilidade. Logo é recomendado para fórmulas, mas não para equações e cálculos
    • O negrito não é obrigatório, mas muito recomendado. Caso contrário os números podem se perder no processo, a legibilidade fica difícil e, geralmente, quando um TCC desse tema vai ser analisado, os números são o principal

    2. Introduzindo os números separadamente

    Esse método é mais recomendado para equações do que para fórmulas, a não ser que sejam grandes. Se trata de escrever cada fórmula ou parte da equação em uma linha específica. Você pode centralizar ou deixar à esquerda, depende do seu gosto e de como fica a estética do seu TCC. Confira o exemplo abaixo:

    – 2x = – 27

    4      

    – 2x = – 27·4

    – 2x = – 108

    x = – 108

    – 2

    x = 54

    Você também pode centralizar a equação se preferir.

    – 2x = – 27

    4      

    – 2x = – 27·4

    – 2x = – 108

    x = – 108

    – 2

    x = 54

    Por não haver uma regra específica, você terá que ter o tato para saber qual se encaixa melhor no seu trabalho e em que momento. Algumas considerações sobre esse método:

    • Use para contas, como no exemplo acima. Simples fórmulas ou números que aparecem não são recomendados. Caso contrário haveria um grande espaço para uma pequena fórmula. Isso atrapalha a estética do trabalho

    x + 7³ – 25 = x3                     

    Como você pode conferir no exemplo acima, isso atrapalha e quebra o andamento do texto, por algo pequeno que poderia ser explicado em uma linha. Acrescentar uma outra equação pequena, abaixo, para um outro ponto e prosseguir escrevendo atrapalha a legibilidade mais ainda

    • A questão de usar os números centralizados ou à esquerda também cabe à você, mas é preciso ter bom senso de optar por apenas um, ou, no mínimo, saber quando vai usar cada um deles. Alternar simplesmente poderia custar a estética e organização do seu TCC
    exemplo do uso de fórmulas no TCC
    Exemplo de fórmulas no TCC

    Alguma equação ou fórmula deve ter referência?

    Sim! Principalmente trabalhos de outros acadêmicos, devem ser devidamente referenciados. Ao inserir fórmulas, cálculos e equações, ou se optar, uma imagem da equação ou fórmula de alguém, você deve deixar muito claro no texto à quem pertence.

    Novamente não existe uma regra explícita sobre isso, dizendo exatamente como se referenciar equações, mas siga um padrão parecido com os da imagens. Insira a fórmula e a seguir, no texto, explique quem a criou. Os créditos também devem estar nos elementos pós-textuais.

    Simplesmente inserir equações e fórmulas de outras pessoas pode te causar problemas por questões éticas, envolvendo a produção de conteúdo intelectual. Isso pode, além dos problemas judiciários, prejudicar a vida acadêmica. Você não quer fazer isso justamente no seu TCC, certo?

    Se colocar imagens de uma equação, deve referenciar assim como faz com qualquer tipo ilustração ou fotografia. Nesse caso, você daria os créditos da ilustração (mesmo que fossem suas) e também os créditos de quem criou a equação.

    Para todas as matérias?

    As dicas acima são válidas para todas as matérias que utilizem números e vão além. É comum que não apenas matérias como física ou matemática utilizem essas fórmulas, mas também química e biologia, entre outras, as utilizam. Em todos os casos, as regras seriam as mesmas.

    No caso de matérias como administração e economia que utilizam números e valores, funcionaria do mesmo jeito. Mesmo para valores pequenos, exemplos com dinheiro, porcentagem, frações, cálculos simples, enfim.

    A filosofia e outros ramos do ensino possuem uma matéria chamada lógica. Basicamente existem equações como essas, mas são utilizadas letras. Tem um funcionamento diferente dos números, mas as regras para inseri-los no TCC são basicamente as mesmas. A diferença é que em vez de usar exemplos como “1 + 2 = 3” ou “2x -4x = 0”, vai utilizar o padrão da matéria.

    Nesse caso é recomendado que usem o segundo exemplo. Centralizando ou deixando à esquerda, mas cada cálculo de lógica, na sua linha. Para facilitar o entendimento. Mesmo que seja curto, é algo que se desenvolve.

    Para formular seu TCC com eficácia

    Agora que já sabe como inserir quaisquer fórmulas e equações no seu trabalho, não fique em dúvida sobre nenhuma outra norma da ABNT. Basta acessar esse site, o Projeto Acadêmico, e conferir tudo sobre o universo acadêmico e científico. Tudo o que você precisa para se dar bem no TCC está aqui.

  • Estrutura de um Artigo: veja nossas dicas e sugestões para montar um artigo perfeito

    Estrutura de um Artigo: veja nossas dicas e sugestões para montar um artigo perfeito

    Saiba qual a estrutura correta de um artigo científico e como redigi-lo seguindo as normas da ABNT.


    Provavelmente você já deva saber que produzir um trabalho acadêmico, esteja ele em qualquer formato, como TCC, monografia, artigo científico, PIM, entre outros, não é uma tarefa das mais fáceis.

    Dúvidas referentes à formatação de acordo com as normas da ABNT, padrão de escrita e estruturação são algumas das mais comuns que pairam sobre a cabeça dos estudantes acadêmicos.

    Falando da estruturação de um artigo científico, há algumas partes que são essenciais em um trabalho acadêmico deste tipo, e este artigo reúne e explica cada uma delas.

    O que é um artigo científico?

    De acordo com definição da NBR 6022 da ABNT, que teve sua última revisão e modificação no ano de 2003, um artigo científico é uma “publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.”

    Um artigo científico nada mais é que um relato de resultados, estes provenientes da pesquisa de um determinado fenômeno ou qualquer que seja o objeto de estudo, com a principal finalidade de apresentar publicamente os dados pesquisados.

    Por meio dele se discute ideias, métodos, processos e resultados em geral sobre a pesquisa realizada, tendo a possibilidade de posteriormente ser publicado em algum periódico.

    Qual a estrutura correta de um artigo científico?

    Muitos estudantes possuem dúvidas em relação a estruturação de um artigo científico, se você é um deles já pode ficar mais tranquilo pois não é nenhum bicho de sete cabeças.

    Agora que você já sabe o que é um artigo científico, tenha em mente que a sua estrutura é a mesma que os demais trabalhos apresentam, contendo elementos pré-textuais, textuais e por fim os elementos pós-textuais e com algumas categorias em cada um deles. Veja a seguir:

    1. Elementos pré-textuais de um artigo científico

    Nos elementos pré-textuais de um artigo científico devem estar presentes informações referentes a autoria e temática do texto, bem como o nome da instituição de ensino.

    Nestes casos também é recomendável que nas notas de rodapé insira-se informações de contato do aluno.

    Ainda nesta mesma categoria, aparece o resumo, que apresenta de maneira breve e sucinta o objetivo do trabalho acadêmico, bem como todos os principais pontos que serão abordados no decorrer do artigo.

    Logo após este resumo estão as palavras-chave, que são de extrema importância para o trabalho acadêmico pois são elas que servem como referência de pesquisa, além de promover um reconhecimento prévio do tema, por esses motivos elas devem ser bem pensadas e escolhidas de forma que representem com louvor o sentido e contexto do texto e alcance a compreensão de todos os leitores.

    2. Elementos textuais de um artigo científico

    Dentro da categoria de elementos textuais de um artigo científico, estão:

    A introdução também deve apresentar, de maneira breve, a temática e os objetivos a serem alcançados por meio daquela pesquisa, bem como discorrer um pouco sobre a metodologia utilizada, de maneira a dar uma visão geral para o leitor dos assuntos que serão abordados.

    A partir da introdução é preciso começar a trabalhar no desenvolvimento do artigo, que envolve de forma mais profunda e explicativa a metodologia utilizada, a fundamentação teórica do trabalho, os resultados e dados colhidos e por fim a conclusão.

    Essa parte do artigo científico possui um caráter muito mais descritivo e é necessário dar detalhes sobre o material que foi utilizado, bem como o que foi feito para que se chegasse a uma conclusão para a problemática apresentada sobre determinado fenômeno ou objeto de estudo.

    Na conclusão é essencial que haja informações sobre a interpretação do resultado, deduções sobre as descobertas e sempre deve responder aos questionamentos levantados no decorrer do artigo.

    É importante também que você apresente ao final do trabalho acadêmico, recomendações e projeções para o futuro referente ao tema estudado.

    3. Elementos pós-textuais de um artigo científico

    Nos elementos pós-textuais de um artigo científico estão inseridos as referências e possíveis informações adicionais, como notas explicativas, resumo em língua estrangeira, entre outros, ondes estes podem aparecer como elementos opcionais, como apêndice, anexos, glossário, entre outros.

    Nesta categoria também estão inclusos os agradecimentos a instituição de ensino e contribuintes do estudo e pesquisa em geral, sejam eles de forma ativa como entrevistados, ou de forma passiva como familiares e amigos.

    As referências seguem especificações conforme NBR 6023 e tem certas especificações para que sejam apresentadas de forma correta e padronizada em um trabalho acadêmico.

    A regra geral para que o referencial seja padronizado e facilite a busca pelos títulos na pesquisa é:

    SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra (negritado). Edição (salvo quando esta for a primeira publicação). Cidade da publicação: Editora, data da publicação.

    Um exemplo disso:

    CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004.

    Caso haja consulta de referencial pela web, também é preciso identificar o endereço eletrônico de onde foi retirado algum conteúdo ou serviu de consulta, bem como a data de acesso.

    Confira um exemplo fictício:

    CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004. Disponível em: <www.profeltonorris.files.wordpress.com.br/chiavenato-2004.pdf>. Acesso em: 24 jan. de 2019.

    Você também pode conferir o que a norma pede na íntegra na imagem abaixo:

    exemplo de estrutura

    Lembre-se de sempre seguir as regras e especificações da ABNT, não só no material referencial como em todo o artigo, para que assim você possa fazer a entrega de seu trabalho acadêmico sem ser barrado ou sofrer maiores problemas por causa da padronização do mesmo.

    Uma grande dica é que você já aplique as regras de formatação no trabalho à medida que for redigindo o mesmo, pois isso economizará tempo e fará com eu você encare essa tarefa de uma forma mais leve.

    Como redigir trabalhos nota 10

    Se você está com alguma dificuldade em seu TCC, seja em qualquer parte dele, ou até mesmo sobre o que é artigo científico, você encontra conteúdos exclusivos e de qualidade que poderão te ajudar no site do Projeto Acadêmico e tudo isso gratuitamente.

    Quer tirar uma nota 10? Acesse os conteúdos e produza um trabalho com excelência digno desta nota!

  • Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Mesmo no meio universitário, nem todos conhecem ou se lembram de todos os gêneros textuais, mas isso não é um problema. Nesse texto, a seguir, você poderá conferir todos os detalhes para fazer um artigo de opinião impecável.


    O que é um artigo de opinião?

    Você, primeiramente, precisa entender o que é um artigo de opinião para, então, conseguir produzir um. O artigo de opinião é um texto dissertativo-argumentativo, onde o autor precisa expor seu ponto de vista sobre determinado tema.

    Isso não significa que simplesmente vai escrever o que quer e o que pensa. Como o próprio nome indica, dissertativo-argumentativo, existe a necessidade de o texto conter argumentos bem fundamentados e lógicos, simplesmente a opinião do autor não possui valor.

    Confira os exemplos abaixo para entender melhor:

    1.  Sou contra a pena de morte, pois isso não é certo. Não devemos matar ninguém.
    2.  Sou a favor da pena de morte, pois isso é o certo a se fazer. Chega de criminosos!

    Apesar de serem exemplos simples, definem muito bem o que não se deve fazer em artigos de opinião. Simplesmente expor o ponto de vista, sem nenhuma defesa adequada. Você deve dissertar sobre o assunto e deixar claro que tem um ponto válido. Confira abaixo um modelo mais adequado:

    1. Sou contra a pena de morte. O país não possui infraestrutura. Muita gente inocente morrerá e muita gente culpada  viverá.
    2. Sou a favor da pena de morte. Isso iria fazer com que os criminosos refletissem duas vezes antes de cometer algum delito. A taxa de criminalidade iria diminuir.

    Nesse caso, note que as duas ideias tiveram defesas com argumentos. Esse é o padrão correto que se deve usar em um texto dissertativo-argumentativo.

    É comum que ao fazer um artigo de opinião, os temas geralmente são sempre algo polêmico, como sexualidade, drogas, religião, aborto, etc. Dificilmente fará artigos sobre algo que não é notório.

    Você vai deixar a sua opinião clara no decorrer do desenvolvimento do seu artigo, mas tudo deve estar recheado de argumentos. Se a sua opinião sobre o assunto é “X” você deve explicar uma série de motivos lógicos para isso, assim como, se possível, explicar porque não é “Y”.

    Outro fator que você encontra no artigo de opinião é a presença de verbos no imperativo, isso é, ordens e instruções, como “faça”, “experimente”, “tente”, “não se engane”. Tudo isso favorece o processo de argumentação e introduz uma tática de persuasão.

    O uso de exclamações também serve para inserir emoções no texto e torná-lo mais intenso para o leitor. Enquanto o uso de pontos de interrogação servem para levar o leitor a uma reflexão. São táticas de articulação, dinâmica e funcionam muito bem para convencer aqueles que leem.

    Apesar de efetivos, não devem ser o enfoque do artigo, que deve ter como base os argumentos. Premissas rasas e um texto emotivo não caracteriza um artigo de opinião de qualidade e sim a qualidade dos dados e como tudo é organizado de maneira a deixar as ideias clara e convencer o leitor.

    Exemplos de artigo de opinião:

    Os argumentos precisam de embasamento

    No momento de produzir um artigo de opinião, saiba que os argumentos utilizados precisam ser verdadeiros e confiáveis. Caso contrário, poderia ser desvalidado. Abaixo está uma série de dicas para não errar nesse aspecto:

    • Busque livros, sites, produções acadêmicas e outras fontes, mas todas de confiança. Basear seus argumentos em textos sem muita fundamentação pode tornar seu artigo inválido
    • Na medida do possível utilize dados de pesquisas com números, isso dá muito mais credibilidade para seu artigo de opinião. As fontes precisam ser confiáveis e notórias
    • Tudo precisa ser conexo. Não adianta encher seu artigo de dados e citações, mas isso não se conectar de maneira coerente
    • Você precisará ter objetividade. Não existe espaço para subjetividade no artigo de opinião. Até mesmo para temas mais complexos e teóricos, tudo precisa ser adequado
    • Para estruturar o artigo de opinião você precisa entender que ele possui começo, meio e fim de modo bem definido
    • O começo é a introdução. Nela você apresenta o tema e o problema ou questão que tratará no texto
    • O meio é o desenvolvimento, o qual você apresenta seus argumentos, os dados, toda a opinião
    • O final é a conclusão, onde você apresenta as soluções dos problemas de maneira rápida e encerra o tema
    *Víde por Redação com Glamour

    A dissertação de mestrado

    Uma dissertação de mestrado é muito parecida com um artigo de opinião. Com exceção de que a dissertação se trata de um trabalho acadêmico de alto nível, enquanto o artigo de opinião costuma ser produzido já nos primeiros anos escolares.

    O tamanho e complexidade também são diferentes. Não existe nenhuma regra da ABNT especificando sobre artigos de opinião, enquanto existem diversas tratando da dissertação.

    É interessante relacionar os dois, pois são textos dissertativos-argumentativos e possuem a mesma base. Embora sejam diferentes no sentido de complexidade, são praticamente iguais na estrutura e maneira de produção. Tratam-se de tipos de textos onde você deve expor a sua opinião sobre um fato, defendendo seu ponto de vista, com argumentos bem fundamentados.

    E a subjetividade do artigo?

    Ao estruturar o artigo de opinião tenha em mente que ele deve ser o mais objetivo possível. É claro que por se tratar de uma opinião, sempre existirão traços de subjetividade, sejam as experiências e estudos do autor, mas no que diz respeito à estrutura do texto, tudo deve ser claro.

    Se o tema for algo naturalmente mais subjetivo, como uma teoria ou pesquisa ainda não confirmada, isso significa, não que você pode ser mais subjetivo ou simplesmente subjetivo à vontade, mas sim que deve buscar compensar com a objetividade e clareza na organização das suas ideias, aquilo que o assunto, por si só, não oferece.

    Produzindo qualquer tipo de artigo

    Você já compreendeu tudo que precisava sobre a estrutura de um artigo de opinião de qualidade, mas ainda existem diversos tipos de artigo e gêneros textuais que podem se relacionar ou virem a incutir dúvidas em você. Se esse for o caso, não perca tempo. Conheça o Projeto Acadêmico, que possui todas as informações necessárias para que você se dê bem no meio acadêmico e científico, incluindo regras da ABNT, dicas para cada parte e temas do seu TCC, funcionamento de mestrado e muito mais.

  • Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Saiba tudo sobre o que é e como construir a estrutura de uma dissertação expositiva.

    Embora a dissertação expositiva sempre está presente em bancas e diversos processos seletivos, muitas pessoas não sabem o que é ou como elaborar a sua estrutura.

    É comum, por exemplo, existir a confusão entre o texto argumentativo e expositivo, então muitos candidatos escrevem o primeiro quanto o enunciado pede o segundo.

    A boa notícia é que trouxemos para você um guia completo explicando o que é uma dissertação expositiva e a sua estrutura.

    O que é uma dissertação expositiva

    Será fácil entender o que é o texto dissertativo expositivo, pois o próprio nome já explica e define. Vamos também utilizar os conceitos do dicionário online Michaelis da Língua Portuguesa:

    • Dissertar: Fazer apresentação oral ou por escrito sobre algum tema de forma organizada e completa.
    • Exposição: Que descreve algo.

    Viu como ficou fácil responder o que é uma dissertação expositiva? Trata-se de uma apresentação escrita sobre determinado tema de forma organizada e completa com o objetivo de descrever e apresentar informações.

    Agora que já cumprimos com a primeira promessa de explicar o que é, vamos honrar também a segunda: Como fazer um texto dissertativo expositivo.

    exemplo de texto expositivo
    Veja um exemplo de texto expositivo retirado de: https://pt.slideshare.net/anamoura84/texto-dissertativo-expositivo

    Como fazer um texto dissertativo expositivo

    Aqui o objetivo não será convencer o leitor sobre determinado ponto de vista. Não há divergência de ideias! Como já dito, a finalidade é informar, descrever, fazer uma exposição de algo.

    Se você na posição de candidato for escrever este gênero textual, não produza um texto para que o avaliador concorde contigo, mas para que ele o considere coerente e informativo. Entendeu? Se sim, então podemos falar sobre a estrutura agora.

    A estrutura da dissertação expositiva

    A pouco falei sobre o gênero textual, portanto antes de continuar, entenda o que ele é à luz da “Gramática do Português Brasileiro do renomado professor e linguista Ataliba de Castilho (2012):

    Toda e qualquer forma de manifestação do discurso produzida pelos falantes em uma determinada esfera social do uso da linguagem. Dado seu caráter social, o gênero é uma forma codificada historicamente por uma determinada cultura, visando a comunicação entre seus membros.

    O gênero textual é a estrutura e as peculiaridades de abordagem de determinada categoria de texto. As receitas, por exemplo, possuem uma estrutura comum, assim como os ofícios, cartas, e-mails etc. são todos gêneros textuais.

    A pergunta é: Qual a estrutura da dissertação expositiva?

    Com relação à introdução e conclusão, aconselha-se fazer apenas um parágrafo, porém a peculiaridade deste texto está no desenvolvimento que não possui uma delimitação quanto à quantidade de parágrafos.

    “ Contudo, mais importante do que seguir uma estrutura rígida, é que haja a exposição de ideias certas e bem organizadas sobre um determinado tema.” (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Por isso falarei tão sucintamente sobre a estrutura para depois apresentar aspectos mais importantes sobre essa produção. Veja a seguir a construção básica do texto:

    • Introdução (definição)
    • Desenvolvimento (informação/exposição)
    • Conclusão (síntese de reafirmação)

    A introdução da dissertação expositiva

    Que tal iniciar um texto em que serão apresentadas exposições de forma objetiva e sem intenção de persuasão, mas de caráter meramente informativo?

    Como? Eis a questão a ser abordada aqui:

    Veja as quatro dicas sobre como iniciar o meu texto?

    1. Aborde o contexto do assunto, indo de uma abordagem mais ampla para específica;
    2. Vá direto ao ponto, ninguém gosta de enrolação;
    3. Defina o perfil do seu leitor para apresentar uma introdução que desperte a atenção;
    4. Conheça amplamente o assunto a ser abordado.
    Se estiver com dificuldade para começar a escrever, faça as perguntas: Sobre o que eu vou escrever? e qual o objetivo?

    A resposta para estas perguntas, combinadas com as quatro dicas supracitadas constituirão uma introdução perfeita.

    O desenvolvimento da dissertação expositiva

    Como já esclareci neste artigo, o desenvolvimento do texto dissertativo expositivo não possui delimitação  quanto ao tamanho.

    Nesta parte, explique de modo mais específico cada ponto a ser apresentado. Seja claro e objetivo, mantenha o seu texto linear.

    Abaixo você aprenderá seis recursos que poderão ser utilizados para produzir o seu texto dissertativo expositivo. Para tanto, vamos utilizar o parâmetro apresentado por Sabrina Vilarinho no site da Mundo e Educação da UOL.

    • Instrução
    • Informação
    • Descrição
    • Definição
    • Enumeração
    • Comparação

    Veja abaixo os detalhes de cada uma:

    Instrução

     Apresentar instruções é um excelente recurso quando o assunto aborda um procedimento.

    Informação

    Todo o texto expositivo é informativo, portanto trazer  informações de forma sistematicamente organizadas certamente dará ao texto característica do gênero.

    Descrição

    É a exposição das características do assunto abordado. Descrever é reconstituir algo a partir das palavras.

    Definição

    Ao definir algo, esclarecemos metalinguísticamente o assunto abordado.

    Enumeração

    Este é um recurso que viabiliza a leitura dinâmica. Aqui você deve apresentar sequencialmente as informações referentes àquilo que estamos escrevendo.

    Comparação

    A melhor forma de explicar algo para alguém é comparando com o que o já se conhece.

    A conclusão da dissertação expositiva

    Como você já percebeu, a estrutura de uma dissertação expositiva é bastante simples. A conclusão não é diferente. Vamos ver como é fácil:

    “Na conclusão ocorre a reafirmação do tema, sendo feita a síntese dos conteúdos abordados. Pode haver uma tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado. (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Isso quer dizer que a conclusão deve retomar o assunto desenvolvido na introdução, resumindo e qualificando o que foi apresentado no desenvolvimento. Com relação à “tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado”, deve-se apenas tomar o cuidado de não finalizar o texto com nuance argumentativa.

    Aspectos gerais do seu texto expositivo dissertativo

    Como qualquer texto, principalmente quando dissertativo, é importante lembrar-se das características de uma boa produção, que são:

    1. Coesão
    2. Coerência
    3. Linearidade
    4. Clareza
    5. Concisão
    6. Objetividade
    7. Informatividade
    8. Correção gramatical

    Por isso, mais que um texto bem escrito, preocupe-se com que seu texto seja lido. Lembre-se que o importante é apresentar um texto tão bom que sirva para o leitor como razão para prosseguir a leitura.

    Qualquer dúvida que você tenha com relação ao tema, faça uma pergunta na área de comentários logo abaixo.

    Não se esqueça de compartilhar e curtir nosso conteúdo, a sua participação é muito importante para a continuação do nosso site.

  • Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    Elementos da Narrativa: veja quais são os tipos, qual usar e as características de cada um

    Ao se escrever um texto narrativo, não se deve simplesmente dar asas à imaginação. A estrutura do texto narrativo segue regras de escrita de acordo com o tipo de narrativa. Contar histórias também precisa de regras e cuidados ao escrever, conforme as regras de literatura.

    Ao se pensar nos elementos da narrativa, primeiramente devemos compreender a estrutura do texto narrativo, já que uma narração consiste em criar uma história com sequência de fatos, história esta na qual os personagens passam por situações num determinado espaço físico e de tempo.

    Estrutura do texto narrativo

    O texto narrativo é sempre baseado em uma ação que envolve determinados personagens, estes situados num tempo, num espaço físico e unidos por um conflito em comum. Sendo assim, um texto narrativo para ter lógica e ser compreensível à quem lê, deve apresentar a seguinte estrutura.

    Independente do tipo de narrativa, um texto narrativo apresenta três partes distintas:

    • Introdução/Apresentação: Na parte inicial o autor apresenta as personagens da narrativa, delineando suas características e personalidades, além de localizá-las no tempo e no espaço da história
    • Desenvolvimento/Complicação: Através das ações de cada personagem envolvido na narrativa, constrói-se a trama da história, com elementos de terror, romance e suspense de acordo com a ideia central do autor
    • Conclusão/Desfecho: É o clímax da narração, o desfecho da história criada.

    Tipos de narrativas

    Além de possuir uma estrutura própria, conforme mencionado acima, o texto narrativo também deve seguir um padrão de acordo com o tipo de narrativa a que se propõe. Os tipos de narrativa subdividem-se em:

    • Romance
    • Novela
    • Conto
    • Crônica
    • Fábula

    Explicaremos brevemente cada uma delas antes de passarmos ao foco da questão: quais são os elementos da narrativa?

    Romance

    Trata-se de uma narrativa sobre um determinado acontecimento ficcional onde o foco é apresentar aspectos da vida social, pessoal, familiar ou amorosa das personagens. O enredo paira sobre vários conflitos, sendo um destes o principal e os demais os conflitos secundários.

    Novela

    A narrativa em forma de novela, assim como o romance, também abarca uma ampla gama de personagens, mas com o desenvolvimento do enredo acontecendo numa sequência temporal bem delimitada. Em geral, retrata aspectos da vida cotidiana  das pessoas.

    Conto

    É um tipo de narrativa mais curto, apresenta poucos personagens, onde o conflito é único e em geral de caráter denso ,com  espaço e tempo narrativo reduzidos.

    Crônica

    Este tipo de narrativa é um texto de cunho mais informal que apresenta histórias da vida cotidiana, geralmente permeada por um denúncia contra problemas de caráter social. A crônica e o cronista usam-se de muita sutileza para tratar destes assuntos mais “delicados”, já que a crônica também pode ter uma linguagem mais humorística.

    Fábula

    A fábula é uma narrativa de caráter pedagogizante, doutrinante, trazendo lições de moral e/ou ética. Invariavelmente apresenta animais com características humanas (falam, usam vestimentas, agem como pessoas). Também pode apresentar objetos que na vida real seriam inanimados, mas na fábula possuem vida e personalidade, neste caso, chama-se apólogo, mas a intenção textual é a mesma da fábula: doutrinar, ensinar.

    Conhecendo quais são os elementos da narrativa e suas funções no texto

    Os elementos da narrativa são elementos absolutamente essenciais numa narração que é um texto que se propõe a realizar a contação de uma história.

    Para que uma narrativa desperte a atenção e a curiosidade do leitor ela deve estar pautada por estes elementos, independente do tipo de narrativa a que se propõe.

    Resumindo: se você não souber quais são os elementos da narrativa e qual a sua necessidade e suas funções no texto, não conseguirá criar uma história passível de leitura.

    *Vídeo por Percurso Educacional

    Veremos agora detalhadamente cada um destes elementos:

    Enredo

    O enredo de uma narrativa é o primeiro e mais importante elemento, já que é o tema ou o assunto da história que será contada, sem enredo não há história. O enredo pode ser tratado de maneira linear ou não linear, isso fica a encargo de quem está escrevendo decidir o que é melhor para o desenvolvimento da narrativa.

    Além do enredo central que move a narrativa, há também o enredo psicológico, que é focado nos pensamentos dos personagens. A narrativa da história pode ocorrer de forma cronológica linear ou por meio de flashbacks, seguindo a ocorrências das ações, mas isto também é escolhido pelo autor.

    Narrador ou Foco Narrativo

    Nomes diferentes, mas com a mesma função: representar a voz da narrativa, afinal, uma história é sempre contada por alguém. O narrador pode fazer o relato dos fatos a partir de diferentes perspectivas, o que consequentemente confere a ele diferentes características, veja só:

    1. Narrador Personagem: Este narrador participa ativamente da história como um personagem da trama. Ele pode ser o personagem principal, ou mesmo um secundário. É fácil de identificar: se um texto tiver esse tipo de narrador, a história sempre será narrada na primeira pessoa do singular (eu) ou na primeira pessoa do plural (nós)
    2. Narrador Observador: Esse tipo de narrador, conforme o nome diz, atua observando e relatando os fatos ocorridos no enredo, mas diferente do narrador personagem, o narrador observador não participa da história. Esse tipo de narração é impreterivelmente realizado na terceira pessoa do singular (ele, ela) ou na terceira pessoa do plural (eles, elas)
    3. Narrador Onisciente: O narrador onisciente é aquele que conhece toda a história, sabe a fundo todos os pormenores da narrativa que está sendo contada.

    Em oposição ao narrador observador, que conta os fatos por sua visão particular do enredo, o narrador onisciente sabe tudo sobre cada um dos personagens da trama, inclusive seus pensamentos e ideias mais particulares, segredos e atitudes veladas. Quando contada por este tipo de autor,  a história pode surgir narrada em primeira pessoa do singular (eu) ou terceira pessoa do singular (ele, ela).

    Personagens

    Os personagens de um texto narrativo são as pessoas que estão presentes na história e participam dela. De acordo com o nível de participação na trama são chamados de:

    • Personagens principais ou protagonistas:  quando atuam de maneira muito ativa e são do núcleo principal da história
    • Personagens secundários ou coadjuvantes: estes personagens surgem na história mas não apresentam grande destaque ou importância vital no enredo.

    Tempo

    Toda narração possui uma contagem de tempo que determina o andamento da história. Ele pode ser de dois tipos:

    • Cronológico, quando segue uma ordem de acontecimentos e apresentam expressões que fazem a marcação de tempo ( naqueles anos, ontem, semana passada, etc…)
    • Psicológico, onde não há uma linearidade dos fatos ocorridos, já que ele segue um tempo particular que ocorre na mente dos personagens, em seus fluxos de pensamentos, desta forma,  misturando passado, presente e futuro.

    Espaço

    Espaço narrativo é  o local onde a história se desenvolve. O espaço pode ser físico ou psicológico.

    Quando o espaço narrativo é físico,  o local onde se passa a história é indicado pelo narrador, (cidade, praia, fazenda, determinado país, etc.) e pode ser um local real ou fictício. Subdividem-se em: espaços fechados – casa, quarto, escola… ou espaços abertos – rua, cidade, bairro…

    No caso do espaço narrativo psicológico é o ambiente interior de um personagem, não há um espaço físico que seja revelado claramente. Aqui a história é narrada num fluxo de pensamentos, de sentimentos, sem delimitação de local.

    Temos certeza de que ficou muito mais fácil redigir seu texto narrativo, não é mesmo? Por isso lembre-se, sempre que precisar de auxílio para suas dúvidas o Projeto Acadêmico está pronto a lhe ajudar!

  • Tipos de Artigos Científicos: suas diferenças, exemplos, ABNT e sugestões

    Tipos de Artigos Científicos: suas diferenças, exemplos, ABNT e sugestões

    Descubra o que é preciso para produzir um artigo corretamente!

    É comum na vida de estudantes e alguns profissionais haver a necessidade de produzir um artigo científico para abordar determinado tema. Nem todo mundo sabe por onde começar e quais são as características de um artigo científico; mas, você poderá conferir tudo nesse texto.

     

    Definindo os tipos de artigos científicos

    A primeira coisa para produzir um artigo científico, é saber defini-lo como gênero textual, conhecendo suas principais características e estrutura. Como existem mais de um tipo de artigo científico, você precisa entender todos, para escolher aquele que é mais adequado para sua proposta.

     

    Artigo científico

    É um artigo que segue uma metodologia restrita, tanto na parte de pesquisa, quanto de desenvolvimento. Do início ao fim, seguem um protocolo para definir os resultados e conclusão.

    São muito utilizados em pesquisas de caráter experimental e laboratorial. Estão relacionados a grande parte dos avanços tecnológicos e científicos, podendo, ou não, serem acadêmicos.

     

    Artigos originais e artigos de revisão

    Os artigos originais, como o nome indica, define artigos de conteúdo inédito. Incluindo novos experimentos e descobertas para o conhecimento humano. São recebidos com muito ceticismo, sendo que os de pesquisa experimental são os mais reconhecidos e aceitos.

    Os artigos de revisão trazem consigo a proposta de rever, questionar e criticar conteúdos já existentes, inclusive se tratando de outros artigos científicos já escritos.

    Esse tipo de artigo científico também pode vir com pesquisas experimentais, mostrando novos pontos de vistas e resultados para pesquisas já feitas.

     

    Tipos de artigos de revisão

    Os artigos de revisão se dividem em algumas categorias, de acordo com os tipos de pesquisas e experiências, além dos tipos de artigos que estão sendo revisados.

    • Os artigos de revisão narrativa são puramente teóricos e podem ter um teor subjetivo. Muitas vezes podem acabar sendo superficiais. Não são muito considerados, visto o baixo nível de teor experimental e prático, além de não terem muita consistências. Geralmente são muito parecidos com críticas. Sendo o tipo mais comum de artigo científico escrito;
    • O artigo de revisão integrativa também é teórico e envolve uma pesquisa bibliográfica sobre o assunto. Geralmente analisa o conteúdo de um artigo por meio de outros autores que possuem notoriedade;
    • O artigo de revisão sistemática é o mais respeitado por envolver pesquisas de alto nível, podendo, inclusive, envolver pesquisas experimentais. Nesse caso, busca-se mostrar novos pontos sobre o artigo revisado.

     

    Artigo acadêmico

    Um artigo acadêmico é qualquer artigo que seja vinculado a uma instituição acadêmica, podendo, ou não, ser científico.

    Artigos científicos são aceitos como artigos acadêmicos, mas não precisam necessariamente ter esse cunho, visto que podem ser profissionais, relacionados a institutos de pesquisas e laboratórios. Independentemente disso, o meio acadêmico e científico estão profundamente relacionados.

    banner azul

     

    Estrutura de um artigo científico

    Para produzir um artigo corretamente, independente de ser original ou de revisão, é necessário seguir uma metodologia e protocolo de organização. Além disso, algumas normas são necessárias para que ele seja aceito e considerado válido:

    • O artigo não pode conter nenhum tipo de plágio em hipótese alguma. Mesmo os artigos de revisão devem apresentar pontos de vista, críticas e questionamentos inéditos perante a proposta do artigo revisado e outros artigos de revisão;
    • Deve ser estruturado de acordo com as normas da instituição. Se for estruturado conforme as normas da ABNT, as chances de você errar na estrutura do trabalho estão quase que nulas;
    • Um artigo científico deve seguir uma metodologia, desde o processo de pesquisa até o de escrita. Sem isso, todo seu trabalho não é válido e não será considerado científico. No máximo, especulativo e teórico;
    • Não precisa ter cunho experimental, mas tenha em mente que os artigos desse tipo são os mais respeitados e fáceis de serem aceitos e publicados;
    • Devem ser claros e objetivos, mesmo os de revisão e cunho subjetivo. Os demais precisam entender a sua proposta;
    • Qualquer citação ou trecho de outros autores devem ser referenciadas de maneira adequada, tanto pela ética, quanto para evitar problemas judiciais que possam vir a prejudicar a sua carreira.

     

    Elementos obrigatórios em um artigo

    Segundo as normas da ABNT, alguns elementos são obrigatórios para a produção de um artigo científico. Mesmo que a sua instituição não seja rígida com a estrutura, você não pode deixar seu trabalho incompleto.

    • Nome do autor ou autores;
    • Resumo na língua do texto;
    • Palavras-chave na língua do texto;
    • Introdução;
    • Desenvolvimento;
    • Conclusão;
    • Título e subtítulo em língua estrangeira;
    • Resumo na língua estrangeira;
    • Palavras-chave na língua estrangeira;
    • Notas;
    • Bibliografia ou referências.

    É comum que artigos científicos contenham itens em uma língua estrangeira. Não são obrigatórios perante a ABNT, no entanto muitas instituições exigem isso, não só em artigos, como em teses, dissertações, monografias e outras produções.

    Os artigos científicos possuem regras específicas para espaçamentos, ilustrações, introdução de fórmulas, etc. Cabe a você se informar com a sua instituição sobre as normas de estrutura. Elas podem não ser tão rígidas.

     

    Você pode publicar seu artigo científico

    É comum que a principal intenção das pessoas ao iniciar a produção de um artigo científico é que ele seja publicado em uma revista ou outra plataforma reconhecida. Isso é possível. Basta que se informe sobre as regras e normas da revista para qual deseja escrever.

    Você pode se informar em sua instituição para saber se eles também publicam. É claro que seu artigo será avaliado, mas é uma grande oportunidade de obter reconhecimento por seu trabalho científico ou acadêmico.

    Além de procurar a sua instituição, você também pode optar por tentar publicar seu artigo científico em revistas menos conhecidas. É mais fácil e você pode conseguir oportunidades para a sua carreira.

     

    Melhorando a produção do seu artigo científico

    Agora que você já sabe tudo o que é necessário para a produção de um artigo científico e quais são seus tipos. Não fique em dúvida sobre nenhum dos itens necessários para a estruturação do artigo.

    Acesse o site Projeto Acadêmico e se informe sobre tudo que é preciso para produzir um trabalho científico ou acadêmico. Você também pode encontrar as melhores dicas para o seu TCC e as normas da ABNT.

  • Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Descubra como produzir uma dissertação de mestrado da maneira adequada.

    No meio acadêmico, novos termos, como dissertações, teses, artigos científicos, monografias, surgem e é muito comum que não se entenda a diferença entre eles. Nesse texto você aprenderá o que é uma dissertação e como funciona a sua produção ao prestar uma vaga de mestrado.

    estrutura de uma dissertação de mestrado

     

    O que é uma dissertação?

    A palavra dissertar significa explorar um determinado tema proposto, mas de forma abrangente, profunda e sistemática. Basicamente é um texto onde você deve defender seu ponto de vista, mas baseado em argumentos bem estruturados e com uma base concreta.

    Tudo precisa ser muito fundamentado de maneira científica, ou será apenas especulação. Para isso a dissertação deve seguir uma metodologia.

    A argumentação deve ser concisa e seguir um caminho, contendo começo, meio e fim. Ao ser avaliada, não serão levados em conta a opinião do pessoal do autor e outros fatores, mas sim a lógica em seus argumentos e a capacidade clara e concisa que possui de defender seus pontos de vista.

     

    O que é mestrado?

    Mestrado acadêmico é um grau de formação, sendo uma pós-graduação de teor científico. A maioria dessas pessoas se tornam pesquisadores e professores universitários. É totalmente direcionada para quem deseja seguir carreira acadêmica. É focado no âmbito profissional e possui uma dificuldade muito superior à do nível da graduação.

     

    Lato sensu

    São cursos de pós-graduação comum que tem a intenção em te especializar em determinada função. Geralmente são específicas ao direcionamento da sua formação no ensino superior, por exemplo, um administrador pode se especializar em administração de empresas em específico e uma pessoa que se formou em gastronomia pode se especializar em uma culinária específica, como a italiana ou brasileira.

     

    Stricto sensu

    É a especialização mais fechada direcionada ao meio acadêmico, como mestrados, doutorados, pós-doutorados, etc. É obrigatório para quem deseja seguir carreira nessa área.

     

    Como conseguir fazer um mestrado?

    O mestrado acadêmico, assim como a graduação superior, requer aprovação. A diferença é que o corpo docente e banca que irão te aprovar são compostos por pessoas que já estão inseridas no meio acadêmico e vão analisar a sua capacidade de contribuir.

    Para se manter no meio acadêmico, com uma boa carreira, é necessário contribuir com o conhecimento, seja como um pesquisador que propõe novos pontos de vista e aprimora as ideias já existentes, ou como um professor que transmite o conhecimento aos alunos.

    Esse teste é feito por meio de um trabalho que pode ser uma tese, artigo ou uma dissertação, etc. Ele possui regras e orientações específicas e deve ser relevante para o meio acadêmico. Só que a seleção não começa nesse ponto, todo o histórico escolar e trabalhos executados antes serão levados em conta. O ideal é que já tenha feito algo relevante para o meio acadêmico durante sua formação.

    Também é necessário um teste de proficiência em um idioma estrangeiro e uma prova de conhecimentos específicos e conhecimentos gerais. Além disso, é necessária uma entrevista.

    Se o indivíduo possuir indicações, pode ter mais facilidade de conseguir o mestrado, mas isso não o isenta de todas as etapas.

     

    Produzindo uma dissertação

    Você já entendeu o que é uma dissertação e como funciona a sua base. Agora poderá conferir como produzir uma para qualquer situação no meio acadêmico, além de entender as condições especiais para a produção da sua dissertação em um teste de mestrado. Confira abaixo:

    • Deve seguir uma metodologia científica. Geralmente não é experimental, pois se fosse o caso, a dissertação poderia se desenvolver e se tornar uma tese;
    • A dissertação é subjetiva, mas ao apresentar suas ideias precisa ser claro e conciso, de maneira que os avaliadores te entendam e seu trabalho seja adequado para divulgação;
    • Suas fontes precisam ser extremamente confiáveis. De preferência bem estruturadas no meio acadêmico, pois erros de carreira nesse âmbito costumam ser lembrados;
    • Você precisa ter domínio de outro idioma que seja pertinente ao seu projeto. Geralmente inglês ou espanhol, mas estiver fazendo uma dissertação sobre um fenômeno na Alemanha, o idioma complementar pode ser alemão;
    • O seu projeto tem que ter relação com a área que deseja trabalhar. Se um jornalista quer fazer mestrado em arqueologia, precisa produzir uma dissertação que abranja o tema;
    • Cuidado com referências. Se nos TCCs a questão de direitos autorais já é levada muito a sério, quando se trata de se introduzir nesse meio, você vai ter que ter certeza de não infringir nenhuma lei ou poderá ter problemas judiciais;
    • Defina um tema muito claro com um recorte específico. Os avaliadores cobrarão isso.

     

    Exemplos e modelos de dissertação de mestrado

     

    Devo usar as normas da ABNT?

    Obrigatoriamente sim! As normas da ABNT são indispensáveis para  produção da sua dissertação de mestrado. Se você quiser produzir algo coerente e metodológico, com certeza vai querer conferi-las. Nesse quesito elas são muito úteis já que podem te orientar no caminho básico para a produção. Confira abaixo os elementos obrigatórios em uma dissertação para mestrado acadêmico, segundo as normas da ABNT:

    Os outro elemento são opcionais, mas podem complementar seu trabalho se for coerente com a proposta, por exemplo, listas de imagens, caso contenha muita informação visual ou agradecimentos e dedicatória, caso o trabalho tenha tido a ajuda de alguém que realmente colaborou para tudo.

    Detalhe que tanto no desenvolvimento quanto nas considerações finais você tem a liberdade de expor opiniões, mas tudo deve ser muito coerente. É melhor inserir o elemento “Discussão” e desenvolver seu ponto de vista mais livremente (cuidado para não se perder, tudo tem que ter coerência).

     

    Desenvolvendo seu projeto acadêmico

    Agora que você já sabe o que precisa para produzir sua dissertação para mestrado acadêmico, já pode colocar em prática. Caso ainda haja alguma dúvida sobre os elementos das normas da ABNT ou sobre outros termos acadêmicos, é só conferir o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar tudo que precisa para se introduzir no universo acadêmico e científico.

  • TCC Sobre MEI: dicas sobre temas, sugestões e informações

    TCC Sobre MEI: dicas sobre temas, sugestões e informações

    Confira 8 dicas para produzir um TCC sobre MEI!

    Com as mudanças no mercado de trabalho, cada vez mais pessoas se tornam donas do próprio negócio. Surgem então os microempresários individuais (MEI). Entenda o que é e como funciona o MEI no mercado profissional e as melhores dicas para produzir seu TCC com esse tema.

     

    O que é o MEI

    Para ser considerado um MEI, você precisa ter CNPJ, que é o cadastro nacional de pessoa jurídica. A partir disso você pode entrar em outras classificações.

    O microempresário individual é classificado dessa maneira por ter no máximo só um funcionário. Acima disso, já pode ser considerado, microempresa, trata-se de uma identificação diferente.

    Os MEIs são, geralmente, freelancers e não podem estar vinculados como sócios ou gestores e titulares de outras empresas. Eles costumam ser seu próprio produto, oferecendo seus serviços.

    Ao retirar o CNPJ você pode ser classificado como microempresário individual, portador de pequena empresa, média ou grande. É necessário entender sobre as condições necessária para cada classificação, visto que cada uma delas possuem custos diferentes.

     

    Exemplos e modelos prontos de TCC sobre MEI

     

    Confira abaixo 8 dicas para construir seu TCC sobre microempresários individuais:

     

    1. Veja a situação por diversos prismas

    Você pode abordar a questão da burocracia para os microempresários, pois embora sejam títulos fáceis de conseguir, é preciso muito cuidado para mantê-los, já que a partir do momento que o negócio se expande até certo ponto, você não pode usar mais certo título.

    Outro ponto de vista seriam as mudanças no mercado de trabalho e o surgimento de tantos empreendedores. Muitos deles são microempresários individuais que possuem negócios de sucesso sem depender do vínculo com nenhuma empresa. Quais seriam as mudanças com a alta introdução de MEIs no mercado? Isso tende a diminuir ou aumentar?

    Você ainda pode definir a experiência dos freelancers e como conseguem se manter no mercado de trabalho, estudando os MEIs de muito sucesso e os que estão com dificuldades, explicando o andamento do mercado.

     

    2. Busque conhecer universo MEI na pele

    Solicitar um CNPJ para se tornar um microempresário é uma tarefa fácil e com poucos custos. Você pode experimentar pessoalmente e intensificar a pesquisa para seu TCC buscando viver esse universo.

    Investigue os sites e os locais que abrem espaço para o trabalho dos MEI e, se possível, trabalhe como um por um tempo. Assim você terá um repertório muito mais profundo para tratar do tema, do que teria se apenas fizesse pesquisas em livros e na internet.

    O que não significa que pesquisas online, como por exemplo, os sites que disponibilizam vagas possuem padrões, empresas que preferem contratar profissionais ali ou em livros que retratam como esse mercado surgiu, para ter uma noção do que já mudou até agora, não sejam importantes e até mesmo essenciais para seu TCC.

     

    3. Conheça microempresários

    Tente conversar com microempresários, nem que seja online, para entender como se introduziram no mercado e como se mantém. Você pode até buscar pessoas que fizeram negócio crescer para ter uma noção de como saíram de MEI para uma grande empresa, por exemplo.

    Pesquisas meramente bibliográficas não vão deixar seu TCC completo. Ele precisa ser enriquecido com experiências humanas e mais profundas.

     

    4. Escolha como apresentará seu TCC

    Se você vai focar no empreendedorismo em si e em como o mercado de microempresários funciona, talvez seja interessante optar por monografias, dissertações e outros trabalhos escritos, mas se quer focar em pessoas de sucesso, com um olhar mais humano, apresentações em audiovisual são mais adequadas para passar a mensagem, ainda mais se a pessoa em questão oferecer algumas dicas.

    A maneira de apresentar é muito importante ao produzir um TCC sobre MEI.

     

    5. Fuja dos temas mais usados

    Se você pesquisar na internet, perceberá que a maioria dos TCCs sobre MEI focam em empreendedores e no mercado de trabalho em si. Esse é o um complemento do primeiro item. Busque ver a situação por novos prismas, sempre com o cuidado de não repetir nada que já foi feito. Fuja do comum para não criar algo enfadonho.

     

    6. Conheça as áreas em que isso ocorre com frequência

    Boa parte dos MEI estão na área da comunicação e trabalhando online, mas isso não significa que sejam as únicas áreas e que não existam outras promissoras.

    O mercado de programadores freelancers não para de crescer, assim como microempresários individuais (MEI) com negócios de artesanatos e culinária. Existem muitas previsões para esses nichos no mercado de trabalho e a tendência é que cresçam.

     

    7. O intercâmbio entre MEIs

    O mercado de trabalho cada vez mais está abrindo espaço para que relações internacionais ocorram. Com os trabalhos online é possível que pessoas trabalhem para empresas brasileiras estando em outra parte do mundo. Surgem cada vez mais empresas digitais.

    Tenha uma noção global de como esse mercado se modifica e se movimenta, afetando pessoas de diversos países. Claro que você terá que fazer um recorte específico, como “MEIs no Brasil na atualidade” ou “O futuro dos MEIs em SP”, mas ter uma noção do todo é importante para o desenvolvimento do seu TCC.

     

    8. O mercado muda o tempo todo

    Você pode ter a noção de que o mercado de freelancers é inseguro e impreciso, onde nada é certo e não se sabe o dia de amanhã, mas a verdade é que a estabilidade de empresas também é uma ilusão. Não é apenas o mercado de MEIs que muda constantemente, mas todo o mercado de trabalho em si.

    Mantenha suas informações sempre atuais, pois certos detalhes que foram inseridos no seu TCC podem não ser mais válidos enquanto você ainda está desenvolvendo. Esteja pronto para fazer ajustes e correções quando necessários.

     

    Definindo seu projeto acadêmico

    Você está em dúvida sobre qual será o tipo de TCC apresentado? Não pense que não deve planejar isso só porque não está perto do fim do seu curso. É melhor planejar tudo com antecedência para que seu trabalho tenha muita qualidade. Busque no site contábeis para saber por onde começar e não ter que criar tudo do zero.

    Se você precisa de dicas para se dar bem no mundo acadêmico ou se ainda sofre com as normas da ABNT, continue nesse site para não ter mais nenhum problema com o ambiente universitário.

  • Dicas de Como Fazer um Relatório Acadêmico

    Dicas de Como Fazer um Relatório Acadêmico

    Aprenda a produzir um relatório acadêmico, profissional ou científico!

    É muito comum que estudantes que estejam elaborando seu TCC ou participando de um estágio, precisem produzir relatórios acadêmicos. Aprenda a como desenvolver seu relatório acadêmico ou científico de maneira eficiente e produtiva, seguindo as instruções abaixo:

     

    O relatório precisa de metodologia

    Metodologia significa o estudo dos métodos, ou seja, seu relatório precisa ter começo, meio e fim programados e elaborados, além de seguir as normas da universidade ou instituição para a qual você está produzindo.

    O primeiro passo é ter o repertório para a produção do conteúdo. Você precisa saber do que está falando, independentemente da área, pois só assim será conciso. Para isso realize sua pesquisa da maneira mais completa possível. Confira as dicas abaixo para produzir seu relatório:

    • Anote os pontos mais relevantes da sua pesquisa e trabalhe inserindo cada um deles de maneira clara no seu relatório;
    • Planeje cada ponto que apresentará em cada parte do relatório, para não se tornar uma bagunça;
    • Na parte introdutória (começo), trate de deixar bem claro sobre do que se trata o relatório e o que será desenvolvido;
    • Na parte de desenvolvimento (meio), os pontos mais importantes precisam estar destacados, de maneira que nada relevante fique de fora;
    • Na parte de conclusão (fim), evite repetições desnecessárias e traga um novo olhar sobre o conteúdo;
    • Evite o excesso de conclusões no decorrer do relatório;
    • Evite o excesso de metáforas e exemplos;
    • Trace uma agenda. Você deve ter uma data para parar de pesquisar e começar a produzir o relatório.

    Quando se trata de um relatório científico, tudo precisa ser fundamentado por conteúdos e fontes confiáveis. Já em um relatório profissional (por exemplo, em um estágio), tudo precisa ser baseado nos dados do qual você tem acesso.

    É possível que algumas áreas abram o espaço para teorias, por exemplo, um relatório de caráter experimental ou teórico. Ainda assim, seu relatório precisa conter embasamento e fundamentação. Utilize sempre uma linguagem objetiva, evitando a subjetiva.

    Os relatórios possuem uma parte chamada discussão, que também pode ser chamada de comentários finais. Nesse ponto, o autor pode expor seus pontos de vistas e pensamentos, independentemente da área.

    relatório com banner verde

     

    Clareza e coesão são essenciais para seu relatório

    Não pense que só porque é um relatório que é para você usar as palavras mais complicadas possíveis e ser prolixo. Um bom relatório é claro e conciso. A gramática precisa ser bem trabalhada para que o texto não fique enfadonho.

    Dependendo da área, muitos termos técnicos são necessários para o desenvolvimento da ideia. Mesmo nesse caso, busque deixar o texto o mais claro possível. Se sua ideia estiver confusa para você, com certeza estará para os outros.

     

    Formato do relatório acadêmico ou científico

    Quando se trata de como produzir um relatório acadêmico ou científico, uma das principais dúvidas está no formato de divisão. A verdade é que isso vai variar dependendo da instituição e dos propósitos dos relatórios.

    Geralmente nos meios acadêmicos e científicos, os relatórios devem seguir o conjunto de normas da ABNT. Diferentemente de relatórios profissionais que não possuem uma estrutura tão rígida.

    Você deve se informar com a instituição para qual está produzindo o relatório para saber qual o padrão exigido.

    Existem elementos que sempre estarão nos relatórios acadêmicos e científicos. Eles são divididos em pré-textuais, textuais e pós-textuais. Confira abaixo quais são esses elementos e como utilizá-los:

     

    Elementos pré-textuais de um relatório

    • Folha de rosto que sempre conterá o nome e dados da instituição, data e o nome dos responsáveis pelo relatório;
    • Resumo da língua vernácula que consiste em uma resenha de no máximo 500 palavras sobre tudo que será desenvolvido no decorrer no relatório;
    • Sumário, que é a divisão de capítulos e marcação de páginas. Vale ressaltar que o sumário deve ser feito por último, ou deve ser desenvolvido acompanhando o relatório.

     

    Elementos textuais

    • Introdução que consiste na apresentação do relatório e a primeira apresentação de ideias. Não é igual o resumo da língua vernácula;
    • Desenvolvimento que é onde você apresenta todas as ideias e resultados obtidos a partir de suas pesquisas. A parte central do seu relatório;
    • Discussão ou considerações finais, sendo a parte onde você tem mais liberdade em todo o relatório, podendo expressar suas próprias ideias e opiniões. Lembrando que precisa ser algo coerente.

     

    Elementos pós-textuais

    • Referências, onde você lista todas as fontes de informação para a sua pesquisa. Independentemente de serem pessoas, livros, sites. Tudo precisa estar listado.

    Embora esses elementos sejam obrigatórios para relatórios científicos e acadêmicos, isso não ocorre com relatórios profissionais, já que podem ser predominantemente visuais e gráficos. Ainda assim, eles, com certeza, possuirão alguns dos elementos citados acima.

     

    Outros elementos de relatórios

    Existem alguns elementos que não são obrigatórios, mas geralmente são encontrados em relatórios, como a capa, agradecimentos, listas, glossário, apêndice e índice. Cabe a você decidir se esses pontos são ou não compatíveis com seu trabalho.

     

    Dicas para a elaboração

    • Fique atento com a parte visual e gráfica do relatório. Mesmo que não siga as normas da ABNT, o uso de fontes e espaçamento deve ser visualmente limpo e agradável;
    • O relatório passará por muitas transformações e replanejamentos. Sempre esteja pronto para acrescentar algo novo ou remover algo que não está bem encaixado;
    • Faça os elementos pré-textuais e pós-textuais depois dos textuais. Todo o trabalho gira em torno do desenvolvimento;
    • Busque os padrões visuais das normas da ABNT, mesmo que não sejam obrigatórios em seu relatório. Existem muitas dicas de espaçamentos e de questões visuais que podem deixar o seu trabalho muito mais apresentável;
    • Pesquise exemplos de relatórios acadêmicos ou científicos para ter uma base. Existem vários modelos disponíveis online, gratuitamente;
    • Cuidado com plágios e direitos autorais. Sempre cite os autores e fontes, principalmente se apresentar algum trecho específico.

    Se você busca entender mais sobre como produzir relatórios acadêmicos ou científicos, continue a ler os conteúdos desse  site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra um grande complemento das informações desse texto, além de inúmeras dicas para TCCs, artigos científicos, relatórios e utilização das normas da ABNT em trabalhos acadêmicos.

  • Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide

    Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide

    Aprenda a fazer os slides do TCC, veja quais são os principais erros cometidos e arrase na apresentação do seu trabalho!

    Fazer os slides para TCC da forma certa é uma garantia que você ganhará alguns pontos extras com a apresentação do seu trabalho, além disso, deixando o conteúdo claro e bem organizado, será muito mais fácil de apresentar sua produção para a banca examinadora.

    Os slides no TCC são parte fundamental para a aprovação da tese, mas infelizmente alguns estudantes sempre separam os últimos minutos para montá-los. Não adianta fazer um ótimo trabalho ao longo do ano, ter o conteúdo na ponta da língua, mas errar na hora da montagem dos slides.

    Você vai perder credibilidade e mesmo preparando uma ótima apresentação frente a banca examinadora, o assunto mais comentado por aqueles que assistiram seu TCC serão os slides, por isso, se não quiser fazer feio, dá uma olhada nos erros que você deve evitar.

     

    Para que servem os slides do TCC?

    Os slides do TCC são usados por dois motivos. O primeiro é expor para a banca examinadora e também aqueles que estão assistindo, o conteúdo produzido por você nesse trabalho. A segunda razão é para te ajudar a apresentar o trabalho, seguindo uma ordem lógica, servindo como apoio para você se lembrar dos tópicos a serem abordados.

    Você também não pode esquecer que a apresentação do TCC também conta pontos na sua nota final e os slides do TCC são parte fundamental nesse processo. Você não pode correr o risco de perder pontos bobos por deixar os slides para a última hora, atrapalhar o entendimento do conteúdo e se confundir quando for explicar aquilo que o slide está mostrando.

    homem apresentando trabalho

     

    Exemplos de slides prontos de TCC

     

    Quais principais erros nos slides na apresentação do TCC?

    A apresentação do TCC é um momento de ansiedade e nervosismo para a maioria dos estudantes. Por mais que você esteja preparado e tenha na ponta da língua tudo que pretende falar, é comum cometer pequenos erros durante a apresentação.

    Além, é claro, de se manter calmo para conseguir transmitir com clareza todo o conteúdo referente ao seu trabalho, também é preciso seguir algumas dicas com os slides do TCC para não perder pontos com a parte do trabalho que deveria ser mais simples, confira os principais erros cometidos nos slides na apresentação do TCC:

     

    Como acertar nos slides para o meu TCC?

    Todos querem acertar nos slides, para isso, de modo geral, eles precisam ser claros, objetivos, apresentar o conteúdo de forma direta e esclarecida, eles devem ser um auxílio para você na hora de apresentar o trabalho, sendo um roteiro a ser seguido, trazendo informações importantes que devem ser citadas por você durante a apresentação e também ilustrando os pontos mais cruciais da sua produção.

    Diferente do conteúdo escrito, onde você deve seguir as normas impostas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), nos slides para o TCC não existem padrões ou regras impostas, você pode criar da forma que preferir, mas fique atento e siga algumas dicas para tirar nota máxima.

     

    Crie os slides seguindo uma ordem lógica

    Como já foi dito algumas vezes, os slides do TCC servem como roteiro para a sua apresentação, você vai trocando os slides a medida que vai abordando o tema e geralmente aquilo que estiver aparecendo no slide no momento é justamente o que você falará naquela hora.

    Por isso, pense nos slides como uma história a ser contada, com início, meio e fim. O início é onde você  deve falar sobre o objetivo, justificativa do tema e depois a introdução ao trabalho. Os próximos slides devem conter a metodologia, os conteúdos mais importantes, citações de autores, gráficos, tabelas, imagens ilustrativas e por fim os slides com os resultados alcançados e considerações finais.

    A fluidez da sua apresentação também contará pontos, por isso a sequência certa dos slides te ajudará. Com isso é possível ver a importância de produzir os slides com calma, revisá-los, verificar se estão todos na ordem certa e se nenhum conteúdo importante ficou de fora, porque uma vez fora dos slides, dificilmente você lembrará disso na hora de apresentar.

     

    Utilize fontes simples e fáceis de serem lidas

    Não caia na tentação de utilizar fontes que fujam do padrão, as normas da ABNT impõe Arial ou Times New Roman no conteúdo escrito, por isso o ideal é seguir essa ideia também nos slides. Como já falamos, a intenção dos slides é ser claro e objetivo, justamente por isso são duas fontes adotadas como padrão.

    Fontes diferentes podem dificultar a leitura do conteúdo e tudo que você não quer na hora da apresentação é travar por não conseguir ler aquilo que está no slide. O conteúdo do slide deve ser perfeitamente legível para todos que estiverem assistindo ou avaliando entenderem e para você não ter dificuldades ou se enroscar durante a apresentação.

     

    Se for usar imagens, escolha aquelas com boa resolução

    É muito comum usar imagens dentro dos slides, principalmente para ilustrar algum conteúdo, por isso se você também decidir utilizar, lembre-se sempre que os slides serão projetados e a imagem ficará maior, por isso procure sempre por boa resolução e qualidade, principalmente se a imagem conter muitos detalhes que precisam aparecer.

     

    Padronize os slides, todos devem seguir o mesmo padrão

    Os slides também precisam demonstrar a seriedade que a ocasião pede, por isso padronize todos com a mesma fonte, utilize sempre o mesmo tamanho de letras e também é indicado que a quantidade de texto em cada slide seja parecida. Isso aumenta a credibilidade da sua apresentação e também facilita o entendimento de quem está assistindo.

     

    Utilize bullet points, gráficos e tabelas para ilustrar o conteúdo

    Por fim, para facilitar ainda mais o entendimento da banca e de quem está acompanhando sua apresentação, é possível utilizar bullet points, que são listas ou tópicos, é uma forma simples de demonstrar um conteúdo ou ainda citar determinado resultado alcançado em seu trabalho.

    Outra forma muito conhecida de ilustrar o conteúdo são os gráficos e tabelas, que se bem produzidos são muito mais fáceis de serem interpretados do que o texto.

     

    Siga nossas dicas e arrase nos slides do TCC!

    Nós, do Projeto Acadêmico, fazemos o possível para te ajudar na elaboração do TCC, sabemos da importância dos slides na hora da apresentação e por isso separamos todas essas dicas.

    Se você tem dúvida sobre esse ou qualquer outro conteúdo relacionado ao TCC, acesse nosso site, confira nosso conteúdo e claro, garanta uma ótima nota na sua apresentação.

  • Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Entenda como você pode fazer uma tese de doutorado e conquistar seu título.

    Muitas pessoas ambicionam seguir a carreira acadêmica, seja como professor em universidades ou como pesquisador. Para tal, é preciso percorrer um certo caminho e passar por uma avaliação. Parte dela propõe que você produza uma tese. Aqui você vai entender tudo que precisa para fazer uma tese e conseguir o título de doutor.

     

    O que é doutorado?

    Doutorado é uma pós-graduação stricto sensu. Para ser mais claro, é uma especialização direcionada ao ambiente acadêmico e científico.

    Diferentemente do mestrado que é um pouco mais abrangente e abre, ainda que pouquíssimas, brechas para que o foco do trabalho não seja necessariamente no ambiente acadêmico, o doutorado não. Trata de titular justamente a capacidade do indivíduo em determinado campo de estudo.

    Um exemplo é alguém que fez um mestrado em antropologia. Poderia trabalhar em campo, com entrevistas, pesquisas e experimentos sociais. O indivíduo que busca o doutorado terá algo totalmente voltado ao âmbito acadêmico. Será estritamente científico.

     

    Doutorado vem depois de mestrado?

    Não necessariamente. Embora a maioria das pessoas escolham esse caminho, até mesmo porque o mestrado te dá a oportunidade para atuar no campo acadêmico e desenvolver sua tese, no entanto existem pessoas que conseguem criá-la sem precisar de mestrado, “pulando etapas” por assim dizer.

    Pelo fato do doutorado exigir uma tese, que é o tipo de projeto mais respeitado e aceito no meio acadêmico, exige grande familiaridade com o tema. A formação no mestrado e o conviver cotidianamente nesse ambiente podem favorecer as condições que o indivíduo tenha de produzir a tese de doutorado, mas não se fazem necessárias em todos os casos.

     

    O que é uma tese?

    Ao falar de tese, sempre lembre hipótese. O prefixo “hipo” indica inferior, abaixo, aquilo que é menor, menos. A palavra tese significa verdade. Hipótese é o sinônimo de teoria. Algo que ainda pode ser provado ou algo que precisa ser provado.

    Já a tese se trata de algo que já foi cientificamente comprovado, através de uma rígida pesquisa e metodologia. Obrigatoriamente necessita de uma pesquisa experimental e de resultados concretos que não abram margens de dúvidas.

    Por isso a tese de doutorado é mais complicada que a dissertação de mestrado. Até o mestrado, você pode elaborar teorias e tentar colocá-las em prática. Para conseguir o título de doutor, elas já devem ter sido comprovadas e avaliadas.

    escrevendo no caderno

     

    Como começar a elaborar a tese

    Tendo em mente que você precisa de algo concreto, você precisa, no mínimo, ter o ensino superior completo para prestar o doutorado. Isso não significa que você não possa trabalhar na pesquisa de sua tese antes do término (existem pessoas que iniciam até mesmo antes da faculdade).

    Existem alguns passos básicos que são aplicáveis para qualquer pessoa que queira produzir uma tese:

     

    1. Definir o tema e teoria

    Se você precisa de algo concreto, é claro que isso deve partir de uma teoria. Por exemplo, um cientista percebe que as partículas de determinado material se comportam de maneira diferente quando expostas à uma classe específica de gases.

    Em cima disso, o cientista pode criar várias hipóteses prováveis para confirmar seu ponto de vista. A tese é justamente testar esses pontos de vista até chegar a algo concreto e real, descobrindo a razão. Se não descobrir, o projeto não pode ser considerado tese, mas se encaixaria em outras classificações.

     

    2. Tudo precisa ser original

    Nada de criar releituras ou algo que outra pessoa já propôs. Para isso existem dissertações, artigos e outros tipos de trabalhos científicos. A tese exige algo totalmente novo.

     

    3. Direitos autorais

    Você pode ter problemas judiciais se não prestar atenção nessa parte. O meio acadêmico é muito sério quando se trata do conteúdo intelectual produzido. Trate de referenciar adequadamente todo o material que não for seu na sua tese.

     

    4. Seu conteúdo será avaliado também pela relevância

    Propor uma tese que não seja tão relevante e colabore com o conhecimento pode diminuir o valor de sua tese. Existem classificações feitas em cada país que avaliam justamente o quanto o trabalho é relevante para o meio científico e acadêmico.

     

    5. Siga a metodologia correta

    Seu trabalho precisa de uma pesquisa experimental, isso é uma pesquisa que coloca os elementos pesquisados em observação na prática, que é o meio de pesquisa mais respeitado. Isso requer método e procedimentos bem especificados que se não forem seguidos podem desvalidar seu trabalho.

     

    Produzindo a tese de doutorado nas normas da ABNT

    Como a maioria dos trabalhos acadêmicos, ao produzir uma tese de doutorado você deve seguir as normas da ABNT. Os elementos obrigatórios são:

    Basicamente são os mesmos elementos obrigatórios na produção de uma dissertação de mestrado. Você pode adicionar outros elementos para tornar o seu trabalho mais completo.

    Nessa altura do campeonato não é adequado ficar só no básico. É claro que não precisa criar uma lista de imagens se sua tese possui poucas imagens, mas não hesite em acrescentar outros elementos como discussão, epígrafe e outros elementos que não são obrigatórios, mas que podem complementar o seu trabalho com um toque pessoal e tornar clara a sua identidade e espaço no meio acadêmico.

    Tenha em mente que muitas pessoas lerão a sua tese por inteira e avaliarão, escreverão críticas e artigos. O meio acadêmico é exigente com o conhecimento.

    Busque outras teses na instituição em que você pretende prestar para conseguir o título de doutor. Você vai compreender melhor o padrão de qualidade e será mais fácil para conseguir a aprovação. Você também pode buscar teses pertinentes ao seu conteúdo que estejam disponíveis gratuitamente na internet.

     

    Conquiste seu título de doutor

    Você já sabe o que é necessário para iniciar a produção de sua tese. Se você possui as teorias, não precisa esperar um mestrado para colocá-las a prova. Utilize uma metodologia experimental e transforme suas hipóteses em teses.

    Se quiser saber mais sobre o meio acadêmico e outros tipos de trabalho ou ainda se as normas da ABNT não estão tão claras, acesse o site Projeto Acadêmico e confira tudo que você precisa para seguir uma carreira adequada no meio ou somente se dar bem na faculdade e no seu TCC.

  • Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Entenda quais são os tipos de ensaios e como fazê-los!

    O ensaio científico ou ensaio acadêmico é comum nas universidades, se tratando de um gênero textual onde o autor expõe seu ponto de vista sobre o tema baseado em uma pesquisa.

     

    1. Sobre o ensaio científico ou ensaio acadêmico

    A primeira coisa que você precisa entender ao fazer um ensaio científico ou acadêmico é que é uma proposta teórica, onde se investiga e pesquisa determinado tema, a partir de obras de outros autores para então propor a sua própria opinião.

    Diferente de muitos gêneros acadêmicos, o ensaio científico abre bastante espaço para o subjetivo e para que você teorize, mas isso não significa perder o bom senso e criar algo que os outros não possam entender. Confira abaixo alguns itens que te ajudarão a produzir um ensaio científico:

    • É um gênero textual mais curto e breve do que teses, dissertações e outros textos acadêmicos. Vá direto ao ponto, ainda mais por se tratar de algo pessoal e muitas vezes subjetivo;
    • O ensaio científico, obrigatoriamente, deve conter a opinião do autor e uma reflexão subjetiva, mas é preciso ter cuidado para não se perder no processo. Os outros precisam entender do que se trata;
    • A linguagem deve ser o mais simples possíveis, mesmo se tratando do meio acadêmico. Use termos técnicos apenas se forem pertinentes ao desenvolvimento do trabalho;
    • A proposta precisa ser inovadora e apresentar algo diferente, um problema, uma discussão, uma crítica, tudo de maneira concisa;
    • Ao expor sua opinião e reflexão subjetiva, certifique-se de que tudo é fundamentado em fontes confiáveis.

     

    2. Não confundir com ensaio literário

    Ensaios por serem gêneros textuais específicos, podem ter muitas semelhanças, mas o ensaio científico ou acadêmico é diferente do ensaio literário.

    O ensaio literário abre margem para a subjetividade de maneira que o científico não permite. Além disso o ensaio literário não precisa ter fundamentação científica. Não confunda os tipos de ensaios.

    alguns objetos de estudo sobre uma mesa

     

    3. Conheça as normas da sua instituição

    O padrão é que a instituição exija as normas da ABNT, no entanto, um ensaio científico não precisa ser feito apenas em universidades e faculdades. Pode ser algo profissional, como em um centro de pesquisa.

    Descubra quais são as normas da sua instituição para produzir um ensaio científico de maneira adequada. A estruturação do trabalho é tão importante quanto o conteúdo.

    Geralmente os ensaios permitem uma liberdade maior por parte dos autores e não seguem uma estrutura rígida, sendo que toda a questão formal dependerá das exigências da instituição, na ocasião.

     

    4. A estrutura básica do ensaio científico

    Ao fazer um ensaio científico existe uma estrutura básica que precisa ser seguida, de acordo com as normas da ABNT. Mesmo que você não tenha a obrigatoriedade de normatizar seu trabalho dentro das regras, precisa entender o que é necessário para que não fique incompleto:

    Atenção especial na discussão, que é onde você deve expor sua opinião e reflexão, inclusive de maneira subjetiva e a bibliografia, que é onde você listará todo o material e as fontes da sua pesquisa para a produção do trabalho.

    Alguns itens que não são obrigatórios são muito bem-vindos, como anexos, índice e listas. Isso, além de enriquecer seu trabalho, pode melhorá-lo esteticamente e lhe dar mais fundamentação.

     

    5. Organizando seu ensaio científico

    Para organizar seu ensaio científico ou acadêmico, além da estrutura obrigatória e das normas da ABNT, é preciso seguir alguns pontos para que a possibilidade de ser subjetivo não faça com que você fuja muito do tema. Confira os itens abaixo para entender melhor:

    • Defina um tema, e faça toda a discussão subjetiva e objetiva girar em torno dele e mesmo que precise abordar outros pontos, sempre volte ao objetivo central;
    • Problematize, critique, questione o seu tema. Você mostrará um ponto de vista diferente e não reafirmar o que já está afirmado. Não produza algo que já existe;
    • Utilize cada parágrafo para tratar um assunto. Lembre-se de ser o mais objetivo possível, mesmo lidando com a subjetividade. Além disso, ensaios não devem ser muito longos;
    • A consulta das fontes é uma das partes mais importantes do ensaio. Você irá expor toda a origem de sua pesquisa na bibliografia. Escolha sempre fontes confiáveis.

     

    Desenvolvimento geral do ensaio acadêmico ou científico

    • Trace um cronograma para a produção de cada item do seu trabalho, não se demore muito em nenhum item, mas também não deixe de dar atenção, principalmente para pesquisa, desenvolvimento, discussão e acervo bibliográfico;
    • A pesquisa precisa ter uma data de início e de fim. Não realize a pesquisa ao mesmo tempo em que estrutura e escreve seu ensaio. Você não conseguirá se dedicar totalmente a nenhum dos dois;
    • Não realize pesquisas apenas na internet, com certeza em sua instituição existem outros exemplos de trabalho, teses, dissertações, monografias e você achará algo que poderá complementar o seu trabalho;
    • Pesquise e utilize as normas da ABNT mesmo que na sua instituição não seja obrigatório. Isso pode te ajudar muito a organizar seu ensaio científico;
    • A argumentação e discussão deve se associar perfeitamente com o desenvolvimento e tema central. Um texto conciso é obrigatório;
    • Se necessário e ainda houver insegurança, faça rascunhos do ensaio científico;
    • Tome nota sobre tudo que for relevante em sua pesquisa. Tomar nota é bem diferente de iniciar o ensaio em si;
    • Pesquise modelos de ensaios científicos, acadêmicos e até mesmo literários para não iniciar seu projeto sem base nenhum. É possível até mesmo baixar documentos que já vem estruturado;
    • Utilize uma metodologia científica para desenvolver e organizar o seu trabalho. Isso, além de facilitar as coisas, pode torná-lo muito mais coerente. Por exemplo, uma metodologia para realizar a sua pesquisa é importante, pois existem vários tipos de pesquisa.

    *Vídeo perfeito da Mari Ella

     

    Conheça o Projeto Acadêmico

    Se você está com dúvida na produção de um ensaio científico, TCC ou qualquer trabalho acadêmico, você precisa conhecer o site Projeto Acadêmico. Você terá qualquer dúvida respondida a respeito das normas da ABNT, qualquer tipo de trabalho acadêmico, científico temas, tudo isso com exemplos e modelos para você se inspirar e desenvolver algo com qualidade.

  • 10 Normas ABNT indispensáveis em um TCC

    10 Normas ABNT indispensáveis em um TCC

    Saiba as 10 principais regras da ABNT a se seguir para obter um bom trabalho de conclusão de curso.

    Em algum momento da vida acadêmica, você, estudante de ensino superior, irá se deparar com o trabalho de conclusão de curso, ou como é mais conhecido, TCC.

    Para redigir este trabalho, uma série de normas e regras são exigidas a fim de padronização e organização do trabalho para que ele seja bem interpretado.

    Essas regras indispensáveis em um TCC são estipuladas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e são imprescindíveis para a conclusão e aceitação de um trabalho acadêmico, de forma que é obrigatório utilizá-las no decorrer do projeto.

    Você que precisa redigir um trabalho de conclusão de curso e não conhece muito sobre as normas e obrigatoriedades do projeto, não se apavore, continue a leitura deste artigo e saiba, as 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir.

    *Vídeo Formatação de TCC nas regras ABNT por GMVT Garcia de Moura – Vídeos e tutoriais

     

    Estrutura de um TCC

    Para que o seu trabalho de conclusão de curso atenda às normas da ABNT, ele deve ser dividido em três partes, sendo elas:

    • Elementos pré-textuais;
    • Elementos textuais;
    • Elementos pós-textuais.

    Fazendo essa divisão do que vem antes do conteúdo do seu trabalho, o que envolve sua pesquisa, e o que vem após, ela de forma a complementá-la, seu trabalho terá mais chances de ser melhor sucedido.

    Esclarecida essa parte, vamos as normas indispensáveis em um TCC, lembrando que todas que serão citadas são obrigatórias em uma monografia.

    estrutura do TCC regras ABNT

     

    1. Capa

    De acordo com a ABNT NBR 15287:2011 – item 3.5 e item 4.1.1 a capa é um elemento obrigatório em um trabalho acadêmico, precisando conter as seguintes informações com a ordem descrita abaixo:

    • Nome da instituição de ensino;
    • Nome do autor ou autores do projeto (responsáveis intelectuais do trabalho);
    • Título do trabalho acadêmico;
    • Subtítulo do trabalho (se houver);
    • Cidade em que a instituição de ensino se localiza;
    • Ano da apresentação do trabalho.

    Essas são as informações que devem estar inseridas na capa de um trabalho acadêmico.

    Para saber como elaborar a capa do seu projeto de forma correta clique aqui.

     

    2. Folha de rosto

    A folha de rosto, também de acordo com a mesma NBR, porém citadas nos itens 3.12 e item 4.2.1.1; este é o elemento que traz informações importantes sobre o trabalho, precisando também seguir uma ordem tanto na sequência quanto nas informações. Veja a seguir:

    • Nome do autor do trabalho;
    • Título do trabalho;
    • Subtítulo (se houver);
    • Identificação do trabalho (tipo de projeto e nome da instituição);
    • Nome do coordenador ou orientador;
    • Cidade onde a instituição de ensino se localiza;
    • Ano da entrega.

    Clique aqui e aprenda a redigir corretamente essa seção.

     

    3. Folha de aprovação

    Este elemento obrigatório de um TCC deve vir logo após a folha de rosto e conter as seguintes informações:

    • Nome do autor;
    • Título do trabalho;
    • Subtítulo do trabalho (se houver);
    • Tipologia do trabalho;
    • Nome da instituição;
    • Data de aprovação (após as assinaturas);
    • Campo para assinaturas da banca examinadora.

    Clique aqui e veja como elaborar essa seção.

     

    4. Resumo em língua vernácula

    Este elemento obrigatório faz parte de uma das 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir, ele deve explicar de forma sucinta o assunto que será tratado no decorrer do projeto.

    É um resumo na língua do país em que a instituição de ensino está inserida, e de acordo com as normas da ABNT não podendo ser redigido em tópicos nem ultrapassar 500 palavras.

    Logo abaixo deste resumo, vem uma sequência de palavras-chave.

    Quer dicas para elaborar o seu resumo? Clique aqui.

     

    5. Resumo na língua estrangeira

    Assim como o resumo em língua vernácula, ou seja, do país em que a sua instituição de ensino se localiza, é imprescindível que o mesmo resumo seja redigido em uma língua estrangeira, geralmente escolhida entre o inglês e o espanhol.

    Em inglês esse resumo é chamado de Abstract e em espanhol de Resumé, por exemplo.

    Saiba mais sobre esse assunto aqui.

     

    6. Sumário

    Este é mais um da lista de elementos obrigatórios em um TCC, que indica onde está cada parte de todo o trabalho seguido de sua página correspondente e serve para facilitar a busca por tópicos de seu projeto acadêmico.

    Assim como diz o item 3.23 da ABNT NBR 15287:2011, o sumário é uma enumeração das divisões e seções de um trabalho de conclusão de curso, de forma a facilitar a leitura e identificação de onde se encontra cada coisa para quem irá ler e avaliar o seu projeto.

    Este item é elaborado conforme a ABNT NBR 6027.

    Com alinhamento à esquerda e sem recuo, o sumário também pode ser gerado automaticamente por meio do editor de textos Word.

    Para entender como fazer um sumário, clique aqui.

     

    7. Introdução

    Aqui devem estar discriminados todos os temas que serão tratados ao decorrer do trabalho, ou seja, uma apresentação breve, porém clara da do objeto de estudo deve ser feita.

    Nesse momento do trabalho é possível que você exponha a problemática do mesmo e os questionamentos que te levarão ao alcance de seus objetivos.

    Aprenda como fazer introdução aqui.

     

    8. Referências Bibliográficas

    Elaborado conforme a ABNT 6023, as referências são uma das normas indispensáveis em um TCC.

    Este é um conjunto padronizado de elementos retirados de uma determinada fonte que permite identificação e consulta do mesmo.

    Diversos documentos podem ser referenciados, como livros, revistas, sites, entre outros.

     

    Formatação

    A formatação do TCC é uma exigência da ABNT e sem essas regras de padronização o mesmo não é considerado finalizado.

     

    9. Margens

    As regras para as margens de todo o trabalho, desde a sua capa até a última página nos elementos pós-textuais, são de:

    • 3,0 cm na margem esquerda;
    • 2,0 cm na margem direita;
    • 3,0 cm na margem superior;
    • 2,0 cm na margem inferior.

    Essas regras são aplicáveis ao anverso da folha (parte frontal).

    margem ABNT

     

    10. Conteúdo

    Em todo o conteúdo do projeto acadêmico, assim como a margem, algumas normas devem ser seguidas, como:

    • Espaçamento entre linhas de 1,5 cm;
    • Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12;
    • Alinhamento do texto justificado;

     

    Saiba mais de como elaborar corretamente o seu TCC

    Acessando os conteúdos do Projeto Acadêmico você encontrará dicas, além da forma correta de elaborar todo o trabalho de conclusão de curso. Não tenha mais dúvidas, acesse e tenha um TCC nota 10!

  • Como Fazer uma Discussão de TCC

    Como Fazer uma Discussão de TCC

    Tire suas dúvidas sobre o que colocar na discussão do seu Projeto de Conclusão de Curso.

    Depois que o universitário já passou por quase todas as fases de desenvolvimento do TCC, fez a introdução, os objetivos e a pesquisa, ainda resta uma das últimas e mais importantes etapas, que costuma tirar o sono de muita gente: a discussão dos resultados de pesquisa, também conhecido como “análise dos resultados e discussão”.

    Vários estudantes apresentam muitas dúvidas nessa fase, mesmo que os conhecimentos adquiridos ao longo do projeto, por meio da bibliografia e das atividades práticas, tenham, certamente, os capacitado para realizá-la.

    Se você é um desses universitários que se sentem inseguros para redigir a discussão, continue lendo esse artigo!

    Você aprenderá, em 5 passos, como fazer esse tópico de forma clara, considerando tudo que foi aprendido e vivenciado na produção do seu projeto final da universidade.

     

    O que é discussão de TCC?

    Em primeiro lugar, antes de entender efetivamente como fazer a discussão do TCC, é necessário compreender o conceito dessa seção tão importante para o seu trabalho científico.

    No geral, o tópico da discussão vem como última parte do desenvolvimento do trabalho, próximo à conclusão e trata da apresentação e, posteriormente, a análise dos resultados.

    Mas qual é a diferença entre apresentar e analisar? As duas denominações são complementares, mas tem distinções fundamentais.

    Na apresentação, o universitário deve expor e comentar tudo o que descobriu durante o processo de pesquisa, de forma direta.

    Já na análise, o dever é interpretar os dados coletados, identificando e explicando as relações entre eles.

    A qualidade da análise interferirá diretamente na nota que você receberá no seu projeto e o quanto ele terá de valor científico. Por isso, é necessário capricho e atenção aos detalhes.

    Tudo parece bastante complicado, não é? Mas siga as etapas abaixo e seguramente você vai conseguir entender o que colocar na discussão do TCC.

     

    1. Faça uma retrospectiva do projeto

    Depois de entender o que é discussão do TCC, o estudante deve, literalmente, recapitular todo o percurso do seu projeto: como você ou seu grupo chegaram ao tema proposto, como o desenvolveram e colocaram em prática a pesquisa, quais foram os desafios e provocações durante a produção do projeto, qual é a finalidade da sua pesquisa, os objetivos específicos e quais os resultados esperados.

    Faça uma breve reapresentação de tudo o que você passou nos meses em que ficou elaborando o trabalho e o porquê de cada decisão. Lembre-se da “história” do seu projeto, da sua vivência.

    Esse é o primeiro passo para compreender como fazer a discussão do TCC.

     

    2. Evidencie os resultados do trabalho

    Nesta parte inicial da discussão dos resultados de pesquisa, a forma de expor os dados obtidos pode mudar conforme o tipo de pesquisa escolhida, teórica ou empírica, para chegar aos objetivos do projeto.

    Dependendo do método de investigação, o que colocar na discussão do TCC tem algumas peculiaridades.

    Primeiro, entenda as diferenças entre pesquisa teórica e empírica, e como apresentar os resultados levando em conta essas diferentes formas de exploração científica.

    • Pesquisa teórica: Tipo de pesquisa fundamentada em análise documental e referências bibliográficas, ela tem como objetivo proporcionar discussão entre conceitos e não o levantamento de dados.

    Nessa categoria a apresentação dos resultados consiste na descrição de conceitos dos autores utilizados no projeto, análise do estudante sobre essas concepções e, por fim, a criação de uma linha de argumentação, expondo pensamentos convergentes e dissonantes entre autores.

    • Pesquisa empírica: Compreende todas as formas de pesquisa de campo, onde o cientista ou pesquisador coleta dados por meio de entrevistas, observação ou experimentação.

    Esse tipo de pesquisa se divide em quantitativa ou qualitativa e tem o objetivo de comprovar, de forma prática, as hipóteses.

    A apresentação dos resultados, ou seja, números e dados obtidos, é feita de forma direta e objetiva através de gráficos e tabelas.

    Muitas vezes, em um mesmo projeto de conclusão de curso, pode haver pesquisa teórica e empírica. A seguir, aprenda como relacionar esses diferentes tipos de fundamentação e veja o próximo passo para saber o que escrever na discussão do TCC de forma exata.

     

    3. Exponha as relações entre os dados

    É importante que todos os dados e resultados, depois de apresentados, sejam interpretados e relacionados, a fim de chegar em conclusões científicas sobre o assunto abordado no trabalho de conclusão de curso.

    Para trabalhos fundamentados em bases puramente teóricas, a relação entre os dados já é feita mediante a comparação de conceitos e características dos assuntos abordados por cada autor, assim como as implicações de cada teoria.

    Em relação a trabalhos que tem fundamentação empírica, as relações entre os dados colhidos em pesquisa de campo são feitas pela comparação e interpretação de gráficos, comparando medidas, opiniões e frequência de acontecimentos.

    Quando o trabalho une esses dois métodos de investigação existe, também, a atribuição de causas e efeitos para os dados colhidos em pesquisa de campo. Para isso, a pesquisa bibliográfica é fundamental para saber como fazer a discussão do TCC.

     

    4. Confronte com a hipótese inicial

    Após a descrição de forma clara e objetiva da apresentação e análise dos resultados, a próxima importante etapa é colocar todas essas constatações frente à hipótese inicial do TCC.

    A finalidade é saber se o conteúdo produzido e os dados obtidos no projeto endossam ou refutam a ideia primária que o universitário tinha ao começar as pesquisas.

    Diferente do que muitos estudantes pensam, a hipótese científica não precisa necessariamente se confirmar para que o trabalho de conclusão de curso tenha êxito.

    A refutação da hipótese inicial acarreta na formulação de uma nova hipótese, mais amadurecida. O importante, neste caso, é a produção de conhecimento no processo.

     

    5. Apresente as possíveis respostas para o problema

    O problema de pesquisa é a questão que deve ser objeto de investigação do seu TCC. A partir da problematização que é criada a hipótese e o desenrolar de todo o trabalho.

    No final, é importante que o universitário tenha respondido a essa questão, pois é ela, na verdade, que deu sentido a toda a produção e é a última parte da discussão dos resultados de pesquisa.

    Dessa forma, seu projeto poderá ser considerado, de fato, uma pesquisa científica.

     

    Hora de começar!

    Seguindo essas 5 dicas você não terá dificuldades em saber o que escrever na discussão do TCC e estará a um passo da sua formação acadêmica. Acesse Projeto Acadêmico e saiba mais!

  • Características Textuais do TCC:  Erros mais comuns e sugestões

    Características Textuais do TCC: Erros mais comuns e sugestões

    A escrita para TCC exige certo rigor técnico e muita atenção. Por isso não é raro que estudantes tenham dúvidas sobre como escrever adequadamente o trabalho. Neste artigo, entenda quais são os principais erros e como evitá-los.

    Quem é universitário sabe: mesmo após ter finalmente conseguido delimitar um bom tema de estudo, passar as ideias para o papel continua sendo uma tarefa bastante difícil. Principalmente quando você não sabe ou tem dúvidas sobre os elementos textuais do TCC.

    Muitas vezes o projeto tem tudo para receber uma nota 10, mas erros básicos de escrita e linguagem podem fazer com que pontos sejam descontados.

    E não há nada mais frustrante do que ver o trabalho em que você depositou todo o seu empenho e dedicação durante quase 1 ano, sofrer decréscimo na nota por erros textuais que poderiam ser evitados, não é?

    Então continue lendo esse artigo e saiba identificar as principais falhas de escrita e como escrever TCC adequadamente.

    elementos de um TCC

     

    1. Erros Gramaticais

    Antes de tratar das estruturas textuais do TCC, é necessária atenção ao básico.

    Um dos fatores que mais derrubam o seu Trabalho de Conclusão de Curso são os populares erros de gramática. Escrever palavras de forma errada, colocar crase onde não tem e não colocar onde deveria ter, acentuação no geral, trocar palavras com “s” por “ç” e vice e versa, são alguns exemplos básicos.

    Todos esses equívocos são comuns e podem acarretar em perda de pontos e ainda manchar a imagem do trabalho. Para tentar minimizar falhas gramaticais vale sempre procurar em dicionários a forma certa de escrever.

    Qualquer ponta de dúvida sobre ortografia tem que ser sanada antes de passar o conteúdo do seu TCC para o Word e uma revisão detalhada antes da entrega é sempre muito bem-vinda.

     

    2. Coesão e Coerência

    A escrita do projeto final de graduação precisa ser coerente e coesa para que os conceitos defendidos durante o desenvolvimento do trabalho, assim como a análise dos resultados e conclusão, fiquem claros.

    Esses elementos textuais do TCC podem influenciar diretamente em um dos pontos mais importantes do projeto: o entendimento da linha argumentativa.

    Por isso, leia muitas vezes todos os textos criados para o seu trabalho de conclusão e verifique, de fato, se as ideias em cada parágrafo se conversam e as estruturas textuais do TCC estão corretas.

    Aposte em frases curtas, na ordem direta. Se você pode exprimir um pensamento em 3 palavras, não utilize 6. Seja objetivo.

     

    3. Usar “eu” e “nós”

    Uma das características textuais do TCC é a não-utilização da primeira pessoa do singular e do plural. A linguagem deve ser completamente impessoal.

    Então, em vez de falar “nós concluímos que” ou “eu concluo que”, utilize “o grupo concluiu” ou “conclui-se”.

    Não esqueça que você está relatando fatos científicos, argumentando sobre autores e comentando os resultados de uma pesquisa acadêmica.

     

    4. Achismos

    A escrita para TCC deve ser, além de impessoal, exata. Isso significa que não há espaços para argumentos imprecisos e suposições sem fundamentação teórica ou prática.

    Recursos textuais que demonstram incerteza, como “eu acredito”, “eu acho”, “como todos sabem”, afetam a credibilidade do projeto. Afinal, você está seguindo toda a metodologia científica, colhendo dados e fazendo análises, não é?

    Esses dados, quando bem utilizados e analisados, te dão certa autoridade sobre o assunto pesquisado, a ponto de você poder ser assertivo na escrita.

    Demonstrar insegurança e subjetividade pode transmitir para o leitor que o processo de pesquisa não foi tão minucioso como deveria ser.

     

    5. Informalidade

    Mesmo que você seja uma pessoa super criativa e bem-humorada, a escrita para TCC exige formalidade para que seja considerada uma pesquisa científica.

    Logo, não utilize gírias, excesso de metáforas, ditados populares, “morais” da história e expressões clichês. A linguagem deve ser muito objetiva e livre de floreios e romantismos.

     

    6. Citações avulsas

    Utilizar citações, indiretas ou diretas, para fundamentar suas ideias e embasar os argumentos utilizados no trabalho de conclusão de curso é uma característica textual de TCC, das mais comuns.

    No entanto, vários universitários não sabem como utilizar esse recurso e erram, seja na formatação ABNT, seja na forma de citar em si.

    Quando o erro é na formatação, é menos complicado. Uma revisada no tamanho da letra e espaçamento resolvem a situação. O problema maior é quando o graduando enche o projeto de citações e não faz comentários, ou seja, não há análise de nenhuma delas.

    Fica a impressão que o estudante utilizou os autores para falarem por ele. Portanto, é importante sempre que você, universitário, quando for utilizar citações, comente-as antes ou depois.

    Faça a sua análise sobre o que foi dito e não só copie e cole as frases e argumentos dos principais pensadores da sua área de estudo.

     

    7. Tempos verbais inadequados

    Este é um dos principais tópicos para entender como escrever o TCC. Para cada parte do projeto de conclusão de curso há um tempo verbal específico para a construção do texto.

    O estudante deve atentar-se às diferenças na utilização dos verbos em cada etapa do trabalho, para que haja lógica nas estruturas textuais do TCC.

    Por exemplo, para relatar fatos científicos é indicada a utilização do presente do indicativo. Para explicar o percurso da pesquisa, tudo que você já fez, resultados e métodos, utiliza-se o passado.  Já no caso da Introdução e Revisão Bibliográfica, o presente.

    Outro erro comum em relação ao uso de tempos verbais é a reutilização de pesquisas do Pré-TCC no TCC concluído, sem a devida revisão. No Pré-Projeto o estudante está planejando o que irá fazer, então o tempo verbal dos textos, normalmente, está no futuro.

    Para reutilizar essas produções textuais no projeto de conclusão é preciso atualizar e adequar o tempo verbal.

     

    8. Tópicos desorganizados

    Organizar os elementos textuais do Trabalho de Conclusão de Curso em uma ordem lógica é tão importante quanto escrevê-los bem. Pense que o leitor pode ser leigo no assunto e ter o primeiro contato com o seu tema de pesquisa.

    Tente levá-lo por uma viagem em que a cada texto os objetivos vão ficando mais claros. Contar uma boa “história” é uma das características textuais do TCC.

     

    Encontre mais dicas

    Agora que você já sabe como escrever o TCC, características textuais e principais erros, é hora de começar a produção!

    Para ajudar a descomplicar esse período, continue lendo as dicas do Projeto Acadêmico. Aqui você encontra tudo sobre o temido projeto final de graduação.

  • Por que fazer Iniciação Científica antes do TCC?

    Por que fazer Iniciação Científica antes do TCC?

    Participar de um projeto de pesquisa acadêmico tem inúmeras vantagens, até mesmo relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso. Confira os principais benefícios!

    Você acabou de entrar na Universidade, tudo é novo e os trabalhos parecem assustadores, principalmente o temido TCC, que a cada semestre fica mais próximo. Nesse momento você ouve falar do projeto de iniciação científica e fica em dúvida: participar ou não?

    Muitos graduandos não entendem como funciona uma Iniciação Científica e acabam enxergando essa importante iniciativa como algo que vai “sobrecarregar” ou onerar ainda mais a vida do estudante universitário.

    Mas não é nada disso, além de proporcionar muitos conhecimentos fundamentais não só para a faculdade, mas para toda a carreira profissional, a Iniciação Científica pode facilitar o processo de produção do trabalho de conclusão de curso.

    Pesquisa Quantitativa, Pesquisa Qualitativa, Metodologia, Introdução, Objetivos. Todos esses tópicos podem ser uma surpresa e complicar a vida do aluno durante o projeto final da faculdade, são velhos conhecidos de quem participou, anteriormente, de um projeto de pesquisa.

    Abaixo, entenda quais, exatamente, são as vantagens da iniciação científica para a sua carreira e para a elaboração do seu TCC.

    *Vídeo A importância da Iniciação Científica por Em Diálogo

     

    1. Bagagem

    O estudante que opta por fazer uma iniciação científica acaba tendo contato com conhecimentos, teorias, autores e estudos que, durante o período normal da faculdade provavelmente não teria.

    No início do projeto de pesquisa acadêmico, o universitário deve ter em mente um tema no qual vai estudar e se aprofundar. Em seguida, deve ler e conhecer as teorias, pesquisas e experimentos já existentes sobre esse tema, para só depois iniciar os trabalhos.

    A bagagem teórica do estudante, durante o processo de iniciação científica, é consideravelmente ampliada e o conteúdo adquirido, certamente, será muito bem aproveitado na realização do trabalho de conclusão de curso, principalmente quanto à revisão bibliográfica e a delimitação do tema de estudo do TCC.

    Fazer iniciação científica é acumular bagagem de conhecimento para quando chegar o momento de fazer o projeto final de graduação.

     

    2. Senso Crítico

    O senso crítico é um atributo muito necessário durante a realização do projeto de conclusão de curso e que só pode ser trabalhado na prática, através de discussões, brainstorm e debates.

    Uma das vantagens da iniciação científica é justamente propiciar um ambiente provocador, em que o senso crítico é lapidado e o questionamento é incentivado.

    Nem sempre o estudante em fase de TCC deve aceitar exatamente tudo que o orientador falar. Ter bagagem e senso crítico significa também ter experiência para discordar, quando necessário.

    Em uma banca, por exemplo, o senso crítico, capacidade de argumentação e raciocínio rápido e lógico são fundamentais para conseguir defender seu projeto.

    Todas essas características são sumariamente trabalhadas, já que é na conversa e discussão de ideias, como funciona uma iniciação científica.

     

    3. Senso Metodológico

    Como fazer a metodologia do TCC é uma das perguntas que os graduando mais fazem quando chega o momento tão temido de produção.

    Metodologia é, nada mais, que os procedimentos necessários para alcançar os objetivos definidos logo no início do trabalho. Envolve saber o tipo de pesquisa, a abordagem e como coletar os dados.

    O estudante que fez iniciação científica antes do trabalho de conclusão de curso já está familiarizado com as metodologias e com certeza, não terá dificuldades para definir a mais adequada ao projeto.

    Por outro lado, o aluno que nunca ouviu falar desses termos terá dificuldades e o caminho será mais custoso.

     

    4. Reaproveitamento da pesquisa científica no TCC

    Não é incomum que alguns estudantes reaproveitem grande parte ou até totalmente a pesquisa produzida no trabalho de conclusão de curso.

    Com uma investigação já bem estruturada, basta fazer pequenos ajustes para que o projeto de iniciação científica se torne, de fato, um TCC. Dessa forma, o tempo investido na Iniciação é reaproveitado.

    Imagine ter o TCC pronto antes mesmo do início do último ano? Essa é uma das vantagens da iniciação científica. Pergunte ao coordenador do seu curso sobre essa possibilidade.

     

    5. Prosseguimento da pesquisa científica no TCC

    Além do reaproveitamento total, muitos estudantes optam por dar continuidade à pesquisa feita durante a iniciação científica.

    Já com um tema bem delimitado, senso crítico e metodológico, fica muito mais fácil seguir a linha de investigação.

    Chegar ao final da graduação com 2 pesquisas científicas, de uma mesma área do conhecimento, sendo uma a continuidade da outra é, sem dúvidas, um grande feito que pode alavancar sua carreira e facilitar sua entrada em outros níveis da formação acadêmica.

    Segundo estudos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, MCTIC, o aluno que participa de iniciação científica e tem bolsa, possui 2,2 vezes mais chances de entrar em uma pós-graduação.

     

    6. Networking com profissionais e pesquisadores

    Networking é a rede de contatos importantes com outros profissionais da área que todo graduando deve tentar fazer. O aluno da iniciação científica, em comparação ao aluno que optou por não participar, está à frente nesse quesito.

    Fazer iniciação científica também é fazer contatos e ter a oportunidade de trabalhar junto a ótimos pesquisadores, professores e especialistas, que podem te abrir as portas e te ajudar durante toda a sua carreira.

    Compartilhar ideias, oportunidades e críticas com os melhores do ramo, são só algumas das vantagens da iniciação científica.

     

    7. Bolsa de Estudos

    Como incentivo à entrada de estudantes universitários no mundo acadêmico, instituições, como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), oferecem bolsas de estudos para que o graduando possa se dedicar 100% à vida acadêmica.

    É uma ótima oportunidade não só para quem pretende seguir na área de pesquisa científica, mas para quem realmente quer aproveitar todas as experiências, em relação a conhecimento, que a faculdade pode oferecer.

     

    8. Diferencial no mercado de trabalho

    Se você chegou até aqui já sabe como funciona uma iniciação científica e como ela pode te ajudar a concluir seu TCC.

    Mas, fora do âmbito da faculdade, ter participado de um projeto de pesquisa acadêmico pode dar um grande destaque para o seu currículo.

    Possuir artigos científicos e demais produções publicadas em seu nome demonstra interesse e, principalmente, potencial.

    Tudo isso aliado a um ótimo trabalho de conclusão de curso se torna um elemento que te distinguirá dos demais no mercado profissional, que está cada vez mais competitivo.

     

    Encontre mais dicas

    Ingressar em um projeto de iniciação científica é muito importante, mas não é o único jeito de adquirir conhecimento sobre os processos de produção de um TCC. No nosso site você encontra detalhes para não passar aperto na reta final da faculdade!