Categoria: Acadêmico

  • Diferença entre Aula Expositiva e Aula Dialogada

    Diferença entre Aula Expositiva e Aula Dialogada

    Todo educador sente-se mobilizado a oferecer o melhor com o objetivo de ajudar seus alunos. Um dos grandes objetivos de quem leciona, senão o principal, é receber um feedback falando do trabalho e dedicação que teve em sala de aula e ver seus alunos formados. A forma como cada professor(a) leciona, é uma característica própria, sendo bastante comum a inclinação para aula expositiva e dialogada, um dos pontos relativos a grade da instituição de ensino.

    Neste post vamos falar mais sobre o que é aula expositiva e aula dialogada. Conheça a diferença entre essas duas formas de lecionar e um pouco mais sobre elas. Veja tudo isso a seguir!

    Aula dialogada

    Para começarmos a mostrar a diferença entre aula expositiva e dialogada, vamos começar falando sobre o que é aula expositiva dialogada. Também conceituada como uma estratégia na hora de lecionar, as aulas expositivas dialogadas são bastante caracterizadas devido a sua exposição a conteúdos onde a participação dos alunos é ativa. Levando em conta o conhecimento prévio dos alunos em sala de aula, o grande objetivo deste modelo de lecionar em sala de aula é fazer com que os alunos questionem, discutam e interpretem o assunto em pauta.

    Geralmente, em uma aula expositiva dialogada, o professor necessita de uma contextualização atraente do tema fazendo com que as estruturas sejam agradáveis para uma abordagem mental. Isso ajuda bastante na articulação das informações facilitando as questões que logo serão apresentadas. O principal ponto desta estratégia é incentivar o diálogo entre os alunos e o professor, gerando um debate saudável e construtivo em sala de aula.

    Sem dúvidas, a expositiva dialogada é muito boa e faz com que os alunos questionem o que está sendo apresentado, a forma como está sendo apresentado, o porquê do assunto, a importância do assunto, tudo feito com críticas, reflexões e discussões. De acordo com especialistas no assunto, esse modelo de ensino enfatiza o senso crítico e estimula os estudantes a questionar o mundo ao seu redor.

    Essa estratégia é ampla e serve para avaliar a participação de cada aluno em relação a sugestões, soluções, críticas, ponto de vista, que contribui de forma relevante para qualquer assunto abordado em sala de aula. Nessa estratégia, o diálogo é a palavra-chave que faz das atividades algo prazeroso, produtivo e conceitual. 

    Considerando as dificuldades do ensino no Brasil, a carência por professores melhores remunerados, o atual momento da economia, o que já foi ou aquilo que pode vir a ser, enfim, muita coisa, pode ser alvo de estudo e trabalhado em sala de aula levando o aluno a refletir, dar sua opinião e a pensar profundamente sobre algo.

    Esse é o modelo utilizado pelos gregos antigos em sala de aula. No auge da civilização grega, os filósofos e seus alunos falavam sobre o mundo ao seu redor, lançando teorias, ideias construtivas sobre tudo que fosse discutido, desde átomos, partículas, grãos de areias, o ser humano, até o cosmos, estrelas, planetas, trajetórias, espírito, alma, e muito mais.

    Aula expositiva

    Já quando o assunto é aula expositiva, a exposição oral/escrita é bastante enfatizada como conteúdo central das aulas ministradas. Esse modelo não faz menção aos conhecimentos prévios dos alunos em sala de aula. Tão pouco tem como objetivo o questionamento dos estudantes e sua opinião de um modo geral. Neste modelo de lecionar, o professor é quem dá as cartas e decide os rumos da aula, sendo o aluno um objeto passivo a cada assunto trabalhado em sala de aula.

    A forma com que os alunos são avaliados é baseada em atividades com foco na fixação, memorização ou o famoso “decoreba”, já que neste modelo de lecionar não existe espaço para que o aluno fale sobre o assunto, dê opiniões, discuta com outros alunos e o professor sobre os tópicos do tema pautado. Não existe espaço para estimular às reflexões feitas pelos alunos em sala de aula quando o modelo de aula expositiva é enfatizado. Claro que em momentos raros os alunos são conduzidos a se expressarem quanto a um assunto, mas são momentos oportunos e engolidos pela expositiva em seguida.

    A forma de avaliação é feita com provas, trabalhos, todos com foco na fixação de regras, fórmulas, eventos, tudo pronto para o aluno decorar e ser avaliado em seguida. Esse é um modelo Prussiano de lecionar, algo que surgiu com a era do militarismo, muros, sinal, uniformes, cartilhas, matando aos poucos a reflexão profunda de uma aula dinâmica como costumavam fazer os gregos e grandes pensadores.

    Do ponto de vista de bons especialistas na área de ensino, mesclar as duas formas de trabalhar pode ser uma solução importante a ser adotada por qualquer instituição de ensino. Estimular o aluno a questionar, a ter curiosidade, a enxergar por sua própria ótica, sem deixar de cumprir com a grade curricular de um mundo industrializado, é possível desde que tudo seja planejado pelo professor, corpo docente e instituição de ensino.

    A importância do planejamento      

    De uma forma simples de entender, a aula dialogada conta com a participação dos alunos e na aula expositiva isso não acontece. Nos últimos anos, a preocupação com as aulas expositivas dialogadas tornou-se maior, e países de primeiro mundo passaram a adotar o modelo de ensino que já foi um sucesso em séculos passados. Porém, o mundo ainda é dividido quanto a forma de ensino, e por muito pende mais para o modelo Prussiano e industrial de aulas expositivas sem nada de diálogo e estímulos a reflexão dos alunos. Esse é um fato triste, mas que aos poucos começa a ser mudado.

    É possível buscar o melhor das duas formas de lecionar dando voz e pensamentos próprios aos alunos. O planejamento em torno disso é algo que deve ser bastante trabalhado pelo corpo docente, pois firmar um modelo que fuja do convencional pode não ser tão fácil, ainda mais quando a ideia é introduzir uma educação com ensino voltado para o diálogo e a reflexão em um país subdesenvolvido em termos de educação.

  • Relato de Experiência: veja como fazer, modelo e exemplo pronto

    Relato de Experiência: veja como fazer, modelo e exemplo pronto

    O relato de experiência é um bom argumento para se utilizar em trabalhos acadêmicos como o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Considerado pelos especialistas em trabalhos acadêmicos como dados de grande relevância, o relato de experiência oferece informações detalhadas sobre a experiência do autor em relação a determinado evento.

    Quer fazer um relato de experiência para o seu TCC, mas não sabe por onde começar? Deixa que nós te ajudamos com isso. A seguir preparamos um guia completo de roteiro para relato de experiência, considerando aspectos importantes como a definição de relato de experiência, como fazer, entre outros detalhes. Confira tudo isso a seguir.

    exemplo de relato de experiência
    Fonte: https://pt.slideshare.net/aninhaprof/elaborao-de-relato-de-experincia

    Relato de experiência: definição

    O relato de experiência é uma produção textual que reúne diversos elementos descritos precisamente através de uma retratação de uma experiência vivida. Quando aplicado a um trabalho acadêmico, o relato de experiência se torna um texto de grande importância, pois tem a função de contribuir de forma relevante para a área de atuação abordada no trabalho, seja para desenvolver um projeto profissional ou para criar um novo curso sobre a área, entre outras possibilidades. Relato de Caso: dicas de como fazer, metodologia, ABNT e exemplos

    No relato de experiência, o autor traz à tona diversas motivações e metodologias que descrevem as ações tomadas em relação ao relato de determinada experiência, considerando impressões vivenciadas pela pessoa que a viveu, assim como outros aspectos que possam impactar de alguma forma no relato.

    Embora pareça simples relatar determinada experiência, é preciso seguir vários aspectos para ter um bom relato, como contextualização, objetividade e aporte teórico. Esses três aspectos devem aparecem em todo relato de experiência retratado em um trabalho acadêmico. De forma resumida, o relato de experiência não pode ser de forma alguma uma narrativa subjetiva, emotiva e nem mesmo uma divulgação aleatória e pessoal.

    Há algumas pessoas que acreditam que o relato de experiência dá ao autor uma liberdade maior para poder descrever suas impressões e fazer considerações em uma linguagem pessoal. No entanto, há aqueles que defendem que o relato de experiência faz parte de um trabalho científico, por isso, ele deve ser impessoal e muito sério, ou seja, sem apelo emotivo, pessoal ou qualquer coisa do gênero.

    Como há um grande conflito entre ambas as versões, é recomendado que os estudantes escrevam um relato de experiência em tom semelhante ao que é utilizado em sua área de atuação. Nesse caso, o estudante pode procurar por trabalhos acadêmicos parecidos com seu e observar o tom utilizado no relato de experiência. Essa é uma forma simples de não errar na hora de escrever seu relato de experiência.

    Independente do tom utilizado para fazer o relato de experiência, o autor deve sempre prestar atenção aos fatos e considerações apontados no relato. Cada uma das considerações descritas deve apresentar relevância para o relato de experiência, assim como importância real para a área de estudo abordada no trabalho. Caso contrário, é melhor deixar de lado determinadas considerações.

    O relato de experiência é mais do que uma simples descrição de uma situação. O autor precisa passar através deste texto reflexões e ponderações embasadas em sua própria experiência que será relatada ao longo do texto. O relato de experiência deve ser feito de forma que auxilie outros estudos, vivências e pesquisadores sobre determinado assunto.

    Exemplos prontos:

    Como fazer relato de experiência?

    Fazer um relato de experiência em tom impessoal com informações relevantes sobre a experiência vivenciada pode ser um pouco desafiador, ainda mais quando não sabemos a estrutura e aspectos principais deste tipo de texto. Pensando nisso detalharemos a seguir várias dicas para que você possa fazer seu relato de experiência considerando várias etapas. Confira a seguir todas essas dicas!

    *Vídeo de Helena Farias

    Estrutura do relato de experiência

    Antes de criar seu relato de experiência, você precisa entender a estrutura dessa produção textual. O relato de experiência é composto normalmente pelos seguintes tópicos: introdução, objetivos, metodologias, descrição do contexto e procedimentos, resultados observados e considerações finais.

    Essa não é uma estrutura padrão ou obrigatória, mas é a forma mais simples e fácil de estruturar o seu relato de experiência. Considerando essa estrutura, abordaremos a seguir cada um dos tópicos mencionamos para que você entenda como é feito um relato de experiência.

    1. Introdução

    É o momento em que você descreve brevemente os pontos que serão abordados em seu relato de experiência, considerando os objetivos e os principais argumentos que serão utilizados.

    2. Marco teórico do relato

    Nesse momento, você deve contextualizar o seu relato de experiência apresentando todos as experiências vivenciadas em uma ordem cronológica.

    3. Local e população envolvida no relato

    Esta não é necessariamente uma etapa, mas faz parte do contexto maior de todo o relato. Você deve descrever ao longo de seu texto o local onde ocorreu tal experiência, assim como a população envolvida com esta situação.

    4. Primeira sessão do relato

    Ao descrever uma experiência, a primeira sessão tem sempre uma importância maior para detalhar tudo que foi observado. Neste momento, o estudante deve apresentar seus principais aspectos, resultados e considerações sobre a experiência vivenciada.

    5. Outras sessões do relato

    Nas outras sessões do relato você deve acrescentar novas impressões respeitando a ordem cronológica. O ideal é que você especifique sempre sobre qual sessão está se referindo. Além disso, faça com no máximo 8 linhas, respeitando o mínimo de 2 frases por parágrafo.

    6. Metodologia do estudo

    Nesta etapa, você deverá informar quais foram os métodos utilizados para chegar ao relato de experiência, considerando todos os aspectos empregados em seu estudo.

    7. Conclusão do relato

    Por fim, você deverá concluir seu relato de experiência informando os resultados observados e outros elementos finais do seu estudo.

    Viu só como é fácil fazer seu relato de experiência? Em todos os tópicos, é importante que você use uma linguagem mais impessoal, tornando os fatos mais relevantes que qualquer consideração emotiva ou pessoal. Isso traz mais credibilidade para o seu trabalho e ainda deixa os leitores se decidirem sobre o que foi relatado. Seguindo os tópicos que mencionamos, você fará um bom relato de experiência que trará muito mais dados e argumentos para a construção do seu trabalho acadêmico.

  • O que é Levantamento Bibliográfico? veja como fazer, ABNT e dicas

    O que é Levantamento Bibliográfico? veja como fazer, ABNT e dicas

    Fazer uma monografia ou qualquer outro trabalho acadêmico exige bastante estudo e pesquisa. Por não ser algo tão simples, a organização é parte fundamental para elaborar um bom trabalho. Nesse caso, o primeiro passo para manter a organização e não se perder na elaboração do trabalho é fazendo o levantamento bibliográfico.

    Já escolheu o tema da sua monografia, mas não sabe por onde começar? Não se preocupe, nós te ajudaremos a “encontrar a luz no fim do túnel“, ou melhor, a fazer o levantamento bibliográfico do seu trabalho. Como fazer Referência Bibliográfica de Site: normas ABNT, TCC e exemplos

    etapas do levantamento bibliográfico
    Fonte: https://slideplayer.com.br/slide/8685425/

    O que é levantamento bibliográfico?

    O levantamento bibliográfico consiste em um tipo de pesquisa onde é consultado bancos de dados nacionais e internacionais para saber o que já existe sobre um determinado assunto. Nesse caso, os estudantes que estão fazendo uma monografia ou outro trabalho acadêmico podem consultar bibliotecas e solicitar o levantamento bibliográfico de um tema em específico.

    Ao fazer essa pesquisa, o estudante se torna um verdadeiro pesquisador sobre o tema, onde ele poderá reunir várias obras, pesquisas, estudos, entre outros projetos que tenham relação com o seu tema. Com todo esse material organizado e disposto para o estudo, o estudante terá uma grande referência do que já é conhecido sobre o tema e assim poderá definir uma nova abordagem para o assunto. Pesquisa Bibliográfica: entenda o que é, conceito, exemplo e como fazer uma

    A maioria dos trabalhos acadêmicos exigem o levantamento bibliográfico. Isso porque é dessa forma que o estudante consegue identificar os pontos que ainda não foram abordados sobre o seu tema. Se essa etapa não existisse, as monografias e trabalhos acadêmicos teriam discussões muito semelhantes, o que iria diminuir significativamente o número de novas pesquisas e projetos totalmente inovadores.

    Vale a leitura: http://www2.eerp.usp.br/Nepien/DisponibilizarArquivos/Levantamento_bibliografico_CristianeGalv.pdf

    Exemplos e modelos prontos de levantamento bibliográfico:

    Como fazer levantamento bibliográfico

    Sabendo o que é um levantamento bibliográfico fica muito mais fácil de elaborar essa parte do seu trabalho acadêmico. A primeira coisa que você deve ter em mente para colocar o levantamento bibliográfico em prática é que a organização é a alma do sucesso do seu trabalho. Sendo assim, conte com ferramentas digitais, cadernos de anotações e vários outros recursos para anotar todos os dados que você coletar durante a elaboração desse levantamento. NBR 6023: atualizada 2018/2019, referências bibliográficas, dicas

    Para garantir o sucesso do seu trabalho acadêmico também é importante que você tome certos cuidados ao fazer o levantamento bibliográfico. Veja a seguir algumas considerações na hora de escolher as obras para sua pesquisa:

    Qualidade das obras – o sucesso da sua monografia diretamente atrelada a qualidade do material pesquisado. Quanto mais qualidade tiver as obras que você selecionou para o estudo, melhor será a sua monografia, pois você contará com os melhores recursos para criar algo totalmente do zero.

    Autores renomados – outro ponto importante ao procurar por obras é a escolha dos autores relacionados ao tema do seu trabalho. Autores renomados sobre o assunto passam maior credibilidade para a sua pesquisa, além de proporcionarem conteúdos mais completos, considerando que eles são renomados por entenderem do assunto.

    Data de publicação – procurar por pesquisas antigas poderá resultar em trabalhos com grande renome, no entanto, há apenas um problema nessas pesquisas, que é a atualização sobre o assunto pesquisado. Muitas vezes esses conteúdos estão desatualizados, por isso, eles não oferecem todo o parâmetro necessário para a sua pesquisa. Por isso é importante complementar o levantamento bibliográfico com obras mais recentes.

    Levando em conta essas características, você deverá começar a sua pesquisa utilizando referências que você já conhece sobre o assunto. Procure em seus estudos nomes de pesquisadores, cientistas e outros especialistas no tema que você abordará em seu trabalho. Se você já estudou sobre uma dessas personalidades ao longo do seu curso, comece pesquisando suas obras dentro do tema.

    Mas é importante que você não se limite a apenas um autor, lembre-se do que já mencionamos: qualidade das obras, autores renomados e data de publicação são fatores importantes para o seu levantamento bibliográfico. Sabendo de tudo isso, vamos as dicas de como fazer o levantamento bibliográfico para seu trabalho acadêmico:

    *Vídeo da Profa Windyz Brazao Ferreira, PhD

    1. Conte com bons bancos de dados

    Diversas bibliotecas do país oferecem pesquisas em seus bancos de dados para que estudantes possam fazer o levantamento bibliográfico com o acervo disponível em seus arquivos. Opções de bancos de dados não irá faltar, mas você pode filtrar esses locais de acordo com o seu tema. Por exemplo, se o seu tema está relacionado com economia, procure por bibliotecas de faculdades com foco em economia.

    Fazer o levantamento bibliográfico em outras bibliotecas não tem nenhum problema, mas você contará com mais chances de encontrar o que procura se for direto ao local de interesse. Mas se quiser aumentar sua busca, pesquise também em outras bibliotecas para ter uma boa análise sobre o assunto.

    2. Pesquise na internet

    Hoje em dia é muito mais fácil pesquisar sobre qualquer coisa, pois a internet oferece uma grande variedade de conteúdo interessante. Algumas bibliotecas até disponibilizam o acesso aos bancos de dados através da internet. Nesse caso, basta preencher alguns formulários e enviar a solicitação para a biblioteca.

    Outro recurso interessante para você ter um bom levantamento bibliográfico pela internet é pesquisando no Google Acadêmico. Nesta seção do Google você encontrará apenas trabalhos acadêmicos sobre o tema pesquisado, podendo fazer pesquisas de acordo com o tema, nome do autor, universidade ou faculdade, dentre outros recursos.

    3. Comece com nomes conhecidos

    Como já mencionamos, você deve começar por nomes que você já conhece sobre o assunto. Se em algum momento foi mencionado que determinada pessoa é referência em relação ao tema da sua monografia, pesquise obras dessa pessoa. Na obra desse autor você poderá procurar pelas referências bibliográficas e conhecer todos os autores que foram pesquisados para a elaboração daquela obra.

    Sendo assim, você poderá encontrar diversos autores que são renomados e especialistas sobre o assunto do seu trabalho acadêmico sem grande esforço. A ideia é começar por um nome conhecido e buscar suas referências. Se ele é renomado no tema da sua monografia, todos os autores das referências bibliográficas também são consagrados na área de estudo. Agora que você já sabe como fazer o levantamento bibliográfico, organize todas as informações que forem coletadas ao longo da pesquisa para não perder nenhum dado importante que poderá ser estudado para a sua monografia.

  • Delineamento Experimental: tipos, exemplos, aprenda como fazer

    Delineamento Experimental: tipos, exemplos, aprenda como fazer

    Descubra o que é delineamento experimental e como fazê-lo.

    Chega o momento na vida de qualquer estudante em que é preciso realizar o TCC. O delineamento experimental é basicamente o plano ou metodologia para a produção de qualquer trabalho acadêmico.

    Significados do termo

    O termo “delineamento experimental” pode ter vários significados e dizer respeito a mais de um aspecto, mesmo quando se trata de um trabalho acadêmico. É preciso que você entenda o conceito e utilização para poder traçar um rumo na produção do seu trabalho acadêmico.

    Delineamento experimental no sentido de metodologia

    O termo “delineamento experimental” pode ser relacionado a uma metodologia para a produção de um trabalho acadêmico, sendo, ou não, relacionado às pesquisas para o desenvolvimento do tema.

    Nesse caso, delineamento experimental se trata da organização dos itens e unidades experimentais apresentados no trabalho, assim como também podem referir-se aos resultados e conclusões.

    Delineamento experimental no sentido de pesquisa

    O termo também pode se referir, especificamente, à pesquisa experimental e todo o seu desenvolvimento no trabalho acadêmico. Nesse caso, é preciso entender toda a metodologia de uma pesquisa experimental, já que existem vários tipos de pesquisas.

    Delineamento experimental em significados externos

    Ele também pode ter relação direta com significados externos ao tema de produção acadêmica. Um exemplo disso é quando se trata de um desenho. O termo “delineamento” é sinônimo de esboço ou traçado. Um designer de moda, designer gráfico, ou arquiteto, poderia produzir um delineamento experimental para seu projeto. Nesse caso o termo “delineamento” se refere ao esboço de algum desenho ou ilustração.

    O termo também tem relação com a biologia e com pesquisas experimentais, especial laboratoriais. O que pode ter uma relação direta com a questão acadêmica.

    Trabalhando com o termo

    Quando se trata de delineamento experimental, como plano ou metodologia para a produção do seu trabalho acadêmico, estamos falando de pesquisa e experiências. Diferente da pesquisa bibliográfica, trata-se de algo mais prático. Veja as características da pesquisa experimental:

    • É principalmente baseada na observação;
    • Aborda e apresenta resultados quantitativos ou qualitativos;
    • É dividia em diferentes grupos de experimentos, de acordo com o contexto para que se chegue no resultado almejado;
    • A pesquisa científica contém variáveis que podem mudar o seu rumo;
    • Traz resultados concretos, possuindo maior credibilidade dentre os tipos de pesquisa.

    A pesquisa científica é basicamente prática, mas também requer uma apresentação de anotações e estruturação. A organização da parte escrita geralmente é feita nas normas da ABNT, mas isso depende da instituição, principalmente se tratando de algo profissional e não acadêmico.

    Ainda assim, é importante saber qual é a estruturação de pesquisa padrão para o delineamento experimental, pois mesmo que não deva seguir as regras da ABNT, não correrá o risco de ficar incompleto.

    Delineamento experimental diz respeito a todo o plano de estruturação da pesquisa experimental.

    banner delineamento experimental

    Delineamento inteiramente casualizado

    É outro tipo de delineamento, se tratando de pesquisas experimentais. Se trata de algo mais simples, onde cada experimento é tratado de maneira aleatória, ao acaso. É normalmente utilizado em laboratórios, onde os riscos são controlados.

    Quando pensar em delineamento inteiramente casualizado, sempre relacione à biologia, física ou outros segmentos científicos de caráter laboratorial. Não é um termo tão abrangente quanto o delineamento experimental.

    Tratando o delineamento experimental como um esboço do trabalho

    Como o próprio nome já diz, é quando você utiliza esboços e rascunhos para produzir o seu trabalho acadêmico, podendo incluir ou não a parte de pesquisa. Nesse caso inclui-se toda a metodologia do trabalho, inclusive a agenda, cronograma, orçamentos, etc.

    Ainda assim, trata-se sempre de algo prático. Tenha isso em mente quando pensar sobre o que é delineamento experimental, sobre quaisquer hipóteses.

    Dicas para fazer o seu delineamento experimental

    O delineamento experimental basicamente trata-se do roteiro e da metodologia do seu trabalho, de uma maneira prática. Confira os itens abaixos para melhor compreensão:

    • Defina um tema para o seu trabalho e resultados concretos. Você precisa seguir um caminho sabendo onde deseja chegar, mesmo que não consiga por conta de alguma variável;
    • Observação é o principal, então todo o desenvolvimento do trabalho deve ser anotado. Se tratando de uma pesquisa de caráter experimental, isso é crucial, já que ela gira em torno da observação;
    • Os menores resultados podem ser peças ou passos para um resultado maior. Não despreze as pequenas mudanças de rumo que surgem na sua pesquisa ou desenvolvimento do trabalho;
    • A agenda é crucial. As datas das pesquisas precisam ter um término para que a produção escrita e apresentação do trabalho se iniciem;
    • A metodologia da pesquisa de caráter experimental é necessária para que sua proposta tenha consistência e objetividade;
    • Defina o local onde tudo ocorrerá;
    • Separe cada item ou fator, se houver mais de um e faça anotações individuais sobre cada um, além das anotações sobre as reações e resultados quando em conjunto.

    Áreas de uso do delineamento experimental

    O delineamento experimental é definitivamente predominante nas áreas laboratoriais e exatas, o que não impedem de estarem presentes nas áreas humanas, por exemplo, em experimentos sociais ou pesquisa de campo.

    Ou mesmo nos campos artísticos, desde a maquiagem até a arquitetura, mas com uma conotação totalmente diferente.

    Sobre o estudo experimental

    A principal função do estudo experimental é trazer algo novo. Geralmente busca determinar um efeito causal entre dois ou mais efeitos ou fatores. O sucesso do estudo depende de uma rígida metodologia científica para organização e apresentação dos dados úteis obtidos por meio dos experimentos.

    Dentre os tipos de estudo, o experimental é o que ganha mais prestígio, por se basear em observação e algo prático, praticamente não pode ser questionado, diferentemente de estudos bibliográficos, teóricos, etc. Mas isso não ocorre em detrimento dos outros estudos, já que eles se complementam.

    Produzindo seu trabalho acadêmico com qualidade

    Se você quer entender melhor sobre como funciona a pesquisa experimental, veja todos os detalhes nesse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra todas as informações necessárias para o seu TCC, pesquisas e desenvolvimento de quaisquer trabalhos de natureza acadêmica ou científica, normas da ABNT e muito mais para produzir o melhor trabalho possível.

  • Argumentação: veja como fazer, fundamentar, tipos e nossas dicas

    Argumentação: veja como fazer, fundamentar, tipos e nossas dicas

    Aprenda a argumentar corretamente em seu trabalho acadêmico!

    Quando estudantes precisam fazer monografias, artigos científicos ou mesmo dissertações e teses, é necessário que a argumentação siga um padrão correto de desenvolvimento. Nesse texto você vai entender como estruturar e produzir uma argumentação adequada.

    banner argumentação

    Você precisa de organização

    Defina qual será seu trabalho e seu tema. Escolha um tema com que tenha afinidade e uma modalidade segura. Não adianta optar por uma tese se você não sabe o que vai provar e não adianta optar por uma dissertação se você tem material concreto e comprovado.

    A palavra-chave é metodologia. Você vai precisar de um método adequado, tanto para a produção do trabalho, quanto para que ele seja reconhecido. Um trabalho científico requer metodologia científica, que por sua vez requer uma pesquisa científica.

    Cabe a você, universitário, decidir qual é o tipo de metodologia que irá empregar, para que seu trabalho tenha argumento. Depois de escolher, não terá grandes dificuldades, seguindo o planejamento.

    A metodologia consiste, basicamente, no método de pesquisa e produção do trabalho. É o básico para construir e fundamentar a sua argumentação. Dissertação Argumentativa: estrutura, exemplo e dicas de como fazer

    Se trata da maneira escolhida para direcionar e preparar o desenvolvimento do tema, não servindo apenas para produzir uma argumentação adequada, mas produzir todo o trabalho em si.

    Realizando sua pesquisa

    O método de pesquisa escolhido para seu trabalho pode determinar o andamento do desenvolvimento e ser o ponto-chave que definirá se a você conseguiu, ou não, argumentar corretamente em seu trabalho.

    A pesquisa bibliográfica é mais teórica, se baseando em conteúdos online, livros, outros artigos e monografias, enfim. Todo o conteúdo já produzido sobre determinado assunto. É algo definitivamente teórico.

    A pesquisa experimental é algo prático, muito relacionado a laboratórios e pesquisas de campo. No âmbito de comunicação podem ocorrer as experiências sociais.

    Quando feita adequadamente, a pesquisa experimental é a mais respeitada e aceita, mas não em detrimento das outras, pois elas se completam.

    A pesquisa qualitativa está mais relacionada a entrevistas, falas de outras pessoas, estando extremamente relacionada a fenômenos e comportamentos.

    A pesquisa quantitativa envolve, essencialmente, números. Se trata de conseguir a fundamentação na argumentação através de dados em gráficos, tabelas, etc.

    mulher fazendo pesquisa

    Escolhendo suas fontes

    Tão importante quanto escolher o tipo de pesquisa e metodologia, é escolher as fontes das quais você buscará a informação. Se quiser construir e fundamentar uma argumentação, precisará buscar conteúdo em fontes confiáveis.

    A internet é uma grande fonte de informação, mas nem todo o conteúdo é confiável. Você vai precisar saber selecionar adequadamente o conteúdo. Confira algumas dicas abaixo para realizar uma pesquisa adequada:

    • Busque realizar pesquisas em sites confiáveis e com material oficial, como o Google Acadêmico e sites de universidades;
    • Muitas universidades disponibilizam os trabalhos de seus alunos. Aproveite para se basear e fazer anotações;
    • Existem muitas teses e dissertações online que podem servir como base para a sua;
    • Realize pesquisas na sua universidade, existem trabalhos e livros que serão muito úteis;
    • Quanto for realizar pesquisas em livros, tome muito cuidado com as datas, para não inserir conteúdo desatualizado;
    • Se for descoberto um único conteúdo sem fundamento em seu trabalho, isso colocará todo o resto em cheque. Não corra esse risco.

    Seguindo a estruturação da ABNT

    Se seu trabalho não seguir as regras e normas da ABNT, não será aceito na maioria das instituições. Estruturar seu trabalho de maneira adequada faz com que ele preencha os requisitos mínimos para ser aceito.

    Argumentando no seu trabalho

    Para você argumentar adequadamente em seu trabalho, precisará ter linguagem objetiva, mesmo que o conteúdo abra margem para a subjetividade.

    Vai precisar usar frases com concisão e ser o mais claro possível. Utilize termos técnicos apenas se for absolutamente necessário. Não é por se tratar de um trabalho científico que você tem que complicar o máximo possível, afinal você e os outros precisam entender.

    *Vídeo de Adeildo Junior

    Cite outros autores e trabalhos

    Definitivamente, para fundamentar a sua argumentação, você precisará em determinados momentos, citar outros autores, trechos, etc, mas lembre-se que citar não é plagiar.

    Dê preferência a conteúdos de autores reconhecidos no mundo acadêmico e que possuam um trabalho já estruturado e considerado válido pelo meio.

    É muito importante que você cite as fontes de todo o conteúdo que introduzir em seu trabalho, por questões éticas e judiciais. Existem leis quanto ao plágio e o meio acadêmico é muito sério quanto a isso.

    Utilize gráficos, fluxogramas, estatísticas

    Desde que sejam de sites confiáveis, como o IBGE, as tabelas e gráficos enriquecerão o seu trabalho e lhe darão muito mais fundamentação na argumentação. Tabelas, Gráficos e Imagens no TCC

    Você também pode inserir imagens, desde que sejam pertinentes ao seu desenvolvimento, como, por exemplo, em um trabalho de história, ao citar uma descoberta, inserir uma foto do momento da descoberta ou da peça, local, etc.

    Lembrando que tudo deve ser referenciado adequadamente e cada autor deve ser citado, seguindo o conjunto de normas da ABNT.

    Cite suas próprias experiências

    Desde que você tenha seguido uma metodologia, de preferência experimental, as suas experiências são válidas e fundamentadas. É claro que você precisa fazer uma leitura e interpretação coerente dos fatos.

    Uma pesquisa bibliográfica também é válida, mas você terá que ser muito coerente para que seus argumentos sejam levados em consideração.

    Caso opte por criticar outro autor, apresente algo melhor

    Os artigos de revisão, em específico, tratam-se de críticas, releituras, contra-argumentações, etc. Você não pode, simplesmente, criticar o trabalho de alguém e não apresentar nada no lugar.

    Você deve apresentar um novo ponto de vista que seja tão, ou mais, coerente que o trabalho revisado. Se apresentar ideias menos coerentes, seu trabalho será completamente desconsiderado.

    Tenha certeza de que todo o seu trabalho esteja fundamentado

    Você já entendeu como fundamentar a argumentação em seu texto, e produzir um conteúdo válido para a avaliação de seu trabalho científico, acadêmico, TCC, etc. Se ainda resta alguma dúvida sobre esse tema, basta continuar acessando esse site, o Projeto Acadêmico. Há conteúdos especializados na produção científica e acadêmica de qualidade, além de esclarecer todas as regras da ABNT para não haver erro em qualquer produção que você faça!

  • Tese de Mestrado: dicas de como fazer, normas ABNT e orientações básicas

    Tese de Mestrado: dicas de como fazer, normas ABNT e orientações básicas

    Escrever uma boa tese de mestrado requer atenção, pois se trata de um trabalho de alta complexidade, que possui características exclusivas de suas ideias e reprodução.

    Tese de mestrado é o trabalho acadêmico utilizado para a conclusão do mestrado. Por isso devem agregar além de qualidade, conhecimento, isto é, apresentar de fato um estudo aprofundado de determinado tema. A intenção é problematizar e buscar uma solução para o problema através da sua tese.

    Independente da modalidade do texto, seja uma dissertação, uma monografia ou uma narrativa, é necessário manter o foco no assunto, além de ser criativo e ainda aliar tudo isso à fontes científicas. Ou seja, escrever um texto acadêmico requer muita dedicação e disciplina.

    A seguir, abordaremos questões a fim de sanar dúvidas que possam surgir quando da elaboração da tese de mestrado. Com esse passo a passo você ficará por dentro de todo o necessário para construir seu trabalho.

    O que é uma tese de mestrado?

    A tese de mestrado nada mais é do que um trabalho acadêmico na forma de dissertação, elaborado com o objetivo de solucionar questões sobre determinado tema.

    Por exemplo, um mestrando que cursou Direito poderia confeccionar sua tese a respeito das execuções de contratos digitais sem assinatura de testemunhas, com fulcro no Direito Processual Civil, onde no decorrer do trabalho poderá trazer questões que são passíveis de polêmica no meio, e posteriormente deverá solucionar o dilema através de seus levantamentos e estudos.

    Diferentemente das teses de doutorado, as dissertações de mestrado não precisam ser originais. O mestrando poderá abordar assuntos já discutidos na seara acadêmica, mas mostrando uma nova perspectiva acerca da matéria.

    *Vídeo de Alex Sousa

    Problematize, defina o tema e elabore uma estratégia de abordagem

    Tenha em mente exatamente o que pretende redigir, qual tema pretende desenvolver, além de pensar na forma como sua dissertação terá efeito sobre a discussão.

    A fim de deixar sua tese bem elaborada, recomenda-se que antes pesquise e leia outros textos e trabalhos científicos semelhantes, pois assim poderá assimilar e concretizar melhor a ideia para depois reproduzi-la em um trabalho científico.

    Isso servirá para que você também determine qual a melhor forma de apresentar seu trabalho acadêmico, por exemplo. Por isso é muito importante que haja estudo, antes de realizar a produção da dissertação.

    A seguir, veja quais são os formatos de trabalhos acadêmicos mais comuns, para que você não se exceda, e nem deixe sua dissertação de mestrado tão sucinta:

    1. Monografia: com uma produção de em média 40 a 60 páginas, a monografia costuma ser adotada como trabalho acadêmico final em cursos de graduação. Se assemelha à tese, porém sua complexidade é bem menor, pois se apoia em um tema único.
    2. Dissertação: este tipo de trabalho acadêmico geralmente é adotado para conclusão de mestrados. Possui uma complexidade um pouco maior que a monografia, e possui em média de 80 a 100 páginas, entretanto, também possui tema único.
    3. Tese: por ser o trabalho acadêmico mais complexo, pois requer uma pesquisa bem profunda de determinado tema, mas que pode tanger outros temas mais amplos a fim de se comprovar uma teoria. Geralmente utilizada na conclusão de doutorados, e seu corpo exige que sejam produzidas mais de 200 páginas.

    Todas as modalidades de conteúdo acadêmico necessitam de uma síntese para que seu trabalho científico fique bem elaborado e se desenvolva de forma coesa. Em nossa página você descobre como elaborar uma síntese para um texto acadêmico.

    mulher escrevendo no notebook

    O desenvolvimento da sua tese de mestrado deve ser objetivo

    Eleito o tema o qual irá redigir, pense em como deixará seu estudo com uma construção mais “enxuta”. Isso não significa deixá-lo menor, mas sim mais objetivo e direcionado ao assunto o qual você optou escrever. Com isto, você irá delimitar sua ideia, além de facilitar a comunicação com o leitor.

    Para realizar essas delimitações e cortes de forma mais correta, deve-se fazer alguns questionamentos, como quais experiências serão relevantes, forma de escrita, qual a relevância de determinado trecho ao trabalho, quanto tempo a pesquisa do subtítulo irá demandar, além de que outras questões poderão surgir no decorrer do desenvolvimento.

    A forma de pesquisa é extremamente importante na hora de elaborar seu trabalho acadêmico, isso irá lhe poupar tempo durante o desenvolvimento de seu trabalho científico. Para saber como melhor organizar sua dissertação vale a pena olhar em nosso site como definir o tipo de pesquisa para seu trabalho.

    Normas da ABNT

    Ao se deparar com a necessidade de elaboração de um trabalho acadêmico como uma tese de mestrado, além do dever de organizar bem suas ideias e definir o tema, muitas são as regras de formatação e redação que devem ser atendidas. Quem rege tais normas é a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

    Essa padronização existe para que, ao redigir um texto científico ou trabalho acadêmico, ele fique bem organizado, a fim de promover uma melhor interpretação textual. Além disso, são imprescindíveis para o trabalho acadêmico ser aprovado, sendo assim obrigatórias no desenvolvimento de seu projeto.

    Todas as padronizações oriundas da ABNT são compatíveis com o editor de texto padrão Office Word, que é o mais utilizado. Para saber como aplicar essas normas à sua tese você pode acessar o site da ABNT e também olhar em nosso site as 10 normas da ABNT que são indispensáveis ao trabalho.

    logo abnt

    Busque por artigos científicos antes de iniciar a produção

    Apesar do acervo gigantesco fornecido pela internet, muitos artigos são redigidos sem qualquer embasamento científico, isto é, não possuem sequer um rol bibliográfico ou ainda links com as fontes que deram origem ao respectivo artigo.

    Para evitar infortúnios e não cometer erros no desenvolvimento de seu trabalho, você pode buscar por artigos acadêmicos pela ferramenta Google Acadêmico. Com ele você encontrará apenas textos, artigos e trabalhos elaborados desenvolvidos com base em dados concretos, o que irá colaborar para a veracidade do que será exposto em sua pesquisa.

    Além disso, não fique preso apenas aos artigos. Vale muito a pena acessar o acervo da Biblioteca Nacional. Lá você encontrará além de livros, diversas teses e monografia que também acrescentarão em muito quando for começar a escrever sua tese.

    Uma dissertação bem elaborada é a chave para a conclusão do seu mestrado

    Captar informações, realizar pesquisas, definir um tema e por qual caminho sua tese irá seguir, são alguns dos fatores que podem ser determinantes para o desenvolvimento de uma pesquisa densa e bem instruída. Por isso sempre é bom buscar com frequência dicas que podem ser benéficas ao escrever um texto acadêmico. Nesse site, o Projeto Acadêmico, você encontrará diversas informações que podem somar às sua tese de mestrado.

  • O que é Projeto Integrador? exemplos pronto, como fazer e ideias

    O que é Projeto Integrador? exemplos pronto, como fazer e ideias

    A formação profissional de um estudante requer diversos processos que são cobrados de acordo com o nível de formação. No caso dos cursos de nível superior, há alguns processos que são bem conhecidos como o TCC, e outros que quase não são mencionados, como é o caso do projeto integrador.

    Se você, assim como muitos estudantes não entende nada sobre projeto integrador, fique tranquilo que nós falaremos tudo que você precisa saber sobre esse assunto. Acompanhe este post até o final e descubra todos os detalhes desse importante projeto.

    O que é projeto integrador?

    O projeto integrador se constitui no âmbito estratégico de ensino e aprendizagem, com o objetivo de proporcionar a interdisciplinaridade dos temas abordados nos módulos estudados ao longo do curso. Por isso, esse projeto é considerado o método de pesquisa e extensão de cada módulo integrando toda a disciplina estudada de um modo geral.

    É o projeto integrador que oferece as condições para que haja uma avaliação das competências estudadas pelos estudantes. Neste projeto, as principais características do perfil profissional de cada estudante são ressaltadas e servem para que cada estudante seja avaliado ao término do curso.

    O objetivo principal do projeto integrador é articular de forma teórica e prática, promovendo a valorização das pesquisas individuais e coletivas. Além disso, esse tipo de iniciativa ainda apresenta alguns objetivos específicos, sendo eles:

    1. Contribuir para o aprendizado do estudante através da solução de problemas ambientais e sociais;

    2. Capacitar os estudantes para que eles aprendam a elaborar e expor seus trabalhos através de metodologias adequadas;

    3. Promover esclarecimento, análise e avaliação do que está sendo estudado com o objetivo de descobrir possíveis soluções e novas propostas para um determinado assunto, considerando que essas soluções beneficiem primeiramente a sociedade que o aluno pertencerá quando se tornar um profissional;

    4. Promover uma ligação entre os conteúdos estudados ao longo do curso, abordando temas que se complementam com o propósito de oferecer formação integral para o estudante;

    5. Promover o desenvolvimento da capacidade de planejar e resolver dentro de cada disciplina os problemas enfrentados pelas diversas áreas de formação;

    6. Fazer com que os estudantes tenham como método de resolução de problemas as pesquisas científicas;

    7. Desenvolver a interdisciplinaridade entre os alunos por meio da construção do conhecimento coletivo;

    8. Criar um sistema de informação que integra os diferentes níveis conceituais, lógicos e físicos.

    Exemplos de projeto integrador pronto

    Como é feito um projeto integrador

    Para atender a todos os objetivos que já mencionamos sobre o projeto integrador, este método educacional deverá ser conduzido pela forma de organizar o projeto, a escolha do tema e a avaliação. Esse tipo projeto pode ser elaborado com regras específicas de cada instituição de ensino, mas de um modo geral, a maioria dessas instituições aplicam a seguinte organização:

    Organização do projeto

    • Formação de grupos de 3 a 5 participantes no total;
    • Professores da disciplina em questão devem orientar os grupos para andamento do módulo;
    • Ao término do módulo, o projeto será entregue para avaliação juntamente com a apresentação final feita pelo grupo conforme o cronograma de cada instituição;
    • Durante a apresentação final, os estudantes deverão apresentar todos os itens obrigatórios do projeto.

    Escolha do tema

    O tema será escolhido de acordo com as situações ou problemas apresentados no módulo de estudo. Esse tema poderá ser utilizado no projeto integrador e no TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Algumas instituições de ensino oferecem o tema para os estudantes, enquanto que outras permitem que cada grupo defina um tema para o projeto.

    Avaliação

    Após a entrega do projeto integrador, o grupo deverá apresentar o trabalho feito para os tutores orientadores e os demais coordenadores do curso e de todo o projeto integrador realizado na instituição. A avaliação em si será feita tendo como base o cumprimento de todas as etapas e dos critérios que são definidos por cada instituição de ensino para a avaliação desse projeto educacional.

    Estrutura do projeto integrador

    De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o projeto integrador é composto dos seguintes elementos: pré-textuais, textuais e pós-textuais. Se você já está acostumado com o TCC e outros trabalhos acadêmicos como esse saiba que o projeto integrador não varia muito nesse quesito, pois ele também segue normas e regras pré-definidas.

    Considerando os elementos que mencionamos, temos os seguintes itens para cada um dos elementos textuais:

    • Textuais – introdução, delimitação do tema, justificativa, objetivos, desenvolvimento, metodologia, resultados esperados, cronograma, entre outros; Para ver todos os elementos: https://projetoacademico.com.br/
    • Pós-textuais – referências bibliográficas, apêndice e o anexo.

    Como fazer um projeto integrador

    Como já mencionamos, o projeto integrador é realizado em grupo com o objetivo de promover a integração dos módulos estudados a partir de um tema proposto ou escolhido pelo grupo de estudantes. O intuito neste projeto é promover o conhecimento, criar soluções, estimular o trabalho científico, entre muitos outros.

    Sendo assim, o projeto integrador iniciará em todos os casos pela organização realizada pela instituição. Com base nessa organização, definição do tema e designação do grupo, cada estudante poderá seguir com a elaboração do projeto integrador.

    Tendo o tema definido, o método de pesquisa, o objetivo do estudo e outros aspectos já acordados pelo grupo, você poderá seguir com as seguintes dicas para fazer o projeto integrador:

    • Pesquise: um dos objetivos do projeto integrador é estimular as pesquisas científicas. Mas isso não significa que você deve ficar limitado a estudar o trabalho de outros pesquisadores. Você pode fazer sua própria pesquisa e desenvolver soluções que antes não foram pensadas;
    • Planeje: para que seu projeto saia do papel é preciso planejar tudo que você precisará fazer para executá-lo. Isso significa determinar um horário para o estudo, criar um cronograma, especificar como você e seu grupo farão o projeto integrador, entre outros itens desse tipo. O ideal é que você planeje todos os detalhes para que suas ações sejam mais efetivas.
    • Execute: não fique preso apenas na organização do seu trabalho. Você deverá executá-lo seguindo cada uma das etapas que você determinou através do planejamento. Coloque em prática tudo que você planejou e seja disciplinado para não deixar o projeto de lado.
  • Aprenda como fazer referência de artigo científico

    Aprenda como fazer referência de artigo científico

    Entenda como referenciar corretamente seus trabalhos acadêmicos.

    Uma das maiores dúvidas de quem é novo no universo acadêmico, ou mesmo de quem está iniciando a produção do TCC, é a questão das referências de artigos científicos e outras produções textuais e imagens. Neste artigo você conferirá tudo o que precisa saber para referenciar qualquer conteúdo corretamente.


    O que é referenciar?

    Quando você introduz qualquer tipo de conteúdo em seu trabalho acadêmico, seja no TCC ou não, tudo deve ser referenciado corretamente. Em outras palavras, você deve explanar sobre o que se trata o conteúdo e quem são os autores.

    Você não pode fazer isso simplesmente de qualquer maneira, mas precisa seguir o modelo estabelecido pelo conjunto de normas e regras da ABNT. As referências precisam estar no desenvolvimento e na bibliografia e em alguns momentos, em listas.

    Essas normas são atualizadas periodicamente para garantir o padrão de qualidade. A NBR 6023: 2018 é a que trata de referências nos trabalhos acadêmicos. A versão anterior era de 2011. Nada foi mudado na estrutura, apenas novas possibilidades foram acrescentadas.

    Abaixo você poderá conferir alguns itens que devem ser obrigatoriamente referenciados, segundo as diretrizes da NBR 6023: 2018. As NBR’s são as normas que foram aprovadas e estão em vigor, enquanto a ABNT é o órgão que institui e aprova essas normas:

    • Qualquer tipo de imagem, incluindo fotos, obras de artes, ilustrações, desenhos, etc
    • Qualquer tipo de tabela, gráfico ou similar
    • Qualquer tipo de documentação civil, como RG, certidão de nascimento, até mesmo as documentações históricas, como descobertas e documentos que comprovam essas descobertas, cartas, etc
    • Cartas, telegramas, fax, qualquer tipo de correspondência, incluindo as digitais
    • O meio digital não fica de fora e é incluído na NBR 6023. Qualquer tipo de conteúdo online também deve ser referenciado, como sites, blogs e até mesmo as redes sociais foram anexadas na atualização de 2018
    • Trechos e citações e qualquer produção textual também estão inclusos
    • Você deve referenciar, inclusive se forem de sua própria autoria

    Sempre acompanhe a atualização das normas e regras da ABNT e as novas NBR’s. Elas costumam simplificar e abrir mais possibilidades de edição e liberdade do que dificultar. Você deve tomar cuidado para não encontrar instruções sobre as normas desatualizadas em suas pesquisas.

    Como fazer a referência de imagens

    Para isso, você precisa saber que as referências precisam estar no desenvolvimento e na bibliografia. No desenvolvimento, é mais simples e breve possível, todos os detalhes pertinentes devem estar na bibliografia. Confira abaixo:

    • No desenvolvimento, você deve escrever com a fonte padrão acima da imagem, a numeração, (se for a primeira imagem do texto é 1, se for a segunda é 2 e assim por diante) o título e o autor
    • A legenda deve ser inserida abaixo da imagem com fonte tamanho 10
    • Na bibliografia você seguirá de forma parecida. Escreverá a numeração da imagem, com o título e autores, com fonte padrão. A diferença é que aqui vão informações extras que são pertinentes, como data, local, pessoas que estão na foto, por exemplo. Se for necessário, deve escrever quando você coletou o material
    • Se optar por fazer listas de imagens, tenha em mente que só são recomendadas se houverem 10 ou mais imagens. Para referenciar será igual ao sumário, mas apenas contendo a lista de imagens, numeração e a devida página

    Como fazer referências de artigos científicos e outros conteúdos textuais?

    Se quer fazer referências de artigos, dissertações e outros conteúdos textuais, também existem normas explícitas, segundo a ABNT. Você pode conferir abaixo:

    • No desenvolvimento, escreva os trechos ou conteúdo entre aspas para diferenciá-los. Em seguida, explique do que se trata, por exemplo: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”, trecho de Carlos Drummond de Andrade

    No caso, isso pode ter variações, você pode referenciar antes do trecho com uma frase do tipo: “De acordo com as pesquisas de…” Mas o trecho precisa estar entre aspas e você deve deixar claro no texto a quem pertence. Isso é válido para todo e qualquer tipo de conteúdo textual

    • Na bibliografia é um pouco mais complexo. Você deve referenciar o trecho, autores, datas, qual o tipo de documento (livro, revista, publicação, edital) e qual a instituição do autor (se for um antropólogo, por exemplo, deve especificar onde trabalha e onde trabalhava quando aquilo foi publicado
    • No caso de referenciar artigos científicos e outros conteúdos acadêmicos, é imprescindível que deixe a formação, data e instituição das quais os autores do conteúdo fazem parte.
    fazer referência de artigo
    Exemplos de referência de artigo

    Para referenciar gráficos e tabelas

    Qualquer tipo de conteúdo similar a gráficos e tabelas, ou seja, que contenham dados, devem ser referenciados como imagens. Na bibliografia você deve deixar explícito do que se trata a pesquisa, o ano, o local em que foi feita e os envolvidos.

    A única diferença é que se houver muitas tabelas e gráficos, você tem a opção de criar uma lista à parte. Não precisa estar incluída na lista de imagens, mas uma exclusiva para tabelas e uma exclusiva para gráficos e assim por diante. Se preferir, pode incluir os gráficos e tabelas na lista de imagens.

    Sobre as referências e as leis de propriedade intelectual e autoria

    É preciso deixar claro que existem leis específicas para qualquer produção que tenha autoria e conteúdos intelectuais. Não referenciar conteúdos e simplesmente inseri-los em seu trabalho acadêmico, principalmente em TCC’s, que são trabalhos mais sérios, ou dissertações de mestrado, teses de doutorados, artigos científicos e etc, podem te prejudicar judicialmente.

    Como se não bastasse a questão judicial, também se trata de algo antiético e pode prejudicar sua carreira profissional. Se pretende seguir carreira acadêmica não pode deixar de referenciar nenhum conteúdo que não seja sua propriedade, de maneira alguma.

    Aprimore sua produção acadêmica

    Não fique com nenhuma dúvida sobre nenhuma regra ou norma da ABNT, agora que você aprendeu a referenciar corretamente seus trabalhos! Aqui no Projeto Acadêmico você  descobre tudo o que precisa saber para produzir seus trabalhos universitários com excelências. Além de tudo, sobre as normas, você também confere as melhores dicas para produção do seu TCC e conteúdos científicos.

  • Estrutura de um Artigo: veja nossas dicas e sugestões para montar um artigo perfeito

    Estrutura de um Artigo: veja nossas dicas e sugestões para montar um artigo perfeito

    Saiba qual a estrutura correta de um artigo científico e como redigi-lo seguindo as normas da ABNT.


    Provavelmente você já deva saber que produzir um trabalho acadêmico, esteja ele em qualquer formato, como TCC, monografia, artigo científico, PIM, entre outros, não é uma tarefa das mais fáceis.

    Dúvidas referentes à formatação de acordo com as normas da ABNT, padrão de escrita e estruturação são algumas das mais comuns que pairam sobre a cabeça dos estudantes acadêmicos.

    Falando da estruturação de um artigo científico, há algumas partes que são essenciais em um trabalho acadêmico deste tipo, e este artigo reúne e explica cada uma delas.

    O que é um artigo científico?

    De acordo com definição da NBR 6022 da ABNT, que teve sua última revisão e modificação no ano de 2003, um artigo científico é uma “publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.”

    Um artigo científico nada mais é que um relato de resultados, estes provenientes da pesquisa de um determinado fenômeno ou qualquer que seja o objeto de estudo, com a principal finalidade de apresentar publicamente os dados pesquisados.

    Por meio dele se discute ideias, métodos, processos e resultados em geral sobre a pesquisa realizada, tendo a possibilidade de posteriormente ser publicado em algum periódico.

    Qual a estrutura correta de um artigo científico?

    Muitos estudantes possuem dúvidas em relação a estruturação de um artigo científico, se você é um deles já pode ficar mais tranquilo pois não é nenhum bicho de sete cabeças.

    Agora que você já sabe o que é um artigo científico, tenha em mente que a sua estrutura é a mesma que os demais trabalhos apresentam, contendo elementos pré-textuais, textuais e por fim os elementos pós-textuais e com algumas categorias em cada um deles. Veja a seguir:

    1. Elementos pré-textuais de um artigo científico

    Nos elementos pré-textuais de um artigo científico devem estar presentes informações referentes a autoria e temática do texto, bem como o nome da instituição de ensino.

    Nestes casos também é recomendável que nas notas de rodapé insira-se informações de contato do aluno.

    Ainda nesta mesma categoria, aparece o resumo, que apresenta de maneira breve e sucinta o objetivo do trabalho acadêmico, bem como todos os principais pontos que serão abordados no decorrer do artigo.

    Logo após este resumo estão as palavras-chave, que são de extrema importância para o trabalho acadêmico pois são elas que servem como referência de pesquisa, além de promover um reconhecimento prévio do tema, por esses motivos elas devem ser bem pensadas e escolhidas de forma que representem com louvor o sentido e contexto do texto e alcance a compreensão de todos os leitores.

    2. Elementos textuais de um artigo científico

    Dentro da categoria de elementos textuais de um artigo científico, estão:

    A introdução também deve apresentar, de maneira breve, a temática e os objetivos a serem alcançados por meio daquela pesquisa, bem como discorrer um pouco sobre a metodologia utilizada, de maneira a dar uma visão geral para o leitor dos assuntos que serão abordados.

    A partir da introdução é preciso começar a trabalhar no desenvolvimento do artigo, que envolve de forma mais profunda e explicativa a metodologia utilizada, a fundamentação teórica do trabalho, os resultados e dados colhidos e por fim a conclusão.

    Essa parte do artigo científico possui um caráter muito mais descritivo e é necessário dar detalhes sobre o material que foi utilizado, bem como o que foi feito para que se chegasse a uma conclusão para a problemática apresentada sobre determinado fenômeno ou objeto de estudo.

    Na conclusão é essencial que haja informações sobre a interpretação do resultado, deduções sobre as descobertas e sempre deve responder aos questionamentos levantados no decorrer do artigo.

    É importante também que você apresente ao final do trabalho acadêmico, recomendações e projeções para o futuro referente ao tema estudado.

    3. Elementos pós-textuais de um artigo científico

    Nos elementos pós-textuais de um artigo científico estão inseridos as referências e possíveis informações adicionais, como notas explicativas, resumo em língua estrangeira, entre outros, ondes estes podem aparecer como elementos opcionais, como apêndice, anexos, glossário, entre outros.

    Nesta categoria também estão inclusos os agradecimentos a instituição de ensino e contribuintes do estudo e pesquisa em geral, sejam eles de forma ativa como entrevistados, ou de forma passiva como familiares e amigos.

    As referências seguem especificações conforme NBR 6023 e tem certas especificações para que sejam apresentadas de forma correta e padronizada em um trabalho acadêmico.

    A regra geral para que o referencial seja padronizado e facilite a busca pelos títulos na pesquisa é:

    SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra (negritado). Edição (salvo quando esta for a primeira publicação). Cidade da publicação: Editora, data da publicação.

    Um exemplo disso:

    CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004.

    Caso haja consulta de referencial pela web, também é preciso identificar o endereço eletrônico de onde foi retirado algum conteúdo ou serviu de consulta, bem como a data de acesso.

    Confira um exemplo fictício:

    CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004. Disponível em: <www.profeltonorris.files.wordpress.com.br/chiavenato-2004.pdf>. Acesso em: 24 jan. de 2019.

    Você também pode conferir o que a norma pede na íntegra na imagem abaixo:

    exemplo de estrutura

    Lembre-se de sempre seguir as regras e especificações da ABNT, não só no material referencial como em todo o artigo, para que assim você possa fazer a entrega de seu trabalho acadêmico sem ser barrado ou sofrer maiores problemas por causa da padronização do mesmo.

    Uma grande dica é que você já aplique as regras de formatação no trabalho à medida que for redigindo o mesmo, pois isso economizará tempo e fará com eu você encare essa tarefa de uma forma mais leve.

    Como redigir trabalhos nota 10

    Se você está com alguma dificuldade em seu TCC, seja em qualquer parte dele, ou até mesmo sobre o que é artigo científico, você encontra conteúdos exclusivos e de qualidade que poderão te ajudar no site do Projeto Acadêmico e tudo isso gratuitamente.

    Quer tirar uma nota 10? Acesse os conteúdos e produza um trabalho com excelência digno desta nota!

  • Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Artigo de Opinião: aprenda como fazer, estrutura ideal e exemplos

    Mesmo no meio universitário, nem todos conhecem ou se lembram de todos os gêneros textuais, mas isso não é um problema. Nesse texto, a seguir, você poderá conferir todos os detalhes para fazer um artigo de opinião impecável.


    O que é um artigo de opinião?

    Você, primeiramente, precisa entender o que é um artigo de opinião para, então, conseguir produzir um. O artigo de opinião é um texto dissertativo-argumentativo, onde o autor precisa expor seu ponto de vista sobre determinado tema.

    Isso não significa que simplesmente vai escrever o que quer e o que pensa. Como o próprio nome indica, dissertativo-argumentativo, existe a necessidade de o texto conter argumentos bem fundamentados e lógicos, simplesmente a opinião do autor não possui valor.

    Confira os exemplos abaixo para entender melhor:

    1.  Sou contra a pena de morte, pois isso não é certo. Não devemos matar ninguém.
    2.  Sou a favor da pena de morte, pois isso é o certo a se fazer. Chega de criminosos!

    Apesar de serem exemplos simples, definem muito bem o que não se deve fazer em artigos de opinião. Simplesmente expor o ponto de vista, sem nenhuma defesa adequada. Você deve dissertar sobre o assunto e deixar claro que tem um ponto válido. Confira abaixo um modelo mais adequado:

    1. Sou contra a pena de morte. O país não possui infraestrutura. Muita gente inocente morrerá e muita gente culpada  viverá.
    2. Sou a favor da pena de morte. Isso iria fazer com que os criminosos refletissem duas vezes antes de cometer algum delito. A taxa de criminalidade iria diminuir.

    Nesse caso, note que as duas ideias tiveram defesas com argumentos. Esse é o padrão correto que se deve usar em um texto dissertativo-argumentativo.

    É comum que ao fazer um artigo de opinião, os temas geralmente são sempre algo polêmico, como sexualidade, drogas, religião, aborto, etc. Dificilmente fará artigos sobre algo que não é notório.

    Você vai deixar a sua opinião clara no decorrer do desenvolvimento do seu artigo, mas tudo deve estar recheado de argumentos. Se a sua opinião sobre o assunto é “X” você deve explicar uma série de motivos lógicos para isso, assim como, se possível, explicar porque não é “Y”.

    Outro fator que você encontra no artigo de opinião é a presença de verbos no imperativo, isso é, ordens e instruções, como “faça”, “experimente”, “tente”, “não se engane”. Tudo isso favorece o processo de argumentação e introduz uma tática de persuasão.

    O uso de exclamações também serve para inserir emoções no texto e torná-lo mais intenso para o leitor. Enquanto o uso de pontos de interrogação servem para levar o leitor a uma reflexão. São táticas de articulação, dinâmica e funcionam muito bem para convencer aqueles que leem.

    Apesar de efetivos, não devem ser o enfoque do artigo, que deve ter como base os argumentos. Premissas rasas e um texto emotivo não caracteriza um artigo de opinião de qualidade e sim a qualidade dos dados e como tudo é organizado de maneira a deixar as ideias clara e convencer o leitor.

    Exemplos de artigo de opinião:

    Os argumentos precisam de embasamento

    No momento de produzir um artigo de opinião, saiba que os argumentos utilizados precisam ser verdadeiros e confiáveis. Caso contrário, poderia ser desvalidado. Abaixo está uma série de dicas para não errar nesse aspecto:

    • Busque livros, sites, produções acadêmicas e outras fontes, mas todas de confiança. Basear seus argumentos em textos sem muita fundamentação pode tornar seu artigo inválido
    • Na medida do possível utilize dados de pesquisas com números, isso dá muito mais credibilidade para seu artigo de opinião. As fontes precisam ser confiáveis e notórias
    • Tudo precisa ser conexo. Não adianta encher seu artigo de dados e citações, mas isso não se conectar de maneira coerente
    • Você precisará ter objetividade. Não existe espaço para subjetividade no artigo de opinião. Até mesmo para temas mais complexos e teóricos, tudo precisa ser adequado
    • Para estruturar o artigo de opinião você precisa entender que ele possui começo, meio e fim de modo bem definido
    • O começo é a introdução. Nela você apresenta o tema e o problema ou questão que tratará no texto
    • O meio é o desenvolvimento, o qual você apresenta seus argumentos, os dados, toda a opinião
    • O final é a conclusão, onde você apresenta as soluções dos problemas de maneira rápida e encerra o tema
    *Víde por Redação com Glamour

    A dissertação de mestrado

    Uma dissertação de mestrado é muito parecida com um artigo de opinião. Com exceção de que a dissertação se trata de um trabalho acadêmico de alto nível, enquanto o artigo de opinião costuma ser produzido já nos primeiros anos escolares.

    O tamanho e complexidade também são diferentes. Não existe nenhuma regra da ABNT especificando sobre artigos de opinião, enquanto existem diversas tratando da dissertação.

    É interessante relacionar os dois, pois são textos dissertativos-argumentativos e possuem a mesma base. Embora sejam diferentes no sentido de complexidade, são praticamente iguais na estrutura e maneira de produção. Tratam-se de tipos de textos onde você deve expor a sua opinião sobre um fato, defendendo seu ponto de vista, com argumentos bem fundamentados.

    E a subjetividade do artigo?

    Ao estruturar o artigo de opinião tenha em mente que ele deve ser o mais objetivo possível. É claro que por se tratar de uma opinião, sempre existirão traços de subjetividade, sejam as experiências e estudos do autor, mas no que diz respeito à estrutura do texto, tudo deve ser claro.

    Se o tema for algo naturalmente mais subjetivo, como uma teoria ou pesquisa ainda não confirmada, isso significa, não que você pode ser mais subjetivo ou simplesmente subjetivo à vontade, mas sim que deve buscar compensar com a objetividade e clareza na organização das suas ideias, aquilo que o assunto, por si só, não oferece.

    Produzindo qualquer tipo de artigo

    Você já compreendeu tudo que precisava sobre a estrutura de um artigo de opinião de qualidade, mas ainda existem diversos tipos de artigo e gêneros textuais que podem se relacionar ou virem a incutir dúvidas em você. Se esse for o caso, não perca tempo. Conheça o Projeto Acadêmico, que possui todas as informações necessárias para que você se dê bem no meio acadêmico e científico, incluindo regras da ABNT, dicas para cada parte e temas do seu TCC, funcionamento de mestrado e muito mais.

  • Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Dissertação Expositiva: veja exemplos de textos, estrutura e nossas sugestões

    Saiba tudo sobre o que é e como construir a estrutura de uma dissertação expositiva.

    Embora a dissertação expositiva sempre está presente em bancas e diversos processos seletivos, muitas pessoas não sabem o que é ou como elaborar a sua estrutura.

    É comum, por exemplo, existir a confusão entre o texto argumentativo e expositivo, então muitos candidatos escrevem o primeiro quanto o enunciado pede o segundo.

    A boa notícia é que trouxemos para você um guia completo explicando o que é uma dissertação expositiva e a sua estrutura.

    O que é uma dissertação expositiva

    Será fácil entender o que é o texto dissertativo expositivo, pois o próprio nome já explica e define. Vamos também utilizar os conceitos do dicionário online Michaelis da Língua Portuguesa:

    • Dissertar: Fazer apresentação oral ou por escrito sobre algum tema de forma organizada e completa.
    • Exposição: Que descreve algo.

    Viu como ficou fácil responder o que é uma dissertação expositiva? Trata-se de uma apresentação escrita sobre determinado tema de forma organizada e completa com o objetivo de descrever e apresentar informações.

    Agora que já cumprimos com a primeira promessa de explicar o que é, vamos honrar também a segunda: Como fazer um texto dissertativo expositivo.

    exemplo de texto expositivo
    Veja um exemplo de texto expositivo retirado de: https://pt.slideshare.net/anamoura84/texto-dissertativo-expositivo

    Como fazer um texto dissertativo expositivo

    Aqui o objetivo não será convencer o leitor sobre determinado ponto de vista. Não há divergência de ideias! Como já dito, a finalidade é informar, descrever, fazer uma exposição de algo.

    Se você na posição de candidato for escrever este gênero textual, não produza um texto para que o avaliador concorde contigo, mas para que ele o considere coerente e informativo. Entendeu? Se sim, então podemos falar sobre a estrutura agora.

    A estrutura da dissertação expositiva

    A pouco falei sobre o gênero textual, portanto antes de continuar, entenda o que ele é à luz da “Gramática do Português Brasileiro do renomado professor e linguista Ataliba de Castilho (2012):

    Toda e qualquer forma de manifestação do discurso produzida pelos falantes em uma determinada esfera social do uso da linguagem. Dado seu caráter social, o gênero é uma forma codificada historicamente por uma determinada cultura, visando a comunicação entre seus membros.

    O gênero textual é a estrutura e as peculiaridades de abordagem de determinada categoria de texto. As receitas, por exemplo, possuem uma estrutura comum, assim como os ofícios, cartas, e-mails etc. são todos gêneros textuais.

    A pergunta é: Qual a estrutura da dissertação expositiva?

    Com relação à introdução e conclusão, aconselha-se fazer apenas um parágrafo, porém a peculiaridade deste texto está no desenvolvimento que não possui uma delimitação quanto à quantidade de parágrafos.

    “ Contudo, mais importante do que seguir uma estrutura rígida, é que haja a exposição de ideias certas e bem organizadas sobre um determinado tema.” (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Por isso falarei tão sucintamente sobre a estrutura para depois apresentar aspectos mais importantes sobre essa produção. Veja a seguir a construção básica do texto:

    • Introdução (definição)
    • Desenvolvimento (informação/exposição)
    • Conclusão (síntese de reafirmação)

    A introdução da dissertação expositiva

    Que tal iniciar um texto em que serão apresentadas exposições de forma objetiva e sem intenção de persuasão, mas de caráter meramente informativo?

    Como? Eis a questão a ser abordada aqui:

    Veja as quatro dicas sobre como iniciar o meu texto?

    1. Aborde o contexto do assunto, indo de uma abordagem mais ampla para específica;
    2. Vá direto ao ponto, ninguém gosta de enrolação;
    3. Defina o perfil do seu leitor para apresentar uma introdução que desperte a atenção;
    4. Conheça amplamente o assunto a ser abordado.
    Se estiver com dificuldade para começar a escrever, faça as perguntas: Sobre o que eu vou escrever? e qual o objetivo?

    A resposta para estas perguntas, combinadas com as quatro dicas supracitadas constituirão uma introdução perfeita.

    O desenvolvimento da dissertação expositiva

    Como já esclareci neste artigo, o desenvolvimento do texto dissertativo expositivo não possui delimitação  quanto ao tamanho.

    Nesta parte, explique de modo mais específico cada ponto a ser apresentado. Seja claro e objetivo, mantenha o seu texto linear.

    Abaixo você aprenderá seis recursos que poderão ser utilizados para produzir o seu texto dissertativo expositivo. Para tanto, vamos utilizar o parâmetro apresentado por Sabrina Vilarinho no site da Mundo e Educação da UOL.

    • Instrução
    • Informação
    • Descrição
    • Definição
    • Enumeração
    • Comparação

    Veja abaixo os detalhes de cada uma:

    Instrução

     Apresentar instruções é um excelente recurso quando o assunto aborda um procedimento.

    Informação

    Todo o texto expositivo é informativo, portanto trazer  informações de forma sistematicamente organizadas certamente dará ao texto característica do gênero.

    Descrição

    É a exposição das características do assunto abordado. Descrever é reconstituir algo a partir das palavras.

    Definição

    Ao definir algo, esclarecemos metalinguísticamente o assunto abordado.

    Enumeração

    Este é um recurso que viabiliza a leitura dinâmica. Aqui você deve apresentar sequencialmente as informações referentes àquilo que estamos escrevendo.

    Comparação

    A melhor forma de explicar algo para alguém é comparando com o que o já se conhece.

    A conclusão da dissertação expositiva

    Como você já percebeu, a estrutura de uma dissertação expositiva é bastante simples. A conclusão não é diferente. Vamos ver como é fácil:

    “Na conclusão ocorre a reafirmação do tema, sendo feita a síntese dos conteúdos abordados. Pode haver uma tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado. (Prof.ª Flávia Neves, site Norma Culta).

    Isso quer dizer que a conclusão deve retomar o assunto desenvolvido na introdução, resumindo e qualificando o que foi apresentado no desenvolvimento. Com relação à “tomada de posição do autor relativamente ao assunto tratado”, deve-se apenas tomar o cuidado de não finalizar o texto com nuance argumentativa.

    Aspectos gerais do seu texto expositivo dissertativo

    Como qualquer texto, principalmente quando dissertativo, é importante lembrar-se das características de uma boa produção, que são:

    1. Coesão
    2. Coerência
    3. Linearidade
    4. Clareza
    5. Concisão
    6. Objetividade
    7. Informatividade
    8. Correção gramatical

    Por isso, mais que um texto bem escrito, preocupe-se com que seu texto seja lido. Lembre-se que o importante é apresentar um texto tão bom que sirva para o leitor como razão para prosseguir a leitura.

    Qualquer dúvida que você tenha com relação ao tema, faça uma pergunta na área de comentários logo abaixo.

    Não se esqueça de compartilhar e curtir nosso conteúdo, a sua participação é muito importante para a continuação do nosso site.

  • Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Dissertação de Mestrado: veja como escrever uma, normas ABNT e sugestões

    Descubra como produzir uma dissertação de mestrado da maneira adequada.

    No meio acadêmico, novos termos, como dissertações, teses, artigos científicos, monografias, surgem e é muito comum que não se entenda a diferença entre eles. Nesse texto você aprenderá o que é uma dissertação e como funciona a sua produção ao prestar uma vaga de mestrado.

    estrutura de uma dissertação de mestrado

     

    O que é uma dissertação?

    A palavra dissertar significa explorar um determinado tema proposto, mas de forma abrangente, profunda e sistemática. Basicamente é um texto onde você deve defender seu ponto de vista, mas baseado em argumentos bem estruturados e com uma base concreta.

    Tudo precisa ser muito fundamentado de maneira científica, ou será apenas especulação. Para isso a dissertação deve seguir uma metodologia.

    A argumentação deve ser concisa e seguir um caminho, contendo começo, meio e fim. Ao ser avaliada, não serão levados em conta a opinião do pessoal do autor e outros fatores, mas sim a lógica em seus argumentos e a capacidade clara e concisa que possui de defender seus pontos de vista.

     

    O que é mestrado?

    Mestrado acadêmico é um grau de formação, sendo uma pós-graduação de teor científico. A maioria dessas pessoas se tornam pesquisadores e professores universitários. É totalmente direcionada para quem deseja seguir carreira acadêmica. É focado no âmbito profissional e possui uma dificuldade muito superior à do nível da graduação.

     

    Lato sensu

    São cursos de pós-graduação comum que tem a intenção em te especializar em determinada função. Geralmente são específicas ao direcionamento da sua formação no ensino superior, por exemplo, um administrador pode se especializar em administração de empresas em específico e uma pessoa que se formou em gastronomia pode se especializar em uma culinária específica, como a italiana ou brasileira.

     

    Stricto sensu

    É a especialização mais fechada direcionada ao meio acadêmico, como mestrados, doutorados, pós-doutorados, etc. É obrigatório para quem deseja seguir carreira nessa área.

     

    Como conseguir fazer um mestrado?

    O mestrado acadêmico, assim como a graduação superior, requer aprovação. A diferença é que o corpo docente e banca que irão te aprovar são compostos por pessoas que já estão inseridas no meio acadêmico e vão analisar a sua capacidade de contribuir.

    Para se manter no meio acadêmico, com uma boa carreira, é necessário contribuir com o conhecimento, seja como um pesquisador que propõe novos pontos de vista e aprimora as ideias já existentes, ou como um professor que transmite o conhecimento aos alunos.

    Esse teste é feito por meio de um trabalho que pode ser uma tese, artigo ou uma dissertação, etc. Ele possui regras e orientações específicas e deve ser relevante para o meio acadêmico. Só que a seleção não começa nesse ponto, todo o histórico escolar e trabalhos executados antes serão levados em conta. O ideal é que já tenha feito algo relevante para o meio acadêmico durante sua formação.

    Também é necessário um teste de proficiência em um idioma estrangeiro e uma prova de conhecimentos específicos e conhecimentos gerais. Além disso, é necessária uma entrevista.

    Se o indivíduo possuir indicações, pode ter mais facilidade de conseguir o mestrado, mas isso não o isenta de todas as etapas.

     

    Produzindo uma dissertação

    Você já entendeu o que é uma dissertação e como funciona a sua base. Agora poderá conferir como produzir uma para qualquer situação no meio acadêmico, além de entender as condições especiais para a produção da sua dissertação em um teste de mestrado. Confira abaixo:

    • Deve seguir uma metodologia científica. Geralmente não é experimental, pois se fosse o caso, a dissertação poderia se desenvolver e se tornar uma tese;
    • A dissertação é subjetiva, mas ao apresentar suas ideias precisa ser claro e conciso, de maneira que os avaliadores te entendam e seu trabalho seja adequado para divulgação;
    • Suas fontes precisam ser extremamente confiáveis. De preferência bem estruturadas no meio acadêmico, pois erros de carreira nesse âmbito costumam ser lembrados;
    • Você precisa ter domínio de outro idioma que seja pertinente ao seu projeto. Geralmente inglês ou espanhol, mas estiver fazendo uma dissertação sobre um fenômeno na Alemanha, o idioma complementar pode ser alemão;
    • O seu projeto tem que ter relação com a área que deseja trabalhar. Se um jornalista quer fazer mestrado em arqueologia, precisa produzir uma dissertação que abranja o tema;
    • Cuidado com referências. Se nos TCCs a questão de direitos autorais já é levada muito a sério, quando se trata de se introduzir nesse meio, você vai ter que ter certeza de não infringir nenhuma lei ou poderá ter problemas judiciais;
    • Defina um tema muito claro com um recorte específico. Os avaliadores cobrarão isso.

     

    Exemplos e modelos de dissertação de mestrado

     

    Devo usar as normas da ABNT?

    Obrigatoriamente sim! As normas da ABNT são indispensáveis para  produção da sua dissertação de mestrado. Se você quiser produzir algo coerente e metodológico, com certeza vai querer conferi-las. Nesse quesito elas são muito úteis já que podem te orientar no caminho básico para a produção. Confira abaixo os elementos obrigatórios em uma dissertação para mestrado acadêmico, segundo as normas da ABNT:

    Os outro elemento são opcionais, mas podem complementar seu trabalho se for coerente com a proposta, por exemplo, listas de imagens, caso contenha muita informação visual ou agradecimentos e dedicatória, caso o trabalho tenha tido a ajuda de alguém que realmente colaborou para tudo.

    Detalhe que tanto no desenvolvimento quanto nas considerações finais você tem a liberdade de expor opiniões, mas tudo deve ser muito coerente. É melhor inserir o elemento “Discussão” e desenvolver seu ponto de vista mais livremente (cuidado para não se perder, tudo tem que ter coerência).

     

    Desenvolvendo seu projeto acadêmico

    Agora que você já sabe o que precisa para produzir sua dissertação para mestrado acadêmico, já pode colocar em prática. Caso ainda haja alguma dúvida sobre os elementos das normas da ABNT ou sobre outros termos acadêmicos, é só conferir o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar tudo que precisa para se introduzir no universo acadêmico e científico.

  • Dicas de Como Fazer um Relatório Acadêmico

    Dicas de Como Fazer um Relatório Acadêmico

    Aprenda a produzir um relatório acadêmico, profissional ou científico!

    É muito comum que estudantes que estejam elaborando seu TCC ou participando de um estágio, precisem produzir relatórios acadêmicos. Aprenda a como desenvolver seu relatório acadêmico ou científico de maneira eficiente e produtiva, seguindo as instruções abaixo:

     

    O relatório precisa de metodologia

    Metodologia significa o estudo dos métodos, ou seja, seu relatório precisa ter começo, meio e fim programados e elaborados, além de seguir as normas da universidade ou instituição para a qual você está produzindo.

    O primeiro passo é ter o repertório para a produção do conteúdo. Você precisa saber do que está falando, independentemente da área, pois só assim será conciso. Para isso realize sua pesquisa da maneira mais completa possível. Confira as dicas abaixo para produzir seu relatório:

    • Anote os pontos mais relevantes da sua pesquisa e trabalhe inserindo cada um deles de maneira clara no seu relatório;
    • Planeje cada ponto que apresentará em cada parte do relatório, para não se tornar uma bagunça;
    • Na parte introdutória (começo), trate de deixar bem claro sobre do que se trata o relatório e o que será desenvolvido;
    • Na parte de desenvolvimento (meio), os pontos mais importantes precisam estar destacados, de maneira que nada relevante fique de fora;
    • Na parte de conclusão (fim), evite repetições desnecessárias e traga um novo olhar sobre o conteúdo;
    • Evite o excesso de conclusões no decorrer do relatório;
    • Evite o excesso de metáforas e exemplos;
    • Trace uma agenda. Você deve ter uma data para parar de pesquisar e começar a produzir o relatório.

    Quando se trata de um relatório científico, tudo precisa ser fundamentado por conteúdos e fontes confiáveis. Já em um relatório profissional (por exemplo, em um estágio), tudo precisa ser baseado nos dados do qual você tem acesso.

    É possível que algumas áreas abram o espaço para teorias, por exemplo, um relatório de caráter experimental ou teórico. Ainda assim, seu relatório precisa conter embasamento e fundamentação. Utilize sempre uma linguagem objetiva, evitando a subjetiva.

    Os relatórios possuem uma parte chamada discussão, que também pode ser chamada de comentários finais. Nesse ponto, o autor pode expor seus pontos de vistas e pensamentos, independentemente da área.

    relatório com banner verde

     

    Clareza e coesão são essenciais para seu relatório

    Não pense que só porque é um relatório que é para você usar as palavras mais complicadas possíveis e ser prolixo. Um bom relatório é claro e conciso. A gramática precisa ser bem trabalhada para que o texto não fique enfadonho.

    Dependendo da área, muitos termos técnicos são necessários para o desenvolvimento da ideia. Mesmo nesse caso, busque deixar o texto o mais claro possível. Se sua ideia estiver confusa para você, com certeza estará para os outros.

     

    Formato do relatório acadêmico ou científico

    Quando se trata de como produzir um relatório acadêmico ou científico, uma das principais dúvidas está no formato de divisão. A verdade é que isso vai variar dependendo da instituição e dos propósitos dos relatórios.

    Geralmente nos meios acadêmicos e científicos, os relatórios devem seguir o conjunto de normas da ABNT. Diferentemente de relatórios profissionais que não possuem uma estrutura tão rígida.

    Você deve se informar com a instituição para qual está produzindo o relatório para saber qual o padrão exigido.

    Existem elementos que sempre estarão nos relatórios acadêmicos e científicos. Eles são divididos em pré-textuais, textuais e pós-textuais. Confira abaixo quais são esses elementos e como utilizá-los:

     

    Elementos pré-textuais de um relatório

    • Folha de rosto que sempre conterá o nome e dados da instituição, data e o nome dos responsáveis pelo relatório;
    • Resumo da língua vernácula que consiste em uma resenha de no máximo 500 palavras sobre tudo que será desenvolvido no decorrer no relatório;
    • Sumário, que é a divisão de capítulos e marcação de páginas. Vale ressaltar que o sumário deve ser feito por último, ou deve ser desenvolvido acompanhando o relatório.

     

    Elementos textuais

    • Introdução que consiste na apresentação do relatório e a primeira apresentação de ideias. Não é igual o resumo da língua vernácula;
    • Desenvolvimento que é onde você apresenta todas as ideias e resultados obtidos a partir de suas pesquisas. A parte central do seu relatório;
    • Discussão ou considerações finais, sendo a parte onde você tem mais liberdade em todo o relatório, podendo expressar suas próprias ideias e opiniões. Lembrando que precisa ser algo coerente.

     

    Elementos pós-textuais

    • Referências, onde você lista todas as fontes de informação para a sua pesquisa. Independentemente de serem pessoas, livros, sites. Tudo precisa estar listado.

    Embora esses elementos sejam obrigatórios para relatórios científicos e acadêmicos, isso não ocorre com relatórios profissionais, já que podem ser predominantemente visuais e gráficos. Ainda assim, eles, com certeza, possuirão alguns dos elementos citados acima.

     

    Outros elementos de relatórios

    Existem alguns elementos que não são obrigatórios, mas geralmente são encontrados em relatórios, como a capa, agradecimentos, listas, glossário, apêndice e índice. Cabe a você decidir se esses pontos são ou não compatíveis com seu trabalho.

     

    Dicas para a elaboração

    • Fique atento com a parte visual e gráfica do relatório. Mesmo que não siga as normas da ABNT, o uso de fontes e espaçamento deve ser visualmente limpo e agradável;
    • O relatório passará por muitas transformações e replanejamentos. Sempre esteja pronto para acrescentar algo novo ou remover algo que não está bem encaixado;
    • Faça os elementos pré-textuais e pós-textuais depois dos textuais. Todo o trabalho gira em torno do desenvolvimento;
    • Busque os padrões visuais das normas da ABNT, mesmo que não sejam obrigatórios em seu relatório. Existem muitas dicas de espaçamentos e de questões visuais que podem deixar o seu trabalho muito mais apresentável;
    • Pesquise exemplos de relatórios acadêmicos ou científicos para ter uma base. Existem vários modelos disponíveis online, gratuitamente;
    • Cuidado com plágios e direitos autorais. Sempre cite os autores e fontes, principalmente se apresentar algum trecho específico.

    Se você busca entender mais sobre como produzir relatórios acadêmicos ou científicos, continue a ler os conteúdos desse  site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra um grande complemento das informações desse texto, além de inúmeras dicas para TCCs, artigos científicos, relatórios e utilização das normas da ABNT em trabalhos acadêmicos.

  • Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Tese de Doutorado: veja o que é, como fazer e nossa sugestões

    Entenda como você pode fazer uma tese de doutorado e conquistar seu título.

    Muitas pessoas ambicionam seguir a carreira acadêmica, seja como professor em universidades ou como pesquisador. Para tal, é preciso percorrer um certo caminho e passar por uma avaliação. Parte dela propõe que você produza uma tese. Aqui você vai entender tudo que precisa para fazer uma tese e conseguir o título de doutor.

     

    O que é doutorado?

    Doutorado é uma pós-graduação stricto sensu. Para ser mais claro, é uma especialização direcionada ao ambiente acadêmico e científico.

    Diferentemente do mestrado que é um pouco mais abrangente e abre, ainda que pouquíssimas, brechas para que o foco do trabalho não seja necessariamente no ambiente acadêmico, o doutorado não. Trata de titular justamente a capacidade do indivíduo em determinado campo de estudo.

    Um exemplo é alguém que fez um mestrado em antropologia. Poderia trabalhar em campo, com entrevistas, pesquisas e experimentos sociais. O indivíduo que busca o doutorado terá algo totalmente voltado ao âmbito acadêmico. Será estritamente científico.

     

    Doutorado vem depois de mestrado?

    Não necessariamente. Embora a maioria das pessoas escolham esse caminho, até mesmo porque o mestrado te dá a oportunidade para atuar no campo acadêmico e desenvolver sua tese, no entanto existem pessoas que conseguem criá-la sem precisar de mestrado, “pulando etapas” por assim dizer.

    Pelo fato do doutorado exigir uma tese, que é o tipo de projeto mais respeitado e aceito no meio acadêmico, exige grande familiaridade com o tema. A formação no mestrado e o conviver cotidianamente nesse ambiente podem favorecer as condições que o indivíduo tenha de produzir a tese de doutorado, mas não se fazem necessárias em todos os casos.

     

    O que é uma tese?

    Ao falar de tese, sempre lembre hipótese. O prefixo “hipo” indica inferior, abaixo, aquilo que é menor, menos. A palavra tese significa verdade. Hipótese é o sinônimo de teoria. Algo que ainda pode ser provado ou algo que precisa ser provado.

    Já a tese se trata de algo que já foi cientificamente comprovado, através de uma rígida pesquisa e metodologia. Obrigatoriamente necessita de uma pesquisa experimental e de resultados concretos que não abram margens de dúvidas.

    Por isso a tese de doutorado é mais complicada que a dissertação de mestrado. Até o mestrado, você pode elaborar teorias e tentar colocá-las em prática. Para conseguir o título de doutor, elas já devem ter sido comprovadas e avaliadas.

    escrevendo no caderno

     

    Como começar a elaborar a tese

    Tendo em mente que você precisa de algo concreto, você precisa, no mínimo, ter o ensino superior completo para prestar o doutorado. Isso não significa que você não possa trabalhar na pesquisa de sua tese antes do término (existem pessoas que iniciam até mesmo antes da faculdade).

    Existem alguns passos básicos que são aplicáveis para qualquer pessoa que queira produzir uma tese:

     

    1. Definir o tema e teoria

    Se você precisa de algo concreto, é claro que isso deve partir de uma teoria. Por exemplo, um cientista percebe que as partículas de determinado material se comportam de maneira diferente quando expostas à uma classe específica de gases.

    Em cima disso, o cientista pode criar várias hipóteses prováveis para confirmar seu ponto de vista. A tese é justamente testar esses pontos de vista até chegar a algo concreto e real, descobrindo a razão. Se não descobrir, o projeto não pode ser considerado tese, mas se encaixaria em outras classificações.

     

    2. Tudo precisa ser original

    Nada de criar releituras ou algo que outra pessoa já propôs. Para isso existem dissertações, artigos e outros tipos de trabalhos científicos. A tese exige algo totalmente novo.

     

    3. Direitos autorais

    Você pode ter problemas judiciais se não prestar atenção nessa parte. O meio acadêmico é muito sério quando se trata do conteúdo intelectual produzido. Trate de referenciar adequadamente todo o material que não for seu na sua tese.

     

    4. Seu conteúdo será avaliado também pela relevância

    Propor uma tese que não seja tão relevante e colabore com o conhecimento pode diminuir o valor de sua tese. Existem classificações feitas em cada país que avaliam justamente o quanto o trabalho é relevante para o meio científico e acadêmico.

     

    5. Siga a metodologia correta

    Seu trabalho precisa de uma pesquisa experimental, isso é uma pesquisa que coloca os elementos pesquisados em observação na prática, que é o meio de pesquisa mais respeitado. Isso requer método e procedimentos bem especificados que se não forem seguidos podem desvalidar seu trabalho.

     

    Produzindo a tese de doutorado nas normas da ABNT

    Como a maioria dos trabalhos acadêmicos, ao produzir uma tese de doutorado você deve seguir as normas da ABNT. Os elementos obrigatórios são:

    Basicamente são os mesmos elementos obrigatórios na produção de uma dissertação de mestrado. Você pode adicionar outros elementos para tornar o seu trabalho mais completo.

    Nessa altura do campeonato não é adequado ficar só no básico. É claro que não precisa criar uma lista de imagens se sua tese possui poucas imagens, mas não hesite em acrescentar outros elementos como discussão, epígrafe e outros elementos que não são obrigatórios, mas que podem complementar o seu trabalho com um toque pessoal e tornar clara a sua identidade e espaço no meio acadêmico.

    Tenha em mente que muitas pessoas lerão a sua tese por inteira e avaliarão, escreverão críticas e artigos. O meio acadêmico é exigente com o conhecimento.

    Busque outras teses na instituição em que você pretende prestar para conseguir o título de doutor. Você vai compreender melhor o padrão de qualidade e será mais fácil para conseguir a aprovação. Você também pode buscar teses pertinentes ao seu conteúdo que estejam disponíveis gratuitamente na internet.

     

    Conquiste seu título de doutor

    Você já sabe o que é necessário para iniciar a produção de sua tese. Se você possui as teorias, não precisa esperar um mestrado para colocá-las a prova. Utilize uma metodologia experimental e transforme suas hipóteses em teses.

    Se quiser saber mais sobre o meio acadêmico e outros tipos de trabalho ou ainda se as normas da ABNT não estão tão claras, acesse o site Projeto Acadêmico e confira tudo que você precisa para seguir uma carreira adequada no meio ou somente se dar bem na faculdade e no seu TCC.

  • Projeto Político Pedagógico (PPP): princípios e finalidades, o que é e para que serve

    Projeto Político Pedagógico (PPP): princípios e finalidades, o que é e para que serve

    Entenda a definição e como produzir um projeto político pedagógico!

    Você já ouviu falar no termo? Sua abreviação é PPP e está mais presente em nossas vidas do que parece. É um tema que pode ser usado nos TCCs ou mesmo ser produzido por algumas pessoas que possuam em mente um programa adequado. Você entenderá tudo sobre o tema para produzir um TCC:

     

    Definição de projeto político pedagógico

    Você já deve ter ouvido falar de políticas públicas. Basicamente são projetos e planos que visam melhorar a qualidade das pessoas nas mais diversas áreas, como transporte, educação, saúde, segurança, entre tantos outros. Podendo, inclusive, serem produzidos pelos próprios cidadãos, que muitas vezes são incentivados a participarem.

    Os PPPs são projetos focados no sistema de pedagogia inseridos nas escolas. Quais livros os alunos lerão? Quais apostilas serão distribuídas anualmente? Quais matérias são pertinentes e quais serão dispensáveis? Tudo isso é definido nos projetos.

    O projeto possui várias etapas e é geralmente conduzido pelos diretos da instituição, mas todo o processo é colaborativo com diretrizes para todos. Os professores, pelo contato direto com os alunos e por conhecerem melhor suas necessidades, participam mais do que qualquer um.  Coordenadores e outros funcionários também fazem parte.

    Qualquer instituição de ensino é obrigada a produzir um projeto político pedagógico e devem seguir por direções específicas, de acordo com as leis e regulamentos existentes no Brasil.

    Embora existam essas leis, é criada uma certa liberdade em cada escola para decidir a melhor maneira de desenvolver o conteúdo programático e como lidar com os alunos.

    pessoa participando de uma reunião

     

    A construção de um projeto político pedagógico

    Cada instituição de ensino possui PPPs únicos, considerando suas dificuldades, seus pontos fortes, perfil dos funcionários e dos alunos, participação dos pais, o fato de ter recursos ou não, etc. Eles são considerados pilares da instituição, uma vez que propõe as metas e objetivos a serem conquistados.

    Confira abaixo como funciona a construção básica de um projeto político pedagógico:

    • Antes de mais nada, é preciso ser feito por pessoas adequadas. O próprio nome “pedagógico” já indica que requer a participação de profissionais da área.

    É possível que até mesmo os pais e alunos participem, mas tudo deve ser devidamente separado. Existem pessoas capacitadas para construir esses planos. Os responsáveis da instituição podem convocar especialistas em pedagogia;

    • Grade Curricular: Deve-se ficar bem claro todas as matérias que serão transmitidas para os alunos até que o projeto passe por outra mudança. A maneira da qual tudo é ensinado é discutível e mutável;
    • Capacidade dos professores e gestores: É preciso estar claro quais são as formações dos professores e ter certeza de que podem ensinar determinadas matérias. Os gestores também precisam ter a capacidade de gerir todo o processo e acompanhar de perto;
    • Planos de ação: É preciso tratar estratégias, muitas vezes feitas com gráficos e roteiros, sobre as aulas. Os professores não dão aulas simplesmente por dar. A maioria deles traçam planos de ensino e organizam todo o conteúdo e como irão transmitir em cada aula;
    • Os recursos devem ser colocados em pauta. Escolas particulares podem produzir determinados projetos, enquanto as públicas podem produzir outros;
    • Embora consultores possam ser contratados, usar projetos prontos e não contar com a opinião dos funcionários internos pode ser problemático e levar o PPP em uma direção que não condiz com as condições da instituição;
    • Embora as instituições devam apresentar o documento obrigatoriamente, isso não significa que ele não se atualiza e não seja discutido quando algo novo ocorre.

     

    Inserindo o tema de projeto político acadêmico no TCC

    Pode ser um tema muito pertinente para quem estuda pedagogia ou para quem não optou por bacharelado e sim por licenciatura. Não é difícil encontrar artigos e dissertações sobre o assunto na internet, inclusive TCCs muito bem elaborados.

    Você não precisa seguir na área da educação especificamente para produzir um TCC sobre o tema. Você pode relacioná-lo com diversas outras áreas.

     

    Busque pontos de vista diferentes

    Os PPPs chamam a atenção de muitas pessoas por conta do vasto planejamento e a estruturação. Por isso você encontra muitos trabalhos acadêmicos na internet como “Projetos políticos pedagógicos e a relação com a gestão da sociedade” ou em relação à gestão de empresas.

    Se esse é o tema que escolheu, busque um ponto de vista diferente para não ficar igual ao de outras pessoas. Para isso você precisará ter um grande repertório e realizar pesquisas com metodologia.

     

    Busque conhecer projetos na prática

    Não se limite a fazer pesquisas em trabalhos acadêmicos na internet ou em livros. Conheça as realidades nas escolas. Veja os projetos em seu desenvolvimento e sendo aplicados na prática.

    Escolas públicas são muito abertas e receptivas para o público, principalmente se estiverem perto de você e propõem eventos para que os pais e alunos participem. Dependendo da sua formação, você pode até mesmo ajudar na produção.

    Universidades públicas também são muito abertas para o público e incentivam os alunos a participarem de seus projetos e planos.

    Os projetos costumam estar disponíveis online e algumas instituições criam murais com resumo para que os alunos entendam a proposta. No entanto isso não é a mesma coisa de verificar tudo na prática. Pode ser crucial para definir o tema para seu TCC.

     

    Posso criar um projeto político pedagógico?

    Se você planeja criar um projeto político pedagógico, saiba que isso deve ser feito por profissionais em pedagogia. Ao trabalhar em alguma instituição de ensino, você tem a oportunidade de opinar e participar diretamente.

    Isso não é feito sozinho, visto que é preciso ter noção de todos os profissionais envolvidos e eles, por estarem envolvidos, terão seu espaço para opinar.

    Se não é nenhum pedagogo ou professor, saiba que, como aluno, você pode conhecer os projetos da instituição em que estuda e pode participar propondo seus pontos de vista.

     

    Construindo seu projeto acadêmico

    É comum que universitários confrontem novos termos que nunca viram antes e busquem fontes de informações para entender melhor. Quando chega o momento da conclusão do curso, a definição de temas pode ser o passo mais complicado para algumas pessoas.

    Se você ainda não definiu o tema para seu TCC, acesse o site Projeto Acadêmico e confira muitas dicas para finalmente fazer essa escolha. Você também pode conferir tudo sobre as normas da ABNT e o que mais precisar para se dar bem na vida acadêmica.

  • Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Aprenda o que é e como fazer um Ensaio Acadêmico / Cientifico

    Entenda quais são os tipos de ensaios e como fazê-los!

    O ensaio científico ou ensaio acadêmico é comum nas universidades, se tratando de um gênero textual onde o autor expõe seu ponto de vista sobre o tema baseado em uma pesquisa.

     

    1. Sobre o ensaio científico ou ensaio acadêmico

    A primeira coisa que você precisa entender ao fazer um ensaio científico ou acadêmico é que é uma proposta teórica, onde se investiga e pesquisa determinado tema, a partir de obras de outros autores para então propor a sua própria opinião.

    Diferente de muitos gêneros acadêmicos, o ensaio científico abre bastante espaço para o subjetivo e para que você teorize, mas isso não significa perder o bom senso e criar algo que os outros não possam entender. Confira abaixo alguns itens que te ajudarão a produzir um ensaio científico:

    • É um gênero textual mais curto e breve do que teses, dissertações e outros textos acadêmicos. Vá direto ao ponto, ainda mais por se tratar de algo pessoal e muitas vezes subjetivo;
    • O ensaio científico, obrigatoriamente, deve conter a opinião do autor e uma reflexão subjetiva, mas é preciso ter cuidado para não se perder no processo. Os outros precisam entender do que se trata;
    • A linguagem deve ser o mais simples possíveis, mesmo se tratando do meio acadêmico. Use termos técnicos apenas se forem pertinentes ao desenvolvimento do trabalho;
    • A proposta precisa ser inovadora e apresentar algo diferente, um problema, uma discussão, uma crítica, tudo de maneira concisa;
    • Ao expor sua opinião e reflexão subjetiva, certifique-se de que tudo é fundamentado em fontes confiáveis.

     

    2. Não confundir com ensaio literário

    Ensaios por serem gêneros textuais específicos, podem ter muitas semelhanças, mas o ensaio científico ou acadêmico é diferente do ensaio literário.

    O ensaio literário abre margem para a subjetividade de maneira que o científico não permite. Além disso o ensaio literário não precisa ter fundamentação científica. Não confunda os tipos de ensaios.

    alguns objetos de estudo sobre uma mesa

     

    3. Conheça as normas da sua instituição

    O padrão é que a instituição exija as normas da ABNT, no entanto, um ensaio científico não precisa ser feito apenas em universidades e faculdades. Pode ser algo profissional, como em um centro de pesquisa.

    Descubra quais são as normas da sua instituição para produzir um ensaio científico de maneira adequada. A estruturação do trabalho é tão importante quanto o conteúdo.

    Geralmente os ensaios permitem uma liberdade maior por parte dos autores e não seguem uma estrutura rígida, sendo que toda a questão formal dependerá das exigências da instituição, na ocasião.

     

    4. A estrutura básica do ensaio científico

    Ao fazer um ensaio científico existe uma estrutura básica que precisa ser seguida, de acordo com as normas da ABNT. Mesmo que você não tenha a obrigatoriedade de normatizar seu trabalho dentro das regras, precisa entender o que é necessário para que não fique incompleto:

    Atenção especial na discussão, que é onde você deve expor sua opinião e reflexão, inclusive de maneira subjetiva e a bibliografia, que é onde você listará todo o material e as fontes da sua pesquisa para a produção do trabalho.

    Alguns itens que não são obrigatórios são muito bem-vindos, como anexos, índice e listas. Isso, além de enriquecer seu trabalho, pode melhorá-lo esteticamente e lhe dar mais fundamentação.

     

    5. Organizando seu ensaio científico

    Para organizar seu ensaio científico ou acadêmico, além da estrutura obrigatória e das normas da ABNT, é preciso seguir alguns pontos para que a possibilidade de ser subjetivo não faça com que você fuja muito do tema. Confira os itens abaixo para entender melhor:

    • Defina um tema, e faça toda a discussão subjetiva e objetiva girar em torno dele e mesmo que precise abordar outros pontos, sempre volte ao objetivo central;
    • Problematize, critique, questione o seu tema. Você mostrará um ponto de vista diferente e não reafirmar o que já está afirmado. Não produza algo que já existe;
    • Utilize cada parágrafo para tratar um assunto. Lembre-se de ser o mais objetivo possível, mesmo lidando com a subjetividade. Além disso, ensaios não devem ser muito longos;
    • A consulta das fontes é uma das partes mais importantes do ensaio. Você irá expor toda a origem de sua pesquisa na bibliografia. Escolha sempre fontes confiáveis.

     

    Desenvolvimento geral do ensaio acadêmico ou científico

    • Trace um cronograma para a produção de cada item do seu trabalho, não se demore muito em nenhum item, mas também não deixe de dar atenção, principalmente para pesquisa, desenvolvimento, discussão e acervo bibliográfico;
    • A pesquisa precisa ter uma data de início e de fim. Não realize a pesquisa ao mesmo tempo em que estrutura e escreve seu ensaio. Você não conseguirá se dedicar totalmente a nenhum dos dois;
    • Não realize pesquisas apenas na internet, com certeza em sua instituição existem outros exemplos de trabalho, teses, dissertações, monografias e você achará algo que poderá complementar o seu trabalho;
    • Pesquise e utilize as normas da ABNT mesmo que na sua instituição não seja obrigatório. Isso pode te ajudar muito a organizar seu ensaio científico;
    • A argumentação e discussão deve se associar perfeitamente com o desenvolvimento e tema central. Um texto conciso é obrigatório;
    • Se necessário e ainda houver insegurança, faça rascunhos do ensaio científico;
    • Tome nota sobre tudo que for relevante em sua pesquisa. Tomar nota é bem diferente de iniciar o ensaio em si;
    • Pesquise modelos de ensaios científicos, acadêmicos e até mesmo literários para não iniciar seu projeto sem base nenhum. É possível até mesmo baixar documentos que já vem estruturado;
    • Utilize uma metodologia científica para desenvolver e organizar o seu trabalho. Isso, além de facilitar as coisas, pode torná-lo muito mais coerente. Por exemplo, uma metodologia para realizar a sua pesquisa é importante, pois existem vários tipos de pesquisa.

    *Vídeo perfeito da Mari Ella

     

    Conheça o Projeto Acadêmico

    Se você está com dúvida na produção de um ensaio científico, TCC ou qualquer trabalho acadêmico, você precisa conhecer o site Projeto Acadêmico. Você terá qualquer dúvida respondida a respeito das normas da ABNT, qualquer tipo de trabalho acadêmico, científico temas, tudo isso com exemplos e modelos para você se inspirar e desenvolver algo com qualidade.

  • Aprenda Como Iniciar um TCC e organizar o seu trabalho corretamente

    Aprenda Como Iniciar um TCC e organizar o seu trabalho corretamente

    Aprenda a desenvolver e produzir um TCC passo a passo.

    Como começar o TCC? É uma dúvida muito comum entre os estudantes, conforme o final do curso se aproxima. O trabalho de conclusão de curso não é tão difícil de se fazer quando você se organiza. Você descobrirá tudo que precisa saber para fazer desenvolver um trabalho adequado.

     

    1. Definindo o tema do seu TCC

    Esse é o primeiro passo e o mais simples, mas não deixa de ser importante. Você deve definir um tema antes de mais nada. Escolha algo com que você tenha afinidade e facilidade de aprender e desenvolver.

    Tenha mais de um tema definido. Geralmente seus professores te auxiliarão no processo de escolha e te mostrarão novos pontos de vista. Você deve estar muito confortável com a escolha do tema, caso contrário seu TCC pode não ser produzido com qualidade.

     

    2. Definindo o tipo de TCC

    Cada curso oferece possibilidades diferentes, como artigos acadêmicos, dissertações, monografias, entrevistas, documentários, livros de fotografias, etc. Conheça todas as opções disponíveis para o seu curso e escolha a que mais te deixa confortável para montar cada parte do TCC da melhor maneira.

    Se você escreve bem, opte por algo como a monografia. Se você fala bem, opte por algo que envolva vídeo, se estiver disponível em seu curso. Se você desenha bem, opte por algo que envolva design e produção.

    Não escolha opções em que não tem facilidade e conforto para produzir. Cronograma TCC: veja como fazer, modelo e exemplos, sugestões e dicas

     

    3. Você precisará de uma metodologia

    Metodologia significa basicamente o caminho ou modo para se fazer algo. Cada tipo de trabalho precisará de uma metodologia específica. Por exemplo, se seu trabalho precisar de uma pesquisa bibliográfica, existe uma metodologia para isso, se for utilizar uma pesquisa experimental, existe outra metodologia.

    Confira abaixo algumas dicas para organizar seu tempo, independentemente do tipo de trabalho:

    • Trace uma agenda ou cronograma, com a data inicial e final do trabalho, indo cada vez para tempos menores, por exemplo, o que você deve produzir em determinado mês, semana, dias próximos e diariamente;
    • Você precisará pesquisar, isso é um fato. Independentemente de ser uma pesquisa mais teórica, bibliográfica ou experimental e de campo, elas precisam ter começo, desenvolvimento e fim;
    • Trace uma data para o início e para o fim da pesquisa. Não desenvolva a parte escrita ao mesmo tempo em que pesquisa. Isso atrapalhará tanto a pesquisa, quanto o desenvolvimento do TCC;
    • Você não precisa escolher só um tipo de pesquisa. Pode utilizar mais de um, se isso for possível e condizente ao seu TCC;
    • Para você chamar seu trabalho de científico, ele precisa seguir um método científico. Caso contrário ele apenas pode ser considerado de cunho teórico;
    • Anote tudo que for relevante para seu trabalho no período de pesquisas.

     

    4. Dicas gerais para a produção do TCC

    Agora que você já sabe o básico sobre como iniciar um TCC, confira alguns itens que são importantes para a produção geral do seu trabalho:

    • Trace uma lista de gastos com o orçamento aproximado do seu TCC;
    • Não comece do zero, veja outros projetos de TCCs em sua universidade. Com certeza encontrará algo que será útil para seu projeto;
    • Você também pode ver modelos de TCCs online, com temas e tipos parecidos com o seu trabalho;
    • Não tenha medo de mudar o rumo do seu trabalho, se algo melhor aparecer, mas tenha muito cuidado com o tempo;
    • O ideal é começar a produzir seu TCC no ano de conclusão de curso. Você pode começar um pouco antes, mas de forma alguma deixe de produzir a partir do começo do ano. Mesmo que você comece com pesquisas e anotações bibliográficas;
    • Você precisará ser claro e objetivo em seu TCC ou a banca poderá descontar pontos;
    • Peça ajuda para seu orientador sempre que necessário;
    • Apresente as mudanças e andamento do seu TCC para seu orientador de maneira periódica. É você quem tem que ir atrás. Não fique esperando ninguém te chamar ou pedir alguma coisa;
    • Evite o nervosismo se algum professor pedir para mudar algo que você achava que estava bom em seu TCC. Os professores costumam ter muita experiência nisso.

     

    5. Como começar o TCC na parte prática?

    Para começar a produzir um TCC na parte prática, é necessário que você já tenha um certo repertório e dados de suas pesquisas.

    A parte prática precisa começar depois da pesquisa. Nunca simultaneamente. Abaixo estão listados alguns itens para te ajudar no processo:

    • Evite fazer coisas que fujam muito do seu orçamento. O TCC provavelmente terá custos, mas não precisa gerar prejuízos;
    • Cumpra com seus prazos semanais. Nem tudo sairá da maneira desejada todos os dias, mas se conseguir fazer com que cada semana seja produtiva, terá um mês produtivo por consequência;
    • Se necessário, faça alterações ou comece novamente. É melhor ter muito trabalho e produzir algo de qualidade do que desenvolver e produzir um TCC mal qualificado;
    • Trabalhos práticos, como documentários e outros meios que envolvem vídeo, também precisarão de uma parte escrita muito bem produzida.

     

    Seu TCC deve seguir as normas da ABNT

    Alguns trabalhos acadêmicos ou instituições não precisam ou exigem, necessariamente, que sejam seguidas as normas da ABNT. Saiba que no TCC isso é obrigatório. Não corra nenhum risco de produzir um trabalho mal estruturado ou que não esteja completo.

    Saiba todas as normas da ABNT que são obrigatórias para o tipo de trabalho que você escolheu desenvolver antes de começar a produzir um TCC.

     

    Apresentar o seu TCC para a banca

    Chegará o momento em que será preciso apresentar o seu TCC para a banca. Tanto a parte escrita quanto a sua apresentação serão avaliadas. Se você tem dificuldade para falar e apresentar, é melhor cuidar disso o quanto antes. Não deixe para se preparar de última hora.

    A apresentação é quase tão importante quanto o conteúdo do trabalho. Você precisará ter tanta dedicação nessa parte quanto teve em todo o desenvolvimento do restante do TCC.

    Geralmente você terá a oportunidade de apresentar mais de uma vez e corrigir erros e pontos que possam ser melhorados. Não desperdice essa chance.

     

    Conhecendo todos os itens do seu TCC

    Se você ainda não conhece as normas da ABNT que são obrigatórias para seu gênero de TCC, basta acessar o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar dicas para produção de trabalhos de cunho científico, acadêmico e as melhores dicas para produzir um TCC perfeito.

  • Como Fazer uma Discussão de TCC

    Como Fazer uma Discussão de TCC

    Tire suas dúvidas sobre o que colocar na discussão do seu Projeto de Conclusão de Curso.

    Depois que o universitário já passou por quase todas as fases de desenvolvimento do TCC, fez a introdução, os objetivos e a pesquisa, ainda resta uma das últimas e mais importantes etapas, que costuma tirar o sono de muita gente: a discussão dos resultados de pesquisa, também conhecido como “análise dos resultados e discussão”.

    Vários estudantes apresentam muitas dúvidas nessa fase, mesmo que os conhecimentos adquiridos ao longo do projeto, por meio da bibliografia e das atividades práticas, tenham, certamente, os capacitado para realizá-la.

    Se você é um desses universitários que se sentem inseguros para redigir a discussão, continue lendo esse artigo!

    Você aprenderá, em 5 passos, como fazer esse tópico de forma clara, considerando tudo que foi aprendido e vivenciado na produção do seu projeto final da universidade.

     

    O que é discussão de TCC?

    Em primeiro lugar, antes de entender efetivamente como fazer a discussão do TCC, é necessário compreender o conceito dessa seção tão importante para o seu trabalho científico.

    No geral, o tópico da discussão vem como última parte do desenvolvimento do trabalho, próximo à conclusão e trata da apresentação e, posteriormente, a análise dos resultados.

    Mas qual é a diferença entre apresentar e analisar? As duas denominações são complementares, mas tem distinções fundamentais.

    Na apresentação, o universitário deve expor e comentar tudo o que descobriu durante o processo de pesquisa, de forma direta.

    Já na análise, o dever é interpretar os dados coletados, identificando e explicando as relações entre eles.

    A qualidade da análise interferirá diretamente na nota que você receberá no seu projeto e o quanto ele terá de valor científico. Por isso, é necessário capricho e atenção aos detalhes.

    Tudo parece bastante complicado, não é? Mas siga as etapas abaixo e seguramente você vai conseguir entender o que colocar na discussão do TCC.

     

    1. Faça uma retrospectiva do projeto

    Depois de entender o que é discussão do TCC, o estudante deve, literalmente, recapitular todo o percurso do seu projeto: como você ou seu grupo chegaram ao tema proposto, como o desenvolveram e colocaram em prática a pesquisa, quais foram os desafios e provocações durante a produção do projeto, qual é a finalidade da sua pesquisa, os objetivos específicos e quais os resultados esperados.

    Faça uma breve reapresentação de tudo o que você passou nos meses em que ficou elaborando o trabalho e o porquê de cada decisão. Lembre-se da “história” do seu projeto, da sua vivência.

    Esse é o primeiro passo para compreender como fazer a discussão do TCC.

     

    2. Evidencie os resultados do trabalho

    Nesta parte inicial da discussão dos resultados de pesquisa, a forma de expor os dados obtidos pode mudar conforme o tipo de pesquisa escolhida, teórica ou empírica, para chegar aos objetivos do projeto.

    Dependendo do método de investigação, o que colocar na discussão do TCC tem algumas peculiaridades.

    Primeiro, entenda as diferenças entre pesquisa teórica e empírica, e como apresentar os resultados levando em conta essas diferentes formas de exploração científica.

    • Pesquisa teórica: Tipo de pesquisa fundamentada em análise documental e referências bibliográficas, ela tem como objetivo proporcionar discussão entre conceitos e não o levantamento de dados.

    Nessa categoria a apresentação dos resultados consiste na descrição de conceitos dos autores utilizados no projeto, análise do estudante sobre essas concepções e, por fim, a criação de uma linha de argumentação, expondo pensamentos convergentes e dissonantes entre autores.

    • Pesquisa empírica: Compreende todas as formas de pesquisa de campo, onde o cientista ou pesquisador coleta dados por meio de entrevistas, observação ou experimentação.

    Esse tipo de pesquisa se divide em quantitativa ou qualitativa e tem o objetivo de comprovar, de forma prática, as hipóteses.

    A apresentação dos resultados, ou seja, números e dados obtidos, é feita de forma direta e objetiva através de gráficos e tabelas.

    Muitas vezes, em um mesmo projeto de conclusão de curso, pode haver pesquisa teórica e empírica. A seguir, aprenda como relacionar esses diferentes tipos de fundamentação e veja o próximo passo para saber o que escrever na discussão do TCC de forma exata.

     

    3. Exponha as relações entre os dados

    É importante que todos os dados e resultados, depois de apresentados, sejam interpretados e relacionados, a fim de chegar em conclusões científicas sobre o assunto abordado no trabalho de conclusão de curso.

    Para trabalhos fundamentados em bases puramente teóricas, a relação entre os dados já é feita mediante a comparação de conceitos e características dos assuntos abordados por cada autor, assim como as implicações de cada teoria.

    Em relação a trabalhos que tem fundamentação empírica, as relações entre os dados colhidos em pesquisa de campo são feitas pela comparação e interpretação de gráficos, comparando medidas, opiniões e frequência de acontecimentos.

    Quando o trabalho une esses dois métodos de investigação existe, também, a atribuição de causas e efeitos para os dados colhidos em pesquisa de campo. Para isso, a pesquisa bibliográfica é fundamental para saber como fazer a discussão do TCC.

     

    4. Confronte com a hipótese inicial

    Após a descrição de forma clara e objetiva da apresentação e análise dos resultados, a próxima importante etapa é colocar todas essas constatações frente à hipótese inicial do TCC.

    A finalidade é saber se o conteúdo produzido e os dados obtidos no projeto endossam ou refutam a ideia primária que o universitário tinha ao começar as pesquisas.

    Diferente do que muitos estudantes pensam, a hipótese científica não precisa necessariamente se confirmar para que o trabalho de conclusão de curso tenha êxito.

    A refutação da hipótese inicial acarreta na formulação de uma nova hipótese, mais amadurecida. O importante, neste caso, é a produção de conhecimento no processo.

     

    5. Apresente as possíveis respostas para o problema

    O problema de pesquisa é a questão que deve ser objeto de investigação do seu TCC. A partir da problematização que é criada a hipótese e o desenrolar de todo o trabalho.

    No final, é importante que o universitário tenha respondido a essa questão, pois é ela, na verdade, que deu sentido a toda a produção e é a última parte da discussão dos resultados de pesquisa.

    Dessa forma, seu projeto poderá ser considerado, de fato, uma pesquisa científica.

     

    Hora de começar!

    Seguindo essas 5 dicas você não terá dificuldades em saber o que escrever na discussão do TCC e estará a um passo da sua formação acadêmica. Acesse Projeto Acadêmico e saiba mais!

  • Aprenda Como Fazer um Fichamento de um Texto

    Aprenda Como Fazer um Fichamento de um Texto

    Uma etapa considerada essencial para elaboração de um texto acadêmico, por orientadores e professores, fichamento de conteúdo; ele pode parecer difícil e confuso, confira aqui algumas dicas e entenda como fazer fichamento de texto.

     

    Entendendo o que é fichamento

    Antes de começar a fazer fichamento de texto para um artigo acadêmico é necessário entender a razão de ele ser importante e para que ele serve. Fichamento nada mais é que uma técnica para resumir e organizar as ideias com o fim de ter boas referências no momento de elaboração do seu texto acadêmico.

    Quando o fichamento de livro, foco deste artigo, está bem feito ele ajuda no processo de escrita do trabalho acadêmico e também ajuda no processo de estudo e pesquisa, pois é uma forma de estruturar suas ideias e resumir o que se entendeu do texto e, assim, consequentemente, o trabalho originado deste fichamento de conteúdo será bem escrito e estruturado.

    O fichamento de conteúdo também ajuda na preparação da pesquisa bibliográfica, por ser, em sua essência, um processo de organização e concatenação de ideias fica mais claro o que deve ser pesquisado a mais e o que precisa de mais atenção durante o processo de elaboração de um trabalho acadêmico.

    Em suma, o fichamento tem como função identificar diferentes obras, conhecer o conteúdo sobre o tema a ser estudado, fazer citações, analisar diferentes materiais, elaborar críticas, resumos e resenhas, bem como auxiliar e embasar a produção de textos.

    É um método de estudo pessoal pelo qual você organizará suas ideias para escrever seu trabalho acadêmico.

    Fundamentalmente são três os tipos de fichamentos necessários para se escrever um bom trabalho acadêmico:

    O fichamento de texto basicamente é um resumo com suas ideias principais sobre o texto, o bibliográfico é um resumo de acordo com as principais ideias absorvidas do texto e o fichamento de citação consiste, basicamente, em transcrever e copiar trechos do texto com as palavras exatas de seu autor.

    Os três tipos de fichamento são fundamentais para preparação do texto de acordo com as normas ABNT, norma na qual os textos de trabalhos acadêmicos devem ser escritos com o fim de deixá-los mais confiáveis e organizados.

    O fichamento pode ser feito em fichas de papel, cadernos, bancos de dados, post-its, arquivos, entre outros modos, enfim, a forma que ficar mais fácil de organizar e estudar sobre o tema escolhido para o trabalho acadêmico. Agora que ficou claro quais são os tipos de fichamento e para que servem, a seguir veremos como fazer fichamento de texto.

    exemplo de um fichamento textual

     

    Leitura do material para fichamento de texto

    Esta é uma parte importante do fichamento e do trabalho acadêmico, por meio da leitura atenta do material que será feita a interpretação do texto e, assim, o roteiro com os caminhos a serem seguidos durante o processo de escrita do trabalho acadêmico. Além disso, é por meio da leitura e conhecimento do material que será possível fazer fichamento de conteúdo.

     

    Clareza sobre o tema

    Um pouco óbvio, mas vale a pena reforçar, é necessário ter clareza sobre o tema estudado, porque assim fica mais fácil dividi-lo em tópicos e fazer um roteiro de pesquisa, é necessário entender e ter clareza sobre o que é o tema.

    Nesse momento, pergunte-se como ele pode ser classificado, como ele pode ser explicado, com quais outros temas pode ser relacionado, com quais outros temas se assemelha, entre outros pontos que deixam bem definido os principais elementos do assunto para ficar mais fácil resumir as principais ideias.

    O importante nesta parte é delinear o que é necessário para elaboração do trabalho acadêmico e, consequentemente, fazer o fichamento do material.

     

    Saber fazer resenha ou resumo

    Não basta somente ler atentamente o texto e interpretar suas ideias, é necessário “botar no papel” o que você entendeu, à sua maneira sobre o texto (afinal, esta é a função do fichamento de livro).

    A resenha/resumo consistirá em uma pequena produção textual com os principais pontos ou os mais interessantes, a seu critério, do material em questão, cada livro ou texto deve ter uma breve síntese do que se trata, assim, fica mais fácil buscar referências quando for escrever seu artigo.

     

    Concatenando ideias

    Com a leitura, sabendo claramente os elementos do tema do seu trabalho e fazendo um resumo sobre isso, separadamente para cada material/fonte de estudo e/ou pesquisa, o ideal também é acrescentar um pouco da sua visão pessoal sobre o que aprendeu, grife o texto, leia e releia os trechos que considerar mais importantes, assim fica mais fácil de organizar suas ideias e dissertar sobre o assunto escolhido.

    Faça isso sem pressa, esta é uma das partes mais importantes do seu trabalho, pois é por meio dela que você desenvolverá seu artigo acadêmico e decidirá como é a melhor estrutura de fichamento para futura referência.

     

    Chegou a hora: veja como fazer fichamento de texto

    Os pontos acima deixam bem claro e resumem o que é essencial para você conseguir fazer o fichamento de conteúdo. É importante esclarecer que há vários modos de se fazer um fichamento, não há um método ideal, depende muito de cada um a forma de estruturá-lo, qual é a melhor maneira de criar referências para sua própria consulta no futuro.

    Adiante seguem alguns pontos importantes e sugestões do que colocar no fichamento de conteúdo,

    • Indicações bibliográficas precisas: é importante saber de onde as informações foram retiradas seja para fazer uma nova consulta ou até mesmo atualizar ou editar alguns conceitos inseridos no fichamento;
    • Informações sobre o autor: assim como no item acima, é importante também saber qual o autor, porque conforme se dá o andamento do trabalho, outras fontes deste mesmo autor podem ser pesquisadas;
    • Resumo do material: é essencial para poder escrever seu trabalho acadêmico, é com base no fichamento dos materiais estudados que você escreverá seu trabalho;
    • Citações entre aspas dos trechos considerados interessantes para citação: as citações reforçarão suas ideias e os elementos base sobre o assunto. As citações têm a função de deixar o conteúdo mais autêntico e confiável, transformando-o em uma boa fonte de pesquisa;
    • Comentários pessoais ao longo do resumo: é importante deixar sua marca no texto, transponha suas ideias, dessa forma, evita-se que o texto seja considerado apenas um resumo ou uma espécie de plágio, e seja autoral;
    • Sinalização da parte do artigo acadêmico na qual este fichamento pode ser usado: é necessário saber como organizar as informações pesquisadas e como estruturar suas ideias ao longo do trabalho acadêmico.

    Gostou do texto? Deseja ler mais textos como este? Continue navegando pelo Projeto Acadêmico, um site dedicado a ajudar estudantes, como você, a escrever bons trabalhos acadêmicos.

    *Vídeo da professora Ligia Guelfi

  • Como fazer um PIM (projeto integrado multidisciplinar)?

    Como fazer um PIM (projeto integrado multidisciplinar)?

    Você sabe como realizar a elaboração do PIM? Sabe o que isso significa? Veja nesse artigo tudo que você precisa saber sobre o assunto!

    Muitas pessoas têm dúvidas sobre o que é o PIM (Projeto Integrado Multidisciplinar) e têm buscado informações sobre ele a fim de serem bem sucedidas em seu trabalho acadêmico, o que é compreensível, já que os estudos acadêmicos constituem uma etapa muito importante na  vida delas e um importante passo a ser dado na sua formação.

    Se esse é o seu caso e você deseja obter mais esclarecimentos sobre como fazer um PIM, então está no lugar certo e na melhor companhia. Aqui você terá acesso às melhores dicas para o PIM e verá que ele não é um bicho de sete cabeças, sendo possível ter uma nota excelente adotando algumas estratégias simples e eficazes para produzi-lo.

    alunos reunidos

     

    O que é o PIM?

    Mas antes de nos aprofundarmos no tema e explicar como fazer um PIM, é de substancial importância que tenhamos clareza sobre o que é esse projeto, pois assim o construiremos com maior segurança e efetividade.

    Você deve ter visto na proposta de trabalho que a sigla PIM significa Projeto Integrado Multidisciplinar e isso já diz muito sobre ele. Trata-se de um trabalho acadêmico que abarca várias disciplinas (por isso é multidisciplinar) do seu curso e pode ser feito semestralmente ou até mesmo mais de uma vez por semestre.

    A intenção é mensurar aquilo que você compreendeu do que foi estudado e a capacidade de explanar os seus conhecimentos de maneira científica. Esse é o primeiro passo para você saber como fazer um PIM e atingir uma excelente nota em seu curso!

    O Professor Mestre Fernando Leonel Rodrigues tem um vídeo explicativo sobre o assunto e mostra como ele deve ser feito.

     

    Fique Atento: O PIM não é um TCC

    Muita gente costuma ter essa dúvida porque não sabe ao certo o que é o PIM, mas deve ficar claro que ele não é a mesma coisa que um TCC.

    O PIM é um projeto que pode ser desenvolvido diversas vezes durante o seu curso, pois este é uma verificação de aprendizagem.

    A UNIP (Universidade Paulista) indica que se trata da integração entre o aprendizado acadêmico e a experiência profissional. Sua elaboração não é de todo complexa, mas há excelentes orientações que podem trazer esclarecimentos sobre o assunto.

    Portanto, não confunda o PIM com o TCC, pois eles não são a mesma coisa e devem ser estruturados de maneira diferente, embora os tópicos sejam bastante parecidos. Para saber como fazê-lo, nada melhor que ter boas orientações, por isso nossa equipe traz para você tudo sobre o PIM!

     

    Elaborando o PIM

    Quem vai proceder a elaboração do PIM pela primeira vez normalmente sente certa insegurança e teme pelos resultados que obterá. Isso é natural porque, de fato, trata-se de um trabalho minucioso que exige bastante planejamento e comprometimento do aluno.

    Mas é algo simples que você não precisa temer. E para isso lhe trazemos algumas dicas preciosas para que nunca tenha dúvidas sobre como fazer um PIM.

     

    Dicas para a Elaboração do PIM

    Para que você não tenha dúvidas sobre como deve ser feita a elaboração do PIM, veja essas dicas que temos para lhe dar sobre os passos mais importantes para fazê-lo.

    1.  O estudo das matérias deve ser aprofundado

    Fique atento a isso; como se trata de um trabalho que engloba várias disciplinas, cada uma delas deve ser estudada com profundidade. Tudo deve ser tratado com seriedade quando for elaborar o PIM. Um trabalho feito com razoabilidade normalmente não atinge os resultados esperados.

    Nesse ponto é de extrema relevância que você esteja afinado com as regras de metodologia científica, pois dessa maneira saberá como proceder a pesquisa de maneira ampla e a forma como esses dados devem ser apresentados em seu projeto.

    Para o processo de elaboração do PIM a metodologia científica traz importantes esclarecimentos, sendo interessante buscar cada vez mais informações a esse respeito.

     

    2.  Utilização das regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

    Trazendo ainda mais elementos para que você saiba tudo sobre o PIM queremos indicar que sua produção deve ser feita dentro das normas da ABNT porque se trata de um trabalho acadêmico. Você precisa seguir esse padrão porque é o modelo de produção exigido.

    Trabalhos feitos fora desse eixo não são aceitos pelos professores. Portanto, cuidado com a formatação ao elaborar o PIM. Para saber como fazê-lo corretamente, dentro das regras da ABNT, leia estes artigos!

     

    3.   Tudo sobre o PIM: o que deve conter em sua estrutura

    A estrutura do PIM é padrão e por isso você deve ter o cuidado de confeccioná-lo da maneira correta. Os itens que devem constar são:

    Os artigos sobre regras da ABNT que citamos acima também são bastante esclarecedores nesse sentido, para que saiba efetivamente como fazer um PIM! Analise e você verá como eles trazem ótimas dicas para o seu trabalho!

     

    4.  Dicas para a pesquisa e elaboração do PIM

    A pesquisa é fundamental para a elaboração do PIM porque é isso o que realmente fará a diferença para a consecução do seu projeto. Para isso, a internet é uma grande aliada, desde que você tenha o cuidado de buscar fontes seguras.

    Também é importante procurar a biblioteca da sua faculdade e pedir livros relacionados aos assuntos que serão abordados. Além disso, conversar com professores e pedir esclarecimentos sobre temas complexos e muitas vezes controversos também é uma fonte riquíssima de recurso para a elaboração do PIM.

    Um excelente local para se fazer pesquisas acadêmicas na internet é o site da Biblioteca Nacional, onde diversas fontes estão disponíveis para a sua pesquisa.

    Esse é o processo de pesquisa documental que você pode conhecer melhor fazendo a leitura desse artigo, que irá lhe ensinar como proceder essa pesquisa com segurança.

     

    5.  Fazer o PIM sozinho é uma opção

    Esse é um conselho de nossa equipe que tem muito a ver com o que você, de fato, está disposto a fazer para ter um trabalho extraordinário! É claro que quando você tem colegas comprometidos, vale a pena contar com eles porque isso ajuda e muito devido à divisão dos trabalhos.

    Mas se não forem colegas comprometidos, você terá mais trabalho, dores de cabeça e provavelmente não atingirá os resultados esperados. Portanto, considere fazer seu projeto sozinho se não tiver colegas que irão somar esforços para lhe ajudar a construir uma excelente nota!

    Aqui você teve a oportunidade de conhecer com profundidade o que é o PIM e como elaborá-lo de maneira correta, para que tenha êxito em sua apresentação.

    Contudo, sabemos que ainda podem ter ficado algumas dúvidas pontuais, motivo pelo qual nos deixamos à sua disposição para esclarecer quaisquer questionamentos. Nosso compromisso com você é ajudá-lo a obter os melhores resultados.

    A equipe do Projeto Acadêmico está pronta para lhe atender de maneira pessoal e responder às suas perguntas sobre o Projeto Integrado Multidisciplinar e assuntos correlatos sempre que for necessário.

    Aqui sempre temos a solução ideal para os seus problemas com trabalhos acadêmicos!

    No mais, lhe desejamos bons estudos e boa sorte!