SERÁ QUE É POSSÍVEL FAZER UM TCC EM APENAS 7 DIAS?
Se ao começar a fazer o TCC, o aluno parar para estudar “como fazer um tcc”, como aplicar as normas ou a metodologia, com certeza gastará muito tempo.
A solução é ter as orientações parágrafo por parágrafo, capítulo por capítulo. Para esse fim, foi desenvolvido uma Ferramenta chamada Monografis Orientador de TCC.
Como o Monografis funciona? Ele sugere os capítulos e para cada um deles orienta como o aluno deve escrevê-los, dando uma noção da forma correta da sequência das ideias que devem ser argumentadas em cada parágrafo e como embasar sua pesquisa com citações.
Além disso, orienta como escrever seu TCC à prova de plágio e reduz o tempo de elaboração. Incrível não é mesmo?
Entenda como referenciar corretamente seus trabalhos acadêmicos.
Uma das maiores dúvidas de quem é novo no universo
acadêmico, ou mesmo de quem está iniciando a produção do TCC, é a questão das
referências de artigos científicos e outras
produções textuais e imagens. Neste artigo você conferirá tudo o que precisa
saber para referenciar qualquer conteúdo corretamente.
O que é referenciar?
Quando você introduz qualquer tipo de conteúdo em seu
trabalho acadêmico, seja no TCC ou não, tudo deve ser
referenciado corretamente. Em outras palavras, você deve explanar sobre o que
se trata o conteúdo e quem são os autores.
Você não pode fazer isso simplesmente de qualquer maneira,
mas precisa seguir o modelo estabelecido pelo conjunto de normas e regras da ABNT.
As referências precisam estar no desenvolvimento e na bibliografia e em alguns
momentos, em listas.
Essas normas são atualizadas periodicamente para garantir o
padrão de qualidade. A NBR 6023: 2018 é a que trata de referências nos
trabalhos acadêmicos. A versão anterior era de 2011. Nada foi mudado na estrutura,
apenas novas possibilidades foram acrescentadas.
Abaixo você poderá conferir alguns itens que devem ser
obrigatoriamente referenciados, segundo as diretrizes da NBR 6023: 2018. As
NBR’s são as normas que foram aprovadas e estão em vigor, enquanto a ABNT é o
órgão que institui e aprova essas normas:
Qualquer tipo de imagem, incluindo fotos, obras de
artes, ilustrações, desenhos, etc
Qualquer tipo de tabela, gráfico ou similar
Qualquer tipo de documentação civil, como RG, certidão de nascimento, até
mesmo as documentações históricas, como descobertas e documentos que comprovam
essas descobertas, cartas, etc
Cartas, telegramas, fax, qualquer tipo de
correspondência, incluindo as digitais
O meio digital não fica de fora e é incluído na NBR
6023. Qualquer tipo de conteúdo online também deve ser referenciado, como
sites, blogs e até mesmo as redes sociais foram anexadas na atualização de 2018
Trechos e citações e qualquer produção textual também
estão inclusos
Você deve referenciar, inclusive se forem de sua
própria autoria
Sempre acompanhe a atualização das normas e regras da ABNT e as novas NBR’s. Elas costumam simplificar e abrir mais possibilidades de edição e liberdade do que dificultar. Você deve tomar cuidado para não encontrar instruções sobre as normas desatualizadas em suas pesquisas.
Como fazer a referência de imagens
Para isso, você precisa saber que as referências precisam
estar no desenvolvimento e na bibliografia. No desenvolvimento, é mais simples
e breve possível, todos os detalhes pertinentes devem estar na bibliografia.
Confira abaixo:
No desenvolvimento, você deve escrever com a fonte
padrão acima da imagem, a numeração, (se for a primeira imagem do texto é 1, se
for a segunda é 2 e assim por diante) o título e o autor
A legenda deve ser inserida abaixo da imagem com fonte
tamanho 10
Na bibliografia você seguirá de forma parecida.
Escreverá a numeração da imagem, com o título e autores, com fonte padrão. A
diferença é que aqui vão informações extras que são pertinentes, como data,
local, pessoas que estão na foto, por exemplo. Se for necessário, deve escrever
quando você coletou o material
Se optar por fazer listas de imagens, tenha em mente
que só são recomendadas se houverem 10 ou mais imagens. Para referenciar será
igual ao sumário,
mas apenas contendo a lista de imagens, numeração e a devida página
Como fazer
referências de artigos científicos e outros conteúdos textuais?
Se quer fazer referências de artigos, dissertações e outros conteúdos
textuais, também existem normas explícitas, segundo a ABNT. Você pode conferir
abaixo:
No desenvolvimento, escreva os trechos ou conteúdo
entre aspas para diferenciá-los. Em seguida, explique do que se trata, por
exemplo: “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”, trecho
de Carlos
Drummond de Andrade…
No caso, isso pode ter variações,
você pode referenciar antes do trecho com uma frase do tipo: “De acordo com as
pesquisas de…” Mas o trecho precisa estar entre aspas e você deve deixar claro
no texto a quem pertence. Isso é válido para todo e qualquer tipo de conteúdo
textual
Na bibliografia é um pouco mais complexo. Você deve referenciar o trecho, autores, datas, qual o tipo de documento (livro, revista, publicação, edital) e qual a instituição do autor (se for um antropólogo, por exemplo, deve especificar onde trabalha e onde trabalhava quando aquilo foi publicado
No caso de referenciar artigos científicos e outros conteúdos acadêmicos, é imprescindível que deixe a formação, data e instituição das quais os autores do conteúdo fazem parte.
Exemplos de referência de artigo
Para referenciar gráficos e tabelas
Qualquer tipo de conteúdo similar a gráficos e tabelas, ou
seja, que contenham dados, devem ser referenciados como imagens. Na
bibliografia você deve deixar explícito do que se trata a pesquisa, o ano, o
local em que foi feita e os envolvidos.
A única diferença é que se houver muitas tabelas e gráficos,
você tem a opção de criar uma lista à parte. Não precisa estar incluída na
lista de imagens, mas uma exclusiva para tabelas e uma exclusiva para gráficos
e assim por diante. Se preferir, pode incluir os gráficos e tabelas na lista de
imagens.
Sobre as referências e as leis de propriedade
intelectual e autoria
É preciso deixar claro que existem leis específicas para qualquer
produção que tenha autoria e conteúdos intelectuais. Não referenciar conteúdos
e simplesmente inseri-los em seu trabalho acadêmico, principalmente em TCC’s,
que são trabalhos mais sérios, ou dissertações de mestrado, teses de doutorados, artigos científicos e etc, podem te
prejudicar judicialmente.
Como se não bastasse a questão judicial, também se trata de
algo antiético e pode prejudicar sua carreira profissional. Se pretende seguir carreira acadêmica não pode deixar
de referenciar nenhum conteúdo que não seja sua propriedade, de maneira alguma.
Aprimore sua produção acadêmica
Não fique com nenhuma dúvida sobre nenhuma regra ou norma da
ABNT, agora que você aprendeu a referenciar corretamente seus trabalhos! Aqui
no Projeto Acadêmico você descobre tudo o que precisa saber para
produzir seus trabalhos universitários com excelências. Além de tudo, sobre as
normas, você também confere as melhores dicas para produção do seu TCC e conteúdos científicos.
Saiba qual a estrutura correta de um artigo científico e como redigi-lo seguindo as normas da ABNT.
Provavelmente você já deva saber que produzir um trabalho
acadêmico, esteja ele em qualquer formato, como TCC, monografia, artigo científico, PIM, entre outros, não é uma tarefa
das mais fáceis.
Dúvidas referentes à formatação de acordo com as normas da ABNT,
padrão de escrita e estruturação são algumas das mais comuns que pairam sobre a
cabeça dos estudantes acadêmicos.
Falando da estruturação de um artigo científico, há algumas
partes que são essenciais em um trabalho acadêmico deste tipo, e este artigo
reúne e explica cada uma delas.
O que é um artigo científico?
De acordo com definição da NBR 6022 da ABNT, que teve sua última
revisão e modificação no ano de 2003, um artigo científico é uma “publicação
com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas,
processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.”
Um artigo científico nada mais é que um relato de resultados,
estes provenientes da pesquisa de um determinado fenômeno ou qualquer que seja
o objeto de estudo, com a principal finalidade de apresentar publicamente os
dados pesquisados.
Por meio dele se discute ideias, métodos, processos e
resultados em geral sobre a pesquisa realizada, tendo a possibilidade de
posteriormente ser publicado em algum periódico.
Qual a estrutura correta de um artigo científico?
Muitos estudantes possuem dúvidas em relação a estruturação
de um artigo científico, se você é um deles já pode ficar mais tranquilo pois
não é nenhum bicho de sete cabeças.
Agora que você já sabe o que é um artigo científico, tenha
em mente que a sua estrutura é a mesma que os demais trabalhos apresentam,
contendo elementos pré-textuais, textuais e por fim os elementos pós-textuais e
com algumas categorias em cada um deles. Veja a seguir:
1. Elementos pré-textuais de um artigo científico
Nos elementos pré-textuais de um artigo
científico devem estar presentes informações referentes a autoria e temática do
texto, bem como o nome da instituição de ensino.
Nestes casos também é recomendável que nas notas de rodapé
insira-se informações de contato do aluno.
Ainda nesta mesma categoria, aparece o resumo, que apresenta de maneira breve
e sucinta o objetivo do trabalho acadêmico, bem como todos os principais pontos
que serão abordados no decorrer do artigo.
Logo após este resumo estão as palavras-chave, que são de
extrema importância para o trabalho acadêmico pois são elas que servem como
referência de pesquisa, além de promover um reconhecimento prévio do tema, por
esses motivos elas devem ser bem pensadas e escolhidas de forma que representem
com louvor o sentido e contexto do texto e alcance a compreensão de todos os
leitores.
2. Elementos textuais de um artigo científico
Dentro da categoria de elementos textuais de um artigo
científico, estão:
A introdução também deve apresentar, de maneira breve, a
temática e os objetivos a serem alcançados por meio daquela pesquisa, bem como
discorrer um pouco sobre a metodologia utilizada, de maneira a dar uma visão
geral para o leitor dos assuntos que serão abordados.
A partir da introdução é preciso começar a trabalhar no
desenvolvimento do artigo, que envolve de forma mais profunda e explicativa a metodologia utilizada, a fundamentação
teórica do trabalho, os resultados e dados colhidos e por fim a conclusão.
Essa parte do artigo científico possui um caráter muito mais
descritivo e é necessário dar detalhes sobre o material que foi utilizado, bem
como o que foi feito para que se chegasse a uma conclusão para a problemática
apresentada sobre determinado fenômeno ou objeto de estudo.
Na conclusão é essencial que haja informações sobre a
interpretação do resultado, deduções sobre as descobertas e sempre deve
responder aos questionamentos levantados no decorrer do artigo.
É importante também que você apresente ao final do trabalho
acadêmico, recomendações e projeções para o futuro referente ao tema estudado.
3. Elementos pós-textuais de um artigo científico
Nos elementos pós-textuais de um
artigo científico estão inseridos as referências e possíveis informações
adicionais, como notas explicativas, resumo em língua estrangeira, entre
outros, ondes estes podem aparecer como elementos opcionais, como apêndice, anexos, glossário, entre outros.
Nesta categoria também estão inclusos os agradecimentos a
instituição de ensino e contribuintes do estudo e pesquisa em geral, sejam eles
de forma ativa como entrevistados, ou de forma passiva como familiares e
amigos.
As referências seguem especificações conforme NBR 6023 e tem certas especificações
para que sejam apresentadas de forma correta e padronizada em um trabalho
acadêmico.
A regra geral para que o referencial seja padronizado e facilite a busca pelos títulos na pesquisa é:
SOBRENOME, Nome do autor. Título da obra (negritado). Edição (salvo quando esta for a
primeira publicação). Cidade da publicação: Editora, data da publicação.
Um exemplo disso:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração.
7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004.
Caso haja consulta de referencial pela web, também é preciso
identificar o endereço eletrônico de onde foi retirado algum conteúdo ou serviu
de consulta, bem como a data de acesso.
Confira um exemplo fictício:
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução
à Teoria Geral da Administração. 7. ed. São Paulo: Ed. Elsevier, 2004.
Disponível em:
<www.profeltonorris.files.wordpress.com.br/chiavenato-2004.pdf>. Acesso
em: 24 jan. de 2019.
Você também pode conferir o que a norma pede na íntegra na imagem abaixo:
Lembre-se de sempre
seguir as regras e especificações da ABNT, não só no material referencial como
em todo o artigo, para que assim você possa fazer a entrega de seu trabalho
acadêmico sem ser barrado ou sofrer maiores problemas por causa da padronização
do mesmo.
Uma grande dica é que
você já aplique as regras de formatação no trabalho à medida que for redigindo
o mesmo, pois isso economizará tempo e fará com eu você encare essa tarefa de
uma forma mais leve.
Como
redigir trabalhos nota 10
Se você está com alguma
dificuldade em seu TCC, seja em qualquer parte dele, ou até mesmo sobre o que é
artigo científico, você encontra conteúdos exclusivos e de qualidade que
poderão te ajudar no site do Projeto
Acadêmico e tudo isso gratuitamente.
Quer tirar uma nota 10?
Acesse os conteúdos e produza um trabalho com excelência digno desta nota!
Mesmo no meio universitário, nem todos conhecem ou se
lembram de todos os gêneros textuais, mas isso não é um problema.
Nesse texto, a seguir, você poderá conferir todos os detalhes para fazer um
artigo de opinião impecável.
O que é um artigo de opinião?
Você, primeiramente, precisa entender o que é um artigo de
opinião para, então, conseguir produzir um. O artigo de opinião é um texto
dissertativo-argumentativo, onde o autor precisa expor seu ponto de vista sobre
determinado tema.
Isso não significa que simplesmente vai escrever o que quer
e o que pensa. Como o próprio nome indica, dissertativo-argumentativo, existe a
necessidade de o texto conter argumentos bem fundamentados e lógicos,
simplesmente a opinião do autor não possui valor.
Confira os exemplos abaixo
para entender melhor:
Sou contra a pena de morte, pois isso não é certo. Não devemos matar ninguém.
Sou a favor da pena de morte, pois isso é o certo a se fazer. Chega de criminosos!
Apesar de serem exemplos simples,
definem muito bem o que não se deve fazer em artigos de opinião. Simplesmente
expor o ponto de vista, sem nenhuma defesa adequada. Você deve dissertar sobre
o assunto e deixar claro que tem um ponto válido. Confira abaixo um modelo mais
adequado:
Sou contra a pena de morte. O país não possui infraestrutura. Muita gente inocente morrerá e muita gente culpada viverá.
Sou a favor da pena de morte. Isso iria fazer com que os criminosos refletissem duas vezes antes de cometer algum delito. A taxa de criminalidade iria diminuir.
Nesse caso, note que as duas
ideias tiveram defesas com argumentos. Esse é o padrão correto que se deve usar
em um texto dissertativo-argumentativo.
É comum que ao fazer um artigo de
opinião, os temas geralmente são sempre algo polêmico, como sexualidade,
drogas, religião, aborto, etc. Dificilmente fará artigos sobre algo que não é
notório.
Você vai deixar a sua opinião
clara no decorrer do desenvolvimento do seu artigo, mas tudo deve estar
recheado de argumentos. Se a sua opinião sobre o assunto é “X” você deve explicar
uma série de motivos lógicos para isso, assim como, se possível, explicar
porque não é “Y”.
Outro fator que você encontra no
artigo de opinião é a presença de verbos no imperativo, isso é, ordens e
instruções, como “faça”, “experimente”, “tente”, “não se engane”. Tudo isso
favorece o processo de argumentação e introduz uma tática de persuasão.
O uso de exclamações também serve
para inserir emoções no texto e torná-lo mais intenso para o leitor. Enquanto o
uso de pontos de interrogação servem para levar o leitor a uma reflexão. São
táticas de articulação, dinâmica e funcionam muito bem para convencer aqueles
que leem.
Apesar de efetivos, não devem ser o enfoque do artigo, que deve ter como base os argumentos. Premissas rasas e um texto emotivo não caracteriza um artigo de opinião de qualidade e sim a qualidade dos dados e como tudo é organizado de maneira a deixar as ideias clara e convencer o leitor.
No momento de produzir um artigo de opinião, saiba que os
argumentos utilizados precisam ser verdadeiros e confiáveis. Caso contrário,
poderia ser desvalidado. Abaixo está uma série de dicas para não errar nesse
aspecto:
Busque livros, sites, produções acadêmicas e outras fontes, mas todas de confiança. Basear seus argumentos em textos sem muita fundamentação pode tornar seu artigo inválido
Na medida do possível utilize dados de pesquisas com números, isso dá muito mais credibilidade para seu artigo de opinião. As fontes precisam ser confiáveis e notórias
Tudo precisa ser conexo. Não adianta encher seu artigo de dados e citações, mas isso não se conectar de maneira coerente
Você precisará ter objetividade. Não existe espaço para subjetividade no artigo de opinião. Até mesmo para temas mais complexos e teóricos, tudo precisa ser adequado
Para estruturar o artigo de opinião você precisa entender que ele possui começo, meio e fim de modo bem definido
O começo é a introdução. Nela você apresenta o tema e o problema ou questão que tratará no texto
O meio é o desenvolvimento, o qual você apresenta seus argumentos, os dados, toda a opinião
O final é a conclusão, onde você apresenta as soluções dos problemas de maneira rápida e encerra o tema
Uma dissertação de mestrado é muito
parecida com um artigo de opinião. Com exceção de que a dissertação se trata de
um trabalho acadêmico de alto nível, enquanto o artigo de opinião costuma ser
produzido já nos primeiros anos escolares.
O tamanho e complexidade também são diferentes. Não existe
nenhuma regra da ABNT especificando sobre artigos de opinião, enquanto existem
diversas tratando da dissertação.
É interessante relacionar os dois, pois são textos dissertativos-argumentativos e
possuem a mesma base. Embora sejam diferentes no sentido de complexidade, são
praticamente iguais na estrutura e maneira de produção. Tratam-se de tipos de
textos onde você deve expor a sua opinião sobre um fato, defendendo seu ponto
de vista, com argumentos bem fundamentados.
E a subjetividade do artigo?
Ao estruturar o artigo de opinião tenha em mente que ele
deve ser o mais objetivo possível. É claro que por se tratar de uma opinião,
sempre existirão traços de subjetividade, sejam as experiências e estudos do
autor, mas no que diz respeito à estrutura do texto, tudo deve ser claro.
Se o tema for algo naturalmente mais subjetivo, como uma
teoria ou pesquisa ainda não confirmada, isso significa, não que você pode ser
mais subjetivo ou simplesmente subjetivo à vontade, mas sim que deve buscar
compensar com a objetividade e clareza na organização das suas ideias, aquilo
que o assunto, por si só, não oferece.
Produzindo qualquer tipo de artigo
Você já compreendeu tudo que precisava sobre a estrutura de
um artigo de opinião de qualidade, mas ainda existem diversos tipos de artigo e
gêneros textuais que podem se relacionar ou virem a incutir dúvidas em você. Se
esse for o caso, não perca tempo.
Conheça o Projeto
Acadêmico, que possui todas as informações necessárias
para que você se dê bem no meio acadêmico
e científico,
incluindo regras da
ABNT, dicas para cada parte e temas do seu TCC, funcionamento de
mestrado e muito mais.
O empreendedorismo está aumentando no Brasil e no mundo. É um ótimo momento para aproveitar o tema para seu TCC!
Cada vez mais surgem novo empreendedores no Brasil e em toda
parte do mundo. Não apenas pessoas já estabelecidas financeiramente e que podem
investir em um negócio, mas pessoas que começaram apenas com uma ideia e fazem
funcionar.
Abaixo você vai poder conferir as melhores ideias para fazer um TCC sobre empreendedorismo e fazê-las darem certo. Veja também:temas para TCC de administração.
Entendo o empreendedorismo e a aplicação no TCC
É o processo de criar seu próprio processo empresarial ou
melhorar projetos que já existam. Cada vez as pessoas desenvolvem mais
autonomia e pequenos negócios vão sendo valorizados ao ponto de se tornarem
grandes. Ideias simples se tornam grandes projetos quando colocados em prática.
Se você escolheu o empreendedorismo como tema para definir em seu TCC, você não poderá simplesmente falar sobre o tema, pois é muito abrangente e complexo. Muito provavelmente seu orientador vai dar instruções para fazer um recorte, isso é, falar sobre um lado específico do empreendedorismo. Você vai entender melhor a seguir.
1. Fale sobre os jovens empreendedores
O número de jovens empreendedores não para de subir. Ainda
mais considerando que os jovens são mais antenados à tecnologia, nas novas
tendências e o antigo modelo de mercado de trabalho não está dando certo. Os
novos empreendedores ganham um espaço com suas novas ideias de um modo nunca
visto antes.
Surgem empresas unicamente digitais, com membros e donos de
diferentes partes do globo, com novos modelos de trabalho e serviço se
mostrando funcionais.
Ideias como aplicativos, programas de computador, um simples serviço, mas que nunca foram pensadas e colocadas em prática de maneira eficiente antes. Com isso os jovens empreendedores se estabelecem e chamam a atenção, sendo um ótimo tema para seu TCC.
2. Fale sobre os empreendedores mais velhos
Ao contrário do que se pensa, o maior número de novos
empreendedores é composto por mulheres acima de 50 anos. Pessoas que já
trabalharam em outras empresas ou nunca tiveram a oportunidade de trabalhar em
uma, colocando em prática suas ideias.
A ideia de que nunca é tarde se faz presente na vida dessas pessoas que já alcançaram uma certa idade e são um ótimo tema para produzir um TCC sobre empreendedorismo, já que sai do básico.
3. Fale sobre pessoas que não tinham nada com o que começar
É verdade que a maioria dos empreendedores já trabalharam em
outras empresas e puderam absorver e aprender a noção básica de gestão de negócio, ou no mínimo já
tinham a renda e ideias formadas, mas isso não é uma regra.
Existem empreendedores que simplesmente tiveram uma ideia, mas não possuíam orçamento e foram colocando em prática e tudo foi dando certo ao ponto de se tornarem negócios de sucesso grandiosos e internacionais. Esse assunto consegue chamar a atenção de muitas pessoas, o que caracteriza um TCC diferenciado.
4. Entreviste empreendedores para melhorar seu TCC
Não faça apenas pesquisas online e em livros.
Embora esse método de pesquisa bibliográfica seja eficaz e necessário para seu
TCC, o ato de realizar pesquisas de campo, isso é, experimentais, também é algo
que pode enriquecer e fundamentar em muito o seu trabalho.
Se conseguir fazer uma produção audiovisual e for pertinente ao seu curso, não hesite em optar, se já souber a quem vai entrevistar, pois isso pode gerar muito mais impacto do que uma produção escrita e totalmente teórica.
5. Absorva o conteúdo dos empreendedores
Muitos empreendedores, depois que ascendem ao sucesso,
produzem livros e outros modelos de conteúdo para contarem como conseguiram
alavancar sua carreira. Esse conteúdo é crucial, principalmente se você
pretende falar da pessoa em específico no seu trabalho.
Também é uma ótima maneira para citar e referenciar pessoas em seu trabalho se ele for totalmente escrito. Afinal, você precisa conhecer o trabalho de empreendedores se quiser falar sobre eles.
6. Fale sobre o futuro
O empreendedorismo ecológico está
aumentando. Empresas preocupadas com sustentabilidade e o meio ambiente não
param de surgir. As que já estão estabelecidas no mercado não param de mudar.
O método de produção e descarte que gera consumo excessivo já provou que é desgastante para o planeta. Então é só uma questão de tempo até que a maioria das empresas busquem alternativas ecológicas. Os empreendedores que já estão seguindo por esse caminho são um ótimo tema para definir em seu TCC.
Agora que você já conferiu ótimas ideias para fazer um TCC
com o tema empreendedorismo, precisa saber o básico para colocar tudo isso em
prática.
Primeiramente, certifique-se de que está confortável com o
tema e que consegue desenvolvê-lo com facilidade, ou o processo vai ser bem
desgastante e não terá resultados tão bons quanto poderia ter se escolhesse um
tema mais adequado para se trabalhar.
Trabalhe bem o tema e o desenvolvimento, desde o processo de
metodologia, pesquisa até a finalização e as
famosas normas da ABNT. Tudo isso facilitará o processo e garantirá que seu TCC
não será reprovado por coisas simples, mas severamente avaliadas.
Talvez você escolha falar do empreendedorismo em si e talvez
falar sobre grandes empreendedores, mas em ambos os casos é difícil não citar
pessoas e seus trabalhos. Tenha certeza de fazer tudo o mais adequadamente
possível, com referências seguindo as normas da ABNT corretamente. É importante
para evitar problemas judiciais.
Ainda falando sobre problemas judiciais, tome muito cuidado nas escolhas de palavras quando for falar dos trabalhos e empresas de empreendedores. Tudo pode ser mal interpretado. Por isso seu trabalho deve ser claro, conciso e objetivo, com um propósito muito bem especificado. Cuidado pra não sair desse objetivo e se perder.
Para a produção do seu trabalho acadêmico
Está procurando entender melhor sobre as regras da ABNT? Ou está procurando os melhores temas para TCC? Você precisa conhecer os
outros posts desse site, o Projeto
Acadêmico, que possui todas as dicas necessárias para
você ter um ótimo desempenho no processo acadêmico e científico. Tudo muito claro e
especificado para que não fique nenhuma dúvida.
Entenda o que é e como funciona a produção de uma redação descritiva
É comum esquecermos muitas coisas depois de entrarmos para o
ensino superior. Com o foco em áreas específicas, acaba não sobrando muito
tempo para lembrar das coisas mais básicas. Você lembra o que é uma redação
descritiva? Confira abaixo tudo o que você precisa saber para construir uma com
todas as características necessárias.
Definindo o que é redação descritiva
Redação descritiva é aquela que define e deixa bem
especificada as características de determinada pessoa, objeto, cenário,
situação, etc. Além disso também pode trazer a descrição de sensações, emoções,
sentimentos e coisas mais abstratas.
Basicamente o fator mais importante é escolher bem os
adjetivos e locuções adjetivas que
trabalharão com os substantivos para chegar ao objetivo desejado.
Tipos de redação descritiva
São apenas dois tipos de redação descritiva e que podem,
inclusive, se entrelaçar, mas é preciso reconhecê-los para não se perder no
processo textual. Confira-os abaixo:
Redação descritiva denotativa
Também chamada de redação descritiva objetiva, que é quando
a descrição é objetiva e clara, sem brechas para nenhum tipo de interpretação,
como por exemplo:
“Ele media 2 metros de altura”
“Ela tinha olhos
azuis”
“Já era de noite
e as estrelas estavam visíveis no céu”
“O cachorro do vizinho, Spike, é marrom”
Como você pode notar, tudo é objetivo e não existe nenhum
tipo de interpretação do autor ou por parte do leitor. Na frase 1, o descrito mede
2 metros de altura e não existe contextualização. O mesmo ocorre em todas as
frases. Em resumo, são descrições precisas, claras e diretas.
Redação descritiva conotativa
A redação descritiva conotativa é também chamada de redação
descritiva subjetiva e é o oposto da redação denotativa. As descrições são
abertas, não tão precisas e com margem para interpretações por parte dos
leitores. Para entender melhor confira as sentenças abaixo, que serão versões
conotativas das sentenças que você já leu:
“Ele era muito alto”
“Ela tinha um lindo par de olhos”
“O céu estava escuro e a lua e as estrelas estavam claras”
“O cachorro do vizinho, Spike, é muito fofo”
A diferença é nítida. Quando se trata da primeira frase “Ele
era muito alto” não existe nenhuma definição do que é alto e do que é baixo.
Isso pode variar de pessoa pra pessoa e cultura para cultura. O leitor tem de
interpretar.
A segunda frase tem o mesmo princípio, quando introduz o
termo “lindo par de olhos”, afinal, quem define o que é lindo? O autor? Logo
fica na interpretação, assim como se fosse “um par de olhos claros”.
O mesmo ocorre com “céu escuro” e “lua e as estrelas
claras”. O escuro para uma pessoa pode não ser para outra e tudo isso é
interpretativo e subjetivo. Assim como a fofura do cachorro também é relativa,
diferentemente da cor marrom que ficou diretamente e objetivamente descrita.
A descrição conotativa também é recheada de metáforas, ou
seja a comparação de uma coisa com outra, por exemplo, “Ela é uma besta”. É
claro que isso é figurado e abre margem para muita interpretação.
Qualquer descrição com contexto emocional por parte do narrador
também é subjetiva, como “ele era muito meigo e doce”. Não existe um foco na
realidade, mas sim na imaginação e questões internas do narrador.
Quando os dois conceitos se misturam?
É muito comum que em redações descritivas, o objetivo e o
subjetivo se misturem e oscilem. O narrador pode ser preciso em alguns momentos
e emocional em outros, veja nas frases abaixo:
“Ele era um rapaz alto, com 2 metros de altura”
“Ela tinha um par de olhos azuis muito belos”
“Já era noite, o céu estava escuro e as estrelas brilhavam muito”
“O cachorro marrom do vizinho, Spike, era muito fofo”
Note que as descrições conotativas e denotativas foram
misturadas. A objetividade da altura exata do rapaz, mas questão subjetiva de
considerar isso alto, assim como a cor dos olhos da garota, mas a subjetividade
de considerá-los belos. Isso acontece o tempo todo em redações descritivas.
Outros gêneros de narrações
A redação dissertativa tem um caráter argumentativo, onde
você deve expor pontos de vista de maneira objetiva e direta, organizando muito
bem suas ideias e fatos possíveis para criar um desenvolvimento coerente.
Sempre fugindo da subjetividade na medida do possível.
A redação narrativa é um processo diferente e ocorre quando
existe um enredo, personagens, fatos acontecendo e obrigatoriamente em um
espaço em algum tempo. A narração pode ser em primeira ou terceira pessoa.
Os tipos e redação se misturam?
Não só os tipos de redação narrativa, dissertativa e
descritiva, mas também qualquer tipo ou gênero textual. É comum encontrar textos
narrativos que descrevem certos objetos do cenário e dissertativos que
descrevem situações, pesquisas, etc.
Assim como é importante saber diferenciá-los e em que ponto
estão ocorrendo, também é importante saber que sempre um tende a se destacar,
como um texto narrativo, com traços de redação descritiva, entre outros. O
processo textual não é limitado.
O fenômeno da descrição na redação descritiva
Para entender melhor o fenômeno da descrição e produzir uma
redação de qualidade, entenda que você pode descrever coisas mais concretas,
como objetos, pessoas, partes de alguma coisa, etc, mas também pode descrever
as coisas mais complexas, como as emoções, misturas de sentimentos,
contradições e conflitos internos, entre outros.
Para dar profundidade ao seu texto, busque fazer descrições
precisas quando forem denotativas, com todos os detalhes relevantes, para
facilitar e praticamente guiar a visualização do leitor. Quando for fazer uma
descrição conotativa, seja o mais profundo possível, para que a sua
subjetividade seja entendida pelo leitor da melhor maneira.
A descrição também independe do tipo de narrador, seja em
primeira ou terceira pessoa. O tipo de narrador, seja personagem, observador ou
narrador, também não afeta o fenômeno em si, mas pode falar bastante sobre a
questão subjetiva de um personagem.
O projeto acadêmico
Agora que você já lembrou o que é uma redação descritiva,
saiba que se precisar de mais informações sobre produção textual, dicas para o TCC, normas da ABNT
e qualquer coisa do universo universitário e científico,
basta acessar o site Projeto
Acadêmico e conferir os melhores conteúdos feitos
especialmente para você.
Descubra o que é preciso para produzir um artigo corretamente!
É comum na vida de estudantes e alguns profissionais haver a necessidade de produzir um artigo científico para abordar determinado tema. Nem todo mundo sabe por onde começar e quais são as características de um artigo científico; mas, você poderá conferir tudo nesse texto.
Definindo os tipos de artigos científicos
A primeira coisa para produzir um artigo científico, é saber defini-lo como gênero textual, conhecendo suas principais características e estrutura. Como existem mais de um tipo de artigo científico, você precisa entender todos, para escolher aquele que é mais adequado para sua proposta.
Artigo científico
É um artigo que segue uma metodologia restrita, tanto na parte de pesquisa, quanto de desenvolvimento. Do início ao fim, seguem um protocolo para definir os resultados e conclusão.
São muito utilizados em pesquisas de caráter experimental e laboratorial. Estão relacionados a grande parte dos avanços tecnológicos e científicos, podendo, ou não, serem acadêmicos.
Artigos originais e artigos de revisão
Os artigos originais, como o nome indica, define artigos de conteúdo inédito. Incluindo novos experimentos e descobertas para o conhecimento humano. São recebidos com muito ceticismo, sendo que os de pesquisa experimental são os mais reconhecidos e aceitos.
Os artigos de revisão trazem consigo a proposta de rever, questionar e criticar conteúdos já existentes, inclusive se tratando de outros artigos científicos já escritos.
Esse tipo de artigo científico também pode vir com pesquisas experimentais, mostrando novos pontos de vistas e resultados para pesquisas já feitas.
Tipos de artigos de revisão
Os artigos de revisão se dividem em algumas categorias, de acordo com os tipos de pesquisas e experiências, além dos tipos de artigos que estão sendo revisados.
Os artigos de revisão narrativa são puramente teóricos e podem ter um teor subjetivo. Muitas vezes podem acabar sendo superficiais. Não são muito considerados, visto o baixo nível de teor experimental e prático, além de não terem muita consistências. Geralmente são muito parecidos com críticas. Sendo o tipo mais comum de artigo científico escrito;
O artigo de revisão integrativa também é teórico e envolve uma pesquisa bibliográfica sobre o assunto. Geralmente analisa o conteúdo de um artigo por meio de outros autores que possuem notoriedade;
O artigo de revisão sistemática é o mais respeitado por envolver pesquisas de alto nível, podendo, inclusive, envolver pesquisas experimentais. Nesse caso, busca-se mostrar novos pontos sobre o artigo revisado.
Artigo acadêmico
Um artigo acadêmico é qualquer artigo que seja vinculado a uma instituição acadêmica, podendo, ou não, ser científico.
Artigos científicos são aceitos como artigos acadêmicos, mas não precisam necessariamente ter esse cunho, visto que podem ser profissionais, relacionados a institutos de pesquisas e laboratórios. Independentemente disso, o meio acadêmico e científico estão profundamente relacionados.
Estrutura de um artigo científico
Para produzir um artigo corretamente, independente de ser original ou de revisão, é necessário seguir uma metodologia e protocolo de organização. Além disso, algumas normas são necessárias para que ele seja aceito e considerado válido:
O artigo não pode conter nenhum tipo de plágio em hipótese alguma. Mesmo os artigos de revisão devem apresentar pontos de vista, críticas e questionamentos inéditos perante a proposta do artigo revisado e outros artigos de revisão;
Deve ser estruturado de acordo com as normas da instituição. Se for estruturado conforme as normas da ABNT, as chances de você errar na estrutura do trabalho estão quase que nulas;
Um artigo científico deve seguir uma metodologia, desde o processo de pesquisa até o de escrita. Sem isso, todo seu trabalho não é válido e não será considerado científico. No máximo, especulativo e teórico;
Não precisa ter cunho experimental, mas tenha em mente que os artigos desse tipo são os mais respeitados e fáceis de serem aceitos e publicados;
Devem ser claros e objetivos, mesmo os de revisão e cunho subjetivo. Os demais precisam entender a sua proposta;
Qualquer citação ou trecho de outros autores devem ser referenciadas de maneira adequada, tanto pela ética, quanto para evitar problemas judiciais que possam vir a prejudicar a sua carreira.
Elementos obrigatórios em um artigo
Segundo as normas da ABNT, alguns elementos são obrigatórios para a produção de um artigo científico. Mesmo que a sua instituição não seja rígida com a estrutura, você não pode deixar seu trabalho incompleto.
É comum que artigos científicos contenham itens em uma língua estrangeira. Não são obrigatórios perante a ABNT, no entanto muitas instituições exigem isso, não só em artigos, como em teses, dissertações, monografias e outras produções.
Os artigos científicos possuem regras específicas para espaçamentos, ilustrações, introdução de fórmulas, etc. Cabe a você se informar com a sua instituição sobre as normas de estrutura. Elas podem não ser tão rígidas.
Você pode publicar seu artigo científico
É comum que a principal intenção das pessoas ao iniciar a produção de um artigo científico é que ele seja publicado em uma revista ou outra plataforma reconhecida. Isso é possível. Basta que se informe sobre as regras e normas da revista para qual deseja escrever.
Você pode se informar em sua instituição para saber se eles também publicam. É claro que seu artigo será avaliado, mas é uma grande oportunidade de obter reconhecimento por seu trabalho científico ou acadêmico.
Além de procurar a sua instituição, você também pode optar por tentar publicar seu artigo científico em revistas menos conhecidas. É mais fácil e você pode conseguir oportunidades para a sua carreira.
Melhorando a produção do seu artigo científico
Agora que você já sabe tudo o que é necessário para a produção de um artigo científico e quais são seus tipos. Não fique em dúvida sobre nenhum dos itens necessários para a estruturação do artigo.
Acesse o site Projeto Acadêmico e se informe sobre tudo que é preciso para produzir um trabalho científico ou acadêmico. Você também pode encontrar as melhores dicas para o seu TCC e as normas da ABNT.
As chamadas “BICs” são um incentivo para que alunos da graduação ingressem na carreira acadêmica, mas muitos universitários ainda ficam perdidos na hora de solicitar o benefício. Leia o artigo e aprenda tudo sobre bolsas de iniciação científica!
O Brasil concede incentivos financeiros para alunos da graduação que queiram começar a carreira acadêmica através dos programas para bolsas de iniciação científica.
No entanto, nem sempre as informações de como conseguir uma bolsa de Iniciação são acessíveis e os estudantes que poderiam se beneficiar desse auxílio financeiro acabam por perdê-lo.
Abaixo, entenda tudo sobre essas bolsas de estudo, primeiros passos, como solicitar, documentos necessários, inscrições, prazos e regras e vivencie 100% do seu período de faculdade.
1. Tenha um bom projeto de pesquisa
A primeira coisa que um aluno interessado em seguir no projeto de pesquisa acadêmico e conseguir uma bolsa de iniciação científica deve fazer é desenvolver um bom tema de pesquisa.
Algumas dicas para a escolha de um são:
Escolha um tema que seja interessante para você, afinal, você terá que trabalhar nele por pelo menos 12 meses, que normalmente é o período em que a bolsa é concedida. Quando você gosta e se envolve com um tema fica muito mais fácil desenvolver o trabalho depois.
O tema não pode ser muito abrangente. Tente afunilar cada vez mais o objeto de pesquisa. Foco é essencial na delimitação do assunto que será estudado.
Um exemplo de tema abrangente demais seria “Estudo sobre a vida de pessoas em situação de refúgio”. Note que não tem o detalhamento de idade, território e nem nacionalidade, tornando quase impossível determinar uma amostra de pesquisa.
Afunilar significaria pesquisar sobre “A vida de pessoas em situação de refúgio, de 13 a 15 anos, na cidade de São Paulo”. Já ficou bem mais específico, não é?
2. Encontre um professor PHD para te orientar
Agora vem uma parte muito importante: encontre, na sua faculdade, um professor PHD para te orientar. É importante que esse profissional tenha experiência na mesma linha de pesquisa que o seu projeto ou, pelo menos, que se interesse no tema.
Antes de escolher o orientador pesquise o currículo dele. Veja se o professor possui algum projeto de pesquisa similar ao seu. Caso tenha, esse é um sinal verde. Indica que ele tem conhecimento na área e possivelmente será um bom orientador.
Lembre-se que durante um ano vocês enfrentarão toda a jornada de pesquisa juntos, então a escolha do professor-doutor tem que ser levada à sério. Familiaridade com o tema escolhido pelo estudante é um fator muito importante.
3. Redija o protótipo de pesquisa
Com a ajuda do seu orientador, escreva um projeto de pesquisa de, aproximadamente 10 a 20 páginas, relatando o objeto de estudo, as formas de pesquisa (documental, de campo e etc), a bibliografia que será utilizada, cronograma e outros detalhes sobre a análise que você pretende fazer.
Não se trata aqui da pesquisa completa, mas um projeto que deixe claro o que você pretende pesquisar. Parece complicado, mas fique tranquilo, a essa altura você já será orientado pelo professor-doutor.
Depois de conseguir produzir um bom protótipo de pesquisa, o estudante já pode efetivamente solicitar a bolsa de iniciação científica.
4. Mande seu projeto para as instituições responsáveis
Depois de ter escolhido um bom tema, um orientador familiarizado com o assunto e ter feito um protótipo de pesquisa claro, é o momento de enviar o seu projeto aos órgãos que oferecem as bolsas de iniciação científica, para que seja avaliado.
No Brasil o estudante universitário tem 3 opções de instituições que concedem esse tipo de bolsas de estudo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ): Criada sob a Lei nº 1.310 de 15 de Janeiro de 1951, sancionada pelo presidente Dutra após um longo histórico de lutas por parte de cientistas e pesquisadores brasileiros, a entidade governamental é ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
O valor da bolsa de Iniciação Científica pelo CNPQ à estudantes da graduação é 400 reais. A vigência da bolsa é de 12 meses, com possibilidade de renovação.
Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs): São instituições de fomento à pesquisa relacionadas às Secretarias de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e Inovação de cada estado.
Se você é um estudante de São Paulo, por exemplo, a instituição indicada é a FAPESP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. No Rio de Janeiro tem a FAPERJ, em Minas os universitários recorrem à FAPEMIG e assim por diante. No total, existem 22 FAPs.
Pelas FAPs o valor da bolsa de Iniciação Científica é 695,70 reais, conforme a tabela de valores da instituição. O período de vigência da bolsa também é de 12 meses.
Projetos de Iniciação Científica da própria faculdade: Muitas instituições de ensino, principalmente particulares, possuem o próprio fundo de fomento à pesquisa. Normalmente, essas faculdades oferecem descontos na mensalidade, em vez de bolsas de iniciação científica. Informe-se na secretaria da sua instituição.
5. Atente-se ao prazo de inscrições e devolutivas
Para conseguir uma bolsa de iniciação científica é essencial que o estudante, primeiramente, se atente ao prazo de inscrições.
No caso do CNPQ existe a abertura de editais para cada tipo de bolsa, no primeiro semestre de cada ano, normalmente entre março e abril. Então é necessário ficar atento. Depois de ter conseguido enviar o projeto, o prazo para a análise e devolutiva é cerca de 45 dias.
Já as Fundações de Amparo à Pesquisa aceitam projetos durante todo o ano por plataformas online. No caso da FAPESP, basta clicar no link. O prazo para análise e devolutiva é 75 dias.
6. Documentos necessários
Para solicitar a bolsa de iniciação científica o aluno precisa se atentar a todos os detalhes e documentos.
Algumas das principais documentações são:
Documento de Identificação do pesquisador responsável e aluno;
A relação dos demais documentos podem ser encontrados nos editais divulgados pelo CNPQ e nos sites das FAPs.
7. Critérios para seleção de projetos
Depois que o universitário entrou, de fato, no projeto de iniciação científica e enviou a proposta com todos os documentos necessários, a Comissão de Pesquisa de cada instituição avaliará se o estudante poderá ou não receber a bolsa. Alguns dos critérios são:
O estudante não pode ter vínculo empregatício: Lembre-se que estágios não configuram esse vínculo, segundo a lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008;
Qualidade do projeto de pesquisa: Quanto mais interessante, detalhada e original a proposta for, mais chances o estudante tem de ter a bolsa aprovada pela Comissão de Pesquisa;
Desempenho acadêmico: Notas vermelhas e dependências, as chamadas DPs, podem dificultar a aprovação da bolsa;
8. Obrigações do Bolsista
Você fez todo esse processo e conseguiu a bolsa de iniciação científica. E agora? Já sabe os seus deveres?
O bolsista deve ter dedicação e comprometimento com o projeto apresentado e não receber outras bolsas de modalidades diferentes. No caso do bolsista da CNPQ, o estudante deve participar do Seminário Anual de Produção Científica, levando o nome da instituição concedente do auxílio.
9. Situação da pesquisa no Brasil
A produção brasileira de pesquisa científica passa por dificuldades, falta de recursos e cortes no orçamento. Por isso é importante que os universitários valorizem e conscientizem seus pares sobre a contribuição da pesquisa para o desenvolvimento do país. O futuro está na ciência!
Quer saber mais dicas sobre pesquisas científicas? Entre no Projeto Acadêmico e tenha acesso a um mundo de informações e orientações para a sua graduação!
Descubra como produzir uma dissertação de mestrado da maneira adequada.
No meio acadêmico, novos termos, como dissertações, teses, artigos científicos, monografias, surgem e é muito comum que não se entenda a diferença entre eles. Nesse texto você aprenderá o que é uma dissertação e como funciona a sua produção ao prestar uma vaga de mestrado.
O que é uma dissertação?
A palavra dissertar significa explorar um determinado tema proposto, mas de forma abrangente, profunda e sistemática. Basicamente é um texto onde você deve defender seu ponto de vista, mas baseado em argumentos bem estruturados e com uma base concreta.
Tudo precisa ser muito fundamentado de maneira científica, ou será apenas especulação. Para isso a dissertação deve seguir uma metodologia.
A argumentação deve ser concisa e seguir um caminho, contendo começo, meio e fim. Ao ser avaliada, não serão levados em conta a opinião do pessoal do autor e outros fatores, mas sim a lógica em seus argumentos e a capacidade clara e concisa que possui de defender seus pontos de vista.
O que é mestrado?
Mestrado acadêmico é um grau de formação, sendo uma pós-graduação de teor científico. A maioria dessas pessoas se tornam pesquisadores e professores universitários. É totalmente direcionada para quem deseja seguir carreira acadêmica. É focado no âmbito profissional e possui uma dificuldade muito superior à do nível da graduação.
Lato sensu
São cursos de pós-graduação comum que tem a intenção em te especializar em determinada função. Geralmente são específicas ao direcionamento da sua formação no ensino superior, por exemplo, um administrador pode se especializar em administração de empresas em específico e uma pessoa que se formou em gastronomia pode se especializar em uma culinária específica, como a italiana ou brasileira.
Stricto sensu
É a especialização mais fechada direcionada ao meio acadêmico, como mestrados, doutorados, pós-doutorados, etc. É obrigatório para quem deseja seguir carreira nessa área.
Como conseguir fazer um mestrado?
O mestrado acadêmico, assim como a graduação superior, requer aprovação. A diferença é que o corpo docente e banca que irão te aprovar são compostos por pessoas que já estão inseridas no meio acadêmico e vão analisar a sua capacidade de contribuir.
Para se manter no meio acadêmico, com uma boa carreira, é necessário contribuir com o conhecimento, seja como um pesquisador que propõe novos pontos de vista e aprimora as ideias já existentes, ou como um professor que transmite o conhecimento aos alunos.
Esse teste é feito por meio de um trabalho que pode ser uma tese, artigo ou uma dissertação, etc. Ele possui regras e orientações específicas e deve ser relevante para o meio acadêmico. Só que a seleção não começa nesse ponto, todo o histórico escolar e trabalhos executados antes serão levados em conta. O ideal é que já tenha feito algo relevante para o meio acadêmico durante sua formação.
Também é necessário um teste de proficiência em um idioma estrangeiro e uma prova de conhecimentos específicos e conhecimentos gerais. Além disso, é necessária uma entrevista.
Se o indivíduo possuir indicações, pode ter mais facilidade de conseguir o mestrado, mas isso não o isenta de todas as etapas.
Produzindo uma dissertação
Você já entendeu o que é uma dissertação e como funciona a sua base. Agora poderá conferir como produzir uma para qualquer situação no meio acadêmico, além de entender as condições especiais para a produção da sua dissertação em um teste de mestrado. Confira abaixo:
Deve seguir uma metodologia científica. Geralmente não é experimental, pois se fosse o caso, a dissertação poderia se desenvolver e se tornar uma tese;
A dissertação é subjetiva, mas ao apresentar suas ideias precisa ser claro e conciso, de maneira que os avaliadores te entendam e seu trabalho seja adequado para divulgação;
Suas fontes precisam ser extremamente confiáveis. De preferência bem estruturadas no meio acadêmico, pois erros de carreira nesse âmbito costumam ser lembrados;
Você precisa ter domínio de outro idioma que seja pertinente ao seu projeto. Geralmente inglês ou espanhol, mas estiver fazendo uma dissertação sobre um fenômeno na Alemanha, o idioma complementar pode ser alemão;
O seu projeto tem que ter relação com a área que deseja trabalhar. Se um jornalista quer fazer mestrado em arqueologia, precisa produzir uma dissertação que abranja o tema;
Cuidado com referências. Se nos TCCs a questão de direitos autorais já é levada muito a sério, quando se trata de se introduzir nesse meio, você vai ter que ter certeza de não infringir nenhuma lei ou poderá ter problemas judiciais;
Defina um tema muito claro com um recorte específico. Os avaliadores cobrarão isso.
Obrigatoriamente sim! As normas da ABNT são indispensáveis para produção da sua dissertação de mestrado. Se você quiser produzir algo coerente e metodológico, com certeza vai querer conferi-las. Nesse quesito elas são muito úteis já que podem te orientar no caminho básico para a produção. Confira abaixo os elementos obrigatórios em uma dissertação para mestrado acadêmico, segundo as normas da ABNT:
Capa com o nome dos autores e da instituição, além do título do trabalho e data;
Os outro elemento são opcionais, mas podem complementar seu trabalho se for coerente com a proposta, por exemplo, listas de imagens, caso contenha muita informação visual ou agradecimentos e dedicatória, caso o trabalho tenha tido a ajuda de alguém que realmente colaborou para tudo.
Detalhe que tanto no desenvolvimento quanto nas considerações finais você tem a liberdade de expor opiniões, mas tudo deve ser muito coerente. É melhor inserir o elemento “Discussão” e desenvolver seu ponto de vista mais livremente (cuidado para não se perder, tudo tem que ter coerência).
Desenvolvendo seu projeto acadêmico
Agora que você já sabe o que precisa para produzir sua dissertação para mestrado acadêmico, já pode colocar em prática. Caso ainda haja alguma dúvida sobre os elementos das normas da ABNT ou sobre outros termos acadêmicos, é só conferir o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar tudo que precisa para se introduzir no universo acadêmico e científico.
Confira as melhores ideias para produzir um TCC com o tema alfabetização de maneira inovadora.
Você está buscando o tema para produzir um TCC? A alfabetização é uma pauta interessante que pode ser abordada de diversas maneiras. Abaixo você poderá conferir 7 dicas para produzir um trabalho acadêmico sobre o assunto.
Escolha o tema de acordo com suas condições
Antes de produzir um TCC sobre alfabetização é preciso ter certeza de que o tema é algo que você consiga desenvolver e mais importante do que isso, um tema que seja confortável de desenvolver. O TCC é um trabalho sério e pode pesar muito na vida de quem deseja seguir carreira acadêmica.
Não é o melhor momento para arriscar e escolher algo que não tenha familiaridade ou que não tenha perspectiva de desenvolvimento. Por outro lado, com a metodologia correta e um esquema de pesquisa adequado, você pode criar trabalhos de muita qualidade.
Modelos e exemplos de TCC sobre alfabetização prontos
Se você optou por alfabetização, provavelmente apresentará seu trabalho como uma monografia. Talvez até arrisque produzir dissertações e artigos científicos se seu orientador apoiar a ideia. Dificilmente produzirá algo audiovisual, se o seu curso permitir. O assunto é complexo e muito amplo e será preciso muito conteúdo para poder explicá-lo.
Seu TCC precisa ser claro e objetivo. Não adianta definir que o tema é alfabetização e fugir disso no desenvolvimento ou criar algo incompleto e que não chega a lugar nenhum. Para isso precisará de um recorte específico. Seu orientador pode te ajudar com isso, mas você conferirá ótimas ideias abaixo.
2. Evite os temas mais usados
Com uma simples pesquisa de TCCs sobre o tema alfabetização você perceberá que a maioria dos trabalhos acadêmicos focam a alfabetização no período escolar e na infância. Propondo teorias, novas técnicas, possibilidades, etc.
Isso é válido, mas você pode buscar recortes diferentes como a alfabetização de adultos ou até mesmo a alfabetização de idosos. A idade é apenas um fator, pois você também poderia citar a alfabetização de pessoas que possuam algum tipo de deficiência, como os cegos ou os surdos.
Nesse caso seria preciso tomar cuidado pra não levar o tema para libras ou braile e sim focar no processo de alfabetização em si.
Existem ainda os processos de alfabetização de pessoas com problemas como autismo ou síndrome de down. São temas interessantes já que os processos e cuidados necessários para essas pessoas são especiais e você notará que não encontrará muito material sobre o tema.
3. Você pode estudar os analfabetos
Para que o fenômeno da alfabetização ocorra é claro que o indivíduo precisa ser analfabeto ou semianalfabeto. A partir disso, você pode construir seu desenvolvimento sobre como os processos de alfabetização precisam de adaptação e melhora, já que o número de analfabetos é alto e o de semianalfabetos é um absurdo.
Ao olhar para o lado oposto, você pode ter uma melhor noção da alfabetização, percebendo como cada pessoa possui necessidades especiais. Tudo isso pode proporcionar mais profundidade e fundamentar seu trabalho. Nesse caso, tenha o tato para que seu trabalho que possui o tema alfabetização, não fale mais sobre o analfabetismo do que o processo de alfabetização em si.
4. Seja atual e original
Pense fora da caixa. Por exemplo, o número de imigrantes que vêm para o Brasil está aumentando. Pessoas fugindo de guerras no oriente médio, além de muitos casos dos países vizinhos, como os venezuelanos estarem entrando no país.
Já pensou em como é a alfabetização dessas pessoas ao aprender o português? No mínimo a alfabetização de crianças que precisam ir à escola ou que estão nascendo agora. Quase não existe material sobre o assunto e você pode criar um TCC único!
5. Você não precisa ser atual, mas pode focar no passado
Se você está fazendo um curso de história, por exemplo, seu TCC pode tratar da alfabetização dos indígenas. Sobre como eram os processos, que idiomas aprendiam, se isso afetou sua cultura e o fizeram perder ou não a identidade.
Isso não é algo tão distante assim. Até o final século passado os indígenas ainda eram influenciados e aprendiam idiomas como latim, além do português e tiveram influências religiosas diretas ao ponto de tribos ficarem divididas.
6. Você não precisa ser abrangente, pode focar em uma região
Existem muitas ONGs de alfabetização. Algumas são especializadas em adultos e outra são gerais, mas a maioria delas focam em atender uma determinada comunidade. A intenção é incentivar os estudos e muitas vezes retirar pessoas do crime.
Você pode acessar essas ONGs, já que muitas estão abertas ao público, conhecer as pessoas que são ajudadas, como desenvolvem seus métodos de ensino. Algumas possuem relações internacionais e até mesmo programas para alunos com problemas de vista, que, aliás, é a causa de muitos alunos terem problemas com os estudos, inclusive se afastando da escola.
7. Siga uma metodologia adequada
Para que seu trabalho seja considerado coerente, você deve seguir uma metodologia de pesquisa estrita que irá fundamentar seu conteúdo. E isso vai muito além de escolher um tema para produzir seu TCC.
Você pode optar por apenas realizar pesquisas bibliográficas que são teóricas e podem ser feitas em livros, materiais didáticos, outros TCCs sobre o tema e online, mas para um trabalho completo o ideal é que tudo seja feito na prática com pesquisas experimentais.
Busque conhecer as pessoas que estão em processo de alfabetização e quem são os alfabetizadores. Seu TCC será muito mais impactante. Se o seu foco são crianças no processo de alfabetização, busque escolas, se forem adultos, busque as organizações que fazem isso.
Conheça o Projeto Acadêmico
Você já conferiu as melhores dicas para produzir um TCC com o tema alfabetização e viu como criar recortes únicos que ainda não foram colocados em prática. Não precisa esperar chegar o ano do seu TCC para dar início. Você pode adiantar as coisas.
Se você está procurando mais temas para seu TCC ou está buscando entender quais são os formatos possíveis, você precisa conhecer o site Projeto Acadêmico. Não se preocupe com as normas da ABNT, pois lá você pode conferir tudo sobre como utilizá-las e qualquer informação para que se dê bem na sua vida acadêmica.
Com as mudanças no mercado de trabalho, cada vez mais pessoas se tornam donas do próprio negócio. Surgem então os microempresários individuais (MEI). Entenda o que é e como funciona o MEI no mercado profissional e as melhores dicas para produzir seu TCC com esse tema.
O que é o MEI
Para ser considerado um MEI, você precisa ter CNPJ, que é o cadastro nacional de pessoa jurídica. A partir disso você pode entrar em outras classificações.
O microempresário individual é classificado dessa maneira por ter no máximo só um funcionário. Acima disso, já pode ser considerado, microempresa, trata-se de uma identificação diferente.
Os MEIs são, geralmente, freelancers e não podem estar vinculados como sócios ou gestores e titulares de outras empresas. Eles costumam ser seu próprio produto, oferecendo seus serviços.
Ao retirar o CNPJ você pode ser classificado como microempresário individual, portador de pequena empresa, média ou grande. É necessário entender sobre as condições necessária para cada classificação, visto que cada uma delas possuem custos diferentes.
Confira abaixo 8 dicas para construir seu TCC sobre microempresários individuais:
1. Veja a situação por diversos prismas
Você pode abordar a questão da burocracia para os microempresários, pois embora sejam títulos fáceis de conseguir, é preciso muito cuidado para mantê-los, já que a partir do momento que o negócio se expande até certo ponto, você não pode usar mais certo título.
Outro ponto de vista seriam as mudanças no mercado de trabalho e o surgimento de tantos empreendedores. Muitos deles são microempresários individuais que possuem negócios de sucesso sem depender do vínculo com nenhuma empresa. Quais seriam as mudanças com a alta introdução de MEIs no mercado? Isso tende a diminuir ou aumentar?
Você ainda pode definir a experiência dos freelancers e como conseguem se manter no mercado de trabalho, estudando os MEIs de muito sucesso e os que estão com dificuldades, explicando o andamento do mercado.
2. Busque conhecer universo MEI na pele
Solicitar um CNPJ para se tornar um microempresário é uma tarefa fácil e com poucos custos. Você pode experimentar pessoalmente e intensificar a pesquisa para seu TCC buscando viver esse universo.
Investigue os sites e os locais que abrem espaço para o trabalho dos MEI e, se possível, trabalhe como um por um tempo. Assim você terá um repertório muito mais profundo para tratar do tema, do que teria se apenas fizesse pesquisas em livros e na internet.
O que não significa que pesquisas online, como por exemplo, os sites que disponibilizam vagas possuem padrões, empresas que preferem contratar profissionais ali ou em livros que retratam como esse mercado surgiu, para ter uma noção do que já mudou até agora, não sejam importantes e até mesmo essenciais para seu TCC.
3. Conheça microempresários
Tente conversar com microempresários, nem que seja online, para entender como se introduziram no mercado e como se mantém. Você pode até buscar pessoas que fizeram negócio crescer para ter uma noção de como saíram de MEI para uma grande empresa, por exemplo.
Pesquisas meramente bibliográficas não vão deixar seu TCC completo. Ele precisa ser enriquecido com experiências humanas e mais profundas.
4. Escolha como apresentará seu TCC
Se você vai focar no empreendedorismo em si e em como o mercado de microempresários funciona, talvez seja interessante optar por monografias, dissertações e outros trabalhos escritos, mas se quer focar em pessoas de sucesso, com um olhar mais humano, apresentações em audiovisual são mais adequadas para passar a mensagem, ainda mais se a pessoa em questão oferecer algumas dicas.
A maneira de apresentar é muito importante ao produzir um TCC sobre MEI.
5. Fuja dos temas mais usados
Se você pesquisar na internet, perceberá que a maioria dos TCCs sobre MEI focam em empreendedores e no mercado de trabalho em si. Esse é o um complemento do primeiro item. Busque ver a situação por novos prismas, sempre com o cuidado de não repetir nada que já foi feito. Fuja do comum para não criar algo enfadonho.
6. Conheça as áreas em que isso ocorre com frequência
Boa parte dos MEI estão na área da comunicação e trabalhando online, mas isso não significa que sejam as únicas áreas e que não existam outras promissoras.
O mercado de programadores freelancers não para de crescer, assim como microempresários individuais (MEI) com negócios de artesanatos e culinária. Existem muitas previsões para esses nichos no mercado de trabalho e a tendência é que cresçam.
7. O intercâmbio entre MEIs
O mercado de trabalho cada vez mais está abrindo espaço para que relações internacionais ocorram. Com os trabalhos online é possível que pessoas trabalhem para empresas brasileiras estando em outra parte do mundo. Surgem cada vez mais empresas digitais.
Tenha uma noção global de como esse mercado se modifica e se movimenta, afetando pessoas de diversos países. Claro que você terá que fazer um recorte específico, como “MEIs no Brasil na atualidade” ou “O futuro dos MEIs em SP”, mas ter uma noção do todo é importante para o desenvolvimento do seu TCC.
8. O mercado muda o tempo todo
Você pode ter a noção de que o mercado de freelancers é inseguro e impreciso, onde nada é certo e não se sabe o dia de amanhã, mas a verdade é que a estabilidade de empresas também é uma ilusão. Não é apenas o mercado de MEIs que muda constantemente, mas todo o mercado de trabalho em si.
Mantenha suas informações sempre atuais, pois certos detalhes que foram inseridos no seu TCC podem não ser mais válidos enquanto você ainda está desenvolvendo. Esteja pronto para fazer ajustes e correções quando necessários.
Definindo seu projeto acadêmico
Você está em dúvida sobre qual será o tipo de TCC apresentado? Não pense que não deve planejar isso só porque não está perto do fim do seu curso. É melhor planejar tudo com antecedência para que seu trabalho tenha muita qualidade. Busque no site contábeis para saber por onde começar e não ter que criar tudo do zero.
Se você precisa de dicas para se dar bem no mundo acadêmico ou se ainda sofre com as normas da ABNT, continue nesse site para não ter mais nenhum problema com o ambiente universitário.
Aprenda a produzir um relatório acadêmico, profissional ou científico!
É muito comum que estudantes que estejam elaborando seu TCC ou participando de um estágio, precisem produzir relatórios acadêmicos. Aprenda a como desenvolver seu relatório acadêmico ou científico de maneira eficiente e produtiva, seguindo as instruções abaixo:
O relatório precisa de metodologia
Metodologia significa o estudo dos métodos, ou seja, seu relatório precisa ter começo, meio e fim programados e elaborados, além de seguir as normas da universidade ou instituição para a qual você está produzindo.
O primeiro passo é ter o repertório para a produção do conteúdo. Você precisa saber do que está falando, independentemente da área, pois só assim será conciso. Para isso realize sua pesquisa da maneira mais completa possível. Confira as dicas abaixo para produzir seu relatório:
Anote os pontos mais relevantes da sua pesquisa e trabalhe inserindo cada um deles de maneira clara no seu relatório;
Planeje cada ponto que apresentará em cada parte do relatório, para não se tornar uma bagunça;
Na parte introdutória (começo), trate de deixar bem claro sobre do que se trata o relatório e o que será desenvolvido;
Na parte de desenvolvimento (meio), os pontos mais importantes precisam estar destacados, de maneira que nada relevante fique de fora;
Na parte de conclusão (fim), evite repetições desnecessárias e traga um novo olhar sobre o conteúdo;
Evite o excesso de conclusões no decorrer do relatório;
Evite o excesso de metáforas e exemplos;
Trace uma agenda. Você deve ter uma data para parar de pesquisar e começar a produzir o relatório.
Quando se trata de um relatório científico, tudo precisa ser fundamentado por conteúdos e fontes confiáveis. Já em um relatório profissional (por exemplo, em um estágio), tudo precisa ser baseado nos dados do qual você tem acesso.
É possível que algumas áreas abram o espaço para teorias, por exemplo, um relatório de caráter experimental ou teórico. Ainda assim, seu relatório precisa conter embasamento e fundamentação. Utilize sempre uma linguagem objetiva, evitando a subjetiva.
Os relatórios possuem uma parte chamada discussão, que também pode ser chamada de comentários finais. Nesse ponto, o autor pode expor seus pontos de vistas e pensamentos, independentemente da área.
Clareza e coesão são essenciais para seu relatório
Não pense que só porque é um relatório que é para você usar as palavras mais complicadas possíveis e ser prolixo. Um bom relatório é claro e conciso. A gramática precisa ser bem trabalhada para que o texto não fique enfadonho.
Dependendo da área, muitos termos técnicos são necessários para o desenvolvimento da ideia. Mesmo nesse caso, busque deixar o texto o mais claro possível. Se sua ideia estiver confusa para você, com certeza estará para os outros.
Formato do relatório acadêmico ou científico
Quando se trata de como produzir um relatório acadêmico ou científico, uma das principais dúvidas está no formato de divisão. A verdade é que isso vai variar dependendo da instituição e dos propósitos dos relatórios.
Geralmente nos meios acadêmicos e científicos, os relatórios devem seguir o conjunto de normas da ABNT. Diferentemente de relatórios profissionais que não possuem uma estrutura tão rígida.
Você deve se informar com a instituição para qual está produzindo o relatório para saber qual o padrão exigido.
Existem elementos que sempre estarão nos relatórios acadêmicos e científicos. Eles são divididos em pré-textuais, textuais e pós-textuais. Confira abaixo quais são esses elementos e como utilizá-los:
Elementos pré-textuais de um relatório
Folha de rosto que sempre conterá o nome e dados da instituição, data e o nome dos responsáveis pelo relatório;
Resumo da língua vernácula que consiste em uma resenha de no máximo 500 palavras sobre tudo que será desenvolvido no decorrer no relatório;
Sumário, que é a divisão de capítulos e marcação de páginas. Vale ressaltar que o sumário deve ser feito por último, ou deve ser desenvolvido acompanhando o relatório.
Elementos textuais
Introdução que consiste na apresentação do relatório e a primeira apresentação de ideias. Não é igual o resumo da língua vernácula;
Desenvolvimento que é onde você apresenta todas as ideias e resultados obtidos a partir de suas pesquisas. A parte central do seu relatório;
Discussão ou considerações finais, sendo a parte onde você tem mais liberdade em todo o relatório, podendo expressar suas próprias ideias e opiniões. Lembrando que precisa ser algo coerente.
Elementos pós-textuais
Referências, onde você lista todas as fontes de informação para a sua pesquisa. Independentemente de serem pessoas, livros, sites. Tudo precisa estar listado.
Embora esses elementos sejam obrigatórios para relatórios científicos e acadêmicos, isso não ocorre com relatórios profissionais, já que podem ser predominantemente visuais e gráficos. Ainda assim, eles, com certeza, possuirão alguns dos elementos citados acima.
Outros elementos de relatórios
Existem alguns elementos que não são obrigatórios, mas geralmente são encontrados em relatórios, como a capa, agradecimentos, listas, glossário, apêndice e índice. Cabe a você decidir se esses pontos são ou não compatíveis com seu trabalho.
Dicas para a elaboração
Fique atento com a parte visual e gráfica do relatório. Mesmo que não siga as normas da ABNT, o uso de fontes e espaçamento deve ser visualmente limpo e agradável;
O relatório passará por muitas transformações e replanejamentos. Sempre esteja pronto para acrescentar algo novo ou remover algo que não está bem encaixado;
Faça os elementos pré-textuais e pós-textuais depois dos textuais. Todo o trabalho gira em torno do desenvolvimento;
Busque os padrões visuais das normas da ABNT, mesmo que não sejam obrigatórios em seu relatório. Existem muitas dicas de espaçamentos e de questões visuais que podem deixar o seu trabalho muito mais apresentável;
Pesquise exemplos de relatórios acadêmicos ou científicos para ter uma base. Existem vários modelos disponíveis online, gratuitamente;
Cuidado com plágios e direitos autorais. Sempre cite os autores e fontes, principalmente se apresentar algum trecho específico.
Se você busca entender mais sobre como produzir relatórios acadêmicos ou científicos, continue a ler os conteúdos desse site, o Projeto Acadêmico. Aqui você encontra um grande complemento das informações desse texto, além de inúmeras dicas para TCCs, artigos científicos, relatórios e utilização das normas da ABNT em trabalhos acadêmicos.
Entenda como você pode fazer uma tese de doutorado e conquistar seu título.
Muitas pessoas ambicionam seguir a carreira acadêmica, seja como professor em universidades ou como pesquisador. Para tal, é preciso percorrer um certo caminho e passar por uma avaliação. Parte dela propõe que você produza uma tese. Aqui você vai entender tudo que precisa para fazer uma tese e conseguir o título de doutor.
O que é doutorado?
Doutorado é uma pós-graduação stricto sensu. Para ser mais claro, é uma especialização direcionada ao ambiente acadêmico e científico.
Diferentemente do mestrado que é um pouco mais abrangente e abre, ainda que pouquíssimas, brechas para que o foco do trabalho não seja necessariamente no ambiente acadêmico, o doutorado não. Trata de titular justamente a capacidade do indivíduo em determinado campo de estudo.
Um exemplo é alguém que fez um mestrado em antropologia. Poderia trabalhar em campo, com entrevistas, pesquisas e experimentos sociais. O indivíduo que busca o doutorado terá algo totalmente voltado ao âmbito acadêmico. Será estritamente científico.
Doutorado vem depois de mestrado?
Não necessariamente. Embora a maioria das pessoas escolham esse caminho, até mesmo porque o mestrado te dá a oportunidade para atuar no campo acadêmico e desenvolver sua tese, no entanto existem pessoas que conseguem criá-la sem precisar de mestrado, “pulando etapas” por assim dizer.
Pelo fato do doutorado exigir uma tese, que é o tipo de projeto mais respeitado e aceito no meio acadêmico, exige grande familiaridade com o tema. A formação no mestrado e o conviver cotidianamente nesse ambiente podem favorecer as condições que o indivíduo tenha de produzir a tese de doutorado, mas não se fazem necessárias em todos os casos.
O que é uma tese?
Ao falar de tese, sempre lembre hipótese. O prefixo “hipo” indica inferior, abaixo, aquilo que é menor, menos. A palavra tese significa verdade. Hipótese é o sinônimo de teoria. Algo que ainda pode ser provado ou algo que precisa ser provado.
Já a tese se trata de algo que já foi cientificamente comprovado, através de uma rígida pesquisa e metodologia. Obrigatoriamente necessita de uma pesquisa experimental e de resultados concretos que não abram margens de dúvidas.
Por isso a tese de doutorado é mais complicada que a dissertação de mestrado. Até o mestrado, você pode elaborar teorias e tentar colocá-las em prática. Para conseguir o título de doutor, elas já devem ter sido comprovadas e avaliadas.
Como começar a elaborar a tese
Tendo em mente que você precisa de algo concreto, você precisa, no mínimo, ter o ensino superior completo para prestar o doutorado. Isso não significa que você não possa trabalhar na pesquisa de sua tese antes do término (existem pessoas que iniciam até mesmo antes da faculdade).
Existem alguns passos básicos que são aplicáveis para qualquer pessoa que queira produzir uma tese:
1. Definir o tema e teoria
Se você precisa de algo concreto, é claro que isso deve partir de uma teoria. Por exemplo, um cientista percebe que as partículas de determinado material se comportam de maneira diferente quando expostas à uma classe específica de gases.
Em cima disso, o cientista pode criar várias hipóteses prováveis para confirmar seu ponto de vista. A tese é justamente testar esses pontos de vista até chegar a algo concreto e real, descobrindo a razão. Se não descobrir, o projeto não pode ser considerado tese, mas se encaixaria em outras classificações.
2. Tudo precisa ser original
Nada de criar releituras ou algo que outra pessoa já propôs. Para isso existem dissertações, artigos e outros tipos de trabalhos científicos. A tese exige algo totalmente novo.
3. Direitos autorais
Você pode ter problemas judiciais se não prestar atenção nessa parte. O meio acadêmico é muito sério quando se trata do conteúdo intelectual produzido. Trate de referenciar adequadamente todo o material que não for seu na sua tese.
4. Seu conteúdo será avaliado também pela relevância
Propor uma tese que não seja tão relevante e colabore com o conhecimento pode diminuir o valor de sua tese. Existem classificações feitas em cada país que avaliam justamente o quanto o trabalho é relevante para o meio científico e acadêmico.
5. Siga a metodologia correta
Seu trabalho precisa de uma pesquisa experimental, isso é uma pesquisa que coloca os elementos pesquisados em observação na prática, que é o meio de pesquisa mais respeitado. Isso requer método e procedimentos bem especificados que se não forem seguidos podem desvalidar seu trabalho.
Produzindo a tese de doutorado nas normas da ABNT
Como a maioria dos trabalhos acadêmicos, ao produzir uma tese de doutorado você deve seguir as normas da ABNT. Os elementos obrigatórios são:
Basicamente são os mesmos elementos obrigatórios na produção de uma dissertação de mestrado. Você pode adicionar outros elementos para tornar o seu trabalho mais completo.
Nessa altura do campeonato não é adequado ficar só no básico. É claro que não precisa criar uma lista de imagens se sua tese possui poucas imagens, mas não hesite em acrescentar outros elementos como discussão, epígrafe e outros elementos que não são obrigatórios, mas que podem complementar o seu trabalho com um toque pessoal e tornar clara a sua identidade e espaço no meio acadêmico.
Tenha em mente que muitas pessoas lerão a sua tese por inteira e avaliarão, escreverão críticas e artigos. O meio acadêmico é exigente com o conhecimento.
Busque outras teses na instituição em que você pretende prestar para conseguir o título de doutor. Você vai compreender melhor o padrão de qualidade e será mais fácil para conseguir a aprovação. Você também pode buscar teses pertinentes ao seu conteúdo que estejam disponíveis gratuitamente na internet.
Conquiste seu título de doutor
Você já sabe o que é necessário para iniciar a produção de sua tese. Se você possui as teorias, não precisa esperar um mestrado para colocá-las a prova. Utilize uma metodologia experimental e transforme suas hipóteses em teses.
Se quiser saber mais sobre o meio acadêmico e outros tipos de trabalho ou ainda se as normas da ABNT não estão tão claras, acesse o site Projeto Acadêmico e confira tudo que você precisa para seguir uma carreira adequada no meio ou somente se dar bem na faculdade e no seu TCC.
Saiba quais são os assuntos que a área técnica da saúde da mulher aborda e como transformar isso em temas para o seu TCC.
As mulheres são maioria em meio à população brasileir, e por isso atualmente se fala muito mais sobre a saúde delas, de forma a conscientizá-las para que se mantenham bem.
Desta forma, esta temática que se refere à saúde feminina é uma ótima abordagem para um TCC, pois além de alcançar um público maior, é um tema atual que possui um enorme leque de informações, capaz de despertar o interesse de todos.
Se bem explorado, este tema pode render um excelente trabalho acadêmico, pois já que este é um projeto obrigatório para a conclusão de cursos de graduação, falar sobre temas atuais e importantes para a população, como a saúde da mulher, pode ser uma vantagem muito grande.
Se você está em dúvida em relação ao tema para o seu TCC e se interessou sobre o assunto, continue a leitura deste artigo e confira algumas dicas e informações bem como alguns dos aspectos mais importantes relacionados à saúde feminina.
O que é a saúde da mulher?
Esta é uma área técnica da saúde, responsável exclusivamente por dar assistência às mulheres, que vão desde seu acompanhamento ginecológico, assim que for preciso, até mesmo a assistências psicológicas no auxilio contra violência, bem como proteção a mulheres negras e da comunidade LGBT.
Todos os acontecimentos que envolvem a mulher desde o princípio, são abordados por esta área da saúde.
Temas que podem ser abordados em um TCC sobre saúde da mulher
Um tema relacionado à saúde feminina e que pode ser trabalhado ao final do curso em um trabalho acadêmico é em relação às principais doenças que acometem as mulheres.
Durante todo o ano, é possível acompanhar campanhas e comerciais que se referem à saúde da mulher em vários aspectos, desde sua juventude até alcançar uma idade mais avançada, um exemplo disso é a campanha do outubro rosa, que se utiliza deste mês para conscientizar a população feminina em relação ao câncer de mama e incentivá-las a realizar todos os exames necessários para preveni-lo.
Essas campanhas surgem porque algumas das principais doenças que acometem as mulheres ainda possuem uma grande incidência no meio feminino, o que exige conscientização das mesmas bem como a realização de exames específicos para prevenção ou tratamento dessas doenças.
Como são mais numerosas, as mulheres também são as principais usuárias do Sistema Único de Saúde, o SUS, o que também explica as diversas campanhas.
Algumas das principais condições que podem chegar as mulheres são:
Todas estas doenças exigem algum tipo de tratamento e também possuem, pelo menos, alguma maneira de prevenção, o que pode ser abordado e trabalhado no TCC.
2. Prevenção das principais doenças que acometem as mulheres
Esta também é uma temática que pode ser abordada como ideia principal de um trabalho acadêmico, de forma a alertar quanto aos perigos de não se prevenir e incentivar as mulheres a realizarem os exames corretamente.
Utilizando a prevenção como principal tema, o TCC deve conter informações como:
Principais exames a se realizar;
Frequência com que os exames devem ser realizados;
Acompanhamento médico;
Exames de rotina;
Atividades que podem auxiliar na prevenção;
Rotina diária;
Alimentação adequada.
As mulheres não precisam se prevenir somente contra doenças como o câncer, então também é válido que você cite em seu trabalho sobre a saúde sexual das mesmas, para evitar não só doenças sexualmente transmissíveis, como também problemas vaginais ou uma gravidez indesejada.
Outra dica é apresentar quais são os principais métodos contraceptivos e os mais indicados para que, caso queira, a mulher já saiba o que conversar com seu ginecologista em relação a qual a maneira correta de utilizar estes métodos e qual o mais adequado a ela.
Aspectos relacionados ao acompanhamento na gravidez e exames necessários, como o pré-natal, também fazem parte da saúde da mulher e podem ser abordados no corpo do trabalho acadêmico.
3. Proteção da mulher
Outro aspecto importante e que pode ser abordado como temática principal no TCC, são os aspectos de proteção à mulher.
Proteção para mulheres que sofreram com a violência doméstica ou vivenciaram ataques de qualquer outro tipo, seja ele sexual, psicológico, de raça ou gênero, também fazem parte da área técnica da saúde da mulher.
Atendimento e assistência completa, principalmente psicológica para ajudar a comunidade feminina que precisa, é essencial e por meio de um TCC com esta temática, este assunto pode passar a ser mais conhecido e auxiliar muitas pessoas que se encontram em uma dessas situações.
Não esqueça nunca que qualquer que seja o tema, as normas da ABNT devem ser colocadas em prática e aplicadas durante todo o trabalho com a finalidade da padronização e para facilitar a leitura do mesmo quando finalizado.
Temas mais utilizados
Há uma abordagem maior em relação aos seguintes temas relacionados a área técnica da saúde da mulher:
Câncer de mama;
Câncer no colo do útero;
Prevenção do câncer;
Exames imprescindíveis para prevenção de doenças que acometem as mulheres;
Proteção à mulher;
Assistência física e psicológica a mulher;
DSTs;
Aborto;
Entre outros.
Saiba como elaborar o seu TCC de forma correta
Agora que você já possui algumas ideias de temáticas que envolvem a saúde da mulher, você precisa desenvolver bem o seu trabalho acadêmico para alcançar nota 10 e se formar com honras.
Para isso, esse site, o Projeto Acadêmico, está repleto de dicas e tutorias de como desenvolver todo o seu TCC, ao acessá-lo site você terá, além de sugestões de temas, auxílio para elaboração do projeto, desde a capa do seu trabalho, referências e até mesmo como revisar o seu trabalho.
Entenda a definição e como produzir um projeto político pedagógico!
Você já ouviu falar no termo? Sua abreviação é PPP e está mais presente em nossas vidas do que parece. É um tema que pode ser usado nos TCCs ou mesmo ser produzido por algumas pessoas que possuam em mente um programa adequado. Você entenderá tudo sobre o tema para produzir um TCC:
Definição de projeto político pedagógico
Você já deve ter ouvido falar de políticas públicas. Basicamente são projetos e planos que visam melhorar a qualidade das pessoas nas mais diversas áreas, como transporte, educação, saúde, segurança, entre tantos outros. Podendo, inclusive, serem produzidos pelos próprios cidadãos, que muitas vezes são incentivados a participarem.
Os PPPs são projetos focados no sistema de pedagogia inseridos nas escolas. Quais livros os alunos lerão? Quais apostilas serão distribuídas anualmente? Quais matérias são pertinentes e quais serão dispensáveis? Tudo isso é definido nos projetos.
O projeto possui várias etapas e é geralmente conduzido pelos diretos da instituição, mas todo o processo é colaborativo com diretrizes para todos. Os professores, pelo contato direto com os alunos e por conhecerem melhor suas necessidades, participam mais do que qualquer um. Coordenadores e outros funcionários também fazem parte.
Qualquer instituição de ensino é obrigada a produzir um projeto político pedagógico e devem seguir por direções específicas, de acordo com as leis e regulamentos existentes no Brasil.
Embora existam essas leis, é criada uma certa liberdade em cada escola para decidir a melhor maneira de desenvolver o conteúdo programático e como lidar com os alunos.
A construção de um projeto político pedagógico
Cada instituição de ensino possui PPPs únicos, considerando suas dificuldades, seus pontos fortes, perfil dos funcionários e dos alunos, participação dos pais, o fato de ter recursos ou não, etc. Eles são considerados pilares da instituição, uma vez que propõe as metas e objetivos a serem conquistados.
Confira abaixo como funciona a construção básica de um projeto político pedagógico:
Antes de mais nada, é preciso ser feito por pessoas adequadas. O próprio nome “pedagógico” já indica que requer a participação de profissionais da área.
É possível que até mesmo os pais e alunos participem, mas tudo deve ser devidamente separado. Existem pessoas capacitadas para construir esses planos. Os responsáveis da instituição podem convocar especialistas em pedagogia;
Grade Curricular: Deve-se ficar bem claro todas as matérias que serão transmitidas para os alunos até que o projeto passe por outra mudança. A maneira da qual tudo é ensinado é discutível e mutável;
Capacidade dos professores e gestores: É preciso estar claro quais são as formações dos professores e ter certeza de que podem ensinar determinadas matérias. Os gestores também precisam ter a capacidade de gerir todo o processo e acompanhar de perto;
Planos de ação: É preciso tratar estratégias, muitas vezes feitas com gráficos e roteiros, sobre as aulas. Os professores não dão aulas simplesmente por dar. A maioria deles traçam planos de ensino e organizam todo o conteúdo e como irão transmitir em cada aula;
Os recursos devem ser colocados em pauta. Escolas particulares podem produzir determinados projetos, enquanto as públicas podem produzir outros;
Embora consultores possam ser contratados, usar projetos prontos e não contar com a opinião dos funcionários internos pode ser problemático e levar o PPP em uma direção que não condiz com as condições da instituição;
Embora as instituições devam apresentar o documento obrigatoriamente, isso não significa que ele não se atualiza e não seja discutido quando algo novo ocorre.
Inserindo o tema de projeto político acadêmico no TCC
Pode ser um tema muito pertinente para quem estuda pedagogia ou para quem não optou por bacharelado e sim por licenciatura. Não é difícil encontrar artigos e dissertações sobre o assunto na internet, inclusive TCCs muito bem elaborados.
Você não precisa seguir na área da educação especificamente para produzir um TCC sobre o tema. Você pode relacioná-lo com diversas outras áreas.
Busque pontos de vista diferentes
Os PPPs chamam a atenção de muitas pessoas por conta do vasto planejamento e a estruturação. Por isso você encontra muitos trabalhos acadêmicos na internet como “Projetos políticos pedagógicos e a relação com a gestão da sociedade” ou em relação à gestão de empresas.
Se esse é o tema que escolheu, busque um ponto de vista diferente para não ficar igual ao de outras pessoas. Para isso você precisará ter um grande repertório e realizar pesquisas com metodologia.
Busque conhecer projetos na prática
Não se limite a fazer pesquisas em trabalhos acadêmicos na internet ou em livros. Conheça as realidades nas escolas. Veja os projetos em seu desenvolvimento e sendo aplicados na prática.
Escolas públicas são muito abertas e receptivas para o público, principalmente se estiverem perto de você e propõem eventos para que os pais e alunos participem. Dependendo da sua formação, você pode até mesmo ajudar na produção.
Universidades públicas também são muito abertas para o público e incentivam os alunos a participarem de seus projetos e planos.
Os projetos costumam estar disponíveis online e algumas instituições criam murais com resumo para que os alunos entendam a proposta. No entanto isso não é a mesma coisa de verificar tudo na prática. Pode ser crucial para definir o tema para seu TCC.
Posso criar um projeto político pedagógico?
Se você planeja criar um projeto político pedagógico, saiba que isso deve ser feito por profissionais em pedagogia. Ao trabalhar em alguma instituição de ensino, você tem a oportunidade de opinar e participar diretamente.
Isso não é feito sozinho, visto que é preciso ter noção de todos os profissionais envolvidos e eles, por estarem envolvidos, terão seu espaço para opinar.
Se não é nenhum pedagogo ou professor, saiba que, como aluno, você pode conhecer os projetos da instituição em que estuda e pode participar propondo seus pontos de vista.
Construindo seu projeto acadêmico
É comum que universitários confrontem novos termos que nunca viram antes e busquem fontes de informações para entender melhor. Quando chega o momento da conclusão do curso, a definição de temas pode ser o passo mais complicado para algumas pessoas.
Se você ainda não definiu o tema para seu TCC, acesse o site Projeto Acadêmico e confira muitas dicas para finalmente fazer essa escolha. Você também pode conferir tudo sobre as normas da ABNT e o que mais precisar para se dar bem na vida acadêmica.
Entenda quais são os tipos de ensaios e como fazê-los!
O ensaio científico ou ensaio acadêmico é comum nas universidades, se tratando de um gênero textual onde o autor expõe seu ponto de vista sobre o tema baseado em uma pesquisa.
1. Sobre o ensaio científico ou ensaio acadêmico
A primeira coisa que você precisa entender ao fazer um ensaio científico ou acadêmico é que é uma proposta teórica, onde se investiga e pesquisa determinado tema, a partir de obras de outros autores para então propor a sua própria opinião.
Diferente de muitos gêneros acadêmicos, o ensaio científico abre bastante espaço para o subjetivo e para que você teorize, mas isso não significa perder o bom senso e criar algo que os outros não possam entender. Confira abaixo alguns itens que te ajudarão a produzir um ensaio científico:
É um gênero textual mais curto e breve do que teses, dissertações e outros textos acadêmicos. Vá direto ao ponto, ainda mais por se tratar de algo pessoal e muitas vezes subjetivo;
O ensaio científico, obrigatoriamente, deve conter a opinião do autor e uma reflexão subjetiva, mas é preciso ter cuidado para não se perder no processo. Os outros precisam entender do que se trata;
A linguagem deve ser o mais simples possíveis, mesmo se tratando do meio acadêmico. Use termos técnicos apenas se forem pertinentes ao desenvolvimento do trabalho;
A proposta precisa ser inovadora e apresentar algo diferente, um problema, uma discussão, uma crítica, tudo de maneira concisa;
Ao expor sua opinião e reflexão subjetiva, certifique-se de que tudo é fundamentado em fontes confiáveis.
2. Não confundir com ensaio literário
Ensaios por serem gêneros textuais específicos, podem ter muitas semelhanças, mas o ensaio científico ou acadêmico é diferente do ensaio literário.
O ensaio literário abre margem para a subjetividade de maneira que o científico não permite. Além disso o ensaio literário não precisa ter fundamentação científica. Não confunda os tipos de ensaios.
3. Conheça as normas da sua instituição
O padrão é que a instituição exija as normas da ABNT, no entanto, um ensaio científico não precisa ser feito apenas em universidades e faculdades. Pode ser algo profissional, como em um centro de pesquisa.
Descubra quais são as normas da sua instituição para produzir um ensaio científico de maneira adequada. A estruturação do trabalho é tão importante quanto o conteúdo.
Geralmente os ensaios permitem uma liberdade maior por parte dos autores e não seguem uma estrutura rígida, sendo que toda a questão formal dependerá das exigências da instituição, na ocasião.
4. A estrutura básica do ensaio científico
Ao fazer um ensaio científico existe uma estrutura básica que precisa ser seguida, de acordo com as normas da ABNT. Mesmo que você não tenha a obrigatoriedade de normatizar seu trabalho dentro das regras, precisa entender o que é necessário para que não fique incompleto:
Atenção especial na discussão, que é onde você deve expor sua opinião e reflexão, inclusive de maneira subjetiva e a bibliografia, que é onde você listará todo o material e as fontes da sua pesquisa para a produção do trabalho.
Alguns itens que não são obrigatórios são muito bem-vindos, como anexos, índice e listas. Isso, além de enriquecer seu trabalho, pode melhorá-lo esteticamente e lhe dar mais fundamentação.
5. Organizando seu ensaio científico
Para organizar seu ensaio científico ou acadêmico, além da estrutura obrigatória e das normas da ABNT, é preciso seguir alguns pontos para que a possibilidade de ser subjetivo não faça com que você fuja muito do tema. Confira os itens abaixo para entender melhor:
Defina um tema, e faça toda a discussão subjetiva e objetiva girar em torno dele e mesmo que precise abordar outros pontos, sempre volte ao objetivo central;
Problematize, critique, questione o seu tema. Você mostrará um ponto de vista diferente e não reafirmar o que já está afirmado. Não produza algo que já existe;
Utilize cada parágrafo para tratar um assunto. Lembre-se de ser o mais objetivo possível, mesmo lidando com a subjetividade. Além disso, ensaios não devem ser muito longos;
A consulta das fontes é uma das partes mais importantes do ensaio. Você irá expor toda a origem de sua pesquisa na bibliografia. Escolha sempre fontes confiáveis.
Desenvolvimento geral do ensaio acadêmico ou científico
Trace um cronograma para a produção de cada item do seu trabalho, não se demore muito em nenhum item, mas também não deixe de dar atenção, principalmente para pesquisa, desenvolvimento, discussão e acervo bibliográfico;
A pesquisa precisa ter uma data de início e de fim. Não realize a pesquisa ao mesmo tempo em que estrutura e escreve seu ensaio. Você não conseguirá se dedicar totalmente a nenhum dos dois;
Não realize pesquisas apenas na internet, com certeza em sua instituição existem outros exemplos de trabalho, teses, dissertações, monografias e você achará algo que poderá complementar o seu trabalho;
Pesquise e utilize as normas da ABNT mesmo que na sua instituição não seja obrigatório. Isso pode te ajudar muito a organizar seu ensaio científico;
A argumentação e discussão deve se associar perfeitamente com o desenvolvimento e tema central. Um texto conciso é obrigatório;
Se necessário e ainda houver insegurança, faça rascunhos do ensaio científico;
Tome nota sobre tudo que for relevante em sua pesquisa. Tomar nota é bem diferente de iniciar o ensaio em si;
Pesquise modelos de ensaios científicos, acadêmicos e até mesmo literários para não iniciar seu projeto sem base nenhum. É possível até mesmo baixar documentos que já vem estruturado;
Utilize uma metodologia científica para desenvolver e organizar o seu trabalho. Isso, além de facilitar as coisas, pode torná-lo muito mais coerente. Por exemplo, uma metodologia para realizar a sua pesquisa é importante, pois existem vários tipos de pesquisa.
Se você está com dúvida na produção de um ensaio científico, TCC ou qualquer trabalho acadêmico, você precisa conhecer o site Projeto Acadêmico. Você terá qualquer dúvida respondida a respeito das normas da ABNT, qualquer tipo de trabalho acadêmico, científico temas, tudo isso com exemplos e modelos para você se inspirar e desenvolver algo com qualidade.
Está difícil organizar o seu TCC? Então acompanhe as dicas deste artigo que seu trabalho ficará impecável!
Organização é a palavra de ordem
Ao elaborar seu TCC de acordo com as normas ABNT para trabalhos acadêmicos o foco principal para se ter sucesso está centralizado em uma palavra: organização.
Organização é algo importante e essencial em todos os aspectos da vida humana. Em especial na vida acadêmica.
Para tudo na vida precisamos de organização: nos afazeres, estudos, rotina de trabalho, compromissos…No TCC então, nem se fale.
Sem organização seu trabalho não sairá do chão, você terá dúvidas recorrentes que irão atrasar a entrega e até mesmo lhe prejudicar.
Lembramos que não existe uma receita milagrosa para organizar o tempo e ainda assim tirar nota máxima no TCC. Mas duas palavras de ordem são necessárias: Organização e empenho.
Se organização é a primeira palavra importante, empenho é a segunda.
Ao organizar seu tempo e criar um cronograma de ação para não extrapolar datas e entregar tudo no prazo correto suas chances de sucesso aumentam de forma considerável.
Imprevistos podem e vão acontecer, você precisa ter isso em mente. Mas com a organização prévia você terá as ferramentas necessárias para lidar com os imprevistos usando de jogo de cintura e sem prejudicar seriamente o andamento do trabalho.
O “bichinho” da procrastinação
Este é um grande problema que atinge a comunidade universitária: a procrastinação.
O cansaço bate só de pensar no passo a passo de um TCC, não é mesmo? É aí que mora o perigo.
Organizar um TCC dá trabalho e dispende tempo. Isso é fato. Por isso procrastinar só amplia seu trabalho, jogando-o para amanhã ou “quando der”.
Haverão dias que você estudará menos do que o previsto, mas tente compensar no dia seguinte.
Separe também os dias para “não fazer nada”, já que seu cérebro necessita de lazer e descanso para continuar rendendo. Tire o dia para relaxar e não pensar em TCC.
Assim no dia seguinte, suas energias estarão renovadas para a etapa seguinte.
Depois destas informações básicas passaremos agora vamos às dicas de organização de um TCC.
1. Escolha um Tema
O primeiro que você deve fazer é escolher um tema.
Ao definir e delimitar seu tema escolha sempre algo relevante e compatível com o curso que você está fazendo.
Defina também por critério de afinidade, pois de nada adianta o tema ser relevante se você não conseguir falar sobre ele com coerência e propriedade.
Trabalhos acadêmicos precisam de uma motivação pessoal para darem certo. Se o seu tema é algo que você gosta e tem afinidade para escrever sobre é um avanço significativo na hora de pesquisar.
2. Defina a Abordagem
Quando você definir o tema será necessária escolher o tipo de abordagem, o que apresentar para a banca, o que falar sobre a temática, refinar os argumentos de pesquisa, etc…
3. Prepare a pesquisa
Ao pesquisar as bibliografias para elaboração do seu TCC você deve pensar que ela deve ter profundidade para convencer a banca que o seu tema tem base teórica de apoio.
Seu texto deve ter consistência, com uma pesquisa rica e que gere um resultado final satisfatório. Para isso, busque autores renomados na área da pesquisa que está desenvolvendo.
Escolha citações relevantes e que se encaixem no seu texto, dando credibilidade a ele. Use sempre fontes confiáveis.
É fundamental que você tenha domínio do que está pesquisando e escrevendo, para se surgirem questionamentos da banca você responda-os com propriedade de causa e conhecimento do assunto.
4. Monte uma prévia da estrutura
As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos preveem uma estrutura básica que deve ser seguida passo a passo de um TCC.
Monte uma prévia desta estrutura, colocando palavras-chave nas páginas e aos poucos ir acrescentando o conteúdo
Uma das vantagens de seguir esta estrutura como um roteiro para organizar o TCC é que você não perderá as informações pesquisadas com tanto afinco.
Não desperdice seu tempo elaborando resumos, pois são dados muito superficiais. Vá direto ao ponto.
5. Tenha controle do fluxo de conteúdo
Uma das dicas de organização do TCC é controlar o fluxo de conteúdo pesquisado, sempre tomando cuidado para não confundir as obras e os autores, já que uma informação errada pode colocar tudo a perder.
Faça sempre uma lista de autores, livros pesquisados, anote as páginas onde você encontrou informações relevantes…
6. Crie pastas de arquivos
Ao salvar seus trabalhos acadêmicos, nomeie separadamente os arquivos, crie quantas pastas e subpastas forem necessárias.
Evite também sobrescrever os arquivos. Salve-os com nomes diferentes, ou com a data da última atualização. Faça, também, arquivos com passagens que optou por deixar fora, mas que futuramente poderão ser usadas, poupando uma nova pesquisa.
Nem tudo que você leu será utilizado, portanto, lembre-se de ser seletivo no que irá colocar na versão final do seu texto e no que optará por deixar fora.
Crie pastas específicas para cada tipo de texto ou parte do TCC, como por exemplo:
Artigos de periódicos;
Notícias de jornais;
Materiais coletados na internet;
Trechos de livros;
Questionários e pesquisas aplicadas;
Lista de bibliografias consultadas;
Lista de autores relevantes;
Apanhado de alterações pedidas pelo orientador.
Nunca exclua nada até entregar a versão final, pois pode ser que você precise mais tarde daquele arquivo.
7. Estabeleça prazos e cumpra-os
Crie um cronograma pessoal de datas estimadas para entrega de cada etapa do TCC, incluindo pré projeto, TCC versão final, apresentação, entrega de correções, entre outros.
Colocar alertas em seu celular sobre as tarefas do dia também ajuda muito!
8. Foque no que é realmente essencial
Redes sociais, whatsapp, mensagens de texto… Tudo isto tira sua atenção do que realmente importa, que é a entrega de um trabalho de qualidade.
Ao iniciar seus estudos, procure desligar o celular, deixando-o para os momentos de descanso.
Faça uma pausa a cada uma hora de estudo, deixando 10 minutos para olhar as redes sociais, esticar as pernas e relaxar por alguns minutos.
O descanso é algo importante, pois se você tiver muitas horas a fio pesquisando e estudando sem parar, a sua mente vai perdendo o foco. Esses 10 minutos são eficientes para que seu cérebro descanse e retome a atenção para a próxima hora de estudo.
Seguindo estas dicas de organização de um TCC, tirar nota máxima ficou muito mais fácil, não é mesmo?
Por isso, não perca os artigos do Projeto Acadêmico! Eles estão sempre trazendo informações novas sobre TCC e outras questões relevantes que lhe auxiliam nos seus trabalhos.
Saiba as 10 principais regras da ABNT a se seguir para obter um bom trabalho de conclusão de curso.
Em algum momento da vida acadêmica, você, estudante de ensino superior, irá se deparar com o trabalho de conclusão de curso, ou como é mais conhecido, TCC.
Para redigir este trabalho, uma série de normas e regras são exigidas a fim de padronização e organização do trabalho para que ele seja bem interpretado.
Essas regras indispensáveis em um TCC são estipuladas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e são imprescindíveis para a conclusão e aceitação de um trabalho acadêmico, de forma que é obrigatório utilizá-las no decorrer do projeto.
Você que precisa redigir um trabalho de conclusão de curso e não conhece muito sobre as normas e obrigatoriedades do projeto, não se apavore, continue a leitura deste artigo e saiba, as 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir.
Para que o seu trabalho de conclusão de curso atenda às normas da ABNT, ele deve ser dividido em três partes, sendo elas:
Elementos pré-textuais;
Elementos textuais;
Elementos pós-textuais.
Fazendo essa divisão do que vem antes do conteúdo do seu trabalho, o que envolve sua pesquisa, e o que vem após, ela de forma a complementá-la, seu trabalho terá mais chances de ser melhor sucedido.
Esclarecida essa parte, vamos as normas indispensáveis em um TCC, lembrando que todas que serão citadas são obrigatórias em uma monografia.
1. Capa
De acordo com a ABNT NBR 15287:2011 – item 3.5 e item 4.1.1 a capa é um elemento obrigatório em um trabalho acadêmico, precisando conter as seguintes informações com a ordem descrita abaixo:
Nome da instituição de ensino;
Nome do autor ou autores do projeto (responsáveis intelectuais do trabalho);
Título do trabalho acadêmico;
Subtítulo do trabalho (se houver);
Cidade em que a instituição de ensino se localiza;
Ano da apresentação do trabalho.
Essas são as informações que devem estar inseridas na capa de um trabalho acadêmico.
Para saber como elaborar a capa do seu projeto de forma correta clique aqui.
2. Folha de rosto
A folha de rosto, também de acordo com a mesma NBR, porém citadas nos itens 3.12 e item 4.2.1.1; este é o elemento que traz informações importantes sobre o trabalho, precisando também seguir uma ordem tanto na sequência quanto nas informações. Veja a seguir:
Nome do autor do trabalho;
Título do trabalho;
Subtítulo (se houver);
Identificação do trabalho (tipo de projeto e nome da instituição);
Nome do coordenador ou orientador;
Cidade onde a instituição de ensino se localiza;
Ano da entrega.
Clique aqui e aprenda a redigir corretamente essa seção.
3. Folha de aprovação
Este elemento obrigatório de um TCC deve vir logo após a folha de rosto e conter as seguintes informações:
Este elemento obrigatório faz parte de uma das 10 regras da ABNT que todo TCC deve seguir, ele deve explicar de forma sucinta o assunto que será tratado no decorrer do projeto.
É um resumo na língua do país em que a instituição de ensino está inserida, e de acordo com as normas da ABNT não podendo ser redigido em tópicos nem ultrapassar 500 palavras.
Logo abaixo deste resumo, vem uma sequência de palavras-chave.
Quer dicas para elaborar o seu resumo? Clique aqui.
5. Resumo na língua estrangeira
Assim como o resumo em língua vernácula, ou seja, do país em que a sua instituição de ensino se localiza, é imprescindível que o mesmo resumo seja redigido em uma língua estrangeira, geralmente escolhida entre o inglês e o espanhol.
Em inglês esse resumo é chamado de Abstract e em espanhol de Resumé, por exemplo.
Este é mais um da lista de elementos obrigatórios em um TCC, que indica onde está cada parte de todo o trabalho seguido de sua página correspondente e serve para facilitar a busca por tópicos de seu projeto acadêmico.
Assim como diz o item 3.23 da ABNT NBR 15287:2011, o sumário é uma enumeração das divisões e seções de um trabalho de conclusão de curso, de forma a facilitar a leitura e identificação de onde se encontra cada coisa para quem irá ler e avaliar o seu projeto.
Aqui devem estar discriminados todos os temas que serão tratados ao decorrer do trabalho, ou seja, uma apresentação breve, porém clara da do objeto de estudo deve ser feita.
Nesse momento do trabalho é possível que você exponha a problemática do mesmo e os questionamentos que te levarão ao alcance de seus objetivos.
Elaborado conforme a ABNT 6023, as referências são uma das normas indispensáveis em um TCC.
Este é um conjunto padronizado de elementos retirados de uma determinada fonte que permite identificação e consulta do mesmo.
Diversos documentos podem ser referenciados, como livros, revistas, sites, entre outros.
Formatação
A formatação do TCC é uma exigência da ABNT e sem essas regras de padronização o mesmo não é considerado finalizado.
9. Margens
As regras para as margens de todo o trabalho, desde a sua capa até a última página nos elementos pós-textuais, são de:
3,0 cm na margem esquerda;
2,0 cm na margem direita;
3,0 cm na margem superior;
2,0 cm na margem inferior.
Essas regras são aplicáveis ao anverso da folha (parte frontal).
10. Conteúdo
Em todo o conteúdo do projeto acadêmico, assim como a margem, algumas normas devem ser seguidas, como:
Espaçamento entre linhas de 1,5 cm;
Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12;
Alinhamento do texto justificado;
Saiba mais de como elaborar corretamente o seu TCC
Acessando os conteúdos do Projeto Acadêmico você encontrará dicas, além da forma correta de elaborar todo o trabalho de conclusão de curso. Não tenha mais dúvidas, acesse e tenha um TCC nota 10!
Aprenda a desenvolver e produzir um TCC passo a passo.
Como começar o TCC? É uma dúvida muito comum entre os estudantes, conforme o final do curso se aproxima. O trabalho de conclusão de curso não é tão difícil de se fazer quando você se organiza. Você descobrirá tudo que precisa saber para fazer desenvolver um trabalho adequado.
1. Definindo o tema do seu TCC
Esse é o primeiro passo e o mais simples, mas não deixa de ser importante. Você deve definir um tema antes de mais nada. Escolha algo com que você tenha afinidade e facilidade de aprender e desenvolver.
Tenha mais de um tema definido. Geralmente seus professores te auxiliarão no processo de escolha e te mostrarão novos pontos de vista. Você deve estar muito confortável com a escolha do tema, caso contrário seu TCC pode não ser produzido com qualidade.
2. Definindo o tipo de TCC
Cada curso oferece possibilidades diferentes, como artigos acadêmicos, dissertações, monografias, entrevistas, documentários, livros de fotografias, etc. Conheça todas as opções disponíveis para o seu curso e escolha a que mais te deixa confortável para montar cada parte do TCC da melhor maneira.
Se você escreve bem, opte por algo como a monografia. Se você fala bem, opte por algo que envolva vídeo, se estiver disponível em seu curso. Se você desenha bem, opte por algo que envolva design e produção.
Metodologia significa basicamente o caminho ou modo para se fazer algo. Cada tipo de trabalho precisará de uma metodologia específica. Por exemplo, se seu trabalho precisar de uma pesquisa bibliográfica, existe uma metodologia para isso, se for utilizar uma pesquisa experimental, existe outra metodologia.
Confira abaixo algumas dicas para organizar seu tempo, independentemente do tipo de trabalho:
Trace uma agenda ou cronograma, com a data inicial e final do trabalho, indo cada vez para tempos menores, por exemplo, o que você deve produzir em determinado mês, semana, dias próximos e diariamente;
Você precisará pesquisar, isso é um fato. Independentemente de ser uma pesquisa mais teórica, bibliográfica ou experimental e de campo, elas precisam ter começo, desenvolvimento e fim;
Trace uma data para o início e para o fim da pesquisa. Não desenvolva a parte escrita ao mesmo tempo em que pesquisa. Isso atrapalhará tanto a pesquisa, quanto o desenvolvimento do TCC;
Você não precisa escolher só um tipo de pesquisa. Pode utilizar mais de um, se isso for possível e condizente ao seu TCC;
Para você chamar seu trabalho de científico, ele precisa seguir um método científico. Caso contrário ele apenas pode ser considerado de cunho teórico;
Anote tudo que for relevante para seu trabalho no período de pesquisas.
4. Dicas gerais para a produção do TCC
Agora que você já sabe o básico sobre como iniciar um TCC, confira alguns itens que são importantes para a produção geral do seu trabalho:
Trace uma lista de gastos com o orçamento aproximado do seu TCC;
Não comece do zero, veja outros projetos de TCCs em sua universidade. Com certeza encontrará algo que será útil para seu projeto;
Você também pode ver modelos de TCCs online, com temas e tipos parecidos com o seu trabalho;
Não tenha medo de mudar o rumo do seu trabalho, se algo melhor aparecer, mas tenha muito cuidado com o tempo;
O ideal é começar a produzir seu TCC no ano de conclusão de curso. Você pode começar um pouco antes, mas de forma alguma deixe de produzir a partir do começo do ano. Mesmo que você comece com pesquisas e anotações bibliográficas;
Você precisará ser claro e objetivo em seu TCC ou a banca poderá descontar pontos;
Peça ajuda para seu orientador sempre que necessário;
Apresente as mudanças e andamento do seu TCC para seu orientador de maneira periódica. É você quem tem que ir atrás. Não fique esperando ninguém te chamar ou pedir alguma coisa;
Evite o nervosismo se algum professor pedir para mudar algo que você achava que estava bom em seu TCC. Os professores costumam ter muita experiência nisso.
5. Como começar o TCC na parte prática?
Para começar a produzir um TCC na parte prática, é necessário que você já tenha um certo repertório e dados de suas pesquisas.
A parte prática precisa começar depois da pesquisa. Nunca simultaneamente. Abaixo estão listados alguns itens para te ajudar no processo:
Evite fazer coisas que fujam muito do seu orçamento. O TCC provavelmente terá custos, mas não precisa gerar prejuízos;
Cumpra com seus prazos semanais. Nem tudo sairá da maneira desejada todos os dias, mas se conseguir fazer com que cada semana seja produtiva, terá um mês produtivo por consequência;
Se necessário, faça alterações ou comece novamente. É melhor ter muito trabalho e produzir algo de qualidade do que desenvolver e produzir um TCC mal qualificado;
Trabalhos práticos, como documentários e outros meios que envolvem vídeo, também precisarão de uma parte escrita muito bem produzida.
Seu TCC deve seguir as normas da ABNT
Alguns trabalhos acadêmicos ou instituições não precisam ou exigem, necessariamente, que sejam seguidas as normas da ABNT. Saiba que no TCC isso é obrigatório. Não corra nenhum risco de produzir um trabalho mal estruturado ou que não esteja completo.
Saiba todas as normas da ABNT que são obrigatórias para o tipo de trabalho que você escolheu desenvolver antes de começar a produzir um TCC.
Apresentar o seu TCC para a banca
Chegará o momento em que será preciso apresentar o seu TCC para a banca. Tanto a parte escrita quanto a sua apresentação serão avaliadas. Se você tem dificuldade para falar e apresentar, é melhor cuidar disso o quanto antes. Não deixe para se preparar de última hora.
A apresentação é quase tão importante quanto o conteúdo do trabalho. Você precisará ter tanta dedicação nessa parte quanto teve em todo o desenvolvimento do restante do TCC.
Geralmente você terá a oportunidade de apresentar mais de uma vez e corrigir erros e pontos que possam ser melhorados. Não desperdice essa chance.
Conhecendo todos os itens do seu TCC
Se você ainda não conhece as normas da ABNT que são obrigatórias para seu gênero de TCC, basta acessar o site Projeto Acadêmico. Você pode encontrar dicas para produção de trabalhos de cunho científico, acadêmico e as melhores dicas para produzir um TCC perfeito.