O TCC é uma etapa muito importante para os estudantes de graduação. Para quem cursa contabilidade, há várias áreas de estudo que podem ser abordadas no trabalho de conclusão de curso, sendo uma delas a de contabilidade gerencial. Embora esse tema seja novo no mercado de contabilidade, ele tem se destacado entre as empresas e está ganhando cada vez mais espaço nas discussões empresariais. Dicas de Temas para TCC de Contabilidade
Se você escolheu esta área para abordar em seu TCC, saiba que isso pode ter bastante impacto em seu currículo. Para quem pretende atuar na área de contabilidade gerencial, ter um projeto de TCC que aborda este assunto é algo promissor para o currículo do profissional. Mas escolher a abordagem certa para o tema também é decisivo. Por isso, criamos uma lista com várias sugestões de TCC de contabilidade gerencial. Confira a seguir tudo que você precisa saber sobre esse tema.
Definição de contabilidade gerencial em um TCC
Você como estudante de contabilidade já deve ter estudado sobre contabilidade gerencial em detalhes. Se isso ainda não aconteceu, é porque você está fazendo seu TCC antecipadamente, e isso é muito bom. Nesse caso, é fundamental que você conheça a fundo os principais detalhes deste conceito de contabilidade, por isso, recomendamos que você procure por materiais didáticos sobre o assunto em sua instituição de ensino e esclareça suas dúvidas com o orientador.
Mas de forma resumida, você terá que informar em seu TCC aspectos básicos sobre contabilidade gerencial para que pessoas leigas entendam um pouco deste conceito antes de partir para informações mais detalhadas. Nesse caso, você pode explicar aos leitores que a contabilidade gerencial está entre as áreas de maior relevância para os contadores, considerando que ela permite que as empresas consigam mais espaço no mercado.
Nos cursos de ciências contábeis, a contabilidade gerencial é definida como várias técnicas e procedimentos aplicados na contabilidade, sendo algumas delas a contabilidade financeira, a análise de demonstrações contábeis, contabilidade de custos, entre outras. Quando combinadas, essas técnicas e procedimentos permitem que as empresas tenham mais informações para tomar boas decisões.
É importante que você destaque em seu TCC todos os aspectos que podem ser gerados a partir da contabilidade gerencial, como maior controle das finanças da empresa, comparação da empresa com concorrentes, utilização de dados para melhorar tendências e projeções para o futuro, além de melhorias na definição de preços, delimitação de ponto de equilíbrio, elaboração de orçamento, definição de objetivos e metas da empresa, e muitos outros benefícios.
O ideal, neste tipo de trabalho, é que a abordagem escolhida esteja relacionada a área que você pretende atuar após a conclusão do curso de graduação. Assim, você terá em seu portfólio um estudo detalhado sobre contabilidade gerencial, que pode ser um grande diferencial no mercado de trabalho.
Abordagens do tema contabilidade gerencial
Se você chegou à conclusão de que utilizará o tema contabilidade gerencial em seu TCC, é hora de definir qual será a sua abordagem sobre o assunto. Há várias formas de falar sobre contabilidade gerencial. Pensando nisso, criamos uma lista com várias sugestões para te inspirar a desenvolver seu TCC. Confira a seguir todas as sugestões:
O básico da contabilidade gerencial;
O futuro da contabilidade gerencial no Brasil;
Empresas do século XXI e a necessidade da contabilidade gerencial;
A importância das técnicas de contabilidade gerencial para a administração de negócios no Brasil;
Ferramentas de contabilidade gerencial aplicadas a micro, pequenas, médias e grandes empresas;
Contabilidade gerencial aplicada a pequenos negócios;
Utilização de instrumentos de contabilidade gerencial em clubes de futebol;
Estudo de caso sobre contabilidade gerencial;
Gestão de farmácia comercial através da contabilidade gerencial;
Técnicas de contabilidade gerencial aplicadas a empresas de revestimentos cerâmicos;
O ramo hoteleiro junto as técnicas de contabilidade gerencial;
Criação de empresas através da contabilidade gerencial;
Gestão do agronegócio a partir da contabilidade gerencial;
Tomada de decisões através da contabilidade gerencial;
A importância dos dados fornecidos pela contabilidade gerencial em um negócio;
Dicas para a elaboração do TCC sobre contabilidade gerencial
Fazer um TCC é um grande desafio, mas o que as pessoas mais têm receio em torno deste trabalho são as Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) aplicadas a formatação desse tipo de trabalho acadêmico. Além disso, a apresentação do TCC também pode ser um grande obstáculo para aqueles que são mais tímidos.
Tirando essas questões mais complicadas, é bastante simples organizar e planejar um TCC. Para te ajudar nessa elaboração, listamos várias dicas de como fazer um TCC abordando o assunto de contabilidade gerencial. Confira a seguir todas as dicas.
Não deixe para a última hora
O TCC é um trabalho que exige dedicação, tempo e muita pesquisa. Mesmo sendo algo demorado, é comum que o estudante acabe deixando esta tarefa de lado, afinal alguns estudantes possuem muitos afazeres, como os trabalhos de faculdade com prazo menor, estudos para provas, rotina trabalho e faculdade, questões pessoais, entre tantos outros.
Mas é importante que você organize sua rotina e dedique pelo menos 30 minutos do seu dia para adiantar o trabalho de conclusão de curso. Se você tiver um prazo grande para entregar o TCC, você poderá fazer aos poucos todos os dias e assim conseguirá entregar um bom trabalho dentro do prazo.
Faça novas pesquisas
Para fazer um trabalho acadêmico, é comum que os estudantes procurem por pesquisas feitas por outras pessoas. No entanto, você pode se tornar a referência no assunto trazendo novos dados e informações atualizadas em seu estudo. Além de dar maior credibilidade para o seu envolvimento com o assunto de contabilidade gerencial, você terá um material de grande qualidade em seu TCC.
As pesquisas podem ser feitas de diversas formas, indo desde entrevistas selecionadas a consultas com empresas que atuam no ramo do seu estudo. O ideal é que você mostre algo novo aos examinadores quando for apresentar o seu TCC.
Prove que a contabilidade gerencial é importante
Um TCC é um trabalho que discute temas relevantes para determinadas pessoas. Por isso, é fundamental que você estabeleça parâmetros que provem a importância da contabilidade gerencial para determinadas pessoas. Mostre o quanto esta área de estudo é importante para os estudantes de contabilidade, além das empresas que precisam desse maior controle na gestão contábil.
O relatório técnico científico é um tipo de projeto acadêmico que pode ser utilizado para diversas finalidades. Por isso, muitas instituições exigem a elaboração deste projeto em áreas que podem explorar livremente o conceito científico. Nesses casos, é preciso entender em detalhes como fazer um relatório técnico científico. ABNT NBR 10719: Relatório técnico e/ou científico
Veja neste post tudo que você precisa saber sobre relatório técnico científico. A seguir, ensinaremos como fazer esse tipo de relatório, qual a estrutura ideal para o relatório técnico científico, entre outros detalhes que falaremos neste post. Confira!
O que é relatório técnico científico?
O relatório técnico científico é um projeto acadêmico que é detalhado através de um documento. Neste documento, são incluídas informações, registros, experiências, processos, investigações, análises e métodos utilizados ao longo de um projeto científico. Ou seja, o relatório técnico científico tem como objetivo informar em detalhes todos os processos de um projeto científico.
Como fazer um relatório técnico científico?
Antes de qualquer coisa, você precisa entender o conceito de relatório para poder elaborar um. De acordo com a UFPR (Universidade Federal do Paraná), o conceito de relatório se aplica a seguinte definição: “É a exposição escrita na qual se descrevem fatos verificados mediante pesquisas ou se história a execução de serviços ou de experiências. É geralmente acompanhado de documentos demonstrativos, tais como tabelas, gráficos, estatísticas e outros.“
Sabendo disso, devemos informar que um relatório só é elaborado com base em um ou mais objetivos. Afinal, não há por que elaborar um relatório sem ter uma finalidade (objetivo de estudo). Considerando que um relatório, independente se ele é técnico científico ou não), é o detalhamento de um projeto. Como começar um Relatório: estrutura, palavras e 5 dicas
No caso do relatório técnico científico, há dois objetivos possíveis para a elaboração deste documento acadêmico:
Divulgar dados técnicos que foram obtidos e analisados por meio do projeto científico;
Registrar esses dados e todo o projeto em caráter permanente.
Modelos e Exemplos de Relatório Técnico Científico
Fases da elaboração do relatório técnico científico
Sabendo que um relatório técnico científico é composto por um documento original onde são descritas todas as informações de um projeto científico, incluindo objetivos, método, análises, resultados, e muito mais, é preciso entender as fases que compõem a elaboração desse documento.
Um relatório técnico científico é feito através de 3 fases diferentes. Veja cada uma delas a seguir:
Plano inicial: é a fase onde é informado no relatório a origem do estudo, objetivos, o plano de desenvolvimento do projeto acadêmico, entre outros itens de planejamento do estudo.
Coleta de dados e organização: ao longo do projeto é realizada a coleta de dados. Nessa fase, é necessário armazenar corretamente de forma organizada todas as informações coletadas para posteriormente incluí-las no relatório.
Redação: essa é a fase final de um relatório técnico científico. Essa fase é composta pela elaboração do relatório informando todos os itens necessários, respeitando a estrutura deste tipo de documento, formatação, apresentação das informações, entre outros aspectos importantes.
Estrutura de um relatório técnico científico
Um relatório técnico científico deverá ser elaborado com base no padrão estrutural aceito pela maioria das instituições de ensino. Claro que é importante consultar sua instituição de ensino em relação às exigências de formatação e estrutura de um relatório deste tipo. Porém, a estrutura mais utilizada é a seguinte:
Quer saber como elaborar cada um desses elementos no relatório técnico científico? Veja a seguir tudo que você precisa saber sobre esses elementos e como colocá-los em seu relatório:
1. Capa
Deve ser o primeiro elemento do relatório técnico científico. Neste elemento, você precisará incluir as seguintes informações:
Nome da instituição responsável pelo projeto científico, com a subordinação relativa ao nível da autoria;
Título do relatório;
Subtítulo, caso exista;
Local onde o relatório foi elaborado;
Ano de publicação escrito em algarismo arábico.
2. Falsa folha de rosto
A falsa folha de rosto deve apresentar apenas o título do relatório.
3. Verso da falsa folha de rosto
Neste elemento, deverá ser incluída de forma padronizada a ficha catalográfica (solicite ajuda a um Bibliotecário para confeccionar a ficha catalográfica corretamente).
4. Errata
Deve ser composta por uma lista de erros tipográficos ou de qualquer outra natureza junto As devidas correções e número das páginas ao qual se referem.
5. Folha de rosto
Já na folha de rosto verdadeira do relatório técnico científico, devem ser incluídas as seguintes informações:
Nome da instituição responsável pelo projeto científico, com a subordinação relativa ao nível da autoria;
Título do relatório;
Subtítulo, caso exista;
Nome do responsável pela redação do relatório (autor);
Local onde o relatório foi elaborado;
Ano de publicação escrito em algarismo arábico.
Repare que esse elemento estrutural é muito parecido com a capa, com exceção que ele aparece sequencialmente após a capa.
6. Sumário
Este item é composto pela relação de capítulos e seções que são incluídas ao longo da elaboração do texto do relatório. Ou seja, é informado no sumário apenas informações sobre capítulos, seções e números de páginas.
Tome cuidado para não confundir:
Índice = item que detalha assuntos, nomes geográficos, nomes de pessoas, entre outros elementos, em ordem alfabética;
Resumo = item que apresenta o texto destacando os aspectos mais interessantes e importantes sobre o relatório;
Listas = item composto pela apresentação de dados e informações enumerados na ordem com que aparecem no relatório técnico científico.
7. Listas
É o elemento que apresenta a enumeração de tabelas, ilustrações, siglas, símbolos, abreviaturas, entre outros itens deste tipo, de acordo com ordem em que aparecem no texto do relatório.
8. Resumo
Deve ser escrito destacando os assuntos mais importantes do relatório, sem detalhar demais as informações que serão evidenciadas ao longo do documento.
9. Texto (introdução)
O ideal é iniciar o texto escrevendo uma introdução. Depois desse item, você deverá desenvolver o assunto considerando todos os dados coletados, as análises realizadas, e as demais informações que são importantes para discussão do assunto. Veja a seguir os itens que devem aparecer no seu texto:
Introdução;
Desenvolvimento;
Resultados e conclusões;
Recomendações.
10. Anexo ou apêndice
Neste elemento, você deverá incluir materiais como leis, estatísticas, questionários, entre outros, que suplementam o conteúdo abordado no relatório.
11. Referências bibliográficas
Todas as informações citadas que forem de autoria de outro autor deverão aparecer nas referências bibliográficas com as devidas informações (nome do autor, título da obra e ano de publicação).
12. Bibliografia consultada
Deve ser elaborada com base em todas as fontes consultadas para a realização do relatório técnico científico.
A Física pode ser definida como uma ciência natural com foco na matéria, nos movimentos dos corpos, velocidade de deslocamento através do movimento realizado no espaço, direção, temperatura, dentre outras grandezas. Essa é uma disciplina totalmente científica e fundamental como base em diversas outras áreas do conhecimento humano. Existe a possibilidade de alguém se formar e ser especialista em Física. Para isso, o estudante deve cursar em uma faculdade ou universidade e se formar para atuar no mercado de trabalho.
Neste post vamos falar mais sobre o curso de Física com sugestões de temas para TCC. Veja quais temas podem servir como ideia para seu Trabalho de Conclusão de Curso. Conheça um pouco mais sobre o dia a dia do profissional em Física e em quais campos de atuação esse especialista pode atuar. Veja tudo isso a seguir!
Curso de Física e áreas de atuação
O curso superior de Física trata de uma das mais antigas disciplinas acadêmicas, sendo um alvo de filósofos e alquimistas da antiguidade, pois a Física se relaciona com as observações e estudos sobre a astronomia, Química e Filosofia desde sempre. A matemática é parte inerente dos estudos da Física, assim como outras fronteiras do conhecimento acabam se cruzando com esta importantíssima disciplina. Existe a junção entre a Física e outras disciplinas, como, por exemplo, a Física Quântica, a Biofísica, dentre outras.
Diversas ideias novas surgem com a determinação e curiosidade de novos estudantes e profissionais em Física que vão aparecendo ao longo da história. Com isso, diversas contribuições significativas foram realizadas por estudiosos em Física, como a Física Nuclear, os avanços tecnológicos, a exploração espacial, além de computadores, televisão, eletrodomésticos, e muitas outras realizações que foram sendo criadas com base nos estudos da Física.
Mas, para poder contribuir e ser um físico reconhecido, o estudante deve se dedicar muito e ser um conhecedor de fórmulas, teorias e dominar os aspectos desta profissão muito bem. O curso de Física traz uma grade completa que dará ao aluno um know how para atuar em diversas áreas que se cruzam com a Física. Uma das principais exigências do curso é a pessoa gostar de matemática, pois os cálculos e toda a teoria é base desta profissão na área de exatas.
Além dessas cobranças que podem ser encaradas como algo natural dentro do curso, a maioria das instituições de ensino também irão cobrar o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) dos alunos. Esse trabalho é de grande importância para a formação do aluno dentro da universidade. O aluno precisa ir bem na elaboração e apresentação do TCC e se formar com uma boa nota neste trabalho. Existe a possibilidade do TCC abrir portas para o aluno após estar formado, e poderá ser utilizado como portfólio em diversos casos.
Para que essa realidade de sucesso venha a acontecer, o estudante de Física deve se dedicar muito ao curso e ao TCC. Um dos pontos mais importantes quando estamos falando de dedicação ao TCC é a escolha do tema. O tema escolhido deve ser encarado com total compromisso e dedicação do aluno durante todo o período disponível para pesquisa, elaboração de todos os pontos explicados com total coesão e seguidos por uma apresentação objetiva e clara. Todas essas etapas são importantes e devem ser levadas muito a sério pelo estudante.
Os interessados em estudar Física na universidade podem procurar instituições públicas ou privadas, curso com duração de 4 anos, podendo ser Bacharelado ou Licenciatura. Caso o aluno opte pela Licenciatura, ele terá habilitação e poderá fazer parte do corpo docente de escolas públicas ou privadas. Já o Bacharel em Física pode trabalhar como um profissional autônomo, ser um consultor em diversas empresas, fazer a assessoria em áreas tecnológicas, dentre outras funções. A Física Médica é uma das áreas que tem sido procuradas nas últimas décadas, pois a medicina nuclear e o envolvimento do físico com a radioterapia é uma das formas de exercer a profissão.
O TCC é uma exigência na grande maioria das instituição de ensino que oferecem o curso de Física. Esse trabalho é muito importante no âmbito acadêmico e o aluno depende de ir bem para se graduar no curso. O Trabalho de Conclusão de Curso é composto por capa, folha de aprovação, folha de rosto, sumário, lista de figuras, lista de tabelas, resumo em língua estrangeira, resumo em português, sendo esses elementos pré-textuais.
Além desses elementos, existem os elementos textuais, que são: introdução, justificativa, revisão de literatura, metodologia, problema da pesquisa e objetivos. Por fim, existem os elementos pós-textuais, que são: as referências, os anexos, apêndice e glossário.
O estudante deve se ater a todos esses pontos de grande importância além de abordar e se aprofundar no tema escolhido. Então, não perca tempo e comece a se dedicar a esse importante trabalho acadêmico desde já caso você esteja no início do seu curso de Física. Procure saber mais sobre o dia a dia do profissional formado, veja quais são as demandas da sociedade e busque oferecer soluções e inovações no seu trabalho de TCC de Física.
Logo abaixo podemos ver alguns exemplos de temas de TCC em Física. Saiba que as sugestões logo a seguir devem servir como base de ideias e serem utilizadas pelos estudantes e não necessariamente ser levadas ao pé da letra:
Formas de adesão existentes entre a superfície de um microscópio atômico e uma superfície hidrofílica na casa da nano escala;
Como transformar Lorentz existentes no tensor utilizado em campos magnéticos;
Os campos magnéticos;
Energia nuclear e suas aplicações;
Radiodifusão e telecomunicações;
Física Quântica;
Física de Partículas;
A importância da Física no desenvolvimento econômico;
Física moderna;
Formas de melhorar o ensino de física no Brasil;
Analisando os princípios básicos de um STM;
A Física utilizada na teoria dos diodos orgânicos capazes de emitir luz (OLEDs) constituídos de moléculas (SMOLEDs);
A radiação solar que incide no estado do Amapá;
Medicina nuclear utilizada em tratamentos contra o Câncer;
Métodos e formas de lidar com a Mecânica Quântica em sistemas inversos.
A elaboração de relatórios é algo bastante cobrada por
diversas instituições de ensino no âmbito acadêmico, principalmente nas áreas
de formação que mais exigem esse tipo de trabalho como administração, áreas
científicas, saúde, entre outras. Sendo assim, se você terá que passar por essa
etapa, é fundamental aprender a elaborar um relatório completo.
Neste post, explicaremos em detalhes como começar um relatório. Veja também várias dicas para fazer um relatório do zero, seguindo instruções padrões para relatórios e métodos que te ajudarão a elaborar esse conteúdo muito mais fácil. Relatório de Estágio: veja como fazer, modelo pronto, ABNT e dicas
Como começar um relatório?
Um relatório, seja ele de estágio, de experimentação científica ou de qualquer outra finalidade, não deve ser iniciado literalmente pelo “início”. Isso porque um relatório só deve ser elaborado após finalização do projeto. ABNT NBR 10719: Relatório técnico e/ou científico
Além disso, um relatório deve apresentar as seguintes
características:
Deve apresentar apenas as informações necessárias,
nunca informações ou dados desnecessários;
Não utilize palavras supérfluas, um relatório deve ser
sucinto e apresentar informações completas;
Deve ser limpo, com leitura fácil e agradável de ler,
lembre-se que o leitor quase sempre lerá o relatório por obrigação, então é
interessante tornar essa leitura o mais agradável possível;
Deve apresentar todo o trabalho realizado ao longo do
projeto, sem nenhuma omissão das condições do experimento, estágio, entre
outras informações.
Seguindo esse raciocínio, é necessário ainda seguir uma estrutura para ter um relatório completo. A estrutura é composta pelos seguintes itens:
Agora que você já sabe os itens obrigatórios na estrutura de
um relatório, veja a seguir um resumo sobre cada um dos elementos dessa
estrutura e como incluí-los no relatório.
Título: deve apresentar o assunto principal da atividade relatada no relatório. Dentro de um relatório, é possível incluir diversas informações, atividades e eventos relacionados. Porém, o título deve ser direcionado ao evento de maior ênfase.
Objetivo: muitas vezes há mais de um objetivo envolvido na elaboração do relatório. Independente de quantos objetivos há em um projeto, é preciso inserir essas informações no relatório. Além disso, os objetivos de um relatório devem ser informados utilizando um verbo no início da frase, como forma de definir claramente a razão pela qual a experiência foi desenvolvida. Por exemplo: “Descobrir os efeitos dos raios solares nas plantas aquáticas“.
Introdução: deve apresentar os fundamentos teóricos de forma sucinta. Esse elemento não pode apresentar todas as informações do texto, lembre-se que é apenas uma introdução ao relatório. Por isso, a introdução deve conter apenas a ideia do relatório e os fundamentos teóricos que basearam e motivaram a elaboração do projeto.
Descrição das atividades: esse é um elemento que terá a descrição da atividade ou atividades detalhada de forma cronológica. Isso significa que você deverá organizar as atividades, caso existam mais de uma, considerando a ordem com que os fatos ocorreram ao longo da experimentação.
Resultados: neste momento, é importante inserir os resultados observados ao longo de cada atividade. Independente se o resultado era o esperado ou não, ele deve fazer parte do relatório.
Discussão: a interpretação dos resultados é tão importante quanto a obtenção dessas informações. Para isso, é preciso observar os resultados, analisar cada uma das informações coletadas e promover uma discussão sobre o assunto.
Conclusão: por fim, o conteúdo deverá ser concluído com base nas atividades realizadas e nos dados que foram obtidos ao longo do projeto.
Referências: o último elemento do relatório são as referências bibliográficas. Este item deverá aparecer ao final do relatório com todas as fontes consultadas e informações citadas ao longo do relatório.
Considerando a estrutura de um relatório e todas as
características deste tipo de conteúdo, reunimos 5 dicas infalíveis para
começar um relatório. Veja a seguir quais são as 5 dicas e coloque elas em
prática agora mesmo!
1. Tenha um objetivo
Um relatório só pode ser realizado se houver um objetivo por
detrás do projeto relatado. Afinal, ninguém irá documentar informações,
observar e coletar dados se não existir uma real razão para essa pesquisa.
O objetivo pode ser um só ou vários. Por exemplo: “Identificar os sinais apresentados pela contaminação cruzada em pessoas celíacas“, ou ainda “Descobrir o melhor método para ampliação da energia solar; descobrir formas de levar energia solar para comunidades carentes; detalhar opções de energia limpa que podem ser exploradas“.
2. Anote todos os dados do projeto
Tudo que for observado ao longo do projeto deve ser anotado,
mesmo que a informação ou dado pareça não ter grande relevância. Ao final do
projeto, os dados servirão como parâmetros para uma boa análise dos fatos.
3. Conclua o projeto
Não tente começar um relatório sem ter concluído o projeto.
A conclusão do projeto é fundamental para iniciar as análises e comparações
entre os resultados das atividades exercidas ao longo do projeto.
4. Escreva o relatório
Após ter analisado todas as informações e dados coletados, é
hora de começar a colocar tudo isso no papel. Quando seu projeto já estiver
finalizado, comece a incluir as informações seguindo a estrutura necessária
para um bom relatório.
Considere que a sua instituição de ensino poderá exigir uma
estrutura diferente para a elaboração do seu relatório. Fique atento a esses
detalhes e faça seu relatório com base nas exigências da sua instituição.
Agora se a instituição não exige nenhuma estrutura em específico, considere o padrão que ensinamos anteriormente. Ele é válido e aceito pela maioria das instituições, principalmente para relatórios científicos.
5. Revise seu relatório
Depois de terminar toda a escrita do relatório, você deverá
dedicar um tempo só para a revisão. De preferência, faça a revisão um dia
depois de elaborar o conteúdo, pois, dessa forma conseguirá compreender melhor
tudo que foi escrito por você.
O ideal é que você revise mais de uma vez e considere em sua
revisão aspectos como ortografia, gramática, dados informados, formatação,
entre outros. O relatório deve apresentar começo, meio e fim.
Ao fazer a revisão, tenha também o cuidado de tornar a
leitura objetiva e menos cansativa possível. Leia cada frase mais de uma vez e
veja se ela informa tudo que o leitor precisa saber de forma objetiva e clara.
As Normas ABNT são as regras determinadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas para elaboração de diferentes trabalhos acadêmicos. Cada uma dessas regras é chamada de NBR, e cada uma delas possui um número em específico, como é o caso da NBR 15287. Pré Projeto TCC: modelo pronto, sugestões e dicas de elaboração
Quer saber o que é e para que serve a NBR 15287? Então confira neste post tudo sobre essa norma, como usá-la e o que ela orienta em relação a elaboração de trabalhos acadêmicos. Veja tudo isso a seguir!
A NBR 15287 é uma das normas que compõem as Normas ABNT. Ela é responsável por determinar todas as regras de elaboração e formatação do projeto de pesquisa. Nela, são incluídas informações sobre elementos obrigatórios, estrutura, elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, instruções para impressão, formatação geral, entre outras informações.
Para que serve a NBR 15287?
Se a NBR 15287 determina todas as regras para elaboração de
projeto de pesquisa, isso significa que ela serve para instruir e padronizar
todos os projetos de pesquisa de acordo com as normas determinadas pela ABNT.
A finalidade de uma norma é sempre instruir o autor do
trabalho em relação aos elementos obrigatórios, estrutura e formatação do
trabalho, que nesse caso trata-se de um projeto de pesquisa. Sendo assim,
podemos resumir dizendo que a NBR 15287 serve para especificar como o projeto
de pesquisa deve ser elaborado segundo a ABNT.
O que é projeto de pesquisa?
Um projeto de pesquisa é a definição de um método em relação
a uma pesquisa em específico. Trata-se de um trabalho acadêmico cobrado por
diversas instituições de ensino que tem como objetivo pesquisar um determinado
tema. Há vários tipos de pesquisa, falar sobre os diferentes tipos não é o foco
deste artigo.
O que você precisa saber é que um projeto de pesquisa é um
importante trabalho acadêmico que tem como principal objetivo “descobrir,
pesquisar e inovar” de forma científica. Com isso, o projeto de pesquisa
pode proporcionar descobertas, pesquisas, inovações e soluções de problemas comuns
para a sociedade.
Ou seja, o projeto de pesquisa tem grande importância quando
com o objetivo de ajudar a sociedade. Para elaborar um projeto de pesquisa é
necessário definir os seguintes itens:
Tema: embora pareça simples, a escolha do tema nem sempre é algo fácil. É preciso escolher um tema de impacto, que tenha relevância para a sociedade e que apresente problemas que precisam ser solucionados.
Problematização: é a questão principal por de trás do projeto de pesquisa. Sem problematização, não há por que elaborar uma pesquisa. É através da definição de um problema que toda a pesquisa é baseada.
Justificativa: a razão pela qual uma pesquisa é iniciada determina a justificativa do projeto de pesquisa. Neste item é preciso justificar a elaboração do projeto de pesquisa.
Objetivos: sabendo da razão, você poderá definir neste item o objetivo da elaboração do projeto de pesquisa. O que você pretende obter com essa pesquisa? Isso deve ser informado em objetivos.
Hipóteses: toda pesquisa é baseada em hipóteses iniciais. É através dessas hipóteses que o pesquisador inicia o estudo. Nem sempre as hipóteses são confirmadas no final do projeto e confirmá-las nem sempre é o objetivo.
Fundamentação teórica ou revisão literária: neste item, é preciso definir a metodologia utilizada para a pesquisa, se é uma fundamentação teórica ou se é uma revisão literária, além de outros pontos essenciais do projeto de pesquisa.
Estrutura de um projeto de pesquisa
Um projeto de pesquisa deve ter, como todos os trabalhos
acadêmicos, elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Além desses
elementos, a NBR 15287 determina que os projetos de pesquisa tenham outros
elementos tidos como obrigatórios. Veja a seguir a estrutura completa de um
projeto de pesquisa e os elementos envolvidos nessa estrutura:
Regras gerais para formatação de projeto de
pesquisa
A NBR 15287 determina várias regras para elaboração e formatação de projetos de pesquisa. Entre as regras gerais estão instruções para espaçamento, formato para impressão, paginação, notas de rodapé, títulos, citações, siglas, e muito mais. Veja a seguir como é feito a formatação segundo a NBR 15287.
Formato para impressão
Textos devem ser digitados em cor preta;
Ilustrações podem ser coloridas;
Papel para impressão deve ser branco ou reciclado;
Tamanho da impressão deve ser A4 (21 cm x 29,7 cm);
Cada elemento pré-textual deve ser iniciado no anverso;
Elementos pós-textuais podem ser digitados no anverso e verso;
A metodologia para TCC é usada para outros trabalhos acadêmicos também. Veja como realizar essa etapa e como ela auxilia na produção final do estudo.
Elaborar um trabalho de conclusão de curso não é tarefa fácil. Existem diversas normas específicas para cada tipo de produção. No Brasil a ABNT é o órgão responsável por estabelecer as normas técnicas que regem a elaboração de trabalhos científicos, ou seja, é de consenso nacional que um TCC precisa estar padronizado de acordo com elas.
A metodologia da pesquisa científica é uma das etapas mais importantes para a realização de um TCC. Ela, não diferente de outra etapa, precisa ser padronizada e feita com maestria, pois o caminho que seu trabalho de conclusão de curso percorrerá, será estabelecido pelas metodologias de pesquisa.
Em termos mais diretos, metodologia significa os métodos e as técnicas que você usará para desenvolver e alcançar o seu objeto de pesquisa. Ela servirá para que outras pessoas possam reproduzir o que foi feito por você, se comprovado, é tido como algo científico que acarreta conhecimento à humanidade.
Como todo trabalho acadêmico, sua produção será um recorte de algo maior. Quanto mais específico mais você estará perto do objeto final. Cada etapa estabelecida na elaboração do TCC fará parte da metodologia.
Diferença entre metodologia e materiais e métodos
Há a possibilidade de usar um desses dois termos, nuca os dois juntos. Embora designados para a mesma parte em um TCC, eles são a primeira etapa que rotulam sua pesquisa.
Se ela for algo que já foi feito e já exista arcabouço teórico, documental, bibliográfico, algo escrito; então será rotulada como metodologia.
Quando a sua pesquisa for prática, experimental, ou seja, empírica, então você usará materiais e métodos.
As duas nomenclaturas para essa seção possuem a mesma finalidade, mas ao escolher uma delas já é possível ter o que esperar da pesquisa.
Existem dois tipos de abordagens. A quantitativa e a qualitativa.
1. Abordagem quantitativa
Algo quantitativo é aquilo que pode ser analisado por proporções numéricas, por dados coletados, análise de gráficos, enquetes e entrevistas objetivas ou por análise documental, mas com enfoque nos valores.
Os estudos que estão dentro dessa abordagem metodológica são mais abrangentes. A finalidade é o conhecimento em forma de dados concretos, em forma objetiva.
Um bom exemplo de metodologia de TCC quantitativo é o pesquisador que tem como finalidade apresentar o nível de aprendizagem de uma determinada escola de inglês, alisando em dados qual a média dos alunos no TOEFL.
Separar quantos fizeram intercâmbio e quantos não fizeram e comparar as médias.
2. Abordagem qualitativa
O outro tipo de abordagem é a qualitativa. Usada para analisar a natureza do objeto de estudo, ela é mais específica e subjetiva. Podem ser usados autores como argumentos para as ideias apresentadas.
O objetivo é entender completamente o objeto estudado. O pesquisador fica estritamente perto do que é pesquisado, tem maior contato com as informações e precisa relacioná-las e as analisar.
Uma pessoa que estuda quais os impactos socioeconômicos que a Transposição do Rios São Francisco trouxe a uma determinada comunidade ribeirinha do rio. Esse é um exemplo de metodologia para TCC qualitativo.
Tipo de Metodologias de pesquisa
A metodologia da pesquisa científica não é classificada apenas por meio da abordagem metodológica. Existem ainda outras classificações que são feitas observando o objetivo da pesquisa, as fontes e os procedimentos.
Segundo os objetivos da pesquisa
A tríade é: exploratória, descritiva e analítica. Cada uma contém uma abordagem diferente das outras.
A exploratória é feita quando se quer estudar o novo, algo que é desconhecido ou é pouco conhecido. A partir dela é possível que o assunto se popularize e seja criado outros estudos.
Descritiva, o termo revela seu significado. A metodologia para TCC mais comum entre os cursos de graduação. Nela é descrito o objeto de estudo de forma, e com objetivo, de esclarecer qualquer eventual dúvida ou falta de conhecimento sobre algo popular, algo que já tem grande quantidade de estudos.
Por fim, a analítica. Pode-se dizer que é uma forma da descritiva, entretanto mais complexa, mais profunda.
A finalidade é desvendar a razão das coisas. Entender o porquê de certas coisas ser ou acontecer do modo que acontecem.
Segundo as fontes de dados
Assim como a metodologia segundo os objetivos, aqui também apresentarei três classificações. Campo, laboratorial e bibliográfica.
A primeira, a pesquisa de campo, é feita a partir de dados coletados, observados pelo pesquisador. Quem está elaborando um TCC faz essa parte quando vai às ruas, por exemplo, observar o comportamento humano.
Já a pesquisa laboratorial, diferente da primeira, é feita em um ambiente apropriado. Enquanto na pesquisa de campo o objeto está à mercê do ambiente, ou seja, você precisa se deslocar e seguir o estudo, na pesquisa laboratorial o ambiente é controlado, com equipamentos e a espera de resultados objetivos.
A bibliográfica utiliza estudos já feitos. Uma das metodologias de pesquisa mais famosas. Quase todo trabalho, independente do seu objetivo, do seu enfoque, começa-se os estudos vendo tudo que já se tem sobre o estudado.
Segundo os procedimentos
A última classificação é segundo os procedimentos, isso significa enxergar como são feitas as pesquisas, iniciação, desenvolvimento e conclusão do TCC de acordo com o caminho, as atividades que levaram a esses dados, ideias, conclusões.
É definir quais serão as técnicas empregadas para chegar ao objetivo final.
A pesquisa é feita por meio de questionários, dados coletados, entrevistas, a ideia é, quantitativamente, absorver informações sobre algo. Feita em campo, um exemplo são as enquetes cuja as respostas se limitam ao sim ou não. Isso é a pesquisa de levantamento de dados.
Outra modalidade é a experimental, parte-se do objetivo de analisar, testar algo. Uma ideia, uma tese, uma hipótese, um experimento. O pesquisador geralmente a realiza em laboratórios.
Por fim, se tem a pesquisa de ação. Nela o estudante está inserido no objeto de estudo, ele participa, analisa, interfere e vê as consequências.
O meio em que está, o incluindo, é estudado por inteiro.
Muito se tem na internet modelos de metodologia para TCC, entretanto lembre-se, mesmo que sejam padronizadas as classificações, as combinações possíveis só serão definidas pelo seu objeto e objetivo de estudo.
Você precisa descrever as classificações dela na metodologia, isso quer dizer que você apenas irá transcrever quais os caminhos, enfoques e materiais que utilizou para realizar a pesquisa.
Recapitulando, neste quadro você pode ver etapas e definições que uma metodologia científica engloba.
Veja alguns exemplos de metodologia para trabalhos acadêmicos
O método que foi utilizado para a realização dessa pesquisa é o quantitativo, com a finalidade de analisar, em valores numéricos, a quantidade de pessoas, paulistanas, que não tem contato ou conhecimento sobre a política brasileira.
Para obter os dados necessários para o estudo foram feitas pesquisas bibliográficas para ver a participação, na política, da sociedade brasileira ao longo dos anos. As obras e estudos analisados foram (citar toda literatura consultada que foi usada diretamente para o desenvolvimento do trabalho).
Com caráter exploratório foram aplicados enquetes e questionários, usando o formulário do Google e abordagens presenciais, nas ruas.
A pesquisa de campo foi feita ao longo de um ano; duas mil pessoas responderam pelo formulário do Google e mil pessoas foram abordadas nas ruas. As perguntas se limitavam ao “sim”, “não”, “talvez” e “não sei responder”.
Agora que você conheceu mais sobre a metodologia da pesquisa científica, coloque em prática, quando entendida e seguida ela explica e facilita a produção do TCC e de outros trabalhos acadêmicos.
Então lembre-se, comece pesquisando possíveis temas para TCC, os analise, veja como pretende abordar e estudá-los. Anote todo o caminho percorrido e sua metodologia estará pronta.
Para mais artigos, sobre projetos acadêmicos, continue nesse site. Fazer a pesquisa científica, a partir de agora, será muito mais simples!
Responsável pelo conteúdo: Professor Rogério Nascimento da Silva de Jesus
Descubra o que não pode faltar em um TCC a partir das Normas ABNT 2018.
O que é e como fazer um TCC
Após alguns anos de estudo a grande satisfação por concluir um curso e alcançar a tão sonhada formação, tudo pode ser ofuscado pelo assombroso Trabalho de Conclusão de Curso.
O desafio é ainda maior pelo fato de que as instituições de ensino superior exigem a mesma formatação de TCC que a Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibiliza em diversas normas.
Mas se você precisa saber como fazer um TCC, não precisa se desesperar, neste artigo irei apresentar as melhores dicas para um TCC nota 10 e explicar tudo o que você precisa saber para produzir um excelente Trabalho de Conclusão de Curso.
As normas ABNT 2018
As normas ABNT voltadas para a elaboração de trabalhos científicos estão divididas em algumas NBR’s. O fato de não existir um arquivo de fácil acesso compilando todas elas faz com que a interpretação e aplicação se tornem um pouco difícil.
As NBR’s mais comuns para o trabalho científico são:
NBR 6027 (2012) – Sumário
NRB 6024 (2012) – Numeração e estrutura sequencial
NBR 14724 (2011) – Estrutura de trabalhos acadêmicos
NBR 12225 (2004) – Informação (título) e documentação
NBR 6034 (2004) – índice
NBR 6028 (2003) – Resumo
NBR 10520 (2002) – Citação
NBR 6023 (2002) – Referências
Como pode-se notar, são regras que combinadas determinam a elaboração de um trabalho científico, podendo ser encontradas as diretrizes fundamentais para a elaboração intelectual e formatação de TCC.
A partir destas normas, resumimos as partes do TCC conforme se vê a seguir.
A estrutura de um TCC
Depois de produzir alguns trabalhos científicos, algo que fica claro é que a formatação de TCC não é difícil, apenas trabalhosa. Não é necessário ter um grande conhecimento, mas simplesmente ser atencioso e saber interpretar e executar as normas.
Antes de formatar é importante ter todo o conteúdo intelectual produzido, assim evitar-se-á novas formatações por alterações decorrentes de solicitações do orientador ou revisões dos próprios autores.
A formatação de TCC pode ser dividida em três partes:
Parte 1
Pré-textual
Parte 2
Textual
Parte 3
Pós-textual
Em cada uma destas partes existem os elementos que compõem toda estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso, alguns opcionais e outros compõem o que não pode faltar em um TCC.
PARTE 1 – Elementos Pré-textuais
Os elementos pré-textuais são: Capa, Folha de Rosto, Errata, Folha de Aprovação, Dedicatória, Agradecimentos, Epígrafe e Resumo.
É importante destacar que esta parte não integra a produção intelectual, cumprindo meramente um protocolo de formatação de TCC.
Não deve ser vista como uma parte menos importante, mas como uma que cumpre finalidades de formalidades, como é o caso do agradecimento que não carrega em seu teor um conteúdo acadêmico, mas faz valer a honra em homenagem prestada aos que ajudaram no processo de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
Você já ouviu a expressão “não julgue um livro pela capa”? Pois bem, é exatamente para isso que ela serve em um trabalho acadêmico.
A capa tem a finalidade de apresentar aos leitores uma primeira ideia sobre o assunto. É o primeiro filtro de interesse para quem está consultando sobre o mesmo assunto e se depara com o referido trabalho.
A orientação sobre a elaboração da capa está no item 4.1.1 da NBR 14724/2011, na ordem que simplificamos a seguir:
Elemento
Explicação
a) nome da instituição
Este elemento é opcional
b) nome do autor
Elemento obrigatório para identificação
c) título:
Elemento obrigatório que deve ser claro e preciso, com o objetivo de facilitação para consultas.
d) subtítulo
Elemento opcional, porém se houver, deve vir depois de dois pontos.
e) número do volume:
Elemento obrigatório apenas se houver mais de um trabalho ou denotar continuidade.
f) local (cidade) da instituição
Elemento obrigatório, bem como também é obrigatória a sigla da unidade da federação no caso de existirem mais de uma cidade com o mesmo nome.
g) Ano da entrega
Elemento obrigatório
Folha de rosto
A orientação sobre a elaboração da folha de rosto está no item 4.2.1.1 da NBR 14724/2011 e pouca coisa se difere da capa.
A parte mais importante é a natureza da produção acadêmica que deve conter o “tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição a que é submetido; área de concentração”. (Extraído da alínea e do item 4.2.1.1.1).
A folha de rosto também possui o verso, onde deve constar a ficha catalográfica conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.
Não é necessariamente um elemento que configura o que não pode faltar em um TCC, sendo apenas necessário nos casos de correções exigidas pela banca, pelo professor orientador ou ainda que forem consideradas necessárias pelo autor do Trabalho de Conclusão de Curso.
Deve ser elaborada em folha separada e informar a qual trecho do trabalho se refere, como o exemplo a seguir:
Folha
Linha
Onde se lê
Leia-se
15
12
senão
se não
Como você pôde perceber, a errata serve para fazer as alterações com a finalidade de corrigir erros simples, principalmente de grafia, mas pode ser de terminologia técnica também.
Serve para uso da banca examinadora após a aprovação do trabalho. Basicamente é composta pelo nome do autor, título com subtítulo, natureza do trabalho, data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos componentes e instituição da banca.
Dedicatória e agradecimentos
Embora sejam elementos opcionais na formatação de TCC segundo os itens 4.2.1.5 e 4.2.1.6 da NBR 14724/2011, sempre é a parte que dificilmente se esquece de fazer.
Na dedicatória, como o próprio nome já diz, dedica-se toda a realização do trabalho às pessoas escolhidas pelo autor. Nos agradecimentos o mesmo ocorre, porém obviamente em tom de gratidão.
Ambas são de escrita livre e servem para eternizar as pessoas com quem o autor deseja dividir o crédito pela conquista ou reconhecer a participação e colaboração.
epígrafe
É um elemento opcional regulamentado pela NBR 10520 da ABNT.
Na página separada para a elaboração da epígrafe, logo após os agradecimentos, deve constar uma frase na parte inferior da lauda, sendo uma citação de prestígio.
O fato de não ser opcional não tira o brilho deste elemento e o enriquecimento do trabalho. Para fazer uma boa epígrafe, deve-se escolher a frase que melhor representa o conteúdo, o sentimento e a realização que o trabalho representa.
Resumo
O resumo é a porta de entrada para o TCC, se a capa é o primeiro filtro, o resumo é o segundo, pois apresenta uma síntese do assunto e a sua importância.
A padronização quanto a sua elaboração, bem como os parâmetros e as diretrizes estão na NBR 6028 de 2003 e nos itens 4.2.1.7 e 4.2.1.8 da NBR 14724 de 2011.
PARTE 2 – Elementos textuais
Vamos considerar que o TCC é uma casa disponível para venda. A primeira parte onde estão os elementos pré-textuais é o jardim e a fachada.
É extremamente importante que sejam apresentáveis, caso contrário as pessoas não terão vontade de avançar para o interior do imóvel.
O problema é que após o primeiro encanto, já dentro da nossa hipotética residência, os compradores começam a encontrar pequenos defeitos, tais como uma distribuição de cômodos ruim, goteiras e rachaduras.
Não é difícil, nesta comparação, identificar esses vendedores como os leitores de um TCC. Após o primeiro encanto com os elementos pré-textuais, chamativos e emocionantes porque a sua essência é essa, a leitura se mostra decepcionante em grande parte dos casos.
Deve-se considerar princípios como linearidade, coesão, coerência, ortografia, regência etc. para uma escrita clara e eficiente.
A estrutura padrão de um texto
Todos sabemos que qualquer texto é dividido em três partes, a saber: introdução, desenvolvimento e conclusão. O TCC segue a mesma regra, porém existe um rigoroso protocolo para elaborar cada uma dessas partes.
“O texto é composto de uma parte introdutória, que apresenta os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração; o desenvolvimento, que detalha a pesquisa ou estudo realizado; e uma parte conclusiva”. (ABNT NBR 14724 de 2011, item 4.2.2)
Fique por dentro e entenda o que não pode faltar em um TCC.
A introdução deve primeiramente apresentar o tema do trabalho de forma mais ampla. É importante lembrar que é uma parte importante para ganhar a credibilidade do leitor.
É comum a contextualização do assunto e do campo de estudo, bem como afunilar para uma abordagem do tema de forma bem restrita.
Após apresentar o tema e o seu contexto, é importante delimitar o assunto do tema, de modo que o mesmo seja apresentado como importante.
É importante lembrar que quanto maior o campo de estudo, maior será a probabilidade de um trabalho extremamente extenso e cheio de rodeios inconclusivos.
Delimitar o assunto não é torná-lo mais fácil, e sim mais profundo. É importante deixar claro que o trabalho vale a pena ser lido, o que nos leva para outro ponto.
Por que vender o carro?
Um dia quando cheguei em casa, propus à minha esposa que trocássemos o carro. Ela reagiu com forte resistência e disse que não era a hora certa.
Eu tive duas opções, insistir na ideia até se tornar uma briga muito séria ou me retirar para refletir sobre qual estratégia seria adequada para conseguir trocar de carro.
No dia seguinte cheguei em casa forçando uma expressão de desconforto e quando ela percebeu e perguntou o que havia ocorrido, eu disse que o carro estava trazendo gastos exorbitantes.
Após mostrar os investimentos necessários para que o nosso veículo pudesse continuar em circulação, concluímos juntos que seria melhor trocar de carro.
O que aprendi com isso? Às vezes, para converter alguém para o meu ponto de vista, basta mostrar os problemas.
Por um TCC tem como objetivo responder a uma ou mais perguntas ou ainda discutir um problema. Aqui não se apresenta a resposta ainda, pois será o resultado da pesquisa.
Após apresentar perguntas e/ou problema, deve-se elencar os objetivos, que são o geral e os específicos.
Objetivo geral deve ter uma abordagem panorâmica, estar resumido em um curto parágrafo mostrando qual a finalidade da escrita. Os objetivos específicos são aspectos do objetivo geral desenvolvidos em tópicos com uma frase curta em cada, sempre iniciando com verbos no infinitivo.
A Metodologia e a fundamentação teórica
Antes de começar a falar sobre a Metodologia e a fundamentação teórica, é importante lembrar que cada TCC segue um rumo de acordo com os aspectos do assunto a ser desenvolvido, as exigências da instituição de ensino e o caminho de escrita definido pelo orientador e pelo autor.
Dizer que é a apresentação do método de pesquisa já seria o suficiente para uma compreensão genérica. Basicamente, por ser uma pesquisa, é importante que sejam apresentados os instrumentos utilizados para a captação das informações, bem como também as fontes.
Para pesquisas acadêmicas, é importante informar quais os autores e obras foram utilizados para a definição da linha de pesquisa. Isso significa que em um TCC, não se apresenta opinião própria, tudo precisa estar fundamentado.
Desenvolvimento
Após ter avançado pelos elementos pré-textuais e compreendido os textuais, você deve estar se perguntando se isso não tem fim. Calma, estamos acabando.
O desenvolvimento é a parte crucial do trabalho onde o assunto será abordado com detalhamentos, sendo portanto a parte de maior importância do TCC, o objetivo dele ser escrito. É, por isso, também a parte que inter-relaciona todas as demais.
É a parte em que se escreve com certa liberdade, mas não confunda as coisas. É fundamental, por exemplo, que tenha sentido com o tema escolhido e desenvolva bem o que foi apresentado no resumo.
O referencial teórico deve ser utilizado, comprovando e corroborando os autores e obras citadas. Também é fundamental que a metodologia esteja explícita em cada etapa e constatação.
Falando em constatação, lembre-se que nesta etapa você deve apresentar base para responder às perguntas da introdução. Os objetivos também devem estar presentes, inclusive os específicos podem representar tópicos aqui.
Enfim, fica clara a importância do desenvolvimento para desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curso.
Conclusão
Como o próprio nome nos esclarece, é a finalização do trabalho, pelo menos com relação aos elementos textuais. É importante apresentar os resultados da pesquisa obtidos pelos meios explicados na metodologia.
A preocupação da conclusão é apresentar as respostas às perguntas feitas na introdução e responder com constatações se os objetivos foram alcançados.
Ainda é importante que a conclusão apresente uma proposta para a solução do problema apresentado na introdução e as considerações finais do autor.
Lembre-se, um TCC sem conclusão é um trabalho que não leva a lugar algum!
PARTE 3 – Elementos Pós-textuais
Os Elementos pós-textuais de um Trabalho de Conclusão de Curso são aqueles que ficam no final da ordem da formatação de tcc, porém possuem grande importância.
De onde você tirou isso?
Após a explicação deste post sobre fundamentação teórica, fica claro que para desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curso, todas as informações devem ser comprovadamente fundamentadas.
Os elementos pós-textuais explicam de onde as informações foram retiradas, dando credibilidade à produção em questão.
Referências
É uma lista das obras utilizadas no trabalho. Todas devem estar citadas no TCC. É talvez o item com maior número de especificações para tanto existe uma norma somente para os padrões das citações (NBR 6023/2002).
As referências são obrigatórias em qualquer trabalho acadêmico e servem para apresentar as informações de catalogação das obras, sites, artigos etc. utilizados no trabalho.
Possui basicamente as informações de nome do autor ou autores, nome da obra, número da edição, editora e ano da publicação. Isso pode variar conforme o tipo de citação. As entradas devem ser feitas em ordem alfabética.
Quando em um trabalho há a necessidade de apresentar documentos, fotos, gráficos ou quaisquer itens que não forem inseridos no corpo do texto, serão colocados como anexos com a finalidade de comprovar, fundamentar, ilustrar ou demonstrar algo.
Não é obrigatório, mas é extremamente útil para inserir arquivos que fogem da formatação comum dos parágrafos, por exemplo.
Glossário
O glossário, item opcional assim como o anexo, é a seleção da terminologia específica do assunto produzido. Como os termos podem assumir conceitos diferentes em cada linha de pesquisa, a sua utilidade é comprovada por colaborar com a interpretação do leitor.
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O resumo expandido é
um tipo de trabalho comumente solicitado quando há eventos onde a publicação
final necessita da apresentação deste texto. Por isso, quem for fazer uma
apresentação onde é necessário apresentar o resumo expandido, deve entender
detalhes desse tipo de texto.
Quer saber o que é resumo expandido e como fazer? Então
confira este post até o final e veja o passo a passo completo desse tipo
textual.
O que é resumo expandido?
Resumir algo é o mesmo que dar informações objetivas e
claras sobre um conteúdo que possui bastante detalhes. Desde sempre os
estudantes precisam criar resumos nas escolas, essa prática estimula a escrita
objetiva, tornando as explicações mais claras e simples.
Seguindo este conceito, o resumo expandido é uma modalidade
de resumo que tem como objetivo descrever um trabalho acadêmico com
objetividade. Diferente do resumo simples, a modalidade expandida pode ser
escrita antes mesmo de terminar o trabalho ou a pesquisa.
E não se confunda com o resumo que existe em alguns
trabalhos acadêmicos como o TCC.
O texto que aparece logo após o “epígrafe” não
tem nada a ver com o resumo expandido. Lembre-se: esse tipo de texto só é
utilizado em casos excepcionais onde há a necessidade de apresentá-lo.
Considerando que o resumo expandido pode ser elaborado antes
mesmo de terminar o trabalho ou a pesquisa, ele é usado principalmente em
eventos onde é possível compartilhar informações.
Caso você participe de algum evento deste tipo, o resumo
expandido mostrará aos participantes do que se trata sua pesquisa, qual é o
tema, o porquê desse levantamento, entre outras informações. Isso proporcionará
a troca de informações e posteriormente, poderá contribuir para um trabalho com
mais qualidade.
Formato para escrever um resumo expandido
Cada evento possui um padrão específico para o formato do
resumo expandido. Por isso, não é possível definir um tipo único para a
elaboração desse texto. Nesse caso, é recomendado que os estudantes verifiquem
no edital todas as diretrizes do evento, incluindo as informações sobre o
resumo expandido.
Há alguns lugares que exigem até mesmo formatações exclusivas, folha timbrada com cores específicas, colunas, entre outras exigências.
IMPORTANTE: Cada instituição possui suas próprias regras e normas para elaboração de trabalhos e resumos, é de suma importância que você consiga com o seu orientador todas as normas exigidas.
Principais diferenças entre resumo simples e
expandido
A primeira grande diferença do resumo simples e expandido, é
que a modalidade simples é elaborada geralmente com o intuito de antecipar o
conteúdo de um trabalho, fornecendo uma informação objetiva sobre o assunto que
será abordado, enquanto que o resumo expandido tem como finalidade informar
outros pesquisadores sobre um estudo para auxiliar no compartilhamento de
informações.
Outra grande diferença é que o resumo simples precisa ser
feito após o término da pesquisa. Já o resumo expandido pode e deve ser feito
antes da conclusão do trabalho, pois, a finalidade principal deste texto é
gerar mais dados e informações que possam complementar a pesquisa em questão.
Há ainda uma outra diferença que deve ser considerada, que é
onde o resumo é utilizado. No caso do resumo simples, ele aparece antes do
conteúdo do trabalho, logo após o “epígrafe”. Por outro lado, o
resumo expandido é utilizado em eventos específicos, onde a finalidade é
compartilhar informações sobre determinado assunto.
Como fazer um resumo expandido
Antes de iniciar o resumo expandido, é fundamental que você confira todos os parâmetros informados pelo evento sobre a elaboração desse texto. São esses parâmetros que determinaram a forma como o resumo será elaborado, assim como a formatação. A seguir, falaremos sobre o passo a passo da formatação e como fazer o conteúdo do resumo expandido.
Formate a página no padrão exigido pela ABNT: Papel A4 (210 x 297 mm), modo retrato, margens de 3 cm no canto superior e na esquerda e de 2 cm no canto inferior e na direita. Insira abertura de 1,5 cm do alinhamento no parágrafo;
Use a fonte Arial ou Times New Roman para o corpo do texto em tamanho 12 e aplique formatação justificado e espaçamento simples entre as linhas;
Digite os títulos e subtítulos em caixa alta, negrito, espaçamento simples e fonte Arial ou Times New Roman em tamanho 12.
Caso você tenha que elaborar um minicurrículo, informe titulação, e-mail e área de estudos como nota de rodapé na primeira página;
Caso faça citações ao longo do resumo, incluir no corpo do texto e entre aspas as citações curtas, com no máximo 3 linhas. Em seguida é necessário informar o nome do autor e data de publicação. Se a citação for longa, é necessário aplicar recuo de 4,0 cm da margem esquerda, tamanho 10, espaçamento simples e usar a fonte Times New Roman;
Por fim, as referências devem aparecer no final do resumo expandido seguindo ordem alfabética considerando o sobrenome da autoria com formatação de espaço simples, alinhadas à esquerda e com 1,0 de espaço entre as linhas.
Conteúdo do resumo expandido
Agora que você já sabe como formatar seu resumo expandido,
veja algumas dicas que te ajudarão a elaborar o conteúdo deste texto:
No desenvolvimento do texto, é preciso informar quais foram os resultados obtidos até o momento da elaboração do resumo. Essas informações devem apresentar referências conceituais e análise estatística.
Para concluir o resumo, você deverá responder às principais questões em torno dos objetivos da pesquisa.
Para elaborar um texto bem estruturado, objetivo e
informativo, considere as seguintes dicas:
Faça um
rascunho: organize todas as suas informações em um papel para finalmente
colocá-las no resumo expandido. Assim, você terá uma visão mais ampla das
informações fornecidas.
Leia o texto
várias vezes: nada melhor do que entregar um texto bem escrito e livre de
qualquer erro ortográfico ou gramatical. Para chegar a esse resultado, é
importante ler várias vezes e modificar tudo que não estiver do seu agrado.
Seguindo todas as dicas mencionadas, você poderá
entregar seu resumo expandido no evento pretendido seguindo as recomendações do
próprio evento.
Ao escrever o abstract do TCC, saiba que ele possui normas importantes para sua escrita, definidas pela ABNT.
O que é o abstract do TCC?
O Abstract é um elemento pré-textual dos trabalhos acadêmicos e é de caráter obrigatório.
O abstract do TCC é assim chamado quando escrito em língua Inglesa, mas nada mais é do que um resumo do seu trabalho, uma pincelada rápida sobre o tema e a pesquisa abordada.
Escrever o abstract do TCC é um dos últimos elementos do trabalho, por isso você só precisa se preocupar com ele quase na finalização do texto.
Qual a função do Abstract no TCC?
Basicamente, funciona como um chamariz para o leitor, pois você adicionará ali as questões abordadas no texto, incitando a leitura.
Unido ao título, tem a responsabilidade de captar a atenção do leitor, despertando nele a curiosidade de ler sua pesquisa.
Ao escrevê-lo tente sempre se pôr no lugar de quem irá lê-lo, assim você desenvolve o texto com a ideia de chamar o leitor para seu TCC.
Escrevendo o Abstract do TCC nas normas ABNT
Como qualquer outra seção de uma pesquisa, o abstract também deve ser elaborado seguindo as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos.
O texto do abstract deve ser enxuto e objetivo, já que reflexões, dados e demais informações serão apresentadas ao longo do trabalho.
Use uma linguagem que atraia o leitor, apresentando aspectos relevantes da sua pesquisa.
Para redigir seu abstract nas normas da ABNT use os passos a seguir para não ter dúvidas:
Explique ao leitor no que consiste, ou seja, qual é o tema que foi escolhido para sua pesquisa, além de apresentar a relevância do seu trabalho para o meio acadêmico;
Descreva qual foi seu objetivo (ou objetivos) ao escrever seu TCC. Use seus objetivos do projeto como auxílio para escrever esta parte, já que eles nortearam aspectos da pesquisa. conte o motivo maior do seu trabalho ter sido feito;
Nesta parte do texto explique como você fez o trabalho, os métodos utilizados e outros detalhes pertinentes. Aqui é o espaço para informar o leitor qual foi a tipologia do seu trabalho: estudo de caso, pesquisa qualitativa, pesquisa quantitativa ou experimento
Indique ao leitor quais foram os resultados mais significativos que os seus estudos apontaram, tanto positivos, quanto negativos (se houverem), com texto objetivo e sucinto, sempre com o intuito de atrair o leitor para ler seu trabalho;
Ao fim do texto apresente uma breve conclusão sobre as aprendizagens do seu trabalho e o que a pesquisa agregou à sua vida profissional e por que não, pessoal. Mencione a contribuição do seu trabalho como ferramenta de entendimento do objeto estudado em seu TCC.
Exemplo de um abstract em inglês
Abstract em outras línguas
As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos orientam que o abstract deve sempre ser feito em língua portuguesa e pode se chamar também de resumo.
De acordo com a variação do trabalho (Monografia, Dissertação ou Tese), o abstract pode ser escrito em língua estrangeira além da Língua portuguesa, que é a padrão.
Nestes casos, o texto é o mesmo que o escrito na língua vernácula, porém, traduzido para a referida língua estrangeira. Os tipos de resumo ou abstract variam de acordo com a língua utilizada:
Inglês (ABSTRACT);
Francês (RÈSUMÉ);
Espanhol (RESÙMEN).
Se você apresenta domínio de alguma destas línguas pode fazer a tradução sozinho.
Caso não fale nenhuma delas, contrate alguém com domínio para que realize a tradução do seu resumo, não confie exclusivamente em tradutores mecânicos, pois o texto deve ter a mesma qualidade de escrita que o resumo em português.
Traduções exclusivamente mecânicas tendem a apresentam severos erros de regência, concordância verbal e nominal e isso pode comprometer a qualidade do seu trabalho, portanto, invista em um tradutor qualificado.
Redigindo o Abstract do TCC nas normas ABNT
O resumo deve ter um número máximo de palavras, variando num mínimo de 100 palavras e 500 no máximo, dependendo do tipo de trabalho e de exigências específicas de cada instituição;
Elabore o texto em um único parágrafo, independente do número de palavras;
Redija o texto utilizando a terceira pessoa do singular, com verbo na voz ativa;
Tanto o resumo em português quanto em língua estrangeiro é obrigatório ao final elencar palavras-chave, sempre separadas por ponto e vírgula. Terão que ser no mínimo três palavras-chave e no máximo cinco;
O resumo deve ser escrito ao término do trabalho, já que faz um apanhado de todos os capítulos e considerações relevantes da sua pesquisa;
As normas da ABNT para trabalhos acadêmicos também orienta que o resumo não ultrapasse o tamanho de uma lauda;
Faça sempre em páginas separadas: uma página será a do resumo (língua portuguesa) e na página seguinte o abstract (quando for em língua inglesa) ou o resúmen ou rèsumé (se a língua escolhida for espanhol ou francês).
Erros comuns ao escrever o Abstract do TCC
Já falamos anteriormente sobre o que é o abstract do TCC, um resumo do seu trabalho para atrair o leitor a conhecer sua pesquisa.
Então ao escrever o Abstract do TCC não confunda-o com outras seções do trabalho.
Muitos acadêmicos utilizam a função do abstract de maneira errônea, criando um texto que oferece uma prévia do trabalho, tornando obsoleta a função da Introdução.
No abstract também não devem ser incluídos pensadores e citações, ou embasamentos teóricos de quaisquer espécies, pois isto é utilizado no desenvolvimento do TCC.
Ao fazer o fechamento do resumo, lembre-se também de não colocar todos os dados e conclusões, deixe a “cereja do bolo” para as considerações finais.
Não reproduza de forma integral no resumo frases do corpo do texto, sempre faça paráfrase.
Evite expor de maneira muito detalhada os métodos e tabulações de dados, isto também será abordado no corpo do texto.
LEMBRE-SE!
Uma dica importante que vale para todo o texto do abstract: você deve SIM chamar o leitor para seu texto, empregando uma linguagem atrativa, mas NÃO expor todos os dados do seu trabalho, senão todas as pessoas leriam somente o resumo não é mesmo?
Foque em expor as características mais importantes do trabalho de maneira genérica.
Essas dicas lhe auxiliaram?
Então veja em nosso site, muitas outras informações para o seu TCC, desde sugestões de temas até normas da ABNT. Corre lá!
Quase todo mundo já ouviu falar alguma vez na vida sobre
coesão e coerência textual. Esses dois elementos textuais são utilizados ao
longo do texto para proporcionar uma ligação entre as orações, de modo que não
haja grande repetição de palavras e que o contexto não seja perdido.
Quer saber mais detalhes do que é coesão e coerência textual? Acompanhe esse post até o final para descobrir as principais características desses dois elementos e suas diferenças. Veja tudo isso a seguir!
Coesão e coerência: O que são?
A coesão e a coerência são dois elementos textuais
fundamentais para a elaboração de um texto. Enquanto a coesão é responsável por
ligar as frases e palavras através de elementos, a coerência é responsável por
manter a lógica entre as ideias relacionadas. Juntos, os dois elementos
textuais garantem a lógica e o sentido do texto.
Isso significa que tanto a coesão quanto a coerência possuem
grande importância para a produção de texto. Além disso, uma depende da outra
para que o texto seja legível, lógico e interessante.
A seguir falaremos mais detalhes de cada um desses elementos
textuais, considerando suas características e aplicações!
Coesão textual
Como mencionado, a coesão textual é o elemento linguístico
que conecta ideias ao longo do texto. Com a coesão, é possível relacionar todas
as partes do texto de uma forma que os fatos sejam narrados em uma sequência de
acontecimentos.
Um texto com coesão apresenta ligações harmoniosas em
diferentes partes do conteúdo. Isso torna a leitura mais leve, fácil de
compreender e harmônica.
A coesão textual se divide entre diferentes elementos que
apresentam suas próprias características. Veja a seguir um resumo sobre esses
elementos e quais são suas funções em um texto:
Conectores
São responsáveis por relacionar as frases do texto. Os
conectores criam relações entre os termos utilizados no texto, por isso, quase
sempre são representados por advérbios, conjunções e preposições.
Exemplo:
Com coesão – “Elas
gostam de dançar e jogar bola”;
Sem coesão –
“Elas gostam de dançar. Elas gostam de jogar bola”.
Substituições
São os elementos que garantem que o texto tenha coesão
lexical. Eles são utilizados com a finalidade de evitar repetições excessivas
de um determinado termo.
Exemplo:
Com coesão –
“Legumes são importantes para a saúde. As frutas também”;
Sem coesão –
“Legumes são importantes para a saúde. As frutas também são importantes
para a saúde”.
Reiterações e referências
São responsáveis por interligar termos em situações onde é
feita a substituição da palavra por significados.
Exemplo:
Com coesão –
“O gato é um animal inteligente. Ele é considerado um dos felinos com
maior capacidade de raciocínio”.
Sem coesão – “O
gato é um animal inteligente. O gato é considerado um dos felinos com maior
capacidade de raciocínio”.
Correlação verbal
É a aplicação lógica do tempo verbal ao longo do texto. Com
a utilização da correlação verbal, o texto apresenta uma sequência de
acontecimentos com começo, meio e fim.
Os significados e as interpretações de cada ligação textual
são os principais objetivos da carência textual. Esse elemento determina o
significado e a interpretação de cada conectivo utilizado para interligar
frases, elementos ou palavras em um texto.
Um texto só é considerado coerente se ele apresentar
sentido. Um texto coerente deve apresentar linguagem harmoniosa, lógica,
comunicativa, conexão entre as ideias e complementação de informações. A
coerência de um texto ocorre pela utilização das seguintes abordagens:
Princípio da relevância
Um texto coerente precisa ter ideias relacionadas onde cada
uma delas apresente sua própria relevância. Mesmo que elas tenham sentido
quando analisadas de forma isolada, as ideias devem ser apresentadas com
sentido lógico e correta interpretação para que o texto seja facilmente
compreendido.
Exemplo:
Com coerência –
“O homem tinha fome, mas não tinha dinheiro em sua carteira, por isso foi
ao banco e sacou uma quantia. Em seguida, foi almoçar em um restaurante”;
Sem coerência –
“O homem tinha fome, mas não tinha dinheiro em sua carteira. Foi almoçar
em um restaurante e em seguida foi ao banco e sacou uma quantia”.
Princípio da não tautologia
Mesmo que as expressões apresentem diferentes palavras, um
texto coerente não deve conter ideias repetidas. Repetir a mesma ideia em uma
frase, parágrafo ou até mesmo texto, torna a compreensão da mensagem
redundante.
Exemplo:
Com coerência – “Visitei
Campos do Jordão há cinco anos”;
Sem coerência –
“Visitei Campos do Jordão há cinco anos atrás”.
Princípio da não contradição
Para ter coerência, é preciso que as ideias não sejam
contrárias de nenhuma forma.
Exemplo:
Com coerência – “Ele
só toma leite de soja pois possui intolerância à lactose”;
Sem coerência –
“Ele só toma leite de vaca pois é intolerante à lactose”.
Progressão semântica
Esse elemento garante que seja inserido novas informações ao
longo do texto para que exista uma lógica sequencial. Sem a progressão
semântica há uma sensação de que o texto não termina nunca.
Exemplo:
Com coerência – “As
mulheres caminhavam pela avenida tranquilamente até que se depararam com o
suspeito. Apertaram o passo e em seguida começaram a correr quando notaram que
estavam sendo perseguidas”;
Sem coerência – “As
mulheres caminham pela avenida tranquilamente e continuaram caminhando mesmo
após se depararem com o suspeito. Passaram por diversas avenidas, ruas,
seguindo sempre em frente. Até que perceberam que estavam sendo seguidas”.
Continuidade temática
São os termos utilizados para dar continuidade ao tema. Sem
essa abordagem, o leitor tem a sensação de que o tema do texto foi mudado
repentinamente.
Exemplo:
Com coerência – “Você sabia que as tartarugas vivem mais de 100 anos? Elas possuem um metabolismo muito lento, que garante mais tempo de vida”;
Sem coerência – “Você sabia que as tartarugas vivem mais de 100 anos? Existem várias espécies de tartarugas”.
Ambos os elementos são utilizados em um texto para conectar
ideias e dar contexto a produção textual. Porém, a coesão e a coerência
apresentam diferenças significativas. Veja um resumo dessas diferenças a
seguir:
Coesão –
responsável por conectar palavras e frases em diferentes trechos do texto.
Coerência –
responsável por proporcionar ligação lógica aos termos que conectam os trechos
do texto.
Após o estudante arduamente terminar a parte escrita e toda a formatação do seu TCC(Trabalho de Conclusão de Curso), uma outra importantíssima etapa está prestes a se iniciar. A apresentação do TCC é algo de extrema importância que merece uma atenção redobrada em diversos pontos. Saber planejar a apresentação, mensurar o que será apresentado com base no tempo disponível para uma boa apresentação, é um assunto delicado e que merece sua atenção.
Devido a isso, neste post vamos falar sobre roteiro para apresentação de TCC e como isso ajuda muito na hora de apresentar qualquer trabalho acadêmico. Veja um passo a passo completo para elaborar um roteiro simples com a sua apresentação do TCC. Veja tudo isso a seguir!
Roteiro de TCC
O roteiro de apresentação de um trabalho acadêmico como o TCC é uma estratégia magnífica e uma das mais recomendadas para quem é tímido, mal organizado, muito falastrão, extrovertido de mais, e pretende apresentar o trabalho de forma completa dentro do tempo previsto. O roteiro é essencial em diversas criações no mundo da literatura, na sétima arte, no marketing, no teatro, e em diversas outras áreas. Muitos executivos de grandes empresas precisam fazer apresentação de novos produtos e estratégias que necessitam de uma apresentação complexa diante dos sócios e outros profissionais. 10 dicas de como se sair bem na apresentação do TCC
Para fazer isso, os executivos elaboram o trabalho com
documentos argumentativos e slides para ilustrar. Mas, esses executivos sabem
da importância de criar um roteiro para a apresentação ser objetiva dentro do
tempo disponível para apresentar um projeto. Isso acontece com executivos, com
engenheiros, com médicos, nutricionistas, advogados, enfim, com diversos
profissionais que irão apresentar um projeto a seus superiores e necessitam ser
objetivos e profissionais. Portanto, aprenda desde já a seguir um roteiro
começando pelo seu TCC!
Dicas importantes que devem ser seguidas antes
da roteirização para TCC
Antes de sair elaborando um roteiro de apresentação do seu TCC, é necessário se atentar a algumas dicas que farão a diferença entre um bom roteiro e um roteiro que não atende à suas expectativas. Criar um roteiro não é nenhum bicho de sete cabeças, mas é preciso saber o que está fazendo para não fugir da proposta.
1 – Entenda a lógica de um roteiro
Leia diversas vezes o seu TCC após ele estar pronto e
redigido. Análise tudo novamente diversas vezes para ficar com esse trabalho
bem vívido em sua mente. Não confunda esse processo com “decoreba”,
pois decorar algo para ser apresentado não é indicado em nenhuma situação. Só
pelo fato de você ter feito a pesquisa, o corpo do texto, ter pensado nas
imagens, e formatado o trabalho, você já está preparado para apresentá-lo, mas
vale a pena fazer sempre uma releitura quando possível. Elaborar um roteiro irá
potencializar os principais pontos, o tempo de apresentação, a passagem de um
slide para o outro, a fala de um aluno seguida pela fala de outro membro do
grupo. Tudo isso será mais fácil de lidar com um roteiro bem ensaiado.
O fato de você ler e reler o seu roteiro irá ajudar a enxergar ainda mais detalhes intrínsecos do seu trabalho. Estar com esses detalhes bem frescos em sua mente irá ajudar você a tirar as dúvidas dos examinadores sem gaguejar ou ficar perdido na apresentação. Neste caso, estabelecer uma sequência lógica para a sua apresentação irá enfatizar uma linha cronológica com começo, meio e fim para a sua apresentação dentro do tempo estimado para isso. A sequência que for escolhida deverá ser ensaiada e respeitada. Veja dicas de como fazer a apresentação do TCC com Slide
2 – Tempo
O tempo para apresentar um trabalho de TCC varia entre as
instituições de ensino. Esteja ciente do tempo previsto para a sua apresentação
e trabalhe a criação do seu roteiro dentre disso. Se o trabalho for em grupo, o
ideal é deixar que um membro do grupo seja o roteirista da apresentação e os
outros respeitem o que for elaborado.
3 – Decorar é um perigo
Compreender algo de verdade é muito mais poderoso para
explicá-lo do que simplesmente decorar e falar sobre o assunto. Se você focar
em decorar seu trabalho de TCC para apresentá-lo, pode ser que o nervosismo e
imprevistos que podem ocorrer faça com que você não consiga apresentar o seu
trabalho. Busque entender tudo sobre o seu trabalho, principalmente se você fez
ele em grupo e não participou de algumas etapas. Com o trabalho em mãos, leia e
releia quantas vezes for necessário para entender de verdade o seu trabalho, e
não simplesmente decorar somente o que você terá que apresentar.
4 – Sequência cronológica
Ao elaborar seu roteiro do TCC é necessário que você tenha
os tópicos em uma ordem cronológica que ofereça uma apresentação compreensível.
A sequência cronológica do roteiro deve ser bem preparada para que o trabalho
tenha começo, meio e fim com tudo que é mais relevante para isso acontecer.
5 – Evite ficar olhando para o papel
Para apresentar uma monografia, o estudante deve estar bem sintonizado com o conteúdo de seu trabalho, com os slides e com todos os detalhes do que será apresentado. Se o estudante é dependente de ficar olhando em anotações feitas em um papel, isso demonstra insegurança e desconhecimento do seu trabalho junto a banca examinadora. Mais uma vez lembrando, o TCC é um trabalho de conclusão de curso e o aluno deve se preparar para apresentá-lo como se fosse para o seu superior hierárquico dentro de uma empresa. Não menospreze essa excelente oportunidade de crescer profissionalmente! Roupa para Apresentar TCC: dicas de look para homens e mulheres
Saber cumprimentar a banca examinadora é uma etapa muito importante de ser incluída em um roteiro de TCC, pois muitos alunos não sabem que isso é uma regra importante a ser seguida. Inclua no roteiro como serão os cumprimentos em grupo e individual. Como cumprimentar a banca na apresentação do TCC: dicas e sugestões
2 – O porquê deste tema
Fale para os examinadores e toda a plateia presente os
motivos que levaram a escolha de abordar tal tema. Faça uma justificativa
cativante com palavras bem trabalhadas para que as pessoas presentes saibam
sobre o que será apresentado.
Ao buscar justificar sobre a escolha do tema, o aluno já
deixou bem claro seus motivos de abordá-lo, mas ainda é importante enfatizar um
problema que mereça ser solucionado com o seu trabalho. Com base no problema, o
seu estudo foi elaborado para tentar solucioná-lo ou compreendê-lo melhor.
Mencione hipóteses sobre o problema de pesquisa e fala em
detalhes sobre essas hipóteses. Explique o seu ponto de vista para a banca
examinadora. Será o corpo docente da instituição que irá validar essas
hipóteses ou não.
As considerações finais em uma apresentação de TCC são muito
importantes para que a conclusão do seu trabalho seja compreendida pelos
espectadores presentes. Fale novamente sobre os objetivos que o levaram a fazer
esse trabalho. As considerações finais estão atreladas aos objetivos que
conduziram a elaboração de um trabalho.
Inclua a participação de cada membro do grupo
caso o TCC seja apresentado em grupo com a descrição de fala de cada um em cada
etapa mencionada acima. Prepare os slides referentes a cada etapa com base no
roteiro criado e organize todos os pormenores baseados neste roteiro. Ensaie o
roteiro se possível alguma vezes para uma apresentação tranquila e bem
preparada.
Temos várias dicas para lhe auxiliar a redigir seus agradecimentos de acordo com as normas da ABNT!
Apesar de não ser um item obrigatório no TCC, os agradecimentos também devem ser redigidos de acordo com as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos.
O que são os agradecimentos do TCC?
São uma parte opcional, porém com detalhes importantes na sua elaboração. É preciso muita atenção e cuidado neste item, pois é nesta seção do trabalho que você poderá prestar seu agradecimento para as pessoas que, direta ou indiretamente, contribuíram na realização desta tarefa.
Mesmo sendo opcionais, como dito acima, é uma seção esperada pelo leitor, que aguarda do acadêmico uma prestação de reconhecimento pelo apoio dado durante a longa caminhada até a finalização do TCC. Veja nossas dicas para temas de TCC de diversos cursos em:https://projetoacademico.com.br/c/temas-para-tcc/
Os agradecimentos do TCC conforme a ABNT
Ao redigir seu TCC, você já deve ter em mente que é necessário seguir as regras padrões da ABNT, certo?
O erro de muitas pessoas é pensar que os agradecimentos do TCC não seguem as normas comuns aos trabalhos acadêmicos.
Eles devem ser dirigidos para as pessoas, ou mesmo instituições que de alguma forma lhe auxiliaram ou prestaram contribuição para seu trabalho.
As normas da ABNT orientam que os agradecimentos sejam norteados pelos seguintes parâmetros:
A palavra AGRADECIMENTOS deve aparecer centralizada na margem superior da folha em caixa alta (letras maiúsculas), tamanho 12;
Não possui número limite de linhas;
Deve seguir a formatação padrão dos elementos textuais do trabalho, ou seja, margens, espaçamento e outros;
Precisa seguir uma norma hierárquica no agradecimento (de quem teve uma importância muito grande para quem contribuiu em menor escala);
Usar fonte Times new Roman ou Arial;
Espaço entre linhas de 1,5;
Alinhamento justificado;
Exemplo retirado de: https://www.slideshare.net/Fabryzzyo/uepa-2009-pronto-tcc
Diferenças entre agradecimento e dedicatória
Ambos são elementos pré-textuais e não obrigatórios, por isso são comumente confundidos.
Nos trabalhos acadêmicos o agradecimento deve aparecer na página posterior à dedicatória e sempre sozinho na folha, sem outros elementos agregados.
Os agradecimentos do TCC são o espaço onde você prestará seu reconhecimento para quem contribuiu com o trabalho.
A dedicatória, por sua vez, trata-se se de uma homenagem mais restrita, a apenas uma pessoa ou instituição.
O primeiro tem extensão de linhas e páginas livre, de acordo com o número de agradecimentos determinados pelo autor.
Linguagem utilizada nos agradecimentos do TCC
Tanto os agradecimentos quanto a dedicatória possuem em comum uma linguagem menos formal que no restante do trabalho, já que possuem um cunho pessoal.
Também não se incluem nos agradecimentos itens avaliativos ou identificações referentes ao trabalho.
A disposição de parágrafos também é determinada por quem escreve, optando por parágrafos individualizados para cada pessoa ou instituição, ou mesmo um único parágrafo para múltiplas homenagens.
Quem citar nos Agradecimentos do TCC?
Ao redigi-los sempre surge aquela dúvida: Quem devo agradecer?
Para essa pergunta, a questão a ser levada em conta é muito mais sobre etiqueta do que sobre as regras e padrões técnicos.
Tenha sempre em mente ao selecionar as pessoas que citará que estas devem ter sido importantes durante a elaboração do trabalho.
Nem todos precisam ser nominados, deixe para fazer isso apenas com os familiares mais próximos e o orientador. Caso seus familiares já tenham sido citados na dedicatória evite repeti-los nos agradecimentos.
Ao citar o orientador nominalmente, você pode incluir também outros professores que tiveram relevância e auxiliaram na pesquisa, se for este o caso. Este agradecimento ao orientador é tradicional e quase que via de regra ocorrer no trabalho.
Se for seu desejo, você também pode homenagear o corpo docente do seu curso, ou mesmo incluí-lo no mesmo parágrafo do orientador, como por exemplo:
“Agradeço ao meu orientador (nome) pelo auxílio na execução deste trabalho, e homenageando-o agradeço aos demais membros do corpo docente do Curso.”
É costume também fazer agradecimento a Deus, independentemente de religião ou credo de quem elaborou o TCC.
Fique tranquilo que isso não gerará discussões acerca de dogmas religiosos ou embate sobre esta ou aquela crença, já que caso isso venha a ocorrer, vale lembrar que tal ato configura discriminação, ferindo a liberdade religiosa prevista na constituição.
Você pode incluir a equipe da Universidade em seus agradecimentos, pela atenção e estrutura disponibilizada, ou mesmo por empréstimo de bibliografias ou outras ferramentas de auxílio.
Além destas, outras pessoas que você julgar pertinente agradecer, ou mesmo grupos ou instituições que lhe possibilitaram concluir com sucesso o trabalho.
Evitar citar nominalmente muitas pessoas. Seus pais, namorado (a), esposo (a), irmãos e outros familiares, com certeza, foram importantes na sua vida acadêmica e neste trabalho, mas procure nomeá-los na dedicatória.
Os agradecimentos possuem a função de reconhecimento. Portanto, ao nomear esta ou aquela pessoa, procure ser seletivo e objetivo na escolha.
Também evite os agradecimentos em tom cômico, como aqueles que agradecem ao computador, por funcionar perfeitamente durante a execução do trabalho, ou ao café e energéticos por mantê-los acordados durante as madrugadas de estudo e pesquisa.
Caso deseje acrescentar tal veia cômica, opte por fazê-la nas dedicatórias.
Deixe de fora aqueles que não apresentaram contribuições significativas ao seu trabalho e evite redundâncias na hora de agradecer, como por exemplo, agradecer sua família e logo abaixo agradecer novamente à sua mãe.
De resto, a escolha é livre e muito pessoal, por isso as normas da ABNT são bastante leves em relação a esta parte do TCC.
Somente lembre-se de agradecer alguém, pois ninguém faz seu TCC completamente sozinho não é mesmo?
Seja seus familiares, seu orientador, seus amigos, cônjuge ou filhos, algum destes contribuíram para que você finalizasse este trabalho com sucesso.
Exemplos de agradecimentos prontos
A Deus por me conceder sua centelha divina, a vida da qual desfruto todos os dias. Aos meus pais que sempre me apoiaram concedendo-me educação para a vida. Aos meus colegas e amigos pelo apoio e presença nessa caminhada de aprendizado, em especial ao Tiago Elias e ao Fernando Puntel. Aos membros do LARM (Laboratório de Automação e Robótica Móvel) e aos nobres colegas do Posto de Fiscalização Sanitária (BR-101, Araranguá) pelos auxílios concedidos. A Universidade Federal de Santa Catarina que abre tantos caminhos e em especial ao meu orientador, professor Anderson Luiz Fernandez Perez, por suas importantes contribuições ao desenvolvimento do trabalho e por ser razão de intensa motivação, paciência e inspiração.
Obviamente não serão nessas poucas linhas descritas que serão citadas todas as pessoas e profissionais que foram fundamentais para essa conquista, e que estiveram diretamente envolvidos no crescimento pessoal e profissional desde o começo deste curso. Agradecemos o Prof. Celso Salamon pela orientação do trabalho, por auxiliar e dar suporte técnico e estar presente no desenvolvimento com a sua total dedicação e nos mantendo firmes aos objetivos propostos. Somos gratos aos professores que compuseram a banca avaliadora, Professores Daniel Hioki, Ubiradir Mendes Pinto e Sidney Carlos Gasoto, estes que dispuseram de seu tempo para participarem do desfecho deste trabalho. Ao professor Ricardo Fernando dos Reis, que nos disponibilizou a máquina de ensaios do laboratório de materiais, e nos acompanhou e auxiliou no experimento. Agradecemos também a todos os professores que fizeram parte da nossa formação acadêmica, em especial o corpo docente dos departamentos de Mecânica (DAMEC) e eletrônica (DAELN). Em conjunto a isso saudamos todos os profissionais da Universidade tecnológica Federal do Paraná, que com sua estrutura nos permitiu consolidar mais uma etapa em nossas vidas. Gostaria de lembrar aos nossos amigos e colegas que foram indescritíveis a convivência e o crescimento mútuo que tivemos durante o período. Muitos trabalhos, aprendizados e desenvolvimento de atividades que nos proporcionaram um grande crescimento pessoal e profissional. Nossos familiares foram de extrema importância, dando a força e sustentação para seguirmos firmes na caminhada até o final. Suportaram a carga imposta por esses longos anos de estudo e que agora vibram com nossa vitória. Um muito obrigado a todos.
Últimas dicas para não errar no agradecimento do TCC!
Vamos fazer um último apanhado para lhe auxiliar na escrita dos agradecimentos do seu TCC, acompanhe abaixo!
Não se preocupe com o número de linhas, a produção dos agradecimentos é livre;
Fonte Arial ou Times tamanho 12, com espaçamento 1,5 entre linhas e texto justificado;
Evitar citar nomes, deixe para fazer isso na dedicatória;
Homenagear o orientador, pode ser feito nominalmente;
Agradecer à Universidade e ao corpo docente é de escolha sua;
Você pode homenagear outros professores além do orientador, que de alguma forma tenha lhe fornecido auxílio ou subsídios para a escrita do trabalho;
Se quiser dar um tom cômico agradecendo ao café, ou mesmo ao seu computador, faça-o na dedicatória;
Agradecer a Deus ou a entidades é de sua escolha e não pode ser questionado ou diminuído por ser desta ou daquela religião, já que isto configura discriminação religiosa;
O título “Agradecimento” deve ser em caixa alta e centralizado;
Siga o padrão de margens e espaçamento do restante do TCC.
Além disto, apenas deixe sua emoção fluir, pois os agradecimentos são a parte de um TCC onde você vai homenagear pessoas que lhe são especiais e auxiliaram-no na trajetória acadêmica.
Confira em nosso site, Projeto Acadêmico, outras dicas valiosíssimas para auxiliá-lo a redigir seu TCC!
Responsável pelo conteúdo: Professor Rogério Nascimento da Silva de Jesus
O trabalho de conclusão de curso é um dos processos mais preocupantes para quem é estudante e deseja terminar um curso de graduação. Isso porque esse trabalho envolve diversos elementos que devem ser pensados pelo estudante, como as regras de formatação, citação, referências bibliográficas, dentre tantos outros itens envolvidos na elaboração do TCC. Pré Projeto TCC: modelo pronto, sugestões e dicas de elaboração
Se você está planejando seu TCC, mas não sabe como colocar entrevista no trabalho, confira este post até o final e aprenda todos os detalhes de como fazer isso. Além disso, daremos várias dicas para você fazer uma entrevista completamente sua para incluir em seu TCC.
Como citar uma entrevista em TCC
Se você está utilizando dados de uma entrevista feita por outro autor, é importante citar esse conteúdo em seu trabalho dentro dos critérios exigidos pelas Normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Nesse caso, a entrevista não é de autoria do estudante, trata-se apenas de uma citação e referência a dados obtidos por um outro autor.
Esse tipo de citação deve ser feita sempre que há a necessidade de mencionar uma entrevista. Mais importante do que ter dados comprovados por uma outra pessoa, o seu trabalho deve ter coerência para esse tipo de menção. Isso porque dependendo do que é mencionado em um trabalho acadêmico e do jeito que essa citação aparece, o estudante acaba se contradizendo ou mesmo concordando com a opinião de quem está sendo mencionado no TCC.
Se a entrevista que você escolheu for complementar sua argumentação sobre determinado assunto, você deverá inclui-la através das seguintes etapas:
A fonte da entrevista é uma das menções mais importante para
a elaboração do seu trabalho. Nesse caso, a menção deve aparecer nas
referências bibliográficas do seu trabalho e no corpo do texto para que o
leitor possa se localizar em relação ao que está sendo mencionado.
Ao identificar a fonte da entrevista, também é importante
destacar o método utilizado para a realização, que pode ser via e-mail,
pessoalmente, entre tantas outras formas. Outra informação importante sobre
esse tipo de conteúdo é a data em que a entrevista foi realizada.
No caso de entrevistas realizadas por canais de comunicação,
é importante também mencionar informações como: nome do entrevistado, fonte,
canal, entrevistador, programa, título da entrevista, entre outros aspectos que
relacionam esse trabalho ao autor. Nesse caso, também é necessário incluir a
data em que a entrevista foi feita, assim como a data em que você acessou o
material para a elaboração do seu TCC.
Essa primeira etapa vale principalmente para as referências
bibliográficas, que deve conter uma gama maior de informações sobre as menções
que aparecem no corpo do texto. Por isso, não deixe de mencionar o nome do
autor principalmente, pois é um grande erro não dar os devidos méritos para
quem fez a entrevista.
Inclua os dados no corpo do texto
Para citar uma entrevista ao longo do texto, é importante
tomar alguns cuidados em relação a estrutura do seu trabalho. No entanto, não
há muitas regras para citar uma entrevista, você só precisará seguir o mesmo
padrão utilizado para as demais citações do TCC, que variam entre direta e
indireta.
Na citação direta você deverá enfatizar principalmente a
fala do entrevistado em relação ao que está sendo discutido. A fala transcrita
do entrevistado deve aparecer sempre entre aspas para sinalizar que é uma
opinião de terceiro. Em seguida, é necessário indicar a fonte entre parênteses
colocando o nome do autor da entrevista. Já no caso das citações indiretas, o
estudante precisa sintetizar com suas palavras a fala do entrevistado,
indicando as informações da fonte entre parênteses.
Lembrando ainda que a ABNT estabelece que citações diretas
que possuem mais de três linhas precisam ser destacadas no corpo do texto
através de um recuo de 4 cm contados a partir da margem esquerda do trabalho. A
citação ainda deve apresentar letra menor do que o restante do texto sem a
utilização de aspas. Por fim, a fonte é sempre mencionada ao final da citação.
Como fazer entrevista para TCC
Citar uma entrevista no TCC deixa o conteúdo mais rico e argumentativo. No entanto, quando a entrevista é elaborada pelo próprio estudante isso torna o trabalho ainda mais valorizado, pois trata-se de um empenho próprio em prol da discussão de determinado assunto. Por isso, se você está pensando em fazer uma entrevista para incluir os dados no TCC, veja a seguir todas as dicas que preparamos para você:
A primeira coisa que você deve estabelecer são os objetivos
de sua entrevista. O que você deseja saber com esse tipo de pesquisa? Quais são
as informações que já existem sobre o tópico que você abordará? Responda ainda
quais são as questões em torno da sua pesquisa e como uma entrevista poderá
ajudar a respondê-las.
2. Identifique o público-alvo
Nesse momento, você deverá reunir informações sobre quem
será entrevistado. Considere várias características do seu público-alvo para
compreender como o entrevistado vive, se comporta e pensa sobre determinado
assunto. Ainda neste momento, você deverá fazer suposições do que você pode
fazer sobre o assunto, incluindo abordagens que aumentem a sua taxa de resposta
e termos que auxiliam na discussão do assunto.
3. Projete um plano de amostragem
Definir a quantidade de pessoas que serão entrevistadas em sua pesquisa é fundamental para que seus dados tenham um bom embasamento. Dependendo do assunto abordado, contar com apenas um entrevistado já é o suficiente para ter dados argumentativos em seu TCC. Mas isso é bastante relativo, pois dependendo do assunto é necessário fazer cálculos e obter um número de amostragem mais exato.
Além do número de amostragem, você deve se preocupar
principalmente sobre a relevância do entrevistado diante do assunto abordado.
Nesse caso, procure por pessoas que sejam referências e representem o assunto
que está em discussão. Por exemplo, se você está argumentando sobre doenças
cardíacas, procure por profissionais que atuam na área como cardiologistas,
enfermeiros, médicos, e até mesmo pacientes e parentes de pacientes que
passaram por problemas cardíacos.
Todo educador sente-se mobilizado a oferecer o melhor com o
objetivo de ajudar seus alunos. Um dos grandes objetivos de quem leciona, senão
o principal, é receber um feedback falando do trabalho e dedicação que teve em
sala de aula e ver seus alunos formados. A forma como cada professor(a)
leciona, é uma característica própria, sendo bastante comum a inclinação para
aula expositiva e dialogada, um dos pontos relativos a grade da instituição de
ensino.
Neste post vamos falar mais sobre o que é aula expositiva e
aula dialogada. Conheça a diferença entre essas duas formas de lecionar e um
pouco mais sobre elas. Veja tudo isso a seguir!
Aula dialogada
Para começarmos a mostrar a diferença entre aula expositiva
e dialogada, vamos começar falando sobre o que é aula expositiva dialogada.
Também conceituada como uma estratégia na hora de lecionar, as aulas
expositivas dialogadas são bastante caracterizadas devido a sua exposição a
conteúdos onde a participação dos alunos é ativa. Levando em conta o
conhecimento prévio dos alunos em sala de aula, o grande objetivo deste modelo
de lecionar em sala de aula é fazer com que os alunos questionem, discutam e
interpretem o assunto em pauta.
Geralmente, em uma aula expositiva dialogada, o professor
necessita de uma contextualização atraente do tema fazendo com que as
estruturas sejam agradáveis para uma abordagem mental. Isso ajuda bastante na
articulação das informações facilitando as questões que logo serão
apresentadas. O principal ponto desta estratégia é incentivar o diálogo entre
os alunos e o professor, gerando um debate saudável e construtivo em sala de
aula.
Sem dúvidas, a expositiva dialogada é muito boa e faz com
que os alunos questionem o que está sendo apresentado, a forma como está sendo
apresentado, o porquê do assunto, a importância do assunto, tudo feito com
críticas, reflexões e discussões. De acordo com especialistas no assunto, esse
modelo de ensino enfatiza o senso crítico e estimula os estudantes a questionar
o mundo ao seu redor.
Essa estratégia é ampla e serve para avaliar a participação
de cada aluno em relação a sugestões, soluções, críticas, ponto de vista, que
contribui de forma relevante para qualquer assunto abordado em sala de aula.
Nessa estratégia, o diálogo é a palavra-chave que faz das atividades algo
prazeroso, produtivo e conceitual.
Considerando as dificuldades do ensino no Brasil, a carência
por professores melhores remunerados, o atual momento da economia, o que já foi
ou aquilo que pode vir a ser, enfim, muita coisa, pode ser alvo de estudo e
trabalhado em sala de aula levando o aluno a refletir, dar sua opinião e a
pensar profundamente sobre algo.
Esse é o modelo utilizado pelos gregos antigos em sala de aula. No auge da civilização grega, os filósofos e seus alunos falavam sobre o mundo ao seu redor, lançando teorias, ideias construtivas sobre tudo que fosse discutido, desde átomos, partículas, grãos de areias, o ser humano, até o cosmos, estrelas, planetas, trajetórias, espírito, alma, e muito mais.
Aula expositiva
Já quando o assunto é aula expositiva, a exposição
oral/escrita é bastante enfatizada como conteúdo central das aulas ministradas.
Esse modelo não faz menção aos conhecimentos prévios dos alunos em sala de
aula. Tão pouco tem como objetivo o questionamento dos estudantes e sua opinião
de um modo geral. Neste modelo de lecionar, o professor é quem dá as cartas e
decide os rumos da aula, sendo o aluno um objeto passivo a cada assunto
trabalhado em sala de aula.
A forma com que os alunos são avaliados é baseada em atividades
com foco na fixação, memorização ou o famoso “decoreba”, já que neste
modelo de lecionar não existe espaço para que o aluno fale sobre o assunto, dê
opiniões, discuta com outros alunos e o professor sobre os tópicos do tema
pautado. Não existe espaço para estimular às reflexões feitas pelos alunos em
sala de aula quando o modelo de aula expositiva é enfatizado. Claro que em
momentos raros os alunos são conduzidos a se expressarem quanto a um assunto,
mas são momentos oportunos e engolidos pela expositiva em seguida.
A forma de avaliação é feita com provas, trabalhos, todos
com foco na fixação de regras, fórmulas, eventos, tudo pronto para o aluno
decorar e ser avaliado em seguida. Esse é um modelo Prussiano de lecionar, algo que surgiu com a era do militarismo,
muros, sinal, uniformes, cartilhas, matando aos poucos a reflexão profunda de
uma aula dinâmica como costumavam fazer os gregos e grandes pensadores.
Do ponto de vista de bons especialistas na área de ensino, mesclar as duas formas de trabalhar pode ser uma solução importante a ser adotada por qualquer instituição de ensino. Estimular o aluno a questionar, a ter curiosidade, a enxergar por sua própria ótica, sem deixar de cumprir com a grade curricular de um mundo industrializado, é possível desde que tudo seja planejado pelo professor, corpo docente e instituição de ensino.
A importância do planejamento
De uma forma simples de entender, a aula dialogada conta com
a participação dos alunos e na aula expositiva isso não acontece. Nos últimos
anos, a preocupação com as aulas expositivas dialogadas tornou-se maior, e
países de primeiro mundo passaram a adotar o modelo de ensino que já foi um
sucesso em séculos passados. Porém, o mundo ainda é dividido quanto a forma de
ensino, e por muito pende mais para o modelo Prussiano e industrial de aulas
expositivas sem nada de diálogo e estímulos a reflexão dos alunos. Esse é um
fato triste, mas que aos poucos começa a ser mudado.
É possível buscar o melhor das duas formas de lecionar dando
voz e pensamentos próprios aos alunos. O planejamento em torno disso é algo que
deve ser bastante trabalhado pelo corpo docente, pois firmar um modelo que fuja
do convencional pode não ser tão fácil, ainda mais quando a ideia é introduzir
uma educação com ensino voltado para o diálogo e a reflexão em um país
subdesenvolvido em termos de educação.
O relato de experiência é um bom argumento para se utilizar em trabalhos acadêmicos como o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Considerado pelos especialistas em trabalhos acadêmicos como dados de grande relevância, o relato de experiência oferece informações detalhadas sobre a experiência do autor em relação a determinado evento.
Quer fazer um relato de experiência para o seu TCC, mas não sabe por onde começar? Deixa que nós te ajudamos com isso. A seguir preparamos um guia completo de roteiro para relato de experiência, considerando aspectos importantes como a definição de relato de experiência, como fazer, entre outros detalhes. Confira tudo isso a seguir.
O relato de experiência é uma produção textual que reúne diversos elementos descritos precisamente através de uma retratação de uma experiência vivida. Quando aplicado a um trabalho acadêmico, o relato de experiência se torna um texto de grande importância, pois tem a função de contribuir de forma relevante para a área de atuação abordada no trabalho, seja para desenvolver um projeto profissional ou para criar um novo curso sobre a área, entre outras possibilidades. Relato de Caso: dicas de como fazer, metodologia, ABNT e exemplos
No relato de experiência, o autor traz à tona diversas motivações e metodologias que descrevem as ações tomadas em relação ao relato de determinada experiência, considerando impressões vivenciadas pela pessoa que a viveu, assim como outros aspectos que possam impactar de alguma forma no relato.
Embora pareça simples relatar determinada experiência, é
preciso seguir vários aspectos para ter um bom relato, como contextualização,
objetividade e aporte teórico. Esses três aspectos devem aparecem em todo
relato de experiência retratado em um trabalho acadêmico. De forma resumida, o
relato de experiência não pode ser de forma alguma uma narrativa subjetiva,
emotiva e nem mesmo uma divulgação aleatória e pessoal.
Há algumas pessoas que acreditam que o relato de experiência dá ao autor uma liberdade maior para poder descrever suas impressões e fazer considerações em uma linguagem pessoal. No entanto, há aqueles que defendem que o relato de experiência faz parte de um trabalho científico, por isso, ele deve ser impessoal e muito sério, ou seja, sem apelo emotivo, pessoal ou qualquer coisa do gênero.
Como há um grande conflito entre ambas as versões, é
recomendado que os estudantes escrevam um relato de experiência em tom
semelhante ao que é utilizado em sua área de atuação. Nesse caso, o estudante
pode procurar por trabalhos acadêmicos parecidos com seu e observar o tom
utilizado no relato de experiência. Essa é uma forma simples de não errar na
hora de escrever seu relato de experiência.
Independente do tom utilizado para fazer o relato de
experiência, o autor deve sempre prestar atenção aos fatos e considerações
apontados no relato. Cada uma das considerações descritas deve apresentar
relevância para o relato de experiência, assim como importância real para a
área de estudo abordada no trabalho. Caso contrário, é melhor deixar de lado
determinadas considerações.
O relato de experiência é mais do que uma simples descrição de uma situação. O autor precisa passar através deste texto reflexões e ponderações embasadas em sua própria experiência que será relatada ao longo do texto. O relato de experiência deve ser feito de forma que auxilie outros estudos, vivências e pesquisadores sobre determinado assunto.
Fazer um relato de experiência em tom impessoal com informações relevantes sobre a experiência vivenciada pode ser um pouco desafiador, ainda mais quando não sabemos a estrutura e aspectos principais deste tipo de texto. Pensando nisso detalharemos a seguir várias dicas para que você possa fazer seu relato de experiência considerando várias etapas. Confira a seguir todas essas dicas!
Antes de criar seu relato de experiência, você precisa entender a estrutura dessa produção textual. O relato de experiência é composto normalmente pelos seguintes tópicos: introdução, objetivos, metodologias, descrição do contexto e procedimentos, resultados observados e considerações finais.
Essa não é uma estrutura padrão ou obrigatória, mas é a
forma mais simples e fácil de estruturar o seu relato de experiência.
Considerando essa estrutura, abordaremos a seguir cada um dos tópicos
mencionamos para que você entenda como é feito um relato de experiência.
1. Introdução
É o momento em que você descreve brevemente os pontos que
serão abordados em seu relato de experiência, considerando os objetivos e os
principais argumentos que serão utilizados.
2. Marco teórico do relato
Nesse momento, você deve contextualizar o seu relato de
experiência apresentando todos as experiências vivenciadas em uma ordem
cronológica.
3. Local e população envolvida no relato
Esta não é necessariamente uma etapa, mas faz parte do
contexto maior de todo o relato. Você deve descrever ao longo de seu texto o
local onde ocorreu tal experiência, assim como a população envolvida com esta
situação.
4. Primeira sessão do relato
Ao descrever uma experiência, a primeira sessão tem sempre
uma importância maior para detalhar tudo que foi observado. Neste momento, o
estudante deve apresentar seus principais aspectos, resultados e considerações
sobre a experiência vivenciada.
5. Outras sessões do relato
Nas outras sessões do relato você deve acrescentar novas
impressões respeitando a ordem cronológica. O ideal é que você especifique
sempre sobre qual sessão está se referindo. Além disso, faça com no máximo 8
linhas, respeitando o mínimo de 2 frases por parágrafo.
6. Metodologia do estudo
Nesta etapa, você deverá informar quais foram os métodos
utilizados para chegar ao relato de experiência, considerando todos os aspectos
empregados em seu estudo.
7. Conclusão do relato
Por fim, você deverá concluir seu relato de experiência
informando os resultados observados e outros elementos finais do seu estudo.
Viu só como é fácil fazer seu relato de experiência? Em
todos os tópicos, é importante que você use uma linguagem mais impessoal,
tornando os fatos mais relevantes que qualquer consideração emotiva ou pessoal.
Isso traz mais credibilidade para o seu trabalho e ainda deixa os leitores se
decidirem sobre o que foi relatado.
Seguindo os tópicos que mencionamos, você fará
um bom relato de experiência que trará muito mais dados e argumentos para a
construção do seu trabalho acadêmico.
A pesquisa participante é um tipo de estudo baseado no
envolvimento da comunidade sobre uma análise própria de sua realidade. Ela é
desenvolvida com a interação entre pesquisadores e membros que atuam dentro de
situações para investigar determinados aspectos, como problemas reais, entre
outros. Esse tipo de estudo pode ser colocado em diversos trabalhos acadêmicos,
como TCC, ou ser cobrado pela instituição de ensino aos estudantes.
Caso você precise ou queira trazer uma pesquisa participante em seu trabalho de conclusão de curso ou outro projeto acadêmico, confira neste post todas as dicas que você precisa para fazer esse conteúdo. Reunimos neste post dicas e várias informações que te ajudarão a fazer uma pesquisa participante.
Esse método de pesquisa empregado a trabalhos acadêmicos quase sempre é confundido pelos estudantes com a pesquisa-ação, que em partes possui aspectos muito parecidos. Porém, ambas as pesquisas possuem características diferentes que devem ser consideradas ao elaborar cada uma delas.
Alguns especialistas no assunto consideram que a pesquisa
participante uma busca plena dos pesquisadores e participantes pelo
conhecimento, onde a participação social proporciona os benefícios necessários
para que haja uma boa investigação e solução dos problemas encontrados em uma
comunidade.
Principais características da pesquisa
participante
Como já mencionamos, a pesquisa participante tem como
objetivo envolver participantes e pesquisadores no estudo em benefício dos
próprios participantes. Em um todo, o estudo beneficiará os participantes
envolvidos com o estudo solucionando seus principais problemas. Mas essas não
são as únicas características da pesquisa participante. Por isso, listamos
quais são as outras características que destacam esse modelo de pesquisa.
Confira a seguir:
Permite conhecer e agir
Com a pesquisa participante, a população envolvida com o
estudo adquire conhecimento, entendimento e passa a agir para solucionar os
problemas que foram identificados. Neste processo de pesquisa, os participantes
se sentem envolvidos com a mudança e tornam as soluções para os problemas
possível.
Soluciona problemas que já existem
Neste método de pesquisa, os problemas apresentados no
projeto são reais e que ocorrem verdadeiramente na população estudada. Com base
em observações dos pesquisadores e participantes, é feito um diagnóstico de
todos os problemas que precisam ser resolvidos.
Amplia a participação da população
A pesquisa participante torna possível a participação
integral da população em torno da solução dos problemas apresentados. Neste
modelo de pesquisa os participantes podem participar ativamente de todos os
processos, como proposta da pesquisa, coleta dos dados, análise dos resultados,
planejamento de intervenções e solução dos problemas na prática. Aliás, neste
tipo de pesquisa é fundamental que a população tenha controle do processo.
Reduz ou elimina as limitações das pesquisas
tradicionais
Isso significa que limitações impostas para pesquisas
tradicionais são facilmente eliminadas ou reduzidas através do método de
pesquisa participante.
Proporciona educação e envolvimento com a
comunidade
Por ser um processo coletivo, os envolvidos trabalham juntos
em prol do conhecimento e dos benefícios que serão estabelecidos na comunidade.
Como fazer pesquisa participante?
Se você não sabe por onde começar sua pesquisa participante, não se preocupe, pois explicaremos a seguir detalhes de como você poderá fazer sua pesquisa corretamente. Além disso, falaremos a seguir várias dicas interessantes que te ajudarão na construção do seu estudo. Acompanhe todas essas informações a seguir.
Para fazer uma pesquisa participante correta, você e todos
os envolvidos com o estudo precisarão seguir quatro etapas importantes. Essas
etapas correspondem aos processos da pesquisa participante. Veja cada uma das
etapas e como desenvolvê-las:
1. Montagem metodológica e institucional
Nesta primeira etapa, os participantes deverão discutir
sobre o projeto junto aos pesquisadores, população e representantes,
apresentando aspectos como objetivos, hipóteses, conceitos, métodos, e o quadro
teórico para o desenvolvimento da pesquisa. Também é importante definir neste
momento a delimitação regional do estudo e organizar por grupos todas as
tarefas e os processos a serem executados na pesquisa.
2. Estudo da população e região
A segunda etapa do processo da pesquisa participante é
composta pela identificação da estrutura social dos envolvidos com o estudo,
diferenciação de necessidades e problemas encontrados e seleção da população
que receberá a intervenção que será estudada e criada em outros processos da
pesquisa participante.
Nesta etapa, os envolvidos com a pesquisa também deverão
descobrir aspectos importantes sobre os pesquisados, como dados tecnológicos,
socioeconômicos, feedback da população, entre outros meios de descobrir os
problemas e as características da comunidade.
3. Análise dos problemas prioritários
Considerando todos os problemas que foram apresentados na
etapa anterior do estudo da pesquisa participante, a terceira etapa deste
processo é composta por uma análise crítica sobre os problemas considerados
prioridades para os participantes do estudo.
Sendo assim, esta etapa deverá definir os grupos de estudo
de cada área da pesquisa, assim como critérios específicos para analisar os
problemas mencionamos nesta etapa.
4. Planejamento e aplicação do plano de ação
Após obter todos os dados necessários e ter formulado as
soluções possíveis para os problemas que a pesquisa participante busca
resolver, é hora de partir para ação na quarta etapa do processo. Neste
momento, é preciso definir os grupos de ação, as atividades educativas e todas
as medidas que serão adotadas para solucionar os problemas.
Após identificar essas questões, os participantes do estudo
deverão realizar as ações necessárias para solucionar os problemas. Por fim, um
relatório final deve ser feito com os resultados das soluções postas em
prática.
Dicas extras
Seguindo as etapas conforme descrevemos anteriormente, você
chegará ao resultado pretendido em sua pesquisa participante. Ainda assim,
consideramos alguns pontos importantes para que sua pesquisa possa proporcionar
boas soluções ao público-alvo. Confira as dicas:
Faça um trabalho em equipe, tanto com pesquisadores
quanto com participantes;
Seja organizado em todas as etapas da sua pesquisa;
Concentre seus esforços em soluções que beneficiaram a
todos;
Relate todos os resultados observados através de
dados para complementar seus trabalhos acadêmicos.
Entre as várias etapas de um TCC, a justificativa deve ser pensada ainda no pré-projeto deste trabalho acadêmico. A justificativa é um componente muito importante para um Trabalho de Conclusão de Curso, sendo assim, é fundamental que os estudantes aprendam técnicas, regras e veja exemplos de como começar e concluir uma boa justificativa. Veja como funciona e como fazer a Justificativa no seu TCC (normas ABNT)
Não sabe por onde começar uma justificativa? Então acompanhe
este post até o final e veja várias dicas de como começar uma justificativa do
zero. Mostraremos também alguns exemplos de justificativa e abordagens iniciais
para incluir em seu TCC. Confira tudo isso a seguir!
O que é uma justificativa?
Quem está fazendo o TCC sabe que a justificativa faz parte dos elementos do trabalho. Mas não saber o que é uma justificativa em detalhes, é algo comum para muitos estudantes. A justificativa é um tipo de texto que deve ser inserido no TCC e em outros projetos acadêmicos específicos. Esse texto incomum traz uma reflexão para o trabalho sobre o motivo daquela pesquisa.
Ao fazer um trabalho acadêmico, seja ele qual for, temos
sempre um objetivo que está relacionado ao tema. Quando escolhemos um tema para
um projeto é porque ele parece ter relevância de alguma forma para nós. Apontar
essa relevância, importância e motivo pelo qual você escolheu determinado
assunto para o seu TCC é o que compõe a justificativa.
Sendo assim, podemos definir de forma bem resumida que a
justificativa é um texto que aponta os motivos, as razões e todos os objetivos
que um determinado trabalho possui ao ser elaborado pelo estudante. Mas não
pense que a justificativa é assim tão simples. Os argumentos utilizados na
justificativa é o que tornam esse trabalho tão bem elaborado.
Para fazer uma boa justificativa, o estudante precisa
incluir argumentos convincentes que farão o leitor sentir a real importância de
abordar aquele tema no TCC. A justificativa precisa convencer o orientador e os
avaliadores de que o tema e os problemas apresentados no trabalho são
relevantes para o estudo, por isso, merecem ser investigados.
Lembrando que você precisa informar aos leitores que a pesquisa não é apenas importante para você, mas sim para um todo, como a comunidade acadêmica, categoria profissional, sociedade, e outros grupos que você poderá incluir de acordo com o tema escolhido. Por isso que ao escolher um tema para o TCC é importante pensar em todos esses aspectos, pois eles serão cobrados em trechos do trabalho acadêmico como a justificativa.
Como começar uma justificativa?
Se esse texto precisa necessariamente convencer os leitores
sobre a importância do tema escolhido para o seu TCC, você terá que informar
desde o início quais são as razões que tornam seu trabalho relevante para o
mundo acadêmico ou para a sociedade.
A parte mais difícil da maioria dos textos é começar. Depois
que você escreve a primeira frase, tudo fica mais fácil. Por isso, pensamos em
várias abordagens que você poderá utilizar para começar uma justificativa de
forma muito interessante. Confira a seguir cada uma delas e exemplos de como começar
uma justificativa:
1. Fatos
Você pode começar sua justificativa impondo fatos sobre o
cenário em torno do seu tema. Essa é a forma mais simples e comum de começar
uma justificativa. Veja um exemplo:
Justificativa:
“A educação inclusiva nas escolas públicas tem mudado no final desta
década a forma como as questões sociais são abordadas em salas de
aulas…”.
2. Objetividade
Informar de forma objetiva também é uma boa abordagem para
uma justificativa. Se você não gosta de dar “rodeios” e pretende ir
direto ao assunto, use a objetividade a seu favor em sua justificativa. Veja um
exemplo:
Tema:
Desafios da gestão de empresas
Justificativa:
“O estudo proposto tem como objetivo informar, examinar e eliminar os
principais desafios enfrentados na gestão de empresas…”.
3. Dados, pesquisa e estatísticas
Você não precisa informar os dados em totalidade, mas basear seus argumentos em fontes de pesquisa com credibilidade é algo relevante para sua justificativa. Mostre para os leitores que seu estudo se baseia em aspectos importantes para a sociedade e isso pode ser visto em outras pesquisas. Veja dicas de como definir o tipo de pesquisa para o seu TCCVeja um exemplo:
Tema:
Prevenção e conscientização sobre a deficiência visual
Justificativa:
“Dados estatísticos de importantes órgãos mundiais mostram constantemente
que o número de pessoas com algum tipo de deficiência visual só aumenta com o
passar do tempo. Seguindo este cenário, é fundamental fortalecer a
conscientização sobre a deficiência visual e estabelecer formas de prevenção
desse problema na sociedade moderna…”.
Além das informações que já mencionamos, os estudantes
precisam seguir as regras aplicadas a elaboração de uma justificativa. Por
isso, separamos através de dicas algumas informações relevantes para a
elaboração da sua justificativa. Confira!
1. Pense nas consequências do seu estudo
Pensar nas consequências do seu estudo é uma boa forma de
começar a criar sua justificativa. Pense em todas as possíveis consequências ao
concluir o seu TCC: o que poderá ser feito a partir do seu trabalho? Quais
conclusões poderão ser tiradas com seu tema? Isso importa de alguma forma para
a sociedade? A ausência do seu trabalho pode causar algo?
Crie uma lista de perguntas e respostas considerando um
cenário de consequências após a publicação do seu estudo. Considere também um
cenário sem a abordagem desse tema e estabeleça em sua justificativa se essa
ausência causa problemas para a sociedade.
2. Seja objetivo
A justificativa não é uma redação dissertativa ou qualquer
texto deste gênero. Essa produção textual é composta por argumentos objetivos,
sólidos e concisos. Por isso, seja objetivo ao máximo que puder, estabelecendo
de forma coesa os argumentos e fatos que podem ser empregados em sua
justificativa.
3. Faça referências
Citar autores, fontes e pesquisa em sua justificativa não é
obrigatório, mas é uma abordagem simples para uma justificativa. Ao mencionar
outros trabalhos, você passa uma credibilidade maior para seus argumentos,
tornando seu estudo importante diante das referências apresentadas. Nesse caso,
é importante que você mencione os autores em todos os dados, pesquisas e
citações utilizadas. Além disso, use apenas informações relevantes de fontes
confiáveis.
A psicopedagogia tem como foco de estudo a área do
conhecimento e a aprendizagem. As maiores dificuldades encontradas na
psicopedagogia é como ajudar um indivíduo a manter um vínculo com a
aprendizagem. Sendo assim, o estudante de psicopedagogia tem diversos temas
ligados a educação. Fazer uma monografia, TCC ou elaborar um artigo científico
é um dos grandes desafios destes estudantes. A escolha do tema geralmente é uma
das etapas mais difíceis, considerando que o desenvolvimento do trabalho tende
a fluir com mais tranquilidade.
Neste post vamos falar sobre a escolha do tema do TCC sobre psicopedagogia dando dicas para a escolha do tema. Você encontra neste guia de temas para TCC sobre psicopedagogia diversas sugestões de temas que também poderão ser abordados por você. Veja tudo isso a seguir!
O que é psicopedagogia?
A psicopedagogia é uma área de estudo focada no aprendizado
humano. O conhecimento sendo passado para as pessoas sem distinção de classe
social, etnia, gênero, cor, raça, altura, peso… Enfim, é uma área de estudo
que trabalha o aprendizado das pessoas indistintamente. O próprio nome sugere
que é uma área em que une a psicologia com a pedagogia. O psicopedagogo possui
um campo bem amplo de oportunidade de trabalho no processo de aprendizagem humana.
Em específico, a psicopedagogia foca no aprendizado humano
somando conhecimento científico com psicologia e pedagogia. Ou seja, é uma área
de trabalho multidisciplinar que ainda se estende para a neurologia,
antropologia, psicolinguística, dentre outras áreas. O profissional formado em
psicopedagogia busca entender quais as maneiras como um indivíduo assimila as
informações ao seu redor. Como os indivíduos processam as informações e
constroem bancos de dados.
Ainda que seja uma criança ou um adolescente, o
psicopedagogo sempre irá buscar entender como uma pessoa assimila e processa o
conhecimento que é lhe passado, podendo formular uma maneira que potencializa o
aprendizado de um indivíduo. Desta forma, o profissional tem um grande trabalho
pela frente usando as ferramentas existentes em diversas disciplinas. O grande
objetivo do psicopedagogo é melhorar os métodos de ensino e garantir que uma
pessoa compreenda um determinado conteúdo.
Campo de atuação para psicopedagogo
O psicopedagogo formado possui um vasto campo de atuação. As
opções oferecidas pelo mercado de trabalho são amplas, podendo o profissional
trabalhar em escolas públicas ou privadas, buscando identificar problemas de
aprendizado com as crianças. O profissional também pode trabalhar em
instituições de ensino e identificar problemas que possam interferir no
aprendizado dos alunos.
O psicopedagogo pode atuar junto ao corpo docente das
instituições de ensino em todo o país com o objetivo de solucionar os problemas
de aprendizado da rede, dos alunos e de cada indivíduo. A participação deste
tipo de profissional é fundamental para o sistema educacional influenciando
diretamente na redução dos índices de evasão escolar.
Em empresas, o profissional formado em psicopedagogia tem
como objetivo melhorar a performance de funcionários em determinados setores
trabalhando com as técnicas de assimilação e aprendizado em cada colaborador. O
psicopedagogo pode atuar diretamente no setor de Recursos Humanos de empresas
sendo um assessor importantíssimo na elaboração de estratégias de crescimento
dos funcionários e da empresa.
Na área da saúde, o profissional irá trabalhar diversas
questões que estão ligadas a doenças e traumas que podem afetar a capacidade de
aprendizagem e memória de uma pessoa. O desempenho funcional de um paciente
pode ser avaliado e tratado por psicopedagogo em diferentes casos.
Dicas de temas para TCC sobre psicopedagogia
O TCC de psicopedagogia pode ser trabalhado sobre a ótica de
diversos assuntos relacionados com a profissão. Como observamos logo acima,
existem diversos campos de atuação para o psicopedagogo no mercado de trabalho.
As opções de trabalhar e lançar pesquisas relacionadas com psicopedagogia são
abrangentes. Desta forma, o aluno pode ficar perdido na hora de escolher um tema
que deverá ser abordado no TCC.
A escolha do tema do TCC é algo que merece um estudo a
parte, considerando as características do aluno, seus interesses e a vocação
para uma determinada área. Por exemplo, deixa de ser vantajoso focar em um TCC
de psicopedagogia focado na área da saúde sendo que o seu objetivo, vontade e
vocação é de trabalhar com o ensino infantil.
As chances de lançar um trabalho interessante abordando algo
que não seja o seu foco após estar formado são reduzidas. O contrários disso, é
que se você focar em um tema que seja do seu completo interesse, o seu TCC de
psicopedagogia será um sucesso. Você terá mais autonomia, motivação e
concentração quando estiver focando no ponto exato da psicopedagogia que mais
lhe atrai.
Portanto, veja mais sobre o dia a dia do psicopedagogo, onde
ele trabalha, como ele trabalha, quanto cada profissional ganha em cada área de
atuação, carga horária e acima de tudo, o que cada um faz, pois essa é a parte
fundamental. O que cada profissional faz, a missão de um profissional, os
objetivos em resolver problemas com soluções alinhadas com sua profissão, é o
que mais pode cativar alguém a inclinar-se para uma determinada área de atuação
dentro da psicopedagogia.
Faça isso também para decidir a área do tema que será abordado, especificando cada vez mais o seu trabalho até chegar em um título condizente. Não hesite em pesquisar em outros TCC’s, livros, artigos científicos, documentários, reportagens, e com um orientador, um tema para você abordar.
Saiba do que se trata a NBR 6028 e quais são as especificações e regras pedidas por ela para que sejam criados resumos de acordo com as regras da ABNT.
A Associação Brasileira de normas técnicas, ou como é mais conhecida, ABNT, é o órgão que rege a forma que um trabalho acadêmico deve ser redigido por meio de normas e regras.
É fato que para concluir um curso superior, o estudante precisa ter muito contato com algumas dessas normas e para você que tem dúvidas, especificamente em como fazer resumos de acordo com as regras da ABNT, é muito importante que leia este artigo, pois a partir desta leitura deixará todas estas dúvidas para trás e irá redigir um resumo e trabalho acadêmico digno de nota 10!
Do que se trata a NBR 6028
Esta norma tem como principal objetivo estabelecer os
requisitos por meio de definições e regras, para a apresentação de redação e
resumo de um TCC.
Nesta norma algumas definições são apresentadas e alguns
termos são conceituados, tais como:
De acordo com a NBR 6028 da ABNT, palavra-chave é uma “palavra representativa do conteúdo do documento, escolhida, preferentemente, em vocabulário controlado.”
Ou seja, são palavras específicas e que devem ser pensadas,
pois elas devem traduzir o sentido do contexto de maneira a torná-lo mais claro
e tornar mais fácil a identificação do assunto.
São elas que servirão como referência de pesquisa, bem como
facilitarão o reconhecimento prévio do tema.
2. Resumo
Na norma, o resumo é a “apresentação concisa dos pontos
relevantes de um documento. ”
Para que seja mais fácil de compreender, um resumo é uma
apresentação curta e reduzida de um determinado assunto ou tema.
Este resumo é uma breve redação, que não deixa de ser
precisa, onde os pontos principais e mais importantes de um tema são
apresentados por meio de uma descrição geral do assunto, ou seja, no caso de um
TCC, a ideia principal do texto referente ao tema deve ser explicada como forma
de dar uma pequena prévia do que será abordado no decorrer do trabalho
acadêmico.
3. Resumo crítico ou resenha
De acordo com a NBR 6028 da ABNT, o resumo crítico é um “resumo redigido por especialistas com análise crítica de um documento. Também chamado de resenha. Quando analisa apenas uma determinada edição entre várias, denomina-se recensão.”
Diferentemente do resumo, que é isento de opiniões e
julgamentos do autor, o resumo crítico obrigatoriamente precisa conter opiniões
e análises do resenhista.
Esse gênero textual consiste em fazer o levantamento do que
é mais importante em uma obra já finalizada, descrevendo quais são os aspectos
mais relevantes da mesma, porém não somente de maneira informativa, mas com a
apresentação de sua própria interpretação sobre o assunto.
4. Resumo indicativo
“Indica apenas os pontos principais do documento, não
apresentando dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa
a consulta ao original.” Essa é a definição deste tipo de resumo de acordo com
a NBR 6028 da ABNT.
O resumo indicativo é aquele que apenas indica de maneira
breve e sem grandes delongas quais são os pontos principais de uma determinada
obra.
Por ser breve e não discorrer sobre o assunto, este tipo de
resumo não mostra dados qualitativos ou quantitativos, sendo necessário que
para comprovar algo deve-se consultar a obra do qual o resumo se originou.
5. Resumo informativo
Na norma, o resumo informativo está conceituado da seguinte
maneira: “Informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados e conclusões
do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao
original. “
Este tipo de resumo se caracteriza por dar mais detalhes sobre a obra original, como objetivos, métodos que foram utilizados em pesquisas, os resultados apresentados, entre outras informações, costumando ser tão completo em suas informações que dispensa até mesmo possíveis consultas ao conteúdo original.
*Vídeo de PUCRS
Regras gerais para apresentação de resumos
Nesta mesma norma são mencionadas as regras gerais para a
apresentação de resumos e suas respectivas especificações, para que eles possam
ser redigidos da maneira correta. Veja a seguir:
Na NBR 6028, fala que a forma com que o resumo é produzido
deve ressaltar o objetivo, os métodos utilizados e por fim os resultados e conclusões do
documento original, sempre deve ser precedido das referências do mesmo.
Nesta norma é possível encontrar instruções também quanto a
estrutura que um resumo deve ter, onde diz que este deve ser composto por uma
sequência de frases concisas e afirmativas e a maneira de escrita deve fugir da
enumeração de tópicos, sendo recomendável o uso do parágrafo único na
estruturação do mesmo.
Em resumo a primeira frase conta muito, de forma que esta
deva ser significativa para que possa explicar bem a temática do documento,
para só então discorrer sobre a categoria e metodologia utilizada no objeto de
estudo, sempre utilizando o tempo verbal na voz ativa e redigindo a redação na
terceira pessoa do singular, esse também é um dos principais requisitos.
E por fim, ao finalizar o resumo, logo em sequência, abaixo
do texto principal, as palavras-chave devem aparecer, antecedidas pela
expressão “Palavras-chave:” e com uma separação de pontos entre si e ao final
das palavras.
Estes são os principais requisitos e regras gerais para
apresentação de resumos, que são especificados por esta norma, para que seja
qual for o tipo de resumo, ele seja produzido corretamente.
Lembre-se sempre que, ao produzir um resumo, seja qual for o
tipo, outras especificações da ABNT devem ser aplicadas de forma a padronizar
outras partes do texto como, margens, tipo e tamanho da fonte, espaçamento,
alinhamento e tudo o mais que for necessário para que o seu trabalho acadêmico
seja mais facilmente compreendido.
Tudo isso pode ser feito no Word
para que o processo de produção seja mais fácil.
Projeto Acadêmico: seu consultor online
Além de saber do que se trata a NBR 6028 e muitas outras
normas da ABNT, nesse site
você pode encontrar dicas e tutoriais para que produza todo o seu trabalho
acadêmico de forma correta seguindo todas as normas necessárias para isso.
Não deixe de conferir as sugestões de temas e dicas
que tem por aqui, acesse agora!