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  • Como Citar a Bíblia em Trabalhos Acadêmicos (ABNT): exemplos e dicas

    Como Citar a Bíblia em Trabalhos Acadêmicos (ABNT): exemplos e dicas

    Fazer uma citação em um trabalho acadêmico é uma coisa muito importante, tem que saber falar e respeitar sempre as normas técnicas vigentes na instituição. Falar sobre um autor ou obra é uma ferramenta e deve ser bem explorada quando for um trabalho acadêmico. Se você pretende fazer uma citação da Bíblia, as regras de citação são aplicadas de acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), outras normas existentes devem ser estudadas e os padrões devem ser respeitados. 7 dicas infalíveis para inserir citação no TCC de forma correta!

    Para você entender melhor como citar a Bíblia na ABNT, neste post detalhamos bem como fazer isso. Veja como fazer citação de uma passagem da Bíblia e fornecer a listagem correta do capítulo e versículo. Conheça outras formas de fazer citação da Bíblia de acordo com outras normas técnicas existentes. Veja tudo isso a seguir!

    banner citar a bíblia ABNT

    Explicando

    A citação da Bíblia pode ser feita em um artigo, em um post, em um curso, e-book, apostila e em livros. Os versículos podem ser citados e não existe nada na Bíblia que não possa ser utilizado como citação. Todas as passagens podem ser utilizadas para embasar algo e servir como referência para um autor firmar seu argumento. As citações podem ser diretas ou indiretas, e quando se trata de um trabalho acadêmico ou documento específico, as normas técnicas devem ser respeitadas na hora da citação.

    Citação da Bíblia

    Uma citação da Bíblia é nada mais do que reproduzir o que está escrito na Bíblia “ao pé da letra”, uma cópia exata do trecho que será mencionado. Para conseguir fazer isso, o autor deve simplesmente copiar e colar o trecho de interesse respeitando algumas regras:

    • Se o trecho for junto a um parágrafo já existente no corpo no texto, no máximo a citação deverá ter três linhas e conter aspas;
    • Caso o trecho retirado da Bíblia tenha mais de três linhas, a citação deve ser inserida com um parágrafo próprio, utilizando espaçamento simples e aspas;
    • Paráfrase são citações livres de um texto feita de forma indireta.

    Citação da Bíblia na ABNT

    A citação da Bíblia na ABNT exige que: as citações da Bíblia possuam até quatro linhas e sejam feitas em um parágrafo a parte. Caso o estudante deseje incluir a citação de uma passagem em um parágrafo já existente, então ele deverá fazer isso com no máximo três linhas.

    Incorporar a citação de acordo com a base no que foi determinado pela instituição de ensino, sempre obedecendo o espaçamento necessário e respeitando o tamanho exato das fontes, é algo que pode variar de instituição para instituição. Neste caso, a ABNT mantém isso em aberto e cada instituição pode determinar o padrão que julgar ser melhor. De um modo geral, o que não vai mudar é a obrigação de inserir o nome do livro, o capítulo e o versículo. Veja logo a seguir um exemplo de como inserir uma breve citação no corpo do texto em seu trabalho acadêmico:

    “O que ama a instrução ama o conhecimento, mas o que odeia a repreensão é estúpido” (BÍBLIA, Provérbios, 12, 1).

    No exemplo acima, podemos notar que o nome do livro, capítulo e versículo aparecem após a citação. Assim que o estudante terminar o trabalho acadêmico, é importante mencionar a Bíblia no espaço destinado para as Referência Bibliográficas. Para conseguir fazer isso sem dificuldades, o livro sagrado deve ser seguido de sigla e em caixa alta: (A. T. caso seja uma citação do Antigo Testamento e utilizar N. T. para o Novo Testamento).

    O nome da Bíblia deve aparecer em Negrito, seguido do nome da cidade, publicação e editora, além das páginas citadas. Um exemplo: “BÍBLIA, A. T. Provérbios. In BÍBLIA. Português. Sagrada Bíblia Católica: Antigo e Novo Testamentos. Tradução de José Simão. São Paulo: Sociedade Bíblica de Aparecida, 2008. p. 202-203″.

    *Fonte: Passaporte do TCC

    Quando falamos de ABNT estamos especificando diretamente como as normas técnicas aqui no Brasil cobram isso dos estudantes e de profissionais que publicam algum tipo de texto em revistas e periódicos regidos pela norma. Mas, além da ABNT existem outras normas que podem ser utilizadas como parâmetros para a inclusão de passagens da Bíblia em um texto documental, trabalho acadêmico, ou qualquer publicação de suma importância. Logo a seguir, veja um pouco mais sobre outras normas e como elas determinam citações da Bíblia em trabalhos e documentos que seguem seu regimento:

    MLA (Modern Language Association)

    De acordo com a MLA as passagens da Bíblia devem ser listadas sempre no final da citação, exemplo: “‘Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.’ (Almeida Revista e Atualizada, Mt. 5.16).”

    A MLA exige a utilização de um ponto, sendo que outras normas exigem um ou dois pontos sem estar errado qualquer um dos dois. São pequenos detalhes que devem ser compreendidos e estudados a fundo na hora de formatar um trabalho ou um material que será publicado e regido por tal norma. As normas diferem em detalhes uma das outras e esses detalhes devem ser respeitados com exatidão.

    APA (American Psychological Association)

    De acordo com a APA, não devem ser utilizadas vírgulas e a listagem deve também aparecer no final. Veja como fica no exemplo:” ‘Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.’ (Mt. 5:16 Almeida Revista e Atualizada).”

    A norma também exige a utilização de dois pontos, que são necessários na distinção dos capítulos e versículos do livro sagrado. Exemplo: “Mt. 5:16”. A norma também deixa em aberto que o uso de outros sinais é válido desde que todos sejam feitos da mesma forma, exemplo: “MT. 5.15”, “MT. 5.16” e assim por diante.

    Chicago/Turabian

    Segundo a norma, a listagem com a referência também deve ocorrer primeiro que a passagem, exemplo: ” ‘Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.’ (Mt. 5:16, Almeida Revista e Atualizada).”

    O uso de dois pontos é uma regra que deve ser utilizada entre os capítulos e versículos quando a Bíblia é citada. Ainda que essa seja uma forma bastante comum entre as normas técnicas de citação da Bíblia, existem muitos autores e estudantes que preferem o uso de um ponto. Mas, regra é regra e neste caso a citação deve ser da seguinte forma: “Mt. 5:16”.

    Essa norma também prega que as abreviações devem ser feitas de forma consistente. A norma Turbian permite que os autores utilizem até dois tipos diferentes de abreviações: o modo tradicional e um modo mais curto. Neste caso, o modelo que difere do tradicional deve ser permitido pela instituição ou pelo veículo de mídia que pretende fazer a publicação. Esses são detalhes que você deve se atentar ao máximo antes de entregar um trabalho formatado. A formatação dentro das normas técnicas é algo que exige bastante atenção de estudantes e profissionais já formados em diversas áreas. Ficar atento a cada uma delas é uma obrigação de quem deseja manter um padrão de profissionalismo e aceitação de um trabalho de nível superior.

  • Crônica Argumentativa: exemplos, como fazer, estrutura e dicas

    Crônica Argumentativa: exemplos, como fazer, estrutura e dicas

    A crônica argumentativa é uma das produções textuais mais utilizadas por revistas, jornais e outros meios de comunicação. Tendo como característica o aspecto crítico, a crônica argumentativa proporciona um olhar crítico sobre determinado ponto de vista.

    Quer saber mais detalhes sobre o que é crônica argumentativa e como fazer uma? Então confira neste post todos os detalhes dessa produção textual. A seguir mostraremos exatamente como fazer uma crônica argumentativa e tudo que você precisa saber sobre esse tipo de texto. Confira!

    banner escrito crônica argumentativa com livros

    O que é crônica argumentativa?

    A crônica argumentativa é um texto que tem como principal característica a argumentação sobre algo. Geralmente, essa argumentação tem um aspecto crítico e aparece frequentemente em revistas e jornais. Argumentação: veja como fazer, fundamentar, tipos e nossas dicas

    Embora a crônica argumentativa seja uma crônica, ela é bastante parecida com textos argumentativos como o Artigo de Opinião, com o diferencial que é o aspecto fictício empregado a história.

    O texto pode ter um contexto narrativo, descritivo ou dissertativo, dependendo do tema e da abordagem. No texto, também é empregado o ponto de vista do cronista, que é o autor da crônica. Esse ponto de vista é empregado de forma crítica, utilizando diversos elementos para criar um texto criativo e único.

    Exemplos de crônica argumentativa

    Características da crônica argumentativa

    Como mencionado, a crônica argumentativa possui como objetivo fazer uma crítica sobre determinado tema dando ênfase para o ponto de vista do cronista de forma criativa. Toda essa criatividade empregada a elaboração da crônica argumentativa é explorada com o auxílio das seguintes características da produção textual:

    • Linguagem coloquial, direta e simples;
    • Argumentação e persuasão sobre o tema;
    • Texto relativamente curto e objetivo;
    • Temas polêmicos ou cotidianos;
    • Induz o leitor a reflexão;
    • Crítica, ironia e humor;
    • Mistura do estilo jornalístico e literário;
    • Criatividade e subjetividade para a elaboração;
    • Tempo e espaço limitado;
    • Pouco ou nenhum personagem;
    • Caráter contemporâneo.
    *Fonte: Brasil Escola

    Como fazer uma crônica argumentativa?

    Para fazer um bom texto, é fundamental ter uma estrutura bem definida antes de começar. A crônica argumentativa é estruturada da seguinte forma: introdução rápida, descrição dos eventos, como se fosse uma partida de futebol e por fim a grande sacada. A estrutura também pode ser descrita da seguinte forma:

    • Apresentação;
    • Desenvolvimento;
    • Conclusão.

    Na crônica argumentativa é fundamental que o autor destaque a discussão na apresentação, aponte as interpretações no desenvolvimento do texto e faça a conclusão com sua própria opinião sobre o assunto.

    Não tem segredo, a crônica argumentativa é um texto simples que pode ser criado por qualquer pessoa. Mas para que fique ainda mais fácil de entender, criamos um passo a passo:

    1. Escolha o tema

    É possível que você já tenha um tema em mente, mas caso ainda não tenha decidido sobre o que falar em sua crônica, o primeiro passo é escolher um tema.

    O tema ideal para uma crônica deve apresentar informações simples que fazem parte do cotidiano das pessoas. Quanto mais próximo do leitor a crônica for redigida, melhor será a produção textual.

    Você pode falar sobre o que quiser em uma crônica, desde que o assunto dê para desenrolar em poucos parágrafos. Lembre-se que a crônica é um texto curto, então o tema deve apresentar um contexto rápido. Veja alguns exemplos sobre o que falar na crônica argumentativa:

    Alimentação

    • Alimentação saudável;
    • O mundo fitness;
    • Maus hábitos alimentares;
    • Indústria alimentar;
    • Fast food e seus males.

    Esportes

    • Partidas de futebol;
    • Olimpíadas;
    • Copa do Mundo;
    • Participação feminina nos esportes;
    • Medalhas de ouro do Brasil.

    Política

    • Corrupção;
    • Guerra entre partidos políticos;
    • Comunismo, socialismo e capitalismo;
    • Líderes políticos e suas polêmicas;
    • Direito ao voto no Brasil.

    Saúde

    • Doenças modernas;
    • Avanços na área da saúde;
    • Tecnologia e suas doenças;
    • Saúde mental mundial;
    • Prevenção de suicídio.

    Educação

    • Escolas modernas;
    • Ensino de línguas no Brasil;
    • Libras nas escolas;
    • Principais dificuldades da educação;
    • Professores e sua missão de lecionar.

    2. Anote suas ideias

    Antes de começar a desenvolver o texto, você deve anotar todas as suas ideias sobre o tema. Nessa etapa é importante que você defina sua posição em relação ao tema: Qual é seu ponto de vista? O que você deseja que o leitor conheça? Qual é a reflexão sobre o tema?

    Por exemplo, o tema “Libra nas escolas” pode ter como reflexão “o porquê de não ter sido implementado ainda em todas as escolas, diante da grande necessidade de inclusão na sociedade”.

    3. Siga a estrutura de uma crônica

    Com tudo organizado, é hora de começar a escrever sua crônica argumentativa. Lembra da estrutura da crônica? Apresentação, desenvolvimento e conclusão! É essa estrutura que você deverá seguir para elaborar sua crônica argumentativa. Veja a seguir como fazer cada etapa.

    Apresentação

    A crônica argumentativa é um texto curto, então, a apresentação deve ser bastante objetiva e breve. Como toda apresentação, essa etapa deve introduzir o tema central do seu texto, já apontando seu ponto de vista e suas ideias sobre o assunto.

    É interessante que você deixe bem claro essas informações logo no início, assim o leitor já tem uma ideia do que esperar da sua crônica. A apresentação deve ser composta por um pequeno parágrafo que apenas apresente a ideia, sem dar detalhes do desenvolvimento ou da conclusão.

    Desenvolvimento

    É nesse momento que você deverá introduzir todas as suas ideias sobre o assunto, mostrar seu senso crítico de forma criativa, com humor e porque não, ironia! Essas são as principais características de uma crônica, se você souber utilizá-las em seu texto você terá uma grande produção textual em mãos.

    O desenvolvimento também deve ser objetivo, porém mais explicativo que a apresentação. Você deve apresentar uma linguagem bastante criativa, se não o seu texto irá apenas parecer um texto informativo, em vez de uma crônica argumentativa.

    Conclusão

    Por fim, seu texto precisa de uma conclusão. Nesse momento você deverá expressar totalmente seu ponto de vista sobre o assunto, sempre apelando para o senso crítico. Mais importante que convencer o leitor é que sua posição fique bem definida e livre de argumentos contrários.

    Use bons argumentos para embasar a crônica argumentativa, principalmente na conclusão. Sua ideia deve ser quase que irrefutável. Assim como nas demais etapas do texto, a criatividade é o principal elemento de uma boa escrita!

  • Diferença entre Resumo e Resenha

    Diferença entre Resumo e Resenha

    Em um resumo são apresentados os aspectos relevantes de um texto original. Ou seja, partindo de um texto original e maior, o autor do resumo focou nos principais pontos do texto tido como base para o estudo. Já a resenha, tem como objetivo construir uma análise sobre o texto original. Esses são alguns dos aspectos de um resumo e de uma resenha que você irá ver neste post.

    Neste post, você encontrará a diferença entre resenha e resumo mostrada em detalhes, além de mais detalhes sobre o que é cada uma delas. Veja tudo isso a seguir!

    banner resumo e resenha

    O que é uma resenha?

    Uma resenha é uma forma de análise de conteúdo que descreve diversos aspectos importantes do ponto de vista do autor da resenha. Às vezes, podem ser aspectos que passaram despercebidos pelo autor do material original e que tiveram relevância para o autor da resenha. Desta forma, a resenha se enquadra como uma crítica ou texto descritivo, onde a opinião do autor é enfatizada em diversos pontos argumentativos de sua análise. Veja Como Fazer uma Resenha Crítica Incrível

    Não há limites quanto ao que pode ser uma resenha, podendo ser extraída de um filme, uma peça, de um livro, de um show, de um evento esportivo, dentre muitos outros. Em relação a isso, o criador da resenha, também conhecido como resenhador, não está deixando de apresentar um breve resumo dos principais pontos observados e analisados sob sua ótica. No ponto que se refere a algo resumido, a resenha e o resumo são semelhantes. Resenha Descritiva: veja como fazer, exemplo e sugestões

    Com a resenha, o leitor tem o poder de medir o tamanho do interesse sobre o objeto analisado. Porém, mesmo contando com características do resumo que serão mostradas nos próximos tópicos, a resenha demonstra informações mais detalhadas. Quando uma análise lança a opinião assinada do autor, o público tem o poder de decidir se é ou não interessante ver essa resenha. Mas, na busca pela construção da opinião, o público sempre decide dar uma espiadinha!

    Resenha científica

    Como já dissemos, é possível fazer uma resenha de tudo. Desta forma, resenhas científicas são comuns e apresentam críticas em relação a um trabalho científico. Pode ser uma pesquisa, um grande estudo, um artigo científico, um trabalho acadêmico, dentre outros. O objetivo de uma resenha científica é o mesmo de qualquer resenha: analisar algo sobre a ótica do resenhador. Mas ao tratar de um assunto científico e técnico, o resenhador deve falar com propriedade sobre o assunto. Resenha Crítica de Artigo Científico: veja como fazer e a estrutura

    Resenha opinativa

    O foco da resenha opinativa é levantar um tema e deixar bem claro a opinião do resenhador em relação a esse tema. É muito comum esse tipo de resenha no jornalismo, que traz resumos de obras literárias, eventos, filmes, séries, política, dentre outros, sempre sob a ótica do autor da resenha. Você pode ir na aba “Colunistas” de um jornal que irá encontrar resenhas desse tipo toda a semana.

    Principais características de uma resenha

    A resenha deve apresentar as seguintes características para ser chamada de resenha:

    • Pontos destacados como relevantes de um objeto de análise;
    • Estrutura características de uma resenha;
    • Argumentos e pontos de vista com base no objeto analisado;
    • Crítica feita com fundamentação sobre os pontos positivos e negativos do objeto.
    *Fonte: Ligia Guelfi

    O que é um resumo?

    Um resumo é a forma de apresentar os aspectos mais relevantes de um conteúdo original. O grande objetivo de um resumo é apontar os pontos relevantes sob a ótica do criador do resumo e convencer o público a procurar o conteúdo original. Com um resumo em mãos, o público consegue ter uma prévia importante do conteúdo original se quiser utilizar isso como um critério para optar ou não por algo. Resumo Crítico: veja como fazer, exemplos e dicas para elaborar um perfeito

    O resumo é muito comum em livros, filmes ou qualquer outro conteúdo que possa ser resumido, e pode aparecer descrito com a palavra sinopse. Você pode resumir uma explicação, uma história, um método de trabalho, e muitas outras coisas. Em trabalhos acadêmicos ou em outras ocasiões importantes, o resumo deve ser formalizado dentro de normas e critérios que já vamos explicar. De um modo geral, não existe segredo em resumir algo. Como Fazer Resumo de TCC: veja sugestões, normas ABNT e exemplos

    Estrutura do resumo

    De uma forma geral, o resumo necessita de um título e a indicação do nome do autor do objeto que será resumido. Um texto resumido deve ser claro, lógico e cronológico. Sendo diferente da resenha, o resumo nunca deve demonstrar a opinião do autor do resumo, podendo enfatizar somente a opinião do autor do objeto em forma de citações. Todos os assuntos tratados em um resumo devem ser seguidos de parágrafos. O texto deve resumir o objeto original com frases objetivas, coesa e afirmativas. ABNT NBR 6028: Resumo e Abstract, atualizada 2017

    Existem dois tipos de resumo utilizado no mundo acadêmico: o resumo simples e o resumo expandido. O resumo simples segue sempre como um texto curto, com no máximo 500 palavras extraídas do objeto original. Já o resumo expandido deve conter até 5 páginas com base no tratamento final do objeto de estudo original.

    Diferença entre resenha e resumo

    Para ficar ainda mais nítida a diferença entre o que é resenha e o que é resumo, destacamos logo a seguir uma breve lista resumida dos pontos evidentes na diferença entre eles que foram apresentados neste post:

    Definição de Resenha – Apresentação dos pontos relevantes de um objeto de análise contendo a opinião do autor da resenha sobre cada ponto destacado. As principais características de uma resenha são resumir com uma análise pessoal do resenhador, com o objetivo de mostrar ao leitor o que é bom e o que é ruim sobre o objeto analisado. Resenhas podem ser descritivas, opinativas ou científicas.

    Definição de resumo – Um resumo qualquer tem como objetivo apresentar os pontos e ideias mais importantes de um objeto original. No resumo não aparece a opinião do autor do resumo, e deve ser feito de forma clara, objetiva e cronológica. É sempre necessário incluir título, autor do objeto e as ideias que serão destacadas. Faça isso de forma cronológica respeitando o desenvolvimento do objeto original. Por exemplo, conte sobre os principais pontos de um filme respeitando a ordem cronológica. O resumo pode ser simples e expandido em trabalhos acadêmicos.

  • Quantas páginas deve ter um Artigo Científico?

    Quantas páginas deve ter um Artigo Científico?

    Saber exatamente quantas páginas deverá ter um artigo científico é um tema que geralmente confunde diversas pessoas. O mundo acadêmico é regido por normas e regras que aparentemente parecem ser complicadas, mas quando passamos a conhecê-las tudo fica mais fácil de compreender. Quando o assunto é um artigo científico, as regras aplicadas também podem ser compreendidas. Neste caso, a dúvida é: quantas páginas tem um artigo científico? A resposta correta é: depende de algumas variáveis!

    Neste post vamos falar mais sobre quantas páginas um artigo científico deve possuir e mostrar mais dicas de como fazer este tipo de texto. Veja algumas características de um artigo científico e por onde começar a fazer um. Veja tudo isso a seguir! 10 revistas para publicar Artigo Científico: nacionais e internacionais, QUALIS

    páginas de um artigo científico

    Quantas páginas um artigo científico deve ter?

    Primeiramente, é importante as pessoas saberem que um artigo científico é um tipo de texto regido por normas e regras específicas. Sem mais delongas, a resposta para a pergunta “quantas páginas um artigo científico deve ter?” é: depende! O número de páginas irá depender da revista onde o artigo está sendo lançado, do edital, da faculdade, do nível de pós-graduação, dentre outros lugares onde um artigo científico possa ser lançado.

    Uma faculdade particular, por exemplo, irá determinar o número de páginas de um artigo científico. Um exemplo, o artigo científico na faculdade “X” deve possuir 10 páginas, enquanto na faculdade “Y” contém 17. Caso seja uma universidade que exija 18 páginas, assim deve ser feito. O número de páginas é relativo as circunstâncias de quem as exige. Cada revista possui seu próprio edital e exige a quantidade de páginas em um artigo científico. Resenha Crítica de Artigo Científico: veja como fazer e a estrutura

    O ideal de acordo com especialistas no assunto, é que um artigo científico possua mais de 10 páginas caso o número de páginas fique em aberto. Geralmente, um artigo científico elaborado na área jurídica possui entre 15 e 20 páginas, mas isso não é uma regra fixa. A maior dica é que você fique atento as regras de numeração de páginas de um artigo científico de uma instituição, revista, jornal, site, entre outros.

    Dica: siga sempre as regras da instituição ou revista em questão, caso não esteja especificado no edital, esteja ciente que um minimo aceitável é de 10 páginas!

    *Fonte: Instituto Horita

    O que é um artigo científico?

    Um artigo científico é todo trabalho acadêmico que traz em sua concepção os resultados de um estudo ou pesquisa elaborados com métodos científicos. Esses métodos são aceitos por outros pesquisadores dentro das regras aplicadas no mundo acadêmico. São regras e normas nacionais e internacionais que dão credibilidade a um artigo científico.

    Sendo assim, são considerados artigos científicos aqueles que por meio de análise do material elaborado, passou pela mão de outros cientistas e profissionais ligados ao assunto. Se for um artigo científico na área jurídica, então profissionais em Direito devem analisar e validar o artigo. De um modo geral, essa é uma produção que dificilmente deve ultrapassar 20 páginas.

    O artigo acadêmico pode ser resultado de sínteses de outros trabalhos maiores e mais complexos. As teses e dissertações contidas em um artigo científico são elaboradas sob a orientação de um orientador acadêmico. Após a elaboração de um artigo científico, o material é submetido ao corpo docente, a um conselho editorial, a um grupo de cientista e outros profissionais que irão avaliar a qualidade e relevância do artigo. Dissertação Argumentativa: estrutura, exemplo e dicas de como fazer

    Dicas para fazer um artigo científico

    1 – Entenda a diferença entre estilos

    De um modo geral, existem 3 estilos de texto: acadêmico, jornalístico e informal. Para saber a diferença entre cada um dos três tipos de texto, é importante que você tenha o hábito de ler constantemente jornais, revistas científicas, textos informais e formais de todas as fontes possíveis. Enquanto você busca conhecer a diferença no estilo de cada um dos textos, observe os padrões entre cada um deles.

    Uma dica importante é ficar atendo a escrita acadêmica, pois ela é impessoal. Já os textos em jornais procuram atrair o leitor e textos informais utilizam linguagem coloquial, abreviações, gírias, dentre outros aspectos mais comuns.

    2 – Faça um artigo objetivo

    Um artigo científico deve ser objetivo e argumentativo, com dados e conceitos muito bem explicados. Reduza o máximo possível de palavras quando revisar o artigo e deixe toda a explicação dada o mais resumida possível sob sua ótica. Fique atento aos padrões e normas da Língua Portuguesa e trabalhe um artigo científico que seja compreensível dentro do número de páginas exigidos pela instituição.

    3 – Esteja atento a diferença de vozes

    Um artigo científico deve ter as vozes passiva e ativa muito bem definidas. Um exemplo disso, a voz passiva deve enfatizar o sujeito e o objeto de uma ação. Já a voz ativa deve ser de um sujeito que pratica a ação sobre um determinado objeto. Fique atento ao uso da voz passiva, pois ela deve ser bastante equilibrada.

    4 – Estude artigos acadêmicos dentro de sua área

    Ler artigos acadêmicos dentro de sua área é sempre muito útil e ajuda o autor com o estilo de escrita, termos e palavras comumente utilizadas. Essa também é uma excelente forma de obter referências bibliográficas e estar a par de estudos que possam dar embasamento ao seu artigo. É interessante ao estudar outros artigos dentro de sua área que você esteja atento ao número de páginas e ao formato da estrutura, pois isso acabará se tornando comum a seus olhos.

    5 – Esteja atento as normas ABNT

    O conjunto de normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) também é responsável por normas de elaboração e formatação de um artigo científico. Diversos professores dão mais ênfase a norma do que ao conteúdo do artigo. Caso você pretenda fazer a publicação do seu artigo em uma revista, nunca se esqueça de formatar o artigo dentro das normas técnicas exigidas pela revista. ABNT NBR 6022: norma atualizada, artigos científicos impressos

    6 – Tenha muito cuidado com as citações

    As citações feitas em um artigo científico são extremamente importantes para embasar o argumento do autor do artigo. Algumas pessoas não gostam de fazer citações, mas saiba que as citações são uma excelente ferramenta para ajudar a fundamentar seu artigo.

    7 – Artigo revisado por um especialista no assunto

    Uma das melhores coisas que podem acontecer é você ter a oportunidade de ter o seu artigo científico revisado por um especialista no assunto. Quando você tem essa oportunidade, seu artigo estará sendo visto primeiramente por alguém do mesmo ramo que poderá revisar pontos do conteúdo, da formatação e até da gramática quando necessários.

  • Citação para Redação: veja como fazer, exemplos e modelos prontos

    Citação para Redação: veja como fazer, exemplos e modelos prontos

    Escrever uma redação de destaque não é tarefa fácil, mas pode ser alcançada com um pouco de esforço. Uma ótima forma de enriquecer essa produção textual é utilizando citações de pessoas importantes que promovam uma discussão sobre o assunto abordado no texto. Mas para utilizar citações é necessário ter alguns cuidados, como a adequação da frase para o tema em discussão. ABNT NBR 10520 Atualizada: arquivo em PDF e como usar no TCC

    Quer saber mais como utilizar citações para transformar sua redação? Então leia este post até o final e aprenda a empregar esses elementos textuais em sua redação. Além disso, falaremos sobre alguns exemplos de citações para redação e quais temas mais se encaixam nelas.

    exemplo de citação em redação

    Por que usar citações em redação?

    Como já mencionamos, o uso de citações enriquece qualquer produção textual, inclusive uma redação. Nesse caso, estamos falando de citações de pessoas importantes que tenham relação com o tema em discussão.

    O uso de citações é bastante comum em diversos textos, tais como livros, dissertações, narrativas, entre outros. Além de enriquecer toda a produção textual, as citações são como referências importantes que o autor utiliza para fundamentar seus argumentos. Ao citar uma pessoa considerada autoridade no assunto, o autor passa uma certa confiança para o leitor.

    Usar citações em sua redação poderá proporcionar confiança, autoridade sobre o tema e uma boa dimensão cultural. Isso porque o leitor também pensará que você gosta de pesquisar sobre o tema e entende do que está falando. Sendo assim, só há vantagens em se utilizar citações em uma redação.

    Agora que você já sabe porque você deve utilizar citações em sua redação, vamos aos exemplos de citações famosas que podem ser utilizadas em vários temas diferentes:

    *Fonte: ProEnem – Enem 2019

    Citações mais utilizadas em redação

    1. “A concordância faz com que permaneçamos estacionados. A discordância faz com que cresçamos.” – Mário Sergio Cortella

    2. “Amizade: dois corpos numa única alma.” – Aristóteles

    3. “A realidade apenas se forma na memória; as flores que hoje me mostram pela primeira vez não me parecem verdadeiras flores.” – Proust

    4. “O homem nasce livre e por toda parte encontra-se acorrentado.” – Jean-Jacques Rousseau

    5. “O primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação.” – Oscar Wilde

    6. “Helen Keller – primeira mulher surdo-cega a se formar e tornar-se escritora – definia a tolerância como maior presente de uma boa educação.” – Beatriz Albino Servilha

    7. “A informação é a gasolina do século XXI e a análise desses dados é o motor de combustão.” – Peter Sondergaard

    8. “Se os homens são tão maus com religião, como seriam sem ela?” – Benjamin Franklin

    9. “A escravidão moderna só vai acabar quando a educação for mais importante que a economia.” – Wellisson Rodrigues

    10. “Devemos promover a coragem onde há medo, promover o acordo onde existe conflito, e inspirar esperança onde há desespero.” – Nelson Mandela

    Citações famosas de acordo com o tema

    Além das citações que já mencionamos, que engloba de certa forma uma grande variedade de temas de redação, há ainda outras citações que se encaixam perfeitamente em alguns temas. Sendo assim, separamos por tema outras citações para você utilizar em sua redação:

    Citações para redação com tema educação

    1. “Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido.” – Sir Arthur Lewis

    2. “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” – Paulo Freire

    3. “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” – Paulo Freire

    4. “O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram.” – Jean Piaget

    Citações para redação com tema filosofia

    1. “O homem está condenado a ser livre, pois, uma vez lançado ao mundo, ele é responsável por tudo o que faz.” – Jean Paul Sartre

    2. “Temos de nos tornar a mudança que queremos ver.” – Mahatma Gandhi

    3. “Frágeis usam a violência, e os fortes, as ideias.” – Augusto Cury

    4. “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” – Pablo Neruda

    Citações para redações com tema cultural e meio ambiente

    1. “Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente.” – Paul Atson

    2. “Um povo que lê nunca será um povo escravo.” – António Lobo Antunes

    3. “A cultura está acima da diferença da condição social.” – Confúcio

    Como fazer uma citação na redação

    Além de se lembrar da citação, ao escrever a sua redação você precisará seguir algumas regras para realizar a menção de uma outra pessoa em seu texto. Aliás, esse é um ponto muito importante sobre qualquer citação: sempre dê os devidos créditos à frase citada em seu texto. Deixar de mencionar o autor ou simplesmente se apossar de uma frase pronta é o mesmo que plagiar outro conteúdo.

    Mas esse não é o único ponto que você estudante precisa se preocupar ao fazer uma citação em sua redação. A seguir reunimos algumas dicas para você incluir a citação corretamente em sua redação, confira:

    Citação direta

    Você pode fazer uma citação em sua redação de duas formas: direta ou indireta. Cada uma dessas modalidades possui características específicas para que elas sejam mencionadas no texto. Nesse primeiro caso, temos que a citação direta é composta pela transcrição da frase dita pela personalidade que está sendo mencionada no texto. Nesse caso, veja um exemplo a seguir de como utilizar a citação direta:

    Como dizia o filósofo Sócrates, “só sei que nada sei“.

    Citação indireta

    Já no caso da citação indireta, o estudante parafraseia a fala da personalidade que será citada na redação de forma que ele utiliza suas próprias palavras para explicar a frase dita pela pessoa em algum momento. Por ser uma citação feita com frases do próprio autor da redação, não é utilizado aspas para indicar a frase, apenas o autor é informado na citação. Veja um exemplo:

    Segundo a famosa frase do filósofo Sócrates, o conhecimento sobre qualquer coisa pode mudar, por isso, não é possível dizer que há um conhecimento absoluto. Afinal, questionar e mudar também fazem parte do saber.

  • Abreviação de Mestre: veja qual sigla você deve usar para mestrados

    Abreviação de Mestre: veja qual sigla você deve usar para mestrados

    A abreviatura correta em diversas situações é algo fundamental para o profissional formado e devido a isso, muitas pessoas acabam se confundindo com as diversas abreviaturas encontradas no dia a dia. O próprio profissional formado em muitas vezes é uma dessas pessoas que ficam em dúvida de como abreviar de forma correta. No caso do Mestre, isso também pode acontecer ou não, porém, é mais comum que os leigos acabem ficando em dúvida quando antes de um nome aparece “Me”.

    Neste artigo vamos mostrar a forma correta de usar abreviação de Mestre em qualquer documento assinado. Vamos mostrar duas formas de abreviação e como interpretá-las de forma correta. Também vamos mostrar como abreviar Mestre e Mestra. Veja tudo isso a seguir!

    Forma correta de abreviar Mestre

    A forma correta de uma abreviatura é sempre um dos pontos que levam a dúvida de profissionais e na grande maioria das vezes, são os leigos que ficam sem entender o significado de tais letras antes de um nome. É comum ter dúvidas quanto aquele monte de letras abreviadas antes da assinatura de alguém em um documento. Quanto a isso, é importante pesquisar as diferentes formas de abreviaturas existentes e tentar memorizá-las para saber do que se trata quando você se deparar com alguma.

    A forma correta de abreviar Mestre em um documento é “Me.” antes do nome do assinante. É extremamente comum que as pessoas se confundam com essa abreviação sem saber do que se trata. Quando você estiver assinando um documento e ver que a outra parte assinante incluiu um “Me” antes do nome, isso significa que essa pessoa é formada com Mestrado em uma profissão. Mas, o que é ser Mestre em algo?

    O que é Mestrado?

    O Mestrado é um nível de graduação existente no Brasil. Para sermos mais específicos, o Mestrado é possível de ser conquistado no nível pós-graduação stricto sensu, o que significa que esse profissional conquistou um nível profundo de formação dentro do que faz. Geralmente, professores que lecionam em nível superior detêm este nível de graduação.

    O Mestrado pode acontecer de duas formas diferentes, Mestrado Profissional ou Mestrado Acadêmico. O Mestrado Profissional é de regimento do MEC e pode ser observado junto a Portaria nº 389, de 23 de março de 2017. Das duas formas descritas, a abreviatura de Mestre acontece da mesma forma, com um “Me.” antes do nome da pessoa.

    Exemplo de abreviação de Mestre

    Um exemplo de abreviação de Mestre é: João é conhecido na universidade onde leciona como Me. João e na assinatura de todos os trabalhos, correção de provas e assuntos relacionados com o seu trabalho, João assina sempre um “Me.” antes do seu nome. Um outro exemplo e um dos mais comuns são as citações feitas por Mestres:

    “O relevante é enfatizar algo que esteja dentro do contexto em cada operação financeira realizada” (Me. João).

    Podemos notar nos dois exemplos que “Me” sempre vem seguido de um ponto e logo em seguida o nome da pessoa. Isso significa que o nome pode ser abreviado ou completo. Não existe uma regra quanto a isso, mas o “Me.” de mestrado pode ser tomado como obrigatório em diversos tipos de documentos assinados. Dentro da universidade, o “Me” deve sempre incluir a abreviação antes das assinaturas na prática docente. Assim como um profissional com Mestrado que atua em sua área fora dos muros da universidade deve lançar sua assinatura em documentos relativo ao seu trabalho.

    Se você é Mestre em algo e deve assinar uma encomenda que chegou em sua casa, tão pouco importa se você irá colocar o “Me.” antes de assinar o recebimento do pacote, pois o entregador deseja somente o nome de quem está recebendo a encomenda. Diferente disso, é a relevância que a assinatura de um trabalho acadêmico feito por um professor da universidade tem para um aluno. O “Me” demonstra que o trabalho de um aluno foi avaliado por um Mestre e isso é muito importante para o estudante.

    Diferença de gênero na abreviação de Mestre

    Como explicamos nos tópicos acima, a abreviação “Me.” é utilizada antes do nome de um Mestre em algo. Porém, isso só é válido se a pessoa for do gênero masculino, pois, se o profissional formado com Mestrado for do gênero feminino, a forma correta de usar a abreviação de Mestre é “Ma”. Esse também é um assunto que costuma confundir muito as pessoas quando se trata de abreviação.

    A diferença de gênero nas abreviações de Mestrado podem confundir alguns profissionais, mas é normal que as pessoas que não estão no âmbito acadêmico, sem qualquer tipo de formação e que nunca tenham ouvido falar sobre o significado das abreviações diversas existentes acabem se confundindo com “Me” ou “Ma” antes do nome de alguém. Geralmente, quando um leigo se depara com essas abreviaturas fica sem saber do que se trata.

    Portanto, quando você se deparar com a assinatura e antes do nome tiver o “Ma.” ou “Me.”, saiba que isso significa que essa pessoa é formada com Mestrado no que faz. As regras de relevância para a assinatura de “Ma” em um documento são as mesmas para os homens e mulheres, sendo a abreviação relevante ou não em diversos casos.

    Versões de abreviação de Mestre

    Em alguns casos você irá se deparar com a assinatura de “M.e” ou “M.a”, pois assim indica a ABL (Academia Brasileira de Letras). No manual da PUC do RS é possível encontrar “Me” ou “Ma” como forma correta de abreviar a assinatura do Mestre ou Mestra. Neste caso, fica a critério de cada um, pois as duas formas estão corretas e podem ser utilizadas. Para muitos, a utilização da abreviatura de Mestre ou Mestra das duas formas é um assunto polêmico, mas, na dúvida, o mais aconselhado é utilizar o “Me” e o “Ma” antes de assinar um documento onde a relevância do Mestre ou Mestra antes do nome do profissional deva ser enfatizada. O ideal é que você consulte as regras de formatação do conteúdo que estiver produzindo, caso a abreviatura precise ser incluída em um trabalho acadêmico.

  • Relato de Experiência: veja como fazer, modelo e exemplo pronto

    Relato de Experiência: veja como fazer, modelo e exemplo pronto

    O relato de experiência é um bom argumento para se utilizar em trabalhos acadêmicos como o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Considerado pelos especialistas em trabalhos acadêmicos como dados de grande relevância, o relato de experiência oferece informações detalhadas sobre a experiência do autor em relação a determinado evento.

    Quer fazer um relato de experiência para o seu TCC, mas não sabe por onde começar? Deixa que nós te ajudamos com isso. A seguir preparamos um guia completo de roteiro para relato de experiência, considerando aspectos importantes como a definição de relato de experiência, como fazer, entre outros detalhes. Confira tudo isso a seguir.

    exemplo de relato de experiência
    Fonte: https://pt.slideshare.net/aninhaprof/elaborao-de-relato-de-experincia

    Relato de experiência: definição

    O relato de experiência é uma produção textual que reúne diversos elementos descritos precisamente através de uma retratação de uma experiência vivida. Quando aplicado a um trabalho acadêmico, o relato de experiência se torna um texto de grande importância, pois tem a função de contribuir de forma relevante para a área de atuação abordada no trabalho, seja para desenvolver um projeto profissional ou para criar um novo curso sobre a área, entre outras possibilidades. Relato de Caso: dicas de como fazer, metodologia, ABNT e exemplos

    No relato de experiência, o autor traz à tona diversas motivações e metodologias que descrevem as ações tomadas em relação ao relato de determinada experiência, considerando impressões vivenciadas pela pessoa que a viveu, assim como outros aspectos que possam impactar de alguma forma no relato.

    Embora pareça simples relatar determinada experiência, é preciso seguir vários aspectos para ter um bom relato, como contextualização, objetividade e aporte teórico. Esses três aspectos devem aparecem em todo relato de experiência retratado em um trabalho acadêmico. De forma resumida, o relato de experiência não pode ser de forma alguma uma narrativa subjetiva, emotiva e nem mesmo uma divulgação aleatória e pessoal.

    Há algumas pessoas que acreditam que o relato de experiência dá ao autor uma liberdade maior para poder descrever suas impressões e fazer considerações em uma linguagem pessoal. No entanto, há aqueles que defendem que o relato de experiência faz parte de um trabalho científico, por isso, ele deve ser impessoal e muito sério, ou seja, sem apelo emotivo, pessoal ou qualquer coisa do gênero.

    Como há um grande conflito entre ambas as versões, é recomendado que os estudantes escrevam um relato de experiência em tom semelhante ao que é utilizado em sua área de atuação. Nesse caso, o estudante pode procurar por trabalhos acadêmicos parecidos com seu e observar o tom utilizado no relato de experiência. Essa é uma forma simples de não errar na hora de escrever seu relato de experiência.

    Independente do tom utilizado para fazer o relato de experiência, o autor deve sempre prestar atenção aos fatos e considerações apontados no relato. Cada uma das considerações descritas deve apresentar relevância para o relato de experiência, assim como importância real para a área de estudo abordada no trabalho. Caso contrário, é melhor deixar de lado determinadas considerações.

    O relato de experiência é mais do que uma simples descrição de uma situação. O autor precisa passar através deste texto reflexões e ponderações embasadas em sua própria experiência que será relatada ao longo do texto. O relato de experiência deve ser feito de forma que auxilie outros estudos, vivências e pesquisadores sobre determinado assunto.

    Exemplos prontos:

    Como fazer relato de experiência?

    Fazer um relato de experiência em tom impessoal com informações relevantes sobre a experiência vivenciada pode ser um pouco desafiador, ainda mais quando não sabemos a estrutura e aspectos principais deste tipo de texto. Pensando nisso detalharemos a seguir várias dicas para que você possa fazer seu relato de experiência considerando várias etapas. Confira a seguir todas essas dicas!

    *Vídeo de Helena Farias

    Estrutura do relato de experiência

    Antes de criar seu relato de experiência, você precisa entender a estrutura dessa produção textual. O relato de experiência é composto normalmente pelos seguintes tópicos: introdução, objetivos, metodologias, descrição do contexto e procedimentos, resultados observados e considerações finais.

    Essa não é uma estrutura padrão ou obrigatória, mas é a forma mais simples e fácil de estruturar o seu relato de experiência. Considerando essa estrutura, abordaremos a seguir cada um dos tópicos mencionamos para que você entenda como é feito um relato de experiência.

    1. Introdução

    É o momento em que você descreve brevemente os pontos que serão abordados em seu relato de experiência, considerando os objetivos e os principais argumentos que serão utilizados.

    2. Marco teórico do relato

    Nesse momento, você deve contextualizar o seu relato de experiência apresentando todos as experiências vivenciadas em uma ordem cronológica.

    3. Local e população envolvida no relato

    Esta não é necessariamente uma etapa, mas faz parte do contexto maior de todo o relato. Você deve descrever ao longo de seu texto o local onde ocorreu tal experiência, assim como a população envolvida com esta situação.

    4. Primeira sessão do relato

    Ao descrever uma experiência, a primeira sessão tem sempre uma importância maior para detalhar tudo que foi observado. Neste momento, o estudante deve apresentar seus principais aspectos, resultados e considerações sobre a experiência vivenciada.

    5. Outras sessões do relato

    Nas outras sessões do relato você deve acrescentar novas impressões respeitando a ordem cronológica. O ideal é que você especifique sempre sobre qual sessão está se referindo. Além disso, faça com no máximo 8 linhas, respeitando o mínimo de 2 frases por parágrafo.

    6. Metodologia do estudo

    Nesta etapa, você deverá informar quais foram os métodos utilizados para chegar ao relato de experiência, considerando todos os aspectos empregados em seu estudo.

    7. Conclusão do relato

    Por fim, você deverá concluir seu relato de experiência informando os resultados observados e outros elementos finais do seu estudo.

    Viu só como é fácil fazer seu relato de experiência? Em todos os tópicos, é importante que você use uma linguagem mais impessoal, tornando os fatos mais relevantes que qualquer consideração emotiva ou pessoal. Isso traz mais credibilidade para o seu trabalho e ainda deixa os leitores se decidirem sobre o que foi relatado. Seguindo os tópicos que mencionamos, você fará um bom relato de experiência que trará muito mais dados e argumentos para a construção do seu trabalho acadêmico.

  • O que é Levantamento Bibliográfico? veja como fazer, ABNT e dicas

    O que é Levantamento Bibliográfico? veja como fazer, ABNT e dicas

    Fazer uma monografia ou qualquer outro trabalho acadêmico exige bastante estudo e pesquisa. Por não ser algo tão simples, a organização é parte fundamental para elaborar um bom trabalho. Nesse caso, o primeiro passo para manter a organização e não se perder na elaboração do trabalho é fazendo o levantamento bibliográfico.

    Já escolheu o tema da sua monografia, mas não sabe por onde começar? Não se preocupe, nós te ajudaremos a “encontrar a luz no fim do túnel“, ou melhor, a fazer o levantamento bibliográfico do seu trabalho. Como fazer Referência Bibliográfica de Site: normas ABNT, TCC e exemplos

    etapas do levantamento bibliográfico
    Fonte: https://slideplayer.com.br/slide/8685425/

    O que é levantamento bibliográfico?

    O levantamento bibliográfico consiste em um tipo de pesquisa onde é consultado bancos de dados nacionais e internacionais para saber o que já existe sobre um determinado assunto. Nesse caso, os estudantes que estão fazendo uma monografia ou outro trabalho acadêmico podem consultar bibliotecas e solicitar o levantamento bibliográfico de um tema em específico.

    Ao fazer essa pesquisa, o estudante se torna um verdadeiro pesquisador sobre o tema, onde ele poderá reunir várias obras, pesquisas, estudos, entre outros projetos que tenham relação com o seu tema. Com todo esse material organizado e disposto para o estudo, o estudante terá uma grande referência do que já é conhecido sobre o tema e assim poderá definir uma nova abordagem para o assunto. Pesquisa Bibliográfica: entenda o que é, conceito, exemplo e como fazer uma

    A maioria dos trabalhos acadêmicos exigem o levantamento bibliográfico. Isso porque é dessa forma que o estudante consegue identificar os pontos que ainda não foram abordados sobre o seu tema. Se essa etapa não existisse, as monografias e trabalhos acadêmicos teriam discussões muito semelhantes, o que iria diminuir significativamente o número de novas pesquisas e projetos totalmente inovadores.

    Vale a leitura: http://www2.eerp.usp.br/Nepien/DisponibilizarArquivos/Levantamento_bibliografico_CristianeGalv.pdf

    Exemplos e modelos prontos de levantamento bibliográfico:

    Como fazer levantamento bibliográfico

    Sabendo o que é um levantamento bibliográfico fica muito mais fácil de elaborar essa parte do seu trabalho acadêmico. A primeira coisa que você deve ter em mente para colocar o levantamento bibliográfico em prática é que a organização é a alma do sucesso do seu trabalho. Sendo assim, conte com ferramentas digitais, cadernos de anotações e vários outros recursos para anotar todos os dados que você coletar durante a elaboração desse levantamento. NBR 6023: atualizada 2018/2019, referências bibliográficas, dicas

    Para garantir o sucesso do seu trabalho acadêmico também é importante que você tome certos cuidados ao fazer o levantamento bibliográfico. Veja a seguir algumas considerações na hora de escolher as obras para sua pesquisa:

    Qualidade das obras – o sucesso da sua monografia diretamente atrelada a qualidade do material pesquisado. Quanto mais qualidade tiver as obras que você selecionou para o estudo, melhor será a sua monografia, pois você contará com os melhores recursos para criar algo totalmente do zero.

    Autores renomados – outro ponto importante ao procurar por obras é a escolha dos autores relacionados ao tema do seu trabalho. Autores renomados sobre o assunto passam maior credibilidade para a sua pesquisa, além de proporcionarem conteúdos mais completos, considerando que eles são renomados por entenderem do assunto.

    Data de publicação – procurar por pesquisas antigas poderá resultar em trabalhos com grande renome, no entanto, há apenas um problema nessas pesquisas, que é a atualização sobre o assunto pesquisado. Muitas vezes esses conteúdos estão desatualizados, por isso, eles não oferecem todo o parâmetro necessário para a sua pesquisa. Por isso é importante complementar o levantamento bibliográfico com obras mais recentes.

    Levando em conta essas características, você deverá começar a sua pesquisa utilizando referências que você já conhece sobre o assunto. Procure em seus estudos nomes de pesquisadores, cientistas e outros especialistas no tema que você abordará em seu trabalho. Se você já estudou sobre uma dessas personalidades ao longo do seu curso, comece pesquisando suas obras dentro do tema.

    Mas é importante que você não se limite a apenas um autor, lembre-se do que já mencionamos: qualidade das obras, autores renomados e data de publicação são fatores importantes para o seu levantamento bibliográfico. Sabendo de tudo isso, vamos as dicas de como fazer o levantamento bibliográfico para seu trabalho acadêmico:

    *Vídeo da Profa Windyz Brazao Ferreira, PhD

    1. Conte com bons bancos de dados

    Diversas bibliotecas do país oferecem pesquisas em seus bancos de dados para que estudantes possam fazer o levantamento bibliográfico com o acervo disponível em seus arquivos. Opções de bancos de dados não irá faltar, mas você pode filtrar esses locais de acordo com o seu tema. Por exemplo, se o seu tema está relacionado com economia, procure por bibliotecas de faculdades com foco em economia.

    Fazer o levantamento bibliográfico em outras bibliotecas não tem nenhum problema, mas você contará com mais chances de encontrar o que procura se for direto ao local de interesse. Mas se quiser aumentar sua busca, pesquise também em outras bibliotecas para ter uma boa análise sobre o assunto.

    2. Pesquise na internet

    Hoje em dia é muito mais fácil pesquisar sobre qualquer coisa, pois a internet oferece uma grande variedade de conteúdo interessante. Algumas bibliotecas até disponibilizam o acesso aos bancos de dados através da internet. Nesse caso, basta preencher alguns formulários e enviar a solicitação para a biblioteca.

    Outro recurso interessante para você ter um bom levantamento bibliográfico pela internet é pesquisando no Google Acadêmico. Nesta seção do Google você encontrará apenas trabalhos acadêmicos sobre o tema pesquisado, podendo fazer pesquisas de acordo com o tema, nome do autor, universidade ou faculdade, dentre outros recursos.

    3. Comece com nomes conhecidos

    Como já mencionamos, você deve começar por nomes que você já conhece sobre o assunto. Se em algum momento foi mencionado que determinada pessoa é referência em relação ao tema da sua monografia, pesquise obras dessa pessoa. Na obra desse autor você poderá procurar pelas referências bibliográficas e conhecer todos os autores que foram pesquisados para a elaboração daquela obra.

    Sendo assim, você poderá encontrar diversos autores que são renomados e especialistas sobre o assunto do seu trabalho acadêmico sem grande esforço. A ideia é começar por um nome conhecido e buscar suas referências. Se ele é renomado no tema da sua monografia, todos os autores das referências bibliográficas também são consagrados na área de estudo. Agora que você já sabe como fazer o levantamento bibliográfico, organize todas as informações que forem coletadas ao longo da pesquisa para não perder nenhum dado importante que poderá ser estudado para a sua monografia.

  • Como citar Tese de Doutorado: normas ABNT, dicas e exemplos

    Como citar Tese de Doutorado: normas ABNT, dicas e exemplos

    Fazer um trabalho acadêmico perfeito exige muita dedicação e conhecimento sobre vários aspectos. Um desses aspectos é a formatação e estrutura utilizada para a elaboração do trabalho, que segue regras estabelecidas por diferentes diretrizes, como é o caso das Normas ABNT. Mas uma das partes que mais demandam atenção dos estudantes para a elaboração é as referências bibliográficas, que além de serem cheias de regras não pode deixar de fora nenhuma das obras mencionadas no trabalho.

    Neste post, ensinaremos você a citar tese de doutorado em um trabalho acadêmico. Falaremos ainda sobre as Normas ABNT aplicadas para as referências bibliográficas, entre outras informações desse tipo. Confira tudo isso a seguir e muitas dicas de como citar tese de doutorado em seu projeto acadêmico.

    Citação e referência

    Embora essas duas menções realizadas em trabalhos acadêmicos sejam muito parecidas, elas possuem características diferentes e aparecem em momentos específicos. Por exemplo, as referências possui local certo para aparecer, sendo que na maioria das normas de trabalhos acadêmicos ela aparece no final do formato de lista. Já a citação aparece durante o conteúdo do trabalho, por meio de frases mencionadas em outros projetos com a identificação devida do autor e ano de publicação. Posteriormente, essa mesma citação também aparece nas referências bibliográficas. Citação Direta de Site: veja como fazer, normas ABNT e exemplos

    Mas de um modo geral, esses dois itens não devem ser confundidos durante a elaboração do seu trabalho acadêmico. Seja ele tese, dissertação, monografia, trabalho de conclusão de curso, artigo científico, dentre outros, a citação de uma tese é feita sempre da mesma forma caso o seu trabalho acadêmico siga as Normas ABNT. 7 dicas infalíveis para inserir citação no TCC de forma correta!

    Aliás, esse é um ponto muito importante sobre a elaboração de qualquer trabalho. Dependendo das normas aplicadas ao projeto, a formatação poderá variar assim como a estrutura dos itens que aparecem no conteúdo do trabalho. Por isso, é importante consultar o manual de elaboração do seu trabalho para não formatá-lo dentro das normas erradas.

    exemplo de citação de tese de doutorado

    Como citar uma tese de doutorado

    Considerando apenas o conteúdo do seu trabalho, que é o momento que uma tese de doutorado pode ser citada, essa menção deve destacar o nome do autor e o ano em que o trabalho foi publicado. De acordo com as Normas ABNT, isso deve ser feito logo após a citação da tese. A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) ainda estabelece que a citação seja feita de forma limitada a uma frase ou parágrafo para evitar questões como plágio.

    No entanto, quando há a necessidade de citar um trecho mais longo que atenda de forma específica ao conteúdo do seu trabalho, é indicado utilizar Aspas para fazer a citação de forma adequada. Se a própria citação também tiver Aspas, nesse caso é necessário transcrevê-las para o tipo de Aspas simples.

    Dessa forma o leitor poderá diferenciar os trechos citados sem complicações. No caso das citações mais longas, as Normas ABNT estabelecem que o estudante acrescente informações sobre a página onde foi tirada a citação e o ano de publicação da tese de doutorado.

    Para que você entenda melhor como funciona essa questão de citação de tese, vamos a um exemplo. Pegamos um trecho da tese de doutorado “Arquitetura moderna na Bahia, 1947-1951: uma história a contrapelo” do autor “Nivaldo Vieira de Andrade Junior“. Veja a seguir como fica uma menção desta obra em um trabalho acadêmico:

    Na trama narrativa de Brazil Builds, a escola carioca de Oscar Niemeyer, Lucio Costa, Affonso Eduardo Reidy, irmãos Roberto e outros é, pela primeira vez, sacralizada, instaurando um discurso que será consolidado pelos textos publicados nas décadas seguintes. (Andrade Jr. 2012).

    Agora, vamos supor que o trecho mencionado fosse maior do que essa simples frase do autor. Nesse caso, seria necessário incluir Aspas e a página onde a citação foi retirada. Vamos a mais um exemplo:

    “No bairro do Comércio, predominavam até então as edificações ecléticas construídas entre as últimas décadas do século XIX e as primeiras décadas do século XX em estrutura mural e possuindo um máximo de quatro ou cinco pavimentos, e mesmo as construções modernas, erguidas com estrutura de concreto armado na década de 1930 e claramente influenciadas pela Bauhaus, como o já citado Instituto do Cacau e a Agência Central dos Correios e Telégrafos, mantinham esse gabarito e as fachadas predominantemente maciças, destoando da sua verdadeira natureza estrutural”. (Andrade Jr., p. 169, 2012).

    Incluindo a tese de doutorado nas referências

    Além da citação que deve aparecer ao longo do conteúdo do trabalho acadêmico, é necessário incluir uma referência a essa mesma tese ao final do trabalho junto às referências bibliográficas. Nesse caso, a ABNT estabelece algumas regras para a inclusão da tese nesta etapa do projeto acadêmico, que segue as seguintes características:

    SOBRENOME, Iniciais do Nome. Título da Tese. Tese (categoria) – Nome da Instituição. Local. Número da página. Ano de publicação.

    Considerando o exemplo que mencionamos anteriormente, podemos colocar as seguintes referências na página bibliográfica do trabalho acadêmico:

    ANDRADE JR., N. V. Arquitetura Moderna na Bahia, 1947-1951: Uma História a Contrapelo. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia. Salvador, p. 169. 2012.

    Se você estiver fazendo o seu trabalho no Word, é possível integrar essa citação realizada ao longo do conteúdo do trabalho diretamente nas referências bibliográficas. Você poderá fazer isso através das próprias ferramentas do programa. Confira a seguir um passo a passo bem simples de como acrescentar a tese nas referências bibliográficas utilizando o Word:

    1. Com o documento aberto no Word, clique em “referências”, depois em “Gerenciar Fontes Bibliográficas” e por fim em “Nova”. Escolha a opção “Relatório” na Fonte Bibliográfica e depois escolha a opção “Mostre todos os campos de Bibliografia”.

    2. Na edição das informações, você deverá clicar no Autor e depois em “Editar”. Faça isso com todos os campos acrescentando as informações de acordo com o que é solicitado: Sobrenome, Nome, Segundo Nome, Título, Ano, cidade, Instituição, entre as demais informações que aparecem na tela.3. Depois de tudo concluído, você deverá conferir as informações e ver se a edição está de acordo com as Normas ABNT. Caso algo fique diferente do que é exigido pela ABNT, você deverá corrigir e adequar ao padrão exigido.

  • Pesquisa Participante: o que é? conceito e dicas de como fazer

    Pesquisa Participante: o que é? conceito e dicas de como fazer

    A pesquisa participante é um tipo de estudo baseado no envolvimento da comunidade sobre uma análise própria de sua realidade. Ela é desenvolvida com a interação entre pesquisadores e membros que atuam dentro de situações para investigar determinados aspectos, como problemas reais, entre outros. Esse tipo de estudo pode ser colocado em diversos trabalhos acadêmicos, como TCC, ou ser cobrado pela instituição de ensino aos estudantes.

    Caso você precise ou queira trazer uma pesquisa participante em seu trabalho de conclusão de curso ou outro projeto acadêmico, confira neste post todas as dicas que você precisa para fazer esse conteúdo. Reunimos neste post dicas e várias informações que te ajudarão a fazer uma pesquisa participante.

    banner pesquisa participante

    Pesquisa participante: definição

    A pesquisa participante é o estudo dos participantes, onde o pesquisador e os participantes precisam interagir para desenvolver a pesquisa. Por meio desta interação, pesquisadores e participantes da pesquisa tentam solucionar problemas que são encontrados a partir dos processos da pesquisa.

    Esse método de pesquisa empregado a trabalhos acadêmicos quase sempre é confundido pelos estudantes com a pesquisa-ação, que em partes possui aspectos muito parecidos. Porém, ambas as pesquisas possuem características diferentes que devem ser consideradas ao elaborar cada uma delas.

    Alguns especialistas no assunto consideram que a pesquisa participante uma busca plena dos pesquisadores e participantes pelo conhecimento, onde a participação social proporciona os benefícios necessários para que haja uma boa investigação e solução dos problemas encontrados em uma comunidade.

    Principais características da pesquisa participante

    Como já mencionamos, a pesquisa participante tem como objetivo envolver participantes e pesquisadores no estudo em benefício dos próprios participantes. Em um todo, o estudo beneficiará os participantes envolvidos com o estudo solucionando seus principais problemas. Mas essas não são as únicas características da pesquisa participante. Por isso, listamos quais são as outras características que destacam esse modelo de pesquisa. Confira a seguir:

    Permite conhecer e agir

    Com a pesquisa participante, a população envolvida com o estudo adquire conhecimento, entendimento e passa a agir para solucionar os problemas que foram identificados. Neste processo de pesquisa, os participantes se sentem envolvidos com a mudança e tornam as soluções para os problemas possível.

    Soluciona problemas que já existem

    Neste método de pesquisa, os problemas apresentados no projeto são reais e que ocorrem verdadeiramente na população estudada. Com base em observações dos pesquisadores e participantes, é feito um diagnóstico de todos os problemas que precisam ser resolvidos.

    Amplia a participação da população

    A pesquisa participante torna possível a participação integral da população em torno da solução dos problemas apresentados. Neste modelo de pesquisa os participantes podem participar ativamente de todos os processos, como proposta da pesquisa, coleta dos dados, análise dos resultados, planejamento de intervenções e solução dos problemas na prática. Aliás, neste tipo de pesquisa é fundamental que a população tenha controle do processo.

    Reduz ou elimina as limitações das pesquisas tradicionais

    Isso significa que limitações impostas para pesquisas tradicionais são facilmente eliminadas ou reduzidas através do método de pesquisa participante.

    Proporciona educação e envolvimento com a comunidade

    Por ser um processo coletivo, os envolvidos trabalham juntos em prol do conhecimento e dos benefícios que serão estabelecidos na comunidade.

    Como fazer pesquisa participante?

    Se você não sabe por onde começar sua pesquisa participante, não se preocupe, pois explicaremos a seguir detalhes de como você poderá fazer sua pesquisa corretamente. Além disso, falaremos a seguir várias dicas interessantes que te ajudarão na construção do seu estudo. Acompanhe todas essas informações a seguir.

    *Vídeo do Prof Ivan Guedes

    Processos da pesquisa participante

    Para fazer uma pesquisa participante correta, você e todos os envolvidos com o estudo precisarão seguir quatro etapas importantes. Essas etapas correspondem aos processos da pesquisa participante. Veja cada uma das etapas e como desenvolvê-las:

    1. Montagem metodológica e institucional

    Nesta primeira etapa, os participantes deverão discutir sobre o projeto junto aos pesquisadores, população e representantes, apresentando aspectos como objetivos, hipóteses, conceitos, métodos, e o quadro teórico para o desenvolvimento da pesquisa. Também é importante definir neste momento a delimitação regional do estudo e organizar por grupos todas as tarefas e os processos a serem executados na pesquisa.

    2. Estudo da população e região

    A segunda etapa do processo da pesquisa participante é composta pela identificação da estrutura social dos envolvidos com o estudo, diferenciação de necessidades e problemas encontrados e seleção da população que receberá a intervenção que será estudada e criada em outros processos da pesquisa participante.

    Nesta etapa, os envolvidos com a pesquisa também deverão descobrir aspectos importantes sobre os pesquisados, como dados tecnológicos, socioeconômicos, feedback da população, entre outros meios de descobrir os problemas e as características da comunidade.

    3. Análise dos problemas prioritários

    Considerando todos os problemas que foram apresentados na etapa anterior do estudo da pesquisa participante, a terceira etapa deste processo é composta por uma análise crítica sobre os problemas considerados prioridades para os participantes do estudo.

    Sendo assim, esta etapa deverá definir os grupos de estudo de cada área da pesquisa, assim como critérios específicos para analisar os problemas mencionamos nesta etapa.

    4. Planejamento e aplicação do plano de ação

    Após obter todos os dados necessários e ter formulado as soluções possíveis para os problemas que a pesquisa participante busca resolver, é hora de partir para ação na quarta etapa do processo. Neste momento, é preciso definir os grupos de ação, as atividades educativas e todas as medidas que serão adotadas para solucionar os problemas.

    Após identificar essas questões, os participantes do estudo deverão realizar as ações necessárias para solucionar os problemas. Por fim, um relatório final deve ser feito com os resultados das soluções postas em prática.

    Dicas extras

    Seguindo as etapas conforme descrevemos anteriormente, você chegará ao resultado pretendido em sua pesquisa participante. Ainda assim, consideramos alguns pontos importantes para que sua pesquisa possa proporcionar boas soluções ao público-alvo. Confira as dicas:

    • Faça um trabalho em equipe, tanto com pesquisadores quanto com participantes;
    • Seja organizado em todas as etapas da sua pesquisa;
    • Concentre seus esforços em soluções que beneficiaram a todos;

    Relate todos os resultados observados através de dados para complementar seus trabalhos acadêmicos.

  • Pesquisa Ação: entenda o que é, metodologia, dicas e exemplos

    Pesquisa Ação: entenda o que é, metodologia, dicas e exemplos

    A pesquisa-ação é um instrumento de análise de sistema ou de sistemas de informação. Ela é aplicada em áreas onde há esse tipo de análise, devendo ser elaborada pelo estudante na própria instituição de ensino. Esse tipo de trabalho acadêmico é solicitado raramente aos estudantes, mas algumas instituições de ensino têm como parte da grade de estudo a pesquisa-ação em torno do desenvolvimento de sistemas. Veja dicas de como definir o tipo de pesquisa para o seu TCC

    A instituição de ensino pediu a pesquisa-ação e você não sabe por onde começar? Não se preocupe, nós te ajudamos a fazer sua pesquisa-ação. Veja a seguir tudo que você precisa saber sobre o que é pesquisa-ação, como fazer e várias dicas práticas. Problema de Pesquisa: dicas de como formular, exemplos em TCC

    O que é pesquisa-ação?

    Como já mencionamos, a pesquisa-ação é um tipo de estudo que tem como objetivo obter resultados através de testes. Embora o objetivo seja obter e mostrar esses resultados, o estudo não será aplicado em nenhum lugar. Além do teste, é comum que o estudante tenha que desenvolver um sistema para a pesquisa-ação.

    Os teste de pesquisa-ação quase sempre são feitos no laboratório da própria instituição, mas é preciso consultar essa e outras regras disponibilizadas por cada universidade. Outra particularidade da pesquisa-ação é que o nome da instituição ou do diretor poderá aparecer na pesquisa-ação, por isso, o estudante precisa pedir autorização para utilizar esses nomes. Como Fazer um Projeto de Pesquisa: sugestões e dicas, ABNT, estrutura e modelo

    Mas de forma mais resumida, a pesquisa-ação é um teste investigativo que tem como objetivo obter resultados a partir de uma autorreflexão coletiva. Por isso, toda pesquisa-ação conta com colaborações de pesquisadores e pesquisados. Além dos resultados, os testes da pesquisa-ação visam aprimorar qualquer prática de forma contínua, sistemática e empírica.

    A pesquisa-ação possibilita que o pesquisador possa encontrar boas soluções para problemas sociais. Com os testes da pesquisa-ação, o pesquisador pode analisar e anunciar o objetivo da própria pesquisa, tendo como finalidade mobilizar e construir novos conhecimentos para os participantes do estudo. O estudo da pesquisa-ação ainda possibilita que o orientador do estudo tenha reflexões críticas e analíticas sobre as ações observadas na pesquisa.

    Estrutura da Pesquisa-ação
    Fonte: Scielo

    Principais características da pesquisa-ação

    Inicialmente, toda pesquisa-ação é feita de forma colaborativa, pois há uma troca de informações, resultados e testes entre especialistas, integrantes da pesquisa e práticos no assunto. Utilizando a pesquisa-ação, os integrantes do estudo podem analisar e refletir de forma crítica todas as soluções encontradas para solucionar determinado problema. Isso possibilita encontrar soluções e estratégias mais eficazes. Delineamento de Pesquisa: veja o que é, como fazer, tipos e para que serve

    É com os dados da pesquisa-ação que professores e participantes do estudo poderão desenvolver uma análise criteriosa sobre a prática docente. Além disso, os resultados serão utilizados para o trabalho coletivo, considerando que esse estudo permite criar soluções que beneficiarão o público-alvo da pesquisa-ação.

    Mesmo com os resultados comprovados, os envolvidos com esse estudo precisam ter uma certa flexibilidade em aceitar determinados pontos de vista abordados pelos participantes do estudo. Isso é fundamental para que os resultados possam acontecer considerando variáveis e eventos não previstos.

    Processo da pesquisa-ação

    Por ser um teste constituído por análise de resultados, é fundamental que a pesquisa-ação seja desenvolvida através de processos específicos. Esses processos são comumente chamados de espiral de reflexão e ação, sendo os principais pilares para a execução da pesquisa-ação. Veja a seguir cada um dos processos da pesquisa-ação:

    • Investigação e diagnóstico de um problema ou situação prática que precisa ser resolvido ou melhorado;
    • Elaboração de estratégias de ação para solucionar o problema ou melhorar a situação relatada;
    • Desenvolvimento das estratégias e avaliação da eficiência de cada uma delas;
    • Ampliação do conhecimento sobre cada situação ou problema diagnosticado após implementação de estratégias;
    • Continuação dos mesmos passos até o desenvolvimento de novas situações práticas ou soluções para o problema.

    Como fazer pesquisa-ação e dicas

    A metodologia de pesquisa-ação é indicado para os estudos onde não haverá aplicações práticas externamente. Isso significa que o teste e os resultados serão apenas analisados pela instituição de ensino, por isso, os estudantes precisarão utilizar ambientes disponibilizados pela instituição para o desenvolvimento dos testes.

    Para fazer sua pesquisa-ação, você precisará seguir os processos que já mencionamos de forma sistemática. Além disso, separamos algumas dicas para te ajudar nessa elaboração. Confira todas elas a seguir.

    *Vídeo de Prof. Ivan Guedes

    1. Defina os problemas

    Antes de partir para as possíveis soluções, você precisa conhecer os problemas que serão solucionados. A melhor forma de conhecê-los é aplicando as situações práticas mais comuns e coletando os resultados de cada uma delas.

    Estude as situações práticas que já existem e detalhe os aspectos que precisam ser corrigidos de acordo com os problemas que você observou. Anote todas essas informações, pois elas serão de suma importância para as próximas etapas.

    2. Elabore estratégias

    Sabendo dos problemas que você precisa solucionar ou das melhorias que devem ser feitas em uma situação prática, comece a elaborar as estratégias que poderão ajudar a solucionar ou melhorar todos os aspectos que foram diagnosticados na etapa anterior.

    Neste momento, é interessante que você considere diversas possibilidades. Ser criativo nesta questão é fundamental, considerando que as metodologias já existentes não são tão eficientes. Você também deve analisar as metodologias que são aplicadas comumente e tentar aplicar melhorias que poderão resultar em maior eficiência.

    3. Anote todos os dados

    O mais importante de qualquer estudo é os dados obtidos. Para a pesquisa-ação, os dados dos resultados e de todos os testes são os principais elementos do estudo, considerando que eles serão analisados por sua instituição. Neste caso, tenha todos esses dados listados de forma organizada em cada uma das etapas da pesquisa-ação. Manter a organização e a fluidez das informações descritas em sua pesquisa-ação é primordial.

    Exemplo de pesquisa-ação

    Caso você ainda não tenha entendido como poderá fazer uma pesquisa-ação sobre determinado tema, separamos alguns exemplos de pesquisa-ação:

    1. Identificar o padrão de crescimento de tomates a partir de compostos orgânicos;
    2. Descobrir quantos metros uma abelha operária voa longe da abelha rainha;
    3. Conhecer os padrões comportamentais que levam a más decisões financeiras;
    4. Solucionar problemas de gestão causadas por erros humanos;
    5. Melhorar situações práticas em ambientes industriais onde há trabalho humano envolvido.
  • Diferença entre Anexo e Apêndice: regras ABNT e como fazer cada um

    Diferença entre Anexo e Apêndice: regras ABNT e como fazer cada um

    Trabalhos acadêmicos costumam dar muito “trabalho” em relação as normas técnicas de exigências e outras normas cobradas pela instituição de ensino. Em relação a isso, tudo que você puder aprender para facilitar o seu dia a dia no planejamento e na elaboração de um TCC deve ser absorvido para que as dúvidas sejam eliminadas. Uma dessas dúvidas é sobre a diferença entre anexo e apêndice em trabalhos acadêmicos.

    Neste post vamos falar mais sobre a diferença entre anexo e apêndice para que não restem mais dúvidas sobre esse importante assunto no mundo acadêmico. Veja o que é apêndice e o que é anexo, observando de uma forma simples a diferença entre os dois. Veja tudo isso a seguir!

    O que é Anexo em TCC?

    Em ocasiões em que existe complemento em um trabalho de TCC desenvolvido por terceiros, esse complemento(s) é um documento que tem o objetivo de fundamentar o embasamento teórico em um TCC, e recebem o nome de Anexo(s). Ou seja, de acordo com a NBR 14724 criada em dezembro de 2011, os anexos são documentos que foram criados por terceiros com o total objetivo de complementar as argumentações e assim fornecer uma base para a fundamentação teórica de um TCC.

    exemplo de anexo no tcc

    O que é Apêndice em TCC?

    Apêndice em trabalhos acadêmicos são todos os documentos formulados pelo próprio autor do trabalho com o objetivo de informar mais sobre o trabalho. Necessariamente, apêndice é algo opcional em trabalhos acadêmicos, e são complementos que não interferem diretamente no trabalho elaborado. Os apêndices devem ser identificados de forma correta com título em negrito e com o uso de letras maiúsculas.

    exemplo de apêndice no TCC

    Qual a diferença entre Anexo e Apêndice?

    De acordo com a ABNT (Associação de Brasileira de Normas Técnicas), a diferença entre um anexo e um apêndice em trabalhos acadêmicos é que os apêndices são documentos criados pelo próprio autor do trabalho, que servem para complementar a sua argumentação. Já os anexos são documentos elaborados por terceiros também para ajudar na validação da argumentação do autor do trabalho. É importante os alunos estarem cientes de que ambos são elementos utilizados após a elaboração do texto, ou seja, são elementos pós-textuais.

    Se os estudantes utilizarem esses complementos devem prezar por sua colocação correta no trabalho. Quando se utiliza anexos, ele deve aparecer após os apêndices, que por sua vez devem aparecer após as referências. Logo abaixo você pode ver de uma forma bem definida como os anexos e apêndices devem aparecer em um trabalho de TCC:

    Anexo

    • Definição ABNT – Anexo é um texto ou qualquer tipo de documento utilizado para complementar um trabalho acadêmico em sua argumentação, porém, sendo este documento de autoria de terceiros.
    • Autor – Documento elaborado por terceiros.
    • Sumário – O anexo deve estar contido no sumário do trabalho.
    • Posicionamento – Anexos devem aparecer após os apêndices.

    Apêndices

    • Definição ABNT – Apêndices são os documentos elaborados pelo próprio autor do trabalho acadêmico com o objetivo de complementar ainda mais sua fundamentação teórica.
    • Autor – Próprio autor do trabalho.
    • Sumário – O apêndice deve aparecer no sumário do trabalho.
    • Posicionamento – Os apêndices aparecem após as referências em um trabalho de TCC.

    Como e quando utilizar anexos em um TCC?

    Os anexos devem sempre ser utilizados em um TCC quando o autor do texto sentir que existe a necessidade de complementar seu embasamento teórico com dados e fatos contidos em outros documentos elaborados por terceiros. Neste caso, como saber a hora de realmente usar um anexo em seu trabalho de TCC? Para responder isso, vamos dar alguns exemplos de situações que podem levar um estudante ao uso de anexos em seu trabalho.

    *Vídeo de Liliane Vieira

    Exemplos

    • Em seu trabalho de TCC você entrevistou alguns moradores de uma cidade do interior de São Paulo. Ao longo do conteúdo apresentado por você em seu trabalho, você acabou falando o nome de bairros deste município. Neste caso, seria interessante fazer o anexo do mapa da cidade mencionada em seu trabalho mostrando em detalhes um pouco mais da região urbana.
    • Para fazer o seu trabalho, você teve que entrar em contato com um empresa e conseguir mais informações sobre um ponto do tema abordado em sua monografia. A resposta que você precisava veio por meio do correio eletrônico. Neste caso, você deve informar isso em anexo além do endereço de e-mail que serviu como fonte desta informação.
    • Imagine que o seu trabalho de TCC é sobre a criação de um produto em específico que será lançado pela indústria alimentícia. Imagine que você tenha lançado valores para a publicidade de seu produto. Neste caso, uma dica é inserir em anexo os valores e de onde eles foram extraídos, mostrando todo o orçamento para o lançamento deste produto em anexo.

    Como usar Apêndices de acordo com a ABNT?

    Segundo as normas da ABNT, os apêndices devem ser indicados com letras maiúsculas, localizados logo na região central da página. A palavra “Apêndice” deve sempre aparecer quando você estiver informando um. Um exemplo, se você possui mais de um apêndice, eles devem sempre ser indicados por Apêndice A, Apêndice B e Apêndice C…

    Assim como todos os outros componentes em um trabalho de TCC, os apêndices não aparecem no corpo do texto e sim na parte pós-textual do trabalho. Os apêndices devem aparecer com páginas numeradas e seguir a ordem do trabalho que está sendo realizado. Além disso, eles também apareceram no sumário do trabalho, identificados como estão na página de apêndices. Neste caso, eles serão identificados como já dissemos, como Apêndice A, Apêndice B, Apêndice C… Agora que você já sabe a diferença entre anexo e apêndice e sabe um pouco mais quando e como utilizá-los, esperamos que suas dúvidas sobre este assunto importante tenham sido tiradas neste post. Seguindo todas as dicas que mencionamos, você conseguirá fazer um bom trabalho. Você também pode pesquisar mais sobre o assunto e refinar ainda mais seu conhecimento sobre anexos e apêndices. Procure na ABNT os pontos exatos que são determinados como os anexos e apêndices devem aparecer e conclua um ótimo trabalho de TCC.

  • Como Fazer Referência de Revista: normas ABNT, dicas e exemplos

    Como Fazer Referência de Revista: normas ABNT, dicas e exemplos

    O TCC e outros trabalhos acadêmicos é uma realidade dos estudantes de cursos técnico, tecnólogo, graduação e pós-graduação. Dentro desses trabalhos, normas e regras são sempre cobrados dos estudantes na hora de formatar e citar as fontes pesquisadas. Se você está pesquisando para um trabalho acadêmico e resolveu tomar como referência uma reportagem lançada em uma revista, saiba como fazer isso de acordo com as exigências da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

    Neste post vamos mostrar como os alunos de todos os cursos devem fazer para dar referência de revista de acordo com as normas da ABNT. Veja quais são os pontos importantes para o uso desta importantíssima norma de formatação. Veja tudo isso a seguir!

    revistas cientificas

    O que é referência ABNT?

    Toda vez que um estudante deve cumprir com a entrega de um trabalho acadêmico existe a necessidade de ser utilizadas normas para a entrega deste trabalho. Uma dessas normas é a ABNT, que é um conjunto de normativas que regem a forma de pesquisa, mas principalmente a forma como a edição e formatação do trabalho devem ser apresentadas a instituição de ensino. Como Referenciar Imagens no TCC: regras ABNT, nossas sugestões e dicas

    Dentre o conjunto de normas que regem a forma como o aluno deve apresentar o seu trabalho, podemos ver regras específicas ligadas as referências utilizadas em trabalhos acadêmicos, como são as regras de referências de jornais, revistas e conteúdos extraídos da internet. Em específico, as regras de referências de conteúdos extraídos de revistas estão ligadas ao fato do aluno citar algo ou um conteúdo completo extraído de uma revista qualquer.

    Não importa qual seja o conteúdos extraído, as regras de citação de revistas incluídas no conjunto de normas ABNT também serão cobrados. Desta forma, é extremamente importante que os alunos que partem para essa abordagem fiquem atentos às regras sobre a utilização de citação de revista e façam isso dentro das normas de exigências. Neste post, vamos focar nas normas ABNT, mas é interessante que o aluno siga as normas cobradas pela instituição de ensino onde estuda, pois as regras podem ser referentes as normas ABNT, Vancouver ou APA. Como fazer Referencial Teórico: veja nossas dicas e exemplos práticos

    Como fazer referência de revista ABNT?

    A grande maioria das pessoas somente sabem que é possível fazer referência de livros em um trabalho acadêmico. Mas é possível fazer referências com citações de livros, jornais, revistas, conteúdos extraídos da internet, e de outros trabalhos acadêmicos, tudo respeitando as normas técnicas cobradas pela instituição de ensino e respeitando os autores em cada uma dessas citações.

    Mas sabendo disso, é importante também entender como serão feitas as referências extraídas de revistas. De acordo com as regras exigidas, é extremamente fácil citar fontes de revistas em trabalhos acadêmicos. Para fazer o procedimento correto de citação de um conteúdo extraído de uma revista em um trabalho de TCC, tenha a fonte de informações sobre a revista de onde extraiu o conteúdo, o título do periódico com subtítulo se for esse o caso, o local onde foi publicado o artigo, a editora responsável pela publicação, o número e o volume da edição. As datas com dia, mês e ano também devem ser publicadas. Outros elementos também podem ser anotados para uma melhor referência.

    Como referenciar uma matéria de revista em seu TCC?

    Para referenciar uma matéria de revista em qualquer trabalho acadêmico, você pode citar um conteúdo em partes ou em sua totalidade. Porém, se o seu intuito é citar o conteúdo completo de uma revista, o caminho é bem específico. A referência completa da citação de um conteúdo composto de um artigo de revista deve trazer o nome do autor ou autores, o título da matéria, o nome da revista, o local, ano, volume, as páginas iniciais e finais e todas as datas.

    exemplo referenciar revista no tcc
    Artigo em revista: AUTOR do artigo (sobrenome, pronome). Título do artigo. Título da revista, local de publicação, volume, ano, número, página, data. Exemplo: TOURINHO NETO, F.C. Dano ambiental. Conulex: revista jurídica, Brasília – DF, ano 1, n. 1, p , fev SIMAS, FILHO, M. Ferrão de marimbondo. Isto é, Cajamar , n. 1717, p , 28 de mar Obs: Como mostrado nos exemplos acima, as palavras Neto e Filho não configuram sobrenome e, na referência, devem ser acompanhadas do sobrenome do/ autor/a.

    Exemplos de referência de citações extraídas de revistas

    CASTRO, Maria Fernandes de Aguiar de. Avaliação dos métodos educacionais brasileiro: conceitos e perspectivas. Ensaio: avaliação das políticas públicas envolvidas na educação de jovens e adultos, São Paulo, v. 7, n. 21, p. 350- 365, jun./set. 1999.

    GADELHA, Francisco A. Lajes; COSTA, Maria Silveira. Segurança e desenvolvimento no Brasil: conceitos e desafios. Revista de Segurança Pública, Rio de Janeiro, v. 47, p. 14-21, dez. 2015.

    SILVEIRA, L.; MENDONÇA, R. R. Diabetes: um problema nacional. Revista de Saúde, Rio de Janeira, v. 14, n. 2, p. 199-218, 2014.

    É muito importante que ao fazer citação com referência de revista digital, o aluno disponibilize referências do site e do documento digital no TCC. Exemplo: Disponível em: <http://ds.doi.org/10.1271/16 4405810806700831>. Acesso em: 8 ago. 2019. Aprenda como fazer Referência de Site no seu TCC nas normas ABNT

    Dicas para escolher conteúdos de revistas para o TCC

    Os conteúdos lançados em jornais, revistas, livros e na internet são conteúdos que devem ser citados sem medo em um TCC. Mas, além de estar atento a parte técnica da coisa e saber citar e dar as referências da forma certa, é fundamental também que o estudante saiba escolher a fonte certa para sua pesquisa. Falando mais especificamente da pesquisa do que da formatação, busque em reportagens de revistas um trecho ou um conteúdo inteiro que de fato irá enfatizar e validar algo que você está dizendo em seu TCC.

    Neste caso, não hesite em pesquisar bastante sobre os conteúdos ligados ao tema escolhido e tenha esses conteúdos a seu favor. Cruze o máximo de informações possível em revistas científicas de todos os tempos e nações, e saiba que você já tem a seu favor todos os dados sobre o autor obrigatórios em cada revista, além das datas e tudo mais. Em comparação com um material digital qualquer que tenha peso, porém sua autoria é duvidosa, tratando-se de uma revista isso já não acontece.

    Ainda que seja uma revista digital, siga o exemplo dado logo acima para referenciar uma citação de conteúdo extraído de revista sem complicações. É mais fácil optar por revistas que tratam de assuntos científicos na grande maioria dos casos, mas isso não é uma regra e todas as revistas podem ter trechos com afirmações de outros autores que falam algo ligado ao tema que você decidiu abordar em seu TCC. Siga essas e outras dicas sobre como escolher conteúdos de revista para o seu TCC e use esta fonte rica em informações no seu trabalho acadêmico.

  • Delineamento Experimental: tipos, exemplos, aprenda como fazer

    Delineamento Experimental: tipos, exemplos, aprenda como fazer

    Descubra o que é delineamento experimental e como fazê-lo.

    Chega o momento na vida de qualquer estudante em que é preciso realizar o TCC. O delineamento experimental é basicamente o plano ou metodologia para a produção de qualquer trabalho acadêmico.

    Significados do termo

    O termo “delineamento experimental” pode ter vários significados e dizer respeito a mais de um aspecto, mesmo quando se trata de um trabalho acadêmico. É preciso que você entenda o conceito e utilização para poder traçar um rumo na produção do seu trabalho acadêmico.

    Delineamento experimental no sentido de metodologia

    O termo “delineamento experimental” pode ser relacionado a uma metodologia para a produção de um trabalho acadêmico, sendo, ou não, relacionado às pesquisas para o desenvolvimento do tema.

    Nesse caso, delineamento experimental se trata da organização dos itens e unidades experimentais apresentados no trabalho, assim como também podem referir-se aos resultados e conclusões.

    Delineamento experimental no sentido de pesquisa

    O termo também pode se referir, especificamente, à pesquisa experimental e todo o seu desenvolvimento no trabalho acadêmico. Nesse caso, é preciso entender toda a metodologia de uma pesquisa experimental, já que existem vários tipos de pesquisas.

    Delineamento experimental em significados externos

    Ele também pode ter relação direta com significados externos ao tema de produção acadêmica. Um exemplo disso é quando se trata de um desenho. O termo “delineamento” é sinônimo de esboço ou traçado. Um designer de moda, designer gráfico, ou arquiteto, poderia produzir um delineamento experimental para seu projeto. Nesse caso o termo “delineamento” se refere ao esboço de algum desenho ou ilustração.

    O termo também tem relação com a biologia e com pesquisas experimentais, especial laboratoriais. O que pode ter uma relação direta com a questão acadêmica.

    Trabalhando com o termo

    Quando se trata de delineamento experimental, como plano ou metodologia para a produção do seu trabalho acadêmico, estamos falando de pesquisa e experiências. Diferente da pesquisa bibliográfica, trata-se de algo mais prático. Veja as características da pesquisa experimental:

    • É principalmente baseada na observação;
    • Aborda e apresenta resultados quantitativos ou qualitativos;
    • É dividia em diferentes grupos de experimentos, de acordo com o contexto para que se chegue no resultado almejado;
    • A pesquisa científica contém variáveis que podem mudar o seu rumo;
    • Traz resultados concretos, possuindo maior credibilidade dentre os tipos de pesquisa.

    A pesquisa científica é basicamente prática, mas também requer uma apresentação de anotações e estruturação. A organização da parte escrita geralmente é feita nas normas da ABNT, mas isso depende da instituição, principalmente se tratando de algo profissional e não acadêmico.

    Ainda assim, é importante saber qual é a estruturação de pesquisa padrão para o delineamento experimental, pois mesmo que não deva seguir as regras da ABNT, não correrá o risco de ficar incompleto.

    Delineamento experimental diz respeito a todo o plano de estruturação da pesquisa experimental.

    banner delineamento experimental

    Delineamento inteiramente casualizado

    É outro tipo de delineamento, se tratando de pesquisas experimentais. Se trata de algo mais simples, onde cada experimento é tratado de maneira aleatória, ao acaso. É normalmente utilizado em laboratórios, onde os riscos são controlados.

    Quando pensar em delineamento inteiramente casualizado, sempre relacione à biologia, física ou outros segmentos científicos de caráter laboratorial. Não é um termo tão abrangente quanto o delineamento experimental.

    Tratando o delineamento experimental como um esboço do trabalho

    Como o próprio nome já diz, é quando você utiliza esboços e rascunhos para produzir o seu trabalho acadêmico, podendo incluir ou não a parte de pesquisa. Nesse caso inclui-se toda a metodologia do trabalho, inclusive a agenda, cronograma, orçamentos, etc.

    Ainda assim, trata-se sempre de algo prático. Tenha isso em mente quando pensar sobre o que é delineamento experimental, sobre quaisquer hipóteses.

    Dicas para fazer o seu delineamento experimental

    O delineamento experimental basicamente trata-se do roteiro e da metodologia do seu trabalho, de uma maneira prática. Confira os itens abaixos para melhor compreensão:

    • Defina um tema para o seu trabalho e resultados concretos. Você precisa seguir um caminho sabendo onde deseja chegar, mesmo que não consiga por conta de alguma variável;
    • Observação é o principal, então todo o desenvolvimento do trabalho deve ser anotado. Se tratando de uma pesquisa de caráter experimental, isso é crucial, já que ela gira em torno da observação;
    • Os menores resultados podem ser peças ou passos para um resultado maior. Não despreze as pequenas mudanças de rumo que surgem na sua pesquisa ou desenvolvimento do trabalho;
    • A agenda é crucial. As datas das pesquisas precisam ter um término para que a produção escrita e apresentação do trabalho se iniciem;
    • A metodologia da pesquisa de caráter experimental é necessária para que sua proposta tenha consistência e objetividade;
    • Defina o local onde tudo ocorrerá;
    • Separe cada item ou fator, se houver mais de um e faça anotações individuais sobre cada um, além das anotações sobre as reações e resultados quando em conjunto.

    Áreas de uso do delineamento experimental

    O delineamento experimental é definitivamente predominante nas áreas laboratoriais e exatas, o que não impedem de estarem presentes nas áreas humanas, por exemplo, em experimentos sociais ou pesquisa de campo.

    Ou mesmo nos campos artísticos, desde a maquiagem até a arquitetura, mas com uma conotação totalmente diferente.

    Sobre o estudo experimental

    A principal função do estudo experimental é trazer algo novo. Geralmente busca determinar um efeito causal entre dois ou mais efeitos ou fatores. O sucesso do estudo depende de uma rígida metodologia científica para organização e apresentação dos dados úteis obtidos por meio dos experimentos.

    Dentre os tipos de estudo, o experimental é o que ganha mais prestígio, por se basear em observação e algo prático, praticamente não pode ser questionado, diferentemente de estudos bibliográficos, teóricos, etc. Mas isso não ocorre em detrimento dos outros estudos, já que eles se complementam.

    Produzindo seu trabalho acadêmico com qualidade

    Se você quer entender melhor sobre como funciona a pesquisa experimental, veja todos os detalhes nesse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra todas as informações necessárias para o seu TCC, pesquisas e desenvolvimento de quaisquer trabalhos de natureza acadêmica ou científica, normas da ABNT e muito mais para produzir o melhor trabalho possível.

  • Argumentação: veja como fazer, fundamentar, tipos e nossas dicas

    Argumentação: veja como fazer, fundamentar, tipos e nossas dicas

    Aprenda a argumentar corretamente em seu trabalho acadêmico!

    Quando estudantes precisam fazer monografias, artigos científicos ou mesmo dissertações e teses, é necessário que a argumentação siga um padrão correto de desenvolvimento. Nesse texto você vai entender como estruturar e produzir uma argumentação adequada.

    banner argumentação

    Você precisa de organização

    Defina qual será seu trabalho e seu tema. Escolha um tema com que tenha afinidade e uma modalidade segura. Não adianta optar por uma tese se você não sabe o que vai provar e não adianta optar por uma dissertação se você tem material concreto e comprovado.

    A palavra-chave é metodologia. Você vai precisar de um método adequado, tanto para a produção do trabalho, quanto para que ele seja reconhecido. Um trabalho científico requer metodologia científica, que por sua vez requer uma pesquisa científica.

    Cabe a você, universitário, decidir qual é o tipo de metodologia que irá empregar, para que seu trabalho tenha argumento. Depois de escolher, não terá grandes dificuldades, seguindo o planejamento.

    A metodologia consiste, basicamente, no método de pesquisa e produção do trabalho. É o básico para construir e fundamentar a sua argumentação. Dissertação Argumentativa: estrutura, exemplo e dicas de como fazer

    Se trata da maneira escolhida para direcionar e preparar o desenvolvimento do tema, não servindo apenas para produzir uma argumentação adequada, mas produzir todo o trabalho em si.

    Realizando sua pesquisa

    O método de pesquisa escolhido para seu trabalho pode determinar o andamento do desenvolvimento e ser o ponto-chave que definirá se a você conseguiu, ou não, argumentar corretamente em seu trabalho.

    A pesquisa bibliográfica é mais teórica, se baseando em conteúdos online, livros, outros artigos e monografias, enfim. Todo o conteúdo já produzido sobre determinado assunto. É algo definitivamente teórico.

    A pesquisa experimental é algo prático, muito relacionado a laboratórios e pesquisas de campo. No âmbito de comunicação podem ocorrer as experiências sociais.

    Quando feita adequadamente, a pesquisa experimental é a mais respeitada e aceita, mas não em detrimento das outras, pois elas se completam.

    A pesquisa qualitativa está mais relacionada a entrevistas, falas de outras pessoas, estando extremamente relacionada a fenômenos e comportamentos.

    A pesquisa quantitativa envolve, essencialmente, números. Se trata de conseguir a fundamentação na argumentação através de dados em gráficos, tabelas, etc.

    mulher fazendo pesquisa

    Escolhendo suas fontes

    Tão importante quanto escolher o tipo de pesquisa e metodologia, é escolher as fontes das quais você buscará a informação. Se quiser construir e fundamentar uma argumentação, precisará buscar conteúdo em fontes confiáveis.

    A internet é uma grande fonte de informação, mas nem todo o conteúdo é confiável. Você vai precisar saber selecionar adequadamente o conteúdo. Confira algumas dicas abaixo para realizar uma pesquisa adequada:

    • Busque realizar pesquisas em sites confiáveis e com material oficial, como o Google Acadêmico e sites de universidades;
    • Muitas universidades disponibilizam os trabalhos de seus alunos. Aproveite para se basear e fazer anotações;
    • Existem muitas teses e dissertações online que podem servir como base para a sua;
    • Realize pesquisas na sua universidade, existem trabalhos e livros que serão muito úteis;
    • Quanto for realizar pesquisas em livros, tome muito cuidado com as datas, para não inserir conteúdo desatualizado;
    • Se for descoberto um único conteúdo sem fundamento em seu trabalho, isso colocará todo o resto em cheque. Não corra esse risco.

    Seguindo a estruturação da ABNT

    Se seu trabalho não seguir as regras e normas da ABNT, não será aceito na maioria das instituições. Estruturar seu trabalho de maneira adequada faz com que ele preencha os requisitos mínimos para ser aceito.

    Argumentando no seu trabalho

    Para você argumentar adequadamente em seu trabalho, precisará ter linguagem objetiva, mesmo que o conteúdo abra margem para a subjetividade.

    Vai precisar usar frases com concisão e ser o mais claro possível. Utilize termos técnicos apenas se for absolutamente necessário. Não é por se tratar de um trabalho científico que você tem que complicar o máximo possível, afinal você e os outros precisam entender.

    *Vídeo de Adeildo Junior

    Cite outros autores e trabalhos

    Definitivamente, para fundamentar a sua argumentação, você precisará em determinados momentos, citar outros autores, trechos, etc, mas lembre-se que citar não é plagiar.

    Dê preferência a conteúdos de autores reconhecidos no mundo acadêmico e que possuam um trabalho já estruturado e considerado válido pelo meio.

    É muito importante que você cite as fontes de todo o conteúdo que introduzir em seu trabalho, por questões éticas e judiciais. Existem leis quanto ao plágio e o meio acadêmico é muito sério quanto a isso.

    Utilize gráficos, fluxogramas, estatísticas

    Desde que sejam de sites confiáveis, como o IBGE, as tabelas e gráficos enriquecerão o seu trabalho e lhe darão muito mais fundamentação na argumentação. Tabelas, Gráficos e Imagens no TCC

    Você também pode inserir imagens, desde que sejam pertinentes ao seu desenvolvimento, como, por exemplo, em um trabalho de história, ao citar uma descoberta, inserir uma foto do momento da descoberta ou da peça, local, etc.

    Lembrando que tudo deve ser referenciado adequadamente e cada autor deve ser citado, seguindo o conjunto de normas da ABNT.

    Cite suas próprias experiências

    Desde que você tenha seguido uma metodologia, de preferência experimental, as suas experiências são válidas e fundamentadas. É claro que você precisa fazer uma leitura e interpretação coerente dos fatos.

    Uma pesquisa bibliográfica também é válida, mas você terá que ser muito coerente para que seus argumentos sejam levados em consideração.

    Caso opte por criticar outro autor, apresente algo melhor

    Os artigos de revisão, em específico, tratam-se de críticas, releituras, contra-argumentações, etc. Você não pode, simplesmente, criticar o trabalho de alguém e não apresentar nada no lugar.

    Você deve apresentar um novo ponto de vista que seja tão, ou mais, coerente que o trabalho revisado. Se apresentar ideias menos coerentes, seu trabalho será completamente desconsiderado.

    Tenha certeza de que todo o seu trabalho esteja fundamentado

    Você já entendeu como fundamentar a argumentação em seu texto, e produzir um conteúdo válido para a avaliação de seu trabalho científico, acadêmico, TCC, etc. Se ainda resta alguma dúvida sobre esse tema, basta continuar acessando esse site, o Projeto Acadêmico. Há conteúdos especializados na produção científica e acadêmica de qualidade, além de esclarecer todas as regras da ABNT para não haver erro em qualquer produção que você faça!

  • ABNT NBR 6028: Resumo e Abstract, atualizada 2017

    ABNT NBR 6028: Resumo e Abstract, atualizada 2017

    Saiba do que se trata a NBR 6028 e quais são as especificações e regras pedidas por ela para que sejam criados resumos de acordo com as regras da ABNT.

    A Associação Brasileira de normas técnicas, ou como é mais conhecida, ABNT, é o órgão que rege a forma que um trabalho acadêmico deve ser redigido por meio de normas e regras.

    É fato que para concluir um curso superior, o estudante precisa ter muito contato com algumas dessas normas e para você que tem dúvidas, especificamente em como fazer resumos de acordo com as regras da ABNT, é muito importante que leia este artigo, pois a partir desta leitura deixará todas estas dúvidas para trás e irá redigir um resumo e trabalho acadêmico digno de nota 10!

    Do que se trata a NBR 6028

    Esta norma tem como principal objetivo estabelecer os requisitos por meio de definições e regras, para a apresentação de redação e resumo de um TCC.

    Nesta norma algumas definições são apresentadas e alguns termos são conceituados, tais como:

    Veja a seguir a definição de cada um deles.

    exemplo de resumo NBR 6028

    1.Palavra-chave

    De acordo com a NBR 6028 da ABNT, palavra-chave é uma “palavra representativa do conteúdo do documento, escolhida, preferentemente, em vocabulário controlado.”

    Ou seja, são palavras específicas e que devem ser pensadas, pois elas devem traduzir o sentido do contexto de maneira a torná-lo mais claro e tornar mais fácil a identificação do assunto.

    São elas que servirão como referência de pesquisa, bem como facilitarão o reconhecimento prévio do tema.

    2. Resumo

    Na norma, o resumo é a “apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento. ”

    Para que seja mais fácil de compreender, um resumo é uma apresentação curta e reduzida de um determinado assunto ou tema.

    Este resumo é uma breve redação, que não deixa de ser precisa, onde os pontos principais e mais importantes de um tema são apresentados por meio de uma descrição geral do assunto, ou seja, no caso de um TCC, a ideia principal do texto referente ao tema deve ser explicada como forma de dar uma pequena prévia do que será abordado no decorrer do trabalho acadêmico.

    3. Resumo crítico ou resenha

    De acordo com a NBR 6028 da ABNT, o resumo crítico é um “resumo redigido por especialistas com análise crítica de um documento. Também chamado de resenha. Quando analisa apenas uma determinada edição entre várias, denomina-se recensão.”

    Diferentemente do resumo, que é isento de opiniões e julgamentos do autor, o resumo crítico obrigatoriamente precisa conter opiniões e análises do resenhista.

    Esse gênero textual consiste em fazer o levantamento do que é mais importante em uma obra já finalizada, descrevendo quais são os aspectos mais relevantes da mesma, porém não somente de maneira informativa, mas com a apresentação de sua própria interpretação sobre o assunto.

    4. Resumo indicativo

    “Indica apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao original.” Essa é a definição deste tipo de resumo de acordo com a NBR 6028 da ABNT.

    O resumo indicativo é aquele que apenas indica de maneira breve e sem grandes delongas quais são os pontos principais de uma determinada obra.

    Por ser breve e não discorrer sobre o assunto, este tipo de resumo não mostra dados qualitativos ou quantitativos, sendo necessário que para comprovar algo deve-se consultar a obra do qual o resumo se originou.

    5. Resumo informativo

    Na norma, o resumo informativo está conceituado da seguinte maneira: “Informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao original. “

    Este tipo de resumo se caracteriza por dar mais detalhes sobre a obra original, como objetivos, métodos que foram utilizados em pesquisas, os resultados apresentados, entre outras informações, costumando ser tão completo em suas informações que dispensa até mesmo possíveis consultas ao conteúdo original.

    *Vídeo de PUCRS

    Regras gerais para apresentação de resumos

    Nesta mesma norma são mencionadas as regras gerais para a apresentação de resumos e suas respectivas especificações, para que eles possam ser redigidos da maneira correta. Veja a seguir:

    Na NBR 6028, fala que a forma com que o resumo é produzido deve ressaltar o objetivo, os métodos utilizados e por fim os resultados e conclusões do documento original, sempre deve ser precedido das referências do mesmo.

    Nesta norma é possível encontrar instruções também quanto a estrutura que um resumo deve ter, onde diz que este deve ser composto por uma sequência de frases concisas e afirmativas e a maneira de escrita deve fugir da enumeração de tópicos, sendo recomendável o uso do parágrafo único na estruturação do mesmo.

    Em resumo a primeira frase conta muito, de forma que esta deva ser significativa para que possa explicar bem a temática do documento, para só então discorrer sobre a categoria e metodologia utilizada no objeto de estudo, sempre utilizando o tempo verbal na voz ativa e redigindo a redação na terceira pessoa do singular, esse também é um dos principais requisitos.

    E por fim, ao finalizar o resumo, logo em sequência, abaixo do texto principal, as palavras-chave devem aparecer, antecedidas pela expressão “Palavras-chave:” e com uma separação de pontos entre si e ao final das palavras.

    Estes são os principais requisitos e regras gerais para apresentação de resumos, que são especificados por esta norma, para que seja qual for o tipo de resumo, ele seja produzido corretamente.

    Lembre-se sempre que, ao produzir um resumo, seja qual for o tipo, outras especificações da ABNT devem ser aplicadas de forma a padronizar outras partes do texto como, margens, tipo e tamanho da fonte, espaçamento, alinhamento e tudo o mais que for necessário para que o seu trabalho acadêmico seja mais facilmente compreendido.

    Tudo isso pode ser feito no Word para que o processo de produção seja mais fácil.

    Projeto Acadêmico: seu consultor online

    Além de saber do que se trata a NBR 6028 e muitas outras normas da ABNT, nesse site você pode encontrar dicas e tutoriais para que produza todo o seu trabalho acadêmico de forma correta seguindo todas as normas necessárias para isso. Não deixe de conferir as sugestões de temas e dicas que tem por aqui, acesse agora!

  • Resenha Crítica de Artigo Científico: veja como fazer e a estrutura

    Resenha Crítica de Artigo Científico: veja como fazer e a estrutura

    É comum que estudantes universitários tenham que, em determinado ponto do desenvolvimento acadêmico, estudar e produzir resenhas de artigos científicos, além de outros trabalhos. Para isso é preciso que sigam um método adequado de desenvolvimento, além do modo de pesquisa. Abaixo você pode conferir as melhores dicas para produzir uma resenha adequada.

    banner resenha artigo científico

    O que é resenha?

    Resenha é uma outra palavra para resumo, mas é algo muito específico e de tamanho considerável. Não confunda com uma simples sinopse, por exemplo. Para produzir uma resenha você, com certeza, utilizará muitas páginas, dependendo do que será analisado.

    • A resenha costuma enumerar ou listar os pontos e aspectos mais importantes daquilo que está sendo analisado, de maneira coerente e concisa para se chegar a um ponto
    • O principal propósito da resenha é expor a ideia principal do artigo, ou as ideias principais, mas de maneira mais objetiva e direta
    • Se na hora de produzir um artigo, os autores já se preocupam em serem objetivos e deixarem o ponto de vista o mais claro possível, a resenha deve fazer isso de maneira mais eficiente ainda. É inconcebível que uma resenha seja maior ou mais subjetiva e “dê mais voltas” do que o trabalho em si
    • Independente do tema do artigo que será analisado, a resenha precisa ser impessoal e imparcial, sem espaço para opiniões. A ideia já está no artigo e no autor, agora é só produzi-la de maneira resumida
    • Não se deve acrescentar nada que o autor não tenha acrescido, exceto em casos específicos que você poderá conferir mais a frente
    • Não retire pontos importantes das resenhas de artigos científicos, que podem comprometer a compreensão dos principais aspectos do artigo
    • A resenha pode ser feita para artigos, monografias, teses, etc

    Entendendo a produção do artigo científico

    O artigo científico é uma produção escrita que relata os resultados observados sobre determinado assunto após uma pesquisa adequada feita com uma metodologia bem definida. Costuma ser longo e extremamente rico em detalhes.

    É comum que artigos científicos sejam publicados em revistas científicas. Não confunda com as revistas convencionais e comerciais. São do meio acadêmico, sendo a maioria distribuída gratuitamente e sendo um ponto muito importante para alavancar a carreira acadêmica.

    O artigo é similar a uma monografia ou dissertação, por conta da extensão e dos métodos de pesquisa e desenvolvimento, mas é geralmente produzido com a intenção de publicação. O que não significa que não possa ser produzido para um TCC, por exemplo.

    *Vídeo por Revista Científica Núcleo do Conhecimento

    1. Defina exatamente o artigo que será analisado

    Você precisa escolher um artigo específico, antes de fazer a resenha e desenvolvê-la em torno dele. Não poderá escolher mais de um e nem sair do tema. A resenha será, naturalmente, menor que o artigo, mas não pense que isso significa que será algo curto e sem desenvolvimento adequado.

    2. Busque outros conteúdos do autor

    Ao analisar o artigo científico, você terá o material necessário para produzir a resenha, mas se buscar outros materiais do mesmo autor, com certeza, conseguirá enriquecer seu trabalho e produzir uma resenha melhor. Entendo certos conceitos, teorias, experiências e o próprio autor muito melhor do que se apenas tivesse se limitado ao artigo.

    3. Busque conteúdos de outros autores

    Ao fazer a resenha do artigo científico, você perceberá que lidará com muitos termos e ideias referenciados e que precisará buscar o conteúdo de outros autores. Ainda que não, mesmo que tenha experiência com o tema, vale a pena buscar os conceitos de outros autores, inclusive, outros artigos para que sua resenha seja melhor fundamentada e mais rica. É possível até mesmo fazer comparações em determinados pontos, se isso for pertinente.

    4. A resenha deve seguir um método, assim como artigo seguiu

    Com certeza o artigo científico foi produzido a partir de algum método de pesquisa, seja bibliográfico ou experimental. A resenha deve ser produzida de maneira adequada, ressaltando os pontos mais importantes do autor e se necessário, algumas experiências podem ser refeitas.

    Você precisará tomar cuidado extra com referências e pontos do autor e de outros autores. Lembre-se que o meio acadêmico leva o conteúdo intelectual produzido muito a sério ao ponto de gerar problemas judiciais.

    Não se esqueça de produzir tudo de acordo com as normas da ABNT para não correr nenhum risco de seu trabalho ser, de alguma forma, negado por motivos simples e de desatenção.

    E o que significa produzir uma resenha crítica?

    Você deve estar pensando que a resenha deve ser somente produzida com a opinião do autor e nada mais, correto? Sim, mas não em todos os casos. Isso dependerá do contexto e do método de produção da resenha.

    Mesmo que sua resenha seja tradicional e apenas aponte as ideias principais do texto, você pode acrescentar um item adicional no seu trabalho, que não é obrigatório, de acordo com as normas da ABNT, a “discussão” que é uma parte onde você pode inserir seu próprio ponto de vista e reflexão sobre o artigo do autor.

    É claro que pra isso você não poderá simplesmente escrever o que quer, mas sim tudo deve ser embasado, bem fundamentado e referenciado. Nesse ponto podem surgir comparações com obras de outros autores.

    O desenvolvimento também abre brechas para comparações pertinentes, por exemplo, o autor do seu artigo admirava e se baseava em determinados doutores. Você poderia citar esses doutores, ressaltando as diferenças e semelhanças entre os trabalhos, em determinados pontos do seu desenvolvimento.

    A resenha crítica funciona da mesma maneira, mas no próprio desenvolvimento você já começa expondo o seu ponto de vista em relação ao artigo e até mesmo outras obras do autor. Tudo deve ser muito bem contextualizado e chegar a um ponto. Por exemplo, explicar que a teoria do autor está errada, ou que existe uma falha de interpretação em determinado ponto. A crítica por si só, sem nenhum objetivo, é dispensável para o meio acadêmico.

    Conteúdo de qualidade para a resenha do artigo

    Você já conferiu como fazer uma resenha de um artigo com qualidade. Se ainda possui outras dúvidas, seja para o TCC ou para seguir uma carreira científica ou acadêmica, acesse outros conteúdos do nosso site, o Projeto Acadêmico e fique por dentro de todas as informações necessárias para se dar bem nesse meio.

  • ABNT NBR 6022: norma atualizada, artigos científicos impressos

    ABNT NBR 6022: norma atualizada, artigos científicos impressos

    Ao elaborar um projeto acadêmico todo estudante deve ter em mente as diversas regras vigentes para formatação e estruturação do trabalho. Geralmente, as instituições solicitam as Normas ABNT como padrão para esse tipo de elaboração. Nesse caso, é preciso conhecer as normas que compõem todo esse regime, como é o caso da NBR 6022.

    Atualizada recentemente, a norma NBR 6022 possui diversas características que foram alteradas. Por isso, é fundamental que você se mantenha atualizado em relação a essa norma. Sendo assim, confira a seguir todas as nossas dicas de como usar a NBR 6022 e todas as alterações que ocorreram com a nova atualização.

    abnt nbr logo

    O que é NBR 6022?

    A NBR 6022 é uma das normas que compõem todo o conjunto de regras instituídas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Através das Normas ABNT, estudantes de todas as universidades do país podem elaborar trabalhos acadêmicos de forma padronizada, respeitando formatações para citações, capa, sumário, elaboração do conteúdo, referências bibliográficas, dentre tantos outros itens que são previstos pela ABNT.

    No caso da norma NBR 6022, ela é responsável pelas especificações da formatação e estruturação dos artigos científicos. Esse tipo de trabalho acadêmico é composto por relatos de experimentos ou por textos com diversas referências relevantes para a área que está sendo estudada. Nesse caso, o grande destaque desse projeto acadêmico é informar aos estudiosos da área que determinado assunto está sendo estudado.

    Para que serve a NBR 6022?

    Como já mencionamos, a NBR 6022 é a norma técnica utilizada pela ABNT para especificar as características de publicação de um artigo científico. A criação dessa norma ocorreu em 1974, tendo sido alterada várias vezes depois nos anos de 1986, 1994, 2003 e em 2018, que foi a alteração mais recente da norma. Durante todo esse processo, a norma foi atualizada com características que se adaptam a diferentes necessidades.

    A alteração mais recente teve como objetivo mudar o padrão de publicação dos artigos científicos para que eles pudessem se adaptar as novas plataformas de distribuição desse tipo de conteúdo. Nesse caso, as alterações não foram tão grandes, mas devem ser levadas em conta para a formatação do seu artigo científico.

    Nesse caso, podemos apenas resumir que a norma NBR 6022 é a regra principal para quem está escrevendo um artigo científico, pois é através dessa norma que o estudante poderá formatar e estruturar todo o trabalho.

    Como usar NBR 6022?

    Agora que já falamos detalhes sobre essa norma, podemos seguir com as regras que você deverá utilizar para a elaboração do seu artigo científico. Nesse caso, criamos uma lista completa com os principais pontos alterados pela nova atualização e os itens indispensáveis na formatação do seu artigo científico. Acompanhe todas essas dicas a seguir:

    *Vídeo do Professor Matheus Passos

    1. Título do artigo científico

    De acordo com a nova atualização, o título e subtítulo (se houver) precisam aparecer em destaque na página de abertura do artigo, devendo ser diferenciados tipograficamente ou ainda apresentarem dois pontos para separação dos dois elementos.

    Esses elementos deverão ainda aparecer no mesmo idioma do texto. Há a opção de acrescentar o título e subtítulo em outro idioma, nesse caso, é necessário introduzir esses dois elementos no idioma do texto primeiramente.

    2. Autor

    A forma como o nome do autor é citado no artigo científico também foi alterada com a atualização de 2018. Agora, a ABNT determina que o prenome e sobrenome apareçam de forma direta. No caso do prenome, o autor pode optar por abreviar o primeiro nome se quiser.

    No caso de mais autores, é necessário grafar os nomes na mesma linha separando eles por vírgula ou ainda colocando os nomes em linhas diferentes. Quando há mais de um autor, é preciso apresentar um currículo para cada autor, onde deverá ser informado vinculação corporativa e o endereço para contato.

    3. Datas da submissão e aprovação do projeto

    Essa é uma determinação recente, pois em nenhuma edição da NBR 6022 a ABNT tinha solicitado as datas da submissão e aprovação do artigo científico. Sendo assim, agora os estudantes precisam informar o dia, mês e ano em que o artigo científico foi submetido e aprovado para a publicação.

    4. Elementos textuais

    Em relação ao conteúdo do artigo científico em si, houve algumas alterações que mudaram significativamente a estrutura desse projeto acadêmico. Para publicar um artigo científico, ele precisa apresentar introdução, desenvolvimento e considerações finais.

    Antes da alteração, as considerações finais eram chamadas de conclusão. O novo termo trouxe ainda outra aplicação prática para o artigo científico, que deve esclarecer no final os objetivos ou hipóteses que motivou a elaboração do trabalho acadêmico.

    5. Elementos pós-textuais

    Tudo que vem após o conteúdo principal é chamado de elemento pós-textual. Considerando a norma NBR 6022, a ABNT determina que alguns elementos pós-textuais sejam considerados pré-textuais, ou seja, devem aparecer antes do conteúdo principal. Essa alteração fez com que o título em outro idioma, resumo em outro idioma e a palavra-chave em outro idioma sejam mencionados antes do próprio texto. Lembrando que esses elementos são opcionais, sendo assim, não é necessário acrescentá-los caso você não queira.

    6. Formatações em geral

    Outro ponto alterado com a atualização da NBR 6022 é em relação a formatação de diversos itens do artigo científico. Esse tipo de alteração muda bastante aspectos das citações, seções, formato, notas, tabelas e ilustrações.

    Em relação ao formato, é recomendado que o estudante utilize tamanho 12 para a fonte com espaçamento simples em todo o conteúdo do artigo. Só no caso das citações com mais de três linhas, notas, paginação, fontes de ilustrações e legendas, o tamanho da fonte deve ser menor do que o restante do conteúdo.

    Todas as demais formatações seguem os padrões instituídos pelas demais normas conforme orienta a ABNT. Sendo assim, para saber como colocar citações, seções, tabelas, ilustrações, legendas, dentre tantos outros elementos que precisam ser formatados, você deverá consultar a norma ABNT vigente para cada modalidade. Sendo assim, coloque em prática todas as informações que mencionamos para criar o seu artigo científico padronizado de acordo com as Normas ABNT.

  • Como citar Artigo de Lei no corpo do texto: normas ABNT e sugestões

    Como citar Artigo de Lei no corpo do texto: normas ABNT e sugestões

    Para quem estuda na área jurídica, os trabalhos acadêmicos quase sempre exigem a utilização de citações da lei com a finalidade de especificar ou demonstrar uma informação oficial em relação ao argumento em discussão no trabalho. Esse tipo de procedimento costuma ser bastante comum, mas nem por isso todos os estudantes sabem como citar artigo de lei no corpo do texto de um trabalho acadêmico.

    Se você também não sabe como fazer isso, mas quer aprender de uma vez por todas a citar artigo de lei em um trabalho, veja a seguir todas as dicas que preparamos para você. Neste post você encontrará detalhes de como citar lei em TCC, monografia, artigos científicos, tese, dissertação, entre outros trabalhos desse tipo. Como Citar Jurisprudência em TCC: normas ABNT, sugestões e exemplo

    Por que citar lei em trabalhos acadêmicos?

    Não é porque você estuda direito ou qualquer outra área jurídica que todos os seus trabalhos acadêmicos devem ter citações de lei. Na verdade, isso é bastante opcional. Mas também é verdade que mencionar dados oficiais da lei para embasar argumentos torna o seu trabalho ainda mais sério e objetivo. Veja como citar uma Lei no seu trabalho

    Isso vale tanto para quem está elaborando um trabalho dentro da área jurídica, quanto para quem deseja apenas complementar um raciocínio utilizando a lei como instrumento para a citação. Em todos esses casos, citar uma lei em um trabalho acadêmico muitas vezes é necessário para esclarecer uma determinada posição em relação ao tema abordado no texto.

    Como exemplo de situação onde é necessário citar a lei podemos mencionar abordagens que precisam de um embasamento jurídico para complementar o argumento. Por exemplo: A Lei nº 8.078/1990, foi a responsável pela criação do CDC (Código de Defesa do Consumidor), que é atualmente o melhor parâmetro para decisões jurídicas que envolvem consumidores e comerciantes.

    Observe que em nosso exemplo a lei citada complementa a informação da criação do CDC, e torna esses dados oficiais e incontestáveis. Além desses exemplo, há outras modalidades onde a lei precisa ser mencionada para que o argumento não seja duvidoso sob o ponto de vista jurídico.

    veja como citar lei no corpo do texto
    Fonte: http://www.icguedes.pro.br/como-fazer-citacao-de-lei-no-corpo-do-texto-do-tcc/

    Como citar artigo de lei no corpo do texto

    O artigo de lei nada mais é do que um ponto específico da lei que define determinada coisa. A maioria das leis são cheias de informações que se dividem em parágrafo, artigo, inciso e alínea. No caso do artigo, essa expressão que pode ser abreviada para “art.” ou “Art.”, ele sempre aparece junto a um número que informa o local da informação na lei.

    Para citar um artigo de lei também é necessário citar a lei em si, por isso, a formatação padrão para esses tipos de citações segue o mesmo modelo. Em relação ao corpo do texto, vale lembrar que a formatação de uma citação nessa parte do conteúdo é diferente da que é utilizada nas referências bibliográficas.

    No caso do corpo do texto, há duas formas diferentes de citar artigo de lei, sendo elas: direta e indireta. Considerando esses dois casos, daremos alguns exemplos de como citar artigo de lei no corpo do texto, levando em conta ainda o âmbito federal, estadual e municipal. Confira os exemplos:

    Citação direta de lei

    Na citação direta, a lei deve ser “copiada” como de origem para o trabalho. Nesta modalidade de citação você não deve alterar nenhum aspecto do que aparece na lei. Ao final da menção, é necessário incluir nome do autor e o ano da lei entre parênteses. Em vez de utilizar sobrenome, você deverá incluir a jurisdição da lei, que pode ser federal, estadual ou municipal. No caso da jurisdição, é importante que você utilize o nome do local de aplicação da lei. Veja um exemplo:

    Lei Federal em citação direta – De acordo com o Art. 1º da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, “O trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se por este Código.” (Brasil, 1997).

    Obs: a jurisdição federal expressa nesta citação é dada como “Brasil”.

    Lei Estadual em citação direta – “O estabelecimento de ensino, creche ou similar, deverá capacitar seu corpo docente e equipe de apoio para acolher a criança e o adolescente portador de deficiência ou doença crônica, propiciando-lhe a integração a todas as atividades educacionais e de lazer que sua condição pessoal possibilite”, esclarece o Art. 2º da Lei nº 16.965, de 16 de janeiro de 2019. (São Paulo (Estado), 2019).

    Obs: neste exemplo, a jurisdição estadual é dada como São Paulo. Como a cidade de São Paulo possui o mesmo nome que o estado, ao incluir a jurisdição é importante colocar entre parênteses se é Estado ou cidade. Se a lei for municipal, utilize a sigla para identificar a jurisdição.

    Lei Municipal em citação direta – O Art. 1º da Lei nº 6386, de 13 de julho de 2018 informa que, “Fica instituído o Serviço da Farmácia Veterinária Popular no âmbito do Município do Rio de Janeiro, objetivando garantir o fornecimento gratuito dos medicamentos veterinários e demais procedimentos indispensáveis para a saúde dos animais.” (Rio de Janeiro (RJ), 2018).

    Obs: como no exemplo que mencionamos da lei estadual, esta lei municipal do Rio de Janeiro deve informar a jurisdição entre parênteses, pois o estado e a cidade possuem o mesmo nome.

    Citação indireta de lei

    Nessa modalidade de citação você deverá parafrasear a lei com suas palavras. Sendo assim, você não copiará a lei originalmente, mas mencionará a lei para complementar o argumento. Veja os exemplos a seguir:

    Lei Federal em citação indireta – Segundo o Art 2º da Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, toda pessoa física ou jurídica que utiliza ou adquire um tipo de produto ou serviço sendo considerado destinatário final deve ser chamado de consumidor. (Brasil, 1990).

    Obs: assim como na citação direta, a jurisdição deve ser dada pelo nome da região em que se aplica a lei.

    Lei estadual em citação indireta – O Art 1º da Lei nº 16.925, de 16 de janeiro de 2019, veda toda a discriminação que possa ser feita em relação à criança e ao adolescente que for portador de deficiência dentre estabelecimentos institucionais públicos ou privados. (São Paulo (Estado), 2019).

    Obs: veja que a citação indireta não possui nenhum trecho “copiado” da lei.

    Lei Municipal em citação indireta – Foi instituído através do Art 1º da Lei nº 6386, de 13 de julho de 2018, o fornecimento de medicamentos veterinários gratuitos no Rio de Janeiro. (Rio de Janeiro (RJ), 2018).

    Obs: a citação indireta não precisa ter detalhes da lei, apenas uma menção breve de que tal informação consta na lei.

  • Como numerar paginas no WORD a partir da Introdução: veja como fazer

    Como numerar paginas no WORD a partir da Introdução: veja como fazer

    Saiba como numerar páginas no Word e tenha seus trabalhos sempre formatados da maneira certa!

    Todos os trabalhos acadêmicos precisam seguir as normas da ABNT, inclusive as laudas mais longas precisam ter a função de numerar páginas no Word. Sem aplicação deste item a produção textual pode ser dificultada e deixar o conteúdo confuso.

    No entanto, para auxiliar nossos leitores, trazemos neste artigo detalhes de como numerar páginas no Word. Com esse conhecimento será possível que o texto siga adaptado dentro das exigências da ABNT.

    A importância da aplicação às normas ABNT

    Antes de entrar no processo de formatação de páginas com números é preciso salientar a importância da ABNT neste processo. A ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas, é uma entidade sem fins lucrativos que foi criada em 1940.

    Esta empresa tem como objetivo regular as normas e auxiliar na produção e execução dos trabalhos em diversas áreas. O uso desta padronização permite o desenvolvimento científico do país.

    Com a padronização é possível garantir o desenvolvimento, assim em um trabalho acadêmico essas medidas podem confirmar a sua legitimidade.

    Atualmente, alguns países não apresentam uma entidade que regulam suas normas técnicas (Argentina), nessas situações as universidades ficam responsáveis pela regulação, mas em exemplo, no Brasil, algumas universidades exigem normas diferentes do padrão nacional para produção de algo acadêmico. 10 Normas ABNT indispensáveis em um TCC

    Em todo caso, vale frisar que este processo é fundamental para confirmar as pretensões científicas e contribuir para o avanço em diversas áreas que contam com estes estudos. Deste modo, vale entrar na questão sobre as normas, como as margens na ABNT, formatação no Word, entre outros itens. Pensando nisso, trazemos o primeiro passo de como faze a numeração de páginas no Word. Veja abaixo

    Passo a passo para numerar páginas no Word

    A dica desse processo é útil para os usuários que utilizam o Office 365, Word 2016, Word 2013, Word 2010 e Word Online.  Vejam a seguir mais detalhes para paginar TCC:

    • O usuário deve abrir o documento e entrar na opção “Inserir” e seguir para a opção “Número de Página” (o ícone possui uma folha com #)
    • Logo deve seguir para Numeração de páginas
    • Em seguida defina qual o local que o número deve ser descrito. O usuário pode escolher entre o topo, rodapé e o alinhamento. No Windows pode seguir para o Início da página ou então para o fim da página
    • Através da função todas as páginas serão numeradas de forma automática no texto
    • Caso você prefira que a página comece com outro número ao invés do 1, é preciso alterar este em “Iniciar” logo embaixo da Numeração da página, ou, selecione continuar da seção anterior e clique em OK
    • Para remover a numeração da primeira página vá até “Design” em “Ferramentas de Cabeçalho e Rodapé” e entre em “Primeira Página Diferente”.
    • No cabeçalho da primeira página basta escolher o número e usar o botão de apagar para conseguir apagar
    • Por fim, ao terminar as modificações entre em “Fechar Cabeçalho e Rodapé”.

    Número de página X de Y a um documento

    numerando páginas no word para tcc

    Para numerar páginas no Word  X de Y siga as orientações a seguir:

    1. No documento vá para a opção “Inserir”, clique em “Número de Página”
    2. Logo deve clicar em “Local” e em “Início da Página”
    3. Neste caminho da galeria, desça até as opções para verificar Página X de Y
    4. Defina o formato que deseja para numeração de páginas
    5. Para voltar ao corpo do documento basta abrir em “Fechar Cabeçalho e Rodapé” na guia de “Design” (em Ferramentas de Cabeçalho e Rodapé). Se preferir pode clicar duas vezes em qualquer local fora do cabeçalho ou do rodapé.
    *Vídeo de Jeff Borgs

    Como numerar páginas após documento

    Neste processo, conforme a orientação do Suporte Office, caso o usuário estiver editando o documento do navegador web ou Word Online, não é permitido iniciar a numeração posteriormente no documento.

    Para o usuário que apresenta a versão do Word para área de trabalho a mudança pode ser feita pelo aplicativo, ao clicar em “Abrir” no Word.

    O usuário que deseja saber como fazer a formatação de páginas com números pode dividir em seções e desvincular. Após, é preciso definir o estilo da numeração, além do número de início para cada seção.

    1. Entre na página de documento que deseja fazer a mudança. Neste local será preciso fazer a quebra de seção;
    2. Vá para “Layout” > “Quebras” > “Próxima Página”
    3. Clique duas vezes na área do cabeçalho ou então rodapé para que sejam exibidos os números da página. Com a ação a guia “Design” será aberta, siga para “Ferramentas de Cabeçalho e Rodapé”
    4. Siga para “Vincular ao Anterior” e desative para desvincular o seu cabeçalho, além do rodapé na seção anterior. Lembrando que o cabeçalho e o rodapé são vinculados de forma separada, assim o número que está exibido no cabeçalho não deixa de desativar a vinculação. Já se o número fica no rodapé, desative a vinculação nos rodapés
    5. Em seguida clique em número da página e defina o local e qual será o estilo. Como exemplo, vale clicar em “Início da página” e selecionar o design
    6. Clique na opção de “Número de Página” > “Formatar Números de Página”. Em seguida abrirá uma caixa para formatar o número da página
    7. Para início da numeração com 1, entre em “Iniciar em” e digite 1 e aperte o OK
    8. Para tirar os números da página da outra seção, faça a seleção de qualquer um para que fiquem em destaque e aperte o “Delete” ou clique com botão direito em “Recortar”. Neste momento todos estes números da página serão apagados
    9. Quando terminar, clique em “Fechar Cabeçalho e Rodapé” ou então aperte duas vezes em qualquer local que esteja fora da área do cabeçalho e do rodapé
    numerar páginas do TCC a partir da introdução

    Remover numeração de páginas

    A remoção dos números de página do cabeçalho ou rodapé de um documento pode ser feita de forma simplificada. Para apagar de forma contínua é fácil, basta seguir para a guia “Inserir”, ir ao grupo “Cabeçalho e Rodapé”, escolher o “Número de Página” e depois “Remover números de página”.

    Para que o processo siga para uma primeira página diferente, siga o mesmo caminho. Vá à guia “Inserir” > “Cabeçalho” > “Editar Cabeçalho” e guia “Design”, no grupo “Opções”, selecione “Primeira Página Diferente”. Após defina “Fechar Cabeçalho e Rodapé”.

    Contudo, com os dados acima será possível numerar páginas no Word. Com as dicas você pode iniciar seu projeto e depois basta se preparar para apresentação do TCC ou outro projeto acadêmico.

    Caso exista alguma dúvida, você pode utilizar o site, Projeto Acadêmico. Essa página oferece vários textos que te ajudarão no desenvolvimento do seu trabalho.