Este é um assunto muito extenso de ideias, por isso, vamos aprender a criar um ótimo trabalho com temas TCC sobre políticas públicas. Iremos elaborar alguns temas que vão te ajudar a produzi-lo.
Lembrando sempre de priorizar informações verídicas e retiradas de sites e fontes de informações seguras. O que entendemos de políticas públicas? É um tema que traz muitas possibilidades de escrita e interpretações, então separamos algumas ideias para você.
Temas TCC sobre políticas públicas
A seguir acompanhe essas ideias de temas para TCC sobre políticas públicas, veja alguma ideia que você considere mais relevante e inclua no seu trabalho. Junte informações, pesquisas e sua opinião, e elabore o seu TCC. Veja essas ideias:
O que são políticas públicas?
A importância da participação social
Divisão de poderes do Estado
O que é um ciclo de políticas públicas?
Onde encontramos as políticas públicas na nossa sociedade?
Estado e sociedade: uma visão aprofundada
O poder da sociedade na política pública
Acesso da sociedade à informações públicas
Orçamento participativo
Lei de acesso à informação
Conceitos de políticas públicas
As fases das políticas públicas
Cidades empreendedoras
Competências de municípios e as políticas públicas municipais
Saúde, educação e meio ambiente
Políticas públicas nacionais, estaduais e municipais
Representantes das políticas públicas
Sociedade Civil Organizada
Constituição Federal
Poder Legislativo ou Executivo
Como a política pública afeta nossas vidas
Por que é importante estar de olho nas políticas públicas?
Políticas públicas distributivas
Políticas públicas redistributivas
Políticas públicas regulatórias
Políticas públicas constitutivas
Políticas públicas no Brasil
De que forma a sociedade contribui para um bom desempenho das políticas públicas?
Cursos de políticas públicas
Educação no Brasil na visão das políticas públicas
Quais os objetivos das políticas públicas?
Trajetória histórica da política pública
Teorias referentes às políticas públicas
Agora basta escolher quais temas você pretende pesquisar, estudar a respeito e incluir no seu TCC. É importante elaborar com calma, através de pesquisas, buscar o máximo de informações necessárias para montar um rascunho inicial, para então começar a criar o seu TCC.
Modelos e exemplos de TCC sobre Políticas Públicas
Estes são vários temas que você pode pesquisar para incluir no seu TCC. Contudo, escolha os que você mais se identifica, que gostaria de incluir e comece a pesquisar. Como são vários, é interessante escolher mais de um tema e ir desenvolvendo o assunto, visto que todos os temas estão ligados uns aos outros.
Sempre priorize os temas que você possui mais afinidade, assim a realização do seu TCC será mais prazerosa. Já que esses temas são muito democráticos e cheio de opiniões variadas, tente manter uma certa leveza na opinião.
Use muita sabedoria, tempo de pesquisa, dedicação, personalidade e opinião para elaborar esse TCC. A introdução é uma breve explicação do assunto, o desenvolvimento relata com detalhes os temas TCC sobre políticas públicas que você optou por apresentar.
E por fim, a conclusão, que é o seu ponto de vista a respeito dos temas, é sua opinião, que deve ser colocada com o máximo de detalhes. Esse trabalho é onde você pode mostrar tudo que aprendeu e absorveu referente aos temas escolhidos. Com essas super dicas você realizará seus temas de TCC sobre políticas públicas.
O texto científico é um modelo de escrita técnico que segue padrões bem definidos por normativas, além das premissas de uma fundamentação excepcional. Em um texto científico, é comum vermos termos e palavras ligadas ao ramo científico, com linguagem formal e respeito às regras da língua em que ele está sendo escrito. Todo texto científico segue uma estrutura básica, e é sobre isso que iremos falar neste post.
Estrutura de um texto científico
Um texto científico é dividido em 10 partes (seções) que formam sua estrutura básica. Nesta divisão, os principais componentes são:
Título;
Uma lista com o nome dos autores e suas respectivas afiliações;
Um resumo;
Palavras-chave;
Introdução do trabalho;
Descrição dos materiais e a metodologia utilizada no processo de pesquisa;
Resultados obtidos e a discussão destes resultados;
Conclusões tiradas da pesquisa;
Uma lista de referências bibliográficas;
Agradecimentos aos que apoiaram o artigo, podendo ser pessoas ou instituições.
Esses componentes estão dispostos em forma de seções, organizados na sequência que mostramos logo acima. Essa é a estrutura básica de um texto científico, e tem o principal objetivo de conduzir e convencer os leitores deste material a um ou mais pontos abordados no texto. Por isso, como já dissemos no início, a argumentação com fundamentação sólida, comprovada, apresentada de forma científica, é uma das maiores importâncias de tipo de material. Quantas páginas deve ter um Artigo Científico?
Devido a esse objetivo, são utilizados em um texto científico expressões que devem chamar a atenção do interlocutor para o texto. São utilizados pontos de interesse em sua pesquisa, e nesses pontos o autor do texto científico deve enfatizar diretrizes e instruções que conduziram o leitor a percorrer o texto conforme o autor estruturou.
Uma outra estratégia neste sentido é, o direcionamento explícito do discurso feito ao leitor. Isso demonstra de forma bem objetiva, direta, que a construção do texto é focada em demonstrar para o leitor algo científico, podendo ser uma descoberta importante, uma nova cura, um novo método, ou reforçar outras descobertas e fatos já existentes.
O título de um texto em geral é o primeiro contato que um interlocutor terá com o corpo do texto. Tudo que vem logo a seguir depois do título deve contextualizar com o título do texto. Essa é uma regra básica que se aplica a todos os tipos de textos, independente de tal formalidade. Ao se tratar de um texto científico, o título deve seguir contextualizado com o que será dito no texto.
O título de um texto científico deve ser bem elaborado como o de qualquer outro tipo de texto, pois, o objetivo é cativar o público leitor e chamar a atenção para o trabalho realizado. Neste caso, são utilizadas palavras estratégicas que irão ajudar muito nesta missão. As palavras utilizadas em um título devem ser ajustadas para o momento histórico sobre o estudo ou pesquisa apresentados no texto científico.
Um breve resumo
Após um título bem atraente sobre o assunto, mas com termos científicos, respeitando a formalidade deste tipo de material, agora vamos para uma breve chamada sobre o conteúdo do texto. O resumo é uma breve chamada feita de forma bem cuidadosa para redobrar a atenção do leitor ao decorrer do corpo do texto. Esse minitexto será o primeiro contato que o leitor terá com o texto científico, podendo ser este interlocutor, um examinador ou assessor do periódico.
O resumo é basicamente estruturado da seguinte forma:
O que será abordado no texto, mostrando os objetivos da pesquisa;
Os métodos que foram utilizados para a elaboração deste conteúdo; e
Os principais resultados obtidos neste estudo. Uma prévia da conclusão.
Introdução
A introdução vem logo após um breve resumo sobre o artigo, e nela são incluídos os aspectos da linguagem e das funções informativas, além de retóricas. Essa é a seção do texto científico onde frequentemente são apresentados, além da descrição do assunto, as justificativas da elaboração de tal estudo. É nesta parte do texto científico que o referencial teórico sobre o assunto será enfatizado, mostrando o ponto de partida para a criação do trabalho.
Métodos
De forma mais simples, essa é a descrição dos métodos empregados em uma pesquisa que demonstrará a lógica para tais resultados observados. Se você segue os mesmos protocolos experimentais utilizados por outro pesquisador, deverá fazer a citação deste mesmo autor. Etapas do Método Científico: veja nossos exemplos e dicas
Em casos de estudos bastante avançados, além da citação bibliográfica dos métodos que foram utilizados em seu texto científico, você deverá abordar outras preocupações que os autores tiveram, como por exemplo:
A descrição de todas as amostras, incluindo os reagentes e os equipamentos que foram utilizados no desenvolvimento do trabalho, além da indicação das marcas, lotes e modelos utilizados;
A explicação em detalhes sobre os procedimentos que foram empregados nesta pesquisa, mostrando para o interlocutor todo o traçado lógico para tais conclusões; e
A demonstração de todos os métodos estatísticos que foram utilizados.
Quando estamos falando de ciências humanas, existe a descrição das etapas que foram utilizadas, servindo como referência para o método aplicado e apontando os objetivos de tal pesquisa. Não importa a área em que o estudo foi realizado, é sempre importante proporcionar ao interlocutor a capacidade de julgar e compreender o que foi realizado para chegar aos resultados apontados.
Conclusão
Todas as conclusões em um trabalho científico são para resumir e finalizar os argumentos que foram apresentados ao longo do texto. Tudo que já foi mencionado em outras seções do texto científico terá um desfecho conclusivo nesta etapa final do texto. É possível também mencionar que serão realizadas outras pesquisas sobre o assunto em datas futuras. A conclusão tem que seguir de forma precisa, resultante e informativa. Como já dissemos, é possível apontar os resultados no resumo inicial antes da introdução, uma breve chamada.
Já na conclusão, os detalhes intrínsecos do porquê dos métodos, deverão seguir um desfecho direto, objetivo, sem deixar os detalhes de tais resultados omissos. O que vale em uma conclusão de um texto científico é a forma como será canalizada toda a explicação que veio sendo objeto de estudo. O formato de conclusão em um artigo científico deve ser rico em dados e mostrar de uma forma bem clara como essa conclusão se relaciona com a argumentação.
Em vários bancos de dissertações e teses ou nas principais revistas científicas de enfermagem, você encontrará muitas referências sobre APH. Temas para TCC Enfermagem
De forma geral, os temas que selecionamos tem 3 vertentes mais importantes APH:
Os procedimentos mais importantes dentro do APH
Os erros no cuidado com os pacientes e os desafios para quem trabalha no setor
O APH e os trabalhadores da saúde
Dicas para se dar bem no seu Trabalho
Depois de escolher o tema da sua pesquisa, você deverá pesquisar em bancos de dissertações e teses ou nas principais revistas da área da saúde. Com os artigos em mãos, você precisará selecionar aqueles que te ajudarão na construção do seu texto sobre atendimento pré-hospitalar.
Mesmo que você tenha dezenas de referências, é importante que você faça a sua análise, obviamente, embasada na literatura científica.
Confira abaixo 30 sugestões sobre diversas pesquisas referentes ao APH:
A importância do bom atendimento do paciente no local da ocorrência
O atendimento do paciente no transporte até o hospital: os cuidados necessários
Agilidade e cuidado: o transporte do paciente dentro do hospital
As técnicas de estabilização de coluna em pacientes acidentados
Análise primária no atendimento de paciente acidentados no local da ocorrência
Respiração e ventilação no atendimento pré-hospitalar: técnicas e cuidados com pacientes
Sangramento e hemorragia: os cuidados no atendimento pré-hospitalar para evitar hemorragias
O estado neurológico de pacientes no atendimento pré-hospitalar: teste que salva vidas
Novos equipamentos em ambulâncias modernas: instrumentos e tecnologia à serviço da vida
Os perigos de um APH mal feito
Atendimento pré-hospitalar em pacientes com distúrbios psiquiátricos
O trabalho do SAMU no APH e suas condições de trabalho
Revisão sistemática: a evolução do APH no Brasil
APH em vítimas desacordadas: os procedimentos necessários
Os principais erros cometidos no APH e as consequências para os pacientes
Um estudo comparativo sobre o protocolo norte-americano e francês de APH
Muitos alunos encaram o processo da escolha do tema do Trabalho de Conclusão de Curso como uma “bicho de sete cabeças”, mas não deveria ser assim. Há cursos, como o de Estética, que o céu é o limite na hora de decidir qual assunto abordar.
Por outro lado, ter muitas opções pode se tornar um problema maior, principalmente se você encontrar 5 temas diferentes que gostaria de escrever. Nossa sugestão é que você procure seu professor orientador, pois ele é treinado para te ajudar a tomar a melhor decisão. Mas para que você possa começar a receber algumas ideias, você encontrará, a seguir, uma lista com mais de 30 sugestões que poderá ser o start que você precisa neste momento.
Nossas sugestões de Temas para TCC sobre Estética e Beleza
MÍDIA E A IMAGEM CORPORAL: um estudo sobre a influência imposta pela mídia na construção da imagem corporal das mulheres
A RELAÇÃO DA ESTÉTICA COM A AUTOESTIMA DA MULHER BRASILEIRA: uma análise do conflito interno
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE BELEZA E ESTÉTICA: cuidados necessários em tempos de pandemia causada pelo covid-19
IMAGEM PESSOAL: a influência da maquiagem no mercado de trabalho
UNIVERSO MASCULINO: reflexões sobre a oferta e procura de serviços estéticos
ESTÉTICA FACIAL: acupuntura no tratamento do envelhecimento do rosto
MELASMA: ações preventivas e corretivas
ARGILOTERAPIA NO TRATAMENTO DA DERMATITE SEBORREICA: um levantamento bibliográfico
TRATAMENTOS ESTÉTICOS: uma perspectiva médica
ALISAMENTO CAPILAR: identificação dos principais ativos dos produtos
ACNE VULGAR: uma revisão sistemática sobre o tratamento com hidroxiácidos
TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NA ESTÉTICA: uma análise do mercado de bioprodutos
QUEBRA DO ESTEREÓTIPO DE BELEZA FEMININA: um estudo sobre as marcas que alteraram o discurso de suas campanhas
DITADURA DA BELEZA DA MULHER: a influência da moda
HISTÓRIA DA ESTÉTICA NA SOCIEDADE: sua evolução ao longo dos anos
TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES ESTÉTICAS: os benefícios do microagulhamento
CARBOXITERAPIA: reflexões sobre seu efeito no tratamento de celulite
ESTÉTICA NA GRAVIDEZ: os efeitos da drenagem linfática manual aplicada em gestantes
COSMETOLOGIA: sua importância no segmento estético
CICATRIZAÇÃO DE QUEIMADURAS: resultado da utilização do laser terapêutico
OS EXAGEROS NO MEIO DA ESTÉTICA E BELEZA
DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL E OS SEUS BENEFÍCIOS
OS PRINCIPAIS TRATAMENTOS ESTÉTICOS CONTRA A GORDURA LOCALIZADA
A MICRODERMOABRASÃO E O ENVELHECIMENTO FACIAL
OS TRATAMENTOS ESTÉTICOS E O AUMENTO DA QUALIDADE DE VIDA DE MULHERES ACIMA DOS 50 ANOS
OS TRATAMETOS PARA CALVICIE MASCULINA
OS BENEFÍCIO DO ÁCIDO HIALURÔNICO NO TRATAMENTO DE RUGAS E EXPRESSÕES FACIAIS
BEM-ESTAR E AUTOESTIMA PÓS TRATAMANTOS ESTÉTICOS
A INFLUÊNCIA DA MAQUIAGEM NA IMAGEM PESSOAL
OS PRINCIPAIS TRATAMENTOS E CUIDADOS COM A PELE NEGRA
AS FASES DA PELE E A IMPORTÂNCIA DO CUIDADO DIÁRIO
Tenha em mente que você não precisa esperar chegar no último ano de faculdade para escolher seu tema. Durante as aulas de cada disciplina você pode refletir se o tema que está sendo trabalhado poderia ser interessante para o seu aprendizado, visto que a monografia nada mais é que um aprofundamento do estudo de um assunto que você julga importante para sua área profissional.
Você também pode utilizar outros artigos científicos ou monografias já publicadas sobre o tema que você escolheu para servir como uma bússola. Mas, cuidado para não copiar o trabalho! A intenção é que você tenha um guia, um modelo a seguir. Se você utilizar partes de outro trabalho, você precisa referenciar o autor, ou como citação direta, quando você utiliza as mesmas palavras usadas por ele ou por citação indireta, usando as suas palavras para interpretar sua mensagem. Se ficar com dúvida, é só estudar as normas da ABNT para trabalhos acadêmicos.
Saber escolher o tema a ser discursado no seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma das coisas mais importantes, senão a mais, que você terá que fazer ao longo da sua jornada acadêmica. Sem um tema, não existe monografia.
Ao longo dos quatro anos de formação do curso de Nutrição, Serviço Social ou Saúde Pública, são apresentadas disciplinas que você pode, e deve, usar como base, caso você se identifica mais com uma. Para te auxiliar nessa etapa, listamos 28 opções de temas como sugestão para a produção do seu trabalho acadêmico.
Nossas sugestões de temas para TCC de segurança alimentar
SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL: percepção de um grupo de profissionais da área de Serviço Social durante uma pesquisa-ação
SEGURANÇA ALIMENTAR NOS PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL E AS DIFERENÇAS SOCIAIS: efeitos do sistema capitalista
SEGURANÇA ALIMENTAR NA ESCOLA: uma análise da situação atual das escolas públicas da região XYZ
O DIREITO HUMANO À SEGURANÇA ALIMENTAR: um estudo sob a perspectiva da declaração dos direitos humanos
ESTRATÉGIAS DE COMBATE À FOME: formulação de políticas na garantia da população de baixa renda á segurança alimentar
POLÍTICAS PÚBLICAS NA SEGURANÇA ALIMENTAR: legislações relacionadas
NUTRIÇÃO ESCOLAR: reflexões sobre o papel do nutricionista na segurança alimentar em escolas de período integral
(IN) SEGURANÇA ALIMENTAR NO MEIO RURAL: o debate da alimentação adequada
ALIMENTOS TRANSGÊNICOS: abordagem segundo a segurança alimentar
PROCESSAMENTO ALIMENTAR: identificação dos perigos para a segurança alimentar
INSERÇÃO DE ALIMENTOS ORGÂNICOS NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR: estratégia de apoio à agricultura familiar
DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS: os elementos para a prática do trabalho do nutricionista
HORTAS ESCOLARES: estratégias na modificação do comportamento alimentar dos alunos
RELAÇÃO DO PODER AQUISITIVO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS E A SEGURANÇA ALIMENTAR: condição da renda ao acesso a alimentação saudável
SEGURANÇA ALIMENTAR NO CONTEXTO DA CULTURA BRASILEIRA: aspectos para a produção do conhecimento
SEGURANÇA ALIMENTAR E AGRICULTURA SUSTENTÁVEL: uma abordagem agroecológica
POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR: uma análise da relação com a política nacional de alimentação e nutrição
HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR: protocolos de segurança na distribuição de produtos alimentícios
(IN) SEGURANÇA ALIMENTAR E A COVID-19: implicações da pandemia para a segurança alimentar
CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA DA SEGURANÇA ALIMENTAR: um levantamento histórico
SEGURANÇA ALIMENTAR EM AMBIENTE DE TRABALHO OFFSHORE: protocolos de segurança alimentar para plataformas de exploração de petróleo
A ALIMENTAÇÃO ADEQUADA PARA FAMÍLIAS DE BAIXA REDA
PROTOCOLOS DE SEGURANÇA EM TRANSPORTE DE ALIMENTOS ENTRE CONTINENTES
O IMPACTO DOS AGROTÓXICOS NOS ALIMENTOS
SEGURANÇA ALIMENTAR E O COMBATE A FOME MUNDIAL
ALIMENTOS ORGÂNICOS: protocolos de segurança em plantações sem agrotóxicos
PROTOCOLOS DE SEGUNÇA ALIMENTAR EM RESTAURANTE JAPONÊS XYZ DA CIDADE XYZ
O CONSUMO DE REFRIGERANTES EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
Modelos e exemplos de TCC sobre Segurança Alimentar
Os estudantes de biblioteconomia aprendem sobre os aspectos de armazenamento, acesso e circulação de coleções de livros. Ao final do curso, eles estão prontos para administrar de acordo com técnicas e conhecimentos uma biblioteca inteira nos mínimos detalhes. Como muitos estudantes de graduação, a entrega da monografia é muitas vezes necessária para a conclusão do curso.
Se você é estudante de biblioteconomia e terá que fazer o TCC para concluir seu curso, a escolha do tema é um dos aspectos mais importantes para esse trabalho. Nesse quesito, reunimos várias opções de temas para você se inspirar, além de várias dicas que te ajudarão a fazer seu trabalho de conclusão de curso. Veja tudo isso a seguir.
Como escolher tema para TCC de biblioteconomia?
Todo trabalho de conclusão de curso precisa ser elaborado com base em um tema. É a partir do tema escolhido que o estudante terá que desenvolver o conteúdo de sua monografia. Embora algumas pessoas pensem que o tema não tenha tanta importância no TCC, essa é uma escolha de grande impacto, pois ela definirá todas as demais aplicações do trabalho elaborado.
Um trabalho de conclusão de curso tem como objetivo mostrar os conhecimentos adquiridos pelo estudante ao longo de seu curso. No caso da graduação de biblioteconomia, é fundamental destacar conhecimentos adquiridos nesta área ao longo do TCC. Isso é possível em qualquer tema, porém, o ideal é que o estudante tenha envolvimento com o assunto escolhido.
O que é mais fácil: falar sobre algo que você gosta e conhece, ou escrever sobre algo que você nunca ouviu falar? Obviamente é sobre algo que você gosta e conhece. Essa simples associação torna o trabalho mais fácil e objetivo. Sendo assim, o primeiro passo para escolher um tema que será interessante para o seu TCC é explorar assuntos que você gosta ou conhece. Veja mais algumas dicas a seguir:
1. Faça uma lista de temas
A escolha do tema nem sempre é fácil, mas você pode simplificar essa escolha caso crie uma lista com opções de temas. Liste apenas os temas que mais te interessam ou que tenham impacto verdadeiro na sociedade. Depois vá eliminando um a um até restar apenas uma opção.
2. Escolha sua abordagem
Escolher um único tema é mais difícil quando você não sabe a abordagem que deseja fazer. Por exemplo, se você quer levantar questões científicas, fazer pesquisas em seu TCC e seguir uma abordagem investigativa, o ideal é escolher um tema pouco explorado que não tenha tantas questões respondidas sobre o assunto. Já abordagens comparativas e explicativas, podem ser exploradas com temas bastante difundidos.
3. Explore sua área de atuação
Outra forma simples de escolher o tema para seu TCC é abordando assuntos relativo a sua área de atuação. Isso significa que você deve explorar temas relacionados a área que você pretende atuar após terminar sua graduação. Vamos supor que você queira trabalhar em bibliotecas escolares, neste caso, é interessante abordar temas como: gestão de bibliotecas escolares, organização e administração de livros em escolas públicas, acesso a informação em bibliotecas escolares, a importância da leitura nas bibliotecas escolares, entre outros.
Para te ajudar nessa difícil tarefa que é escolher o tema ideal para seu TCC de biblioteconomia, listamos várias áreas de atuação dos formados em biblioteconomia e algumas sugestões de temas que você poderá explorar. Confira quais são os temas a seguir:
Análise de informação
Técnicas de organização de museus e acervos públicos;
Catalogação de livros em bibliotecas públicas;
Práticas inovadoras e criativas na organização de bibliotecas;
Softwares de informatização para bibliotecas;
Políticas públicas aplicadas em bibliotecas, museus, acervos e galerias;
Classificação e organização de acervos privados.
Consultoria em empresas
Criação de acervo de informação em empresas;
Conservação de cada modelo de acervo entre regras e normas da biblioteconomia;
Manutenção de bancos de dados digitais em empresas públicas e privadas;
Organização de bibliotecas de empresas;
Conservação de livros em bibliotecas empresariais.
Ensino da biblioteconomia
A importância da organização, conservação e catalogação de bibliotecas;
O ensino da biblioteconomia no Brasil e seus desafios;
As bibliotecas disponíveis para estudantes de biblioteconomia;
Mercado de trabalho para estudantes de biblioteconomia;
Marketing pessoal para bibliotecários e conhecimentos de mercado.
Gestão de informação
Atuação de bibliotecários em instituições de ensino;
Desenvolvimento de acervos em ONGs;
Organização de informação em empresas privadas e públicas;
Divulgação do conhecimento em instituições, empresas e ONGs;
Gerenciamento de informações digitais, banco de dados e acervos físicos em instituições.
Gestão dos serviços de informação
Organização de informação na prática;
Serviços de informação fundamentais para o funcionamento de acervos;
Bibliotecas e os serviços necessários para manter a organização;
Serviços de informação aplicados em empresas privadas;
Bancos de dados digitais organizados por serviços de informação.
Normalização da biblioteconomia
Normas e padrões estabelecidos para organização de acervos;
ISO e todas as regras aplicadas a essa normativa;
Processo da montagem de acervos e bancos de dados;
Manutenção de banco de dados de acordo com normas e padrões internacionais.
Dicas adicionais para a elaboração do TCC
Com todas as dicas que reunimos, você com certeza fará um ótimo trabalho de conclusão de curso. Confira todas essas dicas e coloque elas em prática agora mesmo:
Defina uma área de atuação e escolha um tema relacionado;
Ofereça informações inovadoras em seu trabalho;
Pesquise trabalhos de outros estudantes, mestres e doutores sobre biblioteconomia;
Forneça informações que proporcionem mudança na sociedade;
No mundo acadêmico as regras que conduzem a criação de um trabalho devem ser de conhecimento geral, e aplicadas conforme as determinações das instituições de ensino. Uma dessas aplicações é na forma de escrever Materiais e Métodos em um trabalho acadêmico. Para fazer isso, não existe uma “receita” para ser seguida, pois, as regras são flexíveis e partem de cada instituição, cidade ou região, além do conhecimento de mundo adquirido pelo estudante ao longo de sua vida. Entenda mais sobre a Metodologia do TCC, veja como fazer e os tipos existentes
Neste post, vamos falar como escrever a seção Materiais e Métodos em seu trabalho acadêmico de uma forma simples e aplicável. Aconselhamos que você esteja ciente das regras de produção de trabalhos acadêmicos cobradas pela instituição de ensino onde você esteja cursando. A princípio, as dicas que serão mostradas a você são para elaboração de Materiais e Métodos em trabalhos acadêmicos na área de Ciências Experimentais. Porém, você pode sim se basear no método que lhe ensinaremos e explorá-lo em outras áreas. Veja tudo isso a seguir!
Por que planejar Materiais e Métodos?
O planejamento é a mãe da eficiência na elaboração de um
projeto acadêmico. No mundo acadêmico, o planejamento é essencial para saber
elaborar e fundamentar um trabalho de suma importância, como a descoberta de um
novo tipo de tratamento, a elaboração de uma nova proposta de ensino, dentre
outros.
Planejar Materiais e Métodos em uma pesquisa, por exemplo, oferece a chance de detalhar tudo que será explorado nesta pesquisa. A relevância do que deve ser pesquisado, onde, quem são os autores que têm a oferecer sobre o assunto abordado, além de muitos outros pontos que irão maximizar o potencial da pesquisa. Possuir um Material e Método bem estruturado e escrito em um projeto de pesquisa, com certeza é um grande passo para a finalização do trabalho.
Em um trabalho acadêmico, é fundamental utilizar esta seção
para tirar dúvidas sobre os resultados finais do trabalho e para a
replicabilidade do mesmo. Um exemplo da importância da seção Materiais e
Métodos em um trabalho acadêmico, pode ser explicado a partir do seguinte
exemplo:
Imagine que você, ao decorrer de uma pesquisa voltada para o seu trabalho acadêmico, acabou formulando uma pergunta muito importante para deixar de lado. Ao pesquisar mais para sanar essa indagação, ficou constatado que não existe nada na literatura sobre isso, e devido a isso, você resolveu criar uma hipótese com uma pesquisa bem elaborada para por em teste sua hipótese sobre tal indagação. Neste caso, a resposta que você obteve com seu trabalho (os resultados obtidos com sua pesquisa em especial), só serão aceitos pela comunidade científica se outros pesquisadores conseguirem os mesmos resultados com seus métodos experimentais.
Para que os outros pesquisadores de sua área consigam entender com exatidão como sua pesquisa foi realizada, é necessário que o Material e Método estejam bem identificados em seu trabalho. Com os dados da seção Material e Métodos, outros pesquisadores poderão replicar sua pesquisa nos detalhes intrínsecos de sua elaboração. Além disso, o interlocutor em geral poderá compreender melhor seu trabalho, podendo observar os métodos que foram explorados para tal observação.
Modelos prontos e exemplos de materiais e métodos de trabalhos
De acordo com Gilson Volpato, um dos mais renomados especialistas na elaboração de redação científica, é recomendado fazer a divisão de Materiais e Métodos em quatro partes:
Objeto de estudo (descrição do sujeito): Nesta primeira parte, é importante apontar a procedência em estudos envolvendo animais e organismos vivos, mostrando as características e as procedências dos critérios utilizados, como a inclusão e a exclusão utilizada na composição de uma amostragem, por exemplo. Os estudos que forem realizados a campo, devem mostrar a localização exata do local onde a pesquisa foi realizada, as características do lugar ou lugares.
Descreva o tipo de pesquisa: Saber indicar o tipo de pesquisa, o estudo realizado, os tratamentos que foram utilizados, o delineamento da pesquisa, quais estratégias foram utilizadas para uma composição dos tratamentos, quais foram as amostras, o tamanho das amostras, número de repetições, dentre outros pontos nesta linha, é extremamente importante. As questões éticas, caso elas sejam necessárias de serem citadas, também devem ser informadas.
Especifique o procedimento: Nesta terceira etapa da estruturação dos Materiais e Métodos, é importante fazer uma descrição, de preferência, seguindo uma ordem cronológica, apontando os procedimentos utilizados na pesquisa, a forma como as coisas foram manejadas, o controle das condições sobre o experimento, quais as técnicas foram utilizadas, a forma como tudo foi avaliado, e todas as variáveis observáveis deverão ser analisadas.
Dados analisados: E por falar em análise, todos os dados relacionados com a estatística utilizados na elaboração da pesquisa, devem ser analisados. Analisar a homocedasticidade, a normalidade, a variância, comparando com indicadores, dentre outros. É sempre importante que a análise de dados tenha outros dados como referência baseado em teses.
Detalhes importantes sobre Materiais e Métodos
em trabalhos acadêmicos
Além do que já foi dito até aqui, é importante prezar por
detalhes minuciosos sobre a elaboração da seção Materiais e Métodos, porém, sem
exagerar em detalhes que podem ser descartados para não gerar um excesso de
informações. Isso pode ser evitado ao não detalhar métodos já consagrados pelos
pesquisadores, buscando refinar sua explicação para os pontos específicos.
Também é essencial manter a citação de autoria descrita no procedimento do próprio trabalho. Isso garante a replicabilidade do trabalho. Ainda que seja muito comum em algumas áreas, é exigido em alguns periódicos uma descrição exata do software utilizado para o levantamento estatística em uma ou mais etapas. Isso tem sido discutido por diversos pesquisadores, pois, é importante saber se os cálculos realizados foram feitos com a utilização do Excel, no papel, ou outro programa foi utilizado. Portanto, é extremamente necessário que você se concentre nas dicas que foram mostradas neste post para elaborar a secção Materiais e Métodos. É claro, se aprofunde no assunto e veja o que os autores renomados têm a ensinar sobre a criação de Materiais e Métodos. Não hesite em pesquisar no Google Acadêmico, Scielo e em sites ou blogs dedicados aos fundamentos do mundo acadêmico.
Os artigos científicos já publicados são uma ferramenta de
pesquisa essencial para quem está fazendo um trabalho acadêmico, como um artigo
científico, monografia, tese, dissertação, dentre outros. Poder olhar em um artigo científico já
publicado, principalmente se este artigo é de um autor de grande renome,
facilita muito a argumentação bem fundamentada na criação de novas publicações
do gênero. Mas, onde pesquisar estes artigos? Qual seria um lugar onde posso
pesquisar artigos científicos em PDF com uma grande gama de opções de pesquisa?
Neste post, vamos responder essas e outras perguntas, e mostrar para você como encontrar artigos científicos no Scielo Acadêmico. Veja como funciona o mecanismo de pesquisa do Scielo Artigos Científicos e como fazer uma busca por uma publicação em formato PDF. Entenda o que é Scielo Acadêmico e muito mais!
Scielo é a sigla em inglês para “Electronic Library Online”, que em tradução direta para
o português significa “Biblioteca
Científica Eletrônica em Linha”. Estamos falando de uma rede de
pesquisa focada no público-alvo acadêmico (estudantes, docentes, cientistas,
escritores, pesquisadores, dentre outros). Esse público irá pesquisar por
trabalhos dentro desta rica biblioteca científica de forma a conduzir suas pesquisas sobre assuntos
científicos em geral.
A Scielo pode ser vista como uma espécie de arquivo
eletrônico com a disponibilidade de uma grande gama de trabalhos e artigos
acadêmicos publicados no mundo todo. Um internauta qualquer, já não teria
acesso a todos esses conteúdos em uma pesquisa corriqueira feita em seu
navegador, em comparação com pesquisas realizadas no site da Scielo. Isso
acontece porque alguns trabalhos publicados no Scielo necessitam de autorização
de acesso e alguns precisam ser pagos, pois, nem todos os acessos são
gratuítos. Um dos pontos positivos em pesquisar é que lá você encontra
avaliações metodológicas realizadas de forma adequada para diversas publicações
do gênero.
Outro ponto forte é poder pesquisar com auxílio de trabalhos
acadêmicos de grande qualidade e autores de grande renome sem a necessidade de
pesquisar em bibliotecas físicas e ter que sair de casa para isso. Por meio de
uma conexão com a internet, o estudante pode fazer uma pesquisa bem elaborada,
com resultados significantes para sua pesquisa e ter acesso a materiais sérios
ao pesquisar através do Scielo Acadêmico.
A Scielo Artigos Científicos em PDF é detentora de um banco
de dados com aproximadamente 600 mil artigos científicos, além de periódicos
científicos. Com essa gama de material, a pesquisa acadêmica se torna mais
objetiva e com a possibilidade de ampliar as margens de autores que uma
pesquisa simples pela internet não forneceria.
Portanto, se você está fazendo um TCC, uma monografia, uma tese, uma dissertação, ou qualquer trabalho acadêmico corriqueiro solicitado por seus professores ao decorrer dos semestres, tenha a plataforma Scielo Artigos Científicos como uma ferramenta para toda a hora. Entre no site e veja como é simples pesquisar os artigos, mas, se você ainda tem dúvidas, vamos mostrar um passo a passo de como pesquisar na plataforma Scielo.
Como foi criada a Scielo?
O site de pesquisa científica Scielo surgiu como uma
iniciativa da Fapesp (Fundação de Amparo
à Pesquisa de São Paulo) em parceria com a Bireme (Centro Latino-Americano e do Caribe de Informações em Ciências da Saúde)
no início da década passada. A iniciativa de criar um ambiente de pesquisa
científica de qualidade, com opções de pesquisa bastante abrangentes, acabou
dando certo. No ano de 2002, o projeto teve o apoio de outro parceiro
importante, o CNPq (Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
Além do Brasil, a plataforma formou vínculos importantes e está disponível em Portugal, na Venezuela, África do Sul, Peru, México, Costa Rica, Venezuela, Chile, Colômbia e Espanha. Existe a possibilidade de outros países fazerem parte desta rede de pesquisa e contribuir ainda mais para a gama de autores e publicações que irão fortalecer a pesquisa acadêmica.
Scielo Acadêmico: Como encontrar artigos
científicos?
Para começar a realizar uma pesquisa nesta biblioteca
eletrônica, o estudante, professor ou pesquisador deverá acessar a página
inicial que não requer cadastro prévio. O estudante irá se deparar com uma
página bem intuitiva, com informações bem específicas e sem poluição visual.
Após ter entrado na página inicial e ter tido um primeiro contato, siga o passo
a passo logo a seguir para aprender a pesquisar de forma eficaz no Scielo
Acadêmico:
Entre na caixa de diálogo que estará descrita como “Pesquisar Artigos“, mantenha as informações de sua busca bem definidas deixando as seguintes marcações incluídas: método, país e palavra-chave. Em seguida clique em “Pesquisar“. https://scielo.br
Já na página de resultados, você tem a oportunidade de filtrar resultados considerando ordem de relevância, a data de publicação, área temática, idioma, entre outros parâmetros de pesquisa. Tudo isso deve acontecer para fazer com que a pesquisa seja mais refinada e oferecer resultados precisos quanto ao objeto de estudo de um pesquisador.
Após o refinamento da pesquisa, clique no título de seu interesse. Em seguida, você encontrará uma caixa denominada como “Serviço Personalizado”. Clique no primeiro item “Baixar em PDF”. Aguarde alguns segundos e comece a leitura do documento baixado.
Como devo citar artigos científicos extraídos
do Scielo?
As normas técnicas cobradas pelas instituições de ensino
para trabalhos científicos realizados por meio da plataforma Scielo, são as
mesmas regras instituídas para citar conteúdos e autores extraídos de sites na
internet. Já em relação a credibilidade do site, as universidades e faculdades
consideram as pesquisas extraídas do site como um referencial de qualidade. Ou
seja, todo o conteúdo existente no site Scielo já foi avaliado por doutores e
mestres, e todos são validados para fazerem parte da plataforma.
Para fazer a citação do Scielo Acadêmico em um trabalho
científico, como monografia, por exemplo, o estudante deverá ter que inserir:
sobrenome, as iniciais do autor, o nome do artigo, o nome da revista (em
negrito), o volume, número, data de publicação e quantidade de páginas. Ao
pesquisar no campo “serviço personalizado”, os estudantes podem ter
acesso ao formato bibliográfico de todos os conteúdos (artigos e periódicos)
encontrados no site. Para utilizá-los, basta fazer Ctrl + C e Ctrl + V destas
informações e inseri-las em seu trabalho.
Você tem feito um TCC ou monografia e não tem utilizado notas de rodapé em cada página do desenvolvimento argumentativo? Saiba que você deve repensar sobre isso e utilizar notas de rodapé em seu TCC ou outro trabalho acadêmico. Ao utilizar essas notas no rodapé de cada página quando necessário, você terá uma organização melhor e será mais fácil para quem estiver lendo entender melhor algumas palavras e pontos destacados na nota. Mas, para utilizar este recurso, é importante estar atento às normas ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) sobre este tipo de ferramenta.
Neste post, vamos falar mais sobre notas de rodapé ABNT e como esse elemento é extremamente importante em monografias, dissertações, teses e projetos acadêmicos em geral. Veja como utilizar de forma correta a nota de rodapé, o que são notas de referência, notas explicativas e como inserir nota de rodapé no Word. Veja tudo isso a seguir!
Notas de rodapé ABNT
Segundo a ABNT, todas as notas de rodapé utilizadas em um
trabalho acadêmico devem conter em sua margem inferior (localizada na parte
inferior da página), uma chamada numérica que esteja diretamente
“interligada” ao texto naquela página. Em relação a formatação das
notas de rodapé, elas devem seguir da seguinte forma:
As notas de rodapé devem ser separadas por um traço contínuo de 3 cm;
A fonte da nota de rodapé deve ser menor do que a fonte utilizada no texto, e a ABNT recomenda a utilização de fonte tamanho 10;
Todas as notas de rodapé devem ser alinhadas após a primeira palavra e todas sem espaço.
Forma correta de utilizar nota de rodapé
O objetivo de uma nota de rodapé em um trabalho científico ou acadêmico é apontar pontos importantes e fazer considerações com mais esclarecimento e profundidade sobre algo. Você pode fazer isso nas notas de rodapé caso não tenha sido possível fazer isso no texto. Por exemplo, você utilizou uma palavra complexa e explicou o que significa essa palavra na nota de rodapé. Isso também vale para uma expressão, para um trecho ou informação que você queira destacar e explicar com mais clareza.
O ponto positivo de utilizar notas de rodapé, é que você
consegue abrir este “parênteses” em um local fora do corpo do texto,
mas ao mesmo tempo sem estar tão distante do texto como nas partes pré e
pós-textual. Utilizar as notas de rodapé permite você abrir uma ressalva sem
interromper o texto para isso. Mas, fique atento a forma correta de utilizar as
notas de rodapé em seu trabalho acadêmico, prezando sempre pelas normas
técnicas cobradas por sua instituição de ensino e prezando pelos seguintes
pontos:
Esse é um recurso que deve ser utilizado somente quando
necessário e o mínimo possível. Caso você extrapolar no uso das notas de
rodapé, gerará um texto no rodapé da página, e ao invés de elucidar sua
argumentação, você pode deixá-la mais cansativa e dificultosa para quem irá
ler;
Caso exista essa necessidade, você pode utilizar
citações diretas ou indiretas no corpo do texto e não saturar as notas de
rodapé com muitas informações em uma só página;
Utilize as notas de rodapé sempre na parte inferior de
cada página, utilizando numeração consecutiva expressas em algarismos arábicos.
O que são notas de referência no rodapé da
página?
As notas de referências podem ser vistas como aquelas notas que surgem na parte inferior da página de um texto acadêmico para dar mais crédito a fonte bibliográfica. Essas mesmas informações também são utilizadas na lista de referências na parte pós-textual do trabalho.
O mais importante ao elaborar uma nota de referência é saber
incluir e fazer a inclusão do sobrenome do autor mais a data de publicação.
Caso seja um material consultado na internet, a nota deverá possuir o endereço
do site por extenso e data de acesso com o referencial. Não se esqueça que a
primeira citação de uma publicação deverá ser expressa de forma completa.
Exemplo de nota de
referência no rodapé:
JENKINS,
Mary. Cultura da Divergência. Rio de Janeiro: Aleph, 2009.
O que são notas explicativas no rodapé da
página?
As notas explicativas podem ser utilizadas por um autor para
inserir um comentário, um esclarecimento, uma complementação ou uma observação.
São essas notas que mencionamos ao longo deste post. Elas podem ser utilizadas
para fazer a referência de trabalhos que ainda não foram publicados ou que
foram mencionados por meio de comunicação pessoal.
Exemplo de nota
explicativa no rodapé:
1 Informação
Concedida por Reginaldo Mendonça, no Congresso Brasileiro de Educação e
Cidadania, Rio de Janeiro, fevereiro de 2009.
1 Trabalho elaborado com o financiamento da FAPESP.
Como inserir uma nota de rodapé no Word?
O Word é uma das ferramentas de edição de texto mais
utilizadas no mundo todo. Os recursos disponíveis no Word são abrangentes, e
permitem a inclusão de notas de rodapé sem dificuldades. Neste importante
editor de texto, você pode trabalhar a formatação de seu trabalho acadêmico sem
dificuldades, bastando seguir as determinações das normas técnicas que você
estiver seguindo.
Por isso, mais uma vez lembramos que, o ideal, é você buscar conhecer as normas técnicas ABNT e outras normas técnicas para saber o que está fazendo. As especificações das normas são bem definidas e não deixam margens a erros. Veja as especificações das notas de rodapé ABNT e utilize o Word para formatar o seu trabalho. Não hesite em pesquisar mais sobre o uso das normas técnicas em relação as notas de rodapé antes de começar a formatar o seu trabalho.
Para você utilizar as notas de rodapé no Word, siga o seguinte passo a passo a seguir:
Abra um documento no Word em seu computador.
Selecione uma palavra que faz sentido conectar a uma nota de rodapé, faça isso utilizando o mouse do seu computador.
Na parte superior da tela do Word, escolha a opção “Referências” e clique nessa opção.
Logo após, escolha a opção “Inserir nota de rodapé” e insira a nota de referência ou explicativa conforme sua necessidade.
Descubra o que não pode faltar em um TCC a partir das Normas ABNT 2018.
O que é e como fazer um TCC
Após alguns anos de estudo a grande satisfação por concluir um curso e alcançar a tão sonhada formação, tudo pode ser ofuscado pelo assombroso Trabalho de Conclusão de Curso.
O desafio é ainda maior pelo fato de que as instituições de ensino superior exigem a mesma formatação de TCC que a Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibiliza em diversas normas.
Mas se você precisa saber como fazer um TCC, não precisa se desesperar, neste artigo irei apresentar as melhores dicas para um TCC nota 10 e explicar tudo o que você precisa saber para produzir um excelente Trabalho de Conclusão de Curso.
As normas ABNT 2018
As normas ABNT voltadas para a elaboração de trabalhos científicos estão divididas em algumas NBR’s. O fato de não existir um arquivo de fácil acesso compilando todas elas faz com que a interpretação e aplicação se tornem um pouco difícil.
As NBR’s mais comuns para o trabalho científico são:
NBR 6027 (2012) – Sumário
NRB 6024 (2012) – Numeração e estrutura sequencial
NBR 14724 (2011) – Estrutura de trabalhos acadêmicos
NBR 12225 (2004) – Informação (título) e documentação
NBR 6034 (2004) – índice
NBR 6028 (2003) – Resumo
NBR 10520 (2002) – Citação
NBR 6023 (2002) – Referências
Como pode-se notar, são regras que combinadas determinam a elaboração de um trabalho científico, podendo ser encontradas as diretrizes fundamentais para a elaboração intelectual e formatação de TCC.
A partir destas normas, resumimos as partes do TCC conforme se vê a seguir.
A estrutura de um TCC
Depois de produzir alguns trabalhos científicos, algo que fica claro é que a formatação de TCC não é difícil, apenas trabalhosa. Não é necessário ter um grande conhecimento, mas simplesmente ser atencioso e saber interpretar e executar as normas.
Antes de formatar é importante ter todo o conteúdo intelectual produzido, assim evitar-se-á novas formatações por alterações decorrentes de solicitações do orientador ou revisões dos próprios autores.
A formatação de TCC pode ser dividida em três partes:
Parte 1
Pré-textual
Parte 2
Textual
Parte 3
Pós-textual
Em cada uma destas partes existem os elementos que compõem toda estrutura do Trabalho de Conclusão de Curso, alguns opcionais e outros compõem o que não pode faltar em um TCC.
PARTE 1 – Elementos Pré-textuais
Os elementos pré-textuais são: Capa, Folha de Rosto, Errata, Folha de Aprovação, Dedicatória, Agradecimentos, Epígrafe e Resumo.
É importante destacar que esta parte não integra a produção intelectual, cumprindo meramente um protocolo de formatação de TCC.
Não deve ser vista como uma parte menos importante, mas como uma que cumpre finalidades de formalidades, como é o caso do agradecimento que não carrega em seu teor um conteúdo acadêmico, mas faz valer a honra em homenagem prestada aos que ajudaram no processo de elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.
Você já ouviu a expressão “não julgue um livro pela capa”? Pois bem, é exatamente para isso que ela serve em um trabalho acadêmico.
A capa tem a finalidade de apresentar aos leitores uma primeira ideia sobre o assunto. É o primeiro filtro de interesse para quem está consultando sobre o mesmo assunto e se depara com o referido trabalho.
A orientação sobre a elaboração da capa está no item 4.1.1 da NBR 14724/2011, na ordem que simplificamos a seguir:
Elemento
Explicação
a) nome da instituição
Este elemento é opcional
b) nome do autor
Elemento obrigatório para identificação
c) título:
Elemento obrigatório que deve ser claro e preciso, com o objetivo de facilitação para consultas.
d) subtítulo
Elemento opcional, porém se houver, deve vir depois de dois pontos.
e) número do volume:
Elemento obrigatório apenas se houver mais de um trabalho ou denotar continuidade.
f) local (cidade) da instituição
Elemento obrigatório, bem como também é obrigatória a sigla da unidade da federação no caso de existirem mais de uma cidade com o mesmo nome.
g) Ano da entrega
Elemento obrigatório
Folha de rosto
A orientação sobre a elaboração da folha de rosto está no item 4.2.1.1 da NBR 14724/2011 e pouca coisa se difere da capa.
A parte mais importante é a natureza da produção acadêmica que deve conter o “tipo do trabalho (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da instituição a que é submetido; área de concentração”. (Extraído da alínea e do item 4.2.1.1.1).
A folha de rosto também possui o verso, onde deve constar a ficha catalográfica conforme o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.
Não é necessariamente um elemento que configura o que não pode faltar em um TCC, sendo apenas necessário nos casos de correções exigidas pela banca, pelo professor orientador ou ainda que forem consideradas necessárias pelo autor do Trabalho de Conclusão de Curso.
Deve ser elaborada em folha separada e informar a qual trecho do trabalho se refere, como o exemplo a seguir:
Folha
Linha
Onde se lê
Leia-se
15
12
senão
se não
Como você pôde perceber, a errata serve para fazer as alterações com a finalidade de corrigir erros simples, principalmente de grafia, mas pode ser de terminologia técnica também.
Serve para uso da banca examinadora após a aprovação do trabalho. Basicamente é composta pelo nome do autor, título com subtítulo, natureza do trabalho, data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos componentes e instituição da banca.
Dedicatória e agradecimentos
Embora sejam elementos opcionais na formatação de TCC segundo os itens 4.2.1.5 e 4.2.1.6 da NBR 14724/2011, sempre é a parte que dificilmente se esquece de fazer.
Na dedicatória, como o próprio nome já diz, dedica-se toda a realização do trabalho às pessoas escolhidas pelo autor. Nos agradecimentos o mesmo ocorre, porém obviamente em tom de gratidão.
Ambas são de escrita livre e servem para eternizar as pessoas com quem o autor deseja dividir o crédito pela conquista ou reconhecer a participação e colaboração.
epígrafe
É um elemento opcional regulamentado pela NBR 10520 da ABNT.
Na página separada para a elaboração da epígrafe, logo após os agradecimentos, deve constar uma frase na parte inferior da lauda, sendo uma citação de prestígio.
O fato de não ser opcional não tira o brilho deste elemento e o enriquecimento do trabalho. Para fazer uma boa epígrafe, deve-se escolher a frase que melhor representa o conteúdo, o sentimento e a realização que o trabalho representa.
Resumo
O resumo é a porta de entrada para o TCC, se a capa é o primeiro filtro, o resumo é o segundo, pois apresenta uma síntese do assunto e a sua importância.
A padronização quanto a sua elaboração, bem como os parâmetros e as diretrizes estão na NBR 6028 de 2003 e nos itens 4.2.1.7 e 4.2.1.8 da NBR 14724 de 2011.
PARTE 2 – Elementos textuais
Vamos considerar que o TCC é uma casa disponível para venda. A primeira parte onde estão os elementos pré-textuais é o jardim e a fachada.
É extremamente importante que sejam apresentáveis, caso contrário as pessoas não terão vontade de avançar para o interior do imóvel.
O problema é que após o primeiro encanto, já dentro da nossa hipotética residência, os compradores começam a encontrar pequenos defeitos, tais como uma distribuição de cômodos ruim, goteiras e rachaduras.
Não é difícil, nesta comparação, identificar esses vendedores como os leitores de um TCC. Após o primeiro encanto com os elementos pré-textuais, chamativos e emocionantes porque a sua essência é essa, a leitura se mostra decepcionante em grande parte dos casos.
Deve-se considerar princípios como linearidade, coesão, coerência, ortografia, regência etc. para uma escrita clara e eficiente.
A estrutura padrão de um texto
Todos sabemos que qualquer texto é dividido em três partes, a saber: introdução, desenvolvimento e conclusão. O TCC segue a mesma regra, porém existe um rigoroso protocolo para elaborar cada uma dessas partes.
“O texto é composto de uma parte introdutória, que apresenta os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração; o desenvolvimento, que detalha a pesquisa ou estudo realizado; e uma parte conclusiva”. (ABNT NBR 14724 de 2011, item 4.2.2)
Fique por dentro e entenda o que não pode faltar em um TCC.
A introdução deve primeiramente apresentar o tema do trabalho de forma mais ampla. É importante lembrar que é uma parte importante para ganhar a credibilidade do leitor.
É comum a contextualização do assunto e do campo de estudo, bem como afunilar para uma abordagem do tema de forma bem restrita.
Após apresentar o tema e o seu contexto, é importante delimitar o assunto do tema, de modo que o mesmo seja apresentado como importante.
É importante lembrar que quanto maior o campo de estudo, maior será a probabilidade de um trabalho extremamente extenso e cheio de rodeios inconclusivos.
Delimitar o assunto não é torná-lo mais fácil, e sim mais profundo. É importante deixar claro que o trabalho vale a pena ser lido, o que nos leva para outro ponto.
Por que vender o carro?
Um dia quando cheguei em casa, propus à minha esposa que trocássemos o carro. Ela reagiu com forte resistência e disse que não era a hora certa.
Eu tive duas opções, insistir na ideia até se tornar uma briga muito séria ou me retirar para refletir sobre qual estratégia seria adequada para conseguir trocar de carro.
No dia seguinte cheguei em casa forçando uma expressão de desconforto e quando ela percebeu e perguntou o que havia ocorrido, eu disse que o carro estava trazendo gastos exorbitantes.
Após mostrar os investimentos necessários para que o nosso veículo pudesse continuar em circulação, concluímos juntos que seria melhor trocar de carro.
O que aprendi com isso? Às vezes, para converter alguém para o meu ponto de vista, basta mostrar os problemas.
Por um TCC tem como objetivo responder a uma ou mais perguntas ou ainda discutir um problema. Aqui não se apresenta a resposta ainda, pois será o resultado da pesquisa.
Após apresentar perguntas e/ou problema, deve-se elencar os objetivos, que são o geral e os específicos.
Objetivo geral deve ter uma abordagem panorâmica, estar resumido em um curto parágrafo mostrando qual a finalidade da escrita. Os objetivos específicos são aspectos do objetivo geral desenvolvidos em tópicos com uma frase curta em cada, sempre iniciando com verbos no infinitivo.
A Metodologia e a fundamentação teórica
Antes de começar a falar sobre a Metodologia e a fundamentação teórica, é importante lembrar que cada TCC segue um rumo de acordo com os aspectos do assunto a ser desenvolvido, as exigências da instituição de ensino e o caminho de escrita definido pelo orientador e pelo autor.
Dizer que é a apresentação do método de pesquisa já seria o suficiente para uma compreensão genérica. Basicamente, por ser uma pesquisa, é importante que sejam apresentados os instrumentos utilizados para a captação das informações, bem como também as fontes.
Para pesquisas acadêmicas, é importante informar quais os autores e obras foram utilizados para a definição da linha de pesquisa. Isso significa que em um TCC, não se apresenta opinião própria, tudo precisa estar fundamentado.
Desenvolvimento
Após ter avançado pelos elementos pré-textuais e compreendido os textuais, você deve estar se perguntando se isso não tem fim. Calma, estamos acabando.
O desenvolvimento é a parte crucial do trabalho onde o assunto será abordado com detalhamentos, sendo portanto a parte de maior importância do TCC, o objetivo dele ser escrito. É, por isso, também a parte que inter-relaciona todas as demais.
É a parte em que se escreve com certa liberdade, mas não confunda as coisas. É fundamental, por exemplo, que tenha sentido com o tema escolhido e desenvolva bem o que foi apresentado no resumo.
O referencial teórico deve ser utilizado, comprovando e corroborando os autores e obras citadas. Também é fundamental que a metodologia esteja explícita em cada etapa e constatação.
Falando em constatação, lembre-se que nesta etapa você deve apresentar base para responder às perguntas da introdução. Os objetivos também devem estar presentes, inclusive os específicos podem representar tópicos aqui.
Enfim, fica clara a importância do desenvolvimento para desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curso.
Conclusão
Como o próprio nome nos esclarece, é a finalização do trabalho, pelo menos com relação aos elementos textuais. É importante apresentar os resultados da pesquisa obtidos pelos meios explicados na metodologia.
A preocupação da conclusão é apresentar as respostas às perguntas feitas na introdução e responder com constatações se os objetivos foram alcançados.
Ainda é importante que a conclusão apresente uma proposta para a solução do problema apresentado na introdução e as considerações finais do autor.
Lembre-se, um TCC sem conclusão é um trabalho que não leva a lugar algum!
PARTE 3 – Elementos Pós-textuais
Os Elementos pós-textuais de um Trabalho de Conclusão de Curso são aqueles que ficam no final da ordem da formatação de tcc, porém possuem grande importância.
De onde você tirou isso?
Após a explicação deste post sobre fundamentação teórica, fica claro que para desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curso, todas as informações devem ser comprovadamente fundamentadas.
Os elementos pós-textuais explicam de onde as informações foram retiradas, dando credibilidade à produção em questão.
Referências
É uma lista das obras utilizadas no trabalho. Todas devem estar citadas no TCC. É talvez o item com maior número de especificações para tanto existe uma norma somente para os padrões das citações (NBR 6023/2002).
As referências são obrigatórias em qualquer trabalho acadêmico e servem para apresentar as informações de catalogação das obras, sites, artigos etc. utilizados no trabalho.
Possui basicamente as informações de nome do autor ou autores, nome da obra, número da edição, editora e ano da publicação. Isso pode variar conforme o tipo de citação. As entradas devem ser feitas em ordem alfabética.
Quando em um trabalho há a necessidade de apresentar documentos, fotos, gráficos ou quaisquer itens que não forem inseridos no corpo do texto, serão colocados como anexos com a finalidade de comprovar, fundamentar, ilustrar ou demonstrar algo.
Não é obrigatório, mas é extremamente útil para inserir arquivos que fogem da formatação comum dos parágrafos, por exemplo.
Glossário
O glossário, item opcional assim como o anexo, é a seleção da terminologia específica do assunto produzido. Como os termos podem assumir conceitos diferentes em cada linha de pesquisa, a sua utilidade é comprovada por colaborar com a interpretação do leitor.
Gostou do artigo, então compartilhe com um amigo e não deixe de ler outros conteúdos do Projeto Acadêmico.
Independente da norma utilizada para formatação, é preciso
entender os detalhes de como ela funciona para poder ter um trabalho completo e
formatado conforme as exigências da instituição. A formatação APA é um estilo
bastante utilizado no mundo e no Brasil, então, se você precisa formatar
seguindo esse estilo, veja a seguir tudo que você precisa saber sobre a APA.
O que é APA?
A formatação APA é um conjunto de regras de estilo e
formatação de trabalhos acadêmicos. Ela é usada principalmente por autores de
artigos de periódicos, porém, pode ser aplicada a TCC, dissertação, tese,
artigo científico, entre outros tipos de trabalhos.
As normas APA surgiram através da publicação do Manual APA,
que é um guia de estilo da American Psychological Association. Atualmente, as
normas são utilizadas no mundo inteiro por diversas instituições de ensino,
entidades e revistas científicas, podendo em alguns casos ser utilizados
trechos ou toda a formatação no estilo APA.
O manual APA foi publicado pela primeira vez no ano de 1929.
Porém, após essa primeira edição, várias outras normas, regras e diretrizes
foram atualizadas para adequar às necessidades observadas nas formatações para
trabalhos acadêmicos, principalmente no meio científico. Dentre todas essas
atualizações, a última foi lançada em 2009, que é o padrão mais utilizado
atualmente.
Embora as normas APA determinem vários aspectos de
formatação, elas não estão totalmente relacionadas a estrutura do trabalho ou a
apresentação gráfica. A formatação APA se aplica principalmente as citações e
referências descrita em um projeto. Sendo assim, o mais utilizado é a estrutura
e formatação ABNT junto a APA. O mesmo ocorre com as Normas Vancouver.
Mesmo assim, a seguir falaremos sobre os itens obrigatórios na estrutura de diversos trabalhos acadêmicos entre outras informações sobre formatação que não estão diretamente relacionadas a formatação APA.
Considerando que a formatação APA não especifica os
elementos de um trabalho acadêmico e nem mesmo a estrutura, falaremos a seguir
quais são os elementos considerados obrigatórios de acordo com os diversos
tipos de trabalhos. Confira!
TCC, monografias, dissertações e teses
A elaboração desses tipos de trabalhos acadêmicos, é visto
como obrigatório e opcional a apresentação dos seguintes elementos na estrutura
do projeto:
Elementos pré-textuais:
Capa
Lombada (caso o trabalho seja encadernado)
Folha de rosto
Ficha catalográfica e composição institucional
Errata (opcional)
Folha de aprovação
Dedicatória (opcional)
Agradecimento (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumos
Palavras-chave
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de tabelas (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário.
Elementos textuais:
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão.
Elementos pós-textuais:
Referências bibliográficas
Glossário (opcional)
Apêndice (opcional)
Anexo (opcional)
Artigos científicos
Já no caso dos artigos científicos, todos os elementos que
iremos mencionar a seguir são obrigatórios e devem aparecer na respectiva
ordem:
Título do artigo
Nome do autor
Resumos
Introdução e método
Introdução
Método
Resultados
Discussão
Referências
Notas de rodapé
Apêndices
Regras para formatação
Considerando que as Normas APA se aplicam a formatação de
citação e de referências bibliográficas, detalharemos a seguir todas as regras
atribuídas a formatação desses dois elementos ao longo do trabalho acadêmico.
Citações em APA
O sistema utilizado para formatação através das Normas APA
para citações é o de autor-data. Ou seja, é informado o sobrenome do autor e o
ano de publicação do conteúdo mencionado. Veja a seguir vários exemplos e os
diferentes tipos de citações que existem:
Citação direta
Esse é o tipo de citação onde é copiado um trecho do
conteúdo original e acrescentado ao trabalho acadêmico. Nesses casos há duas
opções de formatação da citação direta, que varia conforme a quantidade de
palavras do conteúdo citado.
Se for menos de 40 palavras, as Normas APA determinam que a
citação seja feita entre aspas incorporada no corpo do texto. Agora, se a
citação apresentar mais de 40 palavras, é preciso criar um bloco separado do
corpo do texto. A citação deve ser incluída sem aspas com recuo de 1,25 cm da
margem esquerda em caso de apenas um parágrafo, caso exista mais de um
parágrafo, é aplicado mais um recuo de 1,25 cm no início de cada parágrafo.
A formatação da citação direta com mais de 40 palavras é
feita com espaçamento simples. No final da citação direta longa é preciso
informar a fonte citada e o número da página ou parágrafo entre parênteses após
o ponto final. Na citação com menos de 40 palavras, o nome da fonte pode ser
informado em qualquer parte do corpo do texto e número da página ou parágrafo
junto ao ano de publicação, e podem aparecer antes ou após a citação entre
parênteses. Veja alguns exemplos:
Citação direta curta
(menos de 40 palavras)
De acordo com Jean Jacques Rousseau (1743, p. 48),
“embora a memória e o raciocínio sejam duas faculdades essencialmente
diferentes, uma só se desenvolve completamente com a outra”.
Obs.: formatação
segue padrão do corpo do texto, mesma fonte e tamanho de fonte.
Citação direta longa
(mais de 40 palavras)
O indivíduo só poderá agir na
medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber
quais são suas origens e as condições de que depende. E não poderá sabê-la sem
ir à escola, começando por observar a matéria bruta que está lá representada.
(Durkheim, 1850, p. 28).
Obs.: formatação
deve ser feita com fonte Times New Roman e tamanho 12.
Citação indireta
Diferente da citação anterior, esta menção no trabalho
acadêmico é feita com as próprias palavras do autor. Isso significa que o autor
apenas menciona outro conteúdo descrevendo-o com suas próprias palavras. Nesse
caso, é necessário citar o sobrenome do autor e ano de publicação. Veja um
exemplo:
Conforme Foucault (1934), há um equívoco sobre o que é novo.
Os acontecimentos em volta de um evento destacam a essência do que vem a ser
uma novidade.
Obs.: não é necessário incluir nenhum tipo de
formatação especial.
Citação da citação
Esse é o tipo de citação onde o autor não tem contato com a
obra original, por isso, a citação é extraída de fontes secundárias. Nesse caso
é necessário informar o autor da obra original, ano de publicação, acrescentar
a informação “como citado em” ou “as cited in” (em caso de
artigo em inglês), nome do autor que também fez a menção, ano e página de onde
foi extraída a citação. Veja um exemplo de como é feita essa citação:
Citação em português
O empreendedor cria valor ao organizar incertezas, criativamente reorganizando fatores de produção e oportunidades de Mercado. (Knight, 1921 como citado em Jones, 1992, p. 734).
Citação em inglês (original)
Although the proposed
categorizations contribute to an understanding of this
phenomenon, “a way of seeing is a way of not seeing” (Poggie, 1965 as cited in Van de Ven & Poole, 1995, p. 510).
As formatações nos dois casos irão variar dependendo se a citação é direta ou indireta. Além disso, é preciso considerar se a citação possui mais de 40 palavras ou menos que isso, no caso de citação direta.
*Fonte: PUCRS
Formatação da citação e referências
bibliográficas
A formatação de citações em APA varia de acordo com os tipos
de citações (direta, indireta citação da citação) e em relação às fontes
utilizadas para a citação. Isso significa que você precisa ficar atento a fonte
para poder informar corretamente a informação. Confira a seguir como é feita
cada uma das menções considerando o tipo de fonte:
Citação de trabalho com um autor
Deve ser informado o sobrenome do autor e o ano de
publicação. Exemplo: Foucault (1945)
ou (Foucault, 1945).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome. (Ano de publicação). Título da
obra. Local de publicação.
Citação de trabalho com dois autores
Deve ser informado o sobrenome dos dois autores e o ano de
publicação. Exemplo: White e Moody
(2005) ou (White e Moody, 2005).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome de cada um dos autores. (Ano de
publicação). Título da obra. Local de publicação.
Citação de trabalho de três a cinco autores
Deve ser informado o sobrenome de todos os autores e o ano
de publicação. Em citações subsequentes, é necessário informar apenas o
sobrenome do primeiro autor junto ao termo et al. e ano de publicação. Exemplo: White, Moody, Foucault, Jaques
e Buffett (1940) ou (White, Moody, Foucault, Jaques e Buffett, 1940).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome de cada um dos autores. (Ano de
publicação). Título da obra. Local de publicação.
Citação de trabalho com seis ou mais autores
Deve ser informado apenas o sobrenome do primeiro autor
seguido do termo et al. e ano de publicação. Exemplo: Moody (2016).
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome de cada um dos autores. (Ano de
publicação). Título da obra. Local de publicação.
Citação de autor entidade
Deve ser informado o nome da instituição, associação,
corporação, órgão governamental, entre outros, na primeira citação, junto ao
nome abreviado e ano de publicação. Nas citações subsequentes é informado
apenas o nome abreviado e ano de publicação. Exemplo: Banco Central do Brasil [BACEN] (1998).
Referências
bibliográficas: Nome da entidade. (Ano de publicação). Título da obra. Data
e local de acesso à informação.
Citação sem autor
Deve ser informado o título do texto no local do autor junto
ao ano de publicação. Exemplo: Lei
n. 10.243 (2018) ou Constituição (1988).
Referências
bibliográficas: Título da Obra. (Ano de publicação). Data e local de acesso
à informação.
Citação de livros
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação). Título
da obra. Local de publicação: Editora.
Citação de periódicos, boletins e revistas
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título da obra. Nome da revista, página, volume ou capítulo.
Citação de periódico eletrônico
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título da obra. Nome do endereço eletrônico. Data e local do acesso à
informação.
Citação de artigo de revista
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográficas: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título da obra. Nome da revista, página consultada, total de páginas.
Citação de tese e dissertação
No corpo do texto
apenas sobrenome do autor e ano de publicação da obra.
Referências
bibliográfica: Sobrenome, Inicial do nome do autor. (Ano de publicação).
Título do trabalho. Tipo de documento, Nome da Instituição, Cidade de
publicação, Estado, País.
Formatação da página de referências
bibliográficas
Além de todos os nomes que devem ser mencionados e do padrão
específico para cada uma das citações, é importante que você considere algumas
informações sobre a formatação da página de referência bibliográficas
Espaçamento –
as referências bibliográficas devem ser listadas através de espaçamento
simples entre linhas com 12pt após cada parágrafo. É necessário acrescentar
deslocamento de 0,75 cm na segunda linha e aplicar alinhamento justificado em
toda a página de referências.
Abreviaturas –
usar as seguintes abreviaturas para compor as referências bibliográficas:
Capítulo – Cap.
Edição – ed.
Editor(es) – Ed. ou Eds.
Coordenador(es) – Coord. ou Coords.
Organizador(es) – Org. ou Orgs.
Sem data – n.d.
Página(s) – p. ou pp.
Volume(s) – Vol. ou Vols.
Número – Nº
Ordem das
referências: as referências devem ser feitas seguindo ordem alfabética
ascendente. A ordenação alfabética ascendente considera apenas o sobrenome do
primeiro autor, seguindo as demais letras iniciais dos primeiros nomes que
aparecem em cada uma das referências listadas. Além disso, se há mais de uma
citação do mesmo autor com obras diferentes, é considerado a ordem alfabética
ascendente de cada obra mencionada.
Lembrando que mesmo com as exigências das Normas APA, é
importante consultar as regras atribuídas pela instituição de ensino ou revista
acadêmica. Afinal, cada instituição ou entidade possui suas próprias regras,
mesmo que muitas delas sigam normas pré-definidas.
Então consulte o guia de formatação da sua
instituição e aplique os conceitos ensinados neste artigo de acordo com as
recomendações feitas por cada instituição.
Sempre que é necessário elaborar um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) o estudante tem como ferramenta
diferentes recursos que podem facilitar a compreensão dos examinadores. Dentre
esses importantes meios de se comunicar, o grifo meu, ou grifo nosso, pode ser
utilizado. Daqui para frente vamos nos referir a esse recurso somente como
grifo nosso, um recurso comum e indicado dentro da ABNT(Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Veja neste post como o grifo nosso é definido e quais suas principais características. Saiba como ele pode ser utilizado também por você em seu trabalho de conclusão de curso. Veja tudo isso a seguir!
Podemos definir o grifo nosso como uma
forma de destacar um trecho de uma citação em um trabalho acadêmico como o TCC.
Esse recurso pode ser utilizado em qualquer trabalho acadêmico, e para isso é
necessário fazer a citação em obras de autoria de terceiros. O grifo nosso irá
ajudar na fundamentação do TCC destacando um trecho de uma citação relevante ao
trabalho do estudante. O conteúdo pode ser extraído de livros ou trabalhos
científicos e inserido no TCC por meio de uma citação direta ou indireta.
Se for uma citação direta, basta que o estudante faça a
cópia direta do trecho que deseja utilizar em seu TCC. Já para as citações
indiretas, o mesmo acontece, porém, em vez de a citação ser copiada e colada, o
estudante destaca um trecho sobre um pensamento do autor das obras utilizadas
como referência, mas o estudante utiliza suas próprias palavras para descrever
tal trecho.
O principal papel do grifo nosso é a ênfase dada para
algumas expressões de citações diretas, que por sua vez, podem ser vistas como
uma transcrição literal de outro autor. Quando uma parte de uma citação é
incluída em um trabalho acadêmico, o grifo nosso é cobrado. A forma como algo
deve ser citado segue normas técnicas que devem ser observadas em trabalhos
acadêmicos em geral.
Quando devo utilizar Grifo Meu (Grifo Nosso)?
Geralmente, as citações em um trabalho acadêmico são
necessárias e uma ferramenta muito importante. Neste caso, é indicado utilizar
o grifo nosso quando essas citações são muito longas, pois isso ajuda com que o
estudante foque somente em citações relevantes para seu trabalho. Esse tipo de
abreviação pode até ter quatro linhas quando utilizada. O formato com que o
parágrafo será redigido segue uma forma específica de acordo com as normas
técnicas, possuindo um parágrafo próprio, o espaçamento entre linhas deve ser
de 1 cm, a fonte deverá ser menor que 12 e recuo de 4 cm localizado à esquerda.
Mas, se o estudante achar necessário, é possível utilizar o
grifo nosso também em citações curtas, com menos de três linhas ao longo do
desenvolvimento do trabalho. Por ser uma citação curta,
o grifo nosso neste caso pode destacar um trecho de uma citação dentro de um
parágrafo já existente no corpo do texto. É muito comum vermos este tipo de
citação em artigos e livros, assim como pode ser também utilizada em trabalhos
acadêmicos.
Já as citações diretas, ou também conhecidas como paráfrases, devem ser expressadas com as próprias palavras dos estudantes com a intenção de transmitir a ideia do autor. Ou seja, você estará dizendo algo e transmitindo a ideia de outra pessoa, no caso, o autor de um livro, de uma tese, de um trabalho, de uma fonte que tenha um dono.
Diferença entre Grifo do Autor e Grifo Meu
(Grifo Nosso)
Se em um trabalho um trecho é copiado de um livro ou outro
trabalho já existente, possui grifo nosso. Mas, quando o trecho retirado é de
um livro ou outro trabalho já existente é descrito com as palavras do próprio
autor do livro ou trabalho, então isso caracteriza “grifo do autor” e
deve ser mencionado no final da citação. Neste caso, devemos enfatizar que nas
duas situações devemos utilizar itálico, negrito ou sublinhado para destacar
esse trecho.
Se o destaque for feito em um texto já existente retirado de
uma obra consultada, esse trecho não precisa estar diretamente ligado às ideias
centrais do texto. Porém, se você fizer um grifo nosso é fundamental que a
ideia central retirada do trabalho seja respeitada. Para ficar mais claro de
você entender a diferença entre os dois tipos de citação, vamos a alguns
exemplos:
Exemplos
Vamos imaginar que um aluno trabalha para definir o conceito
de uma narrativa sob sua ótica em um TCC e pretende citar Henry Jenkins. Neste
caso, o aluno pode utilizar uma citação buscando retirá-la de uma obra do autor
Henry Jenkins e destacar com o grifo nosso.
“[…] Uma história
transmídia desenrola-se através de múltiplas plataformas de mídia, com cada
novo texto contribuindo de maneira distinta e valiosa para o todo. Na forma
ideal de narrativa transmídia, cada meio faz o que faz de melhor […]” (JENKINS,
2009, p. 138, grifo nosso).
A citação abaixo foi feita pelo próprio Jenkins em uma de
suas obras e neste caso, é utilizado o grifo do autor para quando esse trecho é
utilizado em um trabalho de terceiros:
“[…] Produtores de
mídia e anunciantes falam hoje em capital emocional ou lovemarks, referindo-se
à importância do envolvimento e da participação do público em conteúdos de
mídia […]” (JENKINS, 2009, p. 235, grifo do autor).
Neste caso, podemos concluir que toda expressão deve ser
colocada entre parênteses logo após o número de páginas. O autor da citação
também deve ser destacado. Ainda que o trabalho acadêmico tenha sido feito
somente por uma pessoa, o mais indicado é utilizar grifo nosso e não grifo meu.
Devemos lembrar que a utilização do grifo meu faz parte dos
critérios de utilização das normas técnicas em um trabalho acadêmico. Portanto,
é essencial que o estudante veja na íntegra quais são essas normas técnicas,
aprenda a utilizá-las e esteja sempre atento a forma correta e a hora certa de utilizá-las.
Não hesite em pesquisar mais exemplos da utilização do grifo meu (grifo nosso)
em outros trabalhos.
De origem do latim, o termo ibidem significa “no mesmo lugar“. Esse tipo de expressão é amplamente utilizada em referências bibliográficas onde há a necessidade de indicar que determinado trecho aparece na mesma obra do autor. No entanto, há várias regras importantes para a utilização desse vocábulo, o que inclui normas e variações importantes.
Neste post, falaremos em detalhes o que é ibidem, para que serve, quando utilizar esse termo em seu TCC e quais são as regras para a utilização. Além disso, mostraremos alguns exemplos de como utilizar ibidem em um TCC. Confira tudo isso a seguir e muito mais.
O que é ibidem?
O termo ibidem tem origem latina e significa “no mesmo lugar“. Esse significado se aplica quando uma obra já foi mencionada, e em uma segunda menção, o termo ibidem indica que a informação consta na mesma obra ou no mesmo lugar. Quando esse termo é utilizado, entendemos também que trata-se de uma referência ao mesmo autor e a mesma obra.
A utilização do termo se aplica principalmente quando há a necessidade de se repetir a fonte mais de uma vez, como ocorre no caso de alguns textos onde aparecem várias citações de uma mesma obra. No entanto, esse termo é designado apenas quando a nota subsequente se refere a mesma obra. Ou seja, se a obra foi mencionada primeiramente e a próxima referência trata-se de uma repetição da mesma obra, o uso do ibidem é obrigatório. Já no caso de referências a mesma obra que ocorrem após outras citações de obras diferentes, é utilizado o termo Op. cit seguido pelo nome do autor.
O termo ibidem é uma forma de fazer referência a uma obra já mencionada naquela mesma página do texto. A sua utilização indica que o nome da obra apenas foi abreviado para não tornar a leitura repetitiva e cansativa. Esse termo ainda pode ser utilizado juntamente com outros termos como apud ou idem. Cada um deles apresentam significados diferentes e utilizações que seguem padrões regidos por diversas normas.
Quando utilizar ibidem no TCC?
A utilização do ibidem é necessária quando há mais de uma citação de uma única obra na mesma página do texto. Por exemplo, se determinada página do seu TCC faz mais de uma referência a uma única obra, é necessário utilizar o termo ibidem nas citações posteriores a primeira citação da obra. Isso porque a ABNT determina que o ibidem seja utilizado a partir da segunda menção da obra. Na primeira citação, a informação sobre a obra e o autor deve ser completa.
Caso a obra seja citada em uma determinada página e depois mencionada em outra, é necessário informar o nome completo da obra assim como o autor. O termo ibidem serve apenas para mencionar que tal citação pertence a obra mencionada anteriormente. No caso de menções em outras páginas, é necessário utilizar o termo Op. cit como já informamos.
Como usar ibidem em seu TCC?
A utilização do ibidem ocorre de acordo com as regras estabelecidas em cada norma. Nesse caso, você deve conferir primeiramente a norma que seu TCC é regido e as regras que a banca examinadora estabelece para a entrega de seu trabalho de conclusão de curso. Caso essas regras sejam diferentes, você deverá informar o ibidem da forma como a banca indica. Mas na maioria dos casos esse tipo de menção segue padrão simples, onde a menção deve ocorrer ao final da página como uma referência a citação.
Mas se você não faz ideia de como utilizar o ibidem em seu TCC, confira a seguir alguns exemplos de utilização do termo:
Exemplos de utilização
O termo ibidem pode ser abreviado pela expressão “ibid”. Sendo assim, você pode mencionar ibidem ou ibid em seu TCC quando houver a necessidade de se referir a uma obra já mencionada na página. Veja a seguir como esse termo é empregado:
NOME DA OBRA, ano. p.número da página
Ibidem, p.número da página;
Ibid, p.número da página.
Vamos dar como exemplo a obra “Dom Quixote” do autor Miguel de Cervantes. Nesse caso temos o seguinte exemplo de utilização do ibidem:
Os exemplos anteriores mostram a forma correta de utilizar a expressão ibidem para se referir a uma obra já mencionada na página. No entanto, há muitas pessoas que utilizam esse termo de forma errada, o que leva a um mal uso das regras gerais para a utilização de termos e abreviações.
Por exemplo, utilizar o ibidem em uma página fazendo referência a uma obra citada em outra página do seu TCC não está correto. O certo é utilizar o termo quando a obra é mencionada na mesma página mais de uma vez. Quando a menção ocorre em páginas diferentes, é utilizado o termo Op. cit. Além disso, utilizar o termo ibidem para indicar que a menção trata-se do mesmo autor também é incorreto.
Quando você quiser mencionar uma citação do mesmo autor, mas em obras diferentes, é necessário utilizar o tempo “idem”, que se aplica apenas “ao mesmo autor”. Nesse caso, você pode mencionar duas obras diferentes em sequência que sejam do mesmo autor utilizando o termo idem. Por exemplo:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Nome da Obra. Editora, ano.
Idem, Nome da Obra. Editora, ano.
Id, Nome da Obra. Editora, ano.
Nesse caso, temos que a sigla Id se aplica ao termo idem como uma abreviação do termo. Vamos a um exemplo prático da utilização do idem em uma menção do mesmo autor:
QUEIRÓS, Eça de. O Primo Basílio. Porto Editora, 1878.
O resumo expandido é
um tipo de trabalho comumente solicitado quando há eventos onde a publicação
final necessita da apresentação deste texto. Por isso, quem for fazer uma
apresentação onde é necessário apresentar o resumo expandido, deve entender
detalhes desse tipo de texto.
Quer saber o que é resumo expandido e como fazer? Então
confira este post até o final e veja o passo a passo completo desse tipo
textual.
O que é resumo expandido?
Resumir algo é o mesmo que dar informações objetivas e
claras sobre um conteúdo que possui bastante detalhes. Desde sempre os
estudantes precisam criar resumos nas escolas, essa prática estimula a escrita
objetiva, tornando as explicações mais claras e simples.
Seguindo este conceito, o resumo expandido é uma modalidade
de resumo que tem como objetivo descrever um trabalho acadêmico com
objetividade. Diferente do resumo simples, a modalidade expandida pode ser
escrita antes mesmo de terminar o trabalho ou a pesquisa.
E não se confunda com o resumo que existe em alguns
trabalhos acadêmicos como o TCC.
O texto que aparece logo após o “epígrafe” não
tem nada a ver com o resumo expandido. Lembre-se: esse tipo de texto só é
utilizado em casos excepcionais onde há a necessidade de apresentá-lo.
Considerando que o resumo expandido pode ser elaborado antes
mesmo de terminar o trabalho ou a pesquisa, ele é usado principalmente em
eventos onde é possível compartilhar informações.
Caso você participe de algum evento deste tipo, o resumo
expandido mostrará aos participantes do que se trata sua pesquisa, qual é o
tema, o porquê desse levantamento, entre outras informações. Isso proporcionará
a troca de informações e posteriormente, poderá contribuir para um trabalho com
mais qualidade.
Formato para escrever um resumo expandido
Cada evento possui um padrão específico para o formato do
resumo expandido. Por isso, não é possível definir um tipo único para a
elaboração desse texto. Nesse caso, é recomendado que os estudantes verifiquem
no edital todas as diretrizes do evento, incluindo as informações sobre o
resumo expandido.
Há alguns lugares que exigem até mesmo formatações exclusivas, folha timbrada com cores específicas, colunas, entre outras exigências.
IMPORTANTE: Cada instituição possui suas próprias regras e normas para elaboração de trabalhos e resumos, é de suma importância que você consiga com o seu orientador todas as normas exigidas.
Principais diferenças entre resumo simples e
expandido
A primeira grande diferença do resumo simples e expandido, é
que a modalidade simples é elaborada geralmente com o intuito de antecipar o
conteúdo de um trabalho, fornecendo uma informação objetiva sobre o assunto que
será abordado, enquanto que o resumo expandido tem como finalidade informar
outros pesquisadores sobre um estudo para auxiliar no compartilhamento de
informações.
Outra grande diferença é que o resumo simples precisa ser
feito após o término da pesquisa. Já o resumo expandido pode e deve ser feito
antes da conclusão do trabalho, pois, a finalidade principal deste texto é
gerar mais dados e informações que possam complementar a pesquisa em questão.
Há ainda uma outra diferença que deve ser considerada, que é
onde o resumo é utilizado. No caso do resumo simples, ele aparece antes do
conteúdo do trabalho, logo após o “epígrafe”. Por outro lado, o
resumo expandido é utilizado em eventos específicos, onde a finalidade é
compartilhar informações sobre determinado assunto.
Como fazer um resumo expandido
Antes de iniciar o resumo expandido, é fundamental que você confira todos os parâmetros informados pelo evento sobre a elaboração desse texto. São esses parâmetros que determinaram a forma como o resumo será elaborado, assim como a formatação. A seguir, falaremos sobre o passo a passo da formatação e como fazer o conteúdo do resumo expandido.
Formate a página no padrão exigido pela ABNT: Papel A4 (210 x 297 mm), modo retrato, margens de 3 cm no canto superior e na esquerda e de 2 cm no canto inferior e na direita. Insira abertura de 1,5 cm do alinhamento no parágrafo;
Use a fonte Arial ou Times New Roman para o corpo do texto em tamanho 12 e aplique formatação justificado e espaçamento simples entre as linhas;
Digite os títulos e subtítulos em caixa alta, negrito, espaçamento simples e fonte Arial ou Times New Roman em tamanho 12.
Caso você tenha que elaborar um minicurrículo, informe titulação, e-mail e área de estudos como nota de rodapé na primeira página;
Caso faça citações ao longo do resumo, incluir no corpo do texto e entre aspas as citações curtas, com no máximo 3 linhas. Em seguida é necessário informar o nome do autor e data de publicação. Se a citação for longa, é necessário aplicar recuo de 4,0 cm da margem esquerda, tamanho 10, espaçamento simples e usar a fonte Times New Roman;
Por fim, as referências devem aparecer no final do resumo expandido seguindo ordem alfabética considerando o sobrenome da autoria com formatação de espaço simples, alinhadas à esquerda e com 1,0 de espaço entre as linhas.
Conteúdo do resumo expandido
Agora que você já sabe como formatar seu resumo expandido,
veja algumas dicas que te ajudarão a elaborar o conteúdo deste texto:
No desenvolvimento do texto, é preciso informar quais foram os resultados obtidos até o momento da elaboração do resumo. Essas informações devem apresentar referências conceituais e análise estatística.
Para concluir o resumo, você deverá responder às principais questões em torno dos objetivos da pesquisa.
Para elaborar um texto bem estruturado, objetivo e
informativo, considere as seguintes dicas:
Faça um
rascunho: organize todas as suas informações em um papel para finalmente
colocá-las no resumo expandido. Assim, você terá uma visão mais ampla das
informações fornecidas.
Leia o texto
várias vezes: nada melhor do que entregar um texto bem escrito e livre de
qualquer erro ortográfico ou gramatical. Para chegar a esse resultado, é
importante ler várias vezes e modificar tudo que não estiver do seu agrado.
Seguindo todas as dicas mencionadas, você poderá
entregar seu resumo expandido no evento pretendido seguindo as recomendações do
próprio evento.
A redação é uma das etapas mais importantes do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). É nesta etapa que toda a criatividade e conhecimento técnico de escrita são colocados à prova dentro do tema proposto pela avaliação. Entre as dúvidas mais frequentes sobre a redação do Enem, a quantidade de linhas é algo que chama bastante atenção. Afinal, quantas linhas uma redação do Enem deve ter?
É sobre isso que falaremos neste post. Se você também tem essa dúvida, confira a seguir quantas linhas são exigidas na redação do Enem e a diagramação ideal para não ultrapassar o limite máximo. Redação Dissertativa Argumentativa: exemplos, como fazer, pronta
Regras do Enem para o número de linhas
A quantidades de linhas que uma redação do ENEM deve ter, varia muito de acordo com o tema, com os argumentos desenvolvidos, entre outros aspectos. O mais importante é que a sua redação fique dentro das regras exigidas no exame, pois caso contrário, você poderá ter sua avaliação desclassificada. Conectivos para Redação: introdução, desenvolvimento e conclusão, dicas
Nas edições anteriores do Enem, a regra era a seguinte:
mínimo de 8 e máximo de 30 linhas. Dentro desses limites, você
pode escrever quantas linhas forem necessárias para introduzir, desenvolver e
concluir sua redação.
Isso significa que não há um padrão ou uma regra exata de quantas palavras você deve escrever, porém, o texto precisa apresentar estrutura de começo, meio e fim. Aprenda Como Fazer uma Redação Descritiva Perfeita
Aviso: como as regras do Enem mudam constantemente, você deve conferir no edital do exame e na página de redação o limite de linhas para a redação. Caso as regras tenham mudado, você saberá exatamente o limite mínimo e máximo para escrever seu texto.
Como mencionado, não há uma regra exata em relação a quantidade de linhas que uma redação deve ter. Mas é importante que você saiba que prolongar o assunto apenas para criar uma redação grande, pode comprometer sua nota, assim como explicar rapidamente seus argumentos sem se aprofundar no assunto. Como começar uma Redação: passo a passo, estrutura e dicas
É preciso criar um consenso entre ser objetivo e ao mesmo
tempo proporcionar uma compreensão completa sobre os argumentos. Lembrando, é
claro, de seguir a cronologia da estrutura de uma redação.
A redação para o Enem e para outros concursos públicos segue
um conceito básico de estrutura onde é observado a introdução, desenvolvimento
e conclusão. Falaremos a seguir sobre essas estruturas e a indicação de linhas
para cada tópico. Confira!
Introdução
Esse é o momento que você irá apresentar o tema para seus
leitores. Além disso, você também deverá apresentar logo no início dois
argumentos que serão trabalhados ao longo do texto. Esses argumentos devem
apresentar seu ponto de vista sobre o tema.
A introdução é composta por um parágrafo curto. Por isso, é
indicado que você utilize de 2 a 5 linhas para iniciar a redação. Não há
uma regra exata sobre quantos argumentos devem ser inseridos na introdução.
Porém você deve se lembrar que quanto mais argumentos são inseridos nesta
etapa, mais parágrafos você terá que desenvolver para abordar cada um deles.
Então, o ideal é que você introduza entre dois ou três
argumentos, no máximo, desde que respeite corretamente a diagramação e o limite
de linhas para o texto.
Também é importante destacar que a introdução deve conter essencialmente apenas os argumentos que serão abordados no desenvolvimento. Citar outros argumentos que não serão desenvolvidos poderá deixar prejudicar seu texto.
Desenvolvimento
Neste momento, você deverá desenvolver os argumentos que
foram introduzidos anteriormente. O mais aconselhado é que sejam dois, pois
assim fica fácil diagramar. Além disso, dois argumentos é um ótimo número para
convencer o leitor sobre determinado ponto de vista.
Se forem dois, você pode usar um padrão de 2 a 10 linhas para desenvolver os argumentos. Se forem três argumentos,
você pode usar de 2 a 3 linhas. O ideal é que os parágrafos
não sigam um número exato, mas que apresentem informações objetivas e
completas.
Aliás, esse é um aspecto muito importante sobre o desenvolvimento. Os parágrafos devem ser coesos e coerentes. Todo o texto deve apresentar uma sequência cronológica onde as frases e os parágrafos devem ser interligados seguindo uma lógica. Isso significa que é importante avaliar cada informação citada no texto e avaliar se há uma ligação com as demais informações.
Conclusão
A etapa final de qualquer texto é a conclusão. Muitos
estudantes se perdem nesta etapa por não saber o que fazer. Ao contrário do que
muitos pensam, usar frases de efeito, recordar o que já foi dito ou repetir um
argumento, não são sinônimos de uma conclusão. Na verdade, a conclusão deve ser
como as demais etapas da redação: um momento para trazer informações ao leitor.
Nesse caso, é importante tomar cuidado para não introduzir
um novo argumento ou informações que não foram previamente mencionadas como
dados. Porém, você pode sim terminar o texto falando algo diferente que agregue
valor de alguma forma.
Muitas pessoas costumam terminar a introdução com uma
mensagem de advertência, de otimismo, com uma citação ou referência ao título.
O mais importante é que a conclusão esteja alinhada com a visão do autor sobre
o assunto, assim como as demais etapas da redação.
Isso significa que se você começou falando que tal coisa não
deveria existir, não faz sentido terminar o texto dizendo que essa coisa é algo
bom para a sociedade. Lembre-se sempre: coesão e coerência devem estar
presentes do começo ao fim da sua redação.
Já em relação a quantidade de linhas, a conclusão segue a média da introdução, de 2 a 5 linhas. Lembrando que o número de linhas pode variar dependendo da necessidade de explicar determinado assunto no texto. Os números mencionamos neste artigo são apenas recomendações de diagramação para que o texto fique estruturado e com um aspecto visual atrativo para o leitor.
Redação feita por: Isabela Carvalho Leme Vieira da Cruz, Rio de Janeiro – RJ
Redação nota 1000 no ano de 2011
Dicas em relação a quantidade de linhas
No rascunho, liste todas as suas ideias sobre o tema;
Escolha 2 ou 3 ideias que possam virar argumentos no
desenvolvimento;
Desenvolva os argumentos interligando o assunto;
Use uma divisão do número de linhas para os parágrafos;
Se estiver passando o limite máximo, tente ser mais
objetivo na explicação.
A introdução é a primeira etapa de uma boa redação. Por isso, é importante utilizar boas palavras e frases para chamar a atenção do leitor, pois é nesse momento que deve ser despertado o interesse em continuar a leitura. Redação Dissertativa Argumentativa: exemplos, como fazer, pronta
Pensando nisso, preparamos um guia completo com palavras e frases que podem ser utilizadas na introdução de uma redação. Confira a seguir o passo a passo completo de como iniciar uma redação.
Estrutura básica de uma redação
Antes de falarmos sobre frases e palavras ideais para
iniciar uma redação, é importante saber a estrutura básica desse tipo de texto.
Independentemente do tipo de redação, é fundamental que ela tenha começo, meio
e fim. Essa cronologia é a base da estrutura de qualquer texto, incluindo a
redação. Por isso, você deve prestar atenção nas seguintes etapas:
Introdução:
fase inicial composta por 1 parágrafo onde é informado o tema central do texto
incluindo a posição do autor sobre o tema.
Desenvolvimento:
fase em que o autor esclarece todos os tópicos sobre o tema, informando sua
posição sobre o assunto e aspectos argumentativos em relação a sua própria
posição.
Conclusão: fase final onde o autor conclui o assunto avaliando o que foi desenvolvido ao longo da redação oferecendo soluções, possibilidades e reflexões sobre o tema.
A pior parte de qualquer texto é começar! As primeiras palavras são sempre as mais difíceis. Mas depois que você começa, tudo fica mais fácil. Então se você também tem essa dificuldade, preparamos uma lista com várias frases e palavras que podem ser utilizadas para iniciar uma redação. Conectivos para Redação: introdução, desenvolvimento e conclusão, dicas
Lembrando sempre que você deve fugir de clichês, palavras e
frases muito usadas com pouca credibilidade. Dê preferência para iniciar sua
redação utilizando os seguintes termos:
“Hoje em dia
é comum que quase todo mundo tenha um smartphone ou um celular simples para
ligações. Esse cenário era algo impensável há pelo menos 20 anos.”
“Observando
o modo como as descobertas científicas promovem o desenvolvimento da
humanidade, é possível afirmar que todas as interações da sociedade moderna
estão atreladas aos avanços científicos.”
“Todos sabem
que a prática de exercícios físicos auxilia na saúde de um modo geral. A grande
questão sobre o assunto é por que tantas pessoas estão se tornando obesa mesmo
sabendo disso.”
“É difícil
falar sobre como a vida na Terra surgiu. Porém, é indiscutível afirmar que
estamos cada vez mais perto de descobrir a verdade.”
Agora que você já sabe como iniciar a redação, falaremos o
passo a passo completo para você fazer a redação do começo ao fim. Confira a
seguir todas as etapas e dicas para te ajudar com essa produção textual:
1. Comece com um rascunho
A melhor forma de começar um texto é através de um rascunho.
Nele, você deverá incluir todas as suas ideias sobre o tema, considerando o que
você acredita, o que já existe sobre o assunto e tudo que você deseja abordar
no texto. Faça em forma de lista ou da forma como você preferir, o ideal é que
fique fácil de compreender todas as suas ideias sobre o tema.
Por exemplo, no tema “violência contra o idoso”,
podemos ter as seguintes ideias para abordar na redação:
“Formas de violência contra o idoso que não são
faladas pela sociedade”;
“O abandono do idoso como uma forma de
violência”;
“É importante conscientizar as pessoas sobre a
violência contra o idoso”;
“Idosos não conseguem denunciar a violência
sofrida”;
“Familiares também podem ser agressores de
idosos”.
2. Transforme todas as ideias em argumentos
Uma redação precisa de uma boa estrutura argumentativa. Por
isso, você precisará reunir todas as suas ideias e transformá-las em tópicos. O
primeiro tópico é sempre a introdução. Em seguida, vem o desenvolvimento, que
deve abordar os principais argumentos sobre o tema em cada parágrafo.
Considerando as ideias do nosso exemplo, podemos criar os
seguintes argumentos:
Introdução
“Atualmente,
muito se fala sobre vários tipos de violência, mas poucos se lembram que os
idosos estão entre as pessoas que mais sofrem com esse tipo de problema.”
Desenvolvimento
Argumento 1: “O abandono é a primeira forma de
violência, que é capaz de ferir tanto a mente como o físico de quem já está na
terceira idade.”
Argumento 2:“Familiares estão entre os
principais agressores de idosos, pois são eles que mais têm contato com pessoas
nessa faixa etária.”
Argumento 3:“Para piorar essa situação, há
poucas campanhas que estimulam as denúncias de casos de violência contra o
idoso. A falta de conscientização sobre o assunto leva a mais dor e sofrimento
por parte de pessoas que dependem muitas vezes de auxílio para se cuidar.”
3. Faça uma conclusão coerente
Terminar uma redação também pode ser difícil, pois há várias
características que devem ser consideradas na conclusão, tais como:
Não mencionar nenhuma ideia nova sobre o tema;
Oferecer soluções sobre o assunto;
Proporcionar algum tipo de reflexão;
Retomar o que já foi discutido.
Lembre-se que um texto deve ter começo, meio e fim. Para
concluir sua redação, você precisa mostrar que o assunto terminou. Veja só um
exemplo:
“Com todos
esses problemas, é difícil para os idosos denunciarem casos de violência.
Porém, não podemos baixar a cabeça sobre esse assunto e nem mesmo nos deixarmos
calar. Aqueles que não conseguem se manifestar contam com o meu e o seu apoio
para dar um basta nesse mal.”
O modelo de texto dissertativo argumentativo é um dos modelos mais cobrados dos estudantes durante toda a grade do ensino médio, curso técnico e ensino superior. A linha de raciocínio utilizada em um texto argumentativo tem como característica a realidade dos fatos. Em trabalhos acadêmicos e científicos, como as monografias, é fundamental saber argumentar. Como começar uma Dissertação: veja como iniciar a sua
Neste post vamos falar mais sobre a redação dissertativa argumentativa explicando as características deste tipo de texto. Aprenda como fazer uma redação dissertativa argumentativa sem dificuldade e esteja preparado(a) para concursos, vestibular, trabalhos acadêmicos e científicos, ou para qualquer outra oportunidade quando ela surgir. Veja tudo isso a seguir!
O que é Dissertação?
A dissertação é um assunto que o aluno deve dominar, e para
começarmos falar sobre ela, é importante apontarmos os dois tipos de
dissertação existentes:
Dissertação Objetiva
Em uma dissertação objetiva, o autor do texto procura
manter-se distante do seu público-alvo, pois os argumentos são colocados no
texto de uma forma impessoal. Isso tem como objetivo gerar imparcialidade,
ainda que a visão do autor esteja sendo apresentada de forma indireta. Esse
modelo de dissertação além de ser indireto, permite que os leitores aceitem com
mais facilidade as ideias discutidas pelo autor da dissertação.
Dissertação Subjetiva
Em um texto dissertativo subjetivo, o autor se faz presente
no texto e utiliza o “eu”, primeira pessoa do singular. Desta forma,
é possível evidenciar os argumentos que são lançados em um texto e enxergar a
visão do autor claramente. A opinião do autor é visível para todos os leitores,
assim como na dissertação objetiva, mas neste caso, a diferença é que o autor
não esconde que é dono de tal opinião e conclui o texto seguindo esta linha.
Para ficar mais fácil de entender, vamos mostrar exemplos do
que é um texto dissertativo objetivo e subjetivo. Veja nos exemplos logo a
seguir que as ideias são direcionadas ao leitor, porém, no modelo objetivo o
dono das ideias se mantém distante do texto, já no modelo subjetivo, ele se faz
presente:
Exemplo de dissertação objetiva
“Há milhares de
forma de se operar no mercado financeiro. As operações no mercado financeiro
acontecem a todo instante e movimentam milhões em dólares, euro, libra e reais.
Os símbolos apontam cada uma das moedas: USD, EUR, GBP e BRL.”
Exemplo de uma dissertação subjetiva
“É triste quando
olho para as propagandas que viralizaram no Youtube e em outros ambientes da
internet focadas em vender curso para operar no mercado financeiro com a
promessa de ganhos exorbitantes como algo fácil, sem a necessidade de estudar e
se dedicar para isso.”
É possível observar sem dificuldades que no primeiro modelo
o uso da terceira pessoa é destacado de forma objetiva. Já no segundo modelo,
notamos que o autor se posicionou com sua opinião e a manteve durante todo o
trecho destacado. As duas formas de escrita que apresentamos são aceitas e
muito utilizadas, mas o mais importante é que você opte por um dos dois modelos
até o final do texto.
Redação argumentativa dissertativa
Um texto argumentativo é o que já falamos nos parágrafos acima: a expressão de uma ideia, opinião e todo ponto de vista de um autor, com foco em fazer o leitor acreditar naquilo que está lendo. Além dos modelos dissertativos que vimos nos tópicos acima, temos também o poder argumentativo direcionado com técnicas para convencer o leitor sobre algo. Texto Argumentativo: exemplo, como fazer e sugestões para criação
A palavra “argumento” tem origem no latim “argumentum”, que em português é o mesmo que fazer iluminar algo, fazer brilhar algo, no sentido de fazer uma pessoa ter uma ideia sobre algo. Os argumentos são facilmente observados em uma redação dissertativa argumentativa, pois para isso, basta que identifiquemos a ideia principal (tese) para sermos conduzidos para uma indagação. Essa indagação é suprida no desenvolvimento da redação argumentativa. Crônica Argumentativa: exemplos, como fazer, estrutura e dicas
Por exemplo, vamos imaginar que um autor começa a introdução
de sua redação argumentativa afirmando em terceira pessoa (dissertação
objetiva) que é contra a pena de morte no Brasil. Assim que lançou sua tese no
primeiro parágrafo de sua redação (na introdução), ele fez o leitor se
perguntar: por que ser contra a pena de
morte no Brasil?
Após essa introdução sobre posicionamento do autor quanto ao assunto, o autor tem no desenvolvimento da redação um espaço para mostrar porque ele é contra a pena de morte no Brasil e tentar convencer o leitor com seus argumentos. É nesta parte que saber argumentar faz a diferença para os leitores e examinadores de concursos e vestibulares. Veja a seguir quais são os tipos de argumentação utilizados em uma redação dissertativa argumentativa para você trabalhar a sua redação de forma técnica e focada.
*Fonte: Mundo Vestibular
Tipos de argumentação utilizados em redação
dissertativa
Argumentação de
autoridade – É o tipo de argumentação que lança a opinião comprovada de um
ou mais especialistas no assunto. Esse é um dos modelos mais recomendados que
traz para o uma redação dissertativa argumentativa credibilidade diante das
autoridades citadas. Por exemplo:
“Conforme aponta o OMS (Organização Mundial da Saúde), a amamentação de
recém-nascidas deve ser mantida por seis meses no mínimo ou mais se possível”.
Argumentação de
consenso – Em um ou mais enunciados durante o desenvolvimento de sua
redação dissertativa argumentativa, é possível utilizar argumentos consagrados
pelo consenso. Exemplo: “O estudo e
a dedicação levam ao aprimoramento profissional das pessoas”. Observe
que nessa argumentação não é preciso lançar o nome de nenhum especialista ou
autoridade, pois faz parte de um consenso geral que estudar e se de dedicar a
algo leva ao aprimoramento de alguém.
Argumentação por
observação – Esse modelo de argumentação é fundamentado na confirmação de
um documento utilizado para provar ao leitor tal argumento. Exemplo: “É por meio do acaso que as grandes
descobertas científicas se originam. Veja no caso de Alexander Fleming, que
durante seus experimentos com bactérias, notou que os fungos que iam surgindo
no frasco destruíam as bactérias nele contido. Deste estudo e observação nasceu
a penicilina”. O argumento chave que o autor quis destacar é:
“por meio do acaso que as grandes descobertas científicas se originam”,
e utilizou o exemplo de um documento lançado por Fleming.
Argumentação com fundamentação lógica – A argumentação utilizada neste modelo é baseada em raciocínio lógico, focado em causa e efeito, ação e reação, etc. Exemplo: “é importante ponderarmos nossas palavras e atitudes com todos ao nosso redor”. Neste caso, o autor quis alertar o leitor para que suas ações sejam sempre pensadas e que elas irão gerar consequências.
Exemplos de redação nota 1000 no ENEM
Equilíbrio
Aristotélico
Ao longo do processo de
formação do Estado brasileiro, do século XVI ao XXI, o pensamento machista
consolidou-se e permaneceu forte. A mulher era vista, de maneira mais intensa
na transição entre a Idade Moderna e a Contemporânea, como inferior ao homem,
tendo seu direito ao voto conquistado apenas na década de 1930, com a chegada
da Era Vargas. Com isso, surge a problemática da violência de gênero dessa
lógica excludente que persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, seja
pela insuficiência de leis, seja pela lenta mudança de mentalidade social.
É indubitável que a
questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. De
acordo com Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da
justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível
perceber que, no Brasil, a agressão contra a mulher rompe essa harmonia, haja
vista que, embora a Lei Maria da Penha tenha sido um grande progresso em relação
à proteção feminina, há brechas que permitem a ocorrência dos crimes, como as
muitas vítimas que deixam de efetivar a denúncia por serem intimidadas. Desse
modo, evidencia-se a importância do reforço da prática da regulamentação como
forma de combate à problemática.
Outrossim, destaca-se o
machismo como impulsionador da violência contra a mulher. Segundo Durkheim, o
fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de
exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de
pensamento, observa-se que o preconceito de gênero pode ser encaixado na teoria
do sociólogo, uma vez que, se uma criança vive em uma família com esse
comportamento, tende a adotá-lo também por conta da vivência em grupo. Assim, o
fortalecimento do pensamento da exclusão feminina, transmitido de geração a
geração, funciona como forte base dessa forma de agressão, agravando o problema
no Brasil.
Entende-se, portanto, que a continuidade da violência contra a mulher na contemporaneidade é fruto da ainda fraca eficácia das leis e da permanência do machismo como intenso fato social. A fim de atenuar o problema, o Governo Federal deve elaborar um plano de implementação de novas delegacias especializadas nessa forma de agressão, aliado à esfera estadual e municipal do poder, principalmente nas áreas que mais necessitem, além de aplicar campanhas de abrangência nacional junto às emissoras abertas de televisão como forma de estímulo à denúncia desses crimes. Dessa forma, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, esse fato social será gradativamente minimizado no país.
Raphael de Souza – Rio de Janeiro – ENEM 2015
Carolina Mendes Pereira – 18 anos | Natal – RN
Em sua canção “Pela Internet”, o cantor brasileiro Gilberto Gil louva a quantidade de informações disponibilizadas pelas plataformas digitais para seus usuários. No entanto, com o avanço de algoritmos e mecanismos de controle de dados desenvolvidos por empresas de 7 aplicativos e redes sociais, essa abundância vem sendo restringida e as notícias, e produtos culturais vêm sendo cada vez mais direcionados – uma conjuntura atual apta a moldar os hábitos e a informatividade dos usuários. Desse modo, tal manipulação do comportamento de usuários pela seleção prévia de dados é inconcebível e merece um olhar mais crítico de enfrentamento.
Em primeiro lugar, é válido reconhecer como esse panorama supracitado é capaz de limitar a própria cidadania do indivíduo. Acerca disso, é pertinente trazer o discurso do filósofo Jürgen Habermas, no qual ele conceitua a ação comunicativa: esta consiste na capacidade de uma pessoa em defender seus interesses e demonstrar o que acha melhor para a comunidade, demandando ampla informatividade prévia. Assim, sabendo que a cidadania consiste na luta pelo bem-estar social, caso os sujeitos não possuam um pleno conhecimento da realidade na qual estão inseridos, e de como seu próximo pode desfrutar do bem comum – já que suas fontes de informações estão direcionadas -, eles serão incapazes de assumir plena defesa pelo coletivo. Logo, a manipulação do comportamento não pode ser aceita em nome do combate, também, ao individualismo e do zelo pelo bem grupal.
Em segundo lugar, vale salientar como o controle de dados pela internet vai de encontro à concepção do indivíduo pós-moderno. Isso porque, de acordo com o filósofo pós-estruturalista Stuart-Hall, o sujeito inserido na pós-modernidade é dotado de múltiplas identidades. Sendo assim, as preferências e ideias das pessoas estão em constante interação, o que não pode ser limitado pela prévia seleção de informações, comerciais, produtos, entre outros. Por fim, seria negligente não notar como a tentativa de tais algoritmos de criar universos culturais adequados a um gosto de seu usuário criam uma falsa sensação de livre-arbítrio e tolhe os múltiplos interesses e identidades que um sujeito poderia assumir.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. Para tanto, as instituições escolares são responsáveis pela educação digital e emancipação de seus alunos, com o intuito de deixá-los cientes dos mecanismos utilizados pelas novas tecnologias de comunicação e informação e torná-los mais críticos. Isso pode ser feito pela abordagem da temática, desde o ensino fundamental – uma vez que as gerações estão, cada vez mais cedo, imersas na realidade das novas tecnologias -, de maneira lúdica e adaptada à faixa etária, contando com a capacitação prévia dos professores acerca dos novos meios comunicativos. Por meio, também, de palestras profissionais das áreas da informática que 8 expliquem como os alunos poderão ampliar seu meio de informações e demonstrem como lidar com tais seletividades, haverá um caminho traçado para uma sociedade emancipada.
O termo op. cit. é um tipo de expressão que deriva de outros dois termos em latim, sendo eles: opus citatum e opere citato. O seu significado é “a obra citada” ou ainda “da obra citada“. Por ser um termo com aplicação textual, o op. cit. se aplica a referências bibliográfias que citam obras já mencionadas em um trabalho.
Neste post, falaremos o que é op. cit. em detalhes, considerando para que serve, como ele é utilizado em TCC, quando ele deve ser utilizado, entre outros pontos importantes. Além disso, ensinaremos a seguir como utilizar o op. cit. para referenciar uma obra já mencionada no texto. Confira tudo isso a seguir e muito mais. Veja nossas dicas de temas para seu TCC em:https://projetoacademico.com.br/c/temas-para-tcc/
Significado de op. cit.
Como já mencionamos, o termo op. cit. tem origem do latim, onde é utilizado as seguintes expressões: opere citato e opus citatum. Cada uma dessas expressões significam respectivamente: “da obra citada” e “a obra citada“. Nesse caso, podemos observar que o termo op. cit é uma referência a uma obra que já foi mencionada previamente.
Por mencionar uma obra já citada no trabalho, essa mesma menção também determina que o autor da nova citação também é o mesmo da citação anterior. Esse tipo de menção ocorre comumente ao final da página nas notas de rodapé, onde é possível conferir várias obras, publicações, autores, entre outras informações. Para que essas notas não fiquem muito extensas, é utilizado termos como o op. cit. para relacionar informações sobre uma obra já citada.
A maior finalidade do termo op. cit. é evitar que a mesma obra seja mencionada várias vezes ao longo de uma referência bibliográfica. Por exemplo, vamos supor que o seu TCC tenha três diferentes citações do livro “O Primo Basílio” de Eça de Queirós. Nesse caso, nas notas de rodapé o nome do livro é mencionado apenas uma vez, seguido do termo op. cit. que faz menção ao mesmo livro, mas em páginas diferentes.
O uso do op. cit. facilita a leitura das referências bibliográficas, tornando essas informações mais organizadas e resumidas. Isso contribui tanto para a estética das informações fornecidas ao final de cada página, assim como facilita a leitura. No caso do op. cit. o termo é informado seguido do nome do autor, pois nesse caso, o termo pode substituir o nome de uma obra que foi mencionada em qualquer outra página do trabalho.
Por exemplo, o termo ibidem também possui uma finalidade parecida, mas ele só pode ser aplicado quando essa menção ocorre logo após a primeira menção, ou seja, as duas informações devem constar na mesma página. Já o op. cit. permite uma dinâmica maior entre as menções, desde que o autor seja informado novamente a cada nova menção com o termo op. cit.
O trabalho de conclusão de curso segue diversas regras diferentes estabelecidas pela banca examinadora. Isso significa que nem todos os TCCs que existem são criados a partir dos mesmos parâmetros. Nesse caso, é importante que você consulte essas regras antes de utilizar termos como o op. cit. para abreviar menções de livros já citados no trabalho.
No entanto, a utilização dessa expressão é bastante simples e ocorre na maioria dos TCCs que utilizam mais de uma citação do mesmo livro. Nesse caso, é importante apenas considerar que o termo op. cit. deve ser mencionado juntamente com o nome do autor da obra. A norma ABNT determina que esse tipo de utilização seja feita em nota de rodapé ou ainda entre parênteses. Sendo assim, você pode avaliar qual é a melhor forma de se utilizar o op. cit. em seu TCC de acordo com as regras estabelecidas pela banca que examinará seu trabalho.
Já o melhor momento para se utilizar esse termo é aquele em que há a necessidade de mencionar a mesma obra como uma referência para algo que já foi dito. Se essa obra já foi mencionada no trabalho e essa menção está próxima a nova menção, é importante utilizar o termo op. cit. para se referir a obra já mencionada. Se a segunda menção ocorrer na mesma página que a primeira, você deverá utilizar o termo ibidem.
Como usar o op. cit. no TCC?
Como já mencionamos, a forma de se utilizar a expressão op. cit. pode variar conforme as regras estabelecidas para a criação do seu TCC. No entanto, a regra geral determina que esse termo seja utilizado sempre que há a necessidade de mencionar uma obra já mencionada em outra página ou capítulo do trabalho. Nesse caso, a utilização do op. cit. ocorre sempre em conjunto ao nome do autor. Confira a seguir alguns exemplos de utilização:
Exemplos de utilização do op. cit.
Vamos supor que em seu TCC você mencione mais de uma vez a obra “A Divina Comédia” de Dante Alighieri em várias páginas do seu trabalho. Nesse caso, você deverá realizar as seguintes menções a obra de acordo com as páginas em que as citações aparecem:
(SOBRENOME, Nome do autor. Nome da Obra. Editora, ano, p.número da página)
(ALIGHIERI, Dante. A Divina Comédia. Editora 34, 1321, p.189)
(ALIGHIERI, Dante. op. cit., p.196)
Esse exemplo acima é uma forma de se utilizar o termo op. cit. durante o texto. No entanto, essa mesma informação pode aparecer na nota de rodapé sem parênteses. Nesse caso, cada nota deve ser numerada conforme determina as normas vigentes para a elaboração do TCC.
Formas erradas de utilização
A forma mais errada de se utilizar o termo op. cit. é colocando essa menção logo após uma menção detalhada na mesma página. Nesse caso, a utilização do op. cit. está incorreta, pois o termo ibidem é a expressão certa para menções próximas.
Além disso, fazer uma menção com o op. cit. sem informar o autor novamente também é uma forma errada de utilizar a expressão. Isso porque só com o op. cit. não dá para saber de qual obra o texto está se referindo. Mas ao informar o nome do autor, o leitor pode entender claramente que se trata de uma obra mencionada anteriormente.
O estilo de formatação Vancouver foi determinado pelo ICMJE (Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas) e segue com base no padrão de normas técnicas ANSI para se adaptar aos padrões da U.S National Library of Medicine. As normas técnicas Vancouver são extremamente importantes de serem compreendidas e trabalhadas de forma correta onde elas forem cobradas, como em universidades, revistas, jornais, etc.
Neste post, vamos falar mais sobre as normas Vancouver e
como fazer referências bibliográficas normas Vancouver de um modo geral!
De onde surgiu a norma Vancouver?
Durante um evento de editores de revistas internacionais
realizado em 1978 em Vancouver, Canadá, deu-se início ao importante conjunto de
normas técnicas utilizados até os dias de hoje conhecido como Normas Vancouver.
Os editores reunidos representavam importantes revistas médicas e se
encontraram em Vancouver com o objetivo de estabelecer uma padronização nas
diretrizes quanto a formatação das citações e referências bibliográficas lançadas
pelas revistas. Os editores reunidos chegaram a um consenso que o padrão
determinado deveria oferecer distribuição de relatos ligados aos assuntos da
área médica com mais precisão, clareza e uniformidade.
Esse padrão ficou bastante conhecido entre os editores do
mundo todo enquanto ainda estava sendo elaborado, principalmente por editores
de revistas médicas em todo o mundo, e passou a ser conhecido como Grupo de
Vancouver. No ano seguinte, 1979, o novo padrão de normas técnicas voltado para
publicações da área médica foi apresentado ao mundo, padrão que durante um ano
após a primeira reunião foi finalmente elaborado.
O novo padrão de normas técnicas quanto a publicações da
área médica, formatos, referências bibliográficas, lançou definitivamente o conjunto
de normas aprovado pela: NLM (National
Library of Medicine) e pela ICMJE (International
Committee of Medical Journal Editors).
Citações Vancouver
Antes de falarmos mais sobre a forma como as referências bibliográficas deverão ser utilizadas no conjunto de Normas Vancouver, é importante darmos uma pincelada sobre os principais pontos quanto as regras de citação. Nesse caso, é necessário falar sobre alguns pontos essenciais que não podem passar despercebidos na hora de citar no estilo Vancouver. Só assim as regras quanto as referências poderão fluir de forma correta. Veja como fazer Citação nas normas Vancouver: TCC, tese e trabalhos
Como sabemos, nas citações Vancouver, as citações devem ser
numeradas em uma ordem crescente conforme vão surgindo no artigo.
As referências deverão ser identificadas, assim como
tabelas e legendas sempre com algarismos arábicos em ordem crescente conforme
vão surgindo no desenvolvimento do texto. Todas as referências citadas deverão
seguir o padrão de ordenação da primeira referência.
Não é aconselhado fazer a utilização de resumos como
referências. Caso você faça a referência de um artigo citado que ainda não foi
publicado, essas referências deverão ser no formato “preste a ser
publicado” ou “no prelo”.
Todos os autores devem ter permissão assinada por
escrito de um autor do artigo citado que ainda não foi publicado.
Também é importante em citações Vancouver que um
manuscrito que ainda não foi aceito e citado em um texto apareça na forma
“comunicação pessoal”, sempre com a autorização por escrito da fonte
do manuscrito.
Tenha cuidado para citar uma comunicação pessoal e
somente faça isso, se ela tiver informações relevantes que não foram
disponibilizadas em fontes públicas ou não existam em nenhum documento não
publicado.
Caso você utilize “citação pessoal” com
Vancouver, o nome da pessoa que está citando e a data em que a citação foi
incluída no corpo do texto deverão aparecer entre parênteses. Já em artigos
científicos, é necessário que os autores tenham a permissão por escrito e a
confirmação da fonte de “comunicação pessoal” feita em uma publicação
com Vancouver.
Todas as referências deverão ser verificadas junto aos
autores em comparação com os documentos originais citados, não sendo tolerado
erros quanto a isso.
A fonte original de uma citação deve prevalecer, e se
for utilizado a citação de uma fonte original feita de forma pessoal por outro
autor, então, a fonte original torna-se a citação pessoal.
O idioma que o autor utilizar em seu texto deve ser
mantido nas citações em tradução direta quando a fonte original está em outra
língua.
Regras para Referências bibliográficas
Vancouver
Uma referência deve indicar um autor, entidade ou um
grupo de autores ou entidades. Quando não for possível indicá-los, utiliza-se o
título.
As referências bibliográficas deverão aparecer no final
do trabalho em formato de lista ordenada conforme as citações foram surgindo no
corpo do texto e numeradas em ordem crescente, conforme visto no tópico acima.
todas as referências deverão ser alinhadas à margem
esquerda, com espaço simples e em seguida, separados entre si por meio de um
espaço duplo.
É necessário dar um espaço após ponto, após dois pontos
e logo após a vírgula.
O nome da editora e a data deverão ser separados por
ponto e vírgula nas referências Vancouver (;).
Caso uma referência passe a ocupar mais de uma linha, é necessário que ela seja reiniciada novamente em outra linha.
Normas para citar
entre um e seis autores – Quando um determinado documento apresentar até
seis autores simultaneamente, é possível fazer a citação de todos esses autores
sem problema algum.
Normas para citar mais de seis autores simultaneamente – Já em um documento que possui mais de seis autores simultaneamente, você deve fazer a citação dos seis primeiros autores seguindo ordem alfabética e após o sexto nome utilizar “et al“.
Referenciar um
documento sem autoria – Se um documento utilizado para embasar um trabalho
científico ou acadêmico for utilizado e não tiver autor conhecido, você deverá
fazer a referência bibliográfica pelo título do documento.
Referenciar editores
compiladores com o autor do documento – Em um documento que foi utilizado
como referência possuir somente os nomes dos editores ou compiladores, a
referência bibliográfica deve iniciar a partir do nome.
Organizações e Entidades – Quando um autor é uma organização ou entidade, essa organização ou entidade será autora do documento e deverá aparecer nas referências bibliográficas.
Devem ser feitas referências de um autor partindo primeiramente pelo sobrenome com a primeira letra em maiúsculo – Em seguida, o nome deve aparecer abreviado com ou sem o uso de ponto, dois pontos, vírgula, ponto e vírgula ou qualquer sinal gráfico. Exemplo: Holly J.